Relatórios de vendas atraentes: 7 dicas para criar os seus

Relatórios de vendas atraentes: 7 dicas para criar os seus

Relatórios de vendas são um aspecto fundamental para os negócios. Eles devem fornecer uma visão clara do que está funcionando e do que deve ser melhorado em uma empresa, além de ajudar gestores a tomarem decisões fundamentadas para melhorar a estratégia de vendas.  

Por isso, além de atingir metas, as equipes precisam criar e apresentar relatórios e fornecer um entendimento detalhado das atividades de vendas. Esses relatórios são preparados de forma diária, semanal, mensal e anual. 

Veja a seguir sete dicas para escrever relatórios de vendas atraentes e manter o público engajado no seu material. 

1. Defina um objetivo

Apresentar um relatório mensal para os diretores é diferente de elaborar um relatório semanal com a equipe de vendas. São situações que envolvem audiências com necessidades diferentes e por isso requerem abordagens diferentes.

O objetivo dos relatórios de vendas dependem do público para o qual você vai apresentá-lo, e isso deve servir de guia para decidir quais são as informações mais importantes. 

Usar mapas mentais para fazer brainstorming e técnicas de design thinking certamente vão ajudar a pensar fora da caixa neste momento.

Então antes de começar um relatório de vendas, limite ​​o propósito dele e estabeleça quais dados são relevantes para o seu público

2. Defina uma linha do tempo no relatórios de vendas

Definir uma linha do tempo é importante porque permite que você apresente uma visão mais precisa e específica. Isso também torna mais fácil fazer comparações, analisar tendências e chegar a conclusões lógicas. E, para fazer isso, é necessário ter um controle de vendas bem estruturado.

Por exemplo, se você está trabalhando em um relatório mensal, não há motivo para perder tempo com dados de meses anteriores. Ao invés disso, é preferível concentrar esforços em analisar a performance de vendas no período determinado.

3. Colete dados relevantes

Portanto, após ter definido objetivos e linha do tempo, é hora de coletar os dados corretos, que formarão a base do seu relatório de vendas. 

Há alguns dados essenciais que podem ser incluídos nos relatórios de vendas em geral:

  • Ligações realizadas
  • Leads gerados
  • Tempo de resposta dos leads
  • Taxa de conversão
  • Acordos fechados
  • Renda gerada
  • Vendas fechadas por representantes de vendas

4. Apresente dados visualmente nos relatórios de vendas

Vendas são representadas por números, mas isso não significa que você deva apenas jogá-los no seu relatório sem nenhum cuidado com a sua audiência. É importante contar uma história com os dados e apresentá-los de forma atraente com o uso de recursos visuais. 

A comunicação visual é uma ferramenta poderosa porque comunica uma mensagem sem cansar o leitor e torna as informações mais significativas e memoráveis. Então, aproveite as ferramentas de visualização de dados como infográficos, gráficos e tabelas para apresentar números de forma visual e tornar as informações fáceis de digerir, identificar tendências e enfatizar pontos mais importantes.

Por exemplo, em um mesmo infográfico, você pode usar um gráfico de linhas para indicar vendas diárias e um gráfico de pizza para apresentar diferentes canais de vendas, como no exemplo abaixo:

Relatórios de vendas atraentes

Para enfatizar apenas os dados referentes às vendas em determinado período, um infográfico contendo apenas um gráfico de linha é o ideal. Isso porque esse tipo de gráfico torna possível visualizar a evolução, queda e crescimento das vendas em um determinado período, o que oferece contexto de forma instantânea para o público do seu relatório de vendas, além de ajudar a identificar padrões sazonais. Veja um exemplo:

5. Escreva um resumo

Começar o relatório de vendas com um resumo breve de uma página é uma boa prática porque fornece aos leitores uma visão geral do que eles vão encontrar de forma detalhada a seguir. Garanta que a linha do tempo e as conclusões estejam devidamente destacadas nessa parte do relatório. 

Um resumo é especialmente útil quando você vai apresentar um relatório aprofundado para executivos de alto nível ou gerentes que normalmente não têm tempo para ler um longo relatório completo. 

Assim, o sumário não precisa ter muito texto, ao invés disso tente usar visuais para apresentar o resumo e capturar a atenção do leitor com um esquema de cores consistente e que destaque alguns pontos principais, como neste exemplo:

6. Apresente análises no relatórios de vendas

Você coletou e apresentou os seus dados de forma clara e atraente, mas o trabalho não está finalizado ainda. O que todos esses números significam?

O seu público quer saber a sua interpretação dos dados, então analise as performances de vendas, encontre padrões e faça comparações para identificar lacunas nos processos de vendas e encontrar oportunidades de melhoria. 

É importante explicar as causas por trás dos dados e fornecer contexto de forma que as pessoas vejam sentido no seu relatório de venda e se interessem por ele. Para isso, considere incluir uma Análise SWOT e apresentá-la visualmente para ter ideias sobre os seus pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades. Isso vai ajudar na próxima etapa do seu relatório: o plano de ação. 

7. Conclua com um plano de ação

Os melhores relatórios são voltados para ações. Eles apresentam um plano além da análise das performances de vendas. 

Por exemplo, se as vendas estão caindo é importante apresentar um plano claro de ação mostrando a sua estratégia para os próximos períodos e como o seu plano pode alavancar as vendas. 

Caso exista queda nas vendas em alguns meses do ano e aumento em outros, o que pode ser feito para melhorar a performance nos meses desfavoráveis? Ou, caso o seu produto tenha uma natureza sazonal, quanto é preciso melhorar nos meses favoráveis para compensar a queda nos outros períodos e como fazer isso? 

Nessa etapa, é importante estimular a criatividade e usar técnicas e ferramentas para gerar ideias e apresentar soluções para o seu público. 

Então, termine o seu relatório de vendas com um plano de ação definido que aborde as lacunas atuais. Isso mostra proatividade e dá um sentido real ao seu relatório, além de estabelecer metas que vão ajudar a acompanhar o processo durante o próximo período. 

Conclusão

Os relatórios de vendas são ferramentas importantes que auxiliam na tomada de decisões, impulsionam sua equipe na direção certa e melhoram o desempenho.

No entanto, os relatórios têm uma má reputação por serem secos e chatos, mas não precisa ser assim. Você pode escrever relatórios que transmitam a mensagem enquanto mantém o público envolvido e interessado.

Portanto, além de criar relatórios precisos e bem estruturados, é importante garantir que eles sejam uma leitura eficaz, pensando em maneiras criativas de apresentar seus dados de vendas e análises.

Sistema de gestão na nuvem: 6 vantagens de usar

Sistema de gestão na nuvem: 6 vantagens de usar

Teste Grátis

De alguns anos pra cá muitas empresas têm optado por utilizar algum sistema de gestão na nuvem com o auxílio do cloud computing.

Desse modo, essa tecnologia permite que dados e sistemas deixem de ficar armazenados em equipamentos, como discos rígidos e outros dispositivos dos usuários, e sejam mantidos em servidores.

Essa característica define, inclusive, vários fatores relacionados à modalidade, como alta escalabilidade e performance. Então, se você quer conhecer mais sobre a computação em nuvem e suas principais vantagens, continue a leitura!

O que é o cloud computing?

Também chamada de computação em nuvem, o cloud computing pode ser definido como execução de sistemas, soluções de TI e armazenamento de dados em servidores.

Isso inclui (mas não se limita a) ferramentas de big data, aprendizado de máquina, sistemas de gestão integrada e backup. Dessa forma, é possível gerenciar vários serviços em uma plataforma unificada, flexível e escalável.

Quais são os tipos de infraestrutura de sistemas de gestão na nuvem?

Hoje, a computação na nuvem pode ser adquirida em três tipos de infraestrutura. São elas:

IaaS (Infrastructure as a Service)

Sigla para Infrastructure as a Service (ou Infraestrutura como Serviço, em português), o IaaS é um modelo de negócios no qual a empresa contrata uma infraestrutura altamente personalizável para uso interno.

Nesse caso, os recursos disponíveis serão como um servidor dedicado, mas disponibilizado via máquinas virtuais gerenciadas pelo negócio. Assim, a companhia contará com um ambiente para execução de seus sistemas internos de acordo com a sua necessidade.

PaaS (Platform as a Service)

Também conhecido como Plataforma Como Serviço, o PaaS (Platform as a Service) é o modelo de computação em nuvem no qual o usuário paga pelo uso de uma plataforma digital personalizada com softwares pré-instalados.

Consequentemente, a empresa contará com serviços sob demanda, gerenciados por terceiros de acordo com as suas necessidades.

SaaS (Software as a Service)

Um dos modelos de negócio mais tradicionais da área, o SaaS (Software as a Service, ou Software Como um Serviço, em tradução direta) é o tipo de nuvem em que a companhia, ou usuário, contrata uma ferramenta para uso por meio de assinaturas.

Esse é o caso, por exemplo, de suítes de aplicativos como Microsoft Office 365 e G Suite. Ambas permitem o acesso via web, em apps mobile ou localmente (no caso do MS Office 365 em ambientes desktop e no G Suite apenas via Chrome OS).

Assim, por se tratar de um modelo focado no licenciamento de softwares, o SaaS tornou-se popular rapidamente. Companhias conseguiram reduzir custos de licenciamento de ferramentas e, ao mesmo tempo, obter acesso a updates e novas funções com agilidade.

Além disso, as equipes tornaram-se mais móveis e capazes de atender a um número amplo de clientes.

6 vantagens de ter um sistema de gestão na nuvem

O investimento na computação em nuvem traz várias vantagens para uma empresa. Escalabilidade, segurança e performance são alguns dos itens mais populares. Assim, entre os 6 principais, podemos destacar:

1. Ganho de mobilidade

Na medida em que dados e sistemas ficam armazenados fora do computador pessoal, é possível ter acesso a eles por meio de outras máquinas, de smartphones ou de tablets. Basta uma conexão com a internet para garantir o acesso.

Isso significa que caso o seu computador sofra danos, ou você não esteja com ele em um momento importante, as informações possivelmente necessárias não ficarão inacessíveis, já que estarão seguras e disponíveis online.

Isso pode ser visto como um fator estratégico. O suporte a clientes passa a ser feito com dados precisos e maior agilidade. Então, como consequência, a empresa mantém-se competitiva mesmo em momentos de crise.

Outra vantagem é que rotinas de home office são adotadas sem perda de produtividade. Por trazerem mais flexibilidade, a companhia será capaz de reduzir custos e manter rotinas funcionais mesmo quando colaboradores estiverem longe do ambiente corporativo.

2. Melhora dos indicadores de produtividade

Para as empresas, os sistemas de gestão na nuvem, como o eGestor, têm se mostrado um ótimo negócio, pois a disponibilidade dos dados a partir da internet tem aumentado a comunicação interna e a produtividade.

Essa tecnologia é muito útil para aquelas que possuem equipes geograficamente distantes, que viajam constantemente a trabalho ou que flexibilizam os locais de serviço, permitindo aos seus funcionários a modalidade home office.

Assim, com o sistema de gestão na nuvem, os funcionários conseguem acessar os dados da empresa, atualizar relatórios, produzir informações e compartilhá-las em tempo real.

Um mesmo documento pode ser visualizado e editado por várias pessoas. Tudo isso diretamente via web, com alta performance e segurança.

A manutenção de aplicativos na nuvem também criará um espaço de trabalho integrado. Isso será crucial para que a companhia mantenha o seu índice de produtividade elevado.

Não se esqueça de que em um ambiente com alta colaboração, profissionais atuam com maior agilidade e segurança.

3. Ampliação da segurança de usuários

Está enganado quem pensa que pelo fato de os dados da empresa não estarem armazenados em HDs internos, corre-se maior risco de perder as informações ou tê-las invadidas por terceiros.

Sistemas na nuvem se mostram seguros por uma série de fatores. Os provedores de cloud computing utilizam padrões internacionais de segurança, como criptografia avançada, SSL, ISO, dentre outros. Sendo assim, as chances de invasões e perdas de dados confidenciais são praticamente nulas.

Outro fator está relacionado ao armazenamento de dados e arquivos. Enquanto empresas fazem backups de modo tradicional, demorando horas para realizar as cópias, esse processo é automático no sistema de nuvem, através do espelhamento de servidores.

Assim, não é possível perder os dados, pois, caso aconteça algum erro, eles estarão disponíveis em outro servidor.

Se a empresa optar por migrar algum legacy software para a nuvem, a capacidade de tais aplicações lidarem com dados de terceiros em segurança será ampliada.

Vulnerabilidades dos dispositivos utilizados pelos usuários não afetarão a execução da ferramenta. Dessa forma, o risco de registros serem expostos a terceiros é bastante reduzido.

4. Sistemas de gestão na nuvem constantemente atualizados

Nos sistemas tradicionais, é necessário o suporte de uma equipe de TI para fazer a atualização e otimizar o funcionamento dos softwares escolhidos para a gestão da empresa. O atendimento é individual, custa caro e pode demorar a ser realizado.

Por isso, o sistema na nuvem se torna uma ótima ferramenta para as pequenas e médias empresas. Ele evita que a sua companhia gaste tempo e dinheiro com essa tarefa, permitindo possíveis investimentos em outras áreas e novas ferramentas.

Sempre que uma nova versão dos sistemas contratados for disponibilizada, a sua distribuição será feita em passos simples. Assim, todos os profissionais terão acesso rápido a novas funcionalidades e correções de bugs e vulnerabilidades de segurança. Isso levará a um ambiente de TI com alta performance e confiabilidade.

5. Melhora na escalabilidade operacional com sistemas de gestão na nuvem

A escalabilidade operacional é a capacidade de a empresa manejar os seus recursos conforme a oscilação da demanda por serviços.

Com a computação em nuvem, os serviços de TI podem ter o seu desempenho modificado a qualquer momento, garantindo que todos os usuários consigam trabalhar sem gargalos operacionais.

Bastam alguns cliques para que o gestor de TI modifique as soluções contratadas pelo empreendimento.

Esse fator também influenciará o planejamento de médio e longo prazo da empresa. A estratégia de investimento será baseada na capacidade da companhia de poupar recursos financeiros por meio de uma infraestrutura mais compacta e adaptada às necessidades do negócio.

Como consequência, ferramentas inovadoras e com alto retorno financeiro passam a ser utilizadas com facilidade.

6. Simplificação dos processos de gestão

A simplificação dos processos de gestão pode ser fundamental para que a companhia tire o máximo proveito da computação em nuvem.

Com a migração das ferramentas de TI para ambientes de cloud, técnicos e analistas vão poder configurar soluções em uma plataforma centralizada. Já as rotinas de backup são executadas automaticamente, por meio de processos automatizados.

Junto com o monitoramento automático de recursos, tais fatores contribuem para uma grande melhoria nas rotinas de gestão do negócio.

A empresa passa a poder definir estratégias com maior foco nas demandas dos usuários, tendo em vista que os técnicos investirão menos tempo na resolução de problemas e em rotinas preventivas. Ao mesmo tempo, projetos críticos (como a adoção de novos sistemas) ganharão agilidade e performance.

A computação em nuvem é uma tecnologia inovadora, que tem otimizado serviços e a capacidade de empreendimentos atenderem ao seu público-alvo.

Ferramentas tornam-se escaláveis, ganham segurança e performance. Profissionais podem ter uma rotina de trabalho flexível e com grande mobilidade.

Isso garante uma prestação de serviços continuada e direcionada às demandas de clientes e parceiros comerciais. Como consequência, a companhia se destaca no mercado pelos serviços de alta qualidade.

E você? Tem alguma experiência com esses sistemas de armazenamento na nuvem? Pode ser até que já utilize algum sem saber: Google Drive, Dropbox e 4Shared são os exemplos mais comuns.

Já pensou em optar por algum ainda mais sofisticado para a sua empresa? Então entre em contato com um de nossos especialistas e descubra quais são as melhores soluções na nuvem, de acordo com o perfil do seu negócio!

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Entrevista de emprego: 7 dicas + 13 perguntas para se fazer

Entrevista de emprego: 7 dicas + 13 perguntas para se fazer

O objetivo de uma entrevista de emprego é ajudar no processo de seleção de profissionais para uma empresa, sendo uma das etapas do processo seletivo que pode ter testes, dinâmica em grupo e avaliação do currículo. Seja qual for o tamanho da instituição, a entrevista é muito importante para que a vaga seja preenchida pelo candidato adequado, já que poderá suprir as necessidades descritas na vaga e contribuir de fato para o crescimento da empresa.

Geralmente, uma entrevista de emprego é feita individualmente com o candidato; seja pelo gestor da área que vai trabalhar diretamente com o profissional, seja com o setor de recursos humanos, ou até mesmo com o dono da empresa. A entrevista deve buscar algumas informações dos candidatos, como uma noção sobre a vida pessoal, valores educacionais e experiências profissionais passadas.

Para isso, é preciso planejar a entrevista de emprego para conseguir extrair as informações necessárias. Em casos de empresas de grande porte, as entrevistas são planejadas e feitas pelo setor interno de recursos humanos. No entanto, para instituições que não possuem este setor, há possibilidade de contratar serviços de empresas terceirizadas de recursos humanos. É importante que o planejamento comece desde a seleção de currículos, para que só chegue à entrevista final quem realmente pode preencher a oportunidade de emprego.

Durante o processo de seleção, o entrevistador deve ter um material consistente para poder conduzir a atividade com eficiência. É preciso ter instrumentos suficientes para conhecer um pouco da experiência de cada candidato e analisar seu perfil e habilidades profissionais, a fim de escolher o melhor para a vaga. No entanto, montar uma boa entrevista de emprego não é tão simples quanto parece. O profissional que conduz a entrevista também deve ter experiência suficiente para conseguir ler o perfil de cada candidato.

Como conduzir uma entrevista de emprego

Preparamos abaixo um passo a passo com sete dicas fundamentais para que você consiga planejar e conduzir o processo de seleção da melhor forma possível. Siga as nossas instruções para garantir o melhor desempenho durante a entrevista de emprego. Lembre-se que o papel do entrevistador é muito importante para que a entrevista seja conduzida de forma profissional e eficiente. Confira logo abaixo as nossas sete dicas para você!

1. Planeje a entrevista de emprego e esteja preparado

O planejamento é o momento em que você deve se preparar para a entrevista de fato. Lembre-se de reservar o período para estar totalmente dentro da entrevista de emprego, sem distrações de fora ou interrupções do processo. Isso, aliás, é uma forma de demonstrar respeito ao candidato que, sem dúvida, também deve ter se preparado para o processo seletivo.

Para chegar preparado, é fundamental fazer o trabalho prévio, principalmente o de analisar a ficha do profissional. Busque entender cada fato incluído no currículo profissional do candidato, como sua área de interesse, sua formação, suas experiências anteriores e atividades desenvolvidas. Evite ler a ficha do candidato durante a entrevista, já que isso, além de perder tempo, mostra um despreparo por sua parte.

É importante ressaltar os pontos que você considera positivos no currículo profissional do candidato e explorar mais esses pontos. Da mesma forma, anote suas dúvidas em relação ao perfil do candidato para que você possa conduzir estes tópicos durante o processo. Não deixe também de salientar todas as necessidades e expectativas da empresa com a vaga em aberto; assim, o entrevistador deve saber do que se trata a vaga, quais são os benefícios e salário, além de outras informações pertinentes.

Não é apenas o candidato que deve se preocupar com o momento da entrevista. Ou seja, é fundamental que quem esteja no papel de recrutador tenha domínio do assunto, conheça o perfil desejado para o cargo e tenha se informado adequadamente sobre a formação, experiências e habilidades do postulante à vaga.

Seria extremamente desagradável o entrevistado perceber que você pouco ou nada sabe sobre ele, tanto que sequer seu nome decorou. Aliás, sobre o tratamento pessoal, tenha o mesmo cuidado que você gostaria que o candidato tivesse.

entrevista de emprego

2. Crie um ambiente confortável para o candidato

Ter um ambiente agradável e confortável para o candidato é fundamental para que a entrevista se desenvolva bem. Seja simpático, solícito e não tente parecer rígido com o candidato; lembre-se de que seriedade e rigidez são coisas diferentes. Para a entrevista de emprego acontecer de forma fluida, é preciso deixar a conversa fluir. Claro que o entrevistador deve ter o controle da entrevista e do rumo da conversa, mas saber escutar é fundamental. Use o bom senso.

Vale ressaltar que alguns candidatos têm vergonha ou pouca experiência para falar sobre si mesmos, por isso, é necessário ter ferramentas para ajudar o profissional a se soltar um pouco mais. Comece quebrando o gelo, oferecendo água ou café. Deixe-os à vontade para conseguir retirar o melhor de cada candidato.

Há claramente um ambiente de tensão em torno de uma entrevista de emprego, mas não precisa ser assim. Cabe ao recrutador deixar o candidato à vontade, ser informal, mas não deselegante e demonstrar interesse por aquilo que ele fala.

Ao identificar um ambiente mais acolhedor, o postulante espanta seus fantasmas, tende a sair da postura defensiva e agir mais naturalmente, revelando suas reais características e opiniões.

3. Conduza a entrevista de emprego de forma objetiva

Tempo é algo muito precioso, e isso vale tanto para o entrevistador quanto para o entrevistado. Por isso, é preciso ser objetivo e ir direto ao ponto. O entrevistador deve, assim, achar o ponto ideal entre o ambiente confortável e a objetividade. Assim, não faça muito rodeio durante as perguntas e questionamentos, foque essencialmente no que é pertinente para a vaga de emprego. É importante ressaltar também que você deve deixar o candidato responder às perguntas de forma completa. Caso ele não diga algo que você quer saber, pergunte diretamente na próxima oportunidade.

É importante tirar todas as dúvidas que você tenha em relação ao lado profissional do entrevistado. Afinal, esta é a última oportunidade de fazer perguntas e conhecer o candidato antes de tomar uma decisão e dar a oportunidade de emprego na empresa para a pessoa.

Sabe quando o apresentador quer falar mais que o entrevistado em um programa na televisão? Chega a ser constrangedor, não é mesmo? Tenha essa lição em mente para não repetir o comportamento desagradável durante a entrevista. Você está em um diálogo e, portanto, a conversa deve transcorrer normalmente.

Se alguém pode falar um pouco mais, esse alguém é o candidato. Então, não o interrompa ou faça comentários desnecessários.

Ainda assim, é válido saber conduzir a conversa para a próxima pergunta, considerando que há profissionais que, quando ansiosos, não conseguem parar de falar.

4. Atenção ao que o candidato fala

A pior coisa que o entrevistador pode fazer é não demonstrar interesse no que o profissional que está buscando a vaga diz. É preciso estar atento às respostas e ao perfil do candidato. Assim, observe como ele se apresenta, como ele relata as suas experiências profissionais e se ele tem conhecimento da empresa. O entrevistado deve estar tão bem preparado quanto o entrevistador. Por isso, escute atentamente para saber se este é o candidato certo para a vaga.

Outro ponto importante é ver como o candidato preparou a sua imagem para a entrevista de emprego. Um profissional que tem preocupação com a sua imagem terá o mesmo cuidado com a imagem da empresa. E quando falamos em imagem, não estamos falando de aparência física e, sim, de um cuidado que vai muito além disso.

Prestar atenção a cada momento do processo seletivo faz com que o entrevistado se sinta mais confiante e, em consequência disso, consiga desenvolver melhor os tópicos abordados. Não se esqueça: todo assunto que não faz parte da entrevista deve ficar de fora da sala. Deixe o celular no modo silencioso e peça a seus colegas para não interrompê-lo nesse momento. A mesma postura que o profissional tem ao ir em uma entrevista, você, como entrevistador, também deve demonstrar.

5. Esteja aberto para diferentes conceitos

O preconceito é algo que deve ser impensável em uma entrevista de emprego. O julgamento prévio de um candidato pode acabar afastando excelentes profissionais do mercado de trabalho, sem qualquer motivo plausível. Por isso, tome cuidado para não deixar nada que seja diferente de você ou do seu mundo afetar a entrevista de trabalho. É praticamente impossível conhecer uma pessoa durante uma entrevista de emprego, por isso, a análise deve contar com um fator positivo, de simpatia e de confiança no trabalho que pode ser desenvolvido em conjunto.

Assim como o preconceito é ruim, não tente comparar o candidato com outros profissionais que já estão dentro da empresa. Cada entrevistado possui uma bagagem profissional e uma experiência no mercado de trabalho. Talvez este seja um dos erros mais graves que o entrevistador pode cometer, uma vez que isso diminui todo o potencial que o entrevistado tem.

Buscar profissionais de qualidade no mercado de trabalho não é fácil. Há muitos profissionais que não possuem uma capacitação desejável, e que não pensam no seu próprio desenvolvimento profissional. Dessa forma, o processo de seleção e a entrevista individual de emprego se tornam cada vez mais essenciais para que a empresa monte um time forte e apto para atingir os seus objetivos. É preciso estar atento para atrair os melhores colaboradores para o seu negócio, oferecendo um acordo salarial e de carreira para que os mesmos possam permanecer focados e interessados em contribuir com o crescimento da empresa.

entrevista de emprego

6. Cuide da aparência, mas não seja preconceituoso

A aparência do candidato deve estar de acordo com a oportunidade oferecida. Mais do que o gosto pessoal do recrutador quanto às roupas que o entrevistado escolheu para aquele momento, é importante saber que ele se preocupou com a sua apresentação.

Também é fundamental que o foco esteja nas habilidades do candidato e em como ele pode agregar à sua equipe. Isso significa dizer que qualquer forma de preconceito, além de imoral, pode fazê-lo perder um excelente profissional.

7. Faça um teste final

Ao concluir a entrevista, vale fazer uma última pergunta que, ao mesmo tempo que marca o fim do processo, coloca o candidato diante do desafio de mostrar que esteve conectado à conversa.

Questionar se há dúvida sobre o cargo ou a empresa é uma possibilidade, mas experimente também pedir que ele indique de qual ponto da entrevista gostou mais. Além de ser útil para testar o entrevistado, também serve de avaliação sobre os seus próprios métodos, permitindo crescer como recrutador.

13 perguntas para fazer na entrevista

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas presta uma importante ajuda para o empreendedor que está planejando um processo seletivo e não sabe bem como conduzir uma entrevista de emprego. Veja quais são as perguntas imprescindíveis para esse momento:

  1. O que você mais gosta de fazer em seu tempo livre?
  2. Por que você quer trabalhar aqui?
  3. Quais são seus planos profissionais para os próximos 10 anos?
  4. Qual o motivo da sua saída do emprego anterior?
  5. Quais foram seus três piores erros profissionais?
  6. Quais foram seus três maiores sucessos profissionais?
  7. Se eu conversasse com o seu ex-chefe, quais pontos positivos e negativos ele destacaria sobre você?
  8. Como você se descreveria em três palavras?
  9. Quais são seus três pontos mais fortes?
  10. Quais são seus três pontos mais fracos?
  11. O que a empresa ganharia contratando você?
  12. Que valor você pode trazer para a empresa?
  13. Por que devo escolher você?

A importância da entrevista de emprego

Contratar a pessoa certa para fazer parte do seu time cumpre etapas diversas, desde a abertura da vaga à efetivação da contratação, passando pela análise curricular e a realização da entrevista de emprego.

Esse é um processo técnico prioritariamente conduzido por profissional da área de Recursos Humanos, que possui o conhecimento e experiência necessários para identificar o candidato que demonstra a maior capacidade de agregar à empresa.

Mas nem sempre pequenos negócios contam com um departamento, área ou até mesmo um responsável pelo RH. E aí, muitas vezes a responsabilidade recai sobre o próprio empreendedor, que tem outras habilidades e ainda prioridades a resolver ao mesmo tempo em que precisa reforçar o seu “elenco”.

O excesso de tarefas e a inexperiência na gestão de pessoas conspiram para o desleixo no recrutamento, tanto ao se limitar a critérios duvidosos de seleção quanto ao pular etapas essenciais para o acerto na contratação.

Se você recebe o pedido de um amigo para dar uma chance ao filho e topa após uma rápida análise curricular, pode até dar certo, mas não está indo pelo melhor caminho.

A entrevista de emprego, em qualquer que seja o processo, é fundamental para confirmar as expectativas depositadas no candidato. Lembre-se de que o papel aceita tudo e no currículo, todos parecem mais capazes do que realmente são.

Os autores Charles Stewart e William Cash Jr. afirmam no livro Técnicas de Entrevista: Estruturação e Dinâmica para Entrevistados e Entrevistadores (Ed. Bookman):

“Entrevistas presenciais permitem que entrevistadores observem atitudes e reações reveladas por meio de expressões faciais, contato visual, gestos e postura”

Por razões como essa, somadas à possibilidade de contatos mais longos para aprofundar temas importantes, saber conduzir uma entrevista de emprego deve ser um compromisso para gestores de todas as áreas.

Dedique-se ao recrutamento

Independentemente de a empresa ter ou não um profissional de RH, um empreendedor consciente deve se fazer presente em processos de contratação.

Se o gestor deseja contar com um time que reúna as características que mais combinam com o negócio, muito poderá ajudar na seleção, pois ninguém conhece mais sobre a empresa do que ele.

Pense a respeito, amplie seus conhecimentos e esteja melhor preparado para quando surgir a necessidade de realizar uma entrevista de emprego ou qualquer outra das etapas de seleção.

O entrevistador deve ser experiente

O setor de recursos humanos é importante para todo este desenvolvimento do negócio; por isso, as entrevistas devem ser conduzidas por profissionais experientes e que estejam alinhados com os valores e objetivos da empresa. Só assim será possível tirar o máximo de proveito das entrevistas de trabalho. Mãos à obra! Boa sorte e boa entrevista!

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Conquistar clientes: Confira 12 dicas

Conquistar clientes: Confira 12 dicas

Depois de abrir uma empresa, fazer um plano de negócios elaborado e levantar recursos, ainda há muito o que fazer. É preciso mão de obra, infraestrutura, saber como fazer a gestão da empresa, e talvez um dos mais importantes: conquistar clientes.

Mas, com o mercado cada vez mais acirrado, é preciso pôr em prática alguns gatilhos que farão com que os clientes cheguem até você. Confira aqui 12 dicas para conquistar clientes tanto no negócio online quanto no físico.

Como conquistar clientes

1. Conheça seus clientes

Essa é a regra mais importante do marketing. A maneira para uma empresa se consolidar no mercado, conquistar clientes fiéis e seguir crescendo é conhecer os clientes. E por conhecer, queremos dizer saber os hábitos de compra.

Uma maneira de fazer isso é com a persona. Ela é um exemplo de comprador ideal do seu produto ou serviço. Dessa forma, entendendo quem é a sua persona, é muito mais fácil vender.

E claro, você ainda pode vender sem conhecer seu público, mas isso não garante que esse cliente voltará, e ele irá demorar muito mais pra comprar do que os que se encaixam com sua persona ou público-alvo.

2. Proporcione bom atendimento

Todos somos clientes em algum momento e nada mais importante que ser bem atendido, certo?! É até normal ouvir pessoas dizerem que não voltam em um lugar que foram mal atendidas. Isso mostra o quanto o bom atendimento faz a diferença.

Atender o cliente com bom humor, dar bom dia, responder as perguntas com atenção e escutar o cliente são o mínimo para conquistar clientes. É isso que realmente fideliza o cliente.

É provado que o cliente que é bem atendido volta a comprar, mesmo que seja um pouco mais caro que em outros lugares.

Ainda, é essencial que os colaboradores da empresa atendam bem os clientes, não só antes da venda, mas também no período de pós-venda. O tratamento dado à clientela deve sempre ser fundamentado na educação, solicitude e eficiência para solucionar eventuais contratempos, e é exatamente isso que deve ser treinado e exigido de sua equipe.

A comunicação entre as pessoas é o ânimo de qualquer negócio, porque é por meio dela que os clientes adquirem mais confiança na empresa, passando a ter a certeza de que seus produtos atenderão adequadamente às suas demandas.

3. Tenha diferenciais

Existem muitas formas de se diferenciar dos concorrentes. Claro que um bom atendimento é importante e não deve ser um diferencial, mas sim o básico.

Contudo, para conquistar clientes, seu negócio deve ter algo que os concorrentes não tem. Pode ser o produto, o local diferenciado e até o preço mais baixo.

4. Conheça o produto

A principal parte da venda é estar pronto. E, para estar pronto, é preciso saber o que se está vendendo. De nada adianta o atendimento ser maravilhoso se o vendedor não souber o que está vendendo.

O cliente precisa e quer ter confiança no vendedor, isso fará com que a venda aconteça de forma mais simples e rápida. Mas, para isso acontecer, quem está oferecendo precisa estar seguro.

Também, é importante ter um produto de qualidade. Isso não acontece quando o preço mais baixo é o mais importante. Produtos de qualidade custam mais caro, e essa é a realidade.

5. Análise pontos fortes e fracos

Uma ferramenta ideal para analisar os pontos fracos e fortes da empresa é a planilha de análise SWOT. Ela é utilizada para poder analisar melhor as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades do negócio.

6. Cuide da boa imagem da empresa

As estratégias de marketing voltadas para os produtos são realmente muito importantes. Mas a empresa deve também focar em sua própria imagem no mercado. Cultivar uma boa reputação ajuda a fidelizar clientes e proporciona mais segurança quando novos possíveis compradores chegam até você, facilitando, assim, a concretização de novos negócios.

Conquistar clientes

Conquistar clientes no negócio online

7. Tenha um site

É imprescindível que hoje uma empresa tenha um site. Mesmo que ela não comercialize o produto ou serviço online, é a principal maneira de conhecer o negócio e entender como ele funciona.

Mas, ele também serve para atrair clientes e convencer possíveis clientes. Ele será o principal canal da empresa, principalmente quando chegar a hora e ela partir do físico para o digital.

Contudo, não basta apenas ser um site. Ele deve ser visualmente agradável, a experiência do usuário deve ser priorizada e ele deve ter uma estratégia de SEO definida.

8. Esteja nas redes sociais

Em quais redes sociais meu negócio deve estar? Em todas que fizer sentido.

Essa resposta pode não ser o que você esperava, mas para conquistar clientes nas redes sociais, você precisa estar onde seus clientes estão. Ainda, é importante entender que cada rede social possui um tipo de conteúdo que é melhor visto, e que tipo de clientes você quer atrair.

Também, lembre-se sempre de responder e interagir com seus seguidores e com as perguntas feitas. Afinal, as redes sociais também são uma forma de comunicação.

9. Faça anúncios

Você com certeza já passou por posts do Instagram e Facebook patrocinados e até mesmo utilizando o Google, viu resultados com “Anúncio” antes. Eles são feitos a partir de ferramentas como o Google Ads e Facebook Ads, para alcançar mais pessoas.

Esses anúncios podem ser tanto de conteúdos, feitos para atingir mais pessoas para suas páginas ou de conversão, visando conquistar clientes. Mas, para definir como fazer o anúncio é necessário entender sobre a persona e em que fase de compra ela está.

10. Trace um plano de e-mail marketing

Outra ferramenta importante na internet é o disparo de e-mails certeiros para os clientes com quem sua marca já mantém um relacionamento, afinal, as vendas se baseiam não apenas na atração de novos clientes, mas também no retorno constante daqueles já fidelizados. Crie uma estratégia de e-mail marketing em que as mensagens sejam personalizadas e em que você consiga monitorar tanto as taxas de abertura como as de envio de mensagens.

Conquistar clientes

Conquistar clientes no negócio físico

11. Faça contatos com frequência

Para vender mais, deve-se, primeiramente, conhecer seu público. E para se conhecer os clientes, é importante entender suas demandas, rotinas e preferências, o que se torna muito mais fácil quando se alimenta um relacionamento com eles. Um dos pontos altos nesse contexto seria o investimento em um sistema Customer Relationship Manager (CRM), em que o gestor consegue cadastrar os dados de seus contatos, gerenciando melhor a relação. Inúmeras ações de comunicação poderão ser realizadas, conforme o perfil e o histórico de compras do cliente, de maneira que seja viável criar estratégias diferentes de pós-venda — para datas comemorativas e promoções, por exemplo.

12. Crie promoções atraentes

Quaisquer eventuais compradores viram consumidores fiéis quando descobrem as maravilhas das promoções de um estabelecimento. Anúncios bem feitos, abatimentos de preço e descontos especiais, quando atingem o público-alvo, inevitavelmente aceleram as vendas. O importante é não oferecer à clientela mais do que seja possível no momento, tentando superar a concorrência a qualquer custo, de maneira que a estratégia acabe se virando contra você. Pense com mais precaução entre brindes, cupons de desconto ou sorteios, por exemplo, o que funciona melhor para seu nicho de mercado. Aí, sim, coloque a tática em prática!

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Considerações finais

Qualquer empreendedor precisa constantemente procurar por formas eficazes de atrair mais clientes para o seu negócio. Não fique para trás! Comente aqui e nos conte: quais estratégias você vem usando para atrair mais compradores para seus produtos? Como têm sido os resultados? Compartilhe suas experiências conosco!

Gestão de Conhecimento: entenda a importância e como fazer

Gestão de Conhecimento: entenda a importância e como fazer

Você já pensou na infinidade de conhecimento que circula dentro de uma empresa? São tantos processos, tantas práticas e pessoas produzindo e praticando conteúdos diversos que chega a ser difícil mensurar e ter noção do tamanho desses acontecimentos. Assim, nesse momento que entra a gestão de conhecimento.

Uma ferramenta indispensável para facilitar e aperfeiçoar a tomada de decisões do gestor e fazer com que processos, pessoas e informações funcionem em sintonia, trazendo vantagens fundamentais para o posicionamento da empresa no mercado. Então, vamos saber mais a seguir?

O que é gestão de conhecimento? 

Gestão do conhecimento significa administrar as informações. Assim, trazendo para o ambiente corporativo, trata-se da gestão de aptidões pertencentes aos colaboradores e que influenciam diretamente nas atividades desempenhadas no local de trabalho.

Mas, para aplicar a gestão de conhecimento é necessário conhecer a empresa e sua equipe, descobrir as competências, dados e informações que todos possuem, transformar tudo isso em processos úteis e vantajosos e pôr em prática.

Com isso, a empresa consegue ter uma visão mais ampla e aprofundada dos seus recursos humanos, saber onde e como investir para melhorá-los, além de poder direcionar melhor as demandas de acordo com as possibilidades de cada indivíduo.

Além de ser direcionada aos profissionais, a gestão de conhecimento também deve ser desenvolvida a partir das próprias metodologias da empresa, suas tecnologias, seus equipamentos, seus softwares e armazenamento de dados.

Portanto, a ideia é cruzar todas essas informações e verificar como é possível aperfeiçoar as tarefas empresariais a partir do uso inteligente e personalizado de todas as habilidades humanas e tecnológicas.

Três pilares da gestão de conhecimento

Podemos dizer que a gestão de conhecimento é estruturada em cima de três pilares, a saber:

  1. Processos: são as avaliações, as auditorias, os mapas criados, as tarefas implementadas e tudo o mais que permite que o fluxo de criação e produção aconteça, levando dados e informações para todos.
  2. Pessoas: envolve todas as pessoas de todos os níveis gerenciais e suas respectivas aptidões e conhecimento. Por isso que, para falarmos de gestão de conhecimento, é preciso falar em estruturação organizacional.
  3. Tecnologias: é o que possibilita que o conhecimento e sua gestão aconteçam e sejam transmitidos uns aos outros. São os recursos tecnológicos que a empresa possui que mantém pessoas e dados conectados.

Quais objetivos da gestão do conhecimento? 

O objetivo principal da gestão do conhecimento é ligar as pontas de dois fatores existentes: as necessidades da empresa e os conhecimentos de cada colaborador. Dessa forma, é possível preencher as possíveis lacunas dentro da organização com os recursos que cada funcionário possui. Além disso, podemos citar:

Melhorar ambiente organizacional 

Quando a gestão do conhecimento é vista como importante para a empresa, ela busca maneiras de incentivar a capacitação, o treinamento e a disseminação do conhecimento dentro da equipe.

Assim, com essas ações, o gestor consegue criar um clima mais agradável dentro do ambiente, valorizando o esforço do funcionário em aprender mais e reconhecendo seus talentos. 

Então, a gestão do conhecimento busca tornar o ambiente organizacional mais acolhedor nesse sentido, mais confortável e favorável às mudanças comportamentais e intelectuais.

Realçar o conhecimento existente 

Outro objetivo da gestão do conhecimento é destacar aquela habilidade que já existe e trazê-la à tona. Sabemos que nem sempre o gestor tem um conhecimento completo de todas as competências de seus funcionários.

Por mais que seja feita uma boa e minuciosa seleção, não significa que é possível identificar todas as informações que aquele sujeito carrega. Principalmente, porque quando falamos em conhecimento, não estamos falando apenas de estudos e certificados.

Conhecimento é toda a carga de informações que o indivíduo possui e conquista ao longo dos seus dias, de suas experiências, o que ele faz com suas referências, suas práticas comportamentais e emocionais.

Então, a gestão do conhecimento busca uma visão mais ampla e aprofundada desse tipo de informação. Com base e em cima dessa curadoria de dados é que o gestor poderá trabalhar a melhor forma de usar aquele resultado para o bem do negócio.

Difundir o acesso ao conhecimento 

O terceiro objetivo da gestão do conhecimento é a disseminação do mesmo, ou seja, o repasse desses dados para outros, o que pode ser feito através de treinamentos, capacitações, mentorias e outras formas.

A transferência de conhecimento pode ser feita dentro da própria equipe de trabalho, com escolha de um líder para aquele momento. E também pode ser feito com contratação de alguém específico para buscar, aperfeiçoar ou estimular aquela prática que está, porventura, escondida.

É importante que o acesso fácil, contínuo e correto a essas informações seja estimulado pela empresa e componha os seus valores e a sua forma de ver o mundo e não tenha um objetivo específico e temporário.

a implementação efetiva de um projeto de gestão do conhecimento

Qual a importância da gestão do conhecimento? 

A gestão do conhecimento é fundamental para a empresa por inúmeras razões. A primeira delas é a própria reunião de informações, afinal, sabemos que toda organização possui planejamentos e processos.

Ou seja, de uma forma ou de outra, o conhecimento está presente em todas as empresas, não importa o seu ramo de atuação ou o seu tamanho. Sabendo disso, não é possível ignorar a importância de gerenciá-lo para saber utilizá-lo melhor.

Além disso, podemos citar outras vantagens, tais como:

Não depender do conhecimento técnico de apenas um colaborador

Imagine que apenas um funcionário da sua empresa sabe como executar determinada função e, de uma hora para outra, esse funcionário precisa se ausentar da empresa, de forma definitiva. Como lidar com isso?

A gestão do conhecimento é importante não apenas para aumentar o leque de possibilidades, capacitando um maior número de pessoas em relação àquela atividade, mas também serve para reter os bons profissionais com valorização e reconhecimento.

Por isso, deve ser feito um mapeamento de quem sabe fazer o quê, armazenar esses dados, incentivar a sua prática e aprimorá-la para que seja aplicada quando necessário.

Aumentar a produtividade da equipe

A gestão do conhecimento passeia pelo reconhecimento do colaborador, valorizando suas competências atuais e incentivando a aquisição de outras novas. Assim, essas ações impactam diretamente no desempenho da equipe e aumentam a sua produtividade.

Quando atua em um ambiente em que se sente valorizado, que se sente reconhecido e importante para a empresa, o funcionário consegue trabalhar muito melhor, oferecendo mais e aperfeiçoando as suas ações. 

Além do mais, o acesso rápido às informações facilita a resolução de problemas, o que também é fundamental para o andamento e eficiência dos processos.

Identificar habilidades e competências escondidas

É de grande importância para o gestor conhecer mais de perto a sua equipe de trabalho, saber como ela funciona, como ela executa determinada atividade, quais são as suas fraquezas e as suas forças.

Com isso, ele consegue traçar os melhores caminhos, pois sabe exatamente o que tem à disposição e o que precisa ser aperfeiçoado para dar continuidade às ações da empresa.

Agilizar processos e potencializar os resultados

A eficiência no cumprimento de tarefas depende de conhecimento técnico, de agilidade e de estrutura física que sirva de suporte. Assim, quando a equipe tem tudo isso ao alcance, ela consegue trabalhar com mais afinco e os processos se tornam mais rápidos e eficazes.

Ganhar competitividade no mercado com a gestão de conhecimento

Profissionais comprometidos, processos mais eficientes, custos reduzidos, habilidades reconhecidas, estimuladas e aperfeiçoadas, além do compromisso da empresa em perpetuar a gestão do conhecimento são motivos suficientes para que essa organização consiga superar seu concorrente, conquistando uma posição de destaque no mercado.

Precisamos lembrar que o conhecimento já está presente em todas as organizações. O que deve ser debatido é o seu gerenciamento e a melhor forma de fazer isso.

Como difundir a gestão do conhecimento dentro do ambiente corporativo? 

Na prática, como é possível aplicar o sistema de gestão do conhecimento dentro de uma organização? Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que essa é uma mudança estrutural, definitiva e contínua. Não é uma estratégia de curto prazo e nem deve ter data para terminar, uma vez que é uma demanda do mercado.

Portanto, veja a seguir de que forma a empresa pode começar a tirar a gestão do conhecimento do papel em quatro passos simples e eficientes.

Entender como a empresa está 

O passo número um é fazer um diagnóstico da empresa, um estudo geral de como está a situação do negócio nesse quesito e em todos os outros também. O que avaliar:

Pessoas

Quem são as pessoas que atuam no ambiente corporativo? É necessário saber as formações, conhecimentos e habilidades. Assim como também é importante deixar claro os papéis que essas executam dentro da empresa.

De que forma essas pessoas se comunicam umas com as outras? Verifique se existe algum obstáculo que impede a interação completa, tais como religião, posicionamento político, questão racial ou sexual que estimule a criação de grupos fechados.

Processos

Os processos são as tarefas, executadas em sequência, para a obtenção de resultados. Afinal, toda organização tem uma forma de trabalho e segue uma lógica de atividades para garantir que, ao final do dia, tudo tenha saído como o planejado.

Assim, na hora de analisar esses processos, é preciso reconhecê-los e, também, os resultados alcançados. Portanto, é importante olhar para essa atividade com honestidade e crítica em busca de erros que podem, e devem, ser corrigidos. O que listar:

  • Quais processos existem?
  • Como eles acontecem?
  • Quem os executa?
  • Quais resultados oferecem?
  • Tais resultados são condizentes com o que a empresa espera e precisa?
  • Como poderiam ser melhorados?
  • O que precisa ser melhorado?

Conhecimento

Toda empresa possui conhecimento. Nessa análise, é preciso saber: quais são essas informações? Onde estão armazenadas? Quem tem acesso e quem produz esse conhecimento? Como é a disseminação de tais informações?

ferramentas de gestão do conhecimento

Cultura organizacional

Partindo para uma análise mais estrutural do negócio, devemos discutir o comportamento da empresa em relação à democratização do conhecimento. A organização tem uma cultura de incentivo e valorização da busca pelo aprendizado?

Como o estudo é percebido pela empresa? Como uma necessidade ou algo supérfluo? E a troca de informações? Também é estimulada ou existem barreiras que impedem o fluxo desse conteúdo? 

Ainda falando em cultura organizacional, é preciso ressaltar a importância da comunicação dentro da empresa e entre os setores. Assim, o ideal é que haja uma estrutura simples e eficiente que estimule o diálogo entre os colaboradores e o seu aperfeiçoamento. 

A comunicação organizacional, portanto, é um ponto a ser discutido e melhorado. Ou seja, caso não exista um sistema do tipo, deve ser criado.

Tecnologia

A tecnologia é o que permite que essas informações sejam compartilhadas, possibilitando a execução de vários processos, bem como a eficiência e a rapidez nos resultados obtidos. O que analisar?

Quais recursos são utilizados para armazenar esse conhecimento? Quem tem acesso a eles? Qual é a segurança desse espaço? Existem outras opções, igualmente viáveis ou melhores, que possam ser implementadas?

Todos os sistemas, softwares, programas, plataformas, aplicativos e demais ferramentas de comunicação e gerenciamento de informações estão atualizados, possuem licença e estão em perfeito estado?

A partir do levantamento honesto e minucioso de todas essas informações, é possível chegar a um diagnóstico preciso e seguro de como está o terreno. Daí em diante, é muito mais fácil traçar um plano para adotar a gestão do conhecimento.

Criar um planejamento 

O próximo passo é planejar. Nessa segunda fase, é necessário definir três pontos, a saber:

Visão

A visão é aquela imagem do futuro. É uma projeção do que o gestor deseja para a empresa. É como ele imagina que a empresa estará lá na frente, depois que tudo estiver sob controle.

A visão pode ser pensada a médio e longo prazo. Também é interessante pensar em como o gestor deseja que a sua empresa seja vista no futuro. Qual imagem a organização deve passar para o mercado?

Com essa imagem projetada na cabeça, e posteriormente passada para o papel, fica mais fácil traçar os objetivos e mais estimulante alcançá-los.

Objetivo

O objetivo é uma definição mais específica. É o que a empresa deve fazer para atingir a visão criada no passo anterior. Obviamente, talvez o gestor precise traçar vários objetivos para atingir a posição almejada do negócio.

Mas, ele deve agir com foco e clareza e eleger aqueles que, quando forem conquistados, causarão mais impacto. São objetivos considerados mais importantes, urgentes e que abrirão portas para que os próximos possam se concretizar também.

Algumas perguntas importantes na hora de definir esses objetivos:

  • Do que a empresa precisa?
  • Por que isso é importante?
  • Como é possível atingir esses objetivos?
  • Em quanto tempo eu preciso que isso aconteça?
  • É um objetivo viável?
  • A partir do diagnóstico da empresa, quais são os objetivos mais importantes para mudar o momento atual do negócio?

Estratégias

O passo seguinte é a definição das estratégias para alcançar os objetivos listados no tópico anterior. O que deve conter nesse checklist:

  • Qual é o objetivo?
  • O que deve ser feito para alcançá-lo?
  • Quais são as etapas de cada estratégia?
  • Quem ficará responsável por cada parte do trabalho?
  • Em quanto tempo é possível atingir essa meta?

Prazos

A definição de prazos é fundamental porque é o que vai nortear a execução das tarefas pensadas na definição de estratégias.

É importante que os prazos sejam viáveis e acessíveis a todos os responsáveis pelo seu cumprimento.

ferramentas de gestão do conhecimento

Por em prática através de testes 

O passo seguinte para aplicar a gestão do conhecimento é testar. Ou seja, colocar em prática tudo que foi estudado, definido e mensurado. Aqui, é necessário pensar em um prazo para averiguar os resultados.

Durante o período de teste é imprescindível que todo o processo seja estudado profundamente e tudo que foi definido seja, realmente, implantado. Essa é uma fase exploratória, de descobrir como funciona, de fazer acontecer para, depois, pensar em melhorar.

Assim, com esse projeto piloto, o gestor e toda a sua equipe poderão saber o que funciona, o que não dá certo, o que pode ser aperfeiçoado, se determinado objetivo realmente é o ideal para aquele momento, dentre outras questões. 

Implementar 

Por fim, temos a fase de implementação. Depois que as arestas do projeto piloto forem aparadas, é o momento de adotá-lo como definitivo. Alguns pontos são importantes para que esse novo momento seja bem sucedido:

Pensar e adotar indicadores de sucesso

Os indicadores de sucesso são aqueles pontos nos quais a empresa deseja chegar e que deve nortear o cumprimento das etapas.

Criar um plano eficiente de comunicação

Para que as informações cheguem a todos os envolvidos, deve existir um sistema de comunicação eficiente e fácil de ser compreendido.

Criar um plano de recompensas

Como forma de incentivar a troca de conhecimento e a busca por novas habilidades é interessante pensar em maneiras de premiar a todos. Contudo, a recompensa não precisa ser em forma de dinheiro, muitas vezes o reconhecimento profissional pode ser muito mais estimulante.

Adotar métricas de avaliação

As métricas são as responsáveis por avaliar a evolução do sistema implantado, a obtenção de bons resultados e o cumprimento das etapas e dos prazos.

Apresentar os resultados

Esse é o momento de mostrar para todos os resultados do trabalho desenvolvido. É um evento muito importante porque deixa claro o quanto a participação de cada colaborador é valiosa para o crescimento da empresa. Também é uma maneira de motivar e engajar cada vez mais a equipe.

Como a liderança pode ajudar na implementação da gestão do conhecimento? 

Adotar novas práticas dentro do ambiente de trabalho não é fácil. Pelo contrário, pode ser bastante desafiador, ainda que seja motivado por um benefício que vai trazer resultados a médio e longo prazo para todos.

Por isso, o gestor precisa desempenhar seu papel de liderança e construir, junto com a equipe, um processo tranquilo de implantação e adesão ao sistema de gestão do conhecimento. E como ele pode fazer isso?

Motivando a equipe 

A equipe deve saber que a empresa espera algo dela, e que vai além das funções básicas. Esse incentivo deve ser feito de forma honesta. Além disso, planejar, criar e aplicar um programa de recompensas, que realmente seja vantajoso para todos, é uma alternativa que sempre dá muito certo.

Fazendo a ligação entre os membros da equipe 

Todos os setores devem estar engajados nessa transformação. Contudo, sabemos que existem muitos entraves que dificultam a boa relação entre todos os colaboradores, ainda que pertençam à mesma equipe de trabalho.

Nesse caso, o gestor pode intermediar essas relações, buscando maneiras de amenizar conflitos, servindo de ponte para que haja uma interação entre todos e, até mesmo, solucionando questões que dificultam o alinhamento de ideias.

Incentivando a busca por conhecimento 

Seja por um plano de recompensas ou, até mesmo, por um diálogo sincero, direto e com informações úteis, o gestor pode exercer o papel de influenciador e estimular o aprimoramento intelectual de todos.

Obviamente, a adesão genuína depende também da própria cultura organizacional da empresa e das oportunidades que podem ser atraentes para o colaborador. Por isso, também devem ser pensadas estratégias reais de reconhecimento profissional.

Compartilhando informações 

Também deve ser uma função do gestor pensar em maneiras de tornar as informações acessíveis para a equipe de trabalho. Para isso, é necessário criar uma rede de comunicação eficaz, viável, acessível e fácil de executar.

Além disso, promover encontros, que são eventos valiosos para a troca de conhecimento e conceder informações importantes de gestão também são maneiras de trazer a equipe para mais perto da administração e obter um engajamento genuíno.

Conclusão

Como vimos, a gestão de conhecimento envolve atividades de identificação, armazenamento e aplicação das informações que participam dos processos de uma empresa, bem como das habilidades e competências dos colaboradores. Assim, a implantação desse sistema possibilita muitas vantagens ao negócio, como melhoria do ambiente organizacional, valorização dos funcionários e aumento da competitividade da organização dentro do mercado. Dessa forma, a empresa que ainda não adota a gestão de conhecimento pode experimentar essa estratégia a partir de testes e, só depois, implantar o sistema de forma definitiva. Certamente, um processo que renderá muitos benefícios para o desenvolvimento sustentável do negócio.

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