Contratar alguém para trabalhar na sua empresa pode não ser uma tarefa simples. Antes de ter uma equipe, é preciso compreender o seu papel como administrador e ter uma definição clara dos cargos e funções que o futuro funcionário irá desempenhar.
Neste episódio, Ricardo Gölzer, Pedro Escobar e Deivison Elias falam sobre o processo de contratação dentro de pequenas empresas.
O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
Entre as modalidades possíveis para a realização da apuração do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), bem como da Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL), existe aquela em que o lucro é arbitrado, seja pela própria pessoa jurídica ou, em alguns casos, pela fiscalização da Receita Federal. Quer saber o que é lucro arbitrado, como ele pode ser utilizado e outras informações? Então fique com a gente neste artigo!
O que é lucro arbitrado?
O lucro arbitrado corresponde a um cálculo do imposto de renda. Tal base de cálculo pode ser usada pelo contribuinte ou pela autoridade tributária.
Conforme a Receita Federal do Brasil, o arbitramento de lucro é uma maneira de efetuar a apuração da base de cálculo do imposto de renda por meio da autoridade tributária, sendo aplicável caso a pessoa jurídica não realizar o cumprimento das obrigações necessárias para assim estipular o lucro real ou presumido.
O lucro arbitrado é mais geralmente utilizado diante de uma iniciativa do Fisco. No entanto, há a possibilidade também de ser usado a partir de movimento da própria empresa enquanto contribuinte.
A utilização do lucro arbitrado
O lucro arbitrado é utilizado em casos especiais ou quando é conhecida a receita bruta. Tais casos especiais para o arbitramento do lucro são previstos em lei. Além disso, os casos são:
A opção pelo lucro presumido for considerada indevida.
Possíveis sinais de fraude, vícios ou equívocos na escrituração, de maneira que a impossibilitam de efetuar a identificação das movimentações financeiras ou até mesmo de estipular o lucro real.
Quando o contribuinte, que é obrigado ao lucro real, não efetuar a escritura ou também não realiza a elaboração das demonstrações fiscais.
Caso os livros contábeis não forem devidamente mantidos em ordem por parte do contribuinte.
Caso empresas que tenham atuação em outros países não comunicarem da maneira correta as suas contas para a autoridade tributária.
Se não forem apresentados para autoridade tributária livros e outros documentos da escrituração fiscal e comercial.
Se o representante de uma empresa do exterior que atua no Brasil não comunicar os seus lucros de forma separada do lucro domiciliado no exterior.
O cálculo do lucro arbitrado é o mesmo cálculo que é realizado no regime de lucro presumido. Ou seja, ele é feito a partir de um percentual preestabelecido que é aplicado sobre a receita bruta. Assim, é indicado o possível lucro da pessoa jurídica em questão. Dessa maneira, é possível efetuar a aplicação da alíquota correspondente ao imposto devido.
A adoção e a apuração do Lucro Arbitrado
De uma forma geral a adoção do lucro arbitrado como base para tributação acontece mediante iniciativa do Fisco. Vale salientar que o lucro arbitrado adotado por conta do contribuinte acontece em situações excepcionais devidamente comprovadas, seguindo os acordos da definição da legislação civil e, desde que a receita bruta seja devidamente conhecida.
A apuração do lucro arbitrado é feita por meio de aplicação de percentuais que envolvem:
Sobre a receita bruta quando ela é conhecida, sendo de acordo com o tipo e atividade econômica realizada.
Quando a receita bruta não é conhecida, sobre valores fixados pela legislação fiscal.
De acordo com o que é previsto na legislação, podem ser distribuídos os lucros ao titular, acionista ou sócio da pessoa jurídica, o valor que corresponde ao lucro arbitrado, após a retirada das contribuições e dos impostos, tais como o adicional do IRPJ, a CSLL, a COFINS, e o PIS/PASEP.
Porém, caso o valor do lucro efetivo for considerado superior ao valor do lucro arbitrado, a empresa terá a possibilidade de realizar a distribuição dos lucros sem a necessitar efetuar tributação pelo imposto de renda. Tal procedimento pode ser realizado desde que existam possibilidades de mostrar graças a escrituração contábil, que o referido valor é realmente superior ao valor arbitrado.
Se qualquer distribuição de lucros for notadamente maior que o apurado pela contabilidade, o referido valor deverá ser atribuído para a conta de reserva de lucros ou de lucros acumulados.
Hipóteses de Arbitramento
Já sabendo que o lucro arbitrado serve para apurar a base de cálculo do imposto de renda usada pelo contribuinte ou autoridade tributária, caso seja conhecida a receita bruta. É válido então conhecer as hipóteses de arbitramento.
Nesse caso, o lucro da pessoa jurídica será arbitrado diante das seguintes hipóteses:
Ocorrer a falta de escrituração: a pessoa jurídica tributada com base no lucro real tem a obrigação de manter escrituração contábil completa, conforme está previsto nas leis comerciais e fiscais. Quando o contribuinte, independente do motivo, não escriturar os livros exigidos pela legislação, poderá ter seu lucro arbitrado pela autoridade tributária.
Ocorrer falha na escrituração: a partir do momento em que o contribuinte revelar uma escrituração que apresente alguns erros, e que tais erros a tornem impossibilitada para a devida determinação do lucro real e a identificação da movimentação financeira, até mesmo bancária.
Ocorre indevida opção pelo lucro presumido: caso escolha indevidamente pelo lucro presumido, poderá, dessa maneira, ter o seu lucro arbitrado.
O período de apuração
A apuração do Imposto de Renda que é baseada no lucro arbitrado contemplará todos os trimestres do ano, sendo garantida a tributação que tem base no lucro real ou presumido relacionada aos trimestres não submetidos ao arbitramento, caso a empresa:
Apresentar a escrituração comercial e fiscal que aponte o lucro real dos períodos que não foram abrangidos pelo arbitramento.
Ter a possibilidade de escolher o lucro presumido.
Vale destacar que no caso do lucro real, existe a possibilidade da pessoa jurídica efetuar a apuração do lucro de forma trimestral. No entanto, a apuração pode ser anualmente mediante a pagamentos mensais, não levando em consideração, portanto, os períodos em que foi submetida ao lucro arbitrado.
Além disso, tanto o CSLL e o IRPJ que forem pagos sob a forma de arbitramento serão considerados definitivos. Sendo assim, o contribuinte não terá a possibilidade de compensar os mesmos por meio de futuros recolhimentos.
Como lucro arbitrado será determinado
A determinação do lucro arbitrado é realizada de acordo com a seguintes formas:
Arbitramento feito pelo fisco: quando a receita bruta é desconhecida.
Arbitramento efetuado pelo contribuinte ou pelo fisco: quando a receita bruta é conhecida.
É válido salientar que a apuração trimestral é vigente desde o ano de 1997. Antes disso, mais precisamente desde o ano 1992, estava em vigor, destinada para o lucro arbitrado, o regime de apuração do tipo mensal.
Além disso, nos anos de 1992 a 1994, o procedimento de arbitramento era privativo do fisco, destinado ao contribuinte, pagar o imposto com base no lucro arbitrado apenas em alguns casos, definidos pela lei civil e também devidamente comprovados.
No caso em que a receita bruta é conhecida, os percentuais que serão aplicados são os mesmos destinados para o cálculo da estimativa mensal e do lucro presumido, que é acrescido de 20%.
No lucro presumido o percentual que foi estabelecido pela Receita Federal corresponde aquele em que o órgão aguarda como lucro que é o resultado da atividade.
É pertinente destacar também que a possibilidade de arbitramento do lucro, ainda que não seja frequente, é possível que ocorra, em especial por parte do Fisco. Diante disso, é importante que os empreendedores tenham amplas noções sobre as características e as exigências referentes ao lucro arbitrado.
A gestão do estoque é essencial para manter uma empresa, garantindo que os produtos estejam disponíveis aos clientes. Mas essa atividade gera um conjunto de gastos, conhecidos como custo de armazenagem.
O valor desse custo é repassado aos clientes quando os produtos estocados são comprados. Dessa forma, diminuir os custos com o armazenamento é uma maneira de melhorar os preços e agilizar todo o processo de logística.
Quando o cálculo do custo de armazenagem é feito, ele deve levar em conta diversos fatores que variam de acordo com as características do produto armazenado, o tamanho do espaço utilizado e as ferramentas usadas.
Nesse artigo vamos falar sobre como fazer esse cálculo e o que pode ser feito para diminuir esses gastos.
O que é o custo de armazenagem?
De uma forma resumida, o custo de armazenagem se refere aos gastos que a empresa faz para manter suas mercadorias estocadas.
Esses gastos vão além do custo de manter o espaço físico do estoque. Eles abarcam todos os gastos desde o momento que o produto deu entrada no depósito, sua movimentação interna, até o instante que deixa o estoque.
Existem duas formas de fazer esse cálculo. Um leva em consideração o espaço disponível para a armazenagem e o outro a quantidade de produtos que foram estocados dentro de determinado espaço.
A importância de calcular o custo de armazenagem
Os custos dos produtos que chegam ao consumidor não são baseados apenas no valor pago ao fabricante, mas em todos os gastos durante todo o percurso fábrica-cliente. O custo de armazenagem faz parte dessa conta.
Sendo assim, um alto gasto com estocagem acaba por elevar o preço final dos produtos. Nesse cenário, o empresário tem duas soluções, não repassar os custos para o cliente e manter o preço competitivo ou repassar os valores e correr o risco de perder vendas.
Por isso, é essencial manter os custos de armazenagem em um patamar equilibrado. Para isso, existe uma série de ferramentas que podem diminuir os gastos com a manutenção de estoque.
Diversos fatores podem influenciar o custo de armazenagem dos produtos. A seguir você encontra os principais:
Estrutura: são os custos com o espaço físico em si. Se for alugado, estamos falando do valor pago ao locatário. Se for um imóvel próprio, pensamos nos custos com impostos, como o IPTU.
Em ambos os casos, devemos levar em consideração o que é gasto com água, internet, luz, manutenção e seguro.
Manutenção: o maquinário envolvido no processo de armazenagem, como as empilhadeiras, precisa de manutenção constante. Apesar desses valores estarem previstos no planejamento financeiro das empresas, ele também deve ser considerado para o cálculo do custo de armazenagem.
Tecnologia: a cada dia o processo de gestão de estoques está cada vez mais tecnológico, portanto, os gastos com hardwares e softwares entram na conta.
Embalagens e Mobiliário: esses itens são indispensáveis para manter os produtos corretamente acomodados, além disso, eles otimizam os espaços e melhoram a logística.
Estamos falando de estantes, paletes, mesas, caixas de papelão e até dos refrigeradores para a preservação das mercadorias perecíveis.
Operação: os gastos com o recebimento, estocagem, separação e carregamento até o transporte ou cliente devem estar incluídos no custo de armazenagem.
Mão de Obra: aqui estão abarcados os gastos com os salários de todos os profissionais envolvidos no processo. Desde aqueles responsáveis pelo setor administrativo, até os carregadores e faxineiros.
Como calcular
O primeiro passo para realizar o cálculo do custo de armazenamento é levantar todos os gastos envolvidos no processo de armazenagem, sejam eles diretos ou indiretos. Também é necessário estipular um corte temporal.
Para facilitar o entendimento, vamos supor que os gastos com o armazenamento são de 100.000 reais por ano. O tamanho dos armazéns é relevante para o cálculo. Seguindo nosso exemplo, temos um prédio com 100m².
Por último, é necessário saber quantos produtos foram alojados no estoque durante o período estipulado. Para isso, basta somar a quantidade de produtos vendidos com os que ainda então armazenados.
Ainda em relação ao exemplo aplicado, foi armazenado um total de 5.000 mercadorias. Agora podemos calcular o custo de armazenagem em relação ao metro quadrado e ao produto.
Se dividirmos os gastos pelo tamanho do armazém, teremos que o custo de armazenagem é de R$2.000,00 por m². Se dividirmos os gastos pela quantidade de material estocado, obteremos um custo de armazenagem de R$ 40,00 por produto.
Como diminuir o custo de armazenagem
Diminuir o custo de armazenagem é uma ótima estratégia para tornar o preço dos produtos mais competitivo no mercado. A economia pode ser de alguns centavos, mas em longo prazo ela vai fazer diferença.
Integrar toda a empresa: isso quer dizer que todos os setores devem ter acesso aos dados do estoque. Assim, o pessoal responsável pelas compras sabe quando fazer novos pedidos e o setor de vendas quais produtos precisa vender.
Melhorar o gerenciamento de estoque: manter o nível de estoque equilibrado, estipulando quantidades mínimas e máximas de cada produto. Dessa forma, os materiais estarão sempre à disposição, mas sem que eles fiquem encalhados por muito tempo.
Diminuir o ciclo dos produtos: o Lead Time é o tempo em que um produto fica armazenado. Quanto menor esse tempo, menor o ciclo do produto dentro do armazém e, consequentemente, menor será o custo de armazenagem.
Otimizar as técnicas de armazenamento: um processo de estocagem mais eficaz, reduz os custos e simplifica a logística, por exemplo:
Melhorar a rotatividade dos estoques. Técnicas como a PEPS (primeiro a chegar, primeiro a sair) ajudam a manter os produtos armazenados sempre novos, além de valorizar os itens estocados.
Criar um sistema de endereço logístico, no qual as prateleiras, corredores, níveis, etc., são identificados como se fossem ruas, bairros e números residenciais. Isso facilita o processo de busca pelos produtos.
Reduzir a quantidade de mercadoria encalhada, dando prioridade para aquelas que têm maior saída.
Acompanhar os movimentos sazonais dos produtos, comprando aqueles que vendem melhor em determinados períodos do ano.
Como você divulga o seu negócio? Você já pensou que criar autoridade e relevância para sua marca pode ser mais efetivo do que fazer propaganda do seu produto para quem nem sabe que sua empresa existe?
Neste episódio, Pedro Escobar, Deivison Elias e Ricardo Gölzer falam sobre inbound marketing e como essa estratégia pode gerar valor às marcas de pequenos negócios.
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O impacto do novo Coronavírus não afetou apenas o bem-estar da sociedade, mas também sua economia. Isso fez com que inúmeras organizações percam o fôlego e considerem, até mesmo, fechar as portas.
No entanto, apesar das adversidades, isso não significa que foi hora de desistir. Reduzir os gastos da empresa e criar uma nova estratégia financeira é o melhor caminho a percorrer. E, para isso, as organizações precisam acelerar suas ações, com o intuito de proteger os resultados financeiros e garantir a sobrevivência no mercado.
Mas, afinal, qual seria o melhor método de realizar um controle financeiro eficaz e, dessa maneira, fazer a diferença no seu caixa em tempos de crise? Entenda agora, implemente já esta prática e salve a sua companhia:
A importância do controle financeiro
O controle é um dos aspectos mais importantes nos negócios. Para iniciar ou mesmo administrar um negócio de sucesso, você precisará de excelentes conhecimentos em gestão financeira. Ele se refere ao planejamento estratégico, organização, direção e controle de empreendimentos financeiros em uma organização ou instituto.
Também inclui a aplicação de princípios de gerenciamento aos ativos financeiros de uma organização, além de desempenhar um papel importante no gerenciamento fiscal.
Ele produzirá determinados resultados, incluindo orçamentos operacionais e de capital, relatórios contábeis, relatórios de capital de giro, previsões dos fluxos de caixa e análises com base nas considerações de vários cenários. Os dados financeiros em si podem ser analisados de várias maneiras, incluindo avaliação de tendências, análise de proporção e modelagem financeira.
Fortes controles financeiros permitirão relatórios financeiros confiáveis em toda a organização, o que permitirá um gerenciamento financeiro mais sólido da operação. Controles fortes também proporcionam maior tranquilidade de que os dados contábeis estejam corretos e o dinheiro esteja melhor protegido contra possíveis fraudes.
Isso, por sua vez, permite maiores lucros para as operações. E, vamos ser sinceros, quem não gostaria disso durante essa economia atual, não é mesmo?
Os objetivos desta prática
Quem faz o uso do controle financeiro tem, certamente, algumas metas que quer alcançar. Por isso, ao implementá-lo, é preciso compreender que os objetivos desta prática são:
Uso econômico de recursos: eles visam avaliar e coordenar as atividades financeiras. Isso ajuda a evitar o vazamento de fundos e, assim, o retorno desejado dos investimentos pode ser realizado.
Preparação do orçamento: eles ajudam a gerência a preparar o orçamento para um departamento específico. Os orçamentos fornecem uma base para comparar o desempenho real com o desempenho padrão.
Manutenção de capital adequado: ele mostra a maneira de manter o capital adequado. Ou seja, a implementação adequada do controle financeiro verifica a adequação do capital e, portanto, os males da sobrecapitalização ou subcapitalização podem ser evitados.
Maximização do lucro: eles obrigam a administração a procurar fundos de fontes mais baratas e a aplicar eficientemente os referidos fundos para levar à maximização do lucro.
Sobrevivência dos negócios: um bom sistema de controle financeiro garante a utilização adequada dos recursos. Isso cria uma base sólida e sólida para a existência de uma organização.
E existem muitos outros, assim, a empresa se torna mais segura e confiante, seus padrões operacionais e processos de tomada de decisão são mais fortes.
Um método ímpar para momentos de crise
Uma crise pode ter impactos imediatos e de longo prazo na sua gestão financeira empresarial. Isso acontece especialmente porque os consumidores podem estar passando por uma redução ou uma interrupção na renda. Isso, naturalmente, irá gerar consequências na frequência em que eles consomem seus bens e produtos.
Por isso, pode ser indispensável criar um planejamento de controle financeiro, associado a um plano de gerenciamento de crises. Essa tática de salvação, inclusive, deve ser abordada com a equipe de liderança, a fim de coletar informações, estabelecer metas e encontrar formas de fazer a diferença dentro de todas as questões monetárias da empresa.
Lembre-se que intervir imediatamente pode ser significante para que a crise não se agrave ainda mais. Além disso, tomar esta atitude permitirá que você se concentre na recuperação de sua organização, focando nos resultados e em novas estratégias que angariem benefícios.
Uma estratégia repleta de benefícios
Essencialmente, existe um sistema de informações de gerenciamento financeiro para acumular dados financeiros e analisá-los para permitir que os tomadores de decisão da empresa tomem melhores decisões. Embora cada sistema tenha certos pontos fortes e recursos exclusivos, há certas funções de um sistema de informações financeiras comuns à maioria dos sistemas:
Coleta de informação: o sistema de controle financeiro coleta informações de maneira precisa, oportuna, completa, confiável e consistente. Isso é indispensável para os tomadores de decisões das organizações.
Relatórios de gerenciamento: ele fornece relatórios de gerenciamento em níveis precisos. Esses podem ajudar o gerenciamento da empresa a tomar decisões de alto nível para a direção da empresa.
Declarações financeiras: o controle financeiro facilita a preparação de demonstrações financeiras, usando informações precisas e confiáveis, que podem ser obtidas no sistema de informações de gerenciamento financeiro.
Oferece informações para orçamento, análise e relatórios: essas são três funções importantes de alto nível em qualquer empresa e só podem ser efetivamente executadas se os dados produzidos forem precisos e confiáveis, como seria de esperar, um sistema de informações de gerenciamento financeiro que funcione adequadamente.
Evita fraudes e erros: controles financeiros fortes não apenas ajudam a prevenir e detectar fraudes, mas também ajudam a detectar erros nos relatórios contábeis e gerenciais. Esses podem induzir o gerenciamento a tomar uma decisão incorreta, podendo custar muito dinheiro.
Faça a implementação agora mesmo
Quando uma empresa está em crise e o problema é apenas pontual, é mais fácil se recuperar. No entanto, quando todo o país sofre com a economia, é preciso ter em mente que a questão é generalizada e, por este motivo, pode ser difícil se manter de pé.
Por isso, a ideia de aderir a um controle financeiro pode ser fundamental para conseguir identificar se a sua organização está saindo do orçamento, o quanto pode gastar e o quanto tem. Ademais, essa é uma forma útil de organizar o caixa, sabendo o que é lucro, o que precisa entrar em uma reserva de emergência e quais gastos extras podem ser mitigados de uma vez por todas.
Isso acontece porque quando falamos de controle financeiro em nível estratégico, estamos nos referindo ao processo de olhar para sua própria companhia, compreendendo o planejamento orçamentário e estratégico da organização, com o intuito de garantir que todos os objetivos sejam devidamente concluídos.
Sendo assim, esta pode ser uma oportunidade não apenas de se reestruturar, como também de evitar surpresas de última hora no fim do ano fiscal, detectar desvios nos orçamentos e tomar as medidas apropriadas para equilibrar as finanças, sem que a crise mundial seja responsável por te deixar no vermelho.
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