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Criação de abelhas: Dicas de como montar o seu apiário

Criação de abelhas: Dicas de como montar o seu apiário

O mel é um dos produtos mais consumidos em todo o mundo. Assim, além da função adoçante e do seu sabor, ele é famoso por suas propriedades terapêuticas (como anti-inflamatório, antimicrobiano, antisséptico e analgésico). Mas, também, por ser rico em ferro, magnésio, fósforo e vitaminas. O mel brasileiro, em especial, é mundialmente reconhecido por sua qualidade e por ser orgânico. Essa variedade é cada vez mais difícil de se obter nos países onde as abelhas da criação de abelhas têm contato com plantas geneticamente modificadas ou tratadas com agrotóxicos.

Os principais estados produtores de mel são São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Piauí. Esses, juntamente com os demais estados, atendem o mercado interno e ainda exportam para Estados Unidos, Alemanha e Canadá. O Brasil apresenta enorme potencial para o desenvolvimento da apicultura e é uma alternativa lucrativa para o produtor rural.

A criação de abelhas pode ser desenvolvida em pequena escala, por hobby ou usufruto pessoal. Ou, ainda, em grande escala, constituindo um negócio com elevado potencial comercial. Além de contribuir para a polinização, a apicultura gera produtos como o mel, a cera, o própolis, a apitoxina e a geleia real. Esses são bastante demandados no mercado interno e mundial.

Principalmente depois da expansão da cultura da alimentação saudável e natural, os derivados da abelha têm ganhado cada vez mais fatias de mercado, seja como produtos finais ou enquanto insumo para outras indústrias, como cosméticos, farmacêuticos e alimentícios.

Para montar um apiário, além da estrutura física, é necessário também buscar conhecimento e entender sobre o comportamento social das abelhas, a biologia do animal e quais são as melhores técnicas de produção e manejo que estão sendo utilizadas. Também é fundamental fazer uma boa gestão do negócio e ter controle eficiente das finanças.

A escolha do local para criação de abelhas

Para começar a criação de abelhas é necessário dispor de uma área verde para a instalação do apiário, de preferência na zona rural e com pelo menos 1500 m², uma vez que as abelhas se afastam da colmeia para buscar flores. Além disso, deve haver uma fonte de água a menos de 500 metros da colmeia.

Alguns fatores podem influenciar na qualidade dos produtos e na produtividade das abelhas. Portanto, aconselha-se que a área escolhida seja preferencialmente seca e com baixa ocorrência de ventos, receba incidência de luz solar e esteja afastada de regiões habitadas por pessoas ou de criação de animais – especialmente se as abelhas tiverem ferrão.

A classificação do mel produzido é determinada pela constituição da flora local e pelo processo de extração, o que resulta em diferentes consistências e colorações. É interessante que o território escolhido para a criação seja repleto de árvores de reflorestamento, para a obtenção de um mel de eucalipto, por exemplo, de árvores frutíferas para variedades de laranjeira ou de flores silvestres para o mel de girassol, de rosas, entre outros.

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Como começar a criação de abelhas?

A criação de abelhas está dividida em algumas fases.

Povoamento

A primeira, do povoamento, pode ser concluída de três formas distintas. O apicultor pode comprar as abelhas de outro apicultor que comercialize os animais. Ou, pode capturar as colmeias da natureza e instalá-las no seu terreno. Ou ainda, é possível atrair enxames de abelhas para armadilhas e colocá-las nas colmeias do apiário.

Existem três tipos de abelha para criação de abelhas:

  • as nativas;
  • a Apis Melífera;
  • e as abelhas africanas.

A principal vantagem da criação de abelhas nativas é o fato de não terem ferrão, o que facilita o contato.

Instalação das colmeias

A segunda fase se refere à instalação das colmeias, que são as estruturas físicas onde moram as abelhas. Existem três principais modelos em uso atualmente.

A colmeia de madeira, que tem forma cilíndrica e é amarrada em árvores, é a mais barata e simples de fazer. Além do custo baixo, a estrutura garante elevada produção de própolis, porém, a produção do mel é baixa e é difícil de fazer a inspeção da colmeia e de controlar a qualidade do mel.

A segunda opção é a colmeia top bar, também feita de madeira e fechada. É fácil de fazer, pois utiliza matéria-prima local, produz mais quantidade de mel do que a anterior – além da cera – e dura cerca de 10 anos. Todavia, para que a produtividade seja interessante, são necessárias aproximadamente dez colmeias destas, o que pode ser custoso dependendo do orçamento disponível para começar o apiário.

Por fim, a colmeia Langstroth é a mais comum no mercado e a mais produtiva, apesar de ser também a mais cara. Ela é indicada para criação de abelhas por apicultores mais experientes e permite entre quatro e cinco colheitas de mel por ano.

Atividade do apiário

Após a instalação das primeiras colmeias, é que realmente tem início a atividade do apiário. O manejo do apiário envolve constante inspeção das colmeias e intervenções para garantir a harmonia da colônia e a produtividade do negócio. São exemplos de intervenções: o controle de pragas, o fornecimento de alimento especialmente em épocas de seca ou de baixa floração (sem alimento, as abelhas abandonam a colmeia), a reparação da estrutura quando necessária, a verificação do comportamento da rainha, a substituição da rainha, notar a existência de predadores como formigas e cupins, entre outras providências.

O processamento do mel e dos demais produtos apiários podem ser obtidos de formas artesanais ou mais automatizadas. Dependendo do orçamento disponível e do tamanho da produção, o empreendedor deve analisar quais opções existentes no mercado são mais adequadas ao seu modelo de negócio.

Questões operacionais e administrativas

No intuito de explorar comercialmente o apiário, é necessário abrir uma empresa e contratar um contador. Para facilitar o controle das finanças do negócio e garantir a melhor administração dos recursos, é aconselhável trabalhar com um software de gestão, como o eGestor, que facilita o monitoramento do setor financeiro, das vendas, da emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), da emissão de relatórios e do controle de estoque de micro e pequenas empresas. Com uma boa gestão do funcionamento do apiário, as possibilidades de sucesso são muito maiores.

A quantidade de funcionários que deverão trabalhar na atividade depende do tamanho do empreendimento: quanto maior a produção, mais gente deverá compor a equipe. O ideal é buscar pessoas treinadas, com experiência prática ou com cursos técnicos em apicultura. O empreendedor ainda deve ficar atento à regulamentação sindical da categoria, principalmente aos procedimentos de segurança para o trabalho junto às abelhas.

Outra dica importante é entrar em contato com associações nacionais e regionais e sindicatos da área, que possam oferecer suporte e informações sobre a criação de abelhas. Deve-se observar, ainda, as normas técnicas que vigoram para o desenvolvimento da atividade, como algumas determinações da vigilância sanitária. Por fim, é fundamental lembrar que a apicultura tem um enorme potencial no Brasil, mas, como todo negócio, exige dedicação e constante atualização do empreendedor sobre o que está acontecendo no mercado. Participar de congressos e eventos da área pode ser uma boa maneira de estar atento e ainda fazer ótimos contatos.

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Como montar um salão de beleza: Tudo sobre esse negócio!

Como montar um salão de beleza: Tudo sobre esse negócio!

O salão de beleza é um tipo de negócio bastante rentável para o empreendedor que resolve investir neste ramo. Os cuidados com a beleza e com a saúde dos cabelos são práticas que não param, mesmo quando a economia está instável. Obviamente, o sucesso e a estabilidade de um salão de beleza depende muito da boa administração do gestor, além da oferta de um serviço de qualidade, dentre outros fatores. Confira aqui como montar um salão de beleza.

Quanto custa montar um salão de beleza

A primeira coisa a ser pensada é o valor necessário para investir em um salão de beleza. Por ser um empreendimento que utiliza muitas máquinas, objetos e produtos de tratamento, além dos gastos com aluguel, água, luz e internet é um negócio que exige uma quantia considerável.

Em média, dependendo do tamanho do salão e dos serviços oferecidos, montar um negócio do tipo custa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil reais. Mas, claro que nada impede que você comece seu salão de beleza com pouco, usando os acessórios e produtos que já tem, a sua própria casa e seus itens pessoais até ganhar mais clientes e expandir o seu negócio.

De qualquer forma, é interessante ter um valor para investir previamente, além de uma reserva para os momentos mais delicados, em que os clientes diminuem e você ainda tem que arcar com as despesas fixas como água, luz, internet, telefone e salário da equipe.

Planejamento

Aqui começa a real prática do negócio. Você terá que planejar tudo relacionado ao salão de beleza. Depois de definir o valor que vai investir, você deve verificar o espaço onde funcionará o salão.

Terá que pagar aluguel ou é um espaço próprio? Precisa fazer alguma reforma ou alteração local? Como ficará a organização desse espaço?

Lembre-se que terá que acomodar espelhos, máquinas, cadeiras, poltronas, expositores, armários, mesinhas de apoio, lavatórios, carrinhos de apoio, além de promover uma circulação segura para todos.

Outro ponto importante é decidir quais serviços o salão de beleza vai ofertar. Lembre-se que quanto mais serviços, mais produtos, máquinas e profissionais serão necessários para dar conta da demanda.

Decida também se vai contratar profissionais, ajudantes ou se vai trabalhar sozinha por enquanto. Defina o horário de atendimento, os preços dos serviços etc.

Entenda o mercado

É muito importante que você saiba como o mercado de beleza está funcionando no momento. Existem cortes e serviços que são tendência? O que está atraindo mais as mulheres? Os homens estão cada vez mais preocupados com a estética, você sabia?

Portanto, esteja sempre atualizada em relação a tudo que acontece. Afinal, fazendo esse controle, você consegue ter muitas ideias boas de promoção, de serviços novos, sempre de acordo com o que o seu cliente deseja.

Defina a localização

A localização do seu salão de beleza é primordial para o seu sucesso. É muito comum que o empreendedor use a própria casa para montar o negócio porque não precisa pagar aluguel, por exemplo. Contudo, nem sempre esse é o melhor ponto para atrair a clientela.

Sem contar que pontos localizados em áreas mais nobres geralmente são mais lucrativos por causa do público atendido. Geralmente, esse público não se importa em pagar um pouco a mais por um bom serviço. Nem sempre acontece isso em um salão de beleza dentro de um bairro mais popular, por exemplo.

Caso se decida por alugar um espaço, conheça bem o lugar ao redor, se é acessível, se existe concorrência, como essa concorrência trabalha e o que você pode fazer de diferente para se destacar e atrair mais interessados.

Conheça o Público-alvo

O seu público-alvo é quem vai decidir os serviços que seu salão de beleza vai prestar e é quem vai fazer com que o seu negócio seja um sucesso. Portanto, conheça todas as características possíveis desse grupo: seus hábitos, o que consomem, qual é a renda deles, suas preferências, estilo de vida etc.

A partir dessas informações, é muito mais fácil pensar em promoções, definir serviços, inovar no atendimento etc.

Defina os serviços do seu salão de beleza

Quais serviços o seu salão de beleza vai oferecer? Os serviços mais comuns são aqueles básicos como corte masculino e feminino, hidratação e esmaltação de unhas. Outros mais complexos envolvem aplicação de química, serviços de estética e cuidados para o corpo e rosto.

Defina os serviços de acordo com o tamanho do seu espaço e do seu público. Não oferte uma grande demanda de serviços, se o seu ambiente é pequeno e não daria conta da quantidade de atendimentos. E foque naquilo que o seu cliente precisa.

É claro que quanto mais variedade o seu salão de beleza tiver, melhor para o cliente. Contudo, não adianta oferecer muita coisa com baixa qualidade ou com muita demora no atendimento.

Forme uma boa equipe

É muito comum que a pessoa que monta o salão seja a principal e, às vezes, única profissional a atender. Isso acontece muito no começo de cada negócio. Contudo, prepare-se para ampliar a sua equipe de colaboradores já pensando no aumento da demanda.

Ao fazer essa contratação, lembre-se que o profissional representa o seu salão. Então, faça uma boa seleção, invista e valorize as capacitações e esteja sempre atento ao feedback dos clientes. Para que um salão de beleza tenha sucesso, toda a equipe deve estar engajada, prestando serviços de qualidade.

Invista em Marketing

Ter um bom plano de marketing faz total diferença no seu negócio. E esse plano começa na hora de escolher a identidade visual do salão. Ou seja, aquilo que vai representar a sua marca. A identidade visual inclui o nome, as cores, a fonte da letra e os símbolos usados na representação do seu negócio.

Outro ponto de extrema importância é a divulgação do espaço. Assim, crie um perfil do seu salão de beleza nas redes sociais para divulgar as promoções e os serviços. Distribua panfletos pelo bairro, faça parcerias com pessoas influentes do local ou com outros prestadores de serviço.

Vale também investir na produção de conteúdo que é quando você informa o seu cliente através de informações úteis. O Instagram oferece várias opções para fazer isso, seja usando a caixa de perguntas, fazendo lives ou no próprio feed.

Adote também o agendamento online por WhatsApp ou Instagram. Afinal, essa é uma prática super atual e agiliza muito o seu contato com o cliente.

Lucro do salão de beleza

Definir o lucro de um salão de beleza é uma tarefa que depende de vários fatores. Mas a estratégia básica é colocar no papel todos os seus custos, fixos e variáveis, e decidir o valor de cada serviço de forma que ele cubra os seus gastos e ainda gere lucro. Afinal de contas, um negócio precisa custear todas as despesas e fazer você lucrar também.

Além disso, leve em conta as suas capacitações, a localização do salão, o valor que a concorrência cobra, a complexidade de cada serviço, o seu horário de atendimento etc.

Tipo de empresa que o salão de beleza se encaixa

Ao iniciar as atividades, um salão de beleza pode se encaixar no MEI (Microempreendedor Individual). Nesse tipo de empresa, o faturamento deve ser de até R$ 81 mil anuais e é possível contratar até um funcionário.

Caso o seu salão cresça e tenha um faturamento maior, ele deverá se encaixar em outro perfil de empresa que é a ME (Microempresa) que possui faturamento de até R$ 360 mil por ano e pode contratar até 10 funcionários.

Então, entenda bem como sua empresa funciona e quais as necessidades dela. Dessa forma é possível encontrar o tipo de empresa que ela se enquadra melhor. Também fique atento quanto ao regime tributário que cada uma adere. 

Considerações finais

Como vimos, montar um salão de beleza é um negócio muito rentável. Afinal, o ramo da beleza, estética e cuidados com o corpo só cresce no Brasil.

Contudo, é preciso fazer um bom planejamento, analisar todas as especificidades do negócio, ter um bom plano de marketing e, claro, oferecer um serviço de qualidade.

Por fim, não se esqueça de legalizar o seu salão, optando pelo tipo correto de empresa, de acordo com o seu faturamento.

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Como montar uma sorveteria em 11 passos

Como montar uma sorveteria em 11 passos

O sorvete é uma paixão mundial, portanto começar um negócio voltado a esta delícia é promessa de sucesso. É por isso mesmo que, em época de crise econômica, o setor de alimentação cresce e essas sobremesas não ficam de fora. O produto agrada todos os tipos de público, desde crianças até idosos, passando por todas as classes sociais, e este é um ótimo motivo para aprender como montar uma sorveteria!

Você pode aproveitar as características do local onde você vive para adequar os produtos oferecidos. Assim, dê uma volta pela sua cidade e observe quantos estabelecimentos desse tipo existem.

Com certeza, você irá achar vários. Isso é um indicativo que as sorveterias dão resultado financeiro para o proprietário. O tamanho do local pode ser pequeno e os custos para manter o empreendimento são acessíveis, fora que o preço do produto permite o fácil acesso do consumidor a ele.

O Brasil é o 10º país no ranking de consumo de sorvete, ficando atrás de países como França, Canadá e Suíça, que, mesmo passando por temporadas de frio intenso, têm a cultura de consumir a sobremesa. Segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), o brasileiro consome de seis a oito litros de sorvete por ano.

Então, confira agora nossas 11 dicas para a abertura de uma sorveteria de sucesso e comece a fazer seu planejamento já!

1. Estude a sua atividade

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 50% das empresas encerram as suas atividades antes de completar 3 anos de operação. Isso se dá por uma série de motivos, como falta de conhecimento do negócio, controle financeiro inadequado, dentre outros fatores.

Sendo assim, antes de abrir qualquer negócio é preciso buscar conhecimento e estudar bem a atividade em que se pretende empreender.

No caso de uma sorveteria, procure conversar com empresários que já atuam no ramo sobre a clientela, produção, melhores fornecedores, tendências do momento e outros aspectos, como as estratégias de vendas utilizadas.

Assim, procure saber sobre as dificuldades encontradas desde a abertura do negócio e como lidaram para solucionar estes problemas. É importante saber a visão dos empresários que já possuem experiência no ramo, para saber o que vai encontrar pela frente no decorrer do negócio.

2. Analise a concorrência antes de montar sua sorveteria

É importante ficar atento a diversos fatores que envolvem o mercado local deste segmento antes de montar a sua sorveteria. Estude atentamente a concorrência e procure identificar os pontos fortes e fracos das sorveterias existentes na sua cidade.

É preciso analisar o atendimento prestado por cada uma delas, os diferentes sabores de sorvetes vendidos e as estratégias de marketing utilizadas.

Identificando estes aspectos, é possível analisar em quais fatores as sorveterias concorrentes deixam a desejar, que assim podem se tornar um diferencial para o seu negócio.

3. Escolha uma boa localização

Um dos fatores mais importantes para a montagem da sua sorveteria é a localização. Por isso, deve-se dar preferência aos locais com grande fluxo de pessoas, como as principais avenidas da cidade.

Ainda, você deve checar os locais que podem atrair públicos específicos, como lugares próximos a escolas, restaurantes, bares, faculdades e escritórios, sempre focando nas pessoas que podem procurar uma sobremesa a qualquer hora do dia.

Outra boa opção são os shoppings e as galerias, já que o fluxo de pessoas é garantido. No entanto, cuidado com essa opção, pois necessita de maior investimento do empreendedor para o pagamento do aluguel do box e para a eventual decoração do local.

Se você optar por comprar uma franquia, as empresas fazem um estudo da cidade para encontrar o melhor lugar para a instalação da sorveteria.

4. Possua todos os equipamentos necessários

Anote os equipamentos e móveis que você precisará comprar ou alugar para começar a montar sua sorveteria:

  • Balcões para o atendimento;
  • Mesas e cadeiras;
  • Freezers para exposição dos sorvetes e para armazenamento do estoque;
  • Mesas para coberturas frias e quentes;
  • Balança para vendas por quilo;
  • Batedeira industrial;
  • Liquidificador industrial;
  • Utensílios para servir e armazenar o produto (casquinhas, potinhos, isopores, colheres, guardanapos, sacolas plásticas;).
  • Maturadores;

5. Faça um bom controle financeiro

Além de todos os equipamentos citados acima, você precisará fazer o controle de caixa e estoque do que está sendo comercializado.

Uma das opções é fazer o controle com planilhas para sorveterias. Elas são de grande utilidade, uma vez que podem controlar até a produção do seu produto, se for o caso.

Ainda, um sistema unificado também é uma boa alternativa para simplificar o acesso e a visualização dos dados. A ferramenta recomendado para isso é o eGestor, que permite o controle financeiro, controle de estoque, fluxo de caixa, emissão de nota fiscal eletrônica e compilação de informação para emissão de relatórios.

O eGestor é online, portanto não exige a instalação de programas no computador. Ele funciona diretamente no navegador e necessita apenas de uma conexão à internet.

Ele também pode ser acessado por smartphones e tablets. Não somente sorveterias, mas outras modalidades de negócios podem ser atendidos pelo eGestor por um custo baixo e assistência direta com os produtores.

6. Fique atento ao investimento para a abertura do negócio

A estimativa total para iniciar este negócio é de R$ 30 mil, levando em consideração uma estrutura de pequeno a médio porte. Mas, você pode reduzir este custo adquirindo uma máquina de sorvete expresso, que também é mais acessível.

Entretanto, se optar por montar uma sorveteria tradicional, é indicado pesquisar custos de manutenção e prazo de retorno do investimento, além de optar pelo aluguel dos equipamentos, o que pode baixar bastante o valor do investimento inicial.

7. Estude quem será o público alvo de sua sorveteria

A falta de conhecimento sobre o público é um dos maiores erros cometidos por empreendedores de primeira viagem. Assim, sem um estudo aprofundado do público que se deseja atingir, as estratégias de marketing acabam sendo elaboradas sem um direcionamento e não se consegue identificar as reais necessidades dos clientes.

Neste processo de estudo, é importante definir algumas questões:

  • Por meio de quais plataformas serão realizadas as suas estratégias de marketing?
  • De que forma pretende-se atingir o público?
  • Qual a faixa etária geral dos consumidores?
  • Qual o poder aquisitivo destes clientes?
  • Como criar um bom layout e uma fachada que seja atrativa para este público?
  • Qual o nível de escolaridade médio da clientela?

8. Qual a equipe necessária?

Uma pequena sorveteria industrial pode funcionar perfeitamente com apenas dois funcionários. Dessa forma, será preciso um profissional para atender aos clientes e outro responsável pelo controle de caixa e gestão do negócio, que inclui o contato e pedidos com fornecedores, dentre outras atividades.

Mas, em caso de você montar uma sorveteria artesanal, será necessário uma equipe de trabalho maior. Neste caso, é preciso um gerente de produção, um nutricionista, um sorveteiro chefe, que será o responsável direto pela produção, e operadores.

9. Busque qualificação

Para os novos empreendedores no negócio de sorvetes, é recomendado procurar workshops para conhecer mais sobre a produção da sobremesa. Além disso, pode-se obter mais informações sobre os equipamentos utilizados, os materiais recomendados e as formas mais lucrativas de comercialização do produto.

Passar por um curso de produção de sorvetes para iniciantes pode ser fundamental, já que você vai aprender a diferenciar os tipos do doce, conhecer as etapas de produção, ter noções de higiene e conhecer algumas receitas de sorvetes de massa e picolés de diversos tipos.

Posteriormente, é essencial fazer mais cursos para o aperfeiçoamento do conhecimento, possibilitando a fabricação de sabores e tipos de sorvetes mais sofisticados.

10. Fique atento a burocracia

Lidar com alimentos é um pouco mais complicado do que outros setores do comércio, pois além da documentação usual para abertura da empresa, uso do local escolhido e recolhimento de impostos, há uma série de determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que devem ser seguidas para fabricação, manipulação e venda de alimentos.

A ausência desses cuidados pode resultar em notificações e até multas provenientes do Poder Público local. Para efetivamente abrir o seu negócio também serão necessários os seguintes processos:

  • Escolher o tipo de sociedade;
  • Registro na junta comercial municipal;
  • Inscrição de CNPJ na Receita Federal;
  • Registro na Secretaria da Fazenda;
  • Obtenção do alvará de localização junto a prefeitura municipal;
  • Registro no Sindicato Patronal;

11. Agregue valor em sua sorveteria

Depois de aprender como montar uma sorveteria é importante aprender também como se manter em atividade. A permanência de uma marca no mercado depende de diferenciais oferecidos por ela, portanto, os empresários de sorveterias devem ter em mente que quanto maior a diversidade de seus produtos e quanto melhor a qualidade do que é produzido, maior o valor agregado e, consequentemente, maiores os lucros. Isso é claro, unido ao potencial da empresa para cativar o público a pagar um preço mais elevado do que outras marcas.

Não só o material utilizado para a produção do sorvete e a variedade de sabores agrega valor ao produto. Os acompanhamentos e acessórios também fazem com que o sorvete seja diferenciado.

Oferecer caldas, licores, doces, chocolates e biscoitos em recipientes de diferentes tamanhos, com apresentações diferentes, pode dar maior lucro ao empresário.

Aproveitar as diferentes estações do ano para incrementar o cardápio também é opção. Oferecer bebidas quentes, bolos e tortas pode trazer maior lucro ao estabelecimento.

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Loja de autopeças e acessórios: Como montar a sua

Loja de autopeças e acessórios: Como montar a sua

Números do Sebrae dão conta de que a indústria de autopeças faturou, no ano de 2010, R$ 86 bilhões no mercado brasileiro. Um crescimento de 14,2% em relação a 2009. Esses dados são relativos a um período virtuoso da economia brasileira. Mas, ao contrário do que se possa sugerir, nem mesmo os tempos recessivos tendem a reduzir substancialmente as oportunidades no setor. Para ter uma ideia, em 2015, o faturamento de lojas de autopeças de reposição faturou 4,7% a mais com serviços ao consumidor que em 2014, enquanto as vendas de veículos novos tiveram queda de 26,55%.

A explicação para a vitalidade do setor de reposição é o envelhecimento da frota nacional com a queda nas vendas de carros novos. No momento atual, a percepção geral é de que o melhor é esperar e, enquanto espera, o consumidor vai dando uma ajeitada no carro antigo. Essa perspectiva não tende a mudar nos próximos anos, em virtude, sobretudo, da crise política e da incerteza quanto aos rumos da economia.

Em resumo, o setor de autopeças continua sendo uma oportunidade para quem quer investir, mas, em um cenário favorável, dinheiro e vontade não são tudo, por incrível que pareça. Algumas recomendações importantes devem ser observadas.

Pesquisa

É imprescindível a realização de uma boa investigação de mercado. Lembre-se que o público para sua loja de autopeças não se restringe aos proprietários particulares de veículos. Há também um grande número de clientes institucionais, que devem ser considerados na hora de definir quem será o público-alvo da empresa e quais são as estratégias para capturá-lo.

Boas fontes de pesquisa são publicações e guias sobre o mercado-alvo. Ainda, visitar os concorrentes e tentar entender quais são as forças, as fraquezas e os diferenciais competitivos é uma recomendação que deve ser seguida. Com essas informações é possível fazer uma análise SWOT, afinal, ela indica suas forças, oportunidades, fraquezas e ameaças.

As informações obtidas ajudarão o empreendedor a calcular o tamanho e as características do investimento na loja de autopeças, assim como o potencial, levando em conta os fatores volume e tempo de retorno sobre o mesmo, assim como a definição de fatores táticos fundamentais, como as características de promoção e a escolha da melhor localização.

Localização da loja de autopeças

Falando em localização, se tratando de um negócio voltado para um público robusto e com alta exposição a fatores diversos, os especialistas recomendam cuidado especial com esse aspecto do negócio.

Assim, devem ser levadas em consideração as necessidades operacionais e de expansão dos negócios. É fundamental averiguar aspectos como a acessibilidade da loja de autopeças, as condições dos serviços públicos, como água, luz, gás, telefonia e internet, a vulnerabilidade a fenômenos naturais, a situação legal do imóvel e as leis que regulamentam e limitam a atividade comercial em geral e as específicas do setor.

Legalização

Para que a empresa seja legalizada, é preciso atender a diversas exigências. As etapas para a legalização são:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Registro da Receita Federal (CNPJ);
  • Secretaria Estadual de Fazenda;
  • Obtenção do alvará de funcionamento junto ao município;
  • Enquadramento na Entidade Sindical Patronal;
  • Inscrição junto à Caixa Econômica (INSS/FGTS);
  • Alvará do Corpo de Bombeiros Militar;
  • Alvará da licença sanitária;
  • Vistoria do DFA/SIV das instalações e equipamentos.

Uma recomendação fundamental é de que a loja de autopeças monte uma estrutura para zelar pelo cumprimento do Código de Defesa do Consumidor. Além de evitar problemas, contribui positivamente para a construção da marca, o que irá render dividendos mais à frente. O índice de satisfação do cliente é fundamental em um negócio em que as interações tendem a se repetir, com a possibilidade da criação de um relacionamento, que só pode ser satisfatório para a empresa.

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Estrutura da loja de autopeças

A área ocupada por uma loja de autopeças deve ter de 80m2, em geral, a 100m2, no caso da necessidade de estoque de peças grandes, como para-choques, sempre levando em conta a possibilidade de ampliação do espaço físico caso o crescimento do negócio assim exija.

A loja deve ter dispositivos de segurança, como alarmes e câmeras de segurança, sobretudo em grandes cidades, mas nada que torne o ambiente menos aconchegante e acolhedor aos clientes.

A primeira impressão é importante. Portanto, o cliente deve, ao entrar na loja, se deparar com um ambiente pintado em tons claros, com tinta acrílica, que dão sensação de amplitude, deve ter um mostruário de produtos e um balcão de venda. É preciso sempre lembrar que o cliente é um ser humano, que quer atenção e um atendimento tão simpático quanto eficaz. Iluminação, decoração e letreiros também são importantes. O carro não liga para isso, mas o cliente sim.

Operação

Tomados os devidos cuidados estratégicos e legais, é a hora de começar a operar. Assim, algumas recomendações específicas do setor devem ser seguidas à risca.

A segunda impressão da sua loja de autopeças também é importante. Para que ela aconteça, é fundamental que o contato com o cliente seja qualificado em dois sentidos: o técnico e o pessoal. O relacionamento é de longo prazo, o cliente pode ser fidelizado, mas, para isso, precisa ser atendido por pessoas que estejam muito bem treinadas e atualizadas, já que o mercado automobilístico é movido pela tecnologia e as mudanças não param. O nível de relacionamento também é fundamental. Um bom atendimento pode definir a continuidade da relação tanto quanto um atendimento ruim.

Quanto à automação, é importante lembrar que, como nas mais diversas áreas de negócios, há produtos e empresas com especialização na implantação e gestão de soluções específicas para o setor automotivo. Convém procurá-las.

Outro cuidado primordial, que vai ajudar a definir o sucesso do negócio, bastante ligado ao item anterior, é a gestão dos estoques. É preciso lembrar que não é a loja, mas o cliente que determina o prazo de entrega de serviços. Se a loja não está apta a entregar no prazo desejado, o cliente procura outro lugar. Perder cliente por má gestão do estoque significa, ao mesmo tempo, perder uma venda e a oportunidade de iniciar uma relação duradoura e lucrativa com o cliente.

Em função disso, é importante que seja feito um controle preciso de dados. E as melhores maneiras de fazer isso são através de planilhas para lojas de autopeças ou com uma ferramenta de gestão.

Há outros aspectos importantes a serem levados em consideração. Os enumerados acima são, dentro da especificidade do negócio em questão, aqueles aos quais se deve dedicar uma atenção especial.

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Como montar uma loja de pneus: veja as principais dicas

Como montar uma loja de pneus: veja as principais dicas

O pneu, apesar de muitas vezes negligenciado, é uma das partes mais importantes do carro. Até porque, não importa o quão incrível seja o carro, pneus carecas e mal cuidados prejudicarão toda sua potência. Um carro com pneus furados pode trazer grandes incômodos pro motorista. Portanto, o mercado de pneus e rodas é algo rentável sempre. Assim, te ensinaremos como montar uma loja de pneus

Primeiramente, é preciso que fique claro que uma loja de pneus se enquadra na categoria de serviços automotivos. Além da própria venda. Por isso, são necessários projetos diferentes para esse tipo de negócio.

Por que um serviço complexo?

Para saber como montar uma loja de pneus, é preciso estar atento às etapas. Mas quantas são as etapas que constituem a interação de compra e venda entre um cliente e uma loja de pneus?

Há três etapas vitais nesse processo:

  1. Disponibilidade e opções
  2. Balanceamento
  3. Alinhamento

Já parece ter ficado claro para quem quer saber como montar uma loja de pneus que a finalidade dessa loja não é só vender pneus. Mas também, fazer com que o cliente demore a voltar. Por mais estranha que possa parecer essa afirmação, ela faz todo sentido.

Quanto mais tempo o cliente levar para retornar, maior é a chance que ele tem de voltar quando precisar. Além, claro, de recomendar os serviços da sua loja. Isso porque se o serviço prestado for adequado, juntamente com a qualidade do pneu vendido, o carro se manterá no seu estado ideal por mais tempo. 

Veremos que, se ele voltar logo, poderá ser para reclamar. Se o prestador de serviço não estiver muito preparado, transformará essa oportunidade de recuperar a credibilidade do cliente em uma relação de aversão. Ou em relação nenhuma.

Disponibilidade e opções

Essa é a etapa em que o cliente vai decidir qual produto vai levar.

O ideal é que você tenha opções e estoque. O cliente pode ter preferência por uma determinada marca, mas pode ser convencido a levar outra que tenha um posicionamento parecido em questões como preço, durabilidade e design.

O controle de estoque é fundamental, assim como um bom cardápio de fornecedores com opção de entrega rápida. De modo a evitar a perda de clientes por falta de produto. Nesse caso, o risco de ele voltar é mínimo.

Logo, convém ter em estoque todas as medidas. Além de um bom cardápio de marcas, sobretudo as mais populares.

Balanceamento

Essa é a segunda etapa em que você vai começar a garantir que a venda de hoje não se transforme em um pesadelo amanhã. Tanto para você como para o cliente. É necessário que a loja tenha uma boa máquina de balanceamento e alguém que saiba operá-la com precisão.

O pneu mal balanceado faz barulho e causa vibração no veículo, o que corresponde à entrega de um problema no lugar da solução.

Alinhamento

A máquina de alinhamento tem um valor mais alto. E pode ser um entrave no início do negócio, mas o alinhamento tem que ser feito. Caso contrário, o serviço estará sendo prestado pela metade. Sem o alinhamento correto, o pneu vai desgastar mais de um lado do que de outro. E isso irá encurtar sua vida útil. Se não for possível ter a máquina de alinhamento, o caminho é fazer uma parceria com outra loja. Mas sem deixar de pensar na comodidade do cliente.

As três etapas acima compõem os indicadores de qualidade do serviço prestado pela loja de pneus. Para completar o básico feito de forma satisfatória, convém atentar para algo bastante valorizado: agilidade.

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Agilidade

Manter os estoques à mão e bem organizados auxilia muito. Ter equipamentos que aceleram o serviço, como uma máquina de montar e desmontar pneus e elevadores de automóveis ajuda. Mais uma vez, o investimento na máquina de alinhamento deve ser considerado, sobretudo porque agrega valor ao serviço.

Já falamos sobre a forma de prestar um serviço correto, ágil e eficaz. Porém, estamos falando de um serviço. Todo serviço é um produto e um produto precisa de embalagem. Mas como embalar um serviço? Não basta prestar um bom serviço. O cliente não sabe antes de experimentar que o serviço da nossa loja é excelente. Logo, ele tem que parecer excelente.

Na parte mais estrutura de como montar uma loja de pneus, é importante manter as aparências. Muito embora o carro não ligue muito para isso, o cliente ficará bastante encantado e inclinado a fazer a compra em nossa loja se ela for confortável, tiver uma boa aparência e for limpa. Um bom atendimento também é essencial. Além da imprescindível cordialidade, é essencial trabalhar de forma adequada à previsão, estabelecendo e cumprindo o prazo que o cliente vai aguardar ou no qual vai retornar para buscar o veículo.

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Ah, o preço! E a concorrência…

Em geral, se o objetivo é montar uma loja de pneus, o ideal é buscar vias movimentadas, com bastante trânsito, onde o negócio esteja próximo da vista dos clientes em potencial. É para lá também que vai a concorrência. Bom para o cliente, que ganha em opções.

Seria mentira dizer que o preço é o fator determinante para a compra. Existem outros fatores. No entanto, dizer que o fator preço é irrelevante ou não é decisivo seria uma mentira ainda maior.

Pneus não chegam a ser exatamente commodities, mas a concorrência é grande. Por via das dúvidas, é bom fazer pesquisas frequentes de preço na região. Outro ponto fundamental é entender de automóveis e pneus. Sendo um grande diferencial competitivo. Isso para entender um pouco mais que os outros, pois existem variáveis importantes para a escolha do pneu mais adequado para cada carro.

Estrutura e localização

Um dos principais pontos que vai definir até o valor investido é a localização do seu negócio. Pelo seu público alvo ser pessoas com carro, não é necessário uma localização muito central, uma vez que até vias movimentadas podem atrapalhar a chegada.

Ainda, a localização depende dos serviços que você irá prestar. Se além da venda de pneus você vai fazer balanceamento e alinhamento, será necessário um espaço grande. Afinal, você precisa colocar, pelo menos, dois carros no interior da mesma.

Caso seja apenas uma loja de pneus para venda, não será preciso tanto espaço. Mas, calcule o quanto você terá exposto para não ter um espaço menor do que imagina e não poder ter muito como vitrine.

Investimento e formalização

Um dos principais questionamentos de quem vai montar uma loja de pneus é quanto será investido. Infelizmente a resposta é a mais temida: depende.

Esse depende é porque será necessário saber os valores de aluguel, por exemplo. Assim, esse valor também deve levar em consideração água, luz e outras despesas do negócio.

Além desses, também lembre-se de inserir no cálculo valores de compra de produtos e fornecedores.

Na hora de decidir como montar uma loja de pneus, também é imprescindível decidir qual será o tipo da sua empresa. E assim, fazer todos os trâmites de documentos necessários para abrir um negócio.

Para decidir e realizar a formalização, conte com a ajuda de um contador. Esse irá apresentar os tipos que melhor se encaixam com o seu negócio, como MEI ou Micro Empresa, e ainda, os regimes tributários que sua empresa pode utilizar.

Considerações finais sobre como montar uma loja de pneus

Uma forma de encantar o cliente é mostrar a ele que a loja está preocupada com muito mais do que simplesmente fazer negócios. A preocupação é que o consumidor faça o melhor negócio. Há pneus adequados para todo tipo de carro e todo tipo de uso. Cada carro é um carro, cada cliente é um cliente. Conheça o produto que você vende e mostre ao seu cliente a importância que ele tem.

Se a loja apresentou uma boa combinação de produtos, ofereceu um ambiente agradável e um atendimento, além de cordial, impregnado de informações que o cliente sequer supunha existirem, além de garantia da casa para os serviços de balanceamento e alinhamento, o cliente certamente irá preferir a sua loja.

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