Funerárias são comércios que ninguém tem interesse em usar, mas algo inevitável na vida de todos. Para empreender no ramo funerário é preciso ter em mente que lidar com os mortos não é tarefa fácil e necessita de um trabalho especializado e meticuloso.
Muitas funerárias são negócios de família, que em diversas vezes moram no mesmo imóvel do estabelecimento e convivem muito bem com essa situação. Os empreendedores de funerárias estão sempre buscando formas de agregar valor ao negócio, já que o setor está passando por diversas modificações referentes às suas normas e questões de valores e preços tabelados.
Em épocas passadas, as funerárias costumavam realizar o procedimento completo e cuidavam desde o contato com a família e a preparação do corpo até a entrega no cemitério. Questões burocráticas também ficavam por conta do estabelecimento. No entanto, hoje em dia, embora ainda existam funerárias que oferecem os procedimentos completos, o serviço ficou dividido entre três estabelecimentos relacionados. São eles:
Funerária: responsável pelo fornecimento da urna funerária e pelo translado do corpo;
Clínicas médicas especializadas: são responsáveis por todo o tratamento do corpo, incluindo a maquiagem, vestimenta e colocação das flores;
Administração do cemitério: faz a venda da cova, providencia o lugar para o velório e é responsável por toda a parte do enterro.
A principal responsabilidade de uma instituição funerária é a venda e o translado das urnas fúnebres. Entretanto, o empreendedor pode oferecer outras formas de serviço para agregar valor ao negócio, como, por exemplo, apresentar ornamentações diferenciadas.
Existem muitas crendices que rondam o ambiente das funerárias e para entrar nesse ramo não basta apenas querer abrir um negócio, é necessário gostar desse tipo de serviço, que não é uma atividade comum, como tantas outras, mas sim algo que envolve os sentimentos de pessoas que perderam entes queridos.
O setor funerário cresceu, aproximadamente, 30% nos últimos anos e montar uma empresa no ramo pode ser bastante lucrativo. Mas, antes de iniciar o negócio, é importante entender como ele funciona e os detalhes de cada etapa. Quando morre uma pessoa, o primeiro lugar em que o familiar entrará em contato para as devidas providências será a funerária, que precisará estar devidamente apta para oferecer todos os serviços necessários para a ocasião.
O fato de o setor estar em expansão não quer dizer o aumento de mortes na população, mas sim, um maior investimento no negócio e melhorias nos serviços ofertados. Segundo a Funexpo 2011, uma feira voltada para o ramo funerário, existem tendências crescentes relacionadas com a sustentabilidade e, por isso, muitos têm procurado serviços de urnas ecológicas, cemitério vertical e até urnas cinerárias, que são produtos feitos de material ecológico e se dissolvem rapidamente no ambiente.
Caso o cliente não tenha preferência por uma funerária, existe em alguns estados, a Central de Óbitos, que distribuirá a demanda pelo serviço por rodízios de empresas cadastradas.
Em alguns estados, por determinação do governo, serviços funerários destinados a crianças com uma altura de até 1m, não devem ser cobrados. As Secretarias de Desenvolvimento Social Estaduais oferecem serviços gratuitos para a população e, dessa forma, com a Central de Óbitos, a concorrência pode se tornar um pouco desleal.
A expectativa de vida dos brasileiros tem aumentado muito e, por isso, empreendedores funerários precisam pensar em como oferecer serviços diferenciados para que os ganhos possam ser maiores e para que não haja queda no setor. De acordo com um levantamento feito pela Abredif (Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário) esse mercado movimenta, aproximadamente, R$ 2 bilhões por ano e, cada vez mais, esses estabelecimentos oferecem serviços específicos e personalizados, cuidando de toda a parte da documentação e realizando cerimônias suntuosas.
Onde instalar
Para pensar no lugar ideal para montar uma funerária, é necessário já ter decidido se a empresa terá uma sala de preparação, que é onde o corpo é embalsamado e ornamentado. Tendo uma sala de preparação, a instalação da empresa somente pode ser feita a, no mínimo, 5 km de distância de residências, de acordo com normas da Anvisa.
O imóvel precisa estar regularizado e é importante que o local seja de fácil acesso, tenha local para estacionamento e de preferência, próximo de hospitais, clínicas médicas, cemitérios e necrotérios.
Uma pesquisa de mercado é essencial antes de abrir qualquer negócio e com funerárias não é diferente. Será necessário pesquisar a concorrência, o perfil dos clientes em potencial, valor do aluguel do imóvel e observação com relação ao bairro, se é de classe A, B, C ou D e se os hospitais são públicos ou privados.
Documentos Necessários
Para que seja iniciado um empreendimento funerário, a empresa deverá ser registrada nos seguintes órgãos:
Junta comercial;
Secretaria Estadual da Fazenda;
Secretaria da Receita Federal, para obter o CNPJ;
Prefeitura, para conseguir o alvará de funcionamento;
Caixa econômica (INSS/FGTS);
Entidade Sindical Patronal;
Corpo de bombeiros.
É necessária uma visita à Prefeitura para realizar a consulta do local.
Para iniciar o empreendimento, será realizada uma vistoria no local, com o intuito da emissão de uma licença sanitária da Anvisa, já que se trata de um trabalho que envolve corpos em decomposição e que podem disseminar bactérias e transmitir doenças. Como em todos os ramos, a higiene é essencial e em uma funerária é extremamente importante, devido ao tipo de serviço.
Os corpos somente podem ser manuseados se não apresentarem riscos, caso contrário, o corpo permanecerá no IML para os procedimentos necessários.
Funerária pode ser MEI?
Sim, uma funerária com CNAE 9603-3/04 – Serviços de funerárias, pode ser MEI.
Para um bom funcionamento das finanças do estabelecimento, existem alguns softwares de gestão, como o eGestor, que fará todo o controle de vendas e estoque, além de emitir a nota fiscal eletrônica. Trata-se de um sistema simples e inteligente, ideal para micro e pequena empresa.
Empreender não é uma tarefa fácil, principalmente se estamos começando nosso próprio negócio.
Quando trabalhamos para os outros, temos funções específicas: vendas, marketing, jurídico, produção etc. — mas, quando abrimos nossa empresa, temos que estar atentos a tudo isso, especialmente se os recursos forem escassos.
Assim, é comum que o empresário dê mais foco àquilo que é o coração do seu negócio. Contudo, sem uma boa gestão financeira, não há negócio que atinja todo o seu potencial. Na verdade, aliás, a falta de gestão financeira pode acabar arruinando a sua empresa!
Mas você pode ficar tranquilo, porque é perfeitamente possível aprender a fazer uma boa gestão financeira do seu negócio. E existem muitas ferramentas que podem ajudar. Quer ver quais são? Então continue lendo este post e confira nossas dicas!
7 dicas de gestão financeira para a sua empresa
1. Entenda ao menos o básico de finanças
De fato, você não precisa ser um grande especialista em finanças, mas, de novo: lembre-se de que esse é o seu negócio. Você investiu muita energia, dinheiro e expectativas nele, então, não deixe suas finanças abandonadas!
Para começar, aprenda a gerenciar seu fluxo de caixa. Saiba quanto você tem de caixa, quanto entrou e quanto saiu nos meses e anos anteriores. Então, levando isso em consideração, projete os próximos meses.
Inclusive, é sempre importante ser conservador nas projeções. Ou seja, para nunca ser surpreendido por um desempenho pior do que o esperado, utilize sempre os “piores” números possíveis.
2. Faça um bom controle mensal
Esta dica deriva da primeira: não deixem acumular vários meses sem fazer controle de fluxo de caixa. Insira essa atividade na sua rotina — assim, você reduz muito o risco de ser pego de surpresa e não ter os recursos necessários para honrar seus compromissos ou fazer os investimentos necessários.
3. Registre tudo e organize seus documentos
Nenhum empresário pode se dar ao luxo de não ter seus documentos organizados. A empresa tem que estar sempre apta a prestar conta dos seus negócios, seja para o governo — Receita Federal, estado e município —, para fornecedores ou para os clientes e ex-clientes.
Então, registre tudo e guarde todos os documentos de forma organizada e sistemática. Acredite: isso vai poupar tempo e muita dor de cabeça!
4. Gerencie o seu tempo
Sabemos que um empresário tem muitas responsabilidades e uma vida sempre atribulada. Por isso, você precisa ter bem definidas quais são as metas para o seu negócio.
Além disso, estabeleça quanto tempo vai dedicar a cada uma delas. E não se esqueça de que ter uma boa saúde financeira deve ser uma meta permanente para a sua empresa!
Na verdade, isso não é apenas uma meta — é uma premissa. Um negócio sem boa gestão financeira não é sustentável, portanto, defina quanto tempo você vai dedicar a esse tema. Aliás, vale a pena conferir mais dicas para gerenciar melhor o seu tempo.
5. Separe as contas da empresa das suas contas pessoais
Fazendo um fluxo de caixa realista, você vai saber quanto pode retirar mensalmente. Então, abra uma conta para a sua empresa e use o cartão da empresa apenas para contas relativas ao negócio.
Com base nisso, defina o seu pró-labore e não misture as suas contas com as da empresa. Se não houver essa separação, você pode perder o controle rapidamente, gastando mais do que ganha, e não conseguir atingir seus objetivos.
6. Planeje seu crescimento com base nos dados
Agora que você já se organizou e conhece bem suas receitas, suas despesas, de onde elas vêm e qual é sua natureza, ficará muito mais fácil planejar o futuro da sua empresa.
Assim, você conseguirá detectar melhor as oportunidades — tanto com relação à redução de custos quanto perceber onde há mais oportunidades de negócios, de captar novos clientes e aumentar suas vendas.
Contudo, é importante sempre estar atento à realidade e corrigir rumos. Então, lembre-se de rever seu planejamento estratégico periodicamente, analisando os novos dados que vão sendo inseridos.
7. Conte com um bom sistema de gestão financeira
Muitas vezes, começamos a fazer a gestão financeira em uma planilha. O tempo passa, e acabamos abrindo outra planilha, com outro objetivo. Então, certo dia em que estamos com pressa, fazemos uma anotação no bloquinho mesmo.
Quando vamos ver, o caos já se instalou, e vai tomar um bom tempo para reorganizar tudo. Isso na melhor das hipóteses, porque ainda pode acontecer de perdermos informação no meio dessa bagunça toda.
Por isso, o mais recomendado é contar com um bom software de gestão financeira. Assim, você ganha agilidade e tem mais tempo para se concentrar na parte estratégica da sua empresa, sem correr riscos desnecessários.
Além disso, usar um sistema é mais prático, pois todas as informações ficam centralizadas em um mesmo lugar, de fácil acesso, e podem ser compartilhadas com quem for preciso — equipe, fornecedores, clientes.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas, que simplifica não apenas a gestão financeira, mas toda a gestão empresarial.
Um sistema de gestão fácil e online, pelo qual é possível fazer, além de controle financeiro, o controle de Estoque, Nota Fiscal, entre outros — tudo de forma simplificada. Quer ver só? Confira agora algumas vantagens do eGestor:
1. Controle financeiro
Você pode fazer a gestão do fluxo de caixa e controle de contas a pagar e receber, emitir relatórios de fluxo financeiro, fluxo futuro, controlar comissões de vendedores e até clientes inadimplentes.
2. Controle de estoque
Com os relatórios gerenciais do eGestor, você também pode fazer uma gestão eficiente de estoque e integrar o controle com compras, vendas e financeiro.
3. Controle de vendas de produtos e serviços
Faça o pedido de vendas de forma fácil e rápida, além de controlar o estoque e o financeiro. E você ainda terá acesso a relatórios detalhados de vendas.
4. Nota fiscal eletrônica
Por fim, ainda é possível emitir a NF-e e imprimir a DANFE, ou enviá-la para o seu cliente por e-mail.
Entre os utensílios necessários para serviços de limpeza, a vassoura é um dos itens mais usados. Afinal, a varrição faz parte da rotina doméstica, da limpeza de estabelecimentos empresariais e públicos; praças, ruas, avenidas e muitos outros locais. Pisos não são lavados diariamente, mas, com certeza, são limpos com uma vassoura. E, ainda que o produto seja de excelente qualidade, em algum momento terá que ser substituído por uma vassoura nova. Ou seja, o mercado consumidor de vassouras é também uma oportunidade para quem planeja abrir o próprio negócio.
Como montar uma fábrica de vassouras?
Em primeiro lugar, é fundamental fazer uma ampla pesquisa sobre o negócio, especialmente quanto ao investimento inicial, fornecedores de matérias-primas e outros insumos, custos fixos, variáveis, encargos tributários, trabalhistas, canais de distribuição, legislação local (zoneamento urbano, uso e ocupação do solo), entre outros assuntos.
O investimento inicial é de pelo menos R$ 120 mil, incluindo o Capital de Giro necessário para os primeiros meses do negócio. Porém, somente com a elaboração de uma planilha orçamentária detalhada será possível chegar ao valor mais condizente com a localidade onde você planeja instalar a fábrica de vassouras, uma vez que diversos custos (imóvel, água, luz, combustível e matérias-primas) variam de um local para o outro em função de impostos estaduais como o ICMS, tributos e taxas municipais.
Especialistas em gestão empresarial recomendam a elaboração de um plano de negócios bem estruturado. Na internet, é possível encontrar roteiros para desenvolver um plano de negócios, além de vídeos e tutoriais sobre o ramo. Fazer uma pesquisa prévia, antes de contratar um consultor de negócios, é importante para que você tenha uma base de informações e, dessa forma, fazer as perguntas certas.
A fabricação de vassouras é um processo relativamente simples, mas, como qualquer empreendimento, exige muito conhecimento para colocar no mercado um produto de qualidade. Mesmo que a opção seja fabricar uma vassoura popular, a mercadoria precisa ter o mínimo de qualidade. Nenhum consumidor quer comprar uma vassoura “descartável”, daquelas que quebram no primeiro dia de uso.
Quando isto acontece, o consumidor faz rapidamente a conta do custo-benefício e acaba decidindo comprar a vassoura mais cara de uma empresa concorrente, em vez de continuar adquirindo o seu produto. Sem contar, que um consumidor insatisfeito influenciará na decisão de outros compradores, compartilhando a experiência negativa que teve com a sua marca. Portanto, popular ou sofisticada, muita atenção com o padrão de qualidade de sua produção de vassouras.
Fábrica de vassouras pode ser MEI?
Sim, uma fábrica de vassouras com CNAE 3291-4/00 – Fabricação de escovas, pincéis e vassouras, pode ser MEI.
Mercado competitivo
Uma fábrica de vassouras é um empreendimento de fácil instalação e, por esta razão, é um segmento bastante concorrido. Há empresários e cooperativas atuando neste mercado, bem como microempreendedores, que iniciam uma pequena produção em galpões menores. Quando não existe monopólio, a concorrência faz parte da rotina do livre mercado. Cabe ao empresário compreender bem os pontos fortes, fracos, fraquezas e oportunidades do negócio, para estabelecer a estratégia mais adequada ao empreendimento.
É importante criar diferenciais nos processos de comercialização, distribuição, prazos de entrega e pagamento e, principalmente, a assistência aos consumidores, quanto à qualidade do produto e a possíveis defeitos de fabricação.
Sabe aquele velho ditado “os olhos do dono engordam a boiada”? Pois um empreendedor tem que se dedicar totalmente à gestão da empresa para conquistar uma fatia do mercado consumidor e manter-se bem posicionado diante dos concorrentes. Mesmo com uma simples fábrica de vassouras é possível agregar valor ao produto e conquistar a preferência do consumidor.
Quem são os compradores de uma fábrica de vassouras? Tudo depende do porte da empresa. Há fabricantes que conseguem vender seus produtos diretamente aos mercadinhos, lojas de produtos de limpeza e utensílios domésticos. Outros, por terem uma produção em maior escala, tem que estruturar melhor os canais de distribuição, incluindo representantes comerciais, atacadistas e varejistas. Uma fábrica de vassouras de médio e grande porte terá como clientes atacadistas, hipermercados, supermercados, entre outros, que compram grandes quantidades do produto.
É importante ressaltar que, em algumas cidades, o microempreendedor pode concorrer às compras públicas, realizadas, geralmente, por meio de pregão eletrônico. Para isto, porém, a empresa deve estar em dia com a documentação e fazer parte do cadastro de fornecedores dos órgãos públicos, como prefeituras, por exemplo. Oportunidade que deve ser considerada durante a elaboração do plano de negócios.
Localização e estrutura da fábrica de vassouras
O galpão para instalar a fábrica deve ter no mínimo 150 metros quadrados. A planta industrial – área de produção, setor administrativo, almoxarifado e estoque – deve seguir normas técnicas. Por isso, é necessário contratar uma empresa de engenharia ou arquitetura para que as instalações fiquem adequadas à legislação, seguras para quem trabalha no local e com o mínimo de impacto à vizinhança.
O empreendimento deve estar localizado em área permitida pela legislação do município. Caso contrário, não será possível obter as licenças de localização, instalação e funcionamento. Portanto, não feche um contrato de compra ou locação de um imóvel antes de consultar as autoridades municipais como os departamentos de obras, comércio e meio ambiente. Estas informações, inclusive, deverão constar no seu plano de negócios.
Controle financeiro com eGestor
A tecnologia facilitou a gestão de empresas. Investir em softwares de gerenciamento empresarial resulta em economia de dinheiro, tempo e otimização da produção, administração, controle contábil e financeiro, comercialização e logística. E quando se trata de finanças, então, o controle tem que ser rigoroso.
Há diversos softwares de gerenciamento de negócios. O eGestor é uma plataforma bastante utilizada para o controle financeiro de empresas. Com este software é possível gerir o fluxo de caixa, as contas a pagar e a receber, emitir balancetes contábeis. O controle financeiro é um dos processos gerenciais mais importantes para o sucesso da empresa. Portanto, vale a pena investir em uma tecnologia testada e aprovada pelo mercado.
Planejamento e controle são palavras-chaves para o sucesso da fábrica de vassouras. Isto implica, por exemplo, no controle rigoroso da produção e dos estoques para reduzir os riscos de ficar com mercadorias encalhadas devido à queda nas vendas ou não ter o produto para atender a demanda.
Como o ERP eGestor é possível fazer o controle integrado de compras, vendas, estoques e finanças. É um sistema de informação que integra todos os dados e processos da empresa. O eGestor processa relatórios completos sobre o estoque disponível, movimentação dos produtos, produtos por fornecedores e muitas outras informações imprescindíveis para a tomada de decisões.
O eGestor também possibilita a emissão de relatórios de vendas, Nota Fiscal Eletrônica e a DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica) ou o envio destes documentos fiscais para o e-mail do cliente. Não é um software complicado e a empresa receberá total assistência por parte da equipe do eGestor.
As compras e contratações de bens e serviços por parte do governo são todas realizadas através de licitações. No entanto, para que uma empresa possa participar de uma licitação, é necessário atender a algumas exigências, principalmente no que se refere à Lei 8.666/1993. Ou seja, isso significa que, para que a sua empresa participe de licitações, será preciso que você prepare o negócio e faça um cadastro no órgão público com o qual a sua empresa pretende realizar transações comerciais.
Devido à série de normas estabelecidas quanto à Lei de Licitação, é comum que muitos empreendedores fiquem em dúvida sobre o que fazer para participar de licitações. Quer saber como o seu negócio pode fornecer produtos e/ou serviços para o governo? Veja abaixo as informações e dicas que temos para você!
Acompanhe:
Como inserir a empresa em processos de licitação?
Para que a sua empresa possa participar das licitações da Prefeitura, você deve prepará-la para fazer o cadastro na entidade pública, pois é dessa forma que o seu negócio conseguirá obter o registro cadastral. Em relação aos documentos necessários para fazer esse registro, a Lei de Licitações determina que é obrigatório comprovar a habilitação jurídica, a qualificação técnica, a qualificação econômico-financeira e a regularidade fiscal da sua empresa.
Dessa forma, será preciso apresentar os seguintes documentos no departamento de cadastro:
Registro na Junta Comercial;
Cadastro na Fazenda (Federal, Estadual e Municipal) com todas as taxas, encargos sociais e impostos em dia.
A habilitação jurídica
Com a finalidade de identificar a empresa, seus sócios, administradores e o ramo de atividade, a habilitação jurídica é um comprovante obrigatório para as licitações. Como determina a Lei da Licitação no Brasil, para fazer isso é necessário que você apresente o contrato social em vigor e alterações contratuais registradas no órgão competente (Junta Comercial ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas da cidade onde a sua empresa está instalada).
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A qualificação técnica
A qualificação técnica é o que comprova que a sua empresa está apta para exercer as funções que ela propõe no mercado. Isto é, trata-se da capacidade que o seu negócio tem de executar as atividades para as quais é destinado. E, para comprovar isso, será preciso apresentar documentos como declarações bem detalhadas sobre os serviços e/ou produtos que você oferece. São os chamados “documentos comprobatórios de aptidão”. Ou seja, da capacidade de fazer alguma coisa.
A qualificação econômico-financeira
Para que você comprove a qualificação econômico-financeira de sua empresa, será preciso apresentar o balanço patrimonial e as demonstrações contábeis das atividades financeiras do negócio no último ano (ano fiscal com o início em 1 de janeiro e término em 31 de dezembro). Caso a sua empresa tenha sido aberta há pouco tempo, apresente o balanço de abertura. Esses balanços servem para mostrar que o seu negócio tem competência financeira para cumprir com as atividades que promete.
Para a realização dos balanços financeiros que comprovam a qualificação econômico-financeira do seu negócio, o ideal é que você disponha dos serviços de um contador. Outro documento que deve ser apresentado para essa norma comprobatória é a certidão negativa de falência, que é expedida pelo distribuidor da sede da pessoa jurídica (ou de execução patrimonial). Normalmente, esse órgão é o Fórum da cidade onde a sua empresa exerce as atividades.
O capital social mínimo também pode ser exigido como obrigatório para comprovar a qualificação econômico-financeira de meu negócio. Por sua vez, o capital social mínimo é verificado através do balanço entre o capital social, as reservas de capital, as reservas de reavaliação, as reservas de lucro e os lucros/prejuízos acumulados da sua empresa.
A regularidade fiscal
Para comprovar que a sua empresa está em dia com o fisco, será necessário apresentar documentos, como:
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) junto ao Ministério da Fazenda;
Comprovante de regularidade fiscal com a Fazenda (Federal, Estadual e Municipal);
Certidão Conjunta de Débitos em relação a tributos federais e à Dívida Ativa na União;
Certidão Estadual e Municipal da empresa;
Comprovante de regularidade em relação ao seguro social (INSS): Certidão Relativa a Contribuições Previdenciárias;
Comprovante de regularidade em relação ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.
Análise de riscos
A análise riscos é o que comprova o “futuro provável” de sua empresa. Isto é, são levados em consideração se a sua empresa dispõe de estabilidade financeira, se tem títulos protestados, se possui boas referências no mercado em que atua e junto aos fornecedores. Enfim, se trata de, assim como diz o próprio nome, fazer uma análise dos riscos que a sua empresa pode apresentar em relação ao fornecimento de produtos, bens ou serviços.
Nesse aspecto, você também deve considerar a fama e honradez do órgão público em relação ao pagamento das licitações. Afinal, se firmar parceria com uma empresa pública que não paga, quem terá prejuízo será você. Além dos prejuízos, outros problemas podem ser a burocracia e a demora em regularizar a situação. Fique atento!
Como funcionam os processos de licitações?
De modo geral, a licitação é um processo no qual você concorrerá com outras empresas a oferta de produtos, bens e serviços para uma empresa pública. Para que a sua empresa vença licitações, portanto, será preciso que, entre outras coisas, ela apresente os melhores preços aliados às melhores técnicas. Em toda licitação, há a publicação de um edital e você deve conferir esse documento antes de entrar em um processo desses.
No edital estão as especificações sobre os produtos e/ou serviços que a empresa pública contratará. Basicamente, o que acontece atualmente é que as empresas que proporcionam os menores preços vencem as licitações. No entanto, quando falamos em menor preço é essencial que você atenda ao que o órgão público pede. Caso você ofereça os preços mais baixos à Prefeitura, mas não cumpra com os requisitos do edital, a sua proposta não será válida.
Além do menor preço, em alguns processos de licitação também podem ser levados em consideração: a melhor técnica, técnica e preço ou maior lance ou oferta.
Briquete é o nome de um combustível sustentável e renovável feito a base de fragmentos de madeira prensada e ressecada. É um combustível do qual é possível retirar a biomassa, que é a energia gerada a partir de qualquer resíduo animal ou vegetal.
O briquete apresenta um formato cilíndrico e é altamente compactado, tendo uma grande densidade. Possui como pontos positivos, inclusive, até mesmo algumas características que o colocam em uma posição de superioridade em relação à lenha. Afinal, o briquete possui uma calorimetria mais regular, e sua combustão também produz mais calor do que a queima de lenha.
Além de ser mais eficaz do que a lenha, que normalmente é feita de madeira nativa, os briquetes reaproveitam restos das indústrias madeireiras e agridem menos ao meio ambiente. Ele já é considerado por muitos como “carvão ecológico” e substituto para a lenha nas indústrias que exigem a geração de calor por combustão de madeira. Pode alimentar caldeiras industriais, fornos, churrasqueiras e até mesmo lareiras.
O desempenho dos briquetes gera um grande aproveitamento de sua biomassa. 30 kgs de briquetes produzidos a partir de serragem, maravalha, fitas de compensado e outros restos de madeira chegam a gerar até mesmo 100 kwh de energia elétrica por mês.
O mercado de briquetes no Brasil
Dependendo da região do território nacional onde se pretende instalar a empresa, ela pode se tornar pioneira do setor na região. Isso porque as indústrias de produção de briquetes estão centralizadas principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os estados com maior capacidade para geração de briquetes são Paraná e São Paulo.
É interessante também atentar para outras fontes de resíduos para além da indústria madeireira. No Brasil, a cana-de-açúcar gera milhões de toneladas de bagaço que costumam ser aproveitados apenas para adubar o solo em novos plantios. Parte destes resíduos poderiam facilmente ser transformados em briquetes. Outras fontes de resíduos para a briquetagem estão nas podas urbanas e até mesmo nos restos da construção civil.
O consumo de briquetes é maior nas indústrias que os utilizam como combustível para suas caldeiras. No entanto, apesar de ainda incipiente, o mercado varejista de briquetes também tem crescido. Aumenta o número de famílias que tem substituído o carvão pelos briquetes. Segundo eles, esta matéria dura mais, é mais limpa, tem menos odor e é mais fácil de manusear.
Abrir uma fábrica de briquetes
O primeiro aspecto para abrir uma fábrica é a localização. Para isso, dividiremos em duas partes: características da região e do imóvel. É importante escolher um local que seja o mais próximo possível da fonte de matéria prima dos briquetes.
Isso porque a matéria-prima é pouco densa e, portanto, leve, dificultando longas viagens. Com relação ao imóvel, é interessante que esteja próximo a fontes de água e possua um terreno regular.
É importante também não se esquecer das ações burocráticas que devem ser tomadas antes da abertura de qualquer empresa. Fazer pesquisa comercial junto à prefeitura, apurar se a marca que representará a empresa já não tem dono, fazer o arquivamento do contrato social ou da Declaração de Empresa Individual, solicitar CNPJ, Inscrição Estadual e Alvará de Funcionamento, fazer a Matrícula no INSS, obter a certidão de uso do solo e, especificamente para indústrias que lidam com recursos naturais, realizar a regulamentação junto ao Ibama.
A estrutura física de sua fábrica de briquetes dependerá da expectativa de produção. Quem inicia no setor não costuma utilizar um terreno mais do que 4000 metros quadrados, com um quarto deste território coberto para algumas áreas da produção que exigem proteção contra chuva e outras intempéries. Divide-se por área de recepção e estocagem da matéria-prima (silo úmido e silo seco); galpão de produção; almoxarifado e laboratório de análises; área administrativa e comercial.
Fábrica de briquetes pode ser MEI?
Sim, uma fábrica de briquetas com CNAE 1629-3/01 – Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto móveis, pode ser MEI.
Pessoal e maquinário da fábrica de briquetes
Novamente, a quantidade de contratados dependerá do tamanho que você deseja a empresa. Mas, para uma empresa de pequeno porte, ou para manter a proporção, a sugestão são cerca de dez funcionários. Um para recepção, um para vendas, um para atividades administrativas e de quatro a sete para a produção em si.
Para além dos equipamentos normais de almoxarifado e de escritórios, o maquinário específico para a produção de briquetes é: uma briquetadeira n/95; um silo para estocar matéria seca; um silo para estocar matéria úmida; um secador de tambor; uma pá carregadeira; uma fornalha mecânica; uma extrusora de pistão mecânico e dois a três caminhões (próprios ou frota terceirizada).
Outra parte que é imprescindível neste e em qualquer negócio é saber gestar todas as etapas da empresa. Para isso, é indicado um software de administração como o eGestor. Com sua plataforma completamente on-line, você não sobrecarrega os computadores da empresa, pois os dados são salvos no servidor online (nuvem).
O software oferece cobertura completa em todos os momentos da produção: entrada de insumos e saída de produtos, análise e controle comercial, emissão de nota fiscal eletrônica, quadro funcional e tantas outras atividades. Um programa pensado para economizar tempo e dinheiro.
Com relação à mercadoria, fique atento. É imprescindível que haja um grande giro na empresa, mas não dá pra ficar sem estoque. Mantenha o mínimo necessário para eventuais negociações maiores do que o esperado.
Quando for negociar por matéria prima, fique de olho na madeira. Prefira as peças mais claras, pois elas têm uma maior duração útil e poderão ser estocadas por mais tempo. A maioria da matéria-prima disponível no mercado de briquetagem provém de pinus. Esta madeira gera em torno de 4500 a 5000 Kcal/kg. A geração calorífica depende do tipo e da qualidade da madeira utilizada.
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