Como montar uma empresa de manutenção de elevadores?

Como montar uma empresa de manutenção de elevadores?

A Manutenção de Elevadores é um serviço amplamente procurado. Sobretudo nas grandes cidades do país, que são as que têm maior número de prédios e condomínios que utilizam os elevadores. Isto é, montar um negócio nesse setor pode ser uma excelente oportunidade para ganhar dinheiro, haja vista que há grande demanda por esses serviços. Basicamente, a Manutenção de Elevadores consiste no conserto e reparos do equipamento de transporte.

Na maioria dos casos, os profissionais de Manutenção de Elevador são representantes de alguma marca específica. Isto é, trata-se de um serviço feito por técnicos que estão certificados para fazer reparos, consertos e atualizações em equipamentos de um determinado fabricante. Dessa forma, um dos primeiros passos é procurar pelas marcas de elevadores que oferecem a capacitação técnica para quem pretende montar uma empresa de manutenção.

Os prédios, normalmente, contam com 4 elevadores, que precisam todo mês de manutenção, segundo as regras de fiscalização. Afinal, o serviço de reparo e conserto é fundamental para evitar transtornos e acidentes, como pessoas presas dentro do elevador ou, nos casos mais graves, até mesmo as quedas. Portanto, é possível dizer que sempre há trabalho e demanda de serviços para os empreendedores que pretendem investir nesse tipo de negócio.

No entanto, muitos ainda ficam em dúvida sobre como abrir uma empresa de manutenção de elevadores realmente lucrativa. Esse é o seu caso? Confira nesse artigo todas as informações e dicas que temos para você!

Como abrir um negócio de Manutenção de Elevadores?

Ter uma empresa especializada na Manutenção de Elevadores significa ter um negócio que irá atuar no setor de eletrodomésticos. Dessa forma, como dito anteriormente nesse artigo, o primeiro passo é obter os certificados que permitirão ao seu empreendimento poder atuar de forma regular no mercado de elevadores. Ou seja, você precisará, também, de uma equipe de profissionais técnicos habilitados para oferecer esse tipo de serviço, que precisa atender exigências e normas de segurança e prevenção de acidentes.

Portanto, pesquise pelas principais marcas de elevadores, como a Atlas Schindler, a Otis e a Thyssenkrupp Elevadores, entre diversas outras. Feito esta pesquisa, defina para qual desses fabricantes a sua empresa realizará os serviços de manutenção. Entre em contato com a marca escolhida e se informe sobre como funciona para ser um técnico certificado e realizar o conserto e reparo de seus equipamentos. Normalmente, o próprio fabricante oferece o curso de manutenção para os técnicos que serão responsáveis pelo serviço.

No começo de um negócio como uma empresa de Manutenção de Elevadores, é necessário ter, pelo menos, 4 ou 5 técnicos habilitados para os reparos e manutenções preventivas. Em relação ao espaço da empresa, será preciso ter um imóvel com tamanho suficiente, cerca de 100 m², para guardar as peças e equipamentos, além de ambiente para a administração, recepção e oficina. A localização também é importante para que o público alvo consiga ter fácil acesso ao seu negócio.

Outro ponto que vale lembrar é a importância de ter um carro para esse tipo de empresa, pois será preciso que os técnicos tenham veículos para poder ir até os prédios, condomínios, hospitais, escolas, shoppings e comércios, entre outros locais com elevadores que podem apresentar problemas a qualquer momento. O carro é preciso porque os funcionários, além de ter um meio para chegar rapidamente até o local, precisam ter um veículo para transportar equipamentos como, por exemplo, uma porta de elevador.

Manutenção de elevadores pode ser MEI?

Sim, uma empresa de manutenção de elevadores com CNAE 4329-1/03 – Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes, pode ser MEI.

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Como funciona o processo de abertura de uma empresa de Manutenção de Elevadores?

Como não é segredo para ninguém, abrir uma empresa, em qualquer que seja o segmento, é um processo burocrático, que envolve diversas exigências que precisam ser atendidas para que o negócio atue de forma regular no mercado. Dessa forma, será preciso ir até a Junta Comercial de sua cidade e escolher um nome (que não é utilizado por outra empresa) para o seu empreendimento. Nas etapas seguintes, é necessário registrar o CNPJ da empresa e correr atrás do Alvará de Funcionamento, na Prefeitura.

Além de todas essas burocracias, também será preciso ter os certificados das marcas de elevadores para os quais você proporcionará os serviços de manutenção e reparo. Isto é, será essencial apresentar os documentos que comprovam que o seu negócio está habilitado para atuar no setor e que você dispõe da autorização e treinamento do fabricante. Daí vem a importância da preocupação em escolher as principais marcas de elevadores para oferecer os seus serviços aos condomínios, prédios, shoppings e demais lugares que usam o equipamento.

Quais são os equipamentos necessários para abrir uma empresa de Manutenção de Elevadores?

Além dos móveis, como cadeiras, mesas, computadores e telefones para o escritório da empresa, lembre-se que será preciso, também, investir nos equipamentos para o conserto, reparo e manutenção de elevadores. Isto é, comprar maletas de ferramentas específicas para este tipo de equipamento de transporte, bem como mesa para o conserto de peças, Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e maquinário utilizado para as funções dos profissionais técnicos.

Principalmente no que se refere aos EPIs, é preciso ter um cuidado especial. Esses equipamentos são obrigatórios em empresas de Manutenção de Elevadores e constam na legislação específica, responsáveis por garantir a segurança de seus técnicos que irão atuar realizando os serviços. Ou seja, será essencial investir em equipamentos com garantia de alta qualidade para garantir a prevenção de acidentes e a qualidade de vida de seus colaboradores.

Profissionais e Colaboradores

Um negócio de Manutenção de Elevadores precisa contar com, pelo menos, um especialista de Engenharia Mecânica, além de 3 ou 4 técnicos habilitados para prestar esse tipo de serviço. Dessa forma, será de extrema importância que você procure por profissionais capacitados para fazer parte do seu negócio. Sobretudo, busque por técnicos que apresentam certificados na Manutenção de Elevador e profissionais que possuem o diploma de Engenheiro Mecânico.

Vale dizer que o serviço de Manutenção de Elevadores nunca pode ser prestado de maneira informal. A cada visita dos técnicos em um edifício, prédio comercial ou escola, entre outros locais com elevadores, é preciso que esses funcionários estejam uniformizados e tenham as devidas etiquetas que são coladas no equipamento sempre que ele recebe uma manutenção. Por isso é necessário que seja realizado o treinamento oferecido pelo fabricante. Pois também é obrigatório que a sua empresa tenha os devidos selos.

Qual é a situação do mercado de Manutenção de Elevadores no Brasil?

Existem diversas empresas que atuam nesse setor em nosso país. Por isso, é essencial que você análise a concorrência e veja se a sua empresa realmente tem chances de ser um negócio lucrativo no mercado de elevadores. Como existe uma grande demanda pelos serviços, principalmente nas grandes metrópoles, o indicado é que você trabalhe em parceria com os principais fabricantes do equipamento de transporte presentes nos prédios e condomínios, entre outros locais.

Dessa forma, é possível dizer que o mercado se encontra aquecido e aberto para os novos empreendedores que pretendem investir no setor de Manutenção de Elevador no Brasil. Entretanto, é essencial escolher a localização ideal e verificar a demanda de tal região, pois, como a demanda é grande, pode ser que já existam muitas empresas que atuam na mesma região. Nesse caso, vale a pena pensar em outra região para proporcionar os seus serviços.

Marketing e Localização

Mais uma vez nesse artigo, vamos ressaltar a importância da localização do seu negócio. O indicado é que a sua empresa esteja em um local movimentado da cidade e próximo aos prédios, onde possa ser vista com facilidade pelo seu público alvo e permita o fácil acesso. Por isso, em muitos casos vale a pena investir no aluguel de um ponto em centros comerciais, que já são populares por oferecer esse tipo de serviço aos clientes.

Outro aspecto importante para o sucesso e lucratividade da sua empresa de Manutenção de Elevadores é tornar o seu negócio “encontrável” para os seus clientes. Ou seja, é recomendável adotar estratégias de marketing para que o seu empreendimento esteja presente em sites de buscas e classificados, como o Google e o Bing, entre outros. Afinal, a maioria das pessoas, atualmente, busca por esses serviços através da internet.

Uma estratégia que tem sido bastante eficiente para as empresas de Manutenção de Elevador é investir em anúncios pagos, para que os clientes consigam encontrá-la facilmente na rede. Para isso, será necessário investir em plataformas de anúncio pago, como é o caso do Google Adwords. Com essa solução, assim que as pessoas digitam palavras-chave, como “empresa de manutenção de elevador” ou “reparos de elevadores”, por exemplo, é possível colocar os anúncios do seu negócio em destaque.

Como abrir um negócio estável e lucrativo para Manutenção de Elevadores?

Ainda hoje, o maior problema das empresas de todos os portes é em relação à gestão administrativa e financeira do negócio. Daí vem a importância de você fazer extensas pesquisas de mercado antes de abrir um negócio desses. Portanto, avalie se já não há empresas o suficiente para a Manutenção de Elevadores na região em que você pretende atender e, principalmente, se você possui capital de giro para sustentar o seu negócio, em aspectos financeiros, nos primeiros meses.

O prazo de retorno do investimento para uma empresa de Manutenção de Elevadores é de, no mínimo, seis meses. Dessa forma, até obter o capital inicial, isto é, o dinheiro que foi investido para abrir o negócio, será preciso ter reservas para pagar arcar com algumas despesas: o aluguel do ponto comercial, o salário dos técnicos e engenheiros, as peças que precisarão ser compradas, bem como os equipamentos, as ferramentas e o maquinário utilizado por empresas que trabalham com reparos e manutenções para elevador.

A organização e o planejamento são primordiais para a lucratividade e sucesso da sua empresa no mercado em que ela se propõe atuar. Isso significa que você deve adotar uma estratégia de gestão que permita ter o controle financeiro e, também, informações como situação do caixa e controle de estoque de peças e equipamentos, entre outros. Atuar de forma responsável no setor de Manutenção de Elevadores, afinal, ainda é o melhor jeito de ter um negócio que realmente será lucrativo.

Como evitar prejuízos e desperdício de recursos em uma empresa de Manutenção de Elevador?

Os prejuízos e desperdícios no que se refere às empresas que prestam serviços de Manutenção de Elevador, muitas vezes, têm a ver a gestão e política do negócio. Nesse sentido, vale ressaltar que, além de organizado e planejado em relação à gestão financeira e administrativa, o seu negócio deve adotar uma política de redução de custos, ao mesmo tempo em que trabalha com profissionais certificados e equipamentos de qualidade.

É comum que muitos prefiram investir em equipamentos e máquinas usadas no começo de um negócio como forma de economizar. Porém, se você pensa em fazer isso, tenha a certeza de que será necessário avaliar se essas ferramentas estão em bom estado e se, principalmente, os Equipamentos de Proteção Individual atendem às exigências dos órgãos de fiscalização. Isso porque um acidente com um funcionário, por exemplo, pode causar prejuízos imensos a uma empresa de Manutenção de Elevadores.

Sistema de gestão para empresa de Manutenção de Elevador

O gestor de um negócio de Manutenção de Elevadores é um profissional que precisa lidar com uma série de atividades ao mesmo tempo, haja vista que é o responsável por cuidar das finanças e, ao mesmo tempo, realizar uma série de funções. Verificar o desempenho dos técnicos, checar a quantidade de estoques e correr atrás de certificados para a empresa, além de atender aos clientes. Tudo isso é trabalho do gestor. Por isso mesmo, é primordial contar com um sistema de gestão que permita ter todas essas informações de forma rápida e simples.

Desenvolvido para oferecer qualidade na gestão de empresas, como negócios de Manutenção de Elevador, o eGestor é um programa totalmente online, que dispõe de recursos como Controle Financeiro, Fluxo de Caixa, Controle de Vendas de Produtos e Serviços, Controle de Estoque e muito mais para a sua empresa. Para conferir todas as funcionalidades e benefícios do eGestor ERP Online, basta fazer um teste gratuito através do site e verificar quais são os benefícios do programa para a sua empresa.

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Plano de cargos e salários: 10 passos para implementar

Plano de cargos e salários: 10 passos para implementar

Independentemente do tamanho da empresa, certas práticas são essenciais para motivar os colaboradores, levando-os a vestir a camisa do negócio a fim de ter seus resultados melhorados. Neste contexto, o plano de cargos e salários é sem dúvida uma incrível ferramenta a ser utilizada pelo departamento de recursos humanos.

Além de estabelecer critérios de promoção, sendo este de modo bastante claro e que demonstre o não favoritismo nas escolhas, tal prática permite ao funcionário saber até onde ele pode chegar dentro da empresa. O que o desperta um sentimento de que “se ele se empenhar, poderá ser promovido”.

Interessado em investir na criação de um plano de cargos e salários para o seu negócio? Será que compensa em organizações pequenas e com poucos funcionários? Como começar este planejamento do zero? Veja neste artigo todas essas respostas e obtenha o passo a passo completo de como criar este plano para melhorar os resultados da empresa!

O que é o plano de cargos e salários?

O plano de cargos e salários é o documento, ou norma, que determina o funcionamento de cada função, suas tarefas, respectivos proventos e possibilidades de crescimento. Um exemplo prático e bastante compreensível de como o plano de cargos e salários é utilizado é ao compará-lo com um esquema tático de um time de futebol. A equipe, composta por 11 profissionais, é segmentada para que o resultado, ou seja, a vitória seja conquistada.

Quem joga na defesa dificilmente atuará no ataque sendo o inverso verdadeiro também. Os reservas, por sua vez, além de saberem bem as suas funções, como os que estão no campo, sabem exatamente em que momento ou situação atuarão na partida. Na empresa, de modo semelhante, este plano demonstra em detalhes quando, como e porque cada colaborador trabalhará em determinada função até ter a sua oportunidade de crescimento.

Para que serve e qual a sua importância?

Ainda seguindo o exemplo anterior, imagine um time sem qualquer esquema tático, em que todos queiram fazer o gol, ninguém queira ficar no gol e assim por diante. Confusa a cena, não é mesmo? Pois bem, sem a organização de um plano estratégico é justamente isso que acontece.

Dentro da empresa não é nenhum pouco diferente. Se cada colaborador não estiver consciente do seu trabalho, poderá intervir em outras áreas gerando eventuais problemas para o negócio como um todo.

Além disso, o plano de cargos e salários também tem essencial importância na demonstração de como cada profissional pode crescer. Se hoje determinada pessoa é auxiliar, quais requisitos deverá cumprir para ser promovida a assistente? O plano de cargos e salários deve ter sempre essa resposta!

Guia de Gestão de Equipes

Quais os objetivos do plano de cargos e salários?

Veja a seguir quais são os 3 mais comuns e recorrentes objetivos no momento em que o departamento de recursos humanos decide criar este plano:

Manter o equilíbrio organizacional

Através do plano de cargos e salários é possível minimizar situações em que aparentemente existe favoritismo entre os diferentes profissionais;

Expectativa de crescimento para o profissional

Ao entrar na empresa o colaborador já sabe exatamente até que posto poderá chegar, qual o caminho a ser percorrido e a expectativa de salário para cada uma das funções; 

Definir claramente o funcionamento de cada tarefa

Cada cargo e função é completamente destrinchado neste plano a fim de que ninguém tenha dúvida de quais são as competências e atribuições de cada profissional dentro do ambiente empresarial.

Passo a passo para implantar um plano de cargos e salários

Veja agora o passo a passo de como criar, do zero, o plano de cargos e salários para a sua empresa independente de seu tamanho e número de funcionários.

1. Organização e planejamento do trabalho

Na fase inicial da criação do plano de cargos é preciso considerar informações genéricas acerca da empresa como atuais práticas de salários, políticas de promoção e reconhecimento profissional e assim por diante.

Antes de simplesmente iniciar a criação do plano, pode ser necessário fazer uma transição entre os modelos antigos e atuais, por isso neste primeiro passo é essencial organizar e planejar.

Também é importante para o gestor do plano verificar o comprometimento e engajamento dos demais chefes e líderes ao projeto.

2. Levantamento de cada uma das atribuições

O primeiro passo para começar, de fato, com a construção do plano de cargos e salários, é o momento em que são elencados todos os cargos e funções existentes dentro do negócio. A fim de que absolutamente nada fique de fora.

Aqui é possível utilizar da observação, entrevistas e questionários com os colaboradores para definir quais são as diferentes áreas e departamentos.

Tratando-se de uma empresa pequena, ou até mesmo familiar, é possível que essa etapa seja rapidamente concluída.

3. Descrição minuciosa dos cargos e funções

Você já sabe que a empresa tem, por exemplo, 6 cargos: Gerente, coordenador, caixa, assistente de produção, estoquista e servente. Agora é o momento de definir, com o máximo de exatidão, o que cada um desses cargos tem como atribuição ao longo de uma rotina comum de trabalho.

Para obter êxito neste passo é imprescindível questionar os colaboradores atuais, pois eles melhor do que ninguém, sabem exatamente o que devem fazer e como fazer para manter o equilibro da empresa.
Procure desenvolver perguntas que, em suas respostas, torne-se evidente o que cada cargo faz, como faz e para que faz. Também determine quais são as competências, habilidades e atitudes esperadas pelos profissionais de cada um desses grupos.

4. Avaliação e classificação

Qual cargo é mais importante que o outro? Quais se equivalem? Nesta etapa é preciso trabalhar com tais determinações.

Sua empresa pode optar, por exemplo, pelos modelos que avaliam e classificam tal importância segundo os contracheques que são mensalmente pagos. Apesar de ser o método mais comum, ele não é o único.
Essa classificação também pode ser hierarquizada ao se trabalhar com a questão “quem responde a quem” dentro da empresa.

5. Pesquisa salarial

Hora em que os donos fecham a cara, é chegado o momento de avaliar se os salários pagos aos funcionários estão dentro das médias salariais do mercado local. Seja sincero nesta avaliação e responda: Seu funcionário está recebendo um salário justo?

Traçar políticas salariais justas e compatíveis com o ambiente externo possibilita que menos profissionais abandonem a empresa em busca de melhores oportunidades com seus concorrentes.
Inclusive, vale destacar que é realmente importante comparar essas médias com os concorrentes diretos. Em um shopping, por exemplo, um funcionário pode ser facilmente convencido a ir trabalhar na loja da frente se lá o pagamento for melhor.

6. Constituição da estrutura salarial

Depois de ter elencado todos os cargos e funções da empresa e ter feito uma minuciosa pesquisa sobre as médias salariais destes postos, é hora de confrontar resultados e avaliar quis são as oportunidades de melhorias.

Não quer dizer que você tenha que igualar todos os salários ou oferecer valores superiores aos de seus concorrentes, mas vale a pena investir em alguns benefícios, quem sabe, para compensar as disparidades.

Dentro do plano de cargos e salários é possível, ainda criar uma progressividade. Ou seja, a pessoa entra ganhando menos do que nos demais lugares, mas com prazos definidos para ter seu salário aumentado.

7. Cálculos relacionados a cargos e salários

Considere transpassar este passo junto com o profissional responsável pelo financeiro do negócio. Há como melhorar a folha de pagamento ou ela já está em cima do limite?

É importante ressaltar que um salário de R$ 2 mil reais pago a um funcionário representa muito mais que isso para a empresa.

Portanto, ao estabelecer os valores que serão pagos aos diferentes cargos consulte o financeiro sobre tal viabilidade e determine esta relação que, resumidamente falando é muito simples: Cada promoção deve significar um acréscimo financeiro no holerite.

8. Criação da política do plano

O plano de cargos deve ser mantido em arquivo, tanto digital quanto físico, se necessário, e deve ter todos os detalhes da função além, é claro, de determinar quais são as iniciativas necessárias para passar ao próximo cargo, superior direto.

Por exemplo, se uma pessoa encontra-se na função de coordenador de área de um supermercado, poderá interessar-se em tornar-se um coordenador geral, seu cargo superior direito, certo?
Para tanto, pode ser critério para a empresa que este profissional esteja há pelo menos 2 anos na atual função para começar a ser cogitado para o novo cargo.

9. Transcrição visual

Já nos passos finais desta criação, nesta etapa é importante transcrever todos os passos anteriores de modo claro e conciso.

Capriche no visual para que todos os colaboradores possam entender perfeitamente como o plano de cargos e salários funciona.

10. Divulgação do plano de cargos e salários

E divulgue! Todos os colaboradores devem saber da existência do plano de cargos e salários e ter acesso a este documento.

Para aqueles que estão chegando, ou seja, nos processos de contratação, este material já deve ser apresentado a fim de que o profissional tire suas dúvidas e aceite o posto consciente do ritmo de crescimento da empresa.

Viu como é simples implantar uma política de cargos e salários dentro da empresa? Quanto menor ela for, mais rápido será o processo, por isso, não perca tempo e invista já neste recurso.

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Idalberto Chiavenato: Conheça toda a sua trajetória

Idalberto Chiavenato: Conheça toda a sua trajetória

Se você já estudou administração, recursos humanos ou contabilidade, evidentemente já viu o nome de Idalberto Chiavenato em inúmeros momentos da sua vida acadêmica, certo? É possível, inclusive, que mesmo que você tenha estudado em outra área, como exatas ou biológicas, também já o tenha ouvido antes.

Isso tudo porque Idalberto Chiavenato é um grande ícone brasileiro tratando-se de assuntos administrativos. Seja em qual escalão for. Dificilmente se fala em administração sem que seu nome seja citado. Recorrentemente estudado nas faculdades, o professor tem mais de 30 publicações cujos nomes de maior destaque são:

  • Introdução a Teoria Geral da Administração;
  • Gestão de Pessoas;
  • Administração nos Novos Tempos;
  • Administração Geral e Pública;
  • Comportamento Organizacional.

Chiavenato também publicou cerca de 17 livros em espanhol, tornando-se assim o brasileiro com maior número de publicações nesta língua estrangeira em todo o país! Veja nesta publicação quem é Idalberto Chiavenato. Conheça sua trajetória de vida e carreira e também quais são as suas principais contribuições para com a sociedade administrativa da atualidade.

Quem é Idalberto Chiavenato?

Nascido no interior de São Paulo, na cidade de Viradouro, no ano de 1936, Idalberto Chiavenato tem hoje mais de 80 anos de idade e uma gigantesca bagagem profissional. Professor, consultor e conferencista, atualmente preside o instituto que leva seu nome e é também conselheiro do Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA/SP.

Formou-se como doutor e mestre na matéria em que ficou nacionalmente conhecido, administração, pela City University of Los Angeles, nos Estados Unidos. Chiavenato também fez especializações na FGV e se graduou em Filosofia e Pedagogia, com foco em Psicologia Educacional na renomada Universidade de São Paulo – USP. Fã do estudo, adquiriu ainda mais uma formação. Graduou-se em Direito pela Mackenzie.

Não há dúvidas de que sua bagagem acadêmica em muito lhe auxiliou na etapa mais importante de sua vida, como autor. Muitas de suas experiências pessoais são transcritas em seus livros e servem como ensinamentos práticos do dia a dia administrativo, orientando assim muitos gestores que estão tanto no início quanto no ápice de suas carreiras.

Chiavenato ministrou aulas em inúmeras universidades tanto no Brasil quanto no exterior. Um de seus convites para tal tarefa veio da EAESP-FGV. Seu nome cresceu no mundo todo devido a sua ampla, vasta e detalhada contribuição nos campos da administração geral. Assim como na área de recursos humanos.
Obviamente graças a todo seu empenho e dedicação ao longo da vida, ganhou diferentes e inúmeros prêmios. Dois deles foram títulos de reconhecimento de universidades estrangeiras, principalmente na América Latina, como Doutor Honoris Causa, por exemplo.

Seu Best-seller, Teoria Geral da Administração teve sua primeira edição lançada em 1983 e é até hoje, 34 anos depois, um dos mais vendidos a falar sobre administração. É a verdadeira “bíblia” dos profissionais do ramo, livro recomendado, ou até mesmo exigido, pelas faculdades que oferecem tal curso.

Obras acadêmicas mais importantes

Introdução a Teoria Geral da Administração

Lançado em 1983, o Best-seller permanece como um dos mais vendidos até hoje por ser o mais detalhado e completo livro a tratar sobre a administração. São mais de 500 páginas de puro conteúdo! Em sua 7ª edição, é possível aprender sobre o papel da administração, os seus antecedentes históricos e toda a preparação na linha trajetória que possibilitou o funcionamento da administração moderna.

Na terceira parte do livro Teoria Geral da Administração de Chiavenato o leitor conhece a abordagem clássica da matéria, com seu modelo científico e a teoria de organização proposta por Henri Fayol. Na sequência é apresentada a abordagem humanística, com a teoria das relações humanas e suas contribuições com o campo.

A quinta parte da obra trata especificamente da era neoclássica na administração. Idalberto Chiavenato discorre sobre a teoria neoclássica, suas decorrências e principais contribuições e a administração por objetivos. Dando continuidade a evolução da matéria, o livro apresenta a abordagem estruturalista, com o modelo burocrático e sua respectiva teoria.

Aproximando-se do fim da obra, na 7ª parte evidencia-se a abordagem comportamental e sua teoria além da teoria do desenvolvimento organizacional. Na sequência, há a apresentação da abordagem sistêmica que relaciona a administração ao uso de tecnologias, matemática e demais sistemas. Nestas páginas são explicados conceitos que ajudam na estruturação da empresa, sua possível ampliação e racionalização de decisões.

Nas últimas duas partes da obra são abordados os assuntos que envolvem a teoria da contingência e as novas abordagens dentro do assunto. Principalmente no que se refere a competitividade, tão em evidencia nestas últimas décadas.

Como se vê, Teoria Geral da Administração tem por onde ser um dos mais importantes entre os livros relativamente modernos sobre o assunto. Completo, em linguagem simples e bastante direta, é o passo inicial para qualquer profissional que queira entender e administrar bem o seu negócio. Seja ele qual for ou de que tamanho for.

Gestão de Pessoas

Publicado em 2005, Gestão de Pessoas, por sua vez, é o livro que todo gestor, administrador de capital humano, deve conhecer a fim de aprimorar suas técnicas de trato com colaboradores. Além de estabelecer melhores políticas para a área. A obra também é uma “bíblia” detalhada sobre o assunto. São mais de 500 páginas que falam sobre teoria, evolução e práticas comuns ao setor de recursos humanos. O livro é subdividido em 8 partes. Veja a seguir um resumo dos tópicos abordados pelo livro de Idalberto Chiavenato:

O livro inicia com um tópico de introdução à moderna gestão de pessoas. Nessas primeiras páginas são tratados assuntos tais como contexto e conceito de gestão de pessoas, seus objetivos e principais processos, estruturação do departamento e responsabilidades do gestor. O capítulo 2 é focado na gestão de pessoas em um ambiente mais dinâmico e competitivo. Dentro deste assunto, o leitor encontra a repartição da matéria em diferentes períodos históricos tais como a era da industrialização clássica e neoclássica e a era da informação.

Além disso, também são abordadas as mudanças do RH, os principais desafios na área e a administração de talentos, apresentando-se seu conceito junto ao de capital humano. Dando sequência, Chiavenato apresenta conteúdos relacionados ao planejamento estratégico de gestão de pessoas. Neste tópico é possível entender e explorar mais a fundo temas como missão, visão, valores, objetivos organizacionais, estratégias e modelos de planejamento a serem empregados no dia a dia empresarial.

A segunda parte do livro inicia com um capítulo especificamente voltado ao recrutamento de pessoas, uma das segmentações mais importantes do dia a dia do profissional de RH. Neste item são abordados temas como o mercado de trabalho e de RH, o conceito de recrutamento tanto internamente quanto externamente falando, as principais técnicas e focos.

No capítulo 7 discute-se a modelagem do trabalho. Aqui são tratados temas como conceito, desenho e modelos de cargos. Vale ressaltar que os modelos apresentados seguem a ordem cronológica da administração: Modelo clássico ou tradicional, humanístico e contingencial. Também são discutidos neste tópico a descrição e análise de cargos, gestão de carreira, trabalho em equipe e competências.

Nas próximas páginas são tratados assuntos como avaliação do desempenho humano e gestão do desempenho humano.
A quarta parte da obra começa com um capítulo sobre remuneração. Entre os tópicos abordados estão as recompensas organizacionais, o conceito de remuneração, o salário nominal e real, o significado, a composição e os tipos de salários, o desenho do sistema de remuneração e o conceito de administração de salários. Ainda há discussão acerca da pergunta “Qual é o foco da remuneração?” enquanto se vê diferentes métodos para a correta avaliação e classificação dos cargos.

Ainda dentro do capítulo 9 há embasamento teórico para a pesquisa salarial, remuneração por competências, decorrências dos salários e política salarial. Dando continuidade ao assunto, o capítulo 10 trata do programa de incentivos. Recompensas e punições e a discussão sobre o foco dessas políticas são os primeiros temas abordados nessas páginas. Nelas também são elencados os métodos mais recentes de remuneração, como a variável, e o plano de bonificação anual. O capítulo se encerra com a explicação de como desenhar um plano de incentivos.

O próximo capítulo trata de benefícios e serviços, com foco em seu conceito, tipos de benefícios, principalmente sociais, e discute-se acerca da gestão de mudança com enfoque no desenvolvimento de carreiras e programas diferenciados, como trainees. A próxima parte da obra de Chiavenato fala sobre como manter pessoas. Os primeiros capítulos falam especificamente sobre a relação com empregados, higiene, segurança e qualidade de vida.

A 7ª parte de Gestão de Pessoas trata do monitoramento de colaboradores. O capítulo 16 foca no banco de dados e sistemas de informação, ressaltando a importância da comunicação interna e o funcionamento dos bancos de dados e sistemas. Aproximando-se já do fim do livro, o último capítulo, na 8ª parte, trata do futuro do departamento de gestão de pessoas. Entre os assuntos abordados estão a necessidade de obter indicadores de desempenho a fim de melhorar a execução do setor, os métodos de auditoria da área e também os critérios e métodos para avaliação.

Essa importantíssima obra de Idalberto Chiavenato se encerra discursando sobre o papel atual da gestão de recursos humanos e seu caminho futuro.

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Administração nos Novos Tempos

Mais um lançamento do ano de 2005, o livro Administração nos Novos Tempos tem 19 capítulos em suas mais de 600 páginas e trata de importantes assuntos que mexem com a gestão de diferentes empresas.

A primeira parte da obra trata da introdução à moderna administração. O primeiro capítulo fala da natureza e os desafios atuais da administração citando alguns aspectos: O perfil do administrador, os níveis organizacionais e o processo administrativo. O capítulo 2 fala da visão histórica da administração enquanto que a segunda parte traz como título a administração no século XXI.
Os capítulos 3, 4 e 5 falam respectivamente no ambiente das organizações e na administração em um contexto globalizado, dinâmico e competitivo e inventando e reinventando as organizações.

Na sequência, é abordado o tema cultura organizacional. Seu conceito, organização formal e informal, a diversidade, hierarquia de objetivos e o método balanced scorecard. No capítulo 9 aborda-se o assunto “tomada de decisão”, discutindo-se também seu conceito, processo decisório, tipos de decisão que um administrador precisa tomar e suas respectivas soluções.

A quarta parte fala da organização, desmembrando-a em capítulos que falam sobre os seus fundamentos, como estrutura organizacional, sobre o desenho departamental, como a abordagem funcional e o desenho organizacional, como os desenhos mecanísticos e organizações burocráticas. Nesta obra de Chiavenato ainda são abordados os fundamentos da direção, como os conceitos de direção e liderança e suas teorias e também a motivação nas organizações, abordando-se o que é motivação, por exemplo.

Os últimos capítulos do livro Gestão de Pessoas falam sobre os fundamentos do controle e os assuntos emergentes dentro do mesmo assunto. Por fim, encerra-se a obra com o tópico administração estratégica, sendo que o autor disponibiliza modelos e cases de análise.

Comportamento Organizacional

Com o subtítulo de “A dinâmica do sucesso das organizações”, Comportamento Organizacional é mais um título muito conhecido e explorado de Chiavenato. Lançado também em 2005, o livro tem 18 capítulos e é dividido em 5 partes sendo elas:

O contexto organizacional; as pessoas nas organizações – micro perspectivas do CO; os grupos nas organizações – perspectiva intermediária; a dinâmica organizacional – macros perspectiva do comportamento organizacional; e a dinâmica ambiental.

Veja de que trata cada uma das partes do livro Comportamento Organizacional de Chiavenato.

A primeira parte é abordada do capítulo 1 a 3 sendo os assuntos tratados: Introdução ao comportamento organizacional; O mundo das organizações: Globalização, tecnologia, diversidade e ética; e As organizações e a sua administração.

Entre os capítulos 4 e 7 são discutidos os assuntos referentes à segunda parte da obra. Dentre os temas destacam-se as diferenças individuais e personalidade, percepção, atribuição, atitude e decisão, motivação e engajamento e qualidade de vida no trabalho.
A terceira parte é discutida entre os capítulos 8 e 12 cujos temas são: Grupos e equipes – Comportamento grupal e intergrupal; Equipes e empowerment; Comunicação; Poder, política e liderança; e Estresse, conflito e negociação.

A penúltima parte da obra fala do desenho e cultura organizacional, mudança e desenvolvimento organizacional e conhecimento corporativo e organizações de aprendizagem entre os capítulos 13 e 16. Por fim, a última parte é tratada em duas partes. O capítulo 17 fala sobre as organizações em um mundo em constante mudança e transformação e o 18 sobre a estratégia organizacional.

Administração Geral e Pública

Por fim, o último livro a ser citado nesta publicação, a obra Administração Geral e Pública foi publicado em 2008 e tem um formato diferenciado. Sendo que ao término de cada parte existem questões de concurso para que o leitor teste seus conhecimentos e se prepare para provas importantes de cunho, principalmente, público.

São nove partes e cerca de 200 perguntas. Veja um pouco mais a fundo os conteúdos abordados pro Idalberto Chiavenato nesta obra:

  • Parte I: Abordagens da Administração: Na primeira parte do livro são tratadas as diferentes abordagens da administração: A contingencial, sistêmica, comportamental, estruturalista, neoclássica, humanística e clássica.
  • Parte II: Evolução da administração pública no Brasil e no Mundo – O sistema patrimonialista, burocrático e o paradigma pós-burocrático: Trata das reformas da administração pública, traz o histórico e a evolução além de destacar a reforma do Estado;
  • Parte III: Gestão de Pessoas: Disponibiliza conteúdos ligados a liderança, avaliação de desempenho, treinamento e desenvolvimento. Além de recompensas e punições, recrutamento e seleção, gestão de conflitos, de competências e do conhecimento e capital intelectual e também de assuntos relacionados aos recursos humanos dentro da administração pública;
  • Parte IV: Comportamento organizacional: Aborda temas relacionados ao comportamento;
  • Parte V: Novas abordagens da administração – A busca pela excelência: Discute soluções emergentes e relacionadas à Era da Informação;
  • Parte VI: Processo administrativo: Trata dos temas planejamento, organização, direção e controle;
  • Parte VII: Organizações sociais, agências executivas e agências reguladoras: Aborda temas referentes à implementação das organizações sociais, além de contratos de gestão, controle e autonomia;
  • Parte VIII: Princípios da administração pública: Na última parte teórica do livro, são elencados temas como organização dessa administração, princípios fundamentais e normas gerais; e
  • Parte IX: Na última parte da obra de Chiavenato o leitor tem acesso a um simulado de perguntas sobre todo o conteúdo aprendido. Ao término, é possível conferir as respostas no gabarito.

A importância de Idalberto Chiavenato para a administração brasileira

Com tudo o que foi falado até aqui, já é mais do que evidente que Idalberto Chiavenato tem uma gigantesca importância não apenas para a administração brasileira, mas também para inúmeras outras partes do mundo onde suas obras também são comercializadas.

Em trabalhos de conclusão de curso de inúmeras matérias, o autor é referenciado com muita frequência e serve como embasamento teórico para diferentes trabalhos. Quem atua na área administrativa reconhece de longe a contribuição de Chiavenato para a área. Seu número de obras é apenas um pequeno indicativo, mas não apresenta de modo eficaz a total contribuição do autor para a matéria.

Idalberto Chiavenato é uma verdadeira lenda dentre os autores da administração recente!

Veja também: Como se tornar um empreendedor de sucesso

Microcrédito: saiba como conseguir para o seu negócio

Microcrédito: saiba como conseguir para o seu negócio

Começar um empreendimento não é tarefa simples, principalmente sem ter recursos próprios para investir. Por isso, o microcrédito pode ser uma ótima solução para garantir o capital de giro, um bom estoque e os equipamentos necessários para o funcionamento da empresa até que ela comece a gerar caixa — o que pode demorar algum tempo.

Em meio a tantas responsabilidades — como prospectar clientes e lidar com a burocracia —, o “empurrãozinho” proporcionado pelo microcrédito faz toda a diferença para que o negócio cresça. Ainda mais quando há dificuldade para comprovar renda ou oferecer garantias.

No entanto, é normal que existam várias dúvidas antes de assumir um compromisso financeiro, uma vez que sempre existe o risco de se endividar se o negócio não der certo. Para ajudá-lo nesse momento tão importante, reunimos neste artigo informações valiosas sobre o microcrédito.

Acompanhe o texto até o final e você vai entender como surgiu, quem tem direito, como proceder, os critérios e as vantagens do microcrédito. Confira!

O que é microcrédito?

O microcrédito é uma modalidade de empréstimo voltada a pequenos empreendedores ou pessoas físicas que vivem abaixo da linha da pobreza. Ele foi instituído oficialmente no Brasil pela Lei Federal número 11.610, de 2005, com objetivo de disponibilizar crédito de baixo valor a taxas menores e condições facilitadas de prazo e acesso.

Entre as instituições autorizadas a operar as linhas de microcrédito estão os bancos públicos e privados, as cooperativas de crédito e associações da sociedade civil como ONGs (Organizações Não Governamentais) e Oscips (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).

Quais são suas principais características?

Cada instituição estabelece critérios para oferecer microcrédito, mas é possível identificar algumas características em comum. O valor disponibilizado pode ser de R$ 300 a R$ 15 mil, com prazo de 4 a 24 meses para o pagamento e taxas de juros entre 0,4 até 4% ao mês — além da cobrança de uma taxa de abertura do crédito em torno de 2%.

Por outro lado, a operação é isenta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). As condições variam conforme o porte e a necessidade do negócio, pois esses são fatores avaliados, inclusive, na visita presencial de um agente de crédito ao local do empreendimento.

O objetivo é verificar como está sendo utilizado o recurso, se foram adquiridos equipamentos, como andam a produção e as vendas, além da distribuição dos produtos. Em relação à garantia do valor contratado, as condições exigidas são muito mais acessíveis do que acontece num empréstimo comum.

A modalidade mais usual é a garantia solidária, na qual se forma um grupo de tomadores que se responsabilizam mutuamente pelo pagamento das parcelas. Em caso de inadimplência por algum deles, os demais quitam o valor. Assim, o empreendedor que necessita do microcrédito não precisa comprovar renda nem oferecer um imóvel ou outro patrimônio empresarial como garantia.

De onde vem esse recurso?

Considerando que o microcrédito apresenta todas essas vantagens para o contratante, você pode estar se questionando se há real interesse na oferta desse tipo de serviço. Isso também foi pensado no momento de elaborar a legislação, que apontou como origem dos recursos uma parcela dos depósitos compulsórios junto ao Banco Central.

Para entender melhor, é importante uma breve explicação sobre o sistema financeiro. O principal negócio dos bancos é captar dinheiro no mercado para emprestar cobrando juros mais caros. Pode parecer simples, enxergando assim, mas, na prática, essa é uma sofisticada rede de operações com inúmeras regras e possibilidades de negócios.

Para regular o sistema e garantir um nível razoável de solidez, o governo faz duas exigências. Nenhum banco pode fechar o movimento “no vermelho”, ou seja, com o caixa negativo — para resolver isso, eles também realizam operações de crédito entre si.

A outra regra — diretamente relacionada ao microcrédito — é que, para evitar uma alavancagem excessiva, os bancos também são obrigados a depositar no Banco Central uma parte do volume de capital que movimentam.

Esse recolhimento compulsório é empregado como instrumento de política monetária e, no caso específico do microcrédito, foi aberta uma exceção que permite direcionar até 2% do compulsório a esse tipo de empréstimo.

Assim, o microcrédito não compete com outras operações disponibilizadas pelos bancos, já que os recursos que o financiam não estariam à disposição em empréstimos comuns. Além disso, os bancos públicos como Caixa, Banco do Brasil e banco do Nordeste também empregam recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Quando e onde surgiu o microcrédito?

O idealizador do microcrédito foi o professor Muhammad Yunus, de Bangladesh. Ele teve a iniciativa de emprestar pequenos valores para pessoas em situação de pobreza que não teriam acesso ao crédito em bancos, já que não eram capazes de garantir o pagamento. Geralmente, essas pessoas se viam obrigadas a recorrer a agiotas, pagando juros abusivos.

Para resolver o problema, Yunus concebeu uma garantia solidária na qual grupos de pessoas se apoiavam mutuamente para reembolsar a dívida. Com isso, até hoje são verificadas taxas de inadimplência muito baixas, o que prova que a ideia deu certo.

Em 1976, ele fundou o projeto que veio a se transformar no Grameen Bank. Sua iniciativa inspirou governos e organizações sociais ao redor do mundo e gerou impactos positivos em várias sociedades, razão pela qual ele recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2006.

Segundo Yunus, “os pobres têm habilidades profissionais não utilizadas ou subutilizadas. Definitivamente, não é a falta de habilidades que torna pobres as pessoas pobres”.

No Brasil também surgiram iniciativas semelhantes, a partir da década de 70, para estimular o desenvolvimento social. Tais ações eram empreendidas pela sociedade civil, fora do sistema financeiro, especialmente por organizações filantrópicas ligadas a igrejas.

Em 1973 foi criado o programa Uno, que atuou no Nordeste do país até 1991. O sucesso dessas experiências fez crescer o volume de crédito concedido, a ponto de despertar atenção do setor público e provocar o surgimento da Lei em 2005.

Como o microcrédito pode ajudar o seu negócio?

Como qualquer espécie de compromisso financeiro, o microcrédito também deve ser avaliado cautelosamente, apesar das inúmeras vantagens que oferece. Uma aplicação adequada dos recursos pode estimular o crescimento do negócio, gerando impacto social positivo na comunidade.

Por isso, compare as condições oferecidas e avalie sua real necessidade antes de contratar um empréstimo desse tipo. No site do Ministério do Trabalho você encontra a lista de instituições autorizadas a disponibilizar microcrédito.

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Como montar uma loja de armarinho e aviamentos

Como montar uma loja de armarinho e aviamentos

Você já ouviu falar em lojas de armarinhos e aviamentos, não é mesmo? É uma atividade comercial antiga, mas que resistiu às transformações do mercado. Portanto, se você pensa em ter o próprio negócio, este ramo é uma boa alternativa. Neste artigo, apresentamos informações gerais sobre como montar uma loja de armarinhos e aviamentos.

Antigamente, as pessoas costumavam fazer suas roupas sob medida em pequenas confecções. As costureiras e os alfaiates reinavam absolutos neste ramo de negócio. Ajustes e consertos de roupas mais simples de roupas eram feitos em casa mesmo. Em geral por mulheres da família, com habilidade para fazer barras, pregar botões, trocar zíperes e reformar determinadas peças do guarda-roupa.

Com a evolução da indústria de confecções, as pessoas passaram a comprar roupas prontas. Em consequência disso, a clientela de costureiras e alfaiates diminuiu. O comércio de armarinhos e aviamentos, naturalmente, sentiu os reflexos da produção em larga escala. Porém, esta atividade comercial resistiu ao tempo e encontrou na diversificação de produtos a saída para manter-se no mercado. Além disso, roupas prontas, muitas vezes, necessitam de ajustes e, com o passar do tempo, alguns serviços de manutenção como a troca de zíper, botões, elásticos, barras, entre outros.

Mercado de armarinhos e aviamentos

Em épocas de crise, a maioria das pessoas não renova o guarda-roupa, mas procura reformar as peças que possui para economizar. Isto garante o fluxo de consumidores em lojas de armarinho e aviamentos. Em quase todas as cidades do Brasil, há cursos de corte e costura incluídos em programas de geração de emprego e renda.

O crescimento do artesanato também deu impulso às lojas de armarinhos e aviamentos. Patchwork, customização de roupas, bordado, crochê, tricô, bijuterias, decoração e diversos outros tipos de artesanato contribuem para o movimento nesses comércios. Outro fator positivo é que as pequenas confecções e as cooperativas de costureiras voltaram-se para o mercado de uniformes e personalização de peças através do bordado eletrônico.

Corte, costura, bordado, tricô, crochê, pintura e artesanato são um hobby para muita gente. Hoje em dia, com a oferta de crédito fácil, ficou mais acessível investir em eletrodomésticos como as máquinas de costura e de bordado, por exemplo.

Por estas e outras razões, o comércio de armarinhos e aviamentos continua firme. É uma boa opção para quem deseja montar o próprio negócio.

Investimento inicial

O investimento inicial varia conforme o porte e a localização da empresa. Para dimensionar os custos, é necessário fazer o plano de negócios, com todas as planilhas de gastos que serão necessários. Na internet é possível pesquisar em fontes confiáveis informações sobre a estrutura do plano de negócios. Inclusive, há cursos online que capacitam empreendedores.

O capital a ser investido tem que suportar a atividade comercial, pelo menos nos dois primeiros anos. Outro aspecto importante é o capital de giro, que corresponde aos recursos financeiros necessários para manter as atividades operacionais da empresa.

Conheça o mercado de armarinhos e aviamentos

O negócio de armarinhos e aviamentos não é complicado. No entanto, para fazer tudo certo desde o início, é importante obter o máximo de informações sobre o setor. O mercado editorial tem um portfólio de revistas sobre moda e artesanato. Conhecimento abrangente sobre o assunto é vital para o marketing e para o atendimento de qualidade.

A pesquisa de mercado é necessária para avaliar as oportunidades no município onde você reside. Leve em conta a concorrência estabelecida, a existência de cursos de corte, costura e artesanato, e, claro, a existência de pequenas confecções.

A importância da localização do ponto de venda

A localização do ponto de venda é um fator importante para o sucesso do negócio. É importante escolher o local adequado ao padrão do comércio e ao perfil do público desejado. Se a ideia é atender o mercado mais popular, não adianta instalar a loja em um shopping sofisticado, pagando uma fortuna de aluguel, não é mesmo?

O ponto de venda deve estar localizado em área de fácil acesso, com estacionamento, espaço para carga e descarga, na rota do serviço público de transporte e com visibilidade para quem passa de carro e pedestres. Informe-se sobre ocorrências de enchentes e analise o tipo de comércio vizinho.

A planta da loja deve ser adequada ao modelo de negócio. Não adianta escolher um local porque o aluguel é mais barato se ele não tiver o espaço adequado para as instalações. A loja precisa ter espaço para administração, estoque, vitrine, balcões, prateleiras e área de atendimento.

Verifique, junto aos órgãos públicos, a legislação quanto à localização, funcionamento de atividades comerciais e as normas para publicidade exterior em toldos, painéis e placas, por exemplo. As condições estruturais do prédio devem ser observadas para reduzir transtornos futuros devido a possíveis problemas com instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias. A prefeitura poderá confirmar se o prédio possui planta aprovada, Habite-se e se o pagamento de impostos está em dia.

Formalização e gestão financeira

A formalização da empresa é necessária. Antes de abrir o negócio, informe-se sobre a legislação e, principalmente, quanto à carga tributária. Um profissional de contabilidade está habilitado a dar as orientações necessárias para a abertura da empresa e sobre os compromissos mensais que o empreendedor terá.

O plano de negócio deve conter todas as informações sobre custos e despesas fixas e variáveis. Caso não tenha conhecimentos sobre gestão financeira, contrate um profissional com formação e experiência em administração de empresas. Muitas empresas fecham as portas antes de completar dois anos devido à má gestão financeira do negócio. Muitos empreendedores fracassam por não saber separar o caixa da firma do orçamento pessoal.

Loja de armarinho e aviamentos pode ser MEI?

Sim, uma loja de armarinho e aviamentos enquadrada no CNAE 4755-5/02 – Comércio varejista de artigos de armarinho, pode ser MEI.

A loja de armarinho e aviamentos que opta por ser MEI se enquadra no Simples Nacional, Anexo I, sendo suas alíquotas de imposto entre 4% e 19%.

Estrutura da loja

O layout da loja é um item importante. O ambiente de trabalho deve ser organizado, funcional e agradável tanto para quem trabalha como para os clientes. Visite algumas lojas de armarinhos e aviamentos, busque informações na internet e, se possível, contrate os serviços de um profissional especializado (arquiteto ou designer). Se a primeira impressão é a que fica, então invista na estrutura da loja para causar impacto positivo na inauguração.

Lembre-se que o comportamento de compra também é influenciado pelo ambiente do estabelecimento. Quando o cliente se sente bem e é bem atendido, ele retornará para as próximas compras, além de indicar a loja a outras pessoas. A propaganda espontânea é muito positiva para os negócios!

Gestão de compras e estoques

A gestão de compras e estoque é essencial para o negócio. É vital manter um ponto de equilíbrio entre o estoque e a demanda. A falta de mercadorias pode afastar a clientela, e o excesso de estoque é dinheiro parado. Já ouviu falar em giro de estoque? O giro de estoque indica quantas vezes o capital investido em estoque retorna através da venda dos produtos.

A baixa rotação de estoques indica que o volume de vendas é pequeno, comprometendo o futuro do negócio, ou que a compra foi maior que a demanda da loja. Daí a importância de administrar bem o estoque da loja, principalmente quanto aos produtos com maior saída.

Preste atenção aos fornecedores e à qualidade das matérias primas. Quem conhece bem o ramo de armarinhos e aviamentos certamente terá melhores condições para selecionar os fornecedores e as mercadorias, considerando a qualidade, as tendências do mercado, preços, condições de pagamento e prazos de entrega.

Software de Gestão Empresarial

Investir em automação comercial não é um privilégio de empresas de médio e grande porte. O mercado também oferece diversas soluções para micro e pequenas empresas, com funções e preços compatíveis ao perfil do negócio.

Por que fazer registros manuais em planilhas para lojas de variedades, quando há softwares de gestão empresarial que facilitam o controle do caixa, estoque, pagamentos e recebimentos, emissão de notas fiscais e muitas outras operações?

É muito mais seguro investir em tecnologias de informação e comunicação que facilitam e agilizam a gestão da empresa. Além disso, os dados, armazenados em nuvem, podem ser acessados à distância, quando o empresário não está no local de trabalho.

O eGestor, por exemplo, é uma plataforma com diversas funcionalidades para a gestão empresarial – controle financeiro, emissão de nota fiscal eletrônica, balancetes contábeis, estoque, banco de dados de fornecedores e clientes, entre outras.

Planejamento de marketing

A loja física é o principal canal de distribuição do comércio de armarinhos e aviamentos. Mas é possível alcançar um número maior de consumidores se o empreendedor tiver condições para oferecer os produtos em loja virtual e através da venda por telefone aos clientes cadastrados. Dependendo do porte da empresa, representantes de vendas podem visitar pequenas confecções para apresentar o portfólio da empresa.

O plano de marketing bem estruturado também é vital para o crescimento do negócio. Há várias formas para divulgar a empresa – distribuição de panfletos, publicidade em jornais e rádios locais, realização e/ou patrocínio de cursos, ações promocionais como o sorteio de brindes. Datas especiais devem ser aproveitadas para divulgar a marca e promover as vendas. Natal, Carnaval e Festas Juninas, por exemplo, são períodos que podem gerar bons negócios à loja de armarinhos e aviamentos.

Marketing digital

A internet é um campo fértil para os negócios; basta saber investir em marketing digital. Sem amadorismo, claro. Contrate uma agência especializada para criar as campanhas certas para os objetivos do negócio. O site profissional e o perfil da empresa em mídias sociais são quesitos prioritários para o marketing digital.

Porém, profissionais de marketing conhecem melhor os mecanismos que dão mais visibilidade à empresa na internet, como e onde encontrar o público desejado, como transformar os visitantes em clientes, quais os melhores momentos para fazer a publicidade e a propaganda da empresa na web e como incentivar o visitante a fornecer dados pessoais (e-mail, por exemplo) que poderão ser úteis às estratégias de marketing.

Diferencial do empreendimento: supere a concorrência

Para superar a concorrência, o empreendedor tem que buscar o diferencial do negócio, mesmo que a loja esteja localizada em uma área com baixa concorrência. Produtos de qualidade, excelência no atendimento e ofertas especiais ao cliente VIP são caminhos percorridos pela maioria dos negócios que compreendem a importância de satisfazer as necessidades e desejos do consumidor.

Também é possível agregar valor ao negócio, tornando-se representante exclusivo de marcas de produtos específicos para armarinhos e aviamentos, decoração e eletrodomésticos como máquinas de costura, tecelagem e bordado eletrônico. Não é necessário desviar da atividade fim da loja de armarinhos e aviamentos, mas é possível oferecer algo a mais para diversificar.

O ponto de venda também pode ser um canal de marketing para fabricantes desse tipo de eletrodoméstico, que podem divulgar o portfólio através de catálogos e banners. E a loja ainda pode faturar com a venda de espaço publicitário ou negociar algum benefício em contrapartida à divulgação do eletrodoméstico.

Atendimento de qualidade vende mais

O atendimento é um diferencial importantíssimo para os negócios. Você pode ter uma loja bem estruturada, com mercadorias de qualidade e as melhores condições de pagamento, mas se o cliente não for bem atendido, com certeza buscará outras opções para suas compras.

O pessoal de vendas não pode trabalhar de forma mecanizada, limitando-se a apresentar o que foi solicitado pelo cliente. Devem atuar como consultores de venda, compreender o que o cliente deseja, apresentar os produtos destacando as funcionalidades e qualidades, e demonstrar outras soluções, caso a loja não disponha, no momento, do produto que o consumidor procura. A equipe de vendas tem que demonstrar interesse em conhecer o mercado e disposição para atender bem a clientela.

Por isso, é importante que o proprietário fique atento à qualidade do atendimento e, sempre que possível, realize cursos de treinamento para ter em sua loja vendedores especializados na área de armarinhos e aviamentos. A qualidade do atendimento é mais um diferencial do negócio!

O comércio de armarinhos e aviamentos é uma oportunidade de negócio para quem deseja enveredar pelo mundo do empreendedorismo. Porém, é fundamental ter conhecimento, pesquisar o mercado, vendas e, principalmente, preocupar-se, desde o plano de negócios, com a gestão administrativa e financeira do empreendimento.

Cursos de capacitação e orientação profissional são essenciais para gerenciar a empresa com sucesso. Investir em tecnologias de informação e gestão é primordial. Os softwares de gestão conferem mais controle e segurança ao banco de dados e agilidade aos processos gerenciais. Faça tudo certo desde o início do negócio e alcance o sucesso e o lucro esperado!

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