As 8 melhores TED Talks sobre liderança que você vai ver!

As 8 melhores TED Talks sobre liderança que você vai ver!

Fundada em 1984, o TED é uma empresa de responsabilidade limitada que tem como proposta a realização de conferências. Seu slogan está ligado diretamente com a sua proposta: “ideas worth spreading” ou “ideias que merecem ser disseminadas”. Traduzindo: o TED são palestras, normalmente curtas, de em torno de 15 minutos onde influenciadores disseminam suas ideias.

Quando criado, tinha como temas exclusivos tecnologia, entretenimento e planejamento, no inglês, Technology, Entertainment, Design, assim TED. Hoje conta com diversas áreas, como religião, astronomia e comida! Além de ter palestrantes e eventos em variados países, os vídeos têm legendas em até 15 idiomas. Mas enfim, que tal assistir (em retrospectiva) as melhores palestras sobre liderança do TED?

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8. Roselinde Torres: What it takes to be a great leader (O que é necessário para ser um grande líder)

Roselinde Torres é sócia e diretora geral da BCG (Boston Consulting Group). Ela foi conselheira de mais de 200 CEOs de diversas indústrias e setores. Também recebeu o Women Leaders in Consulting Award (Prêmio Mulheres Líderes em Consultoria) da revista Consulting. 

Em sua conferência para o TED Talk, ela nos traz seus estudos sobre liderança. Torres conta que estava tão atraída pelo tema que largou seu emprego para pesquisar em outras empresas e em outros países o que é necessário para ser um grande líder. Veja até onde ela chegou com seu estudo:

7. Stanley McChrystal: Listen, learn… then lead (Escute, aprenda… depois lidere)

Stanley é um general do exército americano. Hoje aposentado, tem 3 livros publicados. Ele é reconhecido por dizer o que outros militares pensavam mas tinham receio de falar, em relação tanto ao exército quanto ao governo. Ele possui diversas medalhas e condecorações devido a sua prestação de serviços a seu país.

Em 2010, após de aposentar pelo exército devido a algumas polêmicas, entrou para o time de professores da universidade de Yale com uma aula que tratava justamente de liderança.

Na sua palestra para o TED Talk em março de 2011, McChrystal relembra alguns momentos de sua vida e carreira militar. Ele menciona diversas vezes os efeitos do atentado de 11/09/2001 e como ele afetou muitas vidas. Dessa forma, ele relaciona suas experiências de carreira com o que aprendeu sobre liderança. Estude, aprenda e depois lidere:

6. Tim Harford: Trial, errors and the God complex (Tentativas, erros e o complexo de Deus)

Tim Harford é um economista e jornalista inglês. Ele é autor de 4 livros de economia e escreve sua coluna “The Undercover Economist” (ou “O Economista Disfarçado”) para o jornal Financial Times. Através da coluna, ele relaciona suas experiências com as teorias econômicas.

Em sua conferência para o TEDGlobal 2011, Tim estuda diversos sistema e consegue encontrar o link entre eles: o esquema tentativa e erro. Além de explicar como o complexo de Deus pode atrasar e fazer com que um líder não perceba seus erros: 

5. Drew Dudley: Everyday leadership (Liderança diária)

Drew Dudley é o fundador da Day One Leadership, que explora o que líderes devem fazer no ‘dia um’ para criar valores e culturas de liderança nas suas vidas e organizações. É um palestrante profissional aclamado pelo público e um dos autores mais vendidos do The Wall Street Journal.

No TEDxToronto de 2010, Drew conta uma história que aconteceu com ele. E assim, mostra como podemos mudar a vida de alguém sem nem perceber – que foi o que aconteceu com ele! O que nos faz enxergar que a liderança é um ato diário de incentivar e melhorar as vidas das pessoas a sua volta. Entenda melhor:

4. Adam Grant: The surprising habits of originals thinkers (Os surpreendentes hábitos dos pensadores originais)

Adam Grant é um psicólogo americano. Hoje, dá aulas na Wharton School, uma universidade do estado da Pensilvânia especializada em psicologia organizacional. Além de ter começado como professor em Wharton com 28 anos, sendo o mais novo professor efetivo da universidade, Adam também tem 5 livros publicados. Sendo indicado ao Goodreads Choice Award de Melhor Não Ficção e ao Shorty Award: Educação em 2016.

No TED2016, Adam analisa como as pessoas criativas têm tão boas ideias. Ele nos apresenta o seu conceito de ‘original’, ou seja, pensadores que têm novas ideias e as colocam no grupo. Para exemplificar, ele conta como recusou investir em uma startup logo em seu início por achar que não estavam organizados. Essa companhia é a Warby Parker, hoje, uma gigante do e-commerce. E assim, ensina o que descobriu com os surpreendentes hábitos dos pensadores originais:

3. Paul Tasner: How I became an entrepreneur at 66 (Como eu me tornei um empresário com 66 anos)

Paul Tasner foi demitido da empresa onde trabalhava aos 64 anos de idade. Após 40 anos trabalhando no ramo, sendo que a aposentadoria não era uma opção, trabalhou como consultor durante o período de 2 anos. Mesmo não gostando. Até que viu a oportunidade de empreender, e assim criou a PulpWorks, uma empresa que oferece produtos compostáveis, feitos completamente com resíduos de papéis e materiais agrícolas. 

No TED Residency de 2017, Paul conta como foi conseguir um investidor concorrendo com jovens e startups de tecnologia em pleno vale do silício. Assim, nos mostra de forma divertida como é se tornar um empresário com 66 anos:

2. Maya Penn: Meet a young entrepreneur, cartoonist, designer, activist… (Conheça uma jovem empresária, cartunista, designer, ativista…)

Hoje com 18 anos, Maya Penn conta com uma linha de roupas que está há cerca de 10 anos no mercado, uma ONG, uma série animada e foi listada por Oprah Winfrey na Supersoul 100 como uma dentre os visionários e influentes líderes de 2016. Alguém que funda uma empresa com 8 anos deve ter algo a ensinar, não é mesmo?

Maya conta na TEDWoman de 2013 sua trajetória como empresária e cartunista. Mostra sua nova animação inclusiva e preocupada com o meio ambiente. Além de tudo isso, ainda se comprometeu a doar parte da renda arrecadada com sua empresa para organizações de caridade. Incrível, não é mesmo? Confira o que esta jovem, de então 13 anos, empresária, cartunista, designer, ativista… tem a dizer:

1. Simon Sinek: How great leaders inspire actions (Como grandes líderes inspiram ações)

Simon Sinek é um consultor, palestrante motivacional e autor britânico. Autor de 5 livros, tem uma das palestras mais vistas do tópico de empreendimentos do TED. 

No TEDxPuget Sound de setembro de 2009, Simons ensina porque empresas grandes são grandes. Quais formas elas utilizaram para chegar onde chegaram e continuar no topo. Tirando o fato de citar os irmãos Wright como os inventores do avião, é uma ótima fala sobre como os líderes podem inspirar ações:

Bônus: Simon Sinek: Why good leaders make you feel safe (Porque bons líderes fazem você se sentir seguro)

As palestras de Simon são consideradas bem relevantes para consumidores desse conteúdo. Portanto, selecionamos uma conferência bônus do palestrante: Porque bons líderes fazem você se sentir seguro

Nos 12 minutos de palestra no TED2014, Simon traz evidências de como ter uma presença de um líder nos faz sentir mais seguros e ‘a salvos’. Trazendo, inclusive, casos relacionadas aos homens das cavernas! Confira a segunda fala de Simon para o TED:

Confira também os 8 livros que todo empreendedor de sucesso deve ler e os 8 filmes que o empreendedor deve ver!

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Cálculo de rescisão de contrato: Aprenda como fazer

Cálculo de rescisão de contrato: Aprenda como fazer

Quando um funcionário sai da empresa onde trabalha, seja por iniciativa própria ou por dispensa, há uma série de procedimentos legais e fiscais que devem ser tomados de modo que o desligamento ocorra de forma correta. Além da burocracia e dos passos jurídicos, há também acertos financeiros. Esses compõem aquilo que é chamado de cálculo de rescisão de contrato ou “acerto trabalhista”.

Esse cálculo inclui uma série de variáveis, como o aviso prévio indenizado, o aviso prévio trabalhado, o saldo de salário, o 13º salário proporcional, as férias vencidas, as férias proporcionais, as horas extras, o adicional noturno e outros. O valor de cada um destes fatores é somado e, ao final, tem-se a quantia que deverá ser paga ao funcionário que está saindo. Com isso, também é possível avaliar o custo/benefício de uma demissão em um período de crise, por exemplo.

A seguir, vamos explicar o que são cada uma destas variáveis, como são calculadas, e apontar alguns detalhes a que o empregador deve atentar na hora de realizar o cálculo.

Tipos de desligamento e suas implicações para o cálculo de rescisão de contrato

A primeira coisa para um cálculo de rescisão de contrato é identificar o tipo de desligamento. Ele pode ser por pedido de demissão, demissão por justa causa, demissão sem justa causa, demissão por comum acordo ou por término de contrato. Entenda cada um.

Pedido de demissão

O pedido de demissão é quando o colaborador, por vontade própria, decide se desligar da empresa. Assim, no cálculo de rescisão de contrato o valor recebido é do saldo de salário, férias e 13º proporcional. Também, ele não tem direito ao FGTS, sendo esse retido na conta do trabalhador.

Demissão por justa causa

A demissão por justa causa ocorre quando o colaborador comete algum ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento, negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha, condenação criminal, desídia, embriaguez habitual ou em serviço, violação de segredo da empresa, ato de indisciplina ou de insubordinação, abandono de emprego, ofensas físicas, lesões à honra e boa fama, jogos de azar ou atos atentatórios à segurança nacional. 

Neste caso, o colaborador não tem direito a receber o aviso prévio e o FGTS. Ele recebe apenas saldo de salário e férias vencidas.

Demissão sem justa causa

Esse tipo de demissão ocorre sem que seja infringido alguma regra ou algo que caracteriza demissão por justa causa. Ela também ocorre por vontade do empregador, não do colaborador. Em caso desse tipo de demissão, o colaborador tem todos os direitos a valores estipulados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Demissão por comum acordo

Aqui a demissão parte de um acordo entre colaborador e empregador. Dessa forma, o empregador recebe uma porcentagem definida também no acordo, fazendo com que o colaborador receba um valor e que o empregador não pague todo o valor, o que poderia o prejudicar. 

Término de contrato

Esse tipo de rescisão acontece quando o contrato chega a data final e ambas as partes resolvem não continuar com a relação empregatícia. 

Outros

É importante ressaltar que a lei trabalhista assegura o emprego de funcionários em alguns casos específicos, nos quais o empregador não pode dispensá-los, como mulheres grávidas (mesmo que no início da gestação) até 5 meses após o parto e pessoas afastadas por causa de doença ou acidente de trabalho durante até 1 ano.

Modalidades de aviso prévio

Com exceção dos casos de dispensa por justa causa, o colaborador deve entrar em acordo com o empregador sobre o período de aviso prévio. Caso o trabalhador continue executando suas atividades e funções durante o aviso prévio, nenhuma das partes será onerada. Porém, caso o empregador opte pelo aviso prévio indenizado, o funcionário é dispensado no mesmo momento da demissão e não retorna às suas atividades na empresa.

Em ambos os casos, o período de aviso prévio entra na conta do cálculo de rescisão de contrato como tempo trabalhado. Compondo, por exemplo, a contagem de férias e de 13º salário. Porém, quando o funcionário pede demissão e não cumpre aviso prévio, esse valor é então descontado do cálculo de rescisão.

O aviso prévio trabalhado tem um tempo mínimo de 30 dias e máximo de 90 dias, variando de acordo com o tempo de serviço. Ou seja, quantos anos o funcionário esteve vinculado à empresa.

Salário

O saldo de salário, que aparece em qualquer planilha de acerto trabalhista, considera os dias trabalhados desde o pagamento do último salário. Os quais ainda não foram remunerados pelo empregador, e devem ser pagos ao colaborador. Para chegar ao número, basta dividir o valor do salário mensal pela quantidade de dias do mês do desligamento, e em seguida multiplicar pelos dias trabalhados. O valor final é, então, adicionado ao cálculo de rescisão de contrato.

13º salário

O cálculo do 13º salário segue basicamente a mesma lógica do saldo. Como ele também é proporcional ao período trabalhado, a equação é feita da seguinte forma: o valor do 13º salário é dividido por 12 (número de meses no ano) e multiplicado pela quantidade de meses trabalhados desde janeiro.

Deve-se ter cuidado com um detalhe referente ao mês incompleto. Enquanto mais de 15 dias trabalhados em um mês é considerado como um mês cheio para este cálculo, menos de 15 dias é descartado. Por exemplo, com base em um salário de R$3.000,00, um funcionário contratado no dia 2 de janeiro e que se desligou no dia 20 de junho irá receber R$1.500,00 de 13º proporcional. Isso, pois a pessoa trabalhou 18 dias no mês de junho (com base no dia 2), e este período é considerado um mês completo. O cálculo, portanto, é feito com base na data de admissão e demissão.

Férias

No caso de férias as coisas mudam. Se o funcionário tiver férias vencidas, será adicionado ao cálculo de rescisão o valor de um salário mais um terço. Já se não houver férias vencidas, neste caso ela é calculada da mesma forma que o salário proporcional. Ou seja, referente aos meses trabalhados, e novamente a regra dos 15 dias se aplica. Porém, caso o funcionário tenha faltas não justificadas, estas devem ser abatidas dos dias trabalhados. Assim, há a possibilidade de perder um mês da contagem caso fique com menos de 15 dias trabalhados no último mês.

Hora extra

As horas extras acumuladas e não remuneradas ou não usufruídas devem entrar para o acerto trabalhista. Neste caso, para se chegar ao valor da hora, é preciso dividir o salário do funcionário por 220, que é o número de horas consideradas trabalhadas pela CLT durante um mês, com base nas 44 horas semanas e no descanso remunerado.

Para cada hora extra trabalhada, deve-se pagar pelo menos 50% a mais do que o valor resultante do cálculo anterior. No caso de adicional noturno, ou seja, hora extra realizada entre às 22 horas e às 5 horas, é acrescido ainda 20%. Já em domingos e feriados, o valor da hora extra dobra.

Por exemplo, para um trabalhador que recebe R$3.000,00 de salário, com 6 horas extras em horário comercial, o cálculo ficaria:

3.000/220 = 13,64 x 1,5

20,45 x 6 = 122,72

Portanto, a pessoa receberia R$122,72 de horas extras. Já se fossem 6 horas trabalhadas durante um domingo, o cálculo ficaria 13,64 x 2 = 27,28 x 6 = 163,68, pois nos domingos ao invés do acréscimo de 50% no valor da hora há um adicional de 100%.

No entanto, se o funcionário não tiver horas extras e ainda estiver devendo horas para o empregador, o valor das mesmas não pode ser descontado do cálculo de rescisão.

Adicionais

Há também outros adicionais que devem ser considerados, dependendo da atividade exercida pelo colaborador. No caso de vendedores e outros profissionais que trabalham com renda variável, bonificação e comissões, estes valores devem ser acrescentados ao cálculo da rescisão de contrato, bem como se houver alguma gratificação, que é um benefício pago ao trabalhador pelos anos de serviços prestados.

Por fim, se a atividade exercida pelo indivíduo implicar em adicional de insalubridade, como é o caso de trabalhadores expostos a produtos químicos, ao lixo, a temperaturas elevadas, etc., este adicional também deverá ser considerado.

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Livros de Negociação: Os 5 melhores livros que você vai ler!

Livros de Negociação: Os 5 melhores livros que você vai ler!

A negociação está presente em todos os âmbitos de nossa vida. Desde a infância, quando pedimos mais tempo para brincar, por exemplo, até a vida adulta. A diferença é a seriedade dessas negociações. Quando falamos em negociações no meio empresarial, estamos tratando de algo mais sério e que tem o intuito de resolver problemas mais rígidos. Por esse motivo, é imprescindível que as pessoas responsáveis pela negociação sejam experientes e tenham certo conhecimento sobre como uma negociação funciona e como fazer ambos os lados saem ganhando. Por isso, trouxemos uma lista de 5 livros de negociação que irão lhe ajudar a entender melhor esse conceito e como o universo da negociação funciona! Confira:

1. Como Chegar ao Sim – Como negociar acordos sem fazer concessões

Como Chegar ao Sim é o livro escrito por William Ury e Roger Fisher. Ury é co-fundador do Programa de Negociação de Harvard e também ajudou Jimmy Carter a fundar a Rede Internacional de Negociação. Assim como também já participou de diversas negociações importantes, como de conflitos armados internacionais. Já Roger Fisher, co-autor do livro, foi diretor do Programa de Negociação de Harvard.

O livro, escrito em conjunto pelos autores, retrata as pesquisas e aprendizados de ambos no Programa de Negociação onde trabalharam. A ideia principal do livro é fazer com que ambos os lados de uma negociação saiam em acordo. Dessa forma, traz um passo a passo de como realizar uma negociação.

Lançado há mais de 30 anos, o livro continua sendo um dos mais vendidos do assunto. Ele ensina diversos pontos para melhorar a forma como as pessoas lidam com conflitos. Eles citam desde realizar um trabalho em conjunto para satisfação mútua e focar em posições e interesses, até a não ceder a pressão da outra parte. E você não pode deixar de ler um dos melhores livros de negociação já escrito.

2. As Armas da Persuasão – Como influenciar e não se deixar influenciar

Robert Cialdini foi professor de Marketing e Psicologia da Universidade do Arizona. Ele também é autor do best seller As Armas da Persuasão

Ao longo do livro, Cialdini discorre sobre os 6 princípios básicos responsáveis pelas tomadas de decisões do ser humano. São eles:

  1. Reciprocidade: de acordo com o dicionário, reciprocidade é um substantivo que significa retribuir uma ação positiva com outra. Ou seja, realizar ações que beneficiam ambos os lados. 
  2. Compromisso e coerência: isso significa agir sempre com responsabilidade. Sendo assim, cumprir o que se promete, realizar ações de acordo com o que foi dito anteriormente.
  3. Aprovação social: quanto mais pessoas acreditarem que a ação ou o que é dito é real ou certo, maior a validação que a a pessoa ou empresa tem. 
  4. Afeição: fazendo com que mais pessoas gostem de você, ou do que você faz, maior a chance de elas comprarem a sua ideia, 
  5. Autoridade: quanto maior a competência e o poder que uma pessoa exerce, maior será a possibilidade de outras pessoas acatarem as ordens, muitas vezes sem questionamentos. 
  6. Escassez: um dos fatores que mais fazem com que o ser humano queira algo é sua escassez. Ou seja, quanto menos existe, mais iremos querer. 

Cialdini mostra como utilizar esses 6 princípios em nosso favor, tomando decisões que irão trazer resultados positivos, seja para você ou sua empresa, como para quem você vem negociando.

3. A Bíblia de Vendas

Jeffrey Gitomer, um empresário, palestrante motivacional e escritor do livro A Bíblia de Vendas. Ele já trabalhou com empresas como Coca Cola, Apple e Microsoft.

O livro escrito por Jeffrey se tornou um best seller por mais de uma década e é um dos livros de negociação mais vendidos até hoje. A Bíblia traz diversas questões que um vendedor enfrenta. No livro, o autor mostra o que faz uma venda dar certo e os erros que um vendedor pode cometer. Ele também traz técnicas que podem fazer as suas vendas melhorarem, assim como outras ferramentas que você pode utilizar. 

Seu nome vem do fato de empresários e vendedores sempre procurarem por milagres para melhorarem suas vendas, e é essa a proposta do autor. Sempre se baseando em estudos e ideias comprovadas, o autor desenvolve técnicas para que o vendedor seja flexível e persistente, e também informado.

4. Você pode negociar tudo!

Herb Cohen é um negociador profissional. O autor do livro Você pode negociar tudo! foi reconhecido por diversas revistas como “O Melhor Negociador do Mundo”. Ele possui mais outros livros e também possui diversas frases famosos.

Em Você pode negociar tudo!, Cohen traz a mensagem de que nada é impossível de se negociar. Ele ensina ao leitor quais são os tipos de negociação e habilidades que um negociador deve ter. Além disso, também mostra a importância da negociação e quais pontos você deve se atentar dentro de uma negociação. 

5. Inteligência Emocional

Psicólogo, jornalista, consultante e escritor reconhecido internacionalmente, Daniel Goleman possui em seu acervo cerca de 11 livros. O autor de Inteligência Emocional também era professor de Harvard.

De acordo com o ex professor, quanto mais e melhor conhecermos a mente humana, melhor tomaremos decisões. Ou seja, a partir do controle de nossas emoções, seremos capazes de lidar com situações difíceis e que podem nos privar de fazer boas parcerias e chegar ao tão desejado sucesso.

Goleman traz no livro a separação do conceito de inteligência racional e emocional, e assim, como elas podem transformar nosso destino. Mas também, como podemos dominá-las e como aplicar o conceito de inteligência emocional para isso. 

Podcast do eGestor

Ainda buscando mais conteúdo sobre negociação? O eGestor tem um podcast completo sobre o assunto. Nele, falamos sobre a negociação com clientes e fornecedores, além de gatilhos mentais e outros diversos tópicos.

Considerações finais

Assim como a negociação, a leitura está presente em toda nossa vida, todos os dias. Dessa forma, devemos tirar o melhor proveito dela, uma vez que não há nenhum prejuízo em tal. E por isso montamos esse texto, com a função de selecionar os melhores livros sobre negociação para que você possa entender mais sobre o assunto e consiga transformar todas as suas negociações em bem-sucedidas.

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Tipos de sócios: Proprietário, Administrador ou Quotista?

Tipos de sócios: Proprietário, Administrador ou Quotista?

Você tem dúvidas sobre quais são os tipos de sócios que existem?

A sociedade é uma das formas que os empreendedores têm de conseguir colocar o seu sonho em prática. É uma maneira de diminuir o risco, compartilhando-o com outras pessoas, além de conseguir o recurso necessário para criar uma empresa.

Porém, existem diversos tipos de sócios que uma empresa pode ter e conhecer todos é a melhor forma de encontrar o modelo ideal para a sua empresa. Portanto, este artigo vai tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Confira os principais tipos de sócios.

Entendendo os 3 principais tipos de sócios

Existem diversas formas em que as empresas podem se organizar. São sociedades simples, em nome coletivo, em sociedade limita e diversas outras. Porém, em relação aos tipos de sócio, são basicamente três.

O primeiro é o sócio proprietário. Como o nome indica, é aquele que empreendeu e que é dono do negócio.

Além deste existe o sócio administrador. Este é o sócio da empresa que toma as decisões administrativas do negócio.

Por fim, existe o sócio quotista. Ele é apenas aquele que tem uma cota do negócio, sem necessariamente ter participação no dia a dia e no gerenciamento da empresa.

Esta definição simples é o suficiente para entender o básico sobre cada tipo de sócio. Porém, antes de seguir mais a fundo e entender quais são as responsabilidades de cada um, é preciso abordar dois conceitos cruciais.

O que são o Capital Social e o Contrato Social?

O capital social é a soma de todos os recursos que foram investidos pelos sócios para compor o patrimônio total da empresa. Normalmente, é dividido em cotas, podendo ser representadas em dinheiro ou por meio de certos bens.

Apesar de ser um conceito essencial, nem sempre é conhecido, especialmente pelas pequenas e médias empresas. Ele deve sempre estar claro dentro do contrato social.

Dependendo das funções desempenhadas no negócio e das parcelas de capital social que possuem, a remuneração é diferente. Portanto, não deixe de trazer este conceito no contrato social de qualquer empresa que for criar ou participar.

Por sinal, o contrato social é praticamente a certidão de nascimento da Pessoa Jurídica. Ou seja, é o documento que irá ter todas as regras, condições e características para que a empresa passe a existir oficialmente. Ele também traz a participação no capital social, além das obrigações e direitos de cada um.

É um documento crucial, pois é ele que determina como é feita a distribuição de lucros entre os sócios, de acordo com o que foi investido.

Tipos de sócios: Sócio Proprietário

Este é um conceito que pode ser um pouco separado dos outros. Dependendo do grau de maturidade da empresa, ele pode assumir uma das outras funções, de sócio administrador ou de sócio quotista.

Por exemplo, imagine que uma empresa acabou de surgir. Neste caso, é muito comum que o sócio proprietário tenha também a função de sócio administrador. Por outro lado, se a empresa já está mais madura, ele pode abrir mão de gerenciar o dia a dia da empresa e assumir uma figura de sócio quotista.

A figura do sócio proprietário, muitas vezes é apenas prestigiosa. Não existe muita diferença prática entre elas e os outros, e em certos casos ela nem é considerada. Porém, é importante saber que a mesma existe.

Tipos de sócios: Sócio Administrador

Como mencionado, o sócio administrador é o responsável por acompanhar as funções administrativas da empresa. No dia a dia, seu trabalho é:

  • Conduzir o negócio;
  • Tomar certas decisões;
  • Assinar documentos;
  • Responder pela sociedade;
  • Tomar diversas outras ações gerenciais.

Porém, o que o diferencia de um gestor é a participação no capital social. Ou seja, se tem estas funções, mas não tem participação no mesmo, é um diretor ou gerente. Se cumprir ambos, é um sócio administrador.

Quanto à remuneração, o sócio administrador recebe um pró-labore mensal. Ou seja, recebe um salário que é o pagamento pelo seu envolvimento na empresa. É um pagamento que implica o recolhimento de INSS.

Se não existir a figura do sócio administrador, a empresa deve indicar alguém para cumprir a sua função. Neste caso, ele recebe apenas o salário como administrador, sem ter parte na distribuição dos lucros e prejuízos da empresa.

É claro que qualquer empresa pode oferecer participação nos lucros aos seus funcionários, mas isso é outra história.

Por fim, todos os participantes da empresa precisam arcar com as responsabilidades cabíveis, caso o negócio não consiga bancar as dívidas, usando os recursos e patrimônio próprios.

Caso o capital da social da empresa esteja íntegro, não é necessário usar os bens particulares para responder aos prejuízos, a não ser em caso que o sócio administrador tenha gerenciado com uma conduta abusiva, violando o contrato social e a lei.

Tipos de sócios: Sócio Quotista

Já o sócio quotista, não tem nenhum envolvimento nas atividades administrativas da sociedade. Porém, como faz parte da composição do capital social, sempre terá direito a divisão dos lucros, até que venda a sua cota.

A remuneração do sócio quotista é apenas pela distribuição dos lucros. Apesar de não “trabalhar” para empresa, ainda tem direito a receber parte dos lucros, por conta da sua contribuição para o capital social.

Como seu dinheiro foi investido na empresa, merece recompensa pelo possível risco.

A divisão dos lucros é sempre de acordo com a proporção do capital social. Por exemplo, se um sócio contribuiu R$ 10 mil em uma empresa com capital social de R$ 200 mil, terá direito a 5% dos lucros, pois é a sua cota do capital social.

Em certos casos, é possível que haja uma distribuição não proporcional, mas isso deve ser descrito no contrato e obedecer à lei societária.

No caso de dívidas, o sócio quotista não precisa usar os bens particulares para arcar com as dívidas, já que não participou da gestão. Apenas a sua cota no capital social é usada.

Agora, você já sabe quais são os tipos de sócios, pode entender melhor qual é o papel de cada um deles dentro da sua empresa.

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Plano de carreira: o que é e como elaborar?

Plano de carreira: o que é e como elaborar?

Com um mercado cada vez mais competitivo, as empresas devem cada vez mais pensar em oferecer capacitação e perspectiva de crescimento para os seus funcionários, de forma a mante-los motivados por um longo período de tempo e consequentemente melhorarem a produtividade da empresa. Para que isso ocorra, uma alternativa que as empresas tem encontrado é oferecer um plano de carreira para os seus colaboradores. É sobre este assunto que vamos falar neste artigo. Afinal o que é um Plano de Carreira? Qual a sua importância para os colaboradores e para as empresas? Como elaborar?

O que é um Plano de Carreira?

O plano de carreira é um projeto que estabelece o caminho a ser seguido por funcionários dentro de uma empresa. Ele engloba as expectativas que as empresas possuem em relação a cada cargo da organização, além de apresentar aos funcionários uma projeção de possíveis recompensas, como aumento de salário ou então uma promoção de cargo dentro do ambiente organizacional de acordo com as metas que forem atingidas.

Elaborar um plano de carreira é extremamente vantajoso para as empresas, pois a partir dele, os gestores sabem exatamente em que aspectos devem avaliar os seus funcionários e podem analisar se as ações e metas elaboradas ao longo da construção do plano de carreira estão sendo devidamente cumpridas por cada um deles.

Outra vantagem de se elaborar um plano de carreira é o fato de manter os colaboradores sempre motivados a atingir determinados objetivos dentro da empresa.

Isso ajuda não só na retenção de profissionais, diminuindo a rotatividade e evitando gastos com demissões e admissões de profissionais, mas também na atração de novos funcionários, que podem se sentir extremamente motivados para trabalhar em uma empresa que ofereça um plano de carreira.

Para os colaboradores, o plano de carreira é importante a medida em que serve como um norte das ações que devem ser realizadas dentro da empresa. A partir dele, os funcionários sabem exatamente o que devem fazer e o que precisam alcançar para conseguir um aumento de salário ou então subir de cargo na empresa.

Ou seja, os funcionários sabem que possuem uma perspectiva de crescimento profissional no lugar em que trabalham.

Como elaborar um bom plano de carreira?

Portanto é necessário que o plano de carreira alinhe os objetivos da empresa com o objetivo dos profissionais. De nada adianta você estabelecer grandes metas que alterem o patamar de sua empresa se você não recompensar adequadamente os seus funcionários para isso.

Grandes metas exigem grandes esforços, que obviamente necessitam de uma grande motivação dos funcionários. Eles não querem que somente a sua empresa cresça, mas sim ter a possibilidade de crescer junto com ela, tanto financeiramente, quanto profissionalmente.

Sendo assim, ao elaborar um plano de carreira você também deve conversar com os seus funcionários e procurar saber quais as suas visões e quais os seus objetivos pessoais dentro de determinado período na empresa. Envolver a sua equipe na estruturação de metas pode ser essencial para que eles sintam-se mais motivamos e participativos no ambiente organizacional.

O plano de carreira precisa beneficiar tanto a empresa, quanto os funcionários.

Conheça os seus funcionários

Sabendo com clareza quais os pontos fortes e quais os aspectos que ainda podem ser desenvolvidos em cada um de seus funcionários é fundamental para estabelecer metas realistas e que possam ser devidamente cumpridas por cada um deles.

Fazer com que cada colaborador trabalhe em torno de seus pontos fortes, certamente aumentará as chances de a empresa obter melhores resultados em um período menor de tempo.

Estabeleça objetivos realistas

Não confunda ambição com impossibilidade. Na hora de definir as metas você precisa saber até que ponto seus colaboradores realmente podem alcançar em termos de resultados. E como falamos anteriormente, tome cuidado ao estabelecer as metas para os seus funcionários. Elas precisam estar plenamente de acordo com as competências de cada um deles.

Outro aspecto fundamental que deve ser levado em conta na hora de elaborar um plano de carreira é em relação as recompensas oferecidas aos funcionários em caso de se cumprir os objetivos estabelecidos.

Seja uma promoção dentro da empresa, que consequentemente resultará em um aumento salarial, seja a manutenção no mesmo cargo com um reajuste, você precisa prometer o que vai cumprir.

Por isso avalie criteriosamente se sua empresa não terá problemas financeiros com a remuneração extra de determinado funcionário e se terá recursos para isso. É uma situação extremamente desagradável para você, como gestor, prometer uma recompensa para o seu funcionário e posteriormente não poder cumprir, já que o seu orçamento empresarial não suporta estes reajustes.

Faça o acompanhamento dos resultados

Para verificar se as ações programadas no plano de carreira estão sendo devidamente realizadas, faça um acompanhamento constante do trabalho e dos resultados obtidos.

Na hora de elaborar o plano de carreira, fazer um cronograma de datas em que determinadas ações serão realizadas por cada um dos funcionários e prazos para o cumprimento dos objetivos facilita muito o processo de mensuração.

Em caso de os resultados não estarem sendo os esperados, altere o plano de carreira no que for necessário, tanto em relação aos objetivos, quanto em relação as funções de cada funcionário.

Para auxiliar no processo de avaliação de resultados, uma dica importante é contar com o auxílio de um bom sistema de gestão empresarial, que possibilita fazer o acompanhamento do controle financeiro de sua empresa, da lucratividade obtida em determinado período, da quantidade de vendas por produtos e por vendedores, dentre outros importantes indicadores.

Se a sua empresa trabalha usa o marketing digital para geração de leads e clientes e estabeleceu como metas aumentar estes números, a ferramenta Semrush permite analisar o crescimento de tráfego gerado pelo seu site, blog ou redes sociais de uma forma geral, assim como a sua taxa de conversão e a comparação com outras empresas concorrentes.

Quais as estruturas de plano de carreira?

De uma forma geral, o plano de carreira será elaborado a partir de uma das estruturas a seguir:

  • Estrutura em linha: com um plano de carreira linear, a sequência de cargos que o colaborador poderá ocupar dentro da organização já são definidos previamente. É uma estrutura que torna as possibilidades de crescimento dos colaboradores mais restritas;
  • Estrutura em rede: é uma estrutura mais abrangente e vantajosa aos colaboradores do que a estrutura em linha, a medida em que possibilita uma ampla variedade de cargos que poderão ser ocupados pelos profissionais em caso do cumprimento de determinados objetivos. Na estrutura em rede, o gestor oferece diversos caminhos de plano de carreira que poderão ser seguidos e os profissionais escolhem o plano que mais lhe agradar. Ao contrário da estrutura em linha, a definição do plano de carreira em rede também tem a participação dos funcionários na tomada de decisão e não é realizada somente pelo alto escalão;
  • Estrutura paralela: esse é um dos modelos mais utilizados pelas empresas no Brasil e no mundo afora. A diferença para as demais, é que a estrutura paralela oferece opções de crescimento que não estejam ligadas somente a promoções de cargo. Na estrutura paralela, os colaboradores que não se vêem com as características ideais para ocupar o cargo de gestores futuramente, poderão manter o seu cargo atual e assim poderão ser recompensados com bonificações salariais;

Quais recursos podem ser úteis para auxiliar os seus funcionários na obtenção de metas?

Após a elaboração do plano de carreira para seus colaboradores, você não deve deixa-los caminhar sozinhos sem auxiliar no cumprimento de seus objetivos.

É preciso investir em qualificação e incentivar constantemente seus colaboradores para que sintam-se efetivamente preparados em atingir os objetivos propostos no plano de carreira. Existem uma série de recursos que podem auxiliar neste sentido:

Coaching executivo

Contratar um profissional de coaching para atuar em sua empresa pode ter um efeito amplamente positivo na motivação e orientação a seus colaboradores. O coaching executivo atua junto a empresa e todos os colaboradores a partir da aplicação de técnicas no dia a dia de trabalho que possuem o objetivo de levar ao cumprimento das metas estabelecidas.

O coaching executivo pode ser fundamental para potencializar o rendimento diário de seus colaboradores. Uma das metodologias muito utilizadas pelos profissionais de coaching é a catálise, que é um programa voltado para o autoconhecimento e auto-desenvolvimento profissional.

Cursos EAD

A internet possibilita uma série de recursos que podem ser extremamente úteis no ambiente empresarial. Há uma grande variedade de cursos online e gratuitos voltados para a qualificação profissional em relação aos mais variados aspectos, que podem ser aplicados como forma de treinamento a seus funcionários.

Mentoring

Semelhante ao processo de coaching, o método de mentoring também é voltado para a orientação profissional. A diferença neste caso é que o mentoring, no caso, é um de seus colaboradores mais antigos em sua empresa e que estão mais habituados a todos os seus processos.

Este profissional será responsável por orientar algum colaborador mais novo no ambiente de trabalho e ainda inexperiente no em relação aos processos desenvolvidos. É uma espécie de tutela.

O processo de mentoring é vantajoso tanto para os profissionais que recebem as orientações de um colaborador mais experiente, pois só tendem a adquirir mais conhecimento, quanto para os orientadores que participarão deste processo, a medida em que se sentirão plenamente reconhecidos pelo trabalho desenvolvido!

Cursos presenciais

Oferecer cursos presenciais a seus funcionários, também é uma forma de incentivar a fuga da zona de conforto e apoiar os seus colaboradores a buscarem uma constante qualificação em busca de atingir as metas estabelecidas.

E o Plano de carreira pessoal?

É importante ressaltar que o plano de carreira não serve exclusivamente para os gestores aplicarem para definir metas para a empresa e para funcionários.

Ele também pode ser usado para quem deseja crescer profissionalmente por conta própria sem metas estabelecidas por seus superiores. Veja alguns aspectos que devem ser levados em conta para elaborar um plano de carreira voltado exclusivamente para o seu crescimento profissional.

Tenha autoconhecimento

É imprescindível conhecer a sua própria personalidade para definir de fato aonde você quer chegar e qual será a maneira mais eficiente de se chegar até determinado objetivo. Tenha em mente seus interesses pessoais e profissionais para definir os seus objetivos.

Identifique os seus pontos fortes e fracos para saber qual será o melhor caminho a ser seguido. Esta união entre o que você gosta e no que você é bom, vai otimizar os seus resultados. Avaliar em quais aspectos específicos em que ainda é possível evoluir como profissional também é essencial para estruturar o seu próprio plano de carreira.

Responda algumas perguntas

Para definir os seus objetivos profissionais é indispensável responder algumas perguntas a si mesmo:

  • Deseja crescer dentro de seu próprio emprego ou ir para uma empresa maior? Em caso de escolher a segunda opção, qual seria essa empresa?
  • Você tem como prioridade receber aumento salarial?
  • Quais são as suas áreas de interesse? Em quais delas as suas qualificações seriam melhores aproveitadas?
  • O que você tem feito para chegar a seus objetivos? O que pode ser melhorado?

Estabeleça metas

Depois de fazer um processo de auto-avaliação e responder as perguntas acima, comece a projetar o seu futuro dentro de um determinado período.

Isto é, em que cenário você se imagina daqui a 5 ou 10 anos? A partir daí, elabore um cronograma, com datas e prazos para você realizar as ações para chegar ao seu objetivo final. Se espelhe em profissionais que obtiveram grande crescimento profissional por méritos próprios. Não tenha medo de sair da zona de conforto!

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