Estabelecer credibilidade é um dos fatores mais importantes nos dias de hoje. Esse aspecto é relevante tanto para profissionais quanto para empresas e marcas. Transmitir confiança é fundamental para a realização de negócios. Para isso, existem alguns recursos que podem ser utilizados para legitimar e dar credibilidade para as marcas.
Prestar um serviço ou oferecer um produto, nos dias de hoje, é tarefa cada vez mais complexa. Existem diversos obstáculos que se colocam entre o cliente final e a empresa. Ter uma marca que inspira confiança e credibilidade exige tempo, um conjunto de ações estratégicas e dedicação. O mais importante é que, uma vez adquirida a confiança do cliente, ela ainda precisa ser mantida para que ele se torne fiel e leal.
Para conseguir esses valores para sua empresa, algumas medidas podem ser tomadas. Ações e estratégias fazem com que uma marca seja reconhecida. É preciso vigilância e trabalho constantes para que o sucesso nesses aspectos seja alcançado.
Realize ações estratégicas e conquiste mais credibilidade
Algumas ações podem auxiliar um negócio a obter mais confiança e credibilidade. Quando há um planejamento estratégico e essas ações são pensadas, existe muito mais chance de que tragam bons resultados. Confira alguns fatores que podem ser utilizados para buscar mais credibilidade para sua empresa ou carreira:
Saiba entregar valor para seu cliente
Mais do que um produto ou serviço, qualquer empresa ou profissional, precisa entregar valores para seu público. O benefício que algo traz para quem compra precisa ser muito mais importante do que o objeto ou serviço em si. É preciso que a empresa saiba apresentar as vantagens que ela oferece para que o cliente perceba que faz a diferença contratá-la ao invés da concorrente.) Honestidade e sinceridade precisam estar no DNA
Uma empresa que trata seu cliente com verdade desde o primeiro contato ganha sua confiança muito mais facilmente. Lidar com as necessidades do cliente e saber oferecer o que ele realmente procura é fundamental. Prometer e cumprir também está na lista das necessidades principais para que o cliente veja credibilidade na empresa.
Posicione-se de maneira profissional no seu mercado de atuação
Respeito aos concorrentes também é muito importante. Saber se comunicar de forma madura ao lidar com as dúvidas do cliente ou as comparações feitas por ele pode consolidar uma imagem positiva e profissional do seu negócio para aquela pessoa. Atacar ou menosprezar a concorrência gera desconfiança e pode fazer o cliente duvidar que você acredite no potencial da sua empresa.
Invista em parcerias de sucesso
Estabelecer relações com outras empresas e profissionais que agreguem para a sua empresa é fundamental na busca por credibilidade. Nenhum negócio vai dominar todas as áreas necessárias para alcançar o sucesso. Então, saber escolher quem serão seus parceiros pode fazer a diferença na hora de estabelecer uma imagem forte.
Depoimentos como instrumentos fundamentais para transmitir credibilidade
Nos últimos anos, uma prática que foi se consolidando como primordial para estabelecer a confiança do cliente em um profissional ou negócio foi a de captar e expor depoimentos de outros clientes. Ao mostrar o que outras pessoas com problemas semelhantes ao do cliente atual tem a dizer sobre o seu trabalho, automaticamente, agrega-se credibilidade para a sua marca.
Um corretor de imóveis trabalha com um mercado complexo e que exige que o cliente esteja muito confiante na hora da compra. Ao coletar depoimentos de casos de sucesso de suas negociações ele está criando valor e dando credibilidade ao seu trabalho. O sistema para imobiliáriaJetimob, por exemplo, disponibiliza a possibilidade de que esses profissionais coloquem depoimentos em seus sites imobiliários de maneira rápida e simples.
Ao ter contato com a vivência de outras pessoas há uma tendência de identificação. O cliente passa a confiar mais naquele profissional ou empresa quando sabe que outras pessoas já tiveram boas experiências. Para coletar bons depoimentos é preciso que todo o processo e relacionamento com o cliente tenha sido realizado de maneira impecável. Dessa forma, ele se sentirá à vontade para falar do seu trabalho.
Esse recurso é um dos mais utilizados nos dias atuais e tende a trazer ótimos resultados. Estar ciente de que outras pessoas ficaram satisfeitas faz com que se crie uma expectativa boa. Um comentário negativo nas redes sociais coloca sua imagem em risco, já diversos testemunhos e relatos positivos de outros clientes favorecem sua imagem.
Cuidado com as mídias sociais
As plataformas digitais exigem um atendimento cada vez mais instantâneo e ágil. Estar presente nas mídias sociais é fundamental, mas qualquer pequena falha pode prejudicar a credibilidade do seu negócio. É preciso cautela e profissionalismo para tratar essas questões. Quando um cliente faz uma visita ao seu estabelecimento e recebe um atendimento ruim pode imediatamente ir para a sua página no Facebook deixar um comentário negativo.
A partir dali não importa mais se a falha foi pequena ou se o atendimento realmente foi ruim. É preciso lidar com aquele cliente de maneira respeitosa e compreender a reclamação dele. Aceitar críticas e saber contorná-las é fundamental para formar uma imagem sólida nessa plataformas. Mesmo que existam reclamações, o que foi feito com elas e como foram respondidas vai dizer muito da sua empresa para quem mais acessar aquele espaço.
Opte por uma comunicação clara e coerente
Trabalhar a comunicação da sua empresa é fundamental para alcançar credibilidade. Ser assertivo no que se diz vai ser muito importante para a imagem que os clientes terão da sua marca. Para isso, a comunicação precisa estar alinhada em todas as plataformas de atuação da empresa.
A credibilidade está muito ligada ao que a empresa comunica e também na forma como realiza isso. Tartar essa área de maneira profissional é fundamental. Anúncios, redes sociais, visual, atendimento e todos os fatores que se enquadram de alguma forma na comunicação precisam ter uma identidade única.
Consolidar a comunicação de uma marca faz com que o cliente consiga identificá-la de maneira fácil. Dessa maneira, automaticamente agrega-se credibilidade para essa empresa. Saber como ela se relaciona com os clientes e enxergar marcas da identidade delas nas diferentes mídias e meios é um fator que transmite confiança para o cliente.
Garanta que está gerando credibilidade
Estabeleça relacionamentos de confiança com parceiros e clientes. Para isso, mantenha sempre a ética e a honestidade. Seja uma parceria de sucesso para atrair empresas que também tenham esse intuito. Saiba colocar limites e se posicionar de maneira profissional. É preciso saber quando dizer não.
Nem todos os negócios vão se encaixar na metodologia e nos valores da sua empresa. Aprenda a reconhecer quando uma parceria não será promissora ou quando um cliente não está interessado no seu produto ou serviço. Às vezes pode ser até melhor abrir mão de fechar uma negociação.
Isso pode acontecer quando você perceber que a necessidade do cliente não está alinhada com o que você tem para oferecer. De nada adianta fazer com que ele adquira um produto que vai fazer com que ele se arrependa ou sinta-se insatisfeito mais tarde. Essa negociação pode gerar comentários e repercussão negativos, pois o cliente pode se sentir enganado.
O que de fato você precisa fazer é encantar seus clientes. Desde o primeiro contato que eles tenham com a sua marca até o pós-venda. Para isso é preciso planejar ações permanentes. Não apenas campanhas promocionais ou periódicas, é preciso um trabalho constante. Diagnostique problemas e busque soluções reais.
Reconhecer as falhas do seu negócio para que possam ser solucionadas é fundamental. Sempre há o que pode ser melhorado. A evolução precisa ser constante para que você se mantenha competitivo.Saiba quando pedir ajuda e também admita seus erros. Quando se trabalha muito tempo em um ramo, os empresários costumam pensar que dominam aquela área.
Isso pode fazer com que não peçam auxílio de outros profissionais capacitados em diferentes áreas. Valorize cada cliente como se fosse único. Para que sua empresa tenha uma boa reputação e credibilidade, você precisa de pessoas que acreditem e confiem nela. Um cliente satisfeito pode recomendar e espalhar sua mensagem para muitas outras pessoas. Nunca deixe de valorizar cada cliente, pois ele é quem faz a história de sua marca.
Monitore opiniões e resultados
Todas as ações que você realizar precisam ser medidas. Suas campanhas nas redes sociais, seus anúncios e até mesmo alguma visita feita pelos clientes no seu estabelecimento podem trazer respostas e soluções para problemas que você tenha. Não esqueça de estar em constante vigilância.
Saber o que é dito sobre seu negócio ajuda você a melhorar. Além disso, entender quais as necessidades do seu cliente pode fazer com que você consiga gerar mais vendas e resultados. Quando se está alerta para as próprias ações, é possível corrigir possíveis falhas mais rapidamente. Dessa maneira, os resultados positivos chegam mais rápido.
Também é importante considerar o que está sendo feito no seu mercado de atuação. As tendências não necessariamente vão se encaixar com a identidade de sua empresa, mas podem trazer inspiração para inovar e criar. O aprendizado precisa ser constante e permanente.
5 ações que podem melhorar a credibilidade do seu negócio:
Apesar de as lojas virtuais estarem se multiplicando progressivamente, ainda há quem goste de apostar nas lojas físicas. O importante desta está totalmente relacionado à fachada. Isso porque ela será a grande exposição do comércio. É a primeira forma de atração. Assim, acertar na fachada da loja é acertar em cheio nos clientes. Por esse motivo, investir no cartão-postal da loja é de suma importância.
Com algumas dicas pontuais, e pensando em conjunto, poderemos criar uma bela fachada para seu novo negócio. Um negócio que tem tudo para ser próspero graças a um bom acabamento. O design é fundamental para o marketing de uma empresa. Numa loja nova, o fundamental é dar uma face única ao empreendimento.
Um acabamento bem realizado, um posicionamento chamativo da marca e a criação consequente de uma identidade para o negócio. Uma fachada assume todas estas responsabilidades. Ela abordará, naquele pequeno espaço que dá de frente com os clientes, toda a representação de ícones e imagens que identificam a loja. Portanto, não é tarefa fácil criar uma fachada de loja atrativa.
Afinal, uma fachada não se insere o logo, os telefones e demais informações distribuídas de qualquer forma. Jamais! É preciso criar um equilíbrio para que a identidade visual se sobressaia, uma representação seja criada e o contexto da disposição dite a mensagem instruída àquela fachada.
Dicas pontuais de como criar uma fachada de loja atrativa
Há muitos pontos a se ater antes mesmo de começar a desenhar a fachada para sua loja. Uma delas, inclusive, diz respeito à criação da marca e de toda a identidade visual da empresa. Essa etapa já fora concluída? Então vamos para as dicas de como criar uma fachada de loja atrativa:
1) Elaborando um estudo do local
Esta etapa dará todo o início ao projeto. Estudar todo o raio que cerca a nova loja será imprescindível para a criação de uma fachada extremamente atrativa. Além do estudo da concorrência, poderá ser elaborada uma forma de destacar o empreendimento em relação aos demais. Por isso, fotografar todo o quadrilátero, estudar a arquitetura das demais fachadas e, assim, implementar uma nova filosofia de destaque é o ponto-chave para o começo do projeto de uma fachada criativa.
2) Procure descobrir tudo o que é proibido e/ou permitido
Esse ponto é uma questão mais regionalizada, mas importante a se ater. Existem específicas cidades ou até mesmo ruas que limitam cores, propagandas ou específicos estilos de construção. Por isso, é fundamental ter o conhecimento do que é permitido e o que não é. Afinal, ninguém quer perder uma rica oportunidade como uma loja física bem localizada por causa de uma propaganda ou uso de cor indevida, certo?
3) Entenda o público e seu comportamento
Apesar do alavanque e surgimento de lojas online, grande parte das receitas providas de vendas são correspondentes às lojas físicas. Além disso, segundo compradores, a maior motivação para conhecer uma nova loja está totalmente ligada a sua fachada. A primeira impressão é a que fica. Caso agrade, o potencial cliente desejará conhecer. Por isso, entender o público, o que ele gosta, do que se agrada e seu comportamento são elementos a se ater no momento em que a fachada da loja física estiver se formando. A pitada do público é sempre necessária.
4) Atenção à poluição visual
Um dos grandes problemas na constituição de uma fachada diz respeito à poluição visual. A adoção de elementos em demasia, cores muito vivas como composição ou propagandas em excesso podem atrapalhar o negócio. Menos é mais! Por esse motivo, guie-se em estabelecer um conceito, uma paleta de cores e elementos-chave que serão a composição e darão o ritmo necessário para a constituição de uma identidade visual condizente.
5) Fachada é extensão da identidade visual
A fachada da loja física deve dialogar com a identidade visual da empresa. Seguir a linha do conceito estabelecido com a marca e harmonizar com os produtos. A fachada deve exprimir para o futuro cliente com o que a empresa trabalha. Por meio de uma construção que siga a linha da identidade visual, como também que valorize o que se comercializa, a fachada terá um alinhamento com a marca. Esta mensagem é chegada ao cliente e o poder de prospecção aumenta significativamente.
6) Explore elementos
Uma fachada não é apenas um muro pintado. É a adoção de elementos, novidades e incrementos de destaque. Contudo, lembre-se sempre do Item 4! Há uma linha tênue entre a adoção de elementos visuais numa fachada e um possível exagero. Portanto, busque algo de destaque para compor, mas jamais se empolgue. Use um específico recurso para destaque (um painel eletrônico, por exemplo), e complemente com simples toques de refinamento. Este é ponto!
7) Siga as tendências atuais
Adequar-se ao presente é um ponto a se tratar. Atualmente, as fachadas buscam por um conceito minimalista, prezando por cores de menos intensidade, e apostando num tom pastel com composição de elementos que redobrem a atenção do potencial cliente às vitrines. É uma ideia, mas não precisa ser uma regra. Isso porque não será todo o nicho que conseguirá equilibrar minimalismo em tons pastéis, por exemplo, com o que se comercializa. É necessário entender todos os elementos que compõem a identidade visual e a marca.
8) Sempre atento à fala do povo
“A voz do povo é a voz de Deus!” Se esse clichê não dissesse a verdade, jamais se tornaria um clichê. Atentar-se ao que o público está falando é fundamental. Há recursos que permitem este contato com o cliente, para saber o que ele está dizendo sobre o seu empreendimento. Além de ser uma forma de diálogo e feedback com o público-alvo, adotar as redes sociais também diz respeito a uma divulgação mais direta. Portanto, elas serão a ponte do contato entre loja e cliente longe do ambiente físico.
Criar uma fachada de loja atrativa
Elementos fundamentais, elementos secundários. Uma composição em tinta. A adoção do minimalismo. Os recursos eletrônicos. Os destaques para as vitrines. Uma composição gigantesca do que a uma fachada de loja física deve compor. Não é uma tarefa simples, pois uma fachada é a face de um empreendimento. Dedicar um bom tempo de planejamento e execução poderá ser o ponto-chave que promoverá o tão sonhado sucesso de um empreendimento que surgiu do zero.
O Funil de Vendas é uma estratégia que se popularizou com as ações de marketing no ambiente digital. Esse processo é baseado na jornada de compras de uma persona. Vamos ver juntos em alguns tópicos como funciona o funil e quais resultados ele pode trazer para a sua empresa.
Descobrindo o que é uma Persona
Para que as ações dentro do funil sejam efetivas, antes é preciso fazer um mapeamento de Público-Alvo. Com pesquisas dentro e fora da empresa. Depois que esse público for descoberto, ele deve virar uma única pessoa, que será chamada de persona. A empresa deve analisar todos os interesses do público e com a média criar um personagem que vá responder ás suas ações de marketing que virão a seguir.
Como funciona o Funil de Vendas
Como o próprio nome já diz, o Funil de Vendas tem várias etapas para ir filtrando os possíveis clientes e deixando para o seu final (fundo do funil) apenas os que se mostram mais interessados pela empresa e suas ofertas.
Etapas do Funil
Existem diferentes maneiras de ver as etapas dentro de um Funil de vendas e vamos falar um pouco de cada uma delas. Um Funil atrelado a um site de vendas tem as seguintes etapas:
Visitantes – pessoas que estiveram no seu site. Mas que não se engajaram em materiais ou deixando seus dados em cadastros;
Leads – pessoas que se cadastraram para saber mais sobre o seu produto ou serviço;
Leads qualificados – uma parcela de leads que foram selecionados por terem maiores chances de se tornarem clientes. Por estarem dentro das especificações da empresa;
Oportunidades – são pessoas que se interessaram diretamente por serviços ou produtos. Podem ser identificadas por sempre converterem em cadastros, ou por fazerem cotações ou pedidos;
Clientes/ Vendas – são pessoas que percorreram todo o funil e realizaram uma compra em seu site, se tornando um cliente. Após todo o processo.
Materiais de Valor
Para fazer um Funil de Vendas funcionar é preciso ter uma estratégia de Inbound Marketing, onde o conteúdo oferecido ao seu público seja de extrema relevância a ele. Só assim você conseguirá: atrair – converter – relacionar – vender – analisar. Mas o que isso significa? Cada etapa descrita um pouco mais acima, tem relação com o tipo de conteúdo que você fará nas etapas do Funil. Vamos acompanhar.
Atração
A atração fala sobre o topo do funil, a entrada onde a boca é mais larga. Nesse período as estratégias para o seu site devem ser grandes. Você deve em todos os meios e canais, tentar angariar pessoas para visitar seu ambiente virtual. Coloque nessa lista: redes sociais, ações com o Google e as ferramentas de buscas, postagens em blogs e tudo o que for possível como atrativo para um público específico. Nesse cenário você conseguiu seus visitantes.
Conversão
Nesta etapa você já conseguiu um bom fluxo de pessoas no seu site. Agora é hora de criar materiais do interesse do seu público, que os faça deixar seus dados, que serão importantíssimos para uma próxima etapa. Nesse momento a sua isca precisa ser muito interessante. Deve ter algo em comum com seu produto e empresa, mas não deve indicar nada com relação a venda. Nesta etapa você deve apenas oferecer um conteúdo agradável ao lead.
Relacionamento
Nesta etapa chegamos ao meio do funil, as ações não são mais voltadas para angariar pessoas e sim para qualifica-las e mantê-las em nosso banco de dados. Estamos em busca de leads qualificados. O que deve ser feito é uma interação personalizada. Você deve mostrar que a sua empresa pode ajudar o seu público-alvo a resolver seus problemas. Seu produto passa a ser de grande valor a ele, quando você mostra isso com conteúdos inteligentes, o cliente terá sua marca mais presente em sua mente.
Venda
Quando o lead está aquecido e passou por toda a sua jornada, ele chega até a etapa da venda, se tornando um cliente. Aqui o material enviado aos clientes pode ser comercial, com novas promoções ligadas ao tipo de produto que ele comprou e que mais o interessa.
Análise
Após todas essas etapas é preciso realinhar seu funil, saber quantas pessoas estão em cada etapa e como você pode criar suas metas. Isso porque esse tipo de estratégia é escalável. Podemos fazer estatisticamente quantas vendas queremos aumentar, apenas sabendo os números de pessoas em cada etapa.
Tipos de Conteúdo para Funil de Vendas
Como dissemos o Funil tem várias etapas, e para cada uma delas é preciso criar um material diferenciado, isso claro, para garantir o bom funcionamento do processo.
Topo do Funil
Para o topo do funil é preciso um conteúdo de apresentação e que chame a atenção, não adianta falar de grandes soluções se o potencial cliente nem souber quais são suas dores. O material para esse momento são os posts em redes sociais e em blogs, com artigos leves e infográficos que envolvam o setor e seu público.
Meio do Funil
Neste momento o lead já está engajado com a sua marca e você já pode oferecer materiais de maior valor como artigos em landing pages (páginas de captura), E-books, guias, tutoriais e afins. Isso porque nesse momento o que você mais quer é se relacionar com seu cliente em potencial.
Fundo do Funil
Nesse momento você pode sim exaltar seu produto, mas sempre mostrando como ele poderá ajudar a resolver o problema de seus leads. Aqui o material pode ser mais comercial, com estudos de caso, pesquisas de mercado, promoções especiais e oportunidades para o cliente.
Além disso, nesse momento, caso a sua empresa tenha um departamento de vendas, ele deve agir, entrar em contato, conversar com o lead de igual para igual, já que ele terá as informações sobre ele e saberá quais materiais ele baixou, criando assim argumentos de vendas e facilitando esse momento.
Concluindo
Neste artigo, de forma resumida, conseguimos falar sobre o que é o Funil de Vendas e como ele é eficaz nas vendas online, criando, não apenas, uma base de dados, mas sim uma lista de relacionamento, aumentando as vendas online e fidelizando os clientes feitos por esse por esse processo.
Para todo empreendedor, que tenha uma empresa de grande, médio ou pequeno porte, o sonho é sempre o mesmo: fazer com que o seu negócio continue sempre crescendo, cada vez mais. Isso é mais do que normal. Todo mundo que investe seus recursos em um propósito tem como objetivo o sucesso, não é mesmo? No entanto, essa caminhada rumo ao sucesso nem sempre, ou melhor, na maioria das vezes, não é tão simples como parece.
Fato é que, no começo, tudo parece ser difícil, mas na verdade, as dificuldades vão aumentando com o passar do tempo, e até mesmo os empreendedores já com anos de experiências se veem perdidos e sem rumo em alguma parte de sua trajetória. Tudo parece piorar quando se vê que “a grama do vizinho parece mais verde”. É diante dessas situações, onde se nota que os demais concorrentes estão conseguindo alcançar novos sonhos enquanto você está “estabilizado” no mesmo lugar, que o desânimo e a vontade de desistir aumentam ainda mais.
A boa notícia é que isso não acontece só com você, e se ainda não aconteceu, um dia ainda vai acontecer. A sensação de estar parado no tempo acontece para todos, isso é fato. No entanto, ela só é realmente prejudicial se você aceitá-la e não fazer nada para mudá-la. É preciso investir em ações e estratégias para sair do lugar e alcançar novos objetivos. Mas como conseguir isso quando não se sabe para onde ir?
O que é Benchmarking?
É aí que surge o Benchmarking. Essa palavra em inglês é capaz de mudar a sua vida, e principalmente, o seu negócio. Para quem ainda não ouviu falar ou ainda não sabe como funciona, o benchmarking é uma das estratégias mais eficazes e inovadoras que irá te ajudar a aumentar a sua eficiência.
Se formos traduzirmos a palavra, o resultado seria: ponto de referência. E é justamente isso que faz o benchmarking: Buscar as melhores referências para alcançar níveis maiores e melhores para a sua empresa. Significa, portanto, analisar e estudar os caminhos e ações que são utilizadas pelos seus concorrentes e utilizá-las como um estímulo para alavancar seus negócios. De modo geral, o benchmarking significa fazer um levantamento das metodologias que dão certo para os concorrentes, e utilizá-las, adaptando-as para a sua realidade e para a realidade da sua empresa.
Diante disso, o benchmarking é a melhor opção para quem está com a sensação de “parado no tempo”. Ou ainda, para quem não sabe para onde ir. A partir dos pontos de referência que já deram certo para outras pessoas, fica mais fácil investir e alcançar resultados melhores, não é mesmo?
Atenção! O benchmarking não é e está longe de ser uma imitação. Se trata de saber identificar as metodologias que dão certo nos outros negócios e adequá-las para a sua situação. Não significa, portanto, copiar as mesmas ações da concorrência, uma vez que esse comportamento só aumentará ainda mais a sua chance de fracasso. O benchmarking serve para motivar os empreendedores a saírem da comodidade e buscarem novas estratégias de potencializem consideravelmente os seus resultados.
Os tipos de Benchmarking
Agora que você já sabe do que se trata o termo Benchmarking, vale a pena conhecer cada um dos tipos dessa forma de estratégia. Isso porque não existe apenas uma única maneira de realizar o benchmarking, para cada objetivo existe um tipo, e saber identificá-los e conhecer cada um deles é fundamental para que a sua empresa caminhe certo, a partir das metodologias adequadas.
De nada adianta querer realizar o benchmarking se não se sabe qual deles é o mais adequado para a sua realidade, ou melhor, para o seu objetivo. Para não correr o risco de errar ou perder tempo, veja quais são os tipos de benchmarking e saiba qual utilizar diante das suas necessidades da sua empresa.
Benchmarking interno
É o tipo mais comum e mais fácil de ser realizado. O benchmarking interno diz respeito à empresa saber identificar quais são as melhores e mais eficientes práticas da própria empresa, e assim, estendê-las para os outros setores que ainda não a utilizam, aumentando as chances de crescimento. Para quem deseja começar a praticar o benchmarking em sua empresa, uma boa opção é começar pelo interno, pois é o tipo mais fácil, uma vez que todas as informações necessárias pertencem à própria empresa, e assim, estão disponíveis sem nenhuma dificuldade.
No entanto, uma desvantagem do benchmarking interno é que corre o risco de não alcançar os objetivos de forma satisfatória, pois as ações podem estar relacionadas com os mesmos paradigmas utilizados, o que diminui a chance de grandes conquistas. De qualquer forma, o benchmarking interno é um bom começo e pode ser o primeiro passo para se investir no benchmarking externo futuramente.
Benchmarking Funcional
É a forma de benchmarking mais utilizada, pois não depende exclusivamente dos concorrentes. Nesse tipo de estratégia, a busca e a pesquisa por ações que dão certo não são direcionadas para empresas do mesmo ramo, ou seja, buscam-se ações de empresas distintas, mas que possam ser adaptadas para a realidade da empresa. Um exemplo de benchmarking funcional é buscar as estratégias de embalagem, de transporte ou até controle de estoque.
Investir nesse tipo de benchmarking é uma grande chance de conseguir bons resultados, pois como a troca de informações necessárias se dá com empresas que não são concorrentes, mas que atuam em outros ramos, é mais fácil e mais confiável.
Benchmarking Competitivo
Diferente do benchmarking funcional e interno, o benchmarking competitivo é o tipo mais difícil de ser realizado, pois o seu princípio é justamente identificar, buscar e pesquisar as ações das empresas que atuam no mesmo ramo, ou seja, nas empresas concorrentes. Com isso, nem sempre a concorrência está aberta para disponibilizar as informações necessárias sobre as ações, estratégias e metodologias que dão certo.
O principal objetivo de quem pratica o benchmarking competitivo é aderir às estratégias que dão certo nas concorrentes, adequá-las para a sua própria empresa e a partir disso, superar os seus próprios limites, superar as empresas concorrentes e se tornar a melhor referência na área em que se atua.
Benchmarking Genérico
Por fim, o benchmarking genérico se refere à busca de ações e prática de empresas que apresentem funções ou processos produtivos semelhantes, sem necessariamente atuarem na mesma área. Um exemplo muito comum desse tipo de benchmarking é o acompanhamento durante todo o processo produtivo, isto é, desde o momento em que um pedido entra na empresa até o momento em que o produto ou serviço é entregue para o cliente.
Diante disso, o benchmarking se trata de um estudo ainda mais aprofundado sobre as estratégias das outras empresas, um processo ainda mais complexo do que o que acontece nos outros tipos. No entanto, é esse modelo de benchmarking que pode revelar a melhor das melhores metodologias para a sua empresa dar um passo ainda maior.
Benchmarking: vantagens e desvantagens
Agora que você já sabe do que se trata e conhece todos os tipos de benchmarking que podem te ajudar a alavancar seus negócios, você deve estar pensando: mas será que não tem nenhum risco, ou então, nenhuma desvantagem em aderir a essa técnica?
É claro que assim como tudo, o benchmarking também apresenta as suas vantagens e desvantagens. No entanto, ainda que as desvantagens existam, é possível compensá-las com as vantagens, que ainda são maioria e predominam. Para entender melhor, confira as principais vantagens e as principais desvantagens do benchmarking.
Vantagens
Aprimoramento
Como nessa técnica você busca novos processos e práticas, você acaba por se aperfeiçoar ainda mais no ramo em que atua, o que faz com que você se torne cada vez mais capacitado e mais perto de alcançar a tão sonhada perfeição.
Autoconhecimento
Uma das principais vantagens do benchmarking é autoconhecimento, tanto seu quanto da sua empresa, uma vez que você precisa conhecê-la muito bem para saber quais são os melhores caminhos para se trilhar.
Motivação
Como o benchmarking funciona a partir de buscas de pontos de referências, fica mais fácil motivar a sua empresa e seus funcionários a caminharem em busca dos objetivos, pois se tem um exemplo concreto de que é possível.
Conhecimento de mercado
Por buscar novas estratégias e ações, através do benchmarking, você acaba ampliando o seu conhecimento de mercado, ficando por dentro das novidades e atualizações.
Aumento da produtividade
Uma das vantagens mais aparentes e rápidas é o aumento da produtividade, alcançada por meio das novas metodologias pesquisadas.
Desvantagens
Risco de cópia
Muitos empreendedores acabam por não entender bem o conceito e o sentido do benchmarking, e assim, acabam apenas copiando as ações das outras empresas. Esse comportamento é altamente perigoso, pois pode afundar ainda mais a sua empresa. Para que o benchmarking funcione de verdade, você deve adequar as metodologias para a sua empresa.
Limitação
Por medo ou por falta de conhecimento, muitos empreendedores acabam por aderir somente ao benchmarking interno, o que pode limitar ainda mais a visão que se tem do mercado e do campo em que se atua, resultando em um estacionamento.
Por fim, uma das maiores desvantagens e também mais perigosas, é que pela busca intensa em qualidades e ações de outras empresas, é possível que a sua empresa acabe focando demais na concorrência e comece a atuar de maneira muito igual a ela, perdendo a sua própria identidade.
Etapas necessárias para a implementação do benchmarking
Finalmente, chegamos na parte mais esperada e mais importante, afinal, para que tudo isso que você leu dê certo de verdade para a sua empresa, é fundamental saber como incorporar o benchmarking em sua realidade, aprendendo quais são as etapas desse processo.
Para conseguir alcançar os objetivos tão esperados, não basta apenas saber identificar o melhor caminho para isso, é importante saber quais passos devem ser dados, e ainda, em qual ordem. Veja as etapas que devem ser seguidas para implementar o benchmarking na sua empresa:
Análise interna
Antes de conhecer e buscar seus concorrentes, você precisa conhecer a sua própria empresa. É se autoconhecendo que se consegue alçar voos mais altos e mais longos. É basicamente conhecer o que se é para conseguir compreender como irá melhorar.
Identificar os “pontos de referência”:
Depois de conhecer e identificar as suas necessidades, você precisa ir em busca das empresas que servirão de espelho e motivação para você. Aqui é uma etapa muito importante, pois não se trata de qualquer empresa. É preciso identificar as melhores na sua área, para assim, o benchmarking funcione de verdade.
Definir ações para captar os dados necessários
Para que você consiga melhorar a sua empresa, você precisará ter acesso a algumas informações de outras empresas “modelo” do seu campo de atuação.
Análise de mercado
Depois de identificar quais são as melhores empresas, você precisa saber identificar quais são as melhores ações da concorrência que podem te ajudar a melhorar o que precisa ser melhorado dentro da sua empresa.
Identificar as lacunas de desempenho
Uma etapa muito importante, antes de colocar as ações em prática, é saber identificar quais são as lacunas de desempenho da sua empresa. É nessa hora que você deve fazer a comparação da sua empresa com as empresas concorrentes, e saber onde a sua empresa necessita de investimento.
Planejar as ações futuras que serão as responsáveis por fechar as lacunas identificadas na etapa anterior
Depois de conseguir identificar quais são as falhas e os espaços que precisam ser preenchidos e renovados da sua empresa, você precisa traçar objetivos que sejam direcionados exclusivamente para o fechamento dessas lacunas.
Implementar e adequar as ações necessárias
Como já foi dito, você precisa saber reconhecer as estratégias e metodologias de sucesso das empresas concorrentes e adequá-las para a sua realidade. Esse é o momento de fazer isso, depois de reconhecer e identificar as suas necessidades e as ações que podem ser úteis, adequá-las para a sua empresa.
Retroação
Mesmo depois que seus objetivos e metas tenham sidos alcançados, você precisa manter uma rotina de auto avaliação, de modo a continuar em constante crescimento.
Fazer ações com cupom de desconto impacta diretamente nas vendas. Como a maioria dos compradores é seduzida por uma condição mais em conta, fazer essa oferta aumenta as possibilidades de fechar novos negócios.
Ao mesmo tempo, é preciso se preocupar em garantir que ela não seja prejudicial para o empreendimento, como acontece se ela comprometer a lucratividade. É indispensável saber como aumentar as vendas sem perder sua atuação altamente estratégica e orientada para resultados.
Quer descobrir como fazer? Então veja a seguir as melhores dicas para colocar em prática!
Defina objetivos para a ação com cupom de desconto
Toda ação promocional, qualquer que seja, precisa ter um objetivo. Sem determinar onde se deseja chegar, qualquer resultado será, ao mesmo tempo, positivo e insuficiente. Para direcionar a sua campanha com cupom de desconto, portanto, o ideal é definir claramente quais são os objetivos.
Determine qual é o acréscimo de vendas que você deseja alcançar, quais produtos devem ter mais saída ou qual é o faturamento desejado. É possível unir mais de um objetivo, como aumentar o ticket médio e as compras recorrentes ou gerar novos clientes e aumentar a saída de um item específico.
Escolha corretamente o tipo de desconto
Uma das grandes vantagens dessa possibilidade é que ela é bastante diversificada, permitindo que os cupons sejam usados de formas distintas. A partir da definição de objetivos, vai ficar mais fácil compreender qual é o tipo de cupom que será oferecido. Entre as melhores maneiras, há as que estão a seguir.
Valor de desconto
O valor de desconto oferece um determinado montante que será abatido do pedido, de qualquer tamanho que ela seja. É o caso de dizer “Ganhe R$ 20 em sua compra” ou “Economize R$ 100 no seu pedido”.
Ela é uma ação que valoriza pedidos menores — já que há mais vantagens, relativamente falando — e, por isso, é capaz de gerar compras por impulso. Também é uma forma de atrair clientes novos.
Porcentagem sobre a compra
Já a porcentagem sobre a compra oferece um valor de acordo com o que será gasto. Ao dizer que uma pessoa ganhará 20% de desconto, isso pode significar a economia de R$ 20 no pedido de R$ 100 ou, então, de R$ 500 em um de R$ 2500.
Ainda é possível criar abatimentos progressivos para comprar maiores. Naturalmente, ela estimula o aumento do ticket médio, já que quanto mais a pessoa gastar, mais ela economiza.
Desconto para a primeira compra
Com o objetivo de estimular novos consumidores, é possível criar cupons exclusivos para quem é inédito no quadro de clientes. Esse é um recurso que permite, inclusive, que se conheça mais sobre novos públicos, aumentando a inteligência de mercado, além de incrementar o faturamento.
Desconto na próxima compra
Se o objetivo é aumentar a receita recorrente, vale a pena oferecer descontos na próxima compra. A pessoa que adquire em determinado momento recebe, por exemplo, um cupom de porcentagem ou de valor para a próxima aquisição.
Aliando isso ao bom atendimento, há chances de o cliente retornar e, potencialmente, ser fidelizado.
Frete grátis
Especialmente para e-commerces, o cupom de frete grátis pode elevar tanto o volume de pedidos, como o ticket médio e a recorrência. Isso acontece, porque, no começo da década, mais da metade dos consumidores desistiam da compra online por causa do custo de transporte.
Com esse cupom, o negócio torna-se especialmente atrativo e capaz de gerar melhores resultados de vendas.
Estabeleça limitações para o seu uso
Além de definir o tipo de desconto, também é fundamental determinar quais serão as limitações do seu uso.
Isso impede que o que era promoção se transforme em condição padrão, além de estimular a aquisição. É possível unir mais de uma condição e, entre elas, destacamos as seguintes.
Compra mínima
Ao determinar um valor mínimo para o uso do cupom, aumenta-se o ticket médio e, principalmente, dá para evitar possíveis prejuízos.
Se a loja oferece um cupom de R$ 50 de maneira ilimitada, os clientes podem comprar produtos mais baratos e, com isso, gerar algum tipo de prejuízo para o negócio.
Data de uso
O gatilho mental de escassez é um dos mais poderosos para estimular as aquisições. Quando o consumidor sente que a sua oportunidade está se esgotando, tende a agir mais rapidamente.
Uma forma de explorar essa possibilidade é determinando uma data de uso. Podem-se usar datas comemorativas ou, então, um período especial, como os finais de semana. Isso estimulará o cliente a fazer a aquisição o quanto antes.
Número de pessoas
O gatilho de escassez também pode ser aproveitado ao limitar a quantidade oferecida. Ao dizer que “o desconto é válido para as primeiras 100 pessoas que fizerem a compra”, a reação quase instantânea é de fechamento do negócio para não perder a oportunidade.
Isso aumenta o alcance e a procura e, também, limita os custos envolvidos com essa promoção de maneira geral.
Produtos selecionados
Caso deseje aumentar o giro de estoque de certos itens, vale condicionar o uso de cupons a produtos selecionados. Não é estratégico fazer isso para os que têm muita saída, já que as pessoas já os compram com muita frequência.
O ideal é fazer para aqueles que ficam mais parados no estoque ou, então, com as novidades do negócio.
Divulgue corretamente os cupons
Não adianta ter a estratégia perfeita de cupons se os consumidores não souberem que eles estão à disposição. Com isso, é fundamental divulgá-los do jeito certo.
Um jeito direto de falar com quem interessa é enviando a oferta para o e-mail dos clientes. Isso permite a personalização e traz o senso de exclusividade, além de permitir o acompanhamento da taxa de conversão.
Como as redes sociais são cada vez mais importantes, também é válido utilizá-las. Ao criar cupons distribuídos exclusivamente por lá, inclusive, dá para aumentar as vendas e o engajamento com essas mídias, gerando ganho duplo.
Tendo um site e, principalmente, um e-commerce, dá para criar cupons na forma de pop-ups. Trata-se de uma forma de coletar e-mails e criar uma base de contatos.
Não menos importante, é possível fazer a distribuição física, dentro da loja ou fora dela. Assim, amplia-se o alcance de público.
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