Uma empresa de mudanças pode ser um negócio perfeito para quem deseja investir em uma área com muitas demandas. Seja em cidades grandes, médias ou pequenas, as pessoas nunca deixam de se mudarem. Além disso, se você possui uma empresa de mudança, tem um público grande, composto por pessoas físicas e jurídicas.
Neste artigo, abordaremos o necessário para entrar no negócio. Leia para saber tudo o que é básico e fundamental na hora de abrir uma empresa de mudanças.
Mercado
O segmento do mercado no qual as empresas de mudanças estão inseridas está diretamente ligada ao setor imobiliário. Dessa forma, você precisa conhecer bem os últimos dados sobre esse mercado na sua região. Ainda que as empresas sejam afetadas pelas mudanças do governo federal, cada cidade possui características que influenciam nas mudanças feitas pela população.
O setor oferece vantagens por abranger as mudanças residenciais e também as corporativas. Elas podem diversificar ainda mais os seus serviços, oferecendo, por exemplo, guarda de patrimônio. Como muitas pessoas precisam desocupar imóveis sem ter resolvido todas as questões de mudança, há muito interesse em empresas que guardam móveis e eletrodomésticos de forma segura.
Outra maneira de diversificar a empresa é retirando grandes móveis de maneiras diferentes. Um exemplo é o alçamento, que é um serviço feito por poucas empresas de mudanças. A princípio, você deve investir no fundamental para lucrar. É muito mais vantajoso gastar dinheiro no aluguel de um galpão do que em personalização de caixas e embalagens. No começo isso não é necessário, porque encarece demais o serviço.
Instalações
A estrutura do negócio dependerá do tamanho da empresa que você quer criar (em outras palavras, do tamanho da demanda que deseja cobrir) e dos serviços prestados. Se você realizar apenas o transporte e acondicionamento de material, precisará de um espaço para o escritório, uma garagem e dois caminhões.
Quando escolher o ponto, decida por um local com um pátio grande para os caminhões fazerem sua movimentação.
Legislação e burocracia
Como não há nenhuma legislação a respeito das empresas de mudanças, elas devem seguir as regras fiscais e tributárias das transportadoras. Ao abrir seu negócio, você precisa seguir o mesmo roteiro de outras empresas. Dirija-se à Junta Comercial do Estado e faça seu cadastro na prefeitura da sua cidade. Isso serve para o recolhimento do ISS. Em seguida, vá à Secretaria da Fazenda do Estado e, então, inscreva-se na Secretaria da Receita Federal para obter o CGC.
Se estiver ao seu alcance, filie-se às entidades representativas das empresas de transporte da sua região. Elas lhe darão orientação jurídica e ajudarão na montagem do negócio com consultorias e treinamentos das equipes.
Contratação
Uma pequena empresa deverá ter um atendente, dois motoristas e três embaladores ou carregadores. Dessa forma, uma estrutura mínima exige seis funcionários. Se a empresa for um pouco maior, poderá ter mais embaladores/carregadores. Você pode contratar funcionários específicos para esses dois cargos ou fazer com que eles revezem as tarefas.
Na hora da contratação, não avalie apenas a capacidade técnica. Escolha uma equipe comprometida com o crescimento da sua empresa. Eles devem ser competentes e eficientes. Entrevistas são importantes, visto que hoje em dia é difícil encontrar funcionários motivados e responsáveis. O trabalho realizado por empresas de mudança é difícil, já que exige força física e concentração. Para manter seus trabalhadores ativos e motivados, trate-os da melhor forma possível e respeite seus direitos.
Divulgação
As empresas de mudanças precisam de mais divulgação que as convencionais. Seu serviço depende dos meios de comunicação para chegar aos clientes. Encontre boas formas de divulgar seu trabalho, de maneira original e criativa. Invista na comunicação visual para criar uma identidade única ao negócio. Pinte a empresa e utilize adesivos com as cores da empresa nos veículos.
Você pode investir em outdoors e taxidoors. Folhetos, banners, panfletos e outros tipos de publicidade tradicional são bem vindos. E não despreze a internet, já que é um ambiente onde todo público se encontra. Tenha um site com informações sobre a empresa, e utilize os canais (como Facebook, Twitter e WhatsApp) para informar, oferecer suporte e fechar negócios.
Mão de obra
Invista em qualificação profissional para ter uma equipe focada na evolução do negócio. É importante pagar cursos de formação se os funcionários não possuem experiência. Como se trata de um trabalho em que é fundamental o contato direto com os clientes, eles precisam saber como agir. Devem ser polidos e educados, além de cuidadosos com a aparência.
Treinamentos específicos também são importantes para eles saberem o básico da etiqueta na área. Isso envolve, por exemplo, a limpeza no uniforme e a barba feita. Se você já tem conhecimento na área, deve estar envolvido diretamente na qualificação.
Investimento em inovação
Você estará mais apto a liderar o segmento do mercado se investir em tecnologia e inovação. Além de garantir que os serviços e as tarefas da empresa sejam realizados de forma eficiente, a empresa ganhará em produtividade. Pesquise sobre sistemas que melhoram as atividades da empresa e diminuem os erros dos processos.
Em termos de tecnologia, um software de gestão é indispensável. Você poderá administrar mais facilmente os cadastros de clientes, os fornecedores, as atividades de finanças e de depósito. Adquiria o programa eGestor, considerado o mais eficiente para empresas do seu setor. Ele contém tudo o que você precisa para gerir as atividades com eficiência.
Conclusão
Uma empresa de mudanças é importante em qualquer época do ano, independentemente do tamanho da cidade. Criar um negócio não é complexo, desde que você saiba com antecedência o que fazer. Invista nas pesquisas para realizar um bom planejamento. Você evita de perder tempo na abertura da empresa. Portanto, utilize nossas dicas e você saberá como dar o pontapé inicial na sua organização.
Muitos buscam entender os segredos da liderança. Mas, afinal, será que eles realmente existem?
Basicamente, o líder é o profissional que sabe tomar as melhores decisões – com precisão, rapidez e espontaneidade. Porém, saber se relacionar com a equipe é o ponto chave para os líderes que verdadeiramente querem ser bem-sucedidos.
Pensando nisso, confira neste artigo 13 dicas para se tornar um bom líder.
1. Transmita segurança
Alguns líderes entendem a designação de modo contrário e, em vez de estimular suas equipes, acabam intimidando-as.
Neste sentido, utilizar o título para encorajar os membros da equipe a se expressarem e incentivá-los é a melhor forma de começar a ser um bom líder.
2. Saiba delegar
Não confunda ‘delegar’ com ‘mandar’. A concessão de tarefas é um ponto essencial para a criação de uma equipe eficiente e organizada ao mesmo tempo. Além de demonstrar a confiança do gerente em sua equipe, a atitude também permite que ele passe a focar melhor em suas próprias competências.
Para aprender a delegar, lá vai a dica: identifique quais são os pontos fracos e fortes de cada membro da equipe. Em seguida, aposte na distribuição de tarefas com base no perfil de cada um.
3. Seja honesto
A honestidade também é uma qualidade que todo bom líder deve ter. Isso porque uma pessoa só passa a ser seguida e admirada quando é, antes de tudo, honesta.
Um bom líder é aquele que segue o exemplo de seus superiores, passando as crenças, valores e missão da empresa para os membros de sua equipe.
Além disso, um líder honesto também incentiva seus funcionários a serem como ele, o que criará um ambiente de trabalho muito mais saudável e eficiente.
4. Boa comunicação
Outra qualidade que todo bom líder deve ter é a capacidade de se comunicar bem com sua equipe.
Descrever o que você precisa – e o que você quer – com clareza é a melhor forma de garantir o bom funcionamento da equipe. Além disso, tal atitude também levará a criação de um ambiente muito mais saudável, com membros bem treinados e igualmente produtivos.
5. Transmita confiança
Empresas de todos os portes e segmentos do mercado passarão por épocas difíceis e é um dever do bom líder demonstrar confiabilidade e tranquilidade para a equipe em meio aos tempos ruins.
Lembre-se também que o líder deve saber “apagar incêndios”. Sendo assim, quando tudo estiver prestes a desmoronar, seja o ponto de ligação entre a sua equipe.
6. Tenha senso de humor
O “peso” do ambiente de trabalho é um dos grandes influenciadores da produtividade da equipe. Sendo assim, se o clima estiver pesado, as chances de que a produção caia são grandíssimas.
Quando o chefe é muito bravo ou mal-humorado, é uma tendência que a produtividade vá lá em baixo. Mas quando o chefe é animado e cheio de bom humor (mesmo na segunda-feira pela manhã), esse será um grande motivo para que a equipe se mantenha tão bem-humorada quanto.
O bom humor reflete em pessoas que acordarão felizes e satisfeitas para ocuparem os seus postos de trabalho. Em que isso resulta você já deve imaginar: boa produtividade.
7. Dê o exemplo no quesito comprometimento
Se você espera que a sua equipe tenha compromisso, dê o primeiro passo.
Não existe motivação maior para a equipe de funcionários do que ver o chefe igualmente comprometido com a ação ou projeto em questão. Mais uma vez reforçamos uma característica que todo líder deve ter: deve saber trabalhar em equipe. Afinal, delegar e esperar que as coisas aconteçam está longe de ser a função de quem assume um cargo mais alto.
Neste sentido, prove comprometimento com os projetos e você ganhará não só o respeito de seus superiores, mas, principalmente, será a inspiração para a sua equipe de subordinados.
8. Seja criativo
Um bom líder deve saber improvisar, tomando decisões rapidamente e, principalmente, sem perder a linha. Sendo assim, líderes criativos prometem se sair melhor nesses aspectos, já que sempre terão uma “na manga” para o caso de imprevistos.
9. Use e abuse da intuição
Antes mesmo de assumir um cargo mais alto o líder deve ter a consciência de que nem tudo sairá como o planejado, mas na verdade, a tendência é quase que contrária. Sendo assim, um bom líder é aquele que se apoia em suas experiências passadas e indicadores para que, no presente e futuro, saiba tomar atitudes mais precisas e corretas.
10. Seja um motivador
Inspirar e motivar são palavras-chave na gestão de um negócio e, principalmente, na gestão de pessoas. O líder, por sua vez, é o grande responsável por passar motivação para a sua equipe de funcionários, passando igualmente a sensação de que o negócio não é só dos superiores ou de si mesmo, mas de todos os que fazem parte da empresa.
Além disso, identificar os talentos de cada um e manter os funcionários sempre engajados com os novos projetos da empresa também são atitudes fundamentais de um bom líder.
11. Passe os desafios para a sua equipe
Recebeu um grande desafio dos seus superiores? Conte com a ajuda da sua equipe para solucioná-lo. Isso fará com que os funcionários se sintam fundamentais na resolução de grandes problemas da empresa.
12. Saiba recompensar os seus funcionários
Um bom líder é aquele que sabe reconhecer os esforços de sua equipe para chegarem até determinado resultado. Sendo assim, recompensá-los é sempre uma forma de mostrar que sim: você se importa. E não estamos falando de viagens para o exterior ou bonificações extremamente altas: por vezes, um happy hour ou um passeio de final de semana podem já ser o suficiente para que a equipe esteja pronta para outra!
13. Peça conselhos
Está em dúvida sobre uma ação? Sobre qual é a melhor pessoa dentro da sua equipe para delegar tal função? Sobre qual projeto será mais interessante para o portfólio da sua empresa? Ou até mesmo sobre qual atividade é a mais adequada para tal cliente? Não tenha receio e nem mesmo vergonha: sempre peça conselhos para a sua equipe.
A mentalidade dos consumidores mudou, e com isso a forma de vender também teve de se atualizar. Foi assim que o marketing digital para pequenas empresas surgiu, atraindo cada vez mais as marcas que almejam crescer no mercado digital.
Principalmente para as pequenas empresas, o marketing digital é uma ótima solução, trazendo benefícios como, por exemplo, o poder de mensuração dos resultados, o engajamento com os clientes, a concorrência com grandes organizações, a autoridade da marca etc.
Você não quer que a sua empresa fique de fora desse crescimento, não é? Fique tranquilo! Criamos este conteúdo para apresentar algumas dicas e estratégias de marketing digital para o seu negócio ter mais sucesso na web. Confira!
Estratégias de marketing digital para pequenas empresas
Quando falamos em marketing digital, precisamos entender que existem diferentes estratégias. Logicamente, cada uma tem a sua técnica, porém todas elas possuem um único propósito: aumentar os resultados da marca no ambiente digital. Então, veja quais são as quatro principais!
1. Blog
Sabe o marketing de conteúdo? Aquela técnica que você produz materiais ricos para publicar na internet e posicionar sua marca estrategicamente no Google, por exemplo? Pois então, o blog é a ferramenta ideal para colocar no ar uma estratégia como essa.
Por meio dele, você pode publicar conteúdos relevantes com certa recorrência, para atrair as pessoas que se interessam pelos assuntos que envolvem a sua marca.
Vamos supor que a sua empresa trabalha com entrega a domicílio de frutas, verduras e legumes na internet, ok? Nos conteúdos do blog, você poderá abordar assuntos para fisgar seu público-alvo, como, por exemplo, os benefícios das frutas para a saúde, as vantagens em comprar frutas, verduras e legumes sem sair de casa, entre outros temas.
2. Redes sociais
Se você quer construir uma boa presença online para o seu negócio, não se esqueça das redes sociais. Por meio do Facebook, por exemplo, é possível criar um engajamento dos consumidores com a marca; basta responder todas as perguntas, receber positivamente os feedbacks e ajudar os clientes que estão com problemas.
É preciso entender que as redes sociais corporativas são diferentes das pessoais e, por conta disso, é necessário tomar um cuidado maior com todas as publicações. Isso porque a imagem da sua marca está ali, e qualquer descuido pode prejudicá-la.
Então, se organize, estabeleça objetivos, crie um plano de conteúdos para o mês, atualize as redes constantemente, escute os feedbacks e procure solucioná-los sempre. Assim, com certeza as redes sociais trarão os resultados esperados para a sua organização.
3. E-mail marketing
Sua empresa precisa manter contato com os clientes, você concorda? Por conta disso, o e-mail marketing é uma estratégia muito utilizada por empreendedores que investem em marketing digital para pequenas empresas.
Por meio dessa ferramenta, é possível oferecer promoções, enviar as atualizações do blog e criar campanhas para engajar ainda mais os leads com a sua marca. Gostou da estratégia? Então, ao aplicá-la no seu negócio, você deve tomar os seguintes cuidados:
dê bastante atenção ao campo “Assunto”, pois ele é um dos mais importantes;
crie e-mails curtos e concisos;
tenha a permissão de todos os leads da sua base de contatos e em hipótese alguma compre uma lista de e-mails.
4. Anúncios online
Os Ads, também conhecidos como “links patrocinados”, são anúncios online que você pode fazer em diferentes plataformas para chegar até as pessoas que se interessam pelos produtos que a sua empresa disponibiliza na internet.
Muito interessante, não é mesmo? Porém, é preciso ter bastante cuidado, pois esses anúncios online são totalmente diferentes dos que eram feitos em emissoras de TV, rádios e jornais — meios offline.
Nos anúncios feitos anteriormente nesses canais, você oferecia apenas os produtos. Agora, nas mensagens online, sua empresa pode oferecer conteúdos relevantes, produtos, pesquisas e todas as informações que sejam relevantes para os potenciais clientes.
Os canais mais utilizados para criar anúncios online são: Google Adwords, Facebook Ads, LinkedIn Ads e Twitter Ads. Sabendo disso, agora basta você definir qual canal o seu público-alvo mais acessa para iniciar a criação de mensagens para conquistar novos clientes.
Dicas práticas
Agora que já listamos as quatro principais estratégias do marketing digital para pequenas empresas, vamos apresentar duas dicas que são indispensáveis para o sucesso do seu negócio no ambiente digital. Vamos lá?
1. Venda benefícios, não apenas produtos
Vender produtos, qualquer estabelecimento vende. Porém, além de mercadorias, vender os benefícios que elas trazem para a vida das pessoas, isso pouquíssimas fazem.
Então, se o seu objetivo é sempre estar à frente da concorrência, comece a fazer isso hoje mesmo — você não vai se arrepender. A Apple é um ótimo exemplo para citarmos, pois essa empresa, conhecida mundialmente, não vende apenas seus iPhones, MacBooks e iPads; ela vende sonhos e os benefícios que esses produtos trazem à vida das pessoas.
Então, veja e reveja os itens que a sua marca oferece no mercado, defina quais os benefícios que eles trazem para a vida das pessoas e faça o marketing digital focado nisso. Com certeza, seus resultados passarão a ser maiores, e o engajamento dos clientes com a sua marca também.
2. Consolide sua marca no mercado
Não estamos falando em consolidação da marca mundialmente, como é o caso da Apple, que citamos na dica anterior. O que queremos dizer é que você precisa estar consolidado no mercado potencial que está atuando.
Por exemplo: se o seu empreendimento vende pastas de dente, que ele seja conhecido por todas as pessoas da sua região. Se você entrega em todo Brasil, que ele seja conhecido pelo menos por 30% da população.
Para isso, sua marca precisa estar ligada a outras páginas que abordam assuntos que possuem uma relação com os seus produtos. Nesse caso, o ideal seria fazer parcerias com blogs e sites de clínicas dentárias e dentistas, para conseguir alcançar os potenciais clientes do seu negócio.
Segundo dados divulgados pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), há pelo menos 55 minerais diferentes explorados em nosso país, o que é uma informação importante para compreender porque ter um negócio de exploração e comércio de areia é uma atividade lucrativa. A indústria, como informa o DNPM, é diversificada e entre os minerais mais importantes está a areia, amplamente utilizada na indústria da construção civil.
Obtida de rochas sedimentares, depósitos de rios e planícies, entre outras formas, a areia é extremamente consumida no Brasil, em construções de prédios, residências, rodovias, estradas e muito mais. Por isso mesmo, é um produto lucrativo e montar uma empresa que explora e comercializa areia é uma excelente opção de empreendimento para quem deseja ter sucesso financeiro. No entanto, é comum que existam muitas dúvidas quando o assunto é abrir uma empresa desse segmento.
Você sabe como montar um negócio de exploração e comércio de areia? Confira todas as informações e dicas que temos para você neste artigo!
Como abrir uma empresa de exploração e comércio de areia?
Em primeiro lugar, será preciso adquirir conhecimentos sobre esse mercado, caso você ainda não atue no ramo. Isto é, aprender quais são as formas e métodos de exploração de areia e, também, quais são as especificações e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e Normas Brasileiras (NBR), haja vista que a areia é um tipo de produto que precisa atender ao padrão de qualidade inspecionado por esses órgãos.
Depois, é o momento de abrir uma empresa (fazer o CNPJ) para atuar de forma regular no mercado. Com isso, você também pode passar a contar com uma série de benefícios exclusivos das empresas regularizadas, como empréstimos e incentivos fiscais. Sair da informalidade é essencial para que você tenha um negócio lucrativo e com grande alcance de clientes.
Exploração e comércio de areia pode ser MEI?
Não, uma empresa de exploração e comércio de areia com CNAE 0810-0/06 – Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento associado, não pode ser MEI.
Quais são os tipos de areias comercializáveis?
De acordo com a ABNT, são:
A areia fina, que possui de 0,15 até 0,6 mm;
Areia média, que possui de 0,6 até 2,4 mm;
Areia grossa, que possui de 2,4 até 4,8 mm;
Areia mista, que pode mesclar fina, média e grossa;
Areia de britagem, que pode ter até 4,8 mm.
Cada tipo de areia serve para aplicações diferentes e, se o objetivo é ter um negócio lucrativo, é primordial saber tudo sobre o assunto para bem atender o seu público-alvo. A areia fina é utilizada para fazer argamassa, rebocos e preparação de concreto, entre outras aplicações, da mesma forma que a areia média; enquanto a areia grossa, por sua vez, pode ser utilizada nas massas de cimento e assentamento de tijolos, entre outros; e a areia britada na construção de concreto estrutural.
Como funciona a exploração de areia?
Atualmente, cerca de 90% da areia comercializada no Brasil é obtida por meio das explorações de leitos de rios, enquanto apenas 10% é proveniente de depósitos lacustres, rochas, várzeas e arenitos. A demanda nacional, por sua vez, é de aproximadamente 400 milhões de toneladas e, por isso, é possível dizer que vale a pena montar um negócio de exploração e comercialização de areia. Nesse sentido, o estado que mais se destaca na exploração de areia é São Paulo, que produz mais de 80% da areia natural nacional.
Você pode comprar areia para revender ou trabalhar diretamente com exploração do material em seu negócio. Há uma série de cursos simples e rápidos que te ensinam tudo sobre como explorar areia e lucrar muito com isso.
Marketing e propaganda: qual é a importância?
Para que o seu negócio tenha clientes e seja absolutamente rentável, é preciso que os seus clientes conheçam a sua empresa e daí vem a importância das ações de marketing. Dessa forma, vale a pena investir em anúncios em redes sociais, como Facebook e LinkedIn, entre outras, além de desenvolver estratégias (SEO) para que o seu negócio seja facilmente encontrado pelo público-alvo, através de sites de buscas, como o Google.
Com o auxílio da tecnologia, é possível ter acesso ao marketing eficiente, barato e de alta qualidade para obter retorno financeiro. Por isso mesmo, você não deve deixar de investir nas propagandas que conversam com o seu público. Outro modelo que pode valer a pena é investir em propagandas pagas no jornal da sua cidade ou na rádio. Mostre a todos os seus potenciais clientes quais são os diferenciais do seu negócio de exploração e comercialização de areia.
Sistema de gestão: por que é fundamental no seu negócio?
A sua empresa pode ter um excelente produto, apresentar ótimo atendimento ao consumidor e, ainda assim, não dar certo. O mercado de exploração e venda de areia é competitivo e sai na frente os negócios que investem em um sistema de gestão equilibrada e organizada. Nesse sentido, mais uma vez é possível contar com o auxílio da tecnologia, haja vista que hoje já existem diversos programas e sistemas de gestão automatizada que facilitam, e muito, no controle financeiro e administrativo da empresa.
Sem uma boa gestão, é impossível ter um negócio lucrativo, já que as confusões e mal entendidos vão ser problemas recorrentes e você pode perder muito tempo com isso. Investir em um sistema online, como o eGestor, é uma solução para que você possa ter o controle total da sua empresa de exploração e comercialização de areia, uma vez que o programa é simples, rápido e apresenta recursos, como: Controle Financeiro, Controle de Estoque, Fluxo de Caixa, Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e muito mais.
Realizar uma pesquisa de satisfação pode ser uma das melhores formas de descobrir o que seus clientes realmente acham da sua empresa, dos produtos ou dos serviços oferecidos, do atendimento e de demais aspectos relacionados ao estabelecimento.
Uma pesquisa de satisfação desenvolvida com cautela lhe dará o feedback que você precisa para implementação de um produto ou serviço, para avaliação da equipe de funcionários, para realização de um evento e assim por diante. É por meio da pesquisa, ainda, que você saberá se os clientes encontraram o que queriam na empresa e se estão dispostos a voltar a comprar com a mesma.
Mas é claro que apenas uma pesquisa de satisfação de qualidade lhe trará resultados igualmente satisfatórios. Pensando nisso, trouxemos neste artigo algumas dicas e orientações que poderão lhe auxiliar na hora de desenvolver a sua.
Preparado (a)?
Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente
A seguir, confira nossas dicas que lhe auxiliarão a fazer uma pesquisa de satisfação do cliente.
1. Atente-se ao seguinte aspecto: onde e como os dados do cliente serão coletados?
Grande parte das empresas optam pela realização de pesquisas de satisfação do cliente online. Para tal, você pode deixar o link disponível no site, nas redes sociais ou até mesmo na nota fiscal entregue ao cliente.
Além disso, restaurantes e hotéis são exemplos de negócios que também podem disponibilizar pesquisas de satisfação para serem preenchidas no próprio estabelecimento por meio de um totem digital ou tablet.
2. O que você oferecerá em troca?
Fazer com que os clientes dediquem tempo para responder uma pesquisa de satisfação não é algo tão simples como aparenta. A melhor forma de conquistar a atenção deles para tal é oferecendo uma bonificação em troca.
Restaurantes, por exemplo, costumam ofertar um prato de entrada como bonificação para os clientes que responderem à pesquisa de satisfação. Hotéis podem disponibilizar um serviço a mais gratuitamente (como uma cama extra ou utilização da sauna/piscina), academias podem oferecer desconto na mensalidade e lojas de roupa descontos progressivos para a próxima compra.
Enfim, as opções não são nada limitadas e cabe a você decidir o que o seu cliente do coração merece.
3. Definição de perguntas
As perguntas fechadas são as preferidas para a composição de pesquisas de satisfação do cliente. Isso porque dessa forma se torna possível “classificar” tanto a percepção do cliente como as suas necessidades quando em relação à empresa.
Mais adiante neste artigo, confira quais são os modelos de perguntas que não devem faltar em uma pesquisa de satisfação do cliente.
Como elaborar a pesquisa de satisfação do cliente?
Existem três formas de elaborar uma pesquisa de satisfação do cliente:
Desenvolvendo-a por conta própria;
Contratando uma consultoria/assessoria especializada neste serviço;
Utilizando modelos de pesquisa de satisfação do cliente disponíveis na internet.
Já sobre a avaliação dos resultados…
Consideramos:
Entre 1 a 5: zona de aprendizado/aperfeiçoamento para a empresa; Entre 5 a 7.5: zona de qualidade; Entre 7.5 a 10: zona de perfeição.
Algumas dicas de perguntas que ‘nunca falham’
Algumas perguntas são básicas e definitivamente não podem faltar em sua pesquisa de satisfação do cliente. São elas:
Como foi a recepção em nossa (o) empresa/loja/estabelecimento?
Como foi o atendimento de nossa equipe em sua experiência?
Você conseguiu encontrar o que estava buscando?
Em uma escala de 1 a 10, como você classificaria tal produto/serviço?
Em uma escala de 1 a 10, como foi a sua experiência?
Além disso, não se esqueça de direcionar aos seus clientes perguntas que tenham a ver com o seu estabelecimento. Se você é dono de um restaurante, por exemplo, questione-os sobre o tempo para entrega dos pratos ou sobre a qualidade do alimento.
O que não pode faltar em uma pesquisa de satisfação do cliente
Por fim, trazemos ainda as questões que não podem (e nem devem) faltar em sua pesquisa de satisfação do cliente. São elas:
1. Nota
Quais são os itens da sua empresa que você quer avaliar? Infraestrutura, preparo da equipe, atendimento, qualidade dos produtos ou serviços oferecidos e por aí vai.
A melhor forma de obter resultados precisos com a pesquisa é pedindo para que seus clientes avaliem tais aspectos com notas – em uma escala que pode ser de 1 a 10 ou de 1 a 5. Em ambos os casos, 1 significa estar extremamente insatisfeito e 5 ou 10 extremamente satisfeito.
A escala escolhida (1 a 5 ou 1 a 10) deve ser a mesma para todas as perguntas.
Um exemplo neste caso é o seguinte:
Qual é o seu nível de satisfação com a infraestrutura oferecida pela nossa empresa?
Muito insatisfeito – 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 – muito satisfeito
2. Peça uma justificativa
Afinal, se você não a pedir, não saberá como melhorar os aspectos que foram mal avaliados pela clientela.
Em toda pesquisa de satisfação, inclua um espaço para que o cliente possa falar, com suas palavras, o que há de errado no serviço/produto/atendimento/qualidade ou outro.
Uma boa opção neste sentido é apresentar uma lista com possíveis justificativas e com a opção ‘outros’ para que ele possa descrevê-la caso ela não se encontre nas alternativas anteriores.
3. Você recomendaria a nossa empresa para um colega/familiar?
Perguntar se o cliente recomendaria o serviço, produto ou marca para alguém próximo é uma forma de identificar dois aspectos:
1. A fidelidade do cliente com a marca;
Sua satisfação com o que foi adquirido/testado.
Essa questão também pode ser respondida no modelo de escala, em que o ponto mais baixo é “de forma alguma” e o mais positivo é “com certeza”.
Um exemplo neste sentido seria:
“Após utilizar o produto xxxxx, você o recomendaria?”
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