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Entenda como funcionam os processos de exportação para pequenas empresas

Entenda como funcionam os processos de exportação para pequenas empresas

Para fazer com que o seu empreendimento cresça e tenha mais lucros é necessário avaliar a possibilidade de olhar para outros mercados, descobrir novos potenciais clientes. Isso inclui considerar também aqueles que estão um pouco mais longe, em outros países.

No entanto, se você tem dificuldades de chegar até eles, aproveite esta matéria e confira as informações básicas que você precisa saber sobre o processo de exportação!

Os processos de exportação para pequenas empresas

Antes de entrarmos diretamente nos trâmites, vamos começar este artigo trazendo alguns incentivos para o seu negócio nos processos de exportação:

  • IOF com tarifas zeradas para suas operações de câmbio relacionadas a exportações;
  • não incidência de Cofins nas receitas de exportações;
  • ausência de cobrança de ICM para produtos industrializados ou semi-industrializados.

Entendido que existem esses benefícios, concentremos a atenção nos três pontos-chave que te colocarão no caminho certo. O primeiro deles é que você precisa entender melhor um pouco sobre o que pretende fazer, a legislação do país para o qual deseja exportar, o mercado estrangeiro e outros detalhes sobre produtos, por exemplo.

Para ter essas informações, acesse o ALICE-Web. Assim, você conseguirá, inclusive, saber como anda o mercado para o seu produto específico, se há outras empresas atuando nesse ramo e outros detalhes relevantes.

O segundo ponto é que, para estar devidamente habilitada, a sua empresa vai precisar do Registro de Exportador — o qual você consegue junto à Delegacia da Receita Federal ou pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Passando por essas etapas você já terá percorrido boa parte do caminho. Nesse momento, chegamos ao terceiro item: confira com os seus contadores se sua documentação está em dia e veja se há a necessidade de atualizar alguma certidão, por exemplo.

Alguns documentos poderão ser solicitados a qualquer momento, então é melhor deixar tudo organizado. Quanto aos papéis mais específicos para a concretização da exportação, é bom que você já vá se familiarizando com alguns nomes. Por isso, deixamos aqui duas listas de documentos que você precisará ter em mãos:

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Documentos exigidos do exportador

  • carta de crédito;
  • contrato de câmbio;
  • letra de câmbio;
  • fatura proforma;
  • documentos relativos ao Contrato de Exportação;
  • REI — Inscrição no Registro de Exportadores e Importadores da SECEX/MDIC.

Documentos relativos aos contratos de exportação

  • nota fiscal;
  • certificado de origem;
  • conhecimento de embarque;
  • apólice/certidão de seguro;
  • carta de entrega (borderô);
  • registro de exportação no Siscomex;
  • legislação consular;
  • commercial invoice (fatura comercial);
  • packing list (romaneio);
  • SD — Solicitação de Despacho;
  • RV — Registro de Venda;
  • RC — Registro de Operação de Crédito;

Se você achou que é muita coisa, não desanime — é só uma questão de hábito. Além disso, caso você possua um bom software de gestão, tudo fica mais tranquilo.

O caminho correto no processo de exportação

Diante de tantos documentos e processos, é preciso atenção para garantir que tudo seja feito corretamente. Para te ajudar, montamos uma sequência que você pode seguir para conferir se cuidou de todos os detalhes.

Veja:

1. Avaliar as finanças e a capacidade de produção do negócio

Antes de começar a tirar seus planos de exportação do papel, a primeira coisa a ser feita é conferir se a sua estrutura está preparada para esse novo passo. Como será necessário tomar algumas ações que vão impactar seu fluxo de caixa, confira se há uma reserva para dar início a esse processo.

Além disso, confira também se a sua produção suporta um ritmo mais acelerado e se há disponibilidade de espaço no estoque, pois você precisa continuar dando conta do mercado nacional e da nova demanda que virá de fora.

2. Pesquisar o mercado exterior

As fórmulas e as metodologias empregadas dentro do país podem não surtir o mesmo efeito além das nossas divisas. Por isso, confira se o seu novo público tem uma boa aceitação do que você tem a oferecer. Veja se não existem barreiras culturais, se o câmbio é favorável, se há impedimentos legais ou uma legislação mais restritiva.

3. Faça as adequações necessárias no seu produto ou serviço

Os clientes de outros países pode ter gostos e práticas diferentes dos nossos. Caso o seu público exija, faça as modificações necessárias para ter maior permeabilidade em seu mercado. Pode ser necessário alterar sua embalagem, as instruções de uso, o rótulo ou as medidas do produto, por exemplo.

4. Adapte o seu marketing

Assim como o seu produto, todo o seu marketing precisa ser conferido. É muito importante que você entenda que está tentando conquistar um novo cliente e, por isso, deve falar a língua dele, literalmente.

Prepare uma versão traduzida do seu site, confira se as cores estão certas e até mesmo o nome do produto ou serviço. Pode ser que você precise fazer algumas alterações bastante consideráveis para conseguir ser mais bem-aceito.

5. Defina seu preço

Seus custos são outros, os procedimentos para a venda também. Há a questão da diferença dos valores de moedas, das operações de troca cambial e, com isso, até o seu canal de vendas poderá exigir outra configuração.

Considerando todas essas novas variáveis, é preciso repensar o preço de venda. Ainda que algumas coisas se mantenham iguais — como, por exemplo, custos diretos de mão de obra na produção —, toda a dinâmica de valores investidos na exportação precisa ser calculada com muita atenção.

6. Escolha seu canal de distribuição

Para alguns tipos de produtos, sua empresa pode optar por meios mais tradicionais de enviar remessas — como, por exemplo, os Correios. Você pode, ainda, encontrar algum escritório de representação no país que pretende abastecer e optar por alguma outra transportadora.

Por outro lado, pode ser que o seu negócio trabalhe oferecendo serviços. De qualquer maneira, independentemente do caso, preste atenção à solução a ser adotada para a sua distribuição.

Na hora de definir a sua logística, confira se seus produtos ou serviços não serão prejudicados, se as entregas serão feitas no prazo correto, se a modalidade é segura e também se oferece um valor que justifique a sua contratação.

7. Cuide dos processos administrativos

Depois de tudo isso, é hora de montar a sua rotina de trabalho. No início as coisas podem parecer um pouco confusas, mas aos poucos tudo chega ao seu devido lugar. A repetição dos procedimentos faz com que sua empresa consiga um ritmo mais rápido nas operações futuras.

Órgãos de apoio para exportações de MEI e pequenas empresas

Agora que você já conseguiu entender um pouco mais sobre o assunto, vamos passar uma lista de vários sites e instituições que podem te ajudar a desbravar novas fronteiras.

Confira:

Se você gostou destas informações a respeito do processo de exportação e quer ter acesso a outras dicas e conteúdos voltados para pequenas empresas, siga-nos no Facebook e não perca nenhuma de nossas publicações!

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Microcrédito: saiba como conseguir para o seu negócio

Microcrédito: saiba como conseguir para o seu negócio

Começar um empreendimento não é tarefa simples, principalmente sem ter recursos próprios para investir. Por isso, o microcrédito pode ser uma ótima solução para garantir o capital de giro, um bom estoque e os equipamentos necessários para o funcionamento da empresa até que ela comece a gerar caixa — o que pode demorar algum tempo.

Em meio a tantas responsabilidades — como prospectar clientes e lidar com a burocracia —, o “empurrãozinho” proporcionado pelo microcrédito faz toda a diferença para que o negócio cresça. Ainda mais quando há dificuldade para comprovar renda ou oferecer garantias.

No entanto, é normal que existam várias dúvidas antes de assumir um compromisso financeiro, uma vez que sempre existe o risco de se endividar se o negócio não der certo. Para ajudá-lo nesse momento tão importante, reunimos neste artigo informações valiosas sobre o microcrédito.

Acompanhe o texto até o final e você vai entender como surgiu, quem tem direito, como proceder, os critérios e as vantagens do microcrédito. Confira!

O que é microcrédito?

O microcrédito é uma modalidade de empréstimo voltada a pequenos empreendedores ou pessoas físicas que vivem abaixo da linha da pobreza. Ele foi instituído oficialmente no Brasil pela Lei Federal número 11.610, de 2005, com objetivo de disponibilizar crédito de baixo valor a taxas menores e condições facilitadas de prazo e acesso.

Entre as instituições autorizadas a operar as linhas de microcrédito estão os bancos públicos e privados, as cooperativas de crédito e associações da sociedade civil como ONGs (Organizações Não Governamentais) e Oscips (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).

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Quais são suas principais características?

Cada instituição estabelece critérios para oferecer microcrédito, mas é possível identificar algumas características em comum. O valor disponibilizado pode ser de R$ 300 a R$ 15 mil, com prazo de 4 a 24 meses para o pagamento e taxas de juros entre 0,4 até 4% ao mês — além da cobrança de uma taxa de abertura do crédito em torno de 2%.

Por outro lado, a operação é isenta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). As condições variam conforme o porte e a necessidade do negócio, pois esses são fatores avaliados, inclusive, na visita presencial de um agente de crédito ao local do empreendimento.

O objetivo é verificar como está sendo utilizado o recurso, se foram adquiridos equipamentos, como andam a produção e as vendas, além da distribuição dos produtos. Em relação à garantia do valor contratado, as condições exigidas são muito mais acessíveis do que acontece num empréstimo comum.

A modalidade mais usual é a garantia solidária, na qual se forma um grupo de tomadores que se responsabilizam mutuamente pelo pagamento das parcelas. Em caso de inadimplência por algum deles, os demais quitam o valor. Assim, o empreendedor que necessita do microcrédito não precisa comprovar renda nem oferecer um imóvel ou outro patrimônio como garantia.

De onde vem esse recurso?

Considerando que o microcrédito apresenta todas essas vantagens para o contratante, você pode estar se questionando se há real interesse na oferta desse tipo de serviço. Isso também foi pensado no momento de elaborar a legislação, que apontou como origem dos recursos uma parcela dos depósitos compulsórios junto ao Banco Central.

Para entender melhor, é importante uma breve explicação sobre o sistema financeiro. O principal negócio dos bancos é captar dinheiro no mercado para emprestar cobrando juros mais caros. Pode parecer simples, enxergando assim, mas, na prática, essa é uma sofisticada rede de operações com inúmeras regras e possibilidades de negócios.

Para regular o sistema e garantir um nível razoável de solidez, o governo faz duas exigências. Nenhum banco pode fechar o movimento “no vermelho”, ou seja, com o caixa negativo — para resolver isso, eles também realizam operações de crédito entre si.

A outra regra — diretamente relacionada ao microcrédito — é que, para evitar uma alavancagem excessiva, os bancos também são obrigados a depositar no Banco Central uma parte do volume de capital que movimentam.

Esse recolhimento compulsório é empregado como instrumento de política monetária e, no caso específico do microcrédito, foi aberta uma exceção que permite direcionar até 2% do compulsório a esse tipo de empréstimo.

Assim, o microcrédito não compete com outras operações disponibilizadas pelos bancos, já que os recursos que o financiam não estariam à disposição em empréstimos comuns. Além disso, os bancos públicos como Caixa, Banco do Brasil e banco do Nordeste também empregam recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Quando e onde surgiu o microcrédito?

O idealizador do microcrédito foi o professor Muhammad Yunus, de Bangladesh. Ele teve a iniciativa de emprestar pequenos valores para pessoas em situação de pobreza que não teriam acesso ao crédito em bancos, já que não eram capazes de garantir o pagamento. Geralmente, essas pessoas se viam obrigadas a recorrer a agiotas, pagando juros abusivos.

Para resolver o problema, Yunus concebeu uma garantia solidária na qual grupos de pessoas se apoiavam mutuamente para reembolsar a dívida. Com isso, até hoje são verificadas taxas de inadimplência muito baixas, o que prova que a ideia deu certo.

Em 1976, ele fundou o projeto que veio a se transformar no Grameen Bank. Sua iniciativa inspirou governos e organizações sociais ao redor do mundo e gerou impactos positivos em várias sociedades, razão pela qual ele recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2006.

Segundo Yunus, “os pobres têm habilidades profissionais não utilizadas ou subutilizadas. Definitivamente, não é a falta de habilidades que torna pobres as pessoas pobres”.

No Brasil também surgiram iniciativas semelhantes, a partir da década de 70, para estimular o desenvolvimento social. Tais ações eram empreendidas pela sociedade civil, fora do sistema financeiro, especialmente por organizações filantrópicas ligadas a igrejas.

Em 1973 foi criado o programa Uno, que atuou no Nordeste do país até 1991. O sucesso dessas experiências fez crescer o volume de crédito concedido, a ponto de despertar atenção do setor público e provocar o surgimento da Lei em 2005.

Como o microcrédito pode ajudar o seu negócio?

Como qualquer espécie de compromisso financeiro, o microcrédito também deve ser avaliado cautelosamente, apesar das inúmeras vantagens que oferece. Uma aplicação adequada dos recursos pode estimular o crescimento do negócio, gerando impacto social positivo na comunidade.

Por isso, compare as condições oferecidas e avalie sua real necessidade antes de contratar um empréstimo desse tipo. No site do Ministério do Trabalho você encontra a lista de instituições autorizadas a disponibilizar microcrédito.

Se você gostou das informações deste post, saiba que você pode ter acesso a mais conteúdos produzidos especialmente para estimular seu crescimento. Basta seguir nossa página no Facebook e acompanhar as nossas publicações!

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Como montar uma loja de armarinho e aviamentos

Como montar uma loja de armarinho e aviamentos

Você já ouviu falar em lojas de armarinhos e aviamentos, não é mesmo? É uma atividade comercial antiga, mas que resistiu às transformações do mercado. Portanto, se você pensa em ter o próprio negócio, este ramo é uma boa alternativa. Neste artigo, apresentamos informações gerais sobre como montar uma loja de armarinhos e aviamentos.

Antigamente, as pessoas costumavam fazer suas roupas sob medida em pequenas confecções. As costureiras e os alfaiates reinavam absolutos neste ramo de negócio. Ajustes e consertos mais simples de roupas eram feitos em casa mesmo. Em geral por mulheres da família, com habilidade para fazer barras, pregar botões, trocar zíperes e reformar determinadas peças do guarda-roupa.

Com a evolução da indústria de confecções, as pessoas passaram a comprar roupas prontas. Em consequência disso, a clientela de costureiras e alfaiates diminuiu. O comércio de armarinhos e aviamentos, naturalmente, sentiu os reflexos da produção em larga escala. Porém, esta atividade comercial resistiu ao tempo e encontrou na diversificação de produtos a saída para manter-se no mercado. Além disso, roupas prontas, muitas vezes, necessitam de ajustes e, com o passar do tempo, alguns serviços de manutenção como a troca de zíper, botões, elásticos, barra, entre outros.

Mercado de armarinhos e aviamentos

Em épocas de crise, a maioria das pessoas não renova o guarda-roupa, mas procura reformar as peças que possui para economizar. Isto garante o fluxo de consumidores em lojas de armarinho e aviamentos. Em quase todas as cidades do Brasil, há cursos de corte e costura incluídos em programas de geração de emprego e renda.

O crescimento do artesanato também deu impulso às lojas de armarinhos e aviamentos. Patchwork, customização de roupas, bordado, crochê, tricô, bijuterias, decoração e diversos outros tipos de artesanato contribuem para o movimento nesses comércios. Outro fator positivo é que as pequenas confecções e as cooperativas de costureiras voltaram-se para o mercado de uniformes e personalização de peças através do bordado eletrônico.

Corte, costura, bordado, tricô, crochê, pintura e artesanato são um hobby para muita gente. Hoje em dia, com a oferta de crédito fácil, ficou mais acessível investir em eletrodomésticos como as máquinas de costura e de bordado, por exemplo.
Por estas e outras razões, o comércio de armarinhos e aviamentos continua firme. É uma boa opção para quem deseja montar o próprio negócio.

Investimento inicial

O investimento inicial varia conforme o porte e a localização da empresa. Para dimensionar os custos, é necessário fazer o plano de negócios, com todas as planilhas de gastos que serão necessários. Na internet é possível pesquisar em fontes confiáveis informações sobre a estrutura do plano de negócios. Inclusive, há cursos online que capacitam empreendedores.

O capital a ser investido tem que suportar a atividade comercial, pelo menos nos dois primeiros anos. Outro aspecto importante é o capital de giro, que corresponde aos recursos financeiros necessários para manter as atividades operacionais da empresa.

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Conheça o mercado de armarinhos e aviamentos

O negócio de armarinhos e aviamentos não é complicado. No entanto, para fazer tudo certo desde o início, é importante obter o máximo de informações sobre o setor. O mercado editorial tem um portfólio de revistas sobre moda e artesanato. Conhecimento abrangente sobre o assunto é vital para o marketing e para o atendimento de qualidade.

A pesquisa de mercado é necessária para avaliar as oportunidades no município onde você reside. Leve em conta a concorrência estabelecida, a existência de cursos de corte, costura e artesanato, e, claro, a existência de pequenas confecções.

A importância da localização do ponto de venda

A localização do ponto de venda é um fator importante para o sucesso do negócio. É importante escolher o local adequado ao padrão do comércio e ao perfil do público desejado. Se a ideia é atender o mercado mais popular, não adianta instalar a loja em um shopping sofisticado, pagando uma fortuna de aluguel, não é mesmo?

O ponto de venda deve estar localizado em área de fácil acesso, com estacionamento, espaço para carga e descarga, na rota do serviço público de transporte e com visibilidade para quem passa de carro e pedestres. Informe-se sobre ocorrências de enchentes e analise o tipo de comércio vizinho.

A planta da loja deve ser adequada ao modelo de negócio. Não adianta escolher um local porque o aluguel é mais barato se ele não tiver o espaço adequado para as instalações. A loja precisa ter espaço para administração, estoque, vitrine, balcões, prateleiras e área de atendimento.

Verifique, junto aos órgãos públicos, a legislação quanto à localização, funcionamento de atividades comerciais e as normas para publicidade exterior em toldos, painéis e placas, por exemplo. As condições estruturais do prédio devem ser observadas para reduzir transtornos futuros devido a possíveis problemas com instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias. A prefeitura poderá confirmar se o prédio possui planta aprovada, Habite-se e se o pagamento de impostos está em dia.

Formalização e gestão financeira

A formalização da empresa é necessária. Antes de abrir o negócio, informe-se sobre a legislação e, principalmente, quanto à carga tributária. Um profissional de contabilidade está habilitado a dar as orientações necessárias para a abertura da empresa e sobre os compromissos mensais que o empreendedor terá.

O plano de negócio deve conter todas as informações sobre custos e despesas fixas e variáveis. Caso não tenha conhecimentos sobre gestão financeira, contrate um profissional com formação e experiência em administração de empresas. Muitas empresas fecham as portas antes de completar dois anos devido à má gestão financeira do negócio. Muitos empreendedores fracassam por não saber separar o caixa da firma do orçamento pessoal.

Estrutura da loja

O layout da loja é um item importante. O ambiente de trabalho deve ser organizado, funcional e agradável tanto para quem trabalho como para os clientes. Visite algumas lojas de armarinhos e aviamentos, busque informações na internet e, se possível, contrate os serviços de um profissional especializado (arquiteto ou designer). Se a primeira impressão é a que fica, então invista na estrutura da loja para causa impacto positivo na inauguração.

Lembre-se que o comportamento de compra também é influenciado pelo ambiente do estabelecimento. Quando o cliente se sente bem e é bem atendido, ele retornará para as próximas compras, além de indicar a loja a outras pessoas. A propaganda espontânea é muito positiva para os negócios!

Gestão de compras e estoques

A gestão de compras e estoque é essencial para o negócio. É vital manter um ponto de equilíbrio entre o estoque e a demanda. A falta de mercadorias pode afastar a clientela, e o excesso de estoque é dinheiro parado. Já ouviu falar em giro de estoque? O giro de estoque indica quantas vezes o capital investido em estoque retorna através da venda dos produtos.

A baixa rotação de estoques indica que o volume de vendas é pequeno, comprometendo o futuro do negócio, ou que a compra foi maior que a demanda da loja. Daí a importância de administrar bem o estoque da loja, principalmente quanto aos produtos com maior saída.

Preste atenção aos fornecedores e à qualidade das matérias primas. Quem conhece bem o ramo de armarinhos e aviamentos certamente terá melhores condições para selecionar os fornecedores e as mercadorias, considerando a qualidade, as tendências do mercado, preços, condições de pagamento e prazos de entrega.

Software de Gestão Empresarial

Investir em automação comercial não é um privilégio de empresas de médio e grande porte. O mercado também oferece diversas soluções para micro e pequenas empresas, com funções e preços compatíveis ao perfil do negócio.
Por que fazer registros manuais, quando há softwares de gestão empresarial que facilitam o controle do caixa, estoque, pagamentos e recebimentos, emissões de notas fiscais e muitas outras operações?

É muito mais seguro investir em tecnologias de informação e comunicação que facilitam e agilizam a gestão da empresa. Além disso, os dados, armazenados em nuvem, podem ser acessados à distância, quando o empresário não está no local de trabalho.
O eGestor, por exemplo, é uma plataforma com diversas funcionalidades para a gestão empresarial – controle financeiro, emissão de nota fiscal eletrônica, balancetes contábeis, estoque, banco de dados de fornecedores e clientes, entre outras.

Planejamento de marketing

A loja física é o principal canal de distribuição do comércio de armarinhos e aviamentos. Mas é possível alcançar um número maior de consumidores se o empreendedor tiver condições para oferecer os produtos em loja virtual e através da venda por telefone aos clientes cadastrados. Dependendo do porte da empresa, representantes de vendas podem visitar pequenas confecções para apresentar o portfólio da empresa.

O plano de marketing bem estruturado também é vital para o crescimento do negócio. Há várias formas para divulgar a empresa – distribuição de panfletos, publicidade em jornais e rádios locais, realização e/ou patrocínio de cursos, ações promocionais como o sorteio de brindes. Datas especiais devem ser aproveitadas para divulgar a marca e promover as vendas. Natal, Carnaval e Festas Juninas, por exemplo, são períodos que podem gerar bons negócios à loja de armarinhos e aviamentos.

Marketing digital

A internet é um campo fértil para os negócios; basta saber investir em marketing digital. Sem amadorismo, claro. Contrate uma agência especializada para criar as campanhas certas para os objetivos do negócio. O site profissional e o perfil da empresa em mídias sociais são quesitos prioritários para o marketing digital.

Porém, profissionais de marketing conhecem melhor os mecanismos que dão mais visibilidade à empresa na internet, como e onde encontrar o público desejado, como transformar os visitantes em clientes, quais os melhores momentos para fazer a publicidade e a propaganda da empresa na web e como incentivar o visitante a fornecer dados pessoais (e-mail, por exemplo) que poderão ser úteis às estratégias de marketing.

Diferencial do empreendimento: supere a concorrência

Para superar a concorrência, o empreendedor tem que buscar o diferencial do negócio, mesmo que a loja esteja localizada em uma área com baixa concorrência. Produtos de qualidade, excelência no atendimento e ofertas especiais ao cliente VIP são caminhos percorridos pela maioria dos negócios que compreendem a importância de satisfazer as necessidades e desejos do consumidor.

Também é possível agregar valor ao negócio, tornando-se representante exclusivo de marcas de produtos específicos para armarinhos e aviamentos, decoração e eletrodomésticos como máquinas de costura, tecelagem e bordado eletrônico. Não é necessário desviar da atividade fim da loja de armarinhos e aviamentos, mas é possível oferecer algo a mais para diversificar.

O ponto de venda também pode ser um canal de marketing para fabricantes desse tipo de eletrodoméstico, que podem divulgar o portfólio através de catálogos e banners. E a loja ainda pode faturar com a venda de espaço publicitário ou negociar algum benefício em contrapartida à divulgação do eletrodoméstico.

Atendimento de qualidade vende mais

O atendimento é um diferencial importantíssimo para os negócios. Você pode ter uma loja bem estruturada, com mercadorias de qualidade e as melhores condições de pagamento, mas se o cliente não for bem atendido, com certeza buscará outras opções para suas compras.

O pessoal de vendas não pode trabalhar de forma mecanizada, limitando-se a apresentar o que foi solicitado pelo cliente. Devem atuar como consultores de venda, compreender o que o cliente deseja, apresentar os produtos destacando as funcionalidades e qualidades, e demonstrar outras soluções, caso a loja não disponha, no momento, do produto que o consumidor procura. A equipe de vendas tem que demonstrar interesse em conhecer o mercado e disposição para atender bem a clientela.

Por isso, é importante que o proprietário fique atento à qualidade do atendimento e, sempre que possível, realize cursos de treinamento para ter em sua loja vendedores especializados na área de armarinhos e aviamentos. A qualidade do atendimento é mais um diferencial do negócio!

O comércio de armarinhos e aviamentos é uma oportunidade de negócio para quem deseja enveredar pelo mundo do empreendedorismo. Porém, é fundamental ter conhecimento, pesquisar o mercado, vendas e, principalmente, preocupar-se, desde o plano de negócios, com a gestão administrativa e financeira do empreendimento.

Cursos de capacitação e orientação profissional são essenciais para gerenciar a empresa com sucesso. Investir em tecnologias de informação e gestão é primordial. Os softwares de gestão conferem mais controle e segurança ao banco de dados e agilidade aos processos gerenciais. Faça tudo certo desde o início do negócio e alcance o sucesso e o lucro esperado!

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Venda consignada: Entenda as suas vantagens

Venda consignada: Entenda as suas vantagens

Nos últimos anos, um tipo específico de comércio tem ganhado bastante visibilidade devido a suas inúmeras vantagens. A venda consignada é a melhor opção encontrada hoje para driblar crises e retenções. Veja mais sobre o assunto neste texto!

O que é venda consignada?

Venda consignada é uma alternativa interessante e bastante viável para ambos os lados de uma relação comercial.

Caracterizado como o procedimento em que a empresa deixa seus produtos para serem vendidos em outro comércio, ou até mesmo com pessoas físicas. A venda consignada é bastante comum e disseminada fortemente em alguns setores.

Devido as recentes retrações econômicas no país, o modelo tem alcançado uma maior visibilidade. Não é mais uma opção viável exclusivamente  apenas para segmentos como venda de joias e semijoias, primeiras áreas a investir neste tipo de relação comercial.

Venda consignada é a solução para aumentar as vendas?

Em meio à crise, fugir de altíssimos investimentos é o pontapé inicial para quem deseja manter seu negócio ativo, portanto, neste contexto a opção pela venda consignada mostra-se como amplamente viável, conquistando novos adeptos.

O funcionamento é bastante simples e, de modo resumido, é válido destacar que é bastante benéfico para ambas as partes envolvidas.

O fabricante disponibiliza a venda consignada para empresas e autônomos oferecendo-lhe uma comissão por valor recebido. Os produtos que não são comercializados podem ser devolvidos, extinguindo-se, portanto, o pagamento antecipado pela mercadoria.

Para o revendedor, o negócio é interessante devido à possibilidade de obter uma renda sem correr nenhum tipo de risco. Afinal, ele não precisa investir em estoques que poderão ficar “empacados”.

A venda consignada é uma alternativa comercial com inúmeras vantagens para todos!

Como ocorre a venda consignada em lojas físicas?

Um pequeno espaço em uma loja física em troca de uma atrativa porcentagem. Basicamente, esta frase define exatamente a relação criada entre empresas e lojas que optam pela consignação.

Muitos lojistas procuram, inclusive, por tais propostas para incrementar o ambiente interno. Fazendo isso, oferecem mais opções de artigos sem ter que, por outro lado, se comprometer com o pagamento de novos boletos.

É o caso, por exemplo, de lojas de roupas femininas que aceitam receber acessórios como brincos, colares e pulseiras para incrementar os visuais criados. Possibilitando assim o aumento de suas vendas, mas sem ter o compromisso firmado com o fornecedor.

Também tem sido comum que indústrias de cosméticos invistam neste tipo de relacionamento, firmando parcerias atrativas para alavancar seus números e possibilitar o crescimento da marca.

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E no caso do autônomo?

Representantes comerciais, os antigos biscates que vendiam de tudo de porta em porta, foram os primeiros precursores deste modelo de relação empresa x vendedor.

Após inúmeros anos de sucesso neste tipo de parceria, o sistema de venda consignada cresceu e hoje vai muito além deste público que, vale destacar, continua firme e representa uma boa porcentagem deste mercado.

As mercadorias mais comuns da consignação para autônomos são as joias, semijoias e bijuterias. Assim como lingeries e outras roupas íntimas como camisolas e cuecas.

Veja as principais vantagens em fornecer e em vender produtos consignados a seguir.

6 principais vantagens da venda consignada

1. Proporciona uma maior visibilidade para a marca

Criar parcerias através da venda consignada é muito mais fácil do que fomentar uma lista de clientes que o considerem como fornecedor.

Por não existir a obrigatoriedade no pagamento dos produtos que não foram vendidos, mais empresas e profissionais ficam interessados e pegam os seus produtos para comercializá-los.

Cada novo representante é uma nova vitrine que aumentará a visibilidade da mercadoria e da marca que ela representa.

2. Abrange um mercado maior que o local

Complementando o tópico anterior, cada novo representante também será responsável por apresentar o seu produto para um diferente público, em um diferente lugar.

Imagine que sua mercadoria possui parcerias em 10 cidades diferentes. Concorda que o tamanho do mercado da sua marca foi, desta forma, potencialmente expandido?

Quanto mais lugares, mais possíveis clientes e maiores as chances de venda!

3. Redução dos custos gerais com a compra do produto

Para quem opta por fornecer essas mercadorias, firmando parcerias estratégicas de venda consignada, as vantagens começam com a perceptível redução dos custos visto que o processamento de uma venda dessas é diferenciado das demais.

Por não existir o compromisso do pagamento pelos produtos que não forem vendidos, a empresa se sente mais segura em encarar esses modelos e concorda mais facilmente em fechar essas negociações.

É uma excelente alternativa, ainda, para o estabelecimento atrair novos públicos ou para oferecer novidades para seus clientes fidelizados.

4. Menos trabalho com manutenção de estoque

Outra grande vantagem para o lojista é a praticidade que não exige conferência e trabalhos mais detalhados com estoque.

É claro que o controle das mercadorias que estão sendo vendidas deve ser mantido para evitar possíveis dores de cabeça, entretanto, não é necessário ficar fazendo recálculos dos valores, reajustes para cobrir o que foi gasto e assim por diante.

De modo simples, o fornecedor sempre trocará os produtos e prestará auxílio o que diz respeito à marcação de preço e assim por diante.

5. Maior variedade de mercadorias

Como já foi citado, para o comerciante uma das grandes vantagens é poder investir em variedade de mercadorias e peças sem que, contudo, tenha que investir rios de dinheiro na aquisição de estoques satisfatórios.

Este tipo de parceria contribui também ao agregar valor aos produtos da própria empresa.

Por isso, o ideal é que de alguma forma essas mercadorias estejam sempre bem interligadas.

6. Oportunidade de aumentar o faturamento de ambos

Por fim, a maior e mais indiscutível vantagem em trabalhar com a venda consignada é a gigantesca oportunidade de aumentar os recebimentos mensais das partes.

Para quem vende as mercadorias deixadas em consignação, é o recebimento da comissão por um esforço menor, algo agregado, uma renda extra. Para a empresa que fornece os produtos é a chance perfeita de não estagnar e continuar a crescer no mercado.

Esse tipo de relação tem absolutamente tudo para dar certo, levando-se essas informações em conta. É claro, recomenda-se ainda que toda parceria de venda consignada seja devidamente formalizada e assinada para evitar problemas posteriores.

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Loja de carros usados: Dicas de como montar a sua

Loja de carros usados: Dicas de como montar a sua

Carros são uma verdadeira paixão para os brasileiro. Todos os anos, milhares de automóveis são comprados, vendidos ou trocados. Mas nem todos podem conquistar o sonho de um carro zero, não é mesmo?

Por isso, os carros usados vêm ganhando cada vez mais espaço e as lojas do ramo não param de crescer. Mas não só; esta área de negócios vem apresentando números cada vez melhores no mercado, não só pelo custo ser mais baixo do que um carro novo. Mas, também, pela possibilidade que o comprador ganha de poder ter um modelo melhor e mais completo gastando menos.

Portanto, todos estes dados apontam que apostar em uma loja de carros usados pode ser uma excelente opção de um negócio lucrativo, seguro e em constante crescimento. Ficou interessado, mas acha que é complicado demais?

Pois saiba que não é. Portanto, para ajudar você nesta empreitada e na realização do sonho de ser o próprio chefe, separamos aqui algumas dicas infalíveis que vão apontar o caminho certo para montar uma loja de carros usados. Acompanhe a seguir e coloque as mãos à obra agora mesmo.

1. Avalie a concorrência local

Antes de partir para a prática, é preciso fazer um estudo profundo nas opções que estão disponíveis em sua cidade. Assim, verifique a quantidade de lojas de carros usados onde você mora, quais são os tipos de negociação que elas realizam, quantidade de carros disponível nos pátios e até público-alvo que estão atendendo.

Verifique se apostam em carros mais populares, em modelos mais novos e potentes e toda informação que você conseguir agrupar. Ainda, avalie o preço que cobram pelos carros e, se puder, faça comparações com modelos semelhantes.

Assim, você consegue ter uma ideia de mais ou menos qual é a lucratividade que essas lojas são capazes de conquistar. Não se esqueça de estudar também a forma de pagamento que praticam, que tipo de financiamento oferecem e diferenciais.

Quanto mais concorrentes você observar, melhor, já que será capaz de traçar as estratégias que deseja implementar no seu negócio. O ideal é tentar criar uma solução que atenda às demandas do mercado, mas que se diferencie da maioria das concorrentes. Este é o verdadeiro segredo do sucesso.

2. Defina seu público-alvo, estratégias de vendas e o tamanho da loja

Esta parte é essencial para seu negócio. O planejamento é muito importante para que você possa desenvolver sua loja de carros usados sem correr o risco de perder o investimento.

Então, depois da avaliação do mercado, verifique qual o público-alvo que deseja atingir, que tipos de carros não podem faltar em sua loja e até a quantidade que terá disponível em seu pátio.

Lembre-se que todas estas decisões devem ser baseadas também no quanto pretende investir no novo negócio, já que elas definirão o tamanho do seu estoque e até o quanto vai gastar com a locação de um ponto de venda.

3. Escolha um ponto de vendas ideal para sua loja de carros usados

O ponto de venda é essencial para quem está querendo montar uma loja de carros usados. Afinal, este é o tipo de negociação que se faz pessoalmente, observando com cuidado os modelos e realizando testes.

Portanto, prefira um ambiente amplo, que permita mostrar os veículos para seu cliente com conforto. Mas, pense também na segurança do local e na facilidade de acesso, estacionamento e na garantia de um bom movimento de pessoas e carros.

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4. Escolha os fornecedores e qual a forma de parceria

Como você vai conseguir os carros para a sua loja? Vai comprá-los a vista e depois revender? Vai oferecer fechar parcerias de comodato, isto é, pagará ao dono somente após a venda efetivada?

Tudo isso precisa ser definido o mais breve possível. A maioria das lojas de carros trabalha com as duas modalidades, dependendo do tipo de veículo e do quanto de dinheiro que se deseja ou pode manter em caixa. Lembre-se que alguns carros podem ter um giro maior, enquanto outros, nem tanto. Então, atente-se bem à forma de compra para não perder dinheiro.

Lembre-se também de cuidar da forma como vai realizar os pagamentos aos donos dos carros. Vai pagar à vista? Parcelado? E como será o recebimento da venda? Este tipo de decisão afeta diretamente seu rendimento mensal e controle financeiro.

Outro cuidado com relação aos fornecedores está na qualidade. Se você pessoalmente não possui muita experiência com a avaliação de motores e latarias, conte com a avaliação profissional de oficinas para não correr riscos.

Afinal, carros que já foram batidos, tiveram seus motores alterados ou não passaram pelas revisões podem ser uma bomba relógio.

5. Atenção total à papelada envolvida nos processos da sua loja de carros usados

Não se esqueça de toda a documentação necessária para manter seu negócio legalizado. Providencie alvarás com a prefeitura, CNPJ e contrate funcionários de acordo com a lei.

Tenha um cuidado minucioso também com a documentação dos veículos que compra e que revende, atentando-se para saber se multas e impostos estão em dia e se a propriedade do vendedor pode ser comprovada.

O ideal é que sua loja também feche parcerias com despachantes, que facilitarão o processo de troca de propriedades entre o dono antigo e sua loja, ou o próprio cliente final. Oferecer este tipo de serviço é considerado essencial para quem adquire carros usados.

6. Fique de olho no mercado o tempo todo

A avaliação do mercado é um trabalho constante para donos de negócio, inclusive na área de carros usados. Você precisa manter um olhar atento aos movimentos da concorrência, preços praticados e, claro, aos próprios valores dos automóveis na hora de comprar ou vender.

Este é o ponto mais delicado de uma loja de automóveis usados, já que, apesar de possuir alto valor agregado, se trata de um produto que desvaloriza bastante em pouco tempo.

7. Aposte em treinamento constante de seus vendedores

Mesmo que você contrate vendedores experientes no mercado de carros usados, aposte em treinamento constante, tanto para manter o atendimento sempre em alta quanto para que conheça as novidades que aparecem no mercado.

Contar com uma equipe bem preparada é meio caminho andado para o sucesso das vendas, mesmo em mercados altamente competitivos. Além disso, mantenha-os sempre motivados, oferecendo um excelente clima organizacional, boas comissões e competições internas.

Só tome cuidado para que as comissões dos vendedores e todo o investimento feito com treinamento não acabe retirando ou diminuindo demais sua lucratividade.

Empresários de sucesso estão sempre de olho nesta conta, garantindo que conseguem o máximo em lucro, sem perder a qualidade do atendimento e os benefícios oferecidos aos seus funcionários.

8. Divulgue sua loja de carros usados

Não é à toa que se diz que a publicidade é a alma do negócio. Por isso, divulgue sua loja e os carros mais chamativos de seu estoque sempre que puder. Faça isso através de flyers, comerciais em jornais, rádio e se puder, até na TV.

Faça parcerias com oficinas, com despachantes e até com os negócios locais para conseguir sempre o máximo em visibilidade. Não se esqueça também de apostar em uma boa comunicação visual em seu ponto de venda, com luminosos chamativos, sinais chamando para descontos e, quem sabe, adesivação de vidros e pintura de paredes.

Tudo tem que ser pensado de acordo com o seu espaço, o público-alvo que deseja atingir e, claro, a verba que possui para este tipo de investimento. O ideal é manter uma divulgação constante e manter-se sempre na mente dos consumidores e possíveis compradores.

Crie formas de chamar a atenção das pessoas para sua loja. Uma boa forma de fazer isso é apostar em datas especiais. Outra é preparar eventos aos finais de semana para atrair famílias. No Brasil, visitar lojas de carros são programas feitos para o entretenimento e que, muitas vezes, acabam terminando na compra de um veículo novo.

9. Mantenha uma boa relação com seus compradores

Sabe uma forma de aumentar a fidelidade de clientes? Oferecer o melhor em atendimento e manter-se sempre por perto.

Assim, ofereça pacotes de lavagem de carro, de revisões e até de descontos na compra de tapetes e acessórios para o carro. Você pode fazer parcerias com empresas que instalam aparelhos de som, novos bancos e afins.

Além disso, de tempos em tempos, lembre-os que pode ser a hora de trocar de modelo. Para isso, mantenha um banco de dados e passe a enviar e-mails ou malas diretas com as promoções de sua loja.

10. Vá além de sua loja de carros usados

Geralmente as cidades organizam grandes feirões de carros usados e eventos nos quais é possível encontrar uma infinidade de lojas no mesmo lugar. Participar destes eventos pode ser importante para se manter forte e não perder para a concorrência.

Neste tipo de situação, é comum que os preços fiquem um pouco mais baixos e a lucratividade caia um pouco. Mas mesmo assim, vantagens podem ser conquistadas, já que você ganhará a visibilidade e poderá ser lembrado em situações futuras.

11. Ofereça opções de qualidade

Muitas pessoas ficam receosas em comprar carros usados, por não saber da procedência e do tipo de problemas que poderão encontrar. Por isso, não caia na tentação de não contar toda a verdade somente para fechar uma venda.

Um verdadeiro comerciante é um que consegue alcançar o sucesso durante anos a fio, aquele que trabalha sempre com transparência e oferecendo o que há de melhor para seus clientes.

12. Tome o máximo de cuidado com a gestão

Muitos empresários são excelentes vendedores, apostam em produtos de qualidade e na transparência das relações, mas pecam na gestão de seus negócios. Por isso, ser o próprio chefe é algo muito complicado.

Se você não tem muita experiência com a gestão de negócios, planilhas de controle de vendas e pagamentos, contadores, impostos e salários dos funcionários, procure aprender sobre o assunto antes de se arriscar.

Hoje em dia é possível encontrar uma infinidade de cursos na área, alguns inclusive totalmente gratuitos, disponibilizados pela internet. Investir neste tipo de conhecimento pode livrar sua empresa da falência e sua família perder muito dinheiro. É alto que realmente vale a pena.

Com estas dicas, vai ficar muito mais fácil conquistar o sucesso com sua loja de carros usados. Mas lembre-se que manter-se em movimento constante e em evolução é essencial.

Por isso, invista também em soluções que garantam que seu negócio possa crescer e se desenvolver sem correr riscos e em uma forma de conseguir controlar tudo que acontece de forma mais inteligente. Um software de Gestão Empresarial pode ajudar.

Invista em software de Gestão Empresarial unificado

Além de aprender sobre gestão, é preciso manter um olhar sempre atento a tudo que acontece em sua loja de carros usados. A gestão dos pagamentos a fazer e a receber neste tipo de empreendimento é sempre um desafio, já que, na maioria das vezes, sua loja irá receber em parcelas, mas precisará pagar para o fornecedor à vista.

Você ainda vai precisar manter um olhar atento às margens de lucro, que devem levar em conta todo o investimento feito para publicidade, contas fixas e as variáveis, que abrangem inclusive as comissões de seus funcionários.

São tantas informações, que controlar somente em planilhas soltas pode ser um enorme risco para seu sucesso. É aí que um software de gestão empresarial pode se tornar seu melhor aliado.

Ele reúne todas as informações em um só lugar, além de oferecer os dados de tudo que se passa em sua loja em tempo real sempre que forem necessários, inclusive na forma de gráficos para melhorar sua compreensão.

Assim, é possível tomar atitudes baseadas na realidade e planejar o crescimento e novos investimentos de forma muito mais assertiva.

Atualmente, é possível encontrar diversas opções disponíveis no mercado. Uma delas que vem se destacando é o eGestor, um sistema de ERP inteligente que pode ser acessado de forma totalmente online.

O eGestor é uma aplicação leve e que pode ser acessada de qualquer lugar: da sua loja, do seu celular ou até de casa. Com uma interface simples e intuitiva, ele oferece uma visão macro do seu negócio, integrando o controle financeiro com o fluxo de caixa, controle de vendas e de estoque. Ele ainda permite a emissão de notas fiscais e de relatórios.

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