Marketing viral: o que é e como funciona?

Marketing viral: o que é e como funciona?

Popularizar, criar engajamento, e simplesmente grudar na cabeça do público. Estes são os principais objetivos do chamado marketing viral. Quer saber mais sobre este conceito, qual a sua importância para as empresas, e ficar por dentro de algumas dicas para fazer as suas estratégias de marketing realmente viralizarem? Então fique com a gente neste artigo!

O que é marketing viral?

Se uma determinada estratégia de marketing produzida por uma empresa conseguiu se expandir rapidamente e ganhar uma repercussão extremamente positiva na internet, atingindo a um grande público e um período de tempo relativamente curto, podemos dizer que foi uma estratégia que viralizou, ou seja, foi um marketing viral. Como o próprio nome diz, esse tipo de campanha de marketing vai se espalhando a um número cada vez maior de pessoas, da mesma forma como ocorre com um vírus.

Mas para acertar em cheio na sua estratégia, e de fato conseguir atingir um público abrangente, de fato não é nada fácil. É preciso um alto conhecimento a respeito das características de seu público alvo, de forma a pensar de que forma esse público sentiria-se realmente engajado com a sua marca. Além disso, é claro, é imprescindível que você possua uma equipe de marketing altamente capacitada e criativa, que pense “fora da caixa”, mas que ao mesmo tempo tenha sensibilidade que determinada estratégia seja realmente inteligente, inovadora, e que não seja ofensiva.

Apesar de obviamente necessitar de criatividade e da busca pela fuga do senso comum, um bom marketing viral precisa despertar a emoção das pessoas, de forma que elas se sintam envolvidas, ser divertido e bem humorado, identificar certa necessidade do seu público e procurar soluciona-la. Estes são os requisitos básicos para fazer o seu marketing realmente viralizar e deixar o seu público totalmente identificado não só com a sua campanha, mas com a sua marca de uma forma geral.

Por que fazer marketing viral?

Uma estratégia de marketing que se viralize perante o público, certamente será uma grande vantagem competitiva de sua empresa em relação aos concorrentes, e será um fator que tornará a sua marca muito mais facilmente lembrada em detrimento de outra, que também pode ter um produto ou serviço muito bom, mas não conseguiu a mesma empatia e identificação com o público.

Portanto se você tem de fato um bom produto, ou presta um bom serviço, e consegue espalhar a sua marca a um público ainda maior por meio de um marketing viral, as chances de sua empresa se tornar referência e dominar o mercado, pelo menos por um certo período, são grandes.

Com o passar do tempo, cada vez mais estratégias de marketing acabam viralizando. Por isso, um bom marketing viral não é garantia de sucesso eterno para a sua empresa, pois novas campanhas de sucesso surgirão. Seu marketing viral terá uma grande repercussão por um certo período de tempo e atingirá um grande número de pessoas.

Após isso, cabe a sua empresa saber transformar este sucesso em um real aumento de clientes, e a partir de então saber fidelizar o público oriundo de seu marketing viral.

Como fazer marketing viral?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o conceito de marketing viral, e o quão importante esse tipo de estratégia pode ser para tornar a sua marca totalmente conhecida no mercado, é hora de botar a mão na massa e tentar fazer com que suas estratégias de marketing se tornem de fato, virais. Para isso, selecionamos algumas dicas que podem ser importantes neste processo:

1- Faça algo de fácil entendimento pelo público

É importante deixar claro que o intuito de uma campanha de marketing viral não é ganhar leads por meio de formulários. Por isso, o ideal é que o seu conteúdo seja de fácil entendimento e acessibilidade, sem links e sem cadastros, de forma a despertar o interesse e ser visto pelo maior número de pessoas possíveis.

Para isso, é recomendável apostar em conteúdos audiovisuais, que são mais atrativos e tem mais facilidade para prender a atenção das pessoas do que uma campanha impressa, por exemplo. Outra vantagem do audiovisual, é que o conteúdo pode ser veiculado tanto na internet, quanto na TV, e o áudio propriamente, pode servir para a campanha no rádio, o que proporciona uma circulação muito maior.

2- Publique em seu canal no youtube

As chances de fazer o seu conteúdo viralizar utilizando o youtube, é muito maior. Isso porque esta plataforma voltada exclusivamente para a publicação de conteúdo audiovisual, é extremamente acessada no mundo inteiro. Além disso, o youtube permite o compartilhamento nas demais mídias sociais como Facebook, Twitter, Linkedin, dentre outras. Portanto, esta mídia social também pode ser muito importante se você está pensando em ampliar o alcance de sua marca. Lembre-se de avaliar um editor de vídeo para garantir a qualidade e assertividade do seu conteúdo no YouTube.

3- Conheça o seu público

Nada garante que a sua campanha de marketing vai de fato, se tornar viral. Mas conhecendo a fundo quem é o seu público e quais as suas características, é muito mais fácil pensar em um conteúdo que se encaixe com os seus interesses específicos, de forma que o emocione e crie identificação.

4- Não tenha o produto ou serviço como prioridade

Ao contrário de uma campanha de marketing tradicional, uma campanha de marketing viral não tem como foco o produto ou serviço em si, mas sim envolver e chamar a atenção do público, para somente depois de estar completamente impactado com o seu conteúdo, ele perceber que se trata de fato de um produto ou serviço, e a partir de então, seu comercial será visto de uma forma positiva e natural, sem o objetivo de forçar a compra a todo custo!

Sistema online para controle financeiro: Os erros para evitar

Sistema online para controle financeiro: Os erros para evitar

Teste Grátis

O empreendedor que busca aumentar os seus lucros precisa encontrar formas de conseguir gerenciar a sua empresa de uma maneira bastante eficiente. E, normalmente, o problema é que se tem muita coisa para fazer e pouco tempo disponível. Nessas horas, o correto é procurar um sistema online para o controle financeiro. Uma ferramenta que vai automatizar a rotina da empresa e trazer mais resultados. O problema, então, é como fazer para escolher bem essa solução.

Para te ajudar nessa tarefa, listamos alguns dos principais e mais frequentes erros que alguns gestores cometem. Assim você vai ficar longe dessas mancadas e vai conseguir encontrar a melhor solução para o seu negócio. Confira:

1. Avaliar somente o preço

Esse é um erro realmente muito perigoso de se cometer. Ao procurar um sistema, é necessário entender que ele vai ser utilizado todos os dias na sua empresa e que precisa oferecer o máximo de resultados possíveis.

Ele tem que ser uma ferramenta moderna e que consiga realmente facilitar a sua vida. Adotar uma ferramenta que seja pouco eficiente ou que não tenha muita utilidade prática para o seu negócio vai tomar tempo com ajustes ou retrabalho.

Pode ainda, nos piores casos, fazer com que você acabe tendo alguns controles paralelos, o que realmente não é o correto.

Ao escolher um sistema online para a gestão financeira, procure avaliar o custo sempre com relação ao que ele consegue entregar de facilidade e de resultados para a sua empresa.

2. Esquecer de avaliar o fornecedor

Assim como o seu sistema precisa ser bem avaliado para ter o máximo de compatibilidade com o seu negócio, é extremamente importante considerar quem é o fornecedor da ferramenta.

Nesse ponto, as preocupações são 2:

Experiência

A 1ª coisa é que temos que nos lembrar que ao buscar um sistema de gestão, ela deve durar o máximo possível na nossa empresa. E isso vai depender muito de quem é o fornecedor.

Fornecedores que não têm muita experiência de mercado podem, às vezes, apresentar soluções que aparentem ser bem estruturadas, mas que, na verdade, acabam pecando em aspectos técnicos que fazem o software ter um funcionamento abaixo do desejado.

Responsabilidade

A outra questão é que, além do sistema, a empresa fornecedora também precisa ser bem estruturada. Assim ela terá mais chances de manter as suas ferramentas atualizadas e operando adequadamente por muito tempo.

3. Não entender como funciona o suporte

Principalmente no início da utilização do seu sistema de gestão, você vai precisar estar em contato mais frequentemente com a empresa fornecedora. Depois dessa fase, é natural que a rotina de contatos diários vá diminuindo.

O problema é que, depois de um tempo, alguns empreendedores acabam se sentindo um pouco abandonados com um suporte mais fraco do que imaginavam. E, às vezes, o problema é que a empresa contratante não entendeu como é a prestação do serviço de suporte.

Por isso, ao avaliar um sistema online para controle financeiro do seu negócio, procure entender muito bem como será a prestação do serviço de suporte do seu futuro fornecedor.

4. Não testar a ferramenta

Como já falamos, um sistema de gestão é uma ferramenta que vai ser utilizada cotidianamente. E mesmo assim existem donos de negócios que não reservam um tempinho para testar a ferramenta.

Não cometa esse grande erro! É preciso saber (muito bem) o que se pode esperar de um bom software desse tipo. Por isso, depois de pesquisar bastante e encontrar uma opção que parece ser a mais indicada para o seu negócio, teste.

Procure conhecer o ambiente da ferramenta e a sua forma de operação. Veja se tudo isso está de acordo com o que você espera e se faz sentido junto à forma de tocar o seu empreendimento.

5. Falta de integração com outras áreas da empresa

Apesar de estarmos falando de um sistema online para controle financeiro, é preciso entender que esta ferramenta não vai cuidar exclusivamente das contas da sua empresa.

Na verdade, como o financeiro afeta e é afetado por tudo o que acontece no seu negócio, é necessário ter uma visão mais ampla. E, na maioria das vezes, o empreendedor que não consegue enxergar isso pode optar por ferramentas que sejam muito limitadas.

O melhor mesmo é buscar uma alternativa que esteja conectada a outras operações da empresa. Por exemplo:

Se você não tiver esse cuidado, poderá ter que buscar outras complementações para a sua gestão ou, simplesmente, ter que se contentar com um sistema pouco eficaz. E não é isso o que você deseja, certo?

6. Falta de relatórios adequados

Toda ferramenta de gestão precisa ser construída para conseguir gerar 2 tipos bem distintos de vantagem:

  • o 1º foco é a questão operacional. Ela tem que dar conta de oferecer uma maneira bem dinâmica e rápida de conseguir fazer a sua empresa funcionar sem erros, atrasos ou maiores complicações no seu dia a dia;
  • a 2ª preocupação de um bom sistema de gestão é que ele deve conseguir fornecer relatórios gerenciais bem estruturados. Ele tem que transformar dados de operações diárias em informações estratégicas para que a sua gestão fique mais profissional e assertiva.

Um gestor que pode contar com bons relatórios gerenciais tem muito mais condição de tomar decisões corretas, conseguir fazer a empresa lucrar mais e ter chances de ser mais competitiva no mercado.

Por isso, antes de adotar um sistema online para controle financeiro na sua empresa, tenha muito cuidado e confira se ele consegue fazer a sua rotina funcionar muito bem e se ele oferece informações qualificadas e estrategicamente organizadas para facilitar a sua vida.

Se estiver na dúvida, pesquise um pouco mais. Existem ótimas soluções no mercado.

Agora que você já sabe o que não deve fazer na hora de contratar uma ferramenta de gestão para o seu negócio, é bom também dar uma olhada em como está organizando a rotina da sua empresa.

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Como transformar leads em clientes?

Como transformar leads em clientes?

Muitas empresas que trabalham com marketing digital certamente já se depararam com este questionamento: afinal, como transformar os leads gerados pelo meu marketing de conteúdo em clientes? Esta é uma questão importantíssima para as empresas que utilizam as plataformas digitais como uma ferramenta para atrair uma nova clientela.

Ter um elevado número de leads é importante, pois demonstra que os seus leitores e vistantes de suas plataformas estão definitivamente interessados no seu conteúdo e disponibilizaram meios para você manter contato e seguir divulgando o seu negócio.

Mas de nada adianta se você não conseguir de fato alterar o status de seus leads para clientes de seu produto ou serviço e então obter retorno financeiro com eles. Mas antes de saber como alterar esse status no processo de marketing, é preciso entender um pouco mais sobre o que são de fato leads, que representam grandes oportunidades de negócio para as empresas!

 O que é um lead no marketing digital?

Os leads são portanto nada mais do que leitores ou visitantes qualificados de determinado conteúdo produzido por empresas ou pessoas físicas nas plataformas digitais, como blogs e websites, por exemplo. São pessoas que disponibilizam algum meio de contato, geralmente seu endereço de e-mail, de forma a seguir recebendo determinado conteúdo e mais informações referentes a determinado produto ou serviço.

São pessoas que possuem potencial para se tornarem de fato clientes de seu negócio, pois já demonstraram interesse em receber o seu conteúdo. Ao fornecer e-mail para contato, as pessoas estão querendo buscar cada vez mais informações sobre a sua empresa ou somente sobre determinado tema abordado em seu blog, por exemplo, que pode ter gerado a conversão de um mero leitor, para um lead.

Portanto sua empresa terá a partir de então a possibilidade de fazer com que estes leads avancem e se tornem parte do estágio do fundo de funil de vendas, em que estão conscientes de que a sua empresa pode de fato satisfazer as suas necessidades e não estão somente interessados no seu conteúdo de marketing digital. A partir dai, eles poderão deixar de ser leads para se tornarem de fato, clientes de seu produto ou serviço.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre o conceito de leads no marketing digital e como funciona o processo de qualificação de leitores e visitantes, é preciso saber de fato como aproveitar estas oportunidades de negócio. Como transformar seus leads em clientes? Para isso é preciso uma contínua relação de harmonia entre os setores de marketing e venda de sua empresa. É sobre isso que vamos falar a partir de agora neste artigo!

Selecione os leads qualificados

Sua equipe de marketing deve estudar algumas características em relação aos leads que foram gerados, e selecionar para a equipe de vendas leads que inicialmente se encaixam mais com o perfil de público alvo da empresa. Dar prioridade a estes leads pelo menos em um primeiro momento, aumenta as chances de conversão.

Deve-se analisar idade, sexo, localização geográfica, cargo na empresa em que trabalha, ramo de atuação da empresa, número de materiais baixados por este lead em relação a sua empresa, o conteúdo destes materiais, dentre outras características. Fazendo este levantamento, analisando para qual tipo de conteúdo os leads forneceram seus dados, é possível ter uma ideia dos seus interesses no momento, e quais deles estão em um estágio mais avançado do funil de vendas, que estão procurando realmente por soluções oferecidas pela sua empresa. Estes são os leads qualificados.

Estes leads podem partir do cadastro de um e-book falando especificamente da atividade realizada pela sua empresa, por exemplo. Existem diversos programas e softwares que realizam a identificação de seus leads, e de qual conteúdo eles realizaram a conversão. Estude o mercado e escolha a melhor destas ferramentas para a sua empresa. Definidos e selecionados estes leads qualificados, o ideal é que a equipe de vendas entre em contato imediatamente, de forma com o que o lead não “esfrie” o seu interesse. 

Avalie o historico do lead com a sua empresa

Confira se o lead em questão apresentou uma boa taxa de abertura de newsletters e e-mails de uma forma geral desde  que disponibilizou o seu endereço de e-mail para receber mais informações. Verifique também a quantidade de respostas daquele usuário aos e-mais, se ele fez comentários dizendo que gostou do conteúdo ou então tentou esclarecer alguma dúvida. Outra forma de verificar esta interação é através dos comentários em seus blog posts.

Quanto maior a interação e as respostas dos leads, maior será a possibilidade de sucesso na abordagem por parte da equipe de vendas. Leads que não costumam abrir suas newsletters com frequência, por exemplo, ainda não se encontram devidamente engajados com o seu conteúdo, sendo necessário que a equipe de marketing trabalhe melhor a relação com este lead antes de encaminha-lo as vendas.

Procure soluções para os seus leads

Procurar entender quais as necessidades de seus leads e tentar a partir daí resolver os seus problemas é de extrema importância. Tanto para a equipe de marketing, que saberá identificar o tipo de conteúdo que determinado lead procura receber em seu e-mail, quanto para o time de vendas, que conhecendo o perfil de cada lead saberá abordá-los da forma correta, entendendo as suas necessidades e oferecendo não só um produto ou um serviço, mas sim, a solução para os seus problemas e o suprimento de suas necessidades!

Mensure os resultados

É impossível fazer uma boa gestão de seus leads sem possuir ferramentas que avaliem a taxa de abertura de e-mails e respostas de seus leads. Mensurando estas ações você poderá identificar se suas estratégias de marketing de conteúdo estão de fato criando engajamento e gerando interesse de seus leads.

Em caso de os resultados não estarem sendo satisfatórios, é hora de pensar em novas possibilidades e estratégias. Pois não adianta pensar em vendas sem antes disso criar uma certa relação com o seu lead, e sem deixá-lo extremamente interessado. Somente a partir de um alto nível de interesse e engajamento, é que se recomenda encaminhar os seus leads para o time de vendas.

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Resumo do livro “Trabalhe 4 horas por semana” de Timothy Ferris

Resumo do livro “Trabalhe 4 horas por semana” de Timothy Ferris

Já pensou em ganhar mais e trabalhar menos? Pois esse é justamente o objetivo proposto pelo escritor, empresário, investidor e palestrante norte-americano Thimothy Ferriss em seu livro “Trabalhe 4 horas por semana: Fuja da rotina, viva onde quiser e fique rico“.

Lançado em 2007 nos Estados Unidos, o livro de Ferriss rapidamente se tornou um bestseller nos EUA e no mundo e alcançou a posição nº 1 tanto no mais famoso jornal do país, o The New York Times, quanto no respeitado Wall Street Journal. Como afirma o autor na contracapa, o livro é um “guia para um novo estilo de vida”.

Isto é, o que Ferriss propõe aos seus autores é uma série de dicas e ensinamentos para que aprendam como render mais em menos tempo no trabalho. Além disso, o empresário explica a sua trajetória profissional e mostra como, de 40 mil dólares por ano em 80 horas de trabalho por semana, ele passou a ganhar 40 mil dólares POR MÊS trabalhando apenas 4 horas por semana.

Quer saber tudo sobre o livro “Trabalhe 4 horas por semana”, de Thimothy Ferriss? Confira o resumo completo que fizemos desse livro para você!

Veja abaixo:

Introdução

O livro é muito fácil de ler e apresenta linguagem simples, além de diversas passagens divertidas e citações que ajudam a fixar as ideias propostas por Ferriss. Pelo título “Trabalhe 4 horas por semana”, é muito comum que os leitores desconfiem do objetivo proposto pelo autor, mas ao longo da leitura você pode mudar de opinião, já que o empresário e palestrante norte-americano sabe explicar muito bem o que você pode fazer para trabalhar pouco e ganhar muito mais.

Afinal, quem é que não quer mais tempo para viajar, ficar com a família, praticar esportes, ou seja lá o que você deseja fazer nesse tempo livre, não é mesmo?

Então, vamos lá!

Capítulo 1: Antes de mais nada

Dividido em 3 partes (1.1 – Faq – Leiam isso, céticos; 1.2 – Minha história e porque você precisa deste livro; e 1.3 – Cronologia de uma patologia), o primeiro capítulo do livro explica a proposta de Ferriss para os seus leitores. Isto é, explica porque você pode, sim, trabalhar apenas 4 horas e ser muito bem sucedido na carreira e qual a importância do livro escrito por ele na vida de quem já se acostumou a trabalhar muito sem ganhar uma remuneração tão recompensadora assim.

  • Em “1.1 – Faq – Leiam isso, céticos”, o autor se dedica exclusivamente a responder perguntas comuns que você pode fazer antes de ler o livro, como “Será que eu devo abandonar o meu emprego atual?” ou “Corro riscos?”, entre outras.
  • Já no segundo subtítulo “1.2 – Minha história e porque você precisa deste livro”, o empresário explica como abandonou a vida de “workaholic” (viciado em trabalho) cortando todas as coisas que eram desnecessárias em sua vida.
  • No terceiro subtítulo “1.3 – Cronologia de uma patologia”, por sua vez, Ferriss conta a história de vida dele, já que o livro é bastante autobiográfico e narrado a partir das experiências próprias do empresário. O objetivo é mostrar que você não precisa ter nascido rico ou ser genial para começar a ganhar mais.

Capítulo 2: D De Definição

Separado em 4 partes (2.1 – Advertências e comparações; 2.2 – Regras que mudam as regras; 2.3 – Desviando dos tiros; e 2.4 – Zerar o sistema), o segundo capítulo de “Trabalhe 4 horas por semana” é composto pelas experiências pessoais de Ferriss e dicas para que você deixe de ser uma pessoa que trabalha 8 horas, ou mais, por dia.

  • Em “2.1 – Advertências e comparações”, o empresário norte-americano explica, principalmente, a importância de traçar os seus objetivos com clareza para que consiga conquistá-los. É nessa parte específica do livro que Ferriss propõe que você deixe de trabalhar para os outros e faça com o que os outros trabalhem por você.
  • Já no segundo subtítulo deste capítulo, “2.2 – Regras que mudam as regras”, o autor questiona os atuais padrões impostos pela sociedade, as “regras”, e deixa uma série de perguntas para que você responda.
  • No terceiro e quarto subtítulos, “2.3 – Desviando dos tiros e 2.4 – Zerar o sistema”, Ferris continua seguindo a linha de raciocínio do subtítulo anterior e comenta sobre o “medo paralisante” e o medo de perder e não dar certo, bem como procura fazer com que você entenda que é a própria sociedade quem alimenta as crenças limitadoras.

Capítulo 3: E De Eliminação

Dividido em 3 partes (3.1 – O fim do gerenciamento do tempo; 3.2 – A dieta pobre em informação – Cultivando a ignorância seletiva; e 3.3 – Interrompendo as interrupções e a arte da recusa), o terceiro é um dos capítulos mais interessantes do livro.

No primeiro subtítulo, Ferriss explica como você pode passar a ganhar mais trabalhando no mesmo emprego, caso você goste do que faz atualmente, e ajuda a repensar se o que você faz é realmente importante.

  • Em “3.2 – A dieta pobre em informação”, o autor explica como informação demais pode ser algo completamente inútil, como as redes sociais podem tomar o seu tempo de forma desnecessária e de que forma o leitor pode ser mais produtivo no trabalho. No último subtítulo, Ferriss explica a “arte da recusa”. Isto é, o empresário fala sobre como é importante que o leitor aprenda a dizer “não” quando é necessário a fim de conquistar mais produtividade em menos tempo.

Capítulo 4: A de Automação

Composto por 4 subtítulos (4.1 – Terceirizar a vida; 4.2 – Receita em piloto automático I; 4.3 – Receita em piloto automático II; e 4.3 – Receita em piloto automático III), o quarto capítulo de “Trabalhe 4 horas por semana” faz uma comparação entre o mercado norte-americano em relação ao mercado da Índia. Talvez esse seja o capítulo menos interessante para os brasileiros, já que a nossa estrutura de mercado é completamente diferente.

Mesmo assim, nos 4 subtítulos estão informações importantes sobre como o leitor pode terceirizar as suas ações no dia a dia a fim de lucrar muito mais, ao mesmo tempo em que trabalha muito menos. A dica principal de Ferriss é para que você automatize tudo o que for possível e encontre uma fonte de renda que não demande tanto tempo.

Capítulo 5: L de Liberação

Dividido em 5 partes (5.1 – Ato de desaparecimento; 5.2 – Irremediável; 5.3 – Miniaposentadorias; 5.4 – Preenchendo o vazio; e 5.5 – Os 13 principais erros dos Novos Ricos), o quinto capítulo do livro de Ferris é composto por dicas sobre o que o leitor pode fazer para “desaparecer” do trabalho e ter muito mais tempo livre; sobre como a ideia de aposentadoria no fim da vida é uma furada e continua com os questionamentos sobre os padrões da sociedade.

Em “5.4 – Preenchendo o vazio” e “5.5 – Os 13 principais erros dos Novos Ricos”, o autor fala sobre o sentimento de vazio e sobre como superar os principais erros que o leitor pode cometer quando tem hábitos exagerados e improdutivos, que prejudicam a sua vida profissional e financeira, impedindo-o de lucrar mais em menos tempo.

Capítulo 6: O último capítulo

Enfim, neste último capítulo de “Trabalhe 4 horas por semana”, Ferriss cita o poema de uma menina que tinha uma doença mortal e, com isso, incita os leitores para que reflitam sobre como eles têm, realmente, aproveitado o seu tempo.

Um trecho do poema Dança Lenta:

“[…] A vida não é uma corrida
Vá devagar.
Ouça a música
Antes que ela acabe […]”

Resumo do livro trabalhe 4 horas por semana em vídeo:

eGestor

O eGestor é o sistema de gestão empresarial totalmente fácil e online. Ideal para auxiliar na gestão de sua micro ou pequena empresa. Com ele você pode realizar de uma forma totalmente automatizada processos fundamentais na rotina de sua empresa, como controle de estoque e controle financeiro, além de emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para seus clientes, gerar relatórios financeiros, registrar suas compras e vendas, e muito mais!

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Como um sistema online contribui para produtividade da empresa

Como um sistema online contribui para produtividade da empresa

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O lucro de todo negócio depende muito da produtividade empresarial que se consegue atingir na operação diária da empresa. Uma gestão que se preocupa em conseguir manter um patamar mais elevado de resultados investe bastante energia em esforços focados no aumento dessa produtividade.

Além de se diminuir as perdas, a empresa consegue, sem ter que fazer grandes investimentos, um retorno mais rápido. Isso gera fôlego financeiro e maior oportunidade de ganhos.

Na busca por esse cenário ideal, alguns donos de negócios esbarram na dúvida de como realmente um sistema online pode ajudar. Se por acaso essa também é a sua pergunta, destacamos os principais motivos para que você considere melhor a adoção de uma ferramenta de gestão online.

Guia de Otimização de Processos

1. Agilidade dos processos repetitivos

Uma das principais funções de um sistema é realizar tarefas repetitivas para que as pessoas se encarreguem de outras tarefas mais elaboradas.

Por isso, essa é a primeira vantagem que precisa ser destacada e uma das mais importantes para o ganho de produtividade da sua empresa.

Enquanto você ou seu funcionário estão ocupados realizando alguma rotina cansativa e que toma tempo, a sua empresa fica sem gente para pensar, negociar, atender clientes e  outras coisas do tipo.

Um sistema bem escolhido e ajustado ao seu tipo de negócio vai liberar mão de obra e fazer mais coisas no mesmo tempo disponível significa aumento de produtividade.

2. Diminuição de erros

Todo ser humano, por mais detalhista e sistemático que seja, está sujeito a cometer erros. Pode ser por estresse, cansaço ou mesmo uma simples distração, mais cedo ou mais tarde acaba cometendo erros, e essas falhas acabam custando alto para a empresa.

Ainda que sejam pequenos e impliquem em valores baixos, com o tempo, a soma de cada um destes deslizes vai acumulando e, assim, não damos conta do tanto que foi perdido.

Usando uma ferramenta preparada para a gestão do negócio temos a segurança de que cada operação será realizada totalmente dentro do que é esperado e, ainda, contamos com relatórios que mostrarão se há alguma coisa errada acontecendo no meio do caminho.

3. Decisões mais efetivas

Aproveitando um pouco o raciocínio dos relatórios citados no item anterior, vale a pena falarmos um pouco mais sobre o assunto.

Além de fazer a operação diária da empresa rodar melhor, um sistema de gestão precisa trazer bons controles para que o gestor entenda como a sua empresa está funcionando e desenhe um bom plano de ação.

Por isso são gerados vários tipos de relatórios que traduzirão em números precisos o que anda acontecendo na empresa. Esses indicadores são peças fundamentais para que se possa avaliar o cenário e tomar decisões com uma base bem sólida. Nada mais de achismos e palpites.

É importante, ainda, lembrar que esses relatórios são atualizados a cada instante, coisa que não se consegue fazer de uma maneira manual, já que os números estão mudando o tempo todo.

4. Segurança das informações

Dentre as opções de softwares de gestão existem aqueles que são online (funcionam na nuvem, pela internet) e os do tipo desktop (que precisam ser instalados no computador).

Antigamente, algumas pessoas defendiam que era mais interessante possuir um sistema do tipo desktop, pois a conexão de internet poderia cair muito e seria bom ter a segurança de tudo salvo na máquina.

Contudo, ter todas as informações do seu negócio salvas em um computador é muito arriscado, pois se acontecer algum problema, como uma descarga de energia, roubo ou mesmo a deterioração do equipamento, tudo pode ser perdido.

Mesmo com um sistema de backup físico, não é possível manter a integridade de todos os seus dados. Sendo assim, como não conseguimos mais trabalhar sem ter acesso à internet e a temos ligada todo o tempo, não faz sentido hoje buscar soluções desktop.

5. Economia de investimentos em infraestrutura

Ainda com base na internet, precisamos lembrar de mais um ponto muito importante: a diminuição de investimentos que precisam ser feitos para conseguir operar um sistema de gestão online na sua empresa.

Uma ferramenta de gestão que precisa ser instalada vai exigir da sua máquina algumas especificidades maiores como, no mínimo, mais memória e processamento. Isso significa custo para a sua empresa.

Dinheiro que poderia estar sendo aplicado em alguma outra coisa que fizesse crescer os seus resultados. O aumento de retorno, mantendo o mesmo nível de investimento, significa aumento também da produtividade empresarial.

Sendo assim, faz muito mais sentido ter um sistema online que consegue funcionar em computadores que exigem muito menos investimentos em infraestrutura.

6. Padronização da comunicação

Um dos maiores problemas em todo tipo de empresa, seja grande ou pequena, nova ou mais antiga, são as falhas de comunicação.

Ao utilizar um sistema de gestão você consegue minimizar esse tipo de situação, já que todos os colaboradores, inclusive você, acabarão utilizando termos mais bem definidos para a regra do negócio.

Isso ajuda também todos a conseguirem entender como o mercado trata tecnicamente cada fator, já que os sistemas de gestão adotam conceitos profissionais e que são praticados comercialmente.

Assim, as ideias como valores brutos, líquidos, conceitos de lucratividade, despesas fixas e variáveis vão ficando cada vez mais bem entendidos por todos.

7. Interligação de áreas

Quando falamos a respeito relatórios atualizados e também sobre a agilidade de processos repetitivos, temos que entender que um sistema de gestão cuida de várias coisas ao mesmo tempo.

Assim, o controle de estoque está ligado de alguma forma com as vendas, que também interferem no controle do fluxo de caixa, na emissão de notas fiscais e por aí vai.

Se você não tiver um sistema para cuidar de tudo isso de uma só vez, vai precisar gastar muito tempo para conseguir manter tudo atualizado e trabalhando em conjunto. É nessa hora que podemos ver como um sistema online realmente melhora a produtividade empresarial do seu negócio.

Se você gostou deste artigo, aproveite a oportunidade para descobrir também como fazer para otimizar processos dentro da sua empresa. Para ajudar nessa tarefa, preparamos um e-book gratuito que explica o que você precisa fazer para melhorar os seus resultados fazendo alguns ajustes pontuais dentro da sua empresa. Confira!

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