Recorrência: Aprenda 5 dicas de como aplicá-la com êxito

Recorrência: Aprenda 5 dicas de como aplicá-la com êxito

Provavelmente você já teve alguma assinatura mensal, seja ela de revista, jornal, ou assinaturas atuais de streaming, como a Netflix, por exemplo. Estou certo? Independente de sua resposta, saiba que isso é uma Recorrência. 

Com os avanços tecnológicos as pessoas buscam cada vez mais produtos e serviços capazes de satisfazer suas necessidades, porém isso está mudando e se atualizando tão rápido que as empresas precisam de métodos eficazes para fazer com que isso de fato ocorra, sem perder o retorno financeiro. 

Continue lendo este material para conhecer a recorrência, quais empresas usam este modelo de negócio e as melhores dicas de como aplicá-la.

O que é a recorrência

Recorrência é a repetição de algo, nesse caso, de um pagamento. Assim, a recorrência é uma forma de realizar um pagamento com alguma frequência.

Dessa forma, ela visa fidelizar clientes para a sua empresa, fazendo com que eles efetuem pagamentos de forma automática, simples e desburocratizada, sem muitas complicações. A recorrência permite que a empresa comece a fazer parte do dia a dia de seus clientes.

Alexander Osterwalder, teórico do negócio suíço, tem uma citação sobre a importância do modelo de negócio:

Um modelo de negócio descreve o raciocínio de como uma empresa cria, entrega e captura valor

O que é uma compra recorrente

Uma compra recorrente é uma compra que é paga com alguma frequência, seja mensal, quinzenal ou anual, por exemplo.

Assim, se o pagamento for por cartão, o valor é descontado mensalmente. Se ela for feita em alguma forma de crediário, ela precisa ser paga no período especificado.

Como funciona a recorrência

O pagamento de uma compra feita de forma recorrente acontece independente da forma de pagamento. Entenda como funciona em cada forma de pagamento:

Crediário

O pagamento recorrente de uma compra no crediário era costumeiro para o brasileiro antes da disseminação do cartão de crédito. Assim, o cliente deve realizar o pagamento para a loja na data estabelecida.

Assim, o pagamento pode ser feito através de dinheiro físico, débito ou boleto.

Cartão de crédito

O cartão de crédito é um dos métodos preferidos dos brasileiros, afinal, ele é o método mais utilizado em compras online e o segundo mais utilizado em compras físicas.

A recorrência por cartão de crédito acontece quando o valor da compra entra na fatura na data da cobrança recorrente, sem ocupar o limite do cartão. Esse método evita o esquecimento pelo cliente.

Como a cobrança é feita pelo emissor do cartão, ele é o responsável por cobrar e negociar uma possível dívida. Dessa forma, esse método também evita o esquecimento por parte da empresa.

Mas, lembre sempre de atualizar os valores no seu controle financeiro.

Recorrência

Tipos de Recorrência

Os pagamentos recorrentes podem ser feitos semanal, quinzenal ou mensalmente, de acordo com o plano, assinatura ou mensalidade. Por mais que seja feito de forma automática existem dois modelos de recorrência.

Modelo fixo ou regular

São aqueles pagamentos que não sofrem alteração no valor, durante todo o processo de uso do serviço será descontado apenas o que faz parte do contrato. Na Smart Fit, por exemplo, você escolhe um plano e todo mês é descontado o mesmo valor.

Modelo variável ou irregular

 São os pagamentos que podem sofrer algumas alterações, normalmente ocorre quando você faz uso de serviços que oferecem consumos extras, por exemplo, a contratação de uma internet para seu celular, você paga um valor todo o mês para um determinado limite de dados e caso acabe seu pacote poderá consumir mais e pagar conforme o consumo.

Vantagens da recorrência

Fidelização dos clientes

Uma das principais vantagens em usar esse modelo é que os clientes se sentem muito mais seguros e com isso é mais fácil de fidelizá-los. Fazendo com que a empresa seja parte de seus consumos diários.

Uma melhor gestão das finanças

Como os pagamentos são recorrentes é muito simples de manter o controle, diminuindo assim os erros de pagamento consideravelmente, uma vez que eles são feitos automaticamente, não havendo a necessidade de enviá-los de forma manual.

Redução de cobranças e inadimplência

Ainda deverão ser feitas algumas cobranças, porém o número diminuirá consideravelmente, diminuindo também o número de inadimplentes, pois o processo desse modelo facilita tanto para quem paga como para quem oferece o serviço.

Agilidade na rotina da empresa

Além de ser um facilitador para o cliente, este modelo de negócio facilita muito para o empreendedor. Pois quando o sistema é integrado é possível ter uma lista de pagamentos podendo ser mensal, quinzenal ou até mesmo semanal.

Tipos de empresas que podem usar a recorrência

A recorrência pode ser usada principalmente por empresas que oferecem um produto ou serviço que será consumido de maneira contínua, diferente daquelas em que a venda é feita apenas uma vez, como uma loja de roupas, por exemplo, você vai lá e efetua a compra, após isso não é garantido que você voltará.

Este modelo facilita o acesso dos clientes aos produtos e serviços. É bem provável que você esteja pagando por algo recorrente, mas é apresentado de uma forma tão natural que se torna parte de sua rotina. Veja alguns exemplos:

  • SaaS – é a sigla de Software as a Service, ou seja, são aquelas empresas que oferecem um software como serviço.
  • Streamings – são plataformas digitais que fazem a distribuição de produtos como filmes e músicas.
  • Academias – ambientes com aparelhos diversos que permitem fazer atividades físicas e/ou musculação.
  • Seguradoras – empresas que assumem os riscos dos clientes (segurados), e caso haja um sinistro (o risco venha ocorrer) elas asseguram financeiramente.
  • Universidades – instituições privadas de ensino superior que cobram uma mensalidade para que o aluno possa concluir sua graduação.
  • Negócios com assinaturas mensais – toda aquela empresa que oferece produtos como livros, revistas, jornais, entre outros.

Empresas que usam o modelo recorrente

eGestor

O eGestor é um sistema de gestão empresarial para micro e pequenas empresas, onde pode ser feito emissão de notas fiscais eletrônicas, emissão de boletos, controle do fluxo de caixa, controle financeiro, controle de estoque, controle de vendas, produtos e serviços, entre outros.

O empreendedor que contrata esta ferramenta, paga de forma recorrente pelos serviços prestados conforme a assinatura do plano. Por se tratar de um ERP online, ele pode ser acessado de qualquer dispositivo, facilitando assim o contrato de longos períodos.

Amazon

A Amazon é uma loja virtual do ramo varejista que faz a comercialização de diversos produtos, além deste serviço ela oferece também o Amazon Prime, que é um streaming de filmes e séries que podem ser adquiridos através de uma assinatura mensal.

Spotify

É um serviço de streaming que permite acessar milhões de músicas em apenas um clique. Há o modelo gratuito onde você pode ouvir algumas músicas da plataforma, porém seus recursos são limitados.

Já no Spotify Premium, você tem acesso liberado em todos os conteúdos da plataforma, podendo ouvir quantas músicas quiser. Você pode escolher um dos planos de assinatura, que serão pagos mensalmente de forma automática, e o preço altera conforme o plano escolhido, seja individual, universitário, duo ou plano família.

Smart Fit

É uma rede de academias esportivas que possui um grande destaque neste segmento. Possui dois planos de adesão, o plano Smart que permite acesso somente na unidade em que foi feito o contrato e o plano Black que permite acesso em qualquer unidade do Brasil e algumas outras vantagens.

Netflix

É uma plataforma de streaming onde permite um fácil acesso a filmes e séries. O usuário só precisa fazer cadastro e escolher um dos planos, diferente de outras plataformas digitais, a Netflix não tem acesso gratuito. Os pagamentos são feitos de forma recorrentes, podendo ser débito automático, cartão de crédito ou pré-pago.

Diferença entre recorrência e outros modelos

Pagamento recorrente e venda parcelada não são a mesma coisa. Para acontecer uma venda parcelada é necessário ter o saldo total do produto e/ou serviço em seu cartão, por exemplo, Ana Maria tem R$2.000,00 de limite no cartão de crédito, vai comprar um celular no valor de R$1.999,90 e irá parcelar em 5 vezes sem juros, porém será descontado do seu cartão o total da compra e sobrará apenas 10 centavos de limite.

No caso de um pagamento recorrente, digamos que a Ana Maria não comprou o celular e vai iniciar os treinos em uma academia, ela vai contratar um plano no valor de R$100,00 por mês durante 1 ano. No ato da compra será descontado apenas o valor de R$100,00, lhe sobrando ainda R$1.900,00 de crédito.

Recorrência

Desafios do modelo recorrente

Assim como qualquer outro negócio, neste modelo também há algumas desvantagens. Antes de iniciar é preciso ser feita uma análise de mercado para a sua empresa obter lucro, pois o cliente pode cancelar a qualquer momento.

O desafio do pagamento recorrente é fazer com que o cliente mantenha seu interesse no serviço e/ou produto que é oferecido, é necessário que seja criado um vínculo real entre a empresa e o consumidor.

Dicas de como aplicar a recorrência

1 – Contatos com os clientes 

Para obtermos a recorrência, necessitamos de algo primordial que é o “relacionamento com os clientes”, pois é inviável manter algo recorrente sem dar o mínimo de atenção no pré e no pós venda. 

Este contato é uma forma de se aproximar dos clientes e acompanhar todo o seu processo de compra e utilização do serviço ou produto, criando uma ponte de fácil acesso para que a empresa se torne segura e confiável. 

2 – Forma fácil de efetuar pagamentos 

Antes desse modelo de negócio se popularizar haviam poucas opções de pagamento. Normalmente as pessoas faziam impressões de boletos, iriam até casas lotéricas, ou precisavam ter o limite completo em seus cartões de crédito para a compra de determinado pacote. 

Todas essas opções anteriores dão espaço para uma nova forma de pagamento, onde o cliente tem mais liberdade para comprar sem se preocupar com o modo em que irá pagar, pois é apresentado de uma forma fácil. 

Um exemplo prático seria de um curso de informática: O cliente efetua a compra de um pacote anual, porém irá efetuar apenas o pagamento da primeira parcela, o restante do valor será debitado automaticamente todo o mês.

3 – Pix 

Pix é uma nova forma de pagamento que surgiu em 2020, ele é gratuito e instantâneo. Pode vir a se tornar uma nova referência no modelo de recorrência, uma vez que é gerado um QR code com os dados de pagamento, facilitando ainda mais a forma que os clientes irão usar para pagar pelos produtos e/ou serviços. 

4 – Conhecer a persona 

Outro ponto importante para que haja pagamentos recorrentes é conhecer quem irá adquirir os produtos e/ou serviços. 

Lembrando que persona é diferente de público alvo. Persona é um personagem semi fictício criado através de pesquisas. Durante essa pesquisa são levantados alguns pontos importantes como: 

  • Nome 
  • Foto 
  • Dados profissionais 
  • Desafios do dia a dia 
  • Como sua empresa pode ajudar 
  • Dados pessoais 
  • Mini biografia

5 – Manter o Blog da empresa atualizado 

O marketing digital tem total relevância para a recorrência, pois hoje em dia os clientes buscam uma certa autonomia e conhecimento no que diz respeito aos seus interesses. 

Ter um blog e mantê-lo sempre atualizado é um passo importante para fidelizar os clientes, pois é uma forma de passar conhecimentos diários sobre assuntos de interesse dos mesmos, fazendo com que eles se sintam cada vez mais inseridos em sua empresa, e passando para eles a autoridade que buscam. 

Agora o crescimento será contínuo 

Para ter sucesso na recorrência de sua empresa, você precisa colocar em prática todo o ensinamento aqui passado, lembrando que as melhores estratégias só serão as melhores se forem colocadas em prática. 

Não devemos apenas atrair os clientes e depois deixá-los seguindo o restante do trajeto sozinhos, muito pelo contrário, deve-se manter o contato direto e sempre passar conhecimentos que serão úteis e importantes para os clientes.

Gestão de projetos: Saiba como fazer em uma empresa

Gestão de projetos: Saiba como fazer em uma empresa

A gestão de projetos se tornou algo bem corriqueiro no mundo corporativo. Um projeto é um conjunto de atividades que são feitas para resultar em um produto ou serviço para o seu cliente. Assim, vale dizer também que todo projeto tem um início e um fim, em um espaço de tempo determinado previamente. Ou seja, todo projeto é temporário.

Geralmente, os projetos são desenvolvidos em grupo e seguem um escopo definido, assim como os recursos que devem ser utilizados. Vale ressaltar também que, por ser algo especial, as ações de um projeto são destinadas a um objetivo particular e previamente definido. Dessa forma, o desenvolvimento de um projeto conta com um grupo de pessoas trabalhando juntas, muitas vezes de áreas e empresas diferentes.

A gestão de um projeto deve visar resultados efetivos e eficazes, a partir de um prazo e de orçamento previstos. Portanto, a gestão deve ser estratégica, obedecendo variáveis como prazo, custo, riscos e sucesso.

Mas, você sabe dizer se o seu projeto tem uma boa gestão? Como mensurar o desenvolvimento e o resultado do meu projeto? Como evitar que o trabalho saia dos trilhos e não atinja o seu objetivo principal?

Organização é a chave para o sucesso da gestão de projetos

É fundamental ter um controle fiel e registrar todo o processo que está sendo desenvolvido. O registro de tudo que está sendo feito deve começar desde o planejamento até a finalização do projeto, ou seja, deve controlar e manter toda a organização durante a execução do projeto.

Uma boa organização vai facilitar saber em qual estágio está o projeto, além de ser útil para a criação de relatórios e feedbacks. Assim, deixe suas anotações de forma coesa e conectadas uma com a outra, anotando dia e membro do grupo responsável por tal atividade.

Uma forma bem eficaz de organizar o seu projeto é usar ferramentas como uma planilha ou outro software disponível na internet. O importante dessa etapa é encontrar o meio que mais vai te ajudar a organizar a gestão do projeto.

Assim, procure definir quais são as etapas do projeto até a sua conclusão, quais serão os custos programados e o que pode acarretar um custo extra, monte um cronograma de cada etapa junto com a pessoa responsável por tal atividade e registre tudo o que é executado, até mesmo atrasos na entrega da etapa e a satisfação com o resultado.

A organização permite que você consiga ver de uma maneira mais rápida e fácil como anda o projeto, fazendo projeções para as próximas etapas e a conclusão. Assim, de uma forma organizada, é muito mais simples descobrir o que está indo bem e o que está emperrando o bom desenvolvimento do projeto.

gestão de projetos

É fundamental definir qual é o seu escopo de trabalho

Definir previamente qual é o escopo do trabalho agiliza muito o desenvolvimento do projeto. É muito comum, embora não deveria ocorrer com tanta frequência assim, surgirem mudanças no meio do projeto, principalmente por solicitações do cliente. É fundamental tentar evitar que isso ocorra.

Para impedir que isso aconteça, é importante definir bem qual é o escopo do projeto, quais serão as etapas até o resultado final e quais são os resultados esperados. Em uma posição de gerente de projeto, sua comunicação com o cliente deve ser clara e objetiva. Buscando assim que ambas as partes alinhem o escopo como um todo. Busque entender o que o seu cliente espera do projeto, evitando mal entendidos.

É também dever do gerente da gestão de projetos que ele deixe claro para o cliente quanto tempo vai demorar o projeto para sair do jeito que ele deseja, além dos custos. Todo o planejamento deve ser feito em sintonia com ambas as partes.

Vale destacar que o planejamento e a definição do escopo devem ser feitos até o começo da execução do projeto, além de evitar que algo mude no decorrer do processo.

Por outro lado, também vale dizer que nenhum escopo de trabalho é absoluto. Caso o gerente de projetos entenda que uma mudança pode ser mais eficaz, a alteração deve ocorrer sem problemas. A percepção e a análise ficam a cargo de um bom gerente de projetos.

Fique atento e antecipe os possíveis riscos!

Uma das características mais importantes de um gerente de projetos é a sua capacidade de resolver e remediar possíveis riscos. Ou seja, ele deve estar sempre atento para ver se o projeto está sendo desenvolvido como o esperado e ver se algum risco pode aparecer devido a execução de uma atividade fora do esperado.

Com uma boa organização do projeto, essa tarefa pode ficar um pouco mais fácil. Já que você poderá visualizar possíveis atrasos ou problemas que podem surgir. É importante separar um tempo apenas para analisar estes possíveis riscos.

O momento de análise deve ser sem distrações, com muita atenção aos detalhes e um exercício de prever cada uma das atividades que ainda serão desenvolvidas. Prevenir é muito melhor do que resolver problemas.

Por fim, vale dizer também que por mais que o planejamento seja feito com atenção e eficácia, adversidades estão suscetíveis a todos os projetos, por isso, o gerente deve estar apto para resolver o problema de maneira rápida e certeira, evitando que ele se torne uma grande bola de neve. Atenção é a palavra chave para a gestão do negócio.

Busque seguir o seu cronograma de gestão de projetos

Evitar sair do cronograma é uma das principais responsabilidades da gestão do projeto. Pode ser muito óbvio falar isso, mas o tempo de desenvolvimento do projeto deve ser seguido à risca, principalmente para não causar transtornos ao cliente.

Ninguém gosta de trabalhar com uma cobrança muito grande em cima das suas costas, por isso, respeitar o prazo de cada atividade é fundamental. Não apenas o gerente do projeto deve entender isso, mas, também, toda a equipe que está participando do trabalho.

A melhor dica para não sofrer com atrasos no cronograma é saber justamente quanto tempo cada atividade vai demandar. Não adianta querer correr e entregar um prazo curto para o cliente se o projeto demandar mais tempo. Isso só vai fazer com que o trabalho seja feito com pouca atenção e, portanto, mais suscetível às falhas.

Na hora de planejar o escopo de trabalho, tenha em mente o tempo que a atividade vai demandar, de acordo com a sua equipe e com o grau de dificuldade das ações.

Com todo o processo em andamento, é função do gerente de projeto assumir a sua posição de liderança e estar atento ao trabalho que a equipe está fazendo. Com o prazo adequado e as datas alinhadas, será bastante improvável que seu projeto sofra com atrasos e cobranças.

Tenha consciência dos custos

Já falamos de prazo, riscos, planejamento de trabalho, entre outros pontos importantes para o desenvolvimento e execução de um projeto. Outra parte essencial da gestão de um projeto é o custo do trabalho.

É muito importante ter um orçamento bem detalhado e fiel aos valores do mercado. Tendo isso em mente, você evitará surpresas no final da execução.

Toda atividade deve ser muito bem estudada, levantando qual será o tempo para a sua realização e o quanto isso vai custar para o seu orçamento final. Vale ressaltar também que buscar a opção mais barata só para reduzir custos é um tiro no pé e pode acabar saindo ainda mais caro.

O primeiro passo é saber o quanto você pode gastar, depois, saber o quanto o seu projeto vai custar. Todos os custos devem ser previstos e registrados no escopo de trabalho e em uma planilha de controle. Essas ferramentas serão fundamentais para que você tenha noção de quanto dinheiro já saiu do seu orçamento e do que está comprometido.

Conclusão

Seguindo estes passos, você certamente realizará uma boa gestão de projeto em sua empresa. O controle de tudo o que está sendo gasto é função do gerente do projeto, que deve estar atento para ver se todos os valores estão coincidindo com o que foi previsto no primeiro orçamento.

Também é função do gerente estar de olho no mercado para poder reduzir algum possível custo, conseguindo um desconto em algum serviço ou produto necessário. Não se esqueça de fazer um planejamento financeiro detalhado, com um orçamento real do projeto e controlá-lo durante o período de execução do projeto.

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Automação comercial: aprenda o que é, e conheça seus benefícios

Automação comercial: aprenda o que é, e conheça seus benefícios

A automação comercial vem trazendo mudanças significativas para o mundo. Mas você sabe o que é uma automação? É bem provável que já tenha usado um elevador, certo? Você também já deve ter feito alguma transação bancária em um caixa eletrônico.

Saiba que estes exemplos são de uma automação, afinal, o elevador abre as portas sozinhos, leva as pessoas até um determinado andar de forma automatizada. O caixa eletrônico efetua saques ou depósitos através de um cartão, senha ou biometria, sem a necessidade de um operador.

No comércio não é diferente. É necessário que haja ferramentas que facilitem as operações, sejam elas de vendas ou compras. Porque perder tempo com funções desnecessárias é o mesmo que perder lucros e ganhar prejuízos. 

Neste material você aprenderá de uma maneira clara e objetiva o que é uma automação comercial e todos os benefícios deste processo. 

O que é automação comercial?

Automação comercial é a aplicação de ferramentas tecnológicas durante os processos comerciais. Não necessita de pessoas para executar determinadas operações, elas são feitas de maneira automática.

Através deste método as empresas podem agilizar suas tarefas e transformar a maneira que o cliente adquire determinado produto.

Além disso, é fundamental para que alguns erros não sejam cometidos. As funções passam a ser feitas por softwares ou máquinas que já estão programadas para estas finalidades.

Um exemplo de automação comercial é quando uma pessoa não precisa mais imprimir boletos e ir até uma agência bancária para efetuar o pagamento. Ele é feito de maneira online através de um sistema.

O que é um sistema de automação comercial?

O sistema de automação comercial serve para evitar que erros manuais aconteçam, uma vez que essa ferramenta gera um impacto direto na estratégia do negócio. Além disso, é por meio deste software que o tempo de mão de obra dos colaboradores é bem mais aproveitado.

Em suma, os sistemas de automação comercial são elementos tecnológicos, como equipamentos, programas de computadores, entre outros, que otimizam os processos empresariais.

Um modelo de sistema é o eGestor. Através deste software, é possível efetuar a emissão de boleto. Além de agilizar os processos, ele também é sustentável, uma vez que não precisa ser impresso no papel, pois tudo ocorre de modo virtual.

Equipamentos necessários

Os equipamentos são ferramentas que já fazem parte de algumas empresas. Nem toda empresa tem conhecimento de quais equipamentos são necessários para melhorar os seus processos varejistas. Então iremos listar equipamentos que são necessários para que a automação comercial de fato ocorra.

Computador

O computador é, sem dúvidas, um dos equipamentos mais utilizados para automação comercial, uma vez que todos os produtos são acompanhados pelo operador e também podem ser vistos pelo cliente.

São utilizados também celulares ou tablets, como ferramentas para a automação comercial. Pois estes dispositivos facilitam vendas onlines e até mesmo pagamentos através de seus aplicativos.

Leitor de código de barras

Os leitores de código de barras funcionam através de laser que fazem a identificação do produto. Este tipo de equipamento facilita a agilidade nos processos de compra. Mas empresas com um fluxo maior de pessoas é recomenda que seja utilizado o leitor de código de mesa, pois ele é mais rápido e possui mais feixe de laser.

Para empresas menores, recomenda-se o leitor de código de mão, ele é mais barato e tem apenas um feixe de laser.

Impressora

A impressora é outro equipamento que não pode faltar no seu negócio. Pois é este equipamento que realiza algumas tarefas importantes no momento da venda. Além de suas variadas funções, para impressão de NFC-e é recomendável a utilização da Impressora Não Fiscal Térmica.

Nobreak

Este é o equipamento responsável por garantir que a voltagem da energia fique regular. Além disso, ele mantém uma energia de emergência nos dispositivos conectados, quando a rede elétrica falha.

Gaveta

No processo de utilização de PDVs, é a gaveta que guarda o dinheiro em cédulas ou moedas. Fazem parte da automação comercial porque sua forma de abrir é automática, abrindo somente no momento da operação quando selecionado o pagamento em dinheiro. Caso contrário ela se mantém fechada durante toda a operação.

Balanças

Atualmente algumas balanças já vem instaladas junto ao computador ou PDV (equipamento que registra as vendas e emite cupons fiscais). Por isso a balança é muito útil para a automação comercial, pois através desta operação é possível agilizar o momento da venda.

A importância da automação comercial

A sociedade tem se tornado cada vez mais exigente quando se trata de serviços e produtos. O mundo atual permite que tudo seja feito com mais agilidade. Então para acompanhar este perfil de consumidor, investir em automação comercial é extremamente importante.

Os impactos da automação de processos nas empresas, são muito positivos. Utilizar desta tecnologia para o comércio é uma forma de se manter no varejo com um diferencial de empresas que ainda utilizam métodos convencionais. 

Por isso, as empresas devem investir em automação comercial, para reduzir custos, aumentar a produtividade, e facilitar os processos para os colaboradores e também para aprimorar as vendas.

Mas podemos citar também as soluções onlines como um auxílio deste processo de automação comercial. Um exemplo é o eGestor. Que é um software de gestão empresarial para micro e pequenas empresas. Ele faz emissão de Nota Fiscal Eletrônica e também controle financeiro. Além disso, tem outras funcionalidades.

Quais são os tipos de automação?

Neste tópico serão listados os principais tipos de automação que podem ser aplicados nos processos de produção, nas prestações de serviços e também na gestão de sua empresa. Confira quais são eles:

1 – Automação de vendas

A automação nas vendas é de extrema importância para a empresa, pois melhora o desempenho e o faturamento do negócio. Além disso, neste tipo de automação o negócio pode ser classificado como:

Tech touch

Neste nível de automação, todo o processo de compra ocorre sem o contato do consumidor com um vendedor. Por isso, é denominado como no-touch, porque não exige o contato e a troca com outra pessoa.

Podemos usar como exemplo uma compra online feita pelo smartphone, o consumidor apenas escolhe o produto, efetua a compra e fica no aguardo da entrega. Assim, todo o processo ocorre de maneira autônoma, em nenhum momento existe a interferência de terceiros. 

Low touch

Neste caso, são aqueles consumidores que durante o processo de compra necessitam ou preferem se comunicar com a empresa, tanto para tirar dúvidas ou para finalizar uma compra. Dessa forma, o processo de otimização não ocorre de forma 100% autônoma.

Esse contato é a principal diferença com o no-touch, as demais características são bem semelhantes. Aliás, geralmente as empresas que utilizam o low touch são as que exigem poucas interações.

Um bom exemplo para este nível de automação comercial é o e-commerce, onde o potencial cliente pode seguir todo o processo de compra sozinho e só entrar com contato em casos específicos.

Mid Touch

O mid touch é onde se inicia o contato humano, diminuindo consideravelmente as ferramentas tecnológicas. Aqui neste nível é imprescindível que o colaborador possua um alto desempenho para se relacionar com os clientes.

Esse tipo é recomendado para empresas que possuem um ticket alto e vendas com um ciclo mais longo. Assim, a humanização passa a ser sempre priorizada, uma empresa que utiliza o Mid Touch em seu atendimento é a BMW.

High Touch

Já o high touch prioriza muito o contato humano no atendimento, e quase não faz uso de dispositivos tecnológicos. Em alguns casos a venda pode acontecer até de forma presencial. 

Os relacionamentos, os contatos e os atendimentos exigem uma comunicação bastante personalizada. 

2 – Automação de marketing

A Automação de Marketing é o processo que efetua a automatização nas ações do setor de marketing dos negócios, sendo uma das principais ferramentas para nutrir os leads e fazê-los passar pela jornada de compra. 

Uma automação de marketing efetiva vai além de postagens diárias nas redes sociais. Trata-se de ações que visam entender e analisar quais são as personas que se relacionam com a marca e os produtos.

Confira quais são os benefícios da automação de marketing:

  • Nutri leads
  • Funil de vendas mais eficiente
  • Leads ficam melhores
  • Aumento dos tickets
  • Comunicação personalizada
  • Redução de trabalho
  • Redução no ciclo de vendas
  • Maior produtividade

3 – Automação de propostas

A maioria dos colaboradores ainda utilizam o Word, Excel e Power Point para criar uma proposta comercial e orçamento, por exemplo. Porém, chega um momento em que os computadores e notebooks ficam cheios de arquivos, o que torna difícil localizar, filtrar e relacionar tanta coisa.

Além disso, essas ferramentas apresentam problemas como o excesso de tempo gasto, erros, dificuldade de armazenamento e buscas.

Assim, a automação de propostas é feita por meio de um sistema criado justamente para resolver problemas que foram citados anteriormente, utilizando campos inteligentes para armazenar informações dos clientes, produtos e serviços.

Os preenchimentos de dados são automáticos e alguns softwares oferecem cálculos de preços e impostos, e também outras normas definidas pela sua própria empresa.

4 – Automação de contratos

Durante as transações empresariais é necessário que a decisão das partes envolvidas seja firmada por meio de um contrato. Esse processo vai repetir sempre que ocorrer alguma prestação de serviço ou a distribuição contínua de uma mercadoria, acarretando em um grande volume de documentos.

Assim, a automação de contratos é um processo que utiliza a tecnologia para administrar o  armazenamento destes documentos. Criando um fluxo de trabalho bastante eficiente e diminuindo atritos.

O mais comum é que as empresas adotem um sistema de gestão de contratos, que possua também a assinatura eletrônica.

5 – Automação na gestão do relacionamento com o cliente

A automação na gestão do relacionamento com o cliente é uma estratégia que faz com que as empresas conquistem mais clientes, diminuam custos e aumentem a eficiência nos processos de atendimento.

O aumento da produtividade e redução dos custos são os principais impactos dessa automação.

Além disso, investir em ferramentas tecnológicas no processo de atendimento ao cliente traz outras vantagens, como:

  • Diminuição de falhas feitas por colaboradores;
  • Rapidez e agilidade no contato;
  • Otimização;
  • Qualidade e eficiência.
automação comercial

O que precisa para fazer automação comercial?

A primeira coisa que você precisa analisar para fazer automação comercial são aqueles processos na sua empresa que não estão correspondendo às expectativas dos clientes, gerando uma certa urgência.

Assim, depois de identificar essas necessidades, você deverá escolher o software, o hardware, entre outros recursos para executar a automatização.

Além disso, é importante que você faça todo o orçamento e planejamento do projeto. Existem diversas tendências de automação comercial disponíveis no mercado, com sistemas de gestão, plataformas fiscais e vários meios de pagamentos.

No momento de instalar é necessário que seja definido o responsável, as pessoas envolvidas precisam ser treinadas, e depois oferecer todo o acompanhamento e suporte necessário.

Como funciona a automação comercial?

A automação comercial funciona por meio de ferramentas tecnológicas que fazem todo o processo empresarial ser automatizado. 

Dessa forma, ela pode ser utilizada tanto no atendimento com o cliente quanto nos processos administrativos, possibilitando melhorar também a estratégia do negócio. Assim, tudo passa a ser padronizado. 

Qual é o impacto da transformação digital no negócio?

Segundo um estudo realizado pela Digital Transformation Index, da KPMG, as empresas que investem em transformação digital apresentam uma taxa de eficiência 23% maior, se comparadas com outras que ainda usam métodos tradicionais para executar suas tarefas.

Além disso, as empresas inovadoras conseguem um percentual 14% maior em termos de redução de custos e aumento na produtividade. Assim, o impacto da transformação digital é positivo para aquelas empresas que se arriscam e enfrentam o desafio da mudança, pois a tecnologia é uma aliada desses negócios.

Automação x Automatização

Talvez até haja alguma semelhança entre estas palavras, mas fique sabendo que automação e automatização não têm o mesmo significado. 

A automatização está relacionada com o processo automático e o efetua sempre da mesma forma. Não possui inteligência para mudar ou se adaptar. É um processo automatizado que não substitui um operador.

E por outro lado, a automação é um processo automático, porém é inteligente, pode mudar e se adaptar conforme necessidade. Em sua grande maioria não precisa ser operado por uma pessoa, consegue executar as tarefas sozinho.

O que estimula a automação comercial?

O que estimula a automação comercial é a própria evolução. Os avanços tecnológicos criam a necessidade de sistemas para agilizar os processos comerciais. As empresas precisam estar preparadas para a nova realidade, por isso, investir em tecnologia é uma estratégia para os empreendedores.

O presidente da AFRAC (Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços), Paulo E. Guimarães, citou que:

“A automação comercial teve um período bastante crítico de aprendizado em 2020 em função da paralisação do comércio por cerca de 18 meses. Entretanto, diante da necessidade de digitalização do mercado, foi possível reinventar o modo de fazer negócios. Prova disso é que o crescimento em faturamento apontado pelo Censo foi maior do que o esperado, que era de 9%.”

Para que serve a automação comercial?

A automação comercial serve para que os processos  sejam agilizados e também deixa o comércio varejista mais tecnológico. Isso reflete nas tomadas de decisões, e também traz segurança para o negócio, pois possui um melhor controle sobre dados e informações.

automação comercial

Veja os benefícios 

  • Auxilia no controle fiscal e financeiro

O software de automação comercial ajuda no controle fiscal e financeiro das empresas, pois seu desenvolvimento é feito através da legislação. Além disso, ele integra dados e cuida das contas a pagar e a receber, auxiliando também no caixa.

  • Reduz custos

A automação comercial permite que os colaboradores não executem algumas funções, e assim podem se dedicar para tarefas que exigem posicionamentos e tomada de decisões. 

Isso faz com que haja uma redução de custos, porque os processos são feitos de forma mais inteligente através do software e os erros operacionais diminuem. Essa diminuição de erros, diminui também os gastos e desperdícios.

  • Agiliza o atendimento

Como foi dito anteriormente, os consumidores estão mais exigentes e querem  processos mais ágeis. Este método agiliza os processos de vendas, pois o que antes era feito de forma convencional, agora é executado por um software padrão.

  • Aumenta a produtividade

O tempo de produção é muito importante para a empresa. E a automatização dos processos possibilita executar as tarefas em um tempo menor.

Com isso, ocorre o aumento na produção, principalmente nas que são mais burocráticas e que exigem um pouco mais de tempo.

  • Torna o negócio mais eficiente

Todas essas vantagens tornam a empresa muito mais eficiente na entrega dos resultados. Este método também melhora o planejamento do negócio em diversas áreas.  

  • Melhora a logística

Uma grande preocupação para as empresas é o estoque de mercadorias, porque precisa ser monitorado constantemente. Com a automação comercial, o empreendedor tem uma noção melhor sobre a entrada e saída de produtos. E a própria venda é melhorada, uma vez que o colaborador sabe exatamente quais produtos compõem o estoque.

  • Deixa os processos padrões

A automação comercial mantém um padrão de eficiência. O trabalho manual não possibilita essa qualidade constante.

Como saber se sua empresa precisa de automação comercial?

Com todas estas informações, é bem provável que você se pergunte se o seu comércio varejista realmente precisa de automação comercial. Saiba que sim.

O mercado passa por inúmeras transformações durante os anos. E a automação comercial é um método que chegou para ficar. Independente de quais sejam seus objetivos como organização, você precisa estar inserido neste mercado com um mínimo de conhecimento sobre tecnologias que o ajudarão nesta caminhada do empreendedorismo. 

Veja alguns exemplos de situações que mostram a necessidade de você inserir a automação comercial na sua empresa.

1 – A empresa está tendo prejuízo

Isso ocorre por vários motivos, porém um deles pode ser a falta de controle nos preços dos produtos. Um software irá analisar fatores que muitas vezes passam despercebidos pelos colaboradores ou responsáveis, e através desta análise irá determinar qual o melhor preço para a empresa se destacar no mercado e lucrar.

E também, a forma de ofertar e vender da maneira correta interfere no lucro da empresa. A automação comercial ajuda no monitoramento dos lucros das vendas, e com isso o empresário pode tomar decisões que serão boas para o andamento do negócio.

2 – Não há fidelização de clientes

O varejo é um mercado muito competitivo, e uma das formas de se manter nele é garantindo um produto de qualidade e também um atendimento ao cliente eficiente.

E um grande aliado destes dois fatores é a automação comercial. Além disso, ela faz com que aumente o fluxo de clientes, uma vez que o processo de atendimento é rápido e os produtos são de qualidade.

3 – A equipe de colaboradores está sobrecarregada

Um bom exemplo também é quando os colaboradores estão muito atarefados, porque os processos manuais exigem um tempo maior em relação aos processos automáticos.

Em frente a este cenário, fica claro que é preciso mudar a forma de executar algumas tarefas. Principalmente aquelas em que serão utilizados cálculos ou poderão acelerar o atendimento.

4 – Não tem controle do fluxo de caixa

Manter um fluxo de caixa que seja eficiente é uma tarefa difícil, principalmente sem a ajuda dos processos da automação comercial.

Um sistema automatizado auxilia para que o controle financeiro de seu negócio, sempre funcione. Principalmente nesta parte em que envolve cálculos, e operadores podem errar em algumas situações. 

5 – O número das vendas não crescem

Outro fator que revela a urgência de aplicar a automação comercial no seu negócio, é quando há uma queda nas vendas. Se você sentiu um impacto negativo causado pelo avanço tecnológico, é sinal de que está na hora de você se atualizar.

Você precisa perder o medo de se arriscar em algo inovador. Só avança quem tem coragem de mudar, e sair da zona de conforto.

6 – Você sente a necessidade de gerenciar melhor a sua empresa

Não é fácil gerenciar uma empresa, se você sente que precisa melhorar o funcionamento do seu comércio, já sabe que a automação dos processos pode lhe ajudar.

Com este método você pode manter um controle sobre quando tem os melhores faturamentos, ou qual funcionário possui um desempenho melhor conforme os dados de vendas.

Com um sistema você pode analisar melhor a situação da sua empresa e achar soluções que realmente funcionem, contra situações adversas. Isso pode ser controlado através de relatórios e planilhas, além de verificar as tendências do mercado, estando a frente de seus concorrentes.

A satisfação do cliente é o objetivo principal

Utilizar a automação comercial, permite com que você sempre siga as principais tendências, e esse método ainda tem muito o que evoluir.

A tecnologia não vai parar de avançar, e o varejo precisa estar atento e principalmente, precisa estar preparado para as novas formas de atender e vender seus produtos. Por isso, investir em automação comercial deve estar nos planos de qualquer varejista.

Sempre pesquise maneiras de inovar e use a tecnologia ao seu favor. Invista em ferramentas que serão um facilitador na execução das tarefas de sua empresa, e que irão satisfazer seus clientes, tornando eles fiéis aos seus produtos.

Pesquise um software que realmente funcione, que seja de qualidade e que você consiga através do mesmo, efetuar com excelência a automação comercial.

As pessoas também perguntam

O que faz um serviço de automação comercial?

O serviço de automação comercial serve para apoiar as rotinas dos colaboradores, muitas vezes é este serviço que assume as responsabilidades nos processos operacionais, no atendimento ao cliente e também no momento de gerar notas fiscais.

Quem pode trabalhar com automação comercial?

A pessoa que tem interesse em trabalhar com automação comercial necessita de conhecimento em Ciências Exatas. O tempo médio de um curso dessa área está em torno de 3 anos, e em alguns casos é dividido em automação, controle e práticas de laboratório para aumentar a produção de máquinas.

Quais são os três tipos de automação?

Podem ser categorizados os seguintes tipos de automação:

  • Fixa;
  • Programada;
  • Flexível.

Quanto ganha quem faz automação?

O salário de um Técnico em Automação está em torno de R$ 3.450,00, porém tudo depende do nível de experiência, esse salário é apenas a média. Se o colaborador possui pouco tempo de experiência ele pode receber menos, mas quem já está no mercado à mais tempo pode receber até R$ 5.000,00

GTIN: guia completo sobre o número de identificação de produtos

GTIN: guia completo sobre o número de identificação de produtos

É bem provável que você já conheça o GTIN, mas não por esse nome. Sabe quando você passa um produto no caixa e o operador(a) não consegue bipar o código de barras e precisa digitar um número? Então, este número é o GTIN.

Conhecer sobre este código é essencial para empreendedores, principalmente porque ocorreram algumas mudanças que tornaram o seu uso obrigatório.

Neste guia completo, você aprenderá o que é o GTIN, suas funções, para que serve, como funciona e porque se tornou obrigatório.

O que é o código GTIN?

GTIN é a sigla de Global Trade Item Number, que em sua livre tradução significa Número Global do Item Comercial. Assim, trata-se de um código de identificação do produto, ou seja, os fabricantes utilizam este número para identificar exclusivamente cada produto dentro do mercado global.

Entretanto, podemos dizer que se trata de um “registro geral” dos produtos, cada um possui o seu com suas particularidades. Além disso, neles também ficam registradas algumas informações importantes sobre os produtos.

Esses números estão visíveis abaixo do código de barras, e as empresas que trabalham com vendas de mercadorias, devem fazer o cadastro dos seus produtos através do GS1 Brasil, somente assim poderão comercializá-los.

GTIN

Como este código é composto?

Sua estrutura mais comum é composta por 13 dígitos, mas também pode ser formada por 8, 12 ou por 14 dígitos e são eles que identificam o produto cadastrado.

Confira alguns pontos importantes sobre a composição dos códigos:

  • Eles são específicos e exclusivos para os produtos;
  • Podem ser cadastrados conforme necessário;
  • GTIN com 8 dígitos (GTIN-8): está codificado no código de barras EAN-8;
  • GTIN com 12 dígitos (GTIN-12): utiliza-se no código de barras UPC-A;
  • GTIN com 13 dígitos (GTIN-13): está codificado no EAN-13;
  • GTIN com 14 dígitos (GTIN-14): está codificado no DUN-14.

Vale ressaltar que quando utiliza-se um código GTIN para determinado produto, esse padrão se torna utilizado somente para aquele item.

Qual a importância do GTIN

Primeiramente, ele se tornou ainda mais importante pelo fato de sua obrigatoriedade, e além de garantir maior segurança nas informações dos produtos, faz com que sua empresa aumente as chances de venda.

Além disso, algumas grandes marcas do varejo como a Amazon, exigem o GTIN, tornando este código ainda mais importante.

Tipos de identificadores exclusivos de produto

Os identificadores de produto exclusivos, também conhecidos pela sigla UPIs, são aqueles números que identificam cada item. Além disso, quem atribui esses identificadores são os próprios fabricantes para distinguir os produtos e facilitar a pesquisa dos mesmos.

Assim, se suas vendas no comércio varejista possuem produtos iguais aos do concorrente, os identificadores exclusivos serão os mesmos.

Vale ressaltar que nem todos os produtos possuem um identificador exclusivo. Entretanto, é importante fornecê-los corretamente. Confira os tipos de identificadores exclusivos de produto:

GTIN UPC

Este identificador exclusivo de produto é utilizado principalmente na América Latina. Em suma, trata-se de um código universal de produto, sendo definido pela sigla em inglês UPC, mas também é conhecido como GTIN-12 e UPC-A.

Logo, este identificador é composto por 12 dígitos e normalmente associado a um código de barras impresso nas mercadorias.

GTIN EAN

Utilizam este identificador exclusivo de produto fora da América do Norte. Aliás, seu número de artigo é europeu e também o conhecem como GTIN-13.

Dessa forma, ele é composto, normalmente, por 13 dígitos numéricos, salvo em alguns casos que são 8 ou 14 dígitos.

GTIN JAN

A princípio, utilizam este identificador exclusivo de produtos somente no Japão. Da mesma forma que o GTIN EAN, o conhecem como GTIN-13. Porém, o GTIN JAN pode ser composto apenas por 13 ou 8 dígitos.

GTIN ISBN

Utilizam este código globalmente, pois trata-se de um número padrão internacional para identificar livros. Além disso, este identificador exclusivo de produto pode ser dividido em dois. São eles:

  1. ISBN-10: Este código possui 10 dígitos numéricos e o último número pode ser X, ou seja, que representa o número 10. Porém, este formato está suspenso desde 2007, e por isso nem todos os livros possuem representação por ISBN-10.
  2. ISBN-13: Este código possui 13 dígitos e todos iniciam com as sequências numéricas 978 ou 979, salvo alguns casos. Assim, trata-se de um identificador exclusivo para livros e aparece nos publicados a partir do ano de 1970, localizados na parte de trás.

Marca

Trata-se da marca de produtos e seu uso é global. Dessa forma, precisa estar sempre visível na embalagem do produto ou em sua etiqueta.

MPN

MPN refere-se ao número da peça do fabricante (identifica exclusivamente o produto do específico fabricante) e seu uso também é global. Outrossim, este código possui números alfanuméricos, ou seja, vários tamanhos.

ITF-14

ITF-14 trata-se do código utilizado para identificar aqueles produtos iguais que foram codificados com GTIN-12, GTIN-13, ou GTIN-8. Além disso, ele possui 14 dígitos e é indicado para as caixas de transporte, pois facilita a leitura.

GTIN

Como localizar um GTIN

Como já vimos anteriormente, o GTIN trata-se de um identificador único e universal para determinado produto. Dessa forma, para localizar o GTIN você deve consultar o código de barras de um produto, caso seja um livro é só consultar sua capa.

Caso você não encontre o código deve entrar em contato com o fabricante e solicitar. Outrossim, se você estiver fazendo uma revisão dos GTINs nas embalagens de seus produtos, pode fazer o download do aplicativo Barcode Scanner para facilitar esse processo.

Exemplos:

Como existem diferentes tipos de GTINs, também há diversas formas de localizá-los. Veja alguns tipos e o processo necessário para encontrá-los:

UPC

Este GTIN é encontrado em produtos que são fabricados nos Estados Unidos, ou seja, são os códigos com 12 dígitos abaixo do código de barras. Aliás, códigos UPC-E com 8 dígitos devem ser convertidos para códigos UPC-A com 12 dígitos.

Código GTIN de 8 dígitos.
8 dígitos
Código GTIN de 12 dígitos.
12 dígitos

EAN, JAN ou ISBN

Você irá encontrar este tipo de GTIN em produtos que são vendidos na Europa e no Japão, e também em livros que são vendidos no mundo inteiro.

Código GTIN de 13 dígitos.
13 dígitos

ITF-14

É possível encontrar este GTIN em produtos de multipacks, como caixas de papelão.

Código GTIN de 14 dígitos.
14 dígitos

Onde fica o GTIN na Nota Fiscal?

Não podemos localizar o GTIN na nota, pois quando o DANFE é gerado, o número de identificação do produto não aparece. Entretanto, seu preenchimento deve ocorrer normalmente no momento de inserir os dados no sistema. Confira o exemplo do sistema eGestor:

Assim, ele é inserido no momento de gerar a nota, não aparece no DANFE, mas pode ser encontrado no XML, normalmente ainda aparece como EAN.

Como gerar o GTIN

Primeiramente, é importante que você esteja filiado ao GS1 Brasil, pois só assim você consegue gerar o código EAN/GTIN. Logo após, você recebe um código de acesso do CNP (Cadastro Nacional de Produtos).

Dessa forma, você consegue seguir com a geração dos códigos que forem necessários. E todos passam a ser gerados dentro do CNP.

Vale relembrar que gera-se o código através da fábrica, ou seja, se você for um revendedor não precisa se preocupar com o GTIN, pois é bem provável que ele já esteja inserido nos produtos, então você pode fazer a conferência nas embalagens.

O que é GS1 Brasil?

GS1 é a Associação Brasileira de Automação, ou seja, trata-se do órgão que regula, desenvolve e aplica padrões para o GTIN. Essa organização faz com que seu produto possua um código de barras oficial.

A empresa está no mercado há mais de 40 anos, operando em diversas empresas de um total de 112 países. Além do EAN/GTIN ela oferece outros produtos, por se tratar de um negócio que centraliza a emissão de códigos no mundo todo.

3 passos para a geração do GTIN

Confira o passo a passo para filiar sua empresa ao GS1:

  1. Fazer o cadastro no site do GS1: a primeira ação deve ser o cadastro online acessando o site da GS1. Nesta etapa, você deve enviar os documentos solicitados e assinar o contrato digital.
  2. Efetuar o pagamento da anuidade: depois de fazer o cadastro e envio dos documentos, é necessário efetuar o pagamento. Além disso, você pode escolher se vai receber o boleto por email ou se vai ser por meio de depósito.
  3. Liberação do acesso ao CNP para gerar o código de barras: após a confirmação do pagamento o acesso ao CNP é liberado. Além disso, é nesta etapa que sua empresa recebe um software com a função de providenciar códigos de barras para os seus produtos.

Identificação de produtos

Bom, você já sabe que a identificação dos produtos se dá por meio do GTIN (número que aparece embaixo do código de barras). Mas vale ressaltar que as plataformas online também fazem uso do GTIN para identificar os itens.

Confira uma imagem ilustrando de modo geral o que cada ponto significa:

GTIN

Entretanto, agora listaremos as estruturas dos códigos, para facilitar seu entendimento sobre o GTIN.

GTIN-13 – Estrutura

GTIN-13 é o código com 13 dígitos que faz a identificação do produto. Aliás, este código também é conhecido como EAN, pois era essa a sua nomenclatura antes de ser GTIN.

Sua utilização ocorre tanto nas lojas físicas quanto nas lojas virtuais (e-commerce), conforme o exemplo: 7898357410015

Prefixo GS1 de Empresa / Referência do item Dígito Verificador
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7 N8 N9 N10 N11 N12 N13

GTIN-14 – Estrutura

O GTIN-14 é conhecido popularmente como DUN-14, e utiliza-se esse código em caixas de embarque que tenham diversas quantidades dos mesmos produtos .

Normalmente este código é lido nos pontos de vendas, mas existem alguns atacarejos que possuem um sistema específico para leitura.

Indicador GTIN de itens contidos (sem dígito verificador)
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7 N8 N9 N10 N11 N12 N13

GTIN-12 – Estrutura

O GTIN-12 é bastante utilizado na América do Norte, mais especificamente nos Estados Unidos. Inicialmente seu objetivo era focar nas identificações dos produtos para os pontos de venda no varejo, mas acabou sendo destinada para as indústrias.

Prefixo GS1 de Empresa / Referência do item Dígito Verificador
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7 N8 N9 N10 N11 N12 N13

GTIN-8 – Estrutura (atribuído um-a-um)

O GTIN-8 refere-se aos códigos que estão inseridos em produtos pequenos, ou seja, eles não comportam o tamanho da imagem de um GTIN-13. Assim, é necessário adicionar o código com 8 dígitos por causa de suas dimensões.

Dessa forma, devem se atentar em alguns pontos específicos para determinar que um produto irá receber um GTIN-8. São eles:

  • O produto deve ser retangular ou quadrado e possuir uma área menor ou igual a 80cm²;
  • A área da etiqueta deve ser menor que 40cm²;
  • O produto deve ser em formato cilṕindrico e possui um diâmetro menor que 30mm.
Prefixo GS1-8 / Referência do item Dígito Verificador
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7 N8

Obrigatoriedade do GTIN na Nota Fiscal

Antes de mais nada, é importante saber que a obrigatoriedade se trata de uma das grandes novidades do GTIN, e o início deste processo foi em 12 de setembro de 2022.

Assim, a utilização do GTIN tornou-se obrigatória na NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), conforme as publicações na Nota Técnica 2021.003 v1.20 feitas pela SEFAZ, mas apenas para medicamentos, brinquedos e cigarros.

Em suma, essa obrigação foi dividida em duas fases:

Fase 1: essa fase refere-se ao dia 12 de setembro de 2022, onde inicia a obrigatoriedade para itens da indústria farmacêutica, para brinquedos e também tabacos.

Fase 2: a segunda fase entra em vigor a partir de junho de 2023, onde o GTIN se tornará obrigatório em todas as transações comerciais, independente do segmento.

Como saber se o GTIN é válido?

Os GTINs acabaram se tornando muito importantes e se estiverem errados não serão aceitos na Amazon ou em outros canais comerciais. Dessa forma, a maioria dos mercados e sistemas de e-commerce utilizam o GTIN para identificação dos produtos.

Assim, com o aumento das vendas onlines, sistemas e plataformas de e-commerce, se tornou necessário garantir a separação de diferentes produtos comerciais.

Em suma, para saber se o GTIN é válido você precisa efetuar um cálculo específico, mas por sorte a GS1 oferece tudo que é necessário para lidar com o código de verificação. Além disso, oferece uma calculadora de dígito de verificação. Aliás, para calcular basta inserir os números que compõem o GTIN, menos o N14.

Entretanto, você também pode calcular o dígito verificador de forma manual, conforme o exemplo abaixo:

GTIN

Benefícios do GTIN

Existem diversos benefícios ao usar o GTIN, pois a geração do código de identificação é muito importante para a automação da gestão de produtos. Assim, sua empresa também acaba se beneficiando.

Confira quais são os benefícios:

Dados melhores para gerar uma experiência melhor

A princípio, melhorar os dados dos produtos levam a melhores experiências dos usuários e um maior envolvimento com a marca de seu negócio. Dessa forma, quanto mais informações você adicionar em um produto, maior será a facilidade de encontrar o mesmo.

Além disso, ao adicionar o GTIN, durante uma pesquisa você não precisa associar a uma palavra chave, pois a busca é clara.

Maior número de impressões e conversões no Google Shopping

As impressões são os ganhos atribuídos a habilidade de efetuar um bom trabalho no cadastro de produtos. Assim, é possível aumentar as chances de aparecer no Google Shopping para comprar virtualmente.

Os comerciantes que investem nesses indicadores conseguem 40% a mais de impressões, além de obterem a oportunidade de aparecer no YouTube, e em outros parceiros de busca.

Ainda melhor que isso, são as conversões, pois com elas aprendemos a nos importar não só com quem viu o anúncio, mas também com aqueles clientes que efetuaram a compra. Dessa forma, fornecer ao Google o GTIN correto para um produto específico, pode ocorrer um aumento na taxa de conversão de até 20%.

Redução de erros

As falhas são diminuídas significativamente, pois com o GTIN os números deixam de ser inseridos manualmente, evitando possíveis erros durante a digitação. Além disso, a tecnologia permite que sejam utilizadas máquinas para a identificação dos códigos.

Assim, não há nenhum risco de acontecer falhas humanas, minimizando a ocorrência de imprevistos e também de retrabalho.

Agilidade Operacional

Outra vantagem do GTIN são as suas operações feitas por meio de equipamentos que fazem a leitura do código com agilidade. Este processo faz com que haja um aumento na produtividade do negócio.

Com isso, é possível otimizar as tarefas, realizando um número maior de atividades em um tempo bastante reduzido.

Rastreabilidade

Primeiramente, ter uma maior visibilidade ajuda na realização das entregas e evita que produtos fiquem armazenados no estoque, auxiliando na realização de estratégias.

Dessa forma, o uso do código de barras permite que seja mais fácil a identificação da mercadoria, acompanhando de forma ágil e prática, sua jornada até o ponto de venda.

GTIN
GTIN

Considerações finais

Em conclusão, agora ficou mais fácil a sua compreensão sobre o GTIN (código para produtos e matérias-primas utilizado para identificação). Assim, vale lembrar que sua administração se dá por meio do GS1.

Recentemente, ocorreram alguns lançamentos de novas normas do GTIN. Por isso, a importância de sempre buscar por novas informações e se preparar para usufruir do melhor que este código pode oferecer,

Sendo assim, sempre que você precisar ou achar necessário, volte aqui neste guia completo sobre o GTIN e continue com sucesso em suas vendas utilizando o código de verificação.

Perguntas frequentes sobre o GTIN

O que é o código GTIN?

GTIN é a sigla de “Global Trade Item Number”, ou seja, trata-se de um código identificador de produtos que foi desenvolvido pela GS1, anteriormente este código era chamado de EAN.

Onde fica o GTIN na nota fiscal?

O GTIN não aparece no DANFE, mas é localizado no XML da nota fiscal. Assim, devemos inseri-lo no momento de preencher os campos da nota.

Como conseguir o GTIN?

Para conseguir o GTIN você deve se filiar ao GS1 e depois seguir 3 passos importantes. São eles:

  1. Fazer cadastro no site do GS1;
  2. Efetuar o pagamento da anuidade;
  3. Gerar o código de barras após a liberação do acesso ao CNP.

Como saber se o GTIN é válido?

Para saber se o GTIN é válido você precisa efetuar um cálculo específico, mas o site do GS1 fornece todo o suporte para este processo, até mesmo uma calculadora de dígito de verificação. Além disso, você pode efetuar o cálculo manualmente.

Crescer profissionalmente: 8 dicas para chegar lá

Crescer profissionalmente: 8 dicas para chegar lá

Está se sentindo estagnado na sua carreira? Crescer profissionalmente é mais que mérito ou um sonho inalcançável. É possível, mas é também uma decisão. Alcançar novos degraus, novos cargos envolve, também, se aprimorar. 

Você provavelmente já se deparou com dezenas de textos que te prometem dar um resultado rápido na carreira, não é mesmo? Acredite, não há mágica, é uma questão de esforço mesmo. Por exemplo, aprender um novo idioma ou fazer um curso de aperfeiçoamento profissional pode ser um bom início!

8 dicas para crescer profissionalmente

Se você está aqui, parabéns. O primeiro passo para crescer profissionalmente já foi dado! Você já está mostrando que tem disposição para agir e indo atrás de  mais informações. Agora, veja X dicas práticas para você trilhar esse caminho de sucesso. 

1- Aprender uma nova língua

O mercado de trabalho está saturado de bons profissionais. É um desafio extremo conseguir se diferenciar entre milhares de currículos que as empresas recebem todos os dias.  Então é necessário ter habilidades que nem todos os profissionais possuem.

Uma boa dica para alcançar o cargo que quer é aprender uma nova língua. Parece até clichê falar, mas um “inglês fluente” faz muita diferença no currículo. Por isso, se quer começar por algum lugar, comece por aí. 

Um levantamento da Catho mostra que, depois do inglês e espanhol, os idiomas mais requisitados pelas empresas são:

  • francês
  • japonês
  • alemão
  • italiano
  • e mandarim 

Você ainda terá a oportunidade de falar com pessoas de outros países e de ampliar o seu networking.

2- Faça cursos para se atualizar

É muito fácil nos acomodar com os conhecimentos que já temos, não é? Mas não devemos. Afinal, sempre estão surgindo não só novos desafios e tecnologias no mercado de trabalho, como novas profissões. Uma maneira diferente de abordar um projeto, uma tecnologia nova, uma ferramenta…

Procure sempre se manter atualizado ou atualizada com o que há de mais recente na sua profissão. Profissionais com conhecimento obsoleto não têm chances de alcançar posições maiores. 

É interessante também fazer cursos complementares à sua área de atuação, para que você consiga resolver mais rapidamente os desafios do dia a dia, em vez de depender o tempo todo de outros profissionais para te ajudar.

3- Faça um planejamento de carreira

Contudo, a energia que você gasta para se aprimorar tem que ser focada para o lugar certo. Não adianta ficar fazendo um milhão de cursos aleatórios só para enfeitar o seu currículo. Saiba o caminho que quer seguir e as competências que realmente são essenciais para você.

O ideal é fazer um planejamento de carreira. Seguem alguns passos para te ajudar nesse processo:

  • Defina o seu objetivo profissional
  • Levante suas habilidades e pontos fracos
  • Trace metas
  • Estipule um prazo para alcançá-las

4- Seja empático

Do faxineiro ou faxineira ao dono ou dona da empresa, tenha empatia pelos que o cercam. Coloque-se sempre no lugar do outro. Tente entender outras perspectivas de enxergar o negócio, de agir. Isso vai te trazer uma riqueza de visão.

Ser empático(a) é, também, saber trabalhar em equipe. Mostre-se disposto(a) a ajudar, a contribuir com os colegas e a transmitir o que você sabe aos outros. Você vai ganhar pontos com seus superiores se fizer isso. Além de se tornar um ser humano melhor e inspirar pessoas ao seu redor a fazer o bem.

5- Pratique a escuta ativa

Essa dica está um pouco relacionada com a  anterior. A escuta ativa é uma das ferramentas de comunicação mais poderosas que existem! Pessoas que praticam a escuta ativa são muito mais produtivas e trazem leveza ao ambiente de trabalho. Através dela, você não só aprende mais, como entende melhor o que precisa ser feito e também mostra ter mais empatia com as pessoas.

Como praticar a escuta ativa?

  • Evite distrações
  • Tenha o hábito de perguntar
  • Descanse na hora de descansar
  • Pratique meditação
  • Coloque-se no lugar do outro

6- Observe como profissionais de sucesso se comportam

A boa notícia é que você pode usar a internet a seu favor. Procure casos de sucesso, histórias de pessoas que começaram de baixo e alcançaram posições maiores. O Youtube é uma boa fonte de pesquisa e de motivação. 

Observe quais formações essa pessoa tem, por onde passou, livros que leu… Acompanhe a trajetória da pessoa e veja o que você consegue ou é capaz de repetir. Se possível, faça um curso com um desses profissionais que admira. 

É sobre dar uma ajudinha para os neurônios espelhos. Acredita-se que os

mamíferos – seres humanos incluídos – possuem esses neurônios, que têm a

capacidade de imitar o que vêem. Então se alimente de conteúdos de pessoas que você admira. 

7- Mantenha seu linkedin atualizado

Se você não tem um linkedin, faça! Se tem e não atualiza, eu tenho uma novidade para você: você precisa ser ativo no linkedin. O perfil do linkedin é uma vitrine profissional. Todas as grandes empresas estão lá. 

São mais de 850 milhões de usuários em 200 países e territórios e 90% dos recrutadores do mundo usam o Linkedin. 

Então já passou da hora de não só atualizar seu linkedin, mas também ser ativo por lá. O que isso significa?

  • faça publicações sobre o tema em que trabalha
  • publique certificados de curso para mostrar que está se atualizando
  • interaja com pessoas que são importantes no seu ramo
  • Faça network, peça conselhos para profissionais da rede e esteja disposto a fazer o mesmo

8- Se organize

Primeiro, arrume sua mesa de trabalho. Mostre para você mesmo que está tudo em ordem e que é importante para você cuidar daquele espaço. 

Depois, tenha o hábito de usar ferramentas de organização. Pode ser o Google agenda, Trello, Google Keep, Todoist, Evernote, Notion, e tantos outros.

Prefira ferramentas digitais, para não ter a desculpa de que perdeu a agenda ou não se lembrar de onde anotou. Organização é uma qualidade valiosa que vai aumentar sua produtividade. 

Toda empresa gosta de gente produtiva e organizada. 

Última dica? Comece hoje a colocar em prática essas dicas para crescer profissionalmente. Não há momento melhor do que agora para começar a construir o futuro que quer. 

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