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Como montar uma empresa de manutenção de elevadores?

Como montar uma empresa de manutenção de elevadores?

A Manutenção de Elevadores é um serviço amplamente procurado. Sobretudo nas grandes cidades do país, que são as que têm maior número de prédios e condomínios que utilizam os elevadores. Isto é, montar um negócio nesse setor pode ser uma excelente oportunidade para ganhar dinheiro, haja vista que há grande demanda por esses serviços. Basicamente, a Manutenção de Elevadores consiste no conserto e reparos do equipamento de transporte.

Na maioria dos casos, os profissionais de Manutenção de Elevador são representantes de alguma marca específica. Isto é, trata-se de um serviço feito por técnicos que estão certificados para fazer reparos, consertos e atualizações em equipamentos de um determinado fabricante. Dessa forma, um dos primeiros passos é procurar pelas marcas de elevadores que oferecem a capacitação técnica para quem pretende montar uma empresa de manutenção.

Os prédios, normalmente, contam com 4 elevadores, que precisam todo mês de manutenção, segundo as regras de fiscalização. Afinal, o serviço de reparo e conserto é fundamental para evitar transtornos e acidentes, como pessoas presas dentro do elevador ou, nos casos mais graves, até mesmo as quedas. Portanto, é possível dizer que sempre há trabalho e demanda de serviços para os empreendedores que pretendem investir nesse tipo de negócio.

No entanto, muitos ainda ficam em dúvida sobre como abrir uma empresa de manutenção de elevadores realmente lucrativa. Esse é o seu caso? Confira nesse artigo todas as informações e dicas que temos para você! Veja abaixo:

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Como abrir um negócio de Manutenção de Elevadores?

Ter uma empresa especializada na Manutenção de Elevadores significa ter um negócio que irá atuar no setor de eletrodomésticos. Dessa forma, como dito anteriormente nesse artigo, o primeiro passo é obter os certificados que permitirão ao seu empreendimento poder atuar de forma regular no mercado de elevadores. Ou seja, você precisará, também, de uma equipe de profissionais técnicos habilitados para oferecer esse tipo de serviço, que precisa atender exigências e normas de segurança e prevenção de acidentes.

Portanto, pesquise pelas principais marcas de elevadores, como a Atlas Schindler, a Otis e a Thyssenkrupp Elevadores, entre diversas outras. Feito esta pesquisa, defina para qual desses fabricantes a sua empresa realizará os serviços de manutenção. Entre em contato com a marca escolhida e se informe sobre como funciona para ser um técnico certificado e realizar o conserto e reparo de seus equipamentos. Normalmente, o próprio fabricante oferece o curso de manutenção para os técnicos que serão responsáveis pelo serviço.

No começo de um negócio como uma empresa de Manutenção de Elevadores, é necessário ter, pelo menos, 4 ou 5 técnicos habilitados para os reparos e manutenções preventivas. Em relação ao espaço da empresa, será preciso ter um imóvel com tamanho suficiente, cerca de 100 m², para guardar as peças e equipamentos, além de ambiente para a administração, recepção e oficina. A localização também é importante para que o público alvo consiga ter fácil acesso ao seu negócio.

Outro ponto que vale lembrar é a importância de ter um carro para esse tipo de empresa, pois será preciso que os técnicos tenham veículos para poder ir até os prédios, condomínios, hospitais, escolas, shoppings e comércios, entre outros locais com elevadores que podem apresentar problemas a qualquer momento. O carro é preciso porque os funcionários, além de ter um meio para chegar rapidamente até o local, precisam ter um veículo para transportar equipamentos como, por exemplo, uma porta de elevador.

Como funciona o processo de abertura de uma empresa de Manutenção de Elevadores?

Como não é segredo para ninguém, abrir uma empresa, em qualquer que seja o segmento, é um processo burocrático, que envolve diversas exigências que precisam ser atendidas para que o negócio atue de forma regular no mercado. Dessa forma, será preciso ir até a Junta Comercial de sua cidade e escolher um nome (que não é utilizado por outra empresa) para o seu empreendimento. Nas etapas seguintes, é necessário registrar o CNPJ da empresa e correr atrás do Alvará de Funcionamento, na Prefeitura.

Além de todas essas burocracias, também será preciso ter os certificados das marcas de elevadores para os quais você proporcionará os serviços de manutenção e reparo. Isto é, será essencial apresentar os documentos que comprovam que o seu negócio está habilitado para atuar no setor e que você dispõe da autorização e treinamento do fabricante. Daí vem a importância da preocupação em escolher as principais marcas de elevadores para oferecer os seus serviços aos condomínios, prédios, shoppings e demais lugares que usam o equipamento.

Quais são os equipamentos necessários para abrir uma empresa de Manutenção de Elevadores?

Além dos móveis, como cadeiras, mesas, computadores e telefones para o escritório da empresa, lembre-se que será preciso, também, investir nos equipamentos para o conserto, reparo e manutenção de elevadores. Isto é, comprar maletas de ferramentas específicas para este tipo de equipamento de transporte, bem como mesa para o conserto de peças, Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e maquinário utilizado para as funções dos profissionais técnicos.

Principalmente no que se refere aos EPIs, é preciso ter um cuidado especial. Esses equipamentos são obrigatórios em empresas de Manutenção de Elevadores e constam na legislação específica, responsáveis por garantir a segurança de seus técnicos que irão atuar realizando os serviços. Ou seja, será essencial investir em equipamentos com garantia de alta qualidade para garantir a prevenção de acidentes e a qualidade de vida de seus colaboradores.

Profissionais e Colaboradores

Um negócio de Manutenção de Elevadores precisa contar com, pelo menos, um especialista de Engenharia Mecânica, além de 3 ou 4 técnicos habilitados para prestar esse tipo de serviço. Dessa forma, será de extrema importância que você procure por profissionais capacitados para fazer parte do seu negócio. Sobretudo, busque por técnicos que apresentam certificados na Manutenção de Elevador e profissionais que possuem o diploma de Engenheiro Mecânico.

Vale dizer que o serviço de Manutenção de Elevadores nunca pode ser prestado de maneira informal. A cada visita dos técnicos em um edifício, prédio comercial ou escola, entre outros locais com elevadores, é preciso que esses funcionários estejam uniformizados e tenham as devidas etiquetas que são coladas no equipamento sempre que ele recebe uma manutenção. Por isso é necessário que seja realizado o treinamento oferecido pelo fabricante. Pois também é obrigatório que a sua empresa tenha os devidos selos.

Qual é a situação do mercado de Manutenção de Elevadores no Brasil?

Existem diversas empresas que atuam nesse setor em nosso país. Por isso, é essencial que você análise a concorrência e veja se a sua empresa realmente tem chances de ser um negócio lucrativo no mercado de elevadores. Como existe uma grande demanda pelos serviços, principalmente nas grandes metrópoles, o indicado é que você trabalhe em parceria com os principais fabricantes do equipamento de transporte presentes nos prédios e condomínios, entre outros locais.

Dessa forma, é possível dizer que o mercado se encontra aquecido e aberto para os novos empreendedores que pretendem investir no setor de Manutenção de Elevador no Brasil. Entretanto, é essencial escolher a localização ideal e verificar a demanda de tal região, pois, como a demanda é grande, pode ser que já existam muitas empresas que atuam na mesma região. Nesse caso, vale a pena pensar em outra região para proporcionar os seus serviços.

Marketing e Localização

Mais uma vez nesse artigo, vamos ressaltar a importância da localização do seu negócio. O indicado é que a sua empresa esteja em um local movimentado da cidade e próximo aos prédios, onde possa ser vista com facilidade pelo seu público alvo e permita o fácil acesso. Por isso, em muitos casos vale a pena investir no aluguel de um ponto em centros comerciais, que já são populares por oferecer esse tipo de serviço aos clientes.

Outro aspecto importante para o sucesso e lucratividade da sua empresa de Manutenção de Elevadores é tornar o seu negócio “encontrável” para os seus clientes. Ou seja, é recomendável adotar estratégias de marketing para que o seu empreendimento esteja presente em sites de buscas e classificados, como o Google e o Bing, entre outros. Afinal, a maioria das pessoas, atualmente, busca por esses serviços através da internet.

Uma estratégia que tem sido bastante eficiente para as empresas de Manutenção de Elevador é investir em anúncios pagos, para que os clientes consigam encontrá-la facilmente na rede. Para isso, será necessário investir em plataformas de anúncio pago, como é o caso do Google Adwords. Com essa solução, assim que as pessoas digitam palavras-chave, como “empresa de manutenção de elevador” ou “reparos de elevadores”, por exemplo, é possível colocar os anúncios do seu negócio em destaque.

Como abrir um negócio estável e lucrativo para Manutenção de Elevadores?

Ainda hoje, o maior problema das empresas de todos os portes é em relação à gestão administrativa e financeira do negócio. Daí vem a importância de você fazer extensas pesquisas de mercado antes de abrir um negócio desses. Portanto, avalie se já não há empresas o suficiente para a Manutenção de Elevadores na região em que você pretende atender e, principalmente, se você possui capital de giro para sustentar o seu negócio, em aspectos financeiros, nos primeiros meses.

O prazo de retorno do investimento para uma empresa de Manutenção de Elevadores é de, no mínimo, seis meses. Dessa forma, até obter o capital inicial, isto é, o dinheiro que foi investido para abrir o negócio, será preciso ter reservas para pagar arcar com algumas despesas: o aluguel do ponto comercial, o salário dos técnicos e engenheiros, as peças que precisarão ser compradas, bem como os equipamentos, as ferramentas e o maquinário utilizado por empresas que trabalham com reparos e manutenções para elevador.

A organização e o planejamento são primordiais para a lucratividade e sucesso da sua empresa no mercado em que ela se propõe atuar. Isso significa que você deve adotar uma estratégia de gestão que permita ter o controle financeiro e, também, informações como situação do caixa e controle de estoque de peças e equipamentos, entre outros. Atuar de forma responsável no setor de Manutenção de Elevadores, afinal, ainda é o melhor jeito de ter um negócio que realmente será lucrativo.

Como evitar prejuízos e desperdício de recursos em uma empresa de Manutenção de Elevador?

Os prejuízos e desperdícios no que se refere às empresas que prestam serviços de Manutenção de Elevador, muitas vezes, têm a ver a gestão e política do negócio. Nesse sentido, vale ressaltar que, além de organizado e planejado em relação à gestão financeira e administrativa, o seu negócio deve adotar uma política de redução de custos, ao mesmo tempo em que trabalha com profissionais certificados e equipamentos de qualidade.

É comum que muitos prefiram investir em equipamentos e máquinas usadas no começo de um negócio como forma de economizar. Porém, se você pensa em fazer isso, tenha a certeza de que será necessário avaliar se essas ferramentas estão em bom estado e se, principalmente, os Equipamentos de Proteção Individual atendem às exigências dos órgãos de fiscalização. Isso porque um acidente com um funcionário, por exemplo, pode causar prejuízos imensos a uma empresa de Manutenção de Elevadores.

Sistema de gestão para empresa de Manutenção de Elevador

O gestor de um negócio de Manutenção de Elevadores é um profissional que precisa lidar com uma série de atividades ao mesmo tempo, haja vista que é o responsável por cuidar das finanças e, ao mesmo tempo, realizar uma série de funções. Verificar o desempenho dos técnicos, checar a quantidade de estoques e correr atrás de certificados para a empresa, além de atender aos clientes. Tudo isso é trabalho do gestor. Por isso mesmo, é primordial contar com um sistema de gestão que permita ter todas essas informações de forma rápida e simples.

Desenvolvido para oferecer qualidade na gestão de empresas, como negócios de Manutenção de Elevador, o eGestor é um programa totalmente online, que dispõe de recursos como Controle Financeiro, Fluxo de Caixa, Controle de Vendas de Produtos e Serviços, Controle de Estoque e muito mais para a sua empresa. Para conferir todas as funcionalidades e benefícios do eGestor ERP Online, basta fazer um teste gratuito através do site e verificar quais são os benefícios do programa para a sua empresa.

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Como montar uma assistência técnica em eletroeletrônicos?

Como montar uma assistência técnica em eletroeletrônicos?

Os aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos são fundamentais no cotidiano do ser humano moderno. Seja na indústria, nas telecomunicações ou no ambiente doméstico. Assim como toda máquina, eles necessitam de cuidados, reparos e serviços de manutenção para funcionarem por um longo período de tempo. Porém, seja pelo mau uso ou por problemas decorrentes da utilização, estes equipamentos também costumam apresentar problemas. E é neste momento que entra a demanda por serviços de assistência técnica em eletroeletrônicos.

Os principais aparelhos domésticos nesta categoria são: geladeira, freezer, ar condicionado, micro-ondas, lava-roupa, secadora, lava-louça, coifa, aquecedores de água não elétricos, aquecedor solar, balança, forno, entre outros. Portanto, os principais clientes de uma assistência são clientes domésticos, mas é possível também atender clientes empresariais – para estes e outros tipos de equipamentos.

Neste artigo, vamos dar dicas e orientações para quem está pensando em abrir um negócio para atuar no ramo de assistência técnica em eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

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Escolhendo a localização ideal

Escolher o ponto comercial onde o empreendimento irá operar é talvez uma das decisões mais importantes na hora de abrir um negócio. Por isso, antes de optar por trabalhar no quintal de casa ou assinar um contrato de compra/locação, é fundamental pesquisar e avaliar as regiões da cidade com maior potencial para o seu serviço de assistência. Afinal, uma boa localização facilita o trabalho comercial e chama a atenção da clientela.

Em primeiro lugar, deve-se fazer um levantamento da área onde pretende-se estabelecer o negócio: se é uma região comercial, residencial, de alta ou baixa densidade populacional, se tem fácil acesso, etc. Em segundo lugar, deve-se pesquisar a concorrência. Fazendo isso, é possível observar quantas assistências técnicas já existem em um raio próximo e se há potencial para o funcionamento de mais uma loja.

O ideal é buscar por locais com alta densidade populacional, de preferência em avenidas com comércio ativo e ao mesmo tempo próximo de residências. Também é importante avaliar o perfil da renda dos moradores da região. Além disso, o local deve ter facilidade de acesso e locomoção. De preferência possuir estacionamento próprio ou com muitas possibilidades de estacionamento na rua. Como os aparelhos são pesados, o ideal é facilitar a vida do cliente e evitar que ele precise carregar os equipamentos por longas distâncias.

Planejamento da estrutura física

De acordo com o SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o imóvel ideal para o funcionamento de uma loja de assistência deve ter 100m², onde seja possível separar os espaços de recepção/atendimento, oficina, depósito, escritório e banheiro.

Também é interessante que exista possibilidade de expansão, conforme o crescimento do negócio. Lembre-se que, quanto maior o espaço físico, mais área para estoque e oficina, e consequentemente, maior pode ser a sua capacidade de atendimento atual e futura.

A recepção e a oficina são o próprio cartão de visitas do empreendimento. Por isso, o local deve ser limpo e organizado, de modo que transmita a impressão de profissionalismo e asseio. A área do balcão de atendimento deve ainda ser pensada de forma mercadológica, ou seja, com o mínimo de planejamento arquitetônico, oferecendo uma área de espera com revistas, água e café, uma boa iluminação e ventilação, layout condizente com as cores e logotipo da empresa, e outras escolhas que valorizam o ambiente.

A área externa também deve ser pensada de forma profissional, com um layout condizente com a empresa, uma fachada que identifique facilmente o negócio, iluminação adequada e estacionamento, se houver, em bom estado de conservação.

Se a princípio estes elementos podem parecer um gasto de luxo, na verdade ele pode ser justamente o diferencial em relação a concorrência, pois os clientes valorizam o bem-estar e o profissionalismo.

Etapas de atendimento

Existem 5 etapas bem definidas no funcionamento e na rotina de uma assistência mecânica de eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

A primeira é a recepção, ou seja, a área de atendimento ao cliente. Nela, é importante poder contar com funcionários bem treinados, com capacidade e/ou talento para lidar com pessoas. Esta primeira etapa é também fundamental para deixar uma boa impressão, tanto no sentido do espaço físico onde a recepção é feita quanto em relação ao atendimento que é oferecido.

A segunda etapa é a do orçamento. É aqui que a sua empresa irá oferecer um preço ao cliente referente ao serviço que precisa ser realizado. Este preço deve ser suficiente para cobrir os custos das peças, da mão-de-obra e, ainda, gerar alguma margem de lucro. Por isso, é fundamental ter bons técnicos para abrir o equipamento com problema e investigar exatamente o que precisa ser feito, no intuito de oferecer o parecer técnico e o orçamento corretamente.

Além do valor, o orçamento deve fornecer também uma previsão de quando o equipamento estará pronto, considerando tanto o tempo de conserto quanto o prazo para entrega de peças encomendadas – caso seja necessário. O orçamento pode ser realizado tanto na loja física como no domicílio do cliente, e enquanto algumas empresas oferecem este serviço gratuitamente, outras cobram uma taxa – que pode ou não ser abatida do valor do conserto caso o cliente decida fechar negócio.

A terceira etapa é a do conserto propriamente, que é realizado na oficina da loja, em local separado da área de recepção e atendimento ao cliente, após a aprovação do orçamento. Este espaço deve ser extremamente organizado e mantido sempre limpo, com um lugar definido para cada coisa, de modo que nenhuma peça ou aparelho seja perdido ou danificado por falta de cuidado.

A quarta etapa é a da entrega do equipamento para o cliente e realização do pagamento pelo serviço. O valor apresentado no orçamento deve ser mantido, salvo em caso de desconto, e jamais deve ser feita cobrança por qualquer peça ou serviço além do que foi aprovado pelo cliente. Nesta etapa, o técnico deve testar o produto na frente do cliente, de modo a comprovar que o conserto foi realizado com sucesso. A empresa também precisa oferecer garantia pelo seu serviço, que pode ser de 1 mês, 3 meses ou até 1 ano, conforme o que foi feito e as peças que foram trocadas.

Por fim, a quinta etapa é a do pós-venda, e aqui reside a maior parte das falhas das empresas. O pós-venda é um fator muito relevante para os clientes na hora de indicar a assistência a terceiros ou voltar quando precisarem novamente de serviços de manutenção. Por isso, os funcionários responsáveis por este setor devem ser extremamente habilidosos no relacionamento com os clientes. Saber conversar de forma educada e segura, e principalmente, ser flexíveis para lidar com clientes insatisfeitos.

O não aparecimento do cliente para buscar um equipamento é um fato corriqueiro nas lojas de assistência técnica para eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Neste caso, como o serviço já foi realizado, é aconselhável tentar contatar o cliente para que leve o seu produto e faça o pagamento. Porém, se após diversas tentativas não for possível contatá-lo, a loja pode revender o equipamento e com o valor obtido cobrir os custos que teve com o conserto.

No entanto, é importante que esta política seja transmitida ao cliente junto com o orçamento, e que seja solicitada a assinatura do mesmo demonstrando estar ciente do procedimento. É comum que se aguarde ao menos 3 meses antes de tomar providências com relação a equipamentos abandonados.

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Ferramentas e equipamentos

Para realizar os serviços de reparo em eletroeletrônicos e eletrodomésticos é necessário ter equipamentos de segurança, como luvas, óculos e sapatos especiais para este tipo de trabalho, além de um ventilador ou exaustor para a área de solda. Também é necessário planejar as bancadas de forma que facilite o trabalho operacional e garanta organização, segurança e asseio.

Já na mesa da oficina, deve-se ter um jogo mínimo de ferramentas e equipamentos, como o osciloscópio, um conjunto de chaves Phillips, alicates (de corte, universal, de prensa, etc.), trena, martelo, furadeira, fonte de alimentação de energia, estação de solda com temperatura variável, multímetro, extensão monofásica e regulador de pressão. Este é o kit básico para trabalhar com eletroeletrônica, e se houver orçamento disponível, pode-se investir em ferramentas ainda mais específicas para cada atividade.

Por fim, a loja também precisa de gestão, portanto, será necessário investir em computadores, internet, software de gestão, impressora, telefone, arquivos, entre outros.

Gestão do negócio

Pouco adianta ter uma boa estrutura física, uma equipe de funcionários treinados e oferecer um serviço de qualidade, se você não for capaz de fazer uma gestão eficiente do negócio, pois uma má administração é capaz de neutralizar todo o esforço. Por isso, é aconselhável que o dono(a) ou os sócios(as) da loja busquem cursos de capacitação para gerenciamento de micro e pequenas empresas, onde poderão aprender sobre recursos humanos, administração financeira, logística, jurídico, entre outras matérias.

Além disso, já existem softwares de gestão, como o eGestor, que facilitam o registro de informações da empresa, como dados financeiros, controle de vendas, emissão de nota fiscal eletrônica, controle de estoque, emissão de relatórios e fluxo de caixa. Com isso, o gestor tem acesso a um panorama amplo do funcionamento do seu negócio, e pode tomar decisões estratégicas mais assertivas, avaliando quais áreas estão com problemas e o que pode ser feito para obter mais eficiência.

Concorrência

Toda cidade tem empreendimentos de assistência técnica em eletroeletrônicos – por menor que seja, sempre há um profissional que realiza manutenção neste segmento. Nos centros urbanos, além de profissionais autônomos que atuam na área, muitas marcas indicam ainda uma assistência técnica autorizada, que é endossada pelo fabricante do eletrodoméstico ou eletroeletrônico.

Neste caso, há clientes que realmente preferem buscar o serviço autorizado. Porém, há uma ampla fatia de mercado que, por insatisfação com experiências anteriores, pelo preço (que costuma ser maior nestas empresas) ou pela demora na realização do serviço, preferem justamente assistências não-autorizadas.

É muito importante fazer um levantamento da demanda para o seu tipo de serviço e avaliar se a parcela de clientela disponível torna o seu empreendimento economicamente viável. Outra dica é analisar os principais concorrentes e buscar o motivo pelo qual os clientes buscam estes serviços, e, a partir dos critérios elencados, definir o seu diferencial e o seu argumento de venda.

Para conquistar o seu lugar no mercado é essencial oferecer diferenciais, como o serviço de qualidade, bom atendimento pré e pós-venda, garantia de serviço, estrutura adequada e localização de fácil acesso.

Divulgação e publicidade: como atrair clientes

A divulgação mais eficiente e mais barata que existe é a satisfação do cliente, que irá retornar quando precisar de novos serviços, e provavelmente também indicará a sua assistência para terceiros. Neste caso, é aconselhável produzir cartões de visita e ímãs de geladeira para entregar a cada cliente na hora do atendimento ou do pagamento. Porém, pode demorar um pouco até estabelecer seu nome no mercado. Enquanto isso, é interessante investir em outras formas de divulgar a sua empresa e atrair novos clientes.

A época da lista telefônica ficou para trás, e qualquer negócio que almeja prosperar deve ter presença digital. Por isso, é importante ter uma homepage na internet ou uma página da empresa no Facebook, que é a rede social com o maior número de usuários ativos no Brasil e no mundo – e é gratuita. Atualmente as pessoas tem o costume de realizar buscas no Google e em outros buscadores sempre que precisam de um serviço de reparo. Por isso, se a sua assistência técnica não estiver na internet, as chances de atrair nova clientela são muito menores.

As opções de mídia tradicional, como anúncios em jornais, revistas, jornais de bairro e rádio devem ser avaliadas na relação custo/benefício, pois costumam demandar um investimento elevado. Já as mídias digitais, como Facebook Ads e o SEO (otimização da sua página em mecanismos de busca online), podem ser gratuitas ou implicar em custos mais modestos.

Outra opção tradicional, mas que costuma apresentar resultados positivos é distribuir flyers, adesivos e ímãs de geladeira no comércio do bairro onde a loja está localizada ou nas residências e prédios da região.

Investimento

O investimento para abrir uma assistência técnica de eletroeletrônicos e eletrodomésticos é muito variável, pois depende de fatores como aluguel do imóvel, custo local da mão-de-obra, tamanho do empreendimento, gasto com equipamentos, decoração e divulgação, entre outros. Porém, de acordo com uma estimativa do SEBRAE, para uma loja de aproximadamente 100m² a expectativa é de um investimento inicial de cerca de R$40 mil, considerando a reforma na estrutura física, a compra de materiais para a oficina e para o escritório, e ainda contando com um capital de giro de R$5 mil.

Se a loja pretende realizar atendimento em domicílios, é necessário somar a este valor o custo de aquisição e manutenção de um automóvel, ou ainda o de aluguel – que pode ser uma boa opção no começo, para reduzir o investimento inicial. Ainda devem ser adicionados aos custos iniciais as despesas para a criação da empresa, como gastos em cartório, contratação de contador, pagamento de taxas para formalização do empreendimento e pagamento de tributos e impostos.

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10 passos para implementar um plano de cargos e salários em uma pequena empresa

10 passos para implementar um plano de cargos e salários em uma pequena empresa

Independentemente do tamanho da empresa, certas práticas são essenciais para motivar os colaboradores, levando-os a vestir a camisa do negócio a fim de ter seus resultados melhorados. Neste contexto, o plano de cargos e salários é sem dúvida uma incrível ferramenta a ser utilizada pelo departamento de recursos humanos.

Além de estabelecer critérios de promoção, sendo este de modo bastante claro e que demonstre o não favoritismo nas escolhas, tal prática permite ao funcionário saber até onde ele pode chegar dentro da empresa. O que o desperta um sentimento de que “se ele se empenhar, poderá ser promovido”.

Interessado em investir na criação de um plano de cargos e salários para o seu negócio? Será que compensa em organizações pequenas e com poucos funcionários? Como começar este planejamento do zero? Veja neste artigo todas essas respostas e obtenha o passo a passo completo de como criar este plano para melhorar os resultados da empresa!

O que é o plano de cargos e salários?

O plano de cargos e salários é o documento, ou norma, que determina o funcionamento de cada função, suas tarefas, respectivos proventos e possibilidades de crescimento. Um exemplo prático e bastante compreensível de como o plano de cargos e salários é utilizado é ao compará-lo com um esquema tático de um time de futebol. A equipe, composta por 11 profissionais, é segmentada para que o resultado, ou seja, a vitória seja conquistada.

Quem joga na defesa dificilmente atuará no ataque sendo o inverso verdadeiro também. Os reservas, por sua vez, além de saberem bem as suas funções, como os que estão no campo, sabem exatamente em que momento ou situação atuarão na partida. Na empresa, de modo semelhante, este plano demonstra em detalhes quando, como e porque cada colaborador trabalhará em determinada função até ter a sua oportunidade de crescimento.

Para que serve e qual a sua importância?

Ainda seguindo o exemplo anterior, imagine um time sem qualquer esquema tático, em que todos queiram fazer o gol, ninguém queira ficar no gol e assim por diante. Confusa a cena, não é mesmo? Pois bem, sem a organização de um plano estratégico é justamente isso que acontece.

Dentro da empresa não é nenhum pouco diferente. Se cada colaborador não estiver consciente do seu trabalho, poderá intervir em outras áreas gerando eventuais problemas para o negócio como um todo.

Além disso, o plano de cargos e salários também tem essencial importância na demonstração de como cada profissional pode crescer. Se hoje determinada pessoa é auxiliar, quais requisitos deverá cumprir para ser promovida a assistente? O plano de cargos e salários deve ter sempre essa resposta!

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Quais os objetivos do plano de cargos e salários?

Veja a seguir quais são os 3 mais comuns e recorrentes objetivos no momento em que o departamento de recursos humanos decide criar este plano:

Manter o equilíbrio organizacional

Através do plano de cargos e salários é possível minimizar situações em que aparentemente existe favoritismo entre os diferentes profissionais;

Expectativa de crescimento para o profissional

Ao entrar na empresa o colaborador já sabe exatamente até que posto poderá chegar, qual o caminho a ser percorrido e a expectativa de salário para cada uma das funções; 

Definir claramente o funcionamento de cada tarefa

Cada cargo e função é completamente destrinchado neste plano a fim de que ninguém tenha dúvida de quais são as competências e atribuições de cada profissional dentro do ambiente empresarial.

Passo a passo para implantar um plano de cargos e salários

Veja agora o passo a passo de como criar, do zero, o plano de cargos e salários para a sua empresa independente de seu tamanho e número de funcionários.

1. Organização e planejamento do trabalho

Na fase inicial da criação do plano de cargos é preciso considerar informações genéricas acerca da empresa como atuais práticas de salários, políticas de promoção e reconhecimento profissional e assim por diante.

Antes de simplesmente iniciar a criação do plano, pode ser necessário fazer uma transição entre os modelos antigos e atuais, por isso neste primeiro passo é essencial organizar e planejar.

Também é importante para o gestor do plano verificar o comprometimento e engajamento dos demais chefes e líderes ao projeto.

2. Levantamento de cada uma das atribuições

O primeiro passo para começar, de fato, com a construção do plano de cargos e salários, é o momento em que são elencados todos os cargos e funções existentes dentro do negócio. A fim de que absolutamente nada fique de fora.

Aqui é possível utilizar da observação, entrevistas e questionários com os colaboradores para definir quais são as diferentes áreas e departamentos.

Tratando-se de uma empresa pequena, ou até mesmo familiar, é possível que essa etapa seja rapidamente concluída.

3. Descrição minuciosa dos cargos e funções

Você já sabe que a empresa tem, por exemplo, 6 cargos: Gerente, coordenador, caixa, assistente de produção, estoquista e servente. Agora é o momento de definir, com o máximo de exatidão, o que cada um desses cargos tem como atribuição ao longo de uma rotina comum de trabalho.

Para obter êxito neste passo é imprescindível questionar os colaboradores atuais, pois eles melhor do que ninguém, sabem exatamente o que devem fazer e como fazer para manter o equilibro da empresa.
Procure desenvolver perguntas que, em suas respostas, torne-se evidente o que cada cargo faz, como faz e para que faz. Também determine quais são as competências, habilidades e atitudes esperadas pelos profissionais de cada um desses grupos.

4. Avaliação e classificação

Qual cargo é mais importante que o outro? Quais se equivalem? Nesta etapa é preciso trabalhar com tais determinações.

Sua empresa pode optar, por exemplo, pelos modelos que avaliam e classificam tal importância segundo os contracheques que são mensalmente pagos. Apesar de ser o método mais comum, ele não é o único.
Essa classificação também pode ser hierarquizada ao se trabalhar com a questão “quem responde a quem” dentro da empresa.

5. Pesquisa salarial

Hora em que os donos fecham a cara, é chegado o momento de avaliar se os salários pagos aos funcionários estão dentro das médias salariais do mercado local. Seja sincero nesta avaliação e responda: Seu funcionário está recebendo um salário justo?

Traçar políticas salariais justas e compatíveis com o ambiente externo possibilita que menos profissionais abandonem a empresa em busca de melhores oportunidades com seus concorrentes.
Inclusive, vale destacar que é realmente importante comparar essas médias com os concorrentes diretos. Em um shopping, por exemplo, um funcionário pode ser facilmente convencido a ir trabalhar na loja da frente se lá o pagamento for melhor.

6. Constituição da estrutura salarial

Depois de ter elencado todos os cargos e funções da empresa e ter feito uma minuciosa pesquisa sobre as médias salariais destes postos, é hora de confrontar resultados e avaliar quis são as oportunidades de melhorias.

Não quer dizer que você tenha que igualar todos os salários ou oferecer valores superiores aos de seus concorrentes, mas vale a pena investir em alguns benefícios, quem sabe, para compensar as disparidades.

Dentro do plano de cargos e salários é possível, ainda criar uma progressividade. Ou seja, a pessoa entra ganhando menos do que nos demais lugares, mas com prazos definidos para ter seu salário aumentado.

7. Cálculos relacionados a cargos e salários

Considere transpassar este passo junto com o profissional responsável pelo financeiro do negócio. Há como melhorar a folha de pagamento ou ela já está em cima do limite?

É importante ressaltar que um salário de R$ 2 mil reais pago a um funcionário representa muito mais que isso para a empresa.

Portanto, ao estabelecer os valores que serão pagos aos diferentes cargos consulte o financeiro sobre tal viabilidade e determine esta relação que, resumidamente falando é muito simples: Cada promoção deve significar um acréscimo financeiro no holerite.

8. Criação da política do plano

O plano de cargos deve ser mantido em arquivo, tanto digital quanto físico, se necessário, e deve ter todos os detalhes da função além, é claro, de determinar quais são as iniciativas necessárias para passar ao próximo cargo, superior direto.

Por exemplo, se uma pessoa encontra-se na função de coordenador de área de um supermercado, poderá interessar-se em tornar-se um coordenador geral, seu cargo superior direito, certo?
Para tanto, pode ser critério para a empresa que este profissional esteja há pelo menos 2 anos na atual função para começar a ser cogitado para o novo cargo.

9. Transcrição visual

Já nos passos finais desta criação, nesta etapa é importante transcrever todos os passos anteriores de modo claro e conciso.

Capriche no visual para que todos os colaboradores possam entender perfeitamente como o plano de cargos e salários funciona.

10. Divulgação do plano de cargos e salários

E divulgue! Todos os colaboradores devem saber da existência do plano de cargos e salários e ter acesso a este documento.

Para aqueles que estão chegando, ou seja, nos processos de contratação, este material já deve ser apresentado a fim de que o profissional tire suas dúvidas e aceite o posto consciente do ritmo de crescimento da empresa.

Viu como é simples implantar uma política de cargos e salários dentro da empresa? Quanto menor ela for, mais rápido será o processo, por isso, não perca tempo e invista já neste recurso.

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Como montar uma loja de artigos para pesca

Como montar uma loja de artigos para pesca

No Brasil a atividade da pesca é cada vez mais praticada. O país possui uma costa marítima de 8.500 km e mais 15 mil km de rios navegáveis que são ideais para a pesca amadora. São mais de seis mil espécies de peixes que proporcionam o desenvolvimento da pescaria.

A pesca não é realizada apenas como caça, mas muitos utilizam elas como esporte, para recreação ou hobby. Por isso, montar uma loja específica para essa atividade por ser extremamente rentável. O estabelecimento pode oferecer varas, iscas, molinetes, coletes, anzóis, linhas, bolsas, lanternas, bolsas térmicas e demais centenas de produtos que podem contribuir na atividade da pesca.

Pode-se começar vendendo esses artigos básicos e depois aumentá-lo com a venda de motores, artigos de camping, mergulho, náutica, barcos e demais outros produtos que contribuem com a atividade. Além de chamarem a atenção de uma grande massa de pessoas que levam a pesca amadora como um hobby. Se você é um amante da pescaria, quer investir em um novo negócio, nós vamos te ajudar a criar uma loja de artigos para pesca.

O que devo saber antes de abrir uma loja de artigos para pesca

Para começar esse tipo de negócio você precisa verificar se a sua cidade possui rios, clubes ou praias que oferecem esse tipo de atividade e qual é a demanda de pessoas que praticam esse tipo de atividade. Analise também se você possui uma concorrência. Caso haja, veja quais são os pontos fracos da concorrência para que você possa oferecer um diferencial aos seus clientes.

O espaço escolhido deve ser amplo para oferecer uma maior exposição dos produtos. Uma loja desse ramo deve possuir vitrines, araras, gôndolas, balcões de vitrines, móveis e materiais de escritório, armários e demais outros produtos como telefone, computador, entre outros. Depois disso, faça a compra dos materiais e produtos que estão à venda, procure sempre negociar com os fornecedores. Lembre-se de fazer um orçamento de investimento de todos os gastos que irá possuir para abrir a loja.

Importante ressaltar que muitos clientes buscam por produtos de qualidade que podem realmente ajudar a pescar e pegar ao menos um peixe, por isso, não se esqueça de oferecer uma diversidade de marcas e produtos como os anzóis, linhas finas, redes ou varas, iscas e demais artigos que podem complementar a pescaria.

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Conhecimento dos produtos

Além disso, é preciso que você tenha um conhecimento mínimo sobre a atividade da pescaria. Muitas pessoas que vão comprar os artigos não possuem conhecimento sobre a prática e podem tirar dúvidas sobre quais são os melhores acessórios necessários pra realizar uma boa pescaria.

Ajude o cliente e ofereça produtos que podem diferenciá-los na hora de praticar o esporte. Você pode, por exemplo, ensinar o cliente a utilizar determinado produto que ele não tem conhecimento de como manusear. Lembre-se de sempre atender bem os clientes e oferecê-los o diferencial. Com a clientela cada vez mais exigente é preciso oferecer serviços de qualidade e que os agradem e certifiquem a compra.

Caso precise contratar pessoal para ajudar no atendimento da loja, preocupe-se em certificar que o funcionário possui algum conhecimento sobre pesca e receba bem os clientes. Isso pode fazer todo o diferencial na hora da compra.

Quais são as questões burocráticas para abrir o negócio

Todo estabelecimento deve estar cadastrado junto ao alvará de licenciamento da prefeitura onde está instalado. Lembre-se de estar devidamente legalizado. Mesmo que o seu investimento seja pequeno, cadastra-se como microempreendedor pode trazer diversos benefícios.

Não se esqueça também de realizar uma publicidade da sua loja de artigos para pesca. Hoje há diversas alternativas de chamar a atenção do público sem gastar muito. Se você quer que seu estabelecimento seja reconhecido, necessita de uma propaganda.

É muito importante colocar a precificação dos produtos. Realize os cálculos sobre o valor líquido do produto, taxas de imposto e demais tarifas. Lembre-se de fazer um preço justo para atrair clientela. Assim, conseguirá atingir o sucesso da sua empresa e expandir o negócio. Mas para obter boas vendas dos produtos necessita fazer uma boa gestão administrativa.

Como devo administrar o meu comércio

Todo o negócio precisa de um departamento administrativo para equilibrar as suas contas, principalmente lojas comerciais. Por isso, se deseja abrir uma loja de artigos para pesca é preciso pensar em como fazer uma gestão administrativa das atividades rotineiras.

Lembre-se de sempre calcular o fluxo de caixa diariamente. É preciso ter esse controle de vendas e produtos para saber o quanto saiu e entrou dinheiro na sua conta, pois caso não realize essas atividades, no cálculo final das contas pode haver uma divergência e descontrole da situação financeira.

Além disso, é preciso emitir nota fiscal para os consumidores, lembre-se que sonegação é considerado um crime pela legislação. Muitas vezes é também preciso fazer um controle financeiro de todo o dinheiro movimentado pela empresa para avaliar os lucros ou prejuízos durante um determinado período.

Lembre-se também que é necessário ter um controle estoque, ter um estoque muito grande de produtos pode ser grande para sua empresa, pois pode demorar para vender e recuperar o capital investido.

Conclusão

Portanto, abrir um negócio de artigo de pescas pode se tornar altamente rentável, devido a atividade de pesca ser cada vez mais frequente, seja como lazer, seja como caça. Mas para obter sucesso no negócio, é imprescindível fazer uma boa análise de concorrência, ter uma equipe com bom conhecimento sobre o funcionamento e manuseamento dos artigos, e fazer uma boa gestão financeira, com um frequente controle do fluxo de caixa e de estoque.

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Além disso, o preço do software é bem acessível e cabe no seu bolso e planejamento mensal. É um sistema ágil e simples que com certeza vai ajudar você a suprir a todas as suas atividades administrativas. Teste gratuitamente e veja como ele pode ser benéfico para sua empresa.