Os Centros de Formação de Condutores (CFC), também conhecidos como auto escola, são negócios que podem dar muito lucro. Afinal, independente de crises econômicas, sempre há quem precise tirar habilitação. A auto escola é uma empresa comum, no entanto, para abrir uma, você precisa cumprir com exigências legais. Então, entenda aqui como montar uma auto escola!
Localização da auto escola
O primeiro passo de como montar uma auto escola é a localização. Se você ainda não possui um local apropriado para instalação da auto escola, deve começar a sua busca por um. Preste atenção na logística, e veja se não será custoso para os alunos se deslocarem até o lugar. É importante que ela esteja em um local visível da cidade, que seja de fácil acesso, mas sem ruas movimentadas por perto. Isso porque elas devem facilitar a circulação de veículos pilotados por novos condutores.
Veja onde estão os concorrentes mais próximos e tente saber por que as pessoas optariam pela sua auto escola ao invés das outras. Você deve saber de antemão se a prefeitura irá liberar o alvará para o lugar escolhido. Portanto, verifique se o local apresenta boas instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias. Além, é claro, da instalação de internet é importante.
Uma área de aproximadamente 80m² é o suficiente para tudo, não que esse tamanho seja uma regra. Uma auto escola deve ter uma sala de no mínimo 12 m² para realizar as aulas teóricas.
É importante lembrar que você precisa de uma garagem para guardar os veículos. Ela pode ser tanto junto com o local das aulas teóricas e do administrativo, como um local alugado. Mas, no caso de não serem juntos, a localização deve ser próxima.
Burocracias
Abrir uma empresa comum, como uma loja, já é difícil devido à burocracia do Estado brasileiro. Assim, a forma de como montar uma auto escola é ainda mais complexa. O registro da empresa deve ser feito na junta comercial e na Receita Federal.
Você ainda precisará de uma licença da prefeitura. O proprietário também deve solicitar que o corpo de bombeiros visite o local. Os veículos devem cumprir com todas as regras estipuladas pela legislação, pois o Detran irá solicitar a apresentação deles para vistoria.
O Estado brasileiro impõe que as auto escolas devem se enquadrar em uma das três opções disponíveis para o setor. Elas devem ofertar cursos teóricos, práticos ou teóricos e práticos.
Normalmente, como você deve saber, os proprietários optam por cursos com as duas opções. É a opção indicada, pois no mercado há mais demanda por ela. Do contrário, o cliente teria que fazer um curso com você e outro em outra auto escola.
Em relação aos documentos, você deve procurar o Detran do seu estado para saber o que precisa apresentar para iniciar o processo de como abrir uma auto escola. Normalmente, os donos de auto escola têm que enviar um requerimento com diversas informações, tanto da empresa como de sua pessoa.
Em seguida, o órgão do governo convoca-os para a apresentação de documentos que, se forem aceitos, darão início à criação do alvará de funcionamento. Entre eles está a cópia da planta do imóvel, a apresentação da frota de veículos e o atestado do corpo dos bombeiros.
Auto escola pode ser MEI?
Não, uma auto escola de CNAE 8599-6/01 – Formação de condutores, não pode ser MEI.
Não é preciso dizer que os carros precisam ser novos. É ideal ter, de início, 5 carros e 2 motos. Eles precisarão de adaptações, como um freio e embreagem extra para ser acionado pelo instrutor quando for necessário. Além disso, devem ter pinturas e adesivos específicos ou que remetam à auto escola. Isso pode ser feito com a contratação de uma empresa de comunicação visual, seguindo as normas impostas pelo Detran.
Sempre tenha um fundo para investir na manutenção dos carros. Eles serão a propaganda do seu negócio, portanto, valorize cada um deles. É preciso contar também com uma moto, no mínimo.
Além dos veículos, você precisará de itens para o escritório, como computador, mesa, cadeiras, impressoras, scanner, entre outros. Sem mencionar o material básico, como calculadora, grampeadores, caixas de arquivos, etc. É indispensável ter um software de gestão, pois isso significa economia e eficiência. Para auto escolas, recomendamos o eGestor, pois é o melhor custo-benefício do mercado.
Adquira boas cadeiras, principalmente para a sala de aulas teóricas. Como os alunos ficarão sentados durante bastante tempo, não é desejável que eles se sintam desconfortáveis. É preciso ter um telão e um bom material de apoio. Uma auto escola também precisa de placas de sinalização.
Na hora da contratação de instrutores, pense, antes de tudo, na qualidade técnica desses profissionais. Alguns devem saber ministrar aulas práticas e outras aulas teóricas. Além disso, contrate secretários para poder cuidar do atendimento aos clientes.
Custos da auto escola
O maior custo será na compra de veículos, no aluguel, na contratação de funcionários, na compra de acessórios e na estruturação da auto escola. Além disso, há gastos menores com a legalização da empresa e custos relacionados. O investimento, então, está na faixa dos 250 mil reais para uma empresa com 5 automóveis. O custo é menor se você optar por um empreendimento com 2 automóveis, e, se deseja oferecer formação para categorias de carteiras C, D, e E, deverá investir ainda mais. Isso porque deverá comprar automóveis de maior porte. Nesse caso, a média de gasto ideal é R$ 700 mil.
Conclusão
O primeiro passo de como montar uma auto escola é ir à prefeitura da sua cidade para se informar sobre tudo o que você precisa para iniciar o negócio. Há exigências específicas a respeito da instalação, localização e alvará de funcionamento.
Com sala de recepção, banheiros e escritório, uma área de 60² é suficiente para começar. O proprietário deve registrar a empresa no Cartório de Registro Civil de Pessoa Jurídica, Receita Federal INSS, Sindicato Patronal e na prefeitura da cidade.
Pesquise bem a respeito do seu equipamento e principalmente sobre os carros. Eles serão a imagem da sua empresa. A respeito do lucro, normalmente as empresas de auto escola ganham 15% do faturamento total. O retorno é de normalmente 22 meses.
A adoção de soluções informatizadas para a gestão de documentos vem se tornando cada vez mais comum dentro das empresas. Isso se deve à redução de custos e à otimização dos processos trazidos pelas inovações tecnológicas.
A eficiência no gerenciamento dos arquivos empresariais pode otimizar a gestão do negócio, colaborando para a diminuição da burocracia em processos.
Além disso, também facilita o atendimento ao cliente, especialmente quando é preciso agilidade para a consulta de dados.
O que é a gestão de documentos?
Toda empresa precisa lidar com inúmeros documentos de diferentes tipos e, para isso, é preciso criar métodos e usar as ferramentas certas.
A gestão de documentos visa a criação de processos para garantir o arquivamento certo de qualquer tipo de documento, levando em conta sua natureza e suas especificidades de manuseio.
Uma boa gestão de documentos não só possibilita melhorar a eficiência das operações, mas também é importante do ponto de vista da regulamentação legal nas atividades corporativas. Afinal, existem documentos que precisam estar sempre bem armazenados, de modo que fiquem disponíveis sempre que necessário.
É comum haver certa dificuldade em emitir e localizar os arquivos necessários às vendas ou relacionados ao cumprimento de uma obrigação perante o Fisco, por exemplo. Isso pode causar gargalos e, no pior dos casos, sanções, dificultando todo o processo e gerando complicações na rotina do negócio.
A agilidade pode ser considerada um dos principais pontos da gestão, pois os documentos precisam ser arquivados e localizados de forma eficiente, a fim de agilizar os processos que necessitam deles. Sendo assim, um bom sistema de organização, com padrões e mecanismos de busca, é fundamental.
Além disso, é preciso garantir a acessibilidade a eles, bem como os níveis de permissão para isso. Afinal, existem certos arquivos, com informações sigilosas e críticas, que somente gestores ou diretores podem ter acesso.
Benefícios da gestão de documentos
Ao adotar a gestão de documentos, a empresa passa a contar com a organização necessária para melhorar toda a sua forma de administrar os seus arquivos mais importantes. A partir disso, é possível ver os benefícios, como por exemplo:
Redução de custos com a gestão de documentos
Seja de armazenamento, preservação ou envio, o trabalho com documentos demanda um grande custo. A falta de planejamento e de organização acaba gerando custos extras e dificulta o controle de todo o processo.
Fazer com que os funcionários não gastem tanto tempo em processos burocráticos, para que dediquem suas horas em atividades do seu trabalho, é imprescindível.
Organização é um fator importante
É um dos principais benefícios da gestão, principalmente em razão da possibilidade de se categorizar os documentos a partir de diferentes atributos, como data de geração, setor, finalidade, entre outros.
Assim, aumenta-se a fluidez dos processos, além de facilitar o acesso posterior às informações por quem quer que necessite.
Espaço físico sem desordem
De acordo com o volume de documentos, é necessário um espaço maior para alocá-los, além do grande esforço físico e organizacional para mantê-los em ordem.
Contudo, não é mais necessário ter vários documentos arquivados em um local, graças a digitalização, que permite a otimização do espaço físico e o fim dos riscos de perdas dos documentos.
Segurança jurídica
A documentação é imprescindível para a garantia de comprovação de regularidade jurídica dentro da empresa. Desde questões voltadas à legislação, até fornecedores e clientes.
Com a gestão, é possível garantir a integridade de todo o acervo de dados, assim como a sua disponibilidade, para quando for necessária a apresentação, por exemplo.
Fluxo de trabalho simplificado
O fluxo da criação de um documento para a aprovação é diferente em cada empresa e, geralmente, complicado. Uma das razões disso é a necessidade de obter a aprovação de várias pessoas, ou seja, se não houver uma boa gestão de documentos, esse fluxo ficará lento e burocrático.
Com o fluxo de trabalho simplificado, o tempo para concluir uma tarefa pode ser incrivelmente reduzido, levando a uma operação ainda mais eficiente.
Ferramentas de gestão de documentos mais comuns
Visando otimizar o gerenciamento de seus documentos, existem diferentes métodos e ferramentas que são utilizados para essa finalidade. Reunimos algumas dessas soluções mais comuns:
Microfilmagem
Uma forma de garantir uma melhor gestão de documentos é a utilização da microfilmagem, que funciona a partir da captação de imagens dos documentos que, posteriormente, são salvas em um microfilme, ocupando um espaço extremamente reduzido.
A grande vantagem da microfilmagem é a sua durabilidade, podendo ter uma vida útil de até 500 anos.
Em nuvem
Inúmeras corporações estão optando por gerenciar seus documentos por meio de serviços de nuvem. Essa tecnologia representou um enorme avanço nos métodos de gestão, principalmente por fomentar o uso de arquivos em formato digital, substituindo o tradicional papel.
Gerenciamento Eletrônico de Documentos – GED
O GED é considerado uma das principais soluções no cenário corporativo. O foco está na possibilidade de conversão dos arquivos da empresa para o formato digital, podendo ser manuseados de forma muito mais produtiva e moderna na rotina.
Hoje, com o apoio de softwares especializados e plataformas de gerenciamento, empresas conseguem imprimir um alto grau de organização aos seus documentos, estruturando-os de maneira inteligente, sistematizada e de fácil acesso.
Assim, independente das necessidades do negócio, os documentos estão ao alcance de maneira ágil e precisa, além de serem armazenados de forma totalmente segura.
Boas práticas para a gestão de documentos
Chegou a hora de entender o que pode ser feito para que essa área seja ainda mais efetiva. Pensando nisso, separamos algumas dicas para transformar a gestão de documentos em um diferencial competitivo. Confira!
Segurança
Uma das características da digitalização de documentos é a praticidade de manter as cópias de segurança. Quando os documentos são mantidos em papéis, é demandado mais espaço e gastos com materiais e equipamentos para cópias de segurança.
Contudo, no caso dos arquivos eletrônicos, é fácilmente viável criar cópias de restauração que podem ser armazenadas em um servidor. O backup dos documentos possibilita uma garantia caso haja alguma falha no sistema, assim, os registros não serão perdidos.
Preste atenção e tenha o cuidado de que seja salva uma cópia de segurança sempre que um documento foi atualizado, para não correr o risco de ter um backup com uma versão antiga.
Nomeação
A fim de facilitar as buscas de documentos, aplique um padrão de identificação para eles. Se o volume de materiais cresce, é preciso ir além da simples estruturação por ordem alfabética.
Portanto, você pode criar siglas para identificar os setores, utilizar sistemas de abreviação, incluir números, datas, etc.
Descarte de documentos
Uma boa gestão de documentos também precisa possuir o processo de descarte, visando diminuir o acúmulo de arquivos, tanto fisicamente quanto virtualmente.
Contudo, é necessário extremo cuidado no momento de exclusão dos materiais, pois é preciso verificar prazos mínimos de armazenagem, especialmente para documentos fiscais.
Digitalização
Digitalize o máximo possível. Quanto mais documentos virtuais, menos espaço físico será necessário. Ademais, o compartilhamento de arquivos se torna mais rápido e eficiente.
A digitalização ainda gera benefícios ambientais, diminuindo o lixo produzido e reduzindo o impacto no meio ambiente.
A Guerra do Vietnã se estendeu por 20 anos. Nesse período se enfrentaram as maiores potências mundiais, EUA e URSS. Mesmo contando com o poder bélico do EUA, o outro lado conseguiu vencer a guerra utilizando estratégias que conseguiam combater, minimizar danos e atrasar as tropas inimigas. Este tipo de tática ficou conhecida como guerrilha, e foi dela que surgiu a inspiração para o marketing de guerrilha.
O conceito de marketing de guerrilha
Criado pelo publicitário Jay Conrad Levison, o chamado pai desse tipo de marketing, na década de 70, com inspiração na guerra do Vietnã, o marketing de guerrilha surgiu em uma época em que a oferta de produtos e serviços causava extrema desconfiança ao consumidor. Devido às mentiras contadas pelos Estados Unidos à sua população, dizendo que a Guerra do Vietnã era pacífica quando na verdade não foi, desencadeando inclusive o movimento hippie, com o lema “paz e amor”.
Dessa forma, era necessário encontrar uma maneira de promover os produtos e serviços de forma que as mensagens fossem recebidas pelo consumidor sem nenhuma desconfiança. Mas somente isso não era suficiente. Diferentemente de hoje, onde há incentivos governamentais e facilidades para pequenas empresas, na época a sua sobrevivência no mercado era bastante difícil.
Assim, o marketing de guerrilha tinha esses dois principais objetivos: retirar a desconfiança do consumidor e impulsionar o crescimento de pequenas empresas, garantindo a sobrevivência no mercado. Mas como isso era (e ainda é) realizado? O princípio é utilizar maneiras não convencionais para alcançar os objetivos de marketing dentro de orçamentos apertados. Algumas ferramentas do marketing de guerrilha incluem:
Ferramentas do marketing de guerrilha: Astroturfing
Dito de uma maneira bastante simples, ele se baseia no que não é, mas se parece. Trata-se da criação de um movimento espontâneo adotado por diversas pessoas; ou seja, busca influenciar outras pessoas para que um número cada vez maior delas integre o movimento, com o objetivo de dar suporte a determinada estratégia ou produto;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Culture jamming
Se baseia em dar usos não convencionais a lugares e linguagens tradicionais;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Eventos
Trata-se da realização de eventos e patrocínio de eventos para que o público participante associe as sensações que tem durante o evento a determinado produto ou serviço;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Flashmob
Performance geral organizada em determinado local, geralmente público, no qual diversas pessoas fazem uma ação repentina e espontânea, que pode ser desde uma performance musical a uma sessão de abraços;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Intervenções urbanas
Talvez uma das mais conhecidas ferramentas do marketing de guerrilha, consiste na utilização de espaços urbanos para fins não convencionais, como a colocação de QR Codes (etiquetas virtuais) em pontos de ônibus, para que o pedestre tenha as rotas de lugares próximas que sejam de seu interesse;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Marketing invisível
Como o próprio nome já indica, trata-se de uma ação de marketing que não parece uma ação de marketing para o público;
Ferramentas do marketing de guerrilha: Marketing viral
Este tipo de estratégia em marketing de guerrilha é bastante característica da internet, e consiste na disseminação de mensagens de maneira exponencial, atingindo um grande número de pessoas. Claro que, para que isso ocorra, é necessário que o conceito da mensagem seja capaz de tocar a mente e o coração dos consumidores.
Existem diversas outras ferramentas de marketing de guerrilha, e se você não entendeu ou quer exemplos práticos das estratégias listadas acima, continue a ler este artigo, pois na próxima seção você conhecerá casos de sucesso e casos de fracasso em marketing de guerrilha.
Casos de sucesso do Marketing de Guerrilha
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Coca-cola
Não poderíamos começar essa lista de outra maneira senão falando de uma das empresas que produzem as campanhas mais emblemáticas do marketing de guerrilha. A coca-cola possui um grande diferencial: desenvolvendo ações simples e de baixo custo, mas extremamente eficazes.
A primeira campanha é a máquina da felicidade da Coca-cola. Instalada no refeitório de um campus de faculdade. Nela, a pessoa insere o dinheiro e a primeira Coca-cola sai, e depois outra, e depois outra e depois outra, liberando dezenas de latas. Mas isso não é tudo; o consumidor seguinte, ao inserir o dinheiro na máquina, tinha como retorno um sanduíche de metro. Ação simples, mas extremamente eficazes para o reforço e posicionamento de marca.
A segunda campanha da Coca-cola ocorreu nos dias dos namorados. Em um shopping, foi instalada uma máquina de refrigerantes da marca, mas não adiantava colocar o dinheiro ou dar um chacoalhão na máquina. Ela só funcionava se os casais se beijassem; ou seja, era uma máquina que funcionava a base de amor.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: 2012
Outra campanha de marketing de guerrilha realizada com pouca verba, mas com extrema eficiência, foi a do filme “2012”. Um filme de aventura no qual, devido às mudanças climáticas, a população de todo o mundo tem que encarar um dilúvio gigantesco. Para chamar a atenção do público para o filme, os túneis para pedestre no metrô tiveram instalados adesivos 3D em ambas as paredes e no chão. Dando a ideia que os usuários realmente estavam dentro de um dilúvio.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Uber x Lyft
Apesar de ainda não existir no Brasil, o Lyft é um aplicativo que presta os mesmos serviços que o Uber; ou seja, transporte dentro das cidades como alternativas ao táxi. O Lyft também tem como característica o uso de carros pretos para diferenciação em relação aos táxis. Como os carros do Uber e Lyft têm as mesmas características, fica difícil para o usuário distinguir um do outro. Então, para que essa diferenciação fosse possível, Lyft colocou um bigode rosa (cor da marca) em todos seus carros.
Em contrapartida, o Uber criou ações de marketing para contra-atacar sua concorrente, que incluía outdoors tentando convencer os motoristas do Lyft a sair da empresa com a seguinte mensagem: “Raspe seu bigode”.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Nivea
A Nivea é a empresa número 1 de produtos para cuidados faciais e corporais no mundo, e suas campanhas têm que fazer jus a este título. Foi exatamente isso o que ocorreu nesta campanha de marketing de guerrilha específica.
A campanha visava incentivar as mulheres a utilizarem um creme corporal anti-celulite. Para isso, a empresa instalou um sofá nos bastidores de uma campanha de moda. Metade do sofá era liso, representando uma pele sem estrias, e a outra metade era cravejado por botões, lembrando a aparência de uma pele com estrias. Na parte lisa do sofá estava escrita a frase “Adeus, celulite”.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Séries HBO
A HBO é uma canal de televisão por assinatura reconhecida mundialmente tanto pelo público quanto pela crítica pela extrema qualidade de suas séries, e claro que suas campanhas em marketing de guerrilha possuem essa mesma qualidade. Aqui, destacamos duas séries:
The Sopranos: a série aborda o cotidiano e os horrores promovidos por uma família da máfia italiana, e para passar o conceito da série, foram colocados braços de bonecos nos porta-malas dos táxis de Nova Iorque. Porém, antes que a população ficasse chocada com os braços, eles viam o adesivo no porta malas e entendiam que se tratava de uma série;
True Blood: este seriado tratava de vampiros e outras criaturas sobrenaturais, e foram feitas várias campanhas de divulgação para as temporadas. Uma das mais simples, baratas e eficazes foi colocar corante vermelho na água de fonte pública, remetendo diretamente ao sangue.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Ugly Betty
Outro exemplo magnífico de uma campanha simples, mas extremamente eficaz, foi aquela realizada pela série americana “Ugly Betty”. Nela, foram instalados totens em diversas cidades dos Estados Unidos, mas só era possível ver a personagem da cintura para baixo, pois havia um saco de papel sobre a parte de cima do totem que cobria sua cabeça, atiçando a curiosidade dos transeuntes para ver se a personagem era tão feia assim, e consequentemente assistir à novela.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Real Hip Hop
Simplicidade foi o conceito da campanha de marketing de guerrilha desta empresa brasileira. Em diversos pontos de ônibus da cidade de São Paulo foram fixados fundos com um cabelo black, sem cabeça, e as pessoas que se sentavam ao ponto para esperar o ônibus realmente passavam para os carros e pedestre que passavam pelo ponto a impressão de que usavam um cabelo no estilo black power.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: McDonald’s
Exemplo clássico de campanha do marketing de guerrilha. Esta campanha do McDonald’s realizada por meio de um objeto urbano bastante comum: o poste. Na parte inferior do poste, foi colocado um copo de café da altura de um adulto, e na parte da luminária, um bule. O poste, de forma curva e pintado em preto, representava o café.
Sucesso com o Marketing de Guerrilha: Flash
Recentemente, o canal de TV por assinatura Warner estreou sua série Flash, que se baseia no super-herói da história de quadrinhos cujo superpoder é a alta velocidade. Em um dos posts da rede social Facebook Para a divulgação da série, a própria emissora fez o primeiro comentário na publicação com a palavra “primeiro” (first) e vários emojis de raio, símbolo do super-herói.
Casos de fracasso do Marketing de Guerrilha
Como você pode perceber pelos exemplos acima, simplicidade, baixo custo e alto impacto são as características mais evidentes das campanhas de marketing de guerrilha. Diante disso, e com um pouco de criatividade, e impossível que uma campanha de marketing de guerrilha dê errado, certo? Bom, na prática não é bem assim. Abaixo você conhecerá exemplos de campanhas que não deram muito certo.
P&G
Esta é uma das maiores empresas do mundo, e dona de diversas marcas líderes de mercado. Diante disso, esperava-se que tudo corresse de forma impecável durante a realização de suas ações, mas na prática não foi isso que ocorreu.
Em 2010, várias caixas de madeira foram espalhadas pela cidade do Rio de Janeiro, sem nenhum adesivo ou qualquer outra indicação. Nesta época, a cidade passava por uma onda de ataques de grupo de traficantes contrários à instalação de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas cariocas. Neste contexto, as caixas misteriosas passaram a causar temor na população. A ponto de o esquadrão antibombas ser chamado para verificar se havia artefatos explosivos nas caixas misteriosas. Este é um bom exemplo de que, além de criatividade e simplicidade, as campanhas de marketing de guerrilha também precisam de timing.
Twix
Ainda no ano de 2010, a famosa marca de chocolates elaborou uma campanha que prometia ser um verdadeiro sucesso, a ponto de marcar a história da publicidade: uma chuva de chocolate em plena Avenida Paulista. Diante disso, a campanha foi altamente divulgada nas redes sociais e milhares de pessoas compareceram ao local da chuva de chocolates, um estacionamento na Avenida Paulista.
No entanto, devido às leis de cidades, diversas pessoas foram barradas de entrar no local, e as pessoas que estavam lá dentro receberam uma chuva que tinha mais confete do que chocolates. O resultado foi uma campanha que repercutiu de forma extremamente negativa, prejudicando a imagem da empresa.
Ressaca de amor
Apesar de levar o nome acima em português, em inglês o nome original do filme é Forgetting Sarah Marshall (Esquecendo Sarah Marshall). Na história, a personagem Sarah é uma mulher caracterizada como má, já que rompe seu relacionamento estável para ficar com outro homem. A campanha de promoção do filme consistiu em vários cartazes espalhados por todo o país. Nem precisa dizer que muitas mulheres com o nome Sarah Marshall ficaram revoltadas, ao ver cartazes no molde dos do filme com dizeres como “You suck Sarah Marshall” (Você é péssima, Sarah Marshall), resultando em uma publicidade extremamente ruim para o filme, que teve desempenho fraco em termos de arrecadação.
Golden palace
As Olimpíadas são o evento esportivo mais importante do mundo. Consequentemente, têm uma das maiores audiências de todo o planeta. Aproveitando-se dessa incrível plataforma de publicidade, um canadense achou que seria uma boa ideia para uma campanha de marketing de guerrilha subir no trampolim da piscina das Olimpíadas de Atenas em 2004 vestido com uma saia de balé e com o nome do site de jogo Golden Palace pintado no corpo. Acontece que, na verdade, tratou-se de uma péssima ideia. O canadense foi sentenciado a diversos meses de prisão na Grécia, e só conseguiu ser liberado pagando uma sentença de milhares de dólares.
Cartoon Network
Em 2011, com os Estados Unidos ainda chocado por uma série de ataques terroristas, os responsáveis pelo marketing do canal acharam que seria uma boa ideia espalhar dispositivos eletrônicos pelas ruas dos Estados Unidos para promover o desenho Aqua Teen Hunger Force. Acontece que muitas pessoas acharam que na verdade se tratavam de artefatos explosivos, sendo que em Washington a polícia chegou a ser acionada.
Restaurante “Ataque do coração”
Em Las Vegas, há um restaurante cujo próprio nome é uma estratégia de marketing de guerrilha. Ele é chamado de “Ataque do coração”. O nome vem do fato que são servidos enormes sanduíches, porções de batatas fritas e copos de refrigerante, além do menu contar com diversos alimentos com alto teor de gordura. No entanto, em 2012, as coisas saíram um pouco do controle.
Um dos clientes de fato sofreu um ataque do coração comendo um dos sanduíches, e todos os clientes que estavam no estabelecimento acharam que era uma encenação bastante realista, já que havia inclusive paramédicos no local. Não é necessário dizer que a família do paciente achou uma grande falta de respeito as pessoas achando o ataque cardíaco engraçado, mas o real problema foi que muitas pessoas acharam que o incidente foi na verdade uma estratégia de marketing de guerrilha. Até hoje o dono tem que lidar com as críticas da falta de sensibilidade nas ações de marketing.
Conclusão
Portanto, depois de tudo o que foi dito, e apesar do marketing de guerrilha ser utilizado por grandes empresas na maioria de nossos exemplos, podemos concluir que ele é uma ótima ferramenta de marketing para micro e pequenas empresas, independente de porte e ramo de atuação.
No momento de realizar ou contratar empresas de publicidade para realizar campanhas de marketing de guerrilha, é preciso ter em mente que tais campanhas devem apresentar todas as características típicas do gênero; isto é, precisa ser passível de ser realizada com pouca verba, ser extremamente criativa e causar alto impacto no público-alvo que visa. Porém, pelos casos de fracasso, pode-se concluir que só isso não basta.
É necessário que estas campanhas tenham timing. Isto significa que sejam adequadas à realidade dos locais em que vai circular. Que não sejam ofensivas para nenhum tipo de público. Lembre-se que, mesmo que campanha obtenha os resultados esperados, ela levará o nome de sua empresa, e um pequeno deslize pode prejudicar a imagem de forma drástica ou mesmo permanente. Com um pouco de bom senso e muita criatividade, é possível fazer maravilhas.
Todo empreendedor que leva seu negócio a sério e quer seguir um caminho de sucesso tem a constante preocupação de conseguir melhorar sempre a sua gestão.
Aplicar técnicas e ferramentas mais avançadas de gerenciamento e organização, além de trazer mais rentabilidade para a empresa, ajuda a ganhar tempo para uma atuação mais estratégica e menos operacional.
Ferramentas que favorecem esse processo são os sistemas de gestão. Mas, esses devem funcionar de maneira integrada e inteligente, conseguindo, dentre outras coisas, vincular a parte de vendas e a de estoque.
É sobre essa integração que trataremos hoje.
Fazendo as contas
Dentro da sua empresa, quem cuida do gerenciamento de estoques? Quem faz o controle de vendas? Você tem um relatório atualizado sobre tudo o que dispõe para oferecer aos seus clientes? Sabe também o que foi vendido desde o começo do mês até agora? Qual o valor imobilizado em produtos?
Se a sua empresa não utiliza um bom sistema para varejo, essas perguntas provavelmente farão você parar para pensar um pouco, e é justamente isso que faz a sua empresa perder dinheiro: ter que parar para resolver questões que poderiam ter sido automatizadas.
Ajustando os controles
O foco de um bom software de gestão é conseguir operacionalizar as atividades rotineiras com base nas políticas da sua empresa. Assim, para que sobre tempo para as pessoas atuarem de maneira mais intelectual e estratégica.
As empresas que não utilizam esse tipo de ferramenta precisam trabalhar com controles manuais, o que é lento demais e pode facilitar em muito a ocorrência de erros.
Ter uma planilha para cuidar do que foi vendido, quanto e quando, dá muito trabalho para se ter informações atualizadas. Se você não cuidar desses números durante o expediente acabará tendo que fazer esse tipo de atividade depois do horário de trabalho. Isso, de certa forma, rouba o seu descanso.
Contabilizando retrabalho e erros
Contabilize o número de horas necessárias para atualizar seus controles de vendas e estoque, e multiplique pelo seu custo para o negócio. Vai descobrir quanto você tem investido para tratar desses assuntos.
Depois disso, acrescente uma margem para erros e perdas, mesmo que ela seja pequena, por operar tudo manualmente. Somando todos esses valores, vai perceber quanto custa o seu sistema manual de gestão.
Somando tudo, compare quanto custaria um sistema de gestão que consegue resolver todos esses problemas e que ofereça a comodidade de ter essas informações em tempo real, podendo ser acessadas em qualquer lugar, por tablet, computador ou smartphone.
Entendendo os benefícios do sistema de gestão
Considere ainda que, além da operação em si, esse sistema consegue também fornecer relatórios estatísticos de como anda a sua gestão. Dessa forma, também dá a possibilidade de definir suas próprias políticas de trabalho.
Além da agilidade com a qual talvez você não esteja acostumado em seu negócio e da inteligência de relatórios que proporcionará mais segurança e melhores análises para a sua tomada de decisão, de maneira mais assertiva e consciente, existem outros benefícios da integração das vendas com o seu estoque por um bom sistema de gestão.
Melhoria de processos
Para começar, você pode considerar uma maior padronização de rotinas e procedimentos.
Talvez já tenha ouvido falar de ramp up, mas não sabe do que se trata, embora seja bem simples de entender.
Quando alguém executa o mesmo processo repetidas vezes e vai ajustando a rotina, a tendência é que consiga atingir um nível em que esse processo é feito com a maior eficiência, economizando tempo, esforço e evitando falhas.
É como preencher uma nota fiscal. Quanto mais vezes você faz, mais rápido fica. A diferença é que, usando um software de gestão, tudo já sai preenchido para você.
Com um sistema de gestão integrado, as rotinas mais manuais são diminuídas e o processo fica mais automático e rápido, exigindo menos tempo. Isso ajuda a criar uma padronização de maneira mais produtiva.
Assim, suas vendas ou o envio de orçamentos, por exemplo, podem ser finalizados de maneira mais objetiva e sem falhas.
Diminuição de perdas e capital imobilizado
Outras vantagens da utilização de um sistema de gestão são a diminuição da perda de vendas por baixos níveis de estoque e a diminuição da sua necessidade de capital imobilizado em produtos.
O mundo ideal para todo varejista é conseguir ter o menor volume de mercadorias, mas que seja suficiente para atender sua demanda e comprar também o mínimo necessário sem correr o risco de ficar sem produtos.
O que acontece é que, quando você não tem um bom controle das suas mercadorias, corre mais risco de cair nesses dois problemas. Mas, se tiver uma boa base da rotatividade de cada item e limites mínimos já calibrados, é possível ter um controle mais seguro e menos oneroso.
Essa otimização do seu inventário automaticamente liberará mais dinheiro do seu capital de giro, o que permite que você consiga fazer outros investimentos em seu negócio. Pode ser que só essa diferença já seja suficiente para pagar o seu sistema de gestão empresarial.
O importante é que, com menos necessidade de recursos financeiros, a sua margem de lucro tenderá a aumentar, pois sua receita estará proporcionalmente maior do que seus gastos, e este é o segredo de todo negócio de sucesso: girar a sua operação com lucratividade e o mínimo de investimentos.
Mais inteligência na gestão
Ao conseguir melhorar a sua rotina de processos com um sistema empresarial, o próximo passo é acompanhar seus novos controles. E assim, ir fazendo análises de como pode ser melhorada a gestão da sua empresa.
Identifique com mais clareza seus pontos fracos e também as suas oportunidades de crescimento. Faça pequenos testes e ajustes, e abra caminho para melhores resultados sem a necessidade de assumir riscos grandes demais.
Utilize a inteligência de negócio disponível em favor do seu negócio.
Para conseguir entender e sentir na prática como tudo isso funciona e qual é o impacto que os sistemas de gestão exercem sobre o seu negócio, faça um teste gratuito e veja você mesmo os resultados. Tire suas próprias conclusões sem gastar nada.
O Simples Nacional surgiu com o objetivo de reduzir a burocracia para os pequenos e médios empresários na hora de pagar impostos. Antes era necessário utilizar diversas guias que possuíam datas diferentes para cada tributo. O que dificultava a associação de todos os impostos. Com a mudança foram diminuídas até mesmo as alíquotas, o que estimula o empreendedorismo no Brasil. Abaixo, entenda um pouco mais sobre como ele funciona.
O que é o Simples Nacional
O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização. Ele reúne oito impostos e tributos em uma guia única. O que reduz a carga tributária, uma vez que esse valor varia conforme o faturamento da empresa. Esse regime se aplica às microempresas e empresas de pequeno porte com base em seu faturamento anual. E, por isso é uma forma de incentivo para os pequenos e médios empresários no país.
Os impostos que o Simples Nacional abrange são:
IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica);
CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido);
PIS (Programa de Integração Social);
COFINS (Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social);
IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado);
INSS (Imposto pago ao Instituto Nacional do Seguro Social);
ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
ISS (Imposto Sobre Serviços).
Além da simplificação desses serviços, ele também funciona como um elemento considerado de desempate para as empresas concorrendo a licitação do governo.
Quais suas vantagens e desvantagens?
Caso sua empresa está pensando em aderir esse regime, vale a pena saber quais são as vantagens e desvantagens e como elas irão influenciar no seu negócio.
Vantagens:
A arrecadação de 8 tributos fica reunida em uma só guia, com uma só alíquota;
O CNPJ é o único identificador da empresa. E assim, a empresa não precisa de um cadastro federal, municipal e estadual.
Com a redução de custos trabalhistas, a contribuição de 20% do INSS Patronal na folha de pagamento não é mais necessária;
Desvantagens:
O cálculo é baseado no faturamento anual ao invés do lucro. No caso de a empresa estar tendo prejuízos, ela terá que pagar os impostos da mesma maneira;
As empresas que estão no regime não marcam na nota fiscal o valor do ICMS e do IPI. E isso pode afastar alguns clientes grandes caso seja alguma área do comércio;
Para empresas de pequeno porte, há um limite de exportações. Esse limite é de no máximo R$3,6 milhões no mercado externo e o mesmo valor para o mercado interno;
Existem casos em que não é vantajoso para a empresa entrar no regime do Simples Nacional, e isso se deve ao valor da alíquota. Geralmente, quanto maior o gasto que a empresa tem com a folha de pagamento, mais vantajosa pode ser a opção de o regime valer a pena.
Como o Simples Nacional funciona?
A empresa pode aderir ao regime em qualquer momento, e a alíquota será calculada de acordo com o seu faturamento. É importante consultar um profissional adequado para saber se é vantajoso ou não, além disso, ele pode te ajudar a entender como tudo funciona para que seja algo fácil.
Basicamente, quanto maior o faturamento, maior é o valor de alíquota do imposto. Cada atividade aceita pelo programa está separada em anexos, divididos por setor e faturamento, e cada uma possui um valor de alíquota. As iniciais variam entre 4,5% e 16,9%, dependendo de qual anexo a sua empresa se encaixa. Esse valor deve ser aplicado ao faturamento da empresa, e então você terá o total de tributos que deverá pagar.
Caso sua empresa realize mais de um tipo de atividade, pode ser que ela tenha que pagar dois tipos diferentes de alíquota, de acordo com as atividades relacionadas.
Anexos
Os anexos são divididos em cinco. O Anexo I se refere ao comércio, o II às fábricas e indústrias ou empresas industriais. O Anexo III abrange empresas que oferecem serviços de instalação e manutenção, agências de viagens, academias, edição de imagens e outros. Ele é voltado para atividades mais operacionais.
Já no Anexo IV temos atividades de advocacia, construção civil, vigilância e obras. Esses setores não possuem o CPP, que é a Contribuição Previdenciária Patronal, onde estão inclusos todos os impostos. Assim, eles são calculados à parte. E, por fim, o Anexo V, que engloba serviços de auditoria, publicidade, advocacia, engenharia, tecnologia e outros.
Quem pode aderir ao regime?
Podem escolher o Simples Nacional microempresas ou empresas de pequeno porte que estão isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do INSS e que possuem faturamento de até R$4,8 milhões por ano. Se a empresa tiver menos de um ano de atividade, o valor será aplicado de acordo com o seu período de atividade e o seu faturamento nesse período.
Além disso, para ser qualificado a participar do regime, a empresa deve se qualificar em algumas categorias:
Não possuir débitos com a União ou com o INSS;
Demonstrar um faturamento acima do valor anual pedido;
Não exercer atividades com serviços financeiros, ou não prestar serviços de transporte, não fabricar veículos, não gerar ou distribuir energia elétrica, não realizar loteamentos, não fazer locação ou incorporação de imóveis, não atuar com locação ou cessão de mão de obra, não produzir ou vender cigarros e bebidas alcoólicas, não ter sócio no exterior e não possuir capital em órgão públicos;
No caso da venda de bebidas alcoólicas, os pequenos produtores não se encaixam na restrição. Portanto, é sempre importante consultar uma assessoria especializada para ter certeza de que a sua empresa atende a todos os requisitos pedidos. E, caso não atenda, para indicar o regime tributário que melhor se adequa.
Considerações finais
É muito importante entender como esse regime de arrecadação tributária funciona. Mas também como podemos deixar o processo mais fácil e vantajoso para sua empresa. E, para ter um controle maior do seu financeiro, um sistema de gestão é o ideal. O eGestor é um deles.
Além do controle financeiro, você também tem o controle de estoque, de fluxo de caixa e de produção. Ademais de ser um sistema emissor de NFS-e, NFC-e e NF-e. Também conta com relatórios para facilitar a visão geral da sua empresa.
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