Conheça 5 empresários de sucesso que iniciaram como MEI

Conheça 5 empresários de sucesso que iniciaram como MEI

Quando o sonho de tirar um negócio do papel ainda está no comecinho, é mais que comum que muitos profissionais que atuam como microempreendedores individuais tendam a focar nas dificuldades do caminho, esquecendo-se de considerar as reais perspectivas de crescimento à sua frente. Mas é igualmente comum nos depararmos com empresários que conquistaram verdadeiras fortunas e renome sem sequer imaginar que eles também tiveram que enfrentar obstáculos e dar início a seus negócios por baixo, como simples microempresários.

Com isso em mente, listamos, no post de hoje, 5 histórias de empresários de sucesso que começaram praticamente do nada e transformaram suas ideias em verdadeiras lições de empreendedorismo, esforço e determinação. Conheça os cases e se inspire!

Alexandre Costa: a determinação que criou a Cacau Show

Quem hoje vê o sucesso da Cacau Show, uma das maiores redes especializadas em chocolates do Brasil, não imagina o caminho de dificuldades trilhado por Alexandre Costa, o rosto por trás da marca. O gosto pelo empreendedorismo veio de herança: Vilma Costa, sua mãe, começou a vender bombons de porta em porta lá atrás, em 1984. Embora a ideia não tenha vingado, 3 anos depois o jovem Alexandre insistiu no projeto e passou a distribuir suas trufas e seus ovos artesanais em lanchonetes, mercados e padarias de São Paulo.

Depois de passar por diversos desafios e enfrentar a perda de um dos seus maiores clientes, Costa reinventou seu modelo de negócio, iniciou a venda por catálogos e começou a abrir suas primeiras lojas próprias. Em 2003, a empresa inaugurou seu plano de expansão e investiu no modelo de franquias. Atualmente, a Cacau Show possui mais de mil lojas em todo o Brasil e seu faturamento anual alcança a casa dos bilhões!

Edson Bueno: da infância humilde ao sucesso da Amil

Como em tantas outras histórias de superação, o início do case de sucesso do atualmente bilionário Edson Bueno foi marcado por uma origem bastante humilde: Bueno trabalhava como engraxate e vendedor de frutas em Guarantã, cidade do interior de São Paulo. O grande diferencial de sua trajetória foi investir na própria educação, depois de um acidente que o colocou cara a cara com o Doutor Moacyr Junqueira, médico e seu mentor desde então. Mudando-se para o Rio de Janeiro para concluir sua graduação em Medicina, Bueno acabou por comprar parte da casa de saúde na qual trabalhava, que estava praticamente falida e com inúmeros pagamentos atrasados.

A partir daí, o resto é história: Bueno implementou diversas mudanças, instituiu seu próprio modelo de gestão e, décadas depois, fundou a Amil, atualmente a maior operadora de planos de saúde do país.

Zica Assis: a ex-diarista que fundou o Instituto Beleza Natural

Zica Assis passou de faxineira a uma das 10 mulheres mais poderosas do Brasil — de acordo com a revista Forbes. É a fundadora do Instituto Beleza Natural, uma rede de salões de beleza especializados em cabelos ondulados e crespos. É interessante notar que a motivação para criar o negócio nasceu de sua vontade de deixar o próprio cabelo crespo mais bonito. Depois de investir em um curso de cabeleireira e estabelecer contato com fornecedores de cosméticos no salão em que trabalhava, a empresária começou a testar misturas de produtos em suas próprias madeixas. Foram 10 anos de testes até que conseguisse chegar à fórmula certa e aos resultados esperados. A partir daí, sua sócia, ela e os maridos se juntaram para construir o primeiro salão, em 1993, inaugurando a unidade pioneira do Instituto Beleza Natural.

Hoje, o Beleza Natural possui um centro de desenvolvimento técnico para a criação de cosméticos, diversas unidades pelo Brasil afora e uma fábrica de produtos próprios, com um crescimento anual médio de impressionantes 30%!

Rolim Amaro: o jovem que sonhava em ser piloto e criou a TAM

O começo da trajetória de Rolim Amaro, dono do maior império da aviação do Brasil, remonta a uma juventude simples em Catanduva, no interior paulista. Rolim, que fazia um curso de contabilidade, decidiu abandonar os estudos para se dedicar a seu grande sonho: pilotar aviões. No entanto, como a formação para piloto era cara, Amaro precisou atuar como faxineiro de aeronaves, taxista e mecânico de automóveis para pagar as despesas. Ao se formar, trabalhou como piloto de táxi-aéreo em uma companhia de aviões Cessna — popularmente denominados “teco-tecos”.

A grande reviravolta se deu quando Amaro, após anos juntando suas economias, comprou a pequena empresa na qual trabalhava. Com anos de esforço, senso de oportunidade e espírito empreendedor, o Comandante Rolim a transformou na TAM, a maior companhia aérea do país.

Marco Franzato: de boia-fria a empresário de sucesso

O Morena Rosa, um dos maiores conglomerados de moda do Brasil, hoje engloba 4 marcas e fatura mais de 200 milhões de reais por ano. Quem se depara com o sucesso do negócio, no entanto, é surpreendido pela história inspiradora de Marco Franzato, o empreendedor paranaense que deu início ao império. Franzato, boia-fria que trabalhou durante muito tempo na colheita de café com seu pai e teve seu sustento interrompido por uma grande geada que dizimou as lavouras da região. O episódio, porém, foi um positivo pontapé inicial: Franzato conseguiu um emprego no escritório de contabilidade de um conhecido e investiu nos estudos.

O investimento na educação foi um passo importante para que ele sonhasse bem mais alto. Com amigos e a esposa, abriu uma pequena confecção, que deu início ao Morena Rosa, negócio milionário que o tornou um empresário de sucesso.

E então, o que achou dessas histórias inspiradoras? Viu como com foco, planejamento e perseverança, é possível driblar as dificuldades e fazer um negócio alçar grandes voos? Ser um microempreendedor individual é apenas o começo de uma longa jornada. Acredite no seu sucesso e abra os olhos para as oportunidades de crescimento da sua empresa!

Empreendedorismo: 3 erros comuns que você pode estar cometendo

Empreendedorismo: 3 erros comuns que você pode estar cometendo

Quem opta por se aventurar pelo mundo dos negócios precisa estar sempre muito bem informado e preparado, já que a taxa de mortalidade de empresas em seus primeiros anos de vida, é consideravelmente alta no Brasil. Isso significa que basta cometer pequenos erros ao empreender, decorrentes da falta de experiência ou de conhecimento, para decidir o futuro do negócio, podendo resultar no insucesso da empresa.

Muitas dessas falhas, porém, são cometidas pelos próprios empreendedores, que não se atentam a pontos importantes em sua gestão e acabam por tropeçar em obstáculos bastante básicos. Para que você não faça parte dessa estatística e realmente prospere nos negócios, selecionamos possíveis equívocos que devem, a todo custo, ser evitados. Ficou curioso? Então confira:

Negligenciar o plano de negócios da empresa

Quando a empresa não possui um plano de negócios bem definido, a probabilidade de as informações e os objetivos estratégicos se perderem é consideravelmente alta. Com isso, você lidará não apenas com divergências de processos e procedimentos — que podem gerar problemas mais graves para a reputação e a imagem de sua marca quando envolver um cliente —, mas também com a desmotivação de sua equipe, que não saberá o caminho a seguir para gerar resultados no negócio e crescer junto com a empresa.

Além disso, o plano de negócios serve como uma documentação de suas expectativas e de seus objetivos futuros. Tendo-o em mãos e o disponibilizando a todos, certamente será mais fácil seguir uma estratégia que gere resultados — assim como será bem mais simples e confiável mensurá-los.

Guia de Gestão Estratégia

Não dar atenção às falas dos colaboradores

Você pode ser o dono da empresa que, mesmo assim, não deterá todo o conhecimento sobre ela, afinal, é justamente pelo volume de tarefas, processos e procedimentos executados para garantir a qualidade do seu negócio que você conta com uma equipe, certo? Pois trate de usá-la a favor da empresa!

Seus colaboradores detêm um valioso conhecimento sobre a rotina do negócio que você, que desempenha funções gerenciais, não vivencia. Com isso, eles passam a ter em mãos informações importantíssimas, que podem ser o diferencial que faltava para o seu negócio deslanchar de vez. Portanto, escute o que eles têm a dizer e, mais do que isso, peça que eles compartilhem dúvidas frequentes, sugestões, reclamações e dicas diretamente a você. Sua empresa só tem a ganhar!

Visar a lucratividade apenas por meio da receita

Para prosperar, uma empresa certamente precisa de novos clientes e negociações, não é verdade? Contudo, não é apenas com receitas que se conquista a lucratividade! Um ponto essencial para aumentar a margem de lucro de seus produtos ou serviços e, assim, ampliar o lucro de sua empresa, é reduzir ou até eliminar custos desnecessários.

Cortar gastos supérfluos, buscar opções mais baratas, planejar e estabelecer regras: tudo isso é necessário para que você consiga manter preços competitivos por longos períodos. Por isso, tão importante quanto investir em sua equipe e em seus departamentos de vendas e de marketing, é acompanhar de perto onde, como e por que as despesas de sua empresa estão altas. Com base nisso, desenvolva planos de ação que supram cada uma das necessidades e confira os resultados na lucratividade do seu negócio!

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Onde pegar um empréstimo: bancos ou financeiras?

Onde pegar um empréstimo: bancos ou financeiras?

O início do ano é um período complicado para as finanças pessoais, não é verdade? Seja pelos gastos a mais nas férias, com os presentes de Natal ou pela tonelada de impostos típicos dessa época, como o IPVA e o IPTU, é possível que a conta não feche e seja necessário obter um empréstimo. E daí surge a dúvida: recorrer ao meu banco ou a uma financeira?

Como você verá a seguir, responder essa pergunta vai depender de diversos fatores, mas, antes de mais nada, é preciso saber se você tem acesso a uma instituição bancária. Se não, saiba, desde já, que você pode abrir uma conta em qualquer banco gratuitamente, tornando-se cliente com um pacote de serviços básico. Ter essa conta é indispensável para conseguir o empréstimo naquele banco.

Agora que o requisito mais básico já foi coberto, vamos aos pormenores mais complexos? Então confira agora mesmo nosso post e decida onde irá para simular seu próximo — e, de preferência, último — empréstimo:

Observe o parecer da Proteste

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, a Proteste, em seus diversos e aprofundados levantamentos chegou à conclusão de que, independentemente da instituição, o empréstimo simplesmente não compensa, uma vez que as taxas são muito altas, em qualquer que seja a situação. Porém, uma vez que realmente se precisa do dinheiro, o ideal é dar preferência aos bancos, que, em geral, cobram menos que as financeiras.

Mas atenção: você deve sempre analisar o Custo Efetivo Total (CET) da operação! À primeira vista, um ou outro modelo de empréstimo pode parecer mais vantajoso pela taxa de juros ligeiramente mais baixa, mas, quando colocados os impostos e tributos por cima, pegar aquele dinheiro pode acabar se tornando um péssimo negócio.

Ao analisar o CET, verifique o que está sendo embutido no preço do empréstimo. Em geral, é cobrada uma Taxa de Abertura de Conta (TAC) para aqueles que ainda não são clientes do banco, além do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que varia de acordo com o valor solicitado e o prazo de pagamento. Algumas empresas — tanto bancos como financeiras — podem incluir seguro para desemprego, por exemplo, o que aumenta um pouquinho o valor da prestação. Como esse pouquinho, multiplicado pelo número de parcelas, resulta em um montante relevante, vale ficar atento!

Escolha um banco do governo

Normalmente, os bancos públicos tendem a ter taxas de juros mais baixas pela função social que precisam cumprir ao contribuir para o desenvolvimento do país. Por isso, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, além de alguns bancos regionais — como o Banco do Nordeste, por exemplo — costumam ser as melhores opções. Aqui, tal qual as demais instituições, é necessário abrir uma conta para poder solicitar seu empréstimo.

Verifique o crédito consignado

Nos últimos anos, o empréstimo consignado ganhou força pelo país afora, que testemunhou a invasão de uma verdadeira enxurrada de financeiras no mercado, prometendo dinheiro fácil e rápido para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos — esses trabalhadores podem escolher conseguir o empréstimo por meio dessas instituições, pois seu empregador (no caso, o governo) é devidamente conveniado.

Contudo, se você trabalha em uma empresa privada, também pode conseguir um empréstimo consignado. Para isso, primeiramente é preciso checar com qual instituição sua empresa tem convênio. Nessa modalidade de empréstimo, o valor da parcela será descontado todo mês diretamente do seu salário, diminuindo, assim, o risco de inadimplência para o banco ou para a financeira. Com isso, é possível obter taxas muito mais baixas e fazer um bom negócio.

O ideal é, realmente, não precisar contrair o empréstimo, mas, se não tiver outra alternativa, tome todos os cuidados cabíveis para fechar um bom negócio, dentro da medida do possível.

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Está abrindo um negócio? Conheça os impostos que vêm por aí

Está abrindo um negócio? Conheça os impostos que vêm por aí

Quem opta por dar início a um empreendimento normalmente destina grande parte de sua atenção — e de seus investimentos — a encontrar fornecedores de qualidade, divulgar a marca e conseguir um bom número de clientes, não é mesmo? Porém, tão importante quanto elaborar um bom planejamento estratégico é conhecer exatamente quais serão os impostos aplicados ao seu ramo de negócio. Já havia pensado nisso? Ao provisionar montantes racionais para o pagamento de tributos, sua empresa certamente estará mais organizada e poderá crescer de forma coerente e sustentável. Quer saber exatamente em que precisa ficar de olho? Então confira agora mesmo nosso post:

Variação de acordo com o porte da empresa

Empresas constituídas sob a forma de Microempreendedor Individual (MEI) — que faturam até 60 mil reais por ano e cujo titular não tem participação em outra empresa como sócio ou titular — obrigatoriamente devem recolher sua tributação pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, também conhecido como Simples Nacional.

Se a renda anual do empreendimento ficar entre 60 e 360 mil reais, o negócio é classificado como microempresa, ficando vetada a forma de MEI. Porém, ainda assim, o empresário poderá optar pelo recolhimento com base no Simples Nacional, desde que suas atividades não constem da lista de impedimentos. Se não fizer a opção pelo Simples, a empresa deve necessariamente se enquadrar nos outros dois tipos de tributação do país, que são o Lucro Real e o Lucro Presumido.

Principais tributos para os empreendimentos

Em todas as situações acima citadas, a empresa estará sujeita ao recolhimento de alguns tributos comuns a qualquer negócio e outros demais impostos que podem variar de acordo com suas operações. Vamos dar uma olhadinha em alguns desses tributos?

São de competência federal o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição Social sobre o Faturamento das Empresas (COFINS), o imposto aplicado sobre movimentações financeiras (CPMF) e o Imposto sobre Importações (II).

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) é de competência estadual, enquanto o Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) é devido ao município no qual a atividade é prestada. Por fim, também devem ser recolhidas as contribuições previdenciárias para o INSS.

Tributação de um negócio pelo Simples Nacional

Para uma empresa constituída como MEI, a principal vantagem em relação ao recolhimento de tributação pelo Simples Nacional é que a fixação da alíquota e da parcela mensal não dependem de seu faturamento. Assim, como o MEI é isento de tributos federais, serão cobrados apenas os valores para o município — 5 reais de ISS — e para o estado — 1 real de ICMS. Já o INSS será reduzido a 5% do salário mínimo. Com isso, o MEI tem direito aos benefícios previdenciários desde que recolha a parcela fixa até o dia 20 de cada mês.

As microempresas que optarem pelo Simples Nacional também recolherão tributos por meio de parcelas fixas, porém a alíquota é calculada proporcionalmente ao faturamento da empresa. Assim, quanto menor o faturamento, menor a alíquota. Para se ter uma ideia, atualmente são aplicadas as seguintes alíquotas:

  • até 60 mil reais: 3%;
  • de 60 a 90 mil reais: 4%;
  • de 90 a 120 mil reais: 5%.

Além disso, a depender a atividade desempenhada pela organização, as empresas que se enquadram no Simples Nacional poderão ser isentas de alguns tributos. Negócios do setor de comércio, por exemplo, não precisam recolher IPI e ISS, uma vez que tais tributos se referem a produtos industrializados e prestação de serviços, respectivamente.

Mesmo com esse pequeno guia a respeito dos principais impostos a serem pagos por uma empresa, é essencial que o empreendedor entre em contato com um bom profissional da área de contabilidade para esclarecer as particularidades acerca de cada negócio. Afinal de contas, manter suas obrigações fiscais em dia é o primeiro passo para assegurar o equilíbrio financeiro da sua empresa.

Agora comente aqui e nos conte se ainda ficou alguma dúvida sobre os principais impostos a serem pagos por um negócio iniciante! Compartilhe seus questionamentos e suas impressões conosco!

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Saiba qual é o melhor financiamento para o seu negócio

Saiba qual é o melhor financiamento para o seu negócio

Assim que surge uma nova ideia de negócio — ou quando se quer expandir um empreendimento já em operação no mercado — aparece, também, a grande dúvida: mas com que dinheiro? E é nesse momento que quem está à frente da idealização precisa avaliar as fontes facilitadoras de crédito para a concretização das estratégias financeiras e de desenvolvimento que tem em mente.

O empreendedor pode fazer uso de suas próprias economias para custear as mudanças na empresa, mas isso é algo com o que dificilmente se pode contar quando se está apenas começando ou quando o recurso financeiro necessário para a alteração for alto. Quais seriam, então, as outras opções? Veja agora mesmo alguns tipos de tomadas de recursos de que um empreendedor poderia dispor e descubra aquele que seria o mais adequado para seus interesses. Confira:

Recursos pessoais

Qualquer fonte de recursos possui seu próprio conjunto de vantagens e inconveniências. Recorrer a investimentos de amigos e familiares pode ter como maior privilégio a liberdade que se terá para negociar o retorno da quantia emprestada. Deve-se evitar a todo custo, porém, que a nova relação de negócios desgaste a amizade e a boa convivência entre vocês. Uma desvantagem é que se tem a oportunidade de acessar apenas uma soma limitada de recursos dentro das possibilidades de quem aceita emprestar.

Empréstimos bancários

Trata-se de um contrato feito pelo empreendedor e uma instituição financeira, por meio do qual se recebe uma quantia previamente determinada que deverá ser restituída ao banco dentro de um prazo previsto e nas condições fixadas em contrato. A grande vantagem aqui está na ausência de destinação específica do montante emprestado, de modo que quem toma os recursos fica livre para investir a quantia recebida onde bem entender. Já a desvantagem reside, principalmente, nas altas tarifas e nos juros significativamente maiores do que outras alternativas.

Financiamentos

Por meio desses contratos, o empreendedor pode auferir uma quantia certa, mas com uma destinação específica e com critérios próprios de quitação do valor tomado, a posteriori, ao banco credor. Nesse caso, existe o benefício de se deparar com juros bem menores — se comparados aos dos empréstimos, por exemplo —, mas os recursos só poderão ser aplicados onde foram inicialmente projetados. Essa opção é a mais interessante, por exemplo, para adquirir veículos, máquinas e outros bens previamente conhecidos.

Leasings

Também conhecido como arrendamento mercantil, essa é outra excelente opção para quem pretende e deseja aproveitar veículos, máquinas novas e equipamentos diversos em seu negócio. O banco — ou a sociedade de arrendamento mercantil — adquire um bem escolhido pelo empreendedor, ficando este na posição de arrendatário e aquele como arrendador. A posse e o usufruto do bem, durante a vigência do contrato, são do arrendatário, mas a efetiva propriedade do recurso permanece com o arrendador, de modo que o empreendedor poderá optar por comprar ou não o bem ao final do acordo.

Cheques especiais

Essa é uma modalidade de tomação de recursos que pode ser vantajosa em algumas ocasiões, sobretudo quando o empreendedor imagina que poderá quitar a dívida em poucos dias. Tal opção é útil em situações emergenciais e, embora tenha juros altíssimos, não conta com outras cobranças, como IOF e taxas de contrato, por exemplo.

Essas são somente algumas fontes de recursos de que uma pessoa jurídica poderia aproveitar. De modo geral, a melhor opção para seu negócio é aquela que atende bem a suas demandas, dentro de uma estimativa bem feita sobre o tempo de pagamento das parcelas e das taxas de juros embutidas na subvenção. As condições de pagamento devem estar de acordo com o momento financeiro da empresa.

E você, já sabe qual seria o melhor financiamento para seu negócio? Já teve alguma experiência com alguma dessas modalidades? Comente aqui e compartilhe conosco suas histórias e impressões!

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