Não existe uma fórmula mágica para alcançar o sucesso, mas diversos estudos apontam que há alguns traços comuns entre os empresários bem sucedidos.
Neste episódio, Deivison Elias e Pedro Escobar conversam com Diego Marconatto, PhD, sobre senso prático, autoconfiança, otimismo pragmático, resiliência e várias outras características dos empreendedores de sucesso.
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O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
Se a sua empresa faz o recolhimento do ICMS, você precisa saber mais sobre o CEST. Ele é um importante código que deve constar na nota fiscal dos seus produtos. A sua falta resulta em multas aplicadas pelo Governo Federal. Quer saber mais? Continue lendo.
O que é CEST?
CEST quer dizer Código Especificador de Substituição Tributária.
Substituição Tributária ou Tarifária, por sua vez, é um regime que permite que seja cobrado ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de um único contribuinte, mesmo que ele não seja o próprio gerador da venda.
Esse contribuinte geralmente é a indústria que cria o produto ou a importadora que revende a mercadoria.
A ideia do CEST é aplicar a apenas uma empresa a cobrança da tarifa de uma mercadoria, mesmo esse produto cumprindo uma enorme cadeia de distribuição. Em vez de cobrar de cada empresa participante do processo, apenas uma dela fica com essa responsabilidade.
Assim, quem está no final da cadeia produtiva, fazendo a venda direta para o consumidor, não precisa se preocupar em calcular ICMS. Isso, porque ele já foi pago lá atrás pela empresa que fabricou o produto, ou pela importadora que trouxe a mercadoria até o revendedor.
Mas, atenção: o CEST deve ser utilizado por todos que participam da circulação dos produtos através da inserção do código na nota fiscal. Porém, apenas determinadas empresas deverão arcar com a antecipação do ICMS.
Para que serve o CEST?
O CEST foi criado com o objetivo de facilitar a fiscalização de mercadorias e a cobrança de tributos, dificultando e reduzindo a sonegação de impostos. Esse código também é conhecido como ICMS-ST (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços por Substituição Tarifária).
Além disso, a criação do CEST também foi favorável ao equilíbrio de preços dos produtos, estimulando a concorrência justa entre as empresas. Isso porque o CEST ajuda no controle da Margem de Valor Agregado (MVA).
A MVA também é calculada no ICMS-ST, o que diminui as diferenças entre as alíquotas de ICMS nas transações interestaduais. Ao padronizar as mercadorias, fica muito mais fácil averiguar as margens dos produtos e fiscalizar da maneira correta e mais benéfica possível, tanto para as empresas quanto para o consumidor e o governo.
ICMS: o que é?
O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS é um tributo estadual cobrado tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas. O imposto é um dos tributos mais rentáveis atualmente, sendo cobrado sobre cada mercadoria que circula no país.
Quem participa desse processo de circulação de mercadorias ou de prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e/ou comunicação, é chamado de contribuinte e deve fazer o pagamento do ICMS.
Para quem se destina o CEST?
Todas as pessoas consideradas contribuintes, ou seja, quem participa da cadeia de circulação de mercadorias dentro do estado, devem utilizar o CEST na nota fiscal eletrônica. Ainda que o produto não esteja incluso no regime de substituição tarifária, ele deve apresentar o código CEST para facilitar a fiscalização e identificação da mercadoria que está circulando.
Para saber se o seu produto se enquadra na substituição tarifária é preciso conhecer a tabela CEST disponibilizada pelo CONFAZ – Conselho Nacional de Política Fazendária. No entanto, adiantamos algumas categorias que estão inseridas nessa codificação. Veja quais são elas:
Autopeças;
Bebidas alcoólicas;
Fumo;
Cimento;
Combustíveis;
Ferramentas;
Produtos de limpeza;
Medicamentos para uso humano ou veterinário;
Papelaria;
Produtos de higiene;
Rações para animais;
Sorvetes industrializados;
Tintas;
Veículos automotores;
Vendas porta a porta.
É importante lembrar que apesar de haver uma tabela descrevendo todas as mercadorias que precisam codificar os seus produtos, junto do CEST e do Governo Federal, os estados têm o direito de decidir quais mercadorias devem ou não fazer parte desse sistema.
Portanto, é preciso que o administrador conheça as regras próprias do seu estado e o local de atuação. No geral, mercadorias que passam por várias fases de produção e circulação até chegar ao consumidor, estão incluídos na substituição tarifária em todos os estados brasileiros.
O CEST é um código composto por 7 dígitos. Cada grupo de dígitos tem uma especificação. Os dois primeiros identificam o segmento do produto. O terceiro, quarto e quinto dígito especificam qual é o tipo do produto e os dois últimos dígitos definem o que foi vendido.
Desse modo, é obrigação do contribuinte preencher a nota fiscal com o código CEST caso o seu produto esteja dentre aqueles listados na tabela da CONFAZ, mesmo que ele não seja a empresa a qual será cobrada o ICMS.
Assim, para descobrir o código CEST do seu produto, siga os passos a seguir:
Acesse o Convênio ICMS 146/15 no site da CONFAZ;
Localize a tabela com as especificações dos produtos;
Localize o seu produto;
Leia a descrição de cada mercadoria. Nem todos os produtos possuem descrição, mas grande parte deles, sim. É importante ler a descrição para identificar qual delas, de fato, se encaixa ao tipo da sua mercadoria.
Localize o código CEST, que estará localizado na parte esquerda do produto.
Outra maneira
Outra maneira de localizar o CEST do seu produto é buscar pelo NCM na página do Convênio ICMS 146/15, utilizando o atalho CTRL+F no seu teclado. Surgirá um campo de busca no qual você deve digitar o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) da sua mercadoria. Aperte a tecla Enter e o resultado apresentará o nome do seu produto e o número CEST ao lado esquerdo.
Para fazer a etapa anterior, você percebeu que foi necessário utilizar outro código, o NCM. Para não restar dúvidas, o NCM é outro código criado pelo Governo Federal para identificar o tipo e a natureza de cada produto.
Com o código em mãos, o próximo passo é inserir esse dado na sua nota fiscal eletrônica. Esse processo deve ser feito com cada mercadoria que sai da sua empresa, por isso é essencial bastante cuidado nessa etapa, em razão de que essa pode ser uma tarefa bastante demorada e ainda sujeita a erros.
Por isso, é recomendado que a sua empresa possua um bom software de gestão para realizar essas atividades de maneira mais ágil, rápida, precisa e sem falhas. Dessa forma, você enquanto gestor, pode se dedicar inteiramente às tarefas que demandam mais energia e conhecimentos estratégicos.
O que acontece se o CEST for inserido incorretamente?
O CEST é fundamental para que a sua empresa esteja alinhada às exigências fiscais do país e deve ser incluído na nota fiscal eletrônica da maneira correta para evitar problemas futuros.
Não incluir o CEST na nota fiscal ou fazer isso de forma errada, pode gerar multas para o contribuinte. Essas multas podem variar de 50% a 100% sobre o valor inicial do imposto que deveria ter sido pago. Portanto, fique atento a essa exigência.
Agora você já sabe o que é o código CEST e porque ele é tão importante para o seu negócio. Caso ainda tenha dúvidas ou se precisa de ajuda na execução desse serviço, o eGestor pode executar essa tarefa para a sua empresa. Para saber mais, entre em contato!
Controle de estoque serve basicamente para prever a quantidade de itens que devem ser armazenados, ou seja, é o controle de todos os bens que a empresa comercializa e também de matérias-primas usadas na produção. Mas qual é a importância desse controle para uma empresa?
Neste episódio, Pedro Escobar, Deivison Elias e Ricardo Gölzer falam sobre como ter um controle de estoque eficiente na sua empresa, os benefícios desse controle e os prejuízos de não tê-lo para o seu negócio.
O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
De acordo com o Ministério da Economia, entre maio e agosto de 2020 foram abertas cerca de 6 mil empresas por dia. Muitas dessas empresas são abertas por necessidade, mas outras são abertas por sonho. E sabemos que esse não é um processo fácil, existem diversas tarefas que devem ter total atenção na hora de abrir um negócio. Mas também há alguns pontos que devem ser pensados antes de abrir um negócio. Confira aqui algumas dicas que você precisa saber antes de abrir um negócio!
Tenha seu propósito na ponta da língua
Você decidiu abrir um negócio, o que fez com que você tomasse essa decisão? Qual o seu intuito com ele?
Muitas vezes quando perguntados sobre o início do negócio, empresário respondem sobre seu sonho. E isso é ótimo. Mas não se deve achar que apenas a vontade manterá a empresa.
Também não é problema dizer que a empresa foi criada com a intenção de ganhar dinheiro. Afinal, a ideia de toda empresa é ter lucros e crescer. Entretanto, esse não deve ser o único ideal, deve-se ter algo que faça o empresário levantar da cama diariamente e ter empenho e energia para movimentar o negócio.
Existem quatro razões para abrir um negócio, são elas:
Razão pessoal: A razão pessoal engloba motivos como ajudar outras pessoas, causar um impacto, se tornar mais forte e outros.
Razão de vida: Muito parecida com a razão pessoa, a razão de vida traz mais um sentido de sonho. Qual é o seu sonho e como sua empresa pode ajudar a alcançar ele?
Razão empresarial: Relacionada ao seu produto ou serviço, é a resposta de como ele poderá ajudar outras pessoas e o qual impacto isso tem em você.
Razão familiar: Muitas pessoas abrem uma empresa com o intuito de ter mais tempo para família. É preciso entender que muitas vezes, principalmente no início, isso não acontece. Mas deve-se sempre pensar em como isso afetará a família, tanto emocionalmente como financeiramente.
Dessa forma, podemos ver que é importante pensar no financeiro, mas não é só ele que sustenta uma empresa. É preciso que se tenha entusiasmo para fazer o negócio ir para frente.
Tenha perfil empreendedor
Nem todo empresário possui perfil empreendedor e isso não necessariamente é um problema. Existem pessoas que nascem com essas capacidades e quem aprende com o tempo.
Assim, algumas características do perfil empreendedor são:
Liderança
Muita gente acha que liderar é sinônimo de mandar. Esses conceitos não podem ser mais diferente no âmbito empreendedor. Liderar se refere a influenciar pessoas, inspirar confiança em seus subordinados e tomar decisões precisas visando o melhoramento da empresa e dos colaboradores.
Comprometimento
Um empresário possui diversas pessoas que dependem dele, seja a família que tira o sustento de uma empresa, sejam os funcionários que esperam receber seu salário. Além da questão financeira, o empresário não pode deixar seus colaboradores a mercê de situações difíceis. Mas, ademais disso, é preciso ter comprometimento com a sua clientela. Eles esperam um atendimento e um produto de qualidade. Você pode oferecer isso a eles?
Determinação
Você já definiu seu propósito, agora deve manter o pensamento nele constantemente. Muitas empresas fecham por falta de administração, é necessário que o empreendedor esteja sempre atento e determinado a fazer a empresa crescer. Também, o negócio precisa de alguém que saiba se automotivar e que não deixe a empolgação se dissipar.
Conhecimento
Quando você define o produto ou serviço que você irá comercializar, será preciso saber muito sobre ele. Imagine um cliente perguntando uma característica específica e você não saber responder. Mas, ainda além do conhecimento sobre o produto, é necessário ter conhecimento de pessoas, para um melhor ambiente de trabalho e um melhor atendimento; também, conhecimento de administração para que seu negócio não entre no vermelho; e, sobretudo, conhecimento sobre possíveis oportunidades que podem surgir ao longo do caminho.
Confiabilidade
Outro ponto que influencia tanto clientes como colaboradores é o nível de confiança. Ao contratar um novo funcionário ele precisa ter confiança tanto em você quanto no seu negócio. Afinal, ele está confiando o sustento dele em você. Já o cliente deve sentir total segurança no seu produto ou serviço. Caso isso não aconteça, a chance de ele não comprar, será grande.
Tenha ajuda
Todo mundo precisa de ajuda uma hora ou outra. Carregar todas as obrigações de uma empresa acaba sendo normal, mas não deveria. Muitas vezes isso acontece porque o empresário acredita que a tarefa não será tão bem feita quanto se for feita por ele. Aqui entra a confiabilidade citada anteriormente, ela precisa ser de mão dupla. Você não deve contratar um colaborador que não confia.
Delegar tarefas e saber para quem e qual tarefa delegar é uma habilidade que deve ser exercitada diariamente. No caso de ter dificuldade, é possível delegar pequenas tarefas, ou então tarefas que você prefere não fazer.
Sócios
Uma ajuda que pode fazer uma grande diferença é buscar um sócio. Dessa forma, se dividem todas as preocupações e também tarefas. Entretanto, se dividem os lucros, mas esse é um preço baixo a ser pago, considerando a diferença que um sócio pode fazer.
A parte mais importante de uma sociedade é escolher o sócio. Empresas que nascem de sonhos em conjunto devem também ter muito cuidado com decisões a serem tomadas. Quando se tem um sócio e a visão do futuro da empresa é diferente, isso pode causar conflitos que podem ser irreversíveis.
Escolher um sócio porque a pessoa é um grande amigo, ou um parente, pode ser arriscado. Não basta ter uma boa comunicação ou amizade, é necessário ter uma parceria boa.
Tenha um plano de negócio
Assim como tudo que fazemos tem um planejamento, o seu negócio também deve ter. Aí que entra o plano de negócio. Ele é um projeto de toda sua empresa, desde financeiro até marketing, que guiará a empresa durante um período estipulado. Ao chegar ao fim desse período, outro plano deve ser criado.
O plano de negócio possui a missão, visão e valores da empresa, uma descrição geral da empresa, análise estratégica, plano de marketing e vendas, plano financeiro, ramo de atividade, mercado consumidor, mercado fornecedor, concorrência, produtos ou serviços, localização e o processo operacional.
Com ele se tem uma melhor visão do negócio, assim como também é um indicador. Muitas vezes, quando a empresa vai crescendo, é possível se perder do plano inicial. Isso pode fazer com que a empresa cresça muito rápido e se perca em alguns dados; ou que a empresa não cresça o suficiente.
De forma geral, o plano de negócios é um guia para que uma empresa saiba para onde está indo e da onde veio. Mas, ele também serve para atrair investimentos, por exemplo. Mostrar onde você quer chegar a um possível investidor pode fazer com que ele se interesse ainda mais.
Tenha a gestão do seu negócio na sua mão
Administrar um negócio, seja sozinho ou com um sócio, não é tarefa fácil. Ter controle sobre o financeiro, estoque, vendas e outros é complicado quando não se tem nenhum tipo de ajuda.
Todos os dados da empresa devem ser registrados diariamente. Isso, porque assim se pode ter um conhecimento geral da empresa. Ao montar um planejamento para o ano seguinte, como saber quanto sua empresa faturou no ano anterior para aumentar sua meta se você não tem esse controle?
Existem diversas maneiras de fazer essa gestão, mas sem dúvida, um sistema de gestão é a maneira correta. Com um sistema, se tem todos os dados integrados, além de ter a facilidade de ter todos os dados em qualquer lugar.
Considerações finai
Empreender não é um mar de rosas como muitas vezes parece. É necessário muita dedicação e empenho. Por isso, as dicas citadas aqui são apenas o início do processo de abrir uma empresa, ainda restam diversas solicitações a alvarás.
Finalmente, esperamos que as dicas citadas aqui sejam uteis no processo de abrir o seu negócio!
Quando o empreendedor sai à busca das melhores soluções para garantir o conforto de seus clientes e facilitar o recebimento das receitas, uma alternativa que jamais deve ser deixada de lado é o conjunto cartão de crédito e cartão de débito. Essas formas de pagamento habitualmente atraem bastante os consumidores, não só porque são de operação e controle extremamente fáceis, mas porque possibilitam — sobretudo no caso dos cartões de crédito — o parcelamento dos valores a serem quitados. Gostaria de saber um pouco mais acerca dos motivos que posicionam esses modelos de liquidação como de extrema relevância para seu negócio? Então não deixe de conferir agora mesmo nosso post:
O crescimento dos cartões
Vários fatores e estudos demonstram que as pessoas têm mais interesse em usar os cartões de crédito e de débito para cumprir com suas demandas de consumo. O aumento, nos últimos anos, da liberação de crédito pelos bancos e o desejo de pertencimento de uma nova e crescente classe de consumidores fizeram com que se aumentasse ainda mais a oferta das mais diversas possibilidades de exploração do mercado. Contudo, é a própria estrutura e a conveniência dos cartões que proporcionam a popularização desse meio de pagamento.
Os benefícios de seu uso
Por ser considerado um tipo de pagamento seguro e prático, a utilização do cartão de crédito vem se alastrando crescente e consideravelmente. E essa forma de quitação não beneficia somente o comprador, mas também o empreendedor, que terá mais certeza do recebimento dos valores, já que são as administradoras do cartão — ou os intermediadores de pagamento — que fazem a checagem da situação financeira do consumidor e analisam a liberação do dinheiro, responsabilizando-se, assim, pela liquidação da dívida.
O cartão de débito, em contrapartida, é excelente para as aquisições de pequeno vulto ou para consumos esporádicos, funcionando como excelente substituto para os pagamentos em dinheiro ou cheque. E, de forma geral, os consumidores já perceberam isso, visto que é raro se encontrar por aí quem não tenha na carteira pelo menos um cartãozinho de débito ou de crédito.
A estratégia do empreendedor
O que o dono do negócio precisa levar mais em consideração na hora de negociar com as administradoras dos cartões — sobretudo quando for analisar sua contabilidade, projetando o aproveitamento do comprometimento de tais quantias —, é que os valores das vendas são creditados em sua conta com um pouquinho de atraso. Muitas vezes o dinheiro cai no próximo dia útil, no caso dos cartões de débito, ou com alguns dias de diferença a mais, no caso dos cartões de crédito, visto que é preciso se passar pelos procedimentos de checagem e controle das administradoras ou dos intermediadores de pagamento on-line. E ainda há o pagamento das taxas de administração para as empresas! Mas, mesmo assim, é imprescindível se valer desses meios, porque ganha-se muito no volume de vendas que eles proporcionam.
E então, já utiliza esses meios de pagamento em seu negócio? Ficou ainda com alguma dúvida ou tem uma sugestão? Comente aqui e compartilhe suas experiências conosco!
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