Existem dois períodos distintos tratando-se de assistir programas, filmes, novelas e séries. O primeiro deles é antigo e bastante convencional, conhecido de toda a população mundial. O segundo, por sua vez, é revolucionário e tem caído nas graças de toda a sociedade ao longo dos últimos anos.
“E o que divide estes períodos, afinal de contas?” você pode estar se perguntando. A resposta é bem simples e com certeza você já conhece: NETFLIX! É possível afirmar que o mundo mudou com a Netflix. Afinal, após tal criação milhares de usuários são atraídos para frente de diferentes telas!
Possibilitando ao telespectador assistir o que quiser, de onde estiver, quando quiser e de qual dispositivo estiver fazendo uso. A Netflix é uma das melhores invenções da humanidade segundo a maior parte de seus usuários. Usuários esses que mantém ritmos distintos de vida e trabalho e que mesmo assim conseguem acompanhar seus programas favoritos.
E quem será que está por trás dessa que é uma grande revolução nos meios de comunicação e que tem impactado diretamente ao meio televisivo? Quem são os empreendedores ligados a uma das ditas criações do século a quem todos querem destinar os seus mais sinceros agradecimentos?
O projeto Netflix
Reed Hastings com certeza é um dos grandes nomes por trás da empresa que mudou o jeito da população ver televisão! Fundador e também atual CEO da Netflix, o americano nascido em outubro de 1960. Ele é a mente que originou um dos projetos mais bem aceitos pelo Planeta nas últimas décadas.
Junto a Marc Randolph, seu sócio e co criador da empresa, Reed Hastings lançou em 1997 uma Netflix diferente daquele que hoje é conhecida pela população. Na época, a oportunidade de iniciar o negócio surgiu graças a ideia de oferecer o aluguel de filmes através do correio, sendo que o cliente pagava pelo serviço um valor fixo mensal.
O boom da ideia empreendedora nasceu frente a uma situação cômica e bastante comum para muitos da era da videolocadora.
Hastings havia perdido uma fita cassete e já estava acumulando uma dívida de $ 40 dólares devido ao atraso na devolução do filme. Sem querer contar a sua esposa sobre o ocorrido, o empreendedor começou a pensar em como tal situação poderia facilmente ser evitada se outro formato de serviço fosse posto em uso.
O início
Localizada na Califórnia, assim nascia a sede de uma empresa que viria a ser muito impactante e revolucionária, a Netflix! As bases para que o negócio começasse a andar era o fato de não existirem multas ou uma data determinada para vencimento da locação, uma vez que o usuário pagaria por mês e poderia ficar todo este tempo com apenas um filme.
Vale destacar que Marc Randolph, após muito contribuir com a criação e com as primeiras grandes expansões da Netflix, tendo sido o seu primeiro CEO, saiu do negócio em 2004. Após ter saído da empresa, o empreendedor se lançou a outros projetos tais como o de ser mentor da Middcore e conselheiro da Looker Data Sciences, ambas empresas importantes dentro dos seus respectivos segmentos.
Para Reed Hastings e Marc Randolph a Netflix era mais do que uma simples empresa. Era, na verdade, um grande ensaio de teorias sobre cultura e crescimento empresarial. Graças a isso é comum que se comente o quanto as ideias inovadoras desses empreendedores fizeram toda a diferença tornando a empresa um renome mundial.
Entre as práticas mais comuns dentro do contexto interno da Netflix vale destacar os salários comumente pagos em piso superior ao da categoria. Aliás, dentro da Netflix quem escolhe como receber seu pagamento é o funcionário. Lhe são dadas as opções de ser em dinheiro ou em ações da organização. Essa é uma das práticas que ajuda a manter os funcionários mais empenhados e dedicados a fazer a empresa crescer.
Para concluir o jeito inovador com que a Netflix trata seus funcionários é possível destacar a liberdade de cada um gerir o seu horário, desta forma eliminando-se muito mais casos de assiduidade por doenças e até mesmo por férias. Tudo é organizado de modo a não prejudicar a nenhuma das partes, que é o mais importante.
A mente empreendedora de Hastings e seu alto compromisso com a gestão da Netflix levaram a criação de um documento em Power Point com todas as normas da cultura interna da empresa apontadas e explicadas a cada novo colaborador contratado. Este manual foi vinculado a internet em 2009 e já foi visto por mais de 10 milhões de pessoas que entendem que o CEO da empresa realmente sabe o que fala tratando-se de levar uma empresa ao crescimento.
Postura frente às quedas de setembro de 2011
Porém, não só de excelentes quadros positivos se faz toda a história da gigante Netflix. Em setembro de 2011 a empresa viveu uma drástica crise. Nela, muitos acionistas questionavam se não seria o momento de Reed Hastings sair de cena e entregar o cargo de CEO a outro.
Basicamente, a polêmica tratava do aumento do valor dos serviços da Netflix. A porcentagem que para alguns chegou a ser de 60% assustou e levou muitos usuários a cancelar suas assinaturas. Assim, o ritmo de crescimento do negócio simplesmente despencou. Passados menos de dois meses da alteração que derrubou o valor das ações da Netflix, a intervenção veio através de um novo formato em que os serviços da empresa foram divididos a fim que ninguém pagasse mais caro pelo serviço, mas apenas o realmente justo.
Depois dessa ação extremamente rápida e estratégica, a Netflix aumentou ainda mais o seu ritmo de crescimento e ganhou o mundo.
A reformulação bilionária de Hastings
Esse episódio de 2011 marcou e concretizou de vez o nome de Hastings como um dos empreendedores e empresários mais destacáveis dos últimos anos. Formular um negócio não é algo simples, porém reformular uma organização que vale milhões, correndo o risco de atingir ao bolso de muitos investidores de uma só vez, é pura ousadia!
Mas, ao desbravar um pouquinho mais a vida de Reed Hastings é perceptível que fugir do comum sempre foi a sua primeira opção. Por exemplo: quando ainda era bastante novo, em torno de 20 anos, o renomado CEO que o mundo hoje conhece pediu licença ao serviço naval, que estava servindo, para se dedicar a um programa de promoção da cultura norte-americana. O Peace Corps.
Por fazer parte deste projeto, Hastings ministrou aulas de matemática por 2 anos em uma cidade africana. Segundo ele, em várias entrevistas, tal experiência de vida foi a principal precursora do pensamento empreendedor de que hoje ele faz uso a pleno vapor. Formado em Ciências da Computação e líder nato, sob os olhares de Reed Hastings, com certeza a Netflix ainda tem muito a crescer e isso, é claro, satisfaz a todos os seus usuários.
Abrir uma escola de idiomas pode ser extremamente benéfico para um empreendedor nos dias atuais, visto que o efeito da globalização tem ganhado espaço e demanda que as pessoas tenham aptidão em diversos idiomas para poder garantir um bom emprego.
O inglês, por exemplo, é uma das línguas essenciais para se saber. Segundo dados, apenas 5% dos brasileiros dominam o idioma. Desses, 36% possuem fluência na fala e escrita. Essas informações demonstram que pode haver uma demanda de público para o seu negócio, já que muitas pessoas têm procurado cada vez mais aperfeiçoar o seu currículo.
Se você possui domínio nas línguas de inglês ou espanhol, abrir uma escola de idiomas pode ser uma excelente alternativa para os seus rendimentos.
Qual o custo para abrir uma escola de idiomas
O investimento pode variar dependendo da estrutura de escola que você deseja abrir. Os valores para abrir uma escola de idiomas pequena giram em torno de R$ 25 e R$ 30 mil. Esses valores englobam a organização interna, colaboradores, divulgação e o processo de abertura.
Não é preciso de muito dinheiro investido inicialmente, você pode abrir uma escola de pequena estrutura primeiramente e depois aumentar o seu negócio de acordo com o sucesso do investimento.
Quanto lucra uma escola de idiomas
Uma escola de idiomas lucra em torno de 28% sobre o seu faturamento. Considerando que o faturamento médio de uma escola de inglês pequena seja de cerca de R$ 30 mil, o lucro de uma escola de idiomas pequena gira em torno de R$ 9 mil.
Entretanto, se considerarmos uma franquia, os valores são diferentes. O retorno sobre o investimento em uma franquia de escola de idiomas pode levar de 12 até 48 meses, em alguns casos. E a margem de lucro gira em torno de 25%.
Quanto ganha o dono da escola de idiomas
O valor que o dono da escola de idiomas ganha depende de algumas características da mesma. Por exemplo, se a escola for uma sociedade, os valores de pró-labore especificados dependem do que for acordado e das funções de cada sócio.
Entretanto, o valor médio de lucro de uma escola de idiomas pequena é de cerca de R$ 9 mil, considerando uma margem de lucro de 25% e um faturamento de R$ 36 mil.
Franquia de escola de idiomas
Uma das opções para abrir uma escola de idiomas é optar por uma franquia. Dessa forma, o proprietário faz a compra da licença e tem todo um amparo, legal e institucional da marca.
Caso tenha preferência em adquirir uma franquia, as taxas variam de acordo com cada escola. Se preferir abrir a escola de maneira individual, deve ter ciência dos investimentos de instalações e funcionários.
Planejamento
Dicas para abrir uma escola de idiomas
Para abrir uma escola de idiomas a primeira decisão é se a mesma será própria ou uma franquia. Se optar por franquia, o proprietário é responsável por administrar o negócio; enquanto se for uma escola própria, é preciso montar tudo, desde o currículo das aulas, a contratação dos professores, e a abertura.
Aqui, vamos ensinar a abrir uma escola de idiomas própria.
Entenda o mercado
A chave fundamental ao iniciar esse tipo de negócio é escolher bem onde pretende iniciar. Deve-se analisar bem a concorrência e saber quais são as vantagens que ela oferece aos seus alunos, condições de pagamento, materiais utilizados, professores capacitados, por exemplo.
Exigências legais
Dependendo da proporção da empresa que você pretende abrir, pode formalizar o seu negócio ao se cadastrar como Microempreendedor Individual ou Pequeno Empresário junto ao governo federal para obter algumas vantagens e facilidades para progredir com o seu negócio. Além disso, quando tiver todas as ideias prontas, não se esqueça de solicitar o alvará de funcionamento junto a sua prefeitura, para que possa ter o seu empreendimento dentro das conformidades legais.
Documentação necessária
Os documentos necessários para abrir uma escola de idiomas são:
CNPJ
RG e CPF
IRPF
Comprovante de residência
Alvará de funcionamento
Registo na Junta Comercial
Outros documentos podem ser solicitados para abrir uma escola. Esses serão indicados pelos órgãos responsáveis.
Localização
Você pode evitar abrir uma escola de idiomas perto de outras escolas. Portanto, tente abrir em locais onde há falta de demanda de escolas que oferecem esse tipo de ensino.
Além da localização em relação às concorrentes, é importante escolher um lugar para abrir uma escola de idiomas que tenha estrutura. Ou seja, ela precisa ter espaço para estacionar, espaço para salas de aulas e não pode estar muito afastada, a menos que esse seja seu diferencial.
Estrutura da escola
É importante que o local de instalação da escola seja muito bem pensado. Escolher uma casa para servir como sala de aulas pode ser uma boa opção. As salas de aulas devem estar equipadas com o que o aluno precisa, como lousas e carteiras estruturadas. Assim, se garante que o aluno se sinta confortável no local.
Você também precisa de área de recepção, carteiras e cadeiras, linhas de telefone e internet e dicionários, por exemplo.
Escola de idiomas online
Outra opção é montar sua escola de idiomas online. Escolher este tipo de empresa tem suas vantagens e desvantagens.
A principal vantagem é que você pode fazer tudo de casa. Ou seja, não há necessidade de estrutura física, uma vez que as aulas são online. Além disso, também se pode atender alunos de vários lugares. Outra vantagem é para quem não tem tempo para se deslocar até o local da escola.
As desvantagens são que não há tanta interação entre os alunos e até com os professores, que é algo que poderia melhorar o aprendizado. Além disso, para estudar em casa é preciso foco, porque as distrações são maiores.
Recrutamento de profissionais
A contratação de professores é fundamental e deve ter muita cautela na escolha, porque muitos alunos escolhem a escola pelo professor. O professor precisa ser didático e gerar empatia aos alunos, além, é claro, de possuir uma fluência no idioma que ensinará.
Se você tem dominância na língua, é importante fiscalizar as aulas e metodologias dos professores. Caso não obtenha a fluência, pode procurar por professores e profissionais de Educação e Letras para cuidar dessa avaliação.
É preciso também ser convincente a aplicar o método ao aluno. Caso isso fique em cargo das secretarias, é preciso treiná-las para oferecer um bom atendimento e explicar passo a passo como funciona a metodologia na sua escola.
Lembre-se que a recepção é a porta de entrada para qualquer negócio, não apenas no sentido literal. Por isso, a montagem da equipe estruturada e adequada fará toda a diferença para o desenvolvimento dos negócios do seu empreendimento.
Currículo escolar
Além disso, é preciso desenvolver métodos de aprendizado que sejam didáticos. O aluno escolherá a sua escola de idiomas se ela oferecer uma metodologia que faça com que ele realmente aprenda a falar e adquirir as habilidades que necessita para ter um diferencial no mercado de trabalho. Para alcançar esse objetivo, a elaboração de um modelo de plano de aula bem estruturado é fundamental.
O fundamental é possuir uma escola onde os alunos aprendam e se sintam satisfeitos com o ensino. Pois, quanto mais alunos avaliam positivamente o trabalho realizado, mais a sua escola será reconhecida no mercado e, por consequência, atrai mais alunos. Por isso, é importante ter criatividade na metodologia e escolher bem o material que será utilizado.
É essencial que os horários das aulas para os alunos sejam flexíveis. Como, por exemplo, duas aulas por semana ou duas horas-aula seguidas. Muitos alunos possuem horários de trabalho carregados, por isso, é importante oferecer aulas no período noturno ou aos sábados.
Gestão financeira
Controlar as finanças é crucial para o desenvolvimento da sua empresa, independente qual seja o negócio, não é mesmo? Pode até parecer complicado, mas o eGestor é um software simples que te ajudará a controlar a sua micro e pequena empresa. É um programa totalmente on-line, fácil e acessível.
Com ele, você poderá fazer o fluxo de caixa, controle financeiro, controle de estoque, emissão de relatórios, controle de vendas de serviços e produtos e emitir nota fiscal eletrônica. Se você pretender abrir a escola de idiomas, teste gratuitamente nosso software. Você verá como ele pode ser essencial para o controle administrativo da sua empresa
Sonho de tantos estudantes de medicina veterinária, abrir sua própria clínica veterinária é um ótimo investimento. Se considerarmos que o mercado pet vem crescendo ano a ano, ainda há vários nichos a serem melhor explorados no setor.
Contudo, para garantir resultados lucrativos, não basta ser um ótimo veterinário. É preciso pesquisar e analisar o mercado, estar sempre atento às novidades da área e planejar muito, como um verdadeiro empreendedor.
Planejamento da clínica veterinária
O profissional deve ter ciência de qual é o seu perfil dentro da área, para definir o tipo de clínica em relação às suas habilidades enquanto veterinário. A clínica geral é a opção mais difundida, mas há também quem prefira dedicar seu novo negócio a especialidades. Essas especialidades podem ser odontologia, cardiologia, oncologia e dermatologia, por exemplo. Também é preciso definir se o novo negócio será uma clínica, consultório ou um hospital veterinário. Isso porque, se tratam de empresas com funções diferentes que exigem registros distintos um do outro.
O empreendedor que pretende abrir uma clínica veterinária precisa estar bem informado quanto às particularidades deste mercado. Assim, ele deve analisar também como funcionam seus concorrentes e ter sempre em mente formas de atrair mais clientes, além de fidelizar os já conquistados. Para isso, é necessário se dedicar bastante à fase do planejamento.
Esse planejamento pode começar com o estudo da concorrência. Depois de definido o tipo de clínica veterinária que deseja abrir, o responsável deve identificar outros negócios que forneçam serviços iguais ou parecidos com o que oferecerá.
O empreendedor também precisa se atentar à localização dessas clínicas, além de analisar a variedade e como os serviços são disponibilizados. Assim, é possível identificar quais regiões da cidade têm mais carência de uma nova clínica veterinária.
Dessa forma, ele conseguirá abrir sem concorrer tão diretamente com outro estabelecimento já existente há mais tempo na mesma localidade. No entanto, se optar por essa localização, o empreendedor poderá atrair a clientela com a oferta de diferenciais agregados ao atendimento veterinário.
Pet shop + clínica veterinária
Uma boa opção para quem está começando é associar sua nova clínica a um pet shop. Esse é outro mercado em constante ascensão, uma vez que quem cria animais domésticos precisa sempre se abastecer de itens como ração, remédios, granulados e tapetes higiênicos. É por isso que vemos tantos veterinários atendendo em clínicas dentro de lojas de produtos para pets.
Trâmites legais
Já quanto às questões legais, é preciso saber que as clínicas veterinárias precisam estar de acordo com a legislação. Com isso, ela consegue o registro de funcionamento, e também a possibilidade de comercializar produtos de pet shop no mesmo local. O órgão responsável pela regulamentação de empresas de medicina veterinária é o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). O profissional garante que o empreendedor siga todas as regras para evitar o risco de problemas futuros. Você pode conferir essa legislação no Decreto Estadual 40.400/95, bem como nas resoluções 680/200 e 670/200 do CRMV.
Clínica veterinária pode ser MEI?
Não, uma clínica veterinária de CNAE 7500-1/00 – Atividades veterinárias, não pode ser MEI.
Por falar em clientela, conhecer seu público-alvo também é parte essencial do planejamento.
Para isso, é necessário realizar uma pesquisa para entender quais são as principais necessidades dos tutores de pets. A pesquisa deve identificar também as carências dos tutores de pets, bem como o poder aquisitivo deles, para determinar os preços que serão praticados no negócio.
Localização da clínica veterinária
Analisar a concorrência não é suficiente para definir a região onde sua nova clínica veterinária será instalada. Também é essencial estudar fatores como a facilidade de acesso àquele endereço ou se ele é próximo de lugares onde há uma grande circulação de pessoas. Ainda, levando em consideração os custos imobiliários e se existem estacionamentos na região.
Estrutura da clínica
As clínicas podem funcionar de jeitos diferentes entre si, mas algumas áreas de sua estrutura são requisitos básicos para qualquer um desses empreendimentos. Para garantir segurança, conforto e qualidade, a clínica veterinária precisa contar com uma recepção e sala de espera. Também é preciso contar com uma geladeira, para a armazenagem de vacinas e demais produtos biológicos. Também devem contar com uma unidade de conservação de tecidos e de corpos de animais que venham a falecer.
Já para os que desejam oferecer uma maior gama de serviços, também é importante estruturar uma sala de cirurgia e espaço para acomodação de animais em recuperação pós-operatório. Além disso, também é importante ter uma sala de antissepsia e paramentação e sala de lavagem e esterilização de materiais.
A sala cirúrgica precisa contar com uma mesa impermeável, equipamentos para anestesia, ventilação, equipamentos para oximetria, eletrocardiograma e medição de pressão arterial, iluminação adequada, aspirador cirúrgico, sistema de oxigênio e sistema de aquecimento. Já para internações, o empreendedor precisará ainda estruturar acomodações individuais fáceis de limpar para cães e gatos, separando um espaço para casos que exijam o isolamento do animal.
Divulgação
Tudo começa na fachada do estabelecimento, que precisa seguir as normas locais ao mesmo tempo em que atrai a atenção dos possíveis clientes que por ali estiverem passando. Ao definir questões como identidade visual e linguagem da comunicação, quem está montando uma clínica veterinária precisa também se divulgar. Isso significa investir em mídias de publicidade, tanto as tradicionais quanto as novas mídias que chegaram com o advento das redes sociais.
Apesar da indicação ainda ser muito praticada, a internet hoje em dia dá oportunidades de divulgação eficientes. A indicação segue sendo importante, já que, com tanta oferta no mercado, a escolha acaba vindo de acordo com indicação de amigos
Além de divulgar seu novo negócio em redes sociais, a web também permite um atendimento mais ágil para sanar as dúvidas da clientela, se tornando um meio indispensável para fazer seu negócio dar certo.
Custos
Mas e quanto custa tudo isso? O empreendedor precisa ter uma previsão baseada em dados reais para saber qual será o gasto mínimo mensal com locação, contas básicas (como água, energia e internet), remuneração de pessoal, estoque de matérias primas e equipamentos descartáveis, materiais de limpeza, além de gastos contábeis.
Também é vital que se coloquem no papel os custos com pessoal, desde recepcionistas e secretárias, passando por estagiários e assistentes, chegando aos veterinários e cirurgiões que serão contratados.
Para controlar as finanças da clínica veterinária, o veterinário pode contar com softwares de gestão de negócios que facilitam (e muito!) a vida do empreendedor. Um deles é o eGestor, cujo foco está nas micro e pequenas empresas. Totalmente online, o programa não exige instalação em seu computador, funcionando pelo navegador e em qualquer sistema operacional em desktops ou dispositivos móveis. Com ele, o empresário consegue administrar seu fluxo de caixa, controle de vendas e controle de estoque, além de emitir notas fiscais eletrônicas e relatórios.
A atividade da piscicultura pode ser uma alternativa para aqueles que possuem terras e precisam criar novas formas de investimento para garantir um novo rendimento. A criação de peixes é uma atividade milenar que começou no Egito Antigo por volta de 1700 a.C.
O trabalho de criar e multiplicar peixes é uma das atividades da aquicultura que cria peixes em tanques e demais lugares. Pode haver o cultivo tanto de peixes marinhos, como camarões, assim como os de água doce como tilápias e pacus.
O ramo cresce cada vez mais no Brasil e no mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, a demanda por pescado cresce em ritmo acelerado e faz com que algumas espécies estejam em falta das atividades de pesca nos grandes mares e rios.
Por isso, a atividade da piscicultura tem sido uma das alternativas encontradas para atender essa demanda. A organização estima que daqui alguns anos a única forma de alimentação de pescados será realizada apenas pela piscicultura. Sendo assim, é um negócio de baixo investimento que pode render muito lucro.
Uma atividade comercialmente viável para a piscicultura é a adesão do tanque-solo. Porém, antes de começar as atividades é importante ter ciência sobre algumas práticas da produção. Vamos ensinar todos os passos que você deve seguir para poder abrir esse tipo de negócio e ter uma boa garantia de retornos lucrativos.
Quais iniciativas devo tomar para abrir minha criação de peixes
Primeiramente, você precisa ter um conhecimento básico sobre a criação de peixes. Como, por exemplo, qual tipo de peixe pode-se colocar em um tanque, ter conhecimento de como são feitos os tratamentos com peixes. É importante visitar outros criadouros e conversar com quem trabalha com esse tipo de negócio para que você tenha uma noção sobre como proceder.
Um criadouro bem sucedido necessita de um local apropriado. Você precisa analisar qual é o tipo de fonte de água que há no terreno onde você pretende montar, analisar quais peixes se adaptam melhor às condições climáticas, calcular quantos peixes cabem no tanque e se há oportunidade de você expandi-lo posteriormente.
É importante também que o piscicultor, antes de começar as atividades, avalie as condições do negócio na região onde pretende instalar. Precisa-se ter conhecimento se realmente haverá algum comprador do peixe que você vai criar e ter uma perspectiva de como é o mercado local sobre essa atividade.
Quais são os tipos de criadouros de peixes
Existem três tipos de criadouros para criação de peixes:
Barramento: é um dos mais utilizados para os pequenos piscicultores. São viveiros de baixo custo de construção onde há uma interrupção do curso da água. Porém, há alguns pontos negativos: o fundo geralmente é irregular e não há como controlar o fluxo de água que entra no tanque. Assim, é difícil controlar os predadores e a densidade de peixes.
Escavados: esses têm um custo maior, mas são mais fundos, podendo chegar a 0,8m³ e mais largos com aproximadamente 1m². Dependem muito da topografia e condições do terreno instalado. Permite um maior controle do volume de água. Assim fica fácil controlar a densidade de peixes e dos predadores, garantindo assim uma maior produtividade.
Criadouros berçários: Esses têm um custo maior, pela utilização de alta tecnologia que esses viveiros. Eles contribuem para que os peixes tenham uma maior durabilidade de vida. Geralmente são grandes em proporção podendo chegar a 1.500 m².
Existem diversas tecnologias que podem ser aderidas nesses criadouros que classificam os sistema de criação de peixes:
O sistema semi-intensivo de criação, permite tecnologias avançadas, no criadouro berçário. Pois, renova a água com frequência e avalia a qualidade da água como a sua temperatura, transparência e acidez da água permitindo uma maior sobrevivência das espécies. Chegando a render de 6 a 10 mil kg por hectare ao ano.
O sistema intensivo de criação renova a água todos os dias além de monitorar a sua qualidade, temperatura, acidez, alcalinidade, oxigênio disponível, densidade de amônia entre outros recursos. Esse sistema chega a render uma média anual de 10 mil kg por hectare de produto.
Caso haja um baixo monitoramento da qualidade da água e não haja um acompanhamento minucioso da produção, a rentabilidade pode ser extremamente baixa. Sendo inferior a 5 mil kg por hectare ao ano.
O que mais devo saber ao abrir uma criação de peixes
Mas o fator primordial para o sucesso do cultivo de peixes está relacionado a qualidade do produto, a localização do viveiro, o preço de mercado, a facilidade de escoamento e a diversificação das espécies. O que conta muito no mercado é a higienização desses produtos. Por isso, faz-se necessário os cuidados veterinários, a limpeza frequente dos tanques, a qualidade das rações e a manutenção necessária.
É importante lembrar que esse tipo de atividade está regido por determinadas legislações ambientais pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente de Recursos Naturais (IBAMA). Há uma regulamentação ambiental e um cadastro de piscicultor, para que ele esteja atuando de forma legal., afinal, é importante que seja um serviço regularizado. Pois, a piscicultura é considerada uma atividade que cadastra o trabalhador como produtor rural. O governo federal possui legislações que facilitam a execução desse trabalho e assim, diminuem as burocracias para abrir ou manter o negócio.
Administrar o negócio pode ser mais simples do que imagina
A atividade da piscicultura também vai demandar uma administração para não perder o controle dos negócios. Mas você pode deixar essa atividade nas mãos da eGestor. É um sistema de gestão fácil e online que garante o controle do seu financeiro, vendas, emissão de nota fiscal eletrônica e pode controlar o seu estoque.
Com essa plataforma você vai administrar bem o seu dinheiro sem que haja prejuízos por erros de cálculos. É um sistema bem simples de manusear que vai suprir todas as necessidades do seu micro ou pequeno negócio.
Criação de peixes pode ser MEI?
Não, uma criação de peixes com CNAE 0322-1/01 – Criação de peixes em água doce ou CNAE 0321-3/01 – Criação de peixes em água salgada e salobra, não pode ser MEI.
Abrir uma casa de festas infantis pode ser um excelente negócio, uma vez que há uma grande demanda. Há muitos pais que optam por investir em uma festa elaborada por profissionais. Assim, não há preocupação com a decoração, a música, o bolo, os docinhos, as atrações, a segurança e tudo que envolve um evento infantil. No entanto, é essencial ter uma gestão inteligente para não se dar mal nesse mercado.
O aniversário de uma criança, atualmente, remete a grandes festas, com buffet diversificado, atrações tecnológicas e decoração temática, por exemplo. Ao mesmo tempo, os pais têm cada vez menos tempo para se dedicar a elaboração de um evento infantil. Principalmente, levando em consideração a correria característica dos dias atuais.
Dessa forma, o mercado de festas infantis encontra-se receptivo aos novos empreendedores da área. Mas, você sabe como montar uma casa de festas infantis eficiente e lucrativa? Confira as dicas e informações que temos para você nesse post! Veja abaixo:
Como montar uma casa de festas infantis?
Organizar e planejar festas infantis está longe de ser uma tarefa fácil. É preciso providenciar uma série de serviços para esse tipo de evento, como decoração, comes e bebes e atrações, por exemplo. Assim, o primeiro passo para montar esse tipo de negócio é procurar por boas parcerias terceirizadas. Alguns exemplos são cozinheiros, copeiros, decoradores, técnicos de som, DJ, recreadores, monitores e fotógrafos, por exemplo.
Além disso, é preciso ter um ponto comercial, que será o local onde você atenderá aos clientes. Esse ponto precisa estar em uma localização estratégica, já que o objetivo principal é que o maior número de potenciais clientes veja o seu negócio. Portanto, você deve incluir em suas despesas o aluguel de um ponto comercial no lugar certo, caso você ainda não tenha um. Todas essas características devem ser levadas em conta para ter uma casa de festas infantis lucrativa.
Casa de festas infantis pode ser MEI?
Sim, uma casa de festas infantis com CNAE 8230-0/02 – Casas de festas e eventos, pode ser MEI.
Mostre os eventos promovidos pela sua casa de festas infantis
As festas infantis de hoje são um espetáculo, com fotos espalhadas pelas redes sociais e você não deve ficar de fora delas. Por isso, é importante criar uma página para a sua empresa nas redes sociais, para divulgar fotos dos eventos, principalmente.
É fundamental que você invista em marketing digital para popularizar a sua empresa e fazer com que todos conheçam o seu diferencial. Além de página no Facebook e conta no Instagram, você também pode investir em um site e anúncios pagos para o seu negócio. Com eles, os clientes podem fazer o contato online de forma mais facilitada.
Como lidar com os serviços terceirizados?
Outra grande preocupação acerca do funcionamento de uma casa de festas infantis é em relação aos colaboradores terceirizados. Eles são fundamentais para a alta qualidade dos serviços e decisivos para os custos da empresa.
Ou seja, é preciso que você conte com bons parceiros para oferecer os melhores serviços. Dessa forma, é primordial que você tenha o controle sobre todos os serviços prestados por esses colaboradores.
Você precisa saber se a comida está boa, se os doces e bebidas estão na quantidade correta, se a decoração está da forma que o cliente pediu, se o palhaço está disponível para o dia e horário daquele evento, se está faltando algum garçom no dia do aniversário, se há estoque o suficiente para os próximos dias, se o fotógrafo não faltará e muito mais. Sobretudo, é preciso administrar várias atividades ao mesmo tempo com eficiência, pois qualquer erro pode custar caro aos responsáveis por festas infantis.
De acordo com o Sebrae, a maioria das pequenas empresas acaba fechando antes de completar três anos de vida. Isso acontece devido a problemas de gestão, e são justamente eles que você precisa evitar. Dessa forma, é de extrema importância ter um sistema de gestão que permita a você ter o total controle da empresa, em todos os aspectos. Como visto nos tópicos anteriores, são diversas responsabilidades que envolvem os serviços de uma casa de eventos infantis.
Ter um software exclusivo para a gestão, por sua vez, é uma solução que vem fazendo a diferença na vida de casas de festas infantis. Utilizar um sistema automatizado poupa muitas horas de trabalho e permite ter maior organização e controle no negócio. Essas ferramentas facilitam a vida do gestor e proporcionam recursos que permitem, em poucos cliques, ter todas as informações sobre a sua empresa.
O eGestor oferece ainda mais benefícios aos administradores de casas de festas infantis. Além de proporcionar todos os recursos, o software não precisa ser instalado e pode ser acessado de qualquer lugar com acesso à internet. Com funções rápidas, como Controle Financeiro, Fluxo de Caixa, Controle de Vendas de Produtos e Serviços, Controle de Estoque, Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Emissão de Relatórios, ele é um sistema de gestão simples e fácil.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!