A gestão financeira é uma das operações mais importantes para a sobrevivência de uma empresa. Fazendo uma boa gestão, você pode saber com precisão a situação de sua empresa. Gerir e saldar as contas a pagar e a receber, de forma a não desfalcar o caixa e honrar todos os compromissos acordados, é fundamental para manter o seu crédito na praça. Além de um bom relacionamento com os fornecedores.
Embora seja complexa, não é uma tarefa impossível. Com organização e controle, você conseguirá manter o seu caixa no azul e a sua empresa em dia com os seus compromissos. Vamos ver como? Anote as nossas dicas!
Controle é a palavra-chave
Como funciona a administração financeira na sua empresa? Você tem um gerente ou é você mesmo quem gerencia o fluxo de caixa? Conta com um contador ou terceiriza esse serviço, por meio de um escritório de contabilidade?
Essas perguntas são importantes porque, em se falando de contas a pagar e a receber, duas coisas são fundamentais: checagem minuciosa dos dados e anotação contábil (para fins de controle tributário). Assim, tanto a pessoa responsável pelo caixa quanto o contador precisam ter acesso ao controle das contas a pagar e a receber, e a seus resultados.
Organizando o processo de contas a pagar e a receber
Organização é essencial! Cada conta que chega precisa ser registrada. Assim como a entrada de recursos. Monte um planejamento mensal, já prevendo as contas e despesas fixas. Nas despesas fixas estão inclusos os impostos e os gastos com salários de funcionários, por exemplo. Mas também é preciso ficar atento às despesas variáveis que podem surgir na sua empresa. Isto é, a compra com algum fornecedor, diante de alguma possível falta de estoque, o concerto de algum equipamento…
Além disso, é importante confrontar notas e recibos com o valor anotado na planilha de contas a pagar e receber. Fazer esta comparação evita que apareçam discrepâncias lá na frente. Lembre-se que o contador precisa receber toda a documentação para fazer a anotação e posterior cálculo de tributos e declaração de impostos da empresa.
Não conte com recebimentos parcelados antes da hora
Classifique as contas a pagar (fornecimento de material, despesas de manutenção, despesas com pessoal), de forma que você consiga controlar o que é custo fixo e o que é variável, e possa, por exemplo, negociar com fornecedores para reduzir gastos (e o preço final do produto ou serviço).
Anotar corretamente as datas de vencimento, para poder balancear com as contas a receber, também é fundamental. Principalmente para reduzir a chance de inadimplência dos clientes, o que é um problema que acontece nos negócios. Tendo um controle rigoroso dos prazos de suas contas a receber, você sabe mais facilmente quando deve cobrar o seu cliente, em caso de atraso no pagamento.
Sobre as contas a receber, a regra de ouro é: não conte com o recurso antes de efetivamente recebê-lo! É claro que você pode e deve fazer a previsão do recurso, mas não deve lançá-lo antes de o dinheiro cair. Pois como falamos anteriormente, a inadimplência é um problema bastante recorrente. Para não ficar no sufoco, tente trabalhar com prazos maiores entre o recebimento e o pagamento de compromissos. Fazendo isso, você pode garantir o dinheiro em caixa com antecedência.
Cuidado com os erros de anotação
Em se tratando de dados financeiros, uma vírgula fora de lugar ou um número anotado incorretamente podem causar grandes estragos na sua contabilidade. Por isso a checagem dos dados e anotação correta das contas a pagar e a receber é tão fundamental. Revise periodicamente os dados de suas planilhas e desconfie de dados muito discrepantes.
E é claro que detectar esse tipo de erro fica mais fácil se você tiver total controle e conhecimento de todas as etapas de seu negócio. Mesmo se tiver alguém responsável pela gerência financeira, acompanhe de perto todos os processos.
O acompanhamento das finanças, seja você ou outra pessoa responsável por essa função na sua empresa, fica ainda mais fácil se você utilizar um sistema de gerenciamento específico para, que integre todos os setores.
Com isso, diminui-se a possibilidade do erro (principalmente naqueles dados que teriam que ser anotados várias vezes) e aumenta-se o controle dos processos, já que, em uma rápida olhada, você conseguirá identificar, em um só lugar, as contas a pagar e os recursos a receber que já estão previstos. Identifique se está tudo bem com a saúde financeira de sua empresa.
Como administrar as suas contas a pagar e a receber através do eGestor
o eGestor é um sistema de gestão financeira online e extremamente prático para a sua empresa realizar este controle financeiro. Fazendo este processo no sistema, a chance de esquecer algum dado financeiro importante é muito menor do que se você realizar esta documentação em uma agenda ou uma planilha, por exemplo.
Como já falamos anteriormente, o esquecimento de qualquer detalhe no controle financeiro, por menor que ele seja, pode trazer grandes prejuízos para a sua empresa.
É recomendável fazer este processo de todo o valor que entra e sai do seu orçamento, preferencialmente de uma forma diária, ou ao menos semanal.
Com automatização do controle de suas finanças que o eGestor permite, você pode economizar o seu tempo ou de seus funcionários, economizando tempo neste trabalho burocrático, para que este tempo seja mais rentável na execução de funções mais importantes.
Contas a pagar e a receber no eGestor
Para fazer este controle de suas contas a pagar e a receber no eGestor, você pode cadastrar no sistema todas as suas receitas e despesas. Pode organizar e segmentar as suas vendas e suas compras de acordo com os produtos ou serviços, se são feitas a vista ou parceladas.
Em caso de desistência do negócio, seja com seu cliente ou com seu fornecedor, você pode alterar a situação de sua venda ou compra para cancelada. Fazendo isso, você não corre o risco de incluir em suas contas um valor que não vai mais entrar ou sair de seu orçamento. Todos estes processos podem ser feitos nos menus, de compra e venda.
O plano de contas é outro importante menu do sistema que vai auxiliar no seu controle financeiro. O plano de contas nada mais é do que o fluxo financeiro que é gerado a partir de todas as suas contas cadastradas no sistema. Você também pode alterá-lo, excluí-lo ou então adicionar um novo plano, sempre que achar necessário.
O plano de contas está localizado no menu “Financeiro” onde estão registradas todas as contas a pagar e a receber pela sua empresa. Neste menu você também pode ver o valor de seu orçamento, obtido através da diferença entre as suas contas. No menu “Relatórios” o eGestor emite relatórios extremamente completos com as informações que você deseja: Seja em relação ao financeiro, vendas, contratos, compras…
Assista um vídeo de como controlar as contas a pagar e a receber no eGestor
O lucro bruto é uma das métricas usadas para medir a saúde financeira das empresas, não importando o ramo a que estejam ligadas.
É através do cálculo desse tipo de lucro que é possível descobrir outras métricas, como a margem de lucro, a margem bruta, o lucro líquido, o lucro operacional e o EBITDA.
Entretanto, é preciso atenção no momento de calcular o lucro bruto. Sua fórmula vária de empresa para empresa.
Além do mais, não se deve confundir o lucro bruto com o lucro líquido. Apesar de serem parecidos, os itens envolvidos na realização do cálculo são diferentes.
Nesse artigo vamos explicar melhor o que é o Lucro Bruto e o que ele diz sobre as empresas.
O que é o Lucro Bruto?
O Lucro Bruto é o valor positivo que sobra depois de diminuir os custos de produção da receita obtida.
A sua fórmula é simples:
Lucro Bruto = Receita – Custos
Entretanto, para realizar esse tipo de cálculo leva-se em consideração apenas os custos variáveis de produção.
Os custos variáveis, como o próprio nome indica, são aqueles que mudam de acordo com o nível de produção.
Sendo assim, são aqueles custos ligados diretamente ao processo produtivo, como as despesas com matérias-primas e os gastos com maquinário.
Um exemplo para ficar mais claro:
Suponha que seja gasto x reais para produzir 200 pizzas. Se a produção cair para 100 pizzas o valor gasto para a produção também vai cair.
Por isso, esse tipo de custo é chamado de custos variáveis ou despesas variáveis. Já que acompanham o nível de produção.
Formula padrão do Lucro Bruto
A fórmula para calcular o lucro bruto é bem simples, entretanto encontrar as variáveis a serem usadas no cálculo do custo não é.
Não existe um padrão a ser seguido quando se fala sobre custos de produção.
Cada empresa possui uma série de variáveis diferentes para o custo. Isso depende diretamente do tipo de produto fabricado, do processo de produção, da quantidade feita, da metodologia de venda entre outros.
Por isso, o cálculo dos custos variáveis desse ser individual e específico para cada empresa.
Utilidade
Algumas pessoas não entendem a importância de se calcular o lucro bruto. Principalmente porque ele não leva em consideração todos os custos envolvidos, como o lucro líquido.
Porém, é com o valor obtido no cálculo do lucro bruto que conseguimos mensurar outras métricas de avaliação, como a margem bruta e o lucro operacional.
A margem bruta mostra o quanto a empresa ganha vendendo seus produtos e o lucro operacional é um dos itens que devem constar obrigatoriamente nos relatórios contábeis da empresa.
Além disso, é através dele que podemos fazer o cálculo do lucro líquido.
O lucro líquido é aquele que leva em consideração os custos variáveis e os fixos. Sendo que, os custos fixos são aqueles que não estão relacionados aos níveis de produção.
Os custos fixos podem ser as despesas com aluguel, salário dos funcionários, contas de água e luz entre outros.
Dessa forma, podemos calcular o lucro líquido com a seguinte fórmula:
Lucro Líquido = Lucro Bruto – Custos Fixos
Sendo assim, o lucro líquido é a demonstração final que as operações de uma empresa estão positivas ou que estão dando prejuízo.
Margem Bruta
A margem bruta é o valor que a empresa conseguiu vendendo seus produtos no mercado. Essa métrica pode ser calculada através dos valores do lucro bruto.
Sendo assim, a margem bruta é uma métrica que indica a rentabilidade da empresa.
Empresas que possuem uma margem bruta alta tem mais liberdade para mexer com a política de preços. Já que essa métrica é usada também para precificar as mercadorias vendidas.
Entretanto, quando uma empresa possui uma margem bruta baixa algumas medidas precisam ser tomadas para melhoras a produção.
Aqui, pode-se procurar novos fornecedores, diminuir os custos variáveis ou, até mesmo, deixar de fabricar determinado tipo de produto.
A fórmula para o cálculo da margem bruta é a seguinte:
Margem Bruta = Lucro Bruto / Receita x 100
É importante lembrar que diferentes setores da economia trabalham com diferentes porcentagens de margens brutas.
Em setores extremamente competitivos, nos quais a batalha de preço é comum. Margens Brutas de 20% não são consideradas taxas ruins, já que as margens de lucro caem por conta das disputas de mercado.
Lucro Operacional
Outra métrica calculada a partir do Lucro Bruto é o Lucro Operacional. Esse se difere do primeiro, já que leva em consideração os gastos com as operações da empresa.
Sendo assim, o lucro operacional é obtido depois de subtraído os valores referentes as despesas com os setores administrativo, comercial e operacional.
Com isso, é possível conseguir uma visão real dos resultados financeiros alcançados pela empresa. Isso porque, o lucro operacional traz a diferença certa entre as receitas obtidas e os custos totais.
Esse documento é um relatório contábil que traz um resumo dos resultados alcançados pela empresa durante determinado período de tempo.
O DRE é muito importante para os investidores, já que é através dele que é possível saber como anda a saúde financeira de uma empresa e se é um bom negócio investir nela.
Empresas que possuem ações sendo negociadas na bolsa de valores costumam publicar DREs de três em três meses.
Com isso, elas mantêm os antigos investidores informados sobre os lucros obtidos, além de atrair novos.
A fórmula para calcular o lucro operacional é a seguinte:
Outro importante índice do mercado de investimentos também é calculado com base no lucro bruto das empresas.
O Ebitda é um indicador financeiro que mostra qual foi o lucro da empresa antes de terem sido descontados os valores referentes a juros, impostos, depreciação e amortizações.
Dessa forma, pode-se dizer que o Ebitda é a demonstração da geração do caixa operacional da empresa.
Esse métrica é utilizada pelos investidores para acompanhar a capacidade de gestão da empresa e ela está evoluindo operacionalmente.
A pandemia do coronavírus pegou todo mundo de surpresa. Fizemos uma pesquisa com nossos contatos e clientes, para perceber o quanto os negócios foram impactados pela mudança repentina no comportamento de consumo.
Neste episódio, Deivison Elias, Pedro Escobar e Ricardo Gölzer, falam sobre suas percepções em relação ao impactos do Covid-19 nas empresas.
O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.
Gerir a folha de pagamento é uma das principais funções do departamento de recursos humanos de uma organização empresarial ou instituição pública. O trabalho deve atender as exigências da legislação trabalhista e outras condições estabelecidas em acordo coletivo, entre patrões e empregados. Assim, a elaboração da folha de pagamento exige muita atenção para evitar descontos indevidos, o que acarreta muitos transtornos tanto para a empresa quanto para o empregado. Entre os vários descontos que poderão ocorrer na folha de pagamento, temos o vale transporte, que é uma obrigação legal e um benefício para o trabalhador. Mas, como calcular o desconto vale transporte na folha de pagamento? Primeiramente é preciso entender o conceito de folha de pagamento:
O que é folha de pagamento?
A folha de pagamento é um documento que contém informações relativas à remuneração de cada funcionário da empresa. Nela constam o salário bruto, descontos previstos na legislação trabalhista, previdenciária e tributária e, por fim, o salário líquido do funcionário.
A folha de pagamento tem três funções básicas: operacional, fiscal e contábil. É uma exigência legal, que deve ser cumprida com total atenção pelo departamento de recursos humanos, a fim de evitar penalidades decorrentes de ações fiscalizatórias, além das ações trabalhistas.
Elaboração da folha de pagamento
O modelo da folha de pagamento varia de uma empresa para outra. Porém, todas têm que seguir os critérios da legislação. A remuneração do funcionário corresponde ao salário estabelecido no contrato, pagamento de horas extras, adicionais noturnos, adicional de periculosidade e insalubridade, comissão, entre outros pagamentos. Os descontos incluem a contribuição previdenciária, imposto de renda, contribuição sindical, faltas, atrasos, despesas de convênios autorizados pelo funcionário, parcelas de empréstimos consignados e, claro, o desconto vale transporte.
A folha de pagamento deve conter as seguintes informações:
Nome completo do funcionário
Cargo ocupado
Data da admissão
Valor do salário bruto do empregado
Pagamentos adicionais
Descontos de encargos sociais
Faltas, atrasos e licenças médicas
Valor do salário líquido
Forma de pagamento
Data de pagamento
Vale transporte: benefício e obrigação legal
O desconto vale transporte é um benefício antecipado pelo empregador para que o funcionário possa se deslocar de casa para o trabalho e vice-versa. Ele deve ser concedido aos trabalhadores da iniciativa privada, empregados domésticos, servidores públicos federais, trabalhadores temporários, atletas profissionais.
O desconto vale transporte tem que cobrir a despesa total para a viagem, mesmo quando o trabalhador é obrigado a usar dois ou mais meios de transporte na ida e na volta. Não existe previsão legal sobre distância mínima a ser percorrida até o local de trabalho.
O benefício poderá ser utilizado em meios de transporte coletivo urbano, municipal, intermunicipal ou interestadual, gerenciados pelo poder público.
Quando a empresa realiza o transporte de funcionários em frota própria ou contratada não é obrigada a fornecer o desconto vale transporte, exceto se o roteiro não cobrir integralmente o trajeto que o empregado faz de casa até o local de trabalho.
Neste caso, o empregador tem que fornecer o desconto vale transporte para os trechos não atendidos pelo serviço oferecido pela empresa.
Requisitos para a concessão do vale transporte
Para requerer o desconto vale transporte, o empregado precisa formalizar um pedido por escrito, com as seguintes informações: endereço da residência, meios de transporte utilizados para se deslocar até a empresa e vice-versa, número de deslocamentos necessários no trajeto residência/empresa/residência. O funcionário que apresentar informações falsas para se beneficiar do desconto vale transporte está sujeito à demissão por justa causa, dada a gravidade da falta. Qualquer alteração, ao longo do contrato de trabalho, deve ser comunicada por escrito ao empregador.
Por exemplo, se hoje o funcionário utiliza duas conduções para ir e duas para voltar, mas daqui a alguns meses passar a usar um meio de transporte próprio por ter mudado de residência, deve informar o patrão para não incorrer em falta grave, a qual poderá culminar com a rescisão contratual por justa causa.
Qual a forma de custeio do vale transporte?
O vale transporte é custeado pela empresa e pelo trabalhador. O empregado que recebe vale transporte terá um desconto mensal de até 6% sobre o salário base, excluídas vantagens e adicionais. Por exemplo, se o funcionário tem um salário bruto de R$ 1.500,00, o desconto na folha de pagamento será de R$ 90,00 (1.500 x 6%).
A empresa terá que pagar a diferença entre a despesa total com o transporte e o valor descontado do empregado. Se o gasto mensal com transporte coletivo é de R$ 280,00, a empresa terá que pagar R$ 170,00.
Veja outro exemplo. Um funcionário que recebe R$ 2.800,00 (salário bruto) e precisa utilizar o transporte público duas vezes ao dia, totalizando uma despesa mensal de R$ 120,00. Neste caso, o valor do desconto integral (6% do salário bruto) é superior ao valor necessário para cobrir o custo do transporte coletivo. Sendo assim, a empresa não poderá descontar o valor correspondente a 6% do salário, o que equivale, neste exemplo, a R$ 168,00.
A empresa não é obrigada a descontar essa parcela do trabalhador. Algumas companhias têm uma política diferenciada para proporcionar melhores benefícios aos empregados. Mas esse tipo de medida deve ser adotada com planejamento porque alterações futuras pode gerar insatisfação entre os funcionários, entre outros problemas.
Não, o benefício do vale transporte não possui natureza salarial. Portanto, o vale transporte não poderá ser incorporado à remuneração dos empregados. O vale transporte também não é adicionado à base legal para a incidência de contribuição previdenciária, imposto de renda e FGTS.
O que acontece em caso de demissão?
Quando o empregado é demitido, a empresa poderá solicitar a devolução dos vales ainda não utilizados. Se o empregado não devolver, a empresa poderá efetuar o desconto, proporcional aos vales efetivamente utilizados, na rescisão do contrato de trabalho.
Vale transporte pode ser substituído?
A legislação veda ao empregador a substituição do vale transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento. Portanto, a empresa não pode conceder vale combustível ou efetuar o pagamento de combustível em substituição ao vale transporte.
O pagamento de vale transporte em dinheiro só é possível quando o empregado desembolsa o valor necessário para o transporte ou o fornecedor dos vales, por alguma razão, atrasa a entrega.
Gestão da folha de pagamento: controle rigoroso
A empresa deve fazer um controle rigoroso da folha de pagamento não apenas para evitar pagamentos indevidos, mas para acompanhar a evolução de despesas com pessoal e o impacto desses custos sobre o faturamento da empresa. Há diversos softwares específicos para a gestão da folha de pagamento, como o eGestor, que torna a rotina do departamento de recursos humanos mais fácil e ágil.
A folha de pagamento fornece informações importantíssimas ao planejamento financeiro da empresa como por exemplo o pagamento de férias, 13º salário, FGTS, contribuição previdenciária patronal, imposto de renda, entre outras despesas importantes.
Com as informações da folha de pagamento, a empresa consegue fazer o planejamento financeiro com mais precisão, inclusive com a criação de reserva para cobrir despesas extraordinárias, evitando desequilíbrios no fluxo de caixa. Utilizando softwares gerenciais, a empresa consegue ter em mãos os relatórios mais importantes para analisar as finanças e projetar cenários. Com essas planilhas o gestor controla melhor os custos que a empresa tem com funcionários.
A folha de pagamento fornece informações importantes como, por exemplo, o absenteísmo e quantidade de horas extras. Com esses dados, a empresa pode definir medidas para reduzir a quantidade de faltas (que podem ocorrer por doenças ocupacionais) e ajustar processos a fim de reduzir o desperdício de tempo nas operações da empresa, diminuindo, assim, as despesas com horas extras.
eGestor
Utilizando o eGestor, você pode gerenciar toda a folha de pagamentos de sua empresa, calcular o valor de comissionamento para seus funcionários, além de registrar todas as vendas realizadas, dentre muitas outras funções, tudo isto de uma forma totalmente online e automatizada!
A revenda de cosméticos é um dos mercados menos abalados pela crise financeira no Brasil. Por isso, tem se mostrado uma excelente escolha para quem precisa complementar a renda ou investir em um novo canal. Isso acontece porque, mesmo em tempos de recessão, as pessoas não deixam de consumir seus perfumes, produtos de higiene e de beleza. E é justamente por isso que o mercado continua aquecido para este ramo, contratando novos revendedores de cosméticos em todo o território.
Mas, o que é preciso saber para ter sucesso como revendedor de cosméticos? Quais são as empresas de destaque para se trabalhar como revendedor? Veja essas informações e muitas outras dicas neste artigo e mude sua vida hoje mesmo com este tipo de empreendimento próprio!
Quero ser uma revendedor de cosméticos
Se você já tomou sua decisão, é imprescindível que avalie suas características pessoais antes de investir na carreira. Você gosta de vender? Tem simpatia e é desenvolta para explicar como os produtos agem para os clientes?
Caso a resposta foi positiva e se você já tem alguma experiência na área, agora é a hora de escolher qual empresas se cadastrar como uma revendedor de cosméticos. Confira:
Top 5 para revenda de cosméticos
Conheça as 5 principais empresas para se tornar uma revendedor de cosméticos:
1. Revendedor de cosméticos na Avon
A Avon é uma das mais conhecidas empresas americanas na área de cosméticos e utilidades. Ela tem um público bastante diversificado em mais de 100 países e atende desde pessoas mais novas até a terceira idade, com sua vasta gama de produtos.
Para ser revendedor de cosméticos da marca é necessário ter mais de 18 anos e adquirir um kit inicial. O preenchimento dos formulários cadastrais para revenda pode ser feito diretamente pelo site da empresa e é bem sucinto. Assim, todos os produtos são repassados com 30% de desconto, sendo este o seu lucro. Além de trabalhar a parte de vendas, na Avon também é possível construir sua equipe e obter lucros a partir de outros inscritos indicados para você.
2. Revendedor de cosméticos Jequiti
Mais nova entre as empresas trazidas neste artigo, a Jequiti é uma empresa nacional do Grupo Silvio Santos que tem crescido muito ao longo dos últimos anos.
Focada em perfumaria e com lançamentos mensais na área, para fazer parte da empresa também é necessário ter mais de 18 anos e adquirir um kit que, posteriormente, tem o valor pago em mercadorias.
O valor do repasse para os revendedores de cosméticos é de 30% fora os catálogos promocionais e os brindes que garantem lucros de 50 a 100% sobre a venda. O cadastro pode ser feito pelo site ou pelo 0800.
3. Revendedor de cosméticos Mary Kay
Outra americana de renome no Brasil, é a Mary Kay que está aqui há vários anos e tem construído sua história. Mais do que fazer vendas, a missão da empresa é inspirar vidas e nutrir relacionamentos. Portanto, é mais do que uma venda de porta em porta e sim, uma consultoria em maquiagem e cosméticos.
Os lucros para quem se torna uma consultora da empresa variam de 25 a 40% conforme o valor do pedido passado, e todos os meses é possível contar com várias promoções.
Além deste canal de enriquecimento, a Mary Kay ainda tem uma forte filosofia de passar a oportunidade para outras pessoas criando-se equipes e posteriores unidades que rendem muito para quem está a frente.
Vale destacar que, para ser uma consultora Mary Kay, é indispensável receber a indicação de outra consultora que já esteja na empresa, não sendo possível fazer a solicitação via internet.
4. Revendedor de cosméticos Natura
Entre as empresas brasileiras de cosméticos, a Natura é, sem sombra de dúvidas, a que mais se destaca no setor, tendo uma história solidificada e de muitos anos à frente neste mercado tão amplo.
Para ser consultora é necessário preencher o formulário virtual, entretanto, atente-se aos pré-requisitos como ter mais 18 anos para dar continuidade, por exemplo.
A porcentagem de ganho da Natura também é de 30% sobre o valor de catálogo, vale ressaltar que os produtos são muito conhecidos e conceituados.
5. Revendedor de cosméticos O Boticário
A última marca trazida neste Top 5 é a “O Boticário” que, recentemente, abriu este novo canal de vendas para que mais pessoas tenham acesso prático aos seus cosméticos.
Para se tornar revendedor da empresa, é possível fazer o cadastro pelo site e aguardar um período de até 30 dias para obter retorno. Os dados solicitados são pessoais e bastante simples para facilitar este cadastro.
O lucro para revendedores da O Boticário, entretanto, é o menor entre todas essas empresas, apenas 15% sobre os valores de venda mais as promoções exclusivas que garantem um retorno maior.
Revendedor de cosmético pode ser MEI?
Sim, um revendedor de cosméticos com CNAE 4772-5/00 – Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal, pode ser MEI.
Dicas para ser uma revendedor de cosméticos de sucesso
Agora que você já viu quais são as melhores opções para se tornar revendedor de cosméticos e já se decidiu por qual optar, aproveite para tomar nota de algumas dicas que com certeza farão a diferença no dia a dia do seu trabalho como vendedora.
É essencial ter objetivos e se cobrar
A revenda de cosméticos pode tanto ser um extra na sua renda como sua única fonte de ganhos, tudo depende dos seus objetivos, é claro.
Assim, para ter sucesso, é essencial definir metas como o valor que você deseja ganhar mensalmente com este trabalho.
Veja quanto será necessário vender para ter seu objetivo concretizado, e determine o número total de vendas por semana e por dia para conquistar, com notoriedade, a sua meta.
Seja bastante profissional
Um erro comum entre revendedores de cosméticos é simplesmente deixar o catálogo e tirar pedidos, algo que hoje em dia já não dá mais certo.
Conheça o seu negócio, saiba sobre cada um dos produtos e encante seu cliente de modo que ele não queira mais comprar com outra pessoa a não ser você.
Vista-se bem, trabalhe com formas de pagamento profissionais como crédito e débito, e seja sempre bastante organizada!
Use os produtos para vender mais
Sim! Usar os produtos que você revende evidentemente lhe dará maior confiança para indicá-lo aos clientes. Além disso, tratando-se de cosméticos, não existe melhor propaganda do que o outro ver um tom novo de batom na sua boca ou na sua unha!
Outro ponto é que, para você, os produtos sairão mais em conta, enquanto fica mais bela com as tendências, faz propaganda por um baixíssimo investimento e ainda lucra com as vendas. Pra que melhor?
Estude o máximo que puder
Independente da marca escolhida para revenda, com certeza você não conseguirá usar absolutamente todos os produtos. Ainda assim, é importante que você conheça cada um deles para saber a quem indicar.
Neste contexto, estude para que serve cada cosmético, como ele deve ser aplicado e quais são as principais recomendações para uso.
Seus conhecimentos gerarão um maior número de vendas e, consequentemente, melhores lucros também!
Saiba administrar o dinheiro das vendas
Por fim, a última dica é que você separe sempre o dinheiro das suas vendas do seu pessoal, afinal, apesar da maioria das pessoas não considerarem as vendas diretas como um negócio sólido, ele é tanto quanto uma empresa.
Administre cada recebimento, reserve a porcentagem investida para a compra de novos produtos e deixe o seu lucro livre.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!