O estoque mínimo é um método que ajuda o negócio a manter sempre um nível suficiente de mercadorias em estoque, sem correr o risco de sofrer uma falta de produtos para venda.
Para calcular o estoque mínimo, a fórmula é a seguinte: Estoque Mínimo = (Demanda diária média * Tempo médio de reposição do estoque em dias) + Estoque de Segurança
Você pode manter um controle do estoque mínimo com uma ferramenta especializada em controles gerenciais, como o eGestor.
O estoque mínimo é a quantidade mínima de produtos que devem ser mantidos pela empresa até o momento de solicitar uma nova compra do fornecedor. Para calcular o estoque mínimo é preciso multiplicar o consumo médio diário pelo tempo de reposição. Assim, para realizar este cálculo é necessário já possuir as informações de média de produtos vendidos por dia e o prazo de entrega do fornecedor.
Calcular o estoque mínimo é essencial para se ter uma ferramenta de apoio aos empresários, tanto na gestão de estoque, quanto no controle financeiro de seus negócios. Este é um conceito de extrema importância para evitar a ruptura de estoque. Mas também para manter uma quantidade de estoque que seja capaz de suportar a demanda. Quer saber de fato o que é estoque mínimo, como calcular e como aplicar este conceito na gestão de sua empresa? Então fique com a gente neste artigo!
O estoque mínimo é a quantidade de produtos que devem estar no estoque para atender a demanda. Assim, o estoque mínimo é o que a empresa precisa de produtos para cobrir o prazo de entrega dos fornecedores.
Em teoria, ao atingir a quantidade do estoque mínimo a empresa já precisa realizar uma nova ordem de compra ao fornecedor. Afinal, esse número indica que ela só possui estoque suficiente para cobrir a demanda do mercado até a próxima entrega.
É essa quantidade mínima que deve ser mantida e armazenada para evitar falta de estoque durante o período necessário para a reposição de produtos que obtiveram saída.
É importante ressaltar que a necessidade de estoque mínimo poderá variar de acordo com as diferentes empresas. Uma empresa de comércio varejista, por exemplo, precisa armazenar estoques para atender os clientes de uma forma imediata. Enquanto isso, uma indústria que tem foco na produção, deve se preocupar com a quantidade de insumos e matéria prima.
O estoque mínimo também é chamado de estoque de segurançaou estoque de reserva.
O que é estoque máximo
O estoque máximo é a soma de todos os produtos que estão em estoque. Assim, o estoque máximo é o limite que o estoque do negócio tem para armazenar as mercadorias. Para calcular o estoque máximo, basta utilizar a seguinte fórmula:
Estoque máximo = estoque mínimo + lote de reposição
Qual a diferença entre estoque mínimo e estoque máximo
Se o estoque mínimo tem como principal objetivo evitar a ruptura de estoque e assim eliminar qualquer chance de a sua empresa vir a perder oportunidades de venda pelo fato de não possuir determinado item e não conseguir atender a demanda, o estoque máximo evita a compra de produtos em excesso, que podem vir a estragar ou simplesmente ficarem sem saída no estoque. Portanto, o estoque máximo é essencial para evitar desperdício de recursos da sua empresa.
Supondo que sejam comprados 45 unidades de reposição e utilizando o valor de estoque mínimo citado no exemplo anterior (60), o valor do estoque máximo seria de 105 unidades (60 + 45). Utilizando indicadores como o estoque mínimo e o estoque máximo no processo de controle de estoque em sua empresa, você certamente não terá problemas com falta ou excedente de produtos e conseguirá realizar essa gestão de uma forma totalmente equilibrada.
Entretanto, deve-se ressaltar que o estoque máximo pode variar de acordo com o custo de aquisição de um determinado produto e é claro, da capacidade de sua empresa armazenar determinada quantidade de estoque.
Como calcular o estoque mínimo?
Para se obter o estoque mínimo, deve-se utilizar a seguinte fórmula:
Estoque mínimo = consumo médio diário x tempo de reposição
E, para calcular o consumo médio diário pode se utilizar a fórmula:
Consumo médio diário = consumo das mercadorias em um determinado período / dias deste período
O consumo médio diário é muito simples de ser calculado mas, para isso, você precisa ter o registro das vendas realizadas pela empresa. Com este registro em mãos basta dividir a quantidade de produtos vendidos no último mês, por exemplo, pela quantidade de dias. Este resultado será o seu consumo médio diário do produto.
Caso o valor seja negativo não tem problema, isso apenas quer dizer que você vende, em média, menos do que uma unidade do produto por dia.
Exemplo de cálculo de estoque mínimo
Vamos supor que um determinado produto obteve um consumo de 120 unidades em um mês. Logo, seu consumo médio diário será de 4 unidades (120 / 30 dias). Se o tempo de reposição desta mercadoria em questão for de 15 dias, o estoque mínimo será de 60 unidades, número obtido através da multiplicação do consumo médio diário (4 unidades) pelo tempo de reposição (15 dias).
Isso quer dizer que ao chegar em 60 unidades é o momento de solicitar uma nova compra do fornecedor, e não deverá ter problemas com a falta de produtos em estoque até que as novas unidades das mercadorias cheguem na sua empresa.
Além desta quantidade, ainda é possível estabelecer uma margem adicional de segurança, para evitar qualquer possibilidade de ruptura de estoque, que nada mais é do que a falta de itens. Se essa margem de segurança for de 15%, a quantidade adicional armazenada será de 9 unidades (60 + 15%).
Um aviso importante sobre o estoque mínimo é que ele deve ser calculado de maneira diferente em datas comemorativas ou sazonalidades que o seu negócio pode enfrentar. Se feriados como natal, ano novo e carnaval influenciam, para mais ou para menos, na sua quantidade de vendas, esteja atento antes de repetir este processo perto dessa época.
Qual a importância do estoque mínimo
O estoque mínimo é importante porque auxilia no controle de estoque na hora do planejamento, porque ele indica o mínimo que o negócio precisa em produtos para seguir funcionando.
Considerando que o estoque é um dos principais ativos da empresa, é importante que se faça um controle preciso, a fim de não ter prejuízo. Assim, ter a métrica de qual é a quantidade mínima que a empresa precisa para seguir comercializando garante esse bom funcionamento.
Se o estoque não tiver a quantidade necessária, seu cliente fica sem o produto e a empresa perde a venda.
Empresas que trabalham com produtos perecíveis, principalmente, devem estar atentas ao estoque mínimo. Afinal, esses produtos, caso não vendidos, representam prejuízo no caixa.
Quais são os aspectos mais importantes na gestão do estoque
O estoque possui vários indicadores e métodos para o controle. Afinal, ter estoque de mais é um problema; mas estoque de menos também é.
Assim, para fazer um bom controle de estoque, alguns aspectos são mais importantes.
Produtos mais vendidos
Saber quais são os produtos que o negócio mais vende é um aspecto muito importante. Essa informação pode definir as próximas compras e futuras campanhas do negócio.
Para quem realiza o controle de estoque mínimo, esse dado é ainda mais importante. Uma vez que se tem o conhecimento dos produtos mais vendidos, de acordo com a sazonalidade, o número é mais específico. E assim, facilita na hora de saber a quantidade que se deve comprar do fornecedor.
Produtos mais rentáveis
A curva ABC é uma ferramenta de controle de estoque que indica para o responsável qual é o produto mais importante, ou seja, qual traz mais faturamento e tem mais saída. Essa ferramenta parte do princípio que 20% dos produtos são responsáveis por 80% das vendas.
Assim, saber quais são os produtos que trazem mais receita faz com que se saiba quais são os produtos que se deve dar mais ênfase. E, consequentemente, esses produtos trazem mais dinheiro para o caixa.
Vantagens do estoque mínimo
Uma das principais vantagens do uso do estoque mínimo na empresa é a redução de gastos e o aumento do faturamento.
Essa redução acontece porque com menos produtos no estoque, o controle de estoque se torna mais fácil e mais rápido. Também, não são gastos altos valores com estrutura e logística. Assim, as chances de erros no controle também diminuem.
Dessa forma, o fluxo de vendas e compra ou produção também é simplificado. Isso permite ainda uma equipe e prazos de entrega menores.
Ter um limite de produtos em estoque faz com que os produtos não fiquem parados, e que não haja prejuízo, uma vez que esses produtos são parte do faturamento do negócio.
Desvantagens do estoque mínimo
Uma das maiores desvantagens do estoque mínimo é a dependência dos fornecedores. Uma vez que a empresa precisa do produto no momento certo, não há margem para negociação ou para erros.
Mas, algo que pode ser uma desvantagem caso não seja bem feito, é que o estoque mínimo requer um controle exato. Isso significa que não há margem para erros de cálculos, por exemplo.
Consequências de não controlar o estoque mínimo
Não controlar as quantidades de estoque mínimo pode trazer graves consequências para a empresa. Caso o produto fique em falta no estoque antes de chegarem as novas unidades, o cliente que já estava tendendo a comprar em sua empresa passa a ver como opção a compra em um concorrente.
Uma situação ainda pior para a falta de estoque é quando dois ou mais produtos costumam ser comprados juntos. Caso você não tenha um deles, perde a venda do produto em falta e ainda diminui a venda do produto que costuma ser vendido em conjunto.
Porque utilizar um sistema de controle de estoque?
A partir de um sistema de controle de estoque você pode cadastrar todas as suas compras e vendas e acompanhar o fluxo de entrada e saída de seus produtos no estoque de uma forma totalmente automatizada.
O sistema também possibilita a geração de uma série de relatórios referentes ao seu estoque, como ABC de produtos vendidos, margem de contribuição de cada produto, estoque mínimo e muitos outros importantes indicadores para embasar as suas tomadas de decisões.
EBITDA é um indicador que representa o lucro de uma empresa antes da subtração dos juros, impostos, depreciação e amortização. Em português a sigla deste indicador é LAJIDA. A fórmula do EBITDA é:
Este é um indicador muito controverso entre os maiores especialistas de análise de empresas do mundo. Charlie Munger, sócio de Warren Buffet em sua empresa de investimentos Berkshire Hathaway, rotula o EBITDA como “Lucro de mentirinha”, já que impostos, juros e depreciação são gastos reais para qualquer empresa, mesmo que ainda não tenham sido executados. Warren Buffet também simpatiza deste ponto de vista, e complementa ao afirmar que “são incríveis as coisas que pessoas com alto QI são capazes de fazer para racionalizar suas próprias carteiras”, se referindo ao esforço mental executado por altos executivos para evitar encarar a realidade dos números.
Essa informação é utilizada, principalmente, para mostrar que o processo de venda dos produtos ou serviços, pode gerar caixa quando desconsiderados alguns custos muito reais que a empresa possui.
O que é o EBITDA
EBITDA significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Em inglês, a sigla EBITDA significa Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Também conhecido como LAJIDA, o EBITDA é um indicador financeiro simples e eficiente quando falamos sobre o maior do resultado de seu negócio.
Portanto, o EBITDA é um indicador financeiro utilizado para medir a quantidade de recursos através das atividades da mesma. Dessa forma, é possível entender que a empresa consegue gerar valor em caixa.
O EBITDA não leva em conta fatores como impostos, taxas, depreciações e amortizações. Isso porque existe um indicador mais abrangente que leva em conta todos estes fatores – o EBIT.
Por exemplo: pense em uma empresa petroleira de sociedade anônima. Esta petrolífera possui atividades regulares que envolvem extração, refino, distribuição e comercialização de petróleo e derivados, que são atividades operacionais.
Quando a empresa divulga seu relatório periódico de rendimentos, ela disponibiliza uma série de indicadores de desempenho. Mas, o EBITDA irá considerar apenas o retorno financeiro que esta empresa teve com as atividades relacionadas às atividades-fim, ou seja, petróleo.
As empresas sempre são afetadas também por fatores externos ao seu controle ou sua rotina de produção. Por isso, apenas a análise dos resultados finais (lucros ou prejuízos) não são suficientes para avaliar o real desempenho do negócio. Sendo assim, o EBITDA é um indicador bastante eficaz para projetar os resultados de uma empresa de acordo com sua performance, efetividade e habilidade de vender, e não fatores relacionados à externalidade e ao mercado de ações.
O primeiro passo para calcular o EBITDA é ter o lucro operacional. Esse valor pode ser alcançado através de uma fórmula:
Lucro operacional = Receita líquida de vendas – Custo dos produtos vendidos – Despesas operacionais
É importante destacar que a definição de lucro operacional não considera o resultado financeiro. Para calcular o indicador EBITDA, é necessário adicionar ao lucro operacional a amortização e a depreciação inclusas no CMV e nos custos operacionais. Isto acontece pois estas contas não demonstram baixas no caixa efetivo daquele período.
As regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não obriga as empresas a divulgar periodicamente o EBITDA. No entanto, a maioria delas já os divulga junto a seus relatórios, o que facilita o trabalho dos analistas financeiros. No entanto, as diferentes metodologias que cada empresa aplica no cálculo é criticada pelos economistas, principalmente em relação a itens extraordinários.
O que é o Lucro operacional
O lucro operacional é o lucro gerado exclusivamente pela operação do negócio, como o próprio nome já diz. Para saber o lucro operacional de uma empresa é preciso deixar de lado todos os tipos de despesas administrativas e comerciais do negócio, além de descontar as despesas operacionais. O lucro operacional proporciona uma visão precisa sobre os resultados financeiros da empresa.
Ainda, na fórmula utilizada para calcular o EBITDA, é utilizado o valor do CMV, ou Custo de Mercadoria Vendida. Isso acontece porque essas contas não demonstram baixas no caixa efetivo daquele período.
A fórmula para calcular o lucro operacional é a seguinte:
Depreciação nada mais é do que a apuração de determinado valor de um ativo financeiro, ou seja, é uma redução de determinados valores, seja por motivos de desgaste ou então de perda de sua vida útil, que pode ocorrer por ação da natureza, humana ou por obsolescência.
Já as amortizações ocorrem de uma maneira parecida: elas consistem em uma alocação dos valores amortizáveis, como as dívidas, por exemplo, que são ativos intangíveis. A diferença entre uma amortização e uma depreciação, portanto, está no que diz respeito à imposição: enquanto a depreciação se impõe sobre ativos físicos, como uma mesa de trabalho, por exemplo, a amortização se impõe sobre ativos intangíveis, que são direitos ou despesas com prazo limitado por questões legais ou contratuais.
Como analisar o EBITDA
O EBITDA é um índice muito relevante para qualquer análise de desempenho e rendimento de uma empresa. Mas por si só, o EBITDA é um dado quase incompleto. Por isso, nas análises feitas pelos avaliadores, o EBITDA sempre é associado a outros indicadores, para refletir sobre a viabilidade de investimento em determinados negócios.
Portanto, ao investirem, tente fazer a análise mais macro possível. É possível que uma empresa possua em seus relatórios um EBITDA realmente gigantesco. Mas, na prática, ela mal tem dinheiro para pagar o salário de seus funcionários. Esta diferença pode acontecer pelo fato do EBITDA analisar apenas as contas de resultado final, independentemente da movimentação de patrimônio do negócio.
Manipulações contábeis e outras falhas de informação também podem atrair investidores que eventualmente se deixem levar apenas por um EBITDA altamente atrativo. Antes de investir em alguma empresa, avalie todos os relatórios e indicadores sobre ela disponíveis para comparar o EBITDA com receitas, dívidas, fluxo de caixa, liquidez e outras variáveis.
Desta forma, isto garante baixos riscos e grandes oportunidades.
Vantagens e desvantagens do EBITDA
O EBITDA é um indicador financeiro que apresenta algumas vantagens e benefícios para as empresas, confira algumas delas:
Vantagens do EBITDA
É uma importante ferramenta que proporciona determinar os números relacionados a produtividade e eficiência de um negócio, pois não inclui em seu cálculo os efeitos de decisões contábeis e financiamentos;
Se o EBITDA de uma empresa aumenta no decorrer dos anos, é possível verificar que a empresa possui uma capacidade de promover a eficiência e produtividade;
Se feita uma comparação do EBITDA entre diferentes empresas, este processo possibilita uma precisa análise de competitividade entre elas no mercado;
As comparações de EBITDA podem ser feitas até entre empresas de países diferentes, já que se trata de um indicador universal. Esta comparação pode ser feita, pois são deixadas de lado questões locais, como a tributação;
Desvantagens do EBITDA
Entretanto, o EBITDA não é um indicador perfeito. Veja quais são as desvantagens:
Apesar de importante, ele não deve servir como o único indicador para as empresas, pois ele não engloba uma possível alta alavancagem. O que pode comprometer o caixa e os resultados da empresa no futuro;
Em casos de a empresa investir em ativos financeiros, o EBITDA pode não ser um indicador adequado. Isto porque não terá o seu esforço econômico beneficiado recompensado através do EBITDA e os valores destes ativos irão passar batidos neste tipo de análise.
O EBITDA não é capaz de indicar a liquidez de uma empresa, que é um aspecto essencial para compreender o real valor de uma empresa.
O EBITDA positivo pode esconder alguns prejuízos financeiros da empresa. É preciso ficar atento;
O que é um bom EBITDA
Basicamente, para ser bom, o EBITDA precisa ser positivo. Normalmente ele é calculado com um percentual. Por exemplo, a mesma petrolífera tem um EBITDA de R$ 244.000,00 e uma receita líquida de R$ 1.200.000,00. Assim, a margem é de 0,20 ou 20%.
O cálculo para saber o valor da margem é:
(EBITDA / Receita líquida) x 100
Mas, fique atento. Uma empresa que possui um valor de EBITDA alto, pode muitas vezes ter uma margem baixa, dependendo da sua receita.
Diferença entre EBIT e EBITDA
O EBIT (Earnings Before Interest and Taxes), que em português significa Lucro antes dos Juros e Tributos, é assim como o EBITDA também é um importante indicador para as empresas. Mas a principal diferença para o primeiro é que o EBIT ao contrário do EBITDA considera no seu cálculo os efeitos das depreciações e amortizações, enquanto o EBITDA não considera.
O EBIT mostra o lucro operacional da empresa, sem contar os resultados financeiros, dividendos e juros sobre o capital próprio. O EBIT é calculado a partir da equivalência patrimonial e outros resultados não operacionais da empresa. Este indicador financeiro é responsável por mostrar qual foi o verdadeiro lucro contábil obtido pela empresa em determinado período relacionado especificamente às atividades operacionais do negócio, ou seja, somente em relação às atividades fim da empresa.
Afinal, devo confiar no EBITDA?
Portanto, o EBITDA é sim um bom indicador para analisar a lucratividade da atividade principal de uma empresa, entretanto é preciso utilizá-lo de uma forma correta devido às limitações que apresentamos anteriormente, principalmente em relação a liquidez da empresa, que não pode ser indicada pelo EBITDA.
É interessante o uso do EBITDA, mas não deve ser a única ferramenta de análise para as empresas. Outro fator que corrobora para isto é em relação ao valor de reinvestimento necessário para os ativos dos próximos anos que também não pode ser indicado por este indicador, o que pode gerar uma visão imprecisa da situação financeira da empresa.
O DRE
O lucro operacional está dentro do DRE, que é o Demonstrativo Resultado do Exercício, que pode ser calculado a partir do Sistema eGestor, que também realiza várias outras importantes funções na gestão empresarial. Portanto, o DRE nada mais é do que um resumo dos resultados financeiros da empresa em um determinado período, que geralmente é calculado de uma forma anual. É uma ótima ferramenta para realizar a mensuração dos mais variados empreendimentos.
Onde o EBITDA é aplicado na economia?
O EBITDA é um indicador muito utilizado para medir a eficiência e a produtividade de uma empresa, justamente por não levar em conta os efeitos financeiros e eventuais decisões contábeis dos negócios. Pode medir com maior precisão em uma análise dos resultados de uma empresa, ou seja, de onde pode estar vindo o ganho de lucros ou de onde pode ser proveniente um eventual prejuízo. Assim como o percentual de venda, o EBITDA também serve para comparar a eficiência das empresas dentro de uma determinada área de atuação no mercado.
Os investidores ficam de olho na variação do EBITDA das empresas a fim de avaliar em quem vale a pena injetar capital e de quais empresas eles devem “passar longe”. Afinal, a alteração deste indicador costuma denunciar sintomas de melhora produtiva ou pioras consideráveis que devem ser sempre consideradas. Se o EBITDA aumenta, a empresa está conseguindo ser mais produtiva. Se o indicador diminuir, há algo de errado com aquele empreendimento.
No entanto, ressalvas também precisam ser feitas. O EBITDA pode dar uma falsa impressão de que a empresa possui efetiva liquidez, o que pode não ser verdade. Afinal, mesmo que uma empresa possua um bom capital produtivo, os dados relativos às dívidas, a depreciação e a amortização, além das variáveis do mercado financeiro, podem influenciar efetivamente sobre a liquidez daquele negócio. Em empresas que possuem ativos operacionais de vida curta, este fator deve ser ainda mais levado em conta.
eGestor
O eGestor é o sistema de gestão empresarial totalmente fácil e online para a sua micro ou pequena empresa. Através dele você pode realizar diversas funções extremamente importantes para o seu negócio como controle de estoque, controle financeiro, cadastro de clientes e fornecedores, emissão de notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para os seus clientes, geração de diversos relatórios, e muito mais!
Toda pessoa que se preze procura manter a sujeira fora de seu alcance. A higienização do ambiente e a conservação de pisos e carpetes pode ser suporte para a utilização de capachos, ou seja, tapetes feitos de material sintético com grande durabilidade.
Esse material oferece uma maior facilidade de limpeza, pois absorve toda a sujeira. Assim como acaba sendo rentável, pois não precisa gastar muito com materiais de limpeza para limpar grandes superfícies. Além disso, também pode ser utilizado como um artefato estético.
Montar uma fábrica de capachos pode ser bem rentável e simples de desenvolver. Alguns materiais oferecem facilidade na confecção e na matéria-prima, sendo produzidos de maneira ecologicamente correta. Você pode fazer capachos personalizados ou até mesmo tapetes para veículos.
Ao montar uma fábrica de capachos, você pode investir uma pequena quantidade de capital e ganhar muito dinheiro a partir das dicas que vamos listar de como abrir um fábrica.
O que devo saber ao iniciar essa atividade
A fabricação de tapetes de borracha pode ser uma excelente alternativa para os carros, pois garante uma proteção de assoalhos e carpete de veículos usados ou novos. Para convencer o consumidor, o produto deve ser resistente, esteticamente agradável, impermeável e conseguir forrar o assoalho do veículo e de outros locais. Ele facilita muito a limpeza e pode ser fabricado a partir de modelos sob medida para os mais diversos tipos de espaços.
Pode-se variar nas cores, sendo preto azul, cinza, grafite, vermelho e até azul, depende muito do gosto do cliente em como manter o visual interno. É uma ótima alternativa para pequenos empreendedores que querem iniciar algum negócio.
Como funciona a produção para os capachos de carros
O sistema de fabricação para capachos de automóveis é o de termoformagem, em que se utiliza a borracha como matéria-prima. O processo é bem simples. Você precisa preparar a massa da borracha, cortá-la em filetes com uma máquina específica de corte e colocá-la no molde que preferir.
Depois você prensa o material durante uns 90 segundos e retira do molde, cortando as rebarbas. O molde para prensagem é de aço ranhurado que é bem simples e de baixo custo, oferecendo assim uma alternativa para investimento de baixo custo.
Como é realizada a produção de tapetes sintéticos
Primeiramente, o empreendedor precisa buscar fornecedores de matéria-prima que são fibra de coco, fibra de sisal e vinil. Os produtos podem variar e depender do tipo de capacho que deseja montar. É preciso manter uma boa relação com os fornecedores. A massa de borracha, que uma das matérias primas principais, pode ser feita a partir de material reciclado, como os pneus.
Os materiais necessários para a fabricação de capachos mais personalizados são máquinas de cortar tapetes, que podem ser encontradas a menos de R$ 1 mil. Uma impressora plotter, que varia de preço conforme marca e utilidade. Uma bancada de cortes e compressor de ar para a pintura dos capachos.
O que mais preciso saber antes de abrir minha fábrica?
Além disso, para a produção desse artefato é necessário um local amplo e bem iluminado para não comprometer a elaboração dos capachos. Dentre demais espaços, é preciso de um depósito para as matérias-primas.
Os capachos feitos com material de vinil são os mais apropriados. Pois, o material é de fibra sintética e mais maleável. O de fibra de coco tem o mercado mais desaquecido e também possui um apelo ambiental. Apesar de ser uma fibra natural, este tipo de capacho não permite uma pintura mais minuciosa e também não pode ser lavado com frequência.
Os capachos de vinil possuem uma baixa redução de gastos. Apesar de não serem tão baratos, eles acabam sendo mais benéficos na relação custo-benefício, podendo assim garantir uma economia para o cliente pela alta durabilidade e fazer com que conquiste mais consumidores do seu produto.
Não é uma atividade que requer muita qualificação. Deve-se obter conhecimento de manuseio de determinadas máquinas e cortes sob medida. Você pode optar em vender o produto de porta em porta. Abrir a sua própria loja ou até mesmo oferecer os capachos de veículos para lojas de carros novos e usados.
Lembre-se sempre de estar com o serviço regularizado e manter o alvará de licença do município em que atuará. É um ramo que demanda dedicação e trabalho. Mas se feito com responsabilidade pode gerar bons retornos lucrativos e aumentar os seus negócios.
Nos demais, é fundamental que a sua empresa seja bem administrada. Esse é o pilar de toda empresa. Se não houver uma competência de gestão, sua ideia de empresa pode não sair como o que foi planejado.
Como funciona a administração desse tipo de serviço?
Uma fábrica de capachos demanda uma aptidão administrativa. É preciso de um controle financeiro para não deixar que a empresa tenha o risco de obter perdas. O fluxo de caixa também é algo essencial. Ter um controle de vendas dos tapetes, gastos com material e outros serviços diários ajuda a construir um melhor desenvolvimento administrativo da sua empresa.
Sempre é necessário fazer o controle de estoque, emitir notas fiscais para as vendas e outros documentos. Essas são atividades cotidianas que devem estar presentes em todos os tipos de empresa. Mas você não precisa fazer tudo isso sozinho. O eGestor pode fazer isso com você.
Este é um programa totalmente on-line, que pode te auxiliar a resolver todos esses detalhes administrativos da sua empresa. O eGestor é um programa que pode ser acessado por toda a sua equipe de uma maneira bem simples. Ele é essencial para micro e pequenas empresas. Além disso, é um software bem acessível que cabe no bolso.
Um ERP é um grande aliado para a produtividade de uma empresa. Por esse motivo, cada vez mais empresas estão optando por utilizar um sistema de gestão para agilizar tarefas e reduzir custos. Assim, para escolher um ERP o responsável deve levar em consideração alguns pontos. Confira as principais dicas de como escolher um ERP para o seu negócio.
Como escolher um ERP
Existem alguns critérios que devem ser levados em consideração na hora de escolher o melhor sistema de gestão para o seu negócio. São eles:
Entenda seu negócio
Para escolher um ERP é preciso ter em mente quais são os processos da empresa e, principalmente, qual o intuito de contratar um ERP. Essa é uma das formas de facilitar a busca, focando em quais pontos são essenciais para a gestão, e quais são secundários. Com esses pontos definidos, ao procurar um sistema, é possível filtrar por quais atendem essas necessidades da melhor forma.
Mesmo que sistemas de gestão sejam parecidos, cada um pode ter suas prioridades, alguns focam mais em gestão financeira, outros em gestão de estoque, por exemplo. Assim, ao definir quais os setores que precisam de agilidade e prioridade, é possível melhorar a escolha do ERP.
Por exemplo, uma empresa grande, que tem muitos processos de produção, deve buscar por um software que entregue a solução: que tenha um controle de produção preciso, com todos os cálculos necessários para uma grande empresa. Nesse caso, contratar um sistema que não tem um bom controle de produção, significa jogar dinheiro fora.
Ainda, a maioria dos sistemas ERPs contam com planos, assim, cada plano possui especificações, principalmente em relação a valores. Dessa forma, os planos mais baratos podem não ter todas as funcionalidades.
Número de usuários
Quantos funcionários usarão o sistema?
Esse pode ser um fator influenciável na hora de escolher um ERP, mas também para o valor. Outro ponto importante é a segurança, alguns sistemas possuem opções de permissões, onde o responsável pode limitar acessos para cada usuário.
Tamanho de arquivamento
Quanto de espaço você precisa para seus anexos?
Ao inserir uma venda no sistema de gestão, você pode querer colocar em anexo o comprovante de pagamento. Ou, ainda, se a empresa é uma loja virtual que precisa integrar com marketplaces, os produtos precisam ter fotos.
Tudo isso ocupa espaço, que deve ser disponibilizado pelo sistema. Algumas vezes, também é possível adquirir mais espaço, como adicional.
Boletos
Quais formas de pagamento a empresa aceita?
Atualmente, as principais formas de pagamento utilizadas são cartão de crédito, débito e Pix. Entretanto, os boletos seguem como uma das opções preferidas para alguns tipos de negócios. Assim, escolher um ERP que também realize a emissão de boletos, pode trazer mais agilidade para o controle financeiro. Ainda mais se ele for integrado, inserindo os valores quando o boleto for pago, por exemplo.
Notas fiscais
As notas fiscais são obrigatórias para todas as empresas, até o MEI deve emitir nota em alguns casos. Ou seja, não há como fugir.
Mas, ter um sistema que realiza a emissão da nota diretamente após a informação de venda, evita diversos erros que podem acontecer.
Relatórios
Uma das principais vantagens que um sistema ERP traz é a emissão de relatórios. E esse também é um dos motivos pelo qual ele é um avanço em relação a planilhas, por exemplo.
Escolher um sistema que permite a emissão de diversos relatórios garante uma análise melhorada do negócio, onde os dados estão completamente visíveis.
Suporte
Por mais simples e acessível que sejam as funcionalidades de um sistema ERP, podem surgir dúvidas. Por mais simples e acessível que sejam as funcionalidades de um sistema ERP, podem surgir dúvidas. Principalmente de utilização de alguma ferramenta do sistema.
Escolher um ERP apenas pelo suporte que ele oferece não é recomendado, afinal, não adianta ter o suporte e não ter a funcionalidade que você precisa. Entretanto, contratar um sistema que não oferece suporte pode ser um grande erro.
O suporte é quem irá responder qualquer dúvida que você tiver sobre o sistema ou sobre o processo que você está controlando. Também por isso, é importante ter atenção ao tempo de resposta que ele oferece.
Implementação (Online ou Offline)
Um ERP pode ser tanto online quanto offline. Na hora de escolher um ERP, essa informação deve ser considerada. Por exemplo, uma empresa que faz vendas fora da sede física precisa de um sistema online, que pode ser utilizado pelos vendedores externos para inserir a venda e até emitir uma nota.
Entretanto, sistemas que são online precisam de internet, isso faz com que muitas empresas optem por um sistema offline. Muitas vezes isso acontece porque na localização não há sinal, por exemplo.
Custo benefício
Identificar as necessidades específicas da sua empresa é de suma importância na hora de contratar um sistema ERP. De nada adianta contratar um sistema mais completo se as funcionalidades oferecidas não forem utilizadas.
É preciso analisar a relação custo e benefício. Ou seja, estudar as diferentes soluções disponíveis no mercado, comparar os prós e contras de cada sistema. E só então, identificar a opção que traga mais praticidade e atenda as necessidades da sua empresa.
Procurar saber a opinião de outros empresários que fizeram o uso de determinado sistema em suas empresas também é importante. Podendo assim, explorar aspectos positivos e negativos.
Faça o teste grátis para escolher um ERP
É comum que sistemas permitam algum tempo gratuitamente para testar que seja possível fazer um teste do sistema. Esse período de teste permite que a empresa entenda se o sistema realmente atende suas necessidades.
Fazer testes de integração e se os funcionários se adaptam ao sistema, é essencial para escolher um ERP.
Escolher um ERP pensando no crescimento
O objetivo de qualquer empresário é obter o crescimento de seu negócio em um médio ou longo prazo. Sendo assim, é importante que o sistema ERP de gestão empresarial adotado seja escalável. Permitindo o gerenciamento de um maior número de informações de acordo com o crescimento do negócio.
Uma empresa que em um primeiro momento precisa lidar com poucos funcionários e com o passar do tempo tem um aumento, certamente vai precisar lidar com uma quantidade de dados muito maior. E, assim, terá que permitir o acesso de um maior número de usuários às ferramentas do sistema.
É essencial que o sistema ERP de sua empresa seja capaz de suportar um possível crescimento. Sem perder a qualidade e rapidez de operação mesmo com o aumento do volume de informações gerenciais.
Afinal, o que é um sistema ERP?
Um sistema ERP (Enterprise Resource Planning), em português, significa Planejamento dos Recursos da Empresa. É um software totalmente informatizado, responsável por automatizar e gerenciar os mais diversos processos gerenciais das empresas.
Quais os objetivos de um sistema ERP?
Os sistemas ERP tem como objetivo:
auxiliar a vida dos empresários no gerenciamento de suas empresas
possibilitar dados precisos para auxiliar nas tomadas de decisões
automatização de diversos processos
controle mais visível dos mais variados aspectos que envolvem o negócio.
Além de processos operacionais, um sistema ERP traz um enorme ganho de praticidade. Tanto na relação com clientes, como com fornecedores, funcionários e transportadores das empresas. Isso porque, eles podem ter as suas informações registradas de uma forma unificada, podendo integrar as mais diversas áreas a partir de uma única plataforma.
Quais as vantagens de utilizar um ERP
Com um sistema ERP de gestão empresarial, você pode se desfazer completamente de cadernos, agendas ou planilhas eletrônicas utilizadas no controle de processos gerenciais de sua empresa. E, assim, otimizar ao máximo a eficiência e o tempo gasto nessas tarefas.
Um sistema ERP possibilita o armazenamento de informações de uma forma extremamente segura, com um adequado backup de todos os dados referentes a sua empresa. Além disso, ele proporciona uma série de relatórios aprofundados a respeito de importantes indicadores financeiros do seu negócio. É importante destacar que a emissão dos relatórios não pode ser feita de uma forma Automação de processos através das planilhas.
Assim, as principais vantagens de utilizar um ERP são:
É difícil encontrar alguém que não tenha um único produto promocional em casa ou no trabalho, não é mesmo?
Mesmo em tempos de crise econômica, o mercado de brindes segue em alta. Isso acontece porque as empresas fornecem brindes para clientes, parceiros, fornecedores e funcionários em diversos momentos do ano.
As datas de maior demanda no mercado de brindes costumam ser as datas comerciais e finais de ano, mas as empresas encomendam brindes personalizados em ocasiões variadas como eventos, homenagens, datas significativas, e até mesmo para presentear novos funcionários assim que são contratados. Por isso, investir em uma fábrica de brindes é uma boa pedida!
Primeiros passos
Montar uma fábrica de brindes pode ser um investimento bastante lucrativo, desde que o empreendedor tenha seguido alguns passos básicos como estudo do mercado, localização, contratação de pessoal especializado e compra de maquinário adequado, além de se preocupar em oferecer diferenciais para que sua empresa se destaque nesse meio tão competitivo.
O bacana do mercado de brindes é que empresas de perfis diferentes entre si conseguem seu lugar ao sol, justamente pela grande demanda. Sendo assim, a empresa que foca mais em brindes tecnológicos têm seu espaço no setor, bem como aquelas que buscam produzir brindes mais artesanais. E, naturalmente, oferecer preços competitivos por um bom produto é vital para quem deseja prosperar nesse mercado.
De acordo com a Associação Brasileira de Brindes (ABRINDE), há pelo menos 500 tipos diferentes de brindes que podem ser oferecidos, desde as tradicionais canetas, agendas e adesivos, até itens confeccionados em material ecológico e sustentável. Então, o que não faltam são opções para escolher seu nicho de mercado.
De olho no mercado
Para começar, o empreendedor que planeja montar uma fábrica de brindes precisa definir questões como quais opções de brindes constarão em seu catálogo, além de quais e quantos equipamentos serão necessários para produzi-los. Para tal, a dica de ouro é: estude o mercado. Esse estudo deve ser feito não somente analisando o que a concorrência oferece, como também visitando feiras e congressos do setor de promoção e brindes para conhecer as últimas novidades nesse segmento, bem como pesquisar os melhores preços de fornecedores para seu negócio.
Uma boa dica é começar a produzir uma pequena quantidade de cada item pré-selecionado, a fim de determinar quais terão mais saída e quais não compensam tanto assim fabricar.
Mas quais produtos escolher? Bom, tudo dependerá de seu público-alvo!
Por exemplo: se seu foco será baseado em brindes tecnológicos como pendrives, mousepads e capas para smartphones, talvez não seja tão interessante investir inicialmente também na fabricação de itens de papelaria, assim como quem estabelecer foco em itens de escritório pode ter algum prejuízo se fabricar brindes de uso doméstico, como itens de cozinha.
Onde e como montar minha fábrica?
Definido o tipo de produto que sua nova fábrica comercializará, é chegada a hora de estudar qual a melhor localização para suas instalações, bem como definir a estrutura necessária para tal.
Enquanto alguns mercados são mais beneficiados com localidades privilegiadas, o setor de brindes não tem essa exigência, permitindo instalar sua fábrica em bairros mais afastados, com melhores valores de locação e venda de imóveis.
O motivo? Uma fábrica de brindes utiliza meios como a internet, a propaganda e o “boca a boca” para conquistar sua carteira de clientes, não dependendo tanto assim do local onde está montada.
Já quanto à estrutura da fábrica de brindes, ela deve ser adaptada de acordo com os tipos de itens que serão produzidos, contando com áreas como recepção, refeitório, banheiros, depósito para matérias-primas, sala de fabricação, depósito de produtos já finalizados, escritório e sala de expedição. O tamanho do imóvel dependerá do porte da empresa, sendo que o local deve acomodar as máquinas necessárias para a produção dos itens desejados sem deixar de lado o conforto dos funcionários.
Essas máquinas têm tamanhos e formatos diversos, já que existem desde os maquinários que estampam imagens em canecas, os que personalizam chaveiros, os específicos para a impressão em ímãs de geladeira, entre vários outros modelos.
É recomendado que o novo empreendedor monte sua fábrica de brindes utilizando máquinas manuais, que são mais fáceis de montar e de manusear, partindo as tecnologias mais avançadas à medida que obtiver sucesso em seu negócio. Alguns equipamentos específicos incluem computadores de ponta com programas gráficos, impressoras a laser, embaladoras, máquinas para gravação de adesivos e seladoras.
Contratando pessoal especializado
Por mais automatizada que seja, uma fábrica de brindes não funciona sem pessoal especializado, não somente para operar as máquinas, como para criar artes, vender e administrar o negócio. Ainda conforme informações do Sebrae, uma pequena fábrica de brindes é capaz de funcionar com cerca de dez funcionários trabalhando em funções como administrador, assistente administrativo, supervisor de produção, orçamentista, operadores de prensa e corte, gravadores, embaladores, vendedores e representantes comerciais.
Algumas dessas funções, como administrador e orçamentista, por exemplo, podem ser desempenhadas pelo próprio empreendedor – ao menos inicialmente. Já as atividades mais específicas, incluindo o design das personalizações e o manuseio das máquinas, devem ser feitas por profissionais especializados.
Divulgando seu negócio
Nos dias atuais, a internet é a principal ferramenta utilizada para crescer e aparecer no mercado de brindes, conquistando e fidelizando clientes de sua fábrica. Então, é essencial ter um web site no ar, contando com seções como “Institucional”, onde a história e atividades da empresa são contados ao leitor, bem como catálogo de produtos, área de contato e, se possível, um blog com conteúdo relevante semanal para atrair mais visitantes para sua página.
Além disso, as redes sociais também são verdadeiras aliadas na divulgação de uma fábrica de brindes em pleno século XXI. Mídias como Facebook, Twitter e Instagram se tornaram extremamente importantes não somente para divulgar seus produtos e serviços, como também para prestar um atendimento mais ágil aos clientes, solucionando suas dúvidas e até mesmo enviando orçamentos.
Burocracias e controle de finanças
Uma fábrica de brindes funciona como um ponto comercial tradicional perante a lei, se enquadrando no Simples Nacional. Portanto, na hora de abrir uma fábrica, para operar nos conformes da lei, ela precisa obter as mesmas licenças dos comércios em geral, como ser uma pessoa jurídica e conseguir a licença para funcionamento com a prefeitura do município onde estiver localizada.
Um contador é o profissional indicado para preparar toda essa papelada, deixando o empresário livre para se preocupar com questões como o estudo de mercado e compra de materiais.
Já para administrar as finanças de sua fábrica de brindes, o empreendedor pode utilizar softwares de gestão de negócios, cujo papel é justamente facilitar esse processo para os empresários. O eGestor, por exemplo, tem seu foco nas micro e pequenas empresas e funciona totalmente on-line, sem a necessidade de instalar nada no computador do usuário.
O programa é acessado pelo navegador em qualquer sistema operacional, tanto em desktops quanto em smartphones e tablets, e, com ele, o empresário administra seu fluxo de caixa, controla vendas e estoque, e também consegue emitir notas fiscais e relatórios.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!