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DRE: O que é, como ele funciona e como fazer? [PLANILHA]

DRE: O que é, como ele funciona e como fazer? [PLANILHA]

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DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma forma de reproduzir o resumo dos resultados operacionais e não operacionais de um negócio em um período. Assim, devem estar discriminados no DRE:

  • Indicadores de receitas.
  • Despesas.
  • Investimentos.
  • Custos.
  • E provisões apuradas.

Quando o empreendedor vai cuidar da gestão financeira de uma empresa, ele pode ficar com dúvidas sobre como uma despesa deveria ser entendida, ou como uma receita pode ser lançada no seu controle contábil. Por isso, a legislação brasileira obriga as empresas a fazerem um controle contínuo da sua situação contábil, registrando em livros e relatórios específicos, apresentando as suas operações, transações e posições econômicas e financeiras. Essa é a razão pela qual o bom gestor deve entender – pelo menos um pouco – a respeito dos lançamentos contábeis e ficar vigilante com a DRE.

Você sabe o que é DRE? Entenda:

O que é um DRE?

Na contabilidade, DRE é a sigla para Demonstração do Resultado do Exercício. Mas também pode ser chamada de ARE, que significa Apuração do Resultado do Exercício. Mas o que é isso?

Uma DRE é uma ferramenta contábil que traz o resumo financeiro dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa em certo período. Assim, geralmente, esse período determinado corresponde ao ciclo anual de janeiro a dezembro (doze meses) como exercício financeiro da empresa.

Esses resultados operacionais são os relativos aos lucros da empresa e ignora juros e impostos. Já os resultados não operacionais são atingidos a partir da receita e das despesas.

Portanto, uma DRE vai confrontar os indicadores de receitas, despesas, investimentos, custos e provisões apurados. Assim, ela evidencia a formação do resultado líquido da empresa na ocasião. Para fins legais, basta cumprir a DRE todo ano, mas não é incomum que sejam feitas DREs mensais mais simples, para fins administrativos. Podem ser feitas também DREs trimestrais, para o monitoramento dos gastos fiscais.

O que deve contar na DRE?

O Artigo 187, que determina a DRE, deixa pouca ou nenhuma liberdade de personalizar esse relatório contábil. Por isso, elas apontam vários tópicos que deverão ser apontados no demonstrativo.

Então, para se apurar o lucro que a empresa adquiriu no período, devem estar indicadas na DRE as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente da sua realização em moeda. Também devem estar apontados os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes às receitas e rendimentos.

A ferramenta deve ser preparada respeitando o regime de competência. Ou seja, ela deve estar conforme a ocorrência do fato gerador do registro contábil, apesar do efetivo recebimento da receita ou do pagamento da despesa.

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Modelo de DRE

Uma DRE tem uma sequência bem ordenada de cálculos. Esses cálculos acabam se repetindo em qualquer demonstração contábil feita para qualquer empresa, não importa o porte ou o volume dos fatores ocorridos naquele exercício.

Dessa forma, começa com o quadro da receita bruta de vendas, de onde são deduzidas as devoluções de vendas, os abatimentos e descontos comerciais cedidos e os impostos.

Já no quadro da receita líquida de vendas, o custo das mercadorias vendidas e dos serviços vendidos é deduzido. Chegando, assim, ao lucro bruto.

Assim, a partir do montante do lucro bruto, são subtraídas todas as despesas operacionais, financeiras, comerciais e aquelas gerais ou administrativas.

Acrescentam-se aí outras receitas operacionais, e o resultado será o lucro ou prejuízo operacional líquido.

A partir desse saldo, são deduzidos ou acrescentados os resultados não operacionais, como as participações de debenturistas, empregados, administradores e partes beneficiárias, por exemplo.

Com isso, é chegado, enfim, ao lucro (ou prejuízo) líquido do exercício.

Quais informações ela contém?

Na estrutura da DRE são discriminados os valores referentes à receita bruta de vendas e serviços, juntamente com suas respectivas deduções, e os impostos incidentes sobre as operações de venda e demais abatimentos.

Em seguida, chegamos ao valor da receita líquida do período, do qual devem ser subtraídos os custos dos produtos vendidos, bem como dos serviços prestados, a fim de chegar ao resultado operacional bruto. Desse valor são subtraídas as despesas incorridas no período e acrescidas as demais receitas financeiras, originando o resultado operacional líquido, antes da incidência dos impostos.

Então, uma vez subtraídos os valores dos impostos, finalmente chegamos ao resultado líquido antes da participação nos lucros. Ela é calculada sobre o valor do resultado líquido do exercício menos o valor do prejuízo acumulado nos exercícios anteriores.

Modelo da estrutura da DRE

   Receita bruta
– deduções
= receita líquida
– custo da mercadoria vendida
= lucro bruto
– despesas com vendas
– despesa administrativa
– despesas financeiras
= resultado operacional líquido
– despesas extra operacionais
= resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social
– provisões Imposto de Renda e Contribuição Social
= resultado líquido

Não existe um modelo único, visto que o DRE é um relatório que dependerá das exigências e das preferências de cada empresa. Assim, os empreendedores podem excluir ou adicionar linhas, caso necessário.

Como fazer um modelo de DRE

Agora, vamos mostrar como fazer uma Demonstração do Resultado do Exercício seguindo a estruturação do exemplo acima — respeitando os critérios legais de escrituração e apresentação dos números.

Receita bruta

O passo mais simples e inicial é o faturamento do ano. Basta somar toda a receita gerada de vendas e prestações de serviços. E os cancelamentos e devoluções também não podem ser esquecidos. Do contrário, o resultado pode ser um lucro a mais inexistente.

– deduções

A primeira parte de montar um DRE é fazer a dedução de vendas da receita bruta. Ou seja, devem ser subtraídos os valores referentes a impostos sobre a venda, descontos oferecidos sobre ela, e outros relacionados.

= receita líquida

O equivalente a receita bruta menos as deduções de venda é chamado de receita líquida.

– custo da mercadoria vendida

Agora, é deduzido da receita líquida os valores de custo de mercadoria. Como já foram retirados valores como impostos e descontos, aqui são avaliados os gastos com a compra, fabricação e/ou preparação de um produto ou serviço. São avaliados os valores do CMV (Custos de mercadorias vendidas), CPV (Custo de produtos vendidos) e CSP (Custo dos Serviços Prestados).

= lucro bruto

A receita líquida menos gastos com CMV, CPV e CSP é chamada de lucro bruto.

– despesas com vendas

As despesas com vendas podem incluir comissões de vendedores, custos com representantes, brindes, fretes e outros gastos diretos que são necessários à finalização dos negócios gerados.

– despesa administrativa

Aqui a lista é mais longa. As despesas administrativas incluem várias despesas necessárias ao funcionamento da empresa e sua gestão — excluindo as mostradas acima. Por exemplo:

  • aluguel do imóvel da sede da empresa;
  • energia elétrica;
  • água;
  • internet;
  • telefone;
  • IPTU;
  • material de escritório;
  • mensalidades de softwares;
  • depreciação de bens;
  • folha de pagamentos e seus encargos;
  • honorários contábeis;
  • seguros da empresa e de seus bens;
  • IPVA;
  • combustível;
  • pró-labore de sócios;
  • material de limpeza.

Além deles, diversos outros ainda podem surgir. Tudo depende da empresa: seu tamanho, atividades, número de funcionários e outros fatores.

– despesas financeiras

Geralmente, trata-se de juros pagos, descontos concedidos e despesas bancárias com manutenção de contas e demais tarifas.

= resultado operacional líquido

O resultado operacional líquido, também chamado de margem de contribuição, é o resultado do lucro bruto menos as despesas variáveis da empresa.

– despesas extra operacionais

Agora, são descontadas as despesas relacionadas à receita com dividendos, juros sobre empréstimos e outros relacionados.

= resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social

Chegando ao final, aqui é o resultado da receita bruta menos todas as variáveis da empresa, menos os impostos.

– provisões Imposto de Renda e Contribuição Social

O IRPJ e o CSLL são impostos federais. O IRPJ, ou Imposto de Renda de Pessoa Física, incide sobre a renda bruta de empresas em geral. Já o CSLL, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, incide sobre a renda líquida de empresas antes da provisão dos impostos de renda. Mas, esses valores não se aplicam aos optantes do Simples Nacional, já que eles incidem sobre a receita bruta.

= resultado líquido

E, finalmente, chegamos ao fim do DRE. Esse é o valor final, levando em conta todas as perdas e ganhos.

Guia de Impostos e Tributos

Planilha de DRE

Pensando justamente na dificuldade que o empresário tem com essa ferramenta contábil, nós, do eGestor, montamos uma planilha de DRE. Com ela, basta inserir os dados que devem constar no modelo e pronto.

Entenda:

Planilha de DRE(Demonstração do Resultado do Exercício) grátis do eGestor
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A planilha de DRE grátis do eGestor contém uma estrutura para cada mês e uma para os dados do ano todo. Isso, para facilitar cada vez mais o modo que você administra seu negócio.

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Métodos de análise de DRE

Agora que você já sabe como montar sua DRE e tem todos os dados necessários, você precisa analisar essa demonstração.

Como fazer isso? É fácil!

Existem dois métodos utilizados como avaliação dessa ferramenta. Confira o que eles são e como fazer:

Análise horizontal

Existem diversos meios de avaliar se sua empresa está crescendo. Normalmente vemos se os valores de lucro e rendimento são maiores que os do mês ou período anterior. Na análise horizontal da DRE é isso que acontece. São comparados os períodos do DRE para que se entenda se a rentabilidade da empresa está crescendo, por exemplo.

Assim, a análise horizontal demonstra como a empresa anda, de acordo com os resultados de vendas e impostos.

Análise vertical

Ao contrário da análise horizontal de DRE, a análise vertical identifica os valores que estão dispostos na estrutura. Dessa forma, são analisados os percentuais dos componentes da ferramenta. Assim, podem ser feitas comparações entre períodos.

Qual é sua importância prática?

A elaboração correta da DRE possibilita ter uma visão geral do status financeiro da empresa. Assim, se pode extrair informações extremamente relevantes, como, por exemplo, o montante das despesas gerais da organização, a composição dos custos relacionados aos produtos e serviços, a receita total de vendas, o lucro obtido pela empresa com suas operações, a incidência dos impostos sobre os produtos comercializados, o nível de endividamento em que se encontra e quais serão as estratégias consequentemente adotadas, por exemplo.

Não se esqueça de que as possibilidades apresentadas pela DRE não devem ser usadas apenas para fins legais ou fiscais. Atualmente, visando uma gestão estratégica do negócio, essa demonstração vem se apresentando como uma ferramenta muito útil para a gestão interna do negócio, sendo o instrumento utilizado pelo gestor do negócio para pautar suas decisões e traçar suas metas.

Vê-se, portanto, que é a partir das informações coletadas pela DRE que se torna possível analisar os números apresentados e mensurar a eficiência das práticas adotadas pela empresa no período analisado. Assim, se possibilita um planejamento estratégico para otimizar suas atividades no período seguinte. Além disso, proporciona a elaboração de cenários alternativos para suas operações, a fim de promover economias financeiras e fiscais para o futuro.

Principais objetivos da DRE

Como parte da contabilidade, o objetivo primário da demonstração é relatar os resultados da forma que mostramos acima. Mas, na prática, com o uso da ferramenta na gestão, a DRE tem outros objetivos importantes. Por exemplo:

Avaliação do regime tributário

Como citamos há pouco, o demonstrativo apresenta o lucro da empresa no ano antes e depois dos impostos. Dessa forma, é possível observar se os tributos do regime no qual a empresa está enquadrada são os menores possíveis.

Utilizando a Demonstração do Resultado do Exercício e dados financeiros e contábeis de outras fontes, o responsável consegue simular qual seria o impacto financeiro de outro regime tributário. Na geração da demonstração simulada, a comparação dos resultados é direta e esclarecedora.

Comparação de períodos

Todo relatório contábil tem como uma das funções permitir a comparação entre diferentes períodos. O mesmo ocorre com a Demonstração do Resultado do Exercício, que pode ser utilizada para comparação de elevação de lucro bruto e líquido, despesas e impostos entre anos ou períodos menores.

Avaliação de potencial de geração de resultados

Sabemos que o lucro da empresa importa mais do que seu faturamento. É o número que revela seu potencial de elevar o patrimônio, crescer e ter base para investir e cobrir despesas inesperadas.

Portanto, se a DRE do ano apresenta um resultado positivo e adequado ao negócio e seu ramo, significa que o planejamento, as ações e o gerenciamento financeiro e tributário tiveram sucesso. Ou seja, a empresa tem de apenas continuar no caminho em que está — potencializando pontos fortes e alinhando detalhes que podem ser melhorados.

Cálculo do ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio, também chamado de break even, é o quanto a empresa tem de gerar em vendas para ter lucro zero, cobrindo todos os gastos. E, a partir desse ponto, ocorre o lucro líquido.

A conta é importante para revelar, além da necessidade do número de vendas para cumprir com as obrigações, o tempo necessário para atingir o ponto, pois, quanto mais rápido for, maior é o lucro.

Para isso, a Demonstração do Resultado do Exercício é uma ferramenta útil, porque ela inclui dados como faturamento, despesas fixas e variáveis, lucro bruto e resultado líquido.

Planilha de fluxo de caixa financeiro - dre

Acompanhamento de indicadores financeiros

Os resultados de alguns indicadores financeiros podem ser obtidos utilizando informações da DRE. Veja cinco deles e como chegar aos seus números por meio das informações do documento:

1. Lucratividade

Calcular o percentual da lucratividade é simples. Basta dividir o lucro pelo faturamento e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo;

  • resultado líquido do ano: R$ 235 mil;
  • faturamento do ano: R$ 610 mil;
  • (235 ÷ 410) x 100;
  • 0,3852 x 100 = 38,52%.

O cálculo pode ser feito também mensalmente, com a emissão de uma Demonstração do Resultado do Exercício para visualização a cada período.

2. Ponto de equilíbrio

Como vimos antes, o break even, ou ponto de equilíbrio, é a relação de todas as despesas com o volume de vendas ou ainda com o ticket médio da empresa. Veja o cálculo hipotético:

A divisão entre os valores resulta em R$ 54,54. Ou seja, o empreendimento tem de fechar 55 vendas para não ter prejuízo e começar a gerar lucro.

Caso se considere o número de negócios fechados no período calculado, é possível observar em que ponto na linha do tempo atinge-se o equilíbrio da empresa.

3. Margem de contribuição

Esta margem é o quanto do faturamento gerado contribui para geração de lucro e cobertura de despesas fixas. E para chegar a ela, deve-se subtrair impostos diretos e demais gastos de vendas da receita bruta operacional. Observe:

  • faturamento em vendas do período: R$ 100 mil;
  • tributos das vendas: R$ 13 mil;
  • custo de mercadorias: R$ 35 mil;
  • demais despesas diretas de vendas: R$ 16 mil;
  • margem de contribuição do período: R$ 36 mil.

4. Retorno sobre ativos

Como o nome diz, significa o quanto a empresa tem de retorno sobre os ativos investidos. O resultado é obtido com a divisão do lucro líquido pelo total do ativo, que tem de ser localizado no balanço patrimonial.

5. Retorno sobre patrimônio líquido

O patrimônio líquido é o que resta quando o passivo é subtraído do ativo. Tecnicamente, é devido ao proprietário da empresa ou sócios, incluindo o capital aportado por eles.

E o retorno sobre o patrimônio demonstra quanto os investimentos deles geram de lucro. Para calculá-lo, somente é preciso dividir o resultado líquido pelo patrimônio líquido, que também consta no balanço.

Auxílio à tomada de decisões

Todos os objetivos acima possibilitam que o gestor da empresa utilize a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) para tomar decisões. Por exemplo, na análise dos indicadores financeiros, que serve para avaliação do negócio e tomada de decisões de crescimento, reversão de quadros negativos e replanejamento estratégico.

Quais são as diferenças entre DRE e balanço patrimonial

O balanço serve para representar a situação financeira e patrimonial da empresa na sua data de emissão. Ele demonstra ativos — bens e direitos — e passivos e as obrigações de uma empresa. O resultado da relação entre os grupos é o patrimônio líquido.

Geralmente, o patrimônio é um resultado positivo, porque o passivo sempre deve ser menor que o ativo. Do contrário, a situação financeira da empresa é grave e ela pode estar à beira da falência.

Não há forma de tal resposta estar errada em seu significado, pois o balanço leva em conta o histórico da empresa — prejuízos ou lucros acumulados anteriormente. Ou seja, o resultado é fruto de todo o caminho percorrido pela empresa até aquela data de emissão.

Já a Demonstração do Resultado do Exercício serve apenas para relatar a situação econômica, relacionando despesas e receitas e dando o lucro líquido do ano como resultado. Então, um exercício ruim representa apenas isso, podendo o negócio ainda ter lucro acumulado pelos resultados anteriores.

Apesar das diferenças, e também por conta delas, os relatórios contábeis acabam sendo complementares. Os dados de um deles auxiliam na obtenção de respostas extraídas das informações de outro.

Por exemplo, para calcular resultados de alguns indicadores financeiros, é preciso utilizar valores de ambos os relatórios, como mostraremos adiante.

Por esses motivos, o ideal é manter os dois documentos bem estruturados e exatos e aplicar ambos na gestão da empresa.

Quanto às semelhanças, as duas ferramentas são anuais emitidas no encerramento contábil e, igualmente, podem ser consolidadas mensal, trimestral ou semestralmente para uso gerencial.

Buscando uma ferramenta para controlar o financeiro, com relatórios de DRE e plano de contas? Conheça o eGestor!

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Planilha de Fluxo de Caixa 2021 – Grátis e fácil

Planilha de Fluxo de Caixa 2021 – Grátis e fácil

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O download da planilha de Fluxo de Caixa é grátis?

Sim, o download da planilha de fluxo de caixa do eGestor é totalmente gratuito. Para evitar problemas relacionados à versão do Excel, sugerimos a utilização no Google Planilhas.

Esperamos que ela seja útil para o seu negócio!

O que é o fluxo de caixa?

Fluxo de caixa é o controle de todas as movimentações financeiras de entrada e saída do caixa da sua empresa. Fazer este processo é muito importante para um controle financeiro eficiente e para manter a estabilidade do seu negócio. Assim, para o saldo da empresa ser positivo, é preciso que os valores das receitas sejam maiores que as despesas.

O fluxo de caixa da sua empresa pode ser controlado com um fluxo de caixa diário, fluxo de caixa semanal, fluxo de caixa mensal ou fluxo de caixa anual. Mas, com certeza, o registro do fluxo de caixa diário ou semanal de suas receitas e despesas traz muito mais segurança neste processo. Além disso, reduz consideravelmente as chances de equívocos e até de esquecimento no registro de informações relevantes para o seu caixa.

Com o controle do seu fluxo de caixa você está sempre atualizado sobre a situação financeira de seu empreendimento. A partir dele, você consegue identificar de uma forma precisa a origem de todos os seus gastos e recebimentos.

Essa análise das receitas e despesas da sua empresa, auxilia o empresário no processo de tomada de decisões. Isso acontece porque ele indica possíveis gastos excessivos que podem ser cortados do orçamento. Assim, também verificando se sua empresa se encontra em boas condições para realizar novos investimentos.

Como controlar o seu fluxo de caixa?

O registro de todas as suas movimentações financeiras pode até ser feito manualmente em um caderno ou agenda. Portanto, este processo exige um tempo maior de você ou da sua equipe responsável por esse controle.

A partir de uma Planilha de Fluxo de Caixa do Excel, você não só economiza tempo, como também possui muito mais segurança no registro de suas finanças, já que é possível salvar o arquivo da sua planilha em diferentes locais.

Também, nela, é possível controlar o fluxo de caixa diário, semanal, mensal, trimestral, seja qual for a escolha da sua empresa.

Controle em planilhas de fluxo de caixa

A partir do registro das receitas e despesas pagas ou recebidas na sua Planilha de Fluxo de Caixa Excel, o fluxo de caixa é projetado. Sendo assim, é possível gerenciar as suas futuras contas a pagar e contas a receber. Dessa forma, ele é  de grande importância para a sua empresa, pois permite avaliação da necessidade de capital. Essa é utilizada para arcar com as despesas futuras e para planejar novas ações.

O arquivo tem o formato xlsx. Esse arquivo pode ser tanto aberto no Microsoft Excel quanto OpenOffice e nas planilhas do Google. Indicamos que ele seja aberto no Google Planilhas, afinal, ela será salva automaticamente após qualquer alteração.

Exemplo de fluxo de caixa

Apesar de falarmos da importância de ter um controle de fluxo de caixa preciso, é complicado fazê-lo sem nenhuma base. Por isso, deixamos aqui um exemplo do que deve ser inserido e se são despesas ou receitas.

Regime de caixa x Regime de competência

Uma das questões que devem ser pensadas antes de começar a registrar seu fluxo de caixa é se você irá utilizar o regime de caixa ou o regime de competência. Esses regimes definem como será o registro do seu fluxo de caixa. Explico: quando se faz uma compra a prazo é preciso escolher se o valor dela será inserido por completo na data da venda ou mês por mês.

É importante frisar que esses regimes se completam, não são opostos. Sendo assim, é indicado que ambos sejam usados, visto que cada um tem uma função específica que complementa o outro.

Regime de Competência

Esse regime é o que registra os lançamentos na data que o mesmo ocorre. Assim, caso seja realizada uma compra a prazo, o valor total dessa compra será retirado do caixa. De mesmo modo, quando é realizada uma venda a prazo, o valor total da venda entra no registro do caixa.

O regime de competência não precisa ser utilizado diariamente. Sendo assim, ele é utilizado para que seja possível realizar uma análise de fluxo de caixa a longo prazo.

Regime de Caixa

O regime de Caixa é o que registra uma transação apenas quando ela é realizada. Assim, independente de uma venda a prazo ter sido feita 3 meses atrás, a entrada do valor em dinheiro só será registrada quando o pagamento for realizado.

Esse regime de caixa é utilizado e atualizado diariamente. Ele serve para que sejam analisados os valores que devem sair ou entrar no caixa naquele dia.

Por que utilizar uma Planilha de Fluxo de Caixa?

A partir das contas registradas e projetadas em sua Planilha de Fluxo de Caixa você evita que falte dinheiro. Com esse contínuo acompanhamento se identifica se pode arcar com os seus mais variados gastos, como salários de funcionários, pagamento de fornecedores, impostos, dentre outras.

Basicamente, os motivos para utilizar uma planilha de fluxo de caixa são os mesmos para fazer o controle do fluxo de caixa do seu negócio. Você precisa ter o controle do seu financeiro e uma das maneiras com um custo benefício interessante são as planilhas.

Vantagens da Planilha de Fluxo de Caixa

  • Melhor gerenciamento de suas contas a pagar e a receber: com o registro de todas as contas da sua empresa, você tem muito mais facilidade para controlar os prazos de pagamento e recebimento. Assim, evitando endividamentos e se precavendo contra a inadimplência de clientes;
  • Projeção de caixa: a partir do cadastro de suas contas na Planilha de Fluxo de Caixa você poderá projetar com clareza a situação futura de seu orçamento;
  • Organização: com a segmentação de todas as suas receitas e despesas, indicando a origem de cada uma delas, você consegue visualizar de uma forma simplificada quais são os fatores que causam um maior impacto em seu orçamento;
  • Custo-beneficio: por ser uma planilha que você pode fazer, ela não tem custo algum. Ainda, é possível baixar planilhas de fluxo de caixa grátis, como a do eGestor.

Como funciona a Planilha de Fluxo de Caixa disponibilizada pelo eGestor?

Planilha de Fluxo de Caixa disponibilizada gratuitamente pelo eGestor é bastante simples de ser utilizada. E é totalmente recomendável se a sua micro e pequena empresa deseja realizar um controle financeiro básico, abandonando o caderninho ou a agenda. Quer saber mais sobre como utilizar essa planilha na sua empresa? Vamos explicar o passo a passo:

Fluxo de caixa diário

Apesar da planilha ser dividida em meses, também é possível utilizá-la de forma diária. Isso implica que a sua empresa possui um fluxo de vendas alto, dessa forma, é extremamente importante fazer um fluxo de caixa diário.

E, ainda que a sua empresa não tenha tantas vendas diariamente, o controle de fluxo de caixa diário evita que ocorra erros. Também, assim, é possível fazer um planejamento financeiro da semana, uma vez que é possível saber quais dias da semana são realizadas mais vendas.

Fluxo de caixa mensal

A planilha de fluxo de caixa do eGestor é dividida em meses. Nesses meses é possível especificar os dados do seu negócio. Assim, deve-se inserir o saldo do mês anterior, para que seja possível saber qual a receita, despesa e saldo do mês.

Ao longo da planilha há espaços onde devem ser inseridas todas as entradas ou saídas. Antes de tudo, é necessário inserir a data que a transação foi realizada, após, selecionar a descrição da mesma. A seguir, é possível escolher se essa transação é uma despesa ou uma receita.

Após se insere o valor, a forma de pagamento e a conta destino. Ainda, é fundamental selecionar se o valor já foi pago ou se encontra-se em aberto. Ao lado desses dados estão o DRE mensal e o resumo do mês.

Outra aba da planilha é a de DRE anual. Ela utiliza os resultados mensais da planilha para definir um lucro ou prejuízo.

Quando você deve migrar de uma planilha para um software de gestão empresarial?

Se você percebe um aumento na frequência de suas vendas e das movimentações financeiras de sua empresa, e consequentemente acaba precisando de mais tempo para gerenciar todas essas informações na sua Planilha de Fluxo de Caixa, é sinal de que a sua empresa está em processo de crescimento. Portanto, talvez esteja na hora de buscar uma solução mais tecnológica para otimizar o seu controle financeiro.

Esse tempo adicional gasto no processo de controle do seu fluxo de caixa poderia ser melhor aproveitado. Assim, otimizando outras questões mais específicas do seu negócio.

E para aproveitar melhor o seu tempo e se enquadrar diante da nova realidade de sua empresa, existe o eGestor. Ele é um software de gestão empresarial, totalmente informatizado e que realiza o controle de seu fluxo de caixa de uma forma muito mais rápida e automatizada.

Como realizar o controle de seu fluxo de caixa utilizando o eGestor?

Com o eGestor, você consegue enxergar a situação financeira de seu empreendimento. Mas agora, de uma forma ainda mais detalhada e com muito mais praticidade.

Com o registro das movimentações financeiras da sua empresa, o sistema de fluxo de caixa mostra o total disponível em caixa de uma forma automatizada. Além disso, ele gera os mais variados relatórios gerenciais para a mensuração de resultados financeiros da sua empresa, como DRE, curva ABC de vendas por produto e por clientes, extrato financeiro, fluxo futuro detalhado, comissões por vendedores, e muitos outros.

Portanto, se você necessita de um controle financeiro mais complexo, e deseja reduzir o tempo gasto nesse processo, o ideal é investir em um sistema informatizado de gestão empresarial!

Como você controla o seu fluxo de caixa? Deixe um comentário para a gente, quem sabe podemos esclarecer algumas dúvidas neste processo!

A Planilha de Fluxo de Caixa é gratuita?

Sim, a planilha de Fluxo de Caixa do eGestor é totalmente grátis.

O que é fluxo de caixa?

O fluxo de caixa é o registro de todas as entradas e saídas do caixa da empresa. Ou seja, toda venda ou compra que for realizada deve ser cadastrada no controle de fluxo de caixa.

Como controlar o fluxo de caixa?

Existem algumas maneiras que ele pode ser feito. As principais são as planilhas e ferramentas de fluxo de caixa, como o eGestor.
Com uma planilha você consegue ter acesso a todos os dados e informações inseridas sobre as suas finanças.

Por que usar uma planilha de fluxo de caixa?

Ao controlar o seu fluxo de caixa por uma planilha, você evita tanto que dinheiro seja jogado fora como que falte dinheiro no seu caixa. Além de ela ter um ótimo custo-benefício.

Sistema de gestão empresarial: Quais suas vantagens e como implementar

Sistema de gestão empresarial: Quais suas vantagens e como implementar

Administrar o próprio negócio é um grande desafio e exige muita dedicação por parte dos empresários. Lidar com clientes, gerenciar as atividades da equipe de trabalho, cuidar do controle financeiro de suas empresas e gerenciar todos os produtos ou serviços que envolvem o negócio, são apenas algumas das inúmeras tarefas as quais os empreendedores precisam executar no dia a dia. São atividades complexas e que exigem máxima atenção dos responsáveis, além de um acompanhamento contínuo de resultados. Entretanto, a partir da utilização de um bom sistema de gestão empresarial, é possível otimizar diversos processos que envolvem a gestão de sua empresa e possuir uma visão mais detalhada a respeito dos aspectos financeiros e operacionais do seu negócio.

O que é um Sistema de Gestão Empresarial

Um sistema de gestão empresarial é um software totalmente informatizado. Ele tem como objetivo facilitar o trabalho dos empresários. De forma extremamente fácil e rápida. Assim, um sistema de gestão serve para:

  • controlar as finanças do seu negócio;
  • gerenciar os produtos disponíveis no estoque;
  • cadastrar novas compras e vendas;
  • tomadas de decisões mais assertivas;
  • gerar relatórios de desempenho das empresas nos mais variados aspectos.

Vantagens de um sistema de gestão empresarial

É essencial que os empresários estejam sempre atentos e atualizados a respeito das novas tecnologias empresariais existentes no mercado, e assim deixar de lado métodos mais tradicionais e até ultrapassados de gerenciamento de processos, como planilhas eletrônicas e agendas, que acabam consumindo um grande tempo no processo gerencial e controle das atividades da empresa.

E um sistema de gestão empresarial está inserido entre essas tecnologias. Com as informações geradas por um bom software de gestão, você pode tomar importantes decisões para a sua empresa, a partir de dados financeiros precisos.

Além dessas vantagens, esse tipo de sistema pode ainda oferecer outros benefícios para a gestão de seu empreendimento:

Integração de setores

Utilizar planilhas eletrônicas para o controle das atividades da sua empresa, obrigatoriamente exigirá uma planilha para cada setor. Isso certamente ocupará um tempo maior de sua equipe. Porém, um sistema de gestão empresarial pode unificar todos os setores organizacionais.

A partir de um software de gestão empresarial, você pode armazenar informações dos mais diversos setores, facilitando a comunicação entre eles. Além disso, os dados de do financeiro, estoque, vendas da sua empresa e outros, podem ser acessados de lá.

A partir do cadastro de uma nova venda, por exemplo, essa informação já é incluída diretamente nas receitas da empresa armazenadas no sistema, evitando assim o trabalho de listar todas as movimentações de entrada e saída para analisar o seu fluxo de caixa.

Controle de estoque automatizado

Sem um sistema de gestão empresarial, você terá que conferir e atualizar a quantidade de estoque sempre que houver alguma nova movimentação de entrada ou saída de algum produto.

Já com a utilização desta ferramenta, você só tem o trabalho de cadastrar os seus produtos e suas respectivas quantidades inicialmente, quando a sua empresa começar a utilizar o software de gestão empresarial.

Feito este processo, a ferramenta atualiza as novas quantidades de produtos de uma forma automatizada a partir do registro de uma nova compra ou venda por parte da empresa.

Além de economizar tempo de sua equipe, fica muito mais fácil identificar os produtos que estão em falta ou excesso no estoque.

Redução de erros

O registro manual de todos os dados da empresa a partir de planilhas, além de exigir muito tempo dos responsáveis, também está bem mais sujeito a erros se comparado ao controle realizado em um sistema informatizado de gestão empresarial, que apresenta dados absolutamente precisos gerados por relatórios para auxiliar no planejamento empresarial!

Melhor controle de contas a pagar e a receber

Possuir total domínio de todos os valores que estão para entrar ou sair do orçamento de sua empresa, é absolutamente essencial para projetar as suas finanças dentro de um determinado prazo.

Em um sistema de gestão empresarial, você pode cadastrar todas as contas a pagar e a receber da sua empresa em uma única plataforma.

Isso facilita o planejamento das finanças do seu empreendimento a um médio e longo prazo, a medida em que você saberá exatamente qual será a necessidade de capital para arcar com as futuras despesas, e poderá projetar como ficará o seu orçamento após as movimentações de entrada e saída.

Fluxo de caixa automatizado

Com o cadastro de compras, vendas e das demais receitas e despesas da sua empresa, um sistema de gestão empresarial mostrará de uma forma automatizada o seu fluxo de caixa, indicando todas as movimentações de entrada e saída de seu orçamento empresarial.

Apoio a tomada de decisões

A partir dos relatórios financeiros gerados pelo sistema, você poderá realizar a projeção de sua empresa a um médio e longo prazo, analisando cuidadosamente as informações de fluxo de caixa e a partir de então avaliar se existe a possibilidade de realizar novos investimentos, sem comprometer o seu orçamento.

Com a visualização das receitas e despesas da empresa, é mais fácil identificar a origem dos principais gastos do seu negócio. Essas informações podem ser geradas por relatórios financeiros de um sistema de gestão empresarial. E, sabendo a origem dos gastos, eles podem ser cortados do orçamento para a redução de custos.

Melhor análise de produtos e clientes

Com um sistema de gestão empresarial você tem uma visão bastante clara sobre quem são os principais clientes de sua empresa. Principalmente quando são relacionados a quantidade e faturamento gerado, a partir do relatório de ABC de vendas por clientes. E quais são os seus produtos mais e menos vendidos, a partir do relatório de ABC de vendas por produtos.

Esses relatórios têm extrema importância para identificar os clientes já fidelizados com o seu negócio. E, também, quais produtos que devem receber a maior atenção no estoque, já que possuem uma demanda maior.

Por outro lado, ao saber quais são os produtos menos vendidos, você poderá pensar em promoções ou novas ações de marketing para aumentar a saída desses produtos. Dessa forma, a não deixar produtos parados no estoque, o que poderia levar a uma certa demora para recuperar o capital que foi investido nesses produtos.

Melhor avaliação de desempenhos

Cadastrando as vendas de sua empresa em um sistema de gestão empresarial, você poderá registrar os vendedores responsáveis por cada negócio, e assim medir a produtividade individual de cada um deles de uma forma muito mais clara.

O desempenho geral em relação às suas vendas também podem ser avaliados mais facilmente a partir da comparação do número de vendas obtidas em diferentes períodos.

Guia de Otimização de Processos

Como escolher o melhor sistema de gestão empresarial

Para escolher um sistema, você deve primeiro entender quais são as necessidades do seu negócio. Em seguida, você deve realizar uma pesquisa para entender qual sistema do mercado atende o que você precisa. Entretanto, existem algumas dicas que você pode seguir:

Avalie suas necessidades

Entenda quais são os seus pontos fracos em relação ao controle geral do seu negócio. Você está com dificuldade para emitir notas fiscais, por exemplo? Se sim, você deve buscar um sistema que tenha emissão de notas fiscais mais facilitadas.

Portanto, identifique o que você mais precisa de ajuda e avalie se o sistema irá ajudar você da melhor forma possível.

Considere um sistema online

Apesar de ser chamado de armazenamento da nuvem, seus dados não estão flutuando no espaço. Esse nome é completamente abstrato, uma vez que seus arquivos ‘na nuvem’, na realidade estão em servidores espalhados pelo mundo. Mas, ao contrário do nosso primeiro instinto, esse é um dos meios de armazenamento mais seguros atualmente.

Esses servidores possuem um alto nível de segurança, tanto digital quanto física. Dessa forma, manter seus dados em um sistema de gestão empresarial online, é a maneira mais segura de armazená-los.

Ainda, por ser online, você pode utilizá-lo em qualquer lugar e não fica preso a uma planilha e um computador, ou um caderno específico. Mas, por priorizar a sua segurança, esses dados e arquivos só podem ser acessados pelas pessoas responsáveis. Ou seja, você e quem você definiu como encarregados.

Identifique a praticidade do sistema de gestão empresarial

De nada adianta ter o melhor, com mais ferramentas e mais caro sistema se ele não é prático para você. Por isso, é importante testar o sistema antes de realizar sua compra. Dessa forma, você consegue escolher qual tem mais ferramentas que você precisa e que sua utilização é mais fácil e prática.

Custo-benefício

Atente-se ao fato que o sistema que você escolher é quem ajudará você e seus colaboradores no dia a dia. Por isso, não busque apenas o mais barato ou o mais caro. Entenda qual realmente possui ferramentas que serão úteis e que tenham, por exemplo, um suporte que seja amigável e realmente ajuda em caso de dúvidas.

Quais são os tipos de sistema de gestão empresarial?

Agora que já esclarecemos o que é um software de gestão empresarial e suas vantagens, conheça os tipos de sistemas:

BPM

O Business Process Management (BPM), é uma ferramenta capaz de sistematizar processos internos e até externos das empresas. Um sistema BPM tem como finalidade gerenciar as informações a respeito de determinados processos que serão realizados pela empresa. Ele deixa claro aos responsáveis como se dará o funcionamento de cada atividade. Assim, a equipe pode sugerir possíveis alterações e um melhor planejamento.

O principal benefício trazido por um sistema de gestão empresarial BPM é a otimização dos processos empresariais. Trazendo assim, um enorme ganho de produtividade e eficiência para as organizações. Isso porque cada funcionário saberá exatamente como deverão ser executadas as suas respectivas tarefas. Entretanto, a desvantagem desse tipo de sistema está ligada à questão burocrática e uma complexidade maior para a organização dos dados.

ERP online

Já o Enterprise Resource Planning (ERP), é um time de sistema de gestão empresarial mais comum de ser utilizado pelas empresas de uma forma geral, principalmente para o gerenciamento dos aspectos financeiros.

Entre as principais funções de um sistema ERP online, estão o controle financeiro a partir de relatórios gerenciais, controle de estoque e fiscal das empresas, possibilitando aos empresários uma visão clara a respeito de todas as receitas e despesas do negócio e calculando o valor dos tributos referentes a cada transação.

Um sistema ERP pode ser segmentado basicamente em três estruturas:

  • Aplicação: É um espaço indicando cada uma das funcionalidades do sistema, como processos, cadastros de clientes e produtos, e demais informações;
  • Banco de dados: A partir do preenchimento de receitas e despesas, cadastro da clientela e outros processos, todas essas informações ficam devidamente armazenadas no banco de dados do sistema ERP;
  • Framework: Essa parte é voltada para a configuração e personalização do sistema. Nessa estrutura, também é possível separar as informações da empresa por setores;

Quais as diferenças entre os sistemas de gestão empresarial BPM e ERP?

Um sistema de gestão empresarial ERP é responsável por organizar processos financeiros da empresa, além do estoque de produtos. Já um sistema BPM é voltado para o controle das atividades operacionais e atribuição de tarefas. Portanto, BPM e ERP são dois sistemas que podem ser complementares no processo de gestão empresarial. 

ERP eGestor

O eGestor é um sistema ERP de gestão empresarial totalmente online. Ele pode ser acessado a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone, sem necessidade de instalação em um servidor específico. Com o eGestor, você pode controlar o seu estoque, as suas finanças, emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários, cadastrar toda a sua rede de clientes e fornecedores, cadastrar compras e vendas e muito mais!

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Planilha de Controle Financeiro – Grátis e Atualizada em 2021

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Um bom controle financeiro é imprescindível para a sobrevivência das micro e pequenas empresas. É essencial que os empresários tenham absoluta noção de que o caixa de suas empresas não pode ser propriedade individual.

Não ter esse cuidado pode comprometer significativamente o orçamento empresarial, trazendo danos irreversíveis para a sobrevivência do negócio. A solução? Uma planilha de controle financeiro pode ser o que sua empresa precisa.

Por isso é importante criar uma conta específica para o caixa da empresa. A partir dessa conta, os sócios proprietários do negócio devem estabelecer entre si a porcentagem definida. Para sua utilização e que eles não possam retirar nenhum valor a mais que a quantia estabelecida. A remuneração dos sócios-proprietários das empresas é o que chamamos de pró-labore.

O controle de gastos e receitas geradas pelo empreendimento é fundamental. Principalmente para a redução de riscos e para evitar futuras situações de crise financeira.

controle financeiro é essencial para a mensuração de resultados da sua empresa. Isso porque a partir desse controle você pode comparar os lucros obtidos em diferentes períodos e verificar possíveis aumento de gastos no orçamento.

Motivos para fazer um controle financeiro

Para a realização de um bom controle financeiro é necessário um registro de todas as contas que envolvem sua empresa. Incluindo tanto as receitas quanto as despesas.

A partir do controle de todas as movimentações na planilha de controle financeiro, com todas as entradas e saídas de caixa da empresa, é possível montar um planejamento financeiro para novos investimentos e identificar possíveis gastos excessivos que podem ser cortados, de acordo com as necessidades do empreendimento.

Para isso, é importante determinar a categorização desses gastos. E assim identificar quais são realmente essenciais para o bom funcionamento da empresa e quais são secundários.

Em caso de endividamento, a categorização de gastos permite identificar quais deles foram os mais comprometedores nesse tipo de situação.

O controle das movimentações financeiras permite uma facilidade muito maior. Pois ajuda na identificação da origem dos problemas da empresa.

A análise da vida financeira do empreendimento também permite avaliar a possibilidade de crescimento do negócio, a partir do cálculo de diversos indicadores, como a margem de lucro e a quantidade de capital de giro, por exemplo.

Este controle deve ser feito de uma forma contínua. Assim como o registro das movimentações de entrada e saída devem ser atualizados frequentemente. Para que não se esqueça de alguma informação relevante. Assim, é possível manter o caixa equilibrado.

As consequências de não ter um controle financeiro

A falta de uma boa gestão das finanças é sem dúvidas uma das principais causas de mortalidade de empresas no Brasil. Segundo pesquisa realizada pelo SEBRAE, empresas que possuem um rigoroso controle de suas finanças, reduzem em 50% as chances de o seu negócio encerrar as atividades.

Sem um adequado controle financeiro, as empresas não possuem uma visão clara sobre suas receitas e despesas. Assim havendo possibilidade de entrar em situações de endividamento. Isso acaba gerando dificuldades para identificar os fatores que ocasionaram essas situações.

A falta de atenção nesse processo, pode fazer com que as empresas não consigam realizar uma projeção futura do seu fluxo de caixa. Isso pode gerar um problema de falta de capital de giro, impedindo a realização de futuros pagamentos ou investimentos.

Essa falta de capital, pode fazer com que a sua empresa recorra a empréstimos e créditos bancários que possuem juros alarmantes.

Assim como esse auxílio pode quitar os pagamentos pendentes em um primeiro momento há consequências. Mas podem causar um grande impacto no orçamento de sua empresa futuramente.

Empresas que não possuem um rigoroso controle de seu fluxo de caixa estão muito mais sujeitas a enfrentar situações de inadimplência de clientes. Isso se dá por não controlar as contas a receber.

Além disso, empresas desorganizadas financeiramente não possuem base para a tomada de decisões estratégicas para o futuro.

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Afinal, como fazer o controle financeiro de sua empresa?

Agora que já falamos sobre a importância de um bom controle financeiro para as empresas e o quanto este processo pode fazer diferença na estabilidade e sobrevivência do seu negócio, você deve estar se perguntando quais as melhores alternativas para realizar esse controle de uma forma eficiente.

Uma planilha de controle financeiro no Excel pode ser uma boa alternativa para a sua empresa otimizar a saúde financeira do negócio.

As planilhas são uma ótima ferramenta para empresas que trabalham com equipes pequenas. Isso porque elas não precisam de um controle financeiro mais avançado e detalhado. Ao contrário de empresas com um maior número de pessoas que necessitam de um controle e registro de eventos detalhado.

Através da planilha de controle financeiro você pode gerenciar todas as movimentações de entrada e saída em sua empresa. Tudo de uma forma extremamente simples e prática.

Este modelo de planilha permite com que você controle o seu fluxo de caixa e atualize o seu caixa a cada nova movimentação de entrada ou saída. Fazer este gerenciamento é de suma importância para a sua micro ou pequena empresa. Porque dessa forma é possível ver de uma forma muito mais clara e organizada as origens de suas contas.

Realizar o controle a partir da planilha de controle financeiro torna este processo muito mais fácil. Ele economiza o seu tempo e o de seus funcionários, para que se possa focar nas questões operacionais do negócio.

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Regime de Caixa x Regime de Competência

Sempre que for decidido registrar o controle financeiro e forem inseridos dados para o mesmo, deve ser escolhido entre regime de caixa ou regime de competência. Esses são regimes complementares que definem o modo como os registros são feitos.

O regime de competência registra o evento na data que aconteceu. Assim, independente da venda ser a vista ou a prazo, o valor será inserido no caixa no dia da venda. Dessa forma, esses dados são utilizados para avaliações de certo período de tempo, de forma mais geral.

Já o regime de caixa registra quando um valor sai ou entra do caixa. Ou seja, em uma venda a prazo, independente de ela ter sido feita 3 meses atrás, o valor da parcela entra no caixa apenas quando o pagamento for realizado. Esses dados são utilizados diariamente, assim, se sabe quanto e quando determinado valor é debitado ou creditado no caixa.

Como funcionam as planilhas de controle financeiro?

A falta de organização no dia a dia pode gerar uma crise nas finanças, tanto pessoais quanto empresariais. Por isso, uma planilha de controle financeiro é essencial para ajudá-lo. Mantém suas contas em ordem, fiscaliza os gastos e reduz despesas.

Somado a isso, é possível usar as novas tecnologias para gerir melhor seus negócios e manter uma organização de maneira eficaz. Além de promover um aumento dos lucros.

Conheça as principais funções de uma planilha de controle financeiro

Uma das principais funções da planilha de controle financeiro é classificar os itens que compõem suas finanças de acordo com as devidas funções de cada um.

Dessa forma, você pode agrupar primeiro os gastos mensais não variáveis, como o aluguel. E na sequência, os gastos variáveis, como água e luz. Assim é possível assegurar maior organização e, consequentemente, obter um ganho de tempo na hora de elaborar processos.

Além disso, a outra função da planilha é poder ajudá-lo nos cálculos da empresa. Também registrando as transações para futuras eventualidades. Desta maneira, uma planilha de controle financeiro contribui diretamente para o desenvolvimento da gestão do seu empreendimento.

Portanto é muito importante que uma empresa tenha um sistema de controle financeiro, principalmente quando se almeja gerir melhor os negócios.

Vale destacar também que é possível escolher a planilha que melhor se encaixa em seu perfil. As opções vão desde as mais simples, que aceitam números não variáveis; até as mais avançadas, que podem realizar cálculos variados, como comparações entre gastos e aplicações financeiras.

Contudo, é possível fazer aplicações de forma mais simples.

Aprenda a fazer aplicações de maneira simples

Sabemos que para fazer uma boa aplicação financeira é preciso pesquisar não apenas a rentabilidade da aplicação, mas também o quão seguro vai ser o investimento.

Para isso, você pode utilizar uma planilha de controle financeiro na hora de fazer comparações. E dessa forma, realizar uma aplicação. Que, além de segura, poderá ajudar no aumento dos lucros de sua empresa.

Descubra um pouco mais sobre as variedades de planilhas antes de decidir qual vai ajudar-lhe a gerir melhor sua empresa:

Conheça as variedades de planilhas

Antes de nos aprofundarmos nas variedades de planilhas de controle financeiro, você precisa saber que a planilha adequada é aquela que se molda ao estilo de vida da sua empresa. Com isso em mente, acompanhe as variedades e veja qual é a planilha ideal para o seu negócio.

Planilha de controle financeiro diária

As planilhas de controle diário são excelentes para que você se mantenha dentro do orçamento. Afinal elas têm o registro de suas despesas e identificam de forma rápida qualquer movimentação econômica. Além de contabilizar os gastos que possam desestruturar suas finanças. No entanto, elas não concedem projeções.

Planilhas de controle financeiro simples

As planilhas simples são ótimas para quem tem pouco conhecimento em formatação. Ou quem não tem intimidade com o Excel ou fórmulas matemáticas. Porém, nessas planilhas são inseridos os valores mais simples (e não aqueles variáveis), o que limita o processo de gestão.

Planilha de controle financeiro avançada

As planilhas avançadas são ideais para quem busca um controle financeiro mais significativo. Elas oferecem um histórico mais detalhado das despesas e chegam a fazer projeções futuras.

No entanto, esse tipo de planilha exige que o empreendedor se dedique mais ao controle das finanças. Afinal, elas utilizam fórmulas mais complexas.

A partir das planilhas avançadas é possível fazer inúmeros cálculos. Como comparação entre gastos, aplicações financeiras ou até mesmo compras com cartões de crédito.

Planilhas de controles financeiro mensal

Já para quem deseja ter um controle maior, o indicado é adquirir uma planilha de controles mensais. Pois essas planilhas permitem visões mais vastas sobre as despesas e os recebimentos. Além disso, esse tipo de planilha permite uma análise mensal sobre o controle financeiro. Isso porque mostra os reflexos da economia durante o ano.

Contudo, uma planilha de controle financeiro pode ajudá-lo de outras formas no processo de gestão de uma empresa ou, até mesmo, na gestão pessoal.

O que se pode controlar com uma planilha de controle financeiro?

Existe uma série de importantes indicadores financeiros que podem ser controlados através das planilhas. Vamos falar especificamente sobre cada um deles:

Planilha de fluxo de caixa

Com a planilha de fluxo de caixa, você pode gerenciar todas as entradas e saídas do orçamento de sua empresa, possuindo assim uma visão mais aprofundada a respeito da necessidade de obter empréstimos para poder arcar com as despesas futuras, e também verificar se o seu empreendimento se encontra apto a realizar novos investimentos que não comprometam o seu caixa.

Planilha de custos

Através da planilha de custos, você pode categorizar todos os gastos da sua empresa. Como por exemplo: salário de funcionários, impostos e gastos com fornecedores, dentre outros. Realizar este processo é extremamente importante para a sua empresa. Porque possibilita uma visão bastante clara a respeito de quais aspectos representam um maior impacto em seu orçamento, e que talvez possam ser cortados.

Plano de contas

Trata-se de uma planilha mais completa. Ela é destinada a organizar as finanças de absolutamente todas as contas a pagar e a receber de sua empresa. Ajudando a projetar o seu orçamento de acordo com as futuras movimentações de entrada ou saída.

Planilha de DRE

Com a planilha de DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) é possível realizar uma análise muito mais detalhada dos resultados financeiros da sua empresa. Isso a partir da margem de contribuição gerada por cada uma de suas receitas e despesas. Que podem ser indiretas, relacionadas a impostos sobre seus produtos, e outros fatores.

Como o Excel pode ser importante para a gestão de sua empresa?

Além de auxiliar no controle financeiro do seu empreendimento, o Microsoft Excel pode auxiliar a sua empresa com outras planilhas, de uma forma bastante simplificada.

Funcionários

Você também pode elaborar uma planilha de controle de seus funcionários para gerenciar as atividades realizadas por sua equipe. Como ordens de serviço ou número de vendas realizadas por cada um deles. Para assim analisar se as metas estabelecidas estão ou não sendo atingidas. Além disso, você pode criar colunas voltadas para o salário de cada um deles, incluindo possíveis benefícios e adicionais. Utilizando esta planilha, fica muito mais fácil calcular a sua folha de pagamento de uma forma geral.

Estoque

Elaborando uma planilha de controle de estoque, que permite gerenciar os seus produtos a cada nova entrada ou saída, saber precisamente quando há falta ou excesso de determinado produto em seu estoque, você pode ter total controle sobre os seus produtos e analisar quais os que possuem mais saída no mercado e quais não estão sendo vendidos em boa quantidade. Isso pode ajudar você a identificar possíveis oportunidades para realizar promoções, ou então reforçar o estoque em caso de produtos que possuem uma demanda mais alta.

Controle de vendas

Com a planilha de controle de vendas você pode contabilizar seus produtos vendidos, qual dos seus funcionários fez a venda, valor, forma de pagamento e o cliente que o comprou, se existir um cadastro de clientes. A planilha de controle de vendas também pode ajudar no controle do estoque, vendo quais itens demoram mais a sair e quais circulam mais rápido.

Controle financeiro

No Excel, também é possível elaborar planilhas de controle financeiro mais detalhadas, como uma planilha voltada para o DRE (Demonstrativo Resultado do Exercício), por exemplo. Este demonstrativo lhe mostrará muito além da quantidade de vendas e informações referentes ao fluxo de caixa. Com o DRE, você saberá exatamente se a sua empresa está obtendo lucro ou prejuízo!

Software de gestão empresarial

Não é novidade para ninguém que as tecnologias vêm se tornando cada vez mais importantes para as empresas. Com a modernização do mundo, surgem novas opções de administração que podem ajudar um empreendedor na hora gerir seus negócios. Elas facilitam a organização dos processos da empresa e propiciam um ganho de tempo para o gestor.

A planilha de controle financeiro é uma ótima opção. Ela não apresenta nenhum tipo de custo para realizar o gerenciamento de processos de sua empresa. Por isso disponibilizamos aqui alguns materiais e conteúdos que podem ser úteis para sua empresa.

Entretanto, ela pode não atender as necessidades de empresas que necessitam de uma gestão mais completa e detalhada na parte financeira. Se você está procurando uma gestão mais avançada, uma ótima opção é investir no eGestor, um sistema de gestão empresarial totalmente fácil e online.

Além de controlar o seu fluxo de caixa, baseado nas movimentações de entrada e saída que você pode registrar no sistema, o eGestor permite com que você gere diversos relatórios importantes para a mensuração de resultados financeiros de seu negócio. Com o sistema, você pode gerar relatório de DRE, ABC de vendas por produto e por clientes, projetar fluxo de caixa futuro, gerenciar contas a pagar e a receber, dentre muitas outras funções.

eGestor

Além de tudo isso, o eGestor ainda realiza o controle de estoque de uma forma totalmente automatizada, atualizando a quantidade de seus produtos a cada novo registro de compra ou venda.

Você também pode cadastrar toda a sua rede de clientes e fornecedores, armazenando informações específicas sobre eles, além de emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários. É um sistema extremamente completo para o gerenciamento do processo administrativo e também operacional de sua empresa, já que com o eGestor também é possível registrar ordens de serviço.

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eGestor - Software online de gestão empresarial para pequenas empresas

Emissão de Boletos Bancários em 2021

Emissão de Boletos Bancários em 2021

Um aspecto importantíssimo para qualquer negócio é apresentar ao cliente boas alternativas de pagamento. O boleto bancário, em nosso país, é uma das formas de pagamento mais usadas para diversas transações financeiras. Estima-se que mais de 50 milhões de boletos sejam utilizados todos os meses na rede bancária de todo o Brasil.

Esta forma de pagamento apresenta  vantagens, tanto para quem paga, quanto para quem recebe. Os clientes geralmente acham mais seguro o pagamento através da emissão de boletos bancários. Principalmente devido a credibilidade que as informações contidas visualmente no papel apresentam. Além de também possuir taxas mais baixas se comparadas a outras formas de pagamento, como cartões de crédito, por exemplo.

O boleto bancário ainda oferece outras vantagens para as empresas, como a possibilidade de realizar cobranças e receber os comprovantes de pagamentos por e-mail e outras plataformas digitais, o que gera uma maior rapidez nos processos de recebimento, facilidade nos cálculos de juros e multas em casos de pagamentos fora do prazo por parte dos clientes, dentre outras.

Devido a estes fatores, os boletos muitas vezes acabam se tornando a primeira opção de pagamento. Levando isto em conta, eles também podem ser uma boa oportunidade para as empresas, que podem oferecer descontos para quem efetua o pagamento desta forma, e também para atrair novos clientes, que não possuem um cartão de crédito próprio, ou que tem um certo receio de utiliza-los em lojas virtuais, por exemplo. Já que não tem a mesma transparência de um processo de boleto bancário.

Quer saber como emitir boleto bancário e como esse documento funciona? Vamos tirar todas as suas dúvidas a seguir. Continue a leitura!

O que é um boleto bancário

O boleto é um documento de cobrança que pode ter seu pagamento efetuado em qualquer estabelecimento conveniado até o dia de vencimento indicado no título.

Em alguns casos, é especificada ao consumidor a possibilidade de quitá-lo depois do prazo estipulado, com informações como multas e juros, entre outras condições que variam de acordo com cada empresa ou documento.

Vale ressaltar que, antes, o boleto só poderia ser pago em agências bancárias e, atualmente, graças ao avanço tecnológico, o pagamento pode ser realizado em unidades dos Correios, casas lotéricas, por meio da web, apps de tablets ou smartphones e em caixas eletrônicos.

O que consta no título

No boleto bancário, há diversos detalhes para a praticidade do pagador, para que seja possível identificar facilmente informações necessárias para a realização do seu pagamento.

Há a indicação do banco que vai receber o valor a ser pago, da data de vencimento e do código de barras que permite a captação, feita automaticamente, de todos os dados por meio dos leitores óticos das unidades credenciadas que podem embolsar o pagamento.

Como emitir boleto bancário?

De uma maneira geral, o cedente gera o boleto e posteriormente o envia para o sacado no endereço que consta no cadastro, durante o período em que deve ser realizado o pagamento do documento.

A emissão pode ser efetuada pela própria pessoa jurídica ou física, por meio da terceirização de operações ou de softwares próprios para o procedimento.

Ao receber o pagamento, o banco credita o valor na conta da pessoa física (ou da empresa) dentro do prazo estipulado no contrato, com o devido acréscimo de juros, se o documento for pago após a data de vencimento.

Quais são os tipos de documento

Existem dois tipos de boleto bancário. O modelo avulso permite a cobrança de compras avulsas realizadas à vista. Esse recurso é muito utilizado por empresas quando precisam cobrar por produtos em uma única parcela.

Já o formato de carnê permite a realização de cobranças periódicas de determinada compra ou assinatura. Nesse caso, todas as parcelas são geradas em uma única vez e enviadas ao cliente. Assim é possível economizar, pois todas as prestações são geradas como se fossem uma.

Boleto bancário sem registro

O boleto não registrado pode ser emitido pelas empresas sem a necessidade de enviar ao banco os dados referentes a nome e CNPJ ou CPF do cliente. Informações como valor e prazo de vencimento também não precisam ser fornecidas em caso de boleto bancário sem registro.

Os boletos bancários não registrados apresentam taxas bem menores se comparados aos modelos com registro, já que geralmente as instituições bancárias só cobram pelo documento após o devido pagamento por parte do cliente. Sendo assim, em caso de a compra for cancelada ou então o cliente resolver alterar a forma de pagamento, as empresas não precisarão pagar nenhuma taxa referente ao boleto emitido pelo banco.

Entretanto, utilizar o boleto bancário não registrado apresenta desvantagens para as empresas, a medida em que as mesmas não possuem um adequado controle no processo de cobrança aos seus clientes, já que em caso de inadimplência, o boleto não registrado impossibilita a empresa protestar judicialmente, ao contrário do boleto registrado que previne a empresa contra esse tipo de situação.

Boleto bancário registrado

A contrário do que acontece no processo não registrado, ao emitir boleto bancário com registro, as empresas possuem a obrigatoriedade de encaminhar ao banco todas as informações contidas no documento. Neste caso, o banco exige tarifas para cada boleto emitido. Mas como falamos anteriormente, o boleto com registro traz muito mais segurança as empresas, a medida em que possibilita o protesto junto a justiça contra situações de inadimplência por parte dos clientes.

Mudanças na emissão de boleto sem registro

As empresas poderão emitir boletos sem registro em sistema bancário somente até o ano de 2018, em que todos os boletos sem registro devem ser registrados, ou em caso contrário, deixarão de ser validados.

Essa ação representa uma grande mudança, uma vez que, atualmente, de 3,5 bilhões de boletos emitidos anualmente no país, estima-se que cerca de 40% não tem registro.

Anteriormente, a data prevista para o fim desses documentos de cobrança era o mês de julho de 2017, entretanto a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) alterou o prazo para facilitar a adaptação dos profissionais que trabalham com essa modalidade de pagamento.

O problema desse modelo de documento

Você deve estar se perguntando: “mas qual o problema do boleto sem registro”? Esse tipo de boleto é utilizado para a realização de inúmeras fraudes que trouxeram consideráveis prejuízos para boa parte das empresas, além dos bancos.

Consequentemente, isso afetou a economia do país como um todo. São golpes como a mudança de alguns dígitos no meio do pagamento, por exemplo, que fazem com que o dinheiro seja desviado para outras contas.

Assim, com o intuito de reduzir a quantidade de contratempos dessa natureza, além de tornar todo o processo mais transparente, a Febraban decidiu encerrar a modalidade de boletos sem registro e trabalhar somente com a opção registrada.

Os boletos bancários registrados

A opção pela emissão de boletos bancários registrados está relacionada ao controle — que é mais facilmente realizado pelos bancos a partir da adoção específica dessa modalidade. A instituição pode, assim, controlar as operações desde o momento da emissão até a sua quitação, diminuindo o risco de fraudes e prejuízos.

Além disso, a segurança oferecida por esse tipo de documento é muito maior se comparada ao formato sem registro. Isso se deve ao fato de que, ao ser registrado, ele se torna um documento oficial, garantindo a viabilidade de procedimentos realizados em cartório, por exemplo.

Em contrapartida, existe um custo que precisa ser considerado. Na versão sem registro, as tarifas são cobradas somente quando o boleto era pago. Assim, quando o cliente desistia da compra depois de imprimi-lo, não havia custos para as empresas, pois os bancos só cobravam quando os chamados boletos eram efetivamente pagos.

No caso do modelo registrado isso muda: os bancos podem realizar cobranças sobre as operações de registro, cancelamento ou alteração, o que implica em um custo maior a quem optava pelo boleto sem registro.

Como são realizadas as cobranças de boletos bancários registrados

Na cobrança registrada, assim que a empresa fecha o negócio é preciso enviar ao banco informações a respeito da venda, bem como a identificação do cliente, por meio do CPF ou CNPJ, para que tanto o preço quanto a data limite de pagamento sejam fixados.

Há uma tarifa obrigatória que é cobrada por cada documento emitido, sendo que o valor pode variar de acordo com a instituição financeira. Nesse caso, recomenda-se procurar os bancos para ter informações precisas sobre suas carteiras de cobrança registradas.

Como emitir boleto bancário registrado

É preciso ter atenção especial aos seguintes aspectos:

  • Ter todos os dados cadastrais dos clientes atualizados, principalmente o CPF ou o CNPJ;
  • Entrar em contato com o banco para obter informações em relação ao processo de migração dos boletos;
  • Perguntar sobre as taxas que envolvem as operações de registro, cancelamento e alteração dos boletos. São essas 3 informações que podem ajudá-lo a comparar os valores dos serviços prestados por diferentes bancos e, assim, permitir que você opte pelo mais vantajoso para seus interesses comerciais. Isso é importante para que se possa escolher a instituição ideal para fazer a emissão das cobranças.

Como proceder para gerar boleto bancário

Ao definir o banco, você deve fazer um contrato. Essa instituição financeira precisa ser a dona de carteiras de cobrança e oferecer a ferramenta para que você possa emitir boleto bancário.

Assim, é possível proceder da seguinte maneira:

  1. Abra uma conta-corrente que seja compatível com a emissão do boleto bancário ou, então, procure o seu banco e peça para que esse serviço seja incluído na sua atual conta.
  2. Adote um software emissor de boleto bancário. Isso pode ser feito junto ao banco, mas, também, a partir de uma ferramenta oferecida por outro fornecedor.
  3. Reúna todos os dados da pessoa física ou jurídica que será o cedente, bem como do sacado, considerando elementos como valores e prazos para cada compra.
  4. Utilize a ferramenta para gerar a cobrança.
  5. Imprima e encaminhe o boleto. Você gerará um link que pode ser enviado para o cliente da maneira que julgar mais conveniente. Procure sempre trabalhar com e-mails para garantir credibilidade ao seu negócio.
  6. Realize o controle do pagamento dos documentos ou da parcela de carnê de maneira separada.
  7. Atualize a data de pagamento.

Alternativas de pagamento

Você também pode oferecer outras opções de pagamento para seus clientes.

Nesse caso, para não sair no prejuízo, você pode considerar alternativas de parcelamento sem juros no cartão de crédito, integrações com internet banking para pagamento à vista, entre outras.

Mas lembre-se de sempre oferecer a opção do boleto bancário para o seu cliente, pois se trata de uma modalidade de pagamento muito popular e de fácil procedimento.

O que é preciso para emitir boleto bancário

Quer saber como emitir boleto bancário?

É muito simples e não tem muitos segredos. A pessoa a receber o pagamento de seus clientes só precisa ter uma conta-corrente válida para a cobrança.

Vale lembrar que os bancos costumam cobrar uma taxa por documento pago. Sempre que um consumidor realizar o pagamento, o banco descontará de sua conta.

O boleto bancário é a forma mais segura e prática de pagamento, sem mencionar o fato de que os custos ao cedente são baixos. Portanto, saiba que essa é uma ótima maneira das empresas cobrarem de seus clientes e, assim, oferecerem uma alternativa prática de pagamento pelos serviços ou produtos.

Conforme já comentamos anteriormente, tanto a empresa quanto o consumidor ganham vantagens ao usar o título para as transações, pois trata-se de um documento muito prático que tem como função facilitar a vida de todos. Selecionamos 5 dicas que podem te ajudar neste processo:

1- Escolha o banco

A primeira coisa a se fazer para emitir boleto bancário é procurar o banco. Na maioria dos casos, as empresas já possuem uma conta registrada no nome de pessoas jurídicas que estão aptas para solicitar esse tipo de serviço para a instituição financeira.

Entretanto, se preferir, uma boa dica é procurar as condições oferecidas por outras agências e comparar com aquelas que são dadas pelo banco onde a sua empresa já é correntista. Dessa forma, é possível economizar nas tarifas cobradas e encontrar esses serviços com melhor qualidade.

2- Escolha a carteira de cobrança

A carteira de cobrança é, basicamente, o serviço oferecido pelo banco para a geração de boletos de sua empresa. As instituições financeiras oferecem duas formas de carteiras de cobrança: a registrada e a não registrada.

Na registrada, a sua empresa permite que o banco realize as ações de emitir, enviar, cobrar e protestar os boletos bancários. E, certamente, devido a essas ações, as empresas bancárias cobram tarifas mais caras que incidem por cada documento de cobrança emitido.

Na modalidade não registrada, as tarefas de digitação de dados do cliente, emissão, envio, cobrança e protesto são por conta de sua empresa. O banco só terá conhecimento sobre os boletos emitidos quando o cliente pagá-los e, dessa forma, cobrará a tarifa somente nos documentos quitados.

Para saber qual carteira de cobrança é melhor para a sua empresa, a dica é analisar as condições de sua empresa. Se você acredita ela está apta a produzir, enviar e cobrar os boletos, a segunda opção é bem mais proveitosa para os seus negócios.

3- Utilize softwares e ferramentas de gestão de boletos

Atualmente, é possível encontrar softwares e ferramentas que controlam a emissão de boletos de sua empresa. Além de gerar boletos, esses recursos oferecem inúmeras outras possibilidades, como envio de e-mail para clientes.

Entretanto, lembre-se sempre de verificar se o software que você está utilizando oferece seguridade total do sistema e consistência nas informações impressas sobre o boleto, como o código de barras e o “nosso número”. Além disso, é importante verificar se os documentos emitidos estão de acordo com os padrões da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

4- Realize testes e homologações

Antes de começar a emissão de boletos bancários para clientes, é importante que você realize alguns testes e homologue as ferramentas que está utilizando. Para isso, basta gerar uma série de documentos de cobrança fictícios e enviá-los para o gerente fazer a sua avaliação e confirmar se os dados inseridos estão corretos. Dessa forma, é possível ter mais segurança nesse processo e evita erros de compensação nos boletos que serão, futuramente, emitidos.

5- Ofereça o serviço online

Atualmente, a emissão de boletos pode ser realizada por seus clientes online. Para isso, basta conversar com o seu banco – caso tenha optado pela carteira de cobrança registrada – e exigir que o link de geração desses documentos possa ser incluído em seu site. Ou utilizar os softwares de gestão de boletos para inserir a opção em suas páginas da rede, como falamos anteriormente. Dessa forma, os seus consumidores terão maior facilidade para pagar as suas faturas e poderão reemitir os boletos quando necessário.

Oferecer emissão de boletos bancários como forma de pagamento não é difícil. Com algumas medidas e ferramentas, você pode realizar essa ação de forma simples e bem eficaz. Se você pretende disponibilizar o melhor para os seus clientes, não hesite entrar em contato com empresas que já são especializadas nesses recursos e ganhe em competitividade e inovação.

Como emitir boleto bancário utilizando o eGestor?

O processo de emissão de boletos no eGestor é bastante simples. Basta ir até o Menu boletos e então clicar em novo. O boleto que será gerado deve ser emitido pelo menu financeiro ou então no menu de vendas. O financeiro disponibiliza todas as contas a serem pagas e recebidas.

Basta selecionar qual a conta que deseja emitir o boleto bancário. No caso das vendas, basta escolher uma das vendas registradas no sistema que você deseja emitir o boleto ao seu cliente. Feito este processo, o boleto será gerado no menu de boletos, como dito anteriormente.

Neste menu você terá diversas informações referentes ao boleto que foi emitido: Código, descrição, tipo de documento, contato, data de vencimento, valor e a situação daquele boleto, se já foi pago ou se ainda segue pendente.

Guia de Otimização de Processos

Remessa para o banco

O processo de remessa para o banco serve apenas para os boletos registrados. Os boletos sem registro não precisam ser enviados para homologação pelo banco, como já explicamos anteriormente. Os critérios utilizados para a remessa pode variar de acordo com os bancos. Mas geralmente este processo de homologação consiste na geração de cerca de 10 a 20 boletos fictícios, como uma forma de comprovação ao banco que o emissor está apto a realizar a cobrança aos seus clientes por meio daquele boleto.

Para enviar o documento para a remessa no banco através do eGestor, basta ir até a listagem de boletos fictícios emitidos no sistema e então clicar em gerar remessa. Feito isso, é necessário aguardar a validação do boleto por parte do banco, para a emissão verdadeira daquele boleto.

Ainda no menu de boletos, o item “Retorno do Banco” mostra o andamento da solicitação junto ao banco, contendo o arquivo informações referentes ao pagamento, para qual banco foi pedido a homologação, a data de envio da solicitação, e por fim a conclusão, que será informado quando o boleto registrado estiver completamente apto para a emissão verdadeira.

Com o boleto devidamente validado pelo banco, basta solicitar ao seu gerente bancário o download dos arquivos de retorno do banco e então no menu de retorno do eGestor utilizar o botão “novo” para enviar todos os arquivos os seus boletos no sistema. Lembrando que  no eGestor você pode emitir 10 boletos gratuitamente antes de assinar um dos planos profissionais oferecidos pelo sistema.

Gostou de saber mais sobre como emitir boleto bancário? Entre em contato conosco e saiba como podemos fazer mais por você e sua empresa!