Superávit: O que é e quais os tipos

Superávit: O que é e quais os tipos

No geral, é sempre desejável que os rendimentos do mês sejam suficientes para pagar as dívidas, não é? Melhor ainda se sobrar alguma quantia para investir em novos projetos ou adiantar as parcelas das dívidas do mês seguinte. Quando falamos sobre superávit, estamos falando exatamente dessa quantia preciosa.

O que é superávit

O superávit é a quantia que sobra dos rendimentos, depois que são subtraídos os valores das despesas, significando que os ganhos foram maiores do que os gastos.

Nesse sentido, se a receita — que é o total de dinheiro adquirido em um determinado período de tempo — foi de R$ 800, enquanto as despesas que deveriam ser pagas com esse dinheiro atingiram R$ 600, então o superávit foi de R$ 200.

Vale lembrar que superávit é diferente de lucro. A principal diferença entre eles é que o primeiro funciona na lógica de um regime de caixa, ou seja, suas dívidas e despesas só são consideradas no cálculo quando são pagas ou recebidas. Já o lucro funciona no regime de competência, considerando os valores logo quando eles são gerados. Assim, um superávit não simboliza diretamente um lucro.

A diferença entre déficit e superávit

Quando o resultado dessa conta é negativo, ou seja, quando os rendimentos não são suficientes para pagar tudo aquilo que se deve, o valor que falta para cobrir as dívidas é chamado de déficit. Portanto, o déficit é o oposto do superávit.

Na administração pública, por sua vez, o superávit ocorre quando o governo arrecada mais do que deve. Porém, em alguns países é comum um déficit constante no orçamento. O acúmulo desses valores negativos formam aquilo que é conhecido como dívida pública.

No passado, como uma tentativa de organizar esses resultados, foi criada a chamada economia cíclica, própria do keynesianismo — que atribuía ao Estado a função de guiar a economia — , o governo deveria criar déficits em tempos de crise, para ajudar a recuperar o país.

Esses seriam convertidos em superávits quando retornasse a estabilidade econômica, por meio do aumento da arrecadação de impostos.

Atualmente, os principais tipos de superávits de uma nação são o superávit primário, o superávit comercial e o superávit nominal. Entenda melhor sobre cada um deles.

Superávit primário

Esse superávit acontece quando a arrecadação do governo é superior às despesas, mas sem considerar o valor dos juros ou as correções monetárias da dívida pública.

A arrecadação é feita, principalmente, por meio de impostos e pelos lucros das empresas estatais. Enquanto que as despesas são em setores como saúde, educação e previdência social, bem como em obras públicas e no pagamento de funcionários.

O superávit primário é utilizado para pagar os juros da dívida pública e, dessa forma, permite observar a capacidade do governo de manter uma certa estabilidade. Assim, ao demonstrar que é capaz de pagar suas dívidas, o país parecerá um bom alvo de investimentos.

Além disso, ao provar o seu comprometimento com as dívidas, o governo pode conseguir empréstimos futuros mais facilmente e com juros mais baixos.

O superávit primário é medido em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), que é obtido pela somatória de todos os bens e serviços finais da união e pelo qual se pode analisar o crescimento econômico.

O Brasil, especificamente, vem apresentando déficits recorrentes nesse resultado desde 2014, com uma projeção, feita pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), que estimou para o país um superávit primário apenas para o ano de 2022, e com a porcentagem de 0,1% do PIB.

Superávit comercial

Já o superávit comercial é quando o número de exportações é maior que o número de importações. Dessa forma, o país se torna mais credor, com mais contas a receber, do que devedor, valorizando a moeda nacional.

O Brasil se encaixa bem nesse cenário. Com produtos do primeiro setor como soja, petróleo e minério de ferro, só no ano de 2019 o país obteve, segundo o ComexStat, um superávit comercial de US$ 46,65 bilhões.

Superávit nominal

O superávit nominal considera os mesmo critérios utilizados no superávit primário, com a diferença de que o valor dos juros e da correção monetária da dívida pública também passam a fazer parte desse cálculo. Dessa forma, o superávit primário vai ser sempre maior que o nominal.

Em vista disso, quando ocorre o superávit nominal, significa que a arrecadação foi suficiente para cobrir os juros e que ainda restou alguma quantia. Essa quantia é usada para diminuir o valor da dívida pública e também pode ser direcionada a outros setores como saúde e educação.

Contudo, é mais comum que um país encerre o ano com déficit nominal. No caso do Brasil, em 2019 o déficit nominal foi de R$ 429,154 bilhões. Esse corresponde a 5,91% do PIB, sendo esse o sexto ano seguido de resultado negativo.

Esses números se refletem na dívida pública, que é renovada para financiar os déficits no orçamento e, inclusive, para refinanciar a si própria. Ela se divide entre mobiliária e contratual. A primeira é feita por meio da emissão de títulos públicos — nos quais se pode investir através do Tesouro Direto — e a segunda é feita por meio de contratos com órgãos internacionais e instituições privadas.

O cenário atual e o rombo nas contas públicas

Como uma forma de controlar os gastos públicos, para garantir uma certa estabilidade, foram criadas leis como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Essa lei determinava um déficit para o ano de 2020 de até 1,6% do PIB.

Porém, em decorrência da crise causada pela pandemia de Covid-19 — que tem o coronavírus como agente — a lei foi suspensa. Essa suspensão se deu com a aprovação do estado de calamidade pública, que permite que o Governo direcione as verbas necessárias para o combate à pandemia.

Com isso, o governo adotou medidas que direcionaram a economia (em moldes keynesianos), como fechamento de comércios e a disponibilização de subsídios para as pessoas mais vulneráveis. Dessa forma, a circulação de pessoas nas ruas diminuiu, achatando a curva de contaminação.

Ao achatar essa curva, evita-se o colapso do sistema de saúde, que poderia resultar em um prejuízo ainda maior para o país, bem como ajuda na proteção da vida dos brasileiros.

Com essas medidas, a previsão é a que a dívida pública chegue a 85% do PIB em 2020, com um déficit primário que ultrapassará 4%. Assim, a expectativa de superávit terá que ser adiada por mais alguns anos.

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Clientes que acham seu produto caro – PodCast do eGestor

Clientes que acham seu produto caro – PodCast do eGestor

Se o cliente acha o seu produto caro, saiba que o preço não precisa ser o grande diferencial do seu negócio. Para realizar a venda e fidelizar o consumidor, independente do preço cobrado, é preciso mostrar valor. Mas como fazer isso?!

Neste episódio, Deivison Elias, Ricardo Gölzer e Pedro Escobar falam sobre o como lidar com clientes que acham seu produto caro.

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O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.

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O que fazer quando tá tudo dando errado? – PodCast do eGestor

O que fazer quando tá tudo dando errado? – PodCast do eGestor

Está tudo dando errado na empresa? Calma, não é o fim do mundo. Muitos empreendedores já passaram por problemas e afirmam que o fracasso as vezes ensina mais que o sucesso.

Neste episódio, Pedro Escobar, Deivison Elias e Ricardo Gölzer falam sobre o que fazer quando tudo está dando errado.

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Certidão negativa: o que é, qual a finalidade e os tipos

Certidão negativa: o que é, qual a finalidade e os tipos

Existem algumas situações em que é necessário demonstrar que uma pessoa não possui nenhuma dívida. Essa pessoa pode ser tanto uma pessoa física como uma pessoa jurídica. Algumas vezes, ainda, é necessário provar que um bem, como um imóvel está regularizado. Nesse caso, você irá precisar de uma certidão negativa!

Para entender melhor a função deste documento, sua finalidade, características e as ocasiões em que ele é necessário, continue a leitura!

O que é uma certidão negativa?

A certidão negativa de débitos (CNC), também é conhecida como certidão negativa, ou ainda, atestado de “nada consta”. Ela é um documento que comprova que uma pessoa, sociedade empresarial ou bens (como casas e veículos) não apresentam nenhuma irregularidade perante os entes públicos, tanto na esfera municipal, estadual ou federal.

Qual a finalidade de uma certidão negativa?

Geralmente, as pessoas só procuram entender de que se trata esse documento quando há a necessidade de comprovar a sua situação fiscal e legal perante as autoridades públicas.

Enquanto pessoas físicas, é mais comum que essa certidão seja pedida na posse de um cargo público. No momento que o indivíduo deseja financiar a casa própria, ou quando, por exemplo, há o desejo de se fazer um empréstimo.

Já como pessoa jurídica, essa declaração de idoneidade é solicitado em processos licitatórios, cadastros e sanções. Assim como a pessoa física, as empresas precisam dispor deste documento no pedido de empréstimos bancários e também na aquisição de produtos junto aos fornecedores.

É importante ressaltar que, ao abrir uma empresa, são exigidas as certidões negativas da instituição e de todos os sócios que a compõem.

De modo geral, as certidões negativas buscam uma garantia de que determinada pessoa ou sociedade corporativa possui credibilidade. Ou seja, se não há nenhuma pendência perante os órgãos legisladores e cíveis.

Esse procedimento visa também o impedimento de transações de compra e venda em que os proprietários e/ou os seus bens possuem dívidas em aberto para com as autoridades competentes, seja na área civil, de tributos e/ou previdenciária.

Quais são os tipos de certidão negativa?

Dependendo da finalidade, as certidões negativas têm categorias distintas e isso varia de acordo com a finalidade de cada uma.

Quanto ao valor, a grande a maioria delas são adquiridas de forma gratuita, porém, em alguns casos, é cobrado uma taxa para emissão.

Entre as gratuitas, as mais comuns são as:

  • da Receita Federal
  • da Previdência Social
  • de Débitos Municipais
  • Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas
  • Fundo de Garantia
  • de processos cíveis em andamento
  • de certidão referente a pendências junto do Tribunal Superior do Trabalho.

Quanto às certidões pagas, temos e a Certidão Negativa de Protestos e de Falência e Concordata.

Como eu faço para emitir uma certidão negativa?

De modo geral, as certidões negativas são obtidas de forma online. Somente em alguns casos, como por exemplo as certidões de esfera municipal, o processo ocorre de maneira presencial.

Todavia, antes de requerer determinada certidão negativa, é fundamental que se conheça a finalidade de cada uma e o órgão na qual a mesma pode ser emitida. Conheça melhor o objetivo de cada uma delas:

Certidão junto à Receita Federal

É a declaração que atesta se há débitos relativos a Créditos Tributários Federais e/ou com a Dívida Ativa da União.

Certidão Negativa da Previdência Social

Ela atesta que o contribuinte estar regular mediante o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Certidão de Débitos Municipais

Essa certidão é solicitada diretamente na prefeitura de cada cidade. Geralmente, ela é solicitada pelas empresas para demonstrar a existência ou não de tributos para com o município onde o estabelecimento está localizado.

Certificado de Regularidade do FGTS (CRF)

Além de garantir a liberação de créditos aos empresários por parte dos bancos, essa certidão comprova que o empregador está pagando regularmente o FGTS da sua equipe de trabalho.

Processos cíveis em andamento

Esse documento detalha se há processos abertos para determinada pessoa, seja no âmbito criminal e/ou fiscal. Essa certidão é expedida pelos tribunais regionais de Justiça, os quais estão distribuídos por região e estado.

Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT)

Documento expedido pelo Tribunal Superior do Trabalho – TST, onde é possível averiguar se existem débitos junto à Justiça do Trabalho.

Certidão Negativa de Protestos

Nesse caso, algumas empresas especializadas oferecem a consulta gratuita com a finalidade de verificar se encontram protestos (dívidas que são expostas pelos credores) vinculados ao CPF/CNPJ. Após a consulta, é preciso pagar uma taxa para a emissão e entrega desse documento. Nessa certidão consta a inexistência de protestos em aberto ligados à pessoa física ou jurídica.

Falência e Concordata

Frequentemente pedida às empresas nos processos de licitação, o objetivo da certidão de Falência e Concordata é mostrar se uma instituição está em processo de falência. Ainda pode mostrar se os donos da empresa estão sendo acompanhados no pagamento de débitos junto à Justiça.

Assim como a certidão de protestos — que é expedida pelos tribunais regionais de Justiça — essa declaração de nada consta também cobra um valor para expedição.

Quando não posso emitir a certidão negativa?

Em algumas circunstâncias a empresa é impedida de emitir uma certidão negativa de débitos. Isso se deve porque, para a emissão, é necessário que a instituição esteja em dia com os tributos previdenciários e sociais.

Assim, se houver algum débito com imposto de renda, PIS, CSLL e Cofins, ou contribuições previdenciárias como INSS, é possível que não se possa emitir a certidão negativa.

Por vezes, é possível que seja expedida uma certidão negativa com observações, conhecida como certidão negativa com efeito positivo. Essa condição indica que apesar de a empresa ter uma certidão negativa, a mesma está com alguma pendência temporariamente interrompida ou em processo de normalização.

Portanto, antes de requerer uma certidão negativa, o ideal é verificar se sua empresa está quite com o pagamento de impostos e obrigações legais.

Considerações finais

Como pudemos perceber, a certidão negativa é um documento de extrema importância. Ela serve para que seja atestada a idoneidade de pessoas físicas e jurídicas, bem como de bens/propriedades.

Quando se trata de pessoas ou empresas, é essencial que o solicitante verifique a validade de sua certidão e se ela faz preenche todos os requisitos (como a data de validade, por exemplo) do órgão que a solicitou.

No caso de empresas, em que há mais demanda de documentação e exigências legais, é importante o acompanhamento de um contador e de um sistema de controle financeiro, a fim de evitar a inadimplência para com os órgãos legisladores. Tudo isso evita transtornos futuros e garante que os processos ocorram com tranquilidade e segurança.

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Conciliação de cartões: o que é, como fazer e sua importância

Conciliação de cartões: o que é, como fazer e sua importância

Um dos meios mais utilizados para se fazer pagamento hoje em dia é o cartão. Seja de crédito ou débito. Pode se dizer que isso ocorre pelo grande volume de e-commerces que temos hoje. Ou, também pela praticidade e facilidade de seu uso. Sendo assim, uma empresa ou negócio que não realiza venda com cartões está ficando para trás.

Segundo a ABECS (Associação Brasileira de Empresas de Cartão de Crédito), os brasileiros movimentaram cerca de R$ 720 bilhões de compras em cartões no primeiro semestre de 2018. Fazendo crescer 13,6% em comparação com o ano anterior. O que nos mostra um grande crescimento e uma maior oportunidade de vendas para empresários. “O crescimento do mercado de meios de pagamentos eletrônicos, bem acima do desempenho da economia, mostra o vigor deste segmento e o potencial que existe para a migração de uso de pagamentos”, diz o presidente da ABECS, Fernando Chacon.

Mas sabemos que não é fácil realizar esse ajuste. Afinal, é preciso controlar compras a vista, a prazo, parceladas, cancelamentos e outros. Assim, entendemos a conciliação de cartões não é tarefa simples. Mas você sabe o que é a conciliação de cartões? E qual sua importância? Explicaremos a seguir.

O que é a conciliação de cartões

A conciliação de cartões nada mais é do que uma relação de todos os pagamentos por cartões, bandeiras e métodos de pagamentos.

Ou seja, quando se realiza uma venda com cartão, é preciso saber quais as taxas daquela operadora de cartão e quais as taxas para os métodos definidos. Por exemplo, quando três vendas são feitas no valor de R$ 100,00, mas uma foi feita em cartão de débito à vista, outra crédito parcelado e outra crédito à vista, cada uma dessas transações têm sua taxa própria.

Qual a importância da conciliação de cartões

A conciliação de cartões traz alguns benefícios para seu negócio. Um dos principais é o controle de valores recebidos. Isso porque, além das taxas tornarem o valor irregular, o tempo de pagamento também é algo influenciável. Ou seja, quando uma compra é feita à vista no débito, ela será recebida instantaneamente. Já uma compra a crédito à vista, será recebida, normalmente, num intervalo de 30 dias. E uma compra a crédito parcelada será recebida durante a quantidade de meses disposta nas parcelas. Todo esse ciclo dificulta o controle financeiro e de fluxo de caixa da sua empresa. Nos mostrando como esse processo de conciliação é importante. 

Outro benefício é a confirmação dos valores recebidos. Assim, podemos saber qual porcentagem dos valores de vendas estamos recebendo. Além de, poder calcular de forma mais simplificada as taxas administrativas. 

Outro motivo que faz a conciliação de pagamento por cartões ser importante é entender e poder identificar erros de operação. Isso serve para erros na hora de fazer a venda. Por exemplo, quando ocorrem vendas duplas ou até algum erro de inserção de dados. Podendo assim ser feito o estorno do valor. Além de calculada a quantidade de cancelamentos.

Como fazer a conciliação de cartões no eGestor

Hoje, com toda modernidade dos sistemas de gestão de empresas, já não é necessário fazer a conciliação de cartões manualmente. E o sistema eGestor não foge desse padrão.

Mas, se ainda assim você optar por fazê-la manualmente, podemos indicar que tenha sempre em mão uma calculadora e anote a venda assim que feita. Ou, há grande chance de esquecer ou confundir dados. É preciso também, ter um relatório das taxas das bandeiras dos cartões que sua empresa aceita. 

A seguir, mostraremos como fazer a conciliação pelo sistema eGestor:

Configurações

Para fazer a conciliação de cartões no sistema é preciso entrar no sistema a partir do site e entrar no menu ‘Configurações’. Como mostrado na imagem, a página inicial do eGestor, com o menu ‘Configurações’ marcado em vermelho:

Imagem 1 – Página inicial do sistema eGestor. Em vermelho o menu ‘Configurações’.

Na aba ‘Configurações’ há novas abas. Entre elas ‘Plano de contas’, ‘Contas caixa’, ‘Operações’ e outras. A aba onde será feita a conciliação será a de ‘Formas de pagamento’:

Imagem 2 – Aba ‘Configurações’. Em vermelho, a aba ‘Formas de pagamento’.

Após, na aba ‘Formas de pagamento’ é possível ver todas as opções já disponíveis no sistema:

Aba formas de pagamento
Imagem 3 – Aba ‘Formas de pagamento’ onde se encontram todas as já inseridas no sistema.

A seguir, será preciso inserir as formas de pagamento. Ou seja, inserir a forma de pagamento e a bandeira. Por exemplo, “Cartão de Crédito Visa Parcelado”:

Aba Formas de Pagamento
Imagem 4 – Aba ‘Formas de pagamento’ do sistema eGestor. Onde podem ser inseridas e alteradas as formas de pagamento.

E então, alterar a taxa, seja por porcentagem, fixo por total ou fixo por parcela:

Alteração do custo da transação de forma de pagamento
Imagem 5 – Ainda na aba ‘Formas de pagamento’ do sistema eGestor, a alteração do custo da transação da forma de pagamento.

Assim, ao final, é possível adicionar outras formas de pagamento, como for necessário:

Inserir novas formas de pagamento com novas taxas
Imagem 6 – Ao final da aba ‘Formas de pagamento’ é possível inserir novas formas de pagamento com novas taxas.

Relatório

E, ao final de todo esse processo é possível gerar um relatório dessa cobrança.

Entrando no menu ‘Relatórios’ na página inicial do eGestor:

Relatórios - Inicial
Imagem 7 – Página inicial do sistema eGestor. Em vermelho o menu ‘Relatórios’.

Após, na aba ‘Financeiro’ da página ‘Relatórios’, selecione ‘Custo das cobranças’: 

Relatórios - Financeiro
Imagem 8 – Aba financeiro do menu ‘Relatórios’ do sistema eGestor.

Você será direcionado a uma nova aba nessa mesma página, onde pode inserir dados mais precisos sobre o relatório que precisa:

Detalhamento de custos
Imagem 9 – Aba onde será inserido o detalhamento dos custos relacionados às cobranças de acordo com a forma de pagamento utilizada.

E assim, saber quanto irá receber e quanto pagará de taxa.

Considerações finais

Fazer a conciliação de cartões não é algo simples e fácil. Portando, ERPs tentam melhorar e fazer esse processo o mais agilizado possível. 

O eGestor não é diferente. Com ele, além da conciliação, é possível ter o relatório das taxas e saber exatamente quanto sua empresa vai pagar e quanto vai receber. 

Ademais, além da conciliação, o sistema eGestor possui um controle completo do sistema financeiro, do fluxo de caixa e de estoque. E, claro, a emissão de NF-e, boletos e recibos.

É um sistema totalmente online e automatizado. Fazendo com que você não precise fazer nenhuma instalação e diminuindo consideravelmente os riscos de perda de dados. E também, contando com um sistema de suporte por telefone, e-mail e chat.

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