Gestão fiscal: 7 dicas para ter sucesso na da sua empresa

Gestão fiscal: 7 dicas para ter sucesso na da sua empresa

Todo empreendedor precisa lidar com um detalhe vital para o sucesso do negócio: uma gestão fiscal efetiva. Ao ser observada por olhares despreparados, essa gestão tende a se apresentar como uma interminável dor de cabeça.

No entanto, os gestores mais habilidosos logo notam que a gestão fiscal fornece informações valiosas, que serão utilizadas durante o complexo processo de tomada de decisão.

A primeira grande deliberação, por sinal, diz respeito à escolha do modelo de tributação da organização, o que refletirá nas obrigações tributárias que a empresa manterá perante o Fisco. Logo, basta a utilização de um regime tributário inadequado para que a empresa corra o risco de amargar certo prejuízo.

Com o passar do tempo, esse comprometimento financeiro pode se tornar insustentável, levando o negócio à falência. Isso demonstra que a gestão fiscal é muito mais importante para a longevidade de uma empresa do que se imagina.

Na sequência, você conhecerá alguns erros comuns ligados a esse tipo de gestão, além de conferir as prováveis soluções. Com estas dicas, você terá tudo nas mãos para desempenhar uma gestão fiscal realmente eficaz. Boa leitura!

1. Faça um bom planejamento tributário

Um dos erros mais comuns cometidos pelos empresários brasileiros consiste em ignorar a realização do planejamento tributário. Ações baseadas no improviso produzem resultados aleatórios. Cabe aos gestores tentar prever o maior número possível de eventos, a fim de preparar soluções viáveis para cada um deles.

Um desses eventos é justamente a carga tributária vinculada à empresa. Ela deve pagar exatamente o que prevê a legislação de impostos, ou seja, nem mais, nem menos. Para isso, é substancial o desenvolvimento de um planejamento tributário que esteja alinhado com a organização da gestão fiscal.

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2. Registre os números gerados pela empresa

Quanto melhor for esse registro, mais aprimorado será o monitoramento das finanças do negócio. Consequentemente, as chances de se tomar decisões erradas caem bastante.

Assim, a gestão do negócio, de uma maneira geral, torna-se mais fluida e condizente com os objetivos iniciais, traçados lá atrás, durante a elaboração do planejamento estratégico.

Caso seja necessário, o gestor poderá avaliar quais metas estão distantes da projeção. Diante disso, poderá colocar em prática os planos B ou C, por exemplo. Evidentemente, essas alternativas devem estar previstas no planejamento. É importante não confundir criatividade com desorganização.

3. Verifique a existência de benefícios fiscais

A busca de benefícios fiscais está diretamente vinculada a um planejamento tributário eficiente. Além da esfera federal, lembre-se que algumas cidades e estados estão dispostos a proporcionar isenções ou descontos de determinados impostos. O benefício também está ligado a alguma contrapartida por parte da empresa.

Alguns gestores acreditam que esses descontos não são tão interessantes. Contudo, verifique se a sua empresa se enquadra nessa situação e faça as contas. Nesse momento, o importante é conseguir efetuar projeções de médio e longo prazos. A depender dos abatimentos fiscais, muitas organizações preferem mudar de cidade e até de estado.

4. Acompanhe todos os processos da gestão fiscal bem de perto

A dificuldade de delegar tarefas é algo que assombra boa parte dos gestores. Cada equipe deve desenvolver e sustentar algum nível de autonomia, sem dúvida. Porém, o gestor precisa manter uma boa proximidade com os aspectos inerentes aos tributos.

Conforme o poder de análise do gestor, ele será capaz de visualizar se algo está fora do planejado. Essas observações são cruciais para que se possa corrigir alguns desvios de rota. Como as legislações tributárias sofrem alterações constantes, a avaliação também deve ser dinâmica e ocorrer no mesmo ritmo.

5. Projete o fluxo de caixa

Outro equívoco frequente se refere ao registro inapropriado ou incompleto das movimentações financeiras imputadas à organização. Nesse ponto, convém manter a máxima atenção, pois nada pode passar despercebido.

Isso significa que tudo deve ser registrado. Caso contrário, a empresa pode ser acusada de realizar “Caixa 2”, por exemplo, o que é previsto como crime tributário.

Todo esse monitoramento financeiro será em vão ou insuficiente, caso a empresa não faça um rigoroso acompanhamento do fluxo de caixa. Como a própria expressão diz (“fluxo de caixa”), tudo o que entrar e sair da empresa precisa ser contabilizado e detalhado.

6. Efetue auditorias

Tenha a certeza de que gerenciar a área tributária envolve algumas tarefas intrincadas. Por causa desse elevado grau de complexidade, faz-se necessário a realização periódica de auditorias internas. O objetivo desses procedimentos é avaliar a qualidade e eficácia de todos os processos fiscais que sejam cumpridos pela empresa.

Auditorias fiscais cumprem um papel de destaque na hora de indicar possíveis falhas de gestão fiscal. Portanto, elas precisam ser encaixadas na dinâmica da empresa. Mesmo quando a organização for visitada por uma auditoria externa, os benefícios relacionados à melhoria da gestão serão bem significativos.

Afinal, a auditoria concluirá se as práticas realizadas pela empresa realmente proporcionam os resultados esperados. Ao término da análise, o gestor terá em mãos um documento com algumas sugestões. Elas dizem respeito a algumas alterações que visam aperfeiçoar os processos, deixando-os menos onerosos para aquele tipo de negócio.

7. Automatize a gestão fiscal da sua empresa

Por fim, mas não menos importante, nós temos a automatização da gestão fiscal. A inexistência de automatização dos processos é outro erro comum entre a maioria das empresas. Se o seu negócio também mantém distância da tecnologia, talvez seja o momento de rever esse conceito.

A lista de benefícios propiciada pela automatização dos processos é bem ampla. Basicamente, você precisa saber que aqueles intrincados processos comentados anteriormente passariam a ser consolidados em uma plataforma única, desenvolvida para esse fim. Nela, os impostos das esferas municipal, estadual e federal ficariam unificados.

Além disso, o grau de precisão desses sistemas é bem alto, o que consequentemente aumenta o controle e efetividade da gestão fiscal da sua empresa. Por passarem a ser automatizados, os processos também ficam imunes às desastrosas e imprevisíveis falhas humanas.

Naturalmente, a automatização também faz você, como gestor, ganhar tempo para se concentrar em outras atividades do negócio. Em outras palavras, você pode usar esse tempo para se dedicar, de fato, à gestão fiscal, em vez de perder tempo com cálculos manuais.

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Batendo a meta – PodCast do eGestor

Batendo a meta – PodCast do eGestor

Criar metas para sua equipe é a forma mais organizada de atingir os objetivos do seu negócio. Mas é preciso ter cuidado para que elas sejam alcançáveis e ao mesmo tempo desafiadoras.

Neste episódio, Deivison Elias, Ricardo Gölzer e Pedro Escobar falam sobre como bater metas, abordando diversos tópicos como:

  • A importância das metas na minha empresa
  • Quais setores podem ter metas
  • O impacto positivo das metas no meu negócio
  • Como criar metas em uma empresa
  • Os melhores indicadores para serem transformados em meta
  • Como calcular a meta para minha equipe
  • Como criar metas progressivas
  • Como monitor metas
  • Prós e contras das metas coletivas

Assista também abaixo ou no nosso canal do Youtube:


Sobre esse podcast:

O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.

Ouça no Spotify
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Por que você deve incluir sua franquia no Simples Nacional?

Por que você deve incluir sua franquia no Simples Nacional?

Incluir sua franquia no Simples Nacional pode ser um ótimo jeito de simplificar e lucrar mais. Isso porque o Simples Nacional é um dos regimes tributários menos burocráticos e mais facilitados no recolhimento dos impostos. Todo o recolhimento de impostos é feito em uma única guia, unindo os tributos federais, estaduais e até mesmo municipais em um único documento. 

A burocracia no Brasil é muita e começar simplificando é um ponto positivo para o seu negócio. Além disso, o Simples Nacional, na maioria dos segmentos, permite uma economia de até 12%.

Quer saber mais? Continue lendo nosso artigo e entenda se você deve incluir sua franquia no Simples Nacional.

Algumas informações sobre o Simples Nacional

O Simples Nacional é, hoje, o regime tributário que oferece uma série de facilidades e condições para pagamentos de alíquotas tributárias mais atrativas. A arrecadação única é, sem dúvidas, um dos melhores atrativos desse regime tributário.

Através de uma única guia de recolhimento, a empresa do Simples Nacional paga todos os impostos como Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e outras arrecadações como COFINS, ICMS e ISS.

Os únicos impostos que precisam ser pagos à parte, em caso de enquadramento, são os impostos referentes a operação de crédito e câmbio, ou seja, aqueles que comercializam produtos de outros países ou recebem com moeda estrangeira.

Mas, infelizmente, nem todas as empresas podem ser enquadradas nesse regime tributário. O primeiro passo é analisar se a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da sua franquia é adequada ao Simples Nacional.

Essa etapa pode ser um pouco burocrática, mas o auxílio do seu contador pode torná-la mais rápida. Se a CNAE da sua empresa se enquadrar, outros requisitos precisam ser respeitados:

  • Ser sede exclusiva do território nacional;
  • Faturamento anual de até R$ 3,6 milhões*;
  • Enquadramento no anexo do Simples Nacional**;
  • Não estar com débitos no INSS;

* Se o empreendedor tiver ou for sócio (com mais de 10% das cotas) de mais de uma empresa, todas elas juntas não devem ultrapassar esse faturamento.

** Hoje o Simples Nacional conta com seis anexos e é necessário consultar o contador para entender em qual deles a sua empresa se enquadra.

Se você cumprir todas as condições impostas para enquadramento nesse regime tributário, é necessário entrar em contato com a sua contabilidade para que ela entre com o pedido junto à Receita Federal.

Cuidado: o Simples Nacional nem sempre vale a pena

Tudo o que você leu até aqui é absoluta verdade. O Simples Nacional, na maioria dos casos, traz uma redução significativa nos pagamentos de impostos e traz uma facilidade enorme no pagamento desses. Mas isso não quer dizer que esse regime tributário é o ideal para todas as franquias no Brasil.

Um ponto importante para ser levantado é o crédito gerado pelo PIS/COFINS nas empresas do regime normal (cuidado para não confundir com o PIS/COFINS monofásico!)

Alguns segmentos de negócios, podem se beneficiar de restituições de impostos se enquadradas pelo regime normal (Lucro Real e Lucro Presumido).

Então é essencial que todas as empresas, independente de serem franquias ou não, analisem os números com cautela junto com o contador para avaliar se esse regime tributário é realmente a melhor opção.

No Lucro Real e Presumido, é muito comum economizar sob os impostos de IRPJ e CSLL. Mas, sem dúvidas, o contador é o profissional mais indicado para analisar esses dados para o seu negócio.

Também é importante lembrar que alguns franqueados, dependendo do modelo de negócio, podem optar pelo regime do Microempreendedor Individual (MEI), que traz uma burocracia reduzida de abertura e também conta com as vantagens de impostos em guia única.

A única desvantagem do MEI é que o faturamento anual deve ser no máximo de R$ 60 mil e não é possível contar com mais de um funcionário no negócio.

Não negligencie o início do seu negócio. O regime tributário pode fazer toda a diferença e não se esqueça: o contador é o melhor amigo da sua empresa.

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Linkedin: como esta ferramenta pode ajudar o empreendedor?

Linkedin: como esta ferramenta pode ajudar o empreendedor?

Se você não possui uma conta, certamente deve conhecer alguma pessoa que seja cadastrada no Linkedin, uma rede social voltada para os negócios, fundada em 2002 e lançada em 2003. Atualmente é a maior e melhor rede social para este fim, além de ser uma das principais redes sociais de uma forma geral.

Sua fama se deve a diversos fatores proporcionados pelo site, tais como: a facilidade de encontrar diversas empresas; a possibilidade de manter contato com os seus gerentes e funcionários em geral; além de ser extremamente útil para quem está procurando emprego, já que esta rede social permite o acompanhamento de vagas, processos seletivos e também de novidades referentes ao mercado.

Se em 2007 o número de usuários cadastrados no Linkedin era de mais de 16 milhões segundo a pesquisa realizada pela Quantcast, em fevereiro de 2020, já eram mais de 575 milhões de usuários espalhados por mais de 200 países e territórios. Os países que mais utilizam esta rede social são: Estados Unidos, com 150 milhões de usuários, seguido da Índia com 50 milhões de usuários, depois vemos a China, com 42 milhões e o Brasil, com 34 milhões.

A pesquisa relatou também que o Linkedin recebe mensalmente 260 milhões de visitantes, estando somente atrás das redes sociais Facebook e Twitter em relação ao tráfego. Em 2016, o Linkedin foi adquirido pela Microsoft por mais de US$ 26,2 bilhões, se tornando a maior aquisição da historia da Microsoft.

Quais as vantagens de ter uma conta no Linkedin?

O Linkedin pode ser uma ótima ferramenta tanto para pessoas que estão em busca de um emprego, quanto para empresários.

Uma das vantagens do Linkedin é a forma de procurar emprego de maneira mais prática, através da pesquisa avançada. Ela direciona as diferentes vagas de acordo com o setor desejado, empresa, função e nível de experiência exigido. E, claro a facilidade de contato proporcionada pela rede social.

Além disso, o Linkedin apresenta ainda algumas outras vantagens:

  • Visibilidade: com um perfil bem elaborado, que contenha informações relevantes sobre o seu currículo profissional e cursos de capacitação você adquire uma boa imagem perante as empresas e pessoas em geral, já que é uma ferramenta extremamente visada e utilizada por empresas do Brasil e do mundo, o que aumenta as chances de conseguir um novo emprego
  • Realização de novos negócios a partir do contato entre diferentes empresas e empreendedores.
  • Facilidade de divulgação de produtos e promoções pelas empresas, obtendo um grande alcance e atraindo potenciais clientes
  • Você pode ser recomendado por suas competências: com o recurso de recomendações, lançado em 2012 pelo Linkedin, você pode recomendar o serviço de outras pessoas e assim também ser recomendado por suas competências, expandindo o seu perfil para um número ainda maior de pessoas. Por isso, inclua o máximo de informações de qualificação possíveis em seu perfil para ser lembrado.
  • O Linkedin permite com que você exporte todos os contatos que desejar para outro sistema de gerenciamento de contatos.
  • Linkedin Pluse: Com esta ferramenta você pode descobrir diversos artigos e conteúdos referentes aos seus interesses específicos e ficar sempre atualizado sobre determinados assuntos.

Como gerenciar melhor o seu perfil no Linkedin?

Portanto, como podemos perceber, o Linkedin pode ser uma poderosa “arma” para você criar uma imagem positiva perante outras empresas e fazer boas estratégias para um bom marketing pessoal. Mas para isso é preciso colocar as informações apropriadas, que de fato sejam relevantes no mercado de trabalho, definir os seus interesses e capacitações, além de fazer parte de grupos para debater com outras pessoas e também empresas. 

Veja algumas dicas que selecionamos para você fazer “bombar” o seu perfil pessoal no Linkedin:

1) Coloque uma foto de fundo no seu perfil

Desde 2014, o Linkedin disponibilizou a opção de colocar uma foto de capa no seu perfil. Coloque uma foto relacionada a algo do seu interesse, mas que passe uma imagem profissional.

2) Adicione palavras-chave 

Acrescentar palavras-chave em várias seções do seu perfil, que possuam relação com determinado assunto que você deseja que o seu perfil seja encontrado, ajuda a otimizar o posicionamento de seu perfil nos mecanismos de busca.

3) Divulgue o seu trabalho

Com as possibilidades de disponibilizar diversos tipos de mídia como vídeos, imagens, documentos e links oferecidas pelo Linkedin você pode mostrar o seu trabalho e os seus projetos.

4) Transforme seu perfil do Linkedin em um verdadeiro currículo profissional

O Linkedin pode transformar o seu perfil em um formato PDF que pode ser usado como currículo. Por isso é importante que você adicione suas experiências profissionais, interesses e capacitações complementares.

5) Seja identificável

Permita que as pessoas vejam que você acessou o perfil delas. Você pode selecionar esta opção nas configurações. Isso aumenta a possibilidade com que elas também acessem o seu perfil e saibam mais sobre você. Ativando esta opção, você também poderá saber quem acessou o seu perfil.

6) Alie o Linkedin a outras redes sociais

Compartilhe suas atualizações do seu perfil no Linkedin em outras redes sociais como Facebook e Twitter. Isso certamente aumentará o alcance e suas informações poderão chegar a um público maior. Neste caso é importante com que você possua a mesma foto em ambas as redes sociais para facilitar a sua identificação por parte dos outros usuários.

7) Mencione as pessoas que você quer que vejam as suas atualizações

Semelhante ao que ocorre no Facebook e no Twitter, o Linkedin também lançou a opção de mencionar determinada pessoa. Use este recurso mencionando as pessoas e empresas que você deseja que vejam as suas atualizações. Assim, suas informações serão vistas com mais facilidade e ganharão destaque.

E como as empresas devem usar o Linkedin?

Como sabemos, o Linkedin pode ser útil tanto para pessoas que querem divulgar a sua imagem no mercado em busca de um novo emprego, quanto para empresas. Veja as dicas que selecionamos para as empresas que desejam otimizar o uso desta rede social:

1) Tenha um design atraente

Como o design para empresas no Linkedin mudou ao longo dos anos desde a sua criação, e passa por constantes transformações, verifique se o design adotado por sua empresa é o mais atualizado possível oferecido pelo sistema.

2) Crie espaços para a demonstração

O Linkedin permite com que você crie páginas adicionais para a sua empresa que são voltadas para a amostra de produtos. São as Showcase Page. Isso facilita a visualização dos usuários que acessam o perfil de sua empresa.

3) Atualize frequentemente

Mantenha os usuários informados sobre a sua empresa com novos produtos e ofertas. Não deixe o perfil de sua empresa estagnado!

4) Use o Linkedin para a geração de Leads para a sua empresa

Divulgue e compartilhe links direcionando para o blog e landing pages de sua empresa nos grupos do Linkedin. Pois como as pessoas de determinado grupo estão interessadas no mesmo assunto do que você, as chances de converter leitores em leads é muito grande usando o Linkedin. Outra dica interessante para ganhar leads é mandar e-mails para os outros integrantes dos grupos

5) Use também a publicidade paga

O Linkedin Ads é uma ferramenta paga proporcionada pelo Linkedin que não só aumenta o tráfego orgânico do conteúdo gerado pelo seu marketing como também direciona este tráfego para pessoas com mais probabilidades de estarem interessadas de acordo com o seus perfis.

6) Fique atento a possíveis novos talentos para a sua empresa

Através da seção Carreiras que pode ser criada na página de sua empresa, você pode divulgar as vagas de trabalho em aberto na sua empresa e avaliar os profissionais interessados, de uma forma extremamente prática.

7) Use a guia analytcs

Essa ferramenta é uma ótima maneira de realizar a mensuração dos resultados que estão sendo obtidos com as suas estratégias de marketing no linkedin. Com a guia analytcs, você poderá ter acesso a dados referentes ao nível de eficiência que você está atingindo em relação a geração de leads, de onde vieram os seus leads, números relacionados ao crescimento de seus seguidores, comparação com os números de outras empresas, e muito mais!

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Atualizando informações de produtos através do XML da NFe

Atualizando informações de produtos através do XML da NFe

O sistema eGestor permite a entrada de mercadorias de forma manual ou através do XML da nota fiscal emitida pelo fornecedor. Ao utilizar o XML, com uma simples associação entre produtos da nota e produtos cadastrados no sistema, a empresa consegue atualizar as quantidades em estoque, o preço de custo e o preço de venda dos produtos que comercializa.

Ao realizar a entrada de mercadorias o preço de custo bruto é o valor unitário da mercadoria em questão, enquanto o valor líquido, de forma geral, é calculado da seguinte forma:

Custo = Preço de compra + Frete + Seguros + Substituição Tributária + IPI + Outras despesas – Créditos tributários

Com base neste preço bruto, sistema eGestor gera o preço de venda sugerido, e este é calculado da seguinte forma:

Preço de Venda = (Custo + Margem de Contribuição) / (1 – Impostos)

Deve-se levar em consideração que a margem de contribuição deve ser o valor acrescido ao custo variável para cobrir os custos fixos e lucro.

Este cálculo é realizado utilizando esta fórmula pois o imposto incide sobre o valor de venda e não sobre o custo.

A variável impostos, inserida no cálculo, deve ser configurada no menu “Configurações > Configurações Gerais”. Na área de Dados fiscais da empresa. Dependendo da configuração definida nesta página existem cálculos de preços de vendas e preço de custo diferentes, nos quais aplicam-se diferentes tipos de tributações. A seguir, o cálculo de cada regime tributário detalhado:

Simples Nacional

Preço de Custo = Preço Bruto + Frete + Seguro + Outras Despesas + Substituição Tributária + IPI

Preço de Venda = (Custo + Margem de Contribuição) / (1 – Alíquota Tabela Simples)

Lucro Presumido

Preço de Custo = Preço bruto + Frete + Seguro + Outras Despesas + Substituição Tributária + IPI – Créditos Tributários*.

*Neste caso os créditos tributários se referem ao ICMS e IPI. O IPI é aplicado apenas no caso de a empresa configurar em seus dados fiscais a opção “Industria” em “Principal Atividade”.

Preço de Venda = (Custo + Margem de Contribuição) / (1 – Impostos*)

*Neste caso a variável Impostos é calculada como:

Impostos = PIS% + COFINS% + ICMS% + IRPJ% + CSLL%

Sendo que IRPJ e CSLL são calculados da seguinte forma:

IRPJ% = Alíquota da Base de Cálculo * Alíquota IRPJ / 100

CSLL% = Alíquota da Base de Cálculo * Alíquota CSLL / 100

Lucro Real:

Preço de Custo = Preço Bruto + Frete + Seguro + Outras Despesas + Substituição Tributária + IPI – Créditos Tributários*

*Neste caso os créditos tributários se referem ao ICMS, PIS, COFINS e IPI. O IPI é aplicado apenas no caso de a empresa configurar em seus dados fiscais a opção “Industria” em “Principal Atividade”.

Preço de Venda = (Custo + Margem de Contribuição) / (1 – Impostos*)

*Neste caso a variável Impostos é calculada como:

Impostos = PIS% + COFINS% + ICMS%

Em caso de maiores dúvidas sobre os cálculos realizados pelo sistema, e preço de venda sugerido, entre em contato com um de nossos atendentes.

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