Se houvesse um segredo de como vender mais na Internet e aumentar o faturamento, não restam dúvidas de que todos os e-commerces existentes adorariam saber qual é.
No entanto, é claro que isso não existe. Uma técnica que pode aumentar muito o faturamento em um segmento, pode não dar resultado nenhum em outra área.
Dito isso, os donos de lojas online que entendem o funcionamento básico do processo de vendas conseguem, de maneira consistente, aumentar o número de negócios fechados todos os meses, levando o faturamento junto.
Quer saber como eles fazem isso? Confira abaixo 7 dicas poderosas para aumentar o faturamento da sua loja online!
1. Tenha uma abordagem científica com as suas métricas
O Marketing Digital para empresas se destaca por contar com um apoio muito robusto da análise de desempenho. Praticamente todas as ações realizadas online contam com métricas completas e extensas sobre os resultados obtidos. Desta maneira, você pode utilizar o e-mail como ferramenta e assim, entender qual é a importância do e-mail marketing atualmente.
Isso permite que o empresário deixe um pouco o lado criativo de lado (mas sem abandoná-lo totalmente, claro) e adote uma postura científica em relação às suas estratégias de venda.
Uma dica poderosa para aumentar o faturamento é analisar todas as principais métricas da sua loja e realizar testes para entender como elas reagem. Com base nisso, o ideal é formular estratégias para encontrar o melhor resultado possível.
As principais métricas a lidar nessa abordagem são:
fluxo de visitas;
taxa de conversão;
custo por cliente;
taxa de abandono de carrinho.
2. Melhore o seu SEO para ficar em primeiro lugar no Google
Um e-commerce precisa estar bem posicionado no Google se quiser vender bem e aumentar seu faturamento.
Por isso, precisa de estratégias de SEO focadas no seu segmento para melhorar o posicionamento dos seus produtos.
Uma das estratégias mais básicas é cadastrar os seus produtos no Google Shopping para aparecer como destaque nas pesquisas.
Além disso, é importante investir na produção de conteúdo adequado para as palavras-chave dos seus produtos, em boas descrições e em uma estratégia de link building para aumentar a autoridade do seu domínio.
3. Pense no Marketing como uma estratégia de jornada do cliente
Um dos principais erros que os donos de lojas online cometem é achar que cada estratégia de Marketing funciona de maneira separada. Ou seja: as redes sociais são uma coisa, o blog é outra, os links patrocinados são uma terceira e os anúncios segmentados uma quarta.
Na verdade, tudo isso está interligado dentro de uma jornada do cliente completa. O mesmo consumidor que viu seu anúncio nas redes sociais, voltará a interagir com sua loja no Google ou ler seu blog.
Por isso, é importante capturar dados em todos os lados e pensar em como utilizar esses diversos pontos de contato para aumentar o número de vendas. Por exemplo, é possível usar o Pixel do Facebook para identificar quem entrou na página de cada produto e fazer uma estratégia de remarketing depois.
4. Realize eventos esporádicos para aumentar o faturamento
Uma boa forma de conseguir aumentar o faturamento do seu comércio online é investir na realização de eventos especiais com intervalos regulares. Essa é a lógica dos feriados, por exemplo.
Uma boa estratégia é seguir o calendário tradicional: focar nas vendas de início de ano em janeiro, no Carnaval em fevereiro, Páscoa em março e abril, Dia das Mães em maio e por aí vai.
No entanto, é fato que essa estratégia não é adequada para todos os segmentos de lojas online. Por isso, é possível customizar o seu calendário de acordo com o seu contexto.
Uma boa ideia é verificar quando há maior incidência de vendas na sua loja, pois é sinal de virada de fatura de cartão de crédito dos clientes. Nesses dias (normalmente começo ou final de mês), as pessoas estão mais propensas a gastar.
5. Colete dados sobre os seus potenciais consumidores
Em todas as ações que fizer, sempre utilize códigos e mecanismos para coletar dados sobre visitantes e consumidores. Isso é extremamente útil para aumentar as chances de mapear os pontos de contato das pessoas com a sua loja e traçar estratégias para vender mais.
Com uma boa coleta de dados, é possível:
traçar uma estratégia de remarketing;
aprender sobre os hábitos de consumo dos clientes;
identificar perfis de interesse com base nos produtos;
mapear a jornada dos clientes com a sua empresa.
Assim, é possível aproveitar melhor os visitantes, aumentar a taxa de conversão e, claro, vender mais no processo.
6. Monte uma lista de leads que interagiram com o seu site
Muitas lojas online perdem a oportunidade de aumentar o faturamento pois esquecem de leads e antigos clientes que já fizeram negócio com elas.
Por causa disso, elas não enviam ofertas e mensagens que incentivam aqueles compradores a fazer a primeira compra com a sua loja ou retornar para um novo negócio.
A já citada estratégia de remarketing é uma maneira de aproveitar a lista de leads e clientes da sua loja online, mas existem outras formas de fazer o mesmo. Uma delas, por exemplo, é o upsell e cross-sell.
Você pode pegar o histórico de clientes que já compraram com a sua loja e enviar um e-mail com ofertas que são complementares aos produtos que eles adquiriram inicialmente. Por exemplo, se alguém comprou uma impressora em seu e-commerce, que tal oferecer 10% de desconto na recarga de tinta ou nas folhas de papel?
7. Segmente anúncios com base no seu público que já compra
Além dessas estratégias, a coleta de dados e abordagem científica permitem aumentar o faturamento com base no perfil demográfico e de interesses do seu público.
O Facebook, por exemplo, permite que você use uma lista de contatos de quem já comprou com a sua empresa para montar um público “ideal” com base nesses dados. Em seguida, você poderá promover anúncios segmentados para eles.
Dá para, além disso, dividir os anúncios com base em produtos específicos. Imagine que você comande uma loja de material esportivo. Dá para montar um público de “Flamenguistas”, de “Fãs de Basquete” e de “Usuários de Academia” com base no histórico de compra.
Assim, seus anúncios ficam ainda mais segmentados e eficazes, o que faz com que eles convertam mais e gerem mais vendas.
E aí, gostou das nossas 7 dicas de como aumentar o faturamento da sua loja online? Se você colocar todas em prática e executá-las corretamente, não tardará para começar a sentir o retorno.
O cálculo de impostos pode ser um grande desafio para os empresários de pequeno e médio porte. Entre as diversas questões que devem ser consideradas, em 2018 surgiu um novo fator que merece bastante atenção: o Fator R.
Saber calculá-lo pode impactar diretamente no valor de imposto que uma empresa terá que pagar para a Receita Federal. Por isso, juntamos aqui, as informações mais importantes sobre o cálculo.
O que é Fator R?
O Fator R é um cálculo que mede a razão entre os gastos com a folha de pagamento e a receita bruta de uma empresa.
Algumas atividades do Simples Nacional, que listaremos mais à frente neste texto, podem ser enquadradas no Anexo III ou Anexo V, dependendo do Fator. Ou seja, o Fator R pode determinar se uma empresa se enquadrará no Anexo III ou V de tributação do Simples Nacional.
Para uma empresa no ramo das atividades listadas se enquadrar no Anexo III, seu Fator R deve ser igual ou maior a 28%. Caso ele for menor que 28%, ela se enquadrará no Anexo V.
Isso é importante, porque as alíquotas para as empresas que se enquadram no Anexo III começam a partir de 6%, já as alíquotas para empresas do Anexo V começam em 15,50%.
Ou seja, por meio do Fator R, uma empresa pode pagar menos imposto.
Como calcular o Fator R?
Calcular o Fator R é relativamente simples. Para isso, é preciso ter em mãos a folha de pagamento, que inclui pró-labore, salários e demais encargos trabalhistas e a receita bruta dos últimos doze meses anteriores ao período que está sendo apurado. É importante lembrar que pró-labore corresponde ao valor pago pelo trabalho realizado por sócios da empresa, como o trabalho administrativo, por exemplo.
Portanto, ele é calculado da seguinte forma:
Fator R = Total da folha de pagamento acumulado nos últimos 12 meses / Receita bruta acumulada dos últimos 12 meses.
Imaginemos o seguinte exemplo:
Uma academia de ioga, fictícia, tem um faturamento de R$ 20.000 mensais, totalizando R$ 240.000 nos últimos 12 meses. Já a sua folha de pagamento, foi de R$ 10.000 mensais, totalizando R$ 120.000 nos últimos 12 meses. Logo:
Fator R = R$ 120.000 / R$ 240.000
Fator R = 0,50
Transformando esse valor em percentual temos:
Fator R = 0,50*100 = 50%
A academia de ioga fictícia, portanto, se enquadra no Anexo III e poderá assim, pagar menos imposto.
Anexo III ou Anexo V?
De maneira geral, as empresas cuja atividade figure no Anexo III pagam impostos com alíquotas menores.
Porém, há algumas atividades que estão sujeitas ao Fator R. Assim, mesmo que a empresa pertença a um ramo do Anexo V, ela estará sujeita a tributação conforme o esse fator.
Abaixo, veja as alíquotas para cada anexo, de acordo com cada faixa de receita bruta:
ANEXO III
1ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de até R$ 180.000 – Alíquota: 6,00%
2ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 180.000,01 a R$ 360.000 – Alíquota: 11,20%
3ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 360.000,01 a R$ 720.000 – Alíquota: 13,50%
4ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000 – Alíquota: 16,00%
5ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000 – Alíquota: 21,00%
6ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000 – Alíquota: 33,00%
ANEXO V
1ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de até R$ 180.000 – Alíquota: 15,50%
2ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 180.000,01 a R$ 360.000 – Alíquota: 18,00%
3ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 360.000,01 a R$ 720.000 – Alíquota: 19,50%
4ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000 – Alíquota: 20,50%
5ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000 – Alíquota: 23,00%
6ª Faixa: Receita Bruta em 12 meses de R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000 – Alíquota: 30,50%
Atividades sujeitas ao FATOR R
Abaixo, listamos algumas das principais atividades que estão sujeitas ao fator:
Academias desportivas e de atividades físicas em geral;
Escolas de ioga, dança, capoeira ou artes marciais;
Empresas de auditoria ou consultoria;
Clínicas de nutrição;
Estúdios de design;
Empresas que montam estandes para eventos;
Fisioterapia;
Jornalismo;
Medicina, medicina laboratorial, medicina veterinária e enfermagem;
Odontologia;
Psicologia e psicanálise;
Acupuntura e terapia ocupacional;
Serviços de tradução e interpretação;
Benefícios do Fator R
Antes da criação do Fator R, apesar de o Simples Nacional ser um regime tributário vantajoso, com menor tributação e maior facilidade no pagamento de imposto, ele oferecia uma alíquota unificada de tributação. Assim, ele não levava em conta nem as despesas, nem o lucro de uma empresa, mas apenas o seu faturamento bruto.
Porém, sabemos que os encargos trabalhistas representam custos expressivos para uma empresa. Especialmente para as empresas de pequeno porte. O Fator R, portanto, foi extremamente benéfico para o empresário de pequeno e médio porte, suavizando a carga tributária ao disponibilizar alíquotas mais baixas.
Além disso, o Fator R incentiva os empresários de pequenas e médias empresas a aumentarem suas folhas de pagamento e contratarem mais funcionários. Na verdade, essa foi justamente uma medida do Governo para lidar com a crise econômica e o desemprego crescente. Isso porque, agora, quem determina a alíquota do imposto a ser pago pela empresa é a folha de pagamento.
Considerações Finais
Apesar de constituir um cálculo relativamente simples, o Fator R é um assunto que merece ser tratado com cuidado, pois pode ter um grande impacto tributário para a empresa. Assim, é essencial que o pequeno e médio empresário levem o Fator R em consideração para tomar as melhores decisões para a sua empresa.
Inovar, atualmente, é uma palavra de ordem em qualquer empresa, não importa o tamanho. Como uma exigência, a inovação se tornou prioridade nos negócios, uma recompensa obrigatória nesse caminho: quem não buscar não sobrevive, parecem soar todos os manuais do empreendedor moderno.
Essa necessidade é própria da atividade empreendedora. Inovar, basicamente, significa pegar algo que está funcionando e fazer diferente, fazer com que o cliente enxergue no seu produto ou serviço algo melhor que o do concorrente. Dessa forma, a inovação estará gerando valor, e essa percepção é condição essencial para se manter no mercado.
Inovação não é um objetivo fácil, entretanto. Inovar exige disciplina, dedicação e muita capacidade de aprender com os erros. E, claro, de assimilar as quedas.
Um ponto de partida útil para uma empresa que pretende inovar é ter planejamento. Em qual setor é preciso mudar alguma coisa? Onde eu posso agregar valor? Crie um plano de metas para que sua empresa saiba o que fazer e quais são os objetivos.
Os modelos
São quatro os modelos de inovação:
criar um novo produto ou serviço;
criar uma nova tecnologia;
transformar processos;
e transformar modelo de negócios.
Mas lembre-se: inovação não é criatividade. Pessoas muito criativas não são necessariamente inovadoras e vice-versa. Para inovar nos negócios, além da criatividade, é preciso encontrar capacidades que transformem as boas ideias em algo prático.
Também é importante combinar áreas do conhecimento para pensar na inovação. Muitas vezes, a ideia não vem somente do estudo do seu negócio e do mercado. Vem de lugares diferentes e incomuns, como de uma sala de cinema ou de uma conversa informal.
Os quatro tipos de modelos de inovação podem ser aplicados em quaisquer das dicas apresentadas logo a seguir. Antes, é importante perceber que inovar tem a ver com enfrentar um dilema: deixar de fazer algo para implantar outra coisa, deixar um serviço para entregar outro. Portanto, inovação exige uma dose de ousadia. Veja as dicas abaixo:
Aproveite o inesperado
Analise seu mapa de vendas e compras, veja o que está fora da curva, se há alguma tendência. A partir dessa avaliação, sua empresa pode desenvolver alguma das modalidades de inovação.
O conceito de inesperado tem tudo a ver com a inovação. Trazer um produto ou serviço que seu público nem sabe que precisa, pode fazer toda a diferença.
Estar atento a situações e mudanças é essencial, só assim pode-se sair na frente. Por isso, é necessário muita atenção e cabeça aberta para as novas situações que podem surgir.
Estude o mercado em que atua
Pesquisando e entendendo como funciona o mercado do seu negócio, você pode tirar diversos proveitos. Dessa forma, também pode descobrir necessidades que as pessoas nem sabem que precisam. Esse foi um dos principais motes de Steve Jobs, o fundador da Apple, que hoje é uma das maiores empresas do mundo.
Sair da zona de conforto é arriscar, mas também é preciso saber até que ponto se pode ir. Se a Apple criasse um produto extremamente inovador mas que não tem relação com o que ela é conhecida por, ele poderia ser tanto um fracasso como um sucesso.
Assim, pesquisar o que o mercado está fazendo e o que seu público alvo busca e espera, é imprescindível.
Insira seu negócio na sociedade
É importante estudar o perfil demográfico, para saber o que pode agregar valor. Se a população da cidade está envelhecendo, isso pode gerar uma oportunidade, por exemplo.
E, é por isso que estudar o público do seu negócio é tão importante quanto estudar seus concorrentes. Muitas vezes a inovação pode trazer o que não se espera; mas outras, ela pode trazer o que todos estão esperando e ainda não têm.
Fique atento às tendências
Se hoje as pessoas se preocupam com a mobilidade, então veja se sua empresa pode entrar nesse negócio. O mesmo vale para temas como saúde, bem-estar, tecnologia, entre outros.
Mas também não adianta entrar em uma área que não está relacionada à sua empresa. Inovar significa sair do comodismo, mas não de forma exagerada. Tudo deve ser calculado e estudado.
Por último, uma dica prática. Que tal andar sempre com um bloco de anotações? Dessa forma, você não perde ideias que podem surgir em momentos fora do seu local de trabalho. Se você prefere não carregar mais um item, deixe o aplicativo do gravador do seu celular na primeira tela. Assim que tiver uma ideia, grave. Não deixe passar nenhuma ideia, por mais absurda que ela possa parecer naquele momento. Às vezes, essa ideia pode ficar adormecida e encontrar um objetivo mais para frente.
Os nomes podem até ser parecidos e terem a mesma atribuição no que se refere ao potencial de inovação, criatividade e iniciativa, no entanto, empreendedores e intraempreendedores são profissionais bastante diferentes! Na verdade, se o empreendedor contar com uma equipe na qual existam funcionários com atitudes intraempreendedoras, as chances de seu negócio dar certo e crescer passam a ser bem maiores!
Mas como fazer a diferença entre os dois? Qual a função de cada um no empreendedorismo e no intraempreendedorismo? Pois é exatamente sobre isso que vamos discutir no artigo de hoje. Confira!
O empreendedorismo
Aquele que empreende, realiza algo com impacto positivo na vida das pessoas, seja sozinho ou em parceira com outros colaboradores. Em geral, ele consegue dar vida a novas ideias, trazendo à sociedade soluções práticas para problemas que, muitas vezes, essas pessoas sequer percebiam que existiam.
Sendo assim, o empreendedor sempre esteve presente na história da humanidade. Cada vez que alguém identifica um problema e oferece uma solução, seja na criação de um negócio, de um projeto ou até mesmo de um movimento importante, podemos dizer que essa pessoa está empreendendo.
Assim, a característica empreendedora envolve, fundamentalmente, a capacidade de identificar oportunidades e transformar as coisas quando ninguém mais parece ser capaz de fazer.
O intraempreendedorismo
O termo intraempreendedorismo vem da expressão inglesa intrapreneur, ou seja, empreendedor interno. Ela diz respeito a um processo que ocorre dentro dos limites de uma organização, independentemente de seu porte. Esse processo envolve o desenvolvimento de novidades que podem ser negócios, atividades e, até mesmo, técnicas administrativas, tecnologias e estratégias.
Como visto, o intraempreendedor atua dentro da empresa, sendo assim, podemos defini-lo como um profissional que realiza mudanças ou aperfeiçoamentos inovadores no ambiente interno dela, buscando oferecer alto nível de competitividade a partir de um tipo de colaboração muito próxima da característica empreendedora.
As diferenças entre os dois
Um empreendedor é, basicamente, alguém que cria um negócio e está disposto a assumir a plena responsabilidade tanto por seu sucesso como, se for o caso, por seu fracasso, tudo por meio de suas habilidades e sua paixão. Já o intraempreendedor, por outro lado, é alguém que utiliza sua habilidade, paixão e capacidade de inovação para gerenciar ou criar utilidades para outras pessoas ou negócios.
Embora ambos tenham espírito empreendedor e possam até ser visionários, é o empreendedor quem tem o zelo e a aplicação para converter a oportunidade de mercado em negócio, enquanto o intraempreendedor cria algo novo para o que já está em funcionamento no mercado.
Os riscos e as recompensas
Os empresários se arriscam voluntariamente em um amplo horizonte de resultados possíveis, que podem percorrer desde grandes vitórias até perdas arrasadoras.
Mas a realidade não é bem assim para os intraempreendedores que tomam uma decisão consciente por receber um salário para, em grande parte, evitar o risco, não tendo a expectativa de ganhos financeiros enormes. Só que o empreendedor pode motivar esses profissionais com aumentos de remuneração, bônus, premiações e outras iniciativas, a fim de reconhecer o mérito de sua atuação em prol da empresa.
A cultura da empresa
Os empreendedores constroem a cultura corporativa de seu negócio, muitas vezes, a partir do zero, não é mesmo? Já o intraempreendedor, dependendo de seu ânimo inovador, pode até mesmo remar contra as ideias já estabelecidas e tradicionais de uma corporação, contrapondo-se a uma longa história de crenças e práticas compartilhadas dentro do negócio. E é aí que se torna relevante analisar a situação, a fim de ver se a cultura da empresa se impõe como letal para a inovação.
O papel do intraempreendedor nas empresas
A figura do intraempreendedor pode, então, ser vista como um diferencial dentro das empresas, mas, para ocupar esse espaço é preciso oferecer mais do que somente um bom currículo.
É preciso desenvolver uma mentalidade empreendedora, no sentido de apresentar constantemente soluções criativas visando o futuro da organização, além de demonstrar proatividade para que, diariamente, a empresa tenha condições de identificar problemas e investir em novas alternativas.
Assim, essa postura empreendedora, no caso, intraempreendedora, deve ser compatível com os objetivos da companhia. Essa, por sua vez, deve estar preparada para receber esse tipo de atuação. Aqui, estamos falando da cultura organizacional, que precisa ser trabalhada de modo que sua estrutura hierárquica não impeça os colaboradores de apresentarem ideias e transformarem a realidade da empresa ao oferecer inovações internas.
A importância das inovações internas
Uma vez que a empresa alcança certa estabilidade, é muito comum que ela perca um pouco de seu potencial empreendedor, algo natural, pois, ao conseguir espaço no mercado, a tendência é que toda a estrutura organizacional seja mantida.
Entretanto, também é natural que, com o passar do tempo, não somente o comportamento do consumidor, mas também as soluções oferecidas pela concorrência acabem impactando seus resultados, fazendo com que processos que foram eficientes no passado tornem-se obsoletos e deixem de apresentar lucros interessantes.
Sendo assim, é preciso considerar alternativas para inovar internamente e permitir que a empresa possa reinventar seus processos e técnicas a ponto de criar soluções para o consumidor e assim se manter competitiva dentro do mercado.
Nesse sentido, o intraempreendedorismo apresenta-se como uma solução altamente viável, pois a partir dele, é possível não somente reagir de maneira rápida diante das eventualidades, mas também, identificar possíveis vulnerabilidades com antecedência e, assim, preparar a organização para mudanças antes mesmo dos resultados negativos começarem a aparecer. Isso sem falar na possibilidade que intraempreendedores têm de oferecer soluções inovadoras capazes de fazer com que a empresa cresça além das expectativas.
Um ambiente intraempreendedor faz com que a companhia opere nas fronteiras da tecnologia, encorajando o surgimento de novas ideias. Neste sentido, é preciso considerar a existência de elementos como multidisciplinaridade, patrocinadores da ideia e, fundamentalmente, o apoio das principais lideranças.
Um aspecto importante dentro dessa ação é que cabe ao intraempreendedor atuar em plena conformidade com os objetivos de sua organização, sendo assim, é fundamental que ele tenha suas ideias e apresente propostas de maneira alinhada com as estratégias da empresa. Isso significa que não basta apenas ser criativo, é preciso também ter uma série de outras características, como veremos a seguir.
As características mais comuns dos intraempreendedores
Um intraempreendedor só terá condições de oferecer soluções inovadoras para garantir maior competitividade para a empresa se tiver:
capacidade de analisar cenários;
facilidade de apresentar novas ideais;
atenção constante a novas possibilidades para a empresa em que trabalha;
inquietude;
vontade de encarar novos desafios de maneira constante;
motivação;
criatividade;
ousadia;
espírito empreendedor.
Como visto, o intraempreendedor não é apenas alguém que possui boas ideias, mas sim, um profissional plenamente adaptado à empresa em que atua, a ponto de poder oferecer contribuições diferenciadas para seu crescimento.
Como identificar os intraempreendedores dentro da empresa?
É possível que você já conte com pessoas com esse perfil dentro de sua empresa, mas que não identifique isso justamente porque a cultura organizacional ainda não está voltada para o intraempreendedorismo.
Sendo assim, uma maneira de conhecer os intraempreendedores que já estão na sua organização, mas que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar suas competências é dando espaço para que eles comecem a apresentar suas ideias. Isso pode parecer óbvio, mas, infelizmente, é algo que tem se tornado cada vez mais raro na maioria das empresas brasileiras.
Práticas como reuniões de brainstorming, feedback, entre outras, quando aplicadas, permitem melhorar a comunicação interna, além de dar a toda a equipe a possibilidade de contribuir com o crescimento da empresa. Este pode ser um primeiro passo na direção da criação de um espaço em que as pessoas se expressam melhor.
Além disso, é possível começar a incentivar a participação do profissional desde sua contratação. Procure desenvolver um processo de seleção que valorize a capacidade do indivíduo de lidar com desafios, indo além da trivial análise de currículo de cada candidato.
Sendo assim, você pode propor atividades inovadoras como a criação de um vídeo de apresentação, a produção de um infográfico, entre outras. Isso tudo pode ser feito a partir de uma disputa na qual o que estará sendo avaliado serão as competências de cada pessoa em função das necessidades do dia a dia da empresa.
A autonomia e a independência
Os intraempreendedores, por definição, não são autônomos como os empreendedores. Mas aqueles profissionais, dependendo do nível de organização e da abertura do negócio onde trabalham, podem ter bastante independência em relação a suas políticas e aos procedimentos já consolidados.
Se as tomadas de decisão críticas acabam recaindo sobre as costas do empreendedor líder, os intraempreendedores podem, muitas vezes, trabalhar suas ideias com poucas restrições e interferências, sem ter que pedir autorização a todo instante à alta administração do negócio. Por essas e outras é preciso manter uma relação de elevada confiança entre as partes.
A faísca e a manutenção da chama do negócio
Podemos, no fim das contas, dizer que o empreendedor provê a faísca do negócio, enquanto o intraempreendedor mantém a chama acesa, dentro, obviamente, dos limites da organização. O primeiro enfrenta barreiras nos cenários externos e na produtividade de sua equipe, mas o outro pode ter que superar a visão ultrapassada e os conflitos da própria empresa.
O empresário pode ter dificuldade para obter recursos, enquanto o intraempreendedor tem recursos mais facilmente disponíveis para colocar as ideias inovadoras em prática, caso tenha o aval do gestor. O empreendedor deve tomar conta do negócio em escala macro e pode perder tudo se seus esforços fracassarem. Já o intraempreendedor é, em geral, altamente qualificado e especializado, ainda podendo contar com seu salário caso sua ideia inovadora não alcance o êxito esperado.
O que faz com que empreendedores e intraempreendedores sejam semelhantes é a paixão de ver que as coisas são seguidas até o fim e a coragem para enfrentar o fracasso. Se o primeiro é essencial para a empresa existir, o outro é importante para a empresa se manter competitiva, passando a se colocar como um recurso fundamental para a longevidade do negócio. É uma relação de complementação que, se bem estabelecida, pode ser igualmente proveitosa para ambas as partes!
Os profissionais de marketing costumam falar sobre a importância da marca, trazer exemplos de logos famosos de empresas de sucesso e criar uma identidade visual corporativa.
Antes de entender sobre a necessidade de criar uma marca que seja lembrada, vamos falar como ela funciona em situações reais. Por que tantas vezes nós pagamos mais caro por determinados itens? Um motivo é a confiança na marca que estamos comprando, sem necessidade de pesquisas e análises prévias.
Qualquer produto pode apresentar alta qualidade, porém quando o logo acompanha uma história valiosa de marca e que tenha muitos fãs, faz com que o público confie e se identifique mais nele.
Esse produto diz ao consumidor que, se ele for até o balcão e o adquirir, não será um desperdício de dinheiro, mas sim um investimento em algo realmente valioso. Ao mesmo tempo, o que pode nos dizer um produto bom, mas sem uma marca conhecida? Nada. Ele é silencioso.
Neste artigo, falaremos sobre como tornar produtos e serviços que não são “ouvidos” em algo atrativo para o público-alvo e como aumentar as vendas da empresa.
Como Criar uma Marca Forte
Agora que lembramos de como é importante a influência da marca, vamos descobrir que tipo de coisa ela é e como alcançar o mesmo resultado com o nosso logotipo. Visto que a identidade visual da marca deve ser desenvolvida a partir do logo, você definitivamente precisa ter um. Usando serviços online, essa será uma tarefa fácil e rápida de ser concluída
Primeiro de tudo, é preciso distinguir claramente os conceitos de logo e de marca. Voltando ao exemplo anterior do produto no balcão, podemos concluir que não confiamos apenas em uma figura, ou seja, no logotipo, mas confiamos em toda a marca, ou seja, na experiência e nas conquistas da empresa que conhecemos. O logo, neste caso, nos permite identificar a empresa por trás do produto. Isso significa que o logo é um componente importante da marca. Contudo, também existem outros elementos que devem ser considerados.
Qualidade e Preço
A qualidade do seu produto ou serviço deve ser confirmada pelos preços. Às vezes, sem uma consulta oportuna, o consumidor pode descobrir que um produto mais caro será de maior qualidade. Isso é algo que não pode ser erradicado de nós. Porém, você também pode perder clientes nesse truque.
Por exemplo, a marca Lexus foi criada pela Toyota Motors especificamente para diferenciar a linha principal com o slogan “A corrida imparável pelo sucesso”. Os carros de luxo estão agora em 10 marcas japonesas a preço de mercado. Se a sua política de preços não envolver um aumento no preço de um produto ou serviço competitivo, concentre-se no orçamento dessa compra. Usando publicidade e instruções simples, deixe os clientes entenderem que a funcionalidade e a qualidade do seu produto não são inferiores às apresentadas pelos fabricantes mais populares.
A inconsistência da qualidade em relação ao alto preço pode afetar gravemente a atitude de seus clientes para com a sua empresa. É melhor contar com um grupo de compradores dispostos a arriscar a qualidade de um produto ou serviço em relação ao seu baixo custo.
Diversidade em Atrair Clientes
Você conhece bem o seu público-alvo? Essa análise é necessária para desenvolver boas estratégias de atração de clientes. Considerando as características do seu público é necessário não apenas fornecer produtos e serviços a ele, mas também desenvolver uma identidade corporativa e até mesmo escolher a cor que as paredes de uma loja ou escritório serão pintadas.
É importante lembrar constantemente das preferências de seus clientes e trabalhar com elas, usando métodos e abordagens adequadas. Isto é, ao abrir uma creche, você precisa considerar que tipo de serviço os pais das crianças estão dispostos a pagar, bem como, que tipo de oferta interessará a uma criança.
Se isso parece uma tarefa difícil, lembre-se de Walt Disney. Ele não parou no setor principal, que era animação, mas também se arriscou a comprar 60 hectares de terra em Nova Orleans, onde construiu a Disneylândia com o slogan “O lugar mais feliz do planeta”. Essa nova abordagem para atrair clientes encantou as pessoas e aumentou significativamente as vendas da empresa.
Analise as características de seus clientes e experimente abordagens para atrair novos consumidores.
Trabalhe com os Clientes
Um cliente ofendido não é apenas uma simples perda, mas um vírus que propaga críticas negativas sobre a empresa, sempre que possível. Assim, a empresa pode perder não apenas clientes atuais, mas também potenciais.
É importante evitar a negligência na comunicação com os clientes. Não importa se você está dialogando ou trocando e-mails com seu cliente, mostre seu interesse em resolver problemas. O cliente deve saber que pode confiar em você e que vale a pena trabalhar com você. Além disso, ter interesse nas opiniões e avaliações dos clientes pode abrir uma maneira mais prospectiva de desenvolvimento da empresa.
Assim, a mundialmente famosa empresa LEGO e seu slogan “Crianças Nos Servem de Exemplo”, em meados dos anos 60, tornou-se a primeira do setor a ouvir os desejos dos clientes antes de começar a desenvolver um novo produto. Isso ajudou a empresa a concluir um dos projetos mais bem-sucedidos: criar uma ferrovia a partir de blocos, o que trouxe um enorme lucro aos proprietários.
Não deixe as mensagens para serem respondidas mais tarde, é preciso responder prontamente aos clientes. Isso criará uma imagem favorável da sua empresa.
A maneira como você se comunica com os clientes, o humor e o estilo da conversa podem afetar diretamente as vendas. Muitas vezes, depois de conversar com um vendedor experiente, um cliente faz uma compra que ele não planejava anteriormente.
Além disso, compreender os princípios básicos da psicologia ajudará você a deixar o comprador mais interessado e a inspirar a confiança dele. Mas isso requer diálogo. Não tenha medo de conversar com seus clientes.
Estilo Criativo
Crie o seu estilo corporativo e atenha-se a ele. Assim será mais fácil para seus clientes formarem uma imagem unificada de sua empresa. O estilo original deve incluir, além das cores corporativas e o uso de um logo, também o conceito de como o conteúdo será construído: temas e estilos que dominam em seus blogs ou mídias sociais.
Recomenda-se publicar fotos de produtos ou quaisquer outros componentes visuais que combinem uns com os outros em suas plataformas web, criando assim uma imagem original da empresa. Para fazer isso, você pode contratar um fotógrafo ou usar a câmera de seu smartphone. Seja qual for o caso, cada elemento do seu estilo deve destacar de forma harmoniosa a criatividade da sua empresa. Cuide disso.
Transparência e Honestidade
Não tente enganar o cliente. Isso é algo que pode destruir o relacionamento de confiança com ele para sempre. Seja extremamente honesto sobre as vantagens e desvantagens do seu produto. Não use conteúdo manipulador em e-mails, comerciais, artigos, etc. Os consumidores não gostam quando alguém os engana. Além disso, eles rapidamente sentem a insinceridade. A melhor maneira é tentar criar uma amizade especial. Para isso, esteja aberto.
Conte aos clientes a história da sua empresa em uma página web chamada “Sobre Nós”.
Compartilhe os princípios da sua empresa postando fotos ou informações sobre eventos ou organizações que você apoia.
Avaliações reais dos clientes são necessárias, tanto positivas, quanto negativas. Pois ninguém acredita que 100% dos usuários admirem o produto.
Escreva descrições verdadeiras dos produtos. É importante que as pessoas saibam o que vão receber ao darem o dinheiro delas.
Garanta aos consumidores a proteção de seus dados. É importante que as informações do cliente não acabem em outras mãos.
Incentive a Atividade dos Clientes
Crie plataformas para discussão em suas páginas de mídia social, onde os clientes podem compartilhar experiências e sentimentos após a compra. Faça ofertas especiais para motivar o público a postar fotos com a sua marca ou deixar comentários. Acima de tudo, os clientes confiam em avaliações de outros clientes. Portanto, tente abrir páginas para discussão.
Atraia visitantes para participarem de pesquisas e outras atividades. Isso ajudará a formar um grupo de pessoas que gostam de seus produtos e serviços. Também criará a sensação de uma grande e amigável família entre os usuários. Assim, o risco dos clientes buscarem os concorrentes será reduzido.
Todos esses aspectos do negócio são componentes integrais da marca, o que fará com que o seu produto fale por si e motive os consumidores a se tornarem seus clientes.
Como Atrair Clientes Através da Mudança da Percepção da Marca?
Vamos considerar a situação de um produto de marca no balcão da loja novamente. Se a escolha para o consumidor é óbvia, tudo está bem e a empresa não tem com o que se preocupar.
Mas e se houver outras marcas conhecidas próximas ao seu produto? Provavelmente isso vai acontecer.
De fato, a competitividade no mercado moderno é simplesmente insana. É improvável que haja algum nicho em que uma startup não precise lutar para ter seu lugar ao sol. Mas mesmo que você consiga encontrar algum, com certeza você não ficará sozinho lá por muito tempo.
O mercado cria uma ampla gama de produtos para o público e, consequentemente, maior concorrência para as empresas. Portanto, apenas criar uma marca não é suficiente, é preciso também cuidar da sua competitividade.
Primeira Impressão
Pode parecer que para startups no ramo de locação ou aquisição de imóveis, por exemplo, estabelecimentos de catering, escolas particulares, lavagens de carros, etc. que a primeira impressão dos clientes será gerada apenas quando no interior do estabelecimento e quando o serviço for feito. Mas é preciso olhar mais profundamente e pensar nos outros caminhos que existem entre você e o público-alvo.
Você deve considerar todas as opções possíveis para se encontrar com um cliente em potencial: páginas de destino, cartões de visita, publicidade, etc. Para percorrer esses caminhos, vale a pena considerar as preferências do seu público-alvo.
Consistência
Há pouca confiança em pessoas que são inconsistentes em seus discursos e frequentemente mudam de ideia. No marketing, essa diversidade pode afetar negativamente o status da sua empresa.
Para manter a sua imagem clara e familiar para os consumidores, você precisará criar uma estratégia clara de promoção da marca e segui-la. Também é importante verificar quais resultados o Google mostra ao pesquisar informações sobre sua empresa. Se algumas informações não estiverem em conformidade com a sua empresa, exclua-as entrando em contato com os autores ou com o Google diretamente.
Fidelidade
A lealdade do cliente acelera o crescimento da base de clientes e aumenta as vendas repetidas. Seja amigável com seus clientes e mostre a eles a sua disposição em ajudar. Para fazer isso, é melhor usar o e-mail, onde você pode informar os clientes sobre ofertas especiais.
A quantidade dos e-mails enviados dependerá diretamente do número de seus eventos e conteúdo exclusivo. Se você não tem nada para anunciar, pode enviar um lembrete de que você existe, mas não force muito.
Considerações Finais
Usando essas dicas, a sua marca em breve conversará com seu público-alvo com mais confiança e chamará mais atenção de que seus concorrentes. Mas antes, dê o primeiro passo para criar uma marca forte e eficiente da sua empresa criando um logo e o estilo corporativo dela agora mesmo. E saiba que isso nunca será um problema: com os serviços online disponíveis, é apenas questão de minutos.
Texto escrito por Anatolii Riabyi, profissional de marketing no Logaster.com.br.
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