Livro ‘Reinvente sua empresa’ (Jason Fried), um breve resumo

Livro ‘Reinvente sua empresa’ (Jason Fried), um breve resumo

Diferentemente da maioria dos livros que tratam sobre o tema, o Reinvente Sua Empresa (Rework) traz uma abordagem diferenciada, focada em pequenas e significativas mudanças. A proposta dos autores Jason Fried e David Hansson, que são sócios da empresa de software 37 Signals, foram aplicadas com êxito na sua companhia.

A obra traz reflexões sobre como deve ser uma gestão de sucesso no século XXI. Num momento como esse, de mudanças profundas no mercado, os empreendedores ressaltam a importância da mudança de perspectivas. Os paradigmas e regras utilizadas por empresas tradicionais estão obsoletos nos dias de hoje. É urgente a criação de novos enfoques de administração para que as empresas se adaptem ao novo cenário.

Simplicidade

O método de Jason e David mostra-se simples e elementar logo no início do livro, e não apenas porque eles demonstram a necessidade de uma teoria de administração enxuta; própria demonstração das suas ideias no livro é concisa. A obra foi escrita em tópicos curtos, que facilitam a leitura e o entendimento.

Os autores se esforçam para demonstrar que a tarefa elementar do gestor é diminuir os problemas e melhorar os produtos. As práticas dispostas ao longo das páginas fizeram com que a 37 Signals se tornasse uma das empresas mais reconhecidas no mundo na sua área de atuação. O livro se tornou um fenômeno de vendas por colocar à prova todas as tradicionais abordagens dos negócios.

Desmistificações

Os autores discutem a ideia – que se tornou um clichê – de que os erros são fundamentais para o sucesso. Quanto a isso, eles mesmos não discordam. No entanto, eles apontam para o fato de que ser fundamental é diferente de ser um requisito. Em outras palavras, não é porque você erra que você será, necessariamente, um profissional de sucesso.

Os erros, dizem os autores, servem basicamente para mostrar o que não deve ser feito. Mas não repeti-los só depende de nós mesmos. Além disso, os erros não mostram o que deve ser feito, apenas o que não deve.

Outra desmitificação feita por eles é no que diz respeito ao planejamento. David e Jason demonstram como é difícil cumpri-lo à risca quando ele é feito para longo prazo. Como a conclusão está distante, as circunstâncias que aparecem no dia a dia deixam o projeto fora do controle.

No ambiente de trabalho

David e Jason dizem que é preciso mudar também a visão otimista que se tem de alguém que trabalha demais. O “workaholic” acaba tirando os colegas do foco, pois eles passam a achar que não estão sendo produtivos o suficiente. Por se sentirem culpados, o desânimo afeta o ambiente. Para os autores, o herói não é o viciado em trabalho, e sim quem encontrou maneiras de terminar tudo no fim do expediente.

A produção

Uma forma de entender a qualidade do que você está fazendo é pensar no valor da marca. Uma organização precisa da motivação de todos para criar seu valor. Descubra se está fazendo o certo ao se perguntar: se a empresa acabasse hoje, as pessoas sentiram falta dela?

Limpe o ambiente de trabalho descartando toda a papelada que foi acumulada e não serve para nada. Isso só faz todos perderem tempo. A interrupção é outro fator que afeta a produtividade. Os autores demonstram isso com o fato de que somos mais produtivos de manhã e à noite. Eles recomendam fazer o possível para não ser interrompido.

Tenha certeza que todos os funcionários estão sendo produtivos, e que estão trabalhando mesmo. Crie medidas para não delegarem tarefas. Quando há um projeto longo, é ideal desmembrá-lo em vários pedaços menores. Os pequenos projetos são mais fáceis de atingir e mantêm a equipe motivada. Ao fim de cada parte, comemore com o pessoal.

A cultura empresarial não é festa, confraternização, e muito menos lazer. É ação. Portanto, não adianta tentar criar uma cultura artificialmente, pois ela nasce sozinha da rotina e das ideias por trás da empresa. É preciso esperar o tempo necessário para ela se desenvolver.

Isso não significa que você não deve melhorar o ambiente. Ele influencia diretamente na qualidade do que é produzido. Limpe sua empresa de burocracias engessadas, métodos arcaicos de gestão e diretrizes medíocres.

Direção da empresa

Para caminharmos para frente, é indispensável a motivação. Se nós relaxarmos, nossa mente começa a dar desculpas para não prosseguir. Como o momento ideal jamais vai chegar, é preciso fazer o que deve ser feito com o que temos à disposição.

É essencial ter objetivos claros. Para que você luta? Se você não sabe, poderá aceitar qualquer argumento. Mas se tem metas claras, não haverá discussão, pois tudo será adaptado ou descartado do seu caminho ao objetivo.

Outro ponto importante a esse respeito é a incorporação dos valores. Não adianta estabelecê-los junto com uma missão apenas para pendurar uma placa na parede. A organização deve agir daquela forma. Do contrário, estará sendo hipócrita. Isso diferencia mais empresas boas de ruins do que a qualidade técnica.

O empresário deve jogar fora a ideia de que desistir é sinônimo de fracasso. Na verdade, é aumentar as esperanças para o próximo passo. Os autores também enfatizam aspectos pessoais como essenciais à direção do negócio. O sono, por exemplo, é importante para o bom desempenho profissional.

Não fique criando regras demais. Elas são como leis, e devem ser criadas quando erros se repetem em demasia. E, por fim, saiba tratar os funcionários como adultos. Se os trata como crianças, obterá um trabalho de criança. Eles mesmos deixarão de pensar no que estão fazendo.

Problemas

Os autores apontam para falhas estruturais que têm destruído startups. Os fundadores fracassaram porque não acharam as soluções adequadas. O problema está muitas vezes em se ver como um empreendedor. Mas o ponto principal é criar e vender algo que você mesmo quer utilizar.

A opinião sobre as startups também é controversa. Os autores recomendam: se for para abrir uma empresa sem saber como irá ter as primeiras receitas, nem abra. Ou você cria uma empresa, ou um hobby.

Produto ou serviço

Se você quer ter um produto ou serviço excelente, descarte tudo o que é bom. Não há outra forma. Como ninguém pode ser excelente em muitas coisas ao mesmo tempo, utilize só aquilo que você sabe que é excelente. Deve-se descartar também o que não está funcionando. Não adianta tentar melhorar. Cortar de uma vez poupa esforço.

Ao produzir, você acaba criando subprodutos que não utiliza. Jason e David recomenda que você os venda. Se uma madeireira manter toda a serragem obtida na produção, terá contratempos, mas se vender, terá lucro.

Concorrência

É preciso ser original em tudo o que faz, porque ser influenciado é diferente de ser um imitador. Quem imita nunca lidera, e esse ensinamento é importante para ganhar da concorrência.

Além disso, devemos olhar para nossa empresa ao invés de nos preocuparmos com o que é feito nos concorrentes. Isso poupa tempo que pode ser investido no aprimoramento do seu negócio. Evidentemente, isso não significa que você se absterá de ter uma opinião sobre seus concorrentes. Se você acha o produto deles ruim, por exemplo, pode falar.

Público e clientes

Faça o que tiver à disposição para formar um público fiel. Se você o conquistar, gastará menos com propaganda, pois ele mesmo a fará para você. Mas saiba dizer não para os clientes. Não tenha medo de rejeitar alguma proposta. Querer agradar é um dos piores defeitos que você pode ter.

Uma forma de criar vínculo com os clientes, segundo os autores, é mostrar sua empresa. Convide-os para ir até ela para descobrir como tudo funciona. Outra tática é oferecer uma amostra grátis do seu produto. Se você confia nele, sabe que as pessoas vão gastar dinheiro com o seu produto. Eles até se sentirão obrigados a isso. Além disso, você passa a imagem de alguém que realmente se importa com a qualidade do que produz.

Contratação

A contratação deve ser feita apenas quando for extremamente necessário, se você encontrar um profissional que contribuirá para seu negócio. Ela não pode ser um prazer, quando muito uma dor. Quando se contrata um funcionário mesmo sem ele ter o que fazer, cria-se trabalho artificial para compensar a contratação. E isso traz mais problemas do que vantagens, principalmente com custo (ainda mais no Brasil).

Se você perceber que há trabalho acumulado e a produção perdeu em qualidade, essa é a hora de arranjar novo funcionário. Mas antes, tente descobrir se você mesmo não é capaz de realizar a tarefa.

Na hora da entrevista, lembre-se que a experiência não é tudo, pois o que importa é a qualidade. Alguém com 6 meses de trabalho pode ser superior a alguém com 6 anos, pois é mais predisposto à função. Você deve escolher pessoas capazes de administrarem a si mesmos, pois isso poupará seu tempo. Bons funcionários fazem a própria rotina, criam metas, etc.

Além disso, avalie a comunicação. Nem sempre alguém que fala como profissional é um bom profissional. As ações podem ser completamente diferentes. Se estiver em dúvida sobre dois candidatos, sempre valorize o que escreve melhor. Isso significa que ele sabe se comunicar melhor e que tem ideias claras.

💡 Você também pode gostar: 10 livros sobre empreendedorismo que você precisa ler!

Microempresa (ME): O que é, quais os limites e as vantagens

Microempresa (ME): O que é, quais os limites e as vantagens

Um conceito que vem ganhando cada vez mais repercussão no cenário econômico nacional é o de Microempresa. Aliás, de acordo com dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), 99% dos estabelecimentos brasileiros se configuram como Micro e Pequenas Empresas.

Mais do que isso, a categoria é responsável pela geração de 52% dos empregos formais registrados no país. Diante dos números e da importância desse tipo de negócio, vale a pena entender o que é uma Microempresa, especialmente para quem já possui um empreendimento e deseja se profissionalizar.

Se você se encaixa neste perfil e deseja obter mais informações sobre as Microempresas, continue lendo e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto.

O que é uma Microempresa?

Você sabe o que é uma Microempresa (ME)? Como o próprio nome sugere, trata-se de um tipo de negócio pequeno, cujo faturamento anual e número de empregados deve ser limitado a um determinado valor, para que possa ser enquadrado na categoria.

Mas, afinal, quais são esses limites? A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, de 2006, estabelece que a receita bruta de uma microempresa não pode ultrapassar o montante de R$ 360 mil por ano, uma média de R$ 30 mil por mês, e que esta só pode contratar até 10 funcionários para o cumprimento de suas atividades.

Perante a legislação, os empreendimentos desse porte de empresa têm tratamento diferenciado, além de contarem com certas vantagens do ponto de vista fiscal ou tributário.

Um negócio que atende a estes requisitos pode ser enquadrado no regime tributário do Simples Nacional, um sistema simplificado de recolhimento dos impostos criado em 1996 pelo Governo Federal. Nesse modelo, todos os tributos estão reunidos em apenas uma guia.

Quais impostos estão incluídos no Simples Nacional?

Como já foi dito, o Simples Nacional é um documento que reúne todos os tributos em um único documento, conhecido como DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), cujo valor é calculado automaticamente. Para as empresas enquadradas como ME, trata-se de um modelo bastante vantajoso.

Apesar disso, é fundamental entender quais impostos estão incluídos na guia única, já que toda Microempresa tem a obrigação de pagá-los. Confira os oito tributos que fazem parte do DAS:

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)

Imposto municipal que incide sobre o valor de um serviço oferecido, podendo variar de 2% a 4,65% para municípios, com faturamento de até R$ 1,8 milhões.

Programa de Integração Social (PIS)/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)

Esta contribuição federal é um benefício pago ao trabalhador e quitado mensalmente sobre o faturamento ou folha de pagamento. Indústria e comércio pagam até 0,38%, enquanto para prestadores de serviço e outras atividades a alíquota chega a 0,57%.

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

Para indústrias optantes do Simples Nacional, a alíquota é de 0,5%, taxa devida à necessidade de saída do produto fabricado.

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)

Tributo federal calculado sobre o rendimento bruto. A taxa para comércio e indústria é 1,6% e, para prestação de serviços, 2,42%. Pode chegar a 2,63% no caso de outros serviços.

Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)

Calculado sobre o faturamento dos 12 meses anteriores, seu percentual varia de 0% a 54% para indústria e comércio, podendo chegar a 0,84% para prestadores de serviço.

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

Para empresas da indústria e do comércio, a taxa é equivalente à do IRPJ. Já para os prestadores de serviços, pode alcançar 0,79%.

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)

Imposto estadual que incide sobre movimentação de produtos entre estados brasileiros. Varia de 1,25% a 3,95%, conforme a unidade da federação.

Contribuição Previdenciária Patronal (CPP)

Voltado à seguridade social, a alíquota varia entre 2,75% e 4,6% para indústria e comércio, podendo chegar a 7,83% para prestação de serviços.

Em que diferem as Microempresas de outros tipos de empresas?

A principal característica que difere uma microempresa de outros tipos de negócios, como Empresa de Pequeno Porte (EPP) e Microempreendedor Individual (MEI), é o faturamento anual. Como vimos, a receita bruta de uma ME deve ser de R$ 360 mil ou menos por ano.

Já para as EPPs, o valor do faturamento anual deve estar entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Para o MEI, isto é, trabalhador autônomo que exerce sua atividade em casa ou possui um pequeno negócio, os ganhos não podem ultrapassar a quantia de R$ 81 mil por ano, ou R$ 6.750 por mês.

Quais tipos de empresas se enquadram como Microempresa?

Já sabemos a definição de Microempresa. Entretanto, este tipo de negócio ainda pode ser dividido em quatro diferentes categorias, dependendo do número de pessoas envolvidas, individual ou sociedade.

Entenda cada uma delas:

Sociedade simples

Inclui empreendedores que exercem uma atividade a partir da prestação de serviços de natureza pessoal, como:

  • Dentistas;
  • Advogados;
  • Médicos;
  • Escritores;
  • Outros.

É obrigatória a presença de pelo menos um sócio.

Sociedade empresária

Neste caso, a Microempresa é uma sociedade limitada, um conjunto de pessoas que se reúnem para exercer a atividade em questão. Sempre exige mais do que um sócio.

EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada)

Empresa formada apenas pelo empreendedor, sem a presença de sócios. Pode ser indústria, comércio, prestadora de serviços ou rural, sendo que o seu capital social deve ser igual ou superior a 100 salários mínimos.

Além disso, há separação entre o patrimônio empresarial e o pessoal, o que garante segurança em caso de inadimplência.

Empresário individual

Também não exige sócios, mas, ao contrário da EIRELI, não é necessário investir um elevado capital social e não ocorre a separação entre os patrimônios do empreendedor.

Quais as vantagens de abrir uma Microempresa?

Não há dúvidas de que optar por abrir uma microempresa pode ser um passo significativo para o crescimento financeiro de um negócio. É por esse motivo que finalizaremos este artigo falando sobre as principais vantagens que abrir uma ME pode trazer ao seu empreendimento.

Menos burocracia

Justamente pelo fato de ser uma empresa pequena, a burocracia é igualmente menor, a começar pelo recolhimento de tributos que, como vimos, é feito pelo Simples Nacional.

O empreendedor não precisa emitir uma guia para cada um dos oito impostos, já que estão reunidos em um único documento. Além de facilitar o pagamento, evita que ele se esqueça de algum imposto em meio à correria.

Menos impostos

Por estar enquadrada na Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, a Microempresa recebe um tratamento diferenciado.

Na prática, isso significa que o empreendedor vai pagar menos impostos, já que estes são proporcionais ao tamanho do negócio.

Licitações

Microempresas também têm o direito de participar de licitações, assim como as grandes companhias, mesmo em caso de irregularidades nas obrigações fiscais. Para isso, devem cumprir os requisitos do edital e, se vencerem o processo, devem regularizar a situação em até dois dias.

Além disso, pequenos empreendedores podem oferecer propostas mais caras em relação às grandes companhias, numa proporção de 5% a 10%.

Foco

Diante de tantas facilidades e desburocratização, fica claro que o empreendedor pode focar no que é realmente importante para a Microempresa, ou seja, o seu crescimento financeiro.

Tais vantagens estão diretamente relacionadas à facilidade de regularização do pequeno negócio e, sobretudo, à possibilidade de que profissionais autônomos saiam da informalidade.

Banner-conversao-eGestor-blog
Silvio Santos: Empreendedores de Sucesso

Silvio Santos: Empreendedores de Sucesso

Quando falamos de televisão, todo brasileiro tem como referência o grande apresentador e empresário Silvio Santos. Sem dúvidas, o artista é um dos mais populares no Brasil. Tudo isso deriva-se do seu grande carisma que possui, tanto que ousou ser candidato a presidência da república.

Porém, a simpatia não é a única qualidade de uma das pessoas mais bem sucedidos do país. Silvio Santos destaca-se como um dos maiores empreendedores da história brasileira. Com poucos recursos, o apresentador explorou todas as possibilidades de se fazer negócio. E assim construiu um grande império, que vai além do seu canal de televisão.

O início da história de Silvio Santos

O empreendedor tem origens humildes. Nasceu no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. Tem filiação de dois imigrantes judeus. O pai Alberto era de uma região que hoje pertence a Grécia, enquanto a sua mãe Rebecca, tem origens de uma pequena cidade da Turquia. O casal deu origem a cinco filhos, entre eles, Senor Abravanel, no dia 12 de dezembro de 1930.

Silvio Santos começou a trabalhar muito cedo. Seu primeiro trabalho foi com 14 anos. Nas eleições de 1946, o pequeno empreendedor teve a sua primeira grande ideia. Começou a vender carteirinhas de plástico que tinham como finalidade guardar títulos eleitorais e outros documentos. Assim, Silvio tornou-se ambulante junto ao seu irmão mais novo Leon. Porém com a repressão policial aos camelôs na época, os meninos vendiam os seus produtos nas ruas por apenas alguns minutos, preferencialmente no tempo de intervalo dos fiscais.

O empreendedor Silvio Santos

O seu potencial artístico manifestou-se muito cedo. Em virtude da potente voz, o apresentador destacou-se nas ruas do Rio de Janeiro. Ficou tão reconhecido que foi convidado a realizar um texto como radialista na Rádio Guanabara. Ele conseguiu chamar a atenção dos radialistas, tanto que ficou classificado em primeiro lugar no teste, ficando à frente de grandes nomes como o humorista Chico Anysio.

Entretanto, esse trabalho durou muito pouco. Silvio Santos escolheu voltar a ser ambulantes pois conseguia um faturamento maior. Quando completou 18 anos, Silvio serviu o Exército Brasileiro na Escola de Paraquedistas do Rio de Janeiro. Depois da experiência no exército, o empreendedor deixou de trabalhar como camelô e voltou a se dedicar como radialista. Então, tornou-se locutor em Niterói para conseguir alguma renda.

Quando Silvio Santos trabalhava em Niterói, tinha que pegar uma barca que cruzava a Baía de Guanabara. Foi aí que ele teve uma das grandes ideias empreendedoras. Ele montou um serviço de alto-falantes dentro da barca. Ele o utilizava para realizar a propaganda de diversos produtos. No entanto, a iniciativa obteve tanto sucesso, que Silvio sugeriu que as barcas oferecessem um bingo e um bar. Quando um cliente comprava alguma bebida, automaticamente recebia uma cartela para concorrer a brindes.

Mas Silvio Santos não parou por aí. Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo. Lá ele estudou como técnico de contabilidade, mas resolveu seguir a sua carreira artística. Tempos depois, conseguiu uma vaga na Rádio Nacional de São Paulo como locutor. Ao mesmo tempo, elaborou uma revista de palavras cruzadas, charadas e passatempos. Ele mesmo revendia a “Brincadeiras para Você” nos estabelecimentos comerciais da cidade, a fim de conseguir uma renda extra.

O homem do Baú

Todo esse talento que Silvio possuía para os negócios ofertou novas oportunidades. O conhecido Baú da Felicidade era como um carnê onde cliente realizava o pagamento e depois retirava os produtos nas festas de final de ano. Ele antigamente pertencia ao amigo de Silvio Santos, Manoel de Nóbrega. Porém, Nóbrega estava com dificuldades em administrar os negócios. Então, em 1958, Silvio Santos resolveu ajudar o seu amigo e viu que o Baú da Felicidade poderia ser uma excelente alternativa de negócio. Até que o apresentador assumiu todo o controle da empresa. Os negócios prosperaram e em 1962 fundou-se então, o Grupo Silvio Santos.

No início, Senor Abravanel optou por manter o sistema de crediário da empresa. Porém, houve uma expansão. O Baú da Felicidade criou uma loja própria, em que permitia as pessoas trocassem os seus carnês quitados por brinquedos e demais eletrodomésticos. O sucesso foi tanto que o Baú começou a sortear prêmios maiores como imóveis e carros. Tanto que o seu império expandiu-se para diversas outras áreas. Sendo que entre os anos de 1965 a 1975, Silvio Santos criou e fundou mais de dez empresas. Entre os mais conhecidos estão a Marca Filmes, a concessionária Vimave e a Baú Construtora.

Porém, no final dos anos 60 o Brasil apresentava um cenário de recessão econômica e alta inflação. Sendo assim, Silvio Santos passou a aplicar o dinheiro das prestações em carnês em outros investimentos. Em 1969, surgiu então o Baú Financeira, que mais tarde transformou-se no antigo Banco PanAmericano. O dito grupo financeiro começou a destacar-se pela liderança de títulos de capitalização, sendo assim, em 1991 iniciou-se a comercialização da Tele Sena que está em circulação até hoje.

Tempos de crise

No ano de 2007 a venda do Baú da Felicidade foi suspensa em todo o país. O processo de extinção ocorreu devido à grande oferta de crédito, parcelamentos e facilidades de compra, não havia mais mercado que sustentasse esse tipo de negócio. Com o fim do carnê, Silvio resolveu transformar as lojas do Baú em Lojas do Baú Crediário que abria o crediário em que as pessoas levavam as mercadorias antes de pagá-las.

Em 2011, o império do empreendedor começou a cair lentamente. Nesse ano houve uma grave crise do Banco PanAmericano. O banco acumulou uma grande quantidade de dívidas e precisou ser vendido. O rombo foi diagnosticado em um valor de quase R$4,3 bilhões. Devido à crise, Silvio cogitou inclusive morar nos Estados Unidos. Inclusive, toda essa onda de decaimento, levou que as Lojas do Baú Crediário também fossem compradas pela organização Magazine Luiza.

A volta por cima de Silvio Santos

No entanto Silvio Santos possui um alto espírito empreendedor e começou a elevar a sua empresa de cosméticos Jequiti. A empresa que foi inaugurada em 2006. Depois do rombo, o empreendedor começou a apostar todas as suas fichas nesse negócio. Mais uma vez a sua estratégia foi bem sucedida e houve um sucesso em vendas.

O império do grupo Silvio Santos consegue faturar com a Jequiti o dobro da taxa registrada pelo setor de cosméticos brasileiros. A empresa cresce aproximadamente 20% ano. Tanto que em 2015, foi relançado o carnê do Baú da Felicidade- Jequiti onde as pessoas realizam o pagamento como crediário e trocam por produtos da marca. Hoje, a Jequiti é uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil.

Passados os anos de crise, o Grupo Silvio Santos segue em alta no mundo dos negócios. Tudo isso deve-se ao espírito empreendedor e persistente de Senor Abravanel. Hoje, a companhia chega a faturar 6 bilhões de dólares com um superávit aproximado de 800 milhões de dólares.

O empreendedorismo na televisão

Silvio Santos iniciou a sua carreira na televisão no ano de 1961. Seu primeiro programa foi chamado de Vamos Brincar de Forca que mais tarde se tornaria o famoso “Programa Silvio Santos”. Como empresário de sucesso, o apresentador decidiu organizar a sua própria emissora de TV.

O projeto foi concretizado em 1975 a partir de um investimento inicial de mais de 10 milhões de dólares. Surgiu então a chamada TVS que em sua fundação contava com cerca de 13 mil funcionários. Em 1981, Silvio Santos mais uma vez expandiu os seus negócios. Ele ganhou a concessão de mais quatros canais que hoje formam o Sistema Brasileiro de Televisão. Toda a sua popularidade e carisma abriu as portas para a carreira política. Ele participou das campanhas presidenciáveis em 1989. Porém a sua candidatura foi impedida judicialmente em virtude de o apresentador ser dono de uma rede de TV.

Por muitos anos, Silvio Santos tem persistido o seu investimento no seu canal de televisão. O SBT é uma das maiores ferramentas que o empresário utiliza para vender os seus produtos. Com o seu elevado carisma e persistência nos negócios, o ex-camelô conseguiu se tornar um dos homens mais ricos do país.

Um empreendedor de garra

De fato, Senor Abravanel mostra ao Brasil ser um exemplo de empreendedorismo. Ele conseguiu construir todo o império do Grupo Silvio Santos graças a sua garra e força de vontade de querer vencer. E mais ainda prova que é possível resistir as crises econômicas e financeiras que o mercado impõem. Com o seu modelo de negócio, ele afirma que se faz necessário explorar os mais diversos nichos de mercado e sempre estar aberto a todas as oportunidades.

Por isso, podemos dizer que ser um empreendedor de sucesso pode ser possível. Embora, Silvio Santos carregue os seus 84 anos continua firme na gestão dos seus negócios. O que nunca lhe faltou foi coragem e ideias brilhantes nesses 70 anos de trabalho. Em uma das suas entrevistas em comemoração ao aniversário da sua empresa, o empreendedor deixou claro que apenas conseguirá atingir os seus objetivos aquele que souber enfrentar os desafios e não sonhar demasiadamente. Para ele, todas as coisas são difíceis e devem ser lutadas com garra.

Veja uma entrevista com o Silvio Santos

EPP: Como funciona a Empresa de Pequeno Porte

EPP: Como funciona a Empresa de Pequeno Porte

Fomentar a economia do país é imprescindível para uma economia desenvolvida de forma responsável e com amplas oportunidades nos processos de comercialização. É analisando esse cenário que a EPP é considerada fundamental para o crescimento das movimentações financeiras no nosso território nacional.

Para melhor esclarecer, EPP é a sigla para Empresa de Pequeno Porte. Ela tem sua classificação de acordo com os valores expressos no seu lucro bruto. Conheça através deste artigo a importância das Empresas de Pequeno Porte para as transformações sociais e quais as melhores formas de fomentar as suas atividades no mercado competitivo.

O que é uma EPP

Para que uma empresa possa ser considerada de pequeno porte, ela deve apresentar em seus rendimentos brutos valores entre 360 mil até 4,8 milhões de reais. No entanto, essa não é a única característica de sua estrutura que determina a sua categoria na sua área de atuação. Nesse sentido, uma empresa pode ser considerada de pequeno porte a partir:

  • Do número de colaboradores em atividades laborais;
  • De 99 funcionários em atividade no setor industrial;
  • E de menos de 50 profissionais nos setores de comércio e prestação de serviços;
  • Dos valores de faturamento que não podem ultrapassar 4,8 milhões de reais devido ao processo de exportação e demais vantagens permitidas a essa categoria;

Também, uma EPP pode optar por qualquer um dos três regimes tributários. São eles:

  • Simples Nacional
  • Lucro Presumido
  • Lucro Real

Juntamente com os regimes tributários, a EPP pode optar pelo melhor tipo de sociedade que a convém. Eles seriam:

  • EI (Empresário Individual)
  • EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada)
  • Sociedade Limitada (LTDA)

EPP e a legislação

O sistema legal para as empresas de pequeno porte garante incentivos fiscais para o desenvolvimento do negócio no seu segmento. Dessa forma se fomenta a economia do país e há melhorias nos processos de produtividade, em relação à sua eficiência e qualidade.

Para que essa realidade seja possível, são aplicadas ações facilitadoras dos processos burocráticos para a abertura de empresas. Mas, também, para o desenrolar dos processos administrativos do negócio.

Com isso, o empreendimento ganha oportunidades abrangentes para o seu posicionamento no mercado competitivo com desenvoltura e em uma escala globalizada. Afinal, se consegue dispor dos recursos necessários para o seu desenvolvimento no segmento em que atende.

A importância de uma EPP

Ao abrir uma EPP, o empreendedor gera um maior fortalecimento referente aos processos de transações comerciais, de importação e exportação. Assim, elas promovem um aumento na movimentação financeira do país com uma melhoria na desenvoltura econômica e social do país.

Isso significa que essas empresas contribuem para o aumento das oportunidades de trabalho, gerando rendas e promovendo a inclusão social nas suas operações.

Vantagens de ser uma Empresa de Pequeno Porte

Existem diversas vantagens em uma EPP. Elas atuam no sistema permitindo o aprimoramento de mão de obra qualificada, por exemplo. Também, elas contribuem para novas práticas de trabalho sob uma perspectiva de inovação e modernidade.

Dessa forma, o empreendedor recebe do governo incentivos fiscais com processos mais práticos e com menos burocracia em sua aplicação. É determinado um sistema tributário diferenciado e descomplicado. Nele, as taxas e os valores de impostos reduzidos permitem que o empreendedor tenha capital para investir na estrutura do seu negócio.

Esses investimentos fazem com que a empresa tenha a oportunidade de se estabelecer com maior efetividade, apostando em tecnologia e recursos inovadores para os processos de gerenciamento e se posicionando como um competidor em potencial dentre os demais empreendedores na sua área.

A tecnologia em favor das EPPs

As empresas que desejam ter maior visibilidade no mercado em atuam devem aplicar nas suas ações internas estratégias eficientes e inovadoras para os processos de produtividade. Nessa perspectiva, a tecnologia é um recurso essencial para todos os departamentos da empresa, onde fará parte do setor administrativo, operacional, financeiro, de estoque etc.

O diferencial de uma EPP que tem a tecnologia como o suporte para o seu crescimento, é o de saber em qual ferramenta apostar para ter a garantia de serviços satisfatórios e de maior qualidade para o seu cliente.

Assim, não é difícil perceber o destaque de EPPs no mercado devido o seu posicionamento nos canais virtuais, à qualidade dos seus meios de produção, ou da disponibilização de plataformas de automação para a efetivação de suas transações comerciais.

O fato é que, uma tecnologia de ponta e aplicada da forma adequada para o empreendimento, tem a capacidade de provocar impacto gerando visibilidade e um fluxo cada vez mais intensificado de clientes interessados nos seus produtos ou serviços.

Investimento de Empresas de Pequeno Porte

Para que uma empresa consiga se desenvolver no seu segmento é necessário que se tenha foco nos objetivos traçados e investimento nas ações mais assertivas. Muitas pessoas, ao ouvirem falar em investimento, associam o conceito a custos nos sistemas da empresa, quando na verdade é uma alavanca para o sucesso do negócio.

Um empreendedor visionário aposta em sistemas capazes de desenvolver a lucratividade da sua empresa. Isso quer dizer que o investimento está relacionado aos recursos tecnológicos essenciais para a execução das atividades do negócio, mão de obra qualificada para atuar nos departamentos de sua empresa e equipamentos adequados para uma produção de maior qualidade.

💡 Você também pode gostar: Porte da empresa: quais tipos existem e como definir eles?

Processos de gestão de pequenas empresas

Geralmente, empresas de pequeno porte possuem uma estrutura enxuta onde o proprietário é o responsável pelos processos de gestão do negócio. Isso implica na necessidade de adquirir conhecimento sobre todas as áreas de sua empresa e sobre os meios mais eficazes para o desenvolvimento de uma gestão de sucesso.

Todos os investimentos aplicados dentro de uma EPP contribuem para o seu crescimento no mercado em que atende, com processos intensificados de fidelização de clientes cada vez mais satisfeitos com as melhorias realizadas dentro da empresa.

Um processo de gestão eficiente compreende as necessidades dos setores da empresa, determinando estratégias mais adequadas para a solução dos problemas identificados e tomando decisões mais assertivas e rentáveis.

Banner-conversao-eGestor-blog
Serviço de monitoramento eletrônico: como montar o seu

Serviço de monitoramento eletrônico: como montar o seu

Segurança, mais do que nunca, é um desejo e necessidade de todos. Não há lugar no mundo onde as pessoas queiram estar mais protegidas do que em casa. Por isso, se você está procurando informações para abrir um negócio na área, saiba agora como montar um serviço de monitoramento eletrônico de residências e comece a empreender.

Monitoramento eletrônico pode ser MEI?

Não, uma empresa de monitoramento eletrônico com CNAE 8020-0/01 – Atividades de monitoramento de sistemas de segurança eletrônico, pode ser MEI.

Local

Não é de hoje que o setor de segurança eletrônica cresce. Nos últimos anos, o mercado teve média de crescimento de 9%, chegou a 20% e, mesmo com a crise, entre 2015 e 2016 o crescimento girou em torno de 10% a 12%.

O investimento, no entanto, não é tão baixo. Entre os itens a providenciar estão uma estrutura que possa funcionar 24 h e monitoramento inclusive do próprio equipamento, com acesso fácil e boa recepção dos sistemas eletrônicos.

O ideal é que esse local fique próximo da maior parte dos clientes existentes ou potenciais, assim como de órgãos oficiais de segurança, como delegacias. Se for o local onde os clientes serão recebidos, também é importante pensar na estrutura de recepção e estacionamento.

O local que não deve ser sujeito a alagamentos, mas próximo de serviços bancários e de transportes, com total infraestrutura de serviços públicos e ainda com preço – seja próprio ou alugado – compatível à realidade da empresa.

Estrutura

A área mínima indicada é de em torno de 30 m², com escritório, mesas, cadeiras, arquivo, armário, computador, impressora e telefone. Também deve haver local para guarda dos equipamentos.

A prefeitura deve ser consultada sobre a possibilidade de instalação do negócio no endereço desejado. Há casos em que há dois endereços, o de registro e de funcionamento.

Burocracia

O passo seguinte é procurar a Junta Comercial e pesquisar a respeito de nome e marca, para não registrar nada que já exista. Também é possível consultar o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual.

Será necessário, também, providenciar o contrato social da empresa. Em caso de sócios, é importante verificar antecedentes, pesquisando na Receita Federal.

A seguir é preciso solicitar um CNPJ para a empresa na Receita Federal e solicitar a inscrição estadual na Secretaria da Fazenda do seu estado ou órgão correspondente. Já o alvará e licença são obtidos na Secretaria Municipal da área – Fazenda, Indústria e Comércio, o nome pode variar conforme a prefeitura.

💡 Você também pode gostar: Como abrir uma prestadora de serviços

Funcionários

As necessidades de pessoal devem envolver desde pessoas para a administração, como uma secretária, até técnicos e auxiliares de eletrônica. É possível iniciar com uma equipe pequena, de cerca de quatro pessoas.

Essas pessoas devem ter conhecimento do setor, habilidade para resolver problemas, disciplina, cortesia, e no caso dos técnicos, principalmente, deve haver conhecimento proporcional aos serviços oferecidos, seja para avaliar, executar ou propor soluções, inclusive considerando avanços tecnológicos.

Também é imprescindível que os colaboradores não tenham antecedentes criminais e obter o nada consta de todos junto aos órgãos de Justiça de todas as esferas.

Os valores dos salários devem seguir as indicações dos sindicatos de cada região, e é recomendável investir em políticas de retenção de talentos, para evitar a rotatividade. É preciso ter em mente que não apenas a segurança, mas também a privacidade dos clientes estará sob a responsabilidade das pessoas que prestam o seu serviço naquelas residências.

Tenha um veículo

Um veículo também deve fazer parte do seu planejamento, seja ele novo, usado ou alugado. Lembre-se de que será necessário realizar diversas transações bancárias, por isso é importante pesquisar as melhores tarifas em instituições financeiras e bancos, que podem inclusive ajudar a financiar parte dos equipamentos.

Entre os equipamentos mais necessários para o serviço de monitoramento eletrônico estão: centrais de alarme; sensores para detectar movimentos; botões de pânico; fios; câmeras. Há a possibilidade de oferecer: cercas elétricas, circuito fechado de TV; monitoramento 24 h; alarmes; projetos de segurança residencial.

O ramo não indica necessidade – e muitas vezes nem é recomendável – de manutenção de estoque. A compra é por demanda, com no máximo um mostruário disponível. Bons fornecedores são fundamentais, assim como ter uma lista atualizada dos melhores do setor.

Todos os materiais devem ter sua documentação técnica guardada, como manuais de instalação e informações sobre manutenção. É preciso ter em mente que o ramo dispõe de normas técnicas específicas que devem ser consultadas junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Toda empresa precisa de gestão

Você precisará organizar o seu processo produtivo: necessidades de deslocamentos para orçamentos, visitas, tempo para elaboração de projetos, orçamentos, assim como planejar e executar o que foi orçado e projetado. Cada fase deve ser planejada. Desde o tempo, pessoal e custo envolvidos.

A maior parte do monitoramento eletrônico é uma atividade automatizada. Devem ser providenciados softwares para acompanhamento de imagens, comunicação para a empresa e clientes, por meio de avisos à central e até mesmo à polícia.

Todo esse planejamento exige monitoramento e controle, especialmente das finanças. Por isso, além de softwares de imagem, é necessário um de gestão. Um exemplo é o eGestor, que não necessita de instalação, roda online e em qualquer plataforma, usando apenas o browser.

Com um sistema inteligente, você consegue ter no mesmo lugar o controle financeiro, de fluxo de caixa, o controle de vendas de produtos e serviços, de estoque, emissão de nota fiscal eletrônica e ainda pode emitir relatórios. Assim, você saberá onde está seu dinheiro sempre.

Os prazos praticados entre fornecedores costuma ser de cinco dias para entrega e pagamento em até 30 dias. Lembre-se de prever valores para pessoal, compras, manutenção e capital de giro, assim como de tributos e investimentos em divulgação, como presença em eventos e publicidade.

O serviço de monitoramento eletrônico de residências pode optar pelo Simples Nacional, voltado para microempresas e de pequeno porte, de acordo com o faturamento. É desse valor e forma de registro que dependerão as taxas a serem pagas.

O valor inicial da montagem de um serviço eletrônico de residências gira em torno de R$ 60 mil a R$ 80 mil, conforme o porte do negócio desejado.

Conclusão

Portanto, sendo a segurança um fator indispensável, principalmente em residências, investir em um serviço de monitoramento eletrônico de residências pode ser lucrativo. Mas para que o negócio obtenha êxito é necessário fazer algumas medidas, como escolher uma localização adequada, que fique pŕoximo a clientes ou potenciais clientes, como órgãos oficiais de segurança e delegacias, por exemplo. Após definir a localização, deve montar a sua estrutura para registrar o estabelecimento na junta comercial. Com a empresa pronta, contratar funcionários qualificados e ter um software para auxiliar na gestão financeira são fatores importantíssimos para a estabilidade de seu negócio.

Banner-conversao-eGestor-blog
logo egestor
Visão geral

Os cookies são vitais para melhorar sua experiência com o eGestor. Utilizamos os cookies para análise de dados de acesso nos nossos domínios, e criação de listas de remarketing para podermos patrocinar seus conteúdos preferidos na internet.

Os cookies do Google Analytics coletam informações anônimas como quantidade de acessos ao site e páginas mais visitadas. Estes cookies não são opcionais.