A principal finalidade de qualquer empreendimento é resolver problemas. Por isso, estar alinhado às necessidades e desejos do consumidor tornou-se uma obrigação para quem deseja se manter em atividade.

O mundo dos negócios é extremamente competitivo e requer atualização constante. Quem imaginou que inovações como o mp3 seriam superadas tão rapidamente? Ou que invenções antigas, como a bicicleta, conseguiriam se manter em evidência nos dias atuais?

E no que diz respeito aos hábitos e relações entre as pessoas? Também aqui a tecnologia fez muita coisa mudar. Hoje os smartphones possibilitam pleno acesso à internet. Há inúmeros aplicativos para o compartilhamento de mensagens, imagens, áudios e vídeos.

O chamado home office é uma realidade irreversível para muitas empresas. Cada vez mais profissionais escolhem trabalhar como freelancers. Que ferramentas eles utilizam em seu cotidiano e como fazem para interagir?

Reunimos neste post informações sobre as principais tendências de mercado para micro e pequenas empresas. Continue lendo e confira!

Marketing de conteúdo

Não importa qual seja o ramo da empresa. O marketing de conteúdo é uma tendência que chegou para ficar. A internet assume protagonismo cada vez maior nas decisões de consumo.

Nesse contexto, para se manter relevante, é necessário investir na relação com o consumidor. Oferecer conteúdo valioso é a melhor forma de gerar uma percepção positiva de sua empresa.

Hoje já estão disponíveis vários estudos sobre o tema, apesar de ainda não existir formação acadêmica específica na área. Entender a jornada do comprador é a melhor maneira de transformar visitantes em leads que, em seguida, podem se tornar consumidores e divulgadores do seu produto.

Muitas empresas ainda acreditam que estar presente na internet se resume a disponibilizar um site com endereço e telefone. Outras, até vão um pouco além disso, divulgando mensagens em ocasiões especiais como natal e ano novo. O efeito de tais iniciativas se torna irrelevante no contexto atual.

A estratégia do marketing de conteúdo vai muito além, identificando necessidades, desejos e transtornos que causem sofrimento. Em vez de trabalhar com “público-alvo”, aqui o importante é o conceito de persona. Assim, são criados conteúdos específicos, pensados para um sujeito com características reais, peculiares.

Experiência do consumidor

Com tantas alternativas disponíveis a um clique de distância, nunca antes o consumidor foi tão disputado pelas empresas. A guerra por preços foi deixada em segundo plano. Hoje, o determinante é a percepção de valor.

Alguns conceitos passaram a ser abordados de maneira mais abrangente. A qualidade, que antes era um parâmetro concreto e mensurável, passa a integrar uma definição mais ampla: a experiência do consumidor.

Quem não se lembra de quando começaram a surgir hipermercados cada vez maiores às margens das rodovias, próximos a grandes centros urbanos? Foi uma febre. Oferecendo uma variedade de mercadorias até então desconhecida, com promoções chamativas, eles arrastavam multidões às gôndolas.

No princípio, havia muita desconfiança em comprar pela internet. Mas o comércio eletrônico já se consolidou. Hoje faz pouco sentido perder horas e gastar com o deslocamento até lugares cheios de desconhecidos alinhados em filas para pagar suas compras.

Por outro lado, também se engana que o comércio físico está com os dias contados. Exatamente aqui você vai começar a entender a importância de proporcionar a seu cliente uma experiência de compra única e intensamente agradável.

Elementos mais subjetivos, como a cortesia do atendimento, a decoração do ambiente, pequenos gracejos como brindes ou cupons promocionais, sanitários impecavelmente higiênicos, alimentos frescos e saborosos. Hoje, o fundamental é agregar valor a seu produto.

Encantar seu consumidor vai torná-lo alguém disposto a transmitir, espontaneamente, para os públicos com que ele se relaciona, a satisfação que ele teve ao comprar.

A geração Y nas empresas

Seu público interno também é muito estratégico para o sucesso do seu negócio. Hoje, nas empresas, é cada vez maior a presença de jovens urbanos nascidos entre 1980 e meados da década de 90, a chamada geração Y.

Esses profissionais têm características muito particulares a serem observadas, pois não se adaptam bem a hierarquias tradicionais, detestam executar tarefas sem entender o propósito delas e vivem o tempo todo conectados.

Com grande necessidade de feedback, os jovens da geração Y aderem a causas. Por isso, pouco adianta dizer: “Faça porque mandei”. É preciso demonstrar a importância daquela ação.

Outro cuidado importante é na acomodação com profissionais de gerações mais maduras, para que haja harmonia na equipe. Estabelecer ambientes mais colaborativos e horizontais, abertos a contribuições e dispostos a inovar é o que vai engajar os Y.

Sustentabilidade na prática

Não adianta fazer postagens bonitinhas dizendo: “Ame o verde!”. Tanto os jovens profissionais da geração Y como, sobretudo, os consumidores, querem empresas realmente comprometidas com práticas sustentáveis.

Já que esse é um caminho sem volta, melhor se adaptar à tendência e obter bons resultados. Questões como impacto social, o uso do papel, energia elétrica, embalagens e matérias-primas de origens não renováveis e reaproveitamento de materiais se tornaram muito relevantes.

Procure, com sua própria equipe, coletar contribuições sobre novas formas de executar processos. Estabeleça também com seu consumidor um diálogo constante. Assim, sua empresa será reconhecida e admirada.

Sintonia com o mundo

Acompanhar as tendências de mercado não significa o mesmo que seguir as “modinhas” da estação. Afinal, quantas vezes nós vimos empresas até quebrarem por agir assim? Que o digam muitos daqueles que mergulharam de cabeça na onda das paletas mexicanas.

Para empreendedores de todos os portes e culturas, o fundamental é estar sintonizado com o mundo. Ter capacidade de interagir com o público e com seus colaboradores. Ouvir e compreender quais os novos costumes, necessidades e desejos.

Apresentamos aqui as principais tendências de mercado, mas existem muitas outras a serem exploradas. Primeiro, é preciso ter a clareza de que vivemos em um mundo cada vez mais conectado.

E as empresas também devem estar. Novas ferramentas de gestão que armazenam dados na nuvem são muito eficazes para organizar processos e obter ganhos de produtividade.

Quer compartilhar outros exemplos de como as mudanças afetaram o comportamento das pessoas e sua forma de consumir? Deixe seu comentário e participe!

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Escrito por eGestor

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