Parcerias de sucesso: Dicas para formar as suas

Parcerias de sucesso: Dicas para formar as suas

Em meio a um mercado cada vez mais competitivo, formar parcerias com outras empresas é uma ótima maneira de expandir um negócio e atrair uma clientela mais abrangente. Através de uma parceria, as empresas cooperam uma com a outra de forma a obter crescimento e potencializar suas respectivas marcas no mercado.

Uma parceria é um acordo entre duas partes, que oferece grandes possibilidades de desenvolvimento para as empresas envolvidas. Isso porque, com ela, não há necessidade de realizar grandes investimentos para atrair um novo público. Além de poder compartilhar alguns processos de produção e oferecer melhores condições de compra para seus clientes, dentre outras vantagens, como veremos a seguir.

O que é parceria e o que ela representa

De acordo com o dicionário Michaelis Online, parceria significa:

Reunião de pessoas por interesse e objetivo comum; companhia, sociedade:

Já éramos sócios no trabalho. O que representava certo progresso. Pelo jeito, a desconfiança estava dando lugar – ainda que em estranho horário – à parceria” (MS).

ou

Reunião de dois ou mais compositores, principalmente de música popular:

Fez esta música em parceria com um compositor famoso.

Ou seja, parcerias são acordos entre duas ou mais pessoas, onde todas buscam o sucesso em um objetivo em comum.

Normalmente esses objetivos são:

  • Novos clientes
  • Aumento da receita
  • Expansão do negócio

Quais são os sinônimos de parceria

Existem alguns sinônimos da palavra parceria, que significam a mesma coisa. Por exemplo, os sinônimos de parceria que visam um objetivo comum:

  • Colaboração
  • Cooperação
  • Combinação
  • Coadjuvação
  • Coparticipação

E os sinônimos de parceria que são sociedades de pessoas com objetivos comuns:

  • Sociedade
  • Acordo
  • União
  • Ligação
  • Associação

Tipos de parceria

Parceria de produto ou serviço ou Joint Ventures

Parcerias de produto ou serviço, normalmente, acontecem quando empresas constroem um produto ou serviço em conjunto. Em sua maioria, é preciso que essas empresas não sejam competidoras entre si, uma vez que a intenção desse tipo de parceria é que o público de cada uma conheça os produtos ou serviços da outra.

Parceria de marca ou Co-Branding

Muito parecido com a parceria de produto, a parceria de marca une duas empresas, buscando o aumento de vendas e do valor agregado, fazendo com elas promovam um produto conjunto ou as suas competências.

Nesse caso, elas podem ser do mesmo segmento e algumas vezes até concorrentes. Por exemplo, empresas que comercializam alimentos podem realizar esse tipo de parceria sem, praticamente, nenhum tipo de perda.

Parceria de distribuição

Essas parcerias são muito conhecidas, estamos falando de afiliados e atacadistas, assim como distribuidores. Ela funciona como uma promoção externa do negócio.

Corporate Ventures

Esse tipo de parceria gira muito mais em relação a investimentos financeiros em grandes empresas. Ou seja, quando uma empresa ou conglomerado investe dinheiro em, normalmente, startups, ou novos negócios.

É comum que esses não se envolvam em decisões da empresa, mas sim, apenas realizam o investimento e colhem frutos. Algumas startups que receberam aportes e hoje são unicórnios, são: Nubank e 99. Enquanto isso, alguns exemplos de empresas grandes que realizam esses investimentos são: Magazine Luiza, Mercado Livre e Locaweb.

Maior alcance

O alcance de ambas empresas envolvidas na parceria empresarial é amplamente potencializado. Afinal, as empresas parceiras divulgam os produtos e serviços uma da outra para seus clientes. Esse aumento de alcance acontece porque o negócio destas empresas chega com muito mais facilidade a um público que ainda não é seu principal consumidor, mas que, no fim, pode se tornar um cliente em potencial.

Otimização de processos

Em muitas parcerias empresariais, o processo de produção e gestão é totalmente compartilhado, o que traz uma maior facilidade para as empresas envolvidas. Com a indicação das empresas parceiras, o processo de vendas também se torna muito mais facilitado. Assim, gerando mais chances de aumentar a produtividade.

Soma de qualidades

Quando se realiza uma parceria com uma empresa que é forte em alguma área, seu empreendimento vai se tornar mais forte nessa área, e, portanto, mais completo. Isso acontece porque a empresa com um domínio maior sobre um ramo pode suprir qualquer eventual necessidade da sua.

Vamos supor que você possui um ótimo produto ou presta um excelente serviço, mas não consegue realizar uma divulgação adequada. Neste caso, formar parcerias com agências de publicidade ou de marketing digital, por exemplo, será uma excelente alternativa de complementar o seu serviço. Essa ação também irá elevar os seus resultados a um nível muito mais expressivo.

O mesmo acontece se você conseguir suprir as necessidades de seus parceiros, certamente sua empresa ficará com uma imagem muito positiva no mercado.

Como formar parcerias de sucesso

Formar parcerias empresariais pode ser fundamental para alavancar o sucesso de seu empreendimento. Mas, é preciso tomar cuidados ao escolher seus parceiros. Assim, analise todas as possibilidades e procure empresas que complementam o seu trabalho e que possam ser de fato vantajosas e lucrativas com o decorrer da parceria. Por isso, se você está em busca de parceiros para a sua empresa, selecionamos algumas dicas de como formar parcerias de sucesso:

Busque parceiros que complementam o seu negócio

Como já falamos acima, as empresas parceiras precisam complementar e agregar no trabalho uma da outra.

Por exemplo, se sua empresa trabalha com publicidade, estude a possibilidade de fazer parcerias com empresas de áudio e vídeo. Essas empresas possuem um público com interesse semelhante ao seu, assim, podem auxiliar na produção de campanhas publicitárias.

Se você possui uma academia de musculação, que tal pensar em parcerias com lojas que vendem suplementos alimentares? E assim, oferecer descontos para os clientes de sua academia na compra destes produtos?

Nestes casos, as parcerias não só complementam o negócio, como também acabam suprindo outras necessidades de seus clientes. Assim, se tornando um diferencial para a sua empresa.

Para definir que tipo de parceiros podem auxiliar o seu negócio, realize um estudo interno de sua empresa e identifique em que aspectos ela ainda deixa a desejar. A partir de então, pense em quem pode suprir estas necessidades.

Seu parceiro pode ser de um nicho totalmente diferente do seu. Porém, é recomendável que ele possua clientes com o mesmo interesse. Como, por exemplo, no exemplo que citamos acima, de uma possível parceria de uma academia de musculação com uma loja de suplementos alimentares!

Tenha parceiros alinhados com a perspectiva de sua empresa

É importante que você busque parceiros que possuam um pensamento alinhado com o da sua empresa. Mas, que também tenha ambições de crescimento. Do contrário, podem ocorrer muitas discussões e a parceria pode não se estabilizar. Por isso, o ideal é formar parcerias com empresas que sejam de um porte semelhante a sua.

Uma boa forma de identificar as empresas que podem contribuir neste sentido é através da internet. Aproveitando que ela é uma ferramenta extremamente poderosa para a formação de novos negócios. Em especial a rede social Linkedin, nela, o processo de busca por interesses e empresas é bastante fácil. Ela também tem a facilidade de contato, que esta e outras redes sociais, como as plataformas digitais, de uma forma geral oferecem.

O mesmo vale para a empresa parceira. Sua empresa precisa compensar algum possível ponto fraco de seu parceiro. A partir da identificação destes fatores e das empresas que potencialmente podem vir a se tornar parceiras, é preciso conversar e consultar o interesse em realmente firmar esta parceria. Assim, o auxílio de uma parceria pode fazer toda a diferença. Comece a construir uma boa relação com seu potencial parceiro!

Esclareça como vai funcionar a parceria

É imprescindível deixar bem claro ao seu parceiro o que ele terá que fazer relacionado a sua empresa. Estabeleça um plano de ação com as medidas a serem tomadas e com as recompensas em casos de cumprimento de metas.

Por isso, é importante fechar uma parceria devidamente formalizada com um contrato bem especificado. Lembrando que também existe a parceria informal, que é feita somente a partir de um acordo e de conversas, mas sem a assinatura de contrato.

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Tenha paciência

Por estar em fase inicial de parceria e ainda não conhecer a fundo o seu negócio, o seu parceiro pode demorar certo tempo para começar a trazer resultados para a sua empresa. Mas isso não pode ser motivo para cancelar a parceria.

Invista em um constante treinamento e aperfeiçoamento de seus parceiros. Assim, eles podem indicar e falar dos produtos ou serviços de sua empresa de uma forma bastante satisfatória. Isso irá causar o interesse dos clientes em procurar a sua empresa!

Mensure os resultados da parceria

Se por um lado é preciso ter paciência para esperar retorno de seus parceiros, por outro é preciso ficar sempre atento e fazer constantes avaliações da parceria.

Se você oferece treinamento para o parceiro melhorar os resultados, dedica o máximo de atenção para trazer resultado para as empresas parceiras, mas percebe que elas não estão na mesma sintonia que você e nem estão empenhadas da mesma forma, é hora de reconsiderar esta parceria.

As parcerias devem ser vantajosas para os dois lados sempre. Caso contrário, algo está errado, a parceria está fugindo do seu princípio inicial!

Estratégias para uma parceria de sucesso

Na maioria dos negócios, associar forças traz benefícios mútuos. Esses, podem ser desde uma economia na aquisição de materiais, aumento da agilidade nos processos e até mesmo o compartilhamento de conhecimentos e informações. Parcerias trazem vantagens competitivas para os dois lados — afinal, é uma parceria! Ou seja, se entende que tanto você quanto seu parceiro vão sair ganhando, certo?

Já que esse pode ser um grande benefício para seu negócio, talvez seja a hora de pensar no que poderia ser feito para criar parcerias de sucesso!

Analise os benefícios reais da cooperação

Antes de estabelecer as parcerias, uma análise da situação da sua empresa é muito bem-vinda. É importante saber os pontos principais de organização do negócio, seja do financeiro, ou até sobre os colaboradores. Dessa forma se sabe os pontos fortes para serem mencionados e os pontos fracos para serem melhorados. Uma ferramenta que pode ajudar nesse processo é a análise SWOT.

Só assim você será capaz de enxergar quais parceiros podem contribuir para amenizar suas fragilidades. E, assim, é mais fácil escolher o parceiro ideal. Lembre-se sempre de que você tem que ganhar com essa associação de forças, porque, caso contrário, não existiria motivo para fazê-la.

Colabore para a melhoria do negócio do parceiro

Obviamente, o negócio do parceiro também deve ganhar com a parceria estabelecida entre vocês. É por isso que você deve se esforçar para dar sugestões e contribuir com melhorias a partir do que sua própria empresa pode oferecer.

Assim, seu parceiro terá a abertura necessária para também recomendar novas práticas, dar ideias e soluções de mercado que você talvez não conheça, mas que podem ser muito úteis para seu negócio. O importante é que a interação seja constante e sempre construtiva.

Aprimore suas competências e aptidões

Quanto mais habilidades você tiver, mais será capaz de potencializar o próprio negócio e dar aos parceiros soluções certeiras para suas organizações. Nesse sentido, o relacionamento e o nível de confiança tendem a ser ampliados. Ainda, a colaboração entre vocês certamente será muito mais sólida, fazendo com que os conhecimentos agregados de fato melhorem os negócios de ambos.

Alinhe valores e princípios

Os valores e princípios éticos devem sempre vir em primeiro lugar quando falamos de parcerias. Verifique se esses valores e princípios também fazem parte de sua cultura, para que a relação seja duradoura e para que não venham a ter maiores problemas no futuro.

A comunicação entre vocês deve ser clara e sem ruídos. Vocês não precisam necessariamente pensar da mesma forma — e pode até ser melhor que não o façam —, mas seus perfis também não podem causar atritos que sejam negativos ao bom andamento da parceria.

Meça e avalie os resultados

Qualquer relação precisa de ajustes de vez em quando, não é mesmo? E, como não haveria de ser diferente, na parceria de mercado certas adaptações ou mudanças também precisarão ser realizadas ao longo do tempo.

Nesses momentos, veja se ambas as empresas têm obtido ganhos efetivos com a associação de forças, conserte tudo aquilo

Como calcular os impostos de uma nota fiscal

Como calcular os impostos de uma nota fiscal

Os impostos na nota fiscal passaram a ter mais atenção nos últimos anos, principalmente após a publicação da Lei 12.741/2012. A medida criou uma espécie de transparência da empresa com relação aos tributos existentes em uma nota fiscal, quando obrigou que os valores dos impostos embutidos no documento fossem informados nele.

No entanto, tal medida deixou bem claro que a maioria dos gestores não têm conhecimento sobre os impostos existentes em uma nota fiscal. O maior erro é acreditar que esse estudo é exclusivo para os contadores, quando na verdade todo gestor ou administrador de empresas deve conhecer, em detalhes, a carga tributária que incide sobre as operações do seu negócio.

Nosso objetivo com este artigo é mostrar todos os tributos incidentes em um documento fiscal, bem como explicar cada um deles. Então, se existem dúvidas sobre como calcular os impostos de uma nota fiscal, este artigo foi escrito para você. Confira!

Como calcular os impostos de uma nota fiscal?

Basicamente, os impostos na nota fiscal são calculados da mesma forma.

Imposto total = Valor total do documento x Alíquota do imposto

Todos os impostos mencionados neste artigo são calculados dessa forma, no entanto, não é necessário destacar cada um deles no documento fiscal.

Segundo o que estabelece a Lei 12.741/2012, deverá constar na nota fiscal apenas o valor aproximado dos tributos, conforme o disposto na tabela do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Outra informação importante a destacar é com relação ao regime de tributação. Assim teremos:

Simples Nacional

No Simples Nacional os impostos são pagos através de uma única guia, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Justamente por esse motivo e por ser o regime tributário mais fácil de ser utilizado, ele tem algumas restrições. Entre elas estão não poder ter uma receita bruta superior a R$ 4,8 milhões por ano e os sócios não podem ter restrições. Além disso, existem alguns CNAEs que não podem se adequar a esse regime.

FaixaAlíquota
Até 180.0006%
De 180.000,01 a 360.000,008,21%
De 360.000,01 a 540.000,0010,26%

Lucro Real

O pagamento dos impostos do Lucro Real se dá trimestralmente ou anualmente. Quando trimestral, eles têm data definida para encerramento. Já o anual pode ser pago de forma mensal, obrigando a apuração do lucro em 31 de dezembro.

ImpostoAlíquota
PIS1,65%
COFINS7,6%
IRPJ15%
CSLL9%
TOTAL33,25%

Lucro Presumido

Os impostos do lucro presumido são calculados com base na alíquota estipulada pela Receita Federal. Os principais impostos recolhidos são o CSLL e o IRPJ.

ImpostoAlíquota
PIS0,65%
COFINS3%
IRPJ5%
CSLL4,8%
ISS*2,88%
TOTAL16,33%

Ainda poderá existir na nota fiscal a retenção do INSS, no percentual de 11% sobre o valor total, caso o serviço prestado demande a necessidade de locação de mão de obra, como é o caso do nosso exemplo.

Quais são os impostos na nota fiscal?

Em uma única nota fiscal podem conter vários impostos. O número varia dependendo do tipo de atividade que é explorada pela empresa.

Vamos apresentar cada um deles e um breve detalhamento sobre suas atuações nas notas fiscais:

Impostos que incidem na nota fiscal de produtos

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de transportes de qualquer natureza (ICMS)

Um imposto de competência estadual, que tem alíquotas variáveis fixadas de acordo com a legislação fiscal de cada estado. Ele incide sobre as operações de compra e venda de mercadorias e serviços de transportes.

O cálculo do ICMS é:

Base de Cálculo (BC) = Valor da mercadoria + Frete + Despesas Acessórias – Descontos

Valor do ICMS = BC x alíquota do ICMS

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)

Mais um imposto que incide sobre o valor total da nota fiscal. A base de cálculo desse tributo é obtida pela soma de todas as notas fiscais emitidas;

Programa de Integração Social (PIS)

Assim como a COFINS, o PIS é um imposto que é calculado com um percentual aplicado sobre o valor total das notas fiscais emitidas em um determinado período;

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

Este tributo incide sobre as atividades de industrialização de produto, exceto aqueles que não sofreram nenhuma modificação desde a sua extração;

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

Esse é outro tributo que é calculado com os valores obtidos nas notas fiscais de vendas de produtos ou serviços;

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)

O famoso IRPJ é devido por todas as pessoas jurídicas nacionais e por pessoas físicas a elas equiparadas. Ele é apurado com base no lucro, que pode ser real, presumido ou arbitrado;

Instituto Nacional da Previdência Social (INSS)

Esse tributo não incide em todas as notas fiscais. Ele será cobrado como uma espécie de retenção, ou seja, o seu contratante ou comprador pagará um valor menor que o descrito na nota fiscal e posteriormente deverá recolher esse imposto. Ainda neste artigo vamos explicar melhor sobre as retenções.

Impostos que incidem na nota fiscal de serviços

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)

Esse é um imposto municipal, que deverá ser recolhido para a prefeitura do município onde o serviço foi realizado. Além das empresas, os profissionais autônomos, que emitem notas fiscais, estão sujeitos ao pagamento desse tributo. As alíquotas do ISS podem variar bastante, pois cada município é responsável por fixar os seus percentuais.

calcular os impostos de uma nota fiscal

Como funciona a retenção de impostos?

Como mencionamos, alguns impostos podem ser retidos na nota fiscal, como é o caso do INSS, no entanto isso poderá ocorrer com qualquer tipo de tributo.

Basicamente, a empresa contratante ou compradora deixa de pagar um determinado valor, destacado na nota fiscal, referente a alguns tributos e posteriormente faz o recolhimento desses valores diretamente ao órgão competente para o recebimento.

Esse processo é optativo em alguns casos. Os governos, federal, estadual e municipal, com o objetivo de garantir o cumprimento das obrigações tributárias existentes nas notas fiscais, instituíram a cobrança por retenção, dando ao contratante ou comprador a responsabilidade de cobrar os tributos existentes nas notas fiscais que seus clientes emitem contra ele.

Qual a importância de conhecer os impostos em uma nota fiscal?

A nota fiscal é o documento que dá origem à aplicação de uma série de impostos e que gera várias obrigações para quem a emite.

É ela que registra uma venda ou prestação de serviço de uma empresa. Isso implica dizer que a nota fiscal é uma prova de que o seu negócio gerou uma receita.

Uma única nota fiscal pode gerar simultaneamente obrigações fiscais com a Receita Federal, SEFAZ do seu estado e a prefeitura do município onde sua empresa está estabelecida.

Sendo assim, negligenciar esse conhecimento sobre os impostos na nota fiscal é equivalente a correr um risco de sofrer autuações com todos esses órgãos, por erros na emissão ou falta de conhecimentos em emitir um único documento fiscal.

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Nota fiscal avulsa (NFA-e): Quem pode emitir esse documento

Nota fiscal avulsa (NFA-e): Quem pode emitir esse documento

Notas fiscais são comprovantes de que uma transação comercial foi realizada. Realizar a emissão dessas notas é uma obrigação tributária recorrente para empresas que efetuam vendas ou prestam serviços. Porém, existem situações onde uma empresa, ou um empreendedor, apenas realiza vendas esporádicas, de vez em quando. Nesses casos, uma das opções para emitir uma nota de venda com facilidade é utilizar a nota fiscal avulsa (NFA).

O que é nota fiscal avulsa?

Nota fiscal avulsa é um documento emitido individualmente com propósito de registrar uma venda ou um serviço prestado. Esse tipo de nota tem como finalidade atender empresas e pessoas que não possuem necessidade de emitir notas com muita frequência ou regularidade.

Quem tem uma alta demanda de notas fiscais precisa emitir outro tipo de nota, a nota fiscal eletrônica. Por outro lado, quem precisa emitir nota somente por uma necessidade eventual, pode usar a nota fiscal avulsa.

Ela pode ser emitida não somente por empresas, mas também por pessoas físicas que estejam realizando alguma venda ou prestando serviço. Nesse caso, não há a obrigatoriedade de emitir uma nota fiscal eletrônica. Contudo, caso seja necessário um comprovante, por solicitação do cliente por exemplo, é possível usar uma nota fiscal avulsa.

Como é uma nota fiscal avulsa?

A nota fiscal avulsa possui características semelhantes às de uma nota fiscal eletrônica, e também os mesmos dados de preenchimento, como:

  • Dados do emitente
  • CPF/CNPJ do emitente
  • Município e UF do emitente
  • Dados do destinatário (Nome, CNPJ, Razão Social)
  • Valor da nota fiscal
  • Data de emissão
  • Produto/serviço
  • Tipo de produto

A principal característica da NFA é ser usada apenas em situações esporádicas, por empresas ou pessoas físicas que não têm obrigatoriedade fiscal de emitir notas. Também é muito útil para empresas que não são contribuintes do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias) e também MEIs.

nota fiscal avulsa

Como emitir uma nota fiscal avulsa

O primeiro passo para emitir a nota fiscal avulsa é consultar se a SEFAZ (Secretaria da Fazenda) do seu estado permite a emissão desse tipo de nota. A maioria dos estados brasileiros permite a emissão da nota fiscal avulsa, porém existem poucas exceções, como o Distrito Federal, que não oferece essa alternativa para os empresários.

Além disso, a legislação concede autonomia para cada estado definir suas próprias regras, processos e exigências com respeito à emissão do documento. Portanto, é aconselhável que antes de qualquer coisa, a pessoa entre em contato com o SEFAZ do seu estado e peça informações sobre como emitir NFA.

No entanto, o processo mais comum é realizar um cadastro, aguardar autorização do órgão, e daí emitir cada nota individualmente, o que também necessita de autorização. É importante ressaltar que, como a emissão de cada nota é individual, também é preciso autorização individual para cada uma. O cadastro na secretaria da fazenda, no entanto, só é necessário fazer uma vez.

É preciso ter certificado digital para emitir a NFA?

Não é obrigatório ter certificado digital para emissão da nota fiscal avulsa. Isso porque, como a emissão da nota é feita por meio do site do SEFAZ, somente é necessário realizar um cadastro e ter a autorização.

Somente é obrigatório o uso de certificado digital para quem realiza emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e) ou nota fiscal de serviço eletrônica (NFS-e).

Como tirar uma Nota Fiscal Avulsa na prefeitura?

Prefeituras de vários municípios do Brasil disponibilizam o serviço de emissão de nota fiscal avulsa. Cada prefeitura tem autonomia para definir suas regras e exigências a respeito da emissão desse documento. No entanto, o processo costuma ser feito online e em geral os passos consistem em:

  • Realizar cadastro junto à prefeitura, informando os dados do emissor da nota
  • Preencher os dados da operação, com os dados do comprador, valor, descrição, data, etc
  • Emitir a nota e o boleto para pagamento do imposto referente à operação

Também pode ser que a prefeitura solicite que seja utilizado um certificado digital para validar o cadastro do contribuinte e da operação.

Nota Fiscal Avulsa de prestação de serviço

O processo de emissão de uma nota fiscal avulsa de serviço é basicamente o mesmo que o da nota avulsa de produtos.

É necessário realizar cadastro através do gov.br e aguardar autorização do SEFAZ. Após isso, o empresário estará autorizado e pronto para emitir as suas notas.

Quanto custa uma nota fiscal avulsa?

Emitir uma nota fiscal avulsa não possui custo nenhum. Ou seja, utilizar esse serviço por meio do portal do SEFAZ é totalmente gratuito. Isso facilita que pequenos empreendedores reduzam seus custos no momento em que precisam emitir uma nota para o cliente.

Consultar a validade de uma NFA

Após a emissão de uma nota fiscal avulsa, também é possível consultar sua validade dentro do site da SEFAZ. Para fazer isso, basta inserir a chave de acesso dentro do painel de consulta, completar o box de verificação e selecionar o tipo de nota que se deseja consultar. Existem dois tipos de notas para selecionar: a de “produção”, que serve para notas que têm validade jurídica, e a de “homologação”, que não possuem tal validade.

Quando emitir a Nota Fiscal Avulsa?

No caso de um empresário, seja MEI, pequena empresa ou até mesmo pessoa física, precisa fazer emitir uma nota de compra ou venda, pode utilizar a nota fiscal avulsa. Ela serve justamente para atender esse tipo de eventualidade.

Qual é a diferença entre nota fiscal avulsa e nota fiscal eletrônica?

A principal diferença da NFA para uma nota fiscal eletrônica, é que a nota fiscal avulsa é um documento que foi instituído com o principal objetivo de servir para operações esporádicas. Isso é, para quem não emite notas fiscais regularmente, mas precisa emitir nota para uma venda individual.

Já a nota fiscal eletrônica serve para quem precisa emitir um grande volume de notas fiscais e tem a obrigação legal de fazer isso.

Além disso, a nota fiscal eletrônica precisa de um sistema automatizado para sua emissão regular, enquanto o preenchimento da nota fiscal avulsa é feito manualmente no site da SEFAZ. Isso facilita a emissão de notas para quem não tem um software de emissão de notas e precisa fazer isso por uma eventual necessidade.

Outra diferença é que quem emite nota fiscal eletrônica precisa obrigatoriamente ter CNPJ próprio. Já para emitir nota fiscal avulsa não existe essa obrigação, já que a nota é emitida por meio do site da SEFAZ e é o CNPJ do órgão público que fica na chave de acesso. Isso nos leva a outro ponto importante que é: quem pode emitir NFA.

nota fiscal avulsa

Quem pode tirar nota fiscal avulsa?

Podem tirar a nota fiscal avulsa toda empresa ou indivíduo que não é contribuinte do ICMS e não possui um sistema de emissão de notas fiscais. Todavia, os MEIs são quem mais a utilizam. Isso porque esse tipo de empresa não tem uma alta demanda de emissão de notas, e quando precisa emitir nota para um cliente maior que exija nota na transação, por exemplo, pode utilizar a NFA para isso.

No entanto, o uso da nota fiscal avulsa não é exclusivo do MEI. O fato de não ser necessário possuir CNPJ próprio para emitir esse tipo de nota torna possível que até mesmo pessoas físicas a utilizem. Além dos MEI’s, seu uso é bem frequente por:

  • Profissionais autônomos, profissionais liberais e freelancers
  • Pessoas físicas quando realizam alguma venda e precisam emitir nota
  • Produtores rurais que atuam como pessoa física
  • Fundações públicas

MEI é obrigado a emitir nota fiscal avulsa?

O MEI não é obrigado a emitir notas fiscais em geral. Entretanto, a NFA é conhecida como Nota Fiscal do MEI, devido a este ser o tipo de empresa que mais a utiliza.

A obrigação que existe para quem é MEI é emitir nota fiscal quando está fazendo uma venda ou prestando serviço para pessoa jurídica, e usar a nota fiscal avulsa é uma opção para isso, mas não é obrigatório utilizar ela, existem até mesmo outras opções.

Uma dessas opções é utilizar uma nota fiscal de entrada, que é um documento emitido pela empresa que está comprando, para registrar uma entrada de estoque ou mercadoria. Esse método, contudo, pode desencorajar o cliente a comprar devido ao trabalho de preencher a nota de entrada.

Sendo assim, a nota fiscal avulsa é a mais indicada para o MEI, que não precisa emitir grande volume de notas.

Quando o negócio for feito com pessoa física, a emissão de nota é opcional.

Modelos de nota fiscal avulsa

Existem dois modelos utilizados para a NFA. Apesar de ambos possuírem um processo muito semelhante de emissão, existe diferença em como é feito o armazenamento. Portanto é importante conhecer ambos e saber qual é melhor para o momento. São eles:

  • Modelo 55: Esse é o modelo que é utilizado na emissão de nota fiscal eletrônica. Logo, sua emissão e armazenamento são feitas de maneira exclusivamente eletrônica.
  • Modelo 1-A: O preenchimento é feito eletronicamente, mas somente sua versão impressa é aceita legalmente.

Emissão de NFA como pessoa física

Quando se realiza a emissão de NFA no site da fazenda, é o CNPJ do SEFAZ que fica na chave de acesso da nota. Isso permite preencher uma nota usando somente o CPF, sem a necessidade de um CNPJ próprio.

Essa é uma ótima opção para quando uma pessoa realiza uma venda e precisa emitir uma nota, e também para autônomos e profissionais liberais caso o cliente solicite uma nota fiscal.

No entanto, é preciso estar atento às regras sobre a NFA, como o fato de só ser permitido registrar 10 produtos no máximo por nota.

Vantagens de usar a NFA

O uso da nota fiscal avulsa é uma alternativa para que empresas e pessoas que não emitem notas regularmente, como os MEIs, saiam da informalidade – situação que costuma ocorrer devido ao processo por vezes burocrático de emitir nota fiscal eletrônica – e possam atender uma obrigação tributária ou uma solicitação de um cliente de uma maneira mais simples e descomplicada.

Outro fator é que empresas de grande porte só fazem negócios e realizam compras com quem emite nota fiscal, sendo uma desvantagem não emitir nota fiscal. Portanto, a NFA permite que micro empresas e empresas de pequeno porte também possam negociar com players maiores e não percam competitividade.

A segurança também é maior usando uma NFA emitida eletronicamente, visto que as informações ficam arquivadas em um arquivo XML da mesma maneira que uma NF-e. Isso evita possibilidades de extravios e perdas que podem acontecer, por exemplo, com o uso de uma nota fiscal física.

Desvantagens de usar a NFA

Uma das desvantagens da nota fiscal avulsa é o fato de que não existe padronização do processo de emissão em todo Brasil. Isso pode acabar confundindo quem precisa emitir esse tipo de nota e vai buscar informações para fazer isso.

Outro fator negativo é que, diferente da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e), onde é possível fazer uma correção caso necessário, se houver qualquer erro em alguma informação na NFA, a única solução possível é realizar o cancelamento da nota e emiti-la novamente. No entanto, esse processo de cancelamento e reemissão pode levar vários dias. Portanto, a pessoa que vai realizar o preenchimento da NFA precisa ter atenção redobrada e realizar uma conferência dos dados antes de enviá-la.

Além disso, como a emissão é manual e individual para cada nota, o seu uso por quem tem precisa emitir um número maior de notas é pouco prático. Isso porque seria muito trabalhoso fazer todo esse processo para várias notas, todos os dias.

Qual é a importância da nota fiscal avulsa?

A importância da nota fiscal avulsa existe no acesso que ela concede à possibilidade de pequenos empresários emitirem notas sem gastar para fazer isso. O que dá a eles a oportunidade de realizarem negócios com empresas maiores, que apenas compram de quem emite nota. Portanto, de outra maneira não seria possível para esses negócios de pequeno porte trabalhar com clientes maiores.

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Editora: Veja o passo a passo para montar uma

Editora: Veja o passo a passo para montar uma

A leitura é essencial para a construção do pensamento de cada indivíduo. Assim, montar uma editora não é para qualquer um, para quem tem vontade de atuar nesse ramo, precisa ter paciência, e saber lidar com as dificuldades que podem surgir no dia a dia. Então, se você pretende abrir seu próprio negócio, confira algumas dicas que podem lhe ajudar na idealização desse sonho.

Mercado de editoras

Seu desejo é montar uma editora, mas antes de botar a mão na massa, você necessita traçar um objetivo. Você trabalhará com livros ou revistas? O mercado de editoras no Brasil é muito competitivo, por isso não há tempo para erros, tudo precisa ser feito de maneira clara.

As pessoas estão atrás de novidades, ninguém quer ‘mais do mesmo’, todos procuram histórias que inspiram suas vidas. O fundamental é que você pesquise bastante, veja o que as outras editoras concorrentes publicam, quais são os segmentos que mais fascinam os leitores, o que é interessante para eles. Enfim, só entre no negócio se realmente estiver disposto a fazer a diferença!

Espaço

A sua editora contará com um espaço físico ou virtual? Muitas pessoas preferem investir no espaço virtual, principalmente àquelas que estão começando no ramo, pelo fato de ser mais barata, evitando gastos com impressão e distribuição.

Os e-books e revistas digitais ganharam muita notoriedade, principalmente pela facilidade em que os leitores têm de acessá-los, porém, essa opção só deve ser implementada se seu público fizer parte do ambiente digital. Caso contrário, será apenas perda de tempo.

Localização da sua editora

Se você tiver dinheiro o suficiente para alugar ou comprar um local para sua editora, saiba que ela deve estar bem localizada, que seja de fácil acesso aos leitores. Ou seja, ela preferencialmente deve estar perto do centro da cidade ou em ruas movimentadas, que tenha serviços de transporte coletivo, como ônibus e metrôs. É bom que a editora tenha um estacionamento como opção para aqueles que têm carro.

O importante é investir em um ambiente agradável, que faça com que seu público se sinta bem ao chegar. Mas, a localização física dependerá do seu orçamento, de nada adianta ter um estabelecimento presencial, se não houver um mínimo de recurso para mantê-lo por muito tempo. Você precisa pagar contas de luz, internet, água, etc.

Tenha em mente que você deverá contar com alguns equipamentos básicos para manter o funcionamento da sua editoria física, como mesas, cadeiras, escrivaninhas, telefones, computadores e impressoras.

Como montar uma editora

Regularização

Agora que você já definiu que abrirá uma empresa, você deve legalizá-la. Uma editora não se abre ‘sozinha’, e muito menos sem burocracia. Para isso, contrate um contador, que irá lhe auxiliar em todo o processo de documentação. Faça o registro nos seguintes órgãos: Secretaria da Receita Federal, Secretaria da Fazenda, Prefeitura do Município para obter o alvará de funcionamento do local.

É importante que você esteja atento às principais leis desse ramo de atuação, como a Lei da Imprensa e a Lei dos Direitos Autorais.

Editora pode ser MEI?

Sim, uma editora com CNAE 5811-5/00 – Edição de livros, pode ser MEI.

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Funcionários da editora

Como em qualquer empresa, você precisará contratar funcionários para sua editora, não dá para fazer tudo sozinho, é necessário dividir as tarefas. Você precisará de mais de um jornalista para manter a variedade de estilos, revisores de texto, diagramadores, ilustradores, que podem ser temporários ou fixos. Como gestor, é sua obrigação verificar se os profissionais como os jornalistas possuem registro no Ministério do Trabalho. Tudo deve ser regularizado!

Impressão

Com muitas gráficas no mercado, fica difícil escolher uma. A escolha da gráfica pode ser feita por você, ou por um funcionário, um produtor gráfico, mas isso dependerá do dinheiro que você estiver disponível no momento.

Tenha muito cuidado na escolha, só mande seu material para aquela que tenha maior qualidade e eficiência, que saiba cumprir os prazos. O dinheiro é apertado no início, mas não se deixe influenciar pelos preços, pois você pode ter prejuízos.

Depois de impressos, os materiais precisam ser encadernados, para dar forma ao seu produto, seja livro ou revista, é necessário definir como será feito, se as páginas serão dobradas, coladas, como deverá ser a capa (normal ou a capa dura).

Comece com pequenas tiragens, mesmo que o projeto editorial seja muito bom, é importante você avaliar primeiro como será a resposta do público, não adianta colocar grandes tiragens, se não houver compradores. É normal ficar empolgado, mas mantenha a calma e seja sensato. Lembre-se: você está apenas começando sua editora, não pode colocar tudo a perder.

Como montar uma editora

Distribuição

O momento mais aguardado: a distribuição dos produtos. Esta etapa deve ser bem pensada e planejada, faça parcerias com bancas de revistas e livrarias já conceituadas, veja quais são os tipos de público que elas trabalham, quem compram. Negocie como será feita a comercialização do produto, qual será a forma de pagamento, etc.

Divulgação da editora

O produto pode até ser interessante, mas sem uma boa divulgação, dificilmente chegará às mãos de quem você deseja. Participe de feiras, entrevistas, eventos, publique seu material nas redes sociais, faça com que as pessoas se interessem e adquiram a sua revista ou livro.

Finanças

Com o aumento da produção de materiais e vendas, vai ficar difícil dar conta de todas as finanças, ainda mais para quem não está familiarizado com o assunto. Com o advento da tecnologia, seus produtos contam com notas fiscais eletrônicas emitidas diretamente por um software de gestão, o eGestor, que cuidará de todas as suas despesas e estoque. A plataforma ainda garante que você envie a nota fiscal através do e-mail.

Sem pressa

Como você deve ter percebido, não é nada fácil montar uma editora. O começo não pode ser como você esperava, mas o importante é seguir com comprometimento, responsabilidade e foco. Os lucros podem demorar a surgir, por isso, antes de abrir seu próprio negócio, guarde um dinheiro para se manter por um tempo, melhor prevenir qualquer problema.

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Sistema de gestão na nuvem: 6 vantagens de usar

Sistema de gestão na nuvem: 6 vantagens de usar

Teste Grátis

De alguns anos pra cá muitas empresas têm optado por utilizar algum sistema de gestão na nuvem com o auxílio do cloud computing.

Desse modo, essa tecnologia permite que dados e sistemas deixem de ficar armazenados em equipamentos, como discos rígidos e outros dispositivos dos usuários, e sejam mantidos em servidores.

Essa característica define, inclusive, vários fatores relacionados à modalidade, como alta escalabilidade e performance. Então, se você quer conhecer mais sobre a computação em nuvem e suas principais vantagens, continue a leitura!

O que é o cloud computing?

Também chamada de computação em nuvem, o cloud computing pode ser definido como execução de sistemas, soluções de TI e armazenamento de dados em servidores.

Isso inclui (mas não se limita a) ferramentas de big data, aprendizado de máquina, sistemas de gestão integrada e backup. Dessa forma, é possível gerenciar vários serviços em uma plataforma unificada, flexível e escalável.

Quais são os tipos de infraestrutura de sistemas de gestão na nuvem?

Hoje, a computação na nuvem pode ser adquirida em três tipos de infraestrutura. São elas:

IaaS (Infrastructure as a Service)

Sigla para Infrastructure as a Service (ou Infraestrutura como Serviço, em português), o IaaS é um modelo de negócios no qual a empresa contrata uma infraestrutura altamente personalizável para uso interno.

Nesse caso, os recursos disponíveis serão como um servidor dedicado, mas disponibilizado via máquinas virtuais gerenciadas pelo negócio. Assim, a companhia contará com um ambiente para execução de seus sistemas internos de acordo com a sua necessidade.

PaaS (Platform as a Service)

Também conhecido como Plataforma Como Serviço, o PaaS (Platform as a Service) é o modelo de computação em nuvem no qual o usuário paga pelo uso de uma plataforma digital personalizada com softwares pré-instalados.

Consequentemente, a empresa contará com serviços sob demanda, gerenciados por terceiros de acordo com as suas necessidades.

SaaS (Software as a Service)

Um dos modelos de negócio mais tradicionais da área, o SaaS (Software as a Service, ou Software Como um Serviço, em tradução direta) é o tipo de nuvem em que a companhia, ou usuário, contrata uma ferramenta para uso por meio de assinaturas.

Esse é o caso, por exemplo, de suítes de aplicativos como Microsoft Office 365 e G Suite. Ambas permitem o acesso via web, em apps mobile ou localmente (no caso do MS Office 365 em ambientes desktop e no G Suite apenas via Chrome OS).

Assim, por se tratar de um modelo focado no licenciamento de softwares, o SaaS tornou-se popular rapidamente. Companhias conseguiram reduzir custos de licenciamento de ferramentas e, ao mesmo tempo, obter acesso a updates e novas funções com agilidade.

Além disso, as equipes tornaram-se mais móveis e capazes de atender a um número amplo de clientes.

6 vantagens de ter um sistema de gestão na nuvem

O investimento na computação em nuvem traz várias vantagens para uma empresa. Escalabilidade, segurança e performance são alguns dos itens mais populares. Assim, entre os 6 principais, podemos destacar:

1. Ganho de mobilidade

Na medida em que dados e sistemas ficam armazenados fora do computador pessoal, é possível ter acesso a eles por meio de outras máquinas, de smartphones ou de tablets. Basta uma conexão com a internet para garantir o acesso.

Isso significa que caso o seu computador sofra danos, ou você não esteja com ele em um momento importante, as informações possivelmente necessárias não ficarão inacessíveis, já que estarão seguras e disponíveis online.

Isso pode ser visto como um fator estratégico. O suporte a clientes passa a ser feito com dados precisos e maior agilidade. Então, como consequência, a empresa mantém-se competitiva mesmo em momentos de crise.

Outra vantagem é que rotinas de home office são adotadas sem perda de produtividade. Por trazerem mais flexibilidade, a companhia será capaz de reduzir custos e manter rotinas funcionais mesmo quando colaboradores estiverem longe do ambiente corporativo.

2. Melhora dos indicadores de produtividade

Para as empresas, os sistemas de gestão na nuvem, como o eGestor, têm se mostrado um ótimo negócio, pois a disponibilidade dos dados a partir da internet tem aumentado a comunicação interna e a produtividade.

Essa tecnologia é muito útil para aquelas que possuem equipes geograficamente distantes, que viajam constantemente a trabalho ou que flexibilizam os locais de serviço, permitindo aos seus funcionários a modalidade home office.

Assim, com o sistema de gestão na nuvem, os funcionários conseguem acessar os dados da empresa, atualizar relatórios, produzir informações e compartilhá-las em tempo real.

Um mesmo documento pode ser visualizado e editado por várias pessoas. Tudo isso diretamente via web, com alta performance e segurança.

A manutenção de aplicativos na nuvem também criará um espaço de trabalho integrado. Isso será crucial para que a companhia mantenha o seu índice de produtividade elevado.

Não se esqueça de que em um ambiente com alta colaboração, profissionais atuam com maior agilidade e segurança.

3. Ampliação da segurança de usuários

Está enganado quem pensa que pelo fato de os dados da empresa não estarem armazenados em HDs internos, corre-se maior risco de perder as informações ou tê-las invadidas por terceiros.

Sistemas na nuvem se mostram seguros por uma série de fatores. Os provedores de cloud computing utilizam padrões internacionais de segurança, como criptografia avançada, SSL, ISO, dentre outros. Sendo assim, as chances de invasões e perdas de dados confidenciais são praticamente nulas.

Outro fator está relacionado ao armazenamento de dados e arquivos. Enquanto empresas fazem backups de modo tradicional, demorando horas para realizar as cópias, esse processo é automático no sistema de nuvem, através do espelhamento de servidores.

Assim, não é possível perder os dados, pois, caso aconteça algum erro, eles estarão disponíveis em outro servidor.

Se a empresa optar por migrar algum legacy software para a nuvem, a capacidade de tais aplicações lidarem com dados de terceiros em segurança será ampliada.

Vulnerabilidades dos dispositivos utilizados pelos usuários não afetarão a execução da ferramenta. Dessa forma, o risco de registros serem expostos a terceiros é bastante reduzido.

4. Sistemas de gestão na nuvem constantemente atualizados

Nos sistemas tradicionais, é necessário o suporte de uma equipe de TI para fazer a atualização e otimizar o funcionamento dos softwares escolhidos para a gestão da empresa. O atendimento é individual, custa caro e pode demorar a ser realizado.

Por isso, o sistema na nuvem se torna uma ótima ferramenta para as pequenas e médias empresas. Ele evita que a sua companhia gaste tempo e dinheiro com essa tarefa, permitindo possíveis investimentos em outras áreas e novas ferramentas.

Sempre que uma nova versão dos sistemas contratados for disponibilizada, a sua distribuição será feita em passos simples. Assim, todos os profissionais terão acesso rápido a novas funcionalidades e correções de bugs e vulnerabilidades de segurança. Isso levará a um ambiente de TI com alta performance e confiabilidade.

5. Melhora na escalabilidade operacional com sistemas de gestão na nuvem

A escalabilidade operacional é a capacidade de a empresa manejar os seus recursos conforme a oscilação da demanda por serviços.

Com a computação em nuvem, os serviços de TI podem ter o seu desempenho modificado a qualquer momento, garantindo que todos os usuários consigam trabalhar sem gargalos operacionais.

Bastam alguns cliques para que o gestor de TI modifique as soluções contratadas pelo empreendimento.

Esse fator também influenciará o planejamento de médio e longo prazo da empresa. A estratégia de investimento será baseada na capacidade da companhia de poupar recursos financeiros por meio de uma infraestrutura mais compacta e adaptada às necessidades do negócio.

Como consequência, ferramentas inovadoras e com alto retorno financeiro passam a ser utilizadas com facilidade.

6. Simplificação dos processos de gestão

A simplificação dos processos de gestão pode ser fundamental para que a companhia tire o máximo proveito da computação em nuvem.

Com a migração das ferramentas de TI para ambientes de cloud, técnicos e analistas vão poder configurar soluções em uma plataforma centralizada. Já as rotinas de backup são executadas automaticamente, por meio de processos automatizados.

Junto com o monitoramento automático de recursos, tais fatores contribuem para uma grande melhoria nas rotinas de gestão do negócio.

A empresa passa a poder definir estratégias com maior foco nas demandas dos usuários, tendo em vista que os técnicos investirão menos tempo na resolução de problemas e em rotinas preventivas. Ao mesmo tempo, projetos críticos (como a adoção de novos sistemas) ganharão agilidade e performance.

A computação em nuvem é uma tecnologia inovadora, que tem otimizado serviços e a capacidade de empreendimentos atenderem ao seu público-alvo.

Ferramentas tornam-se escaláveis, ganham segurança e performance. Profissionais podem ter uma rotina de trabalho flexível e com grande mobilidade.

Isso garante uma prestação de serviços continuada e direcionada às demandas de clientes e parceiros comerciais. Como consequência, a companhia se destaca no mercado pelos serviços de alta qualidade.

E você? Tem alguma experiência com esses sistemas de armazenamento na nuvem? Pode ser até que já utilize algum sem saber: Google Drive, Dropbox e 4Shared são os exemplos mais comuns.

Já pensou em optar por algum ainda mais sofisticado para a sua empresa? Então entre em contato com um de nossos especialistas e descubra quais são as melhores soluções na nuvem, de acordo com o perfil do seu negócio!

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