Manter o engajamento nas empresas deve ser uma preocupação constante de gestores e empreendedores, independentemente do porte da companhia. Nesse momento que estamos vivenciando, de crise política, financeira e moral em nossa sociedade, buscar um comprometimento de todos no ambiente profissional pode significar a manutenção da sua atividade no mercado corporativo.
Este post tem como objetivo passar algumas dicas para que você possa tornar a sua equipe mais capacitada e mais engajada e, com isso, alavancar os resultados da sua empresa.
Se você é um gestor ou um empreendedor que está em processo de implantação de um novo sistema informatizado, seu lugar é aqui. Confira!
As novas tecnologias disponíveis
Nas últimas décadas, a tecnologia da informação trouxe para as empresas uma série de ferramentas que auxiliam a gestão de equipes e facilitam o dia a dia dos líderes gestores.
Sistemas informatizados — cada vez mais automatizados, amigáveis e seguros — mudaram por completo a maneira como os negócios são conduzidos. A evolução das comunicações, e o desenvolvimento de aplicativos que funcionam nos equipamentos móveis, como smartphones e tablets, possibilitaram a implantação de uma nova forma de administrar.
A interconectividade atual, associada à utilização das redes sociais, propiciou um novo cenário para a gestão empresarial. Hoje, não há limitação de tempo e de local. Todos podem acessar as informações em qualquer local e em qualquer momento.
Mas toda tecnologia se torna inócua e inoperante se não houver pessoas preparadas e comprometidas com o desempenho da organização.
Assim sendo, listaremos, a seguir, 9 dicas para você treinar e engajar a sua equipe para as novas tecnologias. Confira!
1. Conheça a sua equipe
O primeiro passo que você deve dar para montar uma equipe engajada é conhecê-la a fundo. Procure conversar e compreender os seus colaboradores. Mostre-se interessado por suas vidas pessoais e os incentive a dar continuidade aos estudos. Mantenha uma afinidade com eles, gerando confiança e segurança mútuas. Enfatize a prática de exercícios físicos e a preocupação com uma vida saudável.
Manifeste a sua satisfação em tê-los no seu time e explique a importância que cada um tem na estrutura da empresa. Todos possuem a sua responsabilidade e a sua relevância na evolução dos negócios.
Elogie, em público, os que mereçam destaque. Caso haja a necessidade de chamar a atenção de alguém, o faça de maneira individual, evitando, assim, a divulgação excessiva do fato.
2. Realize treinamentos específicos
Realize treinamentos específicos para todos os funcionários da sua empresa que terão contato ou serão influenciados pelas novas tecnologias que estão sendo implantadas. Dê condições para que os treinamentos sejam feitos em momentos de total disponibilidade, sem interrupções e em um ambiente propício ao aprendizado.
Cursos de utilização de ferramentas informatizadas precisam ser feitos com a utilização maciça de equipamentos. Dê tranquilidade aos participantes, pois o tempo investido em uma boa formação será compensado, futuramente, com um melhor desempenho de seus funcionários.
3. Forneça as ferramentas necessárias
Forneça a todos ferramentas necessárias para um bom desempenho de suas tarefas. Equipamentos bem dimensionados, e com todos os softwares disponíveis, são fundamentais para o êxito das atividades.
Avalie se sua infraestrutura está devidamente preparada e calibrada para as exigências do novo ambiente. Se necessário, contrate profissionais para uma avaliação in loco de seu parque tecnológico, servidores e aparelhos de comunicação.
4. Faça reuniões motivadoras
Faça reuniões motivadoras com sua equipe. Envolva seus colaboradores em jogos e simulações do ambiente profissional, a fim de uni-los e mostrar a importância da ajuda mútua para atingir os objetivos propostos.
No mercado, há inúmeras empresas voltadas para treinamentos motivacionais e comportamentais. Uma fatalmente lhe atenderá. Profissionais autônomos experientes também podem conduzir esse tipo de capacitação.
5. Automatize o máximo possível
Automatize tudo o que for possível! Isso ajuda a acelerar as atividades e assegurar melhores resultados nos procedimentos operacionais. Com esse tipo de solução, é possível diminuir as chances de retrabalhos.
Mantenha um fluxo de trabalho evolutivo e contínuo. Estabeleça canais de comunicação com outras empresas, instituições bancárias e governamentais, garantindo maior rapidez e segurança nas transferências de dados.
Aproveite o momento de implantação de um novo sistema para se adaptar a ele. Normalmente, esses sistemas já trazem em seu bojo as melhores práticas de gestão. Alinhe-se a elas. Modernize sua forma de administrar e use as melhores práticas!
6. Cerque-se de pessoas experientes
Outro ponto importante para que você tenha uma equipe engajada e treinada, é cercando-se de pessoas experientes e que conheçam:
a sua empresa;
a sua forma de gerir;
os seus processos.
Isso traz uma segurança para os demais integrantes do time, dando-os tranquilidade para desempenhar as suas funções da melhor forma possível.
Coloque essas pessoas em posição de destaque e dê a elas autonomia para auxiliarem na condução dos seus negócios.
7. Dê e incentive o feedback
Dê feedback para seus liderados e incentive que todos sigam essa mesma política. Normalmente, aqui no Brasil, não temos muito a cultura de dar retorno para as pessoas de como elas estão executando as suas tarefas.
O feedback é de suma importância para a melhoria contínua das rotinas operacionais e, também, para uma melhor avaliação de como cada membro da equipe está se comportando.
Peça, inclusive, que lhe deem um retorno sobre o seu próprio desempenho. Aprenda com os feedbacks. Evolua! Melhora seu desempenho!
8. Defina metas factíveis
Defina as metas que deverão ser buscadas e apresente-as para todos. Estabeleça metas para a empresa, para cada setor e, se possível, até para cada colaborador. As metas devem ser factíveis, caso contrário podem gerar uma desmotivação generalizada. Uma meta inalcançável consegue ser mais danosa para a empresa do que a falta de determinação das próprias metas.
9. Acompanhe o desempenho dos colaboradores
Faça corriqueiramente o acompanhamento do desempenho de seus colaboradores. Apresente as metas e o cronograma para o cumprimento delas. Pode ser dado algum incentivo àqueles que melhor se destacaram. O incentivo é sempre um ótimo — seja um reconhecimento público ou mesmo uma folga inesperada.
Divulgue o resultado e discuta com todos o que de melhor e o que de pior aconteceu. Peça sugestão às pessoas. Dê liberdade de expressão e não corte a linha de raciocínio de ninguém que estiver explanando. Boas ideias surgem a cada momento e, às vezes, podem auxiliar enormemente no êxito de seu negócio.
Agora que você já viu algumas dicas de como melhorar o engajamento nas empresas, assine a nossa newsletter e receba informações sobre sistema de gestão online e outras notícias para as pequenas e médias empresas.
Quem é contador ou trabalha com prestação de serviços certamente já deve ter ouvido falar nessa sigla: CPOM. É um cadastro criado por algumas cidades com o intuito de evitar a evasão fiscal, ou seja, o não pagamento de impostos em cima de serviços prestados. Assim, continue lendo e saiba mais sobre o CPOM e como ele pode influenciar no trabalho que a sua empresa realiza.
O que é o CPOM
CPOM quer dizer Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios. Esse cadastro deve ser realizado por empresas que prestam seus serviços em cidades diferentes do seu lugar de origem.
Por exemplo, uma empresa de São Paulo que desenvolve um serviço em outra cidade deve se inscrever no CPOM naquela cidade onde ela está, pessoalmente, executando o trabalho.
O motivo é simples: evitar a duplicidade no pagamento do ISS. Como sabemos, empresas prestadoras de serviço precisam recolher um tributo municipal específico, chamado de ISS (Imposto Sobre Serviço).
Portanto, a ausência do CPOM faz com que esse imposto seja pago em duplicidade, gerando o que chamamos de bitributação. Essa é uma ocorrência que prejudica financeiramente aquela que vai receber pelo trabalho prestado.
Por que você precisa saber o que é CPOM
Saber o que é o CPOM, a razão da sua existência e sua utilidade é importante para todos os envolvidos nessa relação comercial de oferta de serviços. Dessa forma, todos podem encontrar maneiras de lidar com a situação e se adequar ao que a lei exige e, claro, de forma antecipada.
Empresa prestadora de serviço
A empresa contratada deve estar ciente do cadastramento por vários motivos. O primeiro deles é o impacto que o recolhimento causará no seu faturamento. Como o tomador de serviços deverá reter o ISS ao emitir a nota fiscal, ocorrerá uma cobrança dupla de imposto, reduzindo a margem de lucro dessa empresa.
Assim, estar ou não inscrito no CPOM também pode interferir no valor que a empresa cobra pelo serviço que realiza, influenciando no seu orçamento e proposta comercial.
Outro ponto importante é o fato de que a inconsistência nos dados apresentados pode causar problemas na emissão da nota fiscal, impedindo ou dificultando o acordo já estabelecido entre as partes interessadas.
Além do mais, o não cadastramento impacta na gestão fiscal do negócio, uma vez que o ISS é um imposto obrigatório e qualquer incompatibilidade pode gerar prejuízos fiscais e necessidade de adequação.
E, por fim, ignorar o CPOM pode comprometer e prejudicar a imagem da sua empresa, passando insegurança e falta de compromisso profissional. Tudo isso também é um obstáculo às boas relações comerciais de compra e venda de serviços.
É importante ressaltar que algumas empresas são dispensadas do cadastro no CPOM. Por exemplo, uma empresa que presta serviço de consultoria online não precisa desta inscrição porque, efetivamente, ela não esteve fisicamente na cidade para desenvolver aquele trabalho.
O ideal é saber como funcionam as regras em cada cidade específica para se antecipar e preparar a documentação necessária, se for o caso.
Empresa contratante
Quem contrata também deve ficar atento ao CPOM. É dela a responsabilidade de reter o ISS quando adquire os serviços de uma empresa que pertence à outra cidade diferente da sua. Quando a contratada não está no CPOM, a emissão da nota fiscal pode apresentar alguma confusão de dados e comprometer, inclusive, o serviço.
Contador
Não é obrigação do contador fazer o cadastro da empresa no CPOM ou algo parecido. Mas saber como tudo funciona é fundamental para que ele possa orientar o seu cliente sobre o jeito certo de realizar esse procedimento, quais são os riscos e as vantagens do cadastro.
Além disso, estar sempre informado sobre questões burocráticas que envolvem as empresas para as quais o contador trabalha é necessário porque demonstra o cuidado que ele tem em ser sempre útil e comprometido com o seu trabalho.
Por que surgiu
O CPOM surgiu como uma tentativa das prefeituras municipais de se precaver contra uma estratégia comum adotada por muitas empresas prestadoras de serviço que é a evasão fiscal.
Alguns empresários, pensando em pagar menos tributos, resolvem registrar suas empresas em cidades onde a tributação é menor do que a cidade deles de origem. Ou seja, executam uma tentativa clara de burlar a legislação fiscal comprometendo a arrecadação obrigatória municipal.
O ISS é um tributo com valores que variam entre 2% e 5%, uma variação suficiente para reduzir ou aumentar o faturamento de uma empresa. Ciente da tática comum destes empresários, a cidade de São Paulo foi a primeira a criar o cadastro de empresas fora do município.
A partir daí, outras cidades resolveram aderir à ideia e criaram o próprio sistema de controle tributário. Por isso, em algumas cidades, o CPOM pode ser chamado por outro nome, como RANFS, CENE, DANFOM e DSR, por exemplo.
Cidades que exigem o CPOM
Apesar da importância do CPOM, o cadastro não é obrigatório e, por isso, não são todas as cidades brasileiras que exigem essa inscrição. Confira a seguir uma lista com todos os municípios que, atualmente, recomendam o cadastramento da empresa prestadora de serviço:
Porto Alegre/RS;
Bagé/RS;
Rio Grande/RS;
São Paulo/SP;
Campinas/SP;
Sorocaba/SP;
Rio de Janeiro/RJ;
Niterói/RJ;
Teresópolis/RJ;
Fortaleza/CE;
Curitiba/PR;
Recife/PE;
Ipatinga/MG;
Uberaba/MG;
Vila Velha/ES;
Joinville/SC;
São Luís/MA;
Aracaju/SE;
Caldas Novas/GO;
Cadastro no CPOM
O cadastro no CPOM é feito na secretaria de finanças de cada cidade onde a empresa estiver prestando serviço. Para realizar a inscrição, é preciso apresentar os documentos a seguir:
Documento de identidade e CPF de quem está fazendo o cadastro;
Lembrando que essa documentação pode sofrer alterações e a lista pode ser acrescida com outros documentos, dependendo das regras de cada município. Por isso, antes de se executar o serviço contratado, a empresa precisa entrar em contato com os órgãos municipais para se informar sobre a exigência e o que é necessário para atendê-la.
O CPOM é o registro de empresas prestadoras de serviço que desempenham o seu trabalho em uma cidade diferente do seu município de origem. Apesar de não ser obrigatória, essa inscrição é importante para que o prestador de serviço não sofra a bitributação, que é a cobrança dupla de impostos. Portanto, logo que fechar qualquer contrato com outra empresa de um município diverso do seu, a contratada deverá buscar o órgão municipal responsável e efetuar o seu cadastro.
Apesar de ser uma área pouco valorizada nas empresas e pouco cuidada pelos funcionários e gestores, o estoque é decisivo para o sucesso do negócio e para o seu bom funcionamento. Fazer um controle eficiente do estoque, independentemente do setor e dos produtos nele contido, pode ser um diferencial entre uma empresa e sua concorrente.
Sobrar ou faltar produtos no estoque pode impactar diretamente nas operações da empresa a curto, médio e longo prazo. Por decorrência, pode resultar em rombo no orçamento e afetar a satisfação do cliente que procura algum produto, por exemplo.
Gerir o fluxo de mercadoria não é uma tarefa tão simples. Somente com uma gestão de estoque eficiente, é possível ter plena noção de diversos âmbitos. Podendo controlar melhor o que entra, o que sai, o volume de vendas por mês, as maiores e menores demandas de produtos. Assim com as deficiências de mercadorias, entre outras tarefas importantes.
Ao se ter esse controle, é possível fazer uma gestão geral dos negócios. Essa gestão inclui a avaliação de posicionamento de mercado, a concorrência, os produtos que mais estão tendo demanda e os que estão tendo menos. Assim como permite pensar em novas estratégias, novos produtos, além de auxiliar na tomada de decisão como um todo.
Benefícios
Independentemente do porte da empresa, a gestão de estoque se faz necessária e traz diversos benefícios. Dentre eles, podemos destacar:
Otimizando o investimento;
Fornece informações mais precisas sobre suas vendas;
Faz previsão da demanda dos consumidores;
Faz previsões e estimativas de pedidos de fornecedores.
Tipos de estoque
Dependendo da necessidade e da realidade da empresa, existem diferentes tipos de estoque. Para quem não consegue mensurar exatamente a quantia de produto necessária é preciso optar por um estoque de proteção. Este tipo de controle de estoque considera uma demanda esperada, ou seja, uma estimativa mínima. Essa estimativa mínima deve ser suficiente para suprir a falta de produtos em épocas de muita demanda.
Outro tipo de controlo usado é o estoque de antecipação. Ele visa antecipar a produção de mercadoria devido à espera de uma alta demanda. Geralmente, esse tipo é aplicado em datas comemorativas, por exemplo, em que a procura por determinados produtos aumenta consideravelmente. Além desses, o de contingência é usado para situações adversas, a fim de cobrir falhas no sistema da empresa.
Independentemente do tipo de estoque, o mesmo deve ser controlado para que a empresa funcione e não tenha prejuízos inesperados. Por isso, separamos 5 dicas para fazer uma boa gestão do seu estoque. Confira:
Registre tudo
Para você ter um controle das mercadorias e do inventário de estoque, é preciso registrar tudo o que entra e o que sai de mercadorias. A atualização dele deve ser feita sempre que algo novo entrar ou sair; ou algum produto novo iniciar operação. Atente-se aos detalhes que podem lhe ajudar nesse controle e nos relatórios mais completos sobre o estoque. Entre eles estão o código e descrição, data de aquisição e de venda, além do preço pelo qual cada item foi vendido. Você pode optar por um monitoramento manual, anotando em planilhas impressas ou através de softwares de gestão especializados em estoque.
É importante ressaltar que checar os seus registros após a inserção é essencial. Isso porque, com a correria do dia a dia, algum registro ter saído errado, em relação aos valores ou especificação do produto. É possível que um produto tenha sido registrado com o valor de outro, por exemplo, o que gera um grande problema. Por isso, revise os registros sempre que possível.
Um modo mais fácil de fazer esse processo moroso, é implementar algum sistema de “Inventário Rotativo”. Assim, o próprio sistema escolhe diariamente itens para checar e poderá detectar eventuais erros.
Organize o espaço físico
Para encontrar facilmente uma mercadoria, não basta apenas saber que ela está ali. É preciso conhecer exatamente qual é o local em que ela está estocada. Para que isso aconteça, organizar o espaço físico em seções é essencial para se localizar e manter o ambiente organizado. Um produto precisa ser facilmente encontrado em momentos que requerem agilidade. A organização permite também avaliar com precisão o espaço necessário para armazenar os produtos que já estão em estoque e também os que irão chegar. Essa organização, além de ganhar tempo e evita gastos extras com infraestrutura.
Atente-se aos perecíveis
Dependendo da empresa, existem aqueles produtos perecíveis que, para o armazenamento, geralmente geram dores de cabeça. Eles precisam ser armazenados nas condições ideais para que não estraguem antes da data de vencimento e de venda. Que caso aconteça, provoca prejuízos financeiros e junto aos clientes.
Por isso, planeje bem com os fornecedores a data de vencimento dos produtos com a de venda. Assim, essas datas não estarão próximas ao ponto do alimento estragar. Armazene sempre em locais frescos e com embalagens bem lacradas. Existem alguns métodos de gestão de estoque que podem ser utilizados nesses casos, como o PEPS, por exemplo.
Oriente sua equipe
De nada adianta implementar um sistema de trabalho eficiente se os seus funcionários desconhecem as rotinas e as atividades que devem ser feitas a cada atualização do estoque. Por isso, sempre que instalar um método de trabalho, instrua claramente todos os funcionários envolvidos para que estes o coloquem em prática como esperado. Eles precisam saber mexer nos sistemas, nas planilhas, nos softwares e entender toda a operação.
Programe suas compras
Os seus fornecedores estão ali para lhe ajudar, e esse diálogo é necessário para evitar percalços que atrasem a compra de produtos. Para isso, crie um calendário com as datas de compra para cada item. Softwares implementados podem ser programados para fazer esse controle de estoque.
Outra dica importante em relação às compras é antecipar as necessidades da empresa. Ou seja, a partir das suas análises de mercado e de demandas em determinadas épocas do ano, opte por antecipar qual será a demanda de determinado produto. Ou se corre o risco deste entrar em falta numa época lucrativa. Com isso, você faz as compras de acordo com o histórico de movimentação naquele período, tendo assim menos chances de errar na contagem.
Considerações Finais
Quando se tem uma empresa com um estoque não tão grande, algumas vezes se pensa que não é necessário controlar o estoque constantemente. Mas esse é um erro que pode causar grandes prejuízos dentro do seu negócio. Por isso, é imprescindível que o seu estoque seja gerido de forma fácil e simples. E um dos principais meios de fazê-lo, é a partir de um sistema de controle de estoque.
O que é um ativo intangível? Você saberia dizer? Dentro de uma empresa, os ativos intangíveis não são tão valorizados quanto deveriam porque os donos de empresa possuem um apreço maior e dão mais importância para aquilo que eles podem ver e tocar. Os ativos intangíveis possuem exatamente a característica oposta. Apesar de não serem palpáveis, esses bens são extremamente valiosos para a organização.
O que é um ativo
Os ativos são todos os bens de uma empresa, sejam eles físicos ou não. Ou seja, maquinários, valores em caixa, nome e marca, estoque, investimentos e aplicações bancárias etc. São aqueles itens que geram rendimento para a empresa.
O ativo é o oposto do passivo. Passivo é aquele item que gera despesa. São exemplos o pagamento de funcionários, as contas mensais, parcelas de empréstimos, pagamento de fornecedores e outros.
Os ativos, por sua vez, são divididos em dois tipos: tangíveis e intangíveis.
Os ativos tangíveis são aqueles com aspecto físico, possível de ser visto e tocado.
E os ativos intangíveis são o contrário. São bens sem aparência física e que não podem ser manuseados.
O que é um ativo intangível
De acordo com o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), ativo intangível é um bem não monetário e que não tem representação física. Ou seja, é um item que não tem aparência ou estrutura física. Contudo, saldos de contas não são considerados ativos intangíveis, pois possuem valor monetário.
A propriedade intelectual, por exemplo, é um ativo intangível. É quando um colaborador utiliza de suas capacidades intelectuais para elaborar uma marca, um conceito, um posicionamento, um móvel com características valiosas para a empresa, um sistema ou software com altas probabilidades de oferecer lucro à entidade posteriormente.
Apesar de ser um bem intangível, afinal, não podemos tocar ou ver o conhecimento e a capacidade técnica daquele colaborador, podemos ver seus efeitos, seus resultados.
Diferenças entre Ativo Tangível e Intangível
A principal diferença entre ativo tangível e ativo intangível é o aspecto físico de ambos. Como vimos, é tangível tudo aquilo que é possível tocar, como um computador ou uma impressora. Já o intangível é o oposto. Não é possível tocá-lo, como um software ou um direito sobre um produto.
Um exemplo bem didático dessa diferença é quando você possui uma pasta no seu escritório com todas as informações importantes sobre os seus clientes. A pasta é um objeto tangível, de papel ou de plástico, você sente a textura, vê a cor. Contudo, o que está dentro dela é intangível, no caso, a carteira de clientes.
Outra diferença entre esses dois tipos de ativos é a sua valorização com o passar do tempo. Os ativos tangíveis são depreciados, perdem valor por uso excessivo ou desgaste natural dos objetos.
Já os ativos intangíveis são amortizados, ou seja, seus custos são definidos de acordo com a sua vida útil. Veja a seguir como funciona.
Amortização de um Ativo Intangível: definição de vida útil
Como definir a vida útil de um ativo intangível, já que é impossível visualizá-lo? A melhor maneira é apostar na previsibilidade. A vida útil de um ativo é considerada definida quando existe uma previsão do tempo que ele ainda dará retorno financeiro para a empresa.
Um site ou um software, por exemplo, possuem vida útil definida porque, dentro de um prazo específico, exigem melhorias, podem dar “bugs”, precisam de ajustes, etc.
Já um ativo intangível com vida útil indefinida não oferece previsão de quando exigirá conserto ou aperfeiçoamento, não se sabe ao certo quando ele deixará de gerar vantagens financeiras para a empresa. Alguns pontos que devem ser levados em consideração ao fazer a definição de vida útil são:
O tempo de vida útil de itens similares já conhecidos;
Novidades tecnológicas que podem favorecer ou não esse ativo;
Atuação da concorrência em torno de um ativo parecido;
O fato da vida útil desse ativo depender da vida útil de outro item da empresa;
Os gastos contínuos com manutenção.
A partir da observação dessas informações, é possível ter uma visão mais clara da vida útil dos ativos intangíveis e calcular exatamente como deverá ser feita essa amortização.
Importância do Ativo Intangível
O ativo intangível é fundamental para o seu negócio porque ele valoriza a sua empresa. Quando você admira um negócio, respeita e é fiel a ele não é apenas por causa do serviço ou dos produtos que ele vende a você, mas também pela confiança que ele desperta.
Assim, o ativo intangível é o que dá nome e reconhecimento à sua marca no mercado. E caso um dia você decida vender a sua empresa, o comprador vai levar em consideração não só o espaço, os móveis, as máquinas ou produtos que você vende, mas sim a força que ela tem no mercado.
Quando reconhecido, valorizado e melhorado, o ativo intangível tem um papel essencial a longo prazo: criar e solidificar a reputação de um negócio.
Para ter uma visão mais clara disso tudo, basta pensar na valorização de marcas, como a Coca Cola, por exemplo. Quanto vale a Coca Cola? Caso um comprador se interesse e faça uma proposta, o que, de fato, desperta o interesse dele?
Certamente não são as máquinas de produção e nem o refrigerante em si, mas o conceito, a força da marca.
Como reconhecer um Ativo Intangível?
Para reconhecer um ativo intangível é necessário saber se o ativo:
pode ser separado da entidade, vendido ou alugado com ou sem contrato legal;
é proveniente de direitos autorais ou legais, ou seja, não pode ser utilizado sem prévia autorização legal;
gera benefícios para a empresa, que pode ser um retorno financeiro ou a redução de custos. Em ambos os casos, é vantajoso para o negócio.
A partir desse reconhecimento, o ativo deve fazer parte do orçamento contábil da empresa. Contudo, ele também precisa atender a algumas exigências, que são:
A probabilidade de gerar lucros para a empresa futuramente;
A possibilidade de definir um valor de custo para esse ativo.
Exemplos de ativos intangíveis
Se ainda ficou com alguma dúvida, veja a seguir uma lista com exemplos de ativos intangíveis:
Como vimos, os ativos intangíveis são bens não físicos e não monetários que garantem um reconhecimento maior da empresa, a longo prazo. À medida que esses ativos vão se modernizando e se desenvolvendo, a marca se torna mais forte, sólida e conceituada, o que é fundamental para se tornar também mais valiosa.
Luiza Helena Trajano, mais conhecida como a dona do Magazine Luiza, é considerada uma das mulheres mais importantes e ricas do país. E não é por menos. Luiza foi responsável pelo crescimento fenomenal de uma loja de família, transformando-a em uma das maiores redes de varejo do Brasil. Na área social, Luiza criou projetos de combate à violência doméstica dentro da empresa e se dispôs a ajudar pequenas empresas no enfrentamento da pandemia. Conheça agora um pouco mais sobre a história da mulher que se tornou um ícone na área de gestão.
Biografia de Luiza Helena Trajano
Luiza Helena Trajano nasceu em nove de outubro de 1951, em Franca, uma cidade do interior de São Paulo. Aos 12 anos começou a auxiliar os tios em um pequeno comércio da família, chamado de Cristaleira. Aos 18 anos, Luiza Helena começou a trabalhar de forma efetiva na loja, na área de cobrança e caixa.
Luiza é formada em Direito pela Faculdade de Direito de Franca e durante todo o tempo atuou dentro da loja dos tios, ocupando funções diversas. Aos 40 anos, em 1991, foi alçada ao cargo de líder da loja.
O cargo de presidência chegou em 2008, posição que Luiza ocupou por 8 anos. Em 2016, passou o comando para um de seus filhos.
Luiza Helena, no entanto, nunca se afastou dos negócios da família. Sempre esteve presente, pensando em como ampliar a loja e também em como criar uma estrutura melhor de trabalho para seus colaboradores.
Trabalho humanizado
O Magazine Luiza é conhecido pela forma diferenciada de acolher e cuidar dos seus funcionários. A empresa de varejo foi a primeira considerada um dos melhores lugares para trabalhar em uma pesquisa realizada pelo Great Places to Work.
Luiza implantou ao longo do tempo, projetos e programas de retenção de talentos, oferecendo capacitações em áreas diversas para seus colaboradores para que eles aperfeiçoassem o conhecimento e pudessem aplicar no seu ambiente de trabalho, potencializando o negócio.
Instalou um programa de Disque denúncia dentro da loja para que mulheres vítimas de violência doméstica pudessem denunciar seus agressores.
Nas redes sociais, Luiza Helena Trajano também se aproxima de seus clientes, respondendo a questionamentos e solucionando problemas com compras e entrega de produtos.
De onde veio o nome Magazine Luiza? O nome da loja dos tios de Luiza era Cristaleira. A pequena loja de presentes foi comprada pela família e tinha muitos clientes locais.
Algum tempo depois, Luiza Trajano Donato, tia de Luiza Helena Trajano, pensou em uma estratégia de marketing para chamar a atenção para o negócio. Criou um concurso cultural para que os clientes escolhessem um nome novo para a loja. Lançou o concurso na rádio local e veio, então, o resultado.
Magazine Luiza foi o nome mais votado pelos ouvintes e clientes da antiga Cristaleira, em referência ao nome da tia de Luiza. Em 2018, a empresa adota uma outra nomenclatura, gerando mais intimidade com o público: o Magalu.
Loja virtual
O conceito de loja virtual também surgiu através de Luiza Helena Trajano, um ano depois que ela se tornou líder do Magazine Luiza. A ideia era fazer com que os clientes pudessem adquirir móveis, eletrodomésticos e outros produtos através de um catálogo no computador. Assim, não haveria necessidade de manter o produto ali, na loja física.
O vendedor ia até a casa do cliente e apresentava a ele um catálogo virtual. A compra era realizada e a loja se encarregava de fazer a entrega. Assim, surgiu o que conhecemos hoje como loja virtual ou comércio eletrônico.
Em 2000, o site eletrônico do Magazine Luiza foi criado e, desde então, a empresa faz parte das lojas que mais vendem pela internet, junto com outros grandes nomes, como Mercado Livre, Casas Bahia, Americanas e a Ponto Frio, que passou a se chamar Ponto.
A entrega rápida, a oferta variada de produtos e as muitas promoções realizadas pela empresa fazem com que o Magazine Luiza ocupe uma posição de destaque dentre tantas lojas virtuais.
Dropshipping Magalu
Em 2020, para ajudar pequenos negócios a se manterem ativos mesmo na pandemia, o Magazine Luiza reforçou o programa Parceiro Magalu. O interessado cria uma conta na loja, recebe um link de vendas, divulga os produtos e recebe a porcentagem em cima de cada venda realizada.
O projeto também possibilita que outras empresas vendam seus produtos através do Magazine Luiza, com entrega realizada pelo Magalu.
Expansão do Magazine Luiza
A expansão do Magazine Luiza começou em 1976, quando a empresa comprou a rede de Lojas Mercantil, também localizada no interior de São Paulo. Em 1983, o Magazine chegou ao estado de Minas Gerais. Paraná e Mato Grosso do Sul entraram na rota em 1996.
Nessa época, a empresa já realizava as famosas promoções, chamadas de “Só amanhã” e “Liquidação Fantástica”, conhecidas e aplicadas até hoje nas estratégias de vendas da marca. Como o site já estava funcionando, o alcance da empresa foi gigantesco.
Em 2001, o Magazine oferece um novo serviço aos seus clientes: o Luizacred, um cartão próprio do Magazine Luiza em parceria com o Banco Itaú. Nesse mesmo ano, a rede de Luiza Helena Trajano compra a rede Wanel, se instalando na região de Sorocaba, também em São Paulo.
Em 2003, são adquiridas as lojas Líder, na região de Campinas, São Paulo. No ano seguinte, é a vez das lojas Arno, no Rio Grande do Sul, serem incorporadas à empresa. A expansão continuou na região com a aquisição de vários comércios locais.
Em 2008, a rede de varejo conquistou mais de um milhão de novos consumidores com a instalação de mais de 40 lojas em São Paulo. Em 2010, o Magazine chega de vez na região Nordeste ao adquirir mais de 130 lojas, antes pertencentes às Lojas Maia.
Anos 2010
Em 2010, o Magazine Luiza implementou novos centros de distribuição, acelerando a entrega das mercadorias. E, em 2015, foi lançado o aplicativo da loja para facilitar as compras online, tornando-se um dos mais utilizados e mais efetivos.
Em 2018, a empresa adquire uma startup de logística, a Logbee. A milésima loja do Magazine Luiza é inaugurada com a compra da gigantesca Netshoes em 2019.
Finalizando a enorme expansão da rede, pelo menos por enquanto, em 2020, foi a vez do site de compra e venda de livros novos e usados, Estante Virtual, ser adquirido pela loja da Luiza Helena Trajano.
Conclusão
Como vimos, a trajetória de sucesso de Luiza Helena Trajano começou quando ainda era criança e se desenvolveu à medida que ela foi se especializando e ganhando experiência na área. Mais do que isso, Luiza sempre teve um olhar apurado para os negócios, com foco em crescimento e expansão, mas sem deixar de lado o seu lado humano no contato com clientes, colaboradores e na criação de projetos de grande alcance social.
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