Novos empreendedores e até mesmo os mais experientes costumam ter dificuldades diante de aspectos burocráticos de seus empreendimentos. Como muitas vezes sua especialidade não é a contabilidade, eles acabam ficando em dúvida sobre uma série de elementos fundamentais para o sucesso de seu negócio. Como a nota fiscal, por exemplo.
Esse é um tema essencial, assim como outras questões. Assim como a escolha do regime tributário, como funciona a fiscalização e a Legislação que rege o trabalho, entre outros.
Normalmente quem cuida dessas tarefas é o profissional de contabilidade. Acontece que os gestores devem ter algum tipo de conhecimento sobre o assunto. Ainda mais que isso pode melhorar a gestão da empresa, independente de seu porte. Quer saber mais? Então siga lendo este artigo!
O que é a nota fiscal?
A nota fiscal é o documento que possibilita formalizar o registro de operações envolvendo produtos e serviços pelas empresas brasileiras. É através dela que o governo pode comprovar que determinada empresa realizou uma venda ou prestou algum serviço corretamente.
Assim, temos um documento que garante o registro da compra realizada para o consumidor. E, ao mesmo tempo, permite à empresa demonstrar que paga seus tributos corretamente.
Quem possui a responsabilidade sobre esse documento é a Secretaria da Fazenda (SEFAZ). Ela realiza o controle e análise dos dados submetidos pelas empresas. E garante que tanto o cálculo quanto o recolhimento dos impostos sejam realizados em conformidade com as exigências da Legislação.
Tipos de nota fiscal
As notas fiscais podem ser de tipos diferentes de acordo com a atividade exercida pela empresa. Alguns modelos específicos têm aplicação direcionada para a prestação de determinados serviços. Existem também atividades que exigem modelos de notas fiscais especiais.
Por isso, é importante conhecer os tipos de notas fiscais. Isso garante que o modelo utilizado em seu empreendimento é exatamente aquele que atende às exigências da atividade exercida. Assim evitando problemas fiscais para a sua empresa.
Com a maior facilidade do meio digital, a maioria das notas é emitida de forma eletrônica. Sendo assim, com emissão, envio e armazenamento online.
Existem 5 tipos de nota fiscal:
NF-e: A Nota Fiscal de Produto. Utilizada para produtos e a cobrança de IPI e ICMS. Requer sistema emissor de NF-e.
NFS-e: A Nota Fiscal de Serviço. Utilizada por empresa que realiza serviços como atividade principal ou secundária. Requer sistema emissor de NFS-e.
NFC-e: A Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica. Substitui o Cupom Fiscal e é emitida para clientes finais. Requer sistema emissor de NFC-e.
CT-e: O Conhecimento de Transporte Eletrônico. Utilizada para reconhecer serviços de transporte de carga.
MDF-e: O Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos. Utilizada para integrar movimentações mais complexas. Vincula diferentes documentos a uma unidade de carga.
A Nota Fiscal Eletrônica
Dentro do processo de modernização das obrigações envolvendo Estado e contribuinte, iniciado pelo governo brasileiro na última década, está a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), um dos subprojetos do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).
Trata-se de um documento emitido e armazenado digitalmente que substitui a nota fiscal anteriormente impressa somente em papel. A legislação autoriza a emissão desse tipo de nota fiscal desde outubro de 2005 e permite seu uso em todos os estados do território brasileiro.
Essa modernização apresenta algumas vantagens como a diminuição dos gastos das empresas com a compra e armazenagem de papel, além da praticidade oferecida pelos arquivos digitais, que facilitam a organização de documentos, bem como o envio automático do arquivo XML para as partes envolvidas na operação comercial.
A Nota Fiscal para micro e pequenos empreendedores
Legalmente, não existem diferenças significativas entre o micro empreendedor que atua na internet e aquele que trabalha fora dela. Isso significa que, por lei, sempre que ocorre uma transação comercial, consequentemente deve existir a nota fiscal emitida pela empresa que vende ou presta o serviço, independentemente se a transação foi realizada via internet ou não.
Entretanto, micro e pequenos empreendedores têm a possibilidade de abrir sua empresa na categoria de Micro Empreendedores Individuais (MEI) e entre os benefícios concedidos a profissionais assim formalizados está a desburocratização oferecida pelo governo, uma vez que eles estão desobrigados a gerar nota fiscal ao vender para pessoas físicas.
Já quando a transação envolve empresas, ou seja, pessoas jurídicas, o uso da nota fiscal é obrigatório, mas facilitado, bastando simplesmente solicitar a Nota Fiscal avulsa na Sefaz do estado onde atua.
Assim, os principais tipos de notas fiscais disponíveis pelo MEI são:
Nota Fiscal Avulsa;
Nota Fiscal Avulsa Eletrônica;
Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e, NFC-e, NFS-e)
Como fazer a emissão de notas fiscais
Realizar qualquer transação sem utilizar a nota fiscal representa sonegação por parte do vendedor que assim procedeu. Dessa forma, o comprador também pode ser caracterizado como ente da ilegalidade, uma vez que seria o receptor da mercadoria não legalizada, caso venha a ser comprovada a fraude.
Por isso, é importante fazer a emissão das notas e cuidar para que o processo seja realizado de maneira eficiente. Assim, evitando prejuízos tanto para a empresa quanto para seus consumidores.
Empresas relacionadas a comércio ou indústria precisam solicitar autorização para emitir suas notas fiscais junto à SEFAZ. Toda a movimentação referente a esse processo pode ser realizada através da internet, bastando apenas que o responsável preencha um requerimento online.
No caso da Nota Fiscal Eletrônica, é preciso comprar um certificado digital junto a uma instituição certificadora para ter o direito de emiti-las. Além disso, é necessário pedir a autorização da emissão da nota a SEFAZ. Mas, antes de tudo, é necessário um sistema que realize a emissão das notas, uma vez que a SEFAZ não o disponibiliza.
Nota fiscal: importância para o pequeno empreendedor
Fazer a emissão de notas fiscais é um comprovante de que a sua empresa paga seus tributos corretamente, o que se converte em credibilidade, tanto para clientes quanto para possíveis colaboradores.
Além disso, estar em dia com essa obrigatoriedade garante ao empreendimento, ainda que pequeno, uma ferramenta importante para o trabalho contábil, uma vez que a nota fiscal apresenta detalhes precisos sobre as transações realizadas. Por isso, não abra mão de dar um aspecto mais profissional ao seu negócio. Trabalhe com a nota fiscal.
Para abrir uma empresa e fazê-la crescer não basta apenas ter uma boa ideia de negócio, pois todos os tipos de empreendimento também precisam de capital para operar. Mas como conseguir esse recurso?
Neste episódio, Deivison Elias, Ricardo Gölzer e Pedro Escobar falam sobre os meios para conseguir dinheiro para o seu negócio.
O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
O profissional autônomo é aquele que desenvolve alguma atividade laboral sem vínculo empregatício com uma empresa. Ou seja, ele trabalha sem carteira assinada, faz os próprios horários e tem rendimentos de acordo com a sua produtividade.
Muitos dos profissionais autônomos não pagam o INSS por não saber como proceder. Veja como se tornar um contribuinte e garantir os seus direitos previdenciários:
Quem é o profissional autônomo?
São considerados profissionais autônomos aqueles indivíduos que exercem as suas atividades por conta própria, sem ligação formal com alguma empresa. Os exemplos são: manicures, dentistas, advogados, faxineiras, profissionais de marketing, contadores, fotógrafos, professores particulares etc.
O número de pessoas que trabalham como autônomo vem aumentando muito nos últimos tempos por vários motivos. Geralmente são profissionais que possuem alguma habilidade e descobriram que podem ganhar dinheiro com aquilo sem precisar de um chefe.
Além disso, eles podem fazer os próprios horários, podem trabalhar de casa, têm uma rotina menos engessada, como acontece no regime formal de trabalho. E, claro, na falta de um emprego estilo CLT, muitas pessoas resolvem criar o próprio emprego.
INSS autônomo
Mesmo quem trabalha por conta própria precisa pagar o INSS como autônomo para obter o mínimo de direitos previdenciários. Como esse profissional não tem uma empresa por trás para recolher a contribuição, ele fica desprotegido caso necessite um dia de algum amparo da Previdência.
Para você entender melhor, é preciso saber que existem dois tipos de segurados no INSS: o obrigatório e o facultativo.
Segurado obrigatório
São segurados obrigatórios aqueles profissionais que exercem de alguma forma uma atividade laboral. São exemplos:
Empregado: quem trabalha de carteira assinada ou mediante contrato, mesmo que temporário;
Trabalhador avulso: apesar de prestar serviços para alguma empresa, não é contratado por ela, mas por um sindicato ou gestores de mão de obra que fazem a intermediação;
Empregado doméstico: aquelas pessoas que prestam serviço na casa de alguém, mas sem gerar lucro para o empregador. Exemplos: jardineiro, motorista, governanta, empregada doméstica etc.
Contribuinte individual: quem trabalha por conta própria, sem ser ligado a uma empresa, como os autônomos;
Segurado especial: trabalhadores que desempenham funções na área rural ou artesanal como agricultura, pesca dentre outras.
Segurado facultativo
Segurado facultativo é aquele que tem mais de 16 anos e não possui renda própria, mas resolve, ainda assim, contribuir para o INSS. Por exemplo:
Donas de casa;
Síndicos não remunerados;
Presidiários;
Estudantes bolsistas.
Como vimos, o autônomo se encaixa na categoria contribuinte individual visto que não tem vínculo formal com nenhuma empresa. E, muitas vezes, ele é a própria empresa que presta serviço.
Portanto, o autônomo deve contribuir para o INSS de forma obrigatória. O primeiro passo para isso é escolher qual o tipo de contribuição à qual se irá aderir. Isso também vai determinar o valor a ser pago e os benefícios futuros. Vamos falar mais disso a seguir.
Qual é o valor que o autônomo paga para o INSS?
O valor que o autônomo paga varia de acordo com o tipo de contribuição que ele escolher. O INSS oferece duas opções: plano normal e plano simplificado. Saiba mais detalhes:
Plano normal de contribuição – alíquota de 20% (código 1107)
O grande diferencial do plano normal é a possibilidade que o contribuinte tem de requerer tanto a aposentadoria por tempo de contribuição quanto a aposentadoria por idade.
Aposentadoria por tempo de contribuição: 35 anos de contribuição para o homem e 30 anos de contribuição para a mulher.
Aposentadoria por idade: 65 anos para o homem e 62 anos para a mulher.
Os dois tipos de aposentadoria exigem a carência mínima de 180 contribuições.
Ao aderir ao plano normal, o contribuinte individual, no caso o autônomo, precisa pagar a porcentagem de 20% em cima do seu salário de contribuição. Quem recebe um salário mínimo, por exemplo, deve pagar mensalmente o valor de R$ 209,00.
O plano normal é válido para quem recebe até R$ 6.101,06 mensais e o salário da aposentadoria vai variar de acordo com o salário da contribuição.
Plano simplificado de contribuição – alíquota de 11% (código 1163)
No plano simplificado, o contribuinte não tem direito a aposentadoria por tempo de contribuição, apenas por idade. Também é necessário apresentar carência mínima de 180 contribuições.
O valor da alíquota (11%) é calculado em cima do salário mínimo vigente. De acordo com o salário atual (R$ 1045,00), o contribuinte deve pagar mensalmente o valor de R$ 114,95. Assim, ao se aposentar, o contribuinte receberá o valor do salário vigente daquele ano.
Como pagar o INSS como autônomo
Agora que você já sabe como funciona o sistema de contribuição do INSS para autônomos é hora de saber como fazer para começar a pagar. Confira:
Tenha o número do PIS
Para começar a contribuir com o INSS como contribuinte individual, o autônomo precisa estar inscrito no PIS (Programa de Integração Social). Quem já trabalhou alguma vez com carteira assinada já está inscrito e basta procurar por esse número na carteira de trabalho.
Quem não tem o número do PIS deve se inscrever no site do INSS preenchendo um formulário com informações pessoais.
Emita a Guia da Previdência Social (GPS)
A guia pode ser emitida online, pelo site do INSS ou pelo sistema próprio da Receita Federal e é por ela que o autônomo faz o pagamento da contribuição. Depois, é só imprimir.
Outra maneira é comprar um carnê de pagamento em papelarias e pagar o valor nas casas lotéricas ou outro banco.
Em ambos os casos, a guia deve ser preenchida com os dados corretos como código de pagamento, dados pessoais, valor da guia e outros para que o pagamento seja realizado com sucesso.
Realize o pagamento
O pagamento pode ser feito nos bancos ou nas casas lotéricas. Não há uma data específica de vencimento da guia. O carnê do INSS pode ser pago até o dia 15 de cada mês.
Vantagens de contribuir para o INSS
Os benefícios oferecidos pelo INSS ao contribuinte, além da aposentadoria, são:
Auxílio-doença;
Salário -maternidade;
Auxílio-reclusão;
Pensão por morte e outros.
Agora você já sabe como funciona o INSS para autônomos e já pode começar as suas contribuições. Reforçamos que é importante que o profissional autônomo se filie ao INSS e se torne um segurado para garantir uma renda mínima no futuro e, assim, ter uma vida com mais qualidade.
O microambiente empresarial é um conjunto de fatores próximos à empresa, exercendo influência nela. Por isso, entender essas variáveis pode ser crucial para o sucesso do seu negócio.
Neste episódio, Pedro Escobar, Ricardo Gölzer e Deivison Elias falam sobre importância de analisar o microambiente empresarial.
O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
Relatórios gerenciais são ferramentas que oferecem ao empresário condições mais favoráveis e precisas para realizar uma boa gestão do negócio que ele gerencia. Conheça agora os tipos de relatórios gerenciais e porque eles não podem ficar de fora da sua administração.
O que são os relatórios gerenciais
Relatórios gerenciais são documentos que reúnem dados e indicadores que sejam úteis a todos. Ao mesmo tempo, eles podem auxiliar a compreender a real situação de cada departamento da organização.
Os relatórios oferecem uma espécie de diagnóstico empresarial de cada setor. Esse diagnóstico é extremamente necessário, uma vez que ajuda na tomada de decisão do gestor. Eles também acabam dando um domínio maior de toda a organização, compreensão das suas necessidades, dentre outras vantagens.
Tipos de relatórios gerenciais
Como a empresa possui diversos departamentos é de se esperar que ela também apresente diferentes tipos de relatórios gerenciais. A seguir, você confere um pouco mais sobre cada um deles:
Relatório de controle
O foco desse tipo de relatório é, basicamente, o setor de estoque responsável pelo armazenamento de matéria-prima, insumos, produtos prontos para venda, etc. Todas as movimentações relacionadas à área devem ser diagnosticados e capturados.
Relatório de produtividade
Apresenta informações sobre a evolução da produtividade da empresa em diferentes períodos. Pode conter os produtos e serviços mais procurados e aqueles que ficaram estagnados, facilitando assim, na criação de novas estratégias de vendas, por exemplo.
Relatório de satisfação
É o relatório que mede e informa o nível de satisfação dos clientes e também dos colaboradores em relação à empresa. Configura um documento importante para verificar e ajustar, se necessário, o relacionamento com os consumidores e com a equipe de trabalho.
Relatório financeiro ou contábil
Nesse tipo de relatório, são listados todos os dados relacionados ao financeiro da empresa, como fluxo de caixa, custos, receitas, despesas, tributação e o que mais tenha a ver com o dinheiro que circula dentro do negócio. É um relatório fundamental para a empresa.
Relatório de desempenho
Apresenta índices de desenvolvimento e crescimento do negócio, lucros, ampliação de mercado consumidor, aumento do índice de vendas e muito mais. É um documento que alerta o gestor sobre a evolução da instituição.
Relatório de análise
É um arquivo mais amplo, em razão de que esse relatório faz uma avaliação geral e detalhada de cada setor, com conclusões baseadas nas informações presentes nos relatórios anteriores.
Para que serve um relatório gerencial?
O objetivo do relatório gerencial é fazer uma demonstração dos diversos aspectos que compõem uma empresa, com a intenção de analisar o desempenho, verificar falhas, realizar ajustes e perceber se o negócio está prosperando, crescendo ou apresentando prejuízos.
Por isso, todas as informações devem ser levantadas e inseridas com bastante precisão e cuidado. É fundamental que os dados sejam atualizados, sempre de acordo com a realidade da empresa naquele momento para que a análise também seja eficiente.
Também é essencial salientar que os relatórios gerenciais precisam ser informativos, bem escritos e objetivos, com fácil compreensão para todos que terão acesso ao documento.
Quais são os relatórios essenciais em uma empresa?
Diante de tantos tipos de relatórios, você deve estar se perguntando quais deles são considerados fundamentais em uma empresa. O ideal é que haja um relatório para cada departamento ou área de atuação, porque essa é a melhor forma de ter uma avaliação global de todos os setores da organização.
No entanto, sabemos que nem sempre é possível fazer esse estudo tão aprofundado, e isso se dar em face de motivos diversos, como falta de pessoal capacitado para executar tal função, devido ao tamanho da empresa ou ainda em razão da inexistência de alguns departamentos.
Por isso, listamos aqueles tipos de relatórios gerenciais que são essenciais e que devem ser priorizados na sua empresa. São eles:
Relatório financeiro
Como vimos, o relatório financeiro reúne todas as informações que tenham a ver com o dinheiro da empresa. Portanto, é fato que a saúde financeira de um negócio depende diretamente da forma como lidamos com o dinheiro que entra e que sai e quais os investimentos necessários para determinados objetivos.
Logo, não importa o tamanho da sua empresa, é essencial elaborar um relatório financeiro reunindo informações corretas sobre o seu fluxo de caixa, entradas e saídas, orçamentos e projeções financeiras.
Relatório contábil
Informações sobre a contabilidade de uma empresa podem estar inseridas no relatório financeiro, mas também podem fazer parte de um relatório específico: o relatório contábil, que também é primordial em qualquer negócio.
Por meio desse levantamento de dados, o gestor consegue entender e avaliar como está sendo feita a cobrança de impostos, conhece mais de perto as vantagens do regime tributário utilizado, realiza ajustes etc.
Relatório de produtividade
Como saber se é preciso fazer correções em determinado departamento? Descobrindo como anda o nível de produtividade daquele setor.
Assim, o índice de produtividade é uma tarefa básica deste relatório, o qual analisa o desempenho das vendas e cria novas metas de crescimento.
Relatório de controle
O estoque também influencia diretamente na tomada de decisão e na elaboração de novas estratégias em uma empresa.
Ao perceber que há muito material armazenado, por exemplo, o gestor pode criar maneiras de fazer aquilo tudo circular, além de reforçar as melhorias na armazenagem e manutenção correta do produto.
Então, quais os benefícios dos relatórios gerenciais?
Você já sabe que os relatórios gerenciais são imprescindíveis para uma melhor compreensão e gestão do seu negócio.
Conheça agora os principais benefícios que esses documentos podem gerar para a sua empresa.
Facilita a tomada de decisão
Ao ter um controle maior sobre todos os departamentos da empresa, é muito mais fácil para o gestor tomar as decisões mais acertadas, pensar de modo estratégico, estabelecer objetivos e traçar novos caminhos.
Aumenta o domínio sobre o negócio
Por meio dos relatórios gerenciais, o empreendedor consegue saber um pouco mais sobre cada área da sua empresa, mesmo que não seja um expert no assunto. Esse conhecimento é muito útil e garante uma gestão mais eficiente.
Identificação dos pontos fortes e fracos
Cada relatório gerencial traz um balanço dos pontos positivos e negativos de determinado setor. Assim, é muito mais fácil para o empregador perceber onde está errando, saber o que pode ser corrigido e o que exige mais investimento.
Compartilhamento de informações
Os relatórios reúnem e apresentam dados extremamente valiosos não só para o gestor, mas para todos que fazem parte daquela organização. Esse compartilhamento de informações esclarece dúvidas, reforça o comprometimento, alinha e ajusta metas e fortalece as relações dentro do local de trabalho.
Acreditamos que agora ficou bem mais fácil para você, enquanto gestor, perceber a importância dos relatórios gerenciais, além de saber a finalidade de cada um deles. Reiteramos que esses documentos são ferramentas fundamentais para o melhor controle de uma empresa e devem ser elaborados com precisão, cuidado, clareza e baseados em informações úteis e atuais.
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