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Editora: Veja o passo a passo para montar uma

Editora: Veja o passo a passo para montar uma

A leitura é essencial para a construção do pensamento de cada indivíduo. Montar uma editora não é para qualquer um, para quem tem vontade de atuar nesse ramo, precisa ter paciência, e saber lidar com as dificuldades que podem surgir no dia a dia. Se você pretende abrir seu próprio negócio, confira algumas dicas que podem lhe ajudar na idealização desse sonho.

Mercado

Seu desejo é montar uma editora, mas antes de botar a mão na massa, você necessita traçar um objetivo. Você trabalhará com livros ou revistas? O mercado de editoras no Brasil é muito competitivo, por isso não há tempo para erros, tudo precisa ser feito de maneira clara.

As pessoas estão atrás de novidades, ninguém quer ‘mais do mesmo’, todos procuram histórias que inspirem suas vidas. O fundamental é que você pesquise bastante, veja o que as outras editoras concorrentes publicam, quais são os segmentos que mais fascinam os leitores, o que é interessante para eles. Enfim, só entre no negócio se realmente estiver disposto a fazer a diferença!

Espaço

A sua editora contará com um espaço físico ou virtual? Muitas pessoas preferem investir no espaço virtual, principalmente àquelas que estão começando no ramo, pelo fato de ser mais barata, evitando gastos com impressão e distribuição.

Os e-books e revistas digitais ganharam muita notoriedade, principalmente pela facilidade em que os leitores têm de acessá-los, porém, essa opção só deve ser implementada se seu público fizer parte do ambiente digital. Caso contrário, será apenas perda de tempo.

Localização

Se você tiver dinheiro o suficiente para alugar ou comprar um local para sua editora, saiba que ela deve estar bem localizada, que seja de fácil acesso aos leitores. Preferencialmente perto do centro da cidade ou em ruas movimentadas, que tenha serviços de transporte coletivo, como ônibus e metrôs. É bom que a editora possua um estacionamento como opção para àqueles que tenham carro.

O importante é investir em um ambiente agradável, que faça com que seu público se sinta bem ao chegar. A localização física dependerá do seu orçamento, de nada adianta ter um estabelecimento presencial, se não houver um mínimo de recurso para mantê-lo por muito tempo. Você precisa pagar contas de luz, internet, água, etc.

Tenha em mente que você deverá contar com alguns equipamentos básicos para manter o funcionamento da sua editoria física, como mesas, cadeiras, escrivaninhas, telefones, computadores e impressoras.

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Regularização

Agora que você já definiu que abrirá uma empresa, você deve legalizá-la. Uma editora não se abre ‘sozinha’, e muito menos sem burocracia. Para isso, contrate um contador, que irá lhe auxiliar em todo o processo de documentação. Faça o registro nos seguintes órgãos: Secretária da Receita Federal, Secretária da Fazenda, Prefeitura do Município para obter o alvará de funcionamento do local.

É importante que você esteja atento as principais leis desse ramo de atuação, como a Lei da Imprensa e a Lei dos Direitos Autorais.

Funcionários

Como em qualquer empresa, você precisará contratar funcionários, não dá para fazer tudo sozinho, é necessário dividir as tarefas. Você precisará de mais de um jornalista para manter a variedade de estilos, revisores de texto, diagramadores, ilustradores, que podem ser temporários ou fixos. Como gestor, é sua obrigação verificar se os profissionais como os jornalistas possuem registro no Ministério do Trabalho. Tudo deve ser regularizado!

Impressão

Com muitas gráficas no mercado, fica difícil escolher uma. A escolha da gráfica pode ser feita por você, ou por um funcionário, um produtor gráfico, mas isso dependerá do dinheiro que você estiver disponível no momento.

Tenha muito cuidado na escolha, só mande seu material para aquela que tenha maior qualidade e eficiência, que saiba cumprir os prazos. O dinheiro é apertado no início, mas não se deixe influenciar pelos preços, pois você pode ter prejuízos.

Depois de impressos, os materiais precisam ser encadernados, para dar forma ao seu produto, seja livro ou revista, é necessário definir como será feito, se as páginas serão dobradas, coladas, como deverá ser a capa (normal ou a capa dura).

Comece com pequenas tiragens, mesmo que o projeto editorial seja muito bom, é importante você avaliar primeiro como será a resposta do público, não adianta colocar grandes tiragens, se não houver compradores. É normal ficar empolgado, mas mantenha a calma e seja sensato. Lembre-se: você está apenas começando, não pode colocar tudo a perder.

Distribuição

O momento mais aguardado: a distribuição dos produtos. Esta etapa deve ser bem pensada e planejada, faça parcerias com bancas de revistas e livrarias já conceituadas, veja quais são os tipos de público que elas trabalham, quem compram. Negocie como será feita a comercialização do produto, qual será a forma de pagamento, etc.

Divulgação

O produto pode até ser interessante, mas sem uma boa divulgação, dificilmente chegará às mãos de quem você deseja. Participe de feiras, entrevistas, eventos, publique seu material nas redes sociais, faça com que as pessoas se interessem e adquirem a sua revista ou livro.
Veja aqui um pouco sobre Marketing para pequenas empresas.

Finanças

Com o aumento da produção de materiais e vendas, vai ficar difícil dar conta de todas as finanças, ainda mais para quem não está familiarizado com o assunto. Com o advento da tecnologia, seus produtos contar com notas fiscais eletrônicas emitidas diretamente por um software de gestão, o eGestor, que cuidará de todas as suas despesas e estoque. A plataforma ainda garante que você envie a nota fiscal através do e-mail.

Sem pressa

Como você deve ter percebido, não é nada fácil montar uma editora. O começo não pode ser como você esperava, mas o importante é seguir com comprometimento, responsabilidade e foco. Os lucros podem demorar a surgir, por isso, antes de abrir seu próprio negócio, guarde um dinheiro para se manter por um tempo, melhor prevenir qualquer problema.

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Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente

Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente

Realizar uma pesquisa de satisfação pode ser uma das melhores formas de descobrir o que seus clientes realmente acham da sua empresa, dos produtos ou dos serviços oferecidos, do atendimento e de demais aspectos relacionados ao estabelecimento.

Uma pesquisa de satisfação desenvolvida com cautela lhe dará o feedback que você precisa para implementação de um produto ou serviço, para avaliação da equipe de funcionários, para realização de um evento e assim por diante. É por meio da pesquisa, ainda, que você saberá se os clientes encontraram o que queriam na empresa e se estão dispostos a voltar a comprar com a mesma.

Mas é claro que apenas uma pesquisa de satisfação de qualidade lhe trará resultados igualmente satisfatórios. Pensando nisso, trouxemos neste artigo algumas dicas e orientações que poderão lhe auxiliar na hora de desenvolver a sua.

Preparado (a)?

Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente

A seguir, confira nossas dicas que lhe auxiliarão a fazer uma pesquisa de satisfação do cliente.

1. Atente-se ao seguinte aspecto: onde e como os dados do cliente serão coletados?

Grande parte das empresas optam pela realização de pesquisas de satisfação do cliente online. Para tal, você pode deixar o link disponível no site, nas redes sociais ou até mesmo na nota fiscal entregue ao cliente.

Além disso, restaurantes e hotéis são exemplos de negócios que também podem disponibilizar pesquisas de satisfação para serem preenchidas no próprio estabelecimento por meio de um totem digital ou tablet.

2. O que você oferecerá em troca?

Fazer com que os clientes dediquem tempo para responder uma pesquisa de satisfação não é algo tão simples como aparenta. A melhor forma de conquistar a atenção deles para tal é oferecendo uma bonificação em troca.

Restaurantes, por exemplo, costumam ofertar um prato de entrada como bonificação para os clientes que responderem à pesquisa de satisfação. Hotéis podem disponibilizar um serviço a mais gratuitamente (como uma cama extra ou utilização da sauna/piscina), academias podem oferecer desconto na mensalidade e lojas de roupa descontos progressivos para a próxima compra.

Enfim, as opções não são nada limitadas e cabe a você decidir o que o seu cliente do coração merece.

3. Definição de perguntas

As perguntas fechadas são as preferidas para a composição de pesquisas de satisfação do cliente. Isso porque dessa forma se torna possível “classificar” tanto a percepção do cliente como as suas necessidades quando em relação à empresa.

Mais adiante neste artigo, confira quais são os modelos de perguntas que não devem faltar em uma pesquisa de satisfação do cliente.

Guia de Otimização de Processos

Como elaborar a pesquisa de satisfação do cliente?

Existem três formas de elaborar uma pesquisa de satisfação do cliente:

  1. Desenvolvendo-a por conta própria;
  2. Contratando uma consultoria/assessoria especializada neste serviço;
  3. Utilizando modelos de pesquisa de satisfação do cliente disponíveis na internet.

Já sobre a avaliação dos resultados…

Consideramos:

Entre 1 a 5: zona de aprendizado/aperfeiçoamento para a empresa;
Entre 5 a 7.5: zona de qualidade;
Entre 7.5 a 10: zona de perfeição.

Algumas dicas de perguntas que ‘nunca falham’

Algumas perguntas são básicas e definitivamente não podem faltar em sua pesquisa de satisfação do cliente. São elas:

  • Como foi a recepção em nossa (o) empresa/loja/estabelecimento?
  • Como foi o atendimento de nossa equipe em sua experiência?
  • Você conseguiu encontrar o que estava buscando?
  • Em uma escala de 1 a 10, como você classificaria tal produto/serviço?
  • Em uma escala de 1 a 10, como foi a sua experiência?

Além disso, não se esqueça de direcionar aos seus clientes perguntas que tenham a ver com o seu estabelecimento. Se você é dono de um restaurante, por exemplo, questione-os sobre o tempo para entrega dos pratos ou sobre a qualidade do alimento.

O que não pode faltar em uma pesquisa de satisfação do cliente

Por fim, trazemos ainda as questões que não podem (e nem devem) faltar em sua pesquisa de satisfação do cliente. São elas:

1. Nota

Quais são os itens da sua empresa que você quer avaliar? Infraestrutura, preparo da equipe, atendimento, qualidade dos produtos ou serviços oferecidos e por aí vai.

A melhor forma de obter resultados precisos com a pesquisa é pedindo para que seus clientes avaliem tais aspectos com notas – em uma escala que pode ser de 1 a 10 ou de 1 a 5. Em ambos os casos, 1 significa estar extremamente insatisfeito e 5 ou 10 extremamente satisfeito.

A escala escolhida (1 a 5 ou 1 a 10) deve ser a mesma para todas as perguntas.

Um exemplo neste caso é o seguinte:

Qual é o seu nível de satisfação com a infraestrutura oferecida pela nossa empresa?

Muito insatisfeito – 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 – muito satisfeito

2. Peça uma justificativa

Afinal, se você não a pedir, não saberá como melhorar os aspectos que foram mal avaliados pela clientela.

Em toda pesquisa de satisfação, inclua um espaço para que o cliente possa falar, com suas palavras, o que há de errado no serviço/produto/atendimento/qualidade ou outro.

Uma boa opção neste sentido é apresentar uma lista com possíveis justificativas e com a opção ‘outros’ para que ele possa descrevê-la caso ela não se encontre nas alternativas anteriores.

3. Você recomendaria a nossa empresa para um colega/familiar?

Perguntar se o cliente recomendaria o serviço, produto ou marca para alguém próximo é uma forma de identificar dois aspectos:

  1. 1. A fidelidade do cliente com a marca;
  2. Sua satisfação com o que foi adquirido/testado.

Essa questão também pode ser respondida no modelo de escala, em que o ponto mais baixo é “de forma alguma” e o mais positivo é “com certeza”.

Um exemplo neste sentido seria:

“Após utilizar o produto xxxxx, você o recomendaria?”

  1. De jeito nenhum
  2. Não
  3. Talvez
  4. Sim
  5. Com toda a certeza.

Agora que você já sabe como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente e quais perguntas não devem faltar na mesma, o que ainda está esperando para testar?

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