Não importa em que mercado a sua empresa atua, algo é certo para qualquer tipo de negócio: sempre haverá concorrência. E conforme o processo de abrir um negócio é simplificado, bem como as ferramentas para gerenciá-lo, é de esperar que essa competição só aumente. Mas como você pode se preparar para enfrentar e superar a concorrência, aumentar os lucros e se manter à frente no mercado? Veja algumas dicas a seguir:
Por que vale a pena estudar a concorrência
Como enfrentar e superar a concorrência sem saber como ela pensa, age e cria soluções para atender o mercado? Isso simplesmente não é possível. Sendo assim, é crucial fazer um estudo de como outras companhias que pertencem à mesma área se portam. Dessa forma, você conseguirá:
Entender suas soluções
Mais do que saber qual é a abordagem do concorrente, você será capaz de entender os princípios por trás de cada ação deles e antecipar suas reações a diferentes cenários que surgirem. Ter uma leitura completa sobre tais fatores é ótimo para o seu negócio, pois serve quase como um intercâmbio, no qual você aprenderá com profissionais que usam métodos diferentes para resolver os mesmos problemas.
Entender seu posicionamento de mercado
Por observar de perto como trabalham, você aprenderá também qual é o posicionamento e que tipo de espaço a concorrência deseja ocupar no mercado, qual a imagem que ela deseja passar e o que tem feito para alcançar isso. Informações assim podem ser valiosas tanto para criar uma estratégia mais completa quanto para aprender com os acertos dos competidores.
Entender melhor o público
A melhor parte de analisar os concorrentes é ver a reação dos clientes, o que eles mais gostam, o que os desagrada e como esperam que os problemas sejam resolvidos. Além disso, é mais fácil se colocar no lugar do consumidor quando vemos os erros de outra empresa. Tudo isso facilita a tomada de decisões mais voltadas para o público.
Como usar as informações encontradas para superar a concorrência
Obviamente, não adianta apenas analisar. É preciso também usar o que foi encontrado para se colocar em vantagem e buscar conquistar os clientes de maneiras que ninguém está tentando. Mas como fazer isso? Existem algumas maneiras muito úteis de colocar isso em prática e superar a concorrência:
Observar brechas não exploradas no mercado
Não importa o quanto a competição esteja acirrada: sempre há espaço para inovação. Por isso, a vantagem é de quem está atualizado com o que está sendo realizado. Somente assim é possível observar brechas não exploradas e apresentar soluções melhores.
Se destacar nos pontos fracos da concorrência
Outra opção é escolher alguns dos pontos em que os competidores enfrentam dificuldades e usá-los como diferenciais para se destacar. Assim, você atrairá muitos clientes que estão insatisfeitos com tais problemas e precisam de algo mais para suprir suas necessidades.
Criar novas oportunidades de negócio
Pode ser que a busca por superar a concorrência resulte não apenas em encontrar pequenas brechas dentro do seu ramo principal, mas em chances de expandir o negócio por adentrar novos mercados, criar produtos diferentes e realizar parcerias, oportunidades que de outra forma não seriam notadas.
Não há dúvidas de que observar e superar a concorrência são tarefas difíceis, mas o risco de não saber como o mercado evolui é muito alto e pode até custar o futuro do negócio. Por isso, vale a pena continuar analisando os competidores e agindo para se tornar referência para o público.
Para quem está antenado nas notícias a respeito da atual conjuntura econômica do país e quer se preparar para enfrentar a crise de forma assertiva, a saída é diminuir custos desde agora! A verdade é que em tempos de recessão essa é a melhor receita para sobreviver ao ciclo de perda de emprego e renda que já vem acontecendo em 2015 e que parece querer se aprofundar em 2016. Assim, primeiramente os pequenos e médios empresários devem mudar sua mentalidade, depositando sua confiança no processo.
Como publicamos neste post, o empresário que tem em mãos seus indicadores consegue realizar uma gestão realística, de forma que, na hora de realizar cortes, saberá exatamente que grupos financeiros podem suportar um emagrecimento para fazer frente às necessidades de manutenção ou de elevação dos resultados da empresa. Com isso em mente, vamos às dicas que preparamos hoje para mudar sua forma de encarar a gestão em tempos de adversidade:
Análise de desperdícios, perdas e faltas
Especialmente em tempos de crise, detectar os desperdícios, as perdas ou as faltas é crucial! E é por isso que precisamos ter claramente em números as metas dos índices aceitáveis de perdas ou desperdícios com as quais é possível lidar. Caso contrário, toda a produtividade pode ir para o ralo. Assim, monitorar desde o melhor uso dos materiais de escritório — vendo se seus funcionários usam as canetas até a tinta acabar, se os papéis de uso interno são reciclados e se as impressões são feitas dos dois lados das folhas —, passando pela análise das embalagens — ao verificar se existem alternativas mais baratas no mercado e se as embalagens são vistas pelos clientes como um valor agregado do produto — e do uso dos materiais de limpeza — verificando com o setor de compras e monitorando seu uso racional com treinamento e orientação dos funcionários.
A escassez também é outro problema que deve ser monitorado. Imagine se, em meio ao já caótico ambiente de crise, ainda é preciso lidar com a falta de um produto ou serviço da empresa a que os consumidores estão acostumados, mas que se resolveu, erroneamente e sem o adequado estudo prévio, diminuir os custos exatamente com ele! Aí é claro que os clientes irão buscar a mercadoria no concorrente, fazendo com que as receitas da empresa caiam. Por isso, o monitoramento dos itens responsáveis pelo faturamento da vendas é essencial, existindo itens que não podem faltar nunca!
Possibilidade de diminuição de pessoal
É duro admitir, mas essa é a realidade: as despesas operacionais com o grupo financeiro relativo ao pessoal — que incluem folha de pagamento, 13° salário, férias e rescisões — é o que mais pesa nas contas fixas da empresa. Por essas e outras é que o monitoramento da produtividade por funcionário é fator crucial na hora da tomada de decisão a esse respeito, optando por cortar pessoas ou não — até mesmo porque reduzir a equipe também é financeiramente dispendioso, devendo ser muito bem calculado.
Por isso, reforçamos que a confiança deve estar nos processos, avaliando inclusive se alguns processos podem ser terceirizados. Se a resposta for sim, por que não considerar essas alternativa para enxugar a folha de pagamento da empresa e diminuir custos? Por mais que não seja o ideal, essas infelizmente são questões a serem analisadas em tempos que exigem medidas extremas para a sobrevivência da empresa.
Funcionários aliados na gestão do negócio
No item anterior sugerimos analisar os indicadores por funcionário e também alternativas de terceirização de processos como formas de diminuir custos com pessoal, se for o caso. Mas atenção: essas medidas não inviabilizam a transformação do funcionário em um grande aliado da empresa! Lembre-se de que, a qualquer tempo, a organização deve ter em mente que seus colaboradores devem, antes de mais nada, ser clientes internos.
Como os funcionários devem ser as primeiras pessoas a adquirirem seus produtos ou serviços, dar descontos especiais para os colaboradores terem condições de consumir o que quiserem, sem lesar os interesses da empresa, delimitar metas para as equipes se sentirem constantemente desafiadas e recompensadas por seu trabalho e esforço, além de trabalhar o reconhecimento são fatores-chave para a diminuição de desvios e desperdícios. Isso sem contar que essa postura também melhora o contato com o público externo, consequentemente garantindo uma melhora na produtividade geral do negócio.
E o melhor de tudo é que essas dicas podem ser utilizadas desde uma grande multinacional até uma microempresa, sendo adaptadas de acordo com a realidade de cada negócio. O segredo é implantar melhorias contínuas de gestão, mesmo na crise. Pronto então para superar esse período sem maiores tropeços?
A rotina de um gestor de PME simplesmente não permite baixa produtividade. As várias ligações, os constantes deslocamentos, as inúmeras reuniões e uma série de outros compromissos não admitem a perda de tempo! Mas nada de pânico, porque hoje em dia felizmente já é possível contar com a ajuda de aplicativos móveis que, se instalados no celular ou em qualquer outro dispositivo mobile, podem facilitar — e muito! — a rotina de trabalho dos gestores. Curioso para conhecer esses aplicativos para gestor de PME? Então confira nossas escolhas:
1. eGestor
O aplicativo de gestão empresarial do eGestor é perfeito para ter controle das informações da sua empresa. Nele se tem o controle financeiro, controle de estoque, controle de vendas e tudo que é preciso para fazer uma gestão empresarial bem feita e claro, na palma da sua mão.
2. Evernote
Como o hábito de fazer anotações é característica de muitas pessoas produtivas, que tal otimizar até esse método? O Evernote permite não só a criação de notas de texto como também o armazenamento de imagens e links da internet. Assim, quando o gestor precisar tomar nota de alguma informação importante, em uma reunião ou mesmo em trânsito, bastará abrir o aplicativo.
3. Dropbox
Ter seus arquivos de trabalho disponíveis na nuvem não é mais uma simples opção, tendo na verdade se tornado uma condição básica para quem deseja trabalhar de forma produtiva atualmente. E é aí que entra o Dropbox, um app gratuito que sincroniza os arquivos do computador no smartphone, possibilitando assim que o gestor tenha pleno acesso a esses documentos e dados mesmo quando estiver longe do trabalho.
4. Slack
A comunicação interna de um escritório é muito importante, mas, na prática, cada vez mais as caixas de entrada se enchem de e-mails que demoram a ser respondidos. O Slack traz para o ambiente corporativo o imediatismo das mensagens instantâneas, tornando todos os funcionários que estão dentro e fora do escritório acessíveis. O Slack em sua versão básica é gratuito, mas há um plano pago para as empresas que optarem por mais recursos.
5. Pocket
Quem está no comando de uma PME dificilmente tem tempo para ler links interessantes vistos pela internet afora, mas nem por isso é necessário abrir mão desses conteúdos. O Pocket é um aplicativo gratuito que deixa o usuário salvar qualquer material para ser lido mais tarde, com tempo e a devida atenção.
6. Office Mobile
Em algumas ocasiões, a edição de um documento ou de uma apresentação pelo celular pode ser uma praticidade enorme para um gestor de PME. E foi pensando nisso que a Microsoft lançou o Office Mobile, a versão móvel e gratuita dos seus principais aplicativos para escritório — Word, PowerPoint e Excel. Os apps contam com as mesmas funções das versões para computadores e são capazes de editar arquivos com a mesma eficiência.
7. Canva
Desses diversos tipos de aplicativos de diversas áreas, ainda é possível utilizar o Canva. O aplicativo Canva é uma ferramenta de design gráfico. Ele tem como objetivo a criação de peças ou imagens, com o formato de arrastar e soltar. Ele dispõe de mais de um milhão de fotos, fontes e gráficos gratuitamente. Pode ser usado por profissionais ou iniciantes na área.
Abrir o próprio negócio é o sonho de muitas pessoas. O problema é que, muitas vezes, esse desejo pode acabar nunca se tornando realidade por pura falta de informação. Por incrível que pareça, alguns aspirantes a empreendedores ainda acreditam em diversos mitos sobre a abertura de empresas, crenças que impedem o negócio de crescer ou até mesmo de existir. Se você quer começar sua aventura no mercado com o pé direito e assegurar o sucesso da sua empresa, confira a seguir quais são as lendas que podem levá-lo a ter muitos problemas:
É melhor contratar pessoas conhecidas
Contratar aquele primo mais próximo ou um colega de escola pode até parecer mais seguro, afinal, você conhece e confia na pessoa há anos, não é mesmo? Mas será que só serem amigos há muito tempo já é suficiente? Será que esse colega realmente tem as qualificações necessárias para desempenhar bem o trabalho? Isso sem contar que também é preciso considerar se não é melhor contratar alguém com pontos de vista diferentes dos seus, para garantir um maior equilíbrio na tomada de decisões.
Não terei chefe
Mesmo que o dono da empresa seja você, pelo menos os clientes ainda serão seus chefes. E olha que isso também é válido para os investidores que acreditaram em sua empresa desde o início e para os credores de empréstimos, por exemplo. A verdade é que trabalhando por conta própria talvez você seja mais cobrado do que se fosse direta e oficialmente subordinado a alguém.
Os outros também gostarão do que gosto
Da mesma maneira que existe uma série de coisas que você não aprecia e várias outras pessoas adoram, o contrário pode muito facilmente acontecer. Lembre-se de que gosto é uma questão extremamente pessoal. Assim, o segredo é saber construir seu produto ou serviço de maneira que o maior número possível de pessoas veja valor nele. Para isso, existe o trabalho do marketing. Aquela velha história de que o produto se vende sozinho é pura balela.
Uma boa ideia já é suficiente
Ter uma boa ideia não vai adiantar de nada se sua execução for ruim. Isso sem contar que se sua empresa parecer bagunçada, sem estrutura e sem visão, investidores nem sequer comprarão a ideia. Por isso, é preciso que seu conceito venha acompanhado de um minucioso plano de negócios, que, por sua vez, precisa ser executado com extrema dedicação.
É possível fazer tudo sozinho
Esse é um dos mais graves mitos sobre a abertura de empresas, já que na maioria esmagadora dos casos não é nada possível cuidar de um negócio sem qualquer ajuda. A verdade é que, desde uma microempresa a poderosas multinacionais, todas dependem de uma boa equipe trabalhando de maneira coesa e motivada.
Se está na moda é porque é bom
Se está na moda, provavelmente vai vender bem, pelo menos agora. Mas será que daqui a 20 dias alguém ainda se lembrará do assunto? O que é realmente bom não é modinha, mas sim tendência, algo que está indo bem agora e promete ficar ainda melhor no futuro! E os melhores empresários são aqueles que identificam tendências e não modismos.
As férias serão inexistentes
Desde que tudo esteja devidamente encaminhado, o dono do negócio, assim como qualquer outro funcionário, não é absolutamente indispensável para o funcionamento da empresa. Assim, com um pouco de organização você conseguirá, sim, delegar com calma as tarefas a alguém confiável para tirar suas mais que merecidas férias.
Planejamento é superestimado
Como já foi mencionado, não basta ter uma boa ideia se a empresa não for bem estruturada. E essa estruturação vem, inicialmente, de um bom plano de negócios. Por isso, seja uma padaria de bairro ou uma gigante escola de idiomas, procure sempre desenvolver um planejamento sólido para sua empresa antes mesmo de começar a por a mão na massa para tirar sua ideia do papel.
Passei da idade
Não existe idade melhor ou pior para se abrir um negócio! Aliás, uma pessoa com mais experiência pode inclusive conseguir abrir um negócio mais sólido porque já sentiu na pele, trabalhando na empresa de outras pessoas, o que funciona e o que não funciona. Por mais que experiência de vida não seja requisito imprescindível, acaba contando.
É muito arriscado
Na verdade, esse não é um mito completamente infundado, já que abrir um negócio realmente tem lá seus riscos. Mas o segredo é saber gerenciar esses riscos, afinal, boas oportunidades normalmente vêm acompanhadas de algumas ameaças. Se você conseguir identificar quais são elas e determinar estratégias para não deixá-las se concretizarem, será capaz de gerenciar bem seu futuro negócio.
E você, já tentou abrir seu próprio negócio? Conhece outros mitos sobre a abertura de empresas que queira compartilhar? Comente! E não se esqueça de assinar a nossa newsletter para saber mais sobre a gestão de pequenas e médias empresas!
O empreendedorismo vem crescendo no país graças, principalmente, aos incentivos do governo, como a simplificação tributária e a atenuação de burocracias para os pequenos negócios. No entanto, praticamente dois terços das empresas brasileiras fecham suas portas ao final de dois anos de operação — um dado um tanto quanto assustador, não concorda? Mas a verdade é que muitos desses casos acontecem por pura falta de planejamento ou de habilidade com a gestão. Que tal conhecer alguns mitos sobre gestão de empresas que podem ser fatais para seu negócio e já ir pensando em como evitá-los?
Você será seu próprio patrão
Quando você constrói um negócio, de fato até poderá ter o poder decisório nas mãos. E essa é uma grande responsabilidade, inclusive. Mas você não poderá fazer absolutamente o que bem entender. E aí está um dos principais mitos sobre gestão de empresas. A verdade é que como empreendedor você não terá somente um, mas sim um monte de patrões: os clientes, os investidores, os credores com quem você pegou dinheiro emprestado e assim por diante. Assim a liberdade acaba se restringindo à resolução dos riscos a serem driblados e em quais horários trabalhar, considerando sempre que seus clientes e investidores estarão satisfeitos.
Se uma das suas motivações para empreender é fugir das rígidas jornadas do seu atual trabalho, pense duas vezes, porque esse é outro mito. Estando à frente de uma empresa, você terá muitas e muitas horas de trabalho pela frente, várias vezes até entrando madrugada adentro e perdendo alguns finais de semana. Lembre-se de que você passará a concentrar a responsabilidade principal do negócio em suas mãos, tendo que tomar decisões bastante duras, para as quais precisará estudar distintos aspectos e cenários.
Mais vendas significam mais lucros
Esse é um dos mais comuns mitos sobre gestão de empresas. Guarde o seguinte: nem sempre o aumento das vendas será proporcional ao aumento dos lucros. Pode ser, por exemplo, que sua empresa esteja vendendo mais porque o preço dos produtos está bem abaixo do valor de mercado e você esteja usando essa estratégia para angariar clientes, de forma que o preço das vendas esteja praticamente igual aos preços de custo. Isso sem contar que se a empresa não tiver um controle financeiro de alto nível, o gestor sequer será capaz de identificar gastos e melhores possibilidades de investimento.
Falta de lucro é sinônimo de falência
O lucro nem sempre é o principal indicador da saúde financeira de uma empresa. O que conta mais é o fluxo de caixa, ou seja, a empresa deve ter dinheiro circulando o suficiente para cobrir os gastos com obrigações operacionais e se sustentar frente às sazonalidades do mercado. Depois de alguns meses, pode ser que o cenário mude e a empresa comece a dar enormes lucros.
Planejar demais é perda de tempo
Analisar diferentes elementos que possam influenciar seu negócio e criar planejamentos com base nessas observações só o atrasará. Não acredite em mais um dos mitos sobre gestão de empresas. Sem dúvida, planejar exige muito tempo e dedicação por parte do gestor, mas evita que se tenha uma gestão amadora na empresa. É preciso que o empreendedor, antes mesmo de tirar a ideia do papel, faça um plano de negócios e uma pesquisa acerca de sua real viabilidade.
Agora que você já sabe quais são os principais mitos sobre gestão de empresas, prepare-se para o mundo dos negócios e evite desorganização e gastos desnecessários! Quer mais informações sobre temas parecidos com esse? Então assine nossa newsletter e receba atualizações constantes!
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