Se você já esteve em uma situação que precisou receber um pagamento por tempo parcial de trabalho, como começar em um emprego no meio do mês, ou cancelar um serviço no meio do período, então você já recebeu ou realizou um pagamento Pro rata.
O Pro rata é justamente o cálculo proporcional de um pagamento pela utilização de um serviço por um determinado período de tempo.
O texto a seguir vai mostrar porque é importante você conhecer o significado desse termo e como ele está envolvido em sua vida, mesmo que sem perceber.
O que é pro rata?
Pro rata é um termo em latim que significa “proporcionalmente”.
É uma expressão comum em contextos financeiros e contábeis para indicar que um valor ou montante deve ser distribuído de forma proporcional à participação ou tempo de cada parte envolvida.
Por exemplo, se uma empresa decidir distribuir um dividendo aos acionistas, isso significa que cada acionista receberá um valor proporcional ao número de ações que possui. Da mesma forma, se um funcionário começar a trabalhar no meio do mês, receberá um salário proporcional ao número de dias trabalhados, ou seja, um salário “pro rata”.
Aplicações de pro rata
Como o conceito do pro rata é de um pagamento proporcional, sua aplicação acontece em diversos contextos.
Consumo
O pro rata se encaixa no contexto de consumo quando, por exemplo, realizamos a assinatura de um serviço de pagamento recorrente, como um streaming de TV.
Nesse tipo de serviço, geralmente estão incluídas cláusulas no contrato que estipulam que se o cliente contratar ou cancelar no meio do período, apenas realizará o pagamento proporcional pelo tempo utilizado da plataforma.
Com isso, o valor parcial que o cliente paga se chama de pro rata.
Assuntos trabalhistas
Em assuntos trabalhistas, a empresa calcula o pagamento proporcional de salários, férias e décimo terceiro salário quando o funcionário não trabalha o período completo para o qual o funcionário tem direito ao benefício, e esses valores são pro rata.
Por exemplo, se um funcionário começa a trabalhar no meio do ano, ele não receberá o valor integral das férias. Nesse caso, a empresa calcula o valor das férias proporcionalmente ao período trabalhado pelo funcionário no ano, de acordo com o pro rata.
Além disso, RH também utiliza o pro rata para calcular o valor do salário em caso de rescisão de contrato e demissão, considerando o número de dias efetivamente trabalhados.
Financeiro de uma empresa
O departamento financeiro pode utilizar o pro rata quando houver necessidade de realizar o pagamento de juros de mora de contas a pagar. Juros de mora geralmente são proporcionais aos dias de atraso, por isso, é necessário realizar um cálculo dos dias atrasados para descobrir o valor dos juros.
Além disso, também é necessário fazer o pro rata de pagamento de dividendo aos acionistas da empresa no momento da distribuição de lucros.
Por exemplo, se você tiver uma dívida que acumula juros simples de 3% ao mês e atrasar o pagamento em 10 dias, a dívida acumulará um adicional de 1% de juros sobre o valor original.
Outro exemplo é quando você tem um investimento que paga juros anuais e precisa calcular a taxa de juros mensal ou semanal usando o método do pro rata. Quanto aos dividendos, eles representam a distribuição de lucros da empresa entre os acionistas com base na quantidade de ações que cada um possui.
Tipos de pro rata existentes
Existem dois tipos de pro rata distintos, o pro rata temporis e o pro rata die. O que os diferencia é a forma de determinar o tempo proporcional de pagamento.
Pro rata temporis
A expressão pro rata temporis significa “proporcional ao tempo” e serve para calcular valores proporcionais com base no tempo decorrido. Um exemplo é quando uma pessoa alugou um apartamento por 12 meses e decidiu sair após 6 meses. Nesse caso ela só seria responsável por pagar metade do valor total do aluguel pelo tempo que ocupou o apartamento. Esse cálculo é proporcional ao tempo específico e não ao número de dias.
Pro rata die
Pro rata die significa “proporcional ao dia” e serve para calcular valores proporcionais com base no número de dias em um mês ou ano. Por exemplo, se um trabalhador começou no meio do mês, ele recebe apenas metade do salário, calculado proporcionalmente aos dias que trabalhou. Nesse caso, se faz o cálculo dividindo o valor total pelo número de dias do mês e multiplicando pelo número de dias trabalhados.
O que são os juros pró-rata die
Os juros pro rata die determinam o valor de juros pelo atraso de uma conta, e se baseia no número de dias de atraso da conta.
Pro rata em dividendos
Essa é uma maneira de calcular os valores dos dividendos que um acionista receberá em relação ao número de ações que ele possui. Assim, é usado para garantir que cada acionista receba uma parcela justa dos lucros da empresa, proporcional ao número de ações que possui.
O pro rata em dividendos é calculado dividindo o valor total dos dividendos a serem distribuídos pela empresa pelo número total de ações em circulação. Esse cálculo resulta no “dividendo por ação”, que é o valor que cada acionista receberá por ação que possuir na empresa.
Utilizar o cálculo correto de pro rata dos dividendos é importante para garantir que cada acionista receba uma parcela justa dos dividendos com base no número de ações que possui. Além disso, ele também é usado para garantir que os acionistas que compraram ou venderam ações durante o ano recebam um valor proporcional aos dividendos que a empresa distribuiu durante esse período.
Pro rata em juros
O cálculo de juros pro rata geralmente é feito com base no número de dias que os juros são devidos. Para exemplificar, vamos supor que você tem uma conta de energia elétrica com vencimento em 1º de março, no valor de R$ 200,00. Por algum motivo, você não conseguiu pagar a conta e ela ficou em atraso por 30 dias, ou seja, até o dia 31 de março.
Se a empresa de energia elétrica cobra juros de mora de 1% ao mês sobre o valor da conta em atraso, como calcular os juros para esses 30 dias?
Determine a taxa de juros mensal: A taxa de juros é de 1% ao mês, o que significa que a taxa diária será de 1% dividido por 30 dias, ou seja, 0,0333%.
Determine o número de dias em atraso: Neste caso, a conta ficou em atraso por 30 dias.
Calcule os juros: Multiplique a taxa diária pelo número de dias em atraso e pelo valor da conta em atraso. Assim, os juros pro rata para essa conta em atraso seriam: 0,0333% x 30 dias x R$ 200,00 = R$ 19,98.
Portanto, se a conta de energia elétrica de R$ 200,00 venceu em 1º de março e ficou em atraso por 30 dias com uma taxa de juros de mora de 1% ao mês, os juros pro rata seriam de R$ 19,98. O valor total a ser pago seria de R$ 200,00 + R$ 19,98 = R$ 219,98.
Como se calcula o pro rata?
O cálculo do pro rata é simples, e feito baseado em um regra de três. Para exemplificar:
Suponha que você começou em um emprego com um salário de R$3.500,00 mensais. No entanto, foi contratado no dia 12 do mês, o que significa que receberá o salário referente a 18 dias de trabalho, considerando um mês de 30 dias.
Logo, o cálculo fica da seguinte maneira:
R$3.500,00 = 30 dias
X = 18 dias
R$3.500,00 x 18 = 63.000
63.000 / 30 = R$2.100,00
Nesse caso, o valor pro rata é de R$2.100,00.
Outro opção é dividir o valor total do salário pelo número total de dias do mês, e após isso multiplicar o valor encontrado pelo número de dias trabalhados. Isso resultaria no mesmo valor de R$2.100,00.
Apesar desse cálculo ser muito simples, ele muito útil para determinar basicamente qualquer tipo de pagamento pro rata. Para isso, só é preciso substituir os valores e também os dias pelo período correspondente.
Cálculo do pro rata de dividendos
Para calcular o pro rata, basta multiplicar o dividendo por ação pelo número de ações que um acionista possui na empresa. Por exemplo, se uma empresa distribuir um dividendo de R$ 100.000 e tiver 1 milhão de ações em circulação, o dividendo por ação será de R$ 0,10. Se um acionista possuir 1.000 ações, seu pro rata em dividendos será de R$ 100 (R$ 0,10 x 1.000).
Como automatizar o cálculo?
A melhor forma de automatizar o cálculo do pro rata é utilizar um sistema de gestão empresarial. Também conhecidos como ERP, sistemas desse tipo podem fazer a automação dos cálculos de contas a receber e a pagar.
Se você precisa calcular pro rata em diversas situações cotidianas, como consumidores, trabalhadores ou gestores de um negócio, pode encontrar alternativas para automatizar esse processo. O cálculo pode ser complexo se o usuário não inserir as informações devidamente, e calcular manualmente aumenta as chances de erro. Por isso, é recomendável contar com um sistema automático que integre todas as informações necessárias.
Por exemplo, para investidores ou administradores de empresas, ferramentas de automatização da gestão ajudam a melhorar a eficiência de todas as etapas do cálculo de pro rata, minimizando erros e simplificando o processo.
Conheça o eGestor, um ERP de utilização simples, mas que pode realizar toda essa integração das informações de sua empresa de uma maneira eficiente e rápida.
A importância do pro rata
O pro rata é importante porque é um método de cálculo justo e preciso para determinar quanto alguém deve pagar ou receber por um serviço que utilizou apenas parcialmente. Ele é comumente útil em situações como contratos de serviços, faturas de energia, seguros e aluguéis.
Por exemplo, se um consumidor contrata um serviço de assinatura mensal, mas cancela o serviço no meio do mês, o pro rata permite que a empresa realize um cálculo justo e cobre apenas pelo tempo que utilizou o serviço. Da mesma forma, se um locatário se mudar durante o mês, o proprietário pode cobrar apenas o valor proporcional pelo tempo de ocupação do imóvel.
Isso ajuda a evitar cobranças injustas ou disputas por valores não pagos ou recebidos. Além disso, a utilização desse cálculo ajuda a manter a transparência e a confiança nas relações comerciais e contratuais.
Perguntas frequentes
O que é pro rata?
O pro rata é um pagamento proporcional utilizado para cálculos trabalhistas, distribuição de dividendo, ou também o valor devido quando um consumidor utiliza um serviço com pagamento recorrente por apenas uma parte do período.
É possível fazer o cálculo no Excel?
Sim, é possível usar o Excel para calcular o pro rata. Utilizando as funções e fórmulas também é possível automatizar os cálculos cotidianos de uma empresa.
Como calcular o juros do pro rata?
Da mesma maneira que o cálculo do valor principal. No entanto, a taxa deve estar na mesma periodicidade que o tempo sobre o qual se deseja calcular os juros. Exemplificando, se o período de atraso é em dias e a taxa é mensal, divida a taxa por 30 para determinar a taxa diária.
Quando usar pro rata?
O pro rata pode ser utilizado em todo momento que for necessário realizar um pagamento proporcional pela utilização de um serviço por um tempo determinado.
O que é pro rata no aluguel?
É o cálculo utilizado para determinar o valor devido de aluguel quando o inquilino usufrui do imóvel apenas por alguns dias, principalmente na ocupação e na desocupação.
Qual a diferença de pro rata die e temporis?
O pro rata temporis é um cálculo feito baseado em determinados períodos de tempo. Já o cálculo do pro rata é de maneira proporcional ao dia.
O comércio de importação e exportação tem uma grande importância para a economia do país, visto que é o meio pelo qual o Brasil comercializa os produtos excedentes. Além disso, é também por onde o país tem acesso a mercadorias que não são produzidas internamente. Por isso, para auxiliar as empresas que estão envolvidas com esse comércio e precisam da tecnologia para lhes ajudar a organizar as tarefas envolvidas que existe o Siscomex.
Também conhecido como Programa Portal Único de Comércio Exterior, o governo lançou o Siscomex em 2014, com o objetivo de reduzir a burocracia, o tempo e os custos envolvidos nas exportações e importações brasileiras. O programa visa atender de forma eficiente as demandas do comércio exterior atual e futuro, garantindo que o Siscomex continue sendo uma ferramenta efetiva.
A seguir você vai poder aprender o que é o Siscomex e porque ele é tão importante para empresas que trabalham com importação e exportação.
O Siscomex, ou Sistema Integrado de Comércio Exterior, é um portal do governo para auxiliar empresas e pessoas a fazer a gestão da operação de comércio exterior. Nesse sistema o usuário pode fazer a integração de todas as informações que precisam passar pelo controle governamental sobre o comércio exterior no país, a saber, as operações de importação e exportação.
É importante ressaltar que o uso do Siscomex é obrigatório para profissionais que trabalhem com comércio exterior, visto que ele tem caráter fiscalizatório. Dentro do sistema existem diversas ferramentas que visam centralizar todo o processo de realizar registros, providenciar e apresentar documentos e outras tarefas relacionadas às atividades de comércio exterior.
O que é o Portal Único Siscomex?
O Portal Único do Siscomex é a unificação de todos os sistemas de informações sobre comércio exterior no Brasil.
Antes dessa unificação cada etapa do processo de importação e exportação acontecia em sistemas diferentes, o que tornava o processo burocrático e demorado. Com o Portal Único, todas as informações e documentos necessários para a operação estão inseridos em uma única plataforma. Isso possibilita que as autoridades aduaneiras, os importadores e os exportadores possam acessar e compartilhar informações de forma mais rápida e eficiente.
Quais são os principais módulos do SISCOMEX?
O Siscomex possui diversos módulos que fazem parte do sistema completo de registro das operações de comércio exterior. Esses módulos atendem tanto quem faz operações de importação quanto de exportação.
Importação
Dentro do módulo importação o usuário pode fazer todos os procedimentos de entradas de mercadorias vindas de fora do país. Por exemplo, a empresa pode emitir a licença de importação por meio desse módulo. Essa licença é um documento emitido pelo governo que autoriza a pessoa ou empresa a importar um produto ou mercadoria para comercialização dentro do país.
Outra funcionalidade desse módulo é a declaração de importação, que é o meio pelo qual quem está realizando uma importação pode realizar a devida prestação de informações sobre dados fiscais, cambiais e comerciais sobre as mercadorias importadas.
Exportação
Dentro do módulo de exportação, a principal ferramenta é a emissão da DU-E (Declaração Única de Exportação), que é o documento que vai explicitar todas informações de cunho cambial, aduaneiro, fiscal, comercial, tributário e de logística sobre mercadorias que estão sendo exportadas.
A DU-E integrou em apenas um documento os antigos RE (Registro de Exportação), a DE (Declaração de Exportação) e a DSE (Declaração Simplificada de Exportação).
Existem duas possibilidades de elaboração do DU-E dentro do Siscomex:
Sem importação de NF-E: Para os casos em que a importação dos dados da NF-e não seja possível, tais como a dispensa de NF-e ou o uso de NF-e em formulário, é necessário preencher manualmente todas as informações referentes às mercadorias a serem exportadas, bem como as informações adicionais exigidas na DU-E.
Com importação de NF-E: Quando a importação de dados da NF-e para dentro do sistema for possível, o declarante poderá complementar os dados exigidos não constantes da nota, indicando as NF-es com as quais iniciará a elaboração da DU-E.
Simulador – Exportação
Dentro do Siscomex é possível fazer uma simulação do tratamento administrativo de cada exportação. Basta inserir os seguintes dados e o sistema indicará como proceder para realizar a importação daquele tipo de mercadoria:
País de destino – País para qual a mercadoria será exportada
Enquadramento do produto – Tipo de exportação que está sendo realizada
Situação especial – Indicar se há existência de alguma situação especial, como exportação sem saída de mercadoria do país.
Código de NCM – NCM significa Nomenclatura Comum do Mercosul. Utilizado para classificar mercadorias no bloco econômico do Mercosul
Simulador – Importação
Similarmente, também é possível fazer simulações de tratamento administrativo de operações de importação. Inserindo os dados do produto que se deseja importar é possível saber qual é o procedimento devido, como a necessidade de emissão de LCPO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos), por exemplo. Os dados são os seguintes:
País de origem – País do qual a mercadoria será importada.
Condição da mercadoria – Se a mercadoria é nova ou usada.
Código de NCM
Fundamento Legal – Tratamento tributário da mercadoria.
Classificação NCM
A classificação NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) é um código atribuído a mercadorias e produtos adotado pelo bloco econômico do Mercosul. Fazem parte desse bloco: Brasil, Uruguai, Argentina, Venezuela e Paraguai.
Em toda operação feita dentro do Siscomex o usuário precisa informar o código NCM da mercadoria que faz parte da transação.
Quais são os objetivos do Siscomex?
Os principais objetivos do Programa são reformular os processos de exportação e importação, tornando-os mais eficientes e harmonizados, e criar um guichê único que centralize a interação entre o Estado e os operadores privados que atuam no comércio exterior.
Antigamente existiam diversos sistemas para cada tipo de operação, e isso tornava confuso fazer declarações e emitir licenças. Isso acabava por diminuir a transparência e a previsibilidade do comércio exterior no Brasil.
O Siscomex atua justamente no sentido de facilitar a declaração dessas informações, ajudando os operadores privados a cumprir com obrigações legais e tributárias.
Quem utiliza o Siscomex?
Pode usar o Siscomex qualquer pessoa física ou empresa que realiza uma operação de comércio exterior, seja de importação ou exportação. Por
Como acessar o Siscomex?
O acesso ao Siscomex pode ser feito através do site, no entanto, quem deseja operar dentro do sistema precisa solicitar uma habilitação para a Receita Federal. Existem 4 tipos dessa habilitação, que varia de acordo com a operação realizada.
Habilitação ordinária – Para pessoas jurídicas que realizam operações de comércio exterior com frequência.
Habilitação simplificada – Serve para pessoas físicas, empresas públicas ou sociedades de economia mista, as entidades sem fins lucrativos e pessoas jurídicas que se enquadrem em situações especiais de operação.
Habilitação especial – Para órgãos da Administração Pública Direta, autarquias e fundações públicas, órgãos públicos autônomos e organismos internacionais.
Habilitação restrita – Essa é uma habilitação apenas para consulta ou retificação de quem já realizou alguma operação de importação ou exportação.
Além disso, para utilizar o sistema, é necessário a utilização de um certificado digital.
Qual a importância do Comércio Exterior?
O comércio exterior é extremamente importante para o Brasil, que depende da importação de mercadorias que não são produzidas no país.Além disso, o país é rico em recursos naturais e possui uma economia diversificada, o que o torna um importante player no comércio de exportação internacional.
Alguns dos principais benefícios do comércio exterior para o Brasil incluem:
Ampliação das exportações: O comércio exterior é fundamental para o Brasil ampliar suas exportações e aumentar sua participação no mercado global. As exportações representam uma parte significativa do PIB brasileiro, especialmente em setores como agronegócio, mineração e manufatura.
Acesso a novos mercados: O comércio internacional permite que as empresas brasileiras possam acessar novos mercados, o que pode levar a um aumento das vendas, maior produção e crescimento econômico.
Atração de investimentos estrangeiros: O comércio exterior também pode atrair investimentos estrangeiros para o Brasil, o que pode levar à criação de empregos e ao desenvolvimento de novos setores da economia.
Diversificação da economia: O comércio exterior também é importante para a diversificação da economia brasileira, reduzindo a dependência de produtos e mercados locais.
Melhoria na balança comercial: O comércio exterior pode ajudar a melhorar a balança comercial do Brasil, aumentando as exportações e reduzindo as importações excessivas.
Perguntas Frequentes
Quais são as vantagens do Siscomex?
As principais vantagens do Siscomex para quem realiza operações de comércio exterior são: redução de burocracia, banco de dados unificado, digitalização de documentos e acompanhamento ágil de informações.
Quais são os três órgãos que compõem o Siscomex?
Os órgãos que fazem a gestão do Siscomex são a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a Receita Federal do Brasil e o Banco Central.
Quais documentos o Siscomex emite?
Os principais documentos emitidos no Siscomex são a declaração de exportação e a licença de exportação.
Porque as empresas precisam se cadastrar no Siscomex?
Porque é por meio desse sistema que o operador de comércio exterior pode prestar as devidas informações legais, tributárias, fiscais e cambiais a respeito das operações realizadas.
Quem pode representar a empresa no Siscomex?
Apenas poderão ser credenciados como representantes da empresa aqueles que possuem vínculo empregatício exclusivo com a empresa, com empresa coligada ou controlada, ou que sejam sócios dirigentes, ou também profissionais despachantes aduaneiros.”
Imagine a situação: você encontrou um produto incrível em uma loja online e decidiu comprá-lo imediatamente. Você inseriu seus dados de cartão de crédito, clicou em “Comprar” e esperou ansiosamente pela entrega. No entanto, quando o pacote finalmente chega, você percebeu que o produto não era o que esperava ou estava danificado. Agora, você se encontra em uma situação frustrante e não sabe o que fazer. O estorno é essa solução.
Esse é um recurso que permite a você recuperar o dinheiro de uma compra que não ocorreu como você esperava. Neste post, vamos explorar o que é um estorno, como funciona e como você pode solicitar um estorno para resolver problemas de compras online.
Estorno é o procedimento de devolução de um pagamento feito pela compra de um produto ou serviço. Ocorre quando uma compra feita não acontece como esperado, ou aquilo que a pessoa comprou não atende às expectativas e o consumidor decide cancelar essa compra. A partir disso um estorno acontece, juntamente com o produto ou o serviço cancelado.
É um direito que o código do consumidor garante, e quem comprou pode acionar ele tanto para compras online quanto presenciais.
Definição de estorno
O estorno é um processo em que acontece a reversão de uma transação de pagamento, permitindo que um comprador recupere o dinheiro gasto em uma compra que deu errado. Quem inicia esse processo geralmente é o comprador, que contesta a transação junto ao emissor do cartão de crédito ou instituição financeira responsável pelo processamento do pagamento. As razões para um estorno podem variar, desde produtos danificados ou não entregues até cobranças com algum tipo de problema, fraudulentas ou não autorizadas.
Qual é o motivo do estorno?
O estorno existe como uma ferramenta importante para proteger os consumidores de transações mal sucedidas ou fraudulentas. Assim, o comprador pode usar ele como um último recurso quando todos os outros métodos de resolução de conflitos falham.
Como funciona?
O estorno acontece em duas situações:
quando o cliente faz o cancelamento da compra e realiza uma devolução
e no caso de haver problema ou falha no pagamento por algum motivo
O estorno acontece de forma diferente dependendo da forma de pagamento. Caso o consumidor tenha comprado em uma loja e pago em dinheiro, por exemplo, é possível receber o estorno também em espécie diretamente com o vendedor.
Mas se ele pagou em cartão de crédito ou débito, o estorno geralmente aparece como crédito na fatura ou na conta do consumidor.
Quando o estorno deve ser feito?
Existem dois casos nos quais um estorno pode acontecer:
O primeiro é por iniciativa da própria pessoa que realizou a compra. Nesse caso é o próprio consumidor que procura o local onde comprou para solicitar o estorno.
O segundo caso de solicitação de estorno é quando o vendedor mesmo faz o estorno.
A seguir, veja como funciona o processo de solicitar um estorno.
Como pedir o estorno?
O estorno é um processo de reembolso em que uma se cancela uma venda e o cliente recebe o valor pago de volta. O processo de estorno pode variar dependendo do tipo de pagamento e da instituição financeira. No entanto, geralmente, o processo de estorno envolve os seguintes passos:
O cliente deve entrar em contato com a empresa ou comerciante para solicitar o estorno.
A empresa ou comerciante pode exigir informações adicionais, como o motivo do estorno e comprovante de pagamento.
A empresa ou comerciante solicita o estorno ao provedor de serviços financeiros.
O provedor de serviços financeiros analisa o pedido de estorno e verifica se ele cumpre os critérios de aprovação.
Se aprovado, o provedor de serviços financeiros reverte a transação e devolve o valor pago ao cliente.
O cliente pode então verificar se o estorno aconteceu em sua conta bancária ou em seu extrato de cartão de crédito.
É importante lembrar que o processo de estorno pode demorar alguns dias. Por isso, o cliente deve manter contato com a empresa ou comerciante e o provedor de serviços financeiros para garantir que o processo se conclua.
Como funciona o estorno no cartão de crédito?
O estorno no cartão de crédito é um processo pelo qual um valor é reembolsado ao titular do cartão após uma transação ter sido cancelada ou contestada. Geralmente, ocorre quando o titular do cartão alega que a transação não foi autorizada ou que houve algum erro na transação, como cobrança em duplicidade ou cobrança de um valor incorreto.
O processo de estorno é iniciado pelo titular do cartão, que deve entrar em contato com a instituição financeira emissora do cartão e informar o motivo da solicitação. A instituição financeira, por sua vez, entrará em contato com o comerciante ou prestador de serviços que efetuou a transação para confirmar a alegação do titular do cartão.
Se existe a comprovação de que o estorno é necessário, a instituição financeira reverte o valor cobrado na fatura do cartão de crédito do titular. Contudo, esse processo pode levar alguns dias, dependendo do prazo estabelecido pela instituição financeira e pela bandeira do cartão de crédito.
É importante ressaltar que o estorno só pode ser solicitado dentro de um período específico após a transação ter sido efetuada, geralmente de até 120 dias. Além disso, é necessário apresentar provas ou documentação que comprovem a alegação do titular do cartão, como registros de e-mail ou telefonemas com o comerciante ou prestador de serviços.
Quem é o responsável pelo estorno?
O principal responsável pelo estorno é o estabelecimento que realizou a venda. Isso porque conceder a devolução nos casos devidos é uma obrigação exigida por lei de todo comerciante.
Caso quem realizou a venda não colabore se recuse a colaborar ou fazer o estorno, o consumidor pode entrar em contato com a operadora do cartão de crédito ou com a instituição financeira pela qual o pagamento foi realizado.
No entanto, o objetivo principal dessas instituições é apenas realizar o intermédio entre o vendedor e o consumidor, a responsável final pelo valor estornado é realmente do vendedor.
Quais são as diferenças entre Chargeback, reembolso e estorno?
Apesar de servirem à funções muito parecidas para o consumidor, chargeback, reembolso e estorno são três mecanismos de devolução que possuem algumas diferenças:
Chargeback – O Chargeback acontece quando o cliente solicita o cancelamento de uma transação e a devolução do dinheiro pago em uma compra, o que geralmente acontece na fatura do cartão utilizado para compra.
Reembolso – O reembolso é quando o vendedor devolve ao cliente o valor pago em uma compra, porém sem existir o cancelamento da compra pela operadora do cartão, necessariamente.
Estorno – É um processo que envolve a devolução do dinheiro ao consumidor de maneira mais amigável do que um Chargeback. Ele ocorre quando o cliente cancela uma compra e o varejista decide devolver o valor diretamente ao cliente, sem a necessidade de acionar o banco, o adquirente ou a bandeira do cartão.
Como estornar pagamento de boleto?
Se você deseja estornar um pagamento de boleto, o primeiro passo é saber qual é o banco ou instituição financeira que emitiu o boleto. Assim, você precisa entrar em contato com esse banco para solicitar o estorno do pagamento.
Geralmente, o processo começa com o preenchimento de um formulário específico, o próprio banco ou instituição financeira que emitiu o boleto fornece. É possível que você precise apresentar comprovantes de pagamento e outras informações relevantes, como o motivo pelo qual deseja o estorno do pagamento.
Caso você tenha realizado o pagamento através de uma plataforma de pagamento online, por exemplo, também pode fazer o processo de estorno através da própria plataforma. No entanto, o processo pode variar de acordo com as políticas de cada plataforma de pagamento.
Em qualquer caso, contatar o banco ou instituição financeira o mais rápido possível e seguir as instruções fornecidas é o mais importante. Isso vai garantir que o processo de estorno ocorra de forma correta.
Estorno de compras parceladas
No caso da devolução de uma compra parcelada – que geralmente é feita utilizando um cartão de crédito – segue o processo normal de um estorno. Você vai precisar fazer a solicitação para o lojista onde você realizou a compra.
Com respeito às parcelas já pagas, elas serão restituídas na fatura do cartão, geralmente como um crédito. No entanto, é importante ressaltar que como o processo de devolução e estorno costuma demorar alguns dias para acontecer, o valor é restituído no mês subsequente à solicitação.
Como a gestão de fraudes se faz necessária?
A gestão de fraudes é essencial para evitar riscos em organizações e também na vida particular de cada pessoa. Isso porque as fraudes podem causar danos significativos, tanto financeiros quanto reputacionais, e afetar seriamente a confiança do público na instituição em questão.
Na gestão de fraudes, o objetivo é melhorar as medidas preventivas para evitar fraudes. Isso pode incluir treinamento de funcionários para identificar e relatar atividades suspeitas, implementação de controles internos adequados, monitoramento ativo de transações e revisões regulares de políticas e procedimentos.
Além disso, a gestão de fraudes também envolve a detecção e resposta rápida às fraudes que ocorrem. Isso pode incluir investigações de fraude, ações legais contra os fraudadores, revisões de processos para identificar e corrigir pontos fracos e notificação de agências reguladoras e outras partes interessadas.
A gestão de fraudes é uma prática contínua e em constante evolução que exige atenção e diligência contínuas para ser eficaz.
Para abrir uma agência de viagens e turismo, existem três características fundamentais que orientam a decisão:
A primeira delas é que se trata de um mercado gigantesco, em processo permanente de crescimento e diversificação.
A segunda é que a concorrência é pesada, não é fácil ser visto, se diferenciar e obter uma rentabilidade satisfatória.
A terceira é que, para atuar nesse segmento, a estrutura necessária é bastante simples e não faltam aliados para o empreendedor no sentido de facilitar a operação do negócio.
O que é uma agência de viagens e turismo
Uma agência de viagens e turismo é quem faz toda mediação para uma viagem tranquila. Ela é responsável pela compra de passagens, hospedagem e passeios. Assim, ela pode fazer um pacote de viagens, de acordo com o que o cliente desejar. Ou, ainda, pode vender os itens separadamente.
A agência de viagens e turismo oferece conveniência, organizando opções de voos, companhias, datas e horários. Pode também trabalhar com oferta de hotéis, com opções de preço, categoria, localização e serviços. Locação de veículos e transportes podem estar no pacote de serviços, mas cabe ao cliente a tarefa de escolher.
O cliente que busca uma agência de viagem e turismo quer algo mais, uma vez que ele busca tranquilidade e comodidade. Cabe à agência organizar todo o roteiro da viagem: partida, hospedagem, duração da hospedagem, atividades e retorno. Esse cliente pode até estar em busca de aventura, contanto que a agência planeje a aventura para ele, por mais paradoxal que isso possa parecer.
Existe um outro negócio a ser explorado no segmento de viagem e turismo, que é o turismo receptivo. As agências locais são especializadas em organizar atividades turísticas, exploração das opções locais através de excursões. Assim, essas agências devem proporcionar experiências inesquecíveis.
Há ainda as operadoras de pacotes, cuja atividade exclusiva é criar ofertas completas para as agências de viagem. Dessa forma, esse é um segmento onde a pesquisa não só é fundamental, como em qualquer segmento de negócios, como faz realmente a diferença, a partir da identificação de oportunidades com base nas mais diversas demandas de diversos públicos.
A agência de viagens e turismo pode ser MEI?
Sim, uma agência de viagens e turismo com CNAE 7911-2/00 – Agências de viagens, pode ser MEI.
Estrutura necessária e funcionamento
A estrutura de uma agência de viagem é simples, e o seu funcionamento é livre de maiores complicações.
Assim, para iniciar uma agência de viagens e turismo não é preciso mais que uma estrutura com duas salas (uma para atendimento e outra para atividade comercial e administrativa), mobília, computadores e telefones. Ou seja, duas pessoas podem dar conta de toda a demanda de serviço, uma cuidando da gestão e outra da parte de atendimento.
Entretanto, para a automação da atividade, de modo a tornar os processos administrativos ágeis, o ideal é que você adote um software de gestão, que integre rotina, finanças e relatórios gerenciais. Há ótimas ferramentas no mercado que têm a vantagem de serem simples de operar. Não precisa fazer curso ou longos períodos de treinamento e implantação.
Agências físicas
No caso das agências receptivas, a estrutura é um pouco mais cara, já que para o seu funcionamento é necessário a contratação de guias e veículos de transporte.
Para a agência de viagens e turismo funcionar, basta que o empreendedor tenha o CNPJ e o registro de abertura da empresa. Ainda, deve ser realizado um cadastro ao Cadasturm, que pode ser feito de forma online. Cumprindo esses trâmites, já é possível, por exemplo, fazer a emissão de passagens nacionais.
Vale destacar que o processo para emissão de passagens em companhias nacionais é bastante simples. As companhias normalmente disponibilizam o módulo para cadastro de agências em seus sites. Preenchida corretamente a documentação, em até sete dias a agência já pode começar a emitir passagens.
Lembrando que a forma de remuneração da agência é através de comissão. A agência faz a emissão da passagem pelo cartão de crédito. Assim, é possível obter um limite de créditos para vender as passagens faturadas, bastando que seja feita a solicitação à Companhia e o requerente tenha capital para isso.
Passagens internacionais
Para emitir passagens internacionais, o processo é um pouco mais complexo. É necessário fazer o registro da IATA (International Air Transport Association). Há exigência de um capital mínimo obrigatório. Além do registro, é preciso aderir a um GDS (Global Distribution System). Os GDS são sistemas globalizados que fazem a integração entre a agência de viagens e turismo, companhias aéreas, hotéis, locadoras de veículos e operadoras de viagem. Há um custo mensal para usar o sistema, mas o valor é irrisório.
Vale lembrar ainda que, assim como no caso das companhias nacionais, é preciso entrar em contato com as companhias internacionais para negociar a forma de remuneração da agência.
Se, porventura, tudo isso parecer muito assustador, o empreendedor pode começar se associando a uma consolidadora de viagens, que nada mais é que uma agência que funciona como uma plataforma, fazendo a intermediação entre as companhias e outras agências. A reguladora faz toda a operação e deixa a agência livre para cuidar mais da parte comercial. A reguladora é remunerada dividindo a comissão por venda com a agência.
Chegou a parte mais importante, que é a hora de enfrentar a concorrência, deixar o cliente satisfeito, construir diferenciais competitivos e lucrar.
A tarefa não é das mais fáceis. Afinal, como se sobressair num mercado que movimenta mais de 3 trilhões de dólares no mundo, que tem tantos atores gigantescos competindo pelos clientes?
É importante pesquisar e observar os detalhes. A resposta pode estar neles, nas necessidades específicas de um determinado público, num nicho não atendido, porque simplesmente não foi descoberto. Quanto mais sua agência se especializar em um ou mais grupos, poderá atendê-los melhor, cuidar de suas demandas únicas e fazer com que tenham a percepção de usufruir de um serviço exclusivo, como se tivesse sido desenvolvido especificamente para eles.
Acima de tudo, é preciso prestar atenção aos detalhes. Da mesma forma que cuidar deles pode ser um diferencial competitivo, a falta de atenção aos mesmos pode ser a causa de clientes muito insatisfeitos. Investir nos detalhes é, ao mesmo tempo, investir em qualidade, ser capaz de surpreender e encantar, assim como se diferenciar pela inovação.
O plano de negócios é um documento que ajuda o gestor a ter uma visão mais ampla do seu empreendimento.
Com ele é possível executar qualquer tipo de projeto, devido a existência de vários modelos. Você coloca todas as informações necessárias do seu projeto, assim como todas as etapas para realização.
E ele apresenta todos os aspectos para execução e ajuda a visualizar possíveis cenários podendo prever imprevistos minimizando as chances de falha.
Do mesmo modo que um guia de atividades, ao realizar cada etapa é possível avaliar as consequências. E por ser flexível, pode ajustar ou remodelar para atender às necessidades da empresa.
O que é um plano de negócios?
Plano de negócios é um documento que estrutura estratégias para administrar uma empresa. A realização de um amplia a visão sobre vários aspectos que estão ao entorno da empresa. Desde suas necessidades para abertura da empresa, bem como estratégias de longo prazo para se solidificar no mercado.
Para que serve?
O plano de negócios serve para orientar o gestor a dar o próximo passo. Ele é realizável em qualquer fase da empresa, mas é imprescindível realizar na fase inicial, porque ele ajuda a entender as necessidades do cliente, identificar concorrentes e traçar estratégias de marketing.
Qual é o objetivo?
O objetivo do plano de negócios é auxiliar o gestor nas suas operações diárias através do planejamento das atividades, na hora de administrar uma empresa.
O gestor elenca nele informações sobre finanças, gestão e marketing para traçar suas metas e objetivos de longo, médio e curto prazo.
Dessa forma, é realizável planejar novas estratégias, remodelar e prever possíveis instabilidade na empresa.
Como fazer um plano de negócios?
Fazer um plano de negócios varia de acordo com o modelo, mas assim como os principais elementos, ele também tem uma base que todos os planos devem ter.
Sumário executivo: é um resumo de todas as ideias contidas no plano de negócios, elencando os principais pontos.
Equipe de gestão: designar quem irá realizar cada etapa do plano de negócios é importante para concretização do projeto.
Pesquisa de mercado: ajuda a entender o que os consumidores querem e o que eles precisam, juntamente com o nível de aceitação do produto ou serviço no mercado. Além de poder analisar as tendências e inovações para o seguimento.
Análise financeira: saber todos os gastos envolvidos para realização do projeto, assim como o retorno que ele pode trazer. Qual o valor do investimento e se será externo ou interno e a necessidade de capital de giro.
Análise logística e operacional: voltado à execução do plano, verificar se precisará de armazenamento, deslocamento, maquinário, capacidade produtiva, entre outros fatores.
Produtos e serviços: elencar os produtos e serviços para realização do projeto e avaliar as melhores opções. Assim como, deve ser analisado os produtos e serviços que serão realizados no projeto.
Marketing: definir estratégias de marketing para ter maior visibilidade e focar no cliente ideal. Implementar algumas ferramentas de marketing para ter maior sucesso na execução, como por exemplo, os 4Ps: preço, praça, produto e promoção.
Concorrência: avaliar quem são os concorrentes, quais são os pontos fortes e fracos para traçar estratégias mais assertivas.
Fornecedores: avaliar quem são os fornecedores para produção do serviço ou produto, estabelecer uma relação próxima para ter prioridade de negociação.
Implementação: fazer um levantamento do possíveis cenários internos e externos para implementar do projeto. Nessa etapa podem ser usadas algumas ferramentas de administração, como análise SWOT, por exemplo.
Quais são os tipos de plano de negócio?
Existem alguns tipos de plano de negócios que podem ser utilizados. Contudo, é importante identificar qual melhor para o projeto.
Para a escolha é importante considerar qual objetivo deseja alcançar e para que ele será utilizado. Abaixo listamos alguns planos:
Plano de inicialização: é utilizado para definir as linhas do novo empreendimento que deseja realizar, seja abertura de empresa ou novo projeto. É possível fazer uma análise sobre o segmento da empresa em todos os aspectos.
Plano de viabilidade: o plano de viabilidade serve para avaliar como o mercado responde a um determinado produto ou serviço. Normalmente utilizado para lançamentos, porque analisa o quão viável poderá ser e se o mercado aceitará bem.
Plano de expansão ou crescimento: normalmente é feito quando se pretende expandir a empresa, como por exemplo, abrir uma filial. Bem como, também para produtos, compra de maquinários ou mesmo mudar alguma estrutura da empresa, seja física, operacional ou de gestão.
Plano estratégico: utilizado internamente ou externamente. É um plano muito flexível, porque serve para reposicionar a empresa perante o mercado, seja consumidor ou investidor.
Plano operacional: direcionado a equipes e gestores para a execução das atividades diárias. Nele pode ser colocado metas de trabalho, objetivos e outros aspectos relacionados à produção do serviço ou produto.
Plano de reestruturação: normalmente é utilizado para reestruturar a empresa ou alguma parte dela. É um plano utilizado para normalizar alguma situação que não teve bom desempenho ou para mudar algo.
Quais são os principais elementos do plano de negócios?
Os principais elementos do plano de negócios vai depender muito do modelo escolhido e os motivos que levaram a fazer determinado planejamento, assim como o objetivo que deseja alcançar. Contudo, existe uma base que todo plano deve ter.
Resumo executivo: um resumo completo do que deseja fazer baseado no tipo de plano que escolheu.
Descrição do negócio: descrever mais especificamente o plano com todos os detalhes para execução.
Ideias centrais do negócio: escrever qual a principal ideia do plano de negócios e as demais que surgirem.
Metas e objetivos: escrever as metas e objetivos do plano de negócios e o que quer alcançar com ele.
Fatores financeiros: detalhar e analisar todos os gastos envolvidos para execução do plano de negócios, inclusive imprevistos financeiros que podem surgir.
Estudo de viabilidade: verificar o custo benefício que a execução do plano de negócios vai trazer. Fazer algumas perguntas, como por exemplo, Quais os benefícios? Quais os malefícios? Qual o retorno financeiro que vai trazer? Gera bem estar?, entre outras perguntas e fazer análise sobre elas.
Métricas: as métricas servem para avaliar se os objetivos do plano de negócios foram alcançados ou não. É muito importante usar métricas, principalmente para analisar o impacto que a execução teve com as pessoas e fatores envolvidos.
Espaço para ajustes e flexibilização: mesmo planejando todos os detalhes as vezes acontecem imprevistos e é importante deixar espaço no plano de negócios para isso. Na hora de montar escreva possíveis imprevistos que podem surgir e suas soluções. Deixe uma margem de tempo e dinheiro para problemas que surgirem e para resoluções dos mesmos.
Por que fazer um plano de negócios?
Fazer um plano de negócio facilita a enxergar situações que ainda não foram materializadas. Ao listar todas as ideias para realizar o projeto no plano, fica palpável avaliar todos os aspectos envolvidos para execução do projeto .
O plano de negócios não vai evitar que a empresa passe por momentos ruins, mas vai amenizar esses momentos por já ter visualizado antecipadamente vários aspectos da situação no plano.
Quais vantagens e desvantagens em fazer um plano de negócios?
As vantagens de fazer são:
Otimização de tempo
Acompanhamento dos resultados
Vantagem competitiva
Ganho de mais conhecimento sobre o negócio e mercado
As desvantagens de fazer são:
Tempo para realizar o plano de negócios
Custo de contratar um especialista para ajudar
Identificação de problemas
Dificuldade de implementação
Qual a importância de um plano de negócios para o empreendedor?
O plano de negócios é importante para o empreendedor, porque mostra as possibilidades e versatilidade do empreendimento. Principalmente quando é feito para abrir uma empresa ou iniciar um novo projeto.
Como mencionado anteriormente, ele é uma ferramenta que ajuda o gestor a concretizar suas estratégias e planejamentos. Dessa forma, consegue visualizar cenários diversos amenizando imprevistos para empresas.
Perguntas frequentes
O que é um plano de negócios?
O plano de negócios é um projeto da empresa, que ajuda a definir o seu modelo e as estratégias operacionais, de marketing, financeira e outras necessárias para uma empresa.
Investir em um plano de negócios é garantia de sucesso?
Não, não há como garantir o sucesso porque não é possível controlar e prever tudo o que pode acontecer. O plano de negócio ajuda a prevenir algumas situações ruins e amenizar desconfortos durante a realização do projeto.
Quando fazer um plano de negócios?
É feito em qualquer momento que empresa esteja. Contudo, é imprescindível fazer um plano para abertura de uma empresa ou para um projeto novo.
Quanto tempo leva para fazer um plano de negócios?
O tempo para elaborar um plano de negócios depende do modelo que vai utilizar, podendo demorar de algumas semanas a meses.
Quais informações devem estar no plano de negócios?
As informações que devem estar no plano de negócios são todas sobre o projeto que deseja realizar, seja abertura de empresa ou outra atividade. Em suma, quanto mais informações e detalhes melhor será a análise sobre as possibilidades que o projeto pode fazer e o retorno que vai gerar.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!