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    <title>controle financeiro — eGestor Blog</title>
    <link>https://blog.egestor.com.br/tag/controle-financeiro/</link>
    <description>Posts com a tag controle financeiro em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
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      <title>Como profissionalizar uma empresa nova: 7 passos para construir uma marca de sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-profissionaliza-uma-empresa-nova/</link>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 09:40:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Marketing</category>
      <category>Abrir empresa e MEI</category>
      <category>Administração e gestão</category>
      <category>controle financeiro</category>
      <category>empreendedores</category>
      <category>empreendedorismo</category>
      <category>presença digital</category>
      <description>Abriu o CNPJ? Veja como profissionalizar uma empresa nova em 7 passos: posicionamento, finanças, identidade visual, logo, presença digital e processos.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Abrir o CNPJ é a parte fácil. Saber como profissionalizar uma empresa nova é o verdadeiro desafio: muita gente tira o registro, começa a vender e descobre que não tem controle financeiro, não tem posicionamento claro, não tem presença digital organizada e ainda precisa <strong>criar logo para empresa</strong>, definir cores e dar uma cara coerente ao negócio. Resolver esse acúmulo de pendências é o que separa quem apenas tem um CNPJ ativo de quem construiu, de fato, uma marca profissional.</p>
<p>O cenário ajuda a dimensionar o desafio. Segundo <a href="https://agenciasebrae.com.br/economia-e-politica/microempresas-foram-segmento-que-mais-cresceu-entre-pequenos-negocios-abertos-em-2024" rel="noopener">levantamento do Sebrae</a> com base em dados da Receita Federal, em 2024 foram abertos 4.158.122 pequenos negócios no Brasil, crescimento superior a 10% em relação a 2023. Só no primeiro trimestre de 2025, foram 1.407.010 novos pequenos negócios, 78% deles como MEI, de acordo com a <a href="https://agenciasebrae.com.br/economia-e-politica/primeiro-trimestre-do-ano-registra-a-abertura-de-mais-de-14-milhao-de-pequenos-negocios/" rel="noopener">Agência Sebrae de Notícias</a>. Profissionalizar deixou de ser diferencial e virou condição de sobrevivência.</p>
<h2 id="secao-1-defina-posicionamento-antes-de-qualquer-peca-visual"><strong>1. Defina posicionamento antes de qualquer peça visual</strong></h2>
<p>Antes de pensar em logotipo, site ou cartão, pare para responder três perguntas simples: para quem você vende, qual problema resolve e por que o cliente escolheria você e não o concorrente da esquina. Essa definição é o que vai orientar todo o resto. Sem ela, qualquer escolha visual vira palpite.</p>
<p>Posicionamento não precisa ser um documento de dez páginas. Um parágrafo bem escrito, descrevendo público, promessa e diferencial, já serve de guia. Esse texto é a referência que você consulta sempre que precisar decidir cor, tom de voz ou canal de divulgação.</p>
<h2 id="secao-2-formalize-o-negocio-da-forma-correta"><strong>2. Formalize o negócio da forma correta</strong></h2>
<p>A formalização dá acesso a crédito, permite emitir nota fiscal e abre portas em vendas corporativas. A formalização do MEI é gratuita e feita pelo portal <a href="http://gov.br/mei" rel="noopener">gov.br/mei</a>.</p>
<p>Escolher o enquadramento correto também afeta imposto e obrigações acessórias. Se o faturamento previsto já ultrapassa o teto do MEI, começar como microempresa pode evitar retrabalho em menos de um ano. Vale conversar com um contador antes de decidir, porque mudar depois custa tempo e dinheiro.</p>
<h2 id="secao-3-separe-as-financas-pessoais-das-empresariais"><strong>3. Separe as finanças pessoais das empresariais</strong></h2>
<p>Pagar a conta do supermercado com o cartão da empresa é uma armadilha para quem está começando. O resultado é previsível: você não sabe se o negócio dá lucro, não consegue precificar com precisão e só descobre o rombo quando já é tarde.</p>
<p>Alguns passos resolvem a maior parte do problema:</p>
<ul>
<li>Abra uma conta bancária em nome do CNPJ, mesmo que seja uma conta digital gratuita.</li>
<li>Defina um pró-labore fixo, ou seja, um valor mensal que você retira como salário.</li>
<li>Registre toda entrada e saída, nem que seja numa planilha simples.</li>
<li>Reserve mensalmente o valor dos impostos, para não ser surpreendido no vencimento.</li>
</ul>
<p>Fluxo de caixa organizado é o que permite planejar investimento em marketing, contratação ou estoque sem comprometer o giro. Um sistema de gestão como o eGestor ajuda a controlar recebimentos e pagamentos e a gerar relatórios de fluxo de caixa, sem depender de planilhas soltas.</p>
<h2 id="secao-4-construa-a-identidade-visual-como-sistema-nao-como-enfeite"><strong>4. Construa a identidade visual como sistema, não como enfeite</strong></h2>
<p>Aqui mora uma confusão comum. Identidade visual não é só o logo. É o conjunto de elementos gráficos que representam a marca: logotipo, paleta de cores, tipografia, ícones e padrões visuais. O logotipo é apenas um desses componentes, embora costume ser o mais lembrado.</p>
<p>Quando esse sistema é consistente, o cliente reconhece a marca em qualquer ponto de contato: no post do Instagram, na embalagem, no e-mail de orçamento, na placa da fachada. Essa repetição controlada constrói memória e passa a sensação de que ali existe uma empresa estruturada, não um improviso.</p>
<p>Começar bem exige escolher duas ou três cores principais, uma ou duas tipografias e um estilo gráfico que converse com o posicionamento definido no passo 1. Uma marca séria de contabilidade não usa a mesma paleta de uma confeitaria infantil. Parece óbvio, mas é onde muita gente erra.</p>
<h2 id="secao-5-tenha-um-logotipo-funcional-desde-o-primeiro-dia"><strong>5. Tenha um logotipo funcional desde o primeiro dia</strong></h2>
<p>O logo aparece em muitos pontos de contato: assinatura de e-mail, perfil de rede social, nota fiscal, orçamento, uniforme. Por isso precisa funcionar em tamanho pequeno, em preto e branco, em fundo claro e em fundo escuro. Floreio demais atrapalha.</p>
<p>Quem está começando raramente tem orçamento para contratar um estúdio de branding completo, e tudo bem. Ferramentas acessíveis permitem produzir uma marca inicial consistente, dentro do sistema visual escolhido, sem travar o lançamento do negócio. </p>
<p>O gerador de logotipos da <a href="http://Design.com" rel="noopener">Design.com</a> é uma opção prática para quem precisa testar variações, aplicar a identidade e evoluir conforme a empresa cresce. O importante é que o logo converse com cores, tipografia e tom, e não exista como peça solta.</p>
<p>Um erro comum é refazer o logo a cada três meses porque surgiu uma inspiração nova. Isso quebra o reconhecimento que você estava construindo. Decida, aplique em todos os canais e só mexa quando houver motivo estratégico real.</p>
<h2 id="secao-6-monte-uma-presenca-digital-minima-e-consistente"><strong>6. Monte uma presença digital mínima e consistente</strong></h2>
<p>Presença digital não significa estar em todas as redes. Significa estar bem onde seu cliente procura. Para a maioria dos pequenos negócios, isso quer dizer:</p>
<ul>
<li>Perfil da Empresa no Google atualizado, com endereço, horário, fotos e avaliações respondidas.</li>
<li>Uma rede social principal, escolhida pelo perfil do público (Instagram para varejo e serviço local, LinkedIn para B2B, por exemplo).</li>
<li>Um canal direto de contato, geralmente WhatsApp Business com catálogo e respostas rápidas configuradas.</li>
<li>Site ou landing page simples, nem que seja de uma página, com descrição do serviço e formulário de contato.</li>
</ul>
<p>Consistência vale mais que volume: é melhor manter uma frequência de publicação que você consiga sustentar o ano todo do que publicar muito em um mês e sumir nos seguintes. Use o mesmo logotipo, as mesmas cores e o mesmo tom em todos os canais, para que quem encontra a marca no Google reconheça o perfil no Instagram.</p>
<h2 id="secao-7-estabeleca-processos-antes-que-o-volume-cobre"><strong>7. Estabeleça processos antes que o volume cobre</strong></h2>
<p>Nos primeiros meses, dá para controlar tudo de cabeça. Quando o número de pedidos cresce, a desorganização aparece em forma de atraso, retrabalho e cliente insatisfeito. Processos simples resolvem a maior parte disso: um padrão para receber pedido, um padrão para emitir orçamento, um padrão para pós-venda.
Documentar não precisa ser complicado. Um checklist no bloco de notas do celular já conta como processo. O ponto é ter uma referência escrita que você pode seguir sob pressão e, mais tarde, repassar para a primeira contratação sem precisar explicar tudo do zero.</p>
<h2 id="conclusao-como-profissionalizar-uma-empresa-nova-na-pratica"><strong>Conclusão: como profissionalizar uma empresa nova na prática</strong></h2>
<p>Profissionalizar um negócio novo é menos sobre um movimento espetacular e mais sobre consistência em sete frentes: posicionamento definido antes do visual, formalização correta junto aos órgãos competentes, separação entre finanças pessoais e empresariais, identidade visual tratada como sistema, logotipo funcional aplicado em todos os pontos de contato, presença digital focada nos canais certos e processos documentados que resistem ao crescimento. Cada passo isolado parece simples. O que cria a marca forte é fazer todos eles com coerência, desde o começo.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Ticket Médio: O que é, fórmula e como calcular</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/ticket-medio/</guid>
      <pubDate>Tue, 13 May 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Sistema de Gestão</category>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>controle financeiro</category>
      <description>Ticket médio é o valor médio gasto por cliente em cada compra. Confira a fórmula, exemplos e estratégias para aumentar o ticket médio da sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Calcular e analisar o ticket médio da sua empresa é de extrema importância. Além disso, ele serve para que você possa planejar suas vendas de forma mais eficiente e aumentar a lucratividade do negócio. Da mesma forma, essa métrica é essencial para avaliar o perfil e as preferências de consumo de seus clientes.</p>
<p>Por exemplo, afinal, o que leva um cliente a gerar um ticket maior se comparado a outro? Além disso, como criar estratégias para aumentar o ticket de um determinado cliente?</p>
<p>Você quer entender o que é o ticket médio e como calcular esse <a href="https://blog.egestor.com.br/indicadores-financeiros/">indicador financeiro</a>? Além disso, deseja aprender como aplicar este conceito em seu negócio? Então, é o que vamos falar a partir de agora neste texto!</p>
<p>Neste artigo você vai ver:</p>
<ul>
<li>O que é ticket médio e como calcular?</li>
<li>Por que o ticket médio é importante?</li>
<li>Como calcular por vendas e por clientes</li>
<li>Ticket Médio, LTV e CAC</li>
<li>Como aumentar o ticket médio</li>
<li>Com que frequência monitorar</li>
</ul>
<h2 id="o-que-e-ticket-medio-e-como-calcular">O que é ticket médio e como calcular?</h2>
<p>O ticket médio representa o valor médio que cada cliente gasta por transação durante um período específico. Para calculá-lo, basta dividir a receita total de vendas pelo número de transações ou clientes nesse mesmo intervalo.</p>
<p>Este indicador é fundamental para a análise do desempenho financeiro. Além disso, ele ajuda a compreender o comportamento de compra dos consumidores. Por isso, auxilia no desenvolvimento de estratégias para elevar a receita, sem precisar atrair novos clientes.</p>
<h3 id="como-calcular-o-ticket-medio">Como calcular o ticket médio</h3>
<p>Para encontrar o valor do ticket médio, o processo é o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Determine o período</strong>: Defina o intervalo de tempo que será objeto de análise (diário, semanal, mensal, etc.).</li>
<li><strong>Some a receita total</strong>: Calcule o montante de todas as vendas efetuadas nesse período.</li>
<li><strong>Contabilize o número de vendas/clientes</strong>: Registre a quantidade de vendas realizadas ou o número de clientes atendidos no mesmo intervalo.</li>
<li><strong>Divida a receita total pelo número de vendas/clientes</strong>: O quociente dessa operação será o seu ticket médio.</li>
</ul>
<p>Assim, a fórmula do ticket médio é:</p>
<blockquote>
<p>Ticket médio = Valor total das vendas ÷ Número de clientes que compraram</p>
</blockquote>
<p>Exemplo prático:</p>
<p>Suponha que, em um dia, sua empresa totalizou R$ 4.000,00 em vendas. Esse valor corresponde às compras de 20 clientes. Portanto, o ticket médio do dia em questão foi de R$ 200,00.</p>
<blockquote>
<p>Ticket médio = 4.000 ÷ 20 = 200</p>
</blockquote>
<p>A forma para calcular o ticket médio mensal, diário ou de qualquer outro período é sempre a mesma. Além disso, também é possível calcular pelo faturamento bruto e volume de vendas:</p>
<blockquote>
<p>Ticket médio = Faturamento bruto ÷ Volume de vendas</p>
</blockquote>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/joshua-rodriguez-f7zm5TDOi4g-unsplash-3.jpg-2000.webp" alt="equipe em café analisando vendas e calculando o ticket médio do negócio" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="por-que-o-ticket-medio-e-importante-para-o-negocio">Por que o ticket médio é importante para o negócio?</h2>
<p>O ticket médio ajuda a planejar vendas, avaliar estratégias e entender o comportamento dos clientes. Com o ticket médio, você identifica quais produtos geram mais receita. Além disso, descobre como aumentar o <a href="https://blog.egestor.com.br/faturamento/">faturamento</a> sem precisar de mais clientes.</p>
<ul>
<li>Análise de desempenho: Possibilita a avaliação da saúde financeira e da performance de vendas do negócio.</li>
<li>Compreensão do cliente: Indica o valor médio que seus clientes investem, desvendando tendências e padrões de consumo.</li>
<li>Planejamento estratégico: Auxilia na criação de táticas para ampliar o faturamento. Isso pode incluir, por exemplo, o lançamento de promoções e a oferta de combos. A otimização da experiência do cliente também é uma excelente estratégia.</li>
<li>Eficiência de marketing: Um aumento no ticket médio sem crescimento de clientes é um bom sinal. Ele indica que o público existente está comprando mais. Consequentemente, essa mudança otimiza os investimentos que foram feitos em marketing.</li>
</ul>
<h3 id="beneficios-de-acompanhar-o-ticket-medio">Benefícios de acompanhar o ticket médio</h3>
<p>Acompanhar o ticket médio traz diversos benefícios estratégicos para um negócio. Além disso, além de fornecer uma visão clara do comportamento dos clientes, ele também ajuda a planejar ações e tomar decisões mais eficientes.</p>
<ul>
<li>Planejar promoções e campanhas de marketing: O ticket médio indica quais produtos merecem destaque em promoções. Com base nisso, você pode definir descontos eficientes sem comprometer sua margem de lucro.</li>
<li>Identificar clientes mais rentáveis: Com base no ticket médio, é possível segmentar sua base de clientes. Assim, você pode criar estratégias personalizadas, como ofertas exclusivas ou programas de fidelidade.</li>
<li>Tomar decisões sobre mix de produtos e preços: Observar o ticket médio permite ajustar preços e criar promoções. Além disso, ajuda a otimizar seu mix de produtos, direcionando o estoque e o marketing de forma mais assertiva.</li>
<li>Aumentar a <a href="https://blog.egestor.com.br/empresa-lucrativa-dicas-e-estrategias-para-construir-uma/">lucratividade</a> sem ampliar a base de clientes: O ticket médio revela oportunidades para vender mais aos clientes existentes. Como resultado, você reduz os custos de aquisição e aumenta a rentabilidade do negócio.</li>
<li>Auxiliar no <a href="https://blog.egestor.com.br/planejamento-financeiro-empresarial/">planejamento financeiro</a>: Além disso, ele serve como referência para projeções de receita e controle do <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a>.</li>
<li>Medir o impacto de estratégias implementadas: Acompanhar periodicamente o ticket médio permite verificar quais ações realmente geram resultados e, consequentemente, ajustar estratégias futuras.</li>
</ul>
<p>Importante: analise o aumento do ticket médio junto com a margem de lucro dos produtos. O ideal é usar estratégias que incentivem a venda de itens com maior margem de lucro. Isso porque um aumento no ticket médio com produtos de baixa margem pode elevar o faturamento, mas não necessariamente a lucratividade.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/imin-technology-DmXCnZGyesM-unsplash.jpg-2000.webp" alt="pessoa anotando resultados para acompanhar os benefícios de monitorar o ticket médio" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="para-que-serve-o-ticket-medio">Para que serve o ticket médio?</h2>
<p>Ele mede a lucratividade média por cliente e ajuda a planejar promoções mais eficazes. Além disso, permite avaliar a fidelização dos clientes, identificar padrões de consumo e encontrar oportunidades de vendas adicionais, como produtos complementares ou upgrades. Dessa forma, o ticket médio se torna uma ferramenta estratégica para aumentar a receita e melhorar a experiência de compra.</p>
<h3 id="indicadores-relacionados-ao-ticket-medio">Indicadores relacionados ao ticket médio</h3>
<p>Além do ticket médio, outros indicadores ajudam a analisar o desempenho da empresa e identificar oportunidades de crescimento. Eles permitem tomar decisões mais estratégicas e aumentar o faturamento.</p>
<ul>
<li><strong>Frequência de compra por cliente</strong>: Mede quantas vezes, em média, um cliente realiza compras. Com essa métrica, você identifica clientes fiéis e pode criar programas de pontos, descontos para compras recorrentes e comunicação personalizada.</li>
<li><strong>Volume médio de vendas por produto</strong>: Indica quanto cada produto contribui para o faturamento. Essa informação ajuda a identificar itens mais rentáveis, ajustar preços e criar promoções estratégicas, aumentando o ticket médio.</li>
<li><strong>Taxa de recompra</strong>: Mostra a porcentagem de clientes que voltam a comprar. Uma taxa elevada indica satisfação e fidelidade. Além disso, permite planejar estratégias que incentivem compras recorrentes.</li>
<li><strong>Retorno sobre investimento em promoções (</strong><a href="https://blog.egestor.com.br/roi/"><strong>ROI</strong></a><strong>)</strong>: Avalia se campanhas de marketing estão gerando lucro. Comparando o investimento com o aumento de vendas, você identifica quais ações são mais eficazes para aumentar o ticket médio.</li>
<li><strong>Mix de produtos vendidos</strong>: Analisa a combinação de produtos comprados juntos. Essa métrica permite planejar estratégias de <a href="https://blog.egestor.com.br/cross-selling-e-upselling-entenda/">cross-selling e up-selling</a>, promovendo vendas adicionais e aumentando a média de compras.</li>
<li><strong>Valor médio por categoria de cliente</strong>: Compara quanto cada segmento gasta em média. Isso possibilita criar ofertas direcionadas para diferentes perfis, tornando as estratégias de venda mais eficientes.</li>
</ul>
<p>Ao acompanhar esses indicadores junto com o ticket médio, a empresa obtém uma visão completa do comportamento do cliente. Assim, é possível identificar produtos mais lucrativos, otimizar campanhas, ajustar promoções e criar ações personalizadas. Como resultado, aumenta-se a fidelização, o faturamento e a rentabilidade, sem depender apenas da expansão da base de clientes.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/drazen-nesic-4T9iW4BSPRU-unsplash-2.jpg-2000.webp" alt="vendedora atendendo cliente em loja para aumentar o ticket médio por venda" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="como-calcular-o-ticket-medio-com-base-no-numero-de-vendas">Como calcular o ticket médio com base no número de vendas</h2>
<p>Quando calculado a partir das vendas, você divide o faturamento total pelo número de transações realizadas. Essa forma permite acompanhar se cada venda está aumentando ou diminuindo o valor médio gasto pelo cliente. Além disso, o ticket médio ajuda a identificar padrões em promoções ou períodos específicos.</p>
<p>Esse método é especialmente útil para e-commerces e lojas com alto volume de transações diárias, onde um cliente pode realizar múltiplas compras em um mesmo período. Por exemplo, imagine que sua loja online processou 300 pedidos em um mês e faturou R$ 45.000. Seu ticket médio por venda é de R$ 150. Se na semana seguinte você lançar um cupom de frete grátis acima de R$ 200 e o ticket subir para R$ 180, isso confirma que a ação gerou impacto direto no valor médio por transação.</p>
<h2 id="como-calcular-o-ticket-medio-com-base-no-numero-de-clientes">Como calcular o ticket médio com base no número de clientes</h2>
<p>Neste caso, divide-se o faturamento total pelo número de clientes únicos que compraram no período. Esse cálculo ajuda a analisar se a empresa está fidelizando clientes que compram mais e se os esforços de retenção estão funcionando. Também é útil para identificar quais segmentos de clientes possuem maior potencial de gasto e planejar ações direcionadas para aumentar suas compras futuras.</p>
<h3 id="diferenca-entre-vendas-e-clientes">Diferença entre vendas e clientes</h3>
<p>Calcular pelo número de vendas mostra o comportamento de cada transação, enquanto calcular pelo número de clientes mostra o comportamento de cada consumidor. Combinar ambos oferece uma visão mais completa, permitindo que você identifique tendências, oportunidades de venda cruzada e estratégias mais eficazes de fidelização. Dessa forma, é possível criar ações personalizadas para diferentes tipos de clientes, aumentando a receita sem depender apenas da aquisição de novos consumidores.</p>
<p>Imagine o seguinte cenário em um dia:</p>
<ul>
<li>Cliente A fez 3 compras de R$ 20 cada (Total: R$ 60).</li>
<li>Cliente B fez 1 compra de R$ 90.</li>
<li>Faturamento total: R$ 150</li>
<li>Total de vendas: 4</li>
<li>Total de clientes: 2</li>
</ul>
<p>Ticket Médio por Venda: R$ 150 / 4 vendas = R$ 37,50 (Isso mostra o valor médio de cada transação no caixa).</p>
<p>Ticket Médio por Cliente: R$ 150 / 2 clientes = R$ 75,00 (Isso mostra o valor médio que cada cliente gastou no total naquele dia).</p>
<h2 id="como-analisar-o-ticket-medio-da-sua-empresa">Como analisar o ticket médio da sua empresa</h2>
<p>Uma análise eficaz combina o ticket médio com a margem de lucro. Um ticket alto acompanhado de margem baixa pode indicar que você está vendendo produtos de alto giro, mas com pouco retorno real. Por isso, segmente a análise: compare o ticket médio por canal de venda (loja física vs. online), por categoria de produto e por perfil de cliente (recorrente vs. novo). Use essa segmentação para identificar qual combinação gera mais receita com menos custo de atendimento.</p>
<h3 id="analisando-por-produto-ou-servico">Analisando por produto ou serviço</h3>
<p>Divida o ticket médio por categorias de produtos ou serviços. Dividir o ticket médio por produto permite entender quais itens aumentam ou reduzem a média. Além disso, facilita estratégias de venda cruzada e produtos complementares.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/131-1-1.jpg-2000.webp" alt="vitrine de loja analisando ticket médio por categoria de produto" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="ticket-medio-o-motor-do-ltv-e-do-cac">Ticket médio: O motor do LTV e do CAC</h2>
<p>O Ticket Médio não é apenas uma métrica de vendas, mas o motor que impulsiona outros indicadores vitais. Pense nele como o elo entre o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e o Valor Vitalício do Cliente (LTV).</p>
<ul>
<li>Impacto no LTV: Aumentar o Ticket Médio é a forma mais rápida e direta de aumentar seu LTV. Quando um cliente gasta mais a cada compra, seu valor total para a empresa também aumenta. Com isso, o LTV (Lifetime Value) dele cresce naturalmente.</li>
<li>Impacto no CAC: Com um LTV maior, a sua relação LTV/CAC melhora drasticamente. Isso significa que o investimento para adquirir um cliente "se paga" mais rápido. Consequentemente, ele gera mais retorno, tornando seu marketing mais eficiente e lucrativo.</li>
</ul>
<p>Exemplo prático: Se seu ticket médio é de R$ 200 e o cliente compra em média 4 vezes por ano durante 2 anos, seu LTV é de R$ 1.600. Se o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) for R$ 300, a relação LTV/CAC é de 5,3 — considerada excelente pelo mercado (o ideal é acima de 3). Agora, se você aumentar o ticket médio para R$ 250 apenas com estratégias de upselling, o LTV sobe para R$ 2.000 e a relação melhora para 6,6 sem nenhum gasto adicional em aquisição.</p>
<h2 id="como-aumentar-o-ticket-medio-de-sua-empresa">Como aumentar o ticket médio de sua empresa</h2>
<p>Criar estratégias de fidelização é uma ótima alternativa para gerar novos negócios com clientes existentes. Assim, você impulsiona compras repetidas, fortalece o relacionamento com o cliente e aumenta o ticket médio da empresa. Além disso, ações como ofertas combinadas, upgrades e recomendações personalizadas podem potencializar ainda mais os resultados.</p>
<ul>
<li><strong>Diversidade de produtos e serviços</strong>: Disponibilize combos, pratos variados e opções exclusivas no cardápio para estimular um gasto maior por parte do cliente.</li>
<li><strong>Aprimoramento da experiência do cliente</strong>: Um atendimento de qualidade e um ambiente acolhedor são muito importantes. Adicionalmente, um menu digital pode elevar a satisfação do cliente. Como resultado, o valor consumido por ele também tende a aumentar.</li>
<li><strong>Ações promocionais</strong>: Desenvolva promoções e descontos estratégicos, ofereça entrega gratuita para compras a partir de um certo valor ou disponibilize vales-presente.</li>
<li><strong>Personalização e relacionamento</strong>: Invista em marketing de relacionamento e em ferramentas como CRM. Através delas, você poderá conhecer melhor os seus clientes. Desse modo, será possível oferecer produtos que estejam alinhados aos seus interesses.</li>
<li><strong>Análise de dados</strong>: Empregue dados e tecnologias para reconhecer padrões de compra e elaborar ofertas mais pertinentes para o seu público-alvo.</li>
</ul>
<h3 id="estrategias-adicionais-para-aumentar-o-ticket-medio">Estratégias adicionais para aumentar o ticket médio</h3>
<p>Existem diversas estratégias que podem ser aplicadas para aumentar o ticket médio da sua empresa. Além de incentivar vendas adicionais, essas ações ajudam a fidelizar clientes e gerar mais lucro de forma consistente.</p>
<ul>
<li><strong>Crie pacotes de produtos ou serviços</strong>: Combinar produtos ou serviços em pacotes aumenta o valor da compra média. Por exemplo, oferecer kits com itens complementares ou planos que reúnam serviços relacionados estimula o cliente a gastar mais em uma única transação.</li>
<li><strong>Ofereça promoções sazonais e descontos progressivos</strong>: Ofereça promoções sazonais e descontos progressivos. Assim, datas comemorativas ou compras maiores incentivam o cliente a adquirir mais produtos e aumentar o ticket médio. Dessa forma, ele percebe mais valor e a empresa consegue aumentar o faturamento sem perder margem.</li>
<li><strong>Invista em programas de fidelidade e recompra</strong>: Clientes que retornam compram mais e contribuem para o aumento do ticket médio. Programas de pontos, cashback ou benefícios exclusivos para clientes frequentes incentivam a recompra e fortalecem a relação com a marca.</li>
<li><strong>Utilize técnicas de cross-selling e up-selling</strong>: Use técnicas de cross-selling e up-selling. Cross-selling oferece produtos complementares, enquanto up-selling sugere versões premium ou de maior valor do mesmo produto. Essas técnicas aumentam o valor médio das transações e melhoram a experiência de compra do cliente.</li>
<li><strong>Melhore a experiência de compra do cliente</strong>: Um atendimento personalizado, processos de compra rápidos e suporte eficiente aumentam a satisfação do cliente. Clientes satisfeitos tendem a gastar mais e retornar com mais frequência, impactando positivamente o ticket médio.</li>
</ul>
<p>Além dessas estratégias, é importante monitorar os resultados e ajustar ações conforme o comportamento do cliente. Testar diferentes abordagens ajuda a identificar quais técnicas funcionam melhor para cada público. Assim, o aumento do ticket médio se torna sustentável e contínuo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/yeh-xintong-go3DT3PpIw4-unsplash-1.jpg-2000.webp" alt="vitrine de padaria com variedade de produtos para aumentar o ticket médio" width="2000" height="1335"></p>
<h4>Oferecer mais diversidade de produtos</h4>
<p>Oferecer uma variedade de produtos alinhada ao interesse da clientela ajuda a gerar faturamento maior. Clientes que já conhecem sua marca podem precisar de soluções com custos mais altos, aumentando naturalmente o ticket médio.</p>
<h4>Outros métodos de incentivar a venda</h4>
<p>Induza o cliente a levar produtos adicionais. Por exemplo, sugira itens complementares ou versões premium de produtos. Promoções como “compre 1, leve 2” ou descontos por volume incentivam compras maiores.</p>
<p>Frete grátis em compras acima de determinado valor também é eficaz. Tenha uma grande variedade de produtos e organize-os de forma que estimule compras adicionais. Além disso, incentive o cliente a não esquecer o que deseja comprar, utilizando listas ou aplicativos de apoio.</p>
<h4>Prover treinamentos aos vendedores</h4>
<p>Funcionários bem treinados conhecem os produtos, entendem o perfil do cliente e sabem como sugerir itens que aumentem o ticket médio. Ofereça cursos e informações para que sua equipe possa atender melhor os clientes e estimular vendas adicionais.</p>
<h4>Monitoramento e feedback da equipe</h4>
<p>Avalie constantemente os resultados das vendas e forneça feedback aos vendedores. Isso ajuda a corrigir falhas e a potencializar estratégias de vendas, aumentando o ticket médio.</p>
<h2 id="com-que-frequencia-monitorar-o-ticket-medio-da-sua-empresa">Com que frequência monitorar o ticket médio da sua empresa?</h2>
<p>O ticket médio pode ser medido diariamente, semanalmente ou mensalmente, dependendo do volume de vendas e do planejamento estratégico da empresa. Além disso, a frequência de acompanhamento deve ser definida conforme os objetivos de gestão e o nível de detalhamento que você deseja analisar.</p>
<ul>
<li><strong>Monitoramento diário</strong>: É ideal para negócios com grande fluxo de vendas, como lojas físicas, e-commerces e estabelecimentos com muitos clientes por dia. Medir o ticket médio diariamente permite identificar rapidamente mudanças no comportamento de compra. Além disso, ajuda a detectar problemas e ajustar estratégias em tempo real.</li>
<li><strong>Monitoramento semanal</strong>: Recomendado para empresas com fluxo moderado de vendas. Analisar semanalmente ajuda a identificar tendências de consumo. Além disso, avalia o impacto de promoções e ajusta o estoque conforme o comportamento dos clientes.</li>
<li><strong>Monitoramento mensal</strong>: Indicado para empresas com vendas mais espaçadas ou quando se busca uma visão geral do desempenho. O acompanhamento mensal permite comparar resultados com períodos anteriores, analisar sazonalidade e tomar decisões estratégicas mais estruturadas. Além disso, ajuda a planejar promoções, definir metas de vendas e avaliar o desempenho de produtos ou serviços.</li>
</ul>
<p>Independentemente da frequência de medição, o ticket médio deve ser comparado com outros indicadores. Entre eles estão o volume de vendas, a taxa de recompra e o mix de produtos vendidos. Dessa forma, é possível ter uma visão mais completa do comportamento do cliente e tomar decisões mais assertivas.</p>
<p>Por fim, acompanhar o ticket médio regularmente ajuda a identificar oportunidades, ajustar estratégias de vendas e fidelizar clientes de forma consistente. Com dados confiáveis e análise contínua, sua empresa consegue crescer de maneira sustentável, sem depender exclusivamente da ampliação da base de clientes.</p>
<p>🚀 Quer acompanhar o Ticket Médio da sua empresa em tempo real? O <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> centraliza vendas, faturamento e indicadores financeiros em um só lugar. Experimente grátis por 30 dias e tome decisões mais estratégicas para aumentar sua receita.</p>
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<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-ticket-medio">Perguntas frequentes sobre Ticket Médio</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-ticket-medio">O que é Ticket Médio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O ticket médio representa o valor médio que cada cliente gasta por transação em um determinado período.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="como-calcular-o-ticket-medio-2">Como calcular o Ticket Médio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Divida o faturamento total pelo número de vendas (ou clientes) no período: Ticket Médio = Faturamento ÷ Nº de vendas.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-um-bom-ticket-medio">Qual é um bom Ticket Médio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Depende do segmento, mas o ideal é que o ticket médio cresça acompanhando ou superando a margem de lucro, sem aumentar o custo de aquisição.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="com-que-frequencia-monitorar-o-ticket-medio">Com que frequência monitorar o Ticket Médio?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Diariamente para negócios de alto volume; semanalmente ou mensalmente para negócios com fluxo menor de vendas.</p></div></details></div></section>
]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Lucratividade x rentabilidade: entenda as diferenças</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/lucratividade-x-rentabilidade/</link>
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      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle Financeiro</category>
      <category>gestão financeira</category>
      <category>controle financeiro</category>
      <description>Lucratividade e rentabilidade: confira tudo sobre estes dois indicadores financeiros que são muito importantes para qualquer negócio!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Lucratividade e rentabilidade são dois cálculos imprescindíveis na vida de qualquer empreendedor, não é mesmo? Esses termos são fundamentais na vida empresarial. No entanto, muitas pessoas os confundem e, com isso, deixam de criar boas estratégias.</p>
<p>Apesar de terem algumas semelhanças, a lucratividade e a rentabilidade possuem traços únicos e bem definidos. Todo mundo sabe que qualquer negócio precisa de capital. Afinal, isso é o que o mantém ativo no mercado de trabalho.</p>
<p>Isso porque, se a empresa não conseguir arrecadar os fundos necessários para cobrir as despesas, ela entra em crise. Por esses motivos, é muito importante saber diferenciar os conceitos. Assim, você consegue avaliar melhor os resultados do seu negócio. Se você possui dúvidas em relação a estes termos, vamos lhe esclarecer no decorrer deste artigo!</p>
<h2 id="mas-afinal-qual-o-capital-necessario-para-se-manter-em">Mas afinal, qual o capital necessário para se manter em atividade?</h2>
<p>Com a diversidade de ramos, o capital necessário varia. Ou seja, cada empresa tem suas próprias necessidades para sobreviver no mercado. Apesar dessa variação, o objetivo é o mesmo em todas elas: manter-se em atividade.</p>
<p>Dessa forma, o retorno financeiro mede o sucesso de um negócio. Mas qual a quantia de capital que o negócio gera mensalmente?</p>
<p>É importante lembrar que essa regra vale para todas as empresas. Contudo, cada uma possui suas próprias limitações e realidades. Sabendo disso, é possível chegar a uma conclusão. Quanto mais produtos ou serviços vendidos, maior será o capital gerado.</p>
<p>No entanto, tome cuidado! Da mesma forma que um público consumidor maior é sinal de mais retorno financeiro, é também sinal de mais trabalho. Isto demandará um certo esforço por parte do departamento das finanças para controlar todo esse movimento.</p>
<p>De maneira resumida, é praticamente assim mesmo que acontece. As empresas costumam usar o controle de caixa para se guiar. Ele indica o quanto de capital entrou e saiu em um período.</p>
<p>Empresários e empreendedores costumam associar esse resultado de caixa ao lucro. Existem também aqueles que associam esses resultados com a rentabilidade do seu negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/BLOG-2.jpg-1600.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1600" height="1067"></p>
<h2 id="lucratividade-x-rentabilidade">Lucratividade x rentabilidade</h2>
<p>A lucratividade demonstra o percentual do faturamento que se converte em lucro líquido, sinalizando a eficiência da empresa em transformar vendas em ganho. A rentabilidade, por sua vez, compara o lucro líquido com o total de investimentos, evidenciando o retorno alcançado sobre o capital aplicado. Enquanto a lucratividade se concentra na operação e nas vendas, a rentabilidade analisa o ganho obtido por meio dos recursos investidos no negócio.</p>
<p><strong>Lucratividade</strong></p>
<ul>
<li><strong>O que afere:</strong> A parcela da receita de um negócio que se transformou em lucro líquido.</li>
<li><strong>Como se calcula:</strong> Dividindo o lucro líquido pela receita total e, em seguida, multiplicando o resultado por 100.</li>
<li><strong>Fórmula:</strong> (Lucro Líquido / Receita Total) x 100.</li>
<li><strong>Finalidade:</strong> Auxilia na avaliação da eficiência operacional da empresa e na sua capacidade de gerar lucro a partir de suas vendas.</li>
</ul>
<p><strong>Rentabilidade</strong></p>
<ul>
<li><strong>O que afere:</strong> O retorno que os investimentos feitos na empresa geraram.</li>
<li><strong>Como se calcula:</strong> O cálculo é feito dividindo o lucro líquido pelo valor total do investimento e multiplicando por 100.</li>
<li><strong>Fórmula:</strong> (Lucro Líquido / Investimento) x 100.</li>
<li><strong>Finalidade:</strong> Mede a viabilidade dos investimentos e a aptidão da empresa para gerar ganhos a partir do capital que foi nela aplicado.</li>
</ul>
<p><strong>Em resumo</strong></p>
<ul>
<li><strong>Lucratividade:</strong> O quanto se obteve de ganho em relação às vendas.</li>
<li><strong>Rentabilidade:</strong> O quanto se obteve de ganho em relação ao capital investido.</li>
</ul>
<h3 id="qual-o-periodo-ideal-de-analise">Qual o período ideal de análise?</h3>
<p>A lucratividade costuma ser avaliada em <strong>curto prazo</strong>, como mensal ou por projeto, permitindo ajustes rápidos em preços e custos. Já a rentabilidade tem uma visão mais abrangente. Por isso, é útil analisá-la anualmente ou por ciclo de investimento, como o retorno sobre marketing.</p>
<p>Assim, você controla o lucro operacional (lucratividade) diariamente. Ao mesmo tempo, avalia o retorno do capital investido (rentabilidade), tomando decisões mais seguras.</p>
<h3 id="lucratividade-e-rentabilidade-na-pratica-o-trade-off">Lucratividade e rentabilidade na prática: o trade-off estratégico</h3>
<p>Embora lucratividade e rentabilidade estejam interligadas, todo empresário enfrenta o desafio de equilibrá-las estrategicamente. Às vezes, é preciso sacrificar a lucratividade de um produto. O objetivo é atrair clientes e aumentar o volume de vendas.</p>
<p>Assim, é possível elevar a rentabilidade do negócio a longo prazo. Por outro lado, produtos com alta margem geram boa lucratividade imediata. Contudo, se o retorno sobre o investimento for baixo, a rentabilidade pode ser pequena.</p>
<p>Portanto, usar os dois indicadores juntos permite tomar decisões mais inteligentes. Isso ajuda a definir preços, planejar promoções e escolher projetos de investimento. Entender esse equilíbrio é o que transforma números em estratégias sólidas para o crescimento do negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/87-5.jpg-1600.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1600" height="1067"></p>
<h2 id="lucratividade-o-que-e-e-para-que-serve">Lucratividade: o que é e para que serve?</h2>
<p>A lucratividade está intimamente relacionada ao lucro que foi atingido pelo negócio. É importante lembrar o que é o lucro. Ele é o total das receitas menos todas as despesas e deduções do período.</p>
<p>Em resumo, a lucratividade se relaciona com o lucro líquido e a receita. Portanto, é ela que determina o ganho real de um negócio.</p>
<p>A lucratividade indica a porcentagem de ganho em cada produto vendido. Por isso, ela é uma variável muito importante para as empresas.</p>
<p>A lucratividade é uma peça-chave na precificação dos produtos. Afinal, ela ajuda a definir um preço que garanta bons lucros para a empresa.</p>
<p>E sabe por que este é um cálculo tão indispensável às rotinas administrativas? Ao fechar as contas do mês, a empresa precisa ter clareza. Isso porque a empresa só pode considerar uma parte das entradas como lucro. O lucro líquido é o que importa nesta avaliação e a lucratividade demonstra o percentual deste valor na planilha total do negócio.</p>
<h2 id="como-calcular-a-lucratividade">Como calcular a lucratividade?</h2>
<p>Para ficar mais fácil, as empresas que já aprenderam a lidar com isso, costumam definir a lucratividade através da seguinte fórmula:</p>
<blockquote>
<p><strong>Lucro Líquido x 100 / Receita total = Lucratividade</strong></p>
</blockquote>
<p>Veja um exemplo para entender melhor este cálculo:</p>
<p>Imagine que você é dono de um empreendimento que comercializa camisetas. O valor final, ou seja, que o consumidor paga na sua loja é de R$ 150 reais por cada uma delas.</p>
<p>Como bom administrador, você sabe de uma coisa. A empresa destina parte do valor de cada peça vendida ao pagamento de taxas. Sabe que entre material e mão de obra, há um gasto de R$ 45 reais com a confecção da camiseta.</p>
<p>Além disso, a empresa calcula mais R$ 30 por camiseta. Esse valor serve para cobrir despesas variáveis, como impostos e comissões.</p>
<p>O lucro líquido por cada venda, neste caso, é de R$ 75 reais.</p>
<p>Agora imagine que sua loja vendeu 100 camisetas ao longo de um mês, aplique a fórmula da lucratividade e obtenha este percentual:</p>
<blockquote>
<p><strong>LUCRATIVIDADE = (R$ 7.500 / R$ 15.000) x 100 = 50%</strong></p>
</blockquote>
<p>A lucratividade desta mercadoria é de 50%, ou seja, uma excelente margem tratando-se do setor de comércio têxtil.</p>
<p>É importante ressaltar que produtos diferentes têm lucratividades diferentes. Por isso, ao fechar as contas, considere sempre cada grupo separadamente. Jamais misture, por exemplo, camisetas com sapatos ou outras variáveis.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/73-5.png-1024.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="1024" height="683"></p>
<h2 id="minha-lucratividade-de-50-e-boa-ou-ruim">Minha lucratividade de 50% é boa ou ruim?</h2>
<p>Uma lucratividade de 50% geralmente é considerada excelente, especialmente no setor de comércio, como o de vestuário. Isso significa que, para cada R$ 100 em vendas, R$ 50 representam lucro líquido após deduzir todos os custos e despesas.</p>
<p>No entanto, é importante analisar esse percentual dentro do contexto do seu negócio. Setores diferentes apresentam margens médias distintas. No varejo, por exemplo, elas variam de 20% a 60%. Já em indústrias competitivas, uma margem de 50% pode ser excepcional.</p>
<p>Além disso, a lucratividade deve ser avaliada junto à rentabilidade. É possível ter um alto lucro por produto. No entanto, se o investimento para gerar as vendas for muito alto, a rentabilidade pode ser baixa.</p>
<p>Portanto, uma lucratividade de 50% indica um bom controle de preços e custos. Contudo, o ideal é sempre compará-la com outros indicadores e com a realidade do setor. Assim, você garante que seus lucros realmente se traduzam em retorno consistente e sustentável para o negócio.</p>
<h2 id="a-lucratividade-esta-diretamente-ligada-ao-preco">A lucratividade está diretamente ligada ao preço</h2>
<p>Isso mostra que a lucratividade está ligada a uma relação. Ou seja, a que existe entre o preço de venda e todos os custos da operação. Isto é, o quanto você paga por ele, associado ao preço pelo qual sua empresa vende esse produto ou serviço. O uso da fórmula facilita a compreensão, indicando quanto o empreendedor de fato ganhou com cada venda.</p>
<p>No entanto, não é tão simples como parece. É preciso um pouco mais de atenção para que essa conta esteja correta e mostre o seu lucro verdadeiro. Para isso, a primeira coisa que você precisa aprender a fazer é calcular corretamente o preço de custo das suas mercadorias.</p>
<p>Quando você conhece bem o preço de custo de um produto, fica mais fácil. Ao definir o preço de venda, você já sabe sua <a href="https://blog.egestor.com.br/margem-de-lucro/">margem de lucro</a>. Você saberá quanto vai lucrar com cada mercadoria.</p>
<p>Dessa forma, a lucratividade serve então para manter as suas vendas acima do esperado. Sendo assim, garantindo que você ganhe mais do que investiu.</p>
<p>Pode-se dizer assim que a lucratividade é fator dominante em um negócio. Se não houver lucratividade, não vale a pena investir.</p>
<p>Outro fator que influencia na sua lucratividade também é a concorrência. Isso porque a concorrência influencia seus preços. Se um concorrente abaixa o valor, talvez você também precise baixar para não perder vendas.</p>
<h2 id="fatores-para-aumentar-a-lucratividade">Fatores para aumentar a lucratividade</h2>
<p>1 - <strong>Escolha do fornecedor:</strong> uma das principais formas de aumentar o seu lucro é saber escolher bem o seu fornecedor. Faça uma boa pesquisa antes de fechar negócio mas lembre-se que o fornecedor mais barato nem sempre é o melhor. Portanto, procure sempre o equilíbrio e calcule o custo-benefício de cada um. Se você conseguir os produtos por um preço mais barato, mas sem perder a qualidade, você poderá lucrar mais.</p>
<p>2 - <strong>Ofereça produtos e serviços de qualidade:</strong> muitos consumidores buscam por isso, mesmo que precisem pagar um pouco mais. Dessa forma, escolha produtos confiáveis e de marcas conhecidas para garantir suas vendas.</p>
<p>Agora que você entendeu a lucratividade, vamos para o próximo passo. Veja o conceito de rentabilidade e como aplicá-lo em seu negócio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/69.png-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="rentabilidade-o-que-e">Rentabilidade: o que é?</h2>
<p>A lucratividade analisa dados de um curto período de tempo. Já a rentabilidade é diferente, pois demonstra o retorno sobre o investimento.</p>
<p>Portanto, a rentabilidade é um indicador mais abrangente que a lucratividade. O gestor pode aplicá-la a produtos ou ao negócio como um todo.</p>
<p>Muitos acreditam que o número de vendas determina o sucesso. No entanto, essa premissa nem sempre é verdadeira no mundo dos negócios.</p>
<p>Vender demais significa bom lucro e retorno apenas nos casos em que a rentabilidade tem seu percentual mais elevado.</p>
<p>Queimas de estoque, por exemplo, trazem dinheiro rápido para o caixa. Contudo, elas geralmente são pouco rentáveis, pois os descontos cortam os lucros.</p>
<p>Na hora de criar estratégias promocionais é fundamental considerar a rentabilidade para não obter prejuízos no longo prazo.</p>
<h3 id="investimento-na-rentabilidade-negocio-todo-ou-projeto">Investimento na rentabilidade: negócio todo ou projeto específico?</h3>
<p>Quando falamos em rentabilidade, é importante entender que o “investimento” pode ter significados diferentes dependendo do contexto.</p>
<ol>
<li><strong>Investimento inicial do negócio</strong></li>
<li>Este é o valor necessário para abrir e manter a empresa nos primeiros meses. Inclui gastos com máquinas, reformas, estoque inicial, capital de giro e outros recursos essenciais. Nesse caso, a rentabilidade mostra se todo o negócio, como um todo, está gerando retorno suficiente para cobrir esses investimentos.</li>
<li><strong>Investimento em projetos específicos</strong></li>
<li>Também é possível calcular a rentabilidade de um projeto isolado. Isso pode ser, por exemplo, uma campanha de marketing ou a compra de um equipamento. Aqui, o investimento é apenas o valor aplicado nesse projeto. A rentabilidade indicará se o retorno gerado foi proporcional ao que foi investido naquele esforço específico.</li>
</ol>
<p>Portanto, a fórmula da rentabilidade se mantém a mesma, mas o tipo de investimento deve ser definido antes do cálculo. Isso ajuda a analisar melhor os resultados e a tomar decisões estratégicas tanto para o negócio como um todo quanto para iniciativas específicas.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/23-3.jpg-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1336"></p>
<h2 id="como-calcular-a-rentabilidade">Como calcular a rentabilidade?</h2>
<p>O cálculo da rentabilidade também é bem simples e deve seguir a seguinte fórmula:</p>
<blockquote>
<p><strong>RENTABILIDADE = (LUCRO LÍQUIDO / INVESTIMENTO) X 100</strong></p>
</blockquote>
<p>Analisando a fórmula da rentabilidade, fica um pouco mais fácil compreender como se dá então esse cálculo. Para saber se sua empresa é rentável, o cálculo é simples. Multiplique o lucro líquido por 100 e divida pelo investimento inicial. O resultado dessa é o quanto o seu investimento rendeu.</p>
<p>Se o resultado for negativo, você deverá então buscar novas estratégias para conseguir tornar o seu negócio rentável para recuperar o prejuízo. Por fim, a conclusão é clara. Sua empresa só será rentável quando o capital final superar todos os custos e despesas.</p>
<p>Por envolver também o lucro líquido assim como a lucratividade, é comum que se confunda os dois termos. No entanto, cada um significa uma coisa e leva a resultados diferentes.</p>
<p>Portanto é fundamental saber diferenciar estes dois conceitos para fazer uma boa avaliação dos resultados da sua empresa. Enquanto a lucratividade foca mais no lucro que o negócio obtém, a rentabilidade é mais abrangente.</p>
<p>Ver o quanto determinado investimento foi rentável significa observar quanto foi o percentual de retorno do negócio. De nada adianta ter uma alta lucratividade, se o percentual de retorno for baixo.</p>
<h3 id="exemplo-de-como-calcular-a-rentabilidade">Exemplo de como calcular a rentabilidade</h3>
<p>Vamos contextualizar continuando com os cálculos do exemplo anterior, para ficar mais fácil:</p>
<p>Para vender as mesmas 100 camisetas, imagine um cenário. Suponha que foi preciso investir em publicidade para divulgar uma promoção. O investimento com marketing, na ocasião, foi de R$ 3 mil reais.</p>
<p>Sendo assim, a rentabilidade seria de:</p>
<blockquote>
<p><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 3.000) X 100 = 250%</strong></p>
</blockquote>
<p>Interpretando o resultado, é possível aferir que a cada R$ 1 real investido nesta campanha, obteve-se um retorno positivo de R$ 2,50. Para se ter uma ideia, este é um dos melhores cenários possíveis para o seu empreendimento.</p>
<p>Em outras circunstancias esses valores poderiam ser bem diferentes. Observe:</p>
<ol>
<li><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 10.000) X 100 = 75%</strong></li>
<li><strong>RENTABILIDADE = (R$ 7.500 / R$ 5.000) X 100 = 150%</strong></li>
</ol>
<p>No primeiro caso, houve um perceptível prejuízo para o empreendimento, mesmo que o caixa tenha alavancado com essas vendas. A cada R$ 1 que a empresa investiu, ela obteve um retorno de apenas R$ 0,75..</p>
<p>No segundo caso, a rentabilidade foi positiva e não gerou prejuízos. Isso porque, a cada R$ 1 investido, houve R$ 1,50 de retorno.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/karolina-grabowska-Zes1yEMTFJE-unsplash-6.jpg-2000.webp" alt="Lucratividade x rentabilidade" width="2000" height="1333"></p>
<h2 id="dica-extra-payback">Dica extra: Payback</h2>
<p>Além de saber o quanto o seu negócio é rentável, é importante saber em quanto tempo o investimento inicial será recuperado. Para isso, existe outro indicador chamado Payback. Ele calcula o tempo para o lucro gerado se igualar ao investimento inicial. Dessa forma, o indicador mostra quando o negócio "se paga".</p>
<h3 id="aplicando-lucratividade-e-rentabilidade-em-empresas-de">Aplicando lucratividade e rentabilidade em empresas de serviços</h3>
<p>O cálculo da lucratividade não se aplica apenas a produtos físicos. Empresas de serviço também podem usar os mesmos conceitos. Para isso, devem adaptá-los aos seus custos de pessoal e despesas operacionais.</p>
<p>Por exemplo, imagine uma consultoria que cobra R$ 10.000 por um projeto. Seus custos diretos são R$ 4.000 com salários e R$ 1.000 com despesas adicionais. O lucro líquido do projeto seria:</p>
<p><strong>Lucro líquido = R$ 10.000 - (R$ 4.000 + R$ 1.000) = R$ 5.000</strong></p>
<p>Aplicando a fórmula da lucratividade:</p>
<p><strong>Lucratividade = (R$ 5.000 ÷ R$ 10.000) × 100 = 50%</strong></p>
<p>Dessa forma, é possível medir o ganho real por projeto ou cliente. Para isso, deve-se considerar o tempo e o esforço da equipe envolvida.</p>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>Agora que você já sabe a diferença entre estes conceitos, que tal começar a aplicar seus respectivos cálculos dentro do seu negócio? Um software de gestão como o eGestor registra suas receitas e despesas. Com isso, você acessa relatórios de lucratividade, rentabilidade e outros indicadores.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.gif" alt="" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>13º salário 2026: como fazer o cálculo passo a passo, com exemplos</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/como-e-feito-o-calculo-13o-salario/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/como-e-feito-o-calculo-13o-salario/</guid>
      <pubDate>Sun, 22 May 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Gestão de pessoas</category>
      <category>fluxo de caixa</category>
      <category>direitos do trabalho</category>
      <category>horas extras</category>
      <category>impostos</category>
      <category>controle financeiro</category>
      <description>Veja como calcular o 13º salário em 2026: prazos das parcelas, descontos de INSS e IR, valor proporcional e exemplos práticos para a sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O 13º salário é a gratificação natalina prevista na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4090.htm" rel="noopener">Lei nº 4.090/1962</a>: um salário extra pago ao trabalhador no fim do ano. O valor equivale a 1/12 da remuneração de dezembro para cada mês trabalhado, então quem trabalhou o ano inteiro recebe um salário completo.</p>
<p>Para a empresa, o 13º é uma das maiores despesas do ano e precisa entrar no planejamento financeiro com antecedência. Neste guia você vê quem tem direito, os prazos de 2026, os descontos de INSS e IR e exemplos de cálculo passo a passo.</p>
<h2 id="quem-tem-direito-ao-13-salario">Quem tem direito ao 13º salário?</h2>
<p>Tem direito ao 13º todo trabalhador com carteira assinada pela <a href="https://blog.egestor.com.br/clt/">CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)</a>, ou seja, em que existe vínculo entre <a href="https://www.rhportal.com.br/artigos-rh/relao-entre-empregador-e-empregado/" rel="noopener">empregado e empregador</a>. Isso inclui empregados domésticos, rurais, avulsos e temporários. Aposentados e pensionistas do INSS também recebem um valor extra, chamado abono anual, que é pago pelo próprio INSS e não pelo empregador.</p>
<p>Para o cálculo, conta como mês inteiro todo mês em que o empregado trabalhou 15 dias ou mais. Se faltas não justificadas deixarem um mês com menos de 15 dias trabalhados, esse mês sai da conta. Os outros meses continuam valendo.</p>
<p>O empregado também pode pedir para receber a 1ª parcela junto com as <a href="https://tangerino.com.br/blog/calculo-de-ferias/" rel="noopener">férias</a>. O pedido deve ser feito por escrito em janeiro do ano correspondente.</p>
<h2 id="prazos-de-pagamento-do-13-salario-em-2026">Prazos de pagamento do 13º salário em 2026</h2>
<p>A lei manda pagar o 13º em duas parcelas:</p>
<ul>
<li><strong>1ª parcela:</strong> entre 1º de fevereiro e 30 de novembro. Em 2026, 30/11 cai em uma segunda-feira. O valor é metade do salário do mês anterior, sem descontos.</li>
<li><strong>2ª parcela:</strong> até 20 de dezembro. Em 2026, 20/12 cai em um domingo, então o pagamento deve ser antecipado para sexta-feira, 18/12. Nessa parcela são descontados o INSS e o Imposto de Renda.</li>
</ul>
<p>A empresa pode pagar o valor inteiro de uma vez, desde que até 30 de novembro. Pagar tudo em dezembro, em parcela única, é irregular. Parcelar em mais de duas vezes só é possível se houver previsão em convenção ou acordo coletivo.</p>
<p>Se o salário aumentar depois do adiantamento, a diferença entra na 2ª parcela. Para quem recebe salário variável, a empresa ajusta a média até 10 de janeiro do ano seguinte.</p>
<p><strong>Atenção, empregador:</strong> o INSS do 13º é recolhido até 20 de dezembro. O FGTS (8%) incide sobre as duas parcelas e é pago pelo FGTS Digital.</p>
<h2 id="como-calcular-o-13-salario">Como calcular o 13º salário?</h2>
<p>A fórmula básica é: <strong>(salário ÷ 12) × meses trabalhados</strong>. Quem trabalhou o ano inteiro recebe um salário completo. Horas extras, comissões e adicionais entram pela média.</p>
<p>Os descontos acontecem só na 2ª parcela e são calculados sobre o valor total do 13º, separado do salário de dezembro:</p>
<ul>
<li><strong>INSS (tabela progressiva de 2026):</strong> 7,5% até R$ 1.621,00; 9% de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84; 12% de R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27; 14% de R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55 (teto).</li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/irrf/">IRRF</a>:</strong> o 13º tem tributação exclusiva na fonte. Com a Lei nº 15.270/2025, quem recebe até R$ 5 mil fica isento.</li>
</ul>
<h3 id="exemplo-1-13-integral">Exemplo 1: 13º integral</h3>
<p>Um empregado ganha R$ 3.000 e trabalhou o ano inteiro.</p>
<ul>
<li>1ª parcela (até 30/11): R$ 3.000 × 50% = <strong>R$ 1.500,00</strong>, sem descontos.</li>
<li>INSS sobre R$ 3.000: R$ 121,58 + R$ 115,37 + R$ 11,66 = R$ 248,60.</li>
<li>IRRF: isento, porque o valor está abaixo de R$ 5 mil.</li>
<li>2ª parcela (até 18/12): R$ 3.000 − R$ 1.500 − R$ 248,60 = <strong>R$ 1.251,40</strong>.</li>
</ul>
<p>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/como-calcular-o-custo-de-um-funcionario-na-sua-empresa/">Como calcular o custo de um funcionário na sua empresa?</a></p>
<h3 id="exemplo-2-aumento-entre-as-parcelas">Exemplo 2: aumento entre as parcelas</h3>
<p>O mesmo empregado passou a ganhar R$ 3.500 em dezembro. O 13º passa a ser calculado sobre o novo salário.</p>
<ul>
<li>INSS sobre R$ 3.500: R$ 308,60.</li>
<li>2ª parcela: R$ 3.500 − R$ 1.500 (adiantamento) − R$ 308,60 = <strong>R$ 1.691,40</strong>.</li>
</ul>
<h3 id="exemplo-3-13-proporcional">Exemplo 3: 13º proporcional</h3>
<p>Um empregado admitido em maio, com salário de R$ 3.000, trabalha 8 meses no ano (maio a dezembro).</p>
<ul>
<li>1ª parcela, paga em 30/11: metade do proporcional até novembro, ou seja (R$ 3.000 ÷ 12 × 7) ÷ 2 = <strong>R$ 875,00</strong>.</li>
<li>13º total: R$ 3.000 ÷ 12 × 8 = R$ 2.000,00.</li>
<li>INSS sobre R$ 2.000: R$ 155,69.</li>
<li>2ª parcela: R$ 2.000 − R$ 875 − R$ 155,69 = <strong>R$ 969,31</strong>.</li>
</ul>
<h3 id="exemplo-4-horas-extras-comissoes-e-adicionais">Exemplo 4: horas extras, comissões e adicionais</h3>
<p>Some tudo o que o empregado recebeu de variáveis no ano (horas extras, comissões, adicional noturno, <a href="https://www.blogsegurancadotrabalho.com.br/o-que-e-insalubridade/" rel="noopener">insalubridade</a>) e divida pelos meses trabalhados. Exemplo: um salário de R$ 3.000 e R$ 2.400 em horas extras no ano.</p>
<ul>
<li>Média: R$ 2.400 ÷ 12 = R$ 200. Base do 13º: R$ 3.200.</li>
<li>INSS sobre R$ 3.200: R$ 272,60.</li>
<li>2ª parcela: R$ 3.200 − R$ 1.500 − R$ 272,60 = <strong>R$ 1.427,40</strong>.</li>
</ul>
<h2 id="secao-13-salario-na-demissao">13º salário na demissão</h2>
<p>O 13º proporcional é pago na rescisão em quase todos os casos: pedido de demissão, dispensa sem justa causa, fim de contrato com prazo e acordo entre as partes. O valor é proporcional aos meses trabalhados no ano. O aviso prévio indenizado conta como tempo de serviço e pode somar mais um mês ao cálculo. Só a dispensa por justa causa tira o direito ao 13º proporcional.</p>
<h2 id="como-se-planejar-para-pagar-o-13">Como se planejar para pagar o 13º</h2>
<p>Na prática, o 13º custa mais que um salário extra por empregado: além do valor bruto, a empresa paga o FGTS de 8% e os encargos patronais do seu regime tributário. Uma forma simples de não ser pega de surpresa em novembro é reservar 1/12 da folha todo mês.</p>
<p>Com o <strong>eGestor</strong>, você registra essa provisão no controle financeiro e acompanha no fluxo de caixa se o dinheiro do 13º vai estar disponível na data certa. <a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener">Teste o eGestor grátis</a>.</p>
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<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-o-13-salario-2026">Perguntas frequentes sobre o 13º salário 2026</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quando-e-paga-a-1-parcela-do-13-em-2026">Quando é paga a 1ª parcela do 13º em 2026?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Até 30 de novembro (segunda-feira).</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-prazo-da-2-parcela-do-13-em-2026">Qual o prazo da 2ª parcela do 13º em 2026?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Até 18 de dezembro, porque o dia 20 cai em um domingo.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="tem-desconto-na-1-parcela-do-13">Tem desconto na 1ª parcela do 13º?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. O INSS e o IR são descontados só na 2ª parcela.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-foi-demitido-recebe-13">Quem foi demitido recebe 13º?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Sim, o valor proporcional, exceto na dispensa por justa causa.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-trabalhou-menos-de-15-dias-no-mes-conta-esse-mes">Quem trabalhou menos de 15 dias no mês conta esse mês?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Só entram os meses com 15 dias ou mais trabalhados.</p></div></details></div></section>
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