DRE: O que é, como fazer e modelos [Planilha Grátis]

Escrito em: 30/09/21
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DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma forma de reproduzir o resumo dos resultados operacionais e não operacionais de um negócio em um período. Assim, devem estar discriminados no DRE:

  • Indicadores de receitas.
  • Despesas.
  • Investimentos.
  • Custos.
  • E provisões apuradas.

Quando o empreendedor vai cuidar da gestão financeira de uma empresa, ele pode ficar com dúvidas sobre como uma despesa deveria ser entendida, ou como uma receita pode ser lançada no seu controle contábil. Por isso, a legislação brasileira obriga as empresas a fazerem um controle contínuo da sua situação contábil, registrando em livros e relatórios específicos, apresentando as suas operações, transações e posições econômicas e financeiras. Essa é a razão pela qual o bom gestor deve entender – pelo menos um pouco – a respeito dos lançamentos contábeis e ficar vigilante com a DRE.

Você sabe o que é DRE? Entenda:

O que é DRE?

Na contabilidade, DRE é a sigla para Demonstração do Resultado do Exercício. Mas também pode ser chamada de ARE, que significa Apuração do Resultado do Exercício. Mas o que é isso?

Uma DRE é uma ferramenta contábil que traz o resumo financeiro dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa em certo período. Assim, geralmente, esse período determinado corresponde ao ciclo anual de janeiro a dezembro (doze meses) como exercício financeiro da empresa.

Esses resultados operacionais são os relativos aos lucros da empresa e ignora juros e impostos. Já os resultados não operacionais são atingidos a partir da receita e das despesas.

Portanto, uma DRE vai confrontar os indicadores de receitas, despesas, investimentos, custos e provisões apurados. Assim, ela evidencia a formação do resultado líquido da empresa na ocasião. Para fins legais, basta cumprir a DRE todo ano, mas não é incomum que sejam feitas DREs mensais mais simples, para fins administrativos. Podem ser feitas também DREs trimestrais, para o monitoramento dos gastos fiscais.

Como fazer um modelo de DRE

Agora, vamos mostrar como fazer uma Demonstração do Resultado do Exercício seguindo a estruturação do exemplo acima — respeitando os critérios legais de escrituração e apresentação dos números.

Receita bruta

O passo mais simples e inicial é o faturamento do ano. Assim, basta somar toda a receita gerada de vendas e prestações de serviços. Ainda, os cancelamentos e devoluções também não podem ser esquecidos. Do contrário, o resultado pode ser um lucro a mais inexistente.

– deduções

A primeira parte de montar um DRE é fazer a dedução de vendas da receita bruta. Ou seja, devem ser subtraídos os valores referentes a impostos sobre a venda, descontos oferecidos sobre ela, e outros relacionados.

= receita líquida

O equivalente a receita bruta menos as deduções de venda é chamado de receita líquida.

– custo da mercadoria vendida

Agora, é deduzido da receita líquida os valores de custo de mercadoria. Como já foram retirados valores como impostos e descontos, aqui são avaliados os gastos com a compra, fabricação e/ou preparação de um produto ou serviço. São avaliados os valores do CMV (Custos de mercadorias vendidas), CPV (Custo de produtos vendidos) e CSP (Custo dos Serviços Prestados).

= lucro bruto

A receita líquida menos gastos com CMV, CPV e CSP é chamada de lucro bruto.

– despesas com vendas

As despesas com vendas podem incluir comissões de vendedores, custos com representantes, brindes, fretes e outros gastos diretos que são necessários à finalização dos negócios gerados.

– despesa administrativa

Aqui a lista é mais longa. As despesas administrativas incluem várias despesas necessárias ao funcionamento da empresa e sua gestão — excluindo as mostradas acima. Por exemplo:

  • aluguel do imóvel da sede da empresa;
  • energia elétrica;
  • água;
  • internet;
  • telefone;
  • IPTU;
  • material de escritório;
  • mensalidades de softwares;
  • depreciação de bens;
  • folha de pagamentos e seus encargos;
  • honorários contábeis;
  • seguros da empresa e de seus bens;
  • IPVA;
  • combustível;
  • pró-labore de sócios;
  • material de limpeza.

Além deles, diversos outros ainda podem surgir. Tudo depende da empresa: seu tamanho, atividades, número de funcionários e outros fatores.

– despesas financeiras

Geralmente, trata-se de juros pagos, descontos concedidos e despesas bancárias com manutenção de contas e demais tarifas.

= resultado operacional líquido

O resultado operacional líquido, também chamado de margem de contribuição, é o resultado do lucro bruto menos as despesas variáveis da empresa.

– despesas extra operacionais

Agora, são descontadas as despesas relacionadas à receita com dividendos, juros sobre empréstimos e outros relacionados.

= resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social

Chegando ao final, aqui é o resultado da receita bruta menos todas as variáveis da empresa, menos os impostos.

– provisões Imposto de Renda e Contribuição Social

O IRPJ e o CSLL são impostos federais. O IRPJ, ou Imposto de Renda de Pessoa Física, incide sobre a renda bruta de empresas em geral. Já o CSLL, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, incide sobre a renda líquida de empresas antes da provisão dos impostos de renda. Mas, esses valores não se aplicam aos optantes do Simples Nacional, já que eles incidem sobre a receita bruta.

= resultado líquido

E, finalmente, chegamos ao fim do DRE. Esse é o valor final, levando em conta todas as perdas e ganhos.

Guia de Impostos e Tributos

O que deve constar na DRE?

O Artigo 187, que determina a DRE, deixa pouca ou nenhuma liberdade de personalizar esse relatório contábil. Por isso, elas apontam vários tópicos que deverão ser apontados no demonstrativo.

Então, para se apurar o lucro que a empresa adquiriu no período, devem estar indicadas na DRE as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente da sua realização em moeda. Assim, também devem estar apontados os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes às receitas e rendimentos.

A ferramenta deve ser preparada respeitando o regime de competência. Ou seja, ela deve estar conforme a ocorrência do fato gerador do registro contábil, apesar do efetivo recebimento da receita ou do pagamento da despesa.

Modelo de DRE

Uma DRE tem uma sequência bem ordenada de cálculos. Esses cálculos acabam se repetindo em qualquer demonstração contábil feita para qualquer empresa, não importa o porte ou o volume dos fatores ocorridos naquele exercício.

Dessa forma, começa com o quadro da receita bruta de vendas, de onde são deduzidas as devoluções de vendas, os abatimentos e descontos comerciais cedidos e os impostos.

Já no quadro da receita líquida de vendas, o custo das mercadorias vendidas e dos serviços vendidos é deduzido. Chegando, assim, ao lucro bruto.

Assim, a partir do montante do lucro bruto, são subtraídas todas as despesas operacionais, financeiras, comerciais e aquelas gerais ou administrativas.

Acrescentam-se aí outras receitas operacionais, e o resultado será o lucro ou prejuízo operacional líquido.

A partir desse saldo, são deduzidos ou acrescentados os resultados não operacionais, como as participações de debenturistas, empregados, administradores e partes beneficiárias, por exemplo.

Com isso, é chegado, enfim, ao lucro (ou prejuízo) líquido do exercício.

Modelo da estrutura da DRE

   Receita bruta
– deduções
= receita líquida
– custo da mercadoria vendida
= lucro bruto
– despesas com vendas
– despesa administrativa
– despesas financeiras
= resultado operacional líquido
– despesas extra operacionais
= resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social
– provisões Imposto de Renda e Contribuição Social
= resultado líquido

Não existe um modelo único, visto que o DRE é um relatório que dependerá das exigências e das preferências de cada empresa. Assim, os empreendedores podem excluir ou adicionar linhas, caso necessário.

Quais informações estão no DRE?

Na estrutura da DRE são discriminados os valores referentes à receita bruta de vendas e serviços, juntamente com suas respectivas deduções, e os impostos incidentes sobre as operações de venda e demais abatimentos.

Em seguida, chegamos ao valor da receita líquida do período, do qual devem ser subtraídos os custos dos produtos vendidos, bem como dos serviços prestados, a fim de chegar ao resultado operacional bruto. Desse valor são subtraídas as despesas incorridas no período e acrescidas as demais receitas financeiras, originando o resultado operacional líquido, antes da incidência dos impostos.

Então, uma vez subtraídos os valores dos impostos, finalmente chegamos ao resultado líquido antes da participação nos lucros. Ela é calculada sobre o valor do resultado líquido do exercício menos o valor do prejuízo acumulado nos exercícios anteriores.

Métodos de análise de DRE

Agora que você já sabe como montar sua DRE e tem todos os dados necessários, você precisa analisar essa demonstração.

Como fazer isso? É fácil!

Existem dois métodos utilizados como avaliação dessa ferramenta. Confira o que eles são e como fazer:

Análise horizontal

Existem diversos meios de avaliar se sua empresa está crescendo. Normalmente vemos se os valores de lucro e rendimento são maiores que os do mês ou período anterior. Na análise horizontal da DRE é isso que acontece. São comparados os períodos do DRE para que se entenda se a rentabilidade da empresa está crescendo, por exemplo.

Assim, a análise horizontal demonstra como a empresa anda, de acordo com os resultados de vendas e impostos.

Análise vertical

Ao contrário da análise horizontal de DRE, a análise vertical identifica os valores que estão dispostos na estrutura. Dessa forma, são analisados os percentuais dos componentes da ferramenta. Assim, podem ser feitas comparações entre períodos.

Para que serve a DRE

Como parte da contabilidade, o objetivo primário da demonstração é relatar os resultados da forma que mostramos acima. Mas, na prática, com o uso da ferramenta na gestão, a DRE tem outros objetivos importantes. Por exemplo:

Avaliação do regime tributário

Como citamos há pouco, o demonstrativo apresenta o lucro da empresa no ano antes e depois dos impostos. Dessa forma, é possível observar se os tributos do regime no qual a empresa está enquadrada são os menores possíveis.

Ou seja, utilizando a Demonstração do Resultado do Exercício e dados financeiros e contábeis de outras fontes, o responsável consegue simular qual seria o impacto financeiro de outro regime tributário. Na geração da demonstração simulada, a comparação dos resultados é direta e esclarecedora.

Comparação de períodos

Todo relatório contábil tem como uma das funções permitir a comparação entre diferentes períodos. O mesmo ocorre com a Demonstração do Resultado do Exercício, que pode ser utilizada para comparação de elevação de lucro bruto e líquido, despesas e impostos entre anos ou períodos menores.

Avaliação de potencial de geração de resultados

Sabemos que o lucro da empresa importa mais do que seu faturamento. É o número que revela seu potencial de elevar o patrimônio, crescer e ter base para investir e cobrir despesas inesperadas.

Portanto, se a DRE do ano apresenta um resultado positivo e adequado ao negócio e seu ramo, significa que o planejamento, as ações e o gerenciamento financeiro e tributário tiveram sucesso. Ou seja, a empresa tem de apenas continuar no caminho em que está — potencializando pontos fortes e alinhando detalhes que podem ser melhorados.

Cálculo do ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio, também chamado de break even, é o quanto a empresa tem de gerar em vendas para ter lucro zero, cobrindo todos os gastos. Assim, a partir desse ponto, ocorre o lucro líquido.

A conta é importante para revelar, além da necessidade do número de vendas para cumprir com as obrigações, o tempo necessário para atingir o ponto, pois, quanto mais rápido for, maior é o lucro.

Para isso, a Demonstração do Resultado do Exercício é uma ferramenta útil, porque ela inclui dados como faturamento, despesas fixas e variáveis, lucro bruto e resultado líquido.

Planilha de fluxo de caixa financeiro - dre

Acompanhamento de indicadores financeiros

Os resultados de alguns indicadores financeiros podem ser obtidos utilizando informações da DRE. Veja cinco deles e como chegar aos seus números por meio das informações do documento:

1. Lucratividade

Calcular o percentual da lucratividade é simples. Basta dividir o lucro pelo faturamento e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo;

  • resultado líquido do ano: R$ 235 mil;
  • faturamento do ano: R$ 610 mil;
  • (235 ÷ 410) x 100;
  • 0,3852 x 100 = 38,52%.

O cálculo pode ser feito também mensalmente, com a emissão de uma Demonstração do Resultado do Exercício para visualização a cada período.

2. Ponto de equilíbrio

Como vimos antes, o break even, ou ponto de equilíbrio, é a relação de todas as despesas com o volume de vendas ou ainda com o ticket médio da empresa. Veja o cálculo hipotético:

A divisão entre os valores resulta em R$ 54,54. Ou seja, o empreendimento tem de fechar 55 vendas para não ter prejuízo e começar a gerar lucro.

Caso se considere o número de negócios fechados no período calculado, é possível observar em que ponto na linha do tempo atinge-se o equilíbrio da empresa.

3. Margem de contribuição

Esta margem é o quanto do faturamento gerado contribui para geração de lucro e cobertura de despesas fixas. Dessa forma, para chegar a ela, deve-se subtrair impostos diretos e demais gastos de vendas da receita bruta operacional. Observe:

  • faturamento em vendas do período: R$ 100 mil;
  • tributos das vendas: R$ 13 mil;
  • custo de mercadorias: R$ 35 mil;
  • demais despesas diretas de vendas: R$ 16 mil;
  • margem de contribuição do período: R$ 36 mil.

4. Retorno sobre ativos

Como o nome diz, significa o quanto a empresa tem de retorno sobre os ativos investidos. Portanto, o resultado é obtido com a divisão do lucro líquido pelo total do ativo, que deve ser localizado no balanço patrimonial.

5. Retorno sobre patrimônio líquido

O patrimônio líquido é o que resta quando o passivo é subtraído do ativo. Tecnicamente, é devido ao proprietário da empresa ou sócios, incluindo o capital aportado por eles.

E o retorno sobre o patrimônio demonstra quanto os investimentos deles geram de lucro. Assim, para calculá-lo, somente é preciso dividir o resultado líquido pelo patrimônio líquido, que também consta no balanço.

Auxílio à tomada de decisões

Todos os objetivos acima possibilitam que o gestor da empresa utilize a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) para tomar decisões. Por exemplo, na análise dos indicadores financeiros, que serve para avaliação do negócio e tomada de decisões de crescimento, reversão de quadros negativos e replanejamento estratégico.

Qual é sua importância prática?

A elaboração correta da DRE possibilita ter uma visão geral do status financeiro da empresa. Assim, se pode extrair informações extremamente relevantes, como, por exemplo, o montante das despesas gerais da organização, a composição dos custos relacionados aos produtos e serviços, a receita total de vendas, o lucro obtido pela empresa com suas operações, a incidência dos impostos sobre os produtos comercializados, o nível de endividamento em que se encontra e quais serão as estratégias consequentemente adotadas, por exemplo.

Não se esqueça de que as possibilidades apresentadas pela DRE não devem ser usadas apenas para fins legais ou fiscais. Atualmente, visando uma gestão estratégica do negócio, essa demonstração vem se apresentando como uma ferramenta muito útil para a gestão interna do negócio, sendo o instrumento utilizado pelo gestor do negócio para pautar suas decisões e traçar suas metas.

Vê-se, portanto, que é a partir das informações coletadas pela DRE que se torna possível analisar os números apresentados e mensurar a eficiência das práticas adotadas pela empresa no período analisado. Assim, se possibilita um planejamento estratégico para otimizar suas atividades no período seguinte. Além disso, proporciona a elaboração de cenários alternativos para suas operações, a fim de promover economias financeiras e fiscais para o futuro.

Planilha de DRE

Pensando justamente na dificuldade que o empresário tem com essa ferramenta contábil, o eGestor montou uma planilha de DRE. Assim, com ela, basta inserir os dados que devem constar no modelo e pronto.

Entenda:

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Quais são as diferenças entre DRE e balanço patrimonial

O balanço serve para representar a situação financeira e patrimonial da empresa na sua data de emissão. Ele demonstra ativos — bens e direitos — e passivos e as obrigações de uma empresa. O resultado da relação entre os grupos é o patrimônio líquido.

Geralmente, o patrimônio é um resultado positivo, porque o passivo sempre deve ser menor que o ativo. Do contrário, a situação financeira da empresa é grave e ela pode estar à beira da falência.

Não há forma de tal resposta estar errada em seu significado, pois o balanço leva em conta o histórico da empresa — prejuízos ou lucros acumulados anteriormente. Ou seja, o resultado é fruto de todo o caminho percorrido pela empresa até aquela data de emissão.

Já a Demonstração do Resultado do Exercício serve apenas para relatar a situação econômica, relacionando despesas e receitas e dando o lucro líquido do ano como resultado. Então, um exercício ruim representa apenas isso, podendo o negócio ainda ter lucro acumulado pelos resultados anteriores.

Apesar das diferenças, e também por conta delas, os relatórios contábeis acabam sendo complementares. Os dados de um deles auxiliam na obtenção de respostas extraídas das informações de outro.

Por exemplo, para calcular resultados de alguns indicadores financeiros, é preciso utilizar valores de ambos os relatórios, como mostraremos adiante.

Por esses motivos, o ideal é manter os dois documentos bem estruturados e exatos e aplicar ambos na gestão da empresa.

Quanto às semelhanças, as duas ferramentas são anuais emitidas no encerramento contábil e, igualmente, podem ser consolidadas mensal, trimestral ou semestralmente para uso gerencial.

Buscando uma ferramenta para controlar o financeiro, com relatórios de DRE e plano de contas? Conheça o eGestor!

eGestor - Software online de gestão empresarial para pequenas empresas - dre
<a href="https://blog.egestor.com.br/author/pedro-henrique-escobar/" target="_self">Pedro Henrique Escobar</a>

Pedro Henrique Escobar

Pedro Henrique Escobar é formado em Administração e gerente de marketing no eGestor. O eGestor é uma ferramenta online para gestão de micro e pequenas empresas. Teste gratuitamente em: eGestor.

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7 Comentários

  1. Arivaldo Paulatti Filho

    Material muito bom!
    De fácil entendimento.

    Responder
    • Rosangela

      Achei muito boa a explicação
      Simples e Direta e fácil de entender

      Responder
  2. MARTA B ARAUJO

    Professor Marcos Barros explicou com muita propriedade, excelente!!
    Parabéns pelo material, bem proveitoso.

    Responder
  3. Maria José Sales da Silva

    Prof foi muito bom explanação deste assunto sobre DRE

    Responder
  4. Luiz Carlos

    Excelente explanação. Simples, didático e de fácil compreensão. Parabéns!

    Responder
  5. Eudes Soares da Silva

    Aula excelente. Gostei! Técnica fácil para o pequeno empreendedor fazer sua contas no final do mês, principalmente MEI.

    Responder
  6. JOSE UBIRATAN LOPES DO NASCIMENTO

    Parabéns a todos envolvidos!
    excelente material

    Responder

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