Resumo do livro “As Upstarts”, de Brad Stone

Resumo do livro “As Upstarts”, de Brad Stone

Ter a possibilidade de solicitar um veículo para transporte por meio de um aplicativo de celular, do local em que estiver. Ou então encontrar um local alternativo para hospedagem através de um site em que anfitriões disponibilizam algum espaço em sua casa!

Estas foram as possibilidades inovadoras criadas pela Uber e pelo Airbnb, respectivamente. Estas duas startups surgiram na cidade de São Francisco, no Vale do Silício norte-americano e revolucionaram o serviço de transporte e hospedagem. Atualmente estas empresas são uma grande referência no mundo inteiro no ramo de tecnologia compartilhada e servem de inspiração para as pessoas que estão ingressando no mundo do empreendedorismo! 

No livro “AS UPSTARTS”, o autor Brad Stone conta a historia do surgimento e crescimento destas empresas e conta como os empreendedores do vale do silício enfrentaram a resistência de entidades regulamentadoras e superaram as dificuldades!

Airbnb

Os designers Nathan Blecharczyk, Brian Chesky e Joe Gebbia, fundadores da plataforma Airbnb (Bed And Breakfast) destacam-se por saber aproveitar oportunidades. Sem dinheiro para pagar o aluguel do apartamento em que moravam, os jovens aproveitaram o Congresso Mundial de Design, que teria início no dia 22 de setembro de 2007 para transformar o apartamento em um Bed and Breakfast, que significa “Cama e Café da Manhã” em português.

Ou seja, os três estudantes queriam aproveitar o fluxo da cidade em decorrência do congresso e hospedar designers que viessem a São Francisco. Os hóspedes teriam direito a internet Wi-Fi, um escritório, um colchão de dormir e café da manhã durante os quatro dias do evento. Com o dinheiro que seria arrecadado, eles poderiam então pagar o aluguel do apartamento!

Inicialmente o site do Airbnb possibilitava aos hóspedes a encontrar colegas de quarto que fossem compatíveis baseados nos perfis do facebook e do site de classificados online de alugúeis de apartamento craiglist. Os primeiros anos do site foram de dificuldades e de uma baixa procura.

Crescimento

Um marco no rumo da empresa foi sem dúvidas a inscrição e aceitação na Y Combinators, escola de capacitação de startups, que investia 17 mil dólares nas empresas participantes. Após se formar na Y Combinators, em 2009, a empresa começou de fato o seu crescimento, principalmente a partir das estratégias de marketing encabeçadas por Nathan Blecharzyk, que possuía um amplo conhecimento de mecanismos de busca e anúncios de uma forma geral.

Nathan foi o pioneiro em usar os sistemas de anúncio no Facebook, além de ter se tornado especialista em palavras chaves mais pesquisadas pelos usuários, criando anúncios envolventes e colocando o Airbnb no topo dos mecanismos de busca.

Somente a partir destes anúncios, o Airbnb chegou em 2010 a cerca de 700 mil hospedagens reservadas em 8 mil cidades, além de também ter criado um aplicativo para Smartphone, se adequando a era digital. Foi no ano de 2010 portanto que podemos afirmar que o Airbnb era uma empresa de verdade com Chesky como CEO, Gebbia como diretor de produtos e Blecharzyk como diretor de tecnologia.  

Neste período as reservas no site cresciam de 40 a 50% ao mês. Após investimento de 112 milhões de dólares da empresa norte-americana de capital privado Andreesen Horovitz, o Airbnb estava avaliado em 1,3 bilhão de dólares.

Dificuldades

Entretanto apesar do grande crescimento, nem tudo eram flores para a empresa do Vale do Silício. Além de enfrentar a resistência de varias entidades regulamentadoras que controlam a indústria de hospedagens em diversas cidades, o Airbnb teve que superar outras dificuldades.

Chesky, Gebbia e Nathan tiveram que enfrentar uma situação de clonagem em seu site por uma empresa alemã, o que causou um grande transtorno, além de lidar com uma ocasião em que uma anfitriã relatou em seu blog que havia tido pertences como passaporte, dinheiro, cartão de crédito e algumas jóias roubadas, e o apartamento vandalizado por um hóspede do Airbnb.

Situação que obviamente causou uma repercussão amplamente negativa para a imagem da empresa na mídia em geral. Brian Chesky prestou apoio a anfitriã, oferecendo auxílio financeiro para ajuda-la a encontrar um novo apartamento. Era o momento mais difícil que os jovens empreendedores do Vale do Silício estavam enfrentando.

A indenização foi somente a primeira de muitas que a empresa teve que pagar devido a problemas entre hóspedes e anfitriões. A partir destas situações, ficou claro a necessidade de os fundadores melhorarem o site e proporcionarem uma experiência mais segura para os usuários da plataforma.

Então foi criada a possibilidade para que hóspedes e anfitriões pudessem se avaliar entre si, para que outras pessoas pudessem ver a avaliação antes de escolher o seu anfitrião ou então de aceitar o seu hóspede. Além disso, a empresa criou um canal de relacionamento 24 horas com seus clientes para que pudessem relatar possíveis reclamações.

A empresa passou ainda a disponibilizar kits de primeiros socorros para hóspedes e anfitriões. Este plano foi chamado de “Garantia Airbnb”. Todas essas medidas foram tomadas durante o verão de 2011.  

Para lidar com a situação de clonagem, o Airbnb teve que comprar um dos clones alemães com a ajuda dos investidores, o site Accoleo. Assim a empresa passou a se re-estabilizar.

Expansão internacional

Ainda em 2011, o Airbnb conseguiu outro investidor. Era o alemão Oliver Jung, que abriu escritórios da empresa em Berlim, Londres, Barcelona, Copenhague e Milão. Escritórios estes que abriram em 2012. Além da europa, Jung também abriu escritórios em Cingapura e Honk Kong.

Com Jung a expansão internacional do Airbnb já era um grande sucesso e a europa rapidamente se tornou o maior mercado da empresa, sendo Paris a cidade com o maior número de reservas de hospedagens. Outro investidor foi o ator Ashton Kutcher que foi até o Japão para lançar a empresa no país.

Apesar da expansão, o Airbnb ainda não conseguia dominar o mercado de Nova York devido a legislação da indústria hoteleira ser extremamente rígida. A empresa enfrentava problemas regulatórios no mundo inteiro, e então contratou a america Belinda Jonhson para ser a diretora jurídica e lidar com as entidades de regulamentação. 

Como forma de garantir a regulamentação dos aluguéis por temporada em cidades como Chicago, Washington e Phoenix, por exemplo, a empresa começou a cobrar taxas de hospedagem dos anfitriões. A partir das negociações de Jonhson, o Airbnb foi sancionado pela primeira vez na europa em Amsterdam, e aos poucos foi atuando de uma forma totalmente legalizada.

No começo de 2014, o airbnb estava avaliado em 3,5 bilhões de dólares e havia levantado 320 milhões de dólares. Atualmente o site está presente em mais de 30 mil cidades e 192 países e oferece além de opções convencionais de hospedagem, opções extremamente inovadoras como iglus, suites de avião, barcos entre outros.

Famosos como o ator e investidor anjo do Airbnb Ashton Kutcher e o ex presidente norte-americano Barack Obama costumam o usar o serviço da empresa em suas viagens pelo mundo. Em 2016 a empresa tinha 2.600 funcionários espalhados pelo mundo e estava avaliada em 30 bilhões de dólares, sendo a quarta startup mais valiosa do planeta, com um valor maior inclusive do que qualquer outra rede hoteleira.

Uber

Garret Kamp e Travis Kalanick eram dois norte-americanos de São Francisco, que haviam se tornado milionários e estavam em Paris, no ano de 2007. Enquanto Kalanick havia vendido a sua empresa de compartilhamento de arquivos RedSwoosh por 20 milhões de dólares, Garret Camp vendeu o seu site de buscas StumbleUpon pelo valor de 75 milhões dólares.

Entretanto, como é uma característica dos grandes empreendedores, Travis e Kamp não estavam satisfeitos. Quando estavam em um congresso de tecnologia e empreendedorismo na capital francesa, os norte-americanos não conseguiam encontrar um táxi. Diante do incômodo causado por esta situação, começou a surgir a ideia da Uber: que as pessoas pudessem solicitar um veículo para transporte somente apertando o botão de um aplicativo de celular.

Quando retornaram a São Francisco, começaram a desenvolver a ideia, se reunindo com fundadores de uma empresa de consultoria de aplicativos móveis de Palo Alto chamada Mobly que desenvolveria o aplicativo, em 2009.

Inicialmente chamado de Ubercab, o aplicativo em um primeiro momento oferecia só carros de luxo como Mercedez S550 e Escalade, em que os motoristas encontravam os passageiros por meio de um GPS. Ou seja, a Ubercab ainda era um serviço de táxis tradicionais, porém com carros de luxo.

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Dificuldades

Os primeiros anos não foram fáceis. A Uber tinha o desafio de convencer os táxistas de São Francisco a se cadastrar e também enfrentava dificuldades para encontrar investidores, que tinham receio de apostar na Uber devido aos problemas de regulamentação com a indústria de táxi local.

Em outubro de 2010, por exemplo, a empresa recebeu uma ordem de não fazer da entidade regulamentadora de táxis de São Francisco, liderada por Christiane Hayashi que afirmava que a Uber era uma empresa de táxi não regulamentada. Se a Uber não cumprisse com a ordem, estaria sujeita a pena de 5 mil dólares por corrida e noventa dias de prisão para cada dia que a empresa seguisse em operação.

Diante desta situação, os advogados da empresa argumentaram que a Uber não era uma empresa de táxi, mas sim uma intermediária entre passageiros e motoristas. Argumento este que foi aceito e que fez com que a Uber nunca deixasse de operar. 

Crescimento

Esta vitória da Uber contra a regulamentação de São Francisco foi um momento de grande fortalecimento da empresa, com uma repercussão muito positiva em blogs de tecnologia do Vale do Silício, e a partir de então, conseguiu disparar o número de corridas solicitadas 30% a mais do que no mês anterior daquele ano.

Travis Kalanick se tornou o CEO da Uber com participação de 23% no lucro da empresa e começou a se envolver inteiramente no negócio. Em meio a este crescimento e estabilização da empresa, a Uber conseguiu atrair investidores.

No final de 2010, a empresa recebeu a primeira rodada significativa de investimentos, do Grupo Série A, liderado pelo investidor Bill Gurlley, e da empresa Benchmark, que realizou um investimento de 11 milhões de dólares, fazendo com que a Uber fosse avaliada em 60 milhões de dólares.

Diante deste grande crescimento, a Uber começou a sua expansão pelos Estados Unidos, liderada pela estagiária, que mais tarde virou chefe de operações de motoristas, Austing Geidt inicialmente em cidades como Boston, Chicago, Nova York, Seattle e Washington.

Criação do UberX

Apesar de ter resolvido os problemas de regulamentação em São Francisco, a empresa voltou a ter dificuldades neste aspecto, especialmente em Nova York, que exigia que os motoristas de carros de luxo fossem afiliados a alguma base. Entretanto Kalanick se recusava a registrar a Uber como base devido a várias taxas e exigências que a empresa teria que arcar.

O recrutamento de taxistas também era bastante difícil em Nova York, o que fez com que o tempo de espera dos passageiros por um veículo fosse extremamente elevado. A demanda era maior do que a qualidade oferecida pelo serviço. De forma a solucionar o problema da demanda, a empresa criou o Uberx, que ao invés de ser uma empresa de táxis de luxo, se tornou um aplicativo que permite com que qualquer motorista e proprietário de um veículo pudesse se cadastrar e transportar passageiros.

No aplicativo o passageiro pode solicitar o veículo e acompanhar todo o seu trajeto até chegar ao local solicitado, e tudo com um preço já fixado antes da corrida. É o modelo de carona remunerada que segue adotado até hoje pela Uber. Além disso, a empresa também criou a possibilidade de aumento de tarifa em casos de alta procura.

Isso fez com que mais motoristas se sentissem motivados a se cadastrar e também a dirigir em horários de alta procura, geralmente em datas comemorativas como natal e ano novo, e em madrugadas com pessoas saindo de bares e festas.

Estas medidas resolveram o problema relacionado a baixa disponibilidade de motoristas e também foi a medida encontrada para reduzir o tempo de espera por uma corrida. 

Em relação aos problemas de regulamentação, as estratégias da Uber foram diferentes e mais agressivas do que as adotadas pelo Airbnb. Se no caso do Airbnb, a empresa passou a negociar de forma paciente com as entidades, a tática da Uber foi diferente: apelo popular.

Devido a boa aceitação da empresa por parte dos passageiros, Kalanick e a equipe de marketing da Uber incentivaram os clientes do serviço a se mobilizar nas redes sociais e manifestar a sua satisfação pelo serviço, pois Travis Kalanick sempre teve convicção que o serviço prestado pela Uber era benéfico para as cidades e persistiu em seu negócio.

Hoje, depois de enfrentar diversas batalhas contra as regulamentações e lidar com uma enorme pressão e protestos de taxistas tradicionais espalhados pelo mundo inteiro, a Uber está regulamentada em 82 países e em 633 cidades no mundo inteiro.

A empresa é um grande exemplo de uma startup que partiu de uma ideia inovadora, persistiu diante das dificuldades e se tornou uma enorme referência no mundo inteiro!

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Marketing sensorial: como ele pode aumentar suas vendas

Marketing sensorial: como ele pode aumentar suas vendas

Em meio a mercados extremamente competitivos e saturados, as empresas precisam buscar alternativas e estratégias que as diferenciem da concorrência. Nesse contexto, o marketing sensorial tem se destacado como uma solução eficiente e que gera ótimos resultados, principalmente nos pontos de venda.  

Acostumadas a trabalhar de forma racional em seus planejamentos, muitas companhias se esquecem que o emocional, os gatilhos mentais e as sensações são fatores cruciais e que podem despertar o interesse do público.

Portanto, uma estratégia que envolve o marketing sensorial não apenas conquista e fideliza os clientes, como também constrói um relacionamento muito mais forte. Por isso, é importante trabalhar com todos os sentidos do público para atrair, converter e reter os consumidores. 

Ficou interessado no assunto e quer descobrir como aumentar as suas vendas? Então, acompanhe este conteúdo completo que preparamos sobre marketing sensorial. Leia com atenção e aplique em seu negócio.

Olfato: desperta desejo e traz lembrança

Para que você comece a entender a importância do marketing sensorial, investir no olfato pode ser um bom começo. Afinal de contas, cheiros, fragrâncias e perfumes despertam sensações, lembranças e sentimentos no público.

Dessa maneira, os diferentes aromas utilizados em seu ambiente de vendas podem servir como fator de associação de marca, reforçando a sua imagem e seu conceito junto aos consumidores. 

Empresas que trabalham com alimentos; lanchonetes, cafés e restaurantes, utilizam muito este sentido. O objetivo é fisgar o cliente, mantê-lo mais tempo em seu ambiente, despertar o apetite e trazer boas sensações. 

Essa técnica pode ser utilizada por empresas de inúmeros segmentos. Basta proporcionar uma experiência agradável e inesquecível ao seu público. 

Paladar: retém os clientes

Não são apenas os restaurantes que podem agradar o paladar do público, pois existem inúmeros momentos para estimular a vontade de comer e diversos sabores para satisfazer as preferências de cada consumidor. 

Ao mesmo tempo, se os clientes chegarem em sua loja e estiverem com fome, certamente eles não vão perder muito tempo e logo irão embora. Entretanto, se os seus funcionários oferecerem distrações gustativas como biscoitos, chá ou café, eles se sentirão mais confortáveis e as chances de continuar no lugar por mais tempo serão bem maiores.

O paladar também pode ser estimulado em momentos de espera, quando as pessoas costumam ficar ansiosas e, muitas vezes, até impacientes. Nesse caso, um salão de beleza e uma clínica, por exemplo, podem deixar à disposição ou servir aos seus clientes alguns petiscos.

Sendo assim, basta usar a criatividade em seu negócio para conquistar o público pelo sabor e textura de variados alimentos e bebidas.   

Tato: provoca diferentes sensações

O tato é também um dos sentidos que podem proporcionar experiências incríveis e inesquecíveis, auxiliando as vendas e o lucro de inúmeras empresas. 

Diretamente relacionado ao conforto e ao bem-estar, esse sentido pode ser utilizado para manter o consumidor em seu ponto de vendas por mais tempo. Ter um ambiente que proporcione conforto, com espaço adequado, assentos ergonômicos e aconchegantes, pode ser um grande diferencial, que provavelmente fará os clientes retornarem mais vezes.

Além disso, também é possível incitar o público a tocar, manipular e utilizar os produtos no ponto comercial. É uma experiência simples, mas que pode fazer toda a diferença na hora da compra. 

Segmentos como maquiagem, cosméticos e têxtil, cujos produtos têm contato direto com a pele, podem criar diversas experiências sensoriais para entreter, atrair os consumidores e ampliar as suas vendas.   

Visão: permite maior lembrança e reconhecimento de marca

Sem dúvidas, a visão é o sentido com que as marcas mais se preocupam. E não é difícil explicar; os seres humanos são facilmente atraídos pelo visual, pela beleza e pelo design. 

Grandes exemplos são as belíssimas fachadas que encontramos espalhadas por todos os cantos, as inúmeras vitrines atraentes e personalizadas em shoppings e galerias, além de todo o layout, cores, imagens e desenhos presentes no interior das lojas. 

Entretanto, pode ser bastante complicado se destacar visualmente em meio a tanta exposição e informação. Por isso, é importante criar uma identidade visual que seja diferente, facilmente reconhecida pelos seus clientes e que transmita a sua essência.

Somente quando o visual é pensado em conjunto, em meio a uma estratégia, é que esse sentido é realmente despertado nos consumidores.   

Audição: gera atenção e associação

Por último, vamos ressaltar a importância de trabalhar a audição e utilizá-la para agradar e conquistar mais clientes. Ao estimular esse sentido, é preciso conhecer exatamente o perfil do seu público-alvo e as suas preferências musicais.

Uma playlist com músicas mais modernas e atuais pode cair muito bem em uma loja de roupas voltada para jovens. Entretanto, um restaurante tradicional, cujos clientes são pessoas com mais idade e poder aquisitivo elevado, sons clássicos e antigos podem funcionar muito melhor.

Também é importante deixar o volume adequado, para que as pessoas consigam aproveitar o lugar e conversar sem alterar o tom de voz. Ao mesmo tempo em que proporciona um ambiente mais agradável, sons muito elevados ou fora de contexto podem afastar os clientes.

Então, ao estimular a audição das pessoas corretamente, você pode fazer com que alguma trilha ou música fique diretamente associada ao seu negócio. E sempre que ouvi-la, as pessoas se lembrarão facilmente de você.

Marketing sensorial: trabalhe com todos os sentidos

Entender o marketing sensorial e aplicá-lo ao seu negócio amplia muito as suas chances de vendas. Mas ele será muito mais efetivo se você souber utilizar os sentidos de forma conjunta, aplicando-os em todas as etapas da jornada de compra dos consumidores.

No caso de uma lanchonete, por exemplo, o visual e a audição podem funcionar muito bem para atrair o público e fazer as pessoas entrarem no estabelecimento. Já o tato e o olfato podem fazer com que os consumidores continuem no lugar e escolham algo no cardápio. Mas somente o sabor fará com que eles realmente voltem mais vezes. 

Sendo assim, é preciso pensar em como aplicar o marketing no seu negócio para aumentar as vendas, proporcionando experiências agradáveis aos clientes desde o primeiro contato. 

Gostou do artigo e percebeu como essas dicas podem auxiliar o seu faturamento? Então não deixe de aplicá-las em seu negócio. Para finalizar, é importante ressaltar que todo esse trabalho sensorial no ponto de vendas pode começar também com uma ativação pela internet ou pelas plataformas digitais, proporcionando uma experiência em diversos pontos de comunicação.

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Como calcular o custo de um funcionário na sua empresa?

Como calcular o custo de um funcionário na sua empresa?

Se você pensa que o custo de um funcionário dentro de uma empresa se resume ao seu salário, esteja certo de que isto é um grande erro! Por mais que a grande massa não saiba, existem inúmeros custos e gastos que encarecem a folha de pagamento de um negócio e é exatamente sobre este assunto, e sobre cada um dos seus detalhes, que trata este artigo.

Portando uma das mais complexas e detalhadas legislações trabalhistas, no Brasil o assunto é realmente dificultoso para aqueles que não estão acostumados a lidar diretamente com tais valores, como seria o caso dos profissionais de Recursos Humanos – principalmente de Departamento Pessoal – ou de Contabilidade.

Quer entender como é composta a folha de pagamento de um funcionário? Quais são os custos que apenas a empresa enxerga e que ser seu colaborador sonha? Continue lendo, tome notas e aprenda mais sobre o assunto agora mesmo!

Regime tributário – O primeiro passo para calcular os custos de um funcionário

Abrir e manter uma empresa no Brasil requer inúmeros cuidados uma vez que são muitos os detalhes para que a organização esteja sempre de acordo com as leis e regras caminhando lado a lado com a legalidade.

Você com certeza sabe, por exemplo, que o regime tributário e a classificação do negócio podem se dar tanto com diferentes enquadramentos como Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido, entretanto, você sabia que isso também interfere diferentemente no custo final de um funcionário?

Para melhor compreensão, a seguir estão detalhadas as diferenças de custos existentes entre cada um dos tipos de regime tributário. Acompanhe e registre tudo para aprender como encontrar o valor final que o seu funcionário tem custado para a folha de pagamento da sua empresa!

Regime Tributário: Simples Nacional

Criado em 2007, o regime da Simples Nacional é o mais utilizado entre as micros e pequenas empresas devido ao fato de centralizar, em uma única guia de pagamentos, todos os tributos e impostos que a organização deve repassar para o município, estado e governo federal.

Com alíquotas mais brandas do que aquelas cobradas de grandes empresas, o regime tem variações de valor conforme a natureza do negócio, sendo importante, portanto, um acompanhamento mais profissional para o cálculo assertivo dos custos.

Para se ter uma ideia, entretanto, do custo de um funcionário cuja empresa esteja enquadrada na Simples Nacional, considere os valores totalizados a seguir ressaltando-se que para este exemplo serão utilizados os anexos I, II e III do regimento.

Exemplo: Considere que o salário do funcionário em questão é de R$ 2.000 por mês. Qual o custo total deste mesmo funcionário para a empresa? É apenas este valor? Claro que não!

Para saber o valor gasto mensalmente com um funcionário é preciso, primeiramente, considerar alguns dados e custos anuais também. Veja quais são eles a seguir:

  • FGTS Anual: 12x 8% do salário ao mês = 12x R$ 160,00 = R$ 1.920,00;
  • Férias: Valor integral = R$ 2.000;
  • 1/ 3 de Férias: Salário/3 = R$ 666,66;
  • 13º Salário: Valor integral = R$ 2.000.

Encontrados tais valores, é hora de calcular o valor mensal do custo na folha de pagamentos da empresa. Acompanhe:

  • FGTS mensal: 8% do salário mensal = R$ 160;
  • Provisão mensal: Soma de todos os demais custos abordados anteriormente (FGTS Anual + Férias + 1/3 de Férias + 13º Salário) divididos por 12 meses = 1920 + 2000 + 666,66 + 2000 = 6.586,66 / 12 = R$ 548,88.

Considere ainda o custo de R$ 8 reais por dia pagos como vale transporte e mais R$ 15 reais diários para vale alimentação do seu funcionário, bem como outras despesas que sua empresa possa vir a ter devido a oferecer benefícios, por exemplo.

  • Vale transporte: 22x R$ 8 = R$ 176,00;
  • Vale alimentação: 22x R$ 15 = R$ 330,00.

Para encontrar o valor final lembre-se ainda das deduções permitidas e previstas em Lei, como é o caso do desconto do INSS e de parte do que é gasto com Vale transporte:

  • INSS: 9% do salário = R$ 180,00; e
  • Vale transporte: 6% do salário = R$ 120,00.

Confira o fechamento parcial – visto que podem existir variações conforme benefícios, descontos, números de dias trabalhados e horas extras – desta folha.

  • Total de custos: R$ 1.214,88
  • Total de deduções: R$ 300,00
  • Gasto mensal totalizado do funcionário (salário + demais custos): R$ 2.914,88.

Vale ressaltar que para empresas da Simples Nacional de outros anexos te, cobrança de uma alíquota que se chama RAT e que varia de 1 a 3% conforme especificidades da empresa.

Regime Tributário: Lucro Real ou Lucro Presumido

Considerados como o mais consolidado regime tributário brasileiro uma vez que abrange a maior parte das empresas, tem como empresas optantes aquelas que movimentam maiores números monetários anualmente, algo em torno de R$ 3,6 milhões.

Para calcular o custo de um funcionário que atue dentro deste regimento é preciso seguir todas as etapas já descritas anteriormente e acrescentar mais alguns pequenos ajustes e cálculos.

Assim como no anexo IV da Simples Nacional, no Lucro Real ou Presumido, há cobrança da alíquota RAT. Outro ponto importante é que o custo do INSS passa a ser maior dentro desta modalidade uma vez que há a obrigatoriedade do pagamento do INSS Patronal, de 20%.

Também incide sobre a folha de pagamento dos funcionários uma alíquota de, em média, 5% que tem como finalidade principal dar assistência a programas governamentais. Essa alíquota é chamada de Alíquota de Terceiros e destina a arrecadação para, por exemplo, órgãos como o SESI, SENAI e SESC.

Desta forma, inevitavelmente há um encarecimento da folha, portanto considere o mesmo exemplo dado anteriormente e os valores já encontrados. Tome nota:

  • INSS: 20% do salário mensal = R$ 400;
  • RAT: Médio de 2% = R$ 40;
  • Alíquota de Terceiros: Média de 5% = R$ 100.

Há, portanto, um acréscimo de R$ 540,00 ao custo mensal desse mesmo funcionário uma vez que a empresa esteja enquadrada nos regimes tributários de Lucro Real ou Presumido, totalizando uma folha de R$ 3.454,88.

Nos casos analisados se evidencia que na Simples Nacional há um custo de 45% a mais do que apenas o salário pago mensalmente para o funcionário, e de quase 73% para os que são registrados como Lucro Real ou Presumido.

Outros custos que podem encarecer a folha

Como foi visto ao longo deste artigo, a composição real de um salário vai muito além daquilo que o funcionário considera como “quanto eu ganho”. Um simples aumento, neste contexto, de R$ 100 significa, na realidade, algo em torno de R$ 145 a R$ 173 reais a mais no orçamento da empresa, algo que nem sempre o funcionário entende, é claro.

Há ainda que se considerar outros gastos e custos que a empresa pode ter nos bastidores como quando investe em treinamentos ou adquire melhores móveis para garantir o conforto de seus colaboradores.

Outro ponto ainda que não foi considerado no exemplo é o pagamento de convênios como planos de saúde, bastante comuns nas empresas brasileiras e que também encarecem muito a planilha de custos do negócio como um todo.

Ainda com dúvidas sobre o assunto? Quer saber mais detalhes sobre como compor a folha de pagamentos do seu funcionário e da sua empresa? Entre em contato agora mesmo!

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Consultoria empresarial: entenda as vantagens e desvantagens

Consultoria empresarial: entenda as vantagens e desvantagens

Um dos maiores erros cometidos por empresários é achar que podem fazer um negócio sem o suporte de outro especialista. Com frequência os gestores acreditam que conseguem dar conta de todas as áreas da empresa e que portanto não precisam contratar ninguém. Porém, é importante lembrar que existem muitos setores que demandam atenção para que um empreendimento seja bem-sucedido, como marketing, contabilidade e o departamento jurídico, entre outros. Ou seja, há pouco tempo para desenvolver o conhecimento necessário em cada um desses assuntos tão distintos e ainda se dedicar à atividade-fim, que é o que gera lucro de verdade. Afinal, vale a pena contratar uma consultoria empresarial?

Quais são as vantagens?

Embora apresente alguns pontos negativos, salientamos que é altamente aconselhável chamar uma consultoria empresarial. Para provar isso, mostraremos algumas razões a seguir.

Dedicação à atividade principal

Conforme mencionamos brevemente antes, ter o apoio de uma consultoria empresarial permite ao administrador direcionar recursos e energia ao produto ou serviço final. Para ilustrar isso podemos falar sobre os inúmeros detalhes que envolvem as obrigações tributárias de uma companhia. O sistema fiscal do Brasil é particularmente complexo e demanda extenso estudo da legislação vigente.

O contador tem a experiência para orientar as transações de acordo com as leis municipais, estaduais e federais. E tenha em mente que não cumprir as regras leva a uma série de problemas mais adiante. Não arrisque.

O mesmo vale, por exemplo, para o marketing da firma. Um profissional capacitado consegue levantar o perfil exato do seu público. Isso é fundamental para a criação de conteúdos que sejam atrativos para os clientes em potencial. Também garante que você não perca dinheiro produzindo publicidade para plataformas que não atingem os seus leads.

Redução de gastos

Otimizar o orçamento é uma das chaves para que qualquer iniciativa triunfe no mercado hoje. É claro que a escolha de consultoria deve ser bastante ponderada, e assim representa um custo considerável. No entanto, trata-se ainda de uma opção menos dispendiosa do que implementar uma repartição interna.

Sobretudo, as empresas de pequeno porte com frequência não dispõem de estruturas que comportem os vários departamentos. Em vista disso, juntar-se à consultoria é uma forma de garantir a sua competitividade com o mínimo de despesas. Tal vantagem é observada em entidades de todos os tamanhos e ramos.

Opiniões de fora

Ter um olhar independente serve para ampliar os horizontes dos donos de negócios. Afinal, as pessoas estão acostumadas a enfrentar os problemas de determinados ângulos. Como consequência, uma organização pode logo ficar estagnada. A perspectiva de um consultor externo é então de grande valia na busca por inovação e ajuda a resolver desafios antigos.

Se você já se convenceu de que aconselhar-se com uma consultoria empresarial é uma boa ideia, fique atento a alguns aspectos antes de fechar um acordo. Sempre que possível, pesquise múltiplas referências acerca dos trabalhos realizados pela assessoria. Tendo em vista a importância desse serviço para o desempenho da sua companhia, é essencial ter boas indicações.

Acompanhamento de todas as fases

Uma consultoria experiente baseia-se em na observação de prazos para que o cronograma do projeto seja atendido. A inspeção vai desde a identificação das dificuldades até a resolução dos problemas. Sendo assim, as etapas do começo ao fim do plano recebem as recomendações especializadas do consultor.

Enfoque no resultado

A assessoria é chamada para se concentrar de maneira exclusiva nos resultados. Para tanto, ela tem os meios para traçar metas e apontar objetivos bastante claros.

Quando contratar uma consultoria empresarial?

Salientamos que, em oposição ao que muitos pensam, a consultoria não é útil apenas para companhias que estejam falindo ou falidas. É verdade que nesses períodos o apoio capacitado propicia ótimos retornos e combate os contratempos, mas não é preciso aguardar uma quebra para pedir ajuda. Por que não ser pró-ativo e se precaver?

A consultoria traz respostas quando você pretende expandir os seus negócios, por exemplo, ou incrementar os lucros. Se o empresário acredita que os custos estão muito altos, um suporte externo é valioso também. Um consultor consegue equilibrar o orçamento do contratante sem comprometer o andamento dos processos ou a qualidade do seu produto. A ideia é sanar os inconvenientes antes que eles prejudiquem você.

E não se esqueça de priorizar consultorias que tenham funcionários especialistas no seu ramo e que se engajem no serviço.

Consultoria do SEBRAE

Em particular, mencionaremos aqui a atuação do SEBRAE na consultoria empresarial. O atendimento personalizado almeja identificar as requisições da sua entidade e oferecer as saídas adequadas. Esse levantamento também concede ferramentas para sugerir aprimoramentos, em uma fase chamada diagnóstico.

O procedimento continua no estabelecimento de um projeto para melhorar as ações administrativas; otimizar todo o tipo de recurso e facilitar as suas decisões. A visão da consultoria empresarial do SEBRAE é para o sistema, englobando as distintas áreas.

Para quem é indicada a consultoria empresarial?

Esse serviço auxilia o microempreendedor individual, as microempresas, empresas de pequeno e médio porte, bem como os produtores rurais.

Como contratar a consultoria empresarial do SEBRAE?

Depois que você selecionar a consultoria a próxima medida é combinar um horário para a visita. Nessa reunião os profissionais apresentam o seu projeto de gestão para que as atividades comecem.

Periodicamente serão conduzidas novas visitar pelo consultor, que acompanha o progresso da firma. Após a supervisão presencial, os responsáveis irão fazer relatórios com dados a serem confirmados pelo proprietário da entidade.

Em especial o SEBRAE monitora os atendimentos por meio de telefonemas ou troca de e-mail com o empreendedor.

Alguns dos elementos avaliados pela consultoria empresarial são: finanças, marketing e identidade visual, sustentabilidade, qualidade e rendimento, planejamento estratégico e perspectivas do mercado. Com décadas de experiência, o SEBRAE é uma instituição sólida e que se posiciona como referência em consultoria. Evita-se então os inconvenientes que citaremos logo adiante.

Pontos negativos de se contratar uma consultoria

Acreditamos plenamente que as vantagens de se contatar uma consultoria superam os possíveis problemas. Contudo, mostraremos também algumas desvantagens para que você fique atento caso opte pelo serviço. Confira abaixo:

Ter informações internas expostas

É imprescindível que você estabeleça parceria com uma consultoria profissional e de confiança. Os valores éticos têm de ser alinhados com os do seu empreendimento. Afinal, se a supervisão terceirizada for conhecida em um certo nicho de mercado, todos os dados do seu negócio, como a sua organização interna e rendimentos, podem ser revelados para os demais contratantes do consultor. Ou seja, seus competidores ficariam a par de informações que deveriam ser protegidas.

Falta de controle dos procedimentos internos

Mais uma vez a credibilidade da consultora é um elemento central. O empresário costuma ser o representante da marca para o público, porém às vezes o trabalho da consultoria é passado diretamente para funcionários internos.

Isso quer dizer que o único modo de se certificar que o próprio consultor fez a análise é tratar com uma companhia séria. Tal preocupação tem relevância, pois é esse profissional que possui o know-how que você quer. Mas fique tranquilo: uma boa pesquisa consegue solucionar facilmente a questão.

Em resumo, a consultoria empresarial é uma excelente contribuição para os empreendedores, em especial para os que estão iniciando as atividades. Como apontamos, os prós são bem mais numerosos do que os contras. Entretanto, a decisão requer cautela para que um pessoal capacitado de verdade possa auxiliá-lo.

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Concorrência com grandes empresas: saiba como lidar

Concorrência com grandes empresas: saiba como lidar

Incentivo ao progresso é uma forma de proteger o consumidor de produtos e serviços de má qualidade, a concorrência é saudável e necessária para o mercado livre, mas para o pequeno empreendedor, lidar com marcas mais estabelecidas pode ser intimidante. Ao abrir sua empresa o empreendedor deve conhecer bem a sua concorrência para saber como lidar com ela. Independente do seu tamanho, diante de grandes empresas há espaço para todos os tipos de negócios, desde que eles se posicionem com qualidade e criatividade.

Dicas para fazer a diferença no mercado

Cada dia mais o mercado vêm surpreendendo, com pequenas empresas mostrando que suas marcas de pequeno porte podem concorrer com as maiores através da qualidade, personalização no atendimento, diferenciação do produto ou serviço e da flexibilidade em inovar.

Grandes empresas possuem orçamentos substanciais em marketing e despontam em listas de mais lucrativas. Mas uma pequena empresa não deve se intimidar com isso e sim expandir a visão, colocando em prática ações comerciais que pode garantir um posicionamento no mercado e até mesmo seu crescimento, numa saudável concorrência com gigantes.

Separamos seis dessas ações para serem postas em prática e conseguir um bom lugar no mercado:

1 – Ser flexível

Grandes empresas já possuem seu modelo de negócio em grande escala, o que impedem de realizar pequenas mudanças para acompanhar o mercado. Mas as pequenas conseguem se redefinir com muito mais facilidade e velocidade, acompanhando o que o mercado está respondendo no momento.

Interpretar e reagir rapidamente aos sinais de mudança é uma qualidade das pequenas empresas, que testam o mercado e imediatamente aplicam o resultado positivo ou mudam no negativo. Tudo sem pesar economicamente no modelo de operação. Esses testes não se limitam apenas na aprovação do cliente sobre o produto ou serviço, mas nos seus processos e na amplitude das estratégicas.

As burocracias de uma grande empresa fazem com que elas demorem a reagir ao mercado, o que muitas vezes faz com que elas percam tendências, façam alterações na oferta de produtos com menor demanda e até mesmo no controle de qualidade.

Criar produtos que aproveitem uma situação momentânea do mercado, retirar do estoque peças que não estão fluindo nas vendas e substituí-las imediatamente, fazer campanhas imediatas que falem de alguma situação que esteja acontecendo naquela ocasião são alguns exemplos que podem ser feitos por pequenas empresas.

2 – Inovação

Para se diferenciar do que a concorrente grande oferece é preciso fazer algo mais barato, melhor, mais rápido ou inovador. Isso tira o seu produto ou serviço da competição direta com a concorrência e permite uma oportunidade de conquistar uma camada diferente de consumidor.

O consumidor se encanta por aquela marca que atenda melhor os seus desejos e necessidades, que oferecem soluções mais completas e imediatas, que possuam qualidade no produto e no atendimento. Tudo o que uma pequena empresa pode oferecer com maestria.

3 – Use e abuse da internet

O marketing digital é um mundo vasto para todas as empresas, principalmente para as menores. Estar inserida adequadamente na web garante visualização, conhecimento de sua existência e uma comunicação direta com seu público alvo.

É preciso realizar um bom trabalho com o SEO, para se destacar em sites de pesquisa, assim como ter páginas de redes sociais incrementadas por conteúdos de qualidade e que possam fidelizar seus clientes.

Além de fortalecer o site da empresa, criando um bom design que represente bem a marca, tenha todas as informações necessárias e de fácil acesso, com informações relevantes e que permitam oferecer ao visitante um bom conhecimento sobre o que é a empresa.

O site é onde a marca vai brilhar e fazer com que a pessoa que está em busca daquele tipo de produto possa se encantar pelo que se está oferecendo.

4 – Relacionamento

Hoje em dia o processo de vendas não se encerra quando o cliente faz sua compra. O foco das empresas é fazer com que esse cliente volte e se torne fiel à marca. Mas para isso ele precisa gostar não só do produto, mas também do atendimento e de tudo o mais que a empresa pode oferecer a ele.

O cliente hoje não é passivo às vendas, mas exerce um papel ativo e determinante para o desenvolvimento do produto e das estratégias de marketing. O cliente sempre tem muito a dizer, afinal é ele quem utilizará do produto ou serviço que está sendo oferecido e é ele quem indicará as qualidades e imperfeições dos processos.

Ouvi-los é importante para todos, afinal o cliente deseja uma marca que ouve suas opiniões, críticas, reclamações e elogios de verdade, interessado em realmente resolver seu problema ou buscar formas de fazer com que sua necessidade seja atingida. Um bom trabalho de pós-venda é fundamental.

5 – Não foque só no preço

É comum que pequenos empreendedores com gigantes como concorrentes acreditem que a tática para chamar atenção do consumidor é ter preço mais baixo. Essa prática atinge gravemente a saúde financeira da empresa, afinal grandes marcas possuem melhores condições de negociação com fornecedores, o que impacta diretamente no preço final. Sem essa margem mais afrouxada, o pequeno empresário pode ter prejuízos determinantes.

Faça o possível para oferecer bons preços, mas sem chegar a patamares que vão lhe causar danos. Foque mais em maiores facilidades de pagamento, em prazo de entrega mais rápido, frete mais em conta, atendimento personalizado, kits, descontos e principalmente, na qualidade do produto oferecido.

6 – O acerto e o erro da concorrência

A concorrência sempre tem muito o que ensinar. Afinal, para que ela chegasse na posição que chegou foi preciso errar e acertar no mercado. Logo, estudar sua trajetória, conferir seu site e as formas como ela se comunica digitalmente, o tipo de atendimento oferecido e outros detalhes, podem ajudar a encontrar a compor o da sua empresa.

Não se trata de se tornar uma cópia da concorrência, mas sim adotar mecanismos bem-sucedidos e que possam ser úteis para o que tem a oferecer. Pesquise pelo menos três dos mais bem-sucedidos, faça um dossiê sobre eles e onde eles se assemelham e se diferem.

Uma das principais lições é como a marca pode estar na vida do cliente sempre, não só durante o ato da compra, mas através de mecanismos de marketing.

Os erros também são fundamentais para esse aprendizado. Não montam os produtos? O atendimento ao cliente é falho? O frete demora muito e há muitas reclamações sobre sua qualidade? Esta análise de concorrência e outros pontos são importantes para que a sua empresa possa oferecer ao cliente o que a grande marca não consegue com qualidade.

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