O mercado já compreendeu que contar com equipes engajadas, competentes e motivadas faz com que a empresa — de qualquer porte e área de atuação — produza mais e melhor, sendo esse um dos principais fatores que asseguram o sucesso do negócio. Nesse cenário, o processo de recrutamento e seleção de profissionais ganha ainda mais importância, devendo ser tratado com atenção especial. Assim, adotar práticas constantes tanto para identificar como para atrair talentos deve sempre fazer parte da estratégia dos empreendedores.
A verdade é que cometer erros na contratação de funcionários pode acarretar em transtornos e despesas completamente desnecessários. Além de fatores que influenciam negativamente o ambiente de trabalho, como baixo rendimento, passividade, relacionamentos tensos e conflitos, há ainda os custos financeiros com a rescisão dos contratos de trabalho. Melhor evitar esses problemas, não concorda? Pois para isso basta tomar alguns cuidados e, principalmente, conhecer metodologias simples, mas que podem ajudar bastante na escolha do profissional mais adequado. Então veja agora mesmo algumas dicas para não errar na contratação de seus próximos funcionários:
Criação do perfil ideal
É importante definir a estrutura organizacional da empresa, mesmo que seja pequena. Assim, o primeiro passo é elaborar um organograma e estabelecer hierarquias para cada cargo, descrevendo quais são as competências técnicas e comportamentais exigidas, considerando desde cursos específicos da área de atuação e domínio de idiomas até habilidades peculiares, como desenvoltura para falar em público e poder de persuasão. Esse perfil ideal deve ser utilizado como base para a seleção dos candidatos.
E nesse momento é importante também pensar no crescimento da empresa, avaliando se esses colaboradores poderão exercer funções de mais destaque no futuro, assumindo responsabilidades maiores e, quem sabe, gerenciando equipes. Por isso, competências relativas à liderança, à assertividade e ao equilíbrio emocional também devem ser valorizadas.
Divulgação da vaga
É interessante divulgar a vaga em canais de comunicação especializados, aumentando, assim, as chances de receber currículos realmente adequados ao perfil das vagas. Lembre-se de que a complexidade do cargo conta bastante no processo de divulgação, pois são muitos os canais disponíveis. Nesse caso, funções mais básicas podem ser publicadas em sites de empregos comuns, enquanto funções mais específicas podem exigir a publicação em páginas exclusivas. A indicação dos colaboradores também é uma boa alternativa, que, além de tudo, cria um vínculo de corresponsabilidade entre os profissionais.
Análise dos currículos
A análise dos currículos demanda cautela, sendo fundamental observar questões relativas, por exemplo, ao período em que o candidato trabalhou em cada empresa — uma vez que intervalos curtos demais podem indicar dificuldade de integração ou falta de interesse — e à experiência anterior, observando se exerceu funções dentro da mesma área de atuação ou se mudou de segmento várias vezes, o que demonstra perda de foco. Quanto à qualificação, analisar os cursos realizados e perceber se o estudo também está focado em uma determinada área de atuação ou se é disperso.
Frases prontas, muitas vezes copiadas de sites da internet, são grandes sinais de alerta, indicando falta de criatividade e até uma certa preguiça. A verdade é que um candidato realmente bom elabora seu currículo com capricho e evita esse tipo de situação. Também é importante perceber o conteúdo geral, a estética e até a linguagem usada, afinal, um currículo primoroso deve ser limpo, claro e sem erros de português.
Etapa da entrevista
Durante a entrevista, é necessário confirmar as primeiras impressões geradas pelo currículo, esclarecendo questões sobre a experiência adquirida, os motivos para a saída do último emprego e os cursos concluídos. Além disso, é importante avaliar a postura profissional do candidato, o que inclui pontualidade, aparência, adequação da roupa utilizada, capacidade de comunicação, linguagem corporal, maturidade, educação, motivação e expectativas de carreira. Nesse momento, o candidato deve demonstrar conhecimento sobre a empresa e o segmento, além de potencial para crescimento, atitude positiva e entusiasmo.
Adotando esses cuidados básicos já é possível assegurar a construção de equipes de alto rendimento por meio da contratação de funcionários com o perfil apropriado às demandas da empresa, favorecendo a produção de bons resultados. E então, pronto para contratar verdadeiros talentos? Só não se esqueça de voltar aqui para nos contar sobre o processo, ok? Compartilhe suas experiências conosco!
O enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) é uma excelente oportunidade para formalizar seu negócio e obter diversas vantagens no mercado. Enquadrando-se como tal, você será capaz de emitir notas fiscais, aumentar a confiança dos clientes em sua marca e posicionar melhor sua atividade no mercado. O que você não pode fazer é deixar que a parte burocrática atrapalhe sua atuação! Você por acaso também sente uma certa dificuldade para entender como funcionam os pormenores desse sistema? Então que tal ficar por dentro de alguns dos aspectos que realmente importam? Confira e aprenda:
O que você precisa saber sobre emissão de notas fiscais
O MEI não está obrigado a emitir notas fiscais para os consumidores finais, a não ser que esses clientes assim o exijam. O microempreendedor também não está obrigado a emitir nota fiscal eletrônica, ainda que a venda ou a prestação do serviço seja de um negócio interestadual. Porém, o MEI deve, sim, emitir nota fiscal se a venda ou a prestação de serviço for feita em favor de outras pessoas jurídicas, igualmente adquirindo mercadorias e serviços com o adequado documento fiscal. Caso a compra de produtos não tenha sido com nota fiscal, o MEI deve comprovar sua entrada emitindo uma nota fiscal de entrada de seu próprio bloco de notas.
O que você precisa saber sobre imposto de renda
O MEI não está vinculado ao preenchimento e à entrega da declaração de imposto de renda de pessoa física, a não ser que se enquadre em outras hipóteses legais ou fontes de renda. É o caso, por exemplo, do MEI que tem vínculo empregatício com uma outra empresa, sendo assalariado no horário comercial e empreendendo nas horas vagas. E no mesmo barco está aquele MEI que tem imóveis alugados, por exemplo. Desse modo, o MEI pode informar à Receita Federal quanto foi seu faturamento anual até o dia 31 de cada ano por meio da Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI), fazendo a declaração de IRPF para suas outras fontes de renda.
O que você precisa saber sobre importação
O MEI está liberado para fazer importações de produtos, por sua própria conta, por meio do formato comercial trading ou pelos Correios, pelo sistema Importa Fácil. Qualquer que seja o caso, o empreendedor pode se valer do benefício do Regime de Tributação Unificada (RTU) constante na Lei dos Sacoleiros — previsto na Lei de número 11.898, de 2009, e no Decreto de número 6.956, também de 2009 —, se desejar fazer importações procedentes do Paraguai. Pode ainda solicitar sua habilitação no RADAR, a fim de efetuar operações junto ao SISCOMEX.
O que você precisa saber sobre taxas adicionais
A não ser que seja um contribuinte voluntário, o MEI não precisa recolher contribuições para seu sindicato de classe ou pagar taxas de associações. Na verdade, esse tipo empresarial se enquadra no Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES), que reúne vários tributos em único pagamento mensal, de modo que o MEI fique dispensado de outros impostos e demais contribuições.
Dentro do pacote pago a cada mês, o MEI já contribui com o INSS, porém, vale dizer que se o MEI presta serviços de hidráulica, eletricidade, obras e reparos em geral para a Prefeitura, a instituição, em seu papel de contratante, deverá arrecadar a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP), o que equivale a 20% sobre o valor do serviço realizado. O MEI não sofrerá qualquer tipo de desconto. Além disso, é sempre válido ressaltar que o MEI precisa cumprir direitinho o pagamento de seu documento de arrecadação mensal, a fim de ter acesso a todas as vantagens que a formalização de seu negócio pode proporcionar, sem ter qualquer problema com o fisco. Não é tão complicado assim, é?
E você, já pensou em se tornar um MEI? Ainda tem dúvidas sobre como poderia se formalizar? Comente aqui e compartilhe seus questionamentos e planos conosco!
A fim de garantir o sucesso do negócio em um cenário de mercado cada vez mais competitivo, é essencial que as empresas busquem constantemente melhorar seus processos, não é verdade? Assim, para conseguir destaque e atrair mais clientes, é importante não só identificar, mas trabalhar tanto os pontos fortes como as fraquezas. E essa análise deve fundamentar o planejamento estratégico da organização, com ações que corrijam — ou ao menos minimizem — as falhas, ao mesmo tempo em que amplia os diferenciais.
Uma ferramenta bastante útil nesse processo é a análise SWOT — ou FOFA, em português. Conceitualmente são analisadas as forças (strengths), as fraquezas (weaknesses), as oportunidades (opportunities) e as ameaças (threats) relacionadas ao negócio. Essa avaliação utiliza uma matriz para identificar o cenário em que a empresa se encontra no mercado. Com essa visão passa a ser possível elaborar estratégias específicas para solucionar problemas e fortalecer a organização.
É importante ter em mente que a análise SWOT tem dois objetivos principais: perceber as fraquezas da empresa, transformando-as em forças para o negócio, e eliminar as ameaças ao trabalhá-las como oportunidades de sucesso. Mas, afinal de contas, quais seriam as principais fraquezas de uma empresa? Pois veja agora mesmo alguns exemplos e avalie se seu negócio corre perigo:
Desconhecimento do mercado
Fraquezas são, basicamente, desvantagens em relação aos concorrentes. Por isso, é simplesmente mandatório conhecer todos os detalhes e as peculiaridades do mercado, o que inclui o perfil do público consumidor, tendências de sazonalidades, influências do câmbio, estratégias de marketing, novas tecnologias e, acima de tudo, as expectativas dos clientes. E a verdade é que, se empresa não domina esse cenário, passa a conviver com uma grande ameaça a seu crescimento.
Falhas na gestão
Já que toda empresa precisa adotar sistemas claros de gestão, crie e monitore seus controles constantemente, de forma a enxergar a empresa como um todo. Nesse quesito, indicadores financeiros — que envolvem pagamentos, recebimentos, despesas fixas e variáveis, além de estoques e capital de giro — são muito importantes. Os dados referentes ao setor de RH também devem ser levados em conta — como a taxa de rotatividade de colaboradores, as despesas com rescisões de contrato, os investimentos em treinamentos e o índice de absenteísmo —, uma vez que adotar políticas de gestão de pessoas costuma trazer ótimos resultados. É preciso compreender que uma gestão falha ou amadora é uma grande fraqueza para qualquer que seja o negócio.
Ausência de diferenciais
Oferecer mais do mesmo já não é suficiente para manter uma empresa saudável hoje em dia. O público busca, cada vez mais, por novidades, vantagens, qualidade e preço. Dessa forma, é necessário desenvolver e trabalhar muito bem algum grande diferencial competitivo. Para isso, é preciso ficar sempre atento às ações da concorrência e às necessidades dos consumidores, usando a criatividade para fortalecer a marca, sempre a favor do seu negócio.
Indefinição de objetivos
Toda e qualquer empresa precisa definir seus objetivos de forma clara e transparente, estabelecendo, ao mesmo tempo, planos para atingir os resultados desejados. Esse processo deve ser constante e inclui pesquisas de mercado, possibilidades de expansão, novos públicos, novos produtos, lançamentos e inovações. Todas essas variáveis devem compor o planejamento estratégico de forma que a empresa esteja sempre bem posicionada no mercado. Se a equipe não conhece ou compreende os objetivos do negócio, fica muito mais difícil alcançar o sucesso!
Estrutura inadequada
Independentemente do segmento de atuação ou do tamanho da empresa, uma infraestrutura inadequada põe em risco todo o negócio, pois é um fator determinante para a qualidade da execução das atividades essenciais da empresa. Isso sem contar que interfere nos prazos, tornando a operação mais lenta e deixando a organização despreparada em relação aos concorrentes. Assim, investir em infraestrutura deve fazer parte das prioridades da gestão, servindo para eliminar mais uma das potenciais fraquezas corporativas.
Despreparo da gestão
Vale ressaltar que existem recursos bastante interessantes para auxiliar na gestão eficiente do negócio. Nesse caso, alguns softwares podem facilitar o controle e a administração de todas as variáveis relativas ao bom andamento da empresa. O ideal é dar preferência aos sistemas on-line, que podem ser acessados de qualquer lugar e dispensam instalação. Além de ser seguro, barato, rápido e confiável, sua operacionalização costuma ser bem simples. Além disso, melhorias no software são feitas constantemente, sem influenciar o acesso ou a performance do sistema. E, para completar, conta-se com equipes especializadas de suporte via e-mail, telefone ou bate-papo do próprio sistema!
Agora que você já sabe como melhorar a gestão da sua empresa ao minimizar as fraquezas do negócio, comente aqui e nos conte se ainda ficou alguma dúvida! Compartilhe seus questionamentos conosco!
Muitas empresas deixam de aproveitar ótimas oportunidades de melhorar seus serviços e seu relacionamento com os clientes ao não darem a devida atenção aos feedbacks recebidos no pós-venda. Seu negócio por acaso promove essas pesquisas de satisfação? Você tem uma ouvidoria a serviço de seus consumidores? Sabia que obter o feedback dos clientes e saber exatamente o que fazer com essas informações é imprescindível para aprimorar seu negócio? Pois foi por isso que resolvemos trazer, hoje, algumas dicas sobre como usar esse retorno a favor de sua empresa. Confira:
Disponibilize formas de coleta de dados
Caso sua empresa ainda não tenha um sistema de ouvidoria e pesquisa de satisfação, está mais do que na hora de colocar isso em prática. Afinal de contas, muitas oportunidades de aprimoramento do trabalho podem ser perdidas sem esse tipo de sistema para receber o feedback dos clientes.
E se ocorre alguma frustração de expectativas ou problemas na prestação do serviço no período pós-venda, como você ficará sabendo? Procure disponibilizar formulários de satisfação em suas lojas, enviar e-mails com pesquisas e um pedido de sugestões aos clientes, bem como designar um contato de endereço eletrônico e um número de telefone para funcionar como ouvidoria em sua empresa. Você vai ver como dar esse espaço aos consumidores já é um ótimo primeiro passo!
Compreenda o feedback dos clientes
Mas convenhamos que de nada adiante obter todas as informações dos clientes se você não souber o que fazer com ela. Assim, é preciso também entender os problemas apresentados, e, se for o caso, estender o contato com o cliente para que seu feedback seja melhor compreendido. Nesse sentido, é imprescindível contar com e-mails e telefones de contato em todas as comunicações com o cliente. Além disso, procure se colocar no lugar do consumidor para entender melhor suas demandas e conseguir pensar nas melhores alternativas possíveis para solucionar seus pedidos.
Ofereça boa soluções
Cada experiência negativa de venda de produtos ou de prestação de serviços é, também, uma oportunidade para você conquistar um cliente que possivelmente não procuraria mais sua empresa em situações normais. Com isso em mente, em vez de simplesmente receber as reclamações, procure oferecer soluções aos reclamantes, com a disponibilização de medidas de compensação — como crédito, substituição de produtos, envio de artigos similares e assim por diante —, além de, claro, tratá-lo sempre com muita educação e solicitude.
Avalie adequadamente os resultados
Com a evolução desse processo, chega a hora de avaliar resultados. Para isso, você deve monitorar o número de reclamações por mês, as áreas onde elas normalmente se concentram e quaisquer outros indicativos que considere ser relevantes. Com o tempo, você terá um quadro super completo de tendências de aumento ou de diminuição de reclamações em determinados setores. Assim fica mais fácil saber onde ainda é preciso melhorar e onde os problemas estão sendo solucionados em seu negócio.
Realize transformações nos processos
Muitas das reclamações ou experiências negativas de seus consumidores precisam resultar em transformações nos processos da empresa. Assim, seja no mercado de oferta de produtos para a venda ou no ramo de prestação de serviços, procure traduzir o feedback dos clientes em novas soluções para seu negócio, com o aprimoramento dos serviços e a melhora da qualidade de seus produtos. O mais importante é garantir que o processo de relacionamento com o cliente não seja apenas de apagar incêndios, mas, sim, de prevenir que eles aconteçam no futuro. E o segredo está nas transformações concretas!
Agora que tal colocar essas medidas em prática para aprimorar o relacionamento com os clientes da sua empresa? E se você ainda quiser conhecer outras formas de melhorar a qualidade da gestão de seu negócio, clique aqui e confira as vantagens do eGestor!
Não é segredo para ninguém que uma empresa de sucesso deve sempre atrair novos clientes para poder crescer de forma constante, não é mesmo? Mas tão importante quanto conquistar novos compradores é saber como fidelizá-los, afinal, são exatamente os clientes fiéis que garantirão a sustentação da empresa. Isso sem contar que eles também são grandes responsáveis pela divulgação e pelo fortalecimento da sua marca por meio do famoso marketing boca a boca. Mas quais são as melhores maneiras de reter clientes? Pois é exatamente para responder essa pergunta que listamos uma série de dicas que podem ser adotadas por qualquer empresa, de qualquer porte ou área de atuação. Então confira:
Escute seus clientes
Todos querem falar sobre como seu produtos são incríveis, como seu preço é o mais justo do mercado e como sua marca é respeitada e reconhecida, não é mesmo? No entanto, as mesmas empresas que falam tanto acabam se esquecendo de ouvir o que os clientes têm a dizer, em especial em momentos pós-compra. Pois saiba que é exatamente quando acontece algum problema — como quando aparece um produto com defeito, por exemplo — que é preciso ouvir ainda mais atentamente ao que o cliente tem a dizer, a fim de ser capaz de resolver seu problema de forma efetiva e o mais rapidamente possível. Só assim o comprador não se sentirá usado ou descartado, passando a respeitar mais a empresa.
Valorize a fidelidade
Faça com que seus clientes entendam que a fidelidade é boa para os dois lados da relação, tanto para a empresa como para os compradores. Para isso, tenha um cadastro de compradores recorrentes e tente montar um programa de benefícios para quem sempre conta sempre com seus serviços. Essa prática pode ser feita mesmo por pequenas empresas — há restaurantes, por exemplo, que oferecem a 11ª refeição grátis a quem consome outras 10. É nisso, afinal, que consistem os cartões de fidelidade utilizados por empresas de crédito e companhias aéreas.
Foque no mercado
Seus clientes estão com você por vários motivos: seja porque gostam do seu atendimento, porque cultivam um ato de compra ou, principalmente, porque precisam do seu produto. No entanto, essa realidade pode mudar caso sua empresa não esteja apta a evoluir rapidamente com sua oferta de serviços. Quer um exemplo simples? Pense na Kodak, uma empresa com milhares de compradores e fãs, que teve que abrir mão do seu principal negócio quando as câmeras digitais praticamente extinguiram o mercado de fotografia analógica. Entendeu? Pois para não cair nesse erro, é preciso estar atento aos avanços tecnológicos do mercado, à mudança de hábitos dos consumidores e até às finanças de uma área ou mesmo de um país para adequar a política de preços e de oferta de serviços da melhor forma possível, não acabando, assim, por perder aquele cliente que sempre esteve com você, mas que não vem tendo suas necessidades atendidas.
Como explicamos, manter uma boa base de clientes é essencial para que sua empresa continue estável e tenha a capacidade de crescer ainda mais, afinal, os clientes fiéis são importantíssimos tanto para a consolidação dos rendimentos como para a atração de novos consumidores.
Agora que você já sabe pelo menos por onde começar a alavancar a retenção dos clientes da sua empresa, comente aqui e nos conte o que já vinha nesse sentido! Comente e compartilhe suas dicas e expectativas conosco!
Vídeo do Sebrae sobre como fidelizar clientes
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