Reuniões com funcionários: quando e como deve ser feita?

Reuniões com funcionários: quando e como deve ser feita?

Em muitas empresas, basta o funcionário ouvir a palavra “reunião” para atribuir a ela momentos de tédio e perda de tempo, ou até medo. Infelizmente, ela acabou ganhando a fama de ser desnecessária e chata, desvirtuando seus reais e positivos objetivos. Mas todos os gestores precisam realizar reuniões com funcionários. Afinal, ela é uma excelente ferramenta gerencial e possui inúmeros benefícios para todos os colaboradores e a empresa.

Porque reuniões com funcionários são importantes

Muitos funcionários e até gerentes acreditam que realizar reuniões com funcionários é desperdiçar tempo e, consequentemente, dinheiro. Em muitos casos é exatamente isso que acontece quando elas se tornam constantes e sem objetividade, fazendo com que os funcionários se dispersem de suas funções para receber informações que poderiam ser distribuídas de outras formas.

Mas, as reuniões com funcionários são necessárias por vários motivos. Nelas é possível definir metas e objetivos entre as equipes, expor relatórios, debater ideias com o incentivo de fazer um brainstorm, troca de informações sobre a função de cada um e das diretrizes da empresa, e socialização entre os colaboradores.

A ideia não é desperdiçar tempo, mas sim, aprimorar a qualidade do trabalho cotidiano. Por isso, é importante avaliar se elas realmente são necessárias e surtirão os efeitos desejados. Questionamentos sobre sua capacidade de objetividade, se possui motivos definidos, se há capacidade de motivar os colaboradores e se o seu assunto é prioridade, se unem a avaliação comportamental da gerência.

Reuniões infrutíferas são um verdadeiro balde de água fria para os colaboradores. Porque, dessa forma, eles acabam ficando desestimulados com suas próprias funções, o que faz com que a gerência perca sua credibilidade. Mas, quando feitas da forma correta, são capazes de causar um alto grau de comprometimento de todos, inclusive preparando propostas para serem apresentadas durante a reunião.

Antes de pensar em criar uma reunião, avalie se o assunto pode ser abordado em outra via de comunicação como e-mail e videoconferência, e se ele faz um real sentido para acontecer.

Motivos para se fazer reuniões com funcionários

As reuniões com funcionários podem ser ótimas ferramentas para melhorar o desempenho da equipe e os resultados da empresa. Mas como avaliar se os motivos são realmente relevantes o suficiente para realizá-la?

Integração da equipe

Uma forma muito positiva de se reunir é para integração dos funcionários. Apresentar novos membros da equipe, premiações, projetos de incentivo e outras situações positivas, onde é reforçado os valores da empresa, da equipe e de cada indivíduo. É um ótimo momento para permitir que os funcionários se expressem, deixem suas opiniões e sentimentos sobre o trabalho e se sintam à vontade.

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Resolução de pendências

As reuniões também funcionam para resolver questões da equipe, como dificuldade de desenvolver processos, perda de produtividade, dificuldade de engajamento coletivo e outras situações que impeçam o bom desenvolvimento do trabalho.

Esse tipo de reunião indicará o que não está sendo visto diretamente, ouvindo as opiniões, mas com muito cuidado para que ela não se torne um campo de batalha entre as pessoas e sim seja uma ferramenta para encontrar soluções. Ao final, não basta apenas saber tudo o que está acontecendo, é fundamental encontrar um caminho e se mostrar disposto a resolver as demandas.

As reuniões com funcionários também podem funcionar como mediadoras entre pessoas com ideias diferentes, setores com dificuldades de entrosamento e mal entendidos. Ela serve como conciliação de pontos de vista opostos e para encontrar um caminho saudável para o entrosamento.

Comunicados oficiais

Se o motivo for informar a equipe sobre mudanças estruturais da empresa, expor novas parcerias e objetivos, implantação de melhorias, a entrada de novos clientes, criação de novos produtos, elas são mais do que necessárias. Porém, não há necessidade de serem longas. Basta prestar as informações, tirar dúvidas e deixar todos cientes dos fatos de forma única.

Proximidade da liderança

Quanto maior a empresa, mais distantes estão os funcionários e, consequentemente, os superiores. Assim, é importante realizar reuniões com funcionários para conhecer comportamentos, gostos e habilidades. Dessa forma é criado um ambiente mais amigável e de confiança.

Estabelecer metas e incentivar equipe

Se as vendas estão baixas, as metas não estão sendo cumpridas ou é necessário tomar medidas urgentes e é preciso fazer com que os funcionários se envolvam com a ideia, é hora de realizar uma reunião persuasiva. É o momento de se mostrar vendedor para a própria equipe e fazer com que as pessoas possam, de forma consciente e sedutora, comprar a ideia. Para isso é preciso ter bons argumentos, controle emocional e usar os meios de comunicação disponíveis para envolvê-los.

Avaliação de viabilidade

Reuniões com funcionários também podem ser criadas para detectar a viabilidade de um projeto. Estar com pessoas de outros setores e que responderão diretamente à mudança, é fundamental para que se inicie o novo trabalho. Nesse tipo de reunião o importante é ouvir mais do que falar para entender as necessidades e organização dos outros.

Dicas para tornar as produtivas as reuniões com funcionários

O gerente é o condutor da reunião e precisa estar preparado para levá-la da forma mais produtiva e aprazível possível. Para isso, selecionamos algumas dicas úteis como:

Local adequado

Escolher um local para realizar a reunião, que possua os equipamentos necessários para sua condução, tais como projetores, TV e som. Verifique a temperatura da sala e se não causará desconforto por estar muito alta ou muito baixa, assim como a incidência de ruídos. Tudo é importante no local escolhido, inclusive o tipo de iluminação, que pode tornar o ambiente cansativo. E a disposição de móveis que deve buscar uma interação entre todos os participantes.

Delimitar tempo

Se a reunião com funcionários está programada para durar muitas horas, é preciso realizar pausas. Esses momentos fazem com que as pessoas relaxem um pouco, se descontraiam, se alimentem e ainda troquem ideias entre si antes de retornar. Cumprir os horários de início e término pré-determinados é um ponto positivo, já que mostra planejamento adequado das pautas, que não devem se estender além do necessário.

Determinar a finalidade da reunião

Uma dica importante para a reunião com funcionários não se estender e manter os assuntos é determinar as pautas que serão discutidas. Assim, é possível dividir o assunto da reunião em pontos e esses pontos em tópicos que devem ser conversados com os presentes na reunião.

No final, faça um resumo do que foi resolvido na reunião para que todos se sintam plenamente informados e envolvidos nas decisões.

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Reposição de estoque: saiba quando e como realizar!

Reposição de estoque: saiba quando e como realizar!

Tanto para empresas que trabalham com a venda de produtos, quanto as que trabalham com a produção, realizar uma reposição de estoque eficiente para evitar falhas e não perder oportunidades de venda, é essencial. 

Mas, ao mesmo tempo, é necessário analisar a demanda para cada produto. Isso, pois determinados itens não necessitam de uma reposição tão imediata e podem vir a ficar parados na prateleira dependendo da quantidade armazenada. Assim, gerando um grande desperdício do capital que foi investido.

Portanto, uma reposição de estoque bem feita garante um melhor aproveitamento de recursos e ao mesmo tempo mantém as prateleiras sempre prontas para atender a demanda. Neste artigo vamos listar algumas estratégias de reposição de estoque para que você possa realizar este processo de uma forma equilibrada e não sofrer com a falta e nem com o excesso de produtos. Siga com a gente!

1- Análise a rotatividade de seus produtos

Quando for o momento de solicitar uma reposição no estoque, é preciso estar atento a alguns pontos. Isso também vale para saber quais produtos devem ter mais atenção em relação aos outros. Um desses pontos é o histórico de vendas da sua empresa, que deve ser analisado minuciosamente. Outro é a demanda de cada produto nos períodos analisados.

A partir dessa análise é possível se ter uma ideia a respeito de quais produtos devem ser repostos. Assim como qual deve ser de forma imediata e quais não necessitam de tanta urgência de reposição.

Outro fator que deve ser levado em conta é o prazo. Sabendo quando um produto saiu do estoque e quando foi reposto também é importante. Inclusive para verificar prazos de entrega dos fornecedores.

2- Faça o método de previsão de demanda

É com a análise que tudo vai funcionar. A partir de uma análise dos histórico de vendas, é possível identificar padrões. Dessa forma, se pode realizar uma projeção futura da demanda, a partir dos produtos mais e menos vendidos.

 Na previsão de demanda também é preciso considerar períodos de sazonalidade de mercado. Lojas de presentes, por exemplo, devem ficar atentas a datas comemorativas como dia das mães, dia dos pais e dia dos namorados, dentre outras. Esses são períodos em que certamente haverá uma maior demanda e os estoques devem ser repostos com uma maior agilidade.

3- Utilize um bom sistema de controle de estoque para reposição de estoque

Existem algumas ferramentas que trazem os relatórios sobre seus produtos. Uma delas é um sistema de controle de estoque, como o eGestor. Ele gera os mais importantes relatórios sobre seus produtos de forma totalmente automatizada. Um desses relatórios é o de curva ABC. Ela classifica os seus itens dos mais aos menos vendidos e em relação aos que geraram um maior faturamento.

A partir do relatório de estoque mínimo, o sistema emite avisos em relação aos produtos que se encontram em uma quantidade abaixo do padrão e que estão em falta no estoque, indicando o momento certo para a reposição.

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De que forma estabelecer o tempo de reposição de estoque?

A definição do tempo de reposição de estoque vai depender muito do volume e frequência de vendas do seu negócio. Assim, se você tiver um volume de vendas padrão por um período, torna-se mais fácil a reposição de estoque desses produtos em intervalos definidos antes.

Já no caso de empresas que apresentam variações maiores de um mês para o outro, talvez a melhor alternativa seja formar parcerias com os fornecedores. Dessa forma é possível solicitar reposições de acordo com a necessidade e ter acesso a uma entrega mais ágil por parte desses fornecedores.

Para ambos os casos, é muito importante se preparar contra períodos de sazonalidade, que podem gerar um impacto positivo ou negativo nas vendas, de acordo com a situação. Podemos citar como exemplos de sazonalidades positivas, algumas datas comemorativas como dia dos pais e dia das mãe, que apresentam um grande aumento nas vendas do comércio varejista.

Já como situações negativas podemos citar o aumento da inflação, dentre outros fatores. A velocidade de reposição também será influenciada diante destes e outros fatores sazonais de mercado. Afinal, de nada adianta manter o mesmo tempo de reposição em períodos de grandes quedas nas vendas ou então manter o intervalo padrão em períodos de aumento na demanda. É preciso adaptar as suas estratégias de reposição de acordo com o contexto e as necessidades da sua empresa para um determinado período.

Apesar de possíveis variações decorrentes dos períodos de sazonalidade, entender alguns conceitos pode ser útil para direcionar este processo em sua empresa e tornar a sua reposição de estoque mais eficiente. Entre estes conceitos, estão o de estoque mínimo e o estoque máximo.

Afinal, o que é o estoque mínimo?

Estoque mínimo, ou estoque de segurança, nada mais é do que uma determinada quantidade reserva de um produto no estoque, de forma a suprir as necessidades da empresa durante o período em que um determinado produto não é efetivamente reposto. É uma quantidade que garante que não haverá falta de estoque durante o período de reposição.

A partir do estoque de segurança, você pode se preparar contra possíveis atrasos nas entregas dos fornecedores. E assim, é possível manter o estoque abastecido para atender demandas acima da média de vendas da empresa.

Para estabelecer a quantidade do estoque de segurança, é preciso avaliar os prazos de entrega dos fornecedores e o histórico de vendas de um determinado produto, bem como os períodos sazonais. O estoque mínimo pode ser obtido a partir das seguintes fórmulas:

  • Estoque mínimo = consumo médio diário x tempo de reposição;
  • Consumo médio diário = consumo das mercadorias em um determinado período / dias deste períodos;

E o estoque máximo?

O estoque máximo, por sua vez, indica uma quantidade limite. Essa não deve ser ultrapassada no momento da reposição, para que não ocorra sobra no estoque. Se determinado produto possui 60 unidades como estoque máximo e solicitaram 40, a empresa só pode solicitar mais 20 unidades.

É importante levar em conta o tamanho do espaço de armazenagem para os produtos. Também se deve analisar produtos que não possuem alto volume de vendas e tendem a estagnar mais facilmente nas prateleiras. Outro aspecto importantíssimo no momento de definir o estoque máximo, é em relação aos produtos perecíveis. Esses, devem ser armazenados somente na sua quantidade mínima para atender a demanda.

Imposto de Importação (II): Quais os tributos e como calcular

Imposto de Importação (II): Quais os tributos e como calcular

A carga tributária no Brasil é extremamente elevada, e disso não temos dúvida. Um dos impostos que gera ainda mais duvida que o normal é o Imposto de Importação, uma vez que não depende apenas das regras nacionais.

Ao realizar uma compra em uma plataforma internacional, é necessário observar, além do valor do produto e do frete, quais são os encargos tributários aplicados. Apenas dessa maneira será possível ter a real noção de quanto o seu produto custará e até mesmo se a importação se mostrará efetivamente vantajosa.

O que é o Imposto de Importação?

O Imposto de Importação é um tributo alfandegário. Ele incide sobre um produto que entra no país com o intuito de ser vendido internamente.

Mas como sabemos quando aconteceu a entrada de mercadoria estrangeira no território aduaneiro? Através do registro da Declaração. Ou seja, quando o registro é feito, o fato gerador do Imposto de Importação começa a valer.

O valor a ser cobrado pelo imposto é baseado no preço do próprio produto. Dessa forma, é definida uma alíquota pelo presidente.

Quais são as imposições alfandegárias sobre as importações?

Desde janeiro de 1995, o Brasil adota a nomenclatura comum do Mercosul (NCM), que é fundamentada no Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH). Entre as regulamentações alfandegárias do Mercosul está a tarifa externa comum.

Com ela, o Brasil começou a aplicar, na maior parte das importações externas, a mesma proporção de direitos alfandegários estipulada pelos outros países do Mercosul.

A única exceção é quanto às medidas excepcionais para produtos tidos como sensíveis. Essas dizem respeito a aumento ou redução, por tempo determinado, do imposto de importação.

Além dessas imposições alfandegárias, existem alguns outros encargos aplicados à importação de produtos. Esses podem tributos federais, estaduais e municipais, ou seja, pagos ao órgão responsável. Quanto ao II, quando é preenchida a Declaração de Importação no SISCOMEX, o valor já é cobrado. O SISCOMEX é o órgão responsável pelo registro do comércio exterior.

Veja alguns:

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

O famoso IPI é calculado pela lógica ad valorem — expressão latina que significa “conforme o valor”.

Em outras palavras, é o ônus tributário que se aplica ao valor do objeto e não ao seu peso, seu volume ou sua quantidade, com a exceção de alguns produtos específicos (como os da indústria cervejeira) cujo cálculo é estipulado pelo valor fixo por unidade.

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)

As alíquotas impostas pelo ICMS oscilam entre 7% e 25%, a depender da unidade federativa de destino da mercadoria. Em Minas Gerais, por exemplo, a alíquota padrão é de 18%, com exceção dos casos de produtos contemplados por leis próprias.

Ademais, diferentemente do que ocorre com o imposto cobrado no desembaraço aduaneiro, desde 2013 está em vigor a alíquota de 4% para operações interestaduais, a qual é sobreposta após a importação. Tal alíquota única é aplicada sobre a primeira saída do produto do estabelecimento importador para outra unidade da federação.

Existem as ressalvas de que a mercadoria não tenha sido submetida a nenhum processo de industrialização e de que o conteúdo importado não ultrapasse a 40% do total. Assim, essa quantidade não se aplica às operações interestaduais de produtos importados de fora do país que não possuam similar no Brasil.

Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS de importação)

A alíquota destinada ao PIS de importação é de 1,65% para praticamente todos os produtos importados.

Contribuição para o Financiamento da Segurança Social (Cofins de importação)

Outra alíquota imposta nas importações é a de Cofins de importação, que tem o valor de 7,6% — valor que é aplicado à maioria dos produtos.

Qual é a legislação para os produtos importados?

Ao realizar uma compra fora do território nacional, o seu produto será automaticamente passível de taxações. Portanto, é essencial que você entenda a legislação.

Veja a seguir as principais regras jurídicas para a importação simplificada ou a importação por pessoa física.

A Declaração de Importação (DI) poderá ser aplicada para o despacho aduaneiro de bens nos seguintes casos:

  • importados feitos por pessoas físicas (podendo ter ou não cobertura cambial), em frequência e em quantidade que não constituam destinação comercial, e cujo valor não ultrapasse a US$ 3.000,00 (ou o mesmo valor proporcional em outra moeda);
  • importados realizados por pessoa jurídica (podendo ter ou não cobertura cambial), cujo valor não seja superior a US$ 3.000,00 (ou o valor equivalente em outra moeda).

Isenções

Determinadas mercadorias possuem exceção para o pagamento do imposto de importação.

Esse é o caso de medicamentos, softwares, livros e jornais. Nesse caso, o imposto não incide sobre eles desde que haja receita, no caso dos medicamentos, e que a isenção seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Qual o cálculo do imposto de importação de produtos?

Para calcular o imposto de importação, na importação simplificada, você deverá seguir os seguintes passos.

  • No caso de mercadorias enviadas de pessoa física para pessoa física, cuja declaração de valor seja inferior a US$ 50,00, há isenção da alíquota de 60%.
  • Para os demais casos, o imposto de importação é fixado em 60%, o qual deverá ser multiplicado pelo custo do produto somado ao custo do frete mais o valor do ICMS estipulado na unidade federativa. Exemplificando:

60% (imposto de importação) * (custo do produto + custo do frete) + ICMS do estado

No entanto, caso a encomenda seja enviada por PJ (pessoa jurídica), haverá tributação, não importando o valor da compra, ainda que declarado como presente.

Em síntese: em uma importação cujo valor esteja entre US$ 50,00 e US$ 500,00, há um imposto de 60% sobre o valor total da mercadoria, além do ICMS de acordo com cada estado, cobrado com base no valor da mercadoria já tributada — sim, há tributação sobre a tributação.

Além disso, para a importação de produtos nessa faixa de preço, existe uma tarifa no valor de R$ 12,00, cobrada pelos Correios sob a justificativa de que a taxa visa “cobrir os custos das atividades postais realizadas na nacionalização das encomendas internacionais”.

Para todas as compras de valor entre US$ 500,00 e US$ 3.000,00, há necessidade de realização de desembaraço aduaneiro. Contudo, tal procedimento pode ser agilizado pelos Correios por meio do “importar fácil”.

Atenção: você deve ser extremamente cuidadoso ao declarar o valor da sua mercadoria. Caso o valor declarado seja menor que o real e os fiscais suspeitem disso, eles poderão atribuir algum valor até maior do que o que você pagou pelo produto.

Tipos de alíquotas do Imposto de Importação

Em geral, as alíquotas de impostos podem ser ad mensuram, quando incide sobre uma unidade de medida; ou ad valorem, quando uma base de valor é atribuída ao produto. No caso do II, as alíquotas podem ser das duas formas.

Assim, quando a alíquota for ad valorem, a porcentagem é calculada sobre o valor da mercadoria. Já quando a alíquota for ad mensuram, o valor é calculado pela pela unidade de medida dessa mercadoria, podendo ser quilograma ou metro, por exemplo.

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9 ferramentas online ideais para empreendedores!

9 ferramentas online ideais para empreendedores!

Em meio a era digital, empresas que não explorarem os recursos proporcionados pela tecnologia e realizarem seus processos por meio de metodologias arcaicas e tradicionais, tendem a ficar para trás no mercado. O que certamente diminuirá a sua produtividade. Existem ferramentas operacionais e gerenciais que podem ser acessadas sem a necessidade de instalação. Podendo ser utiilizadas a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone, basta um login, senha e possuir conexão a internet. É um fator que certamente traz praticidade e reduz o tempo gasto nos mais variados processos. Pensando nisso, selecionamos 9 ferramentas online que podem ser de extrema utilidade para você, meu caro empreendedor:

1- WordPress

O WordPress é certamente uma das ferramentas para redação de textos mais utilizadas por empresas do mundo inteiro. Afinal, possuir um blog corporativo, mantendo o público em contato com a sua marca e fornecendo informações referentes a seus produtos ou serviços, pode ser uma poderosíssima estratégia de marketing. E para tal, é necessário uma ferramenta fácil e intuitiva, como o wordpress. 

2- Trello

O trello permite realizar o processo de gestão de tarefas de uma forma totalmente organizada. Cada nova tarefa é montada como uma forma de “cartão”. Esse “cartão” pode ser alterado de acordo com o seu status de execução: a fazer, fazendo ou concluída. É uma ferramenta extremamente importante para gestores das mais variadas áreas, para que possam monitorar o trabalho de seus funcionários. O trello é uma ferramenta online que pode ser acessada em qualquer computador, androids e iOS.

3- Dropbox

O Dropbox é uma das principais ferramentas para armazenamento de recursos em nuvem. E possibilita um acesso simultâneo a uma grande quantidade de usuários.

4- We Do Logos

Você ainda está na fase de montagem e implementação de sua empresa? Já pensou em solicitar a criação de um logotipo sem a necessidade de se deslocar a nenhuma agência de design e realizar este processo de uma forma totalmente online? Isso é possível por meio da plataforma We Do Logos. A qual abrange inúmeros designers independentes que trabalham na criação de logos para novas empresas. Você solicita o projeto, aguarda os resultados e define a logomarca mais satisfatória entre as que foram produzidos no site.

5- Google Analytcs

É impossível tomar decisões eficientes somente com o achismo, sem o embasamento em dados precisos. Sendo assim o Google Analytcs é uma ótima ferramenta online para que você possa avaliar o tráfego de seu site e assim mensurar as suas estratégias de marketing digital de uma forma eficiente. 

Guia de Otimização de Processos

6- Sem Rush

O sistema de análise de concorrência digital “Sem Rush”, permite que você analise o tráfego de seu site e de seus concorrentes em mecanismos de busca e possa identificar o volume de buscas mensais de palavras chaves, o que pode ser extremamente importante para direcionar as suas estratégias de marketing digital. 

7- Skype

As videoconferências são cada vez mais utilizadas pelas empresas para oferecer serviços de suporte e demonstração de produtos a seus clientes. A vídeoconferência necessita apenas de um programa como o Skype e de uma boa conexão a internet. Ela evita os gastos com deslocamento e economiza tempo de todos os envolvidos no processo. O Skype possibilita a ligação por vídeo com pessoas de qualquer lugar do Brasil e do mundo. E de uma forma totalmente gratuita. 

8- Clipchamp

Hoje em dia é impossível pensar na divulgação de um negócio sem usar vídeos. A produção de conteúdo visual costuma ser cara e complicada, mas já existem ferramentas online que permitem a criação de vídeos sem necessidade de conhecimento prévio.

Uma delas é o Clipchamp, um editor de vídeo online e gratuito que permite criar e editar vídeos de forma intuitiva e sem necessidade de baixar nenhum programa. A plataforma ainda conta com uma biblioteca de templates de vídeo e clipes de áudio que auxilia quem ainda não tem um material para começar. 

9- Software de gestão na nuvem

Quanto tempo você ou a sua equipe gastam no gerenciamento de planilhas para controlar o financeiro, o estoque, registrar compras e vendas, dentre outros processos? Sem contar a falta de segurança no armazenamento de dados. Já que podem ser alterados por qualquer usuário ou mesmo serem registrados de uma forma equivocada. Afinal, você precisa lidar com muitos aspectos em sua empresa e o registro de dados muitas vezes é feito apressadamente.

Com um software de gestão na nuvem, você pode gerenciar a sua empresa a partir de qualquer local. Basta possuir uma conexão a internet e acessar os dados da sua empresa a partir do computador, tablet ou smartphone. Sem a necessidade de instalação em um servidor específico. Tudo isso sem contar a automatização nos processos de controle financeiro, controle de estoque e geração de relatórios gerenciais, absolutamente importantes para a mensuração de resultados e tomadas de decisões referentes ao seu negócio!

Os primeiros dias de testes no eGestor são totalmente gratuitos, basta acessar o site!

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Como montar uma loja de jóias e semijoias? Veja 8 dicas

Como montar uma loja de jóias e semijoias? Veja 8 dicas

O mercado de jóias e semijoias nunca sai de moda. Não importa quanto tempo passe, presentear alguém ou a si mesmo com este tipo de acessório é sempre uma boa pedida. Por isso, apostar neste tipo de negócio também pode ser uma excelente oportunidade para quem deseja empreender sem correr grandes riscos.

Pode ser extremamente vantajoso investir neste tipo de empreitada. Primeiro porque há uma grande diversidade de jóias e semijoias: pulseiras, anéis, brincos, colares, tornozeleiras, relógios, cordões e muito mais, e o público também pode variar bastante. Tudo depende do tipo de produto que você for vender, do estilo das peças e claro, do preço.

Segundo porque o valor agregado a este tipo de produto pode ser bastante alto e isso representa também uma ótima lucratividade para o empreendedor. Ficou interessado? Então veja a seguir algumas dicas para você que deseja saber como montar uma loja de jóias e semijoias. Vamos lá!

1. Estude o mercado de loja de jóias

Nenhum empreendimento deve ser aberto sem este passo primordial. Portanto, dedique um tempo, e um bom tempo, para fazer uma análise bastante séria do mercado de jóias e semijoias da região onde deseja atuar. Verifique quais são as lojas de jóias que existem, como se apresentam para os clientes, que tipo de produtos vendem e o preço que praticam.

Assim, anote tudo em um papel de tal forma a garantir uma comparação fácil, garantindo uma boa visão de como tudo funciona nesta área.

Em seguida, descubra como as jóias e semijoias são fabricadas e desenvolvidas, quais são os materiais mais utilizados, quais são as técnicas aplicadas e as novidades que mais chamam a atenção dos clientes. Para isso, visitar feiras e eventos especializados na área pode ser uma excelente pedida.

Não deixe de visitar lojas do tipo, conversar com as pessoas e aproveitar da internet para descobrir tudo que puder a respeito do universo dos produtos que deseja vender.

2. Avalie os fornecedores

Um dos maiores segredos dos negócios é acertar na escolha dos fornecedores. Não poderia ser diferente em um mercado tão focado na beleza e na qualidade como este. Portanto, pesquise profundamente quais são as suas possibilidades dentro do mercado de jóias e semijoias.

É importante que faça isso antes de definir o público-alvo para que possa ter um bom panorama de suas possibilidades no futuro. Dentro do mercado de jóias e semijoias, você pode optar por comprar direto de um fabricante – principalmente quando se trata de semijoias – ou ainda contratar um ourives, um designer e uma equipe focada para fazer sua própria produção.

É claro que a segunda opção é mais complexa e exige do empreendedor um vasto conhecimento em tudo. Por isso que falamos a respeito do estudo do mercado no primeiro passo. Coloque os custos todos em um papel, e somente a partir daí siga para o próximo passo.

3. Escolha o público-alvo da sua loja de jóias

O público de jóias e semijoias não é sempre igual. Você pode focar em diferentes nichos para garantir uma infinidade de possibilidades. Pode ter uma loja, por exemplo, focada em um público de alto poder aquisitivo, com produtos de alto valor agregado, design diferenciado e exclusividade.

Você ainda pode focar em um público mais popular, com produtos que sejam bem variados, com preços competitivos e formas facilitadas de pagamento. Dessa forma, quem decide é você, baseado nas pesquisas que realizou em sua cidade, no mercado de sua região e também na avaliação dos fornecedores.

É importante lembrar que a escolha do público-alvo vai afetar diretamente a quantidade de verba que vai precisar investir, tanto na qualidade dos produtos, quanto na preparação da própria loja e de toda a comunicação visual.

Por isso, esta é uma das decisões mais importantes e que vai influenciar diretamente todas as etapas de sua operação e até a lucratividade que vai conquistar com a venda de cada uma das peças.

Uma boa dica para acertar é tentar atender um público que ainda não está sendo abrangido pelas lojas de sua região. Se todas as lojas de jóias e semijoias de sua cidade estão focando em um público de alto poder aquisitivo, talvez haja um excelente mercado em aberto em outras fatias do mercado e vice-versa.

4. Escolha um bom ponto de vendas

Com todas as informações a seguir e com a escolha do público, é chegada a hora de decidir o local onde sua loja de jóias ficará alocada. Lembre-se que jóias e semijoias são produtos de alto valor, mesmo que com preços mais competitivos. Por isso, segurança é algo primordial para a decisão do ponto de venda.

Avalie os shoppings que atendem seu público, ruas e o espaço dos locais disponíveis. Lembre-se também que vai precisar garantir praticidade aos seus clientes, como fácil localização, estacionamento e visibilidade. Uma boa loja de jóias e semijoias também precisa contar com uma boa vitrine, espaço suficiente para estoque e bastante conforto para que os clientes possam escolher os produtos que desejam.

5. Invista em arquitetura e comunicação visual

Antes de abrir a loja, lembre-se que se trata de um mercado especial. Portanto, você vai precisar investir em uma loja bonita e agradável. Para isso, contrate profissionais especializados em arquitetura de loja e comunicação visual. Este investimento vai valer a pena.

Não se esqueça de investir também em branding, embalagens e tudo que permita uma compra completa. Quando sai de uma loja de jóias e semijoias, o cliente deseja levar o produto para casa com carinho.

6. Contrate uma equipe afiada

A venda de jóias e semijoias é diferenciada de outros produtos. Por isso, procure contratar uma equipe de vendas especializada ou os treine para que fiquem sempre afiados para garantir um aumento de vendas real.

Os vendedores precisam compreender os clientes e oferecer os produtos de acordo com seus desejos. É preciso que sejam pessoas atentas, altamente educadas e que proporcionem uma experiência de compra diferenciada.

7. Aprenda tudo sobre gestão

Se você nunca empreendeu na vida e não está acostumado com os processos que envolvem ser o dono de seu próprio negócio pode ter dificuldades. Portanto, busque fazer cursos para aprender sobre como controlar as compras, vendas, estoque, negociação com parceiros, contratação de pessoas e, claro, a precificação.

Um gestor precisa ainda conhecer tudo a respeito de tributos, controle, gerenciamento de riscos e ainda aprender como olhar para o mercado hoje e planejar os próximos passos. Este é o verdadeiro segredo de um empreendimento que dá certo ou não dá, a gestão e a qualidade com que o empreendedor cuida de seu próprio negócio.

Loja de jóias pode ser MEI?

Sim, a loja de jóias com CNAE 4783-1/01 – Comércio varejista de artigos de joalheria, pode ser MEI.

8. Conte com um bom sistema de gestão para sua loja de jóias

Cuidar de um negócio não é uma tarefa simples. Um bom gestor precisa estar por dentro de tudo que acontece em tempo real, avaliar o movimento do mercado, valores monetários e comparar resultados a fim de planejar os próximos passos.

Por isso, contar com um bom sistema de gestão é primordial para o sucesso. O eGestor é a opção ideal para conseguir este objetivo. Com uma interface simples e fácil de entender, garante um olhar atento ao fluxo de caixa, controle de vendas, estoques e ainda ajuda na operação, já que proporciona a emissão de notas fiscais, emissão de boletos e relatórios em tempo real.

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