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Empreendedores de Sucesso: Carlos Wizard

Empreendedores de Sucesso: Carlos Wizard

Carlos Wizard Martins é um exemplo de empreendedor que usou a determinação para trilhar um caminho de uma vida humilde ao sucesso. Nascido em Curitiba, ele foi criado por uma mãe costureira e um pai que trabalhava como motorista de caminhão. Desde cedo, o empresário soube aproveitar cada oportunidade que a vida lhe apresentou para criar algo maior e se tornar um bilionário.

Aproveitando cada oportunidade

Quando Carlos tinha 12 anos, ele conheceu a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ao lado de sua família. O adolescente viu nos missionários norte-americanos da igreja a oportunidade para estudar um novo idioma, e logo estava falando inglês.

No final da adolescência, ele decidiu passar uma temporada nos Estados Unidos. Pouco tempo depois, Carlos seguiu para a Europa, onde trabalhou como voluntário. Aos 21 anos, ele retornou ao Brasil, e em pouco tempo estava casado com Vânia Pimentel, com quem teve os gêmeos Charles e Lincoln.

Alguns anos depois, ele se formou em Análise de Sistemas e Tecnologia, e aproveitou a oportunidade para aprender técnicas de ensino da língua inglesa. Em seguida, Wizard se formou em Ciência da Computação e Estatística. Após um período como estagiário em uma empresa de papel nos EUA, ele foi transferido para a filial brasileira, em São Paulo.

De funcionário a empresário de sucesso

Durante a noite, Carlos Wizard começou a dar aulas de inglês de forma improvisada, na sala de casa. O objetivo inicial era complementar a renda familiar. No entanto, o seu método de ensino focado em conversação apresentou ótimos resultados e atraiu cada vez mais alunos. Com a procura crescente, a sala de casa já não bastava e o que era um improviso se transformou em escola. Em 1987, foi inaugurada a Wizard, grande de rede de idiomas baseada no sistema de franquias.

O empresário continuou sonhando alto e adquiriu oito redes de ensino, formando o Grupo Multi Educação. Alguns anos depois, o grupo foi vendido por R$ 2 bilhões. Essa foi a maior negociação realizada no Brasil no setor de educação. Wizard passou, então, a investir no mercado de cartões pré-pagos, por meio da fundação da Vale Presente.

Seu retorno ao sistema de franquias foi em 2014, quando o empresário adquiriu a maior rede de produtos naturais da América Latina, as lojas Mundo Verde. Além disso, Carlos Wizard controla a Sforza, empresa de investimentos financeiros, operações de private equity e imóveis. A empresa é uma parceria do empresário com seus filhos, Charles Martins e Lincoln Martins.

Investimento no esporte

Pouco depois, o empresário abriu uma rede de escolas de futebol voltada para crianças e jovens. O empreendimento foi feito ao lado do ex-jogador de futebol Ronaldo Fenômeno.

Por meio da Sforza, foi feita uma parceria com o Palmeiras para o lançar escolas de treinamento para crianças. A rede se chama Academia de Futebol e consiste em um sistema de franquias. Cada espaço inaugurado deve contar com centro de entretenimento e eventos.

Wizard, questionado sobre essa parceria, comenta que sempre acreditou no esporte como maneira de educar crianças e jovens, o que gera um futuro melhor para a nação. O Palmeiras, por sua vez, tem uma torcida fiel e é uma marca forte no Brasil. Esse projeto tem muito potencial, e já nasceu campeão.

Ainda no setor esportivo, Carlos comprou as marcas Topper e Rainha, da Alpargatas, e fundou a BR Sports. Além disso, o empresário investiu na companhia norte-americana Hickies, empresa que fabrica, de forma exclusiva, um produto que substitui o cadarço nos calçados. Foram R$ 20 milhões de investimento para ter exclusividade na distribuição do produto no Brasil.

Sua última grande novidade veio em 2016, quando o empresário investiu no setor de fast-food para trazer ao Brasil a rede de comida mexicana Taco Bell. São 100 unidades previstas para inaugurar nos próximos quatro anos.

Ebook Crescimento Empresarial

Empresário e escritor

Em meio ao sucesso empresarial, Wizard segue transmitindo conhecimento e ensinando pessoas ao redor do mundo. Ele é autor do best seller “Desperte o Milionário que Há em Você”. A publicação fez sucesso no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos e na China.

Além disso, ele é coautor do livro biográfico “Carlos Wizard: Sonhos não têm limites”, escrito em parceria com o romancista Ignácio de Loyola Brandão. O empresário vai além e compartilha seu conhecimento e sua experiência como empreendedor por meio de palestras realizadas por todo o Brasil e também no exterior.

Sucesso reconhecido e premiado

Em dezembro de 2016, Carlos Wizard participou da premiação organizada pela revista IstoÉ Dinheiro. No evento, ele foi eleito “Empreendedor do Ano” nos Serviços. Em 2014, ele foi eleito o “Empreendedor do Ano” no prêmio Líderes da Região Metropolitana de Campinas. Carlos Wizard já esteve na lista da revista Forbes como um dos homens mais ricos do mundo.

Shark Tank Brasil

“Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões” é um programa televisivo feito em parceria entre o Canal Sony e a Floresta Produções. O objetivo do show é unir grandes investidores com empreendedores que buscam suporte financeiro. O programa apresenta dicas sobre como ser um empreendedor de sucesso e fala sobre os principais erros a evitar nesse trajeto.

O empresário Carlos Wizard participou desta edição como um dos tubarões, ou seja, os responsáveis por escolher as melhores ideias apresentadas na busca por investimento. Comida orgânica para bebês e até mesmo um produto chamado “bosta em lata”, como uma forma de entregar adubo orgânico, estavam entre as ideias apresentadas pelos participantes da atração.

No programa, os empreendedores devem apresentar os seus produtos e, então, os empresários decidem se querem participar do negócio e determinam qual o valor que querem investir para a realização do projeto. Além disso, eles dão dicas e conselhos para alcançar o sucesso.

O Shark Tank foi transmitido entre 13 de Outubro de 2016 e 26 de janeiro de 2017. Ao todo, foram treze episódios, com uma hora de duração cada um. Cada tubarão tem conhecimentos específicos e se destaca pela sua experiência de vida. Carlos Wizard se destacou com seus anos de experiência em educação, gestão e franquias.

Carlos Wizard é um de vários exemplos bem sucedidos de empreendedores. Ele comprovou que acreditar no seu sonho, investir e se aperfeiçoar são as chaves para o sucesso do seu próprio negócio.

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Como gerenciar as horas extras dos seus funcionários?

Como gerenciar as horas extras dos seus funcionários?

A melhor forma de responder à pergunta do título é propondo uma outra pergunta, que poderia encerrar a questão.

“Como fazer para evitar que os seus funcionários façam horas extras?”

A pergunta acima responde de forma bastante satisfatória à pergunta do título. A melhor forma de gerenciar as horas extras dos funcionários é a empresa estar organizada para não precisar delas. Mas não é tão fácil assim!

É bem verdade que há organizações empresariais que prestam determinados tipos de serviço onde a incidência do imprevisto, do imponderado, é inevitável.

Por exemplo: uma agência de publicidade está sujeita a fortes oscilações no fluxo de trabalho. De repente, pode surgir uma grande campanha, com prazo estipulado, que exija um sacrifício maior dos diversos setores envolvidos. A necessidade de entregar o resultado pode gerar a hora extra.

Numa empresa jornalística essa situação ocorre de forma ainda mais complexa, porque um repórter pode estar envolvido em uma reportagem investigativa e trabalhar 24 horas consecutivas. Estimar as horas trabalhadas desse profissional já é complexo, quanto mais as horas extras, mas não há dúvida de que, pagas ou não, elas estarão presentes na prática.

Numa fábrica, por exemplo, há sempre a possibilidade de um pedido gigantesco inesperado e circunstancial. Não há razões para contratar novos funcionários. Exigiria treinamentos, em função de um pedido. Logo, a solução é a hora extra.

Uma empresa de assistência automobilística não tem como incluir em seu planejamento uma previsão de quantas vezes cairá uma chuva torrencial. Com esta situação, os automóveis tendem a apresentar mais problemas do que o normal, devido a alagamentos. Além de ter mais ocorrências a atender, a demora desse atendimento aumenta sensivelmente por causa dos engarrafamentos. É uma verdadeira Caixa de Pandora. Alguém terá que fazer hora extra.

Despesa ou investimento?

Em todas as situações descritas acima, é possível reparar – e isso é de propósito – que a ocorrência das horas extras está condicionada por circunstâncias em que está em questão a realização satisfatória da atividade fim da empresa. Em outras palavras, a hora extra está condicionada à entrega do bem, mercadoria ou serviço. Elas geram valor para o cliente e para a empresa. Para o cliente, significa ser atendido no prazo, para a empresa, por seu lado, pode significar novas receitas, reputação, fidelização e lucratividade.

Fica bem claro que a gestão das horas extras começa pelo reconhecimento de que ao pagar hora extra, a empresa está comprando um benefício. Logo, a hora extra não pode ser tratada como despesa, mas como investimento. Dentro de uma unidade industrial, por exemplo, que é o caso mais claro, e que explica bem o que está sendo dito, o pagamento das horas extras está atrelado a uma contrapartida, que é uma receita extra.

Isso explica que o problema da hora extra é quando ela se torna uma despesa. Quando a empresa não consegue enxergar o benefício. Ainda que esse benefício não seja o lucro direto. No caso da agência de publicidade, por exemplo, o resultado é agradar um cliente. Entregar no prazo combinado é obrigação, não vai gerar lucro imediato, mas a satisfação do cliente fará com que ele ganhe confiança na agência e passe a contratá-la para outros serviços. Fará com que ele faça propaganda positiva boca a boca, que é a melhor forma de propaganda dentro do ambiente B2B.

A questão fulcral é essa. É evidente que a hora extra será contabilizada como despesa, mas essa é a visão da contabilidade. A visão do RH não pode ser essa. Se, ao final de uma avaliação, tomando como base as premissas em questão, o RH chegar à conclusão de que as horas extras nada mais estão sendo que uma despesa a mais, há algo muito errado com a administração da empresa.

Guia de Gestão de Equipes

O primeiro problema é a legislação

Falando em administração da empresa, o primeiro impasse é gerado pela própria legislação.
É preciso levar em consideração que a CLT é de 1949. É um fabuloso instrumento de organização das relações de trabalho, não há dúvida alguma, mas isso não impede que tenha sido promulgada em 1949, ano em que o Brasil vivia uma realidade completamente diferente da atual.

Não se trata “de economia”, mas “da economia”. Em outras palavras, não é o momento econômico, mas a mudança do perfil da atividade econômica, dos avanços tecnológicos, da mudança do perfil dos colaboradores, da forma como as empresas são vistas e como enxergam suas missões e seu papel social.

A CLT foi criada num período em que o Brasil encarava o desafio de ampliação do seu parque industrial. Era preciso humanizar a Revolução Industrial e proteger os trabalhadores da voracidade por lucro dos empregadores. Para isto foi criada uma rede de proteção respaldada pelo Estado. A CLT foi, enfim, criada num período em que as atividades, basicamente, eram a indústria, o comércio, a agropecuária e o serviço público. Atualmente, o setor de serviços responde por quase 70% do PIB nacional. É um indicador que sozinho explica que muita coisa mudou, continua mudando e ainda vai mudar muito. A legislação precisa acompanhar a mudança.

Não se trata da defesa da supressão de direitos e garantias trabalhistas, mas da flexibilização. É muito difícil conciliar carga horária e produtividade quando se está engessado por uma legislação que fundamenta suas premissas nas horas trabalhadas e não na produtividade.

O mundo perfeito

Não é só um problema da legislação, mas da própria cultura corporativa. Por que um empregado de um setor administrativo fica oito horas dentro de um escritório se trabalha, de fato, apenas quatro horas?

É diferente de um atendente de balcão. O grande ativo é a disponibilidade e não a produtividade. O que só mostra que cada função e cada empresa são diferentes e a forma de fazer a gestão precisa ser diferente.

Numa abordagem especulativa, a empresa poderia fazer um levantamento, o que é plenamente possível, da ocupação mensal de cada função, de cada colaborador. Com base nisso, estabeleceria uma carga horária mínima, que seria o valor do salário. Se o empregado trabalhasse menos durante o mês, receberia aquele salário. Se trabalhasse mais, cada minuto trabalhado a mais, seria pago como hora extra, mas isso seria calculado no final do mês e não no final do dia.

O que isso quer dizer? Quer dizer que se o funcionário não tiver nada para fazer dentro da empresa ele bate o cartão e vai embora. Por outro lado, se houver uma demanda de trabalho muito grande, ele vai trabalhar mais horas sem receber horas extras. A exceção disso é no final do mês, que fique contabilizado que ele trabalhou mais horas que a franquia.

O mundo mais perfeito ainda

A situação acima, por hipotética que possa parecer, indica um caminho para as empresas que precisa ser acompanhado pela legislação. A tendência é que a experiência e os relatórios vão levar a empresa a estipular uma carga horária precisa para aquele funcionário. Chegando à conclusão de que ele trabalha, em média 160 horas mensais, estabelece-se a remuneração em 160 horas. Raramente esse funcionário ficará ocioso.

É evidente que deve haver um limite de horas trabalhadas imposto pela legislação. Dez horas? Doze horas? É uma questão de estudo e flexibilização de acordo com o perfil da atividade e das necessidades de cada setor.

Da parte das empresas, o modelo hipotético acima abre caminho para a compreensão de como se fazer a melhor gestão. A partir da geração de relatórios com base na produtividade, um funcionário que apresenta baixa produtividade em função do baixo volume de tarefas a ele delegadas, pode assumir novas tarefas para ser mais produtivo. É um caminho e tanto sendo aberto para a otimização e redução dos custos.

Por fim, em se tratando de horas extras, é preciso que se leve em conta que, mesmo quando comprovado o caráter de investimento, uma hora extra custa mais caro que a hora normal trabalhada. Se há essa flexibilidade com base na produtividade, como no modelo proposto, é possível fazer com que os funcionários trabalhem na medida certa, sem precisar fazer horas extras.

É um caminho para a empresa otimizar a divisão de tarefas, reestruturar sua escala de trabalho e obter o melhor e a melhor relação custo-benefício.

Chega-se, portanto, à conclusão de que:

  1. A forma ideal de gerenciar as horas extras é aquela em que não há horas extras.
  2. A legislação trabalhista é um entrave para que se faça um boa gestão do composto “mão de obra – disponibilidade – necessidade – tempo”.
  3. O ideal seria a flexibilização das leis.  Propiciar às empresas uma gestão melhor do composto acima, o que implica em gestão política de interesses.
  4. A hora extra, em último caso, é aceitável quando é possível percebê-la como investimento e não mais uma despesa. A visão da hora extra como despesa deve ser exclusiva da contabilidade.
  5. Para que não se recorra às horas extras como despesas, e não investimento, é preciso que a empresa crie mecanismos para otimizar, independente da legislação, o composto do item 2.
  6. A hora extra se torna investimento quando fica evidente que sua ocorrência está ligada a um novo benefício para a empresa. Se aumentarem as vendas, a satisfação dos clientes e a lucratividade da empresa, este objetivo será comprido. 

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Como montar uma confecção de roupas e paramentos religiosos

Como montar uma confecção de roupas e paramentos religiosos

Se você pretende empreender e inovar, montar um negócio de confecção de roupas e paramentos religiosos pode ser algo extremamente lucrativo. No Brasil existe uma boa demanda por este serviço em praticamente todas as cidades. Esse tipo de empresa oferece serviços semelhantes aos de uma alfaiataria ou ateliê de costura. As roupas e paramentos utilizado sem rituais religiosos são confeccionados, em sua maioria, sob medida para os clientes.   

Embora seja uma oportunidade de negócio com muitas chances de dar certo, no entanto, muitos empreendedores ainda ficam em dúvida sobre como montar uma empresa para atuar nesse segmento. Por isso mesmo, é essencial saber tudo o que você precisa antes de montar uma confecção de roupas e paramentos religiosos. Afinal, é preciso conhecer bem o seu negócio. Saber bem onde você está pisando é necessário para não investir de forma errada em um empreendimento sem potencial de lucratividade.

Quer saber como abrir uma empresa de confecção de roupas e paramentos religiosos? Confira todas as dicas e informações que temos para você neste artigo! Veja abaixo:

Como montar uma confecção de roupas e paramentos religiosos lucrativa?

É essencial abrir uma empresa organizada e planejada para que não haja prejuízos. Assim sendo, o primeiro passo para montar um negócio de confecção de roupas e paramentos religiosos é desenvolver um Plano de Negócios. Nele você deve inserir informações, como os custos, principais objetivos da empresa e público-alvo, entre outras. Os produtos do seu negócio podem ser voltados a uma determinada religião ou você pode ter uma empresa especializada em roupas e paramentos para os mais diversos tipos de rituais.

Entre os produtos das empresas de confecção de roupas e paramentos religiosos, estão as túnicas, mitras, alvas e estolas, entre outros. Como se trata de um mercado bastante específico, o ideal é que, além da confecção, a sua empresa ofereça, também, o serviço de conserto, reparo e ajustes. Portanto, leve em consideração se você precisará contratar funcionários, converse com os fornecedores e faça planilhas com essas informações.

Outra boa dica é entrar em contato com empreendedores que já atuam nesse ramo. Uma boa análise do funcionamento atual do mercado é importante antes de ingressar definitivamente no meio. É preciso saber se realmente vale apena investir no negócio em determinada localidade.

Qual a importância do Plano de Negócios?

Desenvolvido antes mesmo da empresa abrir, o Plano de Negócios é um documento essencial para que o seu negócio seja organizado e planejado. Isto é, trata-se de uma ferramenta que irá te guiar quando a empresa já estiver em funcionamento. O Plano de Negócios terá   a função de estabelecer quais são os principais objetivos e a qual público ela atende. Dessa forma, você deve colocar no Plano todas as informações que serão relevantes para o bom funcionamento do seu negócio.

O Sebrae conta com um modelo de Plano de Negócios que é ideal para empresas de todos os portes e segmentos. Portanto, se você não tem ideia de como planejar a sua empresa sozinho, você pode recorrer a esse modelo, já que basta preencher o documento com as informações do seu negócio. O Plano de Negócios e o Canvas estão disponíveis para download através do site do Sebrae, tratando-se de ferramentas que ajudam as empresas a se tornarem sólidas e, consequentemente, lucrativas.

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Por que investir em Marketing?

Não há como o seu público-alvo conhecer os serviços da sua empresa se eles nunca ouviram falar dela. Dessa forma, é preciso investir em estratégias de marketing para popularizar os seus produtos e serviços. Nesse sentido, o modelo de marketing que vem trazendo os melhores resultados às empresas, de forma geral, é o Marketing Digital. Invista em anúncios na internet, em sites como Google e Facebook, entre outros, além de inserir o seu negócio em buscadores de preço.

Outra ferramenta que pode ser de grande ajuda para a sua empresa de confecção de roupas e paramentos religiosos é ter um site. Por meio dele, os clientes podem conhecer os seus produtos e fazer encomendas on-line. Analise o que pode ser mais vantajoso para o tipo de empreendimento que você deseja ter e procure saber quais são as preferências do seu público-alvo para proporcionar as soluções que os seus potenciais clientes esperam.

Implante um sistema de gestão eficiente em sua empresa!

A verdade é que você pode ter os melhores produtos do mercado de roupas e paramentos religiosos e mesmo assim não obter sucesso com o empreendimento.. Isso porque é preciso ter um modelo de gestão eficiente para administrar uma empresa estável e lucrativa, pois, ter um negócio fora de controle é algo que, com certeza, impactará de forma negativa em relação às finanças.

Dessa forma, é primordial que você tenha um sistema de gestão que te permita ter o controle financeiro e administrativo da sua empresa, pois esse ainda é o único jeito de ter um negócio equilibrado, responsável e lucrativo. Não é à toa que, atualmente, as empresas de todos os segmentos e portes já investem em softwares e sistemas de gestão automatizados. estes programas são uma solução e tanto para quem precisa se dedicar às atividades mais importantes da empresa, como as vendas.

Então agora você já sabe que é possível ter uma empresa de roupas e paramentos religiosos que se torne bastante lucrativa e rentável. Mas para isto é preciso fazer um bom plano de negócios, fazer uma ampla pesquisa de mercado e realizar um alto investimento em marketing, entre outras medidas que já falamos anteriormente.

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Você já conhece o eGestor – ERP On-line? Com funções como Controle Financeiro, Fluxo de Caixa, Controle de Vendas de Produtos e Serviços, Controle de Estoque, Nota Fiscal Eletrônica e Emissão de Relatórios, o eGestor é um sistema de gestão financeira ideal para negócios como uma empresa de confecção de roupas e paramentos religiosos. 100% on-line, o programa não precisa ser instalado no computador e pode ser utilizado a partir de qualquer lugar com acesso à internet.

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