Intermediadores de pagamento: vantagens e principais opções

Intermediadores de pagamento: vantagens e principais opções

Se você está pensando em abrir uma loja virtual ou já possui o seu negócio de eCommerce em estágio inicial, certamente sabe que é praticamente impossível obter sucesso nesse meio sem possuir intermediadores de pagamento em sua plataforma.

Quando se trata de compra e venda online, estamos falando em uma relação mútua de confiança entre receptores e emissores de pagamentos. Neste sentido, é importante que o intermediador em questão passe segurança e sensação de unidade aos usuários de sua loja virtual.

Sendo assim, selecionamos algumas opções de intermediadores de pagamento que você pode implementar no seu eCommerce. Confira!

O que é um intermediador de pagamentos

Um intermediador de pagamentos é um terceiro que realiza a mediação dos pagamentos das suas vendas, realizadas no seu eCommerce. Assim, essa ferramenta – também chamado de subadquirente – facilita todo o processo de venda de um eCommerce.

Os dados dos compradores como endereço, telefone e dados de cartão ficam seguros com essas plataformas. Também, é possível ficar seguro quanto ao recebimento dos valores na conta. 

O objetivo dos intermediadores de pagamento é facilitar o processo de venda, possibilitando que o cliente possa parcelar o produto que comprou. No entanto, a loja recebe o valor completo de uma vez só, se assim desejarem. Também, em sua maioria, eles não cobram mensalidade.

Quais são os intermediadores de pagamento?

Há diversas plataformas intermediadoras de pagamento disponíveis no mercado, cada uma com suas vantagens e diferenciais. Confira algumas das mais utilizadas e avaliadas.

1. Paypal

Desenvolvido pelo Ebay, uma das empresas mais renomadas do mundo em comércio virtual, o Paypal é o intermediador de pagamento pioneiro no mercado. Ele certamente é um dos mais utilizados no Brasil e no mundo. Trata-se de um sistema extremamente prático e fácil de usar.

O Paypal é um intermediador altamente confiável, já que é um sistema desenvolvido pela Ebay. Também, uma vez que é um dos mais conhecidos, ele é internacional, facilitando compras de fora do país. Assim, ele aceita cerca de 24 moedas diferentes.

Outra facilidade é que apenas o intermediador visualiza os dados do usuário. Dessa forma, protegendo os mesmos de fraudes.

Entretanto, uma desvantagem do PayPal é a impossibilidade de parcelamentos via cartão de crédito. Também, para que o intermediador aceite o cartão de crédito, o mesmo deve ser internacional.

Os principais meios de pagamento utilizados pelos intermediadores de pagamentos são o boleto e o cartão de crédito. Normalmente o boleto resulta em um valor mais baixo para o comprador, uma vez que o mesmo só é feito em uma única parcela. O cartão também não perde em vantagens já que esse possibilita o parcelamento do valor total.

2. PagSeguro

Pertencente ao grupo Uol, o PagSeguro é uma ótima opção, especialmente se você está começando o seu eCommerce. O PagSeguro é extremamente benéfico para os vendedores. Isso porque ele realiza a verificação de possíveis fraudes no pagamento dos clientes antes de enviar efetivamente os dados do pagamento para a plataforma de eCommerce.

Outra vantagem deste intermediador é que os optantes não precisam arcar com o pagamento de taxas mensais. Além disso, o PagSeguro não exige um número mínimo de vendas realizadas para a contratação do serviço que ela oferece.

O PagSeguro possui a possibilidade de parcelamento com cartões de crédito em até 15x. Mas, enquanto o cliente paga parcelado, o sistema oferece a possibilidade do comerciante receber o valor integral de uma vez só.

A desvantagem está no que diz a burocracia no processo de finalização das vendas para os clientes.

3. Mercado Pago

Fundado em 2004, o Mercado Pago é uma criação do Mercado Livre, utilizado inicialmente para compras e vendas na plataforma. Porém, com a sua ampla aceitação e utilização, a plataforma foi se expandindo. Hoje, o Mercado Pago se destaca por ser um intermediador de pagamento com operação totalmente na nuvem, podendo ser acessado por meio de tablets e smartphones.

É um sistema bastante seguro, já que possui monitoramento antifraude 24 horas. Também possibilita a personalização de pagamentos. Juntamente com isso, possui a agilidade na aprovação de pagamentos, que com cartões de crédito ocorre imediatamente.

4. PicPay

Criado há pouco tempo, o PicPay é um aplicativo fintech que facilita a transações de valores. Ele funciona como uma carteira digital onde você cadastra seus cartões de crédito e pode realizar pagamentos apenas com o QR code.

Para utilizar o PicPay no seu eCommerce é necessário criar uma conta PicPay PRO. Ele também realiza o pagamento parcelado, com o comerciante recebendo o valor total. O aplicativo também não possui mensalidade ou custo de saque.

5.Yapay

Yapay é uma solução para pagamentos online bastante segura. Com a integração fácil com o carrinho de compras e compatibilidade com as principais plataformas de eCommerce, a plataforma torna as vendas pela Internet mais simples. Um dos principais benefícios desse intermediador é que ele assume o risco de chargeback, garantindo a tranquilidade da loja durante as transações online com o pagamento com cartão de débito ou crédito.

Além disso, o Yapay possui uma equipe disponível para esclarecer dúvidas e resolver problemas até mesmo nos finais de semana, tanto para o empreendedor quanto para os clientes. Isso assegura para o vendedor uma maior conversão de vendas e maior tranquilidade quanto a proteção e rapidez na hora de efetuar compras.

Como funciona um intermediador de pagamento?

Um intermediador de pagamento funciona da seguinte forma: no momento que o cliente terminar de selecionar os itens de compra e fecha o carrinho em um eCommerce, ele é direcionado para uma página de checkout. Nessa página, o usuário tem a opção de fazer um login ou inserir seus dados pessoais, e também a forma de pagamento. 

O intermediador de pagamento realiza automatiza todo esse processo de coleta de dados e envia para a adquirente. A adquirente é quem efetivamente manda os dados para as bandeiras de cartão ou para os bancos, dependendo da forma de pagamento. A partir disso, quando o pagamento é autorizado, o intermediador recebe a confirmação e libera a compra do consumidor, que recebe uma notificação de confirmação. 

Então, o vendedor já pode preparar o envio do produto para o consumidor.

É válido ressaltar que apesar de parecer um processo com muitas etapas e partes envolvidas, tudo isso serve para conferir maior segurança para os pagamentos realizados. Além disso, todo esse processo acontece em questão de segundos, proporcionando a rapidez e agilidade que são características das compras online.

Quais as diferenças entre intermediador de pagamento e Gateway?

Um Gateway de pagamento funciona de maneira muito semelhante a um intermediador, visto que ambas as soluções fornecem uma ponte entre o comerciante e a adquirente, que são bancos ou instituições maiores.

No entanto, um Gateway de pagamento é projetado para funcionar com integração a um número maior de funcionalidades para o vendedor, como serviços antifraude, opções de crédito e débito, empresas conciliadoras, etc.

Por esses motivos, o Gateway de pagamento é indicado para negócios de maior porte, que possuem um grande número de vendas e trabalham com diversos produtos. Geralmente esse tipo de negócio necessita de uma maior personalização para suas plataformas de vendas, e por isso um Gateway de pagamento se torna uma opção com maior viabilidade.

Vantagens de utilizar um intermediador de pagamento

Confira algumas das vantagens de um intermediador de pagamento que você precisa conhecer.

Suporte

Quando se utiliza um intermediador de pagamento, todos os problemas com inadimplência e cobrança dos clientes estarão a cargo do intermediador. Além disso, você não vai precisar se preocupar com problemas de quedas nos sistemas e servidores e problemas com inserção de dados dos clientes. Isso porque a empresa responsável pelo intermediador de pagamento tem uma equipe de suporte treinada e pronta para resolver rapidamente esse tipo de situação.

Flexibilidade

Atualmente existem dezenas de métodos de pagamento: boleto, cartão de cŕedito, de débito, pix, carteiras digitais, criptomoedas, pagamento pelo celular. Enfim, na hora de abrir um eCommerce, oferecer para o cliente diversas opções de pagamento que possam atender suas necessidades em cada ocasião é uma vantagem competitiva que nenhum vendedor pode se dar ao luxo de não ter.

Quando um comerciante é responsável pelo processamento dos clientes, é muito difícil oferecer diversas opções de pagamento, justamente pela complexidade que isso exige. No entanto, os intermediadores podem oferecer isso. 

Enquanto a maioria possui apenas duas das bandeiras mais comuns, as plataformas contam com outras bandeiras. Facilitando assim a compra dos clientes e a venda para o eCommerce.

E utilizar um intermediador de pagamento é uma solução que confere essa flexibilidade para os consumidores, sem que o comerciante precise se preocupar com a implicação da implementação de tantos métodos de pagamentos.

Mais segurança

Uma das principais desvantagens da compra online é a possibilidade de fraudes. Com o uso de intermediadores de pagamento, eles têm toda a responsabilidade em relação a fraudes e segurança de dados. 

Também, em caso de cartões clonados ou roubados e em cancelamento de transações, o intermediador de dados pode auxiliar. 

Mas, eles não ajudam apenas a loja, o consumidor também é protegido. Em caso de compra e não entrega, por exemplo, o valor é ressarcido ao comprador.

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Menos burocracia

Qualquer pessoa que possui um eCommerce precisa se preocupar com o controle de estoque, com a logística, com ações de Marketing, com a administração. São tantos dados que ficar se preocupando com formas de pagamento simplesmente não cabe no dia a dia do empresário.

E para resolver isso que servem os intermediadores de pagamentos. Eles são responsáveis por todo o processo que envolve as formas de pagamento e também por fornecer suporte aos clientes e consumidores finais, no que diz respeito ao pagamento das compras realizadas.

Dicas para escolher o melhor intermediador de pagamento para o seu negócio

Existem diversas opções de intermediadores disponíveis no mercado. Portanto, pode ser complicado decidir um que seja mais adequada para as necessidades do seu eCommerce.

Página de checkout

Dependendo de como for a página de checkout, que é onde a compra será finalizada, o consumidor pode se sentir estimulado a comprar, ou até mesmo desincentivado a continuar com a sua compra.

Por exemplo, quando o cliente é redirecionado para uma página fora do site no qual ele estava comprando, isso pode gerar uma certa insegurança, o que por sua vez pode levar a uma desistência.

Por isso é importante escolher um intermediador de pagamento que esteja integrado com seu eCommerce, e passe uma sensação de segurança e transparência desde o momento do cliente inserir os dados até a finalização da compra.

Valores das taxas

Os intermediadores de pagamento costumam não cobrar mensalidades fixas dos comerciantes, mas sim uma taxa fixa em percentual de cada venda realizada e processada pela plataforma em questão.

Essas taxas, apesar de serem muito padronizadas, podem variar de um intermediador para outro, portanto é preciso avaliar cada uma para saber se vale a pena.

Outro fator a ser considerado é que talvez a solução com a menor taxa talvez não seja a opção mais adequada. Isso porque às vezes ter mais funcionalidades e um melhor suporte pode valer a pena, mesmo que a taxa paga seja um pouco maior.

Nível de facilidade

Quando se utiliza um intermediador de pagamento, o objetivo é fazer a terceirização de todas as questões relacionadas ao pagamento das vendas realizadas.

Por isso, no momento de escolher, é importante que você considere se a solução vai cumprir sua função de simplificar e otimizar o processo de vendas. 

O intermediador contratado deve ser o responsável por gerenciar todos os contratos e manter relacionamentos produtivos com as transações financeiras, liberando o eCommerce para se concentrar em melhorar seus produtos e aumentar suas vendas.

Além disso, ele também precisa reduzir as preocupações e problemas com burocracia, para que assim o empresário possa focar seus esforços na escalabilidade do negócio.

Segurança

O nível de segurança com as vendas realizadas talvez seja o ponto mais crucial no momento da contratação de um intermediador de pagamento.

Todo comércio online é alvo constante de tentativas de fraudes, portanto é imprescindível que todas soluções de processamento de pagamentos sejam pensadas com base na segurança de todo o processo.

O intermediador deve possuir um sistema anti fraudes e mecanismos de proteção, tanto para o comerciante quanto para o cliente, que vai disponibilizar seus dados pessoais e financeiros no momento da finalização de uma compra.

Além de isso garantir a segurança das vendas, também passa confiança para os consumidores, o que é extremamente importante em um ambiente eCommerce, que pode naturalmente gerar inseguranças em algumas pessoas. 

Auxílio nas cobranças

Um intermediador de pagamentos pode auxiliar nas cobranças fornecendo soluções de processamento de pagamentos seguras e eficientes. Isso inclui a integração com as principais gateways de pagamento, a automatização do processo de cobrança e a gestão de recebíveis. Além disso, o intermediador também pode fornecer ferramentas de análise e relatórios para ajudar na identificação de inadimplência e na recuperação de cobranças pendentes. Ao utilizar um intermediador de pagamentos, as empresas podem melhorar a eficiência de suas cobranças e aumentar a receita.

Considerações finais

Vale a pena ter um intermediador de pagamento? Com certeza!

Um intermediador de pagamento traz diversas vantagens para os clientes, mas também para o empresário. Saber que o dinheiro das suas vendas chega de forma segura e fácil na sua conta já vale o valor pago ao intermediador. 

Dessa forma, é possível se preocupar somente com a administração da sua empresa e em como investir o dinheiro!

7 Estratégias de Planejamento para Montar uma Loja Virtual [2026]

7 Estratégias de Planejamento para Montar uma Loja Virtual [2026]

O e-commerce brasileiro segue em expansão: as projeções para 2026 apontam um faturamento acima de R$ 258 bilhões, com a chegada de milhões de novos compradores e ticket médio em alta.

Esse crescimento consistente torna a loja virtual uma das opções mais atrativas para quem quer empreender, mas exige planejamento para não errar logo na largada. Veja a seguir 7 estratégias de planejamento para montar uma loja virtual com o pé direito.

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Socios organizando caixas e produtos para planejar o lancamento de uma loja virtual
Um bom planejamento de estoque e operação é a base para lançar uma loja virtual com o pé direito.

1. Faça uma pesquisa de mercado antes de escolher o nicho

Antes de qualquer investimento, defina o mercado que oferece as melhores possibilidades de venda online. Parte do sucesso das vendas futuras vem da decisão de atuar em um segmento aquecido e com espaço para crescer.

Essa escolha precisa de embasamento em dados, não em intuição. Uma boa referência inicial é observar marketplaces como Mercado Livre e Shopee: eles mostram, na prática, se o produto que você pretende vender já tem volume de busca e de venda consolidado.

Dependendo do nicho escolhido, vale a pena investir em um curso especializado em e-commerce para aprender a mapear fornecedores, entender a concorrência e amadurecer o planejamento da loja antes de colocar dinheiro no negócio. Definir com clareza a estratégia de crescimento da empresa desde o início também evita retrabalho nos primeiros meses de operação.

2. Escolha uma plataforma de e-commerce compatível com o seu momento

Depois de definir o produto, escolha uma plataforma de e-commerce que opere no modelo SaaS (Software as a Service). Esse modelo permite pagar apenas pelo uso dos recursos contratados, sem precisar instalar ou manter servidores próprios.

Hoje, as opções mais consolidadas do mercado brasileiro incluem plataformas como Nuvemshop, Tray e Loja Integrada, voltadas para pequenas e médias operações. Já para negócios com maior volume de vendas, soluções mais robustas como VTEX e Shopify costumam ser mais indicadas. A escolha ideal depende do orçamento disponível, da integração com marketplaces e gateways de pagamento que você pretende usar e do suporte logístico oferecido pela plataforma.

3. Defina a precificação e a política de frete

Uma boa estratégia de precificação passa por conhecer os preços praticados pela concorrência e calcular com precisão todos os custos envolvidos na venda — produto, embalagem, taxas de plataforma e de pagamento, além do frete.

Ferramentas de monitoramento de preços da concorrência ajudam a ajustar valores sem operar no prejuízo. O frete, em especial, merece atenção redobrada: hoje é um dos principais fatores de abandono de carrinho, então vale simular diferentes faixas de valor mínimo para frete grátis e comparar transportadoras antes de fechar a política final de entrega da loja.

Definir os meios de pagamento, como Pix e cartão parcelado e escolher uma plataforma de vendas são etapas essenciais do planejamento da loja virtual.

4. Estruture os meios de pagamento da loja

O Pix já é um dos meios de pagamento mais usados no e-commerce brasileiro, ao lado do cartão de crédito parcelado. Uma loja virtual bem planejada precisa oferecer as duas opções desde o lançamento. Também é importante manter um gateway de pagamento confiável, que reduza o risco de recusa de transações e ofereça segurança tanto para a loja quanto para o cliente.

Vale também avaliar a oferta de carteiras digitais e o parcelamento sem juros em algumas faixas de valor, já que isso costuma impactar diretamente a taxa de conversão do checkout.

5. Invista em atração de clientes e marketing digital

Para o sucesso de qualquer loja virtual, é preciso atrair o cliente até o site. Ferramentas de web analytics, como o Google Analytics e o Semrush, ajudam a entender o comportamento do público, medir o desempenho de campanhas e identificar as palavras-chave mais relevantes do seu segmento.

Com esses dados em mãos, é possível equilibrar investimento entre busca orgânica (SEO) e mídia paga, via Google Ads e Meta Ads. Também vale fortalecer a presença da loja nas redes sociais e estruturar um atendimento omnichannel que una loja virtual, redes sociais e WhatsApp em uma única experiência para o cliente.

6. Planeje a logística e o pós-venda desde o início

Prazo de entrega, política de troca e devolução e comunicação clara sobre o status do pedido fazem parte do planejamento de uma loja virtual tanto quanto a escolha da plataforma. Definir esses processos antes do lançamento evita improviso na primeira onda de vendas e reduz reclamações.

O pós-venda também merece um plano próprio: e-mails de acompanhamento, pesquisas de satisfação e um canal de suporte ágil ajudam a transformar o primeiro comprador em cliente recorrente, o que reduz o custo de aquisição no médio prazo.

7. Escolha um bom parceiro de gestão (ERP)

Um sistema de ERP completo facilita a gestão de toda a operação da loja virtual. O eGestor, por exemplo, reúne automação de nota fiscal eletrônica, emissão de boletos com registro, relatórios, fluxo de caixa, controle financeiro e controle de estoque em um só lugar.

Essa centralização reduz a necessidade de contratar profissionais para tarefas operacionais no início do negócio, o que ajuda a preservar a margem de lucro justamente na fase em que o caixa costuma ser mais apertado.

Como o eGestor ajuda no planejamento da sua loja virtual

Além de organizar o financeiro e o estoque, o eGestor funciona 100% na nuvem, sem necessidade de instalação e se integra a diversas plataformas de e-commerce. Isso permite acompanhar vendas, emissão de notas e relatórios de qualquer lugar, o que facilita o dia a dia de quem está estruturando uma gestão empresarial organizada desde o primeiro mês de loja. Faça seu cadastro e teste gratuitamente.

Conclusão

Montar uma loja virtual bem planejada envolve pesquisa de mercado, escolha de plataforma, precificação, meios de pagamento, atração de clientes, logística e um bom sistema de gestão. Quem segue essas 7 estratégias antes do lançamento reduz as chances de cometer erros comuns e aumenta as chances de crescer de forma sustentável dentro do cenário aquecido do e-commerce brasileiro.

Perguntas frequentes sobre planejamento de loja virtual

  1. Quanto custa montar uma loja virtual do zero?

    O investimento varia conforme a plataforma escolhida, o volume de estoque inicial e o orçamento de marketing, mas plataformas SaaS reduzem bastante o custo inicial em comparação com o desenvolvimento de um site próprio do zero.

  2. Preciso de CNPJ para abrir uma loja virtual?

    Sim. Mesmo negócios pequenos precisam de CNPJ para emitir nota fiscal e operar de forma regularizada e o MEI costuma ser o enquadramento inicial mais comum para quem está começando.

  3. Qual plataforma de e-commerce é mais indicada para iniciantes?

    Não existe uma resposta única: depende do orçamento, do volume esperado de vendas e da necessidade de integração com marketplaces. O ideal é comparar pelo menos duas ou três opções antes de fechar contrato.

  4. Vale a pena vender só pela loja virtual ou também em marketplaces?

    Combinar os dois costuma trazer melhores resultados. Marketplaces ajudam a ganhar visibilidade rapidamente, enquanto a loja virtual própria fortalece a marca e reduz a dependência de comissões de terceiros no longo prazo.

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Como encontrar um investidor para o seu negócio?

Como encontrar um investidor para o seu negócio?

Possuir capital é um dos grandes diferenciais entre empresários que conseguem fazer suas empresas decolarem no mercado e pessoas que não conseguem tirar o seu negócio do papel. Diante desta situação, muitas pessoas acabam recorrendo aos empréstimos bancários para abrir o seu próprio negócio, mas precisam fechar as portas da empresa meses depois, pois não conseguem arcar com os juros advindos destes empréstimos.

Por isso, a melhor alternativa para tirar a sua ideia do papel e fazer o seu negócio realmente decolar, em caso de não possuir capital próprio para isso, é buscar o auxílio financeiro de um investidor. Além de adquirir recursos para investir em seu negócio, conseguir a ajuda de um investidor e envolver a sua participação nos lucros da empresa, faz com que você não tenha a necessidade de devolver o capital recebido em caso de fracasso da empresa. Além de injetar capital para o desenvolvimento da empresa, os investidores de uma forma geral também costumam se envolver no processo de gestão do empreendimento.

Portanto, se você ainda não conseguiu tirar o seu negócio do papel, se encontra com o mesmo em uma fase completamente inicial, com o status de uma micro empresa, ou até já possui uma empresa estável no mercado, mas deseja crescer ainda mais, selecionamos algumas dicas que podem te ajudar neste processo de busca por um investidor para o seu negócio:

Saiba o momento certo de buscar um investidor

Procure a ajuda de um investidor somente quando for extremamente necessário, e você perceber que não possui capital para abrir o seu negócio, ou então não tem mais nenhuma possibilidade de crescer por conta própria. Pois apesar de receber orçamento para investir em sua empresa, você terá que arcar com a divisão de lucros futuramente. Por isso, analise a viabilidade de abertura ou crescimento do negócio por conta própria antes de recorrer a um investidor.

Conheça os perfis de investidores

Existem diferentes tipos de investidores, que são classificados de acordo com o seu nível de capital de risco. Os chamados investidores-anjo, por exemplo, possuem a característica de apostar em empresas em um estágio muito inicial e costumam investir entre R$ 50 mil e R$ 500 mil. Os investidores anjo exigem alguns requisitos para investir nas empresas, que precisam ser negócios inovadores e possuírem  potencial de crescimento e alta rentabilidade. 

Ainda existem os investidores de seed capital, que costumam injetar entre R$ 500 mil até R$ 2 milhões em empresas que estão mais estabilizadas no mercado. Os investidores de venture capital, por sua vez, realizam investimentos de até R$ 10 milhões, em empresas que já possuem alguns milhões de faturamento. Feito este processo de pesquisa, analise a situação de sua empresa e escolha o investidor que mais se adéqua a situação de seu empreendimento.

Como os investidores são pessoas que possuem capital e estão em busca de boas oportunidades de negócio para investir, a tendência é que você encontre-os facilmente por meio de networking, para entrar em contato e apresentar a sua empresa. Mas antes de buscar um investidor, é preciso certificar-se de que a sua empresa realmente tem condições de trazer lucro em um curto período de tempo, o que é um fator requisito para os investidores ingressarem em determinado negócio. Lembrando que pessoas jurídicas também podem se tornar investidores de seu empreendimento.

Realize uma apresentação breve e objetiva do seu negócio

Ao apresentar a ideia de sua empresa para o investidor escolhido, o recomendável é que você não ultrapasse o tempo de 15 minutos. Seja objetivo e fale sobre as principais características do seu negócio, e a participação que o investidor terá nos lucros da empresa.

Criando certo engajamento com o investidor nestes 15 minutos fará com quele ele queira saber mais e se aprofundar sobre o negócio, para então começar a se envolver em todos os detalhes burocráticos que envolvem o processo de negociação. Apesar de ser breve e objetiva, a apresentação inicial deve ser bastante completa, contendo todas as informações referentes as atividades da empresa, de onde serão gerados os retornos financeiros ao investidor e o total que terá que ser investido no negócio.

Esta descrição breve, mas completa e objetiva, é o que chamamos de Pitch, que nada mais é do que a apresentação de uma historia sobre o seu negócio, como ele pode solucionar determinado problema, e é claro, como ele pode ser motivador em termos financeiros para o potencial investidor.

É fundamental que você apresente perspectivas que sejam definitivamente realistas e exequíveis de acordo com as possibilidades de seu negócio, incluindo não só o que a empresa pode lucrar, mas também os possíveis riscos em caso de o negócio não obter sucesso.

Mas não se esqueça: você também deve avaliar as ideias do investidor e procurar identificar se é realmente confiável para a sua empresa. Para isso, é recomendável com que você busque referências sobre o investidor em potencial, procurar entrar em contato com empresas as quais este investidor já realizou investimento, verificando se ele de fato contribuiu para o crescimento das mesmas e agiu com ética nos negócios.

Elabore um plano de negócios

Com um plano de negócios completo e bem elaborado, você passará muito mais credibilidade e tornará o seu negócio muito mais atrativo para um possível investidor. Com o plano de negócios, o investidor verá com muita mais clareza o planejamento da empresa, tanto em relação ao seu funcionamento e processo organizacional após o negócio sair definitivamente do papel, quanto em relação as ações que serão tomadas visando o crescimento da empresa a um médio ou longo prazo. 

Participe de eventos

Aproveite todas as oportunidades de eventos que são destinados a encontros entre empreendedores e investidores. Esses locais são excelentes para ampliar a sua rede de contatos, e não só encontrar um possível investidor, mas também formar parcerias para o seu negócio futuramente.

Tenha persistência

Por mais que você encontre um investidor que esteja totalmente de acordo com o perfil do seu negócio, apresente um pitch e um plano de negócios bem elaborado, e ofereça um retorno financeiro extremamente atrativo para um potencial investidor, o mesmo pode não aceitar investir em sua empresa, por uma série de razões.

Mas é importante com que você não desista, e esteja sempre atento as oportunidades de networking e com a participação em eventos. Uma negativa de um investidor não deve ser motivo para a desistência nesta procura!

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O básico da contabilidade para empreendedores – PodCast do eGestor

O básico da contabilidade para empreendedores – PodCast do eGestor

A contabilidade empresarial trata dos fundamentos básicos para gerenciar qualquer negócio. Por isso, é importante para todo o empreendedor entender a parte burocrática contábil e a interação entre a sua empresa e o contador.

No episódio de hoje, Deivison Elias, Pedro Escobar e Faber Brum da Costa – contador, administrador de empresa e professor acadêmico (FADISMA) – conversam sobre o básico da contabilidade para empreendedores.

Assista também abaixo ou no nosso canal do Youtube:


Sobre esse podcast:

O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.

Ouça no Spotify
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Como medir a saúde da sua empresa – PodCast do eGestor

Como medir a saúde da sua empresa – PodCast do eGestor

A maior parte dos negócios não possui nenhum registro sobre suas atividades, impossibilitando assim um diagnóstico da saúde da empresa. Mas o que é necessário então para começar a ter dados para medir?

Neste episódio, Ricardo Gölzer, Pedro Escobar e Deivison Elias falam sobre a importância de registrar tudo o que acontece no seu negócio para conseguir medir a saúde da sua empresa.

Assista também abaixo ou no nosso canal do Youtube:


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O PodCast do eGestor foi criado com o objetivo de ajudar o empreendedor no dia a dia de seu negócio, através de dicas sobre gestão, marketing e empreendedorismo. Os episódios são produzidos pela equipe do sistema com participação de alguns convidados.

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