Boletos vencidos, e agora? Veja como lidar com essa situação

Boletos vencidos, e agora? Veja como lidar com essa situação

Apesar das inúmeras facilidades em se realizar um pagamento com cartão de crédito, o número de consumidores que ainda optam por utilizar o boleto bancário é bastante grande no Brasil.

Por isso, se está pensando em iniciar um empreendimento, é essencial que entenda a importância de diversificar os métodos de pagamento no seu negócio. Para assim, dar a possibilidade de escolha ao cliente.

A emissão de boleto sempre foi uma maneira fácil e ágil para receber os pagamentos e, talvez por isso, ainda seja uma prática bastante comum no mercado.

Contudo, existem algumas dificuldades nesse sistema. Especialmente no que diz respeito ao pagamento do documento após o vencimento e que você precisa conhecer.

Quer saber como lidar com boletos vencidos no seu negócio? Então o post de hoje pode lhe ajudar. Acompanhe!

Por que oferecer pagamentos via boleto bancário?

O principal motivo de se utilizar o boleto bancário em qualquer negócio é, primeiramente, para oferecer mais opções ao consumidor; o segundo motivo é por que nem todos os clientes trabalham com cartão de crédito. Ou não tem o limite necessário no momento da compra.

Oferecer pagamentos por boleto não é nenhum retrocesso. Até porque, segundo dados da Febraban, todos os anos são emitidos cerca de 3,5 bilhões de documentos; o que prova que é uma modalidade bastante usual.

Como começar a emitir boletos bancários?

Para emitir boletos, a princípio, é necessário que a empresa possua uma conta bancária para receber os pagamentos. Hoje, no mercado, já existem sistemas de gestão capazes de integrar a emissão de boletos ao próprio sistema da vendas da empresa. Assim, permitindo a emissão rápida e ágil dos boletos online tão logo as vendas sejam registradas.

Quais as vantagens e desvantagens do uso de boletos?

A facilidade que o cliente e a empresa têm de emitir e imprimir os documentos que podem ser pagos em casas lotéricas, bancos ou estabelecimentos conveniados de qualquer lugar, é uma das vantagens do sistema.

Vejamos algumas outras vantagens e desvantagens:

Vantagens:

  • Segurança na compra. Muitos clientes ainda são resistentes às novas tecnologias e preferem ter o comprovante de pagamento anexado a receber um e-mail de confirmação, por exemplo;
  • Baixo custo. não é preciso repassar os custos de administração aos clientes. E, o dinheiro é liberado para a empresa com pouco tempo, em geral até 48h após a confirmação do pagamento.
  • Taxas mais vantajosas. se comparado a outras formas de pagamento, como o cartão de crédito, as taxas envolvidas nas transações por boleto são mais baixas;
  • Multas e juros. existe a possibilidade corrigir os valores em casos de atraso, somando-se juros e multas;
  • Atrativo. é uma modalidade mais atrativa para clientes que preferem fazer pagamentos à vista ou tem insegurança na utilização do cartão ou outras meios virtuais de pagamento;
  • Possibilidade de desconto — fica mais fácil atrair o cliente com descontos em pagamentos via boleto;

Desvantagens

  • Demora na constatação do pagamento. pode chegar a cinco dias para a confirmação da venda;
  • Risco de desistência. é muito comum clientes chegarem a emitir o documento, mas desistirem da compra.

Qualquer empresa pode adotar os pagamentos por meio de boleto bancário?

A resposta é afirmativa. Tanto as pequenas, médias e grandes empresas podem se valer da utilização dos boletos para receber pagamentos.

Inclusive, essa é uma das maneiras mais acessíveis e descomplicadas de receber pagamentos. Diferentemente do que muitos novos empreendedores acreditam, não são apenas grandes empresas que podem utilizar o boleto, mas qualquer tipo de negócio, inclusive pessoas físicas.

Como lidar com os boletos vencidos?

Essa é a grande celeuma que envolve o recebimento de pagamentos por meio dos boletos. Muitos consumidores reclamam da dificuldade experimentada na hora de realizar o pagamento do boleto após o vencimento.

O fato é que, antes, quando o boleto estava fora do prazo de vencimento, ele só poderia ser pago nas agências do banco emissor. Assim, não eram raras as queixas de clientes que se viam obrigados a pegar longas filas nas agências, apenas para efetuar o pagamento.

Tal realidade acaba contribuindo para o atraso nos pagamentos, dada a dificuldade que se encontra na hora de quitar o documento.

Além disso, outro grande entrave dos pagamentos via boleto é a atualização do valor em caso de atrasos. É muito comum que haja a necessidade de reemissão do documento para que se possa efetuar o pagamento. Isso, porque é necessário acrescer no valor total os juros e multas pelo atraso.

Contudo, todas essas dificuldades deixam de existir a partir de agora, como o novo sistema integrado de pagamento de boletos. Entenda mais adiante.

O que é esse novo sistema de pagamentos?

Ele nada mais é do que uma medida adotada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para modernizar e otimizar o sistema de pagamento de boletos.

Esse novo sistema é uma base integrada de dados, na qual todas as instituições bancárias poderão inserir informações a emissão dos seus boletos.

Por meio dela, todos os bancos serão capazes de confirmar o pagamento do título, mesmo após o vencimento.

O que muda com a implantação do sistema?

A grande novidade do sistema é que, a partir de agora, os boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco. E não apenas no banco emissor, como era antes.

A expectativa é que a nova plataforma torne as transações por esse método muito mais segura e cômoda para o consumidor e para o empresário.

Segundo a Febraban, o número de fraudes na emissão de boletos diminuirá consideravelmente.

No entanto, as mudanças no sistema serão realizadas por etapas. O cronograma de mudanças usa como base o valor do documento, conforme explicamos a seguir:

Por fim, se está pensando em empreender, saiba que é fundamental gerir bem os métodos de pagamentos ofertados no seu negócio. Como vimos, os boletos ainda são bastante utilizados no mercado e, por isso, vale à pena ofertar essa modalidade aos seus clientes, ainda mais agora que sabe que com as mudanças no sistema, tudo tende a ficar mais seguro.

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Pirâmide organizacional em uma empresa: O que é, como funciona?

Pirâmide organizacional em uma empresa: O que é, como funciona?

Desde o período pós-industrial, muita coisa foi desenvolvida em nossa sociedade em termos de gestão e prestação de serviços. Em países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a partir da década de 20 diversos mecanismos de gestão foram criados, culminando na ciência da administração e do marketing tal como os conhecemos hoje. Com a globalização, essa produção do conhecimento em negócios se intensificou ainda mais, é o que já existia passou por um processo de detalhamento ao mesmo tempo em que diversos novos assuntos é ferramentas foram criados, que persistem até hoje sem perder sua atualidade e importância para as mais diferentes organizações que lutam por espaço e sobrevivência no mercado. Este é o caso da pirâmide organizacional em uma empresa.

Mas você sabe o que o conceito de pirâmide organizacional significa na pratica? A importância de sua aplicação no contexto da empresa, independente de porte e ramo de atuação? Os desenvolvimentos modernos que vêm sendo feitos em cima deste conceito?
É isso e muito mais que descobrirá na sequência.

Entendendo o conceito de pirâmide organizacional em uma empresa

Como o próprio nome indica, a pirâmide organizacional é uma representação visual de determinada empresa e seus diferentes níveis por meio de um triângulo, forma geométrica típica das pirâmides egípcias e maias.

Refinando a definição acima, podemos dizer que a pirâmide é uma representação imagética da hierarquia da empresa, sendo que os altos executivos estão no topo da pirâmide é os colaboradores operacionais em sua base.

Mas a escolha da pirâmide para fazer está representação se justifica por outro motivo, também bastante importante. Uma pirâmide só consegue se sustentar pois as camadas inferiores são capazes de dar sustentação às camadas superiores. O mesmo ocorre em uma empresa.

De nada adianta os colaboradores que trabalham no nível operacional, é por isto estão localizados na base da pirâmide, executarem seus serviços da melhor forma possível se os executivos e diretores, situados no topo da pirâmide, não souberem delegar e/ou tomar decisões que impactam negativamente os resultados da empresa. O contrário também é verdadeiro.

Entendendo as camadas da pirâmide

De maneira geral, todas as pirâmides organizacionais possuem três principais camadas, cada uma dando sustentação às outras. Estes níveis correspondem ao nível operacional (base da pirâmide), nível tático (meio da pirâmide) e nível estratégico (topo da pirâmide).

Na base da pirâmide, estão os colaboradores responsáveis por desempenhar as atividades pertinentes à rotina organizacional da empresa. Ou seja, são aqueles profissionais que produzem os produtos comercializados e/ou executam os serviços, como por exemplo o chão de fábrica em uma indústria ou a equipe de criação em uma agência de publicidade.

Já no meio da pirâmide temos o nível tático ou gerencial, no qual se encontram os diretores e gerentes de departamento de determinada empresa. Neste nível, se concentram atividades como planos funcionais destinados a departamentos específicos, como recursos humanos, financeiro e marketing.

Já no topo da pirâmide, existe a alta gerência da empresa, que concentra as atividades que definem sua atuação, sua missão e seu direcionamento para o mercado, bem como a localização, tecnologia empregada na empresa como um todo, dentre várias outras atividades.

Flexibilidade da pirâmide organizacional

Apesar da estrutura organizacional parecer rígida pelo que foi dito até aqui (e em muitos casos realmente o e), ele é flexível a ponto de se adaptar aos mais diferentes modelos de negócio, pois não podemos esquecer que o principal objetivo da pirâmide organizacional é atender as necessidades dos clientes.

Um primeiro tipo de pirâmide que podemos citar é a funcional. Em uma estrutura organizacional funcional, a companhia é desenhada em termos dos departamentos que possui, e por isso é mais indicada e utilizada por grandes empresas, composta de diversos departamentos.

A segunda estrutura organizacional que destacamos é a de produtos, de extrema utilidade para empresas de departamentos, que organizam todo seu plano de negócios e atuação estratégica em termos dos produtos que fabricam e/ou revendem.
Ha também um último, mas não menos importante, tipo de estrutura organizacional: a matriz.

Dito de forma bastante simples, nela os dois tipos de estruturas descritas acima são combinadas para chegar em um arranjo mais adequado para atender as necessidades específicas da empresa que a adota, mais especificamente as necessidades de especialização e coordenação.

Vantagens e desvantagens da pirâmide organizacional

Assim como qualquer outro conceito, a pirâmide organizacional apresenta uma série de vantagens, mas também algumas desvantagens, conforme será exposto na sequência.

A primeira grande vantagem deste tipo de estrutura está em sua aplicação simples, pois ela agrega todos os colaboradores da empresa em uma estrutura clara e de fácil visualização, para que cada um tenha ciência de seu papel e do papel de seus colegas na organização.

Soma-se a isso a fácil transmissão de informação, a capacidade de tomada de decisões rápidas, a definição clara dos deveres e responsabilidades de cada um e, principalmente, o baixo custo de administração que apresenta.

As desvantagens residem em sua organização rígida, o que torna mudanças de colaboradores ou transferência de responsabilidade uma tarefa complexa e demorada; a exigência de chefes “excepcionais”, ou seja, chefes que sejam capazes de centralizar diversas funções e informações, chegando ao ponto de serem quase insubstituíveis; o não favorecimento do trabalho em equipe e do espírito de colaboração, pois trata-se de uma estrutura extremamente verticalizada, típica das empresas do século XX.

Apesar dessas desvantagens, como já foi dito é possível flexibilizar a pirâmide organizacional para que ela fique adequada as necessidades de uma empresa especifica, minimizando os pontos negativos e maximizando os aspectos positivos. É isto o que vem sendo feito atualmente, como veremos no próximo tópico.

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Abordagens contemporâneas

A premissa principal nas abordagens contemporâneas sobre a pirâmide organizacional reside em estimular a cooperação entre a equipe de uma empresa, e não a competição, como feito na maioria dos casos. Para que este objetivo seja atingido, o primeiro passo e realizar a inversão da pirâmide organizacional.

Inverter a pirâmide significa colocar a alta gerência em sua base e elevar aqueles pertencente ao nível operacional ao topo da mesma. Pode parecer algo sem muito impacto à primeira vista, mas trata-se de uma grande e positiva mudança. A redução na disparidade entre os níveis da estrutura organizacional permite, dentre outras coisas:

  •  Aliviar os níveis de estresse e insatisfação dos colaboradores em razão da sensação de inferioridade produzida por uma estrutura rígida;
  • Implementar a inteligência distribuída, pois os níveis de supervisão e controle são menores;
  • Horizontalização da estrutura hierárquica, que culmina em, por exemplo, surgimento de líderes naturais e melhor orientação para a tomada de decisão.
  • Redução de normas e procedimentos, pois hoje está cientificamente comprovado que contratar as pessoas certas e depositar confiança nas mesmas aumenta os níveis de engajamento com o trabalho.

A inversão da pirâmide tem como objetivo criar um modelo de gerenciamento organizacional no qual a busca por resultados esteja junta daqueles que executam o trabalho, e não apenas naqueles que dão as ordens.

Contudo, para que isso seja alcançado, é necessário que esta atitude parta dos gestores, que têm que propiciar uma base sólida na qual colaboradores possam amadurecer enquanto profissionais e ganhar confiança para desempenharem da melhor maneira seu papel dentro da organização.

Dessa maneira, é preciso que os gestores conheçam a empresa para que possam chegar a estrutura organizacional mais adequada e que realmente possibilite atingir os objetivos de forma conjunta. Em um mercado cada vez mais instável, a empresa não pode fixar e atingir metas que não dependem somente dela.

eGestor

O eGestor é um sistema de gestão empresarial perfeito para a sua micro ou pequena empresa. Com ele você pode automatizar os processos de controle financeiro e controle de estoque, além de gerar relatórios de compras e vendas, emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para seus clientes, dentre outras funções, tudo isto de uma forma fácil e rápida, a partir de qualquer computador, smartphone ou tablet!

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Pós vendas eficiente: veja como fazer

Pós vendas eficiente: veja como fazer

A venda não é o passo final de uma empresa. É preciso criar fidelização com os seus clientes através de uma estratégia de pós vendas eficiente, reforçando assim a sua relação com os mesmos. Pós-venda é portanto, o processo de atendimento ao cliente após a realização de uma compra de seu produto ou serviço. 

A importância de um bom trabalho pós-venda

Entretanto, apesar de ser imprescindível no mundos negócios, muitas empresas não prestam a devida importância para o processo de pós-vendas e acabam finalizando o contato e se dando por satisfeitos logo após o cliente efetuar a compra. Enquanto em muitos negócios, o pós-vendas é pouco explorado, em outros, ele sequer existe.

De acordo com a pesquisa realizada pelo site Satisfação de Clientes, 85% das empresas brasileiras sequer realizaram um trabalho de pós-vendas e 94% delas não possuem um sistema de gestão voltado para o trabalho de cadastro de clientes, como o eGestor

É aí que as empresas perdem uma ótima oportunidade de manter clientes que poderiam consumir mais de seu “catálogo” de serviços e produtos, já que segundo a McKinsey, uma empresa de consultoria empresarial americana, 70% da experiência de compra de um cliente não se fundamenta no preço ou na qualidade do produto, mas sim na forma como ele foi tratado durante o processo de compra. 

De acordo com a McKinsey, 9 em cada 10 clientes não veem problema algum em pagar um valor um pouco mais caro por um produto ou serviço, desde que o tratamento dispensado na loja valha a pena. Em outras palavras, desde que não sejam tratados como apenas mais um cliente, e sim, como “O CLIENTE”, aquele que dentre tantas opções, escolheu o seu negócio para fechar a compra.

A pesquisa realizada também aponta que se durante todo o processo de compra, que envolve também o atendimento pós-venda você conseguir de fato suprir a necessidade daquele cliente, a chance com que ele volte a fazer negócio com a sua empresa é de 70%. Os clientes que fazem uma compra e logo em seguida são “esquecidos” por um lojista se sentem mal com esta situação.

É como se, naquela transação comercial, apenas o dinheiro tivesse valor. O cliente gosta de atenção e principalmente, de ser abordado após a compra, com um tratamento pós venda eficiente, mesmo que seja para uma consulta simples de satisfação.

Ou seja, quanto mais à vontade o cliente se sentir em uma loja ou site, mais ele terá vontade de consumir o que lhe é oferecido pelo setor de vendas. O segredo, então, não está apenas no preço “baratinho”, nem na “tradição” do nome da loja ou na qualidade, mas sim na forma como cada consumidor tem suas expectativas correspondidas antes, durante e depois da compra.

Ele se sente mais seguro e sabe que naquele comércio, pode confiar. Assim, o pós-venda eficiente caracteriza-se em toda ação realizada, seja pelas equipes de marketing ou pela de vendas, no sentido de manter o contato com o cliente após a compra. Essa equipe vai prolongar a experiência de consumo do cliente, de forma que ele se sinta sempre confiante e à vontade com a loja.

Como realizar um Pós Vendas eficiente?

Se você consegue identificar que a sua empresa apresenta um dos problemas listados acima em relação a falta de atenção com o atendimento pós-vendas, comece esta mudança desde já. Você pode criar uma cultura de fidelização de clientes em sua empresa. A sua empresa precisa deixar de dar prioridade exclusivamente a captação de clientes, mas sobretudo na fase de retenção da sua clientela.

Portanto se você está pensando em implementar este modelo de relacionamento com os clientes em sua empresa, selecionamos algumas dicas de como realizar um Pós-Vendas eficiente:

1- Defina quem deve ficar responsável pelo processo de pós-vendas

Em muitos negócios, cabe ao departamento de vendas realizar o processo posterior a compra e criar estratégias de um pós-venda eficiente. Porém, no intuito de que este apenas se concentre na captação de mais clientes, algumas empresas criaram um departamento à parte do de vendas, só para abordar e trabalhar o atendimento de clientes que já compraram.

No primeiro caso, competir ao próprio vendedor trabalhar o pós-venda, ele terá que construir uma boa base de dados sobre todos os clientes já conquistados.

Ou seja, o vendedor continuará ofertando pessoalmente ou por telefone, visitando clientes, preparando apresentações e propostas, além de organizar todos os dados desses clientes já conquistados, separando cada perfil de consumo e obtendo uma visão clara do funil de vendas, a fim de saber qual atendimento e tratamento será dispensado a cada um.

Entretanto se os vendedores não possuírem um sistema bom sistema de análise de dados dos clientes, como o sistema eGestor, este processo não terá eficácia.

Em caso de a empresa entender que é melhor separar as duas funções, as duas equipes terão que trabalhar juntas. Cada uma focada em sua função, porém, compartilhando as experiências e todos os contatos fechados.

2- Procure saber se sua empresa conseguiu satisfazer a uma necessidade

Sua equipe deve se mostrar interessada se de fato conseguiu satisfazer a necessidade ou resolver um problema de determinado cliente. Isso vai causar uma ótima impressão e fazer com que o seu negócio se torne não só a primeira opção de compra deste cliente, como também fará com que ele divulgue o seu trabalho para um número maior de pessoas, expondo uma imagem positiva de seu negócio.

3- Utilize as redes sociais 

Mas é importante salientar que realizar um pós-venda eficiente não se restringe somente a manter contato com o cliente para saber se ele ficou satisfeito com o seu produto ou serviço e com o atendimento prestado. Se você perceber que sua empresa teve uma boa aceitação diante do cliente, invista em outras ações de fidelização.

Convide-o para seguir a sua empresa nas redes sociais, mantendo-o assim informado de suas novidades e promoções, que podem ser motivos de interesse. Um número correspondente a 71% das empresas no mundo já utilizam as redes sociais para atenderem aos clientes e esclarecerem dúvidas e até para agendarem visitas à loja.

No total, 38 milhões de clientes já procuram as empresas no Twitter para obter informações e dicas sobre o produto ou serviço. Outras 60% das empresas oferecem atendimento alternativo aos clientes pelo Facebook.

Enviar e-mails com newsletter e informações referentes a novos produtos e promoções de sua loja também pode ser importante para a retenção de clientes.

Mas tome cuidado, faça isso de uma forma sútil. Uma vez por semana é uma frequência adequada, afinal ninguém gosta de ter a sua caixa de e-mails poluída frequentemente com assuntos que pelo menos em um primeiro momento, não estão entre as suas prioridades.

Tudo é válido para fazer o cliente se sentir em casa e mais confiante com a compra realizada. Contudo, não basta apenas fazer uso de plataformas digitais e outras estratégicas para se mostrar presente no dia a dia dos clientes.

É preciso um certo conhecimento e algumas estratégias de ação que miram no comportamento da equipe para com os consumidores.
Um conjunto de práticas e ações que faz a diferença na abordagem ao cliente e que pode resultar em outras futuras negociações.

4- Prometeu? Cumpra!

Tudo que a equipe de vendas ou o vendedor prometer ao cliente, durante a abordagem inicial, deve ser cumprido quando ele for fechar negócio. Descontos, brindes, vantagens e outros agrados. Do contrário, o consumidor perde a confiança no vendedor e na loja. E além de não voltar a procurar os seus serviços ou produtos, o cliente pode passar uma imagem ruim de sua empresa a outras pessoas, fazendo com que você perca outros potenciais clientes.

5- Dê o seu melhor ao cliente – SEMPRE

Por que a palavra sempre está em caixa alta? Porque não importa o quão difícil o dia esteja sendo para você, ou quais são as suas dificuldades, o cliente não tem culpa. Atenda-o como se fosse o primeiro, e como se fosse o único de seu negócio. Não é necessário “bajular”, basta tratá-lo com atenção e com educação. Lembre-se, antes de qualquer coisa a sua prioridade deve ser sempre atender as necessidades do cliente e resolver o seu problema.

6- O que o cliente reclamar, é problema seu, sim!

Se o cliente achar ruim que o telefone tocou, mas ninguém atendeu, mesmo que você seja apenas o vendedor, se importe! Ofereça a ele o seu número, e diga que irá conversar para resolver. Seja qual for o problema, diga que irá reportá-lo ao responsável e o mais breve possível, retorne ao cliente com a solução.

Uma reclamação, por menor que ela seja, pode significar a desistência do cliente em relação a sua empresa. É uma questão extremamente delicada. O que mantém o cliente neste caso é a forma como você lida com o problema, valorizando e dando atenção as críticas recebidas, tentando solucionar.

7- Interesse e visão pelo cliente

Procure saber tudo que o cliente tem interesse. Se ele fez um site, será que não precisa de alguém que o ajude com o conteúdo? Se compra uma camisa, não gostaria também de uma blusa ou uma calça? Se consome um café, não gostaria de provar um pão quentinho com recheio?

8- Pense e ofereça.

Às vezes o cliente está errado. Mas até com isso, a gente pode aprender. O cliente tem uma visão com base na sua experiência. Ao vendedor, basta ouvir e se estiver certa, aprimorar o serviço. Se estiver errada, mostrar com educação e indicar uma solução à “raiz” do problema.

9-Nunca esteja “ocupado” para o cliente

Não pode existir, de forma alguma, esse negócio de “não posso atendê-lo”. Só em caso de urgência (que deverá ser muito bem explicada depois).

Desta forma, fidelizar clientes tornar-se-á algo comum e frequente em seu negócio.

10- Crie parcerias

Formar parcerias com outras empresas, é uma ótima maneira para a retenção de clientes. Pois com este tipo de estratégia, os seus clientes terão acesso a ofertas e promoções em outros produtos e serviços que sejam de seu interesse. A sua empresa oferecerá um atrativo a mais para aquele cliente, que além do seu produto ou serviço, poderá usufruir de outros benefícios oferecidos por outras empresas.

11-Lembre-se do seu cliente em datas comemorativas

Desejar um feliz aniversário, um feliz natal, um feliz ano novo ou lembrar de seu cliente em alguma outra data comemorativa pode parecer uma atitude muito simples e sem nenhum efeito prático para o seu negócio. Mas estas atitudes ajudam a criar certa empatia com o seu cliente e fará com que ele perceba que você não entra em contato com ele somente para vender, procure saber como ele está. Uma boa relação pode ser a chave para a fidelização de clientes em qualquer tipo de negócio.

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Quanto ganha um contador no Brasil?

Quanto ganha um contador no Brasil?

Um contador é um profissional com graduação em Ciências Contábeis e que pode prestar diversos tipos de serviços, como auditorias, consultorias, controladoria, gestão para empresas, gestão pública, bem como pode atuar no ramo de pesquisa ou de perícia contábil, por exemplo.

Portanto, o salário do contador varia conforme o tipo de empresa para qual ele trabalha, bem como varia de acordo com os serviços prestados por esse profissional e a região onde ele atua.

Ainda, para receber o título de Contador é preciso que o profissional com formação em Ciências Contábeis também faça o Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade, no qual deve ser aprovado para conseguir o registro no Conselho Regional de Contabilidade do estado no qual pretende prestar seus serviços.

Portanto, os contadores não apresentam piso salarial único com validade em todo o país, pois suas remunerações dependem exclusivamente da região onde eles prestam os seus serviços, bem como o tipo de serviço que oferecem e em qual setor atuam. De forma geral, o piso salarial do contador é fornecido pelos Sindicatos de cada estado, que são desenvolvidos através de acordos coletivos entre os profissionais da categoria.

Você quer saber quanto ganha um contador no Brasil e como funcionam as médias salariais dos mais diversos estados? Confira nesse artigo todas as informações que temos para você! Veja abaixo:

20 mil reais por mês revendendo egestor

Quanto ganha um contador no Brasil?

Como dito anteriormente, não há um piso salarial válido em todo o Brasil e, portanto, a média salarial é de acordo com cada estado. Veja abaixo alguns exemplos:

  • Em São Paulo (SP), por exemplo, um contador profissional pode ter remunerações a partir de R$ 1.780, de acordo com a empresa em que ele trabalha;
  • Já em Santos, no litoral do estado de São Paulo, os salários para contador são a partir de R$ 1.528;
  • No Rio de Janeiro (RJ), a remuneração estabelecida pela Lei RJ 6.702/2014, do piso salarial dos contadores, é de R$ 2.432;
  • No estado do Sergipe, os contadores técnicos ganham salários a partir de R$ R$ 1.060, enquanto os contadores mais experientes ganham cerca de R$ 1.500;
  • Em Maringá, no estado do Paraná, o Sindicato dos Contadores separou o piso salarial de acordo com a função na empresa. Dessa forma, um Contabilista Gerente Geral pode ganhar salários a partir de R$ 4.200, enquanto um Contador Sênior tem o piso salarial de R$ 5.444;
  • No Rio Grande do Norte, o piso salarial dos contadores é dividido entre os níveis III e IV. Um contador do nível III tem remunerações a partir de R$ 1.442, enquanto um contador de nível IV pode ganhar a partir de R$ 3.109;
  • Em Brasília, um Contador Master pode contar com o piso salarial de R$ 4.159, enquanto um Contador Júnior ganha em média R$ 1.962.

Qual a média salarial de um Contador no Brasil?

De forma geral, em nosso país a média salarial de um Contador é R$ 4.852, de acordo com levantamento feito pela Catho.

Em São Paulo (capital), que é a maior cidade do país e também a que apresenta maior número de empresas privadas, a média salarial do Contador é a mais alta do Brasil, haja vista que é de R$ 5.017.

O estudo da Catho também releva que um Diretor Contábil pode chegar a ganhar mais de R$16 mil por mês, enquanto a média salarial de um Contador Gerencial é de R$ 6.933 e do Consultor Contábil está em R$ 3.438 no país.

De modo geral, as melhores oportunidades de grandes remunerações para os Contadores estão em cargos de gerência em empresas de grande porte, como o cargo de Diretor Financeiro, no qual é possível receber mais de R$ 80 mil por mês.

Como são os salários dos diversos cargos possíveis para Contadores?

De acordo com pesquisa publicada pela revista Exame, um Analista Financeiro pode ter salários entre R$ 2 mil a R$ 7 mil em empresas de porte pequeno ou médio, enquanto o mesmo pode ter remunerações que variam entre R$ 2, 5 mil até R$ 8,5 mil em empresas de grande porte.

Por sua vez, um Contador que atua como Analista de Planejamento pode ganhar entre R$ 2 mil até R$ 8,5 mil em empresas de porte pequeno ou médio, enquanto os que atuam em grandes empresas do mercado podem ter remuneração entre R$ 3 mil e R$ 11 mil.

O Analista Contábil ganha de R$ 2 mil a R$ 7 mil em empresas de porte médio ou pequeno, enquanto os mesmos ganham entre R$ 2,5 mil até R$ 10,5 mil em empresas de grande porte. A mesma média salarial vale para o Analista Fiscal.

Já o Coordenador Contábil, bem como o Fiscal, pode receber de R$ 5 mil a R$ 10 mil em empresas de pequeno ou médio porte ou salários entre R$ 7 mil e R$ 13 mil em empresas de grande porte.

O Coordenador Financeiro recebe hoje entre R$ 4,5 mil e R$ 9 mil em empresas de pequeno ou médio porte, enquanto pode receber até R$12 mil nas empresas de porte grande.

Um Gerente Contábil, por sua vez, pode ter remunerações entre R$ 6 mil e R$ 16 mil nas empresas de porte pequeno ou médio, enquanto pode ter salário que varia entre R$ 2 e R$ 25 mil nas grandes corporações.

Um Controller, profissional fundamental na gestão de grandes empresas, pode ter remunerações entre R$ 13 mil e R$ 35 mil.

Por fim, um Diretor Financeiro, que é um dos níveis mais altos da hierarquia para Contadores, pode receber entre R$ 12 mil e R$ 40 mil em empresas de porte médio ou pequeno ou salários entre R$ 22 mil e R$ 80 mil em grandes empresas do mercado nacional.

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Como são os salários dos Contadores que trabalham para órgãos públicos?

Além dos contadores que trabalham para as empresas privadas, que são a maioria hoje no Brasil, há também os Contadores concursados, que trabalham para as mais diversas empresas públicas do país e conquistam os cargos através de concursos públicos.

No serviço público, um Contador também pode atuar nas mais diversas funções, como ser um Auditor Fiscal, um Analista do Banco Central ou Administrador Público, entre outras dezenas de possibilidades. No entanto, para algumas áreas podem ser exigidos cursos e certificados além da graduação em Ciências Contábeis.

A média salarial dos Contadores concursados, por sua vez, depende de cada município e do cargo exercido pelo profissional na cidade. Em Brunópolis, em Santa Catarina, por exemplo, é possível ganhar R$ 3,1 mil, enquanto na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, é possível receber R$ 4,4 mil, segundo as informações últimos editais das respectivas cidades.

Para os Contadores que pretendem trabalhar para o governo, é essencial que fiquem atentos a abertura de editais, já que todos os anos os municípios promovem concursos públicos para captar mais profissionais para trabalhar na área de Contabilidade.

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Folha de pagamento empresarial: 6 boas práticas para o gerenciamento

Folha de pagamento empresarial: 6 boas práticas para o gerenciamento

Alguns procedimentos são de rotina dentro da empresa e quanto mais bem administrados, mais tempo você terá para cuidar dos outros assuntos. Gerenciar a folha de pagamento é um deles.

O foco nesta hora deve ser o de manter as rotinas bem estruturadas e tudo organizado para evitar dores de cabeça, buscando sempre a eficácia e um controle bem feito de todos os pagamentos e bonificações.

Para garantir que este tipo de processo ocorra de maneira rápida e bem eficiente em sua empresa, veja as dicas que listamos para você!

1. Criar um calendário de obrigações

Por mais que seja preciso fechar todo mês a folha de pagamento, existem algumas obrigações que têm datas específicas para serem atendidas.

Dissídio coletivo, férias e o 13º são alguns exemplos destes compromissos que são obrigações dos patrões, mas que acontecem em datas pontuais e que não podem ser desrespeitadas e nem esquecidas, para não gerar dores de cabeça.

Para garantir que você não passe por estas datas de forma displicente, crie o hábito de ter uma agenda bem montada com todos estes compromissos anotados com alguma antecedência.

O melhor mesmo é fazer um planejamento financeiro ao final de cada ano, já listando as suas obrigações para o período seguinte. De tempos em tempos reveja esta agenda e confira se sua programação está em dia. À medida que forem aparecendo outros detalhes, atualize a sua agenda.

2. Fazer provisões para o 13º e férias

Dentre todos os pagamentos extras que devem ser quitados pela empresa no que diz respeito à folha de pessoal, além dos salários, as obrigações de férias e o 13º salário são, normalmente, as que mais pesam no caixa.

Por isso, o ideal é já ir constituindo uma verba para, quando chegar o momento, você não ficar apertado.

Levante quanto você deverá gastar com estas duas obrigações e confira as datas. Conte de hoje até o dia de cada uma delas quantos meses você tem de folga e divida o valor a ser pago por este número de meses.

O valor que encontrar vai ser uma média do que deve juntar a cada mês para chegar nas respectivas datas já com todo o montante provisionado. Desta maneira, você evita acabar utilizando este dinheiro para outros fins dentro da empresa e não entra em apuros na hora de fazer os pagamentos.

Assim que chegar o momento de quitar tudo, refaça os cálculos de valores e prazos e comece tudo novamente.

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3. Utilizar a tecnologia a seu favor

Todo dono de empresa precisa ter em mente dois tipos de preocupação: se toda a parte operacional está andando bem e trazendo os resultados esperados e se a gestão estratégica do negócio está bem cuidada.

Aliando ambas as partes, é possível ter melhores condições de um negócio que funciona bem e que consegue potencializar seus pontos fortes para aproveitar as oportunidades.

Tendo pouco tempo para se dedicar a tudo, a saída é tentar automatizar toda a parte operacional possível. A gestão de folha de pagamento não é uma exceção. Assim como existem sistemas para cuidar da emissão de notas fiscais e coisas do tipo, existem também soluções voltadas especificamente para a folha.

Além de poupar um tempo precioso, estas ferramentas garantirão que você não cometa erros de cálculos. Aqueles que todos nós, mais cedo ou mais tarde, acabamos cometendo por uma questão de distração ou falta de atenção.

4. Separar uma conta bancária

Com tantas obrigações financeiras e valores a serem administrados, uma boa prática pode ser separar uma conta somente para a folha de pagamento.

Assim, mesmo que a sua gestão financeira tenha um volume de entradas e saídas muito grande e com uma frequência de transação mais rápida, você garante que não perderá a noção do que precisa ser separado para quitar suas contas com os funcionários.

O importante é conseguir fazer esta separação de maneira que nenhum outro valor fique misturado e que a operação não seja prejudicada.

Avalie como pode fazer isto e tenha uma melhor visão do movimento da sua folha de pagamentos.

5. Fazer uma reserva de contingência

Ainda que você tenha todas as suas contas referentes à folha de pagamento muito bem feitas, sempre existirão imprevistos.

A reserva de contingência é utilizada em diversas empresas para garantir mais tranquilidade para o futuro do negócio. Normalmente, para calculá-la é estabelecido um valor de referência com base no tamanho do negócio, no fluxo financeiro habitual e levados também em conta alguns riscos.

Pensando sobre a ótica das responsabilidades da sua folha de pagamento, basicamente existem dois tipos de imprevistos que podem ocorrer. O primeiro deles é uma ação trabalhista. Neste caso, os valores não podem ser muito bem previstos, o que torna tudo um pouco mais complicado e ainda mais necessária a criação da sua reserva para este tipo de emergência.

O segundo são as demissões não programadas. Como você bem sabe, assim como para contratar um novo funcionário, demitir também envolve alguns custos que devem ser considerados.

Neste caso, já é mais fácil ter uma boa noção do valor envolvido para montar uma reserva.

Avalie a sua situação e calcule o que seria um montante adequado para te deixar um pouco mais tranquilo. Para juntar o dinheiro, estabeleça um percentual do faturamento ou do seu lucro mensal e vá, aos poucos, compondo a sua reserva de contingência.

6. Mapear adicionais e variáveis

Além dos valores dos vencimentos habituais de todo mês acrescidos dos encargos também já previstos, é preciso que você procure listar todos os adicionais que possa precisar pagar juntamente com outras variáveis.

Neste bolo estão entidades como SESC/SENAC, SEBRAE e outras até como o INCRA, em alguns casos. Há também pagamentos por insalubridade, adicional noturno e adicional de periculosidade.

Todos estes valores acabam sendo acrescidos à sua folha de pagamento, mas se não estiverem bem identificados, você acabará pagando sem se dar conta de que são faces da mesma moeda. Por isso, lembre-se de contabilizar adequadamente e interpretar da forma correta todas estas despesas.

Agora que você tem em mãos ótimas formas de conseguir manter a sua folha de pagamento bem organizada e eficiente, ajude seus amigos e colegas a também conseguirem ter uma melhor gestão compartilhando este conteúdo em suas redes sociais!

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