Finanças para autônomo: descubra 4 motivos para fazer a gestão

Finanças para autônomo: descubra 4 motivos para fazer a gestão

Tornar-se um empreendedor é um sonho que está virando realidade na vida de muitos brasileiros. No entanto, saber lidar com gestão de finanças para autônomos é um grande desafio para grande parte desses indivíduos que, por não terem muita experiência no mundo corporativo, acabam enfrentando sérias dificuldades.

E os riscos para quem não busca aperfeiçoar a gestão financeira do negócio são grandes, podendo chegar ao ponto de tornar insustentável a manutenção da empresa. Mas,é claro que com determinação e as estratégias adequadas, não há nada que não possa ser trabalhado e superado.

Pensando nisso, resolvemos preparar o post de hoje para que você compreenda melhor a importância de fazer uma gestão de finanças eficiente em seu negócio. Assim, você estará dando um passo firme para se tornar um profissional autônomo de sucesso. Fique atento!

O profissional autônomo brasileiro

A crise econômica vivenciada em nosso país gerou uma mudança de comportamento interessante nos brasileiros: eles passaram a ver o empreendedorismo como uma alternativa ao desemprego e à baixa remuneração como assalariado.

Aliás, é importante mencionar que o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo, o que demonstra a grande aptidão do nosso povo para enfrentar desafios em busca de uma vida melhor.

Mas apesar dos números serem otimistas, o sucesso só vem para aqueles que se dedicam com seriedade e responsabilidade à condução de suas atividades. Isso porque, em um cenário de recessão econômica, saber realizar uma boa gestão financeira é primordial para a sobrevivência do negócio.

Portanto, se você está entre os brasileiros empreendedores, entenda agora quais os riscos você pode estar correndo caso não saiba organizar suas finanças adequadamente.

A importância das finanças para autônomos

Conforme dito, ser dono do próprio negócio não é uma tarefa simples. Além de uma rotina atarefada e estressante, um profissional autônomo não pode se descuidar da gestão de finanças de sua empresa, devendo sempre buscar conhecimentos adicionais em educação financeira.

Afinal, ter controle do caixa, dos ativos e passivos da empresa e conhecer bem seu patrimônio são algumas das maiores responsabilidades do empreendedor, pois estão diretamente relacionadas ao bom funcionamento do negócio.

Mas você sabe quais os riscos um autônomo corre ao realizar uma gestão financeira ineficiente? Entenda por que você precisa fazê-la!

1. A gestão de finanças dá mais segurança ao autônomo

Grande parte dos autônomos eram assalariados que, em razão de um desemprego involuntário ou movidos pela necessidade de ganhar mais, resolveram se arriscar sendo donos do próprio negócio. No entanto, essa é uma escolha que envolve uma série de renúncias e incertezas.

O autônomo não possui um vínculo formal de trabalho e, portanto, não faz jus ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Desse modo, precisa manter as finanças sempre em dia para poupar mensalmente essa quantia que lhe dará mais segurança no futuro.

Além disso, dentro de suas obrigações financeiras, deve estar incluída a contribuição para o INSS — que, além de ser obrigatória, é mais uma segurança em caso de doença, acidente, gravidez ou morte.

2. Ter as finanças organizadas é essencial para programar a vida

Como você não dispõe de uma renda fixa, programar o futuro pode parecer difícil, mas isso só depende de uma boa gestão do seu dinheiro. Afinal, ser autônomo não significa abrir mão de férias, aposentadoria e viagens em família.

Se você adquirir o hábito de controlar bem seus gastos, além de poupar dinheiro para um período de descanso, poderá adquirir bens e planejar o futuro como qualquer indivíduo com renda estável.

Ademais, o autônomo precisa programar sua aposentadoria, mesmo que possua uma renda alta e seu negócio seja promissor. Em um mercado tão instável, investir em uma velhice tranquila e segura deve ser uma das prioridades desse profissional.

Entenda que somente com uma gestão de finanças adequada, esses planos para o futuro podem se concretizar, pois conquistar uma vida melhor depende diretamente de como você administra e investe seu dinheiro nos dias de hoje.

Planilha de controle Financeiro gratuita

3. Uma gestão financeira ineficaz é um risco à estabilidade do negócio

De nada adianta todo o seu espírito empreendedor se você não souber manter a saúde financeira do seu negócio. Empresas mal gerenciadas não conseguem se manter no mercado por muito tempo e a explicação é bem simples: estão mais preocupadas em pagar as contas do que melhorar a satisfação de seus clientes.

Ora, se você sentir dificuldades todos os meses em quitar despesas operacionais do seu negócio, certamente terá se dedicado mais a isso do que a inovar e conquistar espaço no mercado. E se você não atrai consumidores, não conseguirá sobreviver em um mercado tão competitivo.

Portanto, é possível concluir que ter um controle do seu negócio em curto, médio e longo prazo é uma das premissas para alcançar a estabilidade e programar estratégias para atingir seu público-alvo.

4. Um negócio financeiramente estável é mais resistente a tempos de crise

Se você é empreendedor de primeira viagem, precisa entender que o mercado é cheio de altos e baixos e que dificuldades farão parte de sua trajetória rumo ao sucesso empresarial. No entanto, ao administrar bem suas finanças, você amplia suas chances de superar a crise sem afetar os resultados do negócio.

Afinal, como já dito, uma boa gestão de finanças além de conferir estabilidade à empresa, facilita o planejamento e a tomada de decisões estratégicas e importantes ao seu funcionamento. Isso porque certamente você não estará no vermelho e terá uma boa reserva de dinheiro disponível para momentos como esse.

Não há dúvidas de que a gestão de finanças para autônomos é fundamental para a realização do sonho de viver da renda do próprio negócio. Como você percebeu, essa estratégia evita inúmeros problemas e ainda assegura que você conquiste seu lugar no mercado de maneira sólida e segura.

Agora que você já sabe porque manter a saúde financeira de sua empresa em dia, comece agora mesmo a organizar suas finanças!

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Como montar uma loja de presentes e artigos de decoração

Como montar uma loja de presentes e artigos de decoração

A constante necessidade de comprar presentes, artigos de decoração ou utensílios para a casa torna uma loja neste setor de mercado uma atraente opção para se investir ou iniciar um novo empreendimento. Este segmento está em constante movimento, graças às mais diversas datas comemorativas utilizadas pelo comércio para impulsionar as compras, como dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, natal, entre outras, nas quais as pessoas são incentivadas a presentear seus amigos e familiares.

Da mesma forma, o segmento de decoração segue em constante evolução, com a moda decorativa sempre se modificando, levando as pessoas a comprarem diversos itens para seguir as tendências, de forma com que as lojas de itens decorativos estejam sempre movimentando este mercado.

Porém, para que estas lojas possam atender seus clientes da melhor forma e se tornarem lucrativas e rentáveis a seus proprietários, deve haver um planejamento bem elaborado para que estes empreendimentos possam sair do papel e firmar-se no mercado conquistando seu público-alvo, ou seja, seus futuros clientes.

Planejamento inicial e desenvolvimento empresarial

O primeiro passo para que se inicie o planejamento de uma loja de presentes e artigos de decoração é estabelecer a localização deste empreendimento. Uma loja bem localizada facilitará o acesso de seus clientes, tornando-se mais atrativa devido a esta facilidade. Além disso, uma boa localização fará com que a marca se fixe mais facilmente no dia a dia de seus clientes, transformando-se em primeira opção, tornando-a mais rapidamente parte do mercado.

Em seguida, deve ser realizada uma minuciosa análise do espaço físico disponível para a loja, que será fundamental para a forma como as mercadorias serão dispostas ao público. Apenas após esta análise será possível determinar como dividir as mercadorias por seções, por exemplo, de forma que os clientes encontrem o que desejam de maneira rápida.

Outro ponto fundamental que deve ser estudado nessa etapa é a definição de quais mercadorias serão colocadas à disposição do público, de forma com que se atenda às necessidades de seus clientes, seja com itens de presentes ou de decoração. Embora os itens possam ser atualizados a cada determinado período de tempo, deve existir uma lista de itens constantes disponíveis aos clientes, que poderão encontrá-los sempre que necessário.

Após estas definições iniciais, o passo seguinte é a composição da equipe que trabalhará na loja atendendo ao público. Esta é uma etapa fundamental para o sucesso, pois o bom atendimento poderá cativar os clientes, contribuindo diretamente para o sucesso do empreendimento, mas, por outro lado, um atendimento deficiente pode comprometer seriamente o futuro de uma loja.

Além disso, é importante que se invista periodicamente em treinamentos para que a equipe de funcionários se mantenha sempre apta a atender aos clientes da melhor maneira possível, oferecendo-lhes, além dos produtos, também um serviço de qualidade.

Com a loja pronta para começar a funcionar e a equipe de funcionários selecionada, o ponto seguinte é o investimento em publicidade, divulgando aos clientes o novo empreendimento, buscando fazer-se conhecido diante do público, para que se possa conquistar os primeiros clientes.

Nesta etapa, uma técnica importante é se investir em promoções de inauguração e preços especiais em alguns produtos, atraindo assim os clientes para que estes conheçam e se familiarizem com a nova loja.

Neste segmento do mercado, é importante se adaptar às diferentes datas comerciais do calendário, que farão com que se aumente o número das vendas especialmente no setor de presentes. Estas datas poderão representar excelentes oportunidades de vendas, que, aliadas com promoções pontuais, podem elevar significativamente os resultados da loja a cada período comemorativo.

Da mesma forma, um acompanhamento do setor de decoração é fundamental para que se mantenha um estoque de produtos adaptado às necessidades de seus clientes. Conforme as tendências deste setor se transformam, oferecer itens específicos aos clientes também poderá elevar as vendas, assim como possíveis promoções com produtos para decoração de ambientes que poderão ser utilizados de diferentes formas pelos clientes em suas casas.

Loja de presentes e artigos de decoração pode ser MEI?

Sim, uma loja de presentes e artidos de decoração com CNAE 4759-8/99 – Comércio varejista de outros artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente, pode ser MEI.

Controle financeiro

Lojas de presentes e artigos de decoração contam com um fator que pode fazer com que os números reais não sejam visíveis à primeira vista: os preços. Por se tratarem de artigos a preços populares, relativamente baixos, há um constante movimento de caixa, mas que não necessariamente representará lucratividade ou rentabilidade.

Desta maneira, é preciso que seja feito um minucioso e detalhado acompanhamento financeiro dos números da empresa, de forma com que seja realmente conhecida a saúde financeira do estabelecimento.

Embora não seja uma tarefa fácil realizar este acompanhamento financeiro, existe a possibilidade de se utilizar um software de gestão, que deixará essa etapa muito mais simples. Uma das opções é o software eGestor, de fácil utilização e que permite visualizar rapidamente os números da empresa.

Este acompanhamento financeiro é fundamental para que se conheça a lucratividade e rentabilidade da empresa a cada determinado período de tempo, o que evitará surpresas negativas que poderiam comprometer o sucesso desta loja. Apenas com o total conhecimento dos números reais de uma empresa, seus responsáveis poderão garantir e acompanhar a saúde financeira do empreendimento.

Além disso, um conhecimento pleno do financeiro da empresa possibilitará visualizar as oportunidades para que se invista no momento certo na ampliação da loja, levando os números a resultados ainda melhores, gerando um lucro ainda maior, o que não seria possível sem este conhecimento e o acompanhamento periódico.

Desta maneira, seguindo um planejamento estratégico inicial, desenvolvendo etapas e traçando metas, e posteriormente realizando um rígido controle financeiro, o investimento para se montar uma loja de presentes e artigos de decoração pode ser uma ótima opção, gerando resultados muito positivos tanto a curto, médio ou longo prazo, de acordo com os valores investidos, resultando em um empreendimento tanto lucrativo, quanto rentável.

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Integração de sistemas: Benefícios para a gestão do negócio

Integração de sistemas: Benefícios para a gestão do negócio

Administrar uma empresa exige a realização de inúmeras tarefas e a manutenção de um controle estrito sobre diversos aspectos. Faturamento, estoque, despesas com a folha de pagamento e tributos, gerenciamento financeiro… Garantir a exatidão e eficiência desses procedimentos é um verdadeiro desafio.

Contar com a integração de sistemas para gestão pode, portanto, fazer a diferença. Você já utiliza um? A integração de sistemas traz inúmeros benefícios para um negócio, especialmente quando ele não conta com uma grande equipe para realizar todas essas atividades. Quer conhecê-los?

Então continue a leitura e saiba como ela pode facilitar a gestão de sua empresa!

1. Otimização de processos

Vamos primeiro rever como os processos ocorrem normalmente dentro de grande parte dos empreendimentos. Quando o cliente faz uma compra, um funcionário fatura o produto, certo? O próximo passo é dar baixa no estoque.

O responsável pelo controle financeiro então utiliza as notas fiscais para fazer um levantamento das vendas realizadas, calcular os tributos que incidem sobre aquela operação e fazer toda a contabilidade. Até aí, tudo certo.

O problema é que, para que tudo isso aconteça, duas ou mais pessoas tiveram que fazer mais de uma vez a nota fiscal, a baixa no estoque, o controle financeiro e o cálculo dos impostos. Isso se chama retrabalho: no caso, um mesmo dado precisa ser lançado ou utilizado várias vezes em procedimentos específicos.

Com um sistema integrado isso não acontece, pois ele faz com que os departamentos “conversem entre si”. Isso significa que uma única ação — neste caso, o faturamento — já desencadeie todas as outras, automaticamente.

Dessa forma, você pode ter certeza de que todas as baixas e cálculos são feitos pelo sistema imediatamente, sem a necessidade de que o responsável tenha que executar novamente e conferir cada uma dessas tarefas. Assim, o processo é otimizado, trazendo muitas vantagens para o administrador e sua equipe.

2. Encolhimento no tempo necessário para a gestão

Como muitas das tarefas são executadas automaticamente no sistema, o tempo que antes era dedicado a essa burocracia pode ser utilizado para atender outras demandas.

Se você é o administrador de uma pequena empresa e precisa realizar todas essas ações, logo vai descobrir que a integração dos sistemas vai otimizar seu tempo. Assim, você ficará disponível para se dedicar a de outras atividades administrativas, que vão contribuir para o sucesso de seu negócio.

Portanto, se você sente falta de tempo para analisar os relatórios de sua empresa e elaborar estratégias para alavancar suas vendas, ou se sente que seu negócio poderia ter mais sucesso se pudesse promover ações ousadas de vendas e marketing, saiba que o fim dessa burocracia vai permitir a dedicação a essas atividades gerenciais.

3. Redução de custos e aumento da produtividade

Outro ponto importante é o fato de que, se antes sua empresa necessitava de funcionários para cuidar dessas tarefas burocráticas e repetitivas, isso não será mais necessário. Portanto, isso significa uma redução considerável na folha de pagamento ou o reaproveitamento de colaboradores em funções mais produtivas, como o atendimento ao cliente.

Além disso, por ter tudo integrado em um só lugar, sua empresa vai economizar com a impressão de controles e planilhas.

Guia de Otimização de Processos

4. Melhoria na comunicação

Por possuir todas as informações reunidas em um único sistema, é possível que todos os envolvidos saibam da situação pertinente à sua função de forma rápida e precisa, sem a necessidade de realização de procedimentos adicionais.

Isso facilita a circulação de dados da empresa entre as pessoas que têm acesso àquela informação. O resultado é uma comunicação mais eficiente e um processo mais fluído para a realização de atividades e a tomada de decisões.

5. Minimização de erros

Como já mencionamos, em uma gestão que não conta com o auxílio de um sistema integrado o processo é dividido em várias tarefas, executadas por uma ou mais pessoas. Na correria do dia a dia, é possível que algumas dessas atividades sejam esquecidas ou realizadas de forma equivocada, causando perda de tempo ou até problemas mais graves para os gestores.

Caso uma venda seja feita sem a devida atualização da planilha do estoque, tanto o vendedor quanto o gestor terão uma informação equivocada quanto à existência de determinados produtos — o que pode acarretar problemas com outros consumidores e para o gerenciamento financeiro.

Também é possível que a digitação errada de dados cause uma série de transtornos, que vão desde o tempo necessário para encontrar a fonte de um erro contábil, inexatidão no pagamento de impostos ou até mesmo sanções de órgãos de fiscalização.

Um sistema integrado evita todos esses problemas, visto que o faturamento de um produto já desencadeia os processos necessários automaticamente, sem a necessidade de retrabalho, e reduzindo drasticamente as chances de que esses erros aconteçam.

6. Gestão inteligente do estoque

O manejo do estoque é um dos fatores fundamentais para o sucesso de um negócio. Controlar excessos e evitar o desabastecimento são responsabilidades do gestor.

Ao mesmo tempo em que é necessário ter mercadorias em quantidade suficiente para atender à demanda dos clientes, também é preciso manter o estoque enxuto para não comprometer o fluxo de caixa e evitar o desperdício de produtos que permanecem parados até perderem sua validade.

Com a integração de sistemas para gestão, o administrador tem dados que apontam metas e futuras evoluções de vendas. Com isso, ele pode prever o tempo e o retorno do investimento, mantendo um estoque que garanta exatamente suas necessidades.

7. Visão gerencial

Uma das principais vantagens de um sistema de gestão integrada é sua capacidade de fornecer precisos relatórios gerenciais rapidamente, contemplando os dados estabelecidos pelo usuário.

A análise desses relatórios é valiosíssima para ajudar o gestor a tomar decisões para a condução do negócio baseada em dados confiáveis. Portanto, ela permite identificar produtos e serviços que geram maior lucratividade, e onde é importante investir para promover o êxito do empreendimento.

Entendeu como a integração de sistemas para gestão pode ajudá-lo a reduzir custos, otimizar os processos, garantir a precisão dos procedimentos e alavancar o sucesso do seu negócio? Quer saber mais? Então descubra agora mesmo todas as vantagens de um sistema de gestão empresarial!

Como montar um laboratório de análises clínicas

Como montar um laboratório de análises clínicas

Dar início a um empreendimento como um laboratório de análises clínicas significa montar uma empresa que será responsável por proporcionar resultados de exames realizados por médicos. Isto é, trata-se de um tipo de negócio que tem uma grande responsabilidade tanto com os médicos, quanto com os pacientes, pois os resultados desses exames são determinantes na escolha de um tratamento ou acompanhamento médico.

As análises clínicas são desenvolvidas a partir do estudo de substâncias, que coletam dados e apontam para o diagnóstico referente ao estado de saúde do paciente. Portanto, o laboratório de análises clínicas é o responsável por apontar os diagnósticos referentes a exames de sangue, de urina e de fezes, entre outros. De acordo com as exigências da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), as análises clínicas devem ser realizadas por profissionais específicos, como biomédicos, bioquímicos, farmacêuticos e médicos patologistas clínicos.

Quer saber como montar um laboratório de análises clínicas? Confira todas as dicas e informações sobre o assunto, que temos para você neste artigo!

Como abrir um laboratório de análises clínicas?

Como citado anteriormente, para abrir um laboratório de análises clínicas é preciso estar entre os profissionais da saúde que têm formação para atuar no setor. Depois, é preciso investir nos equipamentos e substâncias utilizadas nas análises, além do investimento em um ponto comercial com localização estratégica para atender ao seu público-alvo. Nesse sentido, é importante que a localização seja de fácil acesso aos consumidores dos seus serviços.

Outro aspecto importante do negócio é atender as exigências da Anvisa, que é o órgão responsável por fiscalizar as atividades dos laboratórios de análises clínicas. Afinal, para que você possa oferecer o melhor atendimento e serviços de confiança, é essencial estar em conformidade com o padrão de qualidade. Além disso, é preciso investir em ações de marketing e propaganda, para atingir o seu público-alvo, e adotar um sistema de gestão eficiente para não perder o controle do negócio.

Laboratório de análises clínicas pode ser MEI?

Não, um laboratório de análises clínicas com CNAE 8640-2/02 – Laboratórios clínicos, não pode ser MEI.

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Como funciona um laboratório de análises clínicas?

Com a função de apontar o resultado de exames de sangue, urina e fezes, entre outros, um laboratório de análises clínicas funciona a partir do trabalho do bioquímico, médico ou farmacêutico, que se utiliza de equipamentos e substâncias para efetuar a análise. Em seguida, o laboratório é o responsável por entregar os resultados dos exames, como hemograma, diabetes, ureia e colesterol, ao solicitante dos serviços.

Para que o seu laboratório de análises clínicas tenha um funcionamento adequado, portanto, é preciso estar atento ao controle do estoque de produtos e substâncias e ter o controle total sobre o número de exames e análises. Dessa forma, é essencial ter um sistema de gestão organizada e equilibrada, a fim de evitar problemas como: falhas em resultados de exames, atrasos na entrega dos resultados e outros transtornos que podem afetar e causar prejuízos para o seu negócio.

Como gerenciar um laboratório de análises clínicas da maneira certa?

Como você pôde notar nos tópicos anteriores, é preciso desempenhar uma série de atividades, enquanto gestor do negócio, se o objetivo é ter um laboratório de análises clínicas reconhecido e lucrativo. Por isso mesmo, é primordial adotar um sistema de gestão para não perder o controle do número de análises realizadas, conhecer o público-alvo e não ter prejuízos, que podem não apenas afetar o financeiro, como também podem afetar a imagem do laboratório.

Ou seja, antes mesmo de abrir o laboratório de análises clínicas é preciso ter um planejamento. Enquanto responsável pelo funcionamento adequado do negócio, você precisa estar atento a todas as atividades e informações da sua empresa, além do atendimento ao público e a coleta de exames que vão para a análise clínica. Devido a essas características, hoje a maioria dos laboratórios de análises já investe em softwares e sistema de gestão automatizada.

De que forma um sistema de gestão on-line pode ajudar no laboratório de análises clínicas?

Com um programa de gestão que é responsável por cuidar do administrativo e do financeiro do seu laboratório, é possível ter muito mais tempo para se dedicar ao seu público-alvo e à eficiência das análises clínicas, além de maior organização e controle do negócio. Isto é, você não precisa perder horas importantes de trabalho fazendo relatórios e/ou contando o estoque, entre diversas outras atividades, pois o sistema faz isso por você e em poucos cliques.

Com um sistema de gestão online, como o eGestor, por sua vez você tem ainda mais benefícios, já que o programa não precisa ser instalado no computador e pode utilizado em qualquer lugar com acesso à internet, a partir de PC, tablet ou smartphone. O ERP on-line dispõe de recursos que permitem a otimização do tempo de trabalho e maior controle da situação do seu negócio, como: Controle Financeiro, Fluxo de Caixa, Controle de Vendas de Produtos e Serviços, Controle do Estoque, Nota Fiscal Eletrônica e Emissão de Relatórios.

Qual é a importância da gestão otimizada?

A gestão de qualidade é o que permite que o seu negócio cresça e se torne competitivo no mercado em que atua. Como aponta o Sebrae, a maioria das micro e pequenas empresas que precisa fechar as suas portas antes de completar três anos de vida sofrem com os transtornos decorrentes da má gestão.

Cuidar de todas as atividades, financeiras e administrativas, de um laboratório de análises clínicas é algo complexo e que precisa de um sistema de gestão simples e inteligente. Não é à toa que a maioria das empresas do setor preferem investir em softwares e ERP, como o eGestor, para obter controle total do negócio de forma eficiente e rápida, poupando horas de trabalho.

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Como montar uma madeireira ou serraria

Como montar uma madeireira ou serraria

O cenário econômico brasileiro pode ser bastante propício para se empreender. No entanto, para que a empreitada seja bem sucedida, é importante uma série de atitudes para garantir a segurança e a rentabilidade do negócio. Dentre elas, fazer um plano de negócio e utilizar uma eficaz software de gestão empresarial são fundamentais. Neste artigo, você terá detalhes, dicas e exigências sobre como montar uma madeireira ou uma serraria.

O que é uma serraria ou uma madeireira?

A serraria ou a madeireira são as empresas responsáveis por realizar o beneficiamento industrial de peças de madeira, mas ainda no estágio em que se encontram logo após o corte, quando ainda estão no formato de toras. É o primeiro contato industrial da matéria logo após a extração.

A empresa é comumente composta por um pátio de toras, um galpão de máquinas e um depósito para que a madeira serrada seque e possa ser armazenada. A madeira serrada é o produto final, que é uma indústria de base. Ela encaminha este produto para as indústrias de transformação, moveleiras e outras, para que a madeira seja convertida em outros produtos de consumo.

A matéria prima de uma madeireira são as toras, ainda brutas. Este material é proveniente de florestas plantadas ou nativas. Independentemente da fonte da madeira, é importante que a empresa fique localizada próxima à área de onde as árvores são extraídas, para facilitar o processo de transporte.

No cenário madeireiro do Brasil, a grande maioria do mercado é composto por empresas de pequeno porte que adquirem a madeira de agricultores de florestas de replantio ou de florestas nativas. As empresas grandes, que possuem áreas próprias para o manejo, o plantio e a extração da madeira são minoria no mercado nacional.

A classificação do mercado das serrarias e madeireiras compreende três categorias de acordo com o porte do negócio: As pequenas, cuja produção de toras desdobradas por dia é de até 50 metros quadrados. As médias, na qual a produção de toras desdobradas chega a uma área de até 100 metros quadrados, enquanto as grandes são as que ultrapassam essa produção diária de toras desdobradas.

O Mercado das serrarias e madeireiras

O mercado da madeira no Brasil tem passado por constante transformação e por novos cenários e tecnologias. Até duas ou três décadas atrás, boa parte do mercado madeireiro nacional era abastecido por florestas nativas de todo o país, que passaram a se extinguir e hoje são raras. As escassas áreas cobertas por vegetação nativa são protegidas por leis de proteção ambiental.

Nesse contexto, o pínus acabou por tomar conta do mercado madeireiro principalmente ao Sul do país, onde o clima é propício para o crescimento desta espécie de vegetação. Portanto, o Sul é um dos pólos madeireiros do país, com produção baseada principalmente em pínus, seja para celulose ou outros fins.

Com a extinção das madeiras nativas, o eucalipto foi se tornando uma boa opção de matéria-prima. Antigamente, por suas características, o eucalipto era considerada uma madeira inadequada para o uso industrial, tida como pouco resistente e de baixa durabilidade. Contudo, com árvores de diâmetros cada vez maiores e o aumento da tecnologia de manutenção e recuperação das madeireiras, esta espécie de madeira foi tomando conta do mercado e se consolidando enquanto matéria prima para as indústrias siderúrgica e de produção de celulose. A região Sudeste do Brasil é a que mais trabalha com este tipo de material.

O outro grande pólo madeireiro do país está localizado no estado do Pará, nos entornos da Floresta Amazônica. Infelizmente, boa parte das madeireiras instaladas na Amazônia operam em caráter ilegal, realizando desmatamento irregular e de espécies de madeira não autorizadas para a extração. As madeiras mais utilizadas pelas serrarias e madeireiras do Norte do Brasil são o Cedro e o Mogno para a produção moveleira, enquanto que espécies como Paraju e Angelim vão para a fabricação de telhados e outros fins dentro da construção civil.

Por consequência, o cenário da produção madeireira no Brasil é de aumento exponencial da porcentagem de produção à base de plantio (cerca de 10% de crescimento), enquanto que o extrativismo, barrado pelas proibições legais e pelo esgotamento dos recursos naturais, vai decrescendo com o tempo. Mesmo assim, a participação de madeiras oriundas do extrativismo no país é bastante considerável. São cerca de 15 milhões de metro cúbicos por ano, enquanto que a madeira de plantio e reflorestamento beira o volume de 50 milhões de metros cúbicos anuais.

A produção de madeira vinha de crescimento, mas contextos burocráticos do mercado fizeram com que a produção acabaria por apresentar estagnação. Empresas estrangeiras têm dificuldades de adquirir terras no Brasil e empreender na produção, o que pode prejudicar o rendimento a curto, médio e longo prazo. Os investimentos são urgentes, pois deve-se lembrar que uma árvore utilizada para a indústria da madeira leva cerca de 10 anos para tomar um tamanho razoável para o corte.

O Paraná é o estado brasileiro que mais produz madeira. Só em terras paranaenses são produzidas cerca de 18 milhões de metros cúbicos de madeira. O vice-líder na produção madeireira é o estado de São Paulo, acompanhado pelo estado de Santa Catarina. Na sequência, aparecem os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com movimentações financeiras anuais que beiram os 4,5 bilhões de reais.

A oportunidade para o mercado de serrarias e madeireiras está por vir no contexto econômico nacional. Os consumidores precisarão de mais madeira serrada, enquanto que a produção de madeira bruta deve permanecer estagnada, o que pode vir a ser uma dificuldade para quem investe neste setor. Para aproveitar o gargalo que se abre neste contexto, é imprescindível que as empresas do setor madeireiro invistam em alta tecnologia para aumentar seu rendimento mesmo com uma reduzida oferta de matéria prima. Isto representaria uma vantagem e um diferencial em relação à boa parte da concorrência, visto que a maioria das serrarias e madeireiras do Brasil ainda utilizam técnicas rudimentares e pouco automatizadas em suas linhas de produção.

Os principais mercados de clientes para as serrarias e madeireiras estão divididos em três setores. A construção civil, que utiliza quase qualquer tipo de madeira, a indústria de móveis, que utiliza primordialmente madeiras nobres e a indústria de embalagens e celulose, compradoras principalmente de pinus e de eucalipto.

A pesquisa prévia de mercado deve levar em conta alguns fatores. Dentre eles, deve-se considerar a distância dos fornecedores de toras e a procedência de sua matéria-prima, se ela é de qualidade e de origem legal. Analise a concorrência da região, veja seus preços e os tipos de serviços que oferecem à procura de lacunas e possibilidades de superação. O próximo passo é importantíssimo: a elaboração de um plano de negócios.

O plano de negócios e seus aspectos

As ações não podem ser tomadas de forma instintivas ou mesmo espontâneas em seu negócio. Para todas as estratégias, sejam as iniciais ou as que devem permanecer a longo prazo, é importantíssimo estudar e planejar cada passo dado para que o crescimento e a evolução da empresa sejam sustentáveis e regulares. Um bom plano de negócios envolve muita coisa. Envolve estudo de local, de público, de concorrência, de mercadorias, de riscos, ameaças, forças e fraquezas (Análise SWOT), análise financeira, capital de giro, gestão de pessoal, gestão de mercadorias, gestão de estoque e etc.

Localização

A localização é um fator essencial para qualquer negócio, e especialmente quando se fala em serrarias ou madeireiras, o local de suas instalações é muito importante. Via de regra, salvo raras exceções, as serrarias e madeireiras ficam localizadas próximas aos fornecedores de toras. É importante levar em conta que pouco mais da metade da tora bruta é aproveitada enquanto madeira serrada, por isso, se a empresa ficar muito longe dos fornecedores, é como se o empreendimento dedicasse uma quantia considerável de recursos em transportar resíduos.

Contudo, esta proximidade com o fornecedor também não é uma regra inflexível. A depender do contexto, pode ser mais vantajoso instalar a empresa próxima ao mercado consumidor ao invés do fornecedor. Tudo vai ser condicionado pelas circunstâncias do local. Prefira instalar sua serraria ou madeireira em uma local com abundância de mão de obra e em um local onde os funcionários possam acessar com facilidade. O ponto do negócio deve possuir amplo espaço, pois será visitando constantemente por caminhões e deve também ter área suficiente para conter o estoque tanto de matéria prima como de madeira serrada.

Leve em conta ainda outros fatores adicionais ou extraordinários, como as condições das estradas de acesso e das instalações internas para os dias chuvosos. A lama pode atrapalhar consideravelmente a logística do trabalho. Veja se o local conta com um suprimento de energia adequado para as atividades, pois lembre-se que boa parte do maquinário utiliza eletricidade. Se for adquirir um imóvel ou mesmo alugar um ponto, veja se a situação daquela propriedade realmente está regular para não ter problemas com os órgãos autárquicos. Ainda com relação às estruturas do Governo, avalie ainda a carga tributária do local para ver se a região realmente é rentável para os investimentos.

Requerimentos legais e específicos do setor

Toda empresa tem algumas exigências burocráticas a cumprir, seja no momento da abertura, como ao longo de todo o seu funcionamento. As exigências genéricas legais serão demonstradas neste tópico, mas já tenha em mente que a atividade de madeireiras e serrarias exige licenciamento ambiental para ser realizada. Avalie o peso deste licenciamento ambiental na viabilidade do negócio.

Adicione à questão ambiental uma possível legislação específica municipal do local onde se pretende instalar o empreendimento. Afinal, é importante lembrar que uma serraria ou madeireira, por mais que pequena, gera poeira, barulho e tráfego de veículos pesados. Mesmo que a lei do município permita a instalação deste tipo de negócio, é possível que ela exija alterações estruturais que podem encarecer e muito a instalação, diminuindo a viabilidade do negócios. Análise todos estes fatores antes mesmo da aquisição do imóvel onde operará a serraria e madeireira.

Tome cuidado também no momento de se adquirir a matéria prima, ou seja, as toras. Quando o material é oriundo de plantio ou reflorestamento, até não há grandes problemas, mas madeiras oriundas do extrativismo podem ser um tiro no pé. Analise com atenção os certificados e notas fiscais dos produtos, pois é comum que fraudadores falsifiquem estes documentos. Desconfie de mercadorias abaixo do preço de mercado e busque sempre negociar com agricultores conhecidos no setor.

Atente para as obrigações legais, aplicadas sobre a abertura e o funcionamento de qualquer empresa. É necessário se registrar e regularizar perante os seguintes órgãos: junta comercial regional, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), Secretaria Estadual da Fazenda, Alvará de Funcionamento junto à Prefeitura Municipal, Entidade Sindical Patronal, cadastro no INSS/FGTS, e regulamentação da vistoria pelo Corpo de Bombeiros Militar. Para estas atividades, é recomendado que se conte com o trabalho de um contador devidamente qualificado.

Madeireira ou serraria pode ser MEI?

Não, uma madeireira ou serraria com CNAE 1610-2/03 – Serrarias com desdobramento de madeira em bruto, não pode ser MEI.

Estrutura física do negócio

Uma serraria e madeireira conta com as seguintes estruturas, na maioria dos casos: um pátio para toras, um setor de secagem, um setor de processamento, um depósito para os produtos e outro para os resíduos, além da área administrativa.

No pátio das toras é onde se recebe e se armazena a matéria prima vinda dos fornecedores. Este local é o maior espaço da empresa, e mesmo para empreendimentos de pequeno porte, ele deve ter pelo menos 4.000 m².

O setor de processamento é o local onde as toras são serradas. Este espaço precisa ser coberto, e suas medidas variam de acordo com a produção que se pretende atingir e o nível de automatização de sua empresa. As medidas podem variar de 200 m² a 1000 m².

O setor de secagem é o local onde as madeiras, já serradas, ficam para secar. Não são todas as madeireiras que oferecem a secagem, no entanto ela melhora a qualidade e aumenta o valor do produto para a venda. Cobrir ou não este espaço vai depender do tipo de madeira que é secada ali. Eucaliptos costumam secar ao ar livre, enquanto que as madeiras nobres devem ser secas em galpões. Medidas variam de 100m² a 500 m².

Na área de produtos é onde fica armazenado o seu estoque para vendas. São as madeiras já beneficiadas (serradas e secas), prontas para a venda e o respectivo despacho para o comprador. O espaço deve variar entre 100 m² e 500 m², dependendo de seu estoque, e deve ser coberto. Algumas mercadorias, mais resistentes, podem prescindir de cobertura se estiverem sob lonas.

No depósito para resíduos ficam as cascas, a serragem e outros restos da madeira que não possuem utilidade para venda ou beneficiamento. Pode ter em média 200 m². A indústria da madeira gera um alto índice de resíduos, pois apenas pouco mais de metade da matéria prima acaba por se tornar produto final. Por isso é importantíssimo realizar um bom aproveitamento destes resíduos e utilizá-los a favor de sua empresa.

Para isso, uma das opções é fabricar briquetes a partir destes resíduos. Os briquetes são pequenas partes de resíduos de madeira compactada, cuja combustão pode ser utilizada para a geração de energia. É uma das maneiras mais inteligentes de se reutilizar os resíduos, além de preservar ao meio ambiente.

A área administrativa é onde fica o departamento gerencial e comercial da empresa. Nele ficam ainda instalações como vestiários, banheiros e refeitório. Sua área pode mudar de acordo com o número de empregados, mas costuma ter em torno de 100m².

Capital humano

Os colaboradores da empresa são uma das chaves para o sucesso do empreendimento. Para isso, é importante contratar pessoas capacitadas e preferencialmente experientes na realização dos serviços para os quais serão admitidos. Para uma empresa com faturamento mensal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil e com baixo nível de automação, entre 5 a 10 funcionários devem ser suficientes para manter o negócio em pé e funcionando em velocidade de cruzeiro.

Para o setor administrativo e comercial, é possível empregar um ou dois funcionários. Três a seis podem fazer os serviços de produção, como operar os equipamentos e serrar as madeiras. Mais um ou dois ficam encarregados de auxiliar em serviços gerais como limpeza dos ambientes, carga e descarga. Cada um destes funcionários vai onerar a empresa em um valor que gira entre R$ 1.200 e R$ 1.600.

Para este negócio, reserve especial atenção aos colaboradores que ficarão na área industrial do empreendimento. Eles estão expostos a riscos e condições de trabalho que podem prejudicar a saúde se realizadas de maneira inadequada. Treine-os para que sempre utilizem dispositivos e procedimentos de segurança. Prefira também uma parceria societária ou contratar um supervisor que entenda de serviços madeireiros. Ele pode auxiliar na parte da segurança do trabalho.

Equipamento e maquinário

A parte de máquinas de seu empreendimento será responsável por boa parte do investimento realizado sobre o negócio em um primeiro momento. No total, podem ser gastos até R$ 120.000 reais entre máquinas utilizadas para o corte, armazenamento, secagem e para o setor administrativo. Veja na sequência alguns detalhes destes maquinários.

Para a parte de produção, serão necessários uma pá mecânica, uma empilhadeira de toras, uma destopadeira, uma esteira transportadora, uma plaina, uma serra fita vertical, um porta-toras, uma serra circular e dois carrinhos manuais para transporte. Os demais equipamentos são móveis de escritório em geral. Mesas, cadeiras, computadores, armários e outros utensílios comuns a qualquer setor administrativo.

Matéria-prima

A matéria-prima das serrarias e madeireiras pode ser dividida em três grandes grupos: pinus, eucalipto e madeiras nativas. Os pinus são a madeira mais comum no sul do país, tem coloração clara e apresentam usos bastantes variados, desde a extração de resina a até mesmo utilização na indústria moveleira. O eucalipto, por sua vez, é mais comum na região sudeste. Sua madeira é resistente, mas pode ser difícil de serrar e secar. As madeiras nativas são vindas da Amazônia, e podem ser de diversas espécies vegetais. São nobres e costumam ser utilizadas pela indústria moveleira. Exigem cuidados especiais de secagem, corte e armazenamento.

Boa gestão é tudo!

Para o bom funcionamento de uma empresa, todos os fatores anteriores devem ser observados e seguidos. Mas estes são cuidados dos primeiros dias do empreendimento. Para que sua empresa tenha êxito comercial e financeiro, é fundamental que a boa gestão seja feita diariamente. Para que isso seja possível, é necessário um software de gestão integrado, ágil, eficiente e fácil de usar. Este software é o eGestor.

o eGestor é um software leve e completamente online. Isso faz com que ele não fique congestionando os computadores de sua empresa, além de integrar completamente todas as unidades em um mesmo sistema de gestão que fará em tempo real as modificações de estoque, capital de giro e outros dados relativos à administração da empresa. O eGestor é bastante fácil e simples de usar, mas em caso de dificuldades, a equipe do software está sempre à disposição para prestar o melhor suporte.

O sistema dispõe de funções para um eficaz controle financeiro, gestão do fluxo de caixa, controle de vendas de produtos e serviços, controle de estoque, emissão de relatórios e emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o que é indispensável para que sua empresa mantenha-se sempre em dia com o fisco.

O sistema pode emitir notas fiscais em qualquer estado brasileiro, e realiza a geração do documento auxiliar (Danfe), diretamente da venda. A nota pode ser impressa ou até mesmo enviada para o email do cliente de maneira ágil e simples.

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