KPI é sigla para Key Performance Indicators, ou seja, indicadores chave de performance. Eles são métricas e indicadores usados para acompanhar o desempenho de um negócio.
Um KPI para e-commerce é um indicador que mede os principais dados de um e-commerce. Eles são importantes para, além de entender o negócio, criar novas estratégias. Ao acompanhar esses indicadores para e-commerce as decisões são tomadas com uma base mais sólida, garantindo resultados.
Para um e-commerce alcançar o que busca, é importante ter o controle de todos os KPIs de progresso.
Agora que você entende o que é um KPI, nesse artigo você irá conferir os principais KPIs de um e-commerce.
Os KPIs mais importantes para o seu e-commerce
Medir resultados e metas com indicadores, acompanhando o que eles mostram, é essencial.
Abaixo, separamos os 9 KPIs de e-commerce mais importantes, confira todos a seguir.
1. Taxa de conversão (CVR)
A taxa de conversão mede uma conquista através de uma campanha. Ela pode medir a quantidade de novos clientes ou de visitantes, por exemplo. Tudo depende do objetivo da campanha.
O principal intuito dessa meta é visualizar o retorno dos investimentos da sua empresa, seja ele de tempo ou dinheiro. Além disso, é uma ótima forma de mensurar os resultados das suas estratégias de marketing digital.
A conversão pode variar de várias maneiras, como:
Inscrição em uma newsletter;
Preenchimento de uma formulário de cadastro;
Clicar em botões como, “comprar agora” em uma landing page;
Solicitação de um orçamento;
Portanto, para calcular a taxa de conversão, basta dividir o número de usuários pelo número de negócios fechados e multiplicar por 100. Desse modo:
Número de usuários / Número de negócios fechados * 100 = Taxa de Conversão
2. Taxa de rejeição
A taxa de rejeição é a porcentagem de quantos visitantes acessaram sua página e saíram sem fazer uma ação. Ou seja, sem comprar algo, preencher um formulário ou acessar um link.
A definição de como conseguir essa métrica não é específica, podendo variar de ferramenta para ferramenta. Uma das ferramentas mais utilizadas para acompanhar essa taxa é o Google Analytics.
3. Ticket médio
O ticket médio é um indicador de e-commerce para medir o valor médio de compras. Ele pode ser um indicador de valor médio de compras ou de valor médio de produtos. Assim, esse KPI mostra a média do quanto as pessoas estão gastando no e-commerce.
Para calcular o ticket médio é necessário dividir o número total da receita de vendas pelo número de clientes de um determinado período.
Segue a fórmula abaixo:
Número total da receita de vendas/ número de cliente de um determinado período = Ticket médio
4. Carrinhos abandonados
O indicador de carrinhos abandonados mostra a quantidade de compras que não são completadas. Com esse KPI de e-commerce se verifica o motivo que leva os usuários a desistir da compra.
Esse indicador também gera impactos em outros KPIs, como o KPI de conversão, por exemplo.
Para acompanhar essa métrica é necessário realizar o seguinte cálculo:
Número de compras finalizadas/ número de carrinhos iniciados.
Uma outra alternativa é utilizar a ferramenta Google Analytics, que ajuda a entender com clareza os motivos para os abandonos de carrinhos.
5. Custo de aquisição de cliente (CAC)
O Custo de Aquisição de Cliente (CAC) é a métrica utilizada para medir quanto custa adquirir cada cliente. Através desse acompanhamento é possível entender se suas estratégias de vendas estão trazendo resultados.
Dessa forma, para calcular, basta somar todos os investimentos com estratégias e dividir pelo número de total de clientes.
CAC = Todos os investimentos com estratégias/ número total de clientes
Por exemplo, se o investimento para adquirir 300 clientes for de 15.000,00, o CAC é R$ 50.
6. Taxa de rejeição (Churn rate)
A Taxa de rejeição (Churn rate) mede a porcentagem de clientes que deixam de utilizar seus produtos ou serviços por um determinado período. Basicamente, apontam a taxa de cancelamento e o abono dos clientes.
É importante que você acompanhe essa taxa para entender o real motivo para o cliente não manter o vínculo. Assim, analisando se a causa para esse cancelamento é um problema do produto ou outro motivo.
A fórmula do cálculo é a divisão do número de clientes perdidos no período pelo número de clientes no início, multiplicado por 100.
Número de clientes perdidos no mês/ número de clientes do início do mês *100
Outra alternativa é conferir essa taxa através do Google Analytics.
7. Retorno sobre investimento (ROI)
O Retorno sobre Investimento (ROI) é uma métrica usada para medir o quanto a empresa ganhou com um investimento. Assim, é possível identificar o que tem melhor desempenho e o que precisa ser melhorado.
Dessa forma, para calcular o ROI, é preciso dois dados: o custo total do investimento e a receita desse investimento. Então, basta deduzir o retorno do Investimento e o custo do investimento e dividir o dado pelo custo do Investimento.
Para transformar esses dados em porcentagem multiplique o número obtido por 100.
Segue a fórmula da ROI abaixo:
ROI = (Retorno do Investimento – Custo do Investimento) / Custo do Investimento * 100
8. Valor do ciclo de vida (LTV)
O valor do ciclo de vida mede o faturamento trazido pelo usuário. A sigla LTV vem do nome em inglês: Lifetime Value. Assim, se mede quanto o usuário deixa em dinheiro no período em que é cliente.
Entender e acompanhar essa taxa é essencial para entender a capacidade de crescimento. Esse KPI de e-commerce também avalia a experiência dos clientes com o produto. Além disso, ajuda a elaborar novas estratégias e ações para a empresa atingir as metas desejadas.
Dessa forma, para medir o Valor do ciclo de vida (LTV), basta calcular:
Ticket médio x média de compras por cliente a cada ano x média de tempo como cliente
9. Tráfego no site (número de acessos)
Uma loja virtual precisa de visitantes. Por isso, um dos principais indicadores de e-commerce é o número de acessos. Ele também é chamado de tráfego no site, sendo o número de visitantes que acessam a página naquele período.
Esse KPI de e-commerce serve para se ter garantia que o e-commerce está atraindo visitantes e potenciais clientes.
Essa métrica permite que você acompanhe o que os seus usuários buscam, a origem dos acessos e o caminho que eles seguem. O tráfego pode ter mais de uma origem, sendo elas:
Tráfego Orgânico;
Tráfego Pago;
Tráfego Direto;
Tráfego de Referência;
Tráfego Social.
Dessa forma, é uma métrica importante para entender a relevância do seu site. Mas também, para otimizar as suas ações e definir estratégias que façam sentido com o seu público.
Essa métrica pode ser acompanhada através dos Google Analytics ou Google Search Console.
Importância dos KPIs para o seu e-commerce
Os KPIs representam todos os dados de uma empresa, mostrando através de métricas se a empresa está atingindo os objetivos desejados.
Assim, auxiliando a ter uma visão detalhada e eficiente na hora de tomar decisões relacionadas a melhorias para o seu e-commerce.
Dentre as principais motivos para controlar os KPIs, estão:
Quais são as principais métricas que afetam a receita de um e-commerce?
As principais métricas que afetam a receita de um e-commerce são:
Taxa de conversão (CVR)
Taxa de churn
Custo de aquisição do cliente (CAC)
Taxa de rejeição
Taxa de retenção de clientes (CRR)
Valor do ciclo de vida (LTV)
Taxa de conversão do carrinhos de compras (CCR)
Quais os tipos de e-commerce?
Os tipos de e-commerce são:
Business-to-business (B2B)
Business-to-customer (B2C)
Customer-to-customer (C2C)
Customer-to-business (C2B)
Business-to-government (B2G)
Direct-to-Consume (D2C)
O que é mais importante no e-commerce?
O mais importante no e-commerce é definir o objetivo principal. Isso é, ter um caminho claro a seguir, investir em um boa experiência para o cliente e estratégias de marketing.
Além disso, é preciso garantir segurança nas operações e transações, que são fatores importantes para o e-commerce.
Quais são os tipos de KPIs?
Os principais tipos de KPIs são:
KPIs primários: Os KPIs primários são essenciais para a empresa identificar se está tendo resultados positivos nas suas ações e estratégias.
KPIs secundários: Os KPIs secundários abordam os resultados obtidos nos KPIs primários.
KPIs práticos: Os KPIs práticos explicam de forma prática os resultados apontados nos KPIs primários e secundários.
O dia dos namorados é realizado no dia 12 de junho. A data foi criada com o intuito de comemorar o amor entre casais. E por consequência disso, a compra de presentes sobem muito nessa época do ano.
Datas como essa são esperadas o ano todo pelos lojistas devido ao grande aumento das vendas. Dessa forma, a melhor estratégia para ser alvo de muitas vendas é preparar sua loja com antecedência.
Além disso, os diversos setores precisam estar capacitados para essa data, como, estoque, logística, vendas, marketing, atendimento ao cliente, entre outros.
Portanto, está na hora de você preparar a sua loja para essa data. Diante disso, nesse texto vamos citar as melhores dicas para você organizar sua loja para essa época romântica do ano.
Conheça o seu público alvo
O público alvo é o grupo de consumidores que têm interesse em comum em determinado produto ou serviço. Ou seja, são para eles que a empresa direciona suas estratégias e campanhas.
Dessa forma, um passo importante na hora preparar suas estratégias e campanhas é conhecer o público alvo. Ou seja, quem conhece seus consumidores, tem grande vantagem no mercado.
Apesar do dia dos namorados ser uma data que alguns produtos têm mais procura, como, chocolates, livros, perfumes, eletrodomésticos, entre outros. Ainda sim, quase todos os nichos possuem grandes vantagens nessa data.
Dessa forma, esse passo é importante para definir estratégias necessárias para atrair seu público a atingi-los de forma positiva.
Também é um ponto crucial para que você encontre oportunidades e entenda quais são as necessidades que seus clientes desejam suprir.
Em resumo, para conhecer seu público alvo, você deve levar em consideração algumas características, como:
Faixa etária;
Objetivos e necessidades;
Gênero;
Localização geográfica;
Estado civil;
Gostos pessoais;
Formação/Profissão;
Análise as tendências de vendas
Tendências de vendas costumam se atualizar com frequência. Ou seja, é importante se manter ativo e atualizado em tudo que está sendo consumido.
Dessa forma, é essencial entender e acompanhar a origem de cada tendência é crucial na hora de realizar o planejamento de vendas. Além do mais, se adaptar às tendências faz com que você alcance uma diversidade de novos públicos.
Portanto, realizar pesquisas sobre o que mais está vendendo no seu nicho é uma ótima alternativa. Assim, estudar o que o seu nicho costuma consumir com frequência é outro ponto importante para se manter atualizado.
Para complementar, segue algumas dicas do que você pode fazer para analisar as tendências de vendas:
Acompanhe as redes sociais;
Leia artigos sobre negócios (relacionados ao seu nicho ou não);
Ouça seus clientes;
Monitore os padrões de consumo;
Utilize sites e ferramentas para otimizar sua pesquisa;
Utilize sistemas de gestão de estoque
Em um período como esse, a grande quantidade de mercadorias é evidente. Assim, muitos donos de negócios acabam por não realizar um controle eficaz do seu estoque conforme realizam suas vendas.
Dessa forma, a falta de controle de estoque pode gerar diversos problemas como:
Ausência de estoque no momento da venda;
Excesso de produtos com baixa demanda;
Falta de planejamento;
Portanto, fazer um controle de estoque é fundamental para trazer benefícios a longo prazo para o seu negócio. Ou seja, tanto no dia a dia quanto em períodos com grande fluxo de vendas.
Organize sua logística
Ter uma boa logística ao realizar a entrega dos produtos para os consumidores é um ponto marcante para destacar sua loja. Ou seja, manter um fluxo organizado na entrega dos produtos leva a uma maior confiança e satisfação para quem compra na sua loja.
Dessa forma, quando você realiza a entrega do produto no prazo estimado e sem transtornos, sua loja ganha pontos com o cliente.
Portanto, para manter sua logística organizada existem alguns passos. Abaixo citamos alguns que consideramos essenciais.
Decida por uma logística própria ou contratada;
Utilize a tecnologia ao seu favor;
Otimize seu estoque;
Certifique-se de cumprir sempre os prazos de entrega;
Mantenha seus clientes informados;
Escolha bons fornecedores;
Monitore os resultados;
Invista em uma plataforma de e-commerce
Por que realizar suas vendas apenas de forma presencial se você pode atrair cada vez mais clientes através do comércio eletrônico?
Essa é uma pergunta muito importante quando estamos falando de e-commerce, ainda mais em uma data como o dia dos namorados.
Atualmente, muitos usuários preferem realizar compras pela internet do que presencialmente, tendo em vista a facilidade e o custo benefício..
Além disso, o e-commerce é uma grande oportunidade para inserir fotos, vídeos e descrições sobre seus produtos.
Segundo o portal Exame, no ano de 2023 o comércio online teve um papel de grande destaque no dia dos namorados. O faturamento dos pequenos e médios lojistas chegou a R$ 194 milhões no online, número 20% superior ao de 2022 (R$161,5 milhões).
Portanto, adaptar seus produtos para o ambiente virtual é uma ótima opção para ampliar suas vendas. Além disso, alcançar mais clientes, melhorar o seu posicionamento no mercado, entre outros benefícios.
Crie parceria com outras empresas e fornecedores
Para melhorar as ideias de presentes na sua loja, ter parcerias com outras empresas e fornecedores é uma boa alternativa para combinar produtos.
Assim, empresas ou fornecedores de rosas, chocolates, perfumaria, joias e livros, são uma ótima escolha de parceria nessa data.
Dessa forma, você pode montar kits especiais, combinando os diferentes artigos em um só presente. Além disso, já falamos aqui que você pode ser incluído em qualquer nicho e ainda sim obter muitas vendas nessa época do ano.
Crie uma vitrine atrativa
Para lojas físicas, a vitrine costuma ser um fator essencial para que clientes tenham interesse em obter os produtos. Tendo em vista que, quanto mais bem executada e atrativa sua vitrine for, mais ela chamará a atenção.
Assim, o dia dos namorados já possui um padrão muito conhecido que pode te ajudar a decorar a sua loja. Além do mais, não é muito difícil encontrar inspirações em sites da internet e até mesmo nas redes sociais.
Desse modo, decorações com, balões de coração, pétalas de rosa, corações vermelhos, cupidos, entre outras coisas são essenciais na sua vitrine nesta data.
Em conclusão, uma organização bem feita pode ser o suficiente para sua loja se descansar no meio de muitas.
Elabore estratégias de marketing
De nada adianta pensar em mil formas do seu produto ser mais atraente se você não promover ele o quanto deveria. Isso é, estratégias de marketing fazem toda a diferença em datas comemorativas como o dia dos namorados.
Muitas empresas possuem uma ótima estrutura e produtos de ótima qualidade, entretanto, não promovem eles o quanto deveriam.
As estratégias de Marketing podem variar de anúncios, campanhas nas redes, e-mails e promoções exclusivas. Além disso, se você deseja ir mais longe, algumas lojas realizam de propagandas na TV até a entrega de panfletos.
Uma das formas mais utilizadas atualmente são estratégias de marketing digital. Isso é, a promoção da empresa ou da marca através da publicação de conteúdos nas mídias sociais.
Dessa forma, para definir suas estratégias de marketing digital devem estar definidos os seguintes tópicos:
As metas e objetivos das suas empresas;
O público alvo;
Canais que serão utilizados;
Ferramentas que serão utilizadas;
Plano de ação;
Principais indicadores do seu negócio;
Divulgue promoções
Quem não gosta de uma boa promoção, né?
O dia dos namorados é o momento perfeito para desenvolver promoções atrativas para os seus clientes.
Dessa forma, elaborar ofertas especiais, descontos, brindes na compra e kits especiais é uma ótima maneira de vender mais de uma forma inovadora.
Além de que, promoções são uma ótima opção para quem deseja presentear a pessoa amada, mas sem gastar muito.
Também é uma ótima alternativa para girar produtos parados no estoque que não estavam trazendo lucro. Ou seja, você irá atrair mais consumidores para sua loja e irá se livrar de produtos que estavam parados.
Faça campanhas criativas
Uma boa forma de provocar a atenção dos consumidores e o desejo de compra nessa data é promover campanhas específicas.
Você já se deparou com campanhas, como “os presentes mais comprados para o dia dos namorados” ou “presentes por até 50 reais”. Campanhas como essa são uma ótima oportunidade para conquistar consumidores que estão procurando uma melhor alternativa de compra.
Além disso, é importante criar uma campanha com um tema que represente a sua loja e esteja relacionado ao dia dos namorados.
Abaixo separamos alguns exemplos de marcas que aproveitaram essa data para fazerem campanhas criativas:
O Boticário: Amor é Amor – 2021
Nessa campanha, a temática, além de reforçar o posicionamento da marca, também tem o objetivo de celebrar o amor entre casais.
Nela, O Boticário expressa a ideia que amor é sempre amor. A propaganda apresenta uma série de histórias de casais reais, demonstrando que o amor não tem explicação.
Natura: #AmorComHumor – 2020
Nessa campanha de 2020, o grande destaque foi ela ser gravada totalmente por smartphones. A campanha da Natura foi feita dessa forma por ser no período da pandemia.
Desse modo, o grande foco era estimular a diversão entre casais. A intenção era mostrar que mesmo em um momento tão difícil os casais podiam passar por momentos alegres juntos.
C&A: Dia dos Namorados e NãoMorados – 2019
No ano de 2019, a C&A lançou a campanha de dia dos namorados celebrando o amor entre os casais. A campanha mostrava que o dia é para todos, namorando ou não, a data é para comemorar.
Starbucks: Valentine’s Cups – 2012
No ano de 2012, a Starbucks aproveitou o aumento do uso de smartphones para sua campanha de Dia dos Namorados.
Ao comprar um café, o cliente recebia um copo com um coração desenhado. No aplicativo da Starbucks ele poderia enviar uma mensagem para qualquer contato. Ao visualizar a mensagem, pétalas de coração animadas subiam na tela do celular, por meio da realidade aumentada.
A campanha teve um resultado melhor que o esperado, além de ampliar as vendas de café, aumentou os downloads do app da Starbucks.
Invista em atendimento personalizado
É comum ficar na dúvida sobre qual é o melhor presente para a sua pessoa amada. Dessa forma, clientes confusos podem acabar desistindo de comprar em lojas que não oferecem o suporte necessário.
Recomendamos um método de atendimento que atenda às necessidades dos clientes sem sobrecarregá-los com muita informação.
Além disso, fornecer uma boa experiência de compra fideliza clientes e pode tornar sua loja cada vez mais relevante para o seu público.
Não se esqueça de quem irá comprar de última hora
É muito normal algumas pessoas esquecerem de comprar os presentes ou deixar para comprar de última hora.
Dessa forma, sua loja pode aproveitar essa oportunidade para ajudar o cliente a decidir a melhor opção de presente em pouco tempo.
Você pode lembrar os consumidores sobre o dia dos namorados usando redes sociais ou e-mail, adaptando estratégias para isso. Ou seja, mostrar a eles que mesmo que o tempo esteja apertado, eles podem encontrar as melhores opções de presentes na sua loja.
As pessoas também perguntam
Quando é comemorado o Dia dos Namorados?
No Brasil o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de junho.
O que vender no Dia dos Namorados?
O dia dos namorados é uma data que exige alguns presentes padrões como, flores, chocolates, ursinhos, entre outros. Por outro lado, é um momento que pode se vender de tudo, tendo em vista a grande variedade de gostos pessoais.
Dessa forma, abaixo está uma lista do que recomendamos você vender nessa época.
Vestuário e acessórios;
Joias e acessórios;
Cestas de café da manhã;
Itens personalizados (canecas, porta retratos, acessórios, roupas);
Se você deseja começar um novo negócio ou ampliar as suas vendas, abrir um e-commerce pode ser a alternativa ideal.
O e-commerce, ou loja virtual, é a modalidade de compra e venda de produtos de forma totalmente digital.
Com ele, o dono do negócio pode mostrar seus produtos como em uma vitrine virtual. Na loja virtual ele detalha tudo com fotos, vídeos, descrições e avaliações. Ou seja, exibindo tudo que é importante para que o consumidor queira adquirir o produto.
Dessa forma, separamos um passo a passo para que você crie uma loja virtual de forma fácil e eficiente.
O que é necessário para abrir um e-commerce?
Para abrir o seu e-commerce é necessário seguir alguns passos antes. Confira abaixo todos os passos e dicas necessárias para consolidar seu comércio eletrônico.
1 – Escolha um nicho para abrir um e-commerce
O primeiro passo para abrir um e-commerce é escolher um nicho de mercado.
Um nicho é uma parcela de um segmento de mercado, sendo formado por empresas com características e dores em comum.
Por exemplo, cosméticos para pele é um segmento de mercado, mas cosméticos voltados para peles sensíveis é um nicho. Ou seja, é voltado para um público com interesses e dores específicas.
Dessa forma, definir isso é importante para determinar estratégias de vendas e de marketing digital. Assim, resultando em cada vez mais clientes para o seu negócio.
Portanto, existem algumas coisas que podem ser levadas em consideração na hora de escolher um nicho, são elas:
Habilidades e formação: observe e leve em consideração sua formação, habilidades, experiências e com o que você já trabalhou e gosta de trabalhar. Essas informações podem ser úteis na hora de fazer um novo produto ou serviço de grande qualidade para o consumidor.
Problemas a serem solucionados: um outro motivo é encontrar um problema específico que precisa de uma solução e desenvolver uma alternativa viável.
Tendências: observar as tendências é uma parte importante para entender os produtos, tecnologias, serviços, entre outras coisas que estão ganhando espaço no mercado.
Demanda: é importante observar se o nicho que você pretende escolher possui uma demanda considerável. Isso é, as pessoas costumam comprar esse produto?
Custos necessários: é indispensável analisar se você tem o investimento necessário para entrar no nicho escolhido. Ou seja, é um nicho sustentável e que pode ser mantido a longo prazo.
2 – Monte um plano de negócios
Esse é o momento de criar o plano de negócios para o seu e-commerce.
O plano de negócios é o documento que descreve todos os objetivos da empresa. Ou seja, organiza todas as ideias do novo empreendimento.
Dessa forma, o objetivo do plano de negócios é servir como base para todas as decisões estratégicas da empresa.
Para organizar um plano de negócios é necessário:
Sumário executivo;
Análise de mercado;
Plano de marketing;
Plano operacional;
Plano financeiro;
3 – Conheça o mercado
A pesquisa de mercado é a análise realizada para entender o mercado que a empresa está inserida, como os consumidores, concorrentes e oportunidades.
Dessa forma, por meio dessa pesquisa é possível entender as principais características e informações dos concorrentes e do público alvo. Assim, sendo possível montar diversas estratégias eficazes para o aplicar ao seu e-commerce.
Portanto, nessa etapa, você pode avaliar se a sua ideia de negócio é viável de acordo com a sua realidade. Ou seja, se terá relevância na sua região e se tem consumidores ativos buscando aqueles produtos.
4 – Conheça o público alvo
O público alvo é o grupo de pessoas que possuem interesse em um determinado produto ou serviço em comum. Dessa forma, a empresa identifica esse público no mercado e direciona suas estratégias de venda a eles.
Dessa forma, fazer a definição desse fator é importante para ter foco e um caminho a trilhar.
Quando uma empresa não possui um público alvo, ou seja, um foco específico, ela não tem direção. Dessa forma, a longo prazo, o negócio pode ter diversas dificuldades para se estabelecer no mercado e alcançar clientes.
Portanto, conhecer as características, preferências e dores do seu público é essencial para montar estratégias e alcançá-los de forma fácil.
5 – Escolha o modelo de negócio para abrir um e-commerce
Nessa etapa, você irá escolher qual será o modelo que melhor se encaixa com seu negócio.
No e-commerce existem diferentes tipos de modelos, portanto, entender todos eles é essencial para escolher qual melhor se adapta aos seus objetivos.
Abaixo, separamos todos os modelos de e-commerce que estão no mercado, confira todos:
Business-to-business (B2B):
é a venda é feita de empresa para empresa, ou seja, as empresas realizam a venda de produtos e serviços para outras empresas.
Business-to-customer (B2C):
o modelo de negócio B2C é onde as empresas vendem produtos ou serviços diretamente para o consumidor final (pessoas físicas).
Customer-to-customer (C2C): as vendas de produtos ou serviços nessa modalidade funcionam entre duas pessoas físicas, ou seja, de consumidor para consumidor.
Customer-to-business (C2B): nesse tipo de modelo, a pessoa física realiza a venda de produtos ou serviços para uma empresa.
Business-to-government (B2G): nessa modalidade, as vendas ocorrem entre uma empresa e órgãos governamentais. Assim, oferecendo produtos ou serviços para determinados projetos governamentais ou públicos.
Direct-to-Consumer (D2C): nesse modelo, quem produz o produto é quem também o vende. Dessa forma, não é necessário uma intermediação para realizar a venda.
6 – Defina o nome do seu negócio
Uma parte essencial na hora de abrir um e-commerce é dar um nome a ele.
Pode parecer algo simples, mas o nome do seu negócio é muito importante para que ele seja reconhecido e lembrado.
Além do mais, esse é um fator primordial para se diferenciar da concorrência e despertar a atenção do público.
Dessa forma, na hora de criar o nome do seu negócio, você pode aplicar algumas dicas, como:
Ser um nome curto e fácil de escrever;
Nome com relação com o público alvo ou nicho;
Nome original e único;
Nome objetivo e claro;
Um nome fácil de ser lembrado;
⚠️ Atenção! Após decidir o nome, é necessário verificar se ele está disponível no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e efetuar o registro. Esse registro irá garantir o direito sobre o uso do nome da sua marca e a exclusividade por um determinado tempo.
O domínio é o endereço de um site na internet. Isso é, o endereço que os usuários digitam na barra de navegador para encontrar e navegar no seu site.
Dessa forma, para facilitar, é importante que seu domínio tenha a ver com o serviço ou produto que você oferece. Ou seja, pode ser o nome do seu negócio ou o nome do seu produto ou serviço.
Isso porque, quanto mais fácil e marcante o seu domínio for, mais chances você terá do seu site ser acessado facilmente pelos consumidores.
Portanto, para registrar seu domínio, basta seguir os passos:
Acessar o site do registro.br e realizar seu cadastro;
Verificar se seu domínio já não está registrado;
Se não estiver registrado, clique em registrar;
Informe seu CPF ou CNPJ;
Faça a emissão de cobrança;
8 – Defina seu tipo de empresa e regime tributário
Nesse momento, você irá definir em qual tipo de empresa o seu e-commerce irá se encaixar. Isso é, qual é o tamanho previsto para sua empresa.
É importante fazer uma escolha consciente. Caso contrário, a empresa vai pagar impostos muito altos.
Dessa forma, esses são os tipos de empresa:
MEI – Microempreendedor individual
EI – Empresa individual
Ltda – Sociedade Empresária Limitada
Sem fins lucrativos
SS – Sociedade Simples
EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada
SA – Sociedade Anônima
Então, dependendo do tipo de empresa que você optar você deverá escolher um regime tributário para recolher seus impostos, dentre eles estão:
MEI;
Simples Nacional;
Lucro Presumido;
Lucro Real.
9 – Escolha sua plataforma para abrir um e-commerce
Atualmente, existem diversas plataformas de e-commerce que auxiliam comerciantes a iniciarem suas vendas através de uma loja virtual.
Assim, é possível que os lojistas disponibilizem seus produtos de forma simples, como se fosse em uma vitrine, só que virtualmente.
Dessa forma, a escolha da plataforma irá depender das preferências de quem irá contratar o serviço. Assim, ao passar por esse processo você pode levar em consideração alguns fatores em relação a plataforma, como:
Plataforma que se alinhe as suas expectativas e necessidades;
Plataforma acessível a sua realidade;
Plataforma que ofereça suporte para os usuários (vendedores e consumidores);
Garantir a segurança em relação aos dados dos usuários;
Nuvemshop
A Nuvemshop é uma plataforma de e-commerce para construção de loja online completa, para micro, pequenas, médias e grandes empresas.
Dessa forma, não é necessário a necessidade de grandes conhecimentos técnicos para começar a vender na plataforma.
Dessa forma, dentre os principais recursos que a Nuvemshop oferece, estão:
Valor: Plataforma grátis por 30 dias e após esse período pode ser feita a escolha de um plano.
Layout: A plataforma permite que você desenvolva um layout próprio que transmita a personalidade da sua marca. Assim, podendo ser alterado o modelo pronto fornecido pela Nuvemshop, adaptando cores, logotipo e fotografia.
Meios de pagamento: A plataforma oferece diferentes tipos de pagamentos, como, cartão de crédito, transferência bancária, pix e dinheiro.
Diferentes formas de entrega: integração com diferentes empresas de transporte, oferecendo alternativas mais rápidas e eficazes de entrega.
Domínio: Após a realização do cadastro na Nuvemshop, a plataforma fornece a você um domínio compartilhado, juntamente do certificado de segurança SSL incluído.
Loja integrada
A loja Integrada é uma plataforma que oferece desde a criação até a gestão da loja virtual. Assim, facilitando que empreendedores que desejam ter seu próprio negócio online, tenham todas as ferramentas necessárias para executá-la.
Dessa forma, dentre os recursos fornecidos pela Loja Integrada estão:
Pagamentos
Formas de envio
Canais de venda
Gestão de vendas
Ferramentas promocionais
Shopify
A Shopify é uma plataforma para lojas virtuais onde qualquer pessoa pode abrir um e-commerce e vender seus produtos.
Dessa forma, a plataforma promete entregar uma forma mais rápida e prática de criar seu próprio e-commerce. Além do mais, é de fácil usabilidade, logo, não é necessário muito conhecimento técnico para utilizar a Shopify.
Ainda, você também pode realizar a gestão completa de vendas e estoque do seu e-commerce através da plataforma.
Portanto, a plataforma proporciona diferentes planos que se adaptam a necessidade de cada comerciante, são eles:
Basic: Para empreendedores que trabalham sozinhos.
Shopify: Para pequenas equipes.
Advanced: Para utilizar conforme a empresa está crescendo.
Plus: Para empresas maiores e mais complexas.
Wix
O Wix é uma plataforma que fornece o desenvolvimento de sites e lojas virtuais de forma simples.
Dessa forma, o Wix fornece uma grande variedade de templates prontos para o usuário personalizar o seu site da maneira que preferir. Ou seja, é a peça chave para quem deseja ter seu site ou loja virtual mas não sabe por onde iniciar.
Portanto, você pode iniciar de forma totalmente gratuita a sua jornada no Wix e ir ampliando os planos conforme a sua preferência.
Dentre os recursos que o Wix oferece, estão:
Editor Wix;
Wix ADI;
Velo By Wix;
Hospedagem grátis;
Nome de domínio personalizado;
Certificado SSL;
Ferramentas de redes sociais;
10 – Escolha os seus fornecedores
Primeiramente, para ter produtos de qualidade e com garantia é necessário possuir sempre bons fornecedores.
Dessa forma, você irá garantir um bom fluxo de produtos no seu estoque, além de fornecer produtos de qualidade para os consumidores.
Para isso, é necessário realizar uma análise prévia antes de escolher seus consumidores, levando em consideração alguns fatores, como:
Qualidade dos produtos;
Prazos de entrega;
Valores;
Capacidade de produção;
Credibilidade;
Formas de pagamento;
Atendimento;
Suporte;
11 – Organize seus meios de pagamento
Meios de pagamento são os diferentes formatos oferecidos por um negócio para que os clientes possam pagar os produtos e serviços desejados.
Dessa forma, organizar os seus meios de pagamento é uma parte essencial para o planejamento do seu negócio.
Assim, o comerciante deve investir em plataformas que oferecem segurança dos dados dos clientes e suporte se caso houver problemas com as transações. Ou seja, sendo possível realizar a compra sem nenhum transtorno ou dificuldade.
Portanto, você pode inserir no seu e-commerce variados meios de pagamentos, como:
Cartões de crédito e débito;
Pix;
Boleto bancário;
Carteira digital;
12 – Organize sua logística
A logística é a área responsável por toda a organização, movimentação, armazenamento, transporte e entrega de mercadorias.
Dessa forma, uma boa logística é essencial para o desenvolvimento de um negócio. Ela é importante para reduzir o tempo e o custo das entregas, levando o produto nas melhores condições ideais para o consumidor.
Entretanto, a logística não se resume apenas ao momento da entrega, ela abrange diversos outras demandas, como:
Controle de estoque;
Armazenagem;
Saída e entrada de materiais;
Organização de transporte e prazos de entrega;
Dessa forma, essas questões otimizam os processos logísticos de transporte, resultando em um aumento na satisfação de todos os clientes. Além de, auxiliarem no fortalecimento da marca no mercado.
Para realizar uma boa logística os comerciantes podem fazer a contratação de empresas responsáveis por esse serviço. Assim, são recomendadas empresas com um bom histórico no mercado, compromisso e agilidade nas suas atividades. Além disso, que mantenham sempre todas as atualizações das entregas em dia.
Vantagens de ter um e-commerce
Abrir um e-commerce é vantajoso tanto para quem já tem uma loja física quanto para quem quer dar um novo passo.
Atualmente, o mercado digital está cada vez mais incluso no nosso cotidiano e com toda certeza veio para ficar! E não estamos falando apenas de só poder vender nele e pronto, ele também possui diversas outras vantagens para os comerciantes.
Dessa forma, dentre as vantagens de ter um e-commerce estão:
Maior alcance do público alvo
Automatizar processos de vendas
Atendimento personalizado
Melhor divulgação
Vendas 24 horas por dia
Baixo custo de aquisição
Menor custo de manutenção
As pessoas também perguntam
Qual o valor para abrir um e-commerce?
O valor para abrir um e-commerce pode variar de acordo com a plataforma utilizada pelo empreendedor. Dessa forma, deve ser levado em consideração as especificações do desenvolvimento da ferramenta que você deseja obter.
Portanto, não pode ser mensurado um valor específico para esse processo, cada empreendedor poderá ter um valor dependendo da sua situação.
Sou MEI posso vender online?
Sim, o MEI pode vender online. Para isso, basta atender os requisitos necessários para abrir um MEI para e-commerce e encontrar uma plataforma que se adapte às suas necessidades como empreendedor.
De forma geral, os requisitos para do MEI são:
Não ultrapassar o faturamento anual de R$81 mil;
Não ter participação em outra empresa como sócio ou titular;
Ter no máximo um funcionário contratado;
Quanto tempo leva para abrir um e-commerce?
O tempo para abrir um e-commerce pode variar de acordo com as especificações de cada um. Dessa forma, essa estimativa de tempo também dependerá da agilidade do serviço que você contratar para abrir um e-commerce.
É preciso CNPJ para loja virtual?
O CNPJ não é obrigatório para quem quer abrir um e-commerce. Entretanto, se você deseja se inserir no mercado e vender seus produtos ou serviços de forma regularizada, é necessário abrir um CNPJ.
O que posso vender no e-commerce?
No e-commerce pode ser vendido uma ampla variedade de produtos, tendo em vista que abrange um público de diferentes nichos e interesses.
Dessa forma, separamos uma lista do ideias que pode ser vendido na internet;
O CNAE é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Ele é um código de 7 dígitos associado ao CNPJ. O CNAE serve para identificar e padronizar as atividades realizadas por empresas de qualquer área de atuação, seja indústria, serviços ou comércio.
Dessa forma, é necessário que a empresa mantenha essa informação atualizada para continuar regularizado e evitar problemas fiscais.
Portanto, se você deseja alterar o CNAE do MEI, vamos detalhar como fazer, em um passo a passo simples e prático.
Como alterar o CNAE do MEI?
A alteração do CNAE do MEI é feita através do Portal do Empreendedor. Confira o processo no passo a passo abaixo:
1. Acessar o Portal do Empreendedor
O primeiro passo para alterar o CNAE do MEI é acessar o Portal do Empreendedor e seguir os passos abaixo:
Selecionar a opção “Já sou MEI”
Clicar em “Atualização cadastral”
Selecionar a opção “Solicitar”
2. Informe a conta de acessogov.br
Nessa etapa é necessário preencher as informações de login da sua conta gov.br.
Para microempreendedores brasileiros é necessário possuir a conta nível prata ou ouro. Já para empreendedores estrangeiros é necessário ter a conta nível bronze.
3. Informe os seus dados
Ao realizar o login, informe todos os dados pessoais e dados relacionados à empresa. Assim, irão surgir todas as informações referentes ao MEI na tela.
4. Atualize as informações desejadas
Nesse momento, você já pode fazer as mudanças desejadas. Através da seção de “Atividades” é possível conferir qual atividade melhor corresponde à atividade principal do seu negócio.
Além do mais, é possível adicionar até 15 ocupações secundárias ao seu CNPJ.
Ao finalizar as mudanças é necessário aceitar a declaração no final da página e clicar em “Continuar”.
5. Confira os dados
Confira todos os dados preenchidos e, se estiver tudo correto, selecione a opção “Continuar”.
Caso tenha algum dado incorreto, você pode retornar para o formulário de alteração clicando em “Cancelar”.
6. Finalize o processo
Após preencher todas as etapas é só finalizar o processo e enviar o formulário.
7. Faça a emissão do certificado
Após finalizar o processo, você já pode fazer a emissão do seu novo Certificado de Condição de Microempreendedor (CCMEI) e imprimir.
O que é CNAE?
O CNAE é sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Isso é, um código de 7 dígitos utilizado para classificar as atividades econômicas realizadas pela empresa.
Ele é necessário para abrir um negócio e ter um CNPJ.
As seções do CNAE vão da letra A até a U, sendo classificadas por:
(A) – Gestão de recursos naturais;
(B, C, D, E, F) – Processamentos, tratamentos, montagens diversas e construções;
(G) – Compra e venda de produtos;
(H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T e U) – Serviços de uso genérico, destinados para as empresas que prestam serviços diversos ou em domicílios.
Dessa forma, o CNAE é organizado por seções, divisões, grupos, classes e subclasses. Assim, sendo dividida da seguinte forma:
Seções – total 21 e correspondente 1° do CNAE;
Divisões – total 87 e correspondente ao 2° do CNAE;
Grupos – total 285 e correspondente ao 3° do CNAE;
Classes – total 673 e correspondente ao 4° número do CNAE e ao dígito verificador;
Subclasses – total de 1.318 e correspondem aos dois últimos números do CNAE após o dígito verificador.
Como saber qual é o meu CNAE?
Para saber qual CNAE sua empresa está registrada, acesse o site da Redesim, insira o seu CNPJ e clique em “Consultar”.
Dessa forma, será exibido o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral com as seguintes informações abaixo:
Listas de CNAEs da empresa;
Natureza Jurídica;
Porte da empresa ;
Dia de abertura do negócio;
Informações de contato;
Nome da empresa e nome fantasia;
Quais são as atividades permitidas pelo MEI?
Atualmente, o MEI possui cerca de 500 opções de atividades permitidas para as áreas da Indústria, Serviços e Comércio.
Dessa forma, para escolher a atividade do MEI é importante levar em consideração algumas limitações, como:
Limite máximo de faturamento de R$81 por mês;
Não podem ter sócios ou serem proprietários de outra empresa;
Não podem possuir mais de um colaborador contratado.
Porque alterar o CNAE do MEI
Ao se cadastrar como MEI, a empresa já tem obrigações legais para cumprir. Por isso, todas as informações da empresa precisam estar atualizadas. Apenas assim a empresa se mantém em dia com os órgãos fiscais.
Além disso, a alteração do CNAE afeta diretamente os impostos pagos pelo negócio. Isso significa que ter um registro com um CNAE que não corresponde à atividade da empresa pode resultar em impostos inadequados.
Quantas vezes posso mudar o CNAE do MEI?
O empreendedor pode mudar o CNAE do MEI quantas vezes quiser. O processo é feito de forma simples e gratuita através do Portal do empreendedor.
Como escolher o CNAE do meu MEI?
O CNAE deve corresponder exatamente à atividade realizada pela empresa, portanto, deve ser escolhido com muita atenção.
Para encontrar o código CNAE correto para a atividade principal e secundária da sua empresa, basta acessar o site do CONCLA. Assim, a pesquisa pode ser feita através de uma palavra chave ou código.
Quantas atividades podem ser cadastradas no MEI?
O MEI pode ter uma atividade principal e 15 atividades secundárias.
Todas as atividades são vinculadas ao Cadastro Nacional de Atividades Econômicas – CNAE.
Qual o valor para mudar o CNAE?
A alteração da atividade do MEI é totalmente gratuita. Isso é, não é cobrada nenhuma taxa para o empreendedor fazer esse processo.
O que fazer se minha CNAE for excluída?
Se sua atividade foi excluída você pode alterar a atividade principal do seu negócio ou fazer o desenquadramento como MEI.
O que acontece se eu escolher um CNAE errado?
Quando uma empresa escolhe um CNAE errado, existem algumas possíveis consequências, dentre elas:
Torna seu negócio irregular;
Multas;
Perdas de recursos fiscais;
Pagamento incorreto de impostos;
Por isso, é importante escolher o CNAE correto ao registrar a empresa para evitar cobranças erradas.
Conclusão
A atualização da atividade do MEI é uma tarefa essencial para os empreendedores que querem manter suas atividades adequadamente atualizadas.
A Classificação Nacional de Atividades Econômicas está em constante mudança, portanto, é necessário que o empreendedor esteja atento às possíveis alterações .
Dessa forma, é necessário fazer a alteração do MEI sempre que você fazer uma mudança significativa na sua empresa. As alterações são feitas no Portal do Empreendedor. Outras mudanças que podem ser feitas são:
Atividades principais
Endereço
Dados de contato
CNAE
Nome fantasia
Dados de contato
Faturamento mensal
Email
Capital social
Alterar o CNAE é essencial para facilitar o pagamento de tributos do MEI e as obrigações essenciais que todo microempreendedor precisa cumprir.
Portanto, esperamos que esse texto tenha sido útil sobre o processo de alteração do CNAE do MEI.
O CNPJ é o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, um registro que regulariza a empresa para exercer suas atividades. Ele é um código de 12 dígitos emitido pela Receita Federal que age como cadastro da empresa perante o estado.
Através do CNPJ o negócio tem diversos benefícios, como:
Ter uma empresa formalizada;
Obter benefícios bancários;
Poder emitir notas fiscais;
Maior participação no mercado;
Como abrir um CNPJ?
Para abrir um CNPJ é preciso fazer a solicitação para a Receita Federal através do DBE (Documento Básico de Entrada). Confira todo o processo de abertura do CNPJ.
Escolha seu tipo de empresa
O tipo de empresa é como o negócio é visto em campos como tamanho e natureza. Atualmente uma empresa pode ser MEI (Microempreendedor Individual), ME (Microempresa), EPP (Empresa de Pequeno Porte) ou médio porte.
Microempreendedor individual (MEI): o MEI é o profissional autônomo que realiza as atividades de forma totalmente individual. Quem se enquadrar como Microempreendedor tem limite de faturamento anual de R$81 mil por ano. Também pode ter apenas 1 colaborador.
Microempresa (ME): A microempresa tem faturamento de até $360 mil anuais. Elas podem contratar até 9 colaboradores no comércio e serviços e até 19 pessoas na indústria. Assim como o MEI, a microempresa atua com apenas um sócio.
Empresa de Pequeno Porte (EPP) – são empresas com faturamento de R$360 mil a R$4,8 milhões anuais. Além disso, empresas que possuem comércio ou serviços devem ter entre 10 a 49 colaboradores e as indústrias entre 20 a 99.
Defina a natureza jurídica
A natureza jurídica é o regime que irá definir a estrutura da empresa. Ou seja, define todas as exigências que os sócios da empresa deverão cumprir e todos os direitos que eles possuem.
MEI – Microempreendedor Individual: o MEI além de ser um tipo de empresa também é uma natureza jurídica. Nessa modalidade não é permitida a participação de sócios ou a contratação de mais de um colaborador. Além disso, tem um limite de faturamento de R$81 mil anuais.
EI – Empresário Individual: uma Empresa individual é uma natureza jurídica onde o empreendedor atua sozinho, ou seja, sem sócios. O EI tem limite de faturamento anual até 4,8 milhões como Empresa de Pequeno Porte (EPP) e até 360 mil como Microempresa (ME).
Ltda – Sociedade Empresária Limitada: uma sociedade empresária limitada é um tipo de sociedade com mais de um sócio. Nela, o patrimônio investido pelos sócios é separado de acordo com o contrato social.
SS – Sociedade Simples: a Sociedade Simples é uma colaboração sem vínculo empresarial entre dois ou mais profissionais que correspondem às mesmas atividades. É um formato direcionado a profissionais que prestam serviços relacionados a atividades intelectuais.
SA – Sociedade anônima: a Sociedade Anônima é uma organização dividida por ações. Assim, a participação dos sócios é definida de acordo com a quantidade de ações que eles possuem.
Sem fins lucrativos: a organização sem fins lucrativos é uma empresa com um objetivo, sem a finalidade de arrecadação de capital. Dessa forma, ela pode ser organizações científicas, associações culturais, associações sociológicas, entre outras.
SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: A SLU é um tipo de empresa que pode ser aberta por apenas uma pessoa, sem a necessidade de sócios. Além disso, não possui limite de faturamento, restrições de atividades e o patrimônio da empresa e do empreendedor são separados.
Identifique o CNAE da atividade da sua empresa
CNAE é sigla para Classificação Nacional das Atividades Econômicas. O CNAE é um código que classifica empresas de acordo com as suas atividades. O objetivo dessa classificação é facilitar as tributações estabelecidas pelo governo e limitar as atividades que podem ser exercidas pela empresa.
Esse código identifica a atividade da empresa para regimes tributários, por exemplo. Alguns CNAEs não podem optar pelo Simples Nacional, por exemplo.
Ele também limita as atividades que a empresa pode exercer. Assim, se a empresa comercializa produtos que não estão no CNAE especificado, elas podem ser multadas ou ter outras consequências.
Mas, caso seja necessário, o CNAE pode ser alterado depois. Ou, a empresa pode incluir atividades secundárias, complementares a principal.
Escolha o regime tributário
O regime tributário é o que define quanto a empresa vai pagar de impostos. Existem três opções de regime tributário, cada uma com suas regras:
Simples Nacional: O Simples Nacional é um regime tributário para micro e pequenas empresas. Assim, o recolhimento dos impostos é feito através de uma única guia, para facilitar o pagamento.
Lucro Real: O Lucro Real é o regime tributário de pequeno porte, que possui uma baixa lucratividade. Dessa forma, esse regime tributário permite que a empresa calcule seus impostos com base na lucratividade de um determinado período.
Lucro Presumido: O Lucro Presumido é calculado através do lucro estimado estimado pelo negócio. Assim, a empresa tem uma maior simplicidade no pagamento dos seus impostos, sendo baseados em um valor pré definido.
Tenha os documentos necessários para abrir um CNPJ
Agora que você já tem todas as etapas definidas, basta ter em mãos a documentação necessária para obter o seu CNPJ. Os seguintes documentos são:
RG e CPF;
Dados referentes ao negócio, como forma de atuação, ocupação, endereço comercial;
Certidão de nascimento;
Certidão de casamento ( no caso de ser casado);
Cópia do comprovante de residência;
Cópia dos documentos pessoais de todos os sócios se houver (RG, CPF ou CNH);
Faça o cadastro para abrir um CNPJ
Chegou o momento de você cadastrar seu CNPJ.
Dessa forma, para realizar esse processo é necessário seguir os passos abaixo:
1 – Gerar o Documento Básico de Entrada
Consulte a viabilidade e forneça as informações necessárias para “Registro” e “Inscrição Tributária” no site da Redesim.
Após preencher as informações necessárias, você deve imprimir o Documento Básico de Entrada (DBE).
2 – Apresentar a documentação no órgão de registro
Faça a impressão do DBE e junte todos os documentos necessários para registro.
No caso de os dados estarem integrados à Redesim o registro do CNPJ será realizado de forma automática pelo próprio órgão. Caso contrário, todos os documentos devem ser enviados para a Receita Federal.
Os documentos necessários para registro são:
Documento Básico de Entrada – DBE
Contrato social
Documento de identificação – RG e CPF;
3 – Abrir o processo digital
Como falado anteriormente, caso o processo seja destinado para a Receita Federal é necessário realizar o seguinte processo:
Acesse o Sistemas de Processos Digitais;
Selecione a opção “Solicitar serviço via processo digital”;
Selecione a área Cadastros, selecione o CNPJ e informe o Número de Controle;
4 – Solicitar a juntada dos documentos
Para solicitar a juntada dos documentos é necessário utilizar como tipo de documento o “DOCUMENTO BÁSICO DE ENTRADA – DBE”. Informe também “o número do recibo/identificação” que está no DBE.
O restante dos documentos necessários devem ser incluídos em arquivos separados e classificados por tipo.
O resultado do processo será incluído no processo digital. Portanto, basta você clicar na opção “Meus processos” e confirmar se o processo foi aprovado.
Se o processo for aprovado, o ideal é emitir o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral. Ele serve para comprovar a sua inscrição no CNPJ.
Realize o registro na Junta Comercial
Nessa etapa você deve realizar o registro na Junta Comercial na cidade que sua empresa está localizada. Assim, você deverá apresentar alguns documentos que serão solicitados, que podem variar de acordo com a empresa. São eles:
Contrato social;
Comprovante de endereço;
Documentos pessoais dos sócios (RG e CPF);
Comprovante do pagamento de taxas referentes a abertura da empresa;
O registro na junta comercial é essencial para a obtenção de licenças, alvarás e autorizações relacionadas à atividade que serão exercidas.
Obtenha a inscrição municipal
Após todos esses passos é necessário obter a inscrição municipal na prefeitura da sua cidade. Assim, a documentação e o valor podem variar de acordo com a cidade.
Essa inscrição serve para que a empresa esteja cadastrada corretamente na prefeitura, principalmente em caso de emissão de NFS-e. Ela também permite a emissão do alvará de funcionamento.
Faça a emissão do CNPJ
Ao finalizar esse processo, seu CNPJ estará pronto. Em pouco tempo também será possível emitir o cartão CNPJ. Para realizar esse processo, basta seguir os passos:
Ou você pode, também, após abrir seu CNPJ, emitir gratuitamente o Cartão CNPJ com todos os dados da sua empresa em PDF.
Como abrir um CNPJ MEI
O MEI é o Microempreendedor Individual, um tipo de empresa onde um empreendedor autônomo se regulariza, sem grandes burocracias.
Dessa forma, como todas as outras empresas, o MEI possui algumas exigências básicas, são elas:
Faturar até R$ 81 mil anualmente;
Ter no máximo um funcionário com carteira assinada e com mais de 16 anos;
Não ter vínculo com outras empresas como sócio ou titular.
Portanto, a seguir separamos um passo a passo para quem quer deseja ser MEI.
Acesse o Portal do Empreendedor
Em primeiro lugar, você precisa acessar o Portal do Empreendedor e clicar na opção “Formalize-se”. Assim, você será direcionado para outra página para fazer o cadastro.
Nessa etapa é necessário que você entre no site do gov.br e faça o login com suas informações.
⚠️ É importante lembrar os futuros empreendedores brasileiros tenham uma conta no nível prata ou ouro. Para empreendedores estrangeiros é necessário possuir o nível bronze.
Preencha as informações solicitadas para abrir um CNPJ
Nesse momento é necessário preencher todos os campos de informações solicitadas pelo portal, são eles:
RG
Dados de contato
Informações referentes ao negócio, como atividade econômica, forma de atuação e a localização do negócio, por exemplo.
Para empreendedores estrangeiros os documentos necessários são:
Carteira Nacional de Registro Migratório (CNRM)
Documento Provisório de Registro Nacional Migratório (DPRNM)
Protocolo de Solicitação de Refúgio (PSR)
Escolha a sua atividade principal
Nessa etapa é necessário que você defina a sua principal atividade. Além da atividade principal é possível definir até 15 atividades secundárias.
Dessa forma, você pode acessar as lista de atividades permitidas pelo MEI e confirmar se a sua atividade está inclusa.
Além disso, você deve informar o local onde a empresa vai operar e verificar a possibilidade no determinado local.
Emita do comprovante
Após finalizar o processo, basta emitir o Comprovante de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).
Agora você pode dar abrir sua empresa e usufruir de diversos benefícios, como:
Abrir uma conta bancária no seu CNPJ;
Emitir notas fiscais;
Buscar linhas de créditos em instituições bancárias;
Pague as taxas
O cadastro e abertura do MEI é totalmente gratuito. Mas, após finalizar a abertura, o Microempreendedor deve pagar algumas obrigações. Essas obrigações devem ser pagas através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS/MEI).
O MEI tem vários benefícios em relação aos impostos pagos. Por isso, a DAS unifica os 8 impostos principais em uma guia só, com valor abaixo que de outros tipos de empresa.
Pagamento mensal de tributos (DAS/MEI)
R$ 71,60 para comércio ou indústria, sendo R$ 70,60 do INSS, R$ 1,00 do ICMS;
R$ 75,60 para prestação de serviços, sendo R$ 70,60 do INSS, R$ 5,00 de ISS;
R$76,60 para comércio e serviços, sendo R$70,60 do INSS, R$1,00 do ICMS, R$5,00 de ISS.
DASN/SIMEI
O DASN/SIMEI é a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual. Essa declaração é uma obrigação fiscal para todo MEI com o objetivo de informar o faturamento bruto anual.
Dessa forma, através do DASN/SIMEI serão informadas todas as transações financeiras realizadas pelo Microempreendedor Individual e o número de funcionários contratados.
Portanto, para realizar esse processo é necessário seguir os passos abaixo:
Selecionar a opção “Entregar a Declaração Anual de Faturamento”
Preencher o número do seu CNPJ;
Inserir os números de verificação que aparecerem na tela.
Qual a importância do CNPJ?
O CNPJ é o principal responsável por identificar uma empresa. Essa identificação vale tanto para fornecedores, clientes e para o estado. Ter um CNPJ regularizado traz diversos benefícios, como estar em dia com a Receita Federal e uma maior participação no mercado.
As pessoas também perguntam
Como abrir CNPJ MEI grátis?
Para abrir CNPJ MEI grátis basta seguir o passo a passo a seguir:
Preencha as informações do formulário de inscrição do MEI;
Assinale as declarações;
Conclua o processo.
Qual o valor para abrir um CNPJ?
O custo para abrir um CNPJ depende dos processos necessários para formalizar a empresa. Alguns custos com documentação e contabilidade variam de acordo de cidade para cidade, então depende de cada caso.
Vantagens de ter um CNPJ?
Existe uma grande variedade de vantagens de possuir um CNPJ, dentre elas estão:
Possuir uma empresa formalizada;
Emissão de nota fiscais;
Pagamento da previdência;
Acesso a linha de créditos;
Maior participação no mercado;
Maior variedade de formas de pagamento;
Qual a diferença entre MEI e CNPJ?
O CNPJ é o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, um número de identificação que a empresa adquire no momento da sua criação. Assim, ele abrange várias empresas, como, MEI, ME, LTDA, entre outras.
O MEI é uma natureza jurídica é um tipo de empresa, que tem um CNPJ.
Assim, a diferença é que o CNPJ é um identificador da empresa, enquanto o MEI é um tipo de empresa.
Como fazer CNPJ para autônomo?
Para abrir um CNPJ para autônomo, você pode optar pelo MEI (Microempreendedor individual). Dessa forma, o primeiro passo é acessar Portal do empreendedor, clicar na opção “formalize-se”, fazer o login no site do gov.br, preencher as informações recomendadas e pronto.
Tenho carteira assinada, posso ter CNPJ?
Sim, quem tem carteira assinada pode ter CNPJ. Não há nenhuma restrição para trabalhadores registrados obterem um CNPJ.
É possível abrir um CNPJ grátis?
Sim, é possível abrir um CNPJ gratuito. O processo para abrir um MEI (Microempreendedor individual) é totalmente gratuito.
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