Despesas de uma empresa: O que são e como controlar

Despesas de uma empresa: O que são e como controlar

O que é uma despesa?

As despesas são gastos empresariais que não tem relação direta com o que se é comercializado. Assim, elas não visam o retorno financeiro, mas são necessárias. Portanto, as despesas, apesar de não gerarem retorno financeiro, propiciam o “conforto” e a funcionalidade para a empresa.

Alguns exemplos de despesa são as contas de energia elétrica, de água e de telefone, os impostos, o aluguel, o gasto com publicidade e a folha de pagamento de seus funcionários. No entanto, os gastos com matéria-prima, com insumos e com serviços para obter algum produto não são considerados despesas.

Quais são as despesas?

As despesas da sua empresa ainda podem ser consideradas fixas ou variáveis:

  • Despesas fixas: são aquelas que não variam, mesmo que o faturamento da empresa varie. Elas são despesas constantes no caixa da empresa. Podem ser consideradas despesas fixas contas como aluguel, telefone e segurança. Algumas delas podem variar seu valor, mas sempre terão que ser pagas e devem estar no seu orçamento. Levando sempre em conta que mesmo que não haja receita, elas deverão ser quitadas.
  • Despesas variáveis: são aquelas que variam de acordo com o faturamento da empresa. Estão diretamente ligadas ao custo do produto. Seja de produção ou apenas de compra. Como as comissões sobre as vendas, os fretes sobre as vendas e os impostos sobre as vendas, por exemplo. Não estão no orçamento, já que são instáveis. 

Exemplos de despesas

Saber quais são e os valores das despesas de um negócio é muito importante, principalmente porque elas devem ser calculadas no preço de venda, e podem interferir no lucro. Alguns exemplos de despesas são:

  • exemplos de despesas fixas: aluguel, folha de pagamento, conta de energia e telefone, impostos e taxas bancárias. Essas despesas são fixas porque devem ser pagas todos meses, mesmo com valores que variam.
  • exemplos de despesas variáveis: comissões de funcionários, manutenções e multas. As despesas variáveis acontecem independente da produção ou venda de produtos, e normalmente não devem ser calculadas no preço de custo, uma vez que não são recorrentes.
moedas jogas representando as despesas de um negócio

O que é um custo?

O custo é mais um tipo de gasto. Porém, diferentemente das despesas, esse é o valor utilizado com bens e serviços para produção de outros bens e serviços. De uma maneira bem simples, o custo é tudo aquilo que é utilizado para produzir ou fabricar. E consequentemente tudo que de certa forma está agregado neste procedimento. Alguns exemplos de custo são a matéria-prima, os insumos, a energia que é utilizada na produção e os encargos e salários da mão de obra, ou seja, do pessoal do setor produtivo.

Diferenciar despesas e custos pode ser meio complicado, às vezes. Existem algumas formas para facilitar a diferenciação dos custos e das despesas. Pergunte-se: “se eu eliminar esse gasto, a produção será afetada diretamente?”, por exemplo. Se a resposta for sim, o gasto trata-se de um custo.

Um modo de controlar melhor a visão do que é custo, é pela gestão de custos. Uma boa gestão faz com que vejamos mais claramente onde vão essas espécies de gastos. Além de ajudar a avaliar melhor nas tomadas de decisões, facilitando o processo.

Quais são os custos?

Os custos podem ainda ser considerados diretos ou indiretos:

  • Custo direto é aquele que vemos ser utilizado na fabricação dos produtos, como a matéria-prima, por exemplo. Devem ser perfeitamente mensuráveis, já que deverão ser incluídos no cálculo do custo de produção.
  • Custo indireto é aquele que não podemos ver no produto final mas sabemos que foi utilizado na fabricação. Como a energia elétrica ou os lubrificantes de máquinas industriais. No entanto, gastos relacionados à logística não são considerados custos. Dentre eles estão o transporte de pessoas, compra de equipamentos e a manutenção da área fabril não são considerados custos.

Diferença entre receita, despesa e custos

Muitas pessoas cometem engano quando falamos desses itens. Seja qual for o tamanho da sua empresa, é preciso conhecer como funcionam as receitas, despesas e custos e transformar a diferença no que realmente interessa: os lucros.

  • Receita: Entende-se por receita toda renda gerada por uma empresa. A primeira fonte de receita de uma empresa é a venda direta de produtos ou a prestação do serviço. Um ponto importante que devemos destacar é que a receita pode vir de várias outras situações, como juros de aplicações, investimentos, venda de máquinas e equipamentos, entre outros.
  • Custos: Pode ser definido como custo, toda saída monetária que está relacionada diretamente com a produção do produto ou serviço. Ele pode ser um custo fixo como aluguel, maquinários e energia. Também pode ser um custo variável como matéria-prima, embalagens etc.
  • Despesa: É todo gasto para manutenção da empresa. Porém, ao contrário dos custos, esses gastos não estão relacionados ao produto diretamente e podem ser mais flexíveis, como por exemplo, a alimentação dos funcionários e transporte dos mesmos até a empresa.

Agora você entende quando alguém fala que precisa cortar despesas, não é mesmo? Por isso, é extremamente importante diminuir ou eliminar despesas desnecessárias e investir a diferença em questões que aumentem a receita.

mão segurando cartões de crédito com parede branca de fundo

Como controlar as despesas da sua empresa

Realizar adequadamente o fluxo de caixa de uma empresa, é vital para a perenidade de um negócio. É necessário que os profissionais que trabalham com entradas e saídas de valores, sejam organizados e tenham facilidade em cumprir prazos. Afinal, o controle adequado das finanças, além de ser uma responsabilidade, pode ajudar a gerar diminuição dos custos mensais.

Mas então, como controlar as despesas de uma empresa? Separamos algumas informações para que você saiba o que fazer para manter as contas em dia sem desperdícios – de tempo, de dinheiro ou de recurso! Confira!

Faça o planejamento dos pagamentos

Existem dois tipos de contas: as mensais, que são aquelas que você consegue prever, pois todos os meses estão ali; e as eventuais, que são imprevisíveis, mas que você precisa, de alguma forma, “pensar que elas poderão surgir”, e ter uma reserva para essas situações de emergência. Portanto, faça um planejamento de valores e datas para não correr o risco de ter que pagar multas ou de ter a suspensão de um serviço por falta de pagamento.

Analise os seus custos

Será que não é possível fazer reduções nas despesas da sua empresa? Analise os seus custos e tente cortar aqueles desnecessários. Acredite, sempre é possível fazer uma economia. Para que isso aconteça, não basta apenas fazer contas. É preciso buscar um histórico financeiro da instituição e analisá-lo para diminuir e cortar gastos possíveis.

Negocie descontos

A princípio, pode parecer superficial fazer esse tipo de sugestão. Mas perceba que em determinadas empresas, os responsáveis pelas compras e pagamentos apenas executam as suas atividades, pois “é a empresa quem está pagando”. Ter dinheiro em caixa para cumprir com as responsabilidades financeiras da organização, não é motivo para gastos sem moderação.

Por isso, além de estimular o corte de valores supérfluos, instiga também a prática das negociações que resultarão em descontos. Aproveite e verifique se pagamentos adiantados e automáticos também geram algum tipo de benefício.

Atente-se às tarifas bancárias

Às vezes os valores são tão pequenos em relação ao fluxo que passa na conta corrente da empresa que ninguém se dá conta das taxas cobradas pelos bancos. Por isso, fique atento a estes valores, pois podem ocorrer cobranças abusivas ou inadequadas. Observe esses custos e procure o seu gerente para tentar negociá-los.

Consulte profissionais especializados

Contadores e advogados são ótimos profissionais para ajudá-lo a verificar no dia a dia se existem mudanças na legislação que podem ajudar a diminuir os valores pagos com impostos. Incentivos fiscais, atualizações legais e medidas jurídicas protetivas e preventivas são de fácil conhecimento deles. Portanto, esteja sempre contando com os conhecimentos desses profissionais.

Utilize um software de gestão financeira

Como dito anteriormente, organização é essencial para o controle orçamentário de uma instituição. E manter tudo no seu devido lugar há tempos não é mais sinônimo de papéis e mais papéis arquivados em extensas gavetas, de forma a se demorar longas horas para consultar uma informação rápida.

Para fugir desse “caos organizado”, utilize uma ferramenta de gestão financeira na nuvem, como o eGestor,  para realizar o controle de estoque, financeiro, emissão de notas fiscais, ordens de serviços, gestão de tarefas, dentre outras possibilidades. Com ele, obter informações e analisar os cenários ficará muito mais prático, fácil e eficiente.

mulher contanto dinheiro representando as despesas da empresa

Como fazer o controle de despesas

Primeiramente, para que você possa controlar de forma eficiente as despesas do seu negócio, é preciso escolher onde colocar essas informações. O importante é que após fazer a anotação você consiga visualizar toda a movimentação e possa planejar os próximos passos.

Esse controle pode ser feito em planilhas ou em softwares de gestão financeira. Neles você lança todos os seus custos fixos, como aluguel, água, luz, telefone, funcionários, entre outros. E também colocará os custos variáveis, como manutenção, matéria-prima, fornecedores etc.

Escolher entre planilhas ou softwares de gestão fica a critério de cada empresa. O que realmente importa é fazer a anotação correta de toda a movimentação financeira e conseguir as informações pertinentes para tomar as decisões corretas.

Uma das vantagens de escolher um software de gestão é a praticidade e segurança para guardar informações. Muitos possuem sistemas online que dão opção de backup das movimentações financeiras.

No caso de planilhas, é necessário um pouco mais de cuidado para que as informações não sejam extraviadas do computador ou ocorra um problema que apague todos os arquivos, por exemplo. E perder todas essas informações não será nada bom para sua empresa.

pessoa realizando pagamento em um caixa de loja

7 despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa

Toda empresa precisa fazer a gestão de caixa. Ela deve ser sempre bem elaborada para que a empresa possa manter a sua organização e buscar o crescimento. Por ela, todo o gerenciamento de entrada e saída de recursos de uma empresa é feito. 

Assim, sendo uma atividade super importante para definir as tomadas de decisões e estratégias da empresa. E também para saber se tem condições de um investimento, por exemplo. Confira 7 despesas que podem comprometer a sua gestão de caixa.

1. Não faça a união de contas

Muitos empresários realizam a união da conta pessoal com a da empresa. Esse erro é bem comum, mas deve-se fugir dessa armadilha e separar um valor mensal, como uma espécie de salário. Se o seu negócio inicialmente não estiver bem no financeiro, procure não mexer nessa parte, para assim criar um caixa.

2. Faça um controle diário das despesas

O acúmulo nunca é bom, e pode prejudicar a sua empresa. Faça um fluxo diário, não deixe acumular para fazer semanal ou mensal, isso pode ser um grave erro. Com a atividade feita diariamente, é possível analisar e controlar realmente o caixa. Já que se obtêm relatórios mais precisos e se controla realmente a entrada e saída da sua empresa.

3. Nunca gaste o que ainda não entrou

Um erro que empresários cometem é quando a venda não é a vista, mas a data de pagamento fica confirmada. Crendo que terá a quantia em dinheiro, faz as contas para pagar outras despesas nessa data. Mas e se o dinheiro não entrar? É aí que muitos começam a se complicar, fazem dívidas, juros e é o começo da ruína no seu estabelecimento. Faça planos apenas com o que realmente está no caixa, dessa forma, manterá a organização.

4. Seja presente na empresa

É comum que muitos empresários deixem tudo nas mãos de funcionários, muitas vezes nem indo até a empresa. Porém, isso também pode ser um erro grave, e é melhor evitar. Se mantenha presente, afinal, com certeza você batalhou muito para realizar o seu sonho. E por isso, não vai querer que outras pessoas fiquem no controle e possam colocar tudo a perder. Mantenha uma rotina presente em seu empreendimento. Busque tomar as decisões e diminuir os riscos de grandes dores de cabeça por um descuido.

5. Seja realista

Seja sempre realista com a situação atual de sua empresa. Assim, evite tomar atitudes que você não tem certeza se darão certo. Se previna de prováveis acidentes, mantenha um planejamento adequado, levando o mesmo a sério. Para que assim, seu empreendimento se fortaleça e aos poucos sua empresa se desenvolva.

6. Trace metas

Seguindo a linha do realismo, trace metas para ter uma motivação. Após as análises, veja um número bom que realmente a empresa possa atingir daqui três meses, e então trabalhe com a meta de alcançá-la. Ao atingir o primeiro objetivo, com base nas análises mais uma vez, faça uma nova, e assim vá fluindo, sempre estabelecendo pontos para aumentar a produtividade e motivação.

7. Use a tecnologia e empresas do segmento

Vivemos na era da tecnologia e informação, e devemos ser inteligentes para usar tudo isso ao nosso lado, trazendo lucros e ganhos para a nossa empresa. Os sistemas de gestão e automatização podem ser um ótimo negócio, facilitando para traçar estratégias e encontrar até mesmo clientes em potencial. Faça a união de uma boa gestão com software de gerenciamentos efetivos, usando a tecnologia de verdade ao seu lado e assim, mantenha a organização e busque sempre alavancar as suas vendas, gerando cada vez mais lucro.

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Nota fiscal complementar: O que é e quando pode ser utilizada

Nota fiscal complementar: O que é e quando pode ser utilizada

O que é uma nota fiscal complementar

Uma nota fiscal complementar é um tipo de nota que deve ser emitida em caso de erro em uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), como forma de correção.

Normalmente, quando uma nota é emitida com erro, ela pode ser cancelada, mas o período já pode ter passado, não permitindo o cancelamento. Assim, a solução para essa situação é emitir outra nota, a nota fiscal complementar.

Quando emitir uma nota fiscal complementar

A NF-e Complementar será emitida nos casos de exportação, preço divergente a quantidade e correção de imposto.

Exportação

Quem realiza o processo de exportação em uma empresa está suscetível a erros, uma vez que é necessário estar atento à cotação de moedas estrangeiras. Assim, se o valor resultante do contrato de câmbio acarretar acréscimo ao valor da operação constante na nota fiscal, a nota fiscal complementar deve ser utilizada.

Preço divergente a quantidade

A nota fiscal complementar pode ser utilizada para corrigir uma NF-e emitida com erro em valores e quantidade de produtos. Mas, só é possível a emissão da nota complementar se esses dados forem menores do que deveriam ser.

Assim, se uma NF-e é emitida com a quantidade de 45 e na realidade o correto seria 54, a nota fiscal complementar deve ser emitida com a quantidade que falta, 9.

Nela deverão estar contidas as informações dos itens a serem complementados, com o devido destaque do tributo (NF-e complementar de ICMS). Ou, ainda, com o valor que fora descrito a menor (NF-e complementar de valor). Mas, também uma ainda com a especificação da diferença da quantidade (NF-e complementar de quantidade).

A ideia é que a soma das notas complementada e complementar represente a operação correta, assim, em quantidade e valor de produto, o contribuinte poderá declarar zero.

Correção de imposto

Nesse caso uma nota fiscal complementar deve ser emitida em caso de erro no cálculo de impostos. Ou seja, se o imposto for destacado com valor menor, ou ainda, se a classificação da nota estiver errada.

Como preencher uma nota fiscal complementar

Alguns passos são necessários para preencher uma nota fiscal complementar.

Natureza da Operação e CFOP

A Natureza da Operação, no topo da nota, precisa ser “Complemento de tributo”, ou “Complemento de preço”, ou “Complemento de quantidade”, conforme for o caso. Mas, o CFOP de dentro da tela do produto deve permanecer o mesmo enviado na nota a ser complementada.

Dados do Destinatário/Remetente

Deverá constar como destinatário, o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do contribuinte ao qual foi impressa a NFe que está sendo complementada.

Dados do Imposto

Apenas deverão ser informados, os campos a serem complementados. Importante lembrar que os valores de preços, quantidades e impostos serão somados aos valores da primeira nota, então deve-se preencher apenas com a diferença.

  • Código do Produto = utilizar o mesmo código da nota emitida com erro;
  • CFOP = utilizar o mesmo código da nota emitida com erro;
  • Quantidade = 0 (zero) ou a quantidade a ajustar;
  • Valor total = 0 (zero) ou valor a ajustar- Código de Situação Tributária = utilizar o mesmo código da nota emitida com erro;
  • Modalidade de determinação da Base de cálculo = ‘Valor da operação’;

Impostos

  • BC ICMS = Valor do ICMS a complementar, referente ao item ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS;
  • Alíquota ICMS = 100. Obs.: campo será preenchido somente para permitir a validação da NF-e; ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS;
  • Valor do ICMS = Valor do ICMS a complementar, referente ao item; ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS;
  • BC ICMS ST = Valor do ICMS ST a complementar, referente ao item ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS ST;
  • Alíquota ICMS ST = 100. Obs.: campo será preenchido somente para permitir a validação da NF-e; ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS ST;
  • Valor do ICMS ST = Valor do ICMS ST a complementar, referente ao item; ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS ST Cálculo do Imposto;
  • Base de Cálculo ICMS = Valor do ICMS a complementar ou ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS;
  • Valor do ICMS = Valor do ICMS a complementar ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS;
  • Base de Cálculo ICMS ST = Valor do ICMS ST a complementar ou ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS ST;
  • Valor do ICMS ICMS ST = Valor do ICMS ST a complementar ou 0 (zero) caso não seja complemento de ICMS ST;
  • Valor dos Produtos = Valor dos produtos, caso seja complemento de valor ou 0 (zero) caso seja outro tipo de complemento;
  • Total da Nota Fiscal = Valor dos produtos, caso seja complemento de valor; ou Valor do ICMS ST, caso exista complemento de ST; ou 0 (zero) caso seja outro tipo de complemento.

Dados do Transportador

A modalidade de frete deve ser informada como frete por conta do emitente = 0. Assim, os dados da transportadora são dispensados.

Dados Adicionais / Informações Complementares

Preencher conforme o regulamento. Podem ainda ser inseridas observações de interesse do contribuinte, além da descrição dos documentos fiscais referenciados.

Nota fiscal complementar

Onde emitir uma nota fiscal complementar

A nota fiscal complementar deve ser emitida no mesmo lugar que a nota original. Dessa forma, se a nota original foi emitida através de um software de gestão, a nota complementar também deve ser emitida lá. Esse processo também é facilitado porque um sistema já contém todas as informações necessárias para a emissão da nota.

Nota fiscal complementar e nota de ajuste: quais são as diferenças

Assim como a nota fiscal complementar é utilizada em apenas algumas ocasiões, o mesmo acontece com a nota fiscal de ajuste. A diferença, entretanto, está nas situações.

Enquanto uma nota complementar é emitida em caso de exportação, preço divergente a quantidade ou correção de imposto; a nota de ajuste é emitida quando há necessidade de transferência de crédito ou ressarcimento de ICMS, restituição de ICMS Substituição Tributária ou quando ela não pode ser cancelada dentro do prazo legal.

Mas, essa nota de ajuste pode ser utilizada apenas quando uma mercadoria está envolvida na operação.

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Perguntas frequentes

Qual o CFOP de nota fiscal complementar?

Numa nota fiscal complementar o CFOP, ou Código Fiscal de Operações e de Prestações, deve ser o mesmo da nota emitida com erro. Esse código permite entender qual a intenção da operação, sendo obrigatório em todas elas.

Ele também precisa de muita atenção, afinal, não é possível emitir uma nota com o CFOP incorreto.

Qual o prazo para emissão de nota fiscal complementar?

O prazo para emissão de uma nota fiscal complementar é de 3 dias após a emissão da nota original, com erros.

Ponto comercial: saiba como escolher o da sua empresa

Ponto comercial: saiba como escolher o da sua empresa

Cada detalhe é fundamental para que o empreendimento seja bem-sucedido. Um dos mais importantes é a escolha do ponto comercial que pode determinar se o negócio vai engrenar ou ser fadado ao fracasso, mesmo que haja muito empenho em que ele se desenvolva positivamente.

Para que o projeto de um empreendimento seja bem sucedido, especialistas indicam a necessidade de equilíbrio entre quatro “P´s” essenciais: ponto, produto, preço e propaganda. Qualquer dissonância em um deles pode comprometer todos os outros, já que uma locação equivocada vai repercutir diretamente nas vendas e desequilibrar os projetos de marketing.

O que é um ponto comercial

Um ponto comercial é mais que apenas onde a empresa está localizada. Um ponto comercial é como a empresa é reconhecida pelo lugar onde está. Ou seja, além de ser o lugar físico, é a importância da localização.

Você já deve ter visto um negócio que estava em um ponto ótimo e teve que mudar e a sua clientela não o seguiu; ou um negócio que estava ‘escondido’, e ao mudar para um ponto melhor localizado, começou a ter mais sucesso. Isso significa que o ponto comercial está relacionado à economia da empresa.

Qual a diferença entre ponto e estabelecimento comercial?

Parecem a mesma coisa, mas não são. A diferença entre um ponto comercial e um estabelecimento comercial é que um ponto é o local onde o negócio está localizado, enquanto o estabelecimento engloba a estrutura do mesmo, desde espaço até móveis.

Assim, um estabelecimento comercial é todo e qualquer bem de uma empresa, contando também com o estoque e maquinário.

Como saber o valor do ponto comercial?

Para entender qual o valor a ser pago pelo ponto comercial devem ser levadas em consideração algumas informações:

  • Avalie o contrato e entenda se ele está adequado: se a empresa pretende alugar o ponto comercial ela deve estar atenta ao tempo de contrato, se o local está regularizado para um empreendimento comercial. Mas, quando há intenção de compra, a inspeção deve ter um foco maior. Ainda, se o valor for superior a 30 salários mínimos, será necessário a formalização da transação por escritura pública.
  • Verifique as licenças: um imóvel possui algumas licenças para que ele possa ser habitado ou utilizado como ponto comercial. Entre elas estão o alvará de funcionamento e o auto de vistoria dos bombeiros. Normalmente eles são pedidos, inclusive, na hora de abrir o CNPJ, de for o caso.
  • Analise a concorrência: você achou um ponto comercial perfeito, mas ele fica no meio de dois concorrentes? É melhor repensar. Ao mesmo tempo que você não quer estar em um lugar onde a concorrência é grande, também pode não ser vantajoso uma localização onde não há nenhum concorrente, afinal, deve haver um motivo para eles não estarem lá.
  • Investigue a região: além de estar atento à concorrência, você também deve estar atento à segurança e como se dá a compra na região. Se há algum shopping e as pessoas tendem a fazer compras nele, talvez não seja uma boa ideia colocar seu negócio ali, mesmo que não tenha nenhuma loja na volta. Afinal, isso pode ser um sinal.
ponto comercial

Como escolher o melhor ponto comercial para seu negócio

Não há uma fórmula mágica que determine que o ponto do seu negócio é o melhor, mas há muitos indicativos que podem ajudá-lo a fazer uma escolha mais adequada e com menores riscos. Em geral, escolher um local mais estratégico exige um investimento em marketing e infraestrutura para alavancar mais rapidamente o negócio.

Se bem planejado, esse valor investido pode ser retornado mais rapidamente. É preciso ficar atento ao acesso físico até o ponto, o trânsito de veículos e tráfego de pedestres, serviços e comércio ao redor, se há e quantos são os concorrentes, estacionamento, segurança etc.

Pesquise antes de qualquer coisa

Por tudo isso, seguir a intuição para fazer a escolha do ponto pode ser um grande erro, é preciso pesquisar e avaliar o melhor modelo de operação, adequando-o às relações com o grupo ao redor, para que tudo flua de forma positiva. Tudo também depende do setor de atuação do negócio. Em média, o ponto comercial representa 50% do seu sucesso, uma porcentagem bastante significativa e que requer cuidados antes e durante a sua instalação.

Esteja próximo do seu público alvo

O empreendedor deve estar sempre próximo de seus consumidores, já que a média de distância entre o cliente e a empresa deve ser de três quilômetros. Mais que isso, dependerá de circunstâncias especiais que não se encaixam para a maior parte dos negócios. O ideal é se instalar onde haja maior concentração de possíveis público alvo.

Pense em acessibilidade

Pense em como os seus clientes vão chegar até você: eles irão caminhando ou chegarão de carro? Cada uma tem suas peculiaridades: se for caminhando, considere faixa de pedestres por perto; se de carro, pense em lugar para estacionar.

A quantidade de estacionamento em ruas movimentadas normalmente não comporta a quantidade de carros. Pense no movimento e nos principais horários que seu cliente deve ir até você.

Além disso, também podemos citar a acessibilidade de pessoas com deficiência, como rampas e corrimões, até elevadores.

Atenção a concorrência

Mantenha sua concorrência perto, mas não sejam vizinhos. A ideia de ter sua concorrência perto é para que você consiga saber como está a situação, se ela tem mais movimento que você, quais as promoções e até para se inspirar.

Mas também não é muito interessante estarem tão perto quando você está começando, principalmente se o concorrente for consolidado.

Infraestrutura da região

Avalie os principais pontos da região: segurança e crescimento. A região escolhida deve ser um lugar ou já consolidado ou em crescimento, para que ela e sua empresa possam expandir juntas. Assim, entenda o potencial do local, as rotas para chegada, o movimento que ele tem tanto em dias de semana como em finais de semana e feriados.

Mas também, confira como anda a segurança. Se o seu negócio atende a clientela à noite, verifique a existência de vigilantes ou até a contratação de seguranças.

Controle financeiro

Não opte por um local que não se encaixe no seu financeiro hoje. Não é ideal pensar que ao mudar, as vendas irão melhorar e você terá mais caixa para compensar no valor do aluguel, pois isso pode não acontecer. Avalie o seu financeiro e entenda, antes de tudo, se ele está pronto para um investimento.

Shopping ou rua?

A mais comum das dúvidas é ter uma loja num shopping ou na rua. Ambas possuem especificações distintas e dentre as características positivas para se estabelecer num shopping está a segurança do local, o estacionamento e a praticidade que permite ao consumidor ter acesso a tudo que ele precisa, concentrado num só lugar.

Como desvantagens estão os valores altos para aquisição e taxas cobradas, assim como as regras de funcionamento que vão desde horário até outros detalhes físicos da loja.

Mesmo que a escolha do ponto comercial seja num shopping, o local onde ele estará é fundamental. Há áreas em shopping onde não há muito movimento e boa parte dos consumidores nem sabem que ele existe. Enquanto lojas próximas às escadas rolantes, pontas de saída e entrada ou as que se estabelecem no caminho da praça de alimentação tem uma visualização muito maior.

As lojas de rua são mais baratas e seu dono tem mais liberdade para administrar seu espaço físico e controlar os horários de abertura e fechamento, porém a segurança é mais precária e é preciso um reforço bem maior em campanhas publicitárias para atrair seu público até o local.

Uma loja de rua instalada num local onde há grande fluxo de pedestres e comércio ao redor também tem todas as chances de ser bem-sucedida. É inevitável para o cliente que ele passe em frente ao local e até entre para conhecer. Já em ruas com pouco tráfego de pessoas, é preciso um reforço genuíno na publicidade para que as pessoas descubram o local.

Mas de nada adianta ter uma localização excelente num shopping ou numa rua movimentada se seu consumidor não faz parte daquele local. O melhor ponto para seu negócio é sempre onde seu cliente está!

Erros cometidos na hora da escolha do ponto comercial 

Há alguns erros recorrentes entre os empreendedores na hora da escolha de seu ponto comercial. E é os conhecendo que se evita cometê-los. Listamos abaixo os seis mais pontuais:

1 – Adaptação equivocada do ponto comercial

Não é o negócio que deve ser adaptado ao ponto escolhido e sim escolher o ponto que seja adequado a ele. Muitos empreendedores descobrem um ponto, mas que não se encaixa nas expectativas da empresa e para não continuar procurando mais, acaba tentando fazer modificações estruturais no seu projeto.

2 – Fechar o ponto comercial por ansiedade

A vontade de começar logo o seu negócio pode acabar fazendo com que tome uma decisão precipitada sobre a escolha do ponto. É preciso ter pelo menos quatro opções para que seja avaliada a melhor. Com apenas um local à disposição, não há escolha, não é possível nenhum tipo de barganha. Para fechar o local é preciso ter muita consciência, poder de articulação e saber negociar valores e outras questões.

ponto comercial

3 – Depender de uma pessoa

Expanda as oportunidades de encontrar o melhor ponto, busque mais pessoas ou empresas para lhe fornecer indicações. Depender apenas de uma pode demorar muito mais e não ter uma boa gama de opções diferenciadas para análise.

4 – Só pensar nos custos

Não é só o custo do aluguel que deve ser considerado ao fechar um ponto comercial. Muitas vezes um aluguel barato acaba tornando o negócio muito mais caro de acordo com a estrutura ao redor. É preciso avaliar os meios e benefícios que o local tem para oferecer, para então conferir se vale ou não a pena investir em algo mais caro.

5 – Não pensar no cliente

Sem a presença do cliente, o negócio não vai caminhar. Portanto, é preciso saber como ele vai chegar ao local e essa avaliação parte da consciência do que se trata o seu negócio. Se ele atrai o cliente através de seu visual e letreiros, como são as lanchonetes, ele é um negócio de passagem.

Mas se o cliente se deslocar até o local especialmente para usufruir do produto ou serviço, ele é um negócio de destino. Quando o negócio é de passagem, ele depende de um fluxo mais alto de pessoas circulando. Nos de destino, é necessária uma melhor infraestrutura para que o cliente possa chegar, como estacionamento e condução.

6 – Ouvir os vizinhos

Os vizinhos são ótimos para demonstrar se há falhas no local e também suas vantagens. Procure se informar com eles sobre os detalhes da região, antes de tomar sua decisão.

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Erros no controle financeiro: 6 que você não pode cometer

Erros no controle financeiro: 6 que você não pode cometer

Principalmente para os empreendedores de primeira viagem é comum cometer alguns erros no controle financeiro. A falta de experiência e de capital primário suficiente para ter uma equipe financeira para a empresa pode trazer problemas. Por exemplo, faz com que se confundam contas pessoais e da empresa, ou a utilização de ferramentas como cadernos. Isso também faz com que o controle de fluxo de caixa também fique a deriva e outros problemas.

Engana-se, porém, quem acha que somente os empreendedores inexperientes cometem esses tipos de equívocos. Tais erros são passíveis em qualquer empresa. Assim, é preciso fazer esse controle com muito cuidado, para não prejudicar os lucros e a saúde financeira dos negócios.

Os gestores e empresários que lidam bem com as finanças evitam problemas no presente e no futuro além de terem maior chance de continuar crescendo. Isso acontece porque eles sabem bem suas oportunidades e dificuldades com base no controle realizado.

Veja a seguir os 6 principais erros no controle de estoque que você deve evitar ao máximo.

Erros no controle financeiro: Não conhecer as despesas

Uma das principais fontes de preocupação para empresários é o quanto a empresa tem de gastos fixos e variáveis por mês. Isso irá influenciar diretamente no planejamento financeiro. Ou seja, quanto de capital ela precisa ter no mês para suprir tais despesas e ainda conseguir lucrar.

Para isso, tudo que sai de dinheiro precisa ser controlado como gastos com pessoal, matéria prima, infraestrutura, fornecedores, entre outros. Ao conhecer o quanto entra e sai por mês da empresa é possível traçar a estratégia de controle financeiro. E, dessa forma, suprir tais obrigações com exatidão, sem falhas ou atrasos e ainda remanejar as atividades para obtenção de lucro para a empresa.

Anotar gastos em papéis é um dos piores erros no controle financeiro. Não importa o porte da sua empresa, você precisa adotar um software de controle financeiro para que esse possa lhe dar feedbacks assertivos. Não esqueça que gastos pequenos também devem ser contabilizados. Isso, pois, de pouco em pouco, pode-se estar criando um gargalo no orçamento sem que você perceba.

Não conhecer o “a receber”

Do mesmo jeito que o controle deve incidir sobre as despesas, também é preciso conhecer a fundo os seus ganhos. Em tese, esses dois controles juntos formam o controle sobre as contas a pagar e a receber. Ao conhecer a fundo todo o dinheiro que vai entrar, seja ele fixo ou esporádico, é possível tomar decisões melhores de como gastar tal quantia por mês, o que realmente precisa ser investido, etc. Além disso, um controle financeiro que cobre as contas a receber também oferece a segurança de conseguir poupar dinheiro para eventuais dificuldades.

Misturar contas pessoais com as da empresa

Como já mencionado, muitos empresários, no começo de suas jornadas, acabam cometendo esse erro gravíssimo. Porém, não só os iniciantes que pecam nisso. Misturar contas de pessoa física com jurídica é totalmente nocivo para a empresa.

Em empresas familiares é muito comum a retirada de dinheiro do caixa do negócio, como se ele fosse uma espécie de banco para as despesas pessoais. Isso pode impactar diretamente no controle das contas da empresa, do fluxo de caixa, da entrada e da saída de dinheiro. Isso também prejudica o trabalho do contador e bagunça todo o controle financeiro, tanto da empresa como do pessoal.

Erros no controle financeiro: Não formar uma reserva financeira

Assim como no planejamento financeiro pessoal, no empresarial ter uma reserva também é de extrema importância. O cenário financeiro, político e social de um país pode alterar seu ritmo de vendas de um dia para o outro e você precisa garantir que a empresa estará de pé mesmo nas dificuldades.

Contar com um valor a mais no fim do mês é fundamental para que o capital de giro não seja comprometido no pagamento de despesas de última hora. Por isso, procure manter uma reserva, de preferência que renda juros, pois é a forma de se resguardar da desvalorização do dinheiro.

Para isso, a empresa poderá investir em algumas carteiras, cujos riscos estejam dentro de uma margem calculada como: fundos de investimento, CDB, LCI/LCA, entre outras.

Empréstimos sem análise

Para os que não conseguem formar uma reserva financeira, recorrer a empréstimos em bancos é comum para sobreviver à crise. A oferta de crédito para as empresas está crescendo cada vez mais, com condições chamativas que acabam levando o empresário a fechar negócio.

Principalmente os micros empresários veem essa como uma oportunidade de crescimento, de implantar melhorias e crescer. Mesmo não sendo uma tarefa errada, é preciso atentar-se de que, como todo empréstimo, você terá uma mensalidade a arcar com suas devidas taxas e, em caso de atrasos, juros irão sobrepô-las. Os juros no Brasil estão entre os mais altos de todo o mundo.

Portanto, é necessário fazer um bom planejamento antes de contratar um empréstimo. Não faça nada por impulso, sem ter a ciência de que a sua empresa conseguirá arcar com tal despesa posteriormente. Em muitos casos, a falência do negócio é comum por conta de empréstimos acumulados. Pesquise as melhores taxas entre as instituições financeiras e utilize o dinheiro apenas para o fim planejado.

Esse é um dos piores erros no controle financeiro que uma empresa pode cometer.

Não contar com um sistema para o controle financeiro

Como essa tarefa deve ser muito bem organizada e precisa, um sistema eletrônico deve ser adotado. O homem é passível de erros e falhas, por isso, evite anotar informações no papel ou até mesmo em planilhas do Excel.

Com um sistema inteligente e fácil de ser manuseado por você e pelos seus funcionários, você consegue inserir mais dados para acompanhar, fazer comparativos interessantes e uma inteligência que só um bom sistema pode oferecer.

O eGestor é um deles! Nele você pode ter todo o controle da sua empresa de forma completamente integrada. Isso significa controle financeiro, de fluxo de caixa, de estoque, de produção e mais. Além disso, também é possível emitir relatórios sobre esses dados. E, emitir notas fiscais eletrônicas, como a NF-e, NFC-e e NFS-e.

Como me diferenciar no mercado?

Como me diferenciar no mercado?

Se manter competitivo no mercado é uma das ambições de qualquer empreendimento. No entanto, nem todas as empresas conseguem os diferenciais necessários para se destacar e conseguir atrair a atenção do público-alvo.

Para ter sucesso, um empreendedor tem que pensar fora da caixa. E não se engane: colocar o adjetivo “diferenciado” para descrever os seus produtos ou serviços não é o suficiente. É preciso adotar estratégias firmes e oferecer soluções reais para os problemas das pessoas.

Segundo pesquisa do Serasa, foram abertas cerca de 7 milhões de novas empresas no Brasil nos últimos quatro anos. Ou seja, uma média anual de 1,75 milhão.

Com o aumento da concorrência, vem o dever de estudar o mercado e o próprio negócio para articular o crescimento da empresa. Mas como fazer isso? Resolvemos abordar nesse post as principais medidas que devem ser adotadas para se diferenciar no mercado. Confira a seguir!

Precificação: a importância do gerenciamento estratégico de custos

Quando o consumidor procura por um produto ou serviço, ele avalia diversos critérios para fazer a sua escolha. Um dos principais deles, sem dúvida, são os preços. No entanto, nem sempre o empreendedor consegue baixá-los para torná-los mais competitivos. Acontece que, em muitos desses casos, a dificuldade se dá pela má administração financeira.

Realizar um gerenciamento estratégico de custos é a primeira coisa que o empresário deve fazer para conseguir esse importante diferencial. É preciso fazer um levantamento de todas as despesas, para verificar se não há desperdícios. Mas também, negociar valores com fornecedores para que o impacto se dê no preço do produto final.

Anúncio de uma planilha de controle financeiro, disponível para download gratuito. No centro, um laptop exibe a planilha e o ícone do Excel. À esquerda, o texto diz “Planilha de Controle Financeiro” e abaixo dele, há um botão “BAIXAR GRÁTIS”. À direita, uma representação gráfica do laptop mostra a planilha e o ícone do Excel

Marketing: uma ferramenta de fidelização

Apostar em estratégias de marketing sem dúvidas traz um reflexo positivo para os negócios. Existem inúmeras ações que podem ser elaboradas com o intuito de se aproximar do público ou oferecer vantagens para ele. Criar um programa de recompensas baseado no volume de compras feitas pelo cliente, por exemplo, é uma estratégia bastante indicada para o comércio.

Por outro lado, se a sua empresa trabalha com prestação de serviços ela pode elaborar algumas estratégias de marketing de conteúdo. Esse conteúdo pode servir para tirar dúvidas dos clientes e mostrar que você domina o assunto. Entre elas, podemos citar blogs e mídias sociais, por exemplo.

Atendimento: trabalhando a satisfação do cliente

Oferecer um atendimento de qualidade é um dos pontos fracos da maioria das empresas, mas não pode ser o seu. De acordo com pesquisa do Portal do Consumidor, 44,6% das pessoas acreditam que a principal falha das empresas é no pós-venda.

É preciso ouvir seus clientes para saber quais foram as suas experiências com os serviços ou produtos oferecidos. Sempre esteja disposto a ouví-los e resolver concretamente quaisquer problemas. Em um cenário ideal, essa é uma obrigação de qualquer empresa, mas, infelizmente, devemos apontar essa qualidade como um diferencial.

Benchmarking: uma avaliação fundamental

Para concluir, podemos citar o Benchmarking como estratégia de diferenciação. Não há como saber o que será um diferencial sem saber exatamente como as outras empresas do seu setor estão trabalhando. Fazer uma pesquisa de mercado certamente mostrará quais são os aspectos que precisam ser melhorados nos seus produtos ou serviços.

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