logo egestor
  • Planilhas de Produtos
    • Planilha de controle de estoque
    • Planilha de controle de vendas
    • Planilha de curva ABC
    • Planilha de controle de produção
    • Planilha de estoque mínimo
    • Planilha de frente de caixa
    • Planilha de preço de venda
    • Planilha de comissão de vendas
  • Planilhas Financeiras
    • Planilha de orçamento empresarial
    • Planilha de fluxo de caixa
    • Planilha de DRE
    • Planilha de margem de contribuição
    • Planilha financeira
    • Planilha de controle financeiro
    • Planilha de ponto de equilíbrio
    • Planilha de contas a pagar e receber
    • Planilha de gastos
  • Sistema de controle financeiro
  • eGestor
    • Sistema de Gestão Empresarial
    • Sobre
Treinamento de vendas: Como realizar um para seus funcionários

Treinamento de vendas: Como realizar um para seus funcionários

por Gabrielly Vizzotto Cruz | 21/07/2022 | Empreendedorismo

Quem trabalha com vendas precisa estar constantemente treinando seus funcionários. Não apenas aqueles que acabam de ingressar no time de colaboradores, mas também os que já fazem parte da empresa há algum tempo. Afinal, se trata de algo essencial que irá não apenas contribuir para aumentar o lucro da organização; como também fazer com que tudo funcione sem erros e se ganhe ainda mais destaque no mercado. Portanto, o treinamento de vendas dos funcionários é fundamental para a produtividade da empresa.

Algumas pessoas nascem com um talento natural para vender, e parecem convencer o público-alvo com facilidade. São os chamados vendedores natos. Estes normalmente se destacam dentro da organização. No entanto, é possível fazer com que uma pessoa com certas dificuldades se torne um bom vendedor. Está aí a razão de se investir em treinamentos constantes para os funcionários de sua empresa.

O que é treinamento de vendas?

O treinamento de vendas é uma qualificação da equipe, para que conheçam mais sobre as práticas e técnicas para melhorar o processo de venda. O treinamento pode ter focos diferentes, levando em consideração o tipo de venda e o tipo de empresa. Ainda, ele pode ser focado em alguma competência específica ou em um aspecto comportamental a ser desenvolvido.

Esses treinamentos de vendas também não podem ser algo ocasional. Levando em conta que o ser humano aprende por repetição, o que for aprendido em um deve ser lembrado constantemente, por isso, é importante fazer com que eles sejam recorrentes. Mas não exageradamente, para não atrapalhar a aplicação do que foi aprendido.

Como fazer um treinamento de vendas – passo a passo

Defina o objetivo do treinamento

Qual a principal dificuldade da equipe que um treinamento de vendas pode solucionar? É isso que se deve pensar na hora de criá-lo. Claro, também podem ser tratados temas mais amplos, como negociação, organização, técnicas de vendas e outras, mas ter um tema mais focado também pode ser bom.

Esse treinamento não precisa ser necessariamente em equipe, ele pode ser individual. Dessa forma, ao encontrar um colaborador com alguma dificuldade, o treinamento pode ser dado somente a ele ou a equipe toda, que pode se atualizar.

Periodicidade

Juntamente com o objetivo, o intervalo de tempo entre um treinamento e outro pode ser definido. Assim, no primeiro treinamento se identifica o nível que a equipe se encontra e se há necessidade para mais treinamentos com o mesmo objetivo.

Ainda, atente-se para novas contratações. Pode acontecer de elas terem experiência, mas também pode ser que não. Portanto, elas precisam de mais treinamentos. Ou seja, se o treinamento é feito para resolver um problema recorrente, ele também deve ser recorrente. É interessante pensar em, ao menos, uma vez por semana. Mas, caso ele seja apenas uma recomendação, o treinamento pode ser uma palestra.

Estabeleça duração e orçamento

Quando se define o objetivo do treinamento de vendas e os motivos pelo qual ele é dado, também deve ser estabelecido o tempo de duração. Assim, esse tempo também ajudará a definir qual será o orçamento disposto para a realização.

Pense na quantidade de na profundidade do conteúdo para estabelecer ambos tempo e estimativa de valores.

Decida o formato do treinamento de vendas

Ao falar de formatos, os principais que podemos citar são o presencial e o online, e para decidir qual dos dois é preciso saber sobre a empresa, se todos os colaboradores que participarão do treinamento de vendas estão trabalhando presencialmente ou não.

Mas mais do que isso, o formato a ser decidido também leva em consideração se ele será gravado, se terá exercícios ou dinâmicas. Essa decisão também afeta o tempo e o orçamento do mesmo.

Acompanhar o resultado

Para saber se o treinamento de vendas foi bem sucedido basta controlar o treinamento, acompanhando seus colaboradores. Em um primeiro momento essa avaliação pode ser feita através de um formulário de satisfação, onde esses podem deixar suas opiniões. Mas também, ao longo do tempo, os resultados podem ser indicadores da repercussão do treinamento.

treinamento de vendas

Os 3 pilares de um bom treinamento de vendas

Para fazer um bom treinamento de vendas é necessário ter em mente os três pilares. Eles servem como uma espécie de guia, para que tudo que você faça ou diga seja baseado neles.

Acredite no produto

Como você pretende vender um produto, trazer valor para ele, se você não acredita no que ele faz?

Por isso, um dos pontos mais importantes do treinamento de vendas é mostrar ao seu vendedor a diferença de quando se vende algo sem acreditar nele, a quando se acredita de verdade.

Acreditar no que você está fazendo faz toda diferença, é o que move e que dá razão para aquilo, o que faz fazer sentido. Se você tratar a sua venda como só mais uma venda, ela será a mesma coisa para seu cliente. Mas se você dá o melhor tratamento, com todo cuidado, realmente acreditando que o que você está vendendo fará a diferença, o seu cliente entenderá dessa forma.

Seja resiliente

Resiliência é uma palavra que ganhou certa fama nos últimos anos, mas é fácil entender o porquê. Resiliência significa conseguir retornar a sua forma original, além de se adaptar a situações problemáticas, mudanças e superar dificuldades. Basicamente o que todo mundo gostaria de ter.

Por motivos óbvios, a resiliência é um dos pilares para o treinamento de vendas. Ela é algo que deve ser exercido todos os dias, o tempo todo. Afinal, não é algo que se aprende com facilidade mas é um grande diferencial.

Tenha organização

Organização é uma qualidade que todos gostariam ou deveriam ter, e é claro que ela deve ser citada em um treinamento de vendas. Afinal, não é muito interessante atender a ligação de um vendedor e ele não saber em que etapa você está da venda, não saber informações que você já deu…

Além disso, a organização garante mais produtividade, ou seja, realiza melhor o processo de trabalho sem tanto esforço empenhado. Isso torna o processo todo mais fácil e os resultados melhores.

Quais são os 7 passos de vendas?

Para iniciar o processo de venda é possível ter um guia, quase como um passo a passo. Confira os 7 passos de vendas:

  • Prospecção: para fechar uma venda você precisa ter para quem vender. Na prospecção é quando se capta esses futuros clientes, com uma estratégia de marketing bem definida.
  • Qualificação: você trouxe alguns possíveis clientes com a prospecção, mas nem todos são qualificados. Faça uma avaliação de quais são realmente possíveis clientes, que podem comprar de vocês e quais estão “dando uma olhadinha”.
  • Apresentação: agora que você já tem os seus futuros clientes qualificados, é hora de apresentar o seu produto ou serviço a ele. Essa talvez seja uma das partes mais importantes do treinamento de vendas, atrás apenas da próxima etapa. Ou seja, aqui é onde você dá valor ao que está comercializando.
  • Negociação: o valor foi mostrado, é hora de ouvir o que o seu cliente tem a dizer e tentar fazer com que todo mundo saia ganhando. Essa é a parte mais importante a ser feita em um treinamento de vendas, uma vez que nem todos nascem sabendo negociar e mesmo que queira fazer o melhor para o seu cliente, você também não pode sair perdendo.
  • Fechamento: você segurou a mão do seu cliente até agora, essa não é a hora de largar. O treinamento de vendas também deve cobrir o final da venda, antes de passar o bastão para a equipe de pós-venda.
  • Pós-venda: você gasta mais conquistando novos clientes do que mantendo os existentes, e por isso, pode ser interessante que o seu time de pós-venda também tenha treinamento de vendas.

Tipos de treinamentos de vendas para o seu negócio

Alguns exemplos de treinamento de vendas que você pode fazer no seu negócio:

  • E-mails de nutrição
  • Ligações frias
  • Vendas consultivas
  • Rapport
  • SPIN selling
  • Técnicas de negociação
  • Inteligência emocional
  • Hard skills
  • Soft skills

Por que investir no treinamento de vendas?

A verdade é que treinamentos não são uma novidade para aqueles que atuam no setor de vendas. O foco normalmente envolve melhorar a performance da equipe, e assim aumentar as vendas, ou se preparar para algo diferenciado, como uma Black Friday ou outro tipo de liquidação. Podem ser de curta duração, como uma palestra. Ou algo mais longo, como um curso que pode levar de uma semana a alguns meses para ser concluído. De qualquer forma, é recomendado que o treinamento de vendas seja curto e focado. Evitando assim, passar muita informação de uma vez só.

Independentemente de seu negócio trabalhar com vendas físicas ou online, a ideia é estar sempre à frente da concorrência. buscando novas formas de oferecer seu produto sem que o vendedor pareça um robô com um discurso treinado e decorado, repetindo sempre o mesmo para todos e ignorando o fato de que cada cliente é diferente. Isso deixa claro que o melhor é deixar apostilas à parte, e pensar em novas técnicas de treinamento que motivem os funcionários e façam com que eles vejam seu trabalho como algo a mais do que simplesmente vender um produto ou serviço e bater metas estipuladas.

O discurso do “eu sou o melhor do mercado e você deve fechar negócio comigo” vem cada vez mais sendo excluído. E já não convence mais os clientes, por ser algo muito superficial e comum. É fácil dizer que é o melhor em determinado mercado, mas o que o torna diferente do seu concorrente? Essa é apenas uma das respostas que os vendedores precisam ser ensinados a transmitir durante todo o processo de venda.

Estratégias utilizadas em um treinamento de vendas

O treinamento de vendas precisa incluir algumas estratégias para que o vendedor consiga desenvolver suas habilidades e então transmitir ao cliente aquilo que realmente deseja – e consequentemente fechar negócio.

O foco no discurso e constante aperfeiçoamento do mesmo é essencial; ainda assim, outras estratégias precisam ser trabalhadas para que o funcionário não veja o treinamento como algo que deve decorar, caindo no famoso “agir como um robô”.

Dentre as estratégias que podem ser ensinadas em um treinamento de vendas estão:

Gerar valor

Enquanto desenvolve suas habilidades de venda, o funcionário precisa também aprender a gerar valor para o produto ou serviço que irá vender. É preciso que o profissional transmita confiança ao público-alvo. Ou seja, ele deve não apenas conhecer o que vende, como “ser” o que vende.

Ao aprender a gerar valor, o vendedor automaticamente sabe que não precisa repetir o tempo todo que seu produto/serviço é o melhor. Porque o cliente entenderá isso de forma natural. A mensagem que o vendedor passa é: “Se essa pessoa me transmite tanta confiança, porque não fechar negócio com ela?”.

E-learning

Apesar da maioria das empresas focarem nos treinamentos tradicionais – que envolvem um momento em que todos os serviços são parados e os funcionários são direcionados a uma palestra ou curso – é interessante apostar também no e-learning.

O treinamento deve, é claro, envolver algo presencial. Assim os funcionários podem entender melhor no que precisam se capacitar e a empresa entender no que precisa investir. No entanto, todo o material das palestras ou cursos pode também ficar à disposição dos vendedores, para que possam consultar sempre que for preciso.

Motivar

As palestras motivacionais são um exemplo de como a estratégia de motivar a equipe pode ser utilizada nos treinamentos de venda. A ideia é que o funcionário possa se reafirmar, voltar a se identificar com o que está vendendo. A partir disso pode descobrir  novas formas de realizar suas vendas – através de habilidades que ele ainda não sabia que possuía.

Elogiar os funcionários e reiterar uma conquista realizada por atingir uma meta é interessante quando se aposta na estratégia da motivação, pois mostra que a empresa valoriza o esforço de seus colaboradores.

Além disso, a estratégia da motivação deve incentivar os funcionários a aprender mais sobre o público-alvo e o que estão vendendo. Postura e apresentação, psicologia de vendas e ferramentas que podem ajudar a fechar negócio podem ser apresentadas durante palestras motivacionais.

Comunicação interpessoal

Quem vende um produto precisa saber se comunicar. Isso é um fato. No treinamento de vendas, é importante sempre incluir algo que envolva a comunicação interpessoal. Com isso os funcionários aprendem a se comunicar melhor e ganham mais desenvoltura.

Dessa forma se evita aquele vendedor que não consegue convencer o cliente e não sabe como contra argumentar. O funcionário aprende como abordar, quando abordar e como dar continuidade à abordagem para então finalizar a venda.

Linguagem corporal

A linguagem corporal é essencial na hora de realizar uma venda. Isto significa dizer que os funcionários precisam ser treinados sobre essa questão. Aprender não apenas a prestar atenção em si mesmos como também a entender o que o cliente está transmitindo.

Dessa forma, o vendedor sabe exatamente quando se aproximar e como agir para deixar o público-alvo mais à vontade, assim como também aprende a identificar quando o cliente está se sentindo entediado com o discurso ou não tem interesse em fechar negócio.

Foco no emocional

Pesquisas comprovam que a maioria das compras são realizadas de forma emocional, e não racional. Ou seja, as pessoas compram algo devido a um desejo ou sentimento em relação ao produto/serviço/marca.

Durante o treinamento de vendas, o funcionário deve ser incentivado a trabalhar sempre a compra de maneira emocional, fazendo com que o cliente se identifique com aquilo que está sendo vendido. Um produto/serviço/marca precisa ser visto quase como um ser vivo.

Estudo de casos

A forma de agir de um funcionário de vendas afeta em grande parte a opinião do consumidor em relação à empresa ou produto. Juntamente com a estratégia de motivação, é possível incluir o estudo de casos durante um treinamento.

O motivo? Analisando um case de sucesso, os colaboradores conseguem entender a importância de manter um bom relacionamento com o cliente e sentem-se motivados a garantir um bom atendimento. Sem contar que ao ver algo que deu certo seguindo o que lhes foi ensinado nos treinamentos, os funcionários passam a se sentir mais seguros de si mesmos enquanto realizam vendas.

Boa liderança

Bons vendedores possuem bons líderes, essa é a grande verdade. Uma equipe de vendas precisa contar com uma boa liderança para alcançar as metas que lhes são impostas. O treinamento de vendas precisa focar não apenas nos vendedores em si como também nos líderes de equipes de vendas.

Se o líder não está motivado ou não sabe o que sua equipe está vendendo, as chances de todos se sentirem perdidos são bem maiores. 

Constante acompanhamento

O treinamento de vendas terminou e isso significa que o funcionário pode ser deixado de lado e o foco deve ser voltado aos outros que serão treinados, certo? Não. Errado. Após o término do treinamento, é preciso constante acompanhamento daqueles que dele participaram.

Assim, é possível monitorar resultados e mudanças. Além de identificar o que será o foco do próximo treinamento. Os feedbacks também são importantes nessa estratégia, tanto os positivos quanto os negativos. Dessa forma, o funcionário consegue compreender qual caminho seguir para alcançar os objetivos e metas da empresa.

Banner-conversao-eGestor-blog
Vender em Marketplace: Entenda as vantagens dessa modalidade

Vender em Marketplace: Entenda as vantagens dessa modalidade

por Gabrielly Vizzotto Cruz | 19/07/2022 | E-commerce

O Marketplace é atualmente um mecanismo de venda muito promissor para pequenos, médios e grandes empresários. Essa ferramenta dispõe de muitas vantagens e garante um bom retorno financeiro, e na maioria das vezes, requer baixos investimentos.

Mas, você sabe de fato o que são os Marketplaces? O Marketplace faz parte do e-commerce, e um e-commerce é um sistema de vendas via internet.

No entanto, apesar de ser comparada a uma loja virtual, essa ferramenta vai além. Enquanto um marketplace possui vários vendedores em uma única plataforma, as lojas eletrônicas pertencem exclusivamente a uma determinada empresa/site.

No Marketplace os vendedores oferecem seus próprios produtos e realizando vendas simultaneamente. Neste caso, a cada venda feita pelo lojista, há um percentual a ser pago à plataforma de Marketplace, ou seja, uma comissão.

Agora que você já sabe como funciona o Marketplace, que tal aprender as estratégias certas para obter sucesso nessa nova empreitada? Confira as dicas a seguir!

vender em marketplace

Como vender em marketplace

Quando se fala em venda online, estamos falando de usuários que estão em busca de comprar um determinado item. Dessa forma, é preciso manter uma página que acolha os interesses desse cliente e o estimule a fechar uma compra.

Então, caprichar na descrição dos produtos é uma excelente maneira de atrair a atenção dos visitantes. Dispor de boas imagens e vídeos que expliquem as funcionalidades da mercadoria também é válido, tendo em vista que no modo online, não há a possibilidade de o consumidor fazer uma experimentação do produto.

Atente-se também em responder com prontidão às dúvidas e questionamentos dos interessados, pois isso demonstra seu profissionalismo e responsabilidade.

Defina os produtos para vender no marketplace

O primeiro passo para o sucesso de qualquer venda, seja ela presencial ou online, é a apresentação dos produtos.

É importante que o vendedor agrupe as peças de acordo com as categorias as quais eles pertencem. É essencial também que os itens sejam agrupados de acordo com determinadas características, como preço, cor, estoque disponível ou, que tenha filtros, para facilitar a busca.

Após escolher as peças, atente-se para preencher adequadamente a descrição de cada peça para vender em marketplace. Isso equivale ao que chamamos popularmente de “vender o seu peixe”, ou seja, seus diferenciais e qualidades.

Feito isso, fica mais fácil para os clientes acessarem o seu produto de forma mais prática e rápida. Dessa forma, aumentam as chances de fechar negócio.

Escolha da plataforma

A escolha da melhor plataforma para vender em marketplace varia de acordo com o empreendedor, uma vez que cada canal oferece vantagens diferentes. Mas o mais importante: cada uma tem suas exigências legais.

Por exemplo, algumas empresas admitem o cadastro de pessoas físicas, porém, em outros casos, é necessário o cadastro do CNPJ junto à Receita Federal. Portanto, preste atenção às regras de cada plataforma para que você tenha certeza de que ela é ideal para o seu objetivo e condições financeiras.

No Brasil, algumas instituições são referências nesse ramo. Conheça um pouco mais sobre cada uma delas:

Mercado Livre

Esse é o primeiro da lista, e não é por menos. O Mercado Livre é o Marketplace mais conhecido e utilizado pelos brasileiros. Mesmo que você nunca tenha usado, provavelmente conhece alguém que já comprou através do site ou até mesmo alguém que comercialize por ele.

Como o próprio nome sugere, as vendas são livres, sendo possível o acesso a milhares de produtos nas mais diferentes categorias. Entre as vantagens do Mercado Livre, podemos citar que o site conta com um sistema mediador de entregas – o Mercado Envios. Também, a plataforma possui um canal integrado responsável pela gestão do pagamento – o Mercado Pago.

Se você busca por uma plataforma que tem um alto tráfego e é bem popular, o Mercado Livre é uma boa opção para vender em marketplace.

Magazine Luiza

A Magazine Luiza (ou Magalu) é uma empresa do ramo do varejo. Há algum tempo a empresa de Luiza Helena Trajano começou a oferecer oportunidades para pequenos e médios empresários venderem dentro da plataforma. Apesar de a Magazine Luiza ser especialista em eletrodomésticos, nos últimos anos a instituição tem investido em outros setores, como o de tecnologia.

No site da organização, há uma parte dedicada aos varejistas que desejam vender junto da plataforma. A Magazine Luiza também oferece um sistema de envios gratuitos. Juntamente com isso, existe o Magalu Ads, um sistema que promove a página do associado, e consequentemente, eleva o número de acessos à loja personalizada do vendedor.

B2W

A B2W é uma plataforma que permite ao vendedor anunciar seus itens nas Lojas Americanas, Americanas Empresas (compras por pessoas jurídicas), Shoptime e Submarino.

Os shoppings virtuais das lojas da B2W estão entre os mais procurados pelos brasileiros. Eles contam com uma ótima visibilidade e credibilidade perante o público. Para se ter uma ideia, a rede conta com mais de 17 milhões de clientes ativos e mais de 2 bilhões de visitas anuais.

Entre os requisitos para fazer parte da plataforma estão a exigência de CNPJ e uma conta corrente vinculada a esse CNPJ.

Amazon

A Amazon é uma plataforma mais recente no Brasil, mas nem por isso deixa de ter diversos admiradores. Assim como o Mercado Livre, na Amazon também é possível vender produtos seminovos e/ou usados.

Uma das maiores (se não a maior) vantagem dessa plataforma, é que ela é bem conhecida e tem alta credibilidade do público brasileiro. Logo, ao vender no marketplace da Amazon, o cliente sente-se seguro e confiante, dada à qualidade do atendimento e entrega por parte da rede varejista.

Facebook Marketplace

Apesar da popularidade do Facebook, o Marketplace desta plataforma é mais limitado. Isso porque ele não oferece um sistema de compra e vendas diretamente na rede social.

Diferentemente das outras plataformas, que possuem um sistema de pagamento integrado, o Facebook Marketplace oferece mais oportunidades quanto aos anúncios e trocas de mensagens entre usuários. Ou seja, o processo de pagamento e entrega é feito diretamente fora da plataforma.

Organize a logística de entrega

Agora que você já sabe qual a plataforma para comercialização, você precisa decidir como se dará a entrega dos produtos. Para isso, é importante levar em consideração o tipo de produto e o local de entrega. Afinal, você pode fazer a venda apenas para uma localidade e até optar por vender em um marketplace focado na localização, como o Facebook.

Mas o principal ponto a ser pensado é em questão de responsabilidade, uma vez que a empresa escolhida fica responsável por levar o produto do seu cliente. Entenda as restrições e também a reputação do escolhido. Os Correios, por exemplo, tem algumas vantagens de preço e alcance de entrega. Mas ele possui restrições de peso, e o valor pode ser mais caro.

Se optar por uma transportadora, busque por uma que mais se encaixe na qualidade de entrega que seus produtos precisam. Se é algo que precisa chegar em pouco tempo, busque pelas mais rápidas, mas se for algo frágil, busque as que têm mais cuidado com produtos delicados.

Divulgação e Anúncios

A propaganda é, sem dúvidas, a alma do negócio. Assim, não basta criar a sua loja online e ficar esperando os clientes surgirem. Desse modo, investir em propaganda dos seus produtos é um investimento sempre necessário.

Ferramentas como o Google Ads, são um recurso que garante as melhores posições nas pesquisas do Google, o que aumenta os acessos da sua página de vendas.

Contudo, existem outros instrumentos mais viáveis, como os anúncios feitos nas redes sociais, como o Facebook e o Instagram. Investir em marketing de conteúdo também é uma ótima opção de converter visitantes em clientes.

Integração de plataformas

Quem possui apenas uma loja virtual e deseja ter vendas recorrentes, geralmente precisa redobrar o investimento em outros mecanismos de divulgação para alcançar esse feito.

Todavia, quando se vende através de um Marketplace, essa parte dos anúncios já é bem adiantada. Isso porque os sites geralmente disponibilizam gratuitamente uma página personalizada para que o lojista/parceiro possa ofertar seus produtos. Essas contam com a credibilidade do site gerenciador (Mercado Livre, Magazine Luiza, Amazon etc.).

vender em marketplace

Dicas para vender em um marketplace

Existem algumas práticas que podem fazer diferença na hora do cliente escolher o seu produto sobre o do concorrente. Confira algumas práticas para vender em marketplace.

Foque no seu produto

Uma boa descrição e uma boa foto pode ser o diferencial do seu produto. É comum que marketplaces tenham vários do mesmo produto, e para que o cliente escolha o seu, você deve dar atenção a esses pontos. Demonstrar o valor do produto somente na foto pode parecer difícil, mas é essa dedicação que fará a diferença.

Colocar todas as informações do produto no nome, ou até um adjetivo interessante sobre o que ele faz, tirar uma foto boa, com uma boa iluminação, muitas vezes até o usando gera um retorno muito positivo em relação a quantidade de vendas.

Tenha uma marca forte

Muitos marketplaces permitem que o cliente veja a reputação do vendedor e isso é muito importante. Se ele não tem uma boa nota e comentários de reclamação, é bem provável que ele realmente não seja um bom vendedor. E no seu negócio deve ser diferente.

Faça o máximo possível para que seus clientes sejam bem atendidos, que em caso de qualquer problema eles se sintam amparados. Ainda, descreva bem o seu produto e como é o processo de compra na sua loja e de entrega.

Em pesquisa recente foi descoberto que as redes sociais são onde os clientes mais buscam informações sobre uma empresa, por isso, não perca essa forma de publicidade. Mostre a produção do seu produto, o processo de separação, de entrega. Ou seja, faça o máximo possível para demonstrar que você realmente é um bom vendedor.

Faça um bom atendimento ao cliente

Um cliente bem atendido sempre volta. É comum que ainda se tenha receio sobre comprar online, ainda existem muitos golpes por aí. Por isso, faça com que seu cliente tenha segurança em comprar com você, responda suas questões e dê todas as informações possíveis.

Vantagens de vender no Marketplace

De modo geral, vender através de Marketplace oferece diversas vantagens. Entre elas, podemos citar a grande visibilidade que essa ferramenta dispõe e as facilidades nos processos de venda, pagamento e entrega.

A maioria dessas plataformas dispõe de um sistema próprio de gerenciamento e controle dos pagamentos. Ou seja, a parte financeira do seu negócio fica por conta de um sistema financeiro próprio, que realiza todos os procedimentos de recebimentos de valores e, em alguns casos, dos reembolsos, caso necessário.

A parte de entrega e devoluções de produtos também é oferecida pelo sistema do Marketplace, o que facilita bastante a vida dos empreendedores.

Banner-conversao-eGestor-blog
Montar uma vitrine: 10 dicas para uma mais atraente

Montar uma vitrine: 10 dicas para uma mais atraente

por Gabrielly Vizzotto Cruz | 19/07/2022 | Marketing

A vitrine de uma loja é como seu cartão de visitas, ou ainda o convite para que o passante, seu potencial cliente, entre e conheça a variedade de peças e objetivos comercializados dentro da empresa. Seja de uma loja de roupas, de sapatos, de móveis ou de decoração, montar uma vitrine requer muito planejamento, para contribuir positivamente com o cotidiano da empresa sendo.

Portanto, é essencial que sua montagem siga algumas dicas e regras básicas para atrair e convencer o público a entrar.

Quer montar uma vitrine mais atraente para a sua loja? E mais do que isso, atrair dezenas de novos clientes trabalhando corretamente com um recurso que já está disponível na sua empresa? Leia atentamente a todo este artigo e coloque cada observação em prática a partir de já!

Pode até parecer que não tem problema, mas esse tipo de situação pode passar uma boa ou má impressão da loja no geral.

O que é vitrinismo?

O vitrinismo é o uso de métodos e conhecimento para montar uma vitrine da melhor forma possível. É possível dizer que o vitrinismo é a arte de montar uma vitrine.

Ele se utiliza da teoria das cores e até de gatilhos para estimular compras. Assim, o vitrinismo consegue aproveitar todo o ambiente, o conhecimento sobre o público alvo e a identidade da marca para montar uma vitrine que é atrativa de verdade.

O que precisa para montar uma vitrine?

Obviamente o que se precisa para montar uma vitrine é o seu produto, e isso quer dizer muita coisa. Aqui estamos falando de como montar uma vitrine atraente e isso não é muito difícil. Você pode usar cores que chamam a atenção, até elementos móveis, que captam o olhar.

Mas mesmo assim, o seu produto é o centro da vitrine?

Considere uma loja de óculos de sol: no verão é possível fazer uma vitrine temática de praia, com areia, um manequim com roupa de banho, boias… enfim, tudo relacionado com o tema. Mas a loja vende óculos, eles serão o principal foco de quem passa por essa vitrine?

Ou seja, o que você precisa para montar uma vitrine é dar o foco necessário ao produto que se quer vender.

montar uma vitrine

Como montar uma vitrine atraente?

Para ficar longe de cometer erros que possam pôr tudo a perder com a sua vitrine, veja os passos e dicas que estão destacados a seguir e consiga atingir melhores resultados com uma organização pensada e planejada para atrair:

1. Para cada público, uma vitrine

A primeira dica e passo para montar uma vitrine atraente é considerar as características do seu público-alvo antes de simplesmente começar a composição.

Quem são, de fato, os seus clientes? Qual a faixa etária e classe social? Responder tais perguntas lhe dará uma base segura, entretanto, é preciso ir além, certo?

2. Antes de montar uma vitrine, limpeza

Pode ser a vitrine mais linda e bem montada do mundo, mas se ela estiver com alguma mancha, poeira ou teia de aranha, todo o trabalho vai por água abaixo!

Não é nada aceitável expor peças em locais sujos, e o seu cliente com certeza perceberá se isso acontecer, prejudicando, desta forma, suas vendas e o seu negócio como um todo.

Pense, por exemplo, no vidro: ele é uma parte da sua vitrine. Dessa forma, mantê-lo limpo faz parte de montar uma vitrine atraente.

3. Saiba explorar todo o espaço para montar uma vitrine

Seja uma vitrine grande ou uma pequena, o que importa mesmo é saber aproveitar o espaço, e não o tamanho.

Planeje montar uma vitrine com o layout real, sempre se baseando em suas medidas oficiais. E, jamais deixe de explorar um canto ou outro achando não ser necessário, afinal, neste espaço todo bom aproveitamento é bem-vindo.

4. Use a iluminação como sua aliada para montar uma vitrine

Outro ponto importantíssimo e que muitas vezes é menosprezado na hora de se montar uma vitrine é a iluminação. Porém, esta, quando bem trabalhada, é uma verdadeira aliada, por isso a dica é não perder tempo nem a oportunidade!

Saiba quais partes iluminar e dar foco, trabalhe com a movimentação das luzes de modo a chamar mais atenção sem ser exagerado.

5. Faça pequenas alterações diárias

Evidentemente a vitrine deve ser trocada com determinado espaço de tempo, como 15 dias ou até mesmo um mês conforme o seu planejamento e a necessidade da loja.

Ainda assim, vale destacar que para torná-la sempre mais atraente aos passantes é sempre bom investir em pequenas alterações.

Desta forma, procure trocar uma ou outra peça da vitrine com maior frequência para atrair a atenção daqueles que passam pelo lugar todo dia.

6. Confira com atenção os preços ao montar uma vitrine

Um erro grave e comum dos comerciantes é colocar valores errados na hora de montar uma vitrine, podendo prejudicar, de diferentes maneiras, o andamento de uma venda.

Sendo assim, confira os preços colocados nas peças a fim de ter certeza que não existirá nenhum problema relacionado ao erro dos valores, por exemplo.

7. Nem para menos nem para mais

Outro ponto importante é que a vitrine deve ser aproveitada sem exageros ou sem espaços em branco. Realmente, nem para menos e nem para mais!

O espaço deve sim saltar aos olhos do passante e cliente, atraí-lo pelas muitas opções e assim por diante; entretanto, não deve deixar a pessoa confusa e sem entender a vitrine. Por isso, cuidado ao montar uma vitrine!

8. O meio da vitrine é a área mais nobre

Vale destacar ainda que o meio da vitrine sempre é o ponto mais nobre e de maior destaque onde as peças mais importantes são alocadas, uma vez que os olhos dos passantes chegam primeiro a esta parte.

Pense em uma atividade muito comum: a ida ao supermercado. Você já deve ter reparado (e se não, faça isso na próxima viagem) que alguns produtos estão sempre no mesmo lugar, na altura dos olhos. Normalmente eles são os mais caros, ou de uma marca mais famosa. Isso faz com que alguém com pressa, por exemplo, pegue o que está no seu campo de visão. Assim, comprando o mais caro, ou o que traz mais faturamento para o negócio.

Defina com muito profissionalismo e segurança o que deve estar neste centro e otimize a sua vitrine para atrair ainda mais.

9. Harmonização em alta sempre

Também dê prioridade para a harmonização das peças na hora de montar uma vitrine. Faça com que elas se casem, se completem e se unam na vitrine de uma forma que entusiasme o cliente.

Procure, para tanto, prestar atenção nas cores e tons, estampas e itens que estão sendo colocados de modo a fazer com que exista toda essa harmonia, certo?

10. Planeje com os olhos voltados para o calendário

Por fim, lembre-se sempre de traçar o planejamento com os olhos voltados ao calendário explorando datas comemorativas. Algumas datas, como dia das mães, dia das crianças, dia dos namorados, são ótimas para movimentar melhor o seu negócio.

Existem datas que podem, inclusive, dobrar a quantidade de vendas. Uma delas é o Natal, todo mundo compra algo no Natal. Dessa forma, em uma data comemorativa importante para sua empresa, monte uma vitrine pensando na temática.

montar uma vitrine

3 erros comuns de se ver nas vitrines

Veja quais são os erros mais comuns de se ver pelas ruas e shoppings e avalie se eles acontecem dentro da sua loja também, para assim evitá-los:

Falta de organização

O primeiro e mais evidente e assustador erro ao se compor uma vitrine é deixá-la bagunçada, sem nexo ou sentido para quem está passando.  

Muitas vezes a vitrine até chama a atenção sim, porém isso não é nem um pouco positivo visto que este tipo de “chamar a atenção” é no sentido de obter comentários como “Que lugar bagunçado” e assim por diante.

E você não quer que os passantes e potenciais clientes tenham essa impressão da loja, certo?

Não segue as tendências

Outro equívoco bastante comum e que não passa despercebido pelos clientes é a falta de seguir tendências. É claro que a loja pode sim variar e oferecer opções diversas, não seguindo exclusivamente as modinhas.

Entretanto, deixá-las absolutamente de fora também não é uma decisão sábia. Se você abrir uma sorveteria em pleno inverno, ou oferecer sopa em um calor de 40º, será que combinam?

A vitrine oferece o que a loja já não tem

Por fim, entre a saga dos erros mais comuns de se encontrar nas vitrines das lojas está o fato de pôr em destaque aquilo que já não tem ou tem bem pouco, com numeração furada, por exemplo, no caso de roupas.

Além de ser desagradável para o cliente ter que esperar que sua peça seja retirada da vitrine, também é chato para aqueles que simplesmente escutam um “Esse já não tem em estoque”.

eGestor

O eGestor é um software de gestão empresarial perfeito para lhe auxiliar na gestão de seu negócio. Com ele você pode controlar o seu estoque, o seu fluxo de caixa, registrar todas as suas compras e vendas, cadastrar seus clientes e fornecedores, dentre muitas outras funções!

Banner-conversao-eGestor-blog
Business model Canvas ou plano de negócio tradicional

Business model Canvas ou plano de negócio tradicional

por Gabrielly Vizzotto Cruz | 19/07/2022 | Empreendedorismo

O plano de negócio e o Business Model Canvas são duas das ferramentas mais utilizadas em todo o mundo para o desenvolvimento e modelagem de negócios. Assim, ao utilizá-las, é possível ter uma visão muito mais clara sobre o empreendimento.

Entretanto, ainda há muita confusão entre as duas ferramentas. Muitas pessoas não sabem qual é a melhor, onde e como utilizá-las. Outras acreditam que se trata da mesma ferramenta — um equívoco, pois as diferenças são diversas.

Dessa forma, criamos este post especialmente para mostrar as diferenças entre o Business Model Canvas e o plano de negócio e ajudar na decisão de qual deve ser usada em sua empresa. Portanto, continue lendo nosso conteúdo e fique por dentro do assunto!

A ferramenta Business Model Canvas

Essa é uma das ferramentas mais recentes e utilizadas no ambiente empresarial. Foi criada em 2010 pelo consultor suíço Alexander Osterwalder, quando defendia sua tese de doutorado. Mas, por sua praticidade e eficácia, logo ganhou todo o mundo.

Atualmente, companhias como 3M, Microsoft, General Electric e Intel, por exemplo, algumas das mais inovadoras de todo o mundo, já a utilizam.

Para ficar mais claro, o Business Model Canvas — ou, em português, quadro de modelo de negócios — é um grande quadro dividido em 9 principais blocos. Seu objetivo é condensar as ideias-chave para construção de uma companhia em apenas uma página.

Assim, entre as principais características dessa ferramenta é possível destacar a possibilidade de ser desenvolvida em equipe, utilizando post-its e em sessões de brainstorming. Isso favorece a inovação, facilita a visualização e torna todo o processo muito mais ágil.

Business Model Canvas

Os 9 principais blocos do Business Model Canvas

Essa ferramenta serve como um mapa. O objetivo é entender o funcionamento de uma empresa já existente ou prever o funcionamento de uma empresa futura. Por isso, ela é dividida em 9 blocos principais que devem ser preenchidos com atenção. Conheça-os:

  • proposta de valor: é tudo o que a empresa entrega de valor para o seu público-alvo;
  • segmento de clientes: representa as principais características dos seus clientes, como idade, sexo, classe social e assim por diante;
  • relacionamento: é a forma como a empresa se relaciona com seu público-alvo;
  • canais: representa a ponte para que seus clientes cheguem até os produtos oferecidos, por exemplo, call center, website, redes sociais, etc.;
  • atividade-chave: é tudo o que a empresa faz de mais importante para que o negócio funcione;
  • recursos-chave: é tudo o que precisa — como máquinas, sistemas, pessoas — para entregar aquilo a que se propõe;
  • parceiros-chave: trata-se dos fornecedores mais importantes para a empresa;
  • fontes de receitas: é como você monetiza a proposta de valor;
  • estrutura de custos: representa todos os custos que envolvem o empreendimento.

Todas essas informações são simplesmente escritas em uma folha de papel. Há um quadro que deve ser preenchido de forma organizada e ao utilizá-lo, é possível estruturar e visualizar as ideias com mais clareza.

A ferramenta plano de negócio

O plano de negócio, por outro lado, é uma ferramenta mais detalhada. Sua aplicação é amplamente difundida nas universidades do mundo. Com ele, é possível ter uma visão mais aprofundada da empresa e do mercado onde atua.

Existem três principais motivos para criá-lo:

  1. avaliar a viabilidade de um novo projeto;
  2. conhecer profundamente o próprio negócio;
  3. apresentar esse projeto para um provável investidor — sócio, banco, familiar etc.

Por ser mais extenso, esse plano demanda mais tempo e esforço do profissional que deseja construí-lo. Além disso, é preciso saber monitorar o ambiente externo, analisar o ambiente interno, criar projeções financeiras (de curto, médio e longo prazo) etc.

Os principais blocos do plano de negócio

A realidade é que não há uma estrutura predeterminada para a construção do plano de negócio, como no business model canvas. Seus tópicos podem variar bastante, de acordo com a atividade da empresa, seu nível de maturidade e segmento de atuação.

Confira agora alguns dos tópicos mais comuns:

  • sumário executivo: é o primeiro tópico, uma espécie de introdução e seu objetivo é oferecer uma visão inicial holística sobre o projeto;
  • análise do ambiente externo: seu objetivo é falar sobre as ameaças e oportunidades que existem fora da empresa, mas que podem ser aproveitadas para potencializar os resultados da companhia;
  • descrição do negócios: o objetivo é falar sobre como a empresa busca solucionar as necessidades existentes no mercado, seus principais produtos e serviços;
  • plano financeiro: é o tópico sobre a precificação do produto/serviço, capital necessário para abrir o negócio e de onde vem esse capital — financiamento, dinheiro próprio, sócios, por exemplo;
  • plano de marketing: representa a estratégia de como se utilizará os diversos recursos para aproveitar as oportunidades existentes;
  • plano operacional: refere-se às ferramentas que serão necessárias para pôr o plano de negócio em prática, tais como recursos humanos, materiais, etc.;
  • projeção financeira: é a previsão de viabilidade do investimento, geralmente no curto, médio e longo prazo — considerando três cenários: otimista, realista e pessimista.

As principais diferenças entre as ferramentas

Como é possível ver, existem muitas diferenças entre as duas ferramentas. Porém, para facilitar sua visualização, criamos uma tabela para você. Veja:

Plano de negóciosBusiness Model Canvas
Mais tradicionalMais inovador
TextualVisual
Mais aprofundado e abrangenteMais superficial
Construído individualmenteConstruído em equipe ou individualmente
Mais demoradoMais ágil
Oferece respostasOferece perguntas-chaves

Qual ferramenta escolher?

Como se pode ver, ambas as ferramentas possuem seus benefícios. Enquanto uma é mais inovadora, ágil e até descontraída, outra é mais formal, demanda bastante tempo e pode ser apresentada para obter investimentos.

Por isso, a escolha ideal para a sua empresa pode variar bastante de acordo com o que você mesmo deseja. Se o objetivo é desenvolver novas soluções mais inovadoras para o seu negócio, então, o mais indicado é utilizar o Business Model Canvas.

Por outro lado, se deseja ter uma visão mais abrangente do empreendimento, captar investidores ou analisar a viabilidade de uma ideia, o indicado é o tradicional plano de negócio. Utilize a ferramenta que melhor atende à sua necessidade.

Banner-conversao-eGestor-blog
Fidelizar seus clientes: Confira 6 dicas essenciais

Fidelizar seus clientes: Confira 6 dicas essenciais

por Gabrielly Vizzotto Cruz | 15/07/2022 | Empreendedorismo

Somente os empreendedores sabem o quanto pode ser difícil conquistar novos consumidores. Mas, ainda mais difícil que aumentar a carteira de clientes, é conseguir fazer com que eles queiram comprar novamente. Afinal, é assim que se cria um ciclo virtuoso de novas oportunidades de negócio e de recomendações.

Para alcançar a fidelização, no entanto, a empresa pode começar com pequenos passos. Não importa o quão pequenos sejam, eles são capazes de gerar resultados surpreendentes. Confira 6 dicas para fidelizar clientes:

Converse

Uma das melhores formas de estreitar o vínculo e identificar problemas, antes deles ocorrerem, é se comunicar com os clientes. Essa interação pode ser:

  • Ativa, com o uso de newsletters, jornais e mensagens para a divulgação de notícias e informações importantes;
  • Ou passiva, abrindo canais de comunicação para que os clientes façam sugestões ou reclamações quando quiserem.

No entanto, não use os canais de comunicação da empresa somente para fazer publicidade de produtos e serviços. Transmita informações úteis sobre a empresa e o mercado. Isso para que os clientes se sintam em uma verdadeira parceria e não somente em uma relação comercial.

Seja humano

Muitos empresários gostam de se esconder atrás de e-mails corporativos e centrais de atendimento burocráticas. Não conseguir falar com pessoas que ouçam e resolvam os problemas do cliente é um grande obstáculo para mantê-los fieis à empresa.

Atenda os seus consumidores de forma pessoal. Dessa forma as pessoas sentem uma conexão maior quando e acabam conhecendo os nomes umas das outras. Assim, garantindo o terreno adequado para o surgimento de vínculos de confiança mais duradouros.

Seja pessoal

Essa dica também vale no sentido contrário. Em todas as suas ações e comunicados, procure chamar o cliente por seu nome. Isso faz com que ele se sinta valorizado pelo que é. Não sendo apenas mais um número para a sua empresa.

Surpreenda

As chances de fidelização são muito maiores quando a expectativa do cliente é atingida. Mas, elas são maiores ainda quando você entrega mais do que espera.

Isso muitas vezes não acontece porque tem um custo adicional. Entretanto, os ganhos com esses clientes que foram encantados são maiores. Ou seja, significa um ticket médio mais alto e novas oportunidades de negócio.

Olhe para dentro

Se você quer clientes satisfeitos e fieis, um importante passo é garantir que seus funcionários também se sintam dessa forma. Portanto, seja íntegro em todas as relações com a equipe e capriche nas iniciativas de gestão de pessoas. Buscando garantir um bom ambiente de trabalho.

Além disso, invista em treinamentos sobre atendimento ao cliente. Isso para que os colaboradores possam realizar as suas atividades com a mesma mentalidade que os proprietários do negócio.

Seja flexível

Grande parte da demanda das pequenas e médias empresas vem de clientes que querem soluções mais personalizadas para os seus problemas. Por isso, use essa tendência a seu favor. E lembre-se de que cada consumidor possui preferências e características individuais. Assim, crie soluções únicas para cada um deles.

Sua empresa deve investir no relacionamento com os parceiros atuais, não só em novas oportunidades de negócio ou contratos mais vantajosos. Afinal, os retornos dessa relação podem ser incríveis.

Banner-conversao-eGestor-blog
« Entradas Antigas
Próximas Entradas »

Conheça nossas Planilhas

planilhas eGestor

Ouça nosso PodCast

Ouvir PodCast

Acesse nosso curso

Curso do Lucro

Receba novidades do site

Baixe gratuitamente nossos ebooks

Download Grátis:

Planilha de Controle de Estoque

Planilha de Controle Financeiro

Planilha de Contas a Pagar e Receber

Planilha de Fluxo de Caixa

Planilha Financeira

Planilha de Controle de Produção

Planilha de Orçamento Empresarial

Planilha de Folha de Pagamento

Planilha de Vendas

Planilha de Cadastro de Clientes

Planilha de Produtos

Planilha de Ponto de Equilíbrio

Planilha de Curva ABC

Planilha de DRE

Posts recentes

  • Como pequenas empresas podem usar IA para melhorar a comunicação com clientes e fornecedores
  • Remessa para industrialização por encomenda: Guia completo da Nota Fiscal
  • Ferramentas de gestão: Descubra as 6 melhores
  • Guia Prático: Qual a melhor plataforma de e-commerce para quem está começando?
  • API do eGestor: Como funciona a integração API REST [2026]

Sobre o blog do eGestor

O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!

eGestor

Planilhas grátis

Podcast

Guest Posts

Política de Privacidade

Sobre nossa empresa

O eGestor é a ferramenta de gestão empresarial feita especialmente para pequenos negócios. Acreditamos que as pequenas empresas são o principal vetor para salvar o Brasil.

Telefone: 0800 603 3336

E-mail: atendimento@zipline.com.br

CNPJ: 04.693.497/0001-21

Rua do Acampamento nº 380 – Centro – Santa Maria – RS – 97050-002

© 2025 eGestor – Sistema Online de Gestão Empresarial

logo egestor
Aplicativo do eGestor
Ouça no Spotify

Utilizamos cookies para oferecer a melhor experiência em nossos sites. Você pode saber mais sobre os cookies clicando .

logo egestor
Fornecido por:  GDPR Cookie Compliance
Visão geral

Os cookies são vitais para melhorar sua experiência com o eGestor. Utilizamos os cookies para análise de dados de acesso nos nossos domínios, e criação de listas de remarketing para podermos patrocinar seus conteúdos preferidos na internet.

Os cookies do Google Analytics coletam informações anônimas como quantidade de acessos ao site e páginas mais visitadas. Estes cookies não são opcionais.

Cookies de preferência

Cookies que salvam informações a respeito de sua definição de cookies atual.

Cookies para anúncios

Utilizamos cookies do Facebook para poder oferecer anúncios à visitantes do site no Facebook e no Instagram.

Política de privacidade

Mais informações em nossa política de privacidade.