Como realizar o controle financeiro em clínicas médicas?

Como realizar o controle financeiro em clínicas médicas?

Você sabia que manter uma clínica médica financeiramente saudável pode ser tão desafiador quanto atender pacientes? 

Se você é médico ou gestor de uma clínica, provavelmente já se deparou com a complexidade de gerenciar finanças enquanto mantém um alto padrão de atendimento. 

As despesas fixas, a compra de novos equipamentos, os salários da equipe e as emergências inesperadas são apenas algumas das preocupações diárias.

Se você sente que a parte financeira da sua clínica está fora de controle ou simplesmente quer melhorar sua gestão, este artigo é para você. Vamos explorar diversas estratégias práticas e diretas para ajudar a colocar suas finanças nos trilhos. Vamos começar?

Como realizar o controle financeiro em clínicas médicas?

Quando você controla suas finanças, evita surpresas desagradáveis e consegue planejar melhor o futuro. Uma gestão financeira permite que você tenha recursos para pagar contas, investir em melhorias e se preparar para imprevistos. 

Além disso, uma clínica com as finanças em dia pode investir mais em qualidade. Isso significa contratar profissionais qualificados, comprar equipamentos modernos e oferecer um ambiente confortável para os pacientes. 

Quando a clínica está financeiramente estável, você consegue oferecer melhores condições de trabalho para sua equipe. Isso inclui salários em dia, benefícios, treinamento e um ambiente de trabalho saudável. 

Funcionários satisfeitos trabalham melhor, o que reflete diretamente no atendimento aos pacientes. E se o seu objetivo é crescer e expandir a clínica, o controle financeiro é fundamental. 

Com as contas em ordem, fica mais fácil obter financiamentos, atrair investidores e planejar expansões. Você pode investir em marketing, novas tecnologias e até mesmo abrir filiais, sempre com a certeza de que está fazendo um investimento seguro.

A imagem retrata uma pessoa vestindo um jaleco branco com um estetoscópio ao redor do pescoço, sugerindo que essa pessoa é um profissional da área médica. Ela está sentada em uma mesa, escrevendo em um caderno aberto com a mão esquerda enquanto segura um celular na mão direita. Na mesa, também há o que parece ser uma cartela de comprimidos e cápsulas soltas ao lado do caderno.

Como implementar um controle financeiro

Para garantir que sua clínica esteja sempre financeiramente saudável, é importante seguir algumas etapas fundamentais. Vamos explorar cada uma delas em detalhes.

1. Análise e planejamento financeiro

Para começar, é importante avaliar a situação financeira atual da sua clínica. Faça uma análise detalhada das receitas, despesas, lucros e perdas. Identifique quais áreas estão consumindo mais recursos e quais estão gerando mais receita. 

Com esses dados em mãos, você pode definir suas metas financeiras. Essas metas devem incluir a redução de custos e o aumento da receita. 

Estabeleça metas de curto, médio e longo prazo para guiar o planejamento financeiro da clínica.

2. Implementação de um sistema de gestão financeira

Investir em um software de gestão financeira especializado para clínicas médicas pode fazer uma enorme diferença. Esses sistemas ajudam a monitorar receitas, despesas, faturamento e outros aspectos financeiros de maneira integrada e eficiente. 

Após escolher o software adequado, garanta que toda a equipe, especialmente os responsáveis pelo financeiro, esteja bem treinada para utilizá-lo. 

3. Gestão de custos e despesas

Identifique todos os custos fixos (aluguel, salários, seguros) e variáveis (materiais médicos, despesas de manutenção). 

Entender essa distinção é necessário para gerenciar melhor as finanças. Negocie com fornecedores para obter melhores condições de pagamento e descontos. Muitas vezes, fornecedores estão dispostos a renegociar contratos para manter clientes de longo prazo.

4. Faturamento e cobrança 

Automatizar o processo de faturamento e cobrança pode reduzir significativamente erros e atrasos. Utilize sistemas que integrem o agendamento de consultas com o faturamento para garantir que todos os serviços sejam devidamente cobrados. 

Estabeleça políticas de pagamento aos pacientes. Ofereça opções de pagamento facilitadas e mantenha um sistema eficiente de acompanhamento de pagamentos pendentes.

Seguindo esses passos, você estará no caminho certo para um controle financeiro sólido e sustentável na sua clínica médica.

Dicas para melhorar o controle financeiro

Melhorar o controle financeiro da sua clínica médica pode parecer uma tarefa complexa, mas algumas dicas simples podem fazer uma grande diferença. Vamos conferir algumas práticas que podem ajudar a manter suas finanças em ordem e sua clínica funcionando de maneira eficiente.

Capacitação 

Investir na capacitação contínua da equipe financeira é fundamental. Participe de workshops, cursos e seminários sobre gestão financeira para clínicas médicas. 

Quanto mais informada estiver a equipe, melhor será a gestão dos recursos. Os treinamentos garantem que todos estejam atualizados com as melhores práticas e ferramentas disponíveis.

A imagem retrata uma cena de consulta médica. À direita, temos uma pessoa vestindo um jaleco branco, indicando que é um profissional de saúde. Ela segura uma caneta e escreve em um documento que parece estar em uma prancheta. À esquerda, outra pessoa está sentada em frente ao profissional de saúde, com o polegar levantado, possivelmente indicando boa saúde ou concordância. Ao fundo, há um laptop aberto sobre uma mesa e o que parece ser parte de um estetoscópio.

Consultoria especializada

Considerar a contratação de consultores financeiros especializados em saúde pode ser uma boa ideia. Esses profissionais oferecem uma perspectiva externa e ajudam a identificar áreas de melhoria que talvez não sejam evidentes para a equipe interna. 

Eles também podem auxiliar na implementação de novos processos e tecnologias, aumentando a eficiência do controle financeiro.

Adaptação às mudanças do mercado

Fique atento às novas regulamentações, tendências de mercado e tecnologias que possam impactar as finanças da clínica. Adaptar-se rapidamente a essas mudanças pode evitar problemas futuros e garantir que a clínica continue competitiva.

Inovação nos processos

Buscar sempre inovar nos processos financeiros pode trazer grandes benefícios para a saúde financeira da clínica. 

Desde a adoção de novas tecnologias até a implementação de novos modelos de pagamento, a inovação ajuda a otimizar os recursos e a melhorar a gestão financeira. Avalie regularmente os processos atuais e procure por oportunidades de melhoria.

Revisões financeiras 

Estabeleça uma rotina de revisões financeiras regulares, sejam elas mensais, trimestrais ou anuais. Isso permite identificar problemas precocemente e fazer os ajustes necessários para manter a saúde financeira da clínica. 

Durante essas revisões, analise relatórios financeiros e indicadores-chave de desempenho (KPIs) para monitorar a performance financeira.

Melhorar o controle financeiro da sua clínica médica envolve uma série de práticas e estratégias. Seguindo essas dicas, você pode garantir uma gestão financeira mais eficaz e rentável.

Lembre-se de que uma gestão financeira sólida não apenas mantém a clínica funcionando sem problemas, mas também permite investir em melhorias que beneficiam tanto a equipe quanto os pacientes. 

Ao seguir essas práticas, você estará preparado para enfrentar qualquer desafio financeiro que surgir, permitindo que você se concentre no que realmente importa: proporcionar um atendimento de alta qualidade aos seus pacientes.

Então, comece hoje a implementar essas dicas e veja a diferença que um bom controle financeiro pode fazer na sua clínica. Sucesso na sua jornada financeira e na gestão da sua clínica!

Meios de pagamento: e-commerce 

Meios de pagamento: e-commerce 

Os meios de pagamento para e-commerce são as formas de pagar compras online. 

Esses meios de pagamento variam de diversos formatos, como cartões de crédito, carteiras digitais, transferências bancárias e o Pix.

Para escolher os meios de pagamento é necessário considerar as opções que melhor se encaixam com o seu público alvo.

Por outro lado, com tantas opções, é difícil escolher o que melhor se encaixa no seu e-commerce.

Portanto, para auxiliar nesse processo, montamos um texto completo com todas as informações sobre os meios de pagamento para e-commerce. 

A imagem mostra uma mão segurando um cartão de crédito e uma máquina de pagamento com fundo amarelo sólido. A máquina tem um teclado com números e outros botões de função, e não há marcas visíveis ou identificação na máquina. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

Quais são os principais meios de pagamento para e-commerce?

Os meios de pagamento para e-commerce são as formas de fazer a compra em um comércio eletrônico. 

Esses meios são os mais tradicionais, como transferências e boletos, mas também os mais modernos, como cartão de crédito e pix.

Essas diferentes opções de pagamentos são importantes para facilitar o processo de compra dos clientes no seu e-commerce. Assim, tornando-a mais rápida, segura e adequada. Os principais meios de pagamento para e-commerce são:

  • Cartão de crédito
  • Pix
  • Boleto bancário 
  • Débito online 
  • Carteira digital 
  • Link de pagamento 
  • Transferência bancária 
  • Gateways de pagamento

Cartão de crédito 

O pagamento realizado através do cartão de crédito é um dos pagamentos mais utilizados nas lojas virtuais. Segundo pesquisa do CNDL, cerca de 57% dos consumidores usam o cartão de crédito como meio de pagamento em compras online.

Essa preferência pode se dar por vários motivos, um deles sendo a opção de parcelamento. Mas, outro motivo pode ser a sua simplicidade. Para usar o cartão de crédito como pagamento em um e-commerce, basta que o cliente insira os dados do cartão. Algumas operadoras fazem a verificação do cartão antes de registrar a compra, auxiliando no processo.

Uma vantagem de usar o cartão de crédito para o e-commerce é que a confirmação do pagamento é feita rapidamente. Mas, para facilitar a compra do seu cliente, é preciso ter algumas formas de segurança. Ela também serve para garantir a segurança da loja virtual.

Vantagens de usar o cartão de crédito: 

  • Agilidade
  • Facilidade de compra 
A imagem mostra uma mão segurando um cartão de crédito em frente a um teclado de laptop aberto. O cartão de crédito tem um chip no lado esquerdo e está orientado de forma que a faixa magnética estaria na borda superior se fosse visível. O teclado do laptop é preto, com caracteres brancos nas teclas, e a tela não está visível. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

Pix

O Pix é o meio de pagamento mais recente, mas que já se tornou um dos preferidos. Ele permite transferências instantâneas entre contas, sem limite de valor, independente do banco. O Pix funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, podendo ser feito a qualquer momento.

Dessa forma, o Pix pode ser feito pelo pix copia e cola ou por QR code. No pix copia e cola é gerado um código que o cliente deve colar no aplicativo do banco. Já com QR code, o cliente lê o código diretamente no aplicativo do banco.

Portanto, esse meio de pagamento é uma ótima estratégia, porque ele aumenta a sua taxa de conversão e diminui carrinhos abandonados. 

Vantagens do Pix:

  • Agilidade no fechamento da compra
  • Redução dos custos de transação
  • Maior satisfação dos clientes
  • Redução de inadimplência

Boleto Bancário 

O boleto bancário é um meio de pagamento utilizado há bastante tempo no Brasil. Essa é uma opção mais acessível para quem não possui dinheiro ou crédito disponível.

Dessa forma, para o cliente usar o boleto bancário, é muito simples. Ele é emitido pelo e-commerce e deve ser pago em até 72h.

Em relação ao tempo de processamento, o boleto bancário costuma demorar até 3 dias úteis para compensar o pagamento. O que pode ser uma desvantagem para o e-commerce, que leva mais tempo para receber o valor.

Para utilizar o boleto como forma de pagamento é necessário ter uma conta aberta em um banco e solicitar o registro.

A imagem mostra uma coleção de itens sobre uma superfície de madeira branca. Há vários papéis. Também há um envelope, um bloco de notas em branco com linhas e dois instrumentos de escrita – uma caneta e um lápis – colocados sobre os papéis. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

Débito online

O débito online é uma forma de pagamento que substitui o boleto bancário, sendo quase como uma transferência. Isso porque o dinheiro sai da conta do cliente e entra de forma instantânea para a loja.

Para que o e-commerce possa utilizar esse meio de pagamento, ele deve solicitar o serviço ao banco. Ele também pode ser feito através de intermediadores de pagamento.

Carteira digital

A carteira digital é uma versão virtual de uma carteira física. Nela podem ser incluídos cartões de crédito e débito e seus respectivos dados. Essas carteiras realizam e recebem pagamentos com cartões ou com saldo do aplicativo.

As carteiras digitais, como PicPay e PayPal, servem como uma união de contas e faturas. Isso porque elas auxiliam no pagamento com o cartão de crédito, mas utilizando o limite de um cartão que já existe.

Algumas lojas também oferecem cashback sobre as compras, que ficam no saldo da carteira e podem ser utilizadas como quiser.

Elas são vantajosas para e-commerces, uma vez que facilitam o pagamento para o cliente, evitando a perda da venda.

Vantagens de uma carteira digital:

  • Praticidade e versatilidade
  • Otimização de tempo
  • Facilidade de acesso
  • Informações reunidas em um único lugar
A imagem mostra uma mão segurando um smartphone acima de uma maquininha de cartão. A tela do smartphone exibe o cartão para pagamento de uma compra. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

O link de pagamento é uma forma de pagamento que permite ao cliente pagar sem precisar entrar na loja virtual. Essa forma de pagamento é muito útil para lojas que não utilizam apenas o e-commerce como forma de venda. Ou seja, é possível vender por outros canais, como WhatsApp e redes sociais.

Com o link de pagamento o cliente escolhe seus produtos, a loja manda o link e o cliente faz o pagamento. Com esse meio de pagamento o cliente escolhe a melhor forma de pagar, dentre as disponíveis pela intermediadora.

Esse é um meio muito prático e eficaz de encurtar a compra e tornar a venda mais fácil de ser realizada. Além de economizar o tempo dos consumidores. 

Vantagens link de pagamento:

  • Praticidade e agilidade
  • Flexibilidade
  • Múltiplos  
  • Facilidade de gestão
A imagem mostra uma mão segurando um smartphone com o aplicativo de um banco, indicando uma transferência. Nela será enviado 1.000 dólares e quem vai receber o valor o recebe em euros, totalizando 829,72 euros. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

Qual é o processo para integrar um e-commerce aos meios de pagamento?

Cada sistema de pagamentos possui uma forma de realizar a sua própria integração. Dessa forma, é necessário consultar o sistema escolhido e entender qual a melhor forma para fazer o processo.

Abaixo separamos uma sugestão de processo para realizar a integração:

  • Efetue o cadastro intermediador da sua escolha
  • Valide a conta junto ao intermediador do seu banco
  • Faça as configurações necessárias junto ao intermediador de pagamento
  • Faça um pagamento de teste no sistema para verificar se todas as informações estão funcionando corretamente; 

Qual a melhor forma de integrar minha loja virtual aos meios de pagamento?

Adquirente

O adquirente é responsável por processar pagamentos. Essa solução é responsável por intermediar e processar transações financeiras feitas com cartão de crédito, débito ou Pix. 

Dessa forma, por meio de uma rede de parceiros é possível oferecer várias condições de pagamentos para os clientes. 

Subadquirente

O meio subadquirente é o intermediador de pagamentos focado em lojas de pequeno porte e em negócios online.

Dessa forma, os meios subadquirentes não se comunicam com bandeiras de cartões ou instituições financeiras emissoras, mas com as próprias adquirentes. Assim, eles conectam o comerciante com o adquirente.

A imagem mostra uma mão segurando um smartphone acima de uma maquininha de pagamento por cartão. A tela do smartphone está em branco, indicando que pode estar sendo usada para uma transação digital. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

Provedor de serviços de pagamento (PSP) 

O Provedor de Serviços de Pagamento (PSP) é uma tecnologia de pagamentos online que atua como intermediário. Ele intermedia transações entre compradores, vendedores, bancos e instituições financeiras.

O PSP trabalha com bancos adquirentes (processadores de pagamento) que gerenciam o processo de transação até o fim. Assim, o PSP é responsável por todo o processo de compra. Ou seja, desde o momento que o cliente insere os seus dados na conta, até o valor chegar na conta.

Gateway de pagamento 

O sistema Gateway de pagamento atua como intermediário entre um comprador e um vendedor, facilitando a transação financeira de forma segura.

Basicamente, essa plataforma de pagamentos conecta um site específico de vendas ou uma plataforma de comércio eletrônico com as instituições financeiras. Assim, permitindo que os clientes possam escolher entre diferentes métodos de pagamentos, como cartão de crédito ou débito, Pix e boleto. 

Esse sistema garante que as informações do consumidor cheguem à instituição do vendedor. Assim, a compra é realizada.

Intermediadores de pagamento

Um intermediador de pagamentos é uma solução responsável por atuar como ponte entre o vendedor, comprador e os bancos adquirentes. Isso é, são responsáveis por conectar os envolvidos nas transações financeiras com cartões de crédito ou débito.

Dessa forma, sua principal função é garantir a segurança das operações financeiras. Assim, realizando o processamento seguro de dados para a aprovação da instituição financeira responsável. Além disso, comunica o cliente e o vendedor sobre a confirmação ou não da transação.

Se a transação for aprovada, o pagamento é processado e os fundos são transferidos para a conta bancária do vendedor.

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A imagem mostra uma mão segurando um smartphone com a tela visível. Na tela do smartphone, há um gráfico de um cifrão no centro, com “$29.00” exibido na parte superior. Abaixo do cifrão, há um texto que diz “Toque para enviar ou solicitar”. O fundo atrás da mão e do telefone está desfocado. Essa imagem representa os meios de pagamentos usados em transações de varejo e comércio.

As pessoas também perguntam

Qual é o melhor meio de pagamento para e-commerce?

Não existe um meio de pagamento ideal para um e-commerce. Existem os meios de pagamento que melhor se adaptam a realidade de cada comerciante. Entretanto, os clientes têm o seu meio de pagamento preferido.

A Opinion Box realizou uma pesquisa com os meios mais utilizados no Brasil. A ordem de preferência é:

  • Cartão de crédito
  • Pix
  • Cartão de débito ou débito online
  • Carteiras digitais
  • Boleto bancário

Assim, mesmo que o melhor meio seja o que melhor se adapta, é importante entregar aos clientes o que eles esperam. Afinal, imagine decidir pela compra e na hora de pagar não ter o meio de pagamento escolhido. A loja acaba perdendo a venda para os concorrentes que aceitam os meios preferidos dos consumidores.

Qual a diferença entre meio de pagamento e forma de pagamento?

O meio de pagamento é o meio utilizado pela empresa para pagar por um produto ou serviço. Os meios de pagamento mais comuns são o cartão de crédito e o pix. Por outro lado, a forma de pagamento é o modo utilizado para realizar o pagamento, podendo ser a vista ou parcelado.

Qual é o melhor sistema de pagamento para e-commerce?

O melhor sistema de pagamento para e-commerce é aquele que atende as necessidades do seu negócio. Além disso, ele precisa ter uma variedade de meios de pagamento que facilitem o fechamento de vendas do seu comércio eletrônico. 

Melhores CRMs: Confira os 11

Melhores CRMs: Confira os 11

O que é um CRM?

Um CRM é uma ferramenta que gerencia as informações dos leads, faz a gestão de contatos e do atendimento. Assim, ele ajuda na venda, tendo o registro do lead, suas visitas e contato com os vendedores. Os CRMs também podem ser utilizados para enviar e-mails ou mensagens.

CRM é sigla para Customer Relationship Management, ou na tradução direta Gestão do Relacionamento do Cliente. Ele é um sistema que facilita os processos comerciais e melhora o relacionamento com os clientes.

Como o CRM vai gerir as informações dos clientes e o contato, ele precisa ter toda garantia para o negócio. Assim, é preciso que essa ferramenta tenha tudo que a empresa busca. Mas, como são muitas opções no mercado, pode ser complicado.

Então, para ajudar, reunimos os melhores CRMs com suas principais funcionalidades.

Quais são os melhores CRMs? 

Agora que já explicamos como funcionam os CRMs, vamos mostrar os melhores CRMs do mercado. Dentre elas estão: 

  • SalesForce
  • Ploomes
  • Insightly
  • Zendesk Sell 
  • Moskit
  • Nectar CRM
  • HubSpot 
  • Piperun CRM
  • Zoho CRM
  • RD Station 
  • Agendor 

SalesForce

O SalesForce é uma plataforma de CRM focada na solução de relacionamentos, para aproximar a empresa dos seus clientes. Assim, ela oferece uma visão única e personalizada.

No momento que o SalesForce é implementado, as equipes têm uma visão compartilhada dos dados e informações do cliente. Isso leva a experiências mais alinhadas e personalizadas, construindo um relacionamento duradouro.

Dentre as funcionalidades do SalesForce estão:

  • Acesso a relatórios completos
  • Acompanhamento do funil de vendas
  • Maior controle de oportunidades 
  • Automação de processos
  • Integração com as redes sociais

Planos

  • Starter: $25,00/mês
  • Sales Professional: $80,00/mês
  • Enterprise: $165,00/mês
  • Unlimited: $330/mês
Página inicial do CRM Salesforce

Ploomes

O Ploomes é uma plataforma CRM completa, com soluções personalizadas para auxiliar nos processos empresariais. Assim, integrando desde o funil de vendas, gestão de estoque e financeiro.

Dessa forma, o Ploomes oferece diversas ferramentas que centralizam as informações dos clientes. Isso facilita o trabalho das equipes e fortalece o relacionamento dos seus clientes com seu negócio.

Além disso, a plataforma oferece integração com ERPs. Essas integrações centralizam toda a atividade do vendedor, eliminando a possibilidade de retrabalho.

Dessa forma, o Ploomes oferece diversas funcionalidades como: 

  • Centralização das informações de clientes
  • Automação de propostas e Automação de documentos: 
  • Interface centralizadora 
  • Integração com e-mail 
  • Funis de vendas
  • Acesso a histórico de clientes
  • Importação e exportação de dados de clientes 
  • Acesso a relatórios e indicadores de KPIs

Planos

O Ploomes contém um plano central no valor de R$ 240,00. Assim, para melhorar o plano podem ser contratados módulos extras, conforme a necessidade da sua empresa. Dentre os módulos estão:

  • Workflow (Automação de funis e processos) – R$ 35,00
  • Formulários externos – R$ 20,00
  • Propostas e documentos – R$ 35,00
  • Configure Price Quote (CPQ) – Sob consulta
  • Analytics – R$ 30,00
  • Produtos do cliente (Base instalada) – R$ 25,00
Página inicial do CRM Ploomes

Insightly

O Insightly é uma ferramenta responsável por automatizar e simplificar os processos de venda. Esse CRM traz diversas funcionalidades que auxiliam a automação do fluxo de trabalho. Além disso, com ele, é possível enviar, rastrear e salvar e-mails. 

Dessa forma, o Insightly mantém todos os dados e informações dos seus clientes atuais e potenciais clientes em um único lugar. Assim, afetando diretamente a produtividade da empresa. 

Recursos disponíveis no Insightly:

  • Gestão de contatos
  • Gerenciamento de vendas
  • Gerenciamento de projetos
  • Gerenciamento de tarefas
  • Relatórios e paineis  
  • Automatização de processos
  • Integração com aplicativos

Planos

  • Mais: $ 29/mês
  • Profissional: $ 49/mês
  • Empreendimento: $ 99/mês
Página inicial do CRM Insightly

Zendesk Sell 

O Zendesk Sell é um CRM de vendas para melhorar a produtividade das vendas, a visibilidade de pipeline e a receita. Isso porque, com ele você pode montar uma equipe focada em dados e que acompanhe as expectativas dos clientes.

Dessa forma, através dele é realizado o gerenciamento de contatos e oportunidades, monitoramento de atividades e a geração de leads. Além disso, é possível automatizar tarefas para facilitar a rotina da equipe comercial.

Recursos do Zendesk Sell: 

  • Integração com email
  • Gerenciamento de contato
  • Ferramentas de engajamento de vendas
  • Gestão de tarefas
  • Visualização completa do cliente
  • Marketplace
  • Plataforma centralizada
  • Controle de pipeline ( Previsão precisa, Análise de pipeline, análises avançadas) 

Planos

Mensal: 

  • Equipe de vendas: R$ 180/mês
  • Venda crescimento: R$ 465/mês
  • Vender profissional: R$ 985/mês 

Anual: 

  • Equipe de vendas: R$ 135/mês
  • Venda crescimento: R$ 359/mês
  • Vender profissional: R$ 755/mês 
Página inicial do CRM Zendesk

Nectar CRM

O Nectar é uma plataforma de gestão de relacionamento com o cliente que entrega relatórios personalizados. Isso tudo através de uma Inteligência de Análise de Dados.

Dessa forma, o Nectar CRM facilita a captura de leads, conectando pré vendas, vendas e pós vendas em um só lugar. 

Dentre algumas funcionalidades da plataforma estão:

  • Acompanhamento de ligações realizadas e ligações atendidas.
  • Propostas e Contratos personalizados
  • Oportunidades – Gerenciamentos de Cards
  • Oportunidades – Workflow
  • Metas
  • Dashboard – Visão Comercial
  • Análise de Conversão 

Planos

Mensal:

  • Pro: R$199,00 
  • Enterprise: R$299

Anual:

  • Pro: R$169,00
  • Enterprise: R$254
Página inicial do CRM Nectar

HubSpot

O HubSpot é um software de gerenciamento de clientes com diversas funcionalidades para diferentes necessidades. Ele auxilia tanto com as informações como com o marketing, o atendimento ao cliente e a gestão de conteúdo.

Dessa forma, o HubSpot cuida de mínimos detalhes, como registro de e-mails e gerenciamento de dados. Assim, possibilitando que você tenha mais tempo para em outros processos.

Dentre as ferramentas os recursos disponíveis no HubSpot, estão:

  • Gerenciamento e prospecção de leads
  • Modelos de e-mail
  • Rastreamento de e-mail e chamadas
  • Automação de vendas
  • Agenda de reuniões
  • Rastreamento de documentos
  • Pipelines de vendas
  • Análise e relatórios de vendas referência 
  • Pagamentos
  • Software de orçamento

Planos

Mensal:

  • Plataforma de Clientes Professional: A partir de $1.300/mês
    • Inclui 5 licenças adicionais a partir de $50/mês
  • Plataforma de Clientes Enterprise: A partir de $4.300/mês
    • Inclui 7 licenças adicionais a partir de $75/mês

Anual:

  • Plataforma de Clientes Professional: A partir de $1.170/mês
    • Inclui 5 licenças adicionais a partir de $45/mês
  • Plataforma de Clientes Enterprise: A partir de $4.300/mês
    • Inclui 7 licenças adicionais a partir de $75/mês
Página inicial do CRM Hubspot

Piperun CRM 

O PipeRun é uma ferramenta de CRM que impulsiona o crescimento das vendas e a produtividade dos processos comerciais. Assim, dentro do sistema do Piperun é possível usar recursos que auxiliam a organizar os processos de vendas do negócio.

Dentre os Recursos Piperun estão:

  • Captura e Gestão de leads
  • Kanban e Gestão de vendas
  • Ações Automáticas de Funil
  • Aplicativos e Extensões
  • Propostas e Preços
  • Parcelas e Comissões
  • Assinatura Eletrônica
  • APIs e WebHooks

Planos

Mensal:

  • Básico: R$ 199,90
  • Intermediário: R$ 399,90
  • Profissional: R$ 539,90
  • Avançado: R$ 679,90 

Anual:

  • Básico: R$ 152,92
  • Intermediário: R$ 319,92
  • Profissional: R$ 431,92
  • Avançado: R$ 543,92 
Página inicial do CRM Piperun

Zoho CRM

O Zoho CRM é uma plataforma de CRM que promete fornecer uma ampla variedade de soluções e integrações personalizadas para empresas. Assim, automatizando fluxos de trabalho, processos, campanhas e jornada de clientes.

Em relação aos clientes, o Zoho CRM disponibiliza uma variedade de canais de vendas para realizar a interação. 

Além disso, é possível obter diversos relatórios e insights para impulsionar o crescimento da empresa de maneira racional e sustentável.

Dentre as funcionalidade do Zoho CRM estão:

  • Relatórios e paineis personalizados
  • Gerenciamento de processos 
  • Multicanais de contato
  • Capacitação de vendas
  • Gerenciamento de desempenho
  • Personalização 
  • Aplicativo para dispositivos móveis 
  • Automação de marketing 

Planos

Mensal:

  • Padrão: R$ 125,00
  • Profissional: R$ 215,00
  • Empresa: R$ 310,00
  • O melhor: R$ 400,00

Anual:

  • Padrão: R$ 86,25
  • Profissional: R$ 165,00
  • Empresa: R$ 250,00
  • O melhor: R$ 320,00
Página inicial do CRM Zoho

RD Station 

O RD Station CRM é uma plataforma responsável por automatizar e organizar os processos comerciais de uma empresa. 

Através da plataforma é possível organizar e dar mais visibilidade para os processos de uma empresa. Assim, ele entrega um aumento na quantidade de vendas. 

Além disso, é possível ter todas as conversas em um só lugar, com as interações via Whatsapp, Email e telefone. Assim, melhorando a abordagem para seus clientes. 

Recursos do RD Station CRM: 

  • Gerenciamento de contatos
  • Funil de vendas
  • Integração com outras ferramentas
  • Histórico de interações 
  • Relatórios 

Planos

Mensal:

  • Free: R$0
  • Basic: R$ 60/mês
  • Pro: R$ 90/mês

Anual:

  • Free: R$ 0
  • Basic: R$ 54/mês
  • Pro: R$ 81/mês
Página inicial do CRM RD Station

Agendor 

O Agendor é um CRM que oferece mais visibilidade dos funis de vendas e domínio sobre desempenho do time. 

Dessa forma, o Agendor oferece funções que automatizam o processo de venda. Além disso, oferece mais autonomia aos vendedores na hora de fechar a venda. 

Funcionalidades do Agendor:

  • Gestão de funil de vendas
  • Criação de rotas de vendas 
  • Monitoramento de desempenho
  • Fluxo inteligente de atividades
  • Histórico de clientes
  • Carteira de clientes

Planos

Mensal:

  • Gratuito: R$ 0
  • Pro: R$ 53,00

Anual:

  • Gratuito: R$ 0
  • Pro: R$ 47,70
Página inicial do CRM Agendor

Como funciona um CRM? 

Com um software CRM é possível conectar e unir diversas informações dos clientes. Assim, ele armazena informações, identifica oportunidades, registra problemas e administra campanhas. 

Um CRM auxilia as empresas a construir relacionamentos com os clientes. Ele também ajuda a oferecer uma experiência de venda mais satisfatória. Além disso, auxilia que os vendedores identifiquem oportunidades e melhorem a rotina, assim, aumentando a produtividade.

Essa ferramenta resulta em um aumento nas conversões e em um melhor relacionamento entre o negócio e o consumidor. 

Quais são as vantagens de um CRM?

Os CRMs possuem diversas vantagens que ajudam a aumentar a eficiência de um negócio. Isso engloba vantagens que auxiliam no progresso da empresa na melhoria das estratégias de atendimento ao cliente. 

Dentre as principais vantagens de CRMs, estão:

  • Facilita a segmentação de clientes
  • Comunicação mais eficiente com os clientes
  • Dados organizados e acessíveis 
  • Processo de vendas mais realista e eficiente
  • Conhecimento mais aprofundado dos clientes
  • Aumento da satisfação dos clientes
  • Novas oportunidades de negócio 
  • Facilidade na gestão da carteira de clientes
  • Aumento das vendas

Quais são os 4 tipos de CRM?

CRM Analítico

O CRM Analítico possui foco em análise de dados. Esse tipo de CRM tem a função de coletar, organizar e apresentar dados relevantes para o negócio. Assim, aumentando a taxa de conversão, melhorar a experiência de compra e identificar possíveis oportunidades de crescimento. 

Em resumo, esses dados são importantes para a empresa entender quem são seus clientes e como alcançá-los de maneira eficaz. Os dados retirados do CRM analítico também auxiliam a prever o volume de vendas estimado em um determinado período.

CRM Operacional

O CRM Operacional é responsável por captar dados e informações. Seu principal objetivo é criar canais de contato com o cliente. Isso facilita a comunicação entre a empresa e o cliente. O acesso aos dados do cliente é rápido e conveniente.

Dentro de um CRM operacional você pode encontrar todo o histórico de contato com o cliente. Isso inclui ligações, conversas e e-mails. Além disso, as etapas do funil de vendas que o cliente se encontra e o registro dos atendimentos anteriores.

CRM Colaborativo 

No CRM Colaborativo diversos setores de uma empresa colaboram entre si para melhorar a gestão de relacionamento com os clientes.

O objetivo desse tipo de CRM é melhorar a comunicação e colaboração entre as equipes. Consequentemente, ele oferece um atendimento ao cliente mais fácil e personalizado.

CRM estratégico

O CRM estratégico é responsável por implementar estratégias com o objetivo de melhorar o funil de vendas de uma empresa. Dessa forma, é possível ter um maior controle em relação aos processos comerciais.

Além disso, esse tipo de CRM é uma soma dos 3 últimos CRMs apresentados. Ele une o objetivo de formar uma visão definida das possíveis oportunidades e melhorias que o negócio pode ter. 

quatro pessoas sentadas ao redor de uma mesa em uma sala de reuniões com paredes de vidro. Três das pessoas estão de frente para a câmera. A quarta pessoa está de costas para a câmera. Na mesa, há um laptop, um caderno, algumas canetas e uma tigela de maçãs verdes.

As pessoas também perguntam

Qual o melhor CRM para pequenas empresas? 

Os melhores CRMs para pequenas empresas são aqueles que se adaptam a necessidade do negócio e estratégias. Dessa forma, abaixo separamos algumas opções de CRMs para pequenas empresas:

  • Zoho CRM
  • HubSpot CRM
  • Pipedrive
  • Brevo

Qual a diferença entre ERP e CRM?

O sistema ERP é um software de gestão de empresas, unindo e integrando os dados de diferentes setores de uma empresa. Já o CRM é um software focado nas áreas de vendas e clientes e no fluxo de informações e comunicação. 

💡 Você também pode gostar: CRM e ERP: Diferenças, funções e benefícios

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NFC-e (Nota fiscal do consumidor eletrônica) [Atualizado]

NFC-e (Nota fiscal do consumidor eletrônica) [Atualizado]

  • A NFC-e é uma nota fiscal utilizada para registrar vendas de produtos.
  • Ela é emitida diretamente para o consumidor final.
  • Para emitir a NFC-e deve ser utilizado um sistema emissor de notas fiscais.

Todo produto ou serviço vendido deve ter sua comprovação fiscal de venda ou compra. Um dos meios de atestar essa transação é a nota fiscal do consumidor eletrônica, a NFC-e. Entenda o que é a NFC-e, a diferença para a NF-e e como emitir!

O que é a NFC-e

Exemplo de NFC-e ou nota fiscal do consumidor eletrônica

A NFC-e é uma nota fiscal eletrônica que substitui o cupom fiscal e a nota de modelo 2.

A sua proposta é registrar uma operação comercial, então ela deve ser emitida pela loja diretamente ao consumidor final em uma venda.

Um dos objetivos da nova nota é fazer com que o processo comercial seja mais rápido e fácil. Por isso a substituição, processos feitos online costumam ser mais simples e rápidos. Assim, a criação, a emissão e armazenamento da nota são online, o que também diminui os gastos.

A nota fiscal do consumidor eletrônica traz mais agilidade nas questões fiscais. Podemos citar, entre elas, a facilidade de fiscalização e a agilidade no repasse de informações.

A NFC-e deve ser emitida apenas para transações feitas dentro do estado, uma vez que cada estado tem sua legislação.

Confira aqui os estados que a nota é obrigatória.

Quais são os impostos da NFC-e?

Os impostos que da NFC-e são:

  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços
  • PIS – Programa de Integração Social
  • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
  • IRPJ – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
  • CPP – Contribuição Patronal Previdenciária

Os valores pagos na nota podem variar de acordo com o regime tributário que a empresa opta.

Empresas optantes pelo Simples Nacional pagam esses impostos em uma única guia. Ou seja, não é preciso fazer a declaração de forma separada.

Como emitir uma NFC-e

Para emitir uma NFC-e a empresa deve utilizar um sistema emissor de notas fiscais. Mas, além disso, existem alguns requisitos a serem cumpridos, como:

  • solicitar autorização da SEFAZ
  • código de segurança do contribuinte
  • sistema emissor
  • certificado digital
  • inscrição estadual

Com um emissor de nota fiscal do consumidor eletrônica, como o eGestor, basta inserir todos os dados da empresa e requisitos. Assim, após, somente é necessário inserir as informações da venda e selecionar a emissão da nota fiscal do consumidor eletrônica.

Como se credenciar para emitir NFC-e?

É possível fazer o cadastramento online, no site da SEFAZ de cada estado. Confira:

  • AC – Acre: https://www.sefaz.acre.gov.br/
  • AL – Alagoas: http://www.sefaz.al.gov.br/
  • AP – Amapá: http://www.sefaz.ap.gov.br
  • AM – Amazonas: http://www.sefaz.am.gov.br/
  • BA – Bahia: http://www.sefaz.ba.gov.br/
  • CE – Ceará: https://www.sefaz.ce.gov.br/
  • DF – Distrito Federal: http://www.fazenda.df.gov.br
  • ES – Espírito Santo: https://internet.sefaz.es.gov.br/
  • GO – Goiás: http://www.economia.go.gov.br/
  • MA – Maranhão: http://sistemas.sefaz.ma.gov.br/sco/portal/
  • MT – Mato Grosso: http://www5.sefaz.mt.gov.br/
  • MG – Mato Grosso do Sul: http://www.sefaz.ms.gov.br/
  • MG – Minas Gerais: http://www.fazenda.mg.gov.br
  • PA – Pará: http://www.sefa.pa.gov.br
  • PB – Paraíba: http://www.receita.pb.gov.br
  • PR – Paraná: http://www.fazenda.pr.gov.br
  • PE – Pernambuco: https://www.sefaz.pe.gov.br/
  • PI – Piauí: https://www.sefaz.pi.gov.br/
  • RJ – Rio de Janeiro: http://www.fazenda.rj.gov.br
  • RN – Rio Grande do Norte: http://www.set.rn.gov.br
  • RS – Rio Grande do Sul: http://www.fazenda.rs.gov.br
  • RO – Rondônia: http://www.sefin.ro.gov.br
  • RR – Roraima: https://www.sefaz.rr.gov.br/
  • SC – Santa Catarina: https://www.sef.sc.gov.br/
  • SP – São Paulo: http://www.portal.fazenda.sp.gov.br
  • SE – Sergipe: http://www.sefaz.se.gov.br/
  • TO – Tocantins: http://www.sefaz.to.gov.br/
NFC-e

Estados onde a NFC-e já é obrigatória

Estados que já tem o cronograma concluído:

  • AC – Acre: Obrigatória desde 2015.
  • AL – Alagoas: Obrigatória desde 2018.
  • AP – Amapá: Obrigatória desde 2020.
  • AM – Amazonas: Obrigatória desde 2015.
  • BA – Bahia: Obrigatória desde 2019
  • CE – Ceará: Obrigatória desde 2019 com o uso do MFE (Módulo Fiscal Eletrônico). 
  • DF – Distrito Federal: Obrigatória desde 2017.
  • ES – Espírito Santo: Obrigatória desde 2018.
  • GO – Goiás: Obrigatória desde 2018.
  • MA – Maranhão: Obrigatória desde 2017.
  • MT – Mato Grosso: Obrigatória desde 2014.
  • MS – Mato Grosso do Sul: Obrigatória desde 2019. 
  • MG – Minas Gerais: Obrigatória desde 2021.
  • PA – Pará: Obrigatória desde 2016.
  • PB – Paraíba: Obrigatória desde 2017.
  • PR – Paraná: Obrigatória desde 2016.
  • PE – Pernambuco: Obrigatória desde 2018.
  • PI – Piauí: Obrigatória desde 2018.
  • RJ – Rio de Janeiro: Obrigatória desde 2017.
  • RN – Rio Grande do Norte: Obrigatória desde 2017.
  • RS – Rio Grande do Sul: Obrigatória desde 2019. 
  • RO – Rondônia: Obrigatória desde 2016.
  • RR – Roraima: Obrigatória desde 2016.
  • SC – Santa Catarina: Obrigatória desde 2022 com o uso do DAF (Dispositivo Autenticador Fiscal).
  • SP – São Paulo: Obrigatória desde 2018, com o uso do SAT fiscal.
  • SE – Sergipe: Obrigatória desde 2016.
  • TO – Tocantins: Obrigatória desde 2019. 

Por quanto tempo devo armazenar uma NFC-e?

O tempo para fiscalização de empresas do Brasil é de 5 anos. Dessa forma, esse é o tempo necessário de armazenamento da NFC-e. Ou seja, toda NFC-e deve ser armazenada por no mínimo 5 anos.

Diferente dos outros documentos fiscais, a NFC-e é armazenada em ambiente digital, ou seja, na nuvem. Então, para automatizar e simplificar esse processo, o indicado é utilizar um sistema emissor de NFC-e que faça esse armazenamento

Quais são as principais rejeições da NFC-e

204 – Duplicidade de NF-e

Essa rejeição ocorre quando a chave de acesso da nota emitida é a mesma de outra que já foi emitida. Assim, isso normalmente acontece quando há mais de um emissor de notas, o que impede a contagem das notas de ser feita corretamente.

Correção: é possível emitir a nota com uma numeração diferente

232 – Rejeição: IE do destinatário não informada

A rejeição 232 é uma nota fiscal emitida com destinatário ‘Isento’ ou ‘Não contribuinte’, mas o destinatário tem Inscrição Estadual ativa.

Correção: verifique a inscrição do destinatário e faça a correção.

O que é a DANFE NFC-e

A DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é um documento simplificado da nota. Esse documento traz as informações principais da nota, para ser utilizado no transporte de mercadorias.

As principais informações da DANFE NFC-e são:

  • a chave de acesso da NFC-e
  • o QR Code para consulta
  • e os dados do destinatário.

A função da DANFE é acompanhar a mercadoria em transporte, mas também é usada para quando a NFC-e é emitida em contingência.

A DANFE NFC-e deve ser emitida em impressora térmica, não fiscal.

Caso exista alguma dúvida, consulte o ‘Manual de Especificações Técnicas do DANFE NFC-e e QR Code’. Ele pode ser encontrado no Portal da Nota Fiscal Eletrônica, no menu “Documentos / Manuais”.

O que é o QR Code da Nota Fiscal de Consumidor?

O QR code é um código de barras que pode ser lido pelo celular para acessar um site, imagem ou outra informação.

A NFC-e possui um QR code para cada nota emitida. Ele serve para que se possa consultar a nota em sua forma digital apenas apontando o celular para ela. Assim, não há necessidade de digitar a chave de acesso ou informar seus dados.

Vantagens de emitir a NFC-e

A nota fiscal do consumidor eletrônica tem várias vantagens voltadas para a economia e praticidade. Algumas vantagens são:

  • Economia
    • Diminuição do uso de papel: como a nota é eletrônica, não há necessidade de impressão. Assim, também não há necessidade de preocupação com o armazenamento da nota.
    • Não é necessário o uso de equipamento de emissão de cupom fiscal: os valores de impressoras fiscais e não fiscais variam. O gasto com uma impressora fiscal é muito maior, tanto de compra como de manutenção e uso. Portanto, sem ter que usar uma, os gastos diminuem.
  • Praticidade
    • Diminuição de processos manuais: como as obrigações acessórias, tal qual emissão de Redução Z, Leitura X, Revalidação, e outros. Alguns cooperam na diminuição do uso de papel.
    • Segurança em relação a impostos: uma vez que a nota é feita e emitida de forma online e automática, não há possibilidade de erro em questão de dados. Isso acontece pois a fiscalização é realizada em tempo real. 
    • Transmissão online: não há necessidade de espera para autorização da nota e nem trabalho manual em relação a sua criação. Assim, também é possível enviá-la ao seu cliente por e-mail.
nota fiscal do consumidor eletrônica

Como cancelar NFC-e

A nota fiscal do consumidor eletrônica pode ser cancelada através do sistema em que a nota foi emitida.

Mas é importante lembrar que para o cancelamento, o produto não pode ter saído da loja. Além disso, o prazo de cancelamento é de até 24h após a autorização da SEFAZ.

Vale a pena contratar um emissor de NFC-e?

Sim, vale a pena contratar um emissor de NFC-e para emitir suas notas. A ajuda de um emissor para emitir uma nota faz com que ele se torne mais rápido e fácil. Uma vez que um sistema emissor de nota fiscal é integrado, é possível emitir a nota utilizando os dados da venda.

Dessa forma, não há preocupação alguma com possíveis erros, porque ele já tem as suas informações salvas, de forma segura. Ou seja, diminuindo o tempo gasto com questões burocráticas.

Considerações finais

A emissão de NFC-e traz apenas vantagens para quem a utiliza. Assim, quando emitida por um sistema que realiza a emissão, ela é toda integrada com os outros setores da empresa. Mas não só isso, ela é mais barata, porque sua impressão é em impressoras não fiscais e não há necessidade de armazenamento.

Também é importante lembrar que caso a empresa não emita a nota, em alguns estados, ela pode ser penalizada. Por exemplo, na Bahia, a empresa pode, inclusive, perder sua Inscrição Estadual. Portanto, fique atento à obrigação da nota fiscal do consumidor eletrônica

eGestor

Além de emitir a NFC-e, o eGestor, também é um sistema emissor de NFS-e e da NF-e. O sistema também emite boletos e faz o controle de estoque, financeiro, fluxo de caixa e de produção.

Uma vantagem do eGestor é a integração. Isso significa que ao registrar uma venda no sistema e emitir a NFC-e, todos os gastos serão calculados de forma automática. Ainda, é possível gerar relatórios financeiros, de vendas, de compra, de produção e de produtos. Isso permite ampliar a visão dos mais diversos setores da sua empresa

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CLT: Entenda o que é a Consolidação das Leis Trabalhistas

CLT: Entenda o que é a Consolidação das Leis Trabalhistas

A legislação define as leis trabalhistas como acordos que regulam as relações individuais e coletivas do trabalho. Por isso, as normas garantem os direitos e deveres tanto de empregados quanto de empregadores e devem ser de conhecimento de ambas as partes. É fundamental entender a CLT para quem inicia um negócio ou decide entre ser CLT ou PJ. Isso porque ações judiciais são um dos principais desafios para os empresários.

Empreendimentos de qualquer porte precisam obedecer a essas regras e podem ter grandes prejuízos financeiros caso não as cumpram. No entanto, com frequência, o erro não se dá por má-fé, e sim por falta de orientação a respeito das leis. Além disso, é importante ressaltar que a maioria das determinações vale tanto para comércios de bairro quanto para corporações multinacionais. Por isso, para ajudá-lo nesse tema, reunimos algumas das principais leis trabalhistas de utilidade geral.

O que é a CLT?

Sancionado pelo presidente Getúlio Vargas, o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, unificou a legislação trabalhista no Brasil. Assim, a CLT, ou Consolidação das Leis do Trabalho, passou a regular todos os tipos de relações de trabalho em território nacional.

A legislação da época regulava apenas algumas categorias profissionais. Por isso, o governo criou a CLT logo após a criação da Justiça do Trabalho. Dessa forma, ela garantiu condições de trabalho, como a regulamentação de horários, benefícios e direitos, representando uma grande conquista para os trabalhadores.

É importante interpretar essas leis de acordo com a Constituição Federal.

CLT

Tudo começa no registro do empregado

Quando um colaborador segue ordens e efetua tarefas para a sua entidade, isso caracteriza o chamado vínculo empregatício. Portanto, a carga horária ou a frequência do trabalho não alteram o vínculo empregatício. Por essa razão, o funcionário precisa ser registrado para ter seus direitos garantidos pela CLT.

Nesse processo, após a admissão, o contratado entrega sua carteira de trabalho mediante recibo. O empregador tem 48 horas para fazer as anotações na carteira de trabalho. Ele deve registrar informações como data de admissão, cargo, remuneração e condições especiais, se houver.

A partir do registro, então, ficam previstos o décimo terceiro e as férias anuais. Além disso, a lei também garante o depósito mensal do FGTS. O empregador ainda deve arcar com sua parcela do INSS, juntar a do empregado e encaminhar o montante ao governo. Portanto, a maneira mais fácil de fazer essas contas é por meio de uma folha de pagamento.

Direitos do trabalhador segundo a CLT

Uma das principais funções da CLT é determinar os direitos e deveres, tanto do empregado como do trabalhador. Assim, confira alguns dos direitos do trabalhador.

Salário mínimo segundo a CLT

A Constituição Federal também garante o salário mínimo, que define um valor mínimo a ser pago pelo empregador ao trabalhador. Para isso, o governo o calcula com base nas necessidades do trabalhador, como moradia, alimentação, transporte e higiene.

Já segundo a CLT, o empregador deve pagar o salário mínimo por um dia normal de serviço. Além disso, o pagamento diretamente ao funcionário, sem distinção.

Esse valor também serve como base para outros cálculos. Por exemplo, para um funcionário que trabalha meio período, o cálculo do pagamento parte do valor proporcional ao salário mínimo.

Vale lembrar ainda que o Presidente da República ajusta esse valor anualmente, por meio de decreto. A título de ilustração, para o ano de 2020, o salário mínimo definido foi de R$ 1.045,00.

Vale-transporte segundo a CLT

É obrigação do empregador fornecer todos os vales essenciais para que o contratado chegue ao local de trabalho. Pratica-se, então, um desconto de 6% do salário total para cobrir a despesa. A empresa não deve pagar o valor das passagens em dinheiro ao profissional. Isso porque ele pode alegar que o valor era referente ao salário.

Por vezes, o funcionário acredita que o desconto no salário não compensa. Quando esse é o caso, ele precisa assinar um documento renunciando ao vale-transporte. Assim, tanto o empregado quanto o chefe ficam protegidos.

Cada contratado tem sua finalidade específica

Essa diretriz indica que todo integrante da empresa deve efetuar apenas os ofícios descritos na carteira de trabalho. Ou seja, mesmo que você esteja com dificuldade em algum setor da companhia, não é possível exigir que um funcionário acumule funções.

Por exemplo, é ilegal que um vendedor realize o trabalho que seria do pessoal da limpeza. Se o funcionário assegurado pela CLT entrar com uma reclamatória trabalhista, o empregador poderá se obrigado a pagar pelas duas atividades.

Licença-Maternidade e Paternidade

Quando uma funcionária engravida, ela tem direito a trocar de função, e o empregador deve liberá-la para exames e atendimentos. Além disso, contanto que ela apresente atestado médico, o empregador não deve descontar tais saídas do salário.

Durante a licença-maternidade, cabe ao INSS cobrir a remuneração por 120 dias. A empregada pode ter a licença prorrogada por mais 60 dias em empresas participantes do Programa Empresa Cidadã. A estabilidade é garantida desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.

A lei também prevê direitos ao pai. No Brasil, por exemplo, trabalhadores de empresas que participam do Programa Empresa Cidadã têm direito a 20 dias de licença-paternidade.

Férias segundo a CLT

O empregado tem 30 dias de férias garantidos a cada ano de serviço. Ele também deve receber um adicional de um terço em relação ao salário mensal. Quem define qual será o período de férias é o empregador.

Por sua vez, o empregado deve receber o pagamento até dois dias depois do início da folga. O empregador e o empregado podem dividir o período de férias, mas nenhuma parcela pode ser inferior a 10 dias corridos.

Conforme a sua área de atuação, é provável que você tenha que contratar alguém para suprir essa ausência temporária. Nesse contexto, o empreendedor é responsável por pagar o salário de ambos os funcionários.

Outras maneiras de conceder férias são as coletivas. Porém, é necessário avisar ao Ministério do Trabalho e ao sindicato.

Quando um empregado trabalha além da jornada estabelecida, mesmo que seja um minuto, ele deve receber hora extra. Nos dias úteis, bem como aos sábados, a legislação trabalhista prevê um acréscimo de 50% no pagamento. Em domingos e feriados, o adicional estabelecido é de 100%.

Lembre-se de que ninguém trabalha de graça e valorize a sua equipe. Outra alternativa é implementar um acordo para compensar essas horas a mais no expediente. No entanto, o empregador precisa esclarecer tudo em uma planilha, sobretudo se a empresa tiver mais de 10 colaboradores.

CLT

Direitos demissionais segundo a CLT

Com frequência, o momento da demissão pode apresentar certa tensão entre funcionário e empregador. Documentar todas as etapas do processo é fundamental para facilitar a demissão. Afinal, ter os registros corretos torna a situação mais segura e transparente para ambos os lados.

Nesse sentido, o acerto de contas é um dos principais pontos a serem documentados. Geralmente, ele envolve aviso prévio, salário e férias não gozadas, além do décimo terceiro proporcional e da multa de 40% sobre o FGTS.

No entanto, essa regra muda no caso de demissão por justa causa, situação em que o funcionário perde alguns direitos. Por exemplo, ele não pode mais sacar o fundo de garantia nem receber pelas férias vencidas.

Além disso, vale ressaltar que o empregador pode transformar a dispensa em demissão por justa causa. Isso acontece se o funcionário agir de modo irregular durante o aviso prévio.

Por fim, para além das questões financeiras, é importante lembrar que, tanto na admissão quanto na demissão, o funcionário precisa passar por exames médicos.

CLT

Reajuste de salário segundo a CLT

Quando a empresa faz uma correção salarial, todo profissional da categoria assegurado pela CLT deve receber o aumento. A regra contempla, inclusive, os trabalhadores que estiverem afastados por motivo de doença.

Jornada de trabalho

O expediente não pode ser superior a 8 horas por dia ou 44 horas por semana. Quando isso ocorre, aplicam-se as regras de horas extras descritas anteriormente. Entre os turnos trabalhados, deve existir um intervalo de no mínimo 11 horas.

As bonificações dadas por hábito, como cesta básica, mesmo que não constituam uma lei trabalhista da CLT, podem se tornar exigência. Se a lei entender o benefício como uma porção do salário, você não pode retirá-lo. Então, peça para que os contratados assinem um recibo que explique a gratificação pontual.

Alguns benefícios dos colaboradores são deveres do empregador. Entenda:

FGTS segundo a CLT

O empregador tem a obrigação de recolher 8% do salário do funcionário para o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Além disso, esse valor precisa estar claramente registrado na folha de pagamento. Esse valor funciona como uma reserva financeira para casos de demissão, doenças graves, compra de imóvel ou aposentadoria.

O valor do FGTS é depositado em uma conta na Caixa Econômica Federal. O trabalhador só pode sacar esse dinheiro em situações específicas, previstas em lei.

Além do FGTS, outra porcentagem do salário é destinada ao INSS, a Previdência Social. Por sua vez, o INSS destina esse valor para a aposentadoria e benefícios relacionados.

13º salário segundo a CLT

Saindo dos descontos e passando para os benefícios anuais, temos o 13º salário. Criado para impulsionar a economia, sua principal intenção foi incentivar a venda de produtos no final do ano.

O valor é igual ao salário mensal do colaborador. No entanto, se o contrato de trabalho começou há menos de 12 meses, o valor pago será proporcional aos meses trabalhados.

Quanto à forma de pagamento, o empregador pode fazê-lo em uma ou duas parcelas. Caso opte por duas, a primeira deve ser paga entre fevereiro e novembro, e a segunda, quitada até 20 de dezembro. Já o pagamento em parcela única deve ocorrer até 30 de novembro.

Com essas informações, esperamos ter sanado as principais dúvidas sobre as leis do trabalho e ajudado a evitar problemas recorrentes na interação empregado-empregador.

Mudanças na CLT

Apesar de resguardar direitos dos trabalhadores e impor deveres aos contratantes, a CLT possui diversas críticas. Por ser uma lei antiga, ela precisou de atualizações ao longo do tempo.

A última ocorreu com a reforma trabalhista do governo Temer, em 2017. Essa reforma tratou de temas como terceirização e trabalho intermitente.

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Perguntas frequentes sobre CLT

  1. O que é a CLT?

    CLT é a sigla para Consolidação das Leis do Trabalho, conjunto de regras que define direitos e deveres de empregados e empregadores no Brasil.

  2. Quando foi criada a CLT e por quem?

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi criada em 1º de maio de 1943, durante o governo de Getúlio Vargas. – Decreto-Lei nº 5.452, Getúlio Vargas, 1943.

  3. Quais são os direitos garantidos pela CLT?

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante diversos direitos ao trabalhador, entre os principais:
    – carteira assinada;
    – salário mínimo;
    – férias remuneradas + 1/3;
    – 13º salário;
    – FGTS;
    – jornada de trabalho limitada;
    – horas extras;
    – descanso semanal remunerado;
    – licença-maternidade e licença-paternidade;
    – aviso prévio;
    – seguro-desemprego;
    – adicional noturno e de insalubridade, quando aplicável.

  4. Como funciona o registro em carteira segundo a CLT?

    Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador deve registrar o trabalhador formalmente na Carteira de Trabalho desde o início das atividades. Esse registro inclui informações como cargo, salário, data de admissão, jornada e dados da empresa.
    Hoje, o processo é feito principalmente pela Carteira de Trabalho Digital, com envio das informações ao eSocial. O registro garante acesso aos direitos trabalhistas, como FGTS, férias, 13º salário e INSS.

  5. Quantas horas de trabalho a CLT permite por dia e por semana?

    Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a jornada padrão é de até 8 horas por dia e 44 horas por semana, podendo haver horas extras conforme a legislação e acordos trabalhistas.

  6. Como é calculada a hora extra pela CLT?

    Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a hora extra deve ser paga com acréscimo mínimo de 50% sobre o valor da hora normal em dias úteis.
    Exemplo: se a hora normal vale R$ 20, a hora extra valerá pelo menos R$ 30.
    Em domingos e feriados, o adicional pode ser maior, conforme convenção coletiva ou acordo trabalhista.

  7. Quais são os direitos na demissão segundo a CLT?

    Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os direitos na demissão variam conforme o tipo de desligamento. Na demissão sem justa causa, os principais direitos são:
    – saldo de salário;
    – aviso prévio;
    – férias vencidas e proporcionais + 1/3;
    – 13º salário proporcional;
    – saque do FGTS;
    -multa de 40% sobre o FGTS;
    – seguro-desemprego, quando o trabalhador se enquadra nas regras.

  8. O que é o FGTS e qual a obrigação do empregador?

    O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um benefício trabalhista criado para proteger o trabalhador demitido sem justa causa.
    Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador deve depositar mensalmente 8% do salário do funcionário em uma conta vinculada ao FGTS, aberta em nome do trabalhador na Caixa Econômica Federal.

  9. Como funciona a licença-maternidade e paternidade pela CLT?

    Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a licença-maternidade garante, em regra, 120 dias de afastamento remunerado para a trabalhadora após o parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. Em empresas participantes do Programa Empresa Cidadã, o prazo pode chegar a 180 dias.
    A licença-paternidade normalmente é de 5 dias corridos após o nascimento do filho. Nas empresas participantes do Programa Empresa Cidadã, ela pode ser ampliada para 20 dias.

  10. O que mudou na CLT com a reforma trabalhista de 2017?

    A reforma trabalhista de 2017 alterou diversos pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as principais mudanças estão:
    – prevalência do negociado sobre o legislado em alguns temas;
    – regulamentação do trabalho remoto (home office);
    – criação do contrato de trabalho intermitente;
    – possibilidade de jornada 12×36 por acordo;
    – parcelamento das férias em até três períodos;
    – mudanças nas regras de contribuição sindical, que deixou de ser obrigatória;
    – novas regras para ações trabalhistas e pagamento de custas processuais;
    – flexibilização do banco de horas e dos intervalos de trabalho em algumas situações.

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