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    <title>Livros e biografias — eGestor Blog</title>
    <link>https://blog.egestor.com.br/category/empreendedorismo/livros-e-biografias/</link>
    <description>Posts sobre Livros e biografias em eGestor Blog.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Thu, 30 Jul 2026 15:51:17 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Henry Ford: biografia, fordismo e legado para a administração moderna</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/quem-foi-henry-ford/</link>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Controle de Estoque</category>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Henry Ford é um dos homens mais influentes na administração moderna e na forma de produção fabril como a conhecemos. Nascido em Julho de 1963...</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Henry Ford</strong> é um dos personagens mais influentes da história industrial. Fundador da Ford Motor Company, criador do <strong>fordismo</strong> e responsável por popularizar o automóvel no século XX, Ford transformou para sempre a forma como produtos são fabricados e como as fábricas são organizadas. Suas decisões — da linha de montagem à duplicação dos salários — definiram o padrão da produção em massa por décadas e continuam influenciando a administração moderna.</p>
<p>Neste guia completo, você vai conhecer a biografia de Henry Ford, entender o que é o fordismo, ver os principais marcos da sua trajetória, descobrir como ele revolucionou a indústria automobilística e quais lições da Ford Motor Company ainda valem para empreendedores e gestores hoje.</p>
<h2 id="quem-foi-henry-ford">Quem foi Henry Ford?</h2>
<p><strong>Henry Ford</strong> (1863–1947) foi um industrial norte-americano, fundador da Ford Motor Company e um dos pais da indústria automobilística mundial. Seu nome está ligado à popularização do automóvel — o famoso modelo Ford T tornou possível, pela primeira vez, que famílias de classe média tivessem um carro próprio. Mais que um inventor, Ford foi um <strong>organizador da produção</strong>: foi ele quem aplicou em escala industrial a ideia de linha de montagem, o que reduziu drasticamente o custo dos produtos e deu origem ao modelo conhecido como fordismo.</p>
<h2 id="biografia-de-henry-ford">Biografia de Henry Ford</h2>
<h3 id="infancia-e-juventude">Infância e juventude</h3>
<p>Henry Ford nasceu em <strong>30 de julho de 1863</strong>, em uma fazenda perto da cidade de Dearborn, no estado de Michigan, Estados Unidos. Filho de imigrantes irlandeses, cresceu em ambiente rural mas demonstrou desde cedo um interesse por máquinas que pouco tinha a ver com a vida do campo.</p>
<p>Aos 12 anos, Ford teve um encontro marcante com uma máquina a vapor durante uma viagem com o pai — a partir dali, ficou obcecado com motores e mecânica. Aos 15 anos, já era reconhecido na vizinhança como um excelente reparador de relógios. Em vez de assumir a fazenda da família, como o pai esperava, Ford mudou-se para <strong>Detroit aos 16 anos</strong> e começou a trabalhar como aprendiz em oficinas mecânicas.</p>
<h3 id="inicio-da-carreira-na-engenharia">Início da carreira na engenharia</h3>
<p>Em 1887, com 24 anos, Ford construiu seu primeiro motor de explosão movido a gasolina. No ano seguinte, casou-se com Clara Bryant — companheira que o acompanharia pelo resto da vida. Pouco depois, foi contratado pela <strong>Edison Illuminating Company</strong>, empresa de Thomas Edison, onde trabalhou como engenheiro maquinista. O contato com Edison foi formativo — o velho inventor encorajou as ambições automobilísticas de Ford.</p>
<p>Em <strong>4 de junho de 1896</strong>, Ford concluiu seu primeiro veículo automotor, um quadriciclo movido por motor a gasolina, que ele mesmo havia projetado e construído. Foi o pontapé inicial para tudo que viria depois.</p>
<h3 id="as-primeiras-empresas-e-o-nascimento-da-ford-motor-company">As primeiras empresas e o nascimento da Ford Motor Company</h3>
<p>Antes de fundar a empresa que levaria seu nome à história, Henry Ford passou por dois experimentos empresariais:</p>
<ul>
<li><strong>Detroit Automobile Company</strong> (1899): primeira empresa de Ford, fechada por divergências entre os sócios sobre a viabilidade da produção em massa.</li>
<li><strong>Henry Ford Company</strong> (1901): focada em carros de corrida. Ford saiu da empresa após desacordos — ela acabaria virando, mais tarde, a Cadillac.</li>
</ul>
<p>Em <strong>1903</strong>, com 40 anos e a experiência das duas tentativas anteriores, Henry Ford fundou finalmente a <strong>Ford Motor Company</strong> — a empresa que mudaria a história da indústria automobilística. Em 1908, lançou o <strong>Ford Model T</strong>, o primeiro carro produzido em massa do mundo. Ford morreu em <strong>7 de abril de 1947</strong>, em sua residência em Dearborn, aos 83 anos.</p>
<h2 id="linha-do-tempo-principais-marcos-da-vida-de-henry-ford">Linha do tempo: principais marcos da vida de Henry Ford</h2>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Acontecimento</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1863</td>
<td>Nasce em Dearborn, Michigan, EUA</td>
</tr>
<tr>
<td>1879</td>
<td>Muda-se para Detroit, aprendiz em oficinas mecânicas</td>
</tr>
<tr>
<td>1887</td>
<td>Constrói seu primeiro motor a gasolina</td>
</tr>
<tr>
<td>1888</td>
<td>Casa-se com Clara Bryant</td>
</tr>
<tr>
<td>1891</td>
<td>Vai trabalhar na Edison Illuminating Company</td>
</tr>
<tr>
<td>1896</td>
<td>Conclui seu primeiro veículo, o "quadriciclo"</td>
</tr>
<tr>
<td>1899</td>
<td>Funda a Detroit Automobile Company (fechada depois)</td>
</tr>
<tr>
<td>1903</td>
<td>Funda a <strong>Ford Motor Company</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1908</td>
<td>Lança o lendário <strong>Ford Model T</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1913</td>
<td>Implementa a primeira <strong>linha de montagem em movimento</strong> do mundo</td>
</tr>
<tr>
<td>1914</td>
<td>Anuncia o salário de US$ 5/dia, o dobro do mercado da época</td>
</tr>
<tr>
<td>1928</td>
<td>Inicia o projeto Fordlândia, na Amazônia brasileira</td>
</tr>
<tr>
<td>1947</td>
<td>Morre em Dearborn, aos 83 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeCrescimentoEmpresarialCalltoAction.png-762.webp" alt="Ebook Crescimento Empresarial" width="762" height="142"></p>
<h2 id="a-ford-motor-company-e-o-nascimento-do-fordismo">A Ford Motor Company e o nascimento do fordismo</h2>
<p>A Ford Motor Company não nasceu como uma fábrica qualquer. O que diferenciava o projeto de Henry Ford era a <strong>obsessão por padronização e escala</strong> — produzir veículos baratos, confiáveis e idênticos, em volume nunca visto antes.</p>
<h3 id="o-que-e-fordismo">O que é fordismo?</h3>
<p>O <strong>fordismo</strong> é um modelo de produção industrial baseado em quatro princípios fundamentais:</p>
<ul>
<li><strong>Linha de montagem em movimento:</strong> o produto se move pela esteira enquanto cada trabalhador executa uma tarefa única e repetitiva;</li>
<li><strong>Padronização:</strong> todos os produtos são iguais (Ford famoso pela frase "qualquer cor, desde que seja preto"). Padronização extrema reduz custos;</li>
<li><strong>Especialização do trabalho:</strong> cada operário faz uma única tarefa, repetida muitas vezes ao dia. Reduz tempo de aprendizado;</li>
<li><strong>Verticalização:</strong> a Ford controlava a cadeia de produção inteira, da matéria-prima ao carro pronto.</li>
</ul>
<p>O resultado foi assustador. Antes da linha de montagem, montar um Ford T levava cerca de <strong>12 horas</strong>. Depois da implementação completa em 1913, caiu para <strong>1h33min</strong>. Em 1925, a Ford produzia um carro a cada <strong>10 segundos</strong>. Nos anos 1920, eram <strong>2 milhões de carros por ano</strong>.</p>
<h3 id="a-revolucao-dos-5-dolares-por-dia">A revolução dos 5 dólares por dia</h3>
<p>Em 1914, Ford fez algo considerado absurdo na época: <strong>dobrou o salário</strong> dos seus trabalhadores, oferecendo US$ 5 por dia em uma indústria que pagava US$ 2,30 em média. A medida tinha lógica empresarial — Ford queria reduzir a rotatividade (que estava em 370% ao ano), atrair mão de obra qualificada e, sobretudo, criar consumidores.</p>
<p>O raciocínio era simples: se os operários ganhassem o suficiente para comprar os carros que produziam, a Ford ganharia duas vezes — vendendo mais e gastando menos com treinamento de novos funcionários. Funcionou. A política dos 5 dólares virou referência em <a href="https://blog.egestor.com.br/cultura-organizacional/">cultura organizacional</a> e gestão de pessoas.</p>
<h2 id="o-auge-e-o-declinio-do-fordismo">O auge e o declínio do fordismo</h2>
<p>O fordismo dominou a indústria do começo do século XX até o pós-Segunda Guerra Mundial. O modelo permitia produzir muito, barato e em escala — e isso bastou enquanto a economia mundial absorvia tudo que saía das fábricas.</p>
<p>Os limites apareceram a partir da década de 1970:</p>
<ul>
<li><strong>Rigidez da produção:</strong> mudar um modelo significava parar a linha por meses. Em mercados onde o consumidor passou a querer variedade, o fordismo começou a perder terreno;</li>
<li><strong>Crise do petróleo (1973):</strong> aumentou o custo do transporte e da energia, atingindo a indústria automobilística americana de forma especial;</li>
<li><strong>Concorrência japonesa:</strong> Toyota, Honda e Nissan apareceram com modelos compactos, econômicos e flexíveis, baseados no <strong>toyotismo</strong> — sistema mais ágil, com produção sob demanda, baixo estoque e variedade.</li>
</ul>
<p>Já em 1970, a General Motors havia ultrapassado a Ford em vendas oferecendo modelos com cores e configurações variadas. O fordismo não morreu — muitos princípios ainda valem hoje (linha de montagem, padronização) — mas deixou de ser o único modelo dominante.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/image-265.png-643.webp" alt="" width="643" height="394"></p>
<h2 id="fordlandia-o-experimento-de-henry-ford-na-amazonia">Fordlândia: o experimento de Henry Ford na Amazônia</h2>
<p>Pouca gente sabe, mas Henry Ford teve um capítulo brasileiro na sua história. Na década de 1920, com o monopólio britânico sobre a borracha asiática inflando os preços, Ford decidiu produzir sua própria borracha para os pneus dos carros — e escolheu a <strong>Amazônia brasileira</strong> como local.</p>
<p>Em 1928, comprou um terreno gigantesco às margens do rio Tapajós, no Pará, e fundou a <strong>Fordlândia</strong> — uma cidade-fábrica completa, com casas, hospital, escola, cinema e até regras de comportamento típicas de cidades americanas (incluindo proibição de álcool e exigência de horários americanos para as refeições). Ford tentou impor o modelo de gestão americano em pleno coração da floresta tropical.</p>
<p>O projeto foi um fracasso retumbante. Pragas atacaram as seringueiras (plantadas em monocultura, contra a recomendação dos especialistas), os trabalhadores se revoltaram contra as regras culturalmente alheias e a borracha sintética acabou substituindo a natural na guerra. Em 1945, a Ford encerrou o projeto e vendeu a área de volta ao governo brasileiro por uma fração do investimento original. Hoje, Fordlândia é uma cidade fantasma — exemplo histórico de como ignorar contexto local custa caro mesmo para os maiores empreendedores.</p>
<h2 id="legado-de-henry-ford-para-a-administracao-moderna">Legado de Henry Ford para a administração moderna</h2>
<p>O legado de Henry Ford para a administração e para o <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-empreendedorismo/">empreendedorismo</a> é gigantesco. Mesmo empreendedores de pequenos negócios em 2026 ainda aplicam (sem saber) ideias que vieram dele:</p>
<ul>
<li><strong>Padronização de processos:</strong> empresas que documentam procedimentos e treinam equipes para executá-los exatamente igual estão herdando uma lição direta de Ford;</li>
<li><strong>Linha de montagem aplicada a serviços:</strong> redes de fast-food (McDonald's é o exemplo clássico), call centers, lavagens de carro e até clínicas populares aplicam a lógica fordista;</li>
<li><strong>Salário como ferramenta de retenção:</strong> a ideia de pagar acima do mercado para reduzir rotatividade ainda é discussão corrente em RH;</li>
<li><strong>Verticalização e integração da cadeia:</strong> empresas como Tesla, Apple e Amazon controlam grandes partes da cadeia produtiva — isso é fordismo modernizado;</li>
<li><strong>Foco no consumidor de massa:</strong> Ford queria que o operário pudesse comprar o carro que produzia. Hoje, esse princípio se traduz em "tornar o produto acessível à maior base possível de clientes" — base de qualquer estratégia de produto bem-sucedida.</li>
</ul>
<p>Para empresas industriais que querem aplicar princípios fordistas no chão de fábrica, vale combinar padronização com controle rigoroso de produção e estoque. Ferramentas práticas: <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-producao/">planilha de controle de produção</a>, <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-em-excel-gratuita/">planilha de controle de estoque</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-estoque-minimo/">planilha de estoque mínimo</a>.</p>
<h2 id="controversias-e-contradicoes-de-henry-ford">Controvérsias e contradições de Henry Ford</h2>
<p>Henry Ford foi também uma figura controversa. Cristão devoto e pacifista declarado durante a Primeira Guerra, ele nutria visões antissemitas que aparecem em publicações financiadas por ele — em especial o jornal <em>The Dearborn Independent</em>. Em 1938, foi condecorado pelo regime nazista alemão com a Ordem da Águia Alemã, a mais alta honraria que a Alemanha de Hitler concedia a estrangeiros — fato que mancha permanentemente seu legado pessoal, mesmo que sua influência industrial tenha sido enorme.</p>
<p>O contraste entre as conquistas industriais e as posições políticas controversas é parte do retrato completo de Henry Ford — e mostra que líderes empresariais brilhantes em uma área podem ter pontos cegos graves em outras.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>A história de <strong>Henry Ford</strong> ensina que grandes mudanças empresariais raramente vêm de invenções totalmente novas — vêm de quem combina ideias existentes em um sistema mais eficiente do que tudo que existia antes. Linha de montagem, padronização e salário acima do mercado já existiam isoladamente. Ford foi o primeiro a juntar tudo, em escala, e mudar o curso da economia mundial.</p>
<p>Se você empreende ou gerencia hoje, alguma versão das ideias de Ford provavelmente está no seu dia a dia — seja em processos padronizados, em ofertas escaláveis ou na cultura da empresa. Para organizar produção, controle financeiro e operação como um todo, vale ter um sistema de gestão que faça o trabalho pesado por trás dos panos. O <a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> resolve isso para o pequeno e médio empresário, com módulos de estoque, faturamento, fluxo de caixa e relatórios prontos.</p>
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<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-henry-ford">Perguntas frequentes sobre Henry Ford</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="quem-foi-henry-ford-2">Quem foi Henry Ford?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Henry Ford foi um industrial norte-americano (1863–1947), fundador da Ford Motor Company e criador do fordismo — modelo de produção industrial baseado em linha de montagem, padronização e escala que dominou a indústria do século XX.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="em-que-ano-henry-ford-fundou-a-ford-motor-company">Em que ano Henry Ford fundou a Ford Motor Company?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Em <strong>1903</strong>, em Detroit, Michigan. A Ford Motor Company foi sua terceira empresa — antes dela, havia fundado a Detroit Automobile Company (1899) e a Henry Ford Company (1901), ambas encerradas por desacordos com sócios.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-fordismo">O que é o fordismo?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>O fordismo é o modelo de produção industrial criado por Henry Ford, baseado em linha de montagem em movimento, padronização extrema dos produtos, especialização do trabalho operário e verticalização da cadeia produtiva. Permitiu produção em massa a baixo custo e dominou a indústria do início do século XX até os anos 1970.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-era-a-frase-famosa-de-henry-ford-sobre-cores">Qual era a frase famosa de Henry Ford sobre cores?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>"Você pode ter qualquer cor, desde que seja preto." A frase resume a filosofia da padronização extrema do fordismo — e marcou também o início da decadência do modelo, quando o mercado começou a exigir variedade.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-foi-a-fordlandia">O que foi a Fordlândia?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Foi uma cidade-fábrica que Henry Ford fundou em 1928 às margens do rio Tapajós, no Pará, com o objetivo de produzir borracha para os pneus dos carros. O projeto fracassou por problemas com pragas, divergências culturais com os trabalhadores e o avanço da borracha sintética. Foi vendida ao governo brasileiro em 1945.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="por-que-o-fordismo-entrou-em-decadencia">Por que o fordismo entrou em decadência?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Por causa da rigidez do modelo (mudar um produto exigia parar a linha por meses), da crise do petróleo de 1973 (que encareceu o custo industrial) e do avanço dos fabricantes japoneses com o toyotismo — sistema mais flexível, baseado em produção sob demanda, baixo estoque e variedade de modelos.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-o-maior-legado-de-henry-ford">Qual o maior legado de Henry Ford?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>A mecanização da produção industrial e a padronização de processos. Ford não inventou o automóvel nem a linha de montagem isoladamente — mas foi o primeiro a aplicá-los em escala industrial massiva, mudando a economia mundial e o cotidiano das classes médias do século XX.</p></div></details></div></section>
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    </item>
    <item>
      <title>Reed Hastings e Marc Randolph: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-wilmot-reed-hastings-e-marc-randolph/</link>
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      <pubDate>Tue, 01 Feb 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>empreendedores</category>
      <description>Junto a Marc Randolph, seu sócio e cocriador da empresa, Reed Hastings lançou em 1997 a Netflix. Confira mais sobre essa história!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Existem dois períodos distintos tratando-se de assistir programas, filmes, novelas e séries. O primeiro deles é antigo e bastante convencional, conhecido de toda a população mundial. O segundo, por sua vez, é revolucionário e tem caído nas graças de toda a sociedade ao longo dos últimos anos.</p>
<p>“E o que divide estes períodos, afinal de contas?” você pode estar se perguntando. A resposta é bem simples e com certeza você já conhece: NETFLIX! É possível afirmar que o mundo mudou com a Netflix. Afinal, após tal criação milhares de usuários são atraídos para frente de diferentes telas!</p>
<p>Possibilitando ao telespectador assistir o que quiser, de onde estiver, quando quiser e de qual dispositivo estiver fazendo uso. A Netflix é uma das melhores invenções da humanidade segundo a maior parte de seus usuários. Usuários esses que mantém ritmos distintos de vida e trabalho e que mesmo assim conseguem acompanhar seus programas favoritos.</p>
<p>E quem será que está por trás dessa que é uma grande revolução nos meios de comunicação e que tem impactado diretamente ao meio televisivo? Quem são os empreendedores ligados a uma das ditas criações do século a quem todos querem destinar os seus mais sinceros agradecimentos?</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="o-projeto-netflix">O projeto Netflix</h2>
<p>Reed Hastings com certeza é um dos grandes nomes por trás da empresa que mudou o jeito da população ver televisão! Fundador e também atual CEO da Netflix, o americano nascido em outubro de 1960. Ele é a mente que originou um dos projetos mais bem aceitos pelo Planeta nas últimas décadas.</p>
<p>Junto a Marc Randolph, seu sócio e co criador da empresa, Reed Hastings lançou em 1997 uma Netflix diferente daquele que hoje é conhecida pela população. Na época, a oportunidade de iniciar o negócio surgiu graças a ideia de oferecer o aluguel de filmes através do correio, sendo que o cliente pagava pelo serviço um valor fixo mensal.</p>
<p>O boom da ideia empreendedora nasceu frente a uma situação cômica e bastante comum para muitos da era da videolocadora.</p>
<p>Hastings havia perdido uma fita cassete e já estava acumulando uma dívida de $ 40 dólares devido ao atraso na devolução do filme. Sem querer contar a sua esposa sobre o ocorrido, o empreendedor começou a pensar em como tal situação poderia facilmente ser evitada se outro formato de serviço fosse posto em uso.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/randolph_marc-702x336-1.jpg-702.webp" alt="" width="702" height="336"></p>
<h3 id="o-inicio">O início</h3>
<p>Localizada na Califórnia, assim nascia a sede de uma empresa que viria a ser muito impactante e revolucionária, a <a href="https://www.netflix.com/br/" rel="noopener">Netflix</a>! As bases para que o negócio começasse a andar era o fato de não existirem multas ou uma data determinada para vencimento da locação, uma vez que o usuário pagaria por mês e poderia ficar todo este tempo com apenas um filme.</p>
<p>Vale destacar que Marc Randolph, após muito contribuir com a criação e com as primeiras grandes expansões da Netflix, tendo sido o seu primeiro CEO, saiu do negócio em 2004. Após ter saído da empresa, o empreendedor se lançou a outros projetos tais como o de ser mentor da Middcore e conselheiro da Looker Data Sciences, ambas empresas importantes dentro dos seus respectivos segmentos.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso</a></strong></p>
<h2 id="a-gestao-inovadora-da-netflix">A gestão inovadora da Netflix</h2>
<p>Para Reed Hastings e Marc Randolph a Netflix era mais do que uma simples empresa. Era, na verdade, um grande ensaio de teorias sobre cultura e crescimento empresarial. Graças a isso é comum que se comente o quanto as ideias inovadoras desses empreendedores fizeram toda a diferença tornando a empresa um renome mundial.</p>
<p>Entre as práticas mais comuns dentro do contexto interno da Netflix vale destacar os salários comumente pagos em piso superior ao da categoria. Aliás, dentro da Netflix quem escolhe como receber seu pagamento é o funcionário. Lhe são dadas as opções de ser em dinheiro ou em ações da organização. Essa é uma das práticas que ajuda a manter os funcionários mais empenhados e dedicados a fazer a empresa crescer.</p>
<p>Para concluir o jeito inovador com que a Netflix trata seus funcionários é possível destacar a liberdade de cada um gerir o seu horário, desta forma eliminando-se muito mais casos de <a href="https://www.pontotel.com.br/adicional-de-assiduidade/" rel="noopener">assiduidade</a> por doenças e até mesmo por férias. Tudo é organizado de modo a não prejudicar a nenhuma das partes, que é o mais importante.</p>
<p>A mente empreendedora de Hastings e seu alto compromisso com a gestão da Netflix levaram a criação de um documento em Power Point com todas as normas da cultura interna da empresa apontadas e explicadas a cada novo colaborador contratado. Este manual foi vinculado a internet em 2009 e já foi visto por mais de 10 milhões de pessoas que entendem que o CEO da empresa realmente sabe o que fala tratando-se de levar uma empresa ao crescimento.</p>
<h2 id="postura-frente-as-quedas-de-setembro-de-2011">Postura frente às quedas de setembro de 2011</h2>
<p>Porém, não só de excelentes quadros positivos se faz toda a história da gigante Netflix. Em setembro de 2011 a empresa viveu uma drástica crise. Nela, muitos acionistas questionavam se não seria o momento de Reed Hastings sair de cena e entregar o cargo de CEO a outro.</p>
<p>Basicamente, a polêmica tratava do aumento do valor dos serviços da Netflix. A porcentagem que para alguns chegou a ser de 60% assustou e levou muitos usuários a cancelar suas assinaturas. Assim, o ritmo de crescimento do negócio simplesmente despencou. Passados menos de dois meses da alteração que derrubou o valor das ações da Netflix, a intervenção veio através de um novo formato em que os serviços da empresa foram divididos a fim que ninguém pagasse mais caro pelo serviço, mas apenas o realmente justo.</p>
<p>Depois dessa ação extremamente rápida e estratégica, a Netflix aumentou ainda mais o seu ritmo de crescimento e ganhou o mundo.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/gettyimages-503631250.jpg-620.webp" alt="" width="620" height="466"></p>
<h2 id="a-reformulacao-bilionaria-de-hastings">A reformulação bilionária de Hastings</h2>
<p>Esse episódio de 2011 marcou e concretizou de vez o nome de Hastings como um dos empreendedores e empresários mais destacáveis dos últimos anos. Formular um negócio não é algo simples, porém reformular uma organização que vale milhões, correndo o risco de atingir ao bolso de muitos investidores de uma só vez, é pura ousadia!</p>
<p>Mas, ao desbravar um pouquinho mais a vida de Reed Hastings é perceptível que fugir do comum sempre foi a sua primeira opção. Por exemplo: quando ainda era bastante novo, em torno de 20 anos, o renomado CEO que o mundo hoje conhece pediu licença ao serviço naval, que estava servindo, para se dedicar a um programa de promoção da cultura norte-americana. O Peace Corps.</p>
<p>Por fazer parte deste projeto, Hastings ministrou aulas de matemática por 2 anos em uma cidade africana. Segundo ele, em várias entrevistas, tal experiência de vida foi a principal precursora do pensamento empreendedor de que hoje ele faz uso a pleno vapor. Formado em Ciências da Computação e líder nato, sob os olhares de Reed Hastings, com certeza a Netflix ainda tem muito a crescer e isso, é claro, satisfaz a todos os seus usuários.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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      <title>Podcast de empreendedorismo: Confira os melhores!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/podcast-de-empreendedorismo/</link>
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      <pubDate>Tue, 25 Jan 2022 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Escute esses 9 podcasts sobre empreendedorismo e descubra como essas ideias que mereceram ser compatilhadas podem lhe ajudar!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O podcast existe há algum tempo e hoje, com uma maior facilidade, tanto de publicar como de ouvir, eles se expandiram. Assim, há uma ampla variação de conteúdo e de podcasters, eles podem ser engraçados, de estilo de vida, de política, o que for. Em razão disso, criamos uma lista com os melhores podcasts sobre empreendedorismo.</p>
<h2 id="melhores-podcasts-de-empreendedorismo-nacionais">Melhores podcasts de empreendedorismo nacionais</h2>
<h3 id="secao-1-podcast-de-empreendedorismo-podcast-do-egestor">1. Podcast de empreendedorismo: Podcast do eGestor</h3>
<p>Com a intenção de ajudar novos e antigos empresários no dia a dia do negócio, foi criado o Podcast do eGestor. Ele traz diversas dicas de gestão, marketing e empreendedorismo para quem o acompanha. Com episódios semanais, ele é produzido pela equipe do sistema e conta com a participação de convidados especiais.</p>
<p>Você pode ouvi-lo através do blog, do <a href="https://open.spotify.com/show/0G3R7gTIgUODsDji6K3kpW" rel="noopener">Spotify</a>, do <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/podcast-do-egestor/id1472741944" rel="noopener">iTunes</a> ou do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NvrvXiSyZuM&amp;list=PLv9klvrKOKoKntK47F-jwxHATn0cqMuUv" rel="noopener">Youtube</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/logo-podcast-1.png-800.webp" alt="" width="800" height="212"></p>
<h3 id="secao-2-man-in-the-arena">2. Man In The Arena</h3>
<p>Com apenas 103 episódios, Man In The Arena traz três grandes empreendedores brasileiros entrevistando e conversando com diversos nomes. O podcast é formado por Miguel Cavalcanti, Leo Kuba e In Hsieh.</p>
<p>Miguel Cavalcanti é fundador e CEO da BeefPoint e da AgroTalento, que são, respectivamente, uma das maiores referências da pecuária de corte e um dos melhores cursos de gestão de fazendas.</p>
<p>Leo Kuba é fundador e CEO da Inkuba, uma agência de marketing digital que atua com marcas como Unilever, Nestlé, BIC, DuPont, Estácio, America, Casa do Pão de Queijo e diversas outras.</p>
<p>Já In Hsieh é cofundador da CBIPA e da Marco Polo. Mas também foi chefe de ecommerce na Xiaomi LatAm, cofundador da 4vets, diretor de inovação, desenvolvedor de negócios no grupo Bandeirantes entre outros.</p>
<p>Cada episódio é disponibilizado em formato de podcast, mas Man In The Arena também tem um canal no YouTube. Assim, lá, são postados os vídeos das entrevistas e conversas relacionadas a cada episódio. Dentre os episódios mais vistos estão a conversa com Bel Pesce, Geraldo Rufino, da JR Diesel e Rony Meisler, da Reserva.</p>
<p>Ouça <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJzts_j8B7we630ZIip3tpQ" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3 id="secao-3-podcast-de-empreendedorismo-gvcast">3. Podcast de empreendedorismo: GVCast</h3>
<p>O GVCast é um podcast do Geração de Valores, livro de Flávio Augusto, o fundador da WiseUp, escritor e dono do Orlando City Soccer Club. O podcast apresentado pelo escritor e empresário também tem o formato de entrevista e conversas, entretanto, alguns são apenas Flávio e suas ideias pessoais.</p>
<p>Os temas apresentados no podcast são relacionados a empreendedorismo e liderança, que são os temas constantemente abordados por Flávio. Alguns dos entrevistados são <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-caito-maia/">Caito Maia</a>, da Chilli Beans, e Gustavo Cerbasi, autor de “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”.</p>
<p>O podcast é dividido em duas temporadas, a primeira conta com 54 episódios, enquanto a segunda temporada tem 12 episódios de convidados e de Flávio contando história e dando dicas das mais diversas áreas do empreendedorismo. Em dezembro de 2018 Flávio lançou o último episódio, assim, sem previsão de retorno do podcast de empreendedorismo.</p>
<p>Ouça <a href="https://gvcast.podbean.com/" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3 id="secao-4-like-a-boss">4. Like a Boss</h3>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/capa-podcast.webp-2000.webp" alt="like a boss -Podcast de empreendedorismo" width="2000" height="2000"></p>
<p>O podcast Like a Boss é apresentado por Rodrigo Dantas, CEO e cofundador da Vindi, e Paulo Silveira, CEO do Grupo Caelum Alura. A proposta apresentada é semelhante aos outros podcasts citados, ou seja, são entrevistas com grandes nomes do empreendedorismo brasileiro que se abrem sobre sua trajetória, além de histórias e dicas.</p>
<p>Like a Boss é um podcast de empreendedorismo dividido por temporadas, cada temporada conta com 6 episódios. Esses episódios duram em torno de 30 minutos cada, apesar dos ouvintes acharem curtos. Hoje, estão no ar 10 temporadas.</p>
<p>O primeiro episódio da primeira temporada já nos traz David Veléz, o CEO do Nubank! Mas também conta com falas de Diego Gomes, cofundador da Rock Content e Eric Santos, CEO da Resultados Digitais.</p>
<p>Ouça <a href="https://www.likeaboss.com.br/" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3 id="secao-5-podcast-de-empreendedorismo-ted-talk-negocios">5. Podcast de empreendedorismo: TED Talk Negócios</h3>
<p>Os vídeos de conferências e palestras do TED são conhecidos mundialmente, e não há como negar sua qualidade. Dessa forma surgiu a ideia de transformá-los em podcasts, sem necessidade de assistir os vídeos.</p>
<p>Assim, são cerca de 161 episódios relacionados a empreendedorismo <a href="https://transcrito.app/pt-br/" rel="noopener">transcritos</a> para podcast que podem ser escutados a qualquer momento. Entre as palestras disponíveis estão "a maior razão pela qual startups obtêm sucesso" de Bill Gross, "como transformar um grupo de estranhos em uma equipe", de Amy Edmondson.</p>
<p>A diferença do podcast do TED é sua duração, as palestras lançadas têm em torno de 15 minutos cada, e o vídeo, por ser sua transcrição, também. Ou seja, você pode optar por assistir os vídeos ou apenas escutar o podcast.</p>
<p>Pode ser ouvido pelo <a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/ted-talks-daily/id160904630" rel="noopener">iTunes</a> ou <a href="https://player.fm/series/tedtalks-negocios" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3 id="secao-6-nerdcast">6. Nerdcast</h3>
<p>O JovemNerd é um blog de entretenimento que está no ar há mais de 10 anos, sempre trazendo conteúdo. Dessa forma foi criado o NerdCast, o podcast do JovemNerd, que conta com os mais diversos temas. Com o seu crescimento, os criados viram a possibilidade de nichar ainda mais esse podcast, criando assim o Nerdcast Empreendedor!</p>
<p>Com cerca de 90 episódios relacionados ao tema, algumas vezes são convidados personalidades, para dar sua visão do mundo do empreendedorismo, ou apenas episódios com um tema. Assim, toda última sexta-feira do mês é lançado um episódio com o tema.</p>
<p>Alguns dos entrevistados são Flávio Augusto, cujo podcast já citamos, e agora é parceiro do NerdCast, e Rick Chester, o do vídeo da água. Cada episódio dura em torno de uma hora.</p>
<p>Ouça <a href="https://jovemnerd.com.br/podcasts/nerdcast" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3 id="secao-7-podcast-de-empreendedorismo-resumocast">7. Podcast de empreendedorismo: ResumoCast</h3>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Logotipos-RC-1080x1080-1.webp-1080.webp" alt="" width="1080" height="1080"></p>
<p>Com o crescimento do podcast quem também voltou com força foram os audiolivros, a diferença é que agora você não precisa de CD e pode ouvir tudo online. Entretanto, às vezes não queremos ouvir o livro. Afinal, não tivemos tempo de lê-lo, certo?!</p>
<p>Assim surgiu o ResumoCast, um podcast de empreendedorismo com resumo de livros feitos para empreendedores. Desde 2016 o podcast lança seus episódios toda segunda-feira, trazendo uma forma diferente para que você absorva os conteúdos de livros enquanto faz outra coisa.</p>
<p>Atualmente são 312 episódios em diversas plataformas, sendo o resumo do livro <em>O Poder do Hábito</em> o mais assistido, seguido de <em>O Milagre da Manhã</em> e <em>As Armas da Persuasão</em>.</p>
<p>Você pode ouvir o podcast no <a href="https://www.resumocast.com.br/" rel="noopener">site do ResumoCast</a> ou no <a href="https://www.youtube.com/c/Resumocast" rel="noopener">Youtube</a>.</p>
<h3 id="secao-8-primocast">8. PrimoCast</h3>
<p>Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico, é o criador do canal no Youtube de mesmo nome, onde ensina pessoas sobre educação financeira com quase 6 milhões de inscritos. Juntamente com o canal, ele também é autor do livro <em>Do mil ao milhão: Sem cortar o cafezinho</em>. Mas, ele também é conhecido pelo seu podcast, o PrimoCast.</p>
<p>O podcast de empreendedorismo PrimoCast tem episódios novos toda segunda e quarta, falando principalmente de finanças e investimentos nos negócios.</p>
<p>Atualmente com mais de 200 episódios ele pode ser ouvido através do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCT4nDeU5pv1XIGySbSK-GgA" rel="noopener">Youtube</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/2gCj9YG9tjMexhS4pIlRHo" rel="noopener">Spotify</a>.</p>
<h3 id="secao-9-podcast-de-empreendedorismo-sacadas-de-empreendedor">9. Podcast de empreendedorismo: Sacadas de empreendedor</h3>
<p>Erico Rocha é um dos grandes nomes do marketing no Brasil. Especialista em lançamentos de <a href="https://www.agatetepe.com.br/infoprodutos/" rel="noopener">infoprodutos</a>, ele ensina empreendedores a alcançarem faturamentos de até 8 dígitos em 7 dias. Assim como o seu livro, seu podcast também se chama Sacadas de empreendedor.</p>
<p>Com mais de 500 episódios curtos, Erico fala sobre empreendedorismo e negócios, simplificando a sua famosa técnica de faturamento. Portanto, o podcast de empreendedorismo do Erico Rocha pode ser ouvido no <a href="https://open.spotify.com/show/2qN6N4vkT2IuUyCfTZlYlq" rel="noopener">Spotify</a> ou no <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/sacadas-de-empreendedor/id1100873181" rel="noopener">iTunes</a>.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/ee4401c880ce2aa06ddbe82d7512244edeeb9f45.jpeg-640.webp" alt="os sócios - Podcast de empreendedorismo" width="640" height="640"></p>
<h3 id="secao-10-os-socios-podcast">10. Os Sócios Podcast</h3>
<p>Os Sócios Podcast é um podcast apresentado pelo casal Malu Perini e Bruno Perini. Muito mais que um podcast de empreendedorismo, Os Sócios traz diversos convidados não falando apenas de negócios, mas dos mais diversos assuntos, sempre trazendo pautas interessantes.</p>
<p>O podcast está nas plataformas: <a href="https://open.spotify.com/show/17bkR8GX6FmyKYvhQv4nOi" rel="noopener">Spotify</a>, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCzJPdSTGj7KPZLjaOatWS4A/featured" rel="noopener">Youtube</a> e <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/os-s%C3%B3cios-podcast/id1553427360" rel="noopener">iTunes</a>.</p>
<h3 id="secao-11-podcast-de-empreendedorismo-empresa-autogerenciavel">11. Podcast de empreendedorismo: Empresa Autogerenciável</h3>
<p>Marcelo Germano, empresário há mais de 25 anos e dono de cinco empresas, a EAG Empresa Autogerenciável, a Lumma Despachante, a Lumma MG, a Connect Import e a TechsLab. Ou seja, experiência e o que ensinar é algo que Marcelo tem, com toda certeza.</p>
<p>Com mais de 150 episódios, o podcast de empreendedorismo conta com entrevistados do mundo dos negócios e as melhores dicas para que uma empresa consiga operar sem depender completamente de alguém. Ou seja, uma empresa autogerenciável.</p>
<p>O podcast pode ser ouvido no <a href="https://www.youtube.com/c/EmpresaAutogerenci%C3%A1vel/" rel="noopener">Youtube</a>, <a href="https://open.spotify.com/show/0t2YcQLuHgPvCeo6AnGpos" rel="noopener">Spotify</a> e <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/podcast-empresa-autogerenci%C3%A1vel-marcelo-germano/id1482428167" rel="noopener">iTunes</a>.</p>
<h2 id="os-melhores-podcasts-de-empreendedorismo-internacionais">Os melhores podcasts de empreendedorismo internacionais</h2>
<h3 id="secao-12-girlboss-radio">12. Girlboss Radio</h3>
<p>O podcast Girlboss Radio é criado e apresentado por Sophia Amoruso (aquela mesma da série da Netflix). Mas, caso você nunca tenha ouvido falar esse nome, Sophia é a fundadora da Nasty Gal, loja especializada em moda jovem feminina. Loja essa que começou quando Sophia, na época com 22 anos, vendia suas roupas customizadas no eBay. Hoje a loja conta com cerca de 200 funcionários e foi nomeada como 'Varejista de crescimento mais rápido' no ano de 2012.</p>
<p>Também na mesma ideia de outros podcasts, Sophia entrevista mulheres CEOs de empresas americanas. Nesses mais de 100 episódios, elas falam sobre suas trajetórias e dicas de empreendedorismo.</p>
<p>Ouça no <a href="https://open.spotify.com/show/0ACc3MNKtpKv2rF5f1xjw5" rel="noopener">Spotify</a>.</p>
<h3 id="secao-13-the-blogging-millionaire">13. The Blogging Millionaire</h3>
<p>Uma das principais técnicas de marketing orgânico hoje é o blog. Apesar de muitos acharem que o blog acabou, na verdade, ele continua presente em nosso dia a dia. Mas talvez você só não perceba que está acessando um blog. Assim, essa pode ser uma nova estratégia para sua empresa e para ajudar nela está o podcast The Blogging Millionaire, ou em português, O Blogueiro Milionário.</p>
<p>Com mais de 200 episódios sobre, Brandon Gaille ensina o segredo das estratégias que os bloggers usam para aumentar o tráfego e monetizar os sites. Ou seja, o host do podcast ensina o caminho para se tornar um mestre em blogs, WordPress, SEO, e muito mais.</p>
<p>Você pode ouvir o podcast no <a href="https://open.spotify.com/show/1xFeOrlfwM2JMNZz8gGTkH" rel="noopener">Spotify</a>, <a href="https://music.amazon.com/podcasts/3e601bdb-b31c-4a06-a934-c474907144fa/the-blogging-millionaire" rel="noopener">Amazon Music</a>, <a href="https://music.youtube.com/googlepodcasts" rel="noopener">Google Podcasts</a> e <a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/the-blogging-millionaire/id1072931592" rel="noopener">iTunes</a>.</p>
<h3 id="secao-14-masters-of-scale">14. Masters of Scale</h3>
<p>Com o primeiro episódio sendo lançado em maio de 2017 e mais de 300 episódios, o podcast Masters of Scale é apresentado por Reid Hoffman, co-fundador do Linkedin. O podcast teve tanto sucesso que hoje se tornou dois podcasts, um livro na lista dos mais vendidos, um aplicativo de aprendizado e eventos virtuais e presenciais, como o Masters of Scale Summit.</p>
<p>Os episódios contam com a presença de diversos nomes do empreendedorismo, como o CEO do Airbnb, por exemplo. Podemos dizer que esse é considerado um dos melhores podcasts de empreendedorismo hoje.</p>
<p>Você pode ouvi-lo no <a href="https://mastersofscale.com/" rel="noopener">site</a>, no <a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/masters-of-scale/id1227971746?ls=1" rel="noopener">iTunes</a>, no <a href="https://open.spotify.com/show/1bJRgaFZHuzifad4IAApFR" rel="noopener">Spotify</a> e no <a href="https://music.amazon.com/podcasts/57b86aa4-1c8a-4d55-a43a-b9a68306377d/masters-of-scale" rel="noopener">Amazon Music</a>.</p>
<h3 id="secao-15-ideacast-harvard-business-review">15. Ideacast – Harvard Business Review</h3>
<p>Harvard Business Review é um site com os mais diversos artigos sobre empreendedorismo, liderança, inovação, marketing e muito mais. E eles entraram na onda dos podcasts há algum tempo! Com o primeiro episódio lançado em fevereiro de 2011, o Ideacast conta com mais de 600 episódios, sendo lançados semanalmente.</p>
<p>O podcast sobre empreendedorismo e liderança é feito pelos principais pensadores quando se trata de negócios e gestão. Assim, ele pode ser encontrado no <a href="https://hbr.org/2018/01/podcast-ideacast" rel="noopener">site</a>, <a href="https://open.spotify.com/show/4gtSBBxIAE142ApX6LqsvN" rel="noopener">Spotify</a> e <a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/hbr-ideacast/id152022135" rel="noopener">iTunes</a>.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Os podcasts são uma forma interativa e criativa de aprender conteúdo sem muito esforço. Além dos podcasts sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-empreendedorismo/">empreendedorismo</a> citados aqui, existem diversos outros com as mais variadas temáticas.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Rick Chesther: a história do fenômeno por trás do vídeo da água</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/rick-chesther/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/rick-chesther/</guid>
      <pubDate>Fri, 05 Nov 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>empreendedores</category>
      <description>Rick Chesther ganhou notoriedade ao postar um vídeo ensinando a lucrar 750% vendendo água na praia. Conheça sua história de superação!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Com 2,9 milhão de seguidores no <em>Instagram</em>, 599 mil inscritos no canal do <em>Youtube</em> e dois livros nas livrarias, Rick Chesther se tornou um fenômeno. Além de conquistar fãs e contratos para propagandas de empresas, palestrou em Harvard e se tornou embaixador da <em>Brilive</em>. Isso tudo após postar um vídeo de apenas 1 minuto que se espalhou pelo país.</p>
<h2 id="video-da-agua">Vídeo da água</h2>
<p>O vídeo postado no seu canal do <em>Youtube</em>, dia 09/04/2018, ganhou o Brasil. Rapidamente se espalhando pelos grupos de <em>Whatsapp</em>, Rick Chesther ganhou voz. No vídeo simples e caseiro, ele fala do que você pode fazer para empreender com R$ 10,00 emprestados e criar um lucro de 750%. Falando de modo rápido, mas sucinto e claro, Rick demonstra conhecimento. Tanto matemático como empreendedor.</p>
<p>"Está desempregado no Rio de Janeiro? Então faz o seguinte: arruma R$10 emprestado, vai para a Central do Brasil amanhã e compra uma mala de água mineral e meio saco de gelo. Pega tudo e vai para Copacabana, cedo. Lá, você vende uma água a R$4 ou R$5. Vamos considerar que você venda tudo a R$4 e beba duas. São dez águas, R$40 reais. Você investiu R$10, são 300% de lucro."</p>
<p>Rick conta que teve uma inspiração para fazer o vídeo. E ela veio de grupo de turistas na praia. Ele conta que vendeu água para o grupo e ouviu que ele não tinha conhecimento sobre a crise, já que vivia "naquele mundinho da praia". Rick então decidiu que deveria falar sobre o que sabia. Postou o vídeo em seu canal e foi dormir. Ao acordar no outro dia, não tinha noção que sua vida teria se transformado.</p>
<p>A partir de então, Flávio Augusto da Silva, autor do livro "Geração de Valor", fundador da empresa <em>Wise Up</em> e dono do time de futebol <em>Orlando City Soccer Club</em>, viu em Rick Chesther uma oportunidade.</p>
<p>Assim, Flávio e Rick se encontraram e descobriram a dupla de sucesso que eram.</p>
<p>Desde então, Rick Chesther continua com seu canal, postando vídeos da série "Minuto do Empreendedorismo". Vídeos que tem em torno de 1 minuto cada, e dão dicas para o já ou futuro empreendedor.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/Z7jFDKX8NDg" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-Z7jFDKX8NDg.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="historia-de-vida-de-rick-chesther">História de vida de Rick Chesther</h2>
<p>Rick Chesther parou de estudar muito cedo e não tem nenhum curso. É apenas formando em superação na faculdade da vida, como diz em seu livro. Afirma que todo seu conhecimento foi adquirido com os livros que leu e pelo que passou.</p>
<p>Por ter largado a escola para trabalhar cedo, ele se propôs a ler, pelo menos, quatro livros por semana. E assim o fez. Nascido em Pitangui, Minas Gerais, se mudou para São Paulo com a família. Mãe, pai e 4 irmãos. Quando tinha sete anos de idade, sua vida se transformou a partir do problema de saúde de sua mãe.</p>
<p>Rick conta em suas entrevistas que esse foi o momento que viu que ele teria que ir atrás do que queria. Começou então, a plantar verduras no quintal de casa e vendê-las para ajudar a família. Diz que aos 8 anos já empreendia e nem tinha conhecimento do que estava fazendo.</p>
<p>Vendeu verduras, picolé, sacolé, fruta e bijuteria. Fazia o que tinha que fazer para se sustentar e viver como era possível no momento. E por isso diz que não acredita na crise. Em seu vídeo mais famoso, ele termina dizendo: "Vender água não dá pra você, não? Então a crise, no seu caso, não está no país. Está dentro de você."</p>
<p>Rick, que sempre leva sua caixa de isopor com as cores da mangueira para todas suas entrevistas e palestras, explica o porque disso. Ele esclarece que temos sempre que lembrar de onde viemos para poder saber para onde vamos. Por isso não se considera um "ex-vendedor de água". Afinal, se precisar, ainda tem sua caixa e sabe vender.</p>
<h2 id="pega-a-visao">Pega a visão</h2>
<p>Depois do encontro com o empresário Flávio Augusto, Rick Chesther mudou de vida.</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/859315672X/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=859315672X&amp;linkId=a373cf1a7f5f214c9976d70decd9a432" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/PEGA-A-VIS%C3%83O.jpg" alt="PEGA A VISÃO" width="348" height="500"></a></p>
<p>Ele agora é o que chama de mensageiro aprendiz. É palestrante, escritor, grava vídeos e é diretor da Nação Mangueirense (grupo de apaixonados pela escola de samba da Mangueira). Além de garoto propaganda do banco Santander. Palestrou na Universidade de Harvard e tem convites para palestrar em outros países, como Japão e França.</p>
<p>Seis meses depois da postagem do vídeo que se tornou viral, Rick publica seu primeiro livro. "Pega a visão" conta a história do vendedor de água que se tornou uma espécie de guru do empreendedorismo. Ele conta como aprendeu com o pai a 'lei da semeadura'. Ou seja, tudo que se planta, se colhe.</p>
<p>O livro mostra a experiência de vida de alguém que nunca deixou ninguém escolher seus sonhos. Que apesar de tudo que passou, sempre foi um líder e um mensageiro. Nos deixa a mensagem de que “Ao empreender, você pode sair de qualquer situação e chegar aonde quiser.”</p>
<p>Rick faz questão de explicar que não foi feito pelo vídeo da água. Todas as situações que ele passou foram ensinamentos e provas que o levaram até aquele momento. Não necessariamente o vídeo o faria chegar até onde ele está. Mas sim, que todos seus passos o encaminharam para aquele momento.</p>
<p>Após apenas 10 dias de lançamento, o livro se encontra na 15° posição dos livros mais vendidos sobre Autoajuda e Esoterismo, lista publicada pela revista Veja. Sendo vendido pela <a href="https://blog.egestor.com.br/como-montar-uma-livraria/">livraria</a> Saraiva, Amazon e outros.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso</a></strong></p>
<h2 id="empreendedorismo">Empreendedorismo</h2>
<p>Rick acredita que o problema com as empresas brasileiras é que muitos donos de negócios sonham com algo, e começam a montar uma loja, por exemplo, sem realizar uma pesquisa. "Ele simplesmente sonhou, acordou, comprou e falou que está vendendo. Ou seja, ele não se preparou.", diz Rick Chesther.</p>
<p>E o que ele acredita ser a diferença dele para esses outros empresários, é que seu trabalho com vendas começou aos 7 anos de idade. Assim, a vida fazendo dele um empreendedor.</p>
<p>Ganhando cerca de 2 mil seguidores no Instagram e 1 mil inscritos no seu canal do Youtube por dia, Rick é a capa da revista Empreenda, do mês de outubro. Nela, Rick Chesther conta como ele é "o resultado de todos os nãos que ele deu, para todos os nãos que deram pra ele".</p>
<p>Agora, o mais novo destino de Rick é a Europa. Em vídeo publicado 10 dias antes do embarque, ele fala que levará todo o brasileiro com ele, porque "quem está indo não é apenas um CPF, e sim, a representação de um povo".</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/RICK-CHESTHER.jpg" type="image/jpeg" length="31725"/>
    </item>
    <item>
      <title>Taylor e Fayol: Os nomes da administração</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/taylor-e-fayol/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/taylor-e-fayol/</guid>
      <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>administração</category>
      <description>Frederick W. Taylor (1856-1915) e Jules Henri Fayol (1841-1925) foram os precursores das abordagens clássica e científica da Administração.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Frederick W. Taylor (1856-1915) e Jules Henri Fayol (1841-1925) foram os precursores das abordagens clássica e científica da Administração</strong>. Frederick Taylor publicou, em 1903, o livro <em>Gerência de Fábrica (Shop Management)</em>, onde expôs um estudo que relacionava movimentos e tempos de serviços realizados por operários.</p>
<p>Em <em>Estudo de Movimentos e Tempos</em>, Taylor conclui que uma empresa deve padronizar os processos de produção de modo a produzir mais em menos tempo. Assim, a obra <em>Gerência de Fábrica</em> marca o início da Escola da Administração Científica.</p>
<p><strong>Na época de Taylor e Fayol a <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8522405131/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8522405131&amp;linkId=598bceb9b844a9de6371bf64336e10f1" rel="noopener">administração científica</a> preocupava-se em</strong>:</p>
<ul>
<li>Estudar o tempo padrão de produção</li>
<li>Supervisionar a funcionalidade da linha de produção</li>
<li>Uso de ferramentas e equipamentos padronizados</li>
<li>Planejamento dos processos de trabalho</li>
<li>Definição de cargos e atribuições</li>
<li>Premiação de funcionários</li>
</ul>
<p>Os elementos principais da Teoria Clássica da Administração são:</p>
<ul>
<li>Administração: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.</li>
<li>Comercial: compra, venda e troca</li>
<li>Contábil: registros, balanços, custos e estatística</li>
<li>Segurança: proteção da propriedade e das pessoas</li>
<li>Técnica: produção de bens ou de serviços</li>
</ul>
<h2 id="primeira-fase-de-taylor">Primeira fase de Taylor</h2>
<p>De acordo com Frederick Taylor, a empresa deveria pagar altos salários aos funcionários e conhecer os custos unitários de produção. Para isso, a Taylor destaca que seria necessário:</p>
<ul>
<li><strong>Aplicar métodos científicos de pesquisa e experimentos</strong> para padronizar os processos produtivos e controlar as operações realizadas pelos operários.</li>
<li><strong>Selecionar operários para funções específicas</strong>, garantindo condições adequadas de trabalho, materiais e equipamentos padronizados para a execução das tarefas, também padronizadas.</li>
<li><strong>Harmonizar o clima organizacional</strong> a fim de facilitar a comunicação, cooperação e assimilação de técnicas aplicadas aos processos de produção.</li>
</ul>
<h2 id="segunda-fase-de-taylor">Segunda fase de Taylor</h2>
<p>A segunda fase da teoria de Taylor foi marcada pela edição, em 1911, do livro <a href="https://books.google.com.br/books?id=nNwNAQAACAAJ&amp;dq=Princ%C3%ADpios+da+Administra%C3%A7%C3%A3o+Cient%C3%ADfica&amp;hl=en&amp;sa=X&amp;redir_esc=y" rel="noopener">Princípios da Administração Científica</a>. Assim, ele concluiu que, para racionalizar os processos de produção, a empresa deveria ser reestruturada. Embora tenha se concentrado em estudos sobre Administração Científica, Taylor não deixou de destacar <strong>a importância do desempenho dos operários para o sucesso do empreendimento</strong>.</p>
<p>Segundo Taylor, as indústrias daquela época apresentavam três problemas sérios:</p>
<ul>
<li>baixa produtividade</li>
<li>falta de padronização técnica</li>
<li>métodos empíricos de gestão</li>
</ul>
<p>Então, em seus estudos, ele conclui que a produtividade dos operários correspondia a um terço do que realmente poderiam produzir, sendo que o alto nível de ociosidade decorria do temor que os próprios funcionários tinham do desemprego à medida que a produção executada parcialmente por máquinas aumentasse.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os próprios gestores das indústrias não enxergavam as deficiências do sistema de administração que resultava em alto nível de ociosidade. Também não faziam um controle de produção, incluindo os procedimentos e o tempo necessário para a execução das tarefas.</p>
<p>Os serviços eram administrados de forma empírica e, por esta razão, havia um grande desperdício de tempo e recursos (humanos, materiais e financeiros). Assim, as indústrias não possuíam rotinas de trabalho, não empregavam técnicas de produção e os processos não eram padronizados.</p>
<p>Taylor defendia a implantação da Administração Científica, porém, de forma gradual. Ele acreditava que as mudanças deveriam ocorrer em cinco anos para que fossem melhor assimiladas pelos integrantes da organização, evitando-se, assim, conflitos internos e insatisfação. Nesse contexto, surge a <a href="https://www.ibccoaching.com.br/portal/organizacao-racional-do-trabalho-ort-e-seus-aspectos/" rel="noopener">Organização Racional do Trabalho</a>.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso</a></strong></p>
<h3 id="elementos-da-administracao-cientifica-de-taylor">Elementos da Administração Científica de Taylor</h3>
<p>A Administração Científica, proposta por Taylor, compreende os seguintes elementos:</p>
<ul>
<li>Produção padronizada</li>
<li>Estudo e controle de tempo</li>
<li>Produção supervisionada</li>
<li>Instrumentos e ferramentas padronizados</li>
<li>Planejamento da rotina de produção</li>
<li>Uso de instrumentos, como a régua de cálculo para economizar tempo</li>
<li>Fichas de procedimentos para cada serviço</li>
<li>Premiação de operários pela eficiência e produtividade</li>
<li>Métodos de classificação de materiais e produtos manufaturados</li>
</ul>
<h2 id="principios-de-taylor">Princípios de Taylor</h2>
<ul>
<li><strong>Princípio do Planejamento:</strong> Métodos empíricos e o improviso devem ser substituídos por procedimentos técnicos e científicos.</li>
<li><strong>Princípio da Preparação:</strong> A mão de obra deve ser capacitada e treinada para melhor executar as tarefas padronizadas. Assim, o arranjo físico das indústrias, máquinas, equipamentos e materiais devem atender às necessidades de produção.</li>
<li><strong>Princípio do Controle:</strong> Controlar a execução de todas as tarefas a fim de assegurar que as mesmas sejam realizadas conforme o padrão estabelecido.</li>
<li><strong>Princípio da Execução:</strong> A empresa deve definir cargos, atribuições e responsabilidades relacionadas aos mesmo, e alocar os operários conforme suas aptidões profissionais.</li>
</ul>
<h2 id="henri-fayol-teoria-classica-da-administracao">Henri Fayol: Teoria Clássica da Administração</h2>
<p>Segundo Henri Fayol, a empresa possui seis funções básicas:</p>
<ul>
<li><strong>Técnica:</strong> abrange a produção e/ou prestação de serviços</li>
<li><strong>Comercial:</strong> engloba as atividades de venda, compra e troca</li>
<li><strong>Contábil:</strong> abrange a escrituração contábil (balanços, demonstrativos, inventários, custos, dados estatísticos.</li>
<li><strong>Financeira:</strong> gerenciamento das finanças e busca por capital</li>
<li><strong>Segurança:</strong> ações que objetivam a conservação e proteção de bens</li>
<li><strong>Administrativa:</strong> responsável pelo planejamento, direção e controle das demais funções da empresa.</li>
</ul>
<p>Para Henri Fayol, as funções universais da administração são as seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>Prever:</strong> estabelecer um <a href="https://novonegocio.com.br/empreende/plano-de-acao/" rel="noopener">plano de ação</a> para atender as demandas futuras.</li>
<li><strong>Organizar:</strong> definir rotinas de trabalho, de modo a otimizar o tempo, evitar os desperdícios, eliminando ações que não agregam valor</li>
<li><strong>Comandar:</strong> fazer com que todos os setores da empresa funcionem e levem a empresa a atingir seus objetivos e metas de produção, vendas e lucro.</li>
<li><strong>Coordenar:</strong> sincronizar e harmonizar os processos interdependentes para que todo o trabalho seja executado com mais facilidade e efetividade.</li>
<li><strong>Controlar:</strong> verificar se todos os procedimentos são executados conforme as normas, detectar falhas e corrigi-las a tempo, antes que ocorram graves prejuízos à empresa.</li>
</ul>
<h2 id="os-principios-gerais-da-administracao-segundo-henri-fayol">Os princípios gerais da administração, segundo Henri Fayol:</h2>
<ul>
<li><strong>Divisão de trabalho:</strong> os cargos devem ser ocupados por pessoas capacitadas para exercer as funções a fim de se obter maior eficiência no trabalho.</li>
<li>A<strong>utoridade:</strong> a alta direção tem o direito de dar ordens, às quais devem ser obedecidas pelos subalternos, sendo que o direito e o poder inerentes à alta direção devem ser exercidos com total responsabilidade.</li>
<li><strong>Disciplina:</strong> cabe aos membros da organização respeitar, colaborar e cumprir suas obrigações e os acordos estabelecidos.</li>
<li><strong>Unidade de comando:</strong> as ordens devem partir de apenas um superior.</li>
<li><strong>Unidade de direção</strong>: as atividades de cada setor devem ser comandadas por uma pessoa.</li>
<li><strong>Subordinação:</strong> os interesses individuais devem ficar em segundo plano; em primeiro lugar estão os interesses da alta direção e os coletivos.</li>
<li><strong>Remuneração:</strong> empregados devem receber uma remuneração justa, condizente com as tarefas que executam</li>
<li><strong>Centralização:</strong> a autoridade concentra-se no topo da hierarquia.</li>
<li><strong>Escala de comando:</strong> a autoridade é definida do alto ao mais baixo escalão da empresa.</li>
<li><strong>Ordem:</strong> recursos humanos e materiais devem ser alocados nos locais adequados, onde realmente são necessários.</li>
<li><strong>Equidade:</strong> os funcionários devem ser tratados com justiça e respeito para que seja possível fortalecer os laços de lealdade.</li>
<li><strong>Estabilidade:</strong> quanto menor for a rotatividade de mão de obra melhor para a empresa, que contará com pessoal capacitado, treinado e experiente.</li>
<li><strong>Iniciativa:</strong> <a href="https://blog.egestor.com.br/visao-sistemica-o-que-e-qual-importancia-de-ter-na-gestao-empresarial/">visão sistêmica</a> e a capacidade para definir plano estratégico.</li>
<li><strong>Espírito de equipe:</strong> uma organização ganha força quando existe união entre seus integrantes e comprometimento com a cultura organizacional.</li>
</ul>
<h2 id="egestor">eGestor</h2>
<p>O eGestor é o sistema de <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão empresarial</a> totalmente fácil e online para auxiliar na gestão de sua micro ou pequena empresa. Com ele você pode controlar o seu estoque e o seu financeiro, de uma forma totalmente automatizada, além de emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para os seus clientes, dentre muitas outras funções!</p>
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    </item>
    <item>
      <title>Luiza Helena Trajano: Empreendedores de sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/luiza-helena-trajano/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/luiza-helena-trajano/</guid>
      <pubDate>Thu, 20 May 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Luiza Helena Trajano, a dona do Magazine Luiza, é considerada uma das mulheres mais importantes e influentes do país. Conheça sua história!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Luiza Helena Trajano, mais conhecida como a dona do Magazine Luiza, é considerada uma das mulheres mais importantes e ricas do país. E não é por menos. Luiza foi responsável pelo crescimento fenomenal de uma loja de família, transformando-a em uma das maiores redes de varejo do Brasil. Na área social, Luiza criou projetos de combate à violência doméstica dentro da empresa e se dispôs a ajudar pequenas empresas no enfrentamento da pandemia. Conheça agora um pouco mais sobre a história da mulher que se tornou um ícone na área de gestão.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="biografia-de-luiza-helena-trajano">Biografia de Luiza Helena Trajano</h2>
<p>Luiza Helena Trajano nasceu em nove de outubro de 1951, em Franca, uma cidade do interior de São Paulo. Aos 12 anos começou a auxiliar os tios em um pequeno comércio da família, chamado de Cristaleira. Aos 18 anos, Luiza Helena começou a trabalhar de forma efetiva na loja, na área de cobrança e caixa.</p>
<p>Luiza é formada em Direito pela Faculdade de Direito de Franca e durante todo o tempo atuou dentro da loja dos tios, ocupando funções diversas. Aos 40 anos, em 1991, foi alçada ao cargo de líder da loja.</p>
<p>O cargo de presidência chegou em 2008, posição que Luiza ocupou por 8 anos. Em 2016, passou o comando para um de seus filhos.</p>
<p>Luiza Helena, no entanto, nunca se afastou dos negócios da família. Sempre esteve presente, pensando em como ampliar a loja e também em como criar uma estrutura melhor de trabalho para seus colaboradores.</p>
<h2 id="trabalho-humanizado">Trabalho humanizado</h2>
<p>O Magazine Luiza é conhecido pela forma diferenciada de acolher e cuidar dos seus funcionários. A empresa de varejo foi a primeira considerada um dos melhores lugares para trabalhar em uma pesquisa realizada pelo Great Places to Work.</p>
<p>Luiza implantou ao longo do tempo, projetos e programas de retenção de talentos, oferecendo capacitações em áreas diversas para seus colaboradores para que eles aperfeiçoassem o conhecimento e pudessem aplicar no seu ambiente de trabalho, potencializando o negócio.</p>
<p>Instalou um programa de Disque denúncia dentro da loja para que mulheres vítimas de violência doméstica pudessem denunciar seus agressores.</p>
<p>Nas redes sociais, Luiza Helena Trajano também se aproxima de seus clientes, respondendo a questionamentos e solucionando problemas com compras e entrega de produtos.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso</a></strong></p>
<h2 id="magazine-luiza-de-luiza-helena-trajano">Magazine Luiza de Luiza Helena Trajano</h2>
<p>De onde veio o nome Magazine Luiza? O nome da loja dos tios de Luiza era Cristaleira. A pequena loja de presentes foi comprada pela família e tinha muitos clientes locais.</p>
<p>Algum tempo depois, Luiza Trajano Donato, tia de Luiza Helena Trajano, pensou em uma estratégia de marketing para chamar a atenção para o negócio. Criou um concurso cultural para que os clientes escolhessem um nome novo para a loja. Lançou o concurso na rádio local e veio, então, o resultado.</p>
<p>Magazine Luiza foi o nome mais votado pelos ouvintes e clientes da antiga Cristaleira, em referência ao nome da tia de Luiza. Em 2018, a empresa adota uma outra nomenclatura, gerando mais intimidade com o público: o Magalu.</p>
<h2 id="loja-virtual">Loja virtual</h2>
<p>O conceito de loja virtual também surgiu através de Luiza Helena Trajano, um ano depois que ela se tornou líder do Magazine Luiza. A ideia era fazer com que os clientes pudessem adquirir móveis, eletrodomésticos e outros produtos através de um catálogo no computador. Assim, não haveria necessidade de manter o produto ali, na loja física.</p>
<p>O vendedor ia até a casa do cliente e apresentava a ele um catálogo virtual. A compra era realizada e a loja se encarregava de fazer a entrega. Assim, surgiu o que conhecemos hoje como loja virtual ou comércio eletrônico.</p>
<p>Em 2000, o site eletrônico do Magazine Luiza foi criado e, desde então, a empresa faz parte das lojas que mais vendem pela internet, junto com outros grandes nomes, como Mercado Livre, Casas Bahia, Americanas e a Ponto Frio, que passou a se chamar Ponto.</p>
<p>A entrega rápida, a oferta variada de produtos e as muitas promoções realizadas pela empresa fazem com que o Magazine Luiza ocupe uma posição de destaque dentre tantas lojas virtuais.</p>
<h2 id="dropshipping-magalu">Dropshipping Magalu</h2>
<p>Em 2020, para ajudar pequenos negócios a se manterem ativos mesmo na pandemia, o Magazine Luiza reforçou o programa Parceiro Magalu. O interessado cria uma conta na loja, recebe um link de vendas, divulga os produtos e recebe a porcentagem em cima de cada venda realizada.</p>
<p>O projeto também possibilita que outras empresas vendam seus produtos através do Magazine Luiza, com entrega realizada pelo Magalu.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/luiza-helena-trajano.png-1008.webp" alt="" width="1008" height="739"></p>
<h2 id="expansao-do-magazine-luiza">Expansão do Magazine Luiza</h2>
<p>A expansão do Magazine Luiza começou em 1976, quando a empresa comprou a rede de Lojas Mercantil, também localizada no interior de São Paulo. Em 1983, o Magazine chegou ao estado de Minas Gerais. Paraná e Mato Grosso do Sul entraram na rota em 1996.</p>
<p>Nessa época, a empresa já realizava as famosas promoções, chamadas de “Só amanhã” e “Liquidação Fantástica”, conhecidas e aplicadas até hoje nas estratégias de vendas da marca. Como o site já estava funcionando, o alcance da empresa foi gigantesco.</p>
<p>Em 2001, o Magazine oferece um novo serviço aos seus clientes: o Luizacred, um cartão próprio do Magazine Luiza em parceria com o Banco Itaú. Nesse mesmo ano, a rede de Luiza Helena Trajano compra a rede Wanel, se instalando na região de Sorocaba, também em São Paulo.</p>
<p>Em 2003, são adquiridas as lojas Líder, na região de Campinas, São Paulo. No ano seguinte, é a vez das lojas Arno, no Rio Grande do Sul, serem incorporadas à empresa. A expansão continuou na região com a aquisição de vários comércios locais.</p>
<p>Em 2008, a rede de varejo conquistou mais de um milhão de novos consumidores com a instalação de mais de 40 lojas em São Paulo. Em 2010, o Magazine chega de vez na região Nordeste ao adquirir mais de 130 lojas, antes pertencentes às Lojas Maia.</p>
<h3 id="anos-2010">Anos 2010</h3>
<p>Em 2010, o Magazine Luiza implementou novos centros de distribuição, acelerando a entrega das mercadorias. E, em 2015, foi lançado o aplicativo da loja para facilitar as compras online, tornando-se um dos mais utilizados e mais efetivos.</p>
<p>Em 2018, a empresa adquire uma startup de logística, a Logbee. A milésima loja do Magazine Luiza é inaugurada com a compra da gigantesca Netshoes em 2019.</p>
<p>Finalizando a enorme expansão da rede, pelo menos por enquanto, em 2020, foi a vez do site de compra e venda de livros novos e usados, Estante Virtual, ser adquirido pela loja da Luiza Helena Trajano.</p>
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>Como vimos, a trajetória de sucesso de Luiza Helena Trajano começou quando ainda era criança e se desenvolveu à medida que ela foi se especializando e ganhando experiência na área. Mais do que isso, Luiza sempre teve um olhar apurado para os negócios, com foco em crescimento e expansão, mas sem deixar de lado o seu lado humano no contato com clientes, colaboradores e na criação de projetos de grande alcance social.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Jim Collins: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/jim-collins/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/jim-collins/</guid>
      <pubDate>Mon, 05 Apr 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>administração</category>
      <description>Jim Collins é um dos maiores especialistas em gestão de empresas e liderança e sustentabilidade empresarial. Conheça a sua trajetória!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Jim Collins é considerado um dos maiores especialistas do mundo em gestão de empresas e liderança e sustentabilidade empresarial, apontado por muitos como o sucessor de <a href="https://blog.egestor.com.br/quem-foi-peter-drucker/">Peter Drucker</a>, o grande nome da administração contemporânea.</p>
<p>Nasceu nos Estados Unidos em 1958. Iniciou os estudos do universo organizacional e se graduou em Matemática na Escola de Negócios da Universidade de Stanford. No ano de 1992 recebeu da Universidade, onde também fez MBA,o prêmio Distinguished Teaching, uma honraria pelo destaque obtido na abordagem do universo empresarial.</p>
<p>Foi consultor da Mckinsey &amp; Company e da Johns Hopkins School of Medicine. Atuou como gerente de produtos na Hewlett - Packard e foi executivo sênior na divisão internacional da CNN. Apaixonado pela investigação do universo organizacional, criou, em 1995, no Colorado, o laboratório Boulder, instituição voltada para o estudo de temas como gestão e liderança.</p>
<p>O Boulder funciona como um polo de fomento de conhecimento e capacitação. Além da atividade de pesquisa, abriga um centro de treinamento, onde oferece cursos de atualização e aperfeiçoamento para líderes e executivos dos mais diversos setores corporativos e da administração pública.</p>
<p>Como escritor, Collins publicou seis livros, traduzidos para 32 idiomas, ultrapassando 12 milhões de cópias vendidas.</p>
<h2 id="o-universo-de-jim-collins">O universo de Jim Collins</h2>
<p>Uma boa porta de entrada para o universo de Jim Collins é a palestra realizada em 2010 no HSM ExpoManagement. Na ocasião, Collins falou à plateia sobre cinco paradigmas de uma boa administração, que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso, a perenidade e o declínio.</p>
<h3 id="licao-1-cuidado-com-o-declinio">Lição 1 - Cuidado com o declínio</h3>
<p>Essa lição é abordada no livro "<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535238824/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8535238824&amp;linkId=0eaaa6a1d9dd37a4b9d5c844badef65f" rel="noopener">Como os Gigantes Caem</a>", que se concentra em explicar o fracasso de grandes organizações empresariais, estabelecendo para tal cinco estágios que levam à derrocada.
O livro aborda os segredos do fracasso com base em anos de estudo e levantamento de casos empreendidos por sua equipe. O estudo encontrou pontos comuns na trajetória dessas organizações.</p>
<p>O livro tem três abordagens sequenciais. A primeira delas é tentar responder quais são as causas recorrentes para o declínio da empresa. A segunda é desenvolver o aprendizado do diagnóstico da ameaça, que consiste em identificar o estágio de declínio em que a empresa se encontra, os sintomas e o que está por trás deles. A terceira é a abordagem da cura. É possível reverter o declínio? Como? Em que ponto ele se torna um processo irreversível?</p>
<p>O grande segredo do combate ao declínio é, exatamente, saber diagnosticar as causas. Os sintomas são facilmente encobertos pelo fato de o declínio suceder o apogeu, o ápice, o momento em que o sucesso oferece a impressão de que tudo caminha na direção certa e que não existem problemas na organização.</p>
<p>O ideal seria que as empresas estivessem preparadas para evitar o início do declínio, o que requer vigilância e capacidade de diagnóstico. É o que prega Jim Collins, cujos ensinamentos indicam serem as próprias organizações e suas práticas os responsáveis pela queda, ao contrário da crença na prevalência das ameaças externas na definição do destino da organização.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/banner-jim-collins.png-1420.webp" alt="Jim Collins" width="1420" height="670"></p>
<h4>Estágios do Declínio</h4>
<h4>Primeiro Estágio - Excesso de confiança originado pelo sucesso</h4>
<p>O mundo dos negócios em pleno curso do século XXI é o mundo da tecnologia como fator estratégico, preponderante e vital. A regra se aplica a uma empresa do século XX como a um Estado da História Antiga, mas não há dúvidas de que no ambiente competitivo do século XXI não há lugar para estagnação.</p>
<p>Jim Collins, em suas pesquisas, observou que, apesar de todos os alertas, a estagnação acontece. A liderança no mercado pode ser atribuída a diversos fatores, inclusive, garante Collins, a sorte, que pode não durar para sempre.</p>
<p>A Motorola, por exemplo, demorou a perceber a ameaça dos concorrentes ao StarTac e acabou superada pelos modelos mais avançados. Não importa a posição que a organização ocupe, não importa o quanto ela é líder em seu segmento, o quanto a marca é amada e desejada, o quanto os produtos são um sucesso, o quanto o relacionamento e o pós-venda são satisfatórios e abastecem a longevidade e o sucesso da empresa com clientes satisfeitos. Há sempre alguém trabalhando duro para superá-la e isso pode acontecer a qualquer momento.</p>
<p>Esse tema é recorrente no mercado de produtos de alta tecnologia, mas se aplica até mesmo a governos. O excesso de confiança pode destruir grandes projetos estratégicos nacionais, na medida que governos se descuidam da comunicação e da política.</p>
<h4>Toda batalha é infinita</h4>
<p>É preciso que as organizações entendam que não há batalha vencida, toda batalha é infinita e que todas as frentes devem ser cuidadas. A crença em que aquilo que trouxe a empresa ao auge é o mesmo que irá mantê-la nessa condição é um sintoma que indica que a fase de declínio começou.</p>
<p>Não se está dizendo que as mudanças são impositivas, mas elas devem ser cogitadas, estudadas e buscadas sempre. É preciso entender que é necessário melhorar sempre, seja um processo, seja uma tecnologia interna, seja um novo atributo ao produto, seja uma redução de custos na logística de distribuição.</p>
<p>Trazendo a abordagem para a realidade de um líder, o declínio acontece quando ele chega ao auge, ao melhor posto dentro da empresa, e conclui que nada mais poderá abalar sua trajetória, deixa de buscar autodesenvolvimento e se acomoda na perigosa crença de que tem o segredo do sucesso, de que não precisa mudar os seus métodos. Logo esse líder será superado.</p>
<p>Para que não se chegue ao dissabor de enfrentar as fases seguintes, é preciso que a organização se mantenha vigorosa, com foco em inovação constante, seja dos processos, seja dos produtos, seja na forma e nos modelos de gestão.</p>
<h4>Segundo Estágio - Busca indisciplinada do crescimento</h4>
<p>A confiança não é uma questão de cálculo, mas de percepção. Certo ou errado, é a percepção que o gestor tem de suas próprias forças, dos desafios e dos competidores que vai determinar o seu nível de confiança.
Quando a confiança se respalda mais em crenças que nos fatos, quando se descuida da reflexão e do planejamento, começa o desatino.</p>
<p>Collins aponta que as empresas bem sucedidas são impregnadas pelo paradigma da "diversificação dos negócios". O problema é quando o paradigma se torna um dogma. Jim Collins atenta para a pressão sofrida pelos dirigentes pela expansão dos negócios.</p>
<p>Não há qualquer movimento dentro de uma empresa que não precise ser calculado. Destemor e ousadia sem cálculo é suicídio. Há vários vícios que irão comprometer o sucesso da empresa, muitas vezes de forma irreversível.</p>
<p>A citação ao caso da Ames, varejista que, para competir com o Walmart, fez uma aquisição malfadada, cujo objetivo era dobrar de tamanho em um ano. Certamente vários fatores foram descuidados. Havia condição de treinar pessoal suficiente para assumir funções estratégicas dentro das novas unidades? Havia conflito de cultura entre as duas organizações?</p>
<h4>Passo maior que as pernas</h4>
<p>Em outras palavras, trata-se do famoso passo maior que as pernas, mas há outros equívocos estratégicos perigosos que podem ocorrer em razão da busca indisciplinada por crescimento, como o afastamento da vocação da empresa. A organização entra em segmentos nos quais não tem expertise suficiente, que não tem qualquer afinidade com o negócio principal. Sem falar no risco de negligenciar as posições já ocupadas.</p>
<p>As razões que levam a tais comportamentos passam longe da boa prática de administração. São, antes, fruto de presunção dos gestores e colocação de objetivos pessoais acima do interesse da organização, o que leva a mesma a atropelar etapas, descuidar do planejamento e, em consequência, obter prejuízos, endividamento e um alto custo de imagem e abandono.</p>
<p>Um bom exemplo, recorrendo à guerra, está na Europa dos séculos XIX e XX, quando dois famosos exércitos foram dizimados pelo famoso "General Inverno". Primeiro foi Napoleão, depois Hitler, que negligenciaram o planejamento e mataram milhões de soldados de frio e fome. Pior ainda para Hitler, que ignorou a experiência do passado, um dos paradigmas do planejamento, e terminou da mesma forma trágica, fruto da obsessão indisciplinada por expansão, que lhe custou vários problemas em outras frentes, como a ocidental, ao levar os Estados Unidos para dentro do conflito.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/destaque-jim-collins.jpg-1200.webp" alt="Jim Collins" width="1200" height="680"></p>
<h4>Terceiro Estágio - Negação do Risco</h4>
<p>O célebre livro de Voltaire, <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/857326523X/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=857326523X&amp;linkId=d574fe3708426676f3eac6e9355382ce" rel="noopener">"Cândido, ou o Otimismo"</a>, é um modelo exagerado, porém útil, para entender o risco de negligenciar as ameaças. O personagem central da trama é levado a uma trajetória que o conduz do mundo perfeito até uma rotina de dissabores, sempre acreditando que tudo se resolveria.</p>
<p>Muitas pessoas, quando expostas a ameaças iminentes, respondem que tudo vai se resolver, que é preciso ter otimismo. Otimismo à parte, negligenciar as ameaças é o caminho inequívoco para o declínio.</p>
<p>A IBM, quando o negócio de mainframe começou a declinar, foi alertada por um dos diretores, que fez um relatório apontando os riscos para a empresa. Esse, porém, não foi levado a sério.</p>
<p>Tudo isso vem a mostrar que na vida pessoal, na política e nos negócios é preciso fazer a gestão de riscos, se antecipar e estar preparado para evitar os danos e o declínio. Ignorá-los não irá fazê-los desaparecer, mas torná-los mais ameaçadores.</p>
<h4>Quarto Estágio - Corrida pela salvação</h4>
<p>Os estágios anteriores não foram enfrentados, o que mostra que faltou planejamento. Nessa hora, a tendência é que falte mais ainda porque é preciso encontrar soluções. O declínio é visível e ameaça a existência da organização. As soluções precisam ser imediatas e é quando surgem os remédios mágicos, os líderes visionários, as mudanças radicais, uma aquisição ou um novo produto milagroso.</p>
<p>Jim Collins afirma que essas soluções podem até surtir efeito por algum tempo, mas terão vida curta. É o momento de resgatar a sobriedade, o foco e a clareza. Não se chegou até essa situação num passe de mágica, não vai ser com uma solução mágica que tudo voltará a ser como era antes. É preciso ter compreensão da situação e planejar a saída com base em informações seguras e calculadas.</p>
<h4>Quinto Estágio - Irrelevância ou Morte</h4>
<p>Acontece quando a empresa já não tem mais fôlego financeiro para reagir, quando perdeu seus melhores profissionais para a concorrência e tudo que resta é fechar as portas ou sobreviver na irrelevância.</p>
<h3 id="licao-2-seja-um-lider-nivel-5">Lição 2 - Seja um líder nível 5</h3>
<p>Jim Collins abordou os cinco níveis de liderança no livro "<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/856738902X/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=856738902X&amp;linkId=29ada0586005eda74b66429a620ce39c" rel="noopener">Good to Great</a>". Mais uma vez, as conclusões apresentadas no livro são fruto de estudo minucioso de várias empresas bem sucedidas. Empresas que cresceram durante quinze anos o triplo da média de seus concorrentes.</p>
<p>A abordagem feita pelo estudo teve como escopo as pessoas por trás desse crescimento, o que levou a esse conceito. O líder cinco é aquele que está no topo da hierarquia dos líderes, aquele que está capacitado a oferecer os melhores resultados com seu estilo de liderança.</p>
<p>Collins estabeleceu os níveis de acordo com habilidades inerentes a um líder. O nível 1 são as capacidades individuais. O 2 os atributos de equipe, o 3 a capacidade de administração, o quarto a de liderança e o 5 a humildade aliada a reunião de todas essas habilidades.</p>
<p>O líder nível 5 está menos comprometido com o sucesso pessoal do que com o sucesso do projeto. Seu compromisso é com os resultados do projeto. Eles se comprometem realmente com o legado que vão deixar para a organização. A promoção pessoal está em segundo plano. Por isso, divide o sucesso com a equipe e assume a responsabilidade pelo fracasso.</p>
<p>Collins conta que os líderes nível 5 são aqueles que comandam as melhores empresas, que estão por trás dos melhores resultados e guardam entre si grandes semelhanças no estilo de liderança.</p>
<p>Curiosamente, uma pesquisa comandada por Collins constatou que 99% desses líderes são desconhecidos da opinião pública. Talvez isso ocorra porque ele é tão obstinado por levar o projeto ao sucesso, por elevar os resultados e a estima de sua equipe que não tenha tempo para aparecer.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso</a></strong></p>
<h3 id="licao-3-nao-se-permita-ficar-arrogante-com-o-sucesso">Lição 3 - Não se permita ficar arrogante com o sucesso</h3>
<p>Para Collins, a derrocada das grandes organizações encontra sua gênese na mesma fábrica de onde saiu o sucesso. É a ideia de que deu certo antes dará certo sempre.</p>
<p>Jim Collins acredita que a fidelidade a um modelo de gestão é uma ameaça, e não um benefício para a empresa. É preciso inovar sempre, agregar valor aos negócios, manter a equipe mobilizada, focada, intensa e criativa. O tempo é o inimigo das estruturas estagnadas e a deterioração dos resultados o indicador de que algo precisava ter sido feito.</p>
<p>Dizem que em time que está ganhando não se mexe. E os clubes de futebol brasileiros oferecem um ótimo padrão de análise.</p>
<p>O futebol brasileiro, desde o princípio, se estruturou com base em estruturas políticas e amadoras. Os clubes obtiveram resultados excepcionais no futebol, mas há forte crítica de que os clubes estagnaram em suas propostas de modelos de gestão.</p>
<p>A consequência disso é que hoje o futebol brasileiro, diante de um mundo globalizado, vive à margem do futebol europeu para onde, devido ao gap econômico, migram seus principais atletas. Com isso, perdem prestígio e torcedores para os clubes do velho continente, ficando sujeitos a uma ameaça permanente de se tornarem irrelevantes.</p>
<p>A partir do final da década passada, a mudança entrou na pauta. Alguns clubes vêm encontrando soluções importantes, com projetos econômicos ousados, estruturação de departamento e políticas de marketing e há quem já fale em rigor empresarial na gestão dos clubes, o que inclui preocupação com governança, transparência, <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-e-como-funciona-compliance-fiscal/">compliance</a> e controles. É o desafio da sobrevivência no momento em que a competição deixa de ser apenas pelos títulos, mas também pela atenção de torcedores e patrocinadores.</p>
<p>Isso serve para mostrar que o sucesso não é um trono ornamentado em ouro onde se acomoda confortavelmente o vencedor de hoje.</p>
<h3 id="licao-4-nao-desmotive-os-funcionarios">Lição 4 - Não desmotive os funcionários</h3>
<p>É muito comum nas empresas a preocupação com a motivação dos funcionários. Será que os funcionários, ao chegar a uma nova empresa, já não carregam dentro de si motivação suficiente com o novo desafio?
Os estudos realizados por Collins concluem que sim, logo o esforço da empresa deve acontecer no sentido de evitar que essa motivação se perca. Para Jim Collins, a empresa deve estar aberta a novas ideias e projetos e oferecer condições para que os funcionários produzam melhor.</p>
<p>Os funcionários devem se sentir estimulados a participar, devem se sentir parte importante do negócio e a melhor forma para que isso aconteça é explorar ao máximo suas capacidades em favor da empresa, tudo isso aliado a uma política de reconhecimento.</p>
<p>Há que se esperar que um processo de recrutamento busque funcionários que estejam inclinados a se comprometer com os objetivos da empresa, que se motivem com a ideia de alcançar os resultados. Logo, ele irá se desmotivar se perceber que tudo é só discurso.</p>
<h3 id="licao-5-escolha-as-pessoas-certas">Lição 5 - Escolha as pessoas certas</h3>
<p>Para Jim Collins, a habilidade número um em um executivo é saber escolher as pessoas certas para os lugares certos. Além disso, há atributos que precisam ser levados em conta para que as empresas escolham as pessoas certas. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li><strong>Pessoas certas se enquadram nos valores da organização</strong> - Os valores da empresa são seu código de ética. Eles não são enfeites, são para serem vividos porque os valores vão permear as relações internas e externas e formar a percepção da marca por parte dos stakeholders.</li>
<li><strong>Pessoas certas tem responsabilidade, não emprego</strong> - O melhor profissional é aquele que está focado em suas responsabilidades, que se apaixona por elas e não pelo emprego. Ele não está preocupado em manter o emprego, mas em atingir metas e objetivos, em contribuir para o sucesso da equipe e da empresa.</li>
<li><strong>Pessoas certas realizam 100% daquilo que se propõem fazer</strong> - Uma característica das relações de negócios é que uma das formas de se fazer clientes fiéis é cumprir com o prometido. Para que uma empresa consiga entregar esse valor aos clientes e stakeholders é preciso que tenha colaboradores com essa mentalidade. Funcionários assim deixam os gestores mais confiantes e isso impulsiona a empresa.</li>
</ul>
<h2 id="criticas-a-obra-de-jim-collins">Críticas à obra de Jim Collins</h2>
<p>Ainda que levado à condição de guru por sua obra literária, com escopo muito mais abrangente do que aquilo que foi abordado nessas poucas linhas, Jim Collins sofre uma crítica acerca da ausência do fator "cliente" em sua abordagem.</p>
<p>Acerca dessa crítica, a alegação é de que algumas das organizações apontadas por Collins como exemplo de sucesso em seus livros tiveram problemas posteriormente, possivelmente por não situar o cliente no centro de suas políticas estratégicas, ainda que ninguém negue o valor dos ensinamentos existentes em sua obra, que esse artigo ajuda a compreender um pouco.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>João Appolinário: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-joao-appolinario/</link>
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      <pubDate>Thu, 11 Feb 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Criador da Polishop, João Appolinário é um homem de prestígio no meio dos negócios. Confira aqui a história desse empreendedor de sucesso!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>João Appolinário é um homem de prestígio no meio dos negócios. Sua empresa, a <a href="https://www.polishop.com.br/" rel="noopener">Polishop</a>, teve um crescimento rápido no mercado graças à habilidade de vendas do empresário. A organização foi criada no final da década de 90, e hoje já fatura mais de R$ 1 bilhão por ano.</p>
<p>O sucesso da Polishop se deve à estratégia de criar o desejo em vez da necessidade. Assim, hoje, Appolinário é uma pessoa pública em parte devido à originalidade do seu negócio. Em 2016, ele também fez sua estreia na TV, no programa Shark Tank. Falaremos sobre tudo isso e um pouco mais neste artigo.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="joao-appolinario-o-comeco">João Appolinário: O começo</h2>
<p>João Appolinário estreou no mercado como sócio de uma concessionária de automóveis da sua família. Enquanto trabalhava nessa empresa, decidiu abrir um negócio próprio. Ele já havia escolhido seu futuro, e não seria o de sucessor de uma organização. O seu objetivo, na verdade, era ser empreendedor. No entanto, ele ainda não sabia no que investiria seu dinheiro.</p>
<p>Logo que saiu do negócio da família, ele passou a trabalhar com vendas. Depois de ter ido a Miami, nos Estados Unidos, em 1995, ele decidiu vender um produto emagrecedor. Appolinário tinha na época 35 anos. Adquiriu no país americano alguns kits de 7 Days Diet, que prometia ao consumidor uma perda de peso em uma semana.</p>
<p>Entusiasmado, apresentou o produto a especialistas, como consultores de marketing e de vendas diretas. No entanto, ninguém compartilhou de seu entusiasmo, ao contrário, apresentaram argumentos convincentes de que a forma que ele escolheu para vender seu produto não seria lucrativa. Além de caro (o produto custava R$ 230), a dieta era difícil de ser enviada pelos correios, pois sua embalagem era grande demais para um pacote. Apesar disso, disseram que o produto era, sim, bom.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/3QMWk5S2sQI" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-3QMWk5S2sQI.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="mesmo-assim">Mesmo assim...</h3>
<p>Os especialistas tentaram, ainda, dissuadir Appolinário sobre o método de venda. Ele acreditava que seria possível vender seu produto por meio da televisão e do telefone, opinião da qual discordavam os consultores. O empreendedor não deu ouvidos a eles, pois sabia que, devido ao preço do 7 Days Diet, seria impossível comercializá-lo em uma farmácia. Para realizar vendas, pensava João Appolinário, era preciso de tempo para explicar os benefícios da aquisição.</p>
<p>Mesmo com as opiniões contrárias, o futuro empresário resolveu pôr seu plano em prática. Para isso, arranjou um sócio famoso, o ex-piloto Emerson Fittipaldi, que acabou sendo também o garoto propaganda do produto. Gastaram, então, 500 mil dólares para iniciar as vendas do 7 Days Diet. Para não utilizar os correios, contrataram uma transportadora. Appolinário percebeu que ele tinha em suas mãos um canal poderoso de vendas quando vieram os resultados. Em três anos, venderam 600 mil kits e tiveram uma receita de R$ 138 milhões. Foi então que ele decidiu ampliar o negócio.</p>
<h2 id="polishop">Polishop</h2>
<p>Era o ano de 1999 quando Appolinário iniciou as atividades com a Polishop. A empresa, que venderia várias mercadorias, teve um crescimento rápido. Hoje, ela possui uma grande rede para a divulgação e comercialização dos produtos. Além das televendas, a companhia possui lojas físicas e virtuais, catálogo e representação comercial independente por meio do marketing multinível.</p>
<p>A princípio, o catálogo da Polishop continha 30 produtos. Todos eles eram vendidos pela TV, em infomerciais. A estratégia da empresa era colocar um vendedor que explicasse todos os pormenores dos produtos, focando sempre nos benefícios. Mas foi então que surgiu um problema. Se havia 30 produtos, e o vendedor deveria explicar tudo sobre eles, poucos minutos não bastariam. João Appolinário começou, então, a comprar grandes espaços na TV de canais pequenos, cuja grade não era completamente preenchida.</p>
<p>Para não bater de frente com grandes lojas varejistas, a Polishop passou a vender produtos importados e fabricados no Brasil. Assim, poderia praticar preços mais acessíveis para grande parte da população. Então, mais tarde, a empresa fez parceria com fornecedores para criar produtos exclusivos, como o grill do George Foreman, ex-lutador de boxe.</p>
<p>Entre os produtos mais comercializados estão os aparelhos das marcas parceiras da Polishop, como Conair, Philips Walita, Cadence, Arno, Elgin, Electrolux, Ge. Além desses, a empresa também comercializa produtos de beleza e suplementos alimentares.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/joao-appolinario.jpeg-800.webp" alt="" width="800" height="500"></p>
<h3 id="alem-da-polishop">Além da Polishop...</h3>
<p>Appolinário é considerado um visionário, pois sua estratégia de negócios está alinhada com as tendências para o novo século. Muitos especialistas consideram o marketing multinível – também chamado de Network Marketing – como o “negócio do século XXI”. Entre as razões para isso, apontam os analistas de finanças, está o fato de o sistema permitir que novos e pequenos empreendedores invistam pouco para começar seus próprios negócios.</p>
<p>Hoje, a Polishop é muito conhecida pela população brasileira devido aos comerciais e infomerciais divulgados na televisão. O faturamento anual, de aproximadamente R$ 1 bilhão por ano, é raro entre empresas da mesma idade. O sucesso está no seu diferencial. Em vez de vender, o foco da organização está na explicação do funcionamento dos produtos aos clientes. O empresário costuma dizer que seu forte nunca foi vender produtos.</p>
<p>A Polishop ainda é dona dos direitos do concurso Miss Brasil. Em razão desses fatores, João Appolinário é frequentemente comparado com o presidente americano, sendo considerado por muitos o Donald Trump brasileiro. O empresário dos EUA também possui uma empresa de marketing multinível e é ex-dono da marca Miss Universo.</p>
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<h2 id="joao-appolinario-no-shark-tank-brasil">João Appolinário no Shark Tank Brasil</h2>
<p>Em 2016 João Appolinário se juntou a um time de empresários de sucesso para participar do reality show “Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões”. Entre os membros do programa estão Robinson Shiba, dono do China in Box, o cantor Sorocaba, da dupla sertaneja com Fernando, e <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-cristiana-arcangeli/">Cristiana Arcangeli</a>, empresária do ramo de cosméticos. Na atração, existem também as “cadeiras rotativas”, que foram ocupadas na primeira temporada por <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-carlos-wizard/">Carlos Wizard</a>, presidente da Mundo Verde, e <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-camila-farani/">Camila Farani</a>, da Gávea Angels.</p>
<p>O programa, que estreou em 13 de outubro de 2016 no Canal Sony, contou com 13 episódios de uma hora cada. O objetivo da atração é selecionar novos empreendedores para negociar com os “tubarões”. Eles apresentam seus projetos ou ideias, com o objetivo de convencer os empresários de que eles devem investir no seu negócio para alavancá-los. Os candidatos, então, precisam apresentar estratégias de apresentação para conseguirem o resultado esperado. O reality show é uma versão do programa “Dragons’ Den”, uma atração britânica e japonesa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>O Monge e o Executivo: A História Sobre A Essência da Liderança</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/o-monge-e-o-executivo/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/o-monge-e-o-executivo/</guid>
      <pubDate>Wed, 27 Jan 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>administração</category>
      <description>O livro O Monge e o Executivo traz conhecimentos fundamentais para criar um líder respeitável, bem sucedido e justo. Entenda mais sobre!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O mundo dos executivos nunca foi tão bem representado como no livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter. Através dele, é possível conhecer a verdadeira essência da liderança, apresentando também como se tornar uma pessoa melhor para a sociedade, no trabalho, na família e em todas as outras ocasiões.</p>
<p>O livro narra a trajetória do personagem Leonard Hoffman, um grande empresário norte-americano que deixa sua carreira para se tornar um monge beneditino. A riqueza de seus ensinamentos são transformadoras e capazes de fazer com que as filosofias de um monge sejam fundamentais para a criação de um executivo de qualidade.</p>
<h2 id="fundamentos-de-o-monge-e-o-executivo">Fundamentos de O Monge e o Executivo</h2>
<p><strong>O Monge e o Executivo traz conhecimentos fundamentais para criar um líder respeitável, bem sucedido e justo,</strong> tanto diante de sua equipe como na família. Muitas vezes, executivos brilhantes possuem grande dificuldades em lidar com as pessoas e até mesmo com aqueles que ama.</p>
<p>Dentre esses ensinamentos, há a diferença entre poder e autoridade que formam o conceito primordial de liderança. E fundamentalmente, o poder do amor e da entrega das suas ações, capaz de cativar todos ao redor.</p>
<p>O livro demonstra que todos os grandes e verdadeiros líderes que se destacaram na história não só da administração, mas da sociedade, possuíam mais que um carisma nato, e sim algo cativante e que atraía as pessoas para suas palavras e indagações.</p>
<p>A função de liderança inclui ações que influenciam pessoas ao ponto de as motivar suficientemente para que ajam conforme a estratégia lançada. E quanto mais envolvidas estiverem as pessoas pela figura do líder, maior será seu engajamento para o resultado final positivo.</p>
<p>As reflexões inseridas no texto fazem com que o leitor também faça as suas próprias. Como é seu comportamento diante das pessoas, autoritário ou passivo? As pessoas reagem a sua demanda com medo ou com admiração? A avaliação de como são controlados e direcionados os sentimentos e a forma de enxergar os funcionários também fazem parte dessa avaliação.</p>
<h2 id="resumo-de-o-monge-e-o-executivo">Resumo de O Monge e o Executivo</h2>
<p>O livro é uma história sobre a essência da liderança. O narrador do livro é John Dailly, um executivo bem sucedido, casado, com dois filhos e técnico voluntário do time de beisebol. Ele tem uma vida aparentemente perfeita e controlada. Tudo começa a mudar quando um movimento sindical agita os funcionários de sua empresa. Isso faz com que a liderança de John seja posta a prova. E, em casa, as coisas também não andam bem, com constantes reclamações da esposa e insubordinação dos filhos.</p>
<p>Diante desse quadro, John percebe que seu mundo ao redor começa a sair de seu controle. Então, sua mulher o incentiva a conversar com o pastor da igreja para pedir conselhos. Como sugestão para encontrar respostas às suas perguntas, o pasto indica o retiro no mosteiro João da Cruz, pelo lago Michigan.</p>
<p>Em paralelo entre o controle total e as situações de falta de domínio, John Dailly tem um sonho recorrente cuja mensagem é sempre a mesma. “Ache Simeão e ouça-o”. O sonho é tão marcante que John passa a ser perseguido pelo nome, em diversas situações inusitadas ao longo de sua vida.</p>
<p>Mesmo com muita resistência e questionamentos, John decide ir ao retiro durante uma semana. Lá, ele se entusiasma em conhecer um dos frades do local, o lendário Len Hoffman. Este fora um grande executivo e um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos, que largou tudo para viver uma vida monástica. Recebido por Padre Peter, John se surpreende ao descobrir que Hoffman havia recebido outro nome para se tornar monge, e que era Simeão.</p>
<h3 id="descobertas">Descobertas</h3>
<p>Hoffman ou Simeão era o responsável pelo curso de liderança ao qual John Dailly participaria. Logo no início ele começa a receber aulas sobre liderança, poder e autoridade, como lidar com as mudanças de paradigma do mundo atual e os motivos pelos quais se deve exercer a autoridade. Ao abordar questões como sacrifício, amor, bondade, respeito e paciência, Simeão coloca aos alunos o papel do líder em fazer escolhas conscientes e muitas vezes difíceis e que envolvem o bem estar das pessoas as quais lidera.</p>
<p>Ele demonstra que o líder não faz o que sente e sim o que deve ser feito. Como detestar uma pessoa e mesmo assim agir com amor com ela, trazendo um ambiente saudável e respeitoso para que todos possam se desenvolver plenamente.</p>
<p>Como o pensamento influencia o comportamento, o comprometimento de amar e se doar deve fazer parte de ambos, para que seja posto em prática voluntariamente, causando profunda transformação a quem lidera e aos liderados.</p>
<p>Nesse caminho, Simeão também apresenta que quando o líder direciona seus esforços e os recursos possíveis para algo ou alguém por um tempo, sentimentos positivos começam a ser criados e cada vez mais reforçados, aprimorando as ações. A doação e o amor ao que está sendo realizado, as pessoas que estão partilhando dessas ações, são capazes de quebrar egoísmos e os muros que separam as pessoas em seus mundos individuais.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/10-livros-empreendedorismo/">10 livros sobre empreendedorismo que você precisa ler! </a></strong></p>
<h3 id="ensinamentos">Ensinamentos</h3>
<p>Dentre os exemplos citados no curso de Simeão, há as recompensas ao final de cada etapa. A alegria do resultado positivo, a comemoração e a satisfação de ter contornado os obstáculos em equipe já é uma grande recompensa que precisa ser valorizada pela liderança.</p>
<p>Simeão apresenta a John que o líder de hoje não é quem sabe mandar e sim aquele que sabe delegar, investindo para que as pessoas deem o melhor de si. A doação por uma causa não é boa apenas para uma empresa, mas para a pessoa que se doa. Ela direciona suas energias a algo que acreditam e buscam superações individuais em prol do coletivo.</p>
<p>O líder de hoje não é apenas um técnico de beisebol, mas sim um sábio, atento a todas as alterações, mudanças e transformações do mundo e ao redor, servindo como pilar para o desenvolvimento da equipe.</p>
<h2 id="ensinamentos-de-o-monge-e-o-executivo">Ensinamentos de O Monge e o Executivo</h2>
<p><strong>A liderança proposta pelo livro O Monge e o Executivo é a de servidora e não de autoritária</strong>. O poder e o autoritarismo são discutidos desde o início, através dos personagens de Simeão e John Daily.</p>
<p>É possível identificar nas empresas vários tipos de liderança como a austera, a democrática, carismática e autocrática, que vão surgindo em grande velocidade no mundo atual. Elas vão surgindo com os modismos e com o alto índice de especialistas que nem sempre são tão preparados e bem sucedidos quanto parecem. No meio de tantas opções, o executivo questiona qual delas é o melhor caminho para sua empresa, que precisa estar muito bem preparada para superar a concorrência e a si mesmo.</p>
<p>No livro, o autor propõe a liderança servidora, baseada em princípios cristãos e que já foi testada por milhares de pessoas em todo o mundo. O sucesso do livro e do autor em suas palestras indica que ela é bem sucedida, gerando opiniões bastante entusiasmadas de grandes executivos de multinacionais.</p>
<p>O grande influenciador de pessoas e que é o personagem principal do livro, mesmo que não tenha uma participação efetiva é Jesus Cristo. Afinal, foi baseado em seus ensinamentos que o Monge e o Executivo foi escrito e repassado pelo personagem Len Hoffman ou Simeão.</p>
<p>Sem entrar em questões religiosas em si, apenas na filosofia, o autor propõe uma análise sobre a liderança exercida por Jesus, que é mantida e reforçada até os dias de hoje. Com parábolas, Jesus mostrava aos seus discípulos e seguidores que era possível e importante se superarem para cumprir as tarefas propostas. Não usava de parcimônia para elogiar ou repreender quando necessário, mostrando a importância de pontuar as ações de seus colaboradores para que possam aprimorá-las e incentivá-las.</p>
<h3 id="poder-ou-autoridade">Poder ou autoridade?</h3>
<p>A relação entre poder e autoridade é abordada no livro como a forma que nos apresentamos às pessoas. A diferença básica entre as duas ações é que o poder é a coação por força ou cargo para que alguém realize uma tarefa. Autoridade é o oposto: é a influência de pessoas para que elas se entreguem ao mesmo objetivo com garra. Jesus liderava com autoridade através do diálogo, sem exercer o seu direito ao poder à quem o ouvia.</p>
<p>Mas mesmo que o líder seja baseado em servir e exerça sua autoridade e não o poder, ele pode e deve usar o sim ou não quando necessário. Em geral essa questão é definida entre as relações entre desejo e necessidade, onde o ego do desejo pode se sobrepor ao da necessidade. Esse ponto pode ser crucial nas relações profissionais, inclusive para o líder.</p>
<p>Por fim, a <strong>relação entre servir e escravizar é bem pontuada</strong> em o Monge e o Executivo. O escravo não questiona e nem pode fazê-lo, ele apenas cumpre o que lhe é designado mesmo que lhe seja hostil. Mas servir é atender as necessidades com autoridade, baseado na compreensão dos envolvidos. A gravidade do que é ser escravo faz com que a servidão seja vista de um jeito equivocado, diminuindo seu valor.</p>
<p>O líder servidor foca nas tarefas que precisam ser exercidas e na melhor forma que os colaboradores possam agir para todos atingirem seus objetivos. Ele desenvolve as relações profissionais baseados na colaboração e entrega, buscando sempre atender as necessidades coletivas e individuais dentro da estrutura formada, para que todos consigam realizar as atividades com entusiasmo e sucesso, e com o amor como base das ações e relações, proporcionando envolvimento não só físico como mental e espiritual de cada peça formadora da engrenagem humana da empresa.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/_sR7qikdaSk" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-_sR7qikdaSk.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="desempenho-do-livro">Desempenho do livro</h2>
<p><strong>A vendagem do livro indica o sucesso de suas propostas a respeito da liderança</strong>. CEOs brasileiros indicam o livro como uma verdadeira “bíblia” da arte de liderar, elegendo O Monge e o Executivo como livro inseparável de consulta. Muitos oferecem até mesmo para seus funcionários, como leitura obrigatória para os que aspiram promoções.</p>
<p>James C. Hunter esteve no Brasil para uma turnê de palestras sobre liderança em diversas cidades, convidado por grandes empresas e universidades. Surpreso com o sucesso de seu livro no país, Hunter afirma que ninguém argumenta contra os preceitos do livro, que são básicos e essenciais, com informações que sempre estiveram disponíveis, mas pouco postas em prática.</p>
<p>O livro O Monge e o Executivo veio na contramão das consequências da globalização, que direcionaram executivos à agilidade, rapidez e individualismo. Seu enredo e ensinamentos mostram a importância de se investir no capital humano como prioridade e sustentação para o sucesso da empresa.</p>
<p>No meio de taxas, mensurações, estratégias e muito estresse para se atingir as metas, as empresas estão se focando na mente e emoção de seus colaboradores, mudando o perfil de um líder que valoriza o poder, para o que seja colaborador. Em suma, um líder que serve no lugar de ser servido e consegue com isso envolver sua equipe para os melhores resultados.</p>
<h2 id="o-autor-james-c-hunter">O autor James C. Hunter</h2>
<p><strong>O bem sucedido empresário James C. Hunter também conquistou o sucesso como escritor</strong>, sendo um dos maiores vendedores de livros do mundo. Consultor-chefe da J.D. Associados, que realizam treinamentos e consultoria sobre as relações profissionais, onde dedicou a maior parte de seus 30 anos de trabalho com desenvolvimento humano. Como instrutor e palestrante, viaja pelo mundo através de grandes empresas e institutos educacionais, para falar sobre tudo o que vem aprendendo ao longo de sua carreira.</p>
<p>James C. Hunter nasceu em Detroit, nos EUA, e seu livro predileto é a Bíblia, a qual retira muitos fundamentos de suas palestras e livros, além da própria vida. E é em Jesus Cristo que se inspira para falar do ato de amar, acima de qualquer outro sentimento, e que é capaz de compreender a ação de servir sem associá-la a humilhação e fraqueza.</p>
<p>O autor acredita que mesmo diante de toda competitividade do mercado atual, é fundamental manter a cooperação entre as pessoas e suas equipes e para isso se sente orgulhoso em conseguir tantos seguidores em prol da cooperação mútua em busca do sucesso.</p>
<p>Uma de suas frases mais peculiares e representativas é “O que pensamos e o que acreditamos traz, no final, uma consequência pequena. A única coisa que traz grandes consequências é o que fazemos”.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Cristiana Arcangeli: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-cristiana-arcangeli/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-cristiana-arcangeli/</guid>
      <pubDate>Mon, 25 Jan 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>Cris Arcangeli</category>
      <description>Cristiana Arcangeli uma grande empresária e uma forte influenciadora. Confira aqui a história de mais um empreendedor de sucesso!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Preocupação com o corpo, a mente e proporcionar bem-estar. Essa é a visão que <strong>Cristiana Arcangeli</strong> tem ao administrar suas empresas voltadas à estética e beleza feminina.</p>
<p>Nascida em 18 de março, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> é natural de São Paulo e cursou Odontologia, no qual aplicava práticas como a homeopatia durante os seus atendimentos. Posteriormente, após cinco anos atuando na área, <strong>Cris Arcangeli</strong> viu que era hora de decolar e partir para o ramo da beleza feminina. Como uma das suas prioridades em suas consultas era o uso de recursos menos agressivos aos pacientes, especialmente em tratamento de canal, ela adotou essa necessidade e aplicou em outras questões de beleza.</p>
<div class="table-wrap"><table>
<thead>
<tr>
<th>Nome Completo</th>
<th>Cristiana Arcangeli</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Idade</td>
<td>59</td>
</tr>
<tr>
<td>Nascimento</td>
<td>18/03/1962</td>
</tr>
<tr>
<td>Filhos</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Formação</td>
<td>Odontologia</td>
</tr>
<tr>
<td>Ocupação</td>
<td>CEO Beauty'in</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresas</td>
<td>Beauty'in, BVOLT, Lysa, Cycor, Magic Science, Abdomen Lacrado e Phenix</td>
</tr>
<tr>
<td>Fortuna</td>
<td>Desconhecida</td>
</tr>
<tr>
<td>Site</td>
<td><a href="https://crisarcangeli.com/" rel="noopener">https://crisarcangeli.com/</a></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h2 id="o-inicio-da-carreira-de-cristiana-arcangeli-como-empresaria">O início da carreira de Cristiana Arcangeli como empresária no ramo de cosméticos</h2>
<p>Sua primeira empresa foi a Phytoervas, fundada em 1986. Primeiramente, esta empresa era especializada na produção de materiais sem sal para cabelos, e também na produção e aplicação de ativos naturais em seus produtos que não causassem reações no consumo. Então, com o sucesso de vendas dos produtos da empresa e sempre pensando à frente, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> criou dois eventos de moda que revolucionaram o modo de fazer moda e o uso de cosméticos no país: o Phytoervas Fashion e o Phytoervas Fashion Awards, que foram sucesso de público por oito anos. Alexandre Herchcovitch, por exemplo, foi um dos estilistas que adquiriu prestígio ao participar desses eventos.</p>
<p>Ainda baseada na primeira empresa, <strong>Cris Arcangeli</strong> também lançou uma distribuidora de cosméticos internacionais no Brasil, a PH Arcangeli. Marcas como Carolina Herrera e Clinique eram distribuídas e vendidas aos consumidores, especialmente na perfumaria. Assim, ela também criou, com exclusividade às marcas internacionais, a Phytá.</p>
<p>Por ter ainda mais contatos com empresas internacionais, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> adquiriu a fluência em cinco idiomas. Com esse vasto repertório, conseguiu ampliar sua rede de negócios em outros países. Após anos de sucesso, houve a venda da Phytoervas em 1994. Porém, <strong>Cris Arcangeli</strong> não parou por aí, ainda focada no uso de produtos orgânicos em tratamentos estéticos, fundou a marca Éh Cosméticos. Com enorme sucesso no mercado de cosméticos no Brasil, a empresa foi vendida após 18 meses para o grupo Hypermarcas.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="o-imperio-beauty-in">O Império Beauty’In</h2>
<p>Mesmo com a venda de sua segunda empresa, <strong>Cris Arcangeli</strong> continuou. A força e dedicação em trazer mais benefícios a seus consumidores por meio de cosméticos e outros produtos orgânicos só aumentava. Então, em 2010, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> criou sua terceira marca: a <a href="https://beautyin.com/" rel="noopener">Beauty’In</a>. Parar não era o objetivo da grande empresária. Sempre buscando inovação e criatividade em seus negócios, a Beauty’In logo ganhou um destaque peculiar no mercado. Além da produção e venda de cosméticos orgânicos, a marca também abriu espaço para um novo segmento de beleza: os aliméticos, alimentos saudáveis à base de propriedade cosméticas.</p>
<p>Na marca, há o oferecimento de nove linhas de produtos compostas por barras de cereais, cápsulas de óleo de coco, chás de preparo instantâneo, suplementos com colágeno e nutri cosméticos variados em quatro versões. Todos esses produtos contêm ativos de frutas orgânicas, colágeno hidrolisado e sais minerais. Estes ativos melhoram a saúde da pele, ajudam no combate a doenças como diabetes, hipertensão e protegem e melhoram a saúde dos cabelos. Essas são algumas das vantagens oferecidas ao utilizar esses produtos.</p>
<p>O sucesso do Beauty’In foi tanto que o reconhecimento da empresa veio logo depois de seis meses ativa no mercado. Essa notoriedade também resultou em prêmios para a empresa e para <strong>Cris Arcangeli</strong>. A marca foi reconhecida como o Produto Alimentício Mais Inovador da América do Sul pela FISA (Food Ingredients South America).</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/cristiana-arcangeli-carreira-de-sucesso-da-empresaria-1200x900-1.jpg-1200.webp" alt="" width="1200" height="900"></p>
<h3 id="ampliacao-do-mercado-de-cristiana-arcangeli">Ampliação do mercado de Cristiana Arcangeli</h3>
<p>A grande procura pelos produtos da marca e a busca por renovar cada vez mais esse mercado, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> também lançou o beautydrink, bebida com compostos orgânicos. Em seguida alcançou um alto patamar, sendo a bebida oficial do London Fashion Week, o maior evento de moda em Londres.</p>
<p>Com a reformulação das embalagens da bebida com um toque mais moderno e original, a marca foi premiada como EmbalagemMarca em 2010. Junto com a Atualidade Cosmética, recebeu o prêmio de Melhor Produto para Tratamento Corporal também no mesmo ano.</p>
<p>Com mais três anos com uma potente força ativa no ramo, a Beauty’In também garantiu o 15º lugar na lista de empresas mais inovadoras do Brasil. Assim, <strong>Cris Arcangeli</strong> foi homenageada como uma das empresárias brasileiras mais competentes e pioneira em expandir essa área.</p>
<p>Após anos alcançando níveis considerados no mercado, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> não deixou de ser percebida por seu esforço e sua determinação no ramo empresarial. Primeiramente por ser mulher e atuar numa área composta por uma maioria masculina. Esse reconhecimento é algo muito importante, tanta que foi agraciada desde 1998 no prêmio francês Prix Veuve Clicquot de La Femme d’Affaires. Em São Paulo, foi eleita a Mulher Mais Influente do País e a Personalidade do Ano em 2004. Em 2006, foi empossada na <a href="https://abramark.com.br/" rel="noopener">Academia Brasileira de Marketing</a> graças às suas estratégias criativas para o crescimento de suas empresas.</p>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/crescimento-empresarial?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeCrescimentoEmpresarialCalltoAction.png-762.webp" alt="Ebook Crescimento Empresarial - Cris Arcangeli" width="762" height="142"></a></p>
<h2 id="comunicadora-escritora-apresentadora-empresaria-mulher">Comunicadora, escritora, apresentadora, empresária, mulher</h2>
<p>Além de ter participação em cinco empresas e do fundo de investimento Phenix, <strong>Cris Arcangeli</strong> também se dedica à comunicação. Já escreveu diversos livros e é colunista nas revistas Men’s Health e Viva S/A. Também é locutora no programa Manual na rádio Alpha FM, onde faz boletins diários, e já foi conselheira do empresário João Dória no reality show O Aprendiz Universitário. Logo após atuar no reality, <strong>Cristiana Arcangeli</strong> foi chamada mais uma vez como apresentadora do programa Extreme Makeover Social, reality voltado a ações de caridade em comunidades carentes.</p>
<p>Se você pensa que <strong>Cris Arcangeli</strong> parou sua carreira na TV, se engana. Hoje, ela é uma dos integrantes “tubarões” do programa <a href="https://br.sonychannel.com/series/shark-tank-brasil" rel="noopener">Shark Tank Brasil</a> no canal Sony. Um game show no qual empreendedores apresentam seus negócios aos “tubarões”, que avaliam suas propostas a fim de conseguir financiamento para levar avante os seus trabalhos.</p>
<p>Quem pensa que <strong>Cristiana Arcangeli</strong> é só uma mera empresária, pensa pequeno. Além de uma grande empresária, ela é uma forte influenciadora para vários <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">empreendedores</a> no país que sonham com seus negócios decolando no mercado, principalmente quando falamos em <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedorismo-feminino-quais-os-principais-desafios-das-mulheres/">empreendedorismo feminino</a>. Ocupar uma posição de destaque, com toda essa trajetória cheia de desafios e ganhos, e ser uma mulher que acredita em seu potencial e de sua equipe é uma enorme responsabilidade. Algo que <strong>Cris Arcangeli</strong> possui a mais alta capacidade de assumir.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/w2Ip_O-t_q8" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-w2Ip_O-t_q8.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Gestão de Talentos: 5 livros de gestão que você precisa ler!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/gestao-de-talentos-os-5-livros-de-gestao-de-pessoas-que-precisam-ser-lidos-ja/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/gestao-de-talentos-os-5-livros-de-gestao-de-pessoas-que-precisam-ser-lidos-ja/</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2020 10:00:50 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>guest</category>
      <description>A leitura é um meio de aprendizado ágil e sabemos a que gestão de pessoas é um tema complexo. Então separamos alguns livros sobre a gestão de talentos!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa gestão de pessoas é uma das habilidades que vem ganhando cada vez mais importância para quem está em uma posição de liderança e para profissionais da área de RH. Isto porque as organizações começaram a entender que pessoas são a principal força de uma empresa, e que colaboradores e estagiários verdadeiramente engajados com seu objetivo é uma das principais fontes para o sucesso comercial.</p>
<p>Quando a empresa investe no desenvolvimento e na boa gestão dos seus estagiários e colaboradores ela fortalece sua marca empregadora, diminui custos com demissões e contratações, além de fazer com que o time trabalhe com energia e vontade real de fazer o negócio crescer.</p>
<p>A leitura pode ser uma ótima estratégia de aprendizado ágil, entregando conteúdos relevantes de forma imersiva, pois os assuntos podem ser aprofundados com mais calma. Sabemos a que gestão de pessoas é um tema complexo e, para te ajudar, separamos alguns livros bem bacanas sobre o assunto:</p>
<h2 id="secao-1-um-novo-jeito-de-trabalhar-laszlo-bock">1. Um Novo Jeito de Trabalhar - Laszlo Bock</h2>
<p>O livro escrito por Laszlo Bock, Vice-Presidente de Operações e Equipes do Google, aponta o que a empresa traz de novo para ser considerada uma das melhores organizações para trabalhar e uma das mais criativas do mundo.</p>
<p>É possível conhecer melhor como o Google trabalha o relacionamento com seus colaboradores, de forma a desenvolvê-los garantindo seu sucesso e felicidade dentro no ambiente de trabalho. Deste modo, conseguem atrair e reter grandes talentos.</p>
<p>O material é essencial para empresas que buscam novas formas de gestão e organização de suas operações, oferecendo dicas e checklists úteis, além de também trazer reflexões sobre os desafios de se aplicar novas formas de gestão no mundo atual, que possuem hierarquias e cadeias de comando e controle bem flexíveis.</p>
<h2 id="secao-2-descubra-seus-pontos-fortes-marcus-buckingham">2. Descubra Seus Pontos Fortes - Marcus Buckingham</h2>
<p>O livro de autoria do Marcus Buckingham, um pesquisador global e líder de pensamento focado em desbloquear pontos fortes, é um material bem conhecido na área de desenvolvimento humano, trazendo como foco a ideia de desenvolver as pessoas do time eliminando seus pontos fracos. Ele mostra como construir uma empresa com foco nos pontos fortes do time, que aponta como sendo a responsabilidade, a crença, a significância e a maximização.</p>
<p>O autor ainda diz que uma avaliação feita de forma geral, baseada nos mesmos pontos para todas as pessoas, acaba não sendo tão assertiva e que focar nos pontos fortes de cada um ao invés das fraquezas é bem mais eficaz. "As melhores empresas se concentram em seus pontos fortes e tornam os fracos irrelevantes. Isso funciona bem para as pessoas também", ensina Buckingham.</p>
<p>Interessante, não?</p>
<h2 id="secao-3-inteligencia-emocional-daniel-goleman">3. Inteligência Emocional - Daniel Goleman</h2>
<p>Esse livro é quase que obrigatório para quem é ou quer ser líder!</p>
<p>Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos que por doze anos escreveu para o The New York Times. Sendo uma autoridade no assunto de desenvolvimento humano, ele destrincha de forma detalhada o conceito de Inteligência Emocional. Neste livro, ele mostra como o controle das emoções é um fator vital para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à inteligência emocional.</p>
<p>A falta de controle das emoções pode ser um risco até mesmo à carreira de uma pessoa, onde nos dias de hoje as competências técnicas são fatores de admissão, mas as competências emocionais acabam justificando boa parte das demissões. “No mundo atual, não basta ser inteligente, esperto e preparado para competir. É preciso ter calma e empatia e persistir diante das frustrações para conseguir viver bem no amor, ser feliz com a família e vencer no mercado de trabalho", cita Goleman em seu livro.</p>
<h2 id="secao-4-como-dizer-a-arte-de-dar-e-receber-feedback-eliana-pita">4. Como Dizer? A Arte De Dar e Receber Feedback - Eliana Pita</h2>
<p>A autora brasileira Eliana Pita, <a href="https://blog.egestor.com.br/gerente-funcoes-importancia-categorias/">gerente</a> de RH da Le Postiche, aponta a cultura de feedback como um grande fator para a formação de times de alta performance. Aqui, ela explica que esse recurso deve ser utilizado como forma de não deixar que algum problema cresça e atrapalhe a produtividade ou desenvolvimento das pessoas do time e como dar esse feedback de forma positiva e assertiva, garantindo que seja uma ferramenta de crescimento para as pessoas da equipe, além de que as expectativas dos gestores também sejam alcançadas.</p>
<p>Uma boa forma de atrelar a gestão de pessoas ao desenvolvimento de talentos através de feedbacks é a aplicação de avaliações de desempenho, uma estratégia adotada para o acompanhamento no desenvolvimento dos talentos do time. "Nós transformamos o feedback dos estagiários contratados em insumo pro plano de desenvolvimento que elaboramos", comenta Natália, Product Manager da Startup de Recrutamento e Seleção <a href="https://academiadouniversitario.com.br/" rel="noopener">Academia do Universitário</a>, "Ao entendermos quais são os maiores gaps dos talentos, nós focamos em promover o desenvolvimento do profissional agendando mentorias e repassando conteúdos de acordo com o que ele precisa. Feedbacks precisam se transformar em plano de ação."</p>
<h2 id="secao-5-bom-chefe-mau-chefe-robert-sutton">5. Bom chefe, Mau chefe - Robert Sutton</h2>
<p>Robert Sutton é professor de ciência da administração na Escola de Engenharia da Universidade de Stanford e pesquisador no campo da administração baseada em evidências, além de autor do best-seller "Bom Chefe, Mau Chefe."</p>
<p>Esse livro aborda casos reais e bem polêmicos, todos baseados em reclamações de profissionais sobre seus líderes. Ele é considerado um dos melhores livros sobre gestão da atualidade e aponta questões como microgerenciamento, controle obsessivo dos horários dos colaboradores, hábito de culpar as pessoas pelos problemas da empresa. Aqui, vemos por exemplos como ser um bom líder.</p>
<h2 id="ler-e-a-forma-mais-barata-de-se-desenvolver">Ler é a forma mais barata de se desenvolver</h2>
<p>Ler pode ser uma atividade muito interessante para o desenvolvimento de qualquer indivíduo, oferecendo de forma barata uma quantidade incrível de aprendizado. Quando a leitura é realizada de forma eficaz, desperta uma intensa reflexão interior, o que leva à construção ou solidificação do conhecimento. É importante eliminar todas as distrações à nossa volta no momento da leitura, mantendo total foco no momento do aprendizado.</p>
<p>Uma ótima estratégia para tornar a leitura mais eficaz é o simples hábito de transformar o conteúdo lido em resumos que possam ser facilmente acessados em um outro momento. Ao resumir, é primordial que o resumo seja feito com as suas próprias palavras. Isto ajuda ao cérebro lembrar do conteúdo assim que ler a sua síntese.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>14 séries sobre empreendedorismo que você precisa ver!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/series-sobre-empreendedorismo/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/series-sobre-empreendedorismo/</guid>
      <pubDate>Wed, 13 May 2020 10:00:14 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Afim de juntar aprendizado com diversão? Que tal começar com as séries? Pensando nisso, separamos as 14 séries sobre empreendedorismo que você deve ver!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Estamos o tempo todo tentando aprender mais e nos profissionalizarmos em diversos pontos. Para um empresário, questões administrativas e empresárias estão sempre na pauta. Mas as vezes queremos apenas uma distração, não é mesmo? E se essa distração pudesse ensinar algo? Pensando nisso, selecionamos 14 séries que podem te ensinar algo e ainda são divertidas! Confira:</p>
<h2 id="secao-1-o-socio-the-profit">1. "O Sócio" ("The Profit")</h2>
<p>O '<em>O Sócio</em>', é uma série estilo <em>reality show</em>. Estrelando <a href="https://blog.egestor.com.br/conheca-a-historia-de-marcus-lemonis/">Marcus Lemonis</a>, a série mostra empresas que estão com seus negócios a beira da falência e como o empresário pode ajudá-las. Usando esse formato, cada episódio mostra uma empresa que conta com Marcus para ajudar a sair da crise que se encontram.</p>
<p>O processo de envolvimento de Lemonis acontece com o investimento do empresário. Esse investimento é tanto pessoal como financeiro. Assim, ele se encontra envolvido diretamente com o que acontece com a empresa, transformando tudo que é necessário.</p>
<p>Cada episódio tem uma hora de duração e cada temporada possui uma quantidade de episódios diferente da outra. A série é exibida pela <em>CNBC</em> e no Brasil pelo <em>History Chanel</em>. Atualmente conta com 6 temporadas completas e foi renovada para a 7ª, sem previsão de retorno dos episódios.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/vYBInkZQ2BA" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-vYBInkZQ2BA.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-o-socio-pode-me-ajudar">Como <em>O Sócio</em> pode me ajudar?</h3>
<p><em>O Sócio</em> é uma série essencial para o empreendedor. Como um empresário de sucesso que é, Marcus acaba vendo algumas questões que os empreendedores que precisam de ajuda não veem. Dessa forma, com uma visão de fora, o dono da empresa entende que muitas vezes é necessário buscar um novo meio de entender a empresa.</p>
<p>E, é somente quando se avalia a empresa em todos os âmbitos e se entende realmente o que ela precisa e que é possível que você esteja fazendo algo errado, que ela pode voltar ao caminho que deveria estar. Além disso, ficamos ansiosos para ver os resultados que Marcus pode trazer as novas empresas, assim, tendo idéias e <em>insights</em> sobre o que se pode fazer em uma empresa.</p>
<h2 id="secao-2-house-of-cards">2. House of Cards</h2>
<p><em>House of Cards</em> é uma produção da Netflix, cuja primeira temporada estreou no dia 1º de fevereiro de 2013 na plataforma. Ao longo da série podemos ver a história de Frank Underwood e sua esposa, Claire Underwood. Ambos possuem uma sede de poder imensa e são capazes de tudo para conseguir chegar onde querem. No caso de Frank, esse lugar é a presidência dos Estados Unidos.</p>
<p>Conforme a série vai tomando sua forma e fazendo sua fama, os personagens crescem e se envolvem em esquemas cada vez mais perigosos e até ilegais. Em novembro de 2018 a série chegou ao seu fim na 6ª temporada.</p>
<p>Por ser uma criação da Netflix, a série pode ser vista através da plataforma.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/kasvV-XyzqU" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-kasvV-XyzqU.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-house-of-cards-pode-me-ajudar">Como <em>House of Cards</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Esse é mais um dos vários exemplos do que não se deve fazer. Apesar de passar a ideia de que se deve buscar o que se quer, os personagens recorrem a meios ilegais (o que não se deve fazer!) para isso.</p>
<p>Mas, uma das maiores mensagens que a série pode passar é que é extremamente importante lembrarmos que negociações podem trazer bons resultados. Na escalada dos personagens para o sucesso, eles fazem alianças e entram em um jogo de poder e influência.</p>
<p>Podemos identificar também a necessidade de um pensamento estratégico. Mais uma vez, apesar de recorrer a método ilegais em diversos momentos, Frank traça todo seu plano antes de agir.</p>
<h2 id="secao-3-suits">3. Suits</h2>
<p>O episódio piloto de <em>Suits</em>, série exibida e produzida pela USA Network, estreou em 2011. Hoje, após quase 8 anos de exibição, a série se encontra em sua temporada final. Produzida nos Estados Unidos, <em>Suits</em> conta a história de Mike e Harvey e a rotina de um escritório de advocacia em Nova York.</p>
<p>Mike apesar de não ter terminado a faculdade (já que foi pego em atividades ilícitas), consegue um emprego em uma das maiores e melhores firmas de advocacia da cidade. Por possuir um talento natural, memória fotográfica e um grande conhecimento de legislação, ele começa a trabalhar com Harvey, o sócio de um dos maiores escritórios dos Nova York. Essa relação os leva a colher bons frutos, apesar dos riscos que tomam.</p>
<p>As primeiras 8 temporadas da série já se encontram no site da emissora e na Netflix. O nona e última temporada será lançada dia 17 de julho de 2019 e pode ser vista pelo seu canal original.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/B1OL4ZQf70c" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-B1OL4ZQf70c.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-suits-pode-me-ajudar">Como <em>Suits</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Apesar de o personagem principal da série estar infringindo a lei, devemos sempre lembrar que esta é apenas uma série de ficção. Ao fazer a análise do que realmente é importante na série e o que deveríamos trazer para a realidade, vemos o que Harvey faz.</p>
<p>E o que Harvey faz é correr riscos. Muitas vezes, não arriscamos por medo de fracasso. Mas sem arriscar, não se vê resultados. Também podemos ver que existem possibilidades onde não enxergamos ou não damos chances.</p>
<h2 id="secao-4-shark-tank">4. Shark Tank</h2>
<p>Ao contrário das demais e assim como <em>O Sócio</em>, <em>Shark Tank</em> mostra pessoas e empresas reais. O intuito da série é de que empresário que estão começando sua jornada convençam magnatas a investir em seu negócio ou projeto. A cada episódio temos alguém fazendo sua apresentação na esperança de que um dos empresários invista em sua ideia.</p>
<p>A série original conta com 10 temporadas e foi renovada para uma 11ª. Seu sucesso foi tanto que até uma versão brasileira foi criada. A <em>Shark Tank Brasil</em> conta com a presença de grandes nomes do <a href="https://blog.egestor.com.br/o-que-e-empreendedorismo/">empreendedorismo</a>, como João Appolinário, <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-cristiana-arcangeli/">Cristiana Arcangeli</a>, Robinson Shiba, Sorocaba, <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-carlos-wizard/">Carlos Wizard</a> e <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-camila-farani/">Camila Farani</a>. A série brasileira tem 3 temporadas e foi renovada para uma 4ª.</p>
<p>A série original pode ser vista no site da ABC e <em>Shark Tank</em> Brasil pode ser assistida pelo <a href="https://br.sonychannel.com/series/shark-tank-brasil" rel="noopener">site da Sony</a>.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/A1MitQ0rNRU" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-A1MitQ0rNRU.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-shark-tank-pode-me-ajudar">Como <em>Shark Tank</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Shark Tank mostra o que fazer, seja em questão de buscar investimento como buscar investidores. Um dos fatores que mais importa não é a ideia e sua genialidade, mas sim, sua apresentação e como você a vende.</p>
<h2 id="secao-5-breaking-bad">5. Breaking Bad</h2>
<p>Considerada uma das melhores séries dos últimos tempos, <em>Breaking Bad</em> começa quando o brilhante professor de química, Walter White, descobre um câncer de pulmão. Ao correr da série, vemos o que ele escolhe fazer para que sua família tenha condições financeira caso ele sucumba a sua doença. E isso que faz essa história ser tão genial.</p>
<p>O que Walter acaba fazendo para ajudar sua família financeiramente não é bem uma escolha. O ex professor de química vê uma oportunidade de fazer muito dinheiro produzindo drogas, mais precisamente, metanfetamina. Com a ajuda de Jesse Pinkman, como vendedor e Saul Goodman como advogado, Walter White começa a produzir e comercializar a melhor droga do mercado. O problema é que isto pode trazer diversas consequências para sua pacata vida.</p>
<p>A série teve seu episódio piloto exibido em 20 de janeiro de 2008 pela AMC e seu último episódio foi ao ar 29 de setembro de 2013. Esse episódio final, chamado Felina, bateu recordes de audiência, com cerca de 10,3 milhões de telespectadores.</p>
<p>As 5 temporadas da série ganhadora de 16 Emmys estão disponíveis no site da emissora e na Netflix.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/QPeavmHeO3E" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-QPeavmHeO3E.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-breaking-bad-pode-me-ajudar">Como <em>Breaking Bad</em> pode me ajudar?</h3>
<p>A série pode ser um pouco contraditória em questões de princípios. Nela, torcemos para que o traficante se dê bem no final, o que (normalmente) não acontece na vida real. Mas não é esse o ensinamento que devemos tirar, e sim, de que como ter o melhor produto não significa nada se não há nenhum plano.. Principalmente de venda.</p>
<p>Apesar de se tratar de um tema polêmico, podemos identificar vários desafios que um empresário tem. Eles vão desde concorrência até a qualidade de produção. Dessa forma, se identifica a necessidade de atenção ao negócio.</p>
<p>Também, para ajudar você a entender as lições de empreendedorismo da série, você pode ouvir o podcast do eGestor sobre Breaking Bad.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/la4hfx-eOFU" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-la4hfx-eOFU.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="secao-6-mad-men">6. Mad Men</h2>
<p>Ao decorrer dos 8 anos em que a série foi ao ar, <em>Mad Men</em> focou na história de Don Draper, o melhor publicitário da Sterling Cooper, agência de publicidade localizada no centro de Nova York. Acontecendo nos anos 60, podemos identificar a mudança de diversos valores e princípios que ocorre na época, principalmente em uma cidade grande, considerada a frente de seu tempo</p>
<p>Com seu foco na agência publicitária, podemos ver várias marcas que eram grandes nos anos 60 e perduram até hoje. Assim, além de podermos ver os diversos temas, como sexismo e assédio, é possível ter uma visão mais ampla de como as coisas funcionavam com grandes empresas. Podendo também, ter inúmeras dicas de marketing.</p>
<p>A série conta com 7 temporadas de 13 episódios de uma hora cada. Ela pode ser assistida no site da emissora e na Netflix.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/ztk2HUDRtWw" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-ztk2HUDRtWw.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-mad-men-pode-me-ajudar">Como <em>Mad Men</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Por mais que pareça que uma série situada nos anos 60 não tenha muito a ensinar sobre a realidade, <em>Mad Men</em> mostra outra verdade. Por se tratar de uma agência de publicidade, é possível pegar várias dicas de marketing.</p>
<p>Além disso, assim como <em>House of Cards</em>, nos mostra a importância de alianças e de como a relação de poder é importante. Vendo como eram feitas as propagandas há tantos anos atrás, analisamos claramente a evolução do pensamento do empresário e como o pensamento e a cultura influenciam na hora de fazer a propaganda de uma empresa.</p>
<h2 id="secao-7-the-office-us">7. The Office (US)</h2>
<p>A comédia que teve seu início em 2013 é mais um manual do que não se deve fazer no ambiente de trabalho. Estrelada por Steve Carrel, <em>The Office</em> mostra o dia a dia de uma fábrica que produz e distribui papel. Por ser uma comédia, a série mostra diversos acontecimentos que parecem ser improváveis de acontecer em uma empresa. Mas a realidade é que sim, acontecem.</p>
<p>O personagem de Steve Carell é um chefe de escritório que acredita ser um grande líder, enquanto seus funcionários caçoam dele. Mostrando ações que não devem ser repetidas no mundo real.</p>
<p>A série é uma produção da NBC e conta com 9 temporadas. Ela foi finalizada em sua 9ª temporada em 2013. Pode ser assistida pela Amazon Prime Video.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/xttPz-zARto" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-xttPz-zARto.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-the-office-pode-me-ajudar">Como <em>The Office</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Mais voltada para o exemplo do que não se deve fazer, <em>The Office</em> traz diversos ensinamentos. Pensando pelas ações do personagem de Steve Carell, identifica-se o perfil de chefe que ninguém deve ser. E, vendo as reações de seus funcionários, entendemos claramente o porquê.</p>
<p>Em um primeiro momento é possível que passe em nossa mente que as situações da série são absurdas e não acontecem. Mas elas acontecem, mesmo o público sabendo que elas são incoerentes com o ambiente de trabalho. Assim, é possível identificar ações ou reações que nem o chefe, nem o funcionário deve ter.</p>
<h2 id="secao-8-silicon-valley">8. Silicon Valley</h2>
<p>O nome da série já diz muito sobre ela. A comédia americana que teve seu início em 2014 conta a história de programadores que devem tomar uma decisão extremamente importante: vender seu projeto por milhões e perder o valor que ele pode gerar futuramente, ou aceitar um investimento e assumir todos os riscos que vem com ele.</p>
<p><em>Silicon Valley</em> é uma produção da HBO que conta com 5 temporadas e foi renovada para uma 6ª. Cada temporada tem de 8 a 10 episódios, que tem em torno de 30 minutos cada. Ela pode ser assistida pelo <a href="https://www.hbo.com/silicon-valley" rel="noopener">site da emissora</a>.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/lqgM8ZdAqKo" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-lqgM8ZdAqKo.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-silicon-valley-pode-me-ajudar">Como <em>Silicon Valley</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Assim como <em>Shark Tank</em>, a série pode ensinar muito sobre investimentos. Os seis jovens da série devem tomar diversas decisões e aprender muito sobre investimentos. Os primeiros ensinamentos começam quando eles devem procurar um investidor, assim, precisando entender como vender a ideia.</p>
<p>O que vem depois também requer muito ensinamento e conhecimento. Quando se consegue um investidor, além da responsabilidade de fazer o negócio funcionar, também há responsabilidade com quem investe. Dessa forma, é necessário todo um planejamento e uma gestão impecável.</p>
<h2 id="secao-9-gigantes-da-industria-the-men-who-built-america">9. Gigantes da Indústria (The Men Who Built America)</h2>
<p><em>The Men Who Built America</em>, ou <em>Gigantes da Indústria</em> é uma minissérie produzida pelo History Channel. Em formato docudrama, ou seja, ficção e documentário, a minissérie conta a história dos grandes nomes da indústria e como eles fizeram suas empresas e negócios chegarem onde estão hoje.</p>
<p>Compostas de quatro episódios de uma hora cada, são contadas as biografias de Cornelius Vanderbilt, John D. Rockefeller, Andrew Carnegie, JP Morgan, Thomas Edison e <a href="https://blog.egestor.com.br/quem-foi-henry-ford/">Henry Ford</a>. Além da trajetória de como eles transformaram a indústria, vemos dados e ideias que revolucionaram a sociedade moderna.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/qwccfgUxEZY" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-qwccfgUxEZY.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-gigantes-da-industria-pode-me-ajudar">Como <em>Gigantes da Indústria</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Se há alguém com quem podemos aprender algo, são os grandes nomes da indústria. Henry Ford, por exemplo, inovou o processo de montagem de automóveis e é uma das maiores empresas automobilísticas no mundo todo até hoje. Isso fez dele um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.</p>
<p>Entender como alguém cria algo e consegue transformar em uma empresa se sucesso por tantos anos é base para quem quer empreender. Ainda mais se lembrarmos que esses nomes viveram há mais 200 anos atrás e conseguiram inovar e construir as maiores indústrias do mundo, nos mais diversos setores.</p>
<h2 id="secao-10-game-of-thrones">10. Game of Thrones</h2>
<p>A grande produção da HBO é considerada, assim como <em>Breaking Bad</em>, uma das melhores séries da atualidade. Atualmente em sua temporada final, a série conta a história fictícia de <em>Westeros</em> e <em>Essos</em> e a guerra para conquistar o trono.</p>
<p>Baseada nos livros de George R. R. Martin, <em>Game of Thrones</em> é uma série imprevisível que conta com intrigas e planejamentos políticos de diversas partes do continente para a conquista do trono de ferro.</p>
<p>As 8 temporadas da série podem ser vistas através do <a href="https://www.hbo.com/game-of-thrones" rel="noopener">site da emissora</a> ou do canal pago.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/aLSBKCNUrgQ" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-aLSBKCNUrgQ.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-game-of-thrones-pode-me-ajudar">Como <em>Game of Thrones</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Uma das séries mais imprevisíveis dos últimos tempos nos mostra o quanto o planejamento e o <em>networking</em> pode te colocar a frente. Pode ser considerado engraçado citar uma série tão diferente para adquirir conhecimento sobre empreendedorismo, mas se trouxermos os ensinamentos para a vida real, fica quase óbvio como as coisas funcionam.</p>
<p>Num mundo onde existem dragões e as mensagens são levadas por corvos, ser reconhecido por todos os lados é um grande avanço. Mas isso requer muito planejamento e conhecimento. Podemos fazer uma comparação entre os personagens principais com as empresas. Eles buscam realizar sua propaganda para conquistar o trono, enquanto as empresas fazem o mesmo para conquistar o cliente.</p>
<h2 id="secao-11-girlboss">11. GirlBoss</h2>
<p><em>Girlboss</em> conta a história real de Sophia Amoruso, a fundadora da loja que foi considerada uma das "empresas de crescimento mais rápido", a <em>Nasty Gal</em>. A história começa quando Sophia perde seu trabalho e, ao fazer compras em um brechó, descobre que vender roupas online pode levá-la ao sucesso.</p>
<p>A série foi cancelada logo em sua primeira temporada, mas ainda assim é possível ver o grande crescimento que Sophia teve. Ainda mais se pensarmos em onde ela chegou, com tão pouca idade e pouco conhecimento.</p>
<p>Os 13 episódios, de 30 minutos cada, estão disponíveis na Netflix.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/Jyr8R8cSGdo" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-Jyr8R8cSGdo.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-girlboss-pode-me-ajudar">Como <em>Girlboss</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Como uma menina de 22 anos, ainda sem formação nenhuma, consegue criar empresa que foi considerada uma das 'empresas de crescimento mais rápido'? E ser considerada uma das mulheres mais ricas do mundo que fez sua fortuna por conta própria? Com certeza temos muito a aprender com Sophia Amoruso.</p>
<p>Enquanto existem diversas críticas a série, a mesma inicia com "<em>A seguir uma releitura livre de eventos verdadeiros. Muito livre."</em>. Isso apenas quer dizer que ainda que o intuito seja mostrar a história da grande empresária, algumas partes da história não são baseadas em fatos reais.</p>
<p>Em diversos momentos a série foca na dificuldade de ser uma jovem empresária, num mundo novo, como era o da internet. E ainda, como foi trabalhoso encontrar o seu lugar e mostrar que apesar de jovem, Sophia tinha muita vontade e sabia o que estava fazendo.</p>
<h2 id="secao-12-undercover-boss-o-chefe-espiao">12. Undercover Boss (O Chefe Espião)</h2>
<p>Criada pela CBS em 2010, <em>Undercover Boss</em>, ou <em>O Chefe Espião</em>, é uma série como <em>O Sócio</em> e <em>Shark Tank</em>, em formato reality show. O objetivo da série é que chefes e donos de empresa se disfarcem de funcionários para avaliar sua empresa de outro modo. Eles entram como novos funcionários e tem contato, principalmente, com os setores que têm os trabalhos de base.</p>
<p>A série conta com 9 temporadas, com episódios de uma hora cada e foi renovada para uma décima temporada, mas sem previsão de retorno. E os episódios podem ser vistos no site da emissora.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/FUExczHZb_s" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-FUExczHZb_s.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-o-chefe-espiao-pode-me-ajudar">Como <em>O Chefe Espião</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Ainda que em muitos episódios e em muitas empresas as coisas não deem certo, podemos tirar um grande ensinamento da série. Não adianta a empresa crescer se não existe contato e nem conhecimento de como ela funciona. É claro que em empresas grandes esse contato se torna mais escasso, mas ainda assim, é imprescindível saber o que se passar ali dentro.</p>
<p>Ao realizar trabalhos que já não faziam há muito tempo, ou que nunca fizeram, os chefes disfarçados acabam aprendendo diversas lições. Muitos retornam a suas origens e entendem o quanto o dinheiro, sucesso e poder podem subir a cabeça.</p>
<h2 id="secao-13-chef-s-table">13. Chef’s Table</h2>
<p>Mais focada no ramo da gastronomia, a série da Netflix <em>Chef's Table</em> conta com grandes nomes da culinária mundial. A série tem formato documental e mostra como é o dia a dia destes renomados cozinheiros. Ao longo de suas 6 temporadas, temos os desafios pelos quais eles passam e como ultrapassá-los.</p>
<p>As 6 temporadas da série podem ser vistas na Netflix.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/tqJZy3DhZEE" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-tqJZy3DhZEE.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-chef-s-table-pode-me-ajudar">Como <em>Chef's Table</em> pode me ajudar?</h3>
<p>É possível pensar que essa seria uma boa dica apenas para quem tem restaurantes, mas não é. A série traz diversas dicas de como é cuidar de um restaurante, mas também, sobre os desafios que um empresário encontra diariamente. Estas dicas vão desde o financeiro de um negócio, até o tratamento dos funcionários.</p>
<h2 id="secao-14-narcos">14. Narcos</h2>
<p>Uma das séries mais comentadas de autoria da Netflix é <em>Narcos</em>. Assim como <em>Girlboss</em>, a série conta a história de vida de uma pessoa real. Só que dessa vez, a história é de um dos maiores traficantes do mundo, Pablo Escobar.</p>
<p>Ao longo de 3 temporadas, a série mostra como Pablo Escobar virou um chefão do tráfico e conseguiu transformar o cartel como um dos maiores do mundo. Isso tudo na visão dos policiais que o perseguiam.</p>
<p>As únicas três temporadas da série estão na Netflix (mas você pode ver <em>Narcos: México</em>, o spin off que conta a história de Miguel Ángel Félix Gallardo, o El Padrino).</p>
<figure><a href="https://youtu.be/GeTzNdlAEA0" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-GeTzNdlAEA0.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h3 id="como-narcos-pode-me-ajudar">Como <em>Narcos</em> pode me ajudar?</h3>
<p>Assim como <em>Girlboss</em>, <em>Narcos</em> é uma série de ficção, mas baseada em fatos reais. E, assim como <em>Breaking Bad</em>, os ensinamentos não devem ser levados ao pé da letra. Até porque o final não é nada bom. Mas, ao longo da série, podemos ver o que o poder faz com a cabeça de quem não está preparado.</p>
<p>Pablo Escobar se tornou um dos maiores traficantes gerenciando um dos maiores cartéis de drogas do mundo. E, apesar de ser completamente errado, é algo impressionante. Ainda mais se levarmos em conta o seu pouco conhecimento de administração e gestão.</p>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Agora que você sabe um pouco mais sobre quais série deve ver e como elas podem lhe ajudar, basta assistir e implementar os novos ensinamentos em sua empresa!</p>
<p>É importante salientar que o eGestor não incita ou incentiva nenhuma atividade ilícita. As séries citadas são obras de ficção e os ensinamentos retirados delas são apenas para conhecimento e um possível melhoramento na gestão da sua empresa.</p>
<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/pinho-1077036-unsplash.jpg" type="image/jpeg" length="31071"/>
    </item>
    <item>
      <title>As 8 melhores TED Talks sobre liderança que você vai ver!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/8-ted-talks-lideranca/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/8-ted-talks-lideranca/</guid>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2020 10:00:36 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Assita as 8 melhores TED Talks sobre liderança e descubra como essas ideias que mereceram ser compatilhadas podem lhe ajudar!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em 1984, o TED é uma empresa de responsabilidade limitada que tem como proposta a realização de conferências. Seu slogan está ligado diretamente com a sua proposta: "ideas worth spreading" ou "ideias que merecem ser disseminadas". Traduzindo: o TED são palestras, normalmente curtas, de em torno de 15 minutos onde influenciadores disseminam suas ideias.</p>
<p>Quando criado, tinha como temas exclusivos tecnologia, entretenimento e planejamento, no inglês, Technology, Entertainment, Design, assim TED. Hoje conta com diversas áreas, como religião, astronomia e comida! Além de ter palestrantes e eventos em variados países, os vídeos têm legendas em até 15 idiomas. Mas enfim, que tal assistir (em retrospectiva) as melhores palestras sobre liderança do TED?</p>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/planilha-de-controle-financeiro?utm_source=blog&amp;utm_medium=bannerTexto&amp;utm_campaign=planilhaFinanceira&amp;afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-Planilha-Controle-Financeiro.png-760.webp" alt="Planilha de controle Financeiro gratuita" width="760" height="142"></a></p>
<h2 id="secao-8-roselinde-torres-what-it-takes-to-be-a-great-leader-o-que">8. Roselinde Torres: What it takes to be a great leader (O que é necessário para ser um grande líder)</h2>
<p>Roselinde Torres é sócia e diretora geral da BCG (Boston Consulting Group). Ela foi conselheira de mais de 200 CEOs de diversas indústrias e setores. Também recebeu o Women Leaders in Consulting Award (Prêmio Mulheres Líderes em Consultoria) da revista Consulting.</p>
<p>Em sua conferência para o TED Talk, ela nos traz seus estudos sobre <a href="https://blog.egestor.com.br/lideranca-e-desenvolvimento-de-pessoas/">liderança</a>. Torres conta que estava tão atraída pelo tema que largou seu emprego para pesquisar em outras empresas e em outros países <strong>o que é necessário para ser um grande líder</strong>. Veja até onde ela chegou com seu estudo:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/lang/pt-br/roselinde_torres_what_it_takes_to_be_a_great_leader" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-7-stanley-mcchrystal-listen-learn-then-lead-escute-aprenda">7. Stanley McChrystal: Listen, learn... then lead (Escute, aprenda... depois lidere)</h2>
<p>Stanley é um general do exército americano. Hoje aposentado, tem 3 livros publicados. Ele é reconhecido por dizer o que outros militares pensavam mas tinham receio de falar, em relação tanto ao exército quanto ao governo. Ele possui diversas medalhas e condecorações devido a sua prestação de serviços a seu país.</p>
<p>Em 2010, após de aposentar pelo exército devido a algumas polêmicas, entrou para o time de professores da universidade de Yale com uma aula que tratava justamente de liderança.</p>
<p>Na sua palestra para o TED Talk em março de 2011, McChrystal relembra alguns momentos de sua vida e carreira militar. Ele menciona diversas vezes os efeitos do atentado de 11/09/2001 e como ele afetou muitas vidas. Dessa forma, ele relaciona suas experiências de carreira com o que aprendeu sobre liderança. <strong>Estude, aprenda e depois lidere</strong>:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/lang/pt-br/stanley_mcchrystal" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-6-tim-harford-trial-errors-and-the-god-complex-tentativas">6. Tim Harford: Trial, errors and the God complex (Tentativas, erros e o complexo de Deus)</h2>
<p>Tim Harford é um economista e jornalista inglês. Ele é autor de 4 livros de economia e escreve sua coluna "The Undercover Economist" (ou "O Economista Disfarçado") para o jornal Financial Times. Através da coluna, ele relaciona suas experiências com as teorias econômicas.</p>
<p>Em sua conferência para o TEDGlobal 2011, Tim estuda diversos sistema e consegue encontrar o link entre eles: o esquema <strong>tentativa e erro</strong>. Além de explicar como o <strong>complexo de Deus</strong> pode atrasar e fazer com que um líder não perceba seus erros:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/tim_harford" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-5-drew-dudley-everyday-leadership-lideranca-diaria">5. Drew Dudley: Everyday leadership (Liderança diária)</h2>
<p>Drew Dudley é o fundador da Day One Leadership, que explora o que líderes devem fazer no 'dia um' para criar valores e culturas de liderança nas suas vidas e organizações. É um palestrante profissional aclamado pelo público e um dos autores mais vendidos do The Wall Street Journal.</p>
<p>No TEDxToronto de 2010, Drew conta uma história que aconteceu com ele. E assim, mostra como podemos mudar a vida de alguém sem nem perceber - que foi o que aconteceu com ele! O que nos faz enxergar que a <strong>liderança é um ato diário</strong> de incentivar e melhorar as vidas das pessoas a sua volta. Entenda melhor:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/drew_dudley_everyday_leadership" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-4-adam-grant-the-surprising-habits-of-originals-thinkers-os">4. Adam Grant: The surprising habits of originals thinkers (Os surpreendentes hábitos dos pensadores originais)</h2>
<p>Adam Grant é um psicólogo americano. Hoje, dá aulas na Wharton School, uma universidade do estado da Pensilvânia especializada em psicologia organizacional. Além de ter começado como professor em Wharton com 28 anos, sendo o mais novo professor efetivo da universidade, Adam também tem 5 livros publicados. Sendo indicado ao <em>Goodreads Choice Award de Melhor Não Ficção</em> e ao <em>Shorty Award: Educação</em> em 2016.</p>
<p>No TED2016, Adam analisa como as pessoas criativas têm tão boas ideias. Ele nos apresenta o seu conceito de 'original', ou seja, pensadores que têm novas ideias e as colocam no grupo. Para exemplificar, ele conta como recusou investir em uma startup logo em seu início por achar que não estavam organizados. Essa companhia é a Warby Parker, hoje, uma gigante do e-commerce. E assim, ensina o que descobriu com os <strong>surpreendentes hábitos dos pensadores originais</strong>:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/lang/en/adam_grant_the_surprising_habits_of_original_thinkers" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-3-paul-tasner-how-i-became-an-entrepreneur-at-66-como-eu-me">3. Paul Tasner: How I became an entrepreneur at 66 (Como eu me tornei um empresário com 66 anos)</h2>
<p>Paul Tasner foi demitido da empresa onde trabalhava aos 64 anos de idade. Após 40 anos trabalhando no ramo, sendo que a aposentadoria não era uma opção, trabalhou como consultor durante o período de 2 anos. Mesmo não gostando. Até que viu a oportunidade de empreender, e assim criou a PulpWorks, uma empresa que oferece produtos compostáveis, feitos completamente com resíduos de papéis e materiais agrícolas.</p>
<p>No TED Residency de 2017, Paul conta como foi conseguir um investidor concorrendo com jovens e startups de tecnologia em pleno vale do silício. Assim, nos mostra de forma divertida <strong>como é se tornar um empresário com 66 anos</strong>:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/paul_tasner_how_i_became_an_entrepreneur_at_66" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-2-maya-penn-meet-a-young-entrepreneur-cartoonist-designer">2. Maya Penn: Meet a young entrepreneur, cartoonist, designer, activist... (Conheça uma jovem empresária, cartunista, designer, ativista...)</h2>
<p>Hoje com 18 anos, Maya Penn conta com uma linha de roupas que está há cerca de 10 anos no mercado, uma ONG, uma série animada e foi listada por Oprah Winfrey na Supersoul 100 como uma dentre os visionários e influentes líderes de 2016. Alguém que funda uma empresa com 8 anos deve ter algo a ensinar, não é mesmo?</p>
<p>Maya conta na TEDWoman de 2013 sua trajetória como empresária e cartunista. Mostra sua nova animação inclusiva e preocupada com o meio ambiente. Além de tudo isso, ainda se comprometeu a doar parte da renda arrecadada com sua empresa para organizações de caridade. Incrível, não é mesmo? Confira o que esta jovem, de então 13 anos, <strong>empresária, cartunista, designer, ativista...</strong> tem a dizer:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/maya_penn_meet_a_young_entrepreneur_cartoonist_designer_activist" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="secao-1-simon-sinek-how-great-leaders-inspire-actions-como">1. Simon Sinek: How great leaders inspire actions (Como grandes líderes inspiram ações)</h2>
<p>Simon Sinek é um consultor, palestrante motivacional e autor britânico. Autor de 5 livros, tem uma das palestras mais vistas do tópico de empreendimentos do TED.</p>
<p>No TEDxPuget Sound de setembro de 2009, Simons ensina porque empresas grandes são grandes. Quais formas elas utilizaram para chegar onde chegaram e continuar no topo. Tirando o fato de citar os irmãos Wright como os inventores do avião, é uma ótima fala sobre <strong>como os líderes podem inspirar ações</strong>:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<h2 id="bonus-simon-sinek-why-good-leaders-make-you-feel-safe">Bônus: Simon Sinek: Why good leaders make you feel safe (Porque bons líderes fazem você se sentir seguro)</h2>
<p>As palestras de Simon são consideradas bem relevantes para consumidores desse conteúdo. Portanto, selecionamos uma conferência bônus do palestrante: <strong>Porque bons líderes fazem você se sentir seguro</strong>.</p>
<p>Nos 12 minutos de palestra no TED2014, Simon traz evidências de como ter uma presença de um líder nos faz sentir mais seguros e 'a salvos'. Trazendo, inclusive, casos relacionadas aos homens das cavernas! Confira a segunda fala de Simon para o TED:</p>
<p><a href="https://embed.ted.com/talks/simon_sinek_why_good_leaders_make_you_feel_safe" rel="noopener">Ver conteúdo incorporado</a></p>
<p>Confira também os <a href="https://blog.egestor.com.br/8-livros-que-voce-gestor-deveria-ler/">8 livros que todo empreendedor de sucesso deve ler</a> e os <a href="https://blog.egestor.com.br/8-filmes-que-todo-empreendedor-deveria-ver/">8 filmes que o empreendedor deve ver</a>!</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/TED.jpg" type="image/jpeg" length="38665"/>
    </item>
    <item>
      <title>Livros de Negociação: Os 5 melhores livros que você vai ler!</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/5-livros-de-negociacao/</link>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2020 10:00:31 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>A negociação está presente em todos os âmbitos de nossa vida. Por isso, separamos os 5 melhores livros de negociação para que você possa aprender mais!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A negociação está presente em todos os âmbitos de nossa vida. Desde a infância, quando pedimos mais tempo para brincar, por exemplo, até a vida adulta. A diferença é a seriedade dessas negociações. Quando falamos em negociações no meio empresarial, estamos tratando de algo mais sério e que tem o intuito de resolver problemas mais rígidos. Por esse motivo, é imprescindível que as pessoas responsáveis pela negociação sejam experientes e tenham certo conhecimento sobre como uma negociação funciona e como fazer ambos os lados saem ganhando. Por isso, trouxemos uma lista de 5 livros de negociação que irão lhe ajudar a entender melhor esse conceito e como o universo da negociação funciona! Confira:</p>
<h2 id="secao-1-como-chegar-ao-sim-como-negociar-acordos-sem-fazer">1. Como Chegar ao Sim – Como negociar acordos sem fazer concessões</h2>
<p><em>Como Chegar ao Sim</em> é o livro escrito por William Ury e Roger Fisher. Ury é co-fundador do Programa de Negociação de Harvard e também ajudou Jimmy Carter a fundar a Rede Internacional de Negociação. Assim como também já participou de diversas negociações importantes, como de conflitos armados internacionais. Já Roger Fisher, co-autor do livro, foi diretor do Programa de Negociação de Harvard.</p>
<p>O livro, escrito em conjunto pelos autores, retrata as pesquisas e aprendizados de ambos no Programa de Negociação onde trabalharam. A ideia principal do livro é fazer com que <strong>ambos os lados de uma negociação saiam em acordo</strong>. Dessa forma, traz um passo a passo de como realizar uma negociação.</p>
<p>Lançado há mais de 30 anos, o livro continua sendo um dos mais vendidos do assunto. Ele ensina diversos pontos para melhorar a forma como as pessoas lidam com conflitos. Eles citam desde <strong>realizar um trabalho em conjunto para satisfação mútua e focar em posições e interesses</strong>, até a não ceder a pressão da outra parte. E você não pode deixar de ler um dos melhores livros de negociação já escrito.</p>
<h2 id="secao-2-as-armas-da-persuasao-como-influenciar-e-nao-se-deixar">2. As Armas da Persuasão – Como influenciar e não se deixar influenciar</h2>
<p>Robert Cialdini foi professor de Marketing e Psicologia da Universidade do Arizona. Ele também é autor do best seller <em>As Armas da Persuasão</em>.</p>
<p>Ao longo do livro, Cialdini discorre sobre os 6 princípios básicos responsáveis pelas tomadas de decisões do ser humano. São eles:</p>
<ol>
<li><strong>Reciprocidade</strong>: de acordo com o dicionário, reciprocidade é um substantivo que significa retribuir uma ação positiva com outra. Ou seja, realizar ações que beneficiam ambos os lados.</li>
<li><strong>Compromisso e coerência</strong>: isso significa agir sempre com responsabilidade. Sendo assim, cumprir o que se promete, realizar ações de acordo com o que foi dito anteriormente.</li>
<li><strong>Aprovação social</strong>: quanto mais pessoas acreditarem que a ação ou o que é dito é real ou certo, maior a validação que a a pessoa ou empresa tem.</li>
<li><strong>Afeição</strong>: fazendo com que mais pessoas gostem de você, ou do que você faz, maior a chance de elas comprarem a sua ideia,</li>
<li><strong>Autoridade</strong>: quanto maior a competência e o poder que uma pessoa exerce, maior será a possibilidade de outras pessoas acatarem as ordens, muitas vezes sem questionamentos.</li>
<li><strong>Escassez</strong>: um dos fatores que mais fazem com que o ser humano queira algo é sua escassez. Ou seja, quanto menos existe, mais iremos querer.</li>
</ol>
<p>Cialdini mostra como utilizar esses 6 princípios em nosso favor, tomando decisões que irão trazer resultados positivos, seja para você ou sua empresa, como para quem você vem negociando.</p>
<h2 id="secao-3-a-biblia-de-vendas">3. A Bíblia de Vendas</h2>
<p>Jeffrey Gitomer, um empresário, palestrante motivacional e escritor do livro <em>A Bíblia de Vendas</em>. Ele já trabalhou com empresas como Coca Cola, Apple e Microsoft.</p>
<p>O livro escrito por Jeffrey se tornou um best seller por mais de uma década e é um dos livros de negociação mais vendidos até hoje. <strong><em>A Bíblia</em> traz diversas questões que um vendedor enfrenta</strong>. No livro, o autor mostra o que faz uma venda dar certo e os erros que um vendedor pode cometer. Ele também traz técnicas que podem fazer as suas vendas melhorarem, assim como outras ferramentas que você pode utilizar.</p>
<p>Seu nome vem do fato de empresários e vendedores sempre procurarem por milagres para melhorarem suas vendas, e é essa a proposta do autor. Sempre se baseando em estudos e ideias comprovadas, o autor <strong>desenvolve técnicas para que o vendedor seja flexível e persistente, e também informado</strong>.</p>
<h2 id="secao-4-voce-pode-negociar-tudo">4. Você pode negociar tudo!</h2>
<p>Herb Cohen é um negociador profissional. O autor do livro <em>Você pode negociar tudo!</em> foi reconhecido por diversas revistas como "O Melhor Negociador do Mundo". Ele possui mais outros livros e também possui diversas frases famosos.</p>
<p>Em <em>Você pode negociar tudo!</em>, Cohen traz a mensagem de que <strong>nada é impossível de se negociar</strong>. Ele ensina ao leitor quais são os tipos de negociação e habilidades que um negociador deve ter. Além disso, também mostra a importância da negociação e quais pontos você deve se atentar dentro de uma negociação.</p>
<h2 id="secao-5-inteligencia-emocional">5. Inteligência Emocional</h2>
<p>Psicólogo, jornalista, consultante e escritor reconhecido internacionalmente, Daniel Goleman possui em seu acervo cerca de 11 livros. O autor de <em>Inteligência Emocional</em> também era professor de Harvard.</p>
<p>De acordo com o ex professor, <strong>quanto mais e melhor conhecermos a mente humana, melhor tomaremos decisões</strong>. Ou seja, a partir do controle de nossas emoções, seremos capazes de lidar com situações difíceis e que podem nos privar de fazer boas <a href="https://blog.egestor.com.br/parceria-de-sucesso/">parcerias</a> e chegar ao tão desejado sucesso.</p>
<p>Goleman traz no livro a separação do conceito de inteligência racional e emocional, e assim, como elas podem transformar nosso destino. Mas também, como podemos dominá-las e como aplicar o conceito de inteligência emocional para isso.</p>
<h2 id="podcast-do-egestor">Podcast do eGestor</h2>
<p>Ainda buscando mais conteúdo sobre negociação? O eGestor tem um podcast completo sobre o assunto. Nele, falamos sobre a negociação com clientes e fornecedores, além de gatilhos mentais e outros diversos tópicos.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/zLuwx1PTg4M" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-zLuwx1PTg4M.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="consideracoes-finais">Considerações finais</h2>
<p>Assim como a negociação, a leitura está presente em toda nossa vida, todos os dias. Dessa forma, devemos tirar o melhor proveito dela, uma vez que não há nenhum prejuízo em tal. E por isso montamos esse texto, com a função de selecionar os melhores livros sobre negociação para que você possa entender mais sobre o assunto e consiga transformar todas as suas negociações em bem-sucedidas.</p>
<h3 id="outros-conteudos">Outros conteúdos</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/livro-empresas-feitas-para-vencer-de-jim-collins/">Resumo do livro “Empresas feitas para vencer” de Jim Collins</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/o-monge-e-o-executivo/">Livro O Monge e o Executivo – Um breve resumo</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/8-ted-talks-lideranca/">As 8 melhores TED Talks sobre liderança que você vai ver!</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://blog.egestor.com.br/series-sobre-empreendedorismo/">Séries sobre empreendedorismo: As 14 que você precisa ver!</a></strong></li>
</ul>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Resumo do livro &quot;A Meta&quot; de Eliyahu M. Goldratt &amp; Jeff Cox</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/resumo-do-livro-a-meta-de-eliyahu-m-goldratt-jeff-cox/</link>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2020 10:00:41 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <category>administração</category>
      <description>Muito usado por grandes empresários e por professores em faculdades de administração, O livro &quot;A Meta&quot; retrata bem o cotidiano de uma empresa...</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Considerado um best-seller por muitos que almejam um sucesso ainda maior com seus negócios, <strong>o livro "<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B00MBWCLVQ/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=B00MBWCLVQ&amp;linkId=d12e85aeec19eb2c1034b24146d03ec0" rel="noopener">A Meta</a>"</strong> já teve mais de dois milhões de exemplares vendidos.</p>
<p>Muito usado por grandes empresários e por professores em faculdades de administração, A Meta é um livro que retrata bem o cotidiano de uma empresa, e como um empreendedor precisa se portar a fim de manter sua empresa e equipe em sintonia com as melhorias necessárias.</p>
<p>Além de apresentar soluções práticas e rápidas para momentos de baixa receita e atrasos em produção, o livro também aborda questões delicadas como <a href="https://andrebona.com.br/retorno-sobre-investimento-roi-o-que-e-e-como-calcular/" rel="noopener">retorno sobre investimento (ROI)</a>, lucros líquidos e brutos, indicadores globais de resultados e outros aspectos.</p>
<h2 id="a-historia-do-livro-a-meta">A história do livro "A Meta"</h2>
<p>A Meta, diferente de muitas obras que retratam o mundo dos negócios, conversa com o leitor sobre o assunto por meio de um romance. Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox apresentam ao leitor a história de Alex Rogo, gerente de uma fábrica que está enfrentando um período de crise e a possível falência da empresa.</p>
<p>Além de ser pressionado por seu chefe direto, Alex ainda precisa executar entrega de um pedido atrasado, tendo que se deparar com as exigências das normas internas, o mau funcionamento dos custos e a cobrança contínua de resultados positivos. E todo esse esforço para conseguir salvar a fábrica num período de três meses.</p>
<p>Em meio a dificuldades e desafios não só profissionais, mas também familiares o sofrido gerente conta com a ajuda de um mentor, Jonah. Jonah o auxilia a salvar a fábrica dos prejuízos e o ajuda a perceber que sua empresa precisa ganhar dinheiro.</p>
<p>Antes, a empresa possuía uma boa produtividade e um rendimento considerável, mas com o passar do tempo foi perdendo o foco nos resultados e deixando de atingir a meta determinada pela direção. Mas Alex, com a ajuda de Jonah consegue estruturar um meio para trazer a empresa de novo a um saldo positivo.</p>
<p><a href="https://blog.egestor.com.br/planilha-de-controle-de-estoque-em-excel-gratuita/"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/CONTROLE-DE-ESTOQUE-26.png-650.webp" alt="" width="650" height="250"></a></p>
<h2 id="as-solucoes-de-alex">As soluções de Alex</h2>
<p>Para que a fábrica saia do prejuízo, Alex toma algumas providências que se concentraram em três pilares: <strong>ganho, <a href="https://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/investoque.htm" rel="noopener">inventário</a> e custo operacional</strong>. Para sustentar esses pilares, algumas atividades eram feitas para evitar que novos problemas fossem surgindo.</p>
<p>Flutuações estatísticas, análise de eventos dependentes e outras tarefas eram realizadas para organizar o foco na maximização de resultados da empresa.</p>
<p>Entretanto, o ponto-chave que Alex criou para levantar a empresa foi focar nas restrições, ou os conhecidos “gargalos” como o livro comenta. Esse trabalho consistia no reforço aos elos fracos na produtividade, na entrega de pedidos e outras funções, a fim de <a href="https://meunegocio.uol.com.br/blog/3-formulas-comprovadas-para-aumentar-seu-lucro/#rmcl" rel="noopener">aumentar o lucro</a> e ter um melhor fluxo de trabalho.</p>
<p>Mesmo com enfoque nos gargalos, Alex, com a ajuda de Jonah, não deixava de trabalhar em melhorias além desse quesito. Áreas que não possuíam gargalos também deveriam trabalhar no mesmo ritmo que as outras.</p>
<p>Tempo de montagem, expedição de peças, redução no tempo de inventários e outras ações também precisavam produzir num tempo otimizado promovendo aumento nos lucros.</p>
<h2 id="os-robos">Os robôs</h2>
<p>Ainda com o auxílio de Jonah, Alex se deu conta de que ele e sua equipe poderiam melhorar ainda mais. Além de associar seus conhecimentos com as novas práticas adotadas pela empresa, ele visou a chance de introduzir robôs, aumentar a produção da empresa e assim gerar mais lucro.</p>
<p>O uso de robôs aumentou a produtividade da fábrica. Entretanto, Alex também notou que tempo e custo gastos com a manutenção de peças dos robôs estavam transformando o tempo em um montante ainda maior de inventários. E não só isso, as despesas operacionais também passaram a aumentar.</p>
<p>Nesse momento, o leitor, juntamente no caso de Alex e sua equipe, nota que mesmo os robôs trazendo eficiência na execução dos trabalhos, ainda não mostravam eficácia para solucionar os problemas que a fábrica enfrentava por completo. A cada mês terminado de trabalhos, a gerência precisava gastar muito dinheiro com excessos ainda mais frequentes.</p>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/crescimento-empresarial?utm_source=blog&amp;utm_medium=bannerTexto&amp;utm_campaign=crescimentoEmpresarial&amp;afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeCrescimentoEmpresarialCalltoAction.png-762.webp" alt="Guia de Crescimento Empresarial eGestor" width="762" height="142"></a></p>
<h2 id="a-metodologia-usada-por-alex-e-sua-equipe">A metodologia usada por Alex e sua equipe</h2>
<p>À medida que o leitor vai acompanhando a trajetória de Alex em salvar a fábrica, ele nota que há um padrão a ser seguido para solucionar os problemas. Seguindo a ideia das restrições, existem cinco passos que Alex segue para conseguir tirar a fábrica do perigo da falência:</p>
<ul>
<li>identificar a restrição do sistema;</li>
<li>analisar por completo a restrição do sistema;</li>
<li>subordinar a autorização de afazeres ao tutor responsável;</li>
<li>elevar a restrição do sistema;</li>
<li>se a restrição for alterada ou der errado em algum momento do processo, comece de novo.</li>
</ul>
<p>A partir daí, A Meta traz ao leitor que a obediência a um raciocínio lógico e prático, pode ajudar a empresa em muitos aspectos.</p>
<p>Nessa instância, o conceito sobre <strong>A Teoria das Restrições</strong> é estabelecido, tornando-o um recurso necessário não só para o processo de consultoria na solução dos problemas da fábrica, mas também em áreas que não estavam sendo diretamente afetadas.</p>
<p>Até a vida de Alex foi afetada positivamente por conta dessa teoria, e passou a ter maior gosto pela sua função e a trabalhar com mais eficácia.</p>
<p><strong>A Meta aborda a Teoria das Restrições como algo benéfico que todas as empresas deveriam adotar em seus mecanismos de trabalho.</strong> Como forma de buscar uma melhor análise de seu funcionamento, também ajuda a empresa a tirar proveito dela e quais são suas restrições.</p>
<p>Tendo todo esse conhecimento armazenado, a empresa poderá planejar quais as melhores estratégias para sobrepujar suas dificuldades e a tomar ações contra ela. Nesse momento, o livro também denota o conceito do que é um gargalo, que retrata o recurso que é maior ou igual a demanda e o que não é gargalo, quando o recurso é maior que a demanda colocada nele.</p>
<h2 id="a-meta-e-a-importancia-do-raciocinio-para-a-empresa">A Meta e a importância do raciocínio para a empresa</h2>
<p>Goldratt e Cox abordam com excelência em A Meta que desde a observação do problema, o planejamento do fluxo de produção e o ato de evitar possíveis erros no futuro requerem um raciocínio lógico.</p>
<p>Todas as restrições físicas tanto no processo produtivo como também na redução de inventários e outras tarefas precisam ter um foco primordial para que haja uma sintonia verdadeira entre produção e ganhos.</p>
<p>A Meta, mesmo sendo escrito em forma de romance, mostra como é a realidade de um administrador de uma empresa de grande porte, mas expõe que a visão certa do que precisa ser feito pode ser uma verdadeira arma para a solução dos problemas.</p>
<p><strong>Essa ênfase que Cox e Goldratt dão em metas da organização e na existência das restrições é fundamental.</strong> Afinal, alerta as empresas que em qualquer processo para atingir uma meta há sempre uma ou mais restrições. É daí que a empresa demonstra o seu lucro verdadeiro e como ela pode reagir frente a esses desafios.</p>
<p>Foi dessa forma que Alex conseguiu vencer seus prazos com resultados ainda mais potentes e positivos, aumentou a parcela da empresa no mercado, aumentou a produtividade e ainda garantiu confiança por sua equipe e por Bill, seu chefe direto.</p>
<p>Uma coisa tão simples que Alex executou acabou salvando um empreendimento do verdadeiro fiasco. E justamente o ato de pensar ajudou a ter uma visão diferente de como se deparar com um problema e resolvê-lo.</p>
<p>O livro está disponível em: <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B00MBWCLVQ/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=B00MBWCLVQ&amp;linkId=d12e85aeec19eb2c1034b24146d03ec0" rel="noopener">https://amzn.to/2K7Jr0Q</a></p>
<hr>
<p>Veja também: <a href="https://blog.egestor.com.br/10-livros-empreendedorismo/">10 livros sobre empreendedorismo que você precisa ler!</a></p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Livro 'Reinvente sua empresa' (Jason Fried), um breve resumo</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/livro-reinvente-sua-empresa-jason-fried/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/livro-reinvente-sua-empresa-jason-fried/</guid>
      <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Diferentemente da maioria dos livros sobre o tema, o Reinvente Sua Empresa traz uma abordagem diferenciada, focada em mudanças para a sua empresa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Diferentemente da maioria dos livros que tratam sobre o tema, o Reinvente Sua Empresa (Rework) traz uma abordagem diferenciada, focada em pequenas e significativas mudanças. A proposta dos autores <strong>Jason Fried e David Hansson</strong>, que são sócios da empresa de software 37 Signals, foram aplicadas com êxito na sua companhia.</p>
<p>A obra traz reflexões sobre como deve ser uma gestão de sucesso no século XXI. Num momento como esse, de mudanças profundas no mercado, os empreendedores ressaltam a importância da mudança de perspectivas. Os paradigmas e regras utilizadas por empresas tradicionais estão obsoletos nos dias de hoje. É urgente a criação de novos enfoques de administração para que as empresas se adaptem ao novo cenário.</p>
<h2 id="simplicidade">Simplicidade</h2>
<p>O método de Jason e David mostra-se simples e elementar logo no início do livro, e não apenas porque eles demonstram a necessidade de uma teoria de administração enxuta; própria demonstração das suas ideias no livro é concisa. A obra foi escrita em tópicos curtos, que facilitam a leitura e o entendimento.</p>
<p>Os autores se esforçam para demonstrar que a tarefa elementar do gestor é diminuir os problemas e melhorar os produtos. As práticas dispostas ao longo das páginas fizeram com que a 37 Signals se tornasse uma das empresas mais reconhecidas no mundo na sua área de atuação. O livro se tornou um fenômeno de vendas por colocar à prova todas as tradicionais abordagens dos negócios.</p>
<h2 id="desmistificacoes">Desmistificações</h2>
<p>Os autores discutem a ideia – que se tornou um clichê – de que os erros são fundamentais para o sucesso. Quanto a isso, eles mesmos não discordam. No entanto, eles apontam para o fato de que ser fundamental é diferente de ser um requisito. Em outras palavras, não é porque você erra que você será, necessariamente, um profissional de sucesso.</p>
<p>Os erros, dizem os autores, servem basicamente para mostrar o que não deve ser feito. Mas não repeti-los só depende de nós mesmos. Além disso, os erros não mostram o que deve ser feito, apenas o que não deve.</p>
<p>Outra desmitificação feita por eles é no que diz respeito ao planejamento. David e Jason demonstram como é difícil cumpri-lo à risca quando ele é feito para longo prazo. Como a conclusão está distante, as circunstâncias que aparecem no dia a dia deixam o projeto fora do controle.</p>
<h2 id="no-ambiente-de-trabalho">No ambiente de trabalho</h2>
<p>David e Jason dizem que é preciso mudar também a visão otimista que se tem de alguém que trabalha demais. O <em>“workaholic”</em> acaba tirando os colegas do foco, pois eles passam a achar que não estão sendo produtivos o suficiente. Por se sentirem culpados, o desânimo afeta o ambiente. Para os autores, o herói não é o viciado em trabalho, e sim quem encontrou maneiras de terminar tudo no fim do expediente.</p>
<h2 id="a-producao">A produção</h2>
<p>Uma forma de entender a qualidade do que você está fazendo é pensar no valor da marca. Uma organização precisa da motivação de todos para criar seu valor. Descubra se está fazendo o certo ao se perguntar: se a empresa acabasse hoje, as pessoas sentiram falta dela?</p>
<p>Limpe o ambiente de trabalho descartando toda a papelada que foi acumulada e não serve para nada. Isso só faz todos perderem tempo. A interrupção é outro fator que afeta a produtividade. Os autores demonstram isso com o fato de que somos mais produtivos de manhã e à noite. Eles recomendam fazer o possível para não ser interrompido.</p>
<p>Tenha certeza que todos os funcionários estão sendo produtivos, e que estão trabalhando mesmo. Crie medidas para não delegarem tarefas. Quando há um projeto longo, é ideal desmembrá-lo em vários pedaços menores. Os pequenos projetos são mais fáceis de atingir e mantêm a equipe motivada. Ao fim de cada parte, comemore com o pessoal.</p>
<p>A cultura empresarial não é festa, confraternização, e muito menos lazer. É ação. Portanto, não adianta tentar criar uma cultura artificialmente, pois ela nasce sozinha da rotina e das ideias por trás da empresa. É preciso esperar o tempo necessário para ela se desenvolver.</p>
<p>Isso não significa que você não deve melhorar o ambiente. Ele influencia diretamente na qualidade do que é produzido. Limpe sua empresa de burocracias engessadas, métodos arcaicos de gestão e diretrizes medíocres.</p>
<h2 id="direcao-da-empresa">Direção da empresa</h2>
<p>Para caminharmos para frente, é indispensável a motivação. Se nós relaxarmos, nossa mente começa a dar desculpas para não prosseguir. Como o momento ideal jamais vai chegar, é preciso fazer o que deve ser feito com o que temos à disposição.</p>
<p>É essencial ter objetivos claros. Para que você luta? Se você não sabe, poderá aceitar qualquer argumento. Mas se tem metas claras, não haverá discussão, pois tudo será adaptado ou descartado do seu caminho ao objetivo.</p>
<p>Outro ponto importante a esse respeito é a incorporação dos valores. Não adianta estabelecê-los junto com uma missão apenas para pendurar uma placa na parede. A organização deve agir daquela forma. Do contrário, estará sendo hipócrita. Isso diferencia mais empresas boas de ruins do que a qualidade técnica.</p>
<p>O empresário deve jogar fora a ideia de que desistir é sinônimo de fracasso. Na verdade, é aumentar as esperanças para o próximo passo. Os autores também enfatizam aspectos pessoais como essenciais à direção do negócio. O sono, por exemplo, é importante para o bom desempenho profissional.</p>
<p>Não fique criando regras demais. Elas são como leis, e devem ser criadas quando erros se repetem em demasia. E, por fim, saiba tratar os funcionários como adultos. Se os trata como crianças, obterá um trabalho de criança. Eles mesmos deixarão de pensar no que estão fazendo.</p>
<h2 id="problemas">Problemas</h2>
<p>Os autores apontam para falhas estruturais que têm destruído startups. Os fundadores fracassaram porque não acharam as soluções adequadas. O problema está muitas vezes em se ver como um empreendedor. Mas o ponto principal é criar e vender algo que você mesmo quer utilizar.</p>
<p>A opinião sobre as startups também é controversa. Os autores recomendam: se for para abrir uma empresa sem saber como irá ter as primeiras receitas, nem abra. Ou você cria uma empresa, ou um hobby.</p>
<h2 id="produto-ou-servico">Produto ou serviço</h2>
<p>Se você quer ter um produto ou serviço excelente, descarte tudo o que é bom. Não há outra forma. Como ninguém pode ser excelente em muitas coisas ao mesmo tempo, utilize só aquilo que você sabe que é excelente. Deve-se descartar também o que não está funcionando. Não adianta tentar melhorar. Cortar de uma vez poupa esforço.</p>
<p>Ao produzir, você acaba criando subprodutos que não utiliza. Jason e David recomenda que você os venda. Se uma madeireira manter toda a serragem obtida na produção, terá contratempos, mas se vender, terá lucro.</p>
<h2 id="concorrencia">Concorrência</h2>
<p>É preciso ser original em tudo o que faz, porque ser influenciado é diferente de ser um imitador. Quem imita nunca lidera, e esse ensinamento é importante para ganhar da concorrência.</p>
<p>Além disso, devemos olhar para nossa empresa ao invés de nos preocuparmos com o que é feito nos concorrentes. Isso poupa tempo que pode ser investido no aprimoramento do seu negócio. Evidentemente, isso não significa que você se absterá de ter uma opinião sobre seus concorrentes. Se você acha o produto deles ruim, por exemplo, pode falar.</p>
<h2 id="publico-e-clientes">Público e clientes</h2>
<p>Faça o que tiver à disposição para formar um público fiel. Se você o conquistar, gastará menos com propaganda, pois ele mesmo a fará para você. Mas saiba dizer não para os clientes. Não tenha medo de rejeitar alguma proposta. Querer agradar é um dos piores defeitos que você pode ter.</p>
<p>Uma forma de criar vínculo com os clientes, segundo os autores, é mostrar sua empresa. Convide-os para ir até ela para descobrir como tudo funciona. Outra tática é oferecer uma amostra grátis do seu produto. Se você confia nele, sabe que as pessoas vão gastar dinheiro com o seu produto. Eles até se sentirão obrigados a isso. Além disso, você passa a imagem de alguém que realmente se importa com a qualidade do que produz.</p>
<h2 id="contratacao">Contratação</h2>
<p>A contratação deve ser feita apenas quando for extremamente necessário, se você encontrar um profissional que contribuirá para seu negócio. Ela não pode ser um prazer, quando muito uma dor. Quando se contrata um funcionário mesmo sem ele ter o que fazer, cria-se trabalho artificial para compensar a contratação. E isso traz mais problemas do que vantagens, principalmente com custo (ainda mais no Brasil).</p>
<p>Se você perceber que há trabalho acumulado e a produção perdeu em qualidade, essa é a hora de arranjar novo funcionário. Mas antes, tente descobrir se você mesmo não é capaz de realizar a tarefa.</p>
<p>Na hora da entrevista, lembre-se que a experiência não é tudo, pois o que importa é a qualidade. Alguém com 6 meses de trabalho pode ser superior a alguém com 6 anos, pois é mais predisposto à função. Você deve escolher pessoas capazes de administrarem a si mesmos, pois isso poupará seu tempo. Bons funcionários fazem a própria rotina, criam metas, etc.</p>
<p>Além disso, avalie a comunicação. Nem sempre alguém que fala como profissional é um bom profissional. As ações podem ser completamente diferentes. Se estiver em dúvida sobre dois candidatos, sempre valorize o que escreve melhor. Isso significa que ele sabe se comunicar melhor e que tem ideias claras.</p>
<p><strong>💡 Você também pode gostar: <a href="https://blog.egestor.com.br/10-livros-empreendedorismo/">10 livros sobre empreendedorismo que você precisa ler! </a></strong></p>]]></content:encoded>
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      <title>Silvio Santos: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-silvio-santos/</link>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2020 10:00:59 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Ao se referir em televisão, o brasileiro tem como referência o apresentador e empresário Silvio Santos. Quer saber mais sobre sua história? Confira!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de televisão, todo brasileiro tem como referência o grande apresentador e empresário Silvio Santos. Sem dúvidas, o artista é um dos mais populares no Brasil. Tudo isso deriva-se do seu grande carisma que possui, tanto que ousou ser candidato a presidência da república.</p>
<p>Porém, a simpatia não é a única qualidade de uma das pessoas mais bem sucedidos do país. Silvio Santos destaca-se como um dos maiores empreendedores da história brasileira. Com poucos recursos, o apresentador explorou todas as possibilidades de se fazer negócio. E assim construiu um grande império, que vai além do seu canal de televisão.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="o-inicio-da-historia-de-silvio-santos">O início da história de Silvio Santos</h2>
<p>O empreendedor tem origens humildes. Nasceu no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. Tem filiação de dois imigrantes judeus. O pai Alberto era de uma região que hoje pertence a Grécia, enquanto a sua mãe Rebecca, tem origens de uma pequena cidade da Turquia. O casal deu origem a cinco filhos, entre eles, Senor Abravanel, no dia 12 de dezembro de 1930.</p>
<p>Silvio Santos começou a trabalhar muito cedo. Seu primeiro trabalho foi com 14 anos. Nas eleições de 1946, o pequeno empreendedor teve a sua primeira grande ideia. Começou a vender carteirinhas de plástico que tinham como finalidade guardar títulos eleitorais e outros documentos. Assim, Silvio tornou-se ambulante junto ao seu irmão mais novo Leon. Porém com a repressão policial aos camelôs na época, os meninos vendiam os seus produtos nas ruas por apenas alguns minutos, preferencialmente no tempo de intervalo dos fiscais.</p>
<h2 id="o-empreendedor-silvio-santos">O empreendedor Silvio Santos</h2>
<p>O seu potencial artístico manifestou-se muito cedo. Em virtude da potente voz, o apresentador destacou-se nas ruas do Rio de Janeiro. Ficou tão reconhecido que foi convidado a realizar um texto como radialista na Rádio Guanabara. Ele conseguiu chamar a atenção dos radialistas, tanto que ficou classificado em primeiro lugar no teste, ficando à frente de grandes nomes como o humorista Chico Anysio.</p>
<p>Entretanto, esse trabalho durou muito pouco. Silvio Santos escolheu voltar a ser ambulantes pois conseguia um faturamento maior. Quando completou 18 anos, Silvio serviu o Exército Brasileiro na Escola de Paraquedistas do Rio de Janeiro. Depois da experiência no exército, o empreendedor deixou de trabalhar como camelô e voltou a se dedicar como radialista. Então, tornou-se locutor em Niterói para conseguir alguma renda.</p>
<p>Quando Silvio Santos trabalhava em Niterói, tinha que pegar uma barca que cruzava a Baía de Guanabara. Foi aí que ele teve uma das grandes ideias empreendedoras. Ele montou um serviço de alto-falantes dentro da barca. Ele o utilizava para realizar a propaganda de diversos produtos. No entanto, a iniciativa obteve tanto sucesso, que Silvio sugeriu que as barcas oferecessem um bingo e um bar. Quando um cliente comprava alguma bebida, automaticamente recebia uma cartela para concorrer a brindes.</p>
<p>Mas Silvio Santos não parou por aí. Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo. Lá ele estudou como técnico de contabilidade, mas resolveu seguir a sua carreira artística. Tempos depois, conseguiu uma vaga na Rádio Nacional de São Paulo como locutor. Ao mesmo tempo, elaborou uma revista de palavras cruzadas, charadas e passatempos. Ele mesmo revendia a “Brincadeiras para Você” nos estabelecimentos comerciais da cidade, a fim de conseguir uma renda extra.</p>
<h2 id="o-homem-do-bau">O homem do Baú</h2>
<p>Todo esse talento que Silvio possuía para os negócios ofertou novas oportunidades. O conhecido Baú da Felicidade era como um carnê onde cliente realizava o pagamento e depois retirava os produtos nas festas de final de ano. Ele antigamente pertencia ao amigo de Silvio Santos, Manoel de Nóbrega. Porém, Nóbrega estava com dificuldades em administrar os negócios. Então, em 1958, Silvio Santos resolveu ajudar o seu amigo e viu que o Baú da Felicidade poderia ser uma excelente alternativa de negócio. Até que o apresentador assumiu todo o controle da empresa. Os negócios prosperaram e em 1962 fundou-se então, o Grupo Silvio Santos.</p>
<p>No início, Senor Abravanel optou por manter o sistema de crediário da empresa. Porém, houve uma expansão. O Baú da Felicidade criou uma loja própria, em que permitia as pessoas trocassem os seus carnês quitados por brinquedos e demais eletrodomésticos. O sucesso foi tanto que o Baú começou a sortear prêmios maiores como imóveis e carros. Tanto que o seu império expandiu-se para diversas outras áreas. Sendo que entre os anos de 1965 a 1975, Silvio Santos criou e fundou mais de dez empresas. Entre os mais conhecidos estão a Marca Filmes, a concessionária Vimave e a Baú Construtora.</p>
<p>Porém, no final dos anos 60 o Brasil apresentava um cenário de recessão econômica e alta inflação. Sendo assim, Silvio Santos passou a aplicar o dinheiro das prestações em carnês em outros investimentos. Em 1969, surgiu então o Baú Financeira, que mais tarde transformou-se no antigo Banco PanAmericano. O dito grupo financeiro começou a destacar-se pela liderança de títulos de capitalização, sendo assim, em 1991 iniciou-se a comercialização da Tele Sena que está em circulação até hoje.</p>
<h2 id="tempos-de-crise">Tempos de crise</h2>
<p>No ano de 2007 a venda do Baú da Felicidade foi suspensa em todo o país. O processo de extinção ocorreu devido à grande oferta de crédito, parcelamentos e facilidades de compra, não havia mais mercado que sustentasse esse tipo de negócio. Com o fim do carnê, Silvio resolveu transformar as lojas do Baú em Lojas do Baú Crediário que abria o crediário em que as pessoas levavam as mercadorias antes de pagá-las.</p>
<p>Em 2011, o império do empreendedor começou a cair lentamente. Nesse ano houve uma grave crise do Banco PanAmericano. O banco acumulou uma grande quantidade de dívidas e precisou ser vendido. O rombo foi diagnosticado em um valor de quase R$4,3 bilhões. Devido à crise, Silvio cogitou inclusive morar nos Estados Unidos. Inclusive, toda essa onda de decaimento, levou que as Lojas do Baú Crediário também fossem compradas pela organização Magazine Luiza.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/silvio-santos.png-1200.webp" alt="" width="1200" height="675"></p>
<h2 id="a-volta-por-cima-de-silvio-santos">A volta por cima de Silvio Santos</h2>
<p>No entanto Silvio Santos possui um alto espírito empreendedor e começou a elevar a sua empresa de cosméticos Jequiti. A empresa que foi inaugurada em 2006. Depois do rombo, o empreendedor começou a apostar todas as suas fichas nesse negócio. Mais uma vez a sua estratégia foi bem sucedida e houve um sucesso em vendas.</p>
<p>O império do grupo Silvio Santos consegue faturar com a Jequiti o dobro da taxa registrada pelo setor de cosméticos brasileiros. A empresa cresce aproximadamente 20% ano. Tanto que em 2015, foi relançado o carnê do Baú da Felicidade- Jequiti onde as pessoas realizam o pagamento como crediário e trocam por produtos da marca. Hoje, a Jequiti é uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil.</p>
<p>Passados os anos de crise, o Grupo Silvio Santos segue em alta no mundo dos negócios. Tudo isso deve-se ao espírito empreendedor e persistente de Senor Abravanel. Hoje, a companhia chega a faturar 6 bilhões de dólares com um superávit aproximado de 800 milhões de dólares.</p>
<h2 id="o-empreendedorismo-na-televisao">O empreendedorismo na televisão</h2>
<p>Silvio Santos iniciou a sua carreira na televisão no ano de 1961. Seu primeiro programa foi chamado de Vamos Brincar de Forca que mais tarde se tornaria o famoso “Programa Silvio Santos”. Como empresário de sucesso, o apresentador decidiu organizar a sua própria emissora de TV.</p>
<p>O projeto foi concretizado em 1975 a partir de um investimento inicial de mais de 10 milhões de dólares. Surgiu então a chamada TVS que em sua fundação contava com cerca de 13 mil funcionários. Em 1981, Silvio Santos mais uma vez expandiu os seus negócios. Ele ganhou a concessão de mais quatros canais que hoje formam o Sistema Brasileiro de Televisão. Toda a sua popularidade e carisma abriu as portas para a carreira política. Ele participou das campanhas presidenciáveis em 1989. Porém a sua candidatura foi impedida judicialmente em virtude de o apresentador ser dono de uma rede de TV.</p>
<p>Por muitos anos, Silvio Santos tem persistido o seu investimento no seu canal de televisão. O SBT é uma das maiores ferramentas que o empresário utiliza para vender os seus produtos. Com o seu elevado carisma e persistência nos negócios, o ex-camelô conseguiu se tornar um dos homens mais ricos do país.</p>
<h2 id="um-empreendedor-de-garra">Um empreendedor de garra</h2>
<p>De fato, Senor Abravanel mostra ao Brasil ser um exemplo de empreendedorismo. Ele conseguiu construir todo o império do Grupo Silvio Santos graças a sua garra e força de vontade de querer vencer. E mais ainda prova que é possível resistir as crises econômicas e financeiras que o mercado impõem. Com o seu modelo de negócio, ele afirma que se faz necessário explorar os mais diversos nichos de mercado e sempre estar aberto a todas as oportunidades.</p>
<p>Por isso, podemos dizer que ser um <a href="https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/">empreendedor de sucesso</a> pode ser possível. Embora, Silvio Santos carregue os seus 84 anos continua firme na gestão dos seus negócios. O que nunca lhe faltou foi coragem e ideias brilhantes nesses 70 anos de trabalho. Em uma das suas entrevistas em comemoração ao aniversário da sua empresa, o empreendedor deixou claro que apenas conseguirá atingir os seus objetivos aquele que souber enfrentar os desafios e não sonhar demasiadamente. Para ele, todas as coisas são difíceis e devem ser lutadas com garra.</p>
<h2 id="veja-uma-entrevista-com-o-silvio-santos">Veja uma entrevista com o Silvio Santos</h2>
<figure><a href="https://youtu.be/CTOaajZX-qo" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-CTOaajZX-qo.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Empreendedores de Sucesso: Camila Farani</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-camila-farani/</link>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 10:00:34 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Camila Farani, 35 anos, especialista na área do empreendedorismo feminino e um dos principais nomes do investimento-anjo no Brasil.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está cheio de <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">empreendedores</a> que trilharam caminhos longos e de sucesso. Mesmo com todas as dificuldades da área, seja na forma de investir, para reconhecer os melhores sócios e ideias ou a paciência para esperar os momentos certos de agir, os empreendedores têm ganho cada vez mais espaço no país. Uma delas é Camila Farani.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/5QZDoc4ER6W6CUhwTD25QL?si=4b65689010264528" rel="noopener">Ver no Spotify</a></p>
<h2 id="quem-e-camila-farani">Quem é Camila Farani</h2>
<p><strong>Camila Farani</strong>, 35 anos, é especialista na área do <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedorismo-feminino-quais-os-principais-desafios-das-mulheres/">empreendedorismo feminino</a> e um dos principais nomes do investimento-anjo no Brasil.</p>
<p><em>Mas o que é investimento-anjo?</em> É o investimento realizado por pessoas físicas, com capital próprio, em empresas startup com grande potencial de desenvolvimento.</p>
<p>Investidores-anjo costumam reunir algumas características, como experiência na área de empreendedorismo, de forma que possam agregar em conhecimento e orientação aos empresários. Além disso, eles possuem uma posição de conselheiro em vez de uma posição executiva na empresa.</p>
<p>Também é comum que investidores anjo obtenham uma participação minoritária nos negócios. Camila se tornou conhecida por trabalhar com investimento-anjo feminino, mas ela também possui outros cargos e especialidades.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/camila-farani.jpg-1600.webp" alt="" width="1600" height="900"></p>
<h3 id="cargos-e-especialidades-de-camila-farani">Cargos e especialidades de Camila Farani</h3>
<ul>
<li>
<p>Co-fundadora da boutique de startups no Rio de Janeiro, a Lab22;</p>
</li>
<li>
<p>Ela é presidente de um dos primeiros grupos de investimento-anjo do Brasil, o Gávea Angels;</p>
</li>
<li>
<p>Já foi diretora do Grupo Mundo Verde, maior rede de produtos orgânicos da América Latina;</p>
</li>
<li>
<p>Co-fundadora do Mulheres Investidoras Anjo (MIA), primeiro grupo de mulheres investidoras nessa modalidade no Brasil;</p>
</li>
<li>
<p>Ex-Membro do Conselho de Jovens Empresários na FIESP e na FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro);</p>
</li>
<li>
<p>Consultora da FIRJAN;</p>
</li>
<li>
<p>Formou-se em Direito e possui MBA em Marketing pela PUC-RJ, especializada em High Growth Business pela Babson College e Customer Development em Stanford;</p>
</li>
<li>
<p>Já presidiu o Conselho de Pequenas e Médias Empresas da Associação Comercial do Rio de Janeiro;</p>
</li>
<li>
<p>Fundadora e diretora do Grupo BOXX, que oferece soluções de alimentação para o varejo;</p>
</li>
<li>
<p>Especialista em lideranças femininas pelo Smith's College Executive Education for Women e pela Fundação Dom Cabral;</p>
</li>
<li>
<p>Uma das três finalistas do Prêmio Revista Claudia Mulher de Negócios 2014;</p>
</li>
<li>
<p>Vencedora do Prêmio Barão de Mauá – Jovem Empresária 2013, promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro;</p>
</li>
<li>
<p>Colaboradora de artigos para Exame.com;</p>
</li>
<li>
<p>Palestrante em diversos eventos e empresas como Google, Fundação Dom Cabral, Microsoft, Firjan, Fiesp e outros;</p>
</li>
<li>
<p>Embaixadora do Facebook com a campanha #ElaFazHistoria, focando no empoderamento de mulheres;</p>
</li>
<li>
<p>Embaixadora da Rede Mulher Empreendedora.</p>
</li>
<li>
<p>Participante do elenco do reality show <a href="https://br.sonychannel.com/series/shark-tank-brasil" rel="noopener">Shark Tank Brasil</a></p>
</li>
<li>
<p>Professora de Pós-Graduação em Plano de Negócios, Inovação e Empreendedorismo, da FGV, ministrando aulas em todo o país.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.egestor.com.br/crescimento-empresarial?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Banner_GuiadeCrescimentoEmpresarialCalltoAction.png-762.webp" alt="Ebook Crescimento Empresarial" width="762" height="142"></a></p>
<h2 id="como-camila-farani-chegou-onde-chegou">Como Camila Farani chegou onde chegou</h2>
<p>A empresária começou a trabalhar aos 16 anos em uma empresa familiar de alimentação, gerida pela mãe. Ao longo dos anos, ela foi se capacitando mais e mais, até chegar ao ponto de sugerir uma introdução de um novo produto na cafeteria da mãe: o café gelado. Ela ofereceu um acordo de aumento de 30% no lucro da empresa em troca de um percentual de sociedade. Então, aos 21 anos, Camila Farani já tinha sua primeira sociedade.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/SlT4w8R49ZE" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-SlT4w8R49ZE.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<p>Com o lucro crescendo, logo a empresa familiar pôde começar a abrir uma, duas e mais franquias. Então, Camila percebeu que a demanda estava se alterando; as pessoas procuravam cada vez mais por alimentação saudável agora. Novamente, ela sugeriu uma inovação à mãe, e começou a pesquisar formas de introduzir a alimentação saudável nos negócios.</p>
<p>Como essa foi uma época de muito sucesso para iogurterias, tanto Camila Farani quanto o arquiteto com quem ela trabalhava acabaram sendo influenciados. Sendo assim, a nova loja ficou com uma aparência de sorveteria, nas cores branco e lilás. Não deu muito certo para conseguir os clientes que ela desejava. Então ela fez um reposicionamento da loja: alterou o que precisava ser alterado e em quatro meses de operação, já tinha fila na porta.</p>
<h3 id="mundo-verde">Mundo Verde</h3>
<p>Dois meses depois, o então presidente do Grupo Mundo Verde contatou Camila para dizer que tinha interesse em trabalhar em um projeto similar ao que ela estava criando. Com isso, foi apresentado duas opções para a empresária: se unir ao projeto ou ser engolida viva por ele. Aconselhada pela mãe e pelo marido, ela escolheu participar da iniciativa e se uniu ao Mundo Verde, onde ficou por um ano e meio. Ela própria escolheu se afastar, após descobrir sobre o investimento-anjo.</p>
<p>Camila Farani fundou, então, o <a href="http://www.mulheresinvestidoras.net/" rel="noopener">MIA</a> (Mulheres Investidoras Anjo), com a intenção de capacitar, sensibilizar e investir em mulheres para que elas se integrassem mais no mercado do investimento-anjo. Dessa forma, empresárias, especialmente as que trabalhavam com produtos destinados ao público feminino, teriam um apoio mais específico e engajado, tanto financeiramente, como em experiência e conselhos.</p>
<h2 id="execucao-a-formula-do-empreendedorismo">Execução: A fórmula do Empreendedorismo</h2>
<p>Camila acredita que não há mesmo uma escola para ser empreendedora. "O que me motiva é o poder da realização, e a realização vem com a execução".</p>
<p>Sua vontade de ajudar e inspirar é clara não só para quem acompanha de perto seus investimentos, mas para todo o Brasil, graças à sua participação no programa <strong>Shark Tank Brasil.</strong></p>
<p>O Shark Tank é um reality show de origem americana. Também foi veiculado no Brasil pelo canal Sony, que visa dar apoio a boas ideias. Nele, um elenco selecionado de investidores se dispõe a dar a ajuda financeira necessária aos pequenos empreendedores - desde que eles sejam convencidos de suas ideias. O nome vem do fato dos investidores serem "tubarões" dos negócios, coisa que Camila Farani com certeza é. No programa, além dela, estão também presentes <a href="https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-carlos-wizard/">Carlos Wizard</a> (ex-presidente do grupo Multi Educação e presidente atual do grupo Mundo Verde), João Appolinário (fundador da Polishop), Cris Arcangeli (pioneira no ramo de cosméticos), Robinson Shiba (dono da rede China In Box) e Sorocaba (da dupla sertaneja Fernando &amp; Sorocaba).</p>
<p>Ademais da presença no reality show, Camila Farani também realiza palestras por todo o país, tendo palestrado para mais de 30 mil pessoas ao longo de sua carreira. Ela faz apresentações sobre diversos assuntos, como inovação, empreendedorismo feminismo, <a href="https://blog.egestor.com.br/intraempreendedorismo-x-empreendedorismo-saiba-a-diferenca-entre-eles/">intraempreendedorismo</a> e, claro, investimento-anjo. Entre seus muitos clientes, os mais notáveis são o Facebook, o Sebrae, o Fiesp e a Harvard Business Review.</p>
<p>Gostou da história de Camila Farani? Que tal começar a pensar em se tornar um empreendedor?</p>
<p><a href="https://egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Jeff Bezos: Empreendedores de Sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-jeff-bezos/</link>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2020 10:00:05 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Jeff Bezos é um dos empresários mais bem-sucedidos da atualidade. Aqui, contamos a história da sua vida e como a Amazon começou. Confira!</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jeff Bezos</strong> é um dos empresários mais bem-sucedidos da atualidade. Com sua visão inovadora e sua filosofia que prioriza o cliente e estabelece objetivos de longo prazo, construiu um império, ganhou reconhecimento mundial e se tornou um dos homens mais ricos do mundo. É também um grande proprietário de terras no Texas, estado conhecido por suas reservas de petróleo.</p>
<p>Além de empreendedor, é engenheiro, investidor e filantropo. Sua história de sucesso tem origens humildes, mas foge da narrativa tradicional dos empresários que fizeram sucesso após largar a universidade e ir para o Vale do Silício. Ele se formou na faculdade, teve uma carreira de sucesso, mas soube identificar uma oportunidade única e não teve medo de investir nela. Traçou uma estratégia – é bastante metódico e gosta de ordem – e tratou de colocar em prática.</p>
<p>Ousado, Jeff Bezos gosta de revolucionar. Entretanto, também é bastante sistemático e acredita em trabalho duro, sendo reconhecido como alguém difícil de trabalhar, segundo seus funcionários. Sua história como <a href="https://blog.egestor.com.br/descubra-como-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/">empreendedor de sucesso</a> começa com a criação da <a href="https://www.amazon.com.br/" rel="noopener">Amazon</a>, da qual também é CEO, maior varejista online do mundo, mas vai muito além.</p>
<figure><a href="https://youtu.be/eEVbZbWkHiM" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-eEVbZbWkHiM.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<h2 id="familia-de-jeff-bezos">Família de Jeff Bezos</h2>
<p>Seus familiares incentivaram seu potencial desde quando Jeff era novo, e se tornaram parte importante de seus empreendimentos e de sua ascensão. Com destaque especial para sua esposa. Ela foi sua parceira direta no início da <a href="https://www.amazon.com.br/" rel="noopener">Amazon</a>. Mas também, a seus pais, que chegaram a investir uma quantia considerável no negócio do filho (300 mil dólares). Não é à toa que até hoje sua família ainda detém boa parte das ações da Amazon.</p>
<p>Hoje conhecido como Jeff Bezos, nasceu em Albuquerque, no Novo México (EUA), em 12 de janeiro de 1964, com o nome de Jeffrey Preston Jorgensen. Na época, sua mãe, Jacklyn, era adolescente e seu pai, Ted, um artista de circo. Ele acabou abandonando a esposa e o filho após um casamento de pouco mais de um ano. Assim, quando Jeffrey tinha 4 anos de idade, Jacklyn se casou novamente. Agora, com Miguel Bezos, um cubano que imigrou para os Estados Unidos sozinho quando tinha 15 anos e que se esforçou para concluir seus estudos na Universidade de Albuquerque.</p>
<p>Quando sua mãe se casou com Miguel, a família foi morar em Houston, no Texas, onde Miguel passou a trabalhar como engenheiro na Exxon. O padrasto cubano adotou Jeff, que desde então adotou o seu sobrenome, substituindo Jorgensen por Bezos. Então, Jeff Bezos nunca mais manteve contato com seu pai biológico.</p>
<h2 id="adolescencia-de-jeff-bezos">Adolescência de Jeff Bezos</h2>
<p>Posteriormente, durante a sua adolescência, a família Bezos se mudou para Miami, na Flórida, onde Jeff passou a estudar na Miami Palmetto Senior High School. Foi nesse período que participou do Programa de Formação Científico Estudantil na Universidade da Flórida, feito que o fez receber, em 1982, uma medalha de Cavaleiro.</p>
<p>Jeff Bezos, aliás, demonstrou desde muito cedo sua capacidade intelectual, sua competitividade e seus interesses. Quando tinha apenas 12 anos chegou a desenvolver um sistema matemático para avaliar o desempenho dos docentes da 6ª série. Também demonstrou aptidão com mecânica desde cedo, tendo desmontado seu berço usando uma chave de fenda. Transformou a garagem dos pais numa espécie de laboratório, onde explorava seus variados interesses científicos.</p>
<p>Sua paixão por computadores surgiu quando cursava o segundo grau. Além de se destacar nos estudos e participar de inúmeras atividades escolares, foi também o orador da turma ao se formar. Um dos seus professores afirmou na época que ele poderia fazer o que quisesse se tivesse o mínimo de orientação.</p>
<p>A família de sua mãe estava entre os primeiros colonos do Texas. Isso permitiu que a família adquirisse uma fazenda de 25 mil acres em Cotulla ao longo das décadas. Assim, o fundador da Amazon passou boa parte dos verões quando criança e durante a juventude na fazenda de seu avô materno. Esse, foi diretor regional da Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos e se aposentou cedo do cargo e mudou-se para cuidar da propriedade da família no sul do Texas. Lá ele aprendeu com o avô que é preciso ser autossuficiente, resolver o que é necessário, fazer você mesmo.</p>
<h3 id="universidade">Universidade</h3>
<p>Após se formar no colégio, entrou para a Universidade de Princeton pensando em estudar Física. Mas, seu interesse por computadores prevaleceu e acabou se graduando em Engenharia Elétrica e Ciências da Computação, em 1986. Em Princeton, chegou a ocupar o cargo de presidente da instituição Estudantes pela Exploração e Desenvolvimento do Espaço. Também entrou para as sociedades Phi Beta Kappa e Tau Beta Pi.</p>
<h2 id="universidade-e-mercado-de-trabalho">Universidade e mercado de trabalho</h2>
<p>Ao se formar no ensino superior, foi trabalhar em Wall Street, já que naquela época a informática começou a se destacar e a ser usada cada vez mais para avaliar as tendências do mercado. Trabalhou também na Fitel, que na época estava construindo uma rede para realizar comércio internacional, e no Bankers Trust.</p>
<p>Outro emprego de Jeff Bezos foi numa empresa de investimentos, a D.E. Shaw &amp; Co., que tinha como especialidade desenvolver aplicações para o mercado de ações. Assim, nessa empresa ele conheceu sua esposa Mackenzie, também ex-aluna de Princeton e que no futuro o ajudaria a tornar a Amazon realidade. Os dois se casaram em 1993 e atualmente têm 4 filhos.</p>
<p>Na D.E. Shaw &amp; Co. Bezos foi promovido rapidamente e se tornou vice-presidente sênior. Com uma reputação e uma carreira consolidadas na área de finanças e um futuro brilhante no setor, Jeff teve uma ideia que mudaria sua vida e de sua família, e que o fez largar a segurança profissional conquistada e arriscar tudo.</p>
<h2 id="amazon-uma-ideia-revolucionaria">Amazon, uma ideia revolucionária</h2>
<p>Com 30 anos, Jeff Bezos resolveu largar sua vida confortável e estável em Nova York e se mudar para a costa oeste para dar seguimento a uma ideia que teve. Afinal, era lá onde as startups de internet estavam começando a aparecer. Era 1994 e ele havia percebido que a utilização da internet estava aumentando exponencialmente.</p>
<p>Foi assim que percebeu uma nova oportunidade de negócios e passou a avaliar as possibilidades existentes. Ele pesquisou quais eram os 20 negócios de maior sucesso de entregas por catálogos através de e-mail, prática comum naquela época nos Estados Unidos, e refletiu sobre qual deles poderia ser feito de forma mais eficiente pela internet do que nas vias tradicionais. Então, notou que não existia um catálogo global para livros, devido ao tamanho imenso que resultaria, impossibilitando o envio de e-mails. Assim, percebeu que poderia investir em uma livraria online.</p>
<p>Assim que teve a ideia que mudaria sua vida, foi para Convenção Americana de Livreiros, em Los Angeles, se aprofundar no mercado de livros. Lá, ele descobriu que as maiores editoras já possuíam arquivos eletrônicos dos seus estoques, era necessário apenas criar um site reunindo esses dados, permitindo que as pessoas pudessem procurar no estoque disponível e efetuar seu pedido. Em 1994, durante uma viagem que fez de Nova Iorque para Seattle, ele escreveu o plano de negócios da Amazon.</p>
<h2 id="montando-a-amazon">Montando a Amazon</h2>
<p>Apesar dos riscos, ele e Mackenzie decidiram seguir em frente e mudar para Seattle, em Washington. A escolha da cidade foi estratégica: livre de impostos estaduais e com preços imobiliários e de mão-de-obra mais acessíveis, também era a sede da Ingram, uma das maiores distribuidoras de livros. Por isso, até hoje a empresa mantém sua sede na cidade. Essas vantagens fizeram com que ele pudesse construir um grande e discreto complexo, que poderia ter sua fachada confundida com um centro de pesquisa, já que nela há apenas uma simples placa.</p>
<p>Assim, definido o negócio e o local, encontrou um imóvel com aluguel abaixo de 700 dólares (equivalente a cerca de 2500 reais nos dias de hoje) e instalou ali a Amazon, em um espaço de 500 metros quadrados, sem nenhuma mobília. O site foi lançado em junho de 1995, e oferecia livros, CDs, brinquedos e eletrônicos. O casal trabalhou muito durante dois anos, empacotando as encomendas e levando-as para uma agência dos correios para serem enviadas.</p>
<p>Defensor de uma política de descontos agressiva, Jeff Bezos viu sua estratégia funcionar e o negócio deslanchar rapidamente. A Amazon fez tanto sucesso em seus meses iniciais que Jerry Yang, um dos fundadores da Yahoo, entrou em contato com Jeff Bezos para sugerir que eles incluíssem em uma das páginas do site a Amazon.com. Jeff topou e as vendas da sua empresa triplicaram após se tornarem parte da lista de um dos maiores portais da época. Assim maio de 1997, fez a abertura de capital da Amazon na Nasdaq.</p>
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<h2 id="como-funciona-a-amazon">Como funciona a Amazon</h2>
<p>Na Amazon a frugalidade é a regra, não existem excessos. Com algumas exceções, não são feitas viagens na classe executiva. A decoração é simples e séria, e o refeitório não é de graça. Não existem espaços para relaxar na empresa e eles não oferecem massagens aos funcionários, práticas comuns em outras gigantes da internet. Talvez por isso, Jeff Bezos não seja tão querido por seus funcionários. Sua personalidade forte e a dificuldade em trabalhar com ele também são citadas como pontos negativos pela equipe. Entretanto, seu modelo de negócios se mostrou bastante eficaz. O empresário gosta de ordem e classifica seus funcionários em 12 níveis, sendo o 1 aqueles que movem as mercadorias nos depósitos e o 12 exclusivamente seu. Durante 8 anos abriu mão dos seus lucros na empresa – ele acredita em uma gestão a longo prazo.</p>
<p>Ao longo dos anos, diversificou muito os produtos oferecidos pela Amazon, seguindo a ideia de ter um site que pudesse oferecer de tudo, como o maior shopping online do mundo. Oferece, inclusive, produtos de preço baixo e de marca própria, a Amazon Basics. Embora não seja muito divulgada, a marca oferece artigos como pilhas, carregadores, cabos e capas, entregues apenas com as instruções, sem caixas. O objetivo é a eficácia, é oferecer produtos baratos, mas que sejam vendidos em um volume tão grande que as pequenas margens de lucros somadas se tornem significativas.</p>
<h2 id="inovacoes-de-jeff-bezos">Inovações de Jeff Bezos</h2>
<p>Outra de suas sacadas geniais, que hoje é comum em sites de compras, mas que durante anos foi exclusividade da Amazon, são as compras feitas com apenas um clique. Ele percebeu que essa estratégia simplificaria o processo para o consumidor e patenteou a ideia antes mesmo de fundar a empresa. Como sempre, Jeff Bezos prioriza as necessidades e a experiência do cliente. Inclusive, incentiva seus funcionários a passarem um tempo nos centros de atendimento ao cliente e nos depósitos e recebe até hoje e-mails dos clientes, encaminhando os que considera mais importantes para os responsáveis dos setores.</p>
<p>A Amazon também revolucionou o mercado editorial ao lançar o Kindle, um leitor eletrônico de livros, em 2007. Mesmo pensando na digitalização de livros há uma década, foi só após o lançamento do iPod, em 2004, que Jeff Bezos resolveu investir na ideia, como forma de proteger o seu negócio. O objetivo era criar um leitor digital leve, simples e com conexão sem fio. Outra de suas exigências em relação ao Kindle é que o aparelho deveria ser lançado com uma biblioteca que oferecesse 100 mil títulos digitais.</p>
<h2 id="blue-origin-o-sonho-do-espaco">Blue Origin, o sonho do espaço</h2>
<p>Jeff Bezos é fascinado pela investigação aeronáutica, e fundou no ano 2000 a Blue Origin, uma empresa privada de exploração espacial com sede em Kent, Washington (EUA). Segundo ele, a startup tem um objetivo filantrópico: desenvolver aeronaves reutilizáveis para tornar as viagens espaciais mais acessíveis e levar milhões de pessoas para morar e trabalhar no espaço.</p>
<p>Jeff Bezos manteve a Blue Origin em segredo durante anos; foi só em 2006 que se tornou pública, após uma compra de terras no oeste do Texas, onde seriam construídas instalações para testes e lançamentos.</p>
<p>Em abril de 2015 a empresa fez o seu primeiro voo experimental no Texas, sendo bem-sucedida. Já em janeiro de 2016, a Blue Origin obteve sucesso no lançamento e aterrissagem de um foguete pela segunda vez, feito em Cabo Canaveral, na Flórida. Apesar dos testes bem-sucedidos, Jeff Bezos sabe que seu projeto deve levar bastante tempo para ser concluído. Mas ele está acostumado a trabalhar com objetivos de longo prazo e está disposto a continuar investindo pesado para que qualquer um possa "explorar" e viver no espaço.</p>
<p>Em uma entrevista, o empreendedor, hoje com 53 anos, contou que foi durante a infância, ao ver foguetes na televisão, que se encantou pela exploração espacial e que imaginava que atualmente nós já fossemos capazes de passear por todo o sistema solar. Para ele, a fortuna que fez com a Amazon torna possível seguir sua paixão pelo espaço. Seu objetivo é fazer com que qualquer pessoa possa fazer viagens comerciais pelo cosmos, além de colonizar o espaço.</p>
<h2 id="a-visao-de-jeff-bezos">A visão de Jeff Bezos</h2>
<p>Jeff Bezos tem uma personalidade peculiar. Na infância, teve seu perfil traçado em um livro sobre crianças superdotadas. Embora não agrade a todos com seu jeito de ser, sua visão inovadora e revolucionária é reconhecida mundialmente. Algumas de suas principais ideias são:</p>
<ul>
<li>Trabalhar duro faz parte da trajetória para alcançar o sucesso;</li>
<li>O cliente é o centro de tudo, é preciso ouvir o que ele tem a dizer e orientar as ações para atender as suas expectativas e necessidades;</li>
<li>Uma empresa deve ser orientada a longo prazo (pode gerar perda de lucro no início, mas os resultados a longo prazo compensam, pois preços baixos ajudam a conquistar a confiança dos clientes), pensar no futuro;</li>
<li>É preciso gostar de inventar;</li>
<li>Autossuficiência é uma vantagem; é preciso saber se virar sozinho. De há um problema para resolver, resolva;</li>
<li>É preciso ter pés no chão;</li>
<li>Manter o espírito de pioneirismo;</li>
<li>Observar a concorrência e absorver aquilo que ela faz melhor do que você é fundamental (sua política de preços baixos teve inspiração direta nas campanhas do Walmart);</li>
<li>Evitar gastos desnecessários (frugalidade);</li>
<li>Considerar sempre que você está começando – um de seus lemas é “Still day one” (ainda é o primeiro dia, em português) e pode ser visto reproduzido nas paredes e elevadores da Amazon;</li>
<li>Gestores devem ser missionários e não mercenários; ou seja, um empreendedor ou gestor de sucesso não pode ser orientado apenas pelo sucesso e pelos lucros (mercenário), é preciso ser apaixonado pelo que faz (missionário), isso acaba gerando melhores resultados no futuro, inclusive nos lucros.</li>
</ul>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/jeff-bezos-a-historia-do-homem-mais-rico-do-mundo-1-scaled-1.jpg-2000.webp" alt="" width="2000" height="1334"></p>
<h2 id="fortuna-fama-e-influencia">Fortuna, fama e influência</h2>
<p>Seus negócios extremamente bem-sucedidos tornaram Jeff Bezos um homem poderoso, com grande influência na área de negócios, comércio online e inovações tecnológicas. Alguns prêmios e conquistas reconhecendo o seu sucesso incluem:</p>
<ul>
<li>Eleito a Pessoa do Ano em 1999 pela revista americana Time;</li>
<li>Em 2008 foi selecionado como um dos melhores líderes da América pela U.S. News &amp; World Report;</li>
<li>No mesmo ano recebeu o título de doutor honorário em Ciência e Tecnologia da Universidade Carnegie Mellon;</li>
<li>Ganhou um prêmio de inovação (Innovation Award) da revista The Economist em 2011, juntamente com Gregg Zehr, pela criação do dispositivo Kindle;</li>
<li>Em 2012 foi 32º homem mais rico do mundo de acordo com a revista Forbes, tendo um patrimônio estimado de mais de 18 bilhões de dólares;</li>
<li>Também foi nomeado Empreendedor do Ano pela revista Fortune em 2012;</li>
<li>Em 2014, foi o melhor CEO do mundo, de acordo com a Harvard Business Review;</li>
<li>Em outubro de 2016, se tornou a 3ª pessoa mais rica do mundo, segundo a Forbes, com uma fortuna estimada em 72 bilhões de dólares;</li>
<li>Apareceu durante 3 anos seguidos na lista da Fortune dos 50 maiores líderes do mundo, tendo liderado a lista em 2015.</li>
</ul>
<p>Sua figura é tão relevante no cenário atual que chegou a participar do filme Star Trek - Sem Fronteiras (Star Trek Beyond, no original), interpretando um oficial alienígena da Frota Estelar. Depois, participou também da Comic-Con em San Diego com o elenco do longa.</p>
<h3 id="outros-investimentos">Outros investimentos</h3>
<p>Além do seu maior empreendimento, a Amazon, e da empresa que contempla seu interesse espacial, a Blue Origin, Jeff Bezos também foi um dos primeiros investidores do Google. Ele investiu 250 mil dólares em 1998. Esse investimento resultou em pouco mais de 3 milhões de ações da empresa, que em 2009 já valiam quase 3 bilhões de dólares.</p>
<p>Seu investimento mais inusitado veio em 2013, ao comprar um dos mais tradicionais jornais americanos, o The Washington Post, por 250 milhões de dólares em dinheiro. Ele não envolveu a Amazon no negócio, que para ele era um território desconhecido e precisaria de experimentos. As mudanças implementadas por Jeff Bezos, principalmente na orientação da empresa aos dados e às mudanças tecnológicas, deram novo fôlego ao jornal, que viu as visitas na sua versão online crescerem cerca de 3 vezes, ganhando novamente espaço no mercado.</p>
<p>Também participou da criação de dezenas de outras empresas, como o Behance e o Uber.</p>
<h2 id="filantropia">Filantropia</h2>
<p>Nos últimos anos, Jeff Bezos e sua esposa tem dedicado parte do seu tempo e fortuna à filantropia, apoiando diversas causas. Em julho de 2012, o casal fez uma doação de 2 milhões e meio de dólares para apoiar o referendo do casamento gay em Washington, que acabou sendo aprovado.</p>
<p>Entre os projetos que criaram e/ou apoiam podemos citar:</p>
<ul>
<li>Recuperação de dois motores Saturn V encontrados no fundo do Oceano Atlântico, que em julho de 2013 foram identificados como parte do estágio S-1C da missão Apollo 11.</li>
<li>Doação de 42 milhões de dólares para o primeiro protótipo em escala real do Relógio do Longo Agora, um relógio mecânico projetado para funcionar por 10 mil anos.</li>
<li>Doação de 10 milhões de dólares para o Centro Bezos para a Inovação do Museu de História e Indústria de Seattle.</li>
<li>Fundação da Bezos Family Foundation, instituição privada fundada pelo casal Bezos com foco na educação de jovens e crianças.</li>
<li>Doação de 15 milhões de dólares para o Centro Bezos para Dinâmicas do Circuito Neural, no Instituto de Neurociência de Princeton.</li>
<li>A Bezos Family Foundation doou 10 milhões de dólares em 2009 e 20 milhões de dólares em 2010 para o Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson.</li>
</ul>
<figure><a href="https://youtu.be/MCyYNUh24wA" rel="noopener" title="Assistir ao vídeo no YouTube"><img src="https://blog.egestor.com.br/media/embeds/youtube-MCyYNUh24wA.jpg" alt="Assistir ao vídeo no YouTube"></a></figure>
<p>Jeff Bezos também fez uma doação no valor de 800 mil dólares para a Worldreader, que leva e-books para pessoas de 53 países em desenvolvimento. Essa instituição foi fundada em 2010 por um ex-funcionário da Amazon, e até hoje já atingiu mais de 5 milhões de leitores no mundo todo.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Robert Kiyosaki: Empreendedores de sucesso</title>
      <link>https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-robert-kiyosaki/</link>
      <guid isPermaLink="true">https://blog.egestor.com.br/empreendedores-de-sucesso-robert-kiyosaki/</guid>
      <pubDate>Mon, 10 Feb 2020 10:00:12 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Gabrielly Vizzotto Cruz]]></dc:creator>
      <category>Livros e biografias</category>
      <description>Conheça a trajetória de Robert Kiyosaki, as ideias do livro Pai Rico, Pai Pobre e as críticas ao seu método de educação financeira.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Autor de mais de 30 livros, empresário e investidor: esse é <strong>Robert Kiyosaki</strong>. Ele é o autor do best-seller "Pai Rico, Pai Pobre" e é responsável por ensinar toda uma geração a lidar melhor com o próprio dinheiro.</p>
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<p>Neste artigo, você vai conhecer a trajetória de Kiyosaki, entender as ideias por trás de seus principais livros e ver por que sua obra também é alvo de críticas dentro do mercado financeiro.</p>
<h2 id="quem-e-robert-kiyosaki">Quem é Robert Kiyosaki?</h2>
<p>Robert Kiyosaki é um empresário nascido no Havaí em 1947. Seu sonho era viajar o mundo e conhecer outros mercados e, para isso, formou-se pela Academia da Marinha Mercante dos Estados Unidos. Essa formação rendeu-lhe um emprego na Standard Oil Company, uma das maiores petrolíferas da época.</p>
<p>Com o desmantelamento da empresa, Kiyosaki passou a integrar o Corpo de Fuzileiros Navais e foi enviado à Guerra do Vietnã, onde serviu até 1974 estudando técnicas de liderança de tropas. Ao retornar aos Estados Unidos, entrou para o quadro de funcionários da Xerox, onde aprendeu técnicas de vendas que usaria mais tarde em sua carreira como empresário.</p>
<p>Com os conhecimentos adquiridos, fundou a Cash Flow Technologies, tornando-se um empresário e investidor muito conhecido e importante. Mas o que realmente projetou seu nome foi a carreira como escritor: Kiyosaki é autor de mais de 30 livros, e "<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550801488/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550801488&amp;linkId=2f0c4a9869c85f56e3f1b3ba8c563765" rel="noopener">Pai Rico, Pai Pobre</a>" se tornou sua principal marca. As vendas de suas obras somam mais de 41 milhões de cópias, com tradução para 40 idiomas e circulação em mais de 40 países.</p>
<p>Kiyosaki defende que a educação financeira deveria fazer parte da grade escolar tradicional em todo o mundo, por acreditar que esse é um conhecimento que precisa ser desenvolvido desde cedo. A partir desse princípio, criou jogos de tabuleiro educativos, entre eles o famoso Cash Flow.</p>
<p>Como escritor, também atuou como colunista, participando de textos como "Por que os ricos ficam mais ricos?" e de uma edição especial da coluna "10 Questions" ("10 Perguntas", em tradução livre), da revista <em>Time</em>. Nessas oportunidades, aproveitou para reforçar a importância da educação financeira e incentivar pequenos investidores.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/robert-kiyosaki-investidor-empresario-e-autor-de-pai-rico-pai-pobre-1024x617-1.jpeg-1024.webp" alt="" width="1024" height="617"></p>
<h2 id="as-criticas-ao-metodo-de-kiyosaki">As críticas ao método de Kiyosaki</h2>
<p>Os ensinamentos e as histórias de infância contadas pelo autor em seus livros são alvo de diversos questionamentos. A existência real do "pai rico" que ele descreve é vista com desconfiança por parte de críticos e investidores, e suas recomendações não têm comprovação científica, o que leva parte do mercado a considerar que suas obras carecem de embasamento técnico para orientar decisões financeiras.</p>
<p>Ainda assim, há empresários que afirmam ter alcançado resultados a partir do que aprenderam com Kiyosaki. Para esse público, pouco importa se as histórias de infância são ou não verídicas: o valor está no papel motivacional e didático que os livros cumprem.</p>
<p>Kiyosaki também é criticado por setores mais conservadores, especialmente ao questionar a ideia de que o sucesso financeiro depende necessariamente de um diploma universitário. Para o autor, a base da vida financeira saudável na fase adulta está na educação financeira recebida ainda na escola, algo que, segundo ele, o ensino tradicional não oferece. Por causa dessas divergências, chegou a ser chamado de charlatão por parte de seus críticos.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/61IyVwTrRL.jpg-716.webp" alt="" width="716" height="1000"></p>
<h2 id="pai-rico-pai-pobre-o-livro-que-o-consagrou">Pai Rico, Pai Pobre: o livro que o consagrou</h2>
<p>O principal livro de Robert Kiyosaki foi escrito em coautoria com Sharon L. Lechter, já que o próprio autor reconhece que escrever não é um de seus pontos fortes. Sharon assinou outros 14 livros ao lado de Kiyosaki, todos dentro da franquia "Pai Rico". Além dela, sua esposa, Kim Kiyosaki, coordena a coleção "Mulher Rica".</p>
<p>Lançado em 1997, "Pai Rico, Pai Pobre" tornou-se o primeiro best-seller de Kiyosaki. Nele, os autores defendem que a melhor forma de construir independência financeira é deixar de ser apenas empregado e passar a ser "dono", seja comprando imóveis, seja abrindo o próprio negócio, para gerir ativos que geram renda, em vez de depender exclusivamente de um salário.</p>
<h3 id="a-ideia-central-do-livro">A ideia central do livro</h3>
<p>O foco principal da obra está na diferença entre os conceitos de ativo e passivo para ricos e para pobres. Os ricos consideram ativos os bens que geram renda, como imóveis alugados ou ações, e passivos os bens que geram custo, como carro e casa própria financiados. Já os pobres, segundo o autor, compram bens que se desvalorizam acreditando estar adquirindo ativos. Essa diferença de mentalidade explica, em parte, por que um "pai rico" educa os filhos de forma diferente de um "pai pobre".</p>
<p>Ao abordar temas como inteligência financeira e a forma como empresas podem ser usadas como estrutura de proteção patrimonial, os autores defendem que a independência financeira se mede pelo tempo em que a renda gerada pelos ativos de uma pessoa é capaz de sustentá-la. Se essa renda supera as despesas, a pessoa pode ser considerada financeiramente independente, um raciocínio próximo ao de quem organiza o <a href="https://blog.egestor.com.br/fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> de uma empresa.</p>
<h2 id="as-criticas-ao-livro">As críticas ao livro</h2>
<p>A obra foi amplamente criticada, e algumas de suas recomendações chegaram a ser consideradas arriscadas por outros investidores. Para os críticos, o discurso é motivacional e desperta vontade de mudar de vida, mas deixa poucas orientações concretas sobre como executar esses planos. Questionado sobre a real existência do seu "pai rico", o próprio Kiyosaki chegou a comparar a figura a Harry Potter, sugerindo que, assim como o personagem, ela poderia ser uma metáfora e não uma pessoa real.</p>
<h2 id="robert-kiyosaki-e-donald-trump">Robert Kiyosaki e Donald Trump</h2>
<p>Ao longo da carreira, Kiyosaki escreveu livros em parceria com diversos autores, e dois deles ao lado de Donald Trump, empresário e político americano. O primeiro, "Nós Queremos que Você Seja Rico", foi publicado em 2007; o segundo, "O Toque de Midas", em 2012.</p>
<p>Os dois se conheceram pessoalmente em 2005, durante uma convenção em Chicago, ocasião em que Trump propôs a parceria nos livros. Nas obras, os autores defendem que os principais modelos de investimento do mercado costumam ser voltados a quem já pertence às classes mais abastadas, e discutem caminhos para que outras pessoas também consigam sair da classe média e acumular patrimônio.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Trump-e-Robert.jpeg-678.webp" alt="" width="678" height="452"></p>
<h3 id="outros-livros-de-robert-kiyosaki">Outros livros de Robert Kiyosaki</h3>
<p>Depois do sucesso de "Pai Rico, Pai Pobre", Kiyosaki consolidou a carreira de escritor e lançou dezenas de outros títulos. Entre os principais estão:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535207988/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8535207988&amp;linkId=1da6bcd1a192013d3a9673946c6723e9" rel="noopener"><strong>Independência Financeira: o Guia do Pai Rico</strong> </a>(2001) — explica por que algumas pessoas trabalham menos e ganham mais, e traz dicas para quem busca independência financeira.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550801054/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550801054&amp;linkId=b7bfaa7fddc2de1b4ed0a96b7fb6a74e" rel="noopener">Filho Rico, Filho Vencedor</a></strong> (2001) — ensina como repassar aos filhos a mesma educação financeira que o "pai rico" de Kiyosaki lhe deu.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/rico-guia-investimentos-Robert-Kiyosaki/dp/8550800988/ref=sr_1_1?keywords=Pai+Rico%3A+o+guia+de+investimentos&amp;qid=1574684683&amp;sr=8-1" rel="noopener">Pai Rico: o Guia de Investimentos</a></strong> (2002) — mostra as diferenças entre os investimentos feitos por ricos e por pobres.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550800945/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550800945&amp;linkId=5428f9d54e8f2c0095c36143b22299ee" rel="noopener">Aposentado Jovem e Rico</a></strong> (2002) — defende que aposentar-se cedo depende mais da atitude com o dinheiro do que do plano de previdência escolhido.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550800953/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550800953&amp;linkId=91b670c6c3d8858bd0ba02bd9aee19ba" rel="noopener">Profecias do Pai Rico</a></strong> (2003) — discute as falhas nos sistemas de aposentadoria e como se precaver diante delas.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550801917/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550801917&amp;linkId=7420bbdf2045c79effedcad290ff14b8" rel="noopener">Histórias de Sucesso do Pai Rico</a></strong> (2003) — reúne relatos de leitores que aplicaram os ensinamentos dos livros anteriores.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535213597/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8535213597&amp;linkId=b94bb65e0d56e927cd8f0046ab8e7e39" rel="noopener">Como Ficar Rico sem Cortar os Cartões de Crédito</a></strong> (2004) — mostra como usar o crédito a favor das finanças pessoais.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550801224/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550801224&amp;linkId=8f4d1607c93bc4d79a684409d68e5c01" rel="noopener">Pai Rico, Pai Pobre: Para Jovens</a></strong> (2004) — versão voltada a quem está terminando o ensino médio.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8550801011/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=egestor-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=8550801011&amp;linkId=cef80796c27a3a635fc96093edf6bd4f" rel="noopener">Quem Mexeu no Meu Dinheiro?</a></strong> (2004) — traz estratégias para obter retornos acima da média sem assumir riscos excessivos.</li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/Empreendedor-Rico-Pr%C3%A1ticas-Sucesso-Pr%C3%B3prio/dp/8550800937/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=15GETIDZ2X962&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.xEcZJ7fVI4TZwWambj5KjMM6NTrVyQwWVZwp3eAJu5E.uO2IQP3gBPqbQi8NcKAcdL9_wGK-AQ7vH0jGlC_gfvs&amp;dib_tag=se&amp;keywords=Empreendedor+Rico%3A+10+Li%C3%A7%C3%B5es+Pr%C3%A1ticas+para+Ter+Sucesso+em+Seu+Pr%C3%B3prio+Neg%C3%B3cio+%282005%29&amp;qid=1785423404&amp;s=books&amp;sprefix=empreendedor+rico+10+li%C3%A7%C3%B5es+pr%C3%A1ticas+para+ter+sucesso+em+seu+pr%C3%B3prio+neg%C3%B3cio+2005+%2Cstripbooks%2C192&amp;sr=1-1" rel="noopener">Empreendedor Rico: 10 Lições Práticas para Ter Sucesso em Seu Próprio Negócio</a> (2005) — dicas para perder o medo de empreender.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books?id=LhxJvXrkP34C&amp;dq=Como+comprar+e+vender+empresas+e+ganhar+muito+dinheiro&amp;hl=pt-BR&amp;source=gbs_navlinks_s" rel="noopener">Como Comprar e Vender Empresas e Ganhar Muito Dinheiro</a></strong> (2005) — guia prático sobre negociação na compra e venda de empresas.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/Im%C3%B3veis-investir-ganhar-muito-dinheiro/dp/8535217290/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=3FV99WQ5KHBII&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.wqMIveVNL7rl6nE-O-YBmpE4P-7ZMDl-0NI1tPLkBZslfSuh5YGnDMreQGbcy99g8Nmb8WeORNhqj6l5-CBbK3GsEliuHd1xVdoOp9YB_bwNAo7vF9LFcbtLq1LOusL9QhSZFAqdKFZFnU9zR1ug4_hVUL4lVZohpAU9d-w2oZ-bPAa_yFOKrKyhdNCeBrkVqhh1_zPUH4W-NarYTFfpbQPdtBxbfNVetxi_OttripA.BxUoMcwemCA9o3BFrvUGOjLa3-0690sZojG7KZFsW8E&amp;dib_tag=se&amp;keywords=Im%C3%B3veis%3A+Como+investir+e+ganhar+muito+dinheiro&amp;qid=1785423475&amp;s=books&amp;sprefix=im%C3%B3veis+como+investir+e+ganhar+muito+dinheiro%2Cstripbooks%2C217&amp;sr=1-1" rel="noopener">Imóveis: Como Investir e Ganhar Muito Dinheiro</a></strong> (2005) — orientações para escolher, negociar e avaliar a documentação de um imóvel.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books?id=RMtJISCf6asC&amp;dq=Desenvolva+sua+intelig%C3%AAncia+financeira:+5+estrat%C3%A9gias+para+aumentar+seu+patrim%C3%B4nio&amp;hl=pt-BR&amp;source=gbs_navlinks_s" rel="noopener">Desenvolva sua Inteligência Financeira</a></strong> (2008) — cinco estratégias para entender e aumentar o patrimônio.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books?id=aWyu_gn-cDIC&amp;dq=Irm%C3%A3o+Rico,+Irm%C3%A3+Rica&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiYivWoof_UAhWCWpAKHfSDAV0Q6AEIJjAA" rel="noopener">Irmão Rico, Irmã Rica</a></strong> (2009) — escrito com sua irmã, Emi Kiyosaki, narra histórias reais da infância dos dois.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books/about/O_Segredo_Dos_Ricos.html?id=mCeCtgAACAAJ&amp;redir_esc=y" rel="noopener">O Segredo dos Ricos</a></strong> (2010) — dicas para investir corretamente e pensar como os ricos.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books/about/Pai_Rico_o_Poder_da_Educa%C3%A7%C3%A3o_Financeir.html?id=UDnMChlDxEAC&amp;redir_esc=y" rel="noopener">O Poder da Educação Financeira</a></strong> (2011) — defende a educação financeira como ferramenta para reduzir desigualdades.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books?id=OZ-gpwAACAAJ&amp;dq=O+neg%C3%B3cio+do+s%C3%A9culo+XXI&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwidpJzTof_UAhUBj5AKHV8_A-4Q6AEIJjAA" rel="noopener">O Negócio do Século XXI</a></strong> (2012) — incentiva o leitor a desenvolver o próprio negócio em vez de apenas reclamar da situação financeira.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/Escola-Neg%C3%B3cios-Pessoas-Gostam-Ajudar/dp/8550801216/ref=sr_1_1?crid=1QTCEWMJL6FK7&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.fxXigvRkdtCA9NaeFTwciDbdqE9Nf5KlOfxTJPLiVFm5qK7yAKAbsFtnpzAqo7mmEcCsIapJRVVvW1i1juInCIQvq7ZGf8Eq1_q2X5MtmVVScR44Syuj8Jzai3KgctAvPmrApomFIE3LarTKdf4gsfX4F_AP_b7-xJt9J21e-jScDonyEpG0fUe8sgXySJ1LxQAfH7cfCqWV7pc8loUt-J9kC_rEKzzrm9S59Pa3u1jVsCj-7R9haKfG9cJ6dryS4iY8jK0_FL6t7N-K5pIil5kcDJ33-Ehw1FpilI9tW8M.XOKGjPX0mafc8qO5AP84LQixB3c69169AmPVvaWcsUU&amp;dib_tag=se&amp;keywords=escola+de+neg%C3%B3cios&amp;qid=1785431726&amp;sprefix=escola+de+ne%2Caps%2C210&amp;sr=8-1" rel="noopener">Escola de Negócios</a></strong> (2012) — analisa o marketing de rede como modelo de negócio.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books?id=QTReBgAAQBAJ&amp;dq=Empreendedorismo+n%C3%A3o+se+aprende+na+escola&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjtlPzaof_UAhWKhpAKHVZVAJIQ6AEIJjAA" rel="noopener">Empreendedorismo Não se Aprende na Escola</a></strong> (2013) — argumenta que boas notas na escola não determinam o sucesso como empreendedor.</li>
<li><strong><a href="https://www.amazon.com.br/Pai-Rico-Pobre-atualizada-ampliada-ebook/dp/B07H4WYN5M/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=3BC9T290SGACL&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.KULhK8zlNtygMaZ-WAX0vaWVSAgdA4fLRiOYv5aoHKALy3RuIb3aQ_UFKzspDRCguAgGAEWXrG2WZ2vNjc56gk2V1Y1WtznEsoKCopxsh9t8QImw00zRrtX1uEPYCzk8bOgN2T1r6cHEO_z5I0rRdyFrxrBph9mljY9JB_g1dNuddW1bf88tgFr0vYA3HW6Jou_obYzI01eeDpJuJ43UUzvdNYW4fiTKaq1f7YS1oz6NmXHzHRgQvH1Sn0jCLXkUnOVT0eMr9oETvLJtP_jnEwLGFf5qd7gmPlywE_-w8v8.n7FoG5QztvjDuhoKZAlyEqcJUYixUQSGWIrvee-k75A&amp;dib_tag=se&amp;keywords=Pai+Rico%2C+Pai+Pobre+20+Anos&amp;qid=1785431828&amp;sprefix=pai+rico+pai+pobre+20+anos%2Caps%2C395&amp;sr=8-1" rel="noopener">Pai Rico, Pai Pobre 20 Anos</a></strong> (2017) — edição atualizada e ampliada do livro original de 1997.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books/about/Mais_Importante_que_o_Dinheiro.html?id=Ki2ODwAAQBAJ&amp;printsec=frontcover&amp;source=kp_read_button&amp;redir_esc=y#v=onepage&amp;q&amp;f=false" rel="noopener">Mais Importante que o Dinheiro</a></strong> (2018) — sobre a importância de montar uma equipe com valores alinhados.</li>
<li><strong><a href="https://books.google.com.br/books/about/Por_que_os_Ricos_Cada_Vez_Ficam_Mais_Ric.html?id=KC2ODwAAQBAJ&amp;printsec=frontcover&amp;source=kp_read_button&amp;redir_esc=y#v=onepage&amp;q&amp;f=false" rel="noopener">Por que os Ricos Cada Vez Ficam Mais Ricos</a></strong> (2018) — explica como os ricos se adaptam mais rápido às mudanças do mercado.</li>
</ul>
<h2 id="os-jogos-de-tabuleiro-de-robert-kiyosaki">Os jogos de tabuleiro de Robert Kiyosaki</h2>
<p>Um dos principais projetos educativos de Kiyosaki é o jogo Cash Flow 101. Nele, o participante define um objetivo antes de começar a jogar e parte da chamada "corrida de ratos": a meta inicial é acumular ativos suficientes para pagar as próprias contas sem depender de um salário. Ao atingir esse objetivo, o jogador avança para a "pista de alta velocidade", etapa em que busca conquistar o sonho definido no início da partida.</p>
<p>Depois do sucesso da primeira versão, surgiu o Cash Flow 202, com a mesma dinâmica, mas com investimentos que variam ao longo do jogo. Há ainda o Cash Flow for Kids, adaptado para o público infantil, e o E-Cashflow, versão digital do jogo, nos quais é possível jogar contra o computador ou contra outros jogadores, presencialmente ou online.</p>
<h2 id="o-que-aprender-com-a-trajetoria-de-kiyosaki">O que aprender com a trajetória de Kiyosaki?</h2>
<p>Independentemente das críticas, a trajetória de Robert Kiyosaki reforça um ponto sobre o qual boa parte dos especialistas concorda: nenhum negócio se sustenta sem organização financeira. Separar contas pessoais das da empresa, acompanhar o fluxo de caixa e entender a diferença entre o que gera renda e o que gera custo são passos práticos para aplicar, no dia a dia, os princípios de educação financeira que Kiyosaki defende.</p>
<p>Se você é empreendedor e quer colocar essas ideias em prática, vale conhecer como fazer um bom <a href="https://blog.egestor.com.br/controle-financeiro-como-fazer/">controle financeiro</a> e como estruturar a <a href="https://blog.egestor.com.br/gestao/">gestão do seu negócio</a> de ponta a ponta. Um sistema como o <a href="https://www.egestor.com.br/?afl=11" rel="noopener">eGestor</a> ajuda a acompanhar receitas, despesas e emissão de notas fiscais em um só lugar — facilitando justamente o tipo de controle que separa quem só trabalha pelo dinheiro de quem também faz o dinheiro trabalhar a seu favor.</p>
<p><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Robert-Kiyosaki-2024-Net-Worth.jpg-1334.webp" alt="" width="1334" height="889"></p>
<section class="faq"><h2 id="perguntas-frequentes-sobre-robert-kiyosaki">Perguntas frequentes sobre Robert Kiyosaki</h2><div class="faq-lista"><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="qual-e-o-livro-mais-famoso-de-robert-kiyosaki">Qual é o livro mais famoso de Robert Kiyosaki?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>"Pai Rico, Pai Pobre", lançado em 1997, é o livro mais conhecido do autor e o responsável por consolidá-lo como referência em educação financeira.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="os-ensinamentos-de-robert-kiyosaki-tem-comprovacao">Os ensinamentos de Robert Kiyosaki têm comprovação científica?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>Não. Suas recomendações são baseadas em experiências pessoais e histórias de vida, sem comprovação científica formal, o que é um dos principais pontos de crítica ao seu trabalho.</p>
</div></details><details class="faq-item" open="open"><summary><h3 id="o-que-e-o-jogo-cash-flow-criado-por-kiyosaki">O que é o jogo Cash Flow, criado por Kiyosaki?</h3></summary><div class="faq-resposta">
<p>É um jogo de tabuleiro (também disponível em versão digital) que simula decisões financeiras do dia a dia, com o objetivo de ensinar, de forma lúdica, conceitos de ativos, passivos e independência financeira.</p></div></details></div></section>

<p><a href="https://egestor.com.br:443/?afl=11" rel="noopener"><img src="https://blog.egestor.com.br/wp-content/uploads/Banner-conversao-eGestor-blog.jpg-650.webp" alt="Banner-conversao-eGestor-blog" width="650" height="250"></a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
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