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O que é sazonalidade? Como lidar com essa situação?

O que é sazonalidade? Como lidar com essa situação?

Sazonalidade é quando um fator externo interfere nos resultados de um negócio. Isso pode ser de forma positiva ou negativa. É positiva quando aumenta a quantidade de vendas, como no Natal, por exemplo. E negativa quando há uma baixa, como uma sorveteria no inverno.

A sazonalidade de mercado é um fator que impacta diversos empresários e acaba comprometendo o desempenho de várias empresas. Assim como, também pode representar oportunidades de negócios em algumas situações. Mas afinal, o que é sazonalidade? Como ela realmente impacta as empresas positiva e negativamente? Como se prevenir? É o que você vai descobrir agora ao ler o nosso artigo!

Primeiramente, o que é sazonalidade?

No mundo empresarial, podemos definir a sazonalidade como todo e qualquer fator externo que possa influenciar nos resultados de um determinado negócio.

Vamos a um exemplo prático: uma sorveteria passa por um período de sazonalidade durante o inverno ou dias de temperatura baixa. São situações em que os consumos de sorvetes caem drasticamente, afetando as vendas da sorveteria em questão.

É importante ressaltar que a sazonalidade pode ser positiva, como é o caso do grande aumento de vendas no comércio em datas especiais, como dia das mães, dia dos pais, natal e ano novo, por exemplo. Nestes casos, cabe a essas empresas a tarefa de explorar ao máximo as oportunidades proporcionadas por essas sazonalidades.

Como explorar a sazonalidade positiva?

Primeiramente, é preciso ter um amplo conhecimento sobre o seu ramo de atividade. Dessa forma, é possível ficar atento a possíveis oportunidades que podem surgir no decorrer do ano. Todos os períodos sazonais precisam ser previamente planejados pela sua empresa.

É bastante recorrente que algumas empresas não se preparem adequadamente para este período. Seja não abastecendo os seus estoques suficientemente ou não aumentando a produção de sua equipe, dentre outras situações. Períodos sazonais positivos para a empresa certamente exigem atenção especial em relação a estes fatores.

Como se precaver contra sazonalidade negativa?

Se por um lado as sazonalidades positivas representam oportunidades reais de negócio para a sua empresa, as sazonalidades negativas podem gerar prejuízos se não forem devidamente planejadas com antecedência.

Vamos utilizar novamente o exemplo da sorveteria. Quem é proprietário de uma sorveteria, certamente conhece os aspectos climáticos da região em que atua e sabe os períodos de baixa temperatura, podendo assim se programar para estes períodos.

Se o consumo de sorvetes e derivados como milk-shakes são reduzidos nesses períodos, é preciso pensar em outros produtos como alternativas às baixas temperaturas, tais como café e chocolate quente, por exemplo.

Independente do seu negócio, a sazonalidade deve ser encarada com produtos complementares que possuem uma demanda que não sofra variação neste período. Para identificar quais produtos podem suprir este período, é preciso analisar o contexto desta sazonalidade e a época do ano em que ela ocorrerá, para que seja possível avaliar as potenciais oportunidades.

Outro bom exemplo de adaptação a um período sazonal, são as empresas de ar-condicionado, que certamente recebem uma maior procura durante o verão, passarem também a vender produtos como aquecedores de ambiente durante inverno e outono, por exemplo.

Tanto para reforçar o estoque em meio a uma sazonalidade positiva, quanto para se precaver contra possíveis prejuízos causados por uma sazonalidade negativa, é essencial possuir um certo capital de reserva. Entretanto, este cuidado não é tomado por muitos empresários. O recomendável é guardar em torno de 30% do lucro mensal obtido pela empresa, para enfrentar os períodos de sazonalidade com segurança.

Cuidado com pequenas sazonalidades

Vender produtos complementares, que possam suprir os períodos de sazonalidade, só é válido em caso de períodos realmente significativos de sazonalidade. Tenha muito cuidado ao realizar estas ações em períodos sazonais muito curtos. Veja um exemplo: um açougue certamente será afetado por uma sexta-feira santa. As vendas serão baixíssimas e até mesmo existem grandes chances de não se vender absolutamente nada.

Mas neste caso, pelo fato de o período sazonal ser de apenas um dia, será que realmente vale a pena apostar na venda de peixes, por exemplo, que são produtos altamente consumidos neste dia? Em apenas um dia, se corre o risco de não conseguir vender esses peixes e assim perder dinheiro.

Isso porque além de adquirir os peixes para a comercialização, teria que ser feita uma ampla divulgação em redes sociais e demais meios com informações sobre o dia que o açougue vai vender peixes. Também seria preciso criar diferenciais para que um determinado cliente opte por comprar peixes no açougue em detrimento da sua peixaria ou do mercado no qual costuma comprar normalmente.

São muitas questões envolvidas no que diz respeito a um dia apenas de sazonalidade e que certamente exigiria um tempo maior para serem pensadas de uma forma eficiente. A melhor alternativa neste caso é fechar o açougue por um dia, já que não venderá praticamente nada, do que apostar em produtos que não vão trazer um retorno garantido.

Gostou do texto? Esperamos que você tenha aprendido mais sobre sazonalidade e possa se planejar para esses períodos em sua empresa! Baixe gratuitamente o nosso guia de controle de estoque sazonal e saiba ainda mais sobre o assunto!

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O Monge e o Executivo – Uma História Sobre A Essência da Liderança

O Monge e o Executivo – Uma História Sobre A Essência da Liderança

O mundo dos executivos nunca foi tão bem representado como no livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter. Através dele, é possível conhecer a verdadeira essência da liderança, apresentando também como se tornar uma pessoa melhor para a sociedade, no trabalho, na família e em todas as outras ocasiões.

O livro narra a trajetória do personagem Leonard Hoffman, um grande empresário norte-americano que deixa sua carreira para se tornar um monge beneditino. A riqueza de seus ensinamentos são transformadoras e capazes de fazer com que as filosofias de um monge sejam fundamentais para a criação de um executivo de qualidade.

Fundamentos de O Monge e o Executivo

O Monge e o Executivo traz conhecimentos fundamentais para criar um líder respeitável, bem sucedido e justo, tanto diante de sua equipe como na família. Muitas vezes, executivos brilhantes possuem grande dificuldades em lidar com as pessoas e até mesmo com aqueles que ama.

Dentre esses ensinamentos, há a diferença entre poder e autoridade que formam o conceito primordial de liderança. E fundamentalmente, o poder do amor e da entrega das suas ações, capaz de cativar todos ao redor.

O livro demonstra que todos os grandes e verdadeiros líderes que se destacaram na história não só da administração, mas da sociedade, possuíam mais que um carisma nato, e sim algo cativante e que atraía as pessoas para suas palavras e indagações.

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A função de liderança inclui ações que influenciam pessoas ao ponto de as motivar suficientemente para que ajam conforme a estratégia lançada. E quanto mais envolvidas estiverem as pessoas pela figura do líder, maior será seu engajamento para o resultado final positivo.

As reflexões inseridas no texto fazem com que o leitor também faça as suas próprias. Como é seu comportamento diante das pessoas, autoritário ou passivo? As pessoas reagem a sua demanda com medo ou com admiração? A avaliação de como são controlados e direcionados os sentimentos e a forma de enxergar os funcionários também fazem parte dessa avaliação.

Resumo de O Monge e o Executivo

O livro é uma história sobre a essência da liderança. O narrador do livro é John Dailly, um executivo bem sucedido, casado, com dois filhos e técnico voluntário do time de beisebol. Ele tem uma vida aparentemente perfeita e controlada. Tudo começa a mudar quando um movimento sindical agita os funcionários de sua empresa. Isso faz com que a liderança de John seja posta a prova. E, em casa, as coisas também não andam bem, com constantes reclamações da esposa e insubordinação dos filhos.

Diante desse quadro, John percebe que seu mundo ao redor começa a sair de seu controle. Então, sua mulher o incentiva a conversar com o pastor da igreja para pedir conselhos. Como sugestão para encontrar respostas às suas perguntas, o pasto indica o retiro no mosteiro João da Cruz, pelo lago Michigan.

Em paralelo entre o controle total e as situações de falta de domínio, John Dailly tem um sonho recorrente cuja mensagem é sempre a mesma. “Ache Simeão e ouça-o”. O sonho é tão marcante que John passa a ser perseguido pelo nome, em diversas situações inusitadas ao longo de sua vida.

Mesmo com muita resistência e questionamentos, John decide ir ao retiro durante uma semana. Lá, ele se entusiasma em conhecer um dos frades do local, o lendário Len Hoffman. Este fora um grande executivo e um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos, que largou tudo para viver uma vida monástica. Recebido por Padre Peter, John se surpreende ao descobrir que Hoffman havia recebido outro nome para se tornar monge, e que era Simeão.

Descobertas

Hoffman ou Simeão era o responsável pelo curso de liderança ao qual John Dailly participaria. Logo no início ele começa a receber aulas sobre liderança, poder e autoridade, como lidar com as mudanças de paradigma do mundo atual e os motivos pelos quais se deve exercer a autoridade. Ao abordar questões como sacrifício, amor, bondade, respeito e paciência, Simeão coloca aos alunos o papel do líder em fazer escolhas conscientes e muitas vezes difíceis e que envolvem o bem estar das pessoas as quais lidera.

Ele demonstra que o líder não faz o que sente e sim o que deve ser feito. Como detestar uma pessoa e mesmo assim agir com amor com ela, trazendo um ambiente saudável e respeitoso para que todos possam se desenvolver plenamente.

Como o pensamento influencia o comportamento, o comprometimento de amar e se doar deve fazer parte de ambos, para que seja posto em prática voluntariamente, causando profunda transformação a quem lidera e aos liderados.

Nesse caminho, Simeão também apresenta que quando o líder direciona seus esforços e os recursos possíveis para algo ou alguém por um tempo, sentimentos positivos começam a ser criados e cada vez mais reforçados, aprimorando as ações. A doação e o amor ao que está sendo realizado, as pessoas que estão partilhando dessas ações, são capazes de quebrar egoísmos e os muros que separam as pessoas em seus mundos individuais.

Ensinamentos

Dentre os exemplos citados no curso de Simeão, há as recompensas ao final de cada etapa. A alegria do resultado positivo, a comemoração e a satisfação de ter contornado os obstáculos em equipe já é uma grande recompensa que precisa ser valorizada pela liderança.

Simeão apresenta a John que o líder de hoje não é quem sabe mandar e sim aquele que sabe delegar, investindo para que as pessoas deem o melhor de si. A doação por uma causa não é boa apenas para uma empresa, mas para a pessoa que se doa. Ela direciona suas energias a algo que acreditam e buscam superações individuais em prol do coletivo.

O líder de hoje não é apenas um técnico de beisebol, mas sim um sábio, atento a todas as alterações, mudanças e transformações do mundo e ao redor, servindo como pilar para o desenvolvimento da equipe.

Ensinamentos de O Monge e o Executivo

A liderança proposta pelo livro O Monge e o Executivo é a de servidora e não de autoritária. O poder e o autoritarismo são discutidos desde o início, através dos personagens de Simeão e John Daily.

É possível identificar nas empresas vários tipos de liderança como a austera, a democrática, carismática e autocrática, que vão surgindo em grande velocidade no mundo atual. Elas vão surgindo com os modismos e com o alto índice de especialistas que nem sempre são tão preparados e bem sucedidos quanto parecem. No meio de tantas opções, o executivo questiona qual delas é o melhor caminho para sua empresa, que precisa estar muito bem preparada para superar a concorrência e a si mesmo.

No livro, o autor propõe a liderança servidora, baseada em princípios cristãos e que já foi testada por milhares de pessoas em todo o mundo. O sucesso do livro e do autor em suas palestras indica que ela é bem sucedida, gerando opiniões bastante entusiasmadas de grandes executivos de multinacionais.

O grande influenciador de pessoas e que é o personagem principal do livro, mesmo que não tenha uma participação efetiva é Jesus Cristo. Afinal, foi baseado em seus ensinamentos que o Monge e o Executivo foi escrito e repassado pelo personagem Len Hoffman ou Simeão.

Sem entrar em questões religiosas em si, apenas na filosofia, o autor propõe uma análise sobre a liderança exercida por Jesus, que é mantida e reforçada até os dias de hoje. Com parábolas, Jesus mostrava aos seus discípulos e seguidores que era possível e importante se superarem para cumprir as tarefas propostas. Não usava de parcimônia para elogiar ou repreender quando necessário, mostrando a importância de pontuar as ações de seus colaboradores para que possam aprimorá-las e incentivá-las.

Poder ou autoridade?

A relação entre poder e autoridade é abordada no livro como a forma que nos apresentamos às pessoas. A diferença básica entre as duas ações é que o poder é a coação por força ou cargo para que alguém realize uma tarefa. Autoridade é o oposto: é a influência de pessoas para que elas se entreguem ao mesmo objetivo com garra. Jesus liderava com autoridade através do diálogo, sem exercer o seu direito ao poder à quem o ouvia.

Mas mesmo que o líder seja baseado em servir e exerça sua autoridade e não o poder, ele pode e deve usar o sim ou não quando necessário. Em geral essa questão é definida entre as relações entre desejo e necessidade, onde o ego do desejo pode se sobrepor ao da necessidade. Esse ponto pode ser crucial nas relações profissionais, inclusive para o líder.

Por fim, a relação entre servir e escravizar é bem pontuada em o Monge e o Executivo. O escravo não questiona e nem pode fazê-lo, ele apenas cumpre o que lhe é designado mesmo que lhe seja hostil. Mas servir é atender as necessidades com autoridade, baseado na compreensão dos envolvidos. A gravidade do que é ser escravo faz com que a servidão seja vista de um jeito equivocado, diminuindo seu valor.

O líder servidor foca nas tarefas que precisam ser exercidas e na melhor forma que os colaboradores possam agir para todos atingirem seus objetivos. Ele desenvolve as relações profissionais baseados na colaboração e entrega, buscando sempre atender as necessidades coletivas e individuais dentro da estrutura formada, para que todos consigam realizar as atividades com entusiasmo e sucesso, e com o amor como base das ações e relações, proporcionando envolvimento não só físico como mental e espiritual de cada peça formadora da engrenagem humana da empresa.

Desempenho do livro

A vendagem do livro indica o sucesso de suas propostas a respeito da liderança. CEOs brasileiros indicam o livro como uma verdadeira “bíblia” da arte de liderar, elegendo O Monge e o Executivo como livro inseparável de consulta. Muitos oferecem até mesmo para seus funcionários, como leitura obrigatória para os que aspiram promoções.

James C. Hunter esteve no Brasil para uma turnê de palestras sobre liderança em diversas cidades, convidado por grandes empresas e universidades. Surpreso com o sucesso de seu livro no país, Hunter afirma que ninguém argumenta contra os preceitos do livro, que são básicos e essenciais, com informações que sempre estiveram disponíveis, mas pouco postas em prática.

O livro O Monge e o Executivo veio na contramão das consequências da globalização, que direcionaram executivos à agilidade, rapidez e individualismo. Seu enredo e ensinamentos mostram a importância de se investir no capital humano como prioridade e sustentação para o sucesso da empresa.

No meio de taxas, mensurações, estratégias e muito estresse para se atingir as metas, as empresas estão se focando na mente e emoção de seus colaboradores, mudando o perfil de um líder que valoriza o poder, para o que seja colaborador. Em suma, um líder que serve no lugar de ser servido e consegue com isso envolver sua equipe para os melhores resultados.

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O autor James C. Hunter

O bem sucedido empresário James C. Hunter também conquistou o sucesso como escritor, sendo um dos maiores vendedores de livros do mundo. Consultor-chefe da J.D. Associados, que realizam treinamentos e consultoria sobre as relações profissionais, onde dedicou a maior parte de seus 30 anos de trabalho com desenvolvimento humano. Como instrutor e palestrante, viaja pelo mundo através de grandes empresas e institutos educacionais, para falar sobre tudo o que vem aprendendo ao longo de sua carreira.

James C. Hunter nasceu em Detroit, nos EUA, e seu livro predileto é a Bíblia, a qual retira muitos fundamentos de suas palestras e livros, além da própria vida. E é em Jesus Cristo que se inspira para falar do ato de amar, acima de qualquer outro sentimento, e que é capaz de compreender a ação de servir sem associá-la a humilhação e fraqueza.

O autor acredita que mesmo diante de toda competitividade do mercado atual, é fundamental manter a cooperação entre as pessoas e suas equipes e para isso se sente orgulhoso em conseguir tantos seguidores em prol da cooperação mútua em busca do sucesso.

Uma de suas frases mais peculiares e representativas é “O que pensamos e o que acreditamos traz, no final, uma consequência pequena. A única coisa que traz grandes consequências é o que fazemos”.

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Abrir filial: quando e como expandir o seu negócio?

Abrir filial: quando e como expandir o seu negócio?

Abrir uma filial pode ser uma ótima alternativa para a sua empresa ingressar em um novo mercado. Assim ela pode atrair uma nova base de clientes em uma localidade com alto potencial de negócios que até então não era explorado.

Entretanto, o crescimento do próprio negócio com a expansão e abrir uma filial, é um passo que precisa ser planejado cuidadosamente por quem ampliar a área de atuação de seus negócios. Afinal, quando identificar se é realmente o momento certo para abrir uma filial?

De que forma planejar adequadamente o futuro deste novo estabelecimento? Como escolher a localização adequada para abrir uma filial? Isso e muito mais é o que veremos no decorrer deste artigo. Acompanhe!

É o momento certo para abrir uma filial?

Antes de pensar em abrir uma filial, é preciso avaliar diferentes aspectos. Eles identificam se expandir o seu negócio realmente é viável, e acima de tudo, vantajoso. Podemos elencar alguns aspectos que são determinantes para verificar se abrir uma filial realmente é uma ideia:

Base de clientes

Você já conseguiu construir uma base de clientes significativa e duradoura? Se você chegou a um estágio em que sua empresa já possui alta visibilidade e não precisa mais ir atrás de novos clientes, isso certamente é um sinal de que seu negócio se encontra consolidado. Isso significa que é possível pensar na expansão de mercado.

Lucratividade

Sua empresa vem obtendo uma lucratividade padrão no decorrer dos anos? Ela consegue ser lucrativa mesmo em períodos de sazonalidade e crise no mercado?

Este também pode ser um indicativo que o seu negócio se encontra perene e está preparado para crescer! Apesar de parecer um tanto quanto óbvio, muitos empresários planejam a abrir filial sem sequer a empresa matriz se encontrar estabilizada no mercado. E isso é um grande erro!

Projeção orçamentária

Mais do que analisar a situação financeira atual e avaliar a lucratividade, é preciso ficar atento à situação futura de seu orçamento.

A partir de uma projeção de faturamento, despesas futuras e ponto de equilíbrio econômico e financeiro, você terá uma visão mais precisa a respeito de valores. Esses valores são necessários para a dedução das despesas e o quanto será necessário investir para expandir o negócio.

Planilha de fluxo de caixa financeiro

Abrir uma filial na prática

Assim, feito o estudo interno da sua empresa e avaliadas as necessidades orçamentárias para a abrir filial, é hora de efetivamente colocar em prática este processo. Tal como no processo de abertura de uma empresa comum, abrir uma filial também requer uma certa burocracia. É necessário levar os seguintes documentos na Junta Comercial de sua cidade:

  • Requerimento de arquivamento na Junta Comercial estadual;
  • Documento de alteração contratual para abrir uma filial;
  • Ficha de cadastro nacional para a filial que será aberta;
  • Comprovantes de pagamento dos serviços para registro comercial;

Junto à questão burocrática, é necessário planejar outros aspectos que são de extrema relevância para abrir uma filial.

Localização da filial

Para definir o melhor local para implementar a nova filial da sua empresa é preciso estudar o mercado a partir de dois critérios essenciais:

  • Uma localidade que seja próxima a sua base atual de clientes, para que essa clientela se mantenha nesta filial;
  • Uma região que tenha potencial para atrair uma nova clientela;

Sendo assim, é importante fazer um estudo aprofundado a respeito do perfil do seu público atual. Também, estude um local que possua um público com características semelhantes.

Manutenção dos padrões de qualidade

De nada adianta oferecer produtos que você já sabe que possuem uma demanda garantida se você não manter a qualidade de atendimento em sua nova filial.

Por isso, a montagem de uma equipe tão ou até mais qualificada do que a que atua na matriz de sua empresa é essencial para manter os padrões de qualidade. O atendimento é o que vai causar uma boa impressão no início de sua filial. Portanto, é preciso pensar uma filial como um negócio que começa do zero e que precisa conquistar a clientela novamente.

Projeção de cenários

Ainda, é preciso pensar na possibilidade de a filial não conseguir atrair uma boa base de clientes. Ou ainda, enfrentar problemas financeiros e ter dificuldades para manter a sua operação. Assim, em meio a estes cenários, é preciso ter um plano B. Ele pode ser um capital de reserva bastante sólido. Dessa forma é possível arcar com estas situações negativas e manter a continuidade do negócio.

Como administrar a sua filial?

Quando falamos na importância de abordar a sua filial como um negócio completamente novo, isso também vale para a questão administrativa. Separar as finanças da matriz e da filial é imprescindível para uma gestão organizada e equilibrada dos dois estabelecimentos.

Uma gestão unificada das duas empresas pode ser extremamente prejudicial, uma vez que fica mais difícil identificar possíveis problemas financeiros em uma delas. Ao administrar a sua filial de uma forma totalmente isolada, você consegue enxergar com clareza a situação deste estabelecimento e consegue identificar se realmente a filial está sendo lucrativa e pode seguir a sua operação.

Mantenha um plano de contas exclusivo para a matriz e outro para a filial, bem como um centro de custo diferente para cada uma das empresas. Assim, você saberá com mais clareza as contas a pagar e a receber por parte de cada uma delas e também saberá o orçamento destinado a cada uma das empresas.

eGestor

O eGestor é um sistema de gestão empresarial totalmente online. Perfeito para ser utilizado na gestão tanto de sua matriz, quanto de sua filial. Você pode fazer o controle financeiro de ambos os estabelecimentos a partir da elaboração de diferentes centros de custo por meio do sistema, sem a necessidade de acumular diversas planilhas.

O sistema ainda possibilita um controle de estoque automatizado, registro de compras e vendas, emissão de notas fiscais eletrônicas e boletos bancários, dentre outras funcionalidades! Com a sua operação totalmente em nuvem, o eGestor não necessita de instalação, podendo assim ser acessado a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone.

Os primeiros 15 dias de testes no sistema são totalmente gratuitos. Basta acessar o site e começar agora mesmo!

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Fluxo de Caixa: tudo que você precisa saber

Fluxo de Caixa: tudo que você precisa saber

O fluxo de caixa é o registro das entradas e saídas de dinheiro da empresa. Ele pode ser medido em um período definido, que pode variar de uma semana até um ano, ou pode ser relativo a períodos promocionais ou campanhas.

Para definir e entender o fluxo de caixa, além de calcular nesse período, é necessário saber tudo que entra e que sai. Esse processo deve ser feito constantemente. Ou seja, toda vez que uma venda ou compra é realizada, toda vez que alguma quantidade de dinheiro entra ou sai do caixa da empresa, esse montante deve ser registrado.

A organização deste controle pode ser feita em uma planilha simples ou até mesmo em um caderninho, embora existam recursos online e muito mais práticos para este meio. Esses recursos proporcionam um direcionamento exato de como está a situação financeira do negócio, também mostrando o total disponível ou quanto falta para quitar determinada conta.

Como fazer o Fluxo de Caixa

Agora que você já sabe o que é o fluxo de caixa, chegou a hora de fazer o da sua empresa. Não sabe como? A gente ensina passo a passo!

Especifique as entradas e saídas da empresa

Os principais elementos utilizados no fluxo de caixa são as entradas e saídas, mais respectivamente as receitas e as despesas.

Entradas

As entradas são representadas por todos os recebimentos das empresas. Geralmente são os realizados por vendas de mercadorias ou serviços prestados, mas, outros valores também podem representar ingressos e devem ser registrados como tal.

A primeira e melhor delas, é claro, são as receitas. Ou seja, registro de absolutamente todo o dinheiro que entrou no caixa da empresa.

É importante anotar em seu sistema a origem de cada valor, a forma de pagamento e a data do recebimento.

Alguns exemplos de entradas que interferem no fluxo de caixa:

  • recebimento de venda;
  • recebimento de duplicatas;
  • financiamentos ou empréstimos;
  • capital de novos sócios ou acionistas.

Saídas

As saídas são valores pagos pelas empresas, também são conhecidas como desembolsos. Assim, elas normalmente estão relacionadas com o pagamento de contas do dia a dia, como salário dos funcionários, fornecedores e contas diversas.

Nelas estão contidos todos os gastos e custos do funcionamento da empresa, desde as contas fixas até às variáveis. Também, vale ressaltar que aqui nada pode passar batido.

Geralmente as contas fixas são aquelas como aluguel, telefone, água, luz, folha de pagamento. Mesmo que sofram uma pequena variação de acordo com o mês, os valores são sempre aproximados e devem compor esta parte da planilha. Eles são valore fixos justamente porque são responsabilidades das quais a empresa não pode se ver livre.

Quanto aos custos variáveis, como o próprio nome sugere, eles variam de mês para mês e podem ser mais emergenciais ou momentâneos. Por exemplo, como a contratação de um serviço ou algum tipo de conserto.

Assim como nas receitas, é preciso considerar os parcelamentos feitos, projetando cada valor para a sua respectiva data de pagamento para maior controle.

E é importante destacar que este preenchimento, quanto mais correto e certeiro for, mais diretamente contribuirá com o planejamento geral da empresa. Assim é possível desenvolver novas estratégias, inclusive, quando for necessário para aumentar os lucros mensais do negócio.

Alguns exemplos de saídas que interferem no fluxo de caixa:

  • compras (fornecedores)
  • despesas
  • impostos
  • juros
  • dividendos.

Planilha de fluxo de caixa

Um meio fácil de fazer esse controle é através de uma planilha de fluxo de caixa. Elas são uma maneira mais fácil pois já possuem todos os cálculos configurados. Assim, basta baixar a planilha de fluxo de caixa e inserir os valores da sua empresa.

Por isso, o eGestor criou a planilha de fluxo de caixa. Nela você pode inserir os dados previstos e os dados reais. Também, é possível dividir os valores no primeiro e no segundo semestre do ano.

Planilha de fluxo de caixa financeiro

A importância do fluxo de caixa

A falta de controle financeiro de uma empresa prejudica demais a sua operação em curto ou médio prazo. Um problema como atraso em pagamentos de credores pode afetar a manutenção do negócio. E, devido a esta razão, pode fazer com que não se tenha dinheiro suficiente para que suas necessidades imediatas sejam realizadas.

Mas é importante salientar que, para ser rentável, uma empresa não precisa necessariamente ter bastante liquidez. Por isto, saber fazer uma gestão apropriada pode fazer a diferença e acabar compensando uma eventual limitação financeira.

Para o fluxo de caixa dar certo é preciso ter bastante atenção, são essenciais para esse controle fazer anotações que correspondam à realidade. É essencial não se esquecer de passar os valores para a planilha ou para um sistema ainda mais tecnológico. Esses são os mínimos cuidados requeridos para um eficaz controle financeiro.

De preferência, este fluxo deve ser atualizado diariamente para evitar posteriores erros. Entretanto, aceita-se também que este controle seja semanal, desde que nada passe batido durante a transferência dos dados.

Esta documentação das movimentações da empresa pode evitar a perda de dados importantes que, eventualmente, podem se perder com o excesso de informação. Além disso, também pode ser percebido algum problema, como a falta de dinheiro em caixa, antes de causar um efeito mais nocivo.

Vantagens de controlar seu fluxo de caixa

O fluxo de caixa permite que você saiba de onde veio cada centavo acumulado na conta. Isso acontece enquanto garante que você se mantenha de olhos abertos para saber para onde ele está indo.

Ele é uma ferramenta decisiva para aqueles que querem empreender e crescer. Inicialmente, ele ajuda na gestão financeira da empresa.

Por exemplo, com o fluxo de caixa é possível evitar o pagamento desnecessário de multas e juros por atrasos em títulos, já que melhora a organização financeira da empresa.

No caso dos títulos a receber, o fluxo de caixa auxilia na objetividade da cobrança. Isso acontece porque quando um cliente atrasa um pagamento fica mais fácil a identificação. E, assim, o processo de cobrança é mais rápido podendo diminuir a inadimplência em sua empresa.

Outra possibilidade é a projeção do fluxo de caixa. Dessa forma, com o uso do fluxo de caixa projetado é possível saber antecipadamente se a empresa terá capital para o futuro.

Caso seja verificado que a organização passará por dificuldades, o gestor poderá buscar capital com melhores prazos, condições e taxas. Assim, se a empresa tem necessidade de expansão ou outro tipo de investimento, ela poderá fazer um planejamento de longo prazo.

Com o uso do fluxo de caixa, sua empresa poderá criar uma reserva e utilizar recursos para alcançar seus objetivos.

Tipos de fluxo de caixa

É importante ressaltar que existem diferentes tipos de que podem ser analisados em sua empresa.

Fluxo de caixa projetado

O fluxo de caixa projetado tem como objetivo tentar prever e prevenir os riscos para uma empresa. Dessa forma, a companhia consegue estimar se necessitará de um empréstimo bancário, por exemplo.

O inverso também acontece: se o prognóstico for positivo, será viável investir em novas operações com mais segurança e tranquilidade. Assim, ele fornece uma visão aprofundada da movimentação das entradas e saídas e também, pode apontar soluções para curto e longo prazos.

Na primeira situação, essa conta serve para estimar o quanto existe de dinheiro sobrando ou faltando no caixa. Para o prazo maior, entretanto, as opções do que fazer com o fluxo de caixa projetado são mais vastas.

Abaixo, listamos algumas das aplicações para esse método.

Objetivos de longo prazo do Fluxo de Caixa Projetado:

  • planejar as atividades do caixa;
  • controle financeiro;
  • administrar o capital de giro;
  • avaliar a liquidez de uma organização.

Fluxo de caixa descontado

Esse tipo é utilizado para medir o valor de uma empresa. O tipo descontado se utiliza de dados como projeções de fluxo de caixa e descontos para chegar a esse valor.

Fluxo de caixa operacional

Antes de falarmos sobre o fluxo de caixa operacional, é sempre bom lembrar o conceito geral de fluxo de caixa. Trata-se de um instrumento usado pelos administradores para avaliar o retorno de um negócio.

Assim, de forma bem simplificada, os gestores somam os valores que entram e os que saem. Dessa maneira, o fluxo de caixa é positivo quando a quantia que entrar for maior do que a que sair. Existem, no entanto, outras variáveis influenciando essa movimentação de entrada e de saída.

Os gastos com juros e com impostos são exemplos de fatores que intervêm nessas operações. O fluxo de caixa operacional é uma modalidade que contabiliza o que a firma ganhou e gastou levando em consideração os juros, os impostos e a desvalorização da companhia.

Cálculo do fluxo de caixa operacional

A contagem do fluxo de caixa operacional segue esta fórmula:

LAJIR (Lucro Antes de Juros e Impostos de Renda) + Desvalorização – Impostos LAJIR.

Vamos para um exemplo prático?

Imagine que sua empresa chegou a um LAJIR de R$ 50 mil, apresentou desvalorização de R$ 15 mil e recolheu impostos no valor de R$ 20 mil. A conta ficará assim:

50.000 + 15.000 – 20.000 = 45.000

Assim, nesse contexto, seu empreendimento teria gerado um fluxo de caixa operacional da ordem de R$ 45 mil.

Fluxo de caixa livre

O fluxo de caixa livre é a quantia livre de despesas disponível em determinado momento, levando em consideração os investimentos e as necessidades de capital de giro.

Esse cálculo mostra o total do dinheiro desimpedido, separando desse montante os valores necessários para manter e expandir a sua base de ativos. Na prática, essa modalidade é usada para definir os repasses a acionistas e fornecedores.

Outra função importante do fluxo de caixa livre é que ele dará mais segurança nas escolhas da empresa quando ela fizer novos negócios. Afinal, sabe-se que há o suficiente para conservar e até para ampliar as atividades da companhia.

O fluxo de caixa livre, obviamente, tem de ser positivo. A comparação com períodos anteriores é importante para achar causas de possíveis resultados negativos.

Dessa forma, o gestor percebe se ocorreu comportamento sazonal relevante. Por exemplo: uma fábrica vende ventiladores e registra uma queda nas vendas em julho, época de frio. Esse motivo provavelmente explicaria o mau desempenho.

Essa análise financeira permite aos administradores equilibrar melhor a balança entre a busca por novas oportunidades e uma situação segura. Não manter os pés no chão é um dos principais equívocos cometidos no cálculo do fluxo de caixa.

Isso porque nem sempre as expectativas são alcançadas da maneira como foram planejadas.

Demonstrativo do fluxo de caixa livre

  • (=) receitas líquidas
  • (-) custos de vendas
  • (-) despesas operacionais
  • (=) EBIT (da sigla em inglês “Earnings Before Interest and Taxes”, ou “Lucro antes de Juros e Imposto de Renda – LAJIR).
  • (+) depreciação e outros ajustes de despesas
  • (=) EBITDA (da sigla em inglês “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization” ou “Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – LAJID)
  • (-) impostos em relação ao lucro
  • (=) montante gerado com as vendas
  • (-) investimentos (permanentes e circulantes)
  • (=) Fluxo de Caixa Livre

Fluxo de caixa para investimentos

O fluxo de caixa para investimentos é o valor que sobra depois de descontados os passivos da empresa. Assim, com o resultado dessa diminuição, é possível avaliar futuros investimentos da empresa, se é possível e viável realizá-los.

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Método Direto

O fluxo de caixa direto evidencia os ganhos e as despesas relacionados às atividades operacionais da companhia. Para produzir a Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) pelo método direto, quem administra o controle financeiro precisa classificar os recebimentos e pagamentos das operações de acordo com a sua natureza. Por exemplo:

  • gastos com insumos;
  • com locação de equipamentos;
  • valores recebidos de clientes;
  • despesas com transporte;
  • outros.

Mesmo sendo uma conta mais complicada, ela tem como benefício uma classificação de entradas e saídas por critérios técnicos. Assim, essas não são fiscais e categorizam o movimento financeiro por tipo de tarefa realizada.

Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Direto)

1. Entrada de recursos
  • recebimentos de clientes;
  • pagamentos a fornecedores;
  • despesas administrativas e comerciais;
  • despesas financeiras;
  • impostos;
  • mão de obra direta;
  • (=) entrada de recursos advindos das operações;
  • recebimentos por vendas do imobilizado;
  • (=) Total de entrada dos recursos.
2. Saída de recursos
  • aquisição de bens do imobilizado;
  • pagamentos de empréstimos bancários;
  • (=) total das saídas de recursos;
  • variação líquida de disponibilidades;
  • (+) saldo inicial;
  • (=) saldo final de disponibilidade.

A demonstração pelo procedimento direto permite analisar a solvência de uma organização — isto é, a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. No método direto, é revelada a movimentação do dinheiro, sua origem e seu destino.

Método Indireto

O fluxo de caixa indireto tem como base a análise dos lucros e do prejuízo do DRE (Demonstrativo de Resultados do Exercício), que deve ser corrigido por fatores como a depreciação e a amortização, sem contar as oscilações das contas patrimoniais.

Por ser fundamentado na DRE, em vez de ter como base o fluxo de caixa em si, é que esse modelo recebe a nomeação de “indireto”. Um dos benefícios desse padrão de fluxo é o custo baixo para calculá-lo. A organização precisa apenas consultar seus próprios balanços patrimoniais do intervalo em questão. Ele exige dados extras, mas estes são facilmente encontrados no setor de contabilidade de qualquer empresa.

Entre as desvantagens podemos citar que o fluxo de caixa indireto pode sofrer alguns desvios se houver mudanças na lei ou até mesmo nos métodos contábeis. Esse modelo requer um conhecimento mais profundo sobre contabilidade.

Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto)

1. Origem
  • lucro líquido do exercício;
  • (+) depreciações;
  • (+) aumento em imposto de renda a pagar;
  • (+) acréscimo em fornecedores;
  • (-) aumento da cartela de clientes;
  • (=) caixa gerado pelas operações;
  • venda do imobilizado;
  • (=) total dos ingressos de disponibilidade.
2. Aplicações
  • pagamento de empréstimos bancários;
  • aquisição de imobilizado;
  • (=) total das aplicações de disponibilidades;
  • variação líquida das disponibilidades;
  • (+) saldo inicial;
  • (=) saldo final das disponibilidades.

Problemas que o fluxo de caixa evita

Existem diversos problemas que podem ser resolvidos com um fluxo de caixa bem feito. Confira alguns deles:

Para onde vai o dinheiro da empresa

Com o fluxo de caixa sempre atualizado fica muito mais fácil acompanhar seu financeiro. Assim, você sabe para onde seu dinheiro vai e quanto vai. Dessa forma, é possível encontrar erros e corrigi-los de forma mais precisa.

Pagamentos sem atraso

A maioria das contas que devemos pagar adiciona juros caso seja paga após o vencimento. Com os dados que o fluxo de caixa proporciona, nenhuma conta ficará para trás e você não irá perder dinheiro pagando juros de contas que teriam sido pagas antes do vencimento.

Não saber o ritmo de crescimento

O fluxo de caixa dispõe diversas informações sobre a empresa. Entre elas, quais valores o aumentam e quais os diminuem. A partir disso, se sabe quando e como as vendas aumentaram. Isso significa que há possibilidade de planejar o futuro da empresa com uma maior certeza.

Sem exatidão nas análises

Se a sua empresa não mantém o controle do fluxo de caixa de forma precisa, não é possível saber para onde vai o dinheiro da sua empresa. Dessa forma, se perde dinheiro sem nem saber onde. Com essa ferramenta, a análise tem uma base e pode servir de ajuda em questões de orçamento, por exemplo.

Dicas para controlar seu fluxo de caixa

Existem algumas maneiras que podem aprimorar a maneira com que você faz seu fluxo de caixa. Conheça elas:

Escolha o tempo que será analisado

Quando se inicia o controle de fluxo de caixa, surge a dúvida: “insiro as entradas e saídas quando elas acontecem ou a data que elas irão acontecer?”.

A resposta não é simples: depende.

Existem dois tipos de regime para facilitar esse processo. Eles são o regime de caixa e o regime de competência. É de extrema importância que o processo a ser usado seja definido no início do controle.

Regime de caixa

O regime de caixa do fluxo de caixa é quando o valor só é contabilizado ou descontado quando ele efetivamente entra ou sai. Dessa forma, os dados são ainda mais precisos.

Com o regime de caixa, se uma compra de R$ 100,00 foi feita a vista, o valor será contabilizado no caixa. Já, quando uma compra for parcelada em 5 vezes, por exemplo, os R$ 20,00 referentes a cada parcela serão inseridos apenas quando eles forem pagos.

Regime de competência

O regime de competência do fluxo de caixa é o oposto do regime de caixa. São inseridos no controle de fluxo de caixa os valores na hora da venda, sendo lançado como receita ou entrada de caixa.

Dessa forma, se uma compra for parcelada, o valor total será tido como saída. Assim, as parcelas pagas futuramente, serão lançadas como contas a pagar, no passivo circulante. E, as parcelas nas quais o vencimento se dá no próximo exercício irão ser lançadas no passivo não circulante.

Separe gastos pessoais dos gastos da empresa

É válido ressaltar que o dinheiro do caixa da empresa não está disponível para uso do empresário. Por ter despesas e custos próprios para cobrir, é essencial esta separação para que nenhuma das partes seja prejudicada.

Sempre que algum tipo de retirada for feita, é imprescindível destacar no fluxo de caixa da empresa o valor e a data, citando se o dinheiro faz parte do pró-labore do proprietário ou se é algum tipo de saque extra.

Mas o recomendável é que não exista saques pessoais diretamente do caixa da empresa.

Manter este controle determinará o sucesso ou o fracasso de qualquer tipo de negócio. Por isso, misturar as contas pessoais com as contas da empresa é um erro básico que muitos empreendedores cometem, principalmente os mais iniciantes no mundo empresarial, por isso é preciso ter atenção.

Atualize constantemente seu fluxo de caixa

O funcionamento do fluxo depende da sua atualização constante. Qualquer valor que seja retirado ou acrescido deve ser registrado.

Assim, a análise das contas da empresa é feita de forma precisa e nenhum valor é desperdiçado.

Ajuste o planejamento financeiro

Quando se abre uma empresa, é necessário ter um planejamento financeiro. Ou seja, ter uma programação do valor que será investido e que será utilizado ao longo do tempo. Acontece que conforme a sua empresa funciona, esse planejamento pode mudar.

Se as vendas aumentam ou diminuem, os dados citados nesse planejamento devem ser repensados e recalculados. Por isso o fluxo de caixa é tão importante. Com ele, você pode analisar esses valores e entender qual caminho sua empresa está trilhando.

Atenção com as compras e vendas parceladas

Como explicado na diferença de regimes, as vendas parceladas são um assunto confuso. Se você utiliza o regime de competência, é importante entender que o valor não necessariamente se encontra em caixa.

Também, esteja atento a valores que podem ser inseridos errados. Algumas parcelas podem ter o acréscimo de juros se não pagas antes do vencimento. Esse valor pode trazer uma grande dor de cabeça ao cruzar os dados no final do exercício.

Considere a tecnologia

Existem diversas maneiras de realizar o controle de fluxo de caixa. Ele pode ser feito através de um caderninho onde são anotadas todas as vendas e compras, pode ser feito em uma planilha de controle de fluxo de caixa e outras formas.

Mas, existe uma tecnologia aliada a empresários que fazem esse controle: um sistema de controle de fluxo de caixa.

Ao utilizar um sistema de gestão para fazer o seu controle de fluxo de caixa, todos os seus dados se tornam automatizados. Além disso, ele é totalmente integrado com os outros setores da sua empresa, como estoque, por exemplo.

E a melhor maneira de fazer é com o eGestor. Com todos os seus dados dispostos de maneira eficiente, facilita a análise do seu dinheiro, evitando a perda e otimizando as movimentações financeiras.

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Parceria: Dicas de como formar parcerias de sucesso

Parceria: Dicas de como formar parcerias de sucesso


Em meio a um mercado cada vez mais competitivo, formar parcerias com outras empresas é uma ótima maneira de expandir um negócio e atrair uma clientela mais abrangente. Através de uma parceria, as empresas cooperam uma com a outra de forma a obter crescimento e potencializar suas respectivas marcas no mercado.

Uma parceria é um acordo entre duas partes, que oferece grandes possibilidades de desenvolvimento para as empresas envolvidas. Isso, porque com ela, não há necessidade de realizar grandes investimentos para atrair um novo público. Além de poder compartilhar alguns processos de produção e oferecer melhores condições de compra para seus clientes, dentre outras vantagens, como veremos a seguir.

Maior alcance

O alcance de ambas empresas envolvidas na parceria empresarial é amplamente potencializado. Afinal, as empresas parceiras divulgam os produtos e serviços uma da outra para seus clientes. Esse aumento de alcance acontece porque o negócio destas empresas chega com muito mais facilidade a um público que ainda não é seu principal consumidor, mas que, no fim, pode se tornar um cliente em potencial.

Otimização de processos

Em muitas parcerias empresariais, o processo de produção e gestão é totalmente compartilhado, o que traz uma maior facilidade para as empresas envolvidas. Com a indicação das empresas parceiras, o processo de vendas também se torna muito mais facilitado. Assim, gerando mais chances de aumentar a produtividade.

Parceria de Sucesso

Soma de qualidades

Quando se realiza uma parceria com uma empresa que é forte em alguma área, seu empreendimento vai se tornar mais forte nessa área, e, portanto, mais completo. Isso acontece porque a empresa com um domínio maior sobre um ramo pode suprir qualquer eventual necessidade da sua.

Vamos supor que você possui um ótimo produto ou presta um excelente serviço, mas não consegue realizar uma divulgação adequada. Neste caso, formar parcerias com agências de publicidade ou de marketing digital, por exemplo, será uma excelente alternativa de complementar o seu serviço. Essa ação também irá elevar os seus resultados a um nível muito mais expressivo.

O mesmo acontece se você conseguir suprir as necessidades de seus parceiros, certamente sua empresa ficará com uma imagem muito positiva no mercado.

Como formar parcerias de sucesso

Formar parcerias empresariais pode ser fundamental para alavancar o sucesso de seu empreendimento. Mas, é preciso tomar cuidados ao escolher seus parceiros. Assim, analise todas as possibilidades e procure empresas que complementem o seu trabalho e que possam ser de fato vantajosas e lucrativas com o decorrer da parceria. Por isso, se você está em busca de parceiros para a sua empresa, selecionamos algumas dicas de como formar parcerias de sucesso:

Busque parceiros que complementem o seu negócio

Como já falamos acima, as empresas parceiras precisam complementar e agregar no trabalho uma da outra.

Por exemplo, se sua empresa trabalha com publicidade, estude a possibilidade de fazer parcerias com empresas de áudio e vídeo. Essas empresas possuem um público com interesse semelhante ao seu, assim, podem auxiliar na produção de campanhas publicitárias.

Se você possui uma academia de musculação, que tal pensar em parcerias com lojas que vendem suplementos alimentares? E assim, oferecer descontos para os clientes de sua academia na compra destes produtos?

Nestes casos, as parcerias não só complementam o negócio, como também acabam suprindo outras necessidades de seus clientes. Assim, se tornando um diferencial para a sua empresa.

Para definir que tipo de parceiros podem auxiliar o seu negócio, realize um estudo interno de sua empresa e identifique em que aspectos ela ainda deixa a desejar. A partir de então, pense em quem pode suprir estas necessidades.

Seu parceiro pode ser de um nicho totalmente diferente do seu. Porém, é recomendável que ele possua clientes com o mesmo interesse. Como, por exemplo, no exemplo que citamos acima, de uma possível parceria de uma academia de musculação com uma loja de suplementos alimentares!

Tenha parceiros alinhados com a perspectiva de sua empresa

É importante com que você busque parceiros que possuam um pensamento alinhado com o da sua empresa. Mas, que também tenha ambições de crescimento. Do contrário, podem ocorrer muitas discussões e a parceria pode não se estabilizar. Por isso, o ideal é formar parcerias com empresas que sejam de um porte semelhante a sua.

Uma boa forma de identificar as empresas que podem contribuir neste sentido é através da internet. Aproveitando que ela é uma ferramenta extremamente poderosa para a formação de novos negócios. Em especial a rede social Linkedin, nela, o processo de busca por interesses e empresas é bastante fácil. Ela também tem a facilidade de contato, que esta e outras redes sociais, como as plataformas digitais, de uma forma geral oferecem.

O mesmo vale para a empresa parceira. Sua empresa precisa compensar algum possível ponto fraco de seu parceiro. A partir da identificação destes fatores e das empresas que potencialmente podem vir a se tornar parceiras, é preciso conversar e consultar o interesse em realmente firmar esta parceria. Comece a construir uma boa relação com seu potencial parceiro!

Esclareça como vai funcionar a parceria

É imprescindível deixar bem claro ao seu parceiro o que ele terá que fazer relacionado a sua empresa. Estabeleça um plano de ação com as medidas a serem tomadas e com as recompensas em casos de cumprimento de metas.

Por isso, é importante fechar uma parceria devidamente formalizada com um contrato bem especificado. Lembrando que também existe a parceria informal, que é feita somente a partir de um acordo e de conversas, mas sem a assinatura de contrato.

Tenha paciência

Por estar em fase inicial de parceria e ainda não conhecer a fundo o seu negócio, o seu parceiro pode demorar certo tempo para começar a trazer resultados para a sua empresa. Mas isso não pode ser motivo para cancelar a parceria.

Invista em um constante treinamento e aperfeiçoamento de seus parceiros. Assim, eles podem indicar e falar dos produtos ou serviços de sua empresa de uma forma bastante satisfatória. Isso irá causar o interesse dos clientes em procurar a sua empresa!

Mensure os resultados da parceria

Se por um lado é preciso ter paciência para esperar retorno de seus parceiros, por outro é preciso ficar sempre atento e fazer constantes avaliações da parceria.

Se você oferece treinamento para o parceiro melhorar os resultados, dedica o máximo de atenção para trazer resultado para as empresas parceiras, mas percebe que elas não estão na mesma sintonia que você e nem estão empenhadas da mesma forma, é hora de reconsiderar esta parceria.

As parcerias devem ser vantajosas para os dois lados sempre. Caso contrário, algo está errado, a parceria está fugindo do seu princípio inicial!

Estratégias para uma parceria de sucesso

  • Colaboração para melhorias mútuas: Não é só você que deve ganhar com a parceria. Dessa forma, você deve se esforçar para trazer sugestões e contribuir com melhorias. É importante que essa interação seja constante e construtiva.
  • Aprimoramento de aptidões: quanto mais habilidades você e sua empresa tiverem, maior a facilidade de conseguir uma parceria de sucesso. Assim, também é possível trazer novas soluções e melhorar o relacionamento entre os parceiros.
  • Métrica de resultados: é importante medir os resultados da sua empresa constantemente. Isso pode ajudar os parceiros na análise de ganhos efetivos com essa parceria. Assim, é possível consertar o que é necessário e aprimorar o que já funciona bem.