O Natal é a data comemorativa mais esperada do ano. Principalmente pelo comércio, isso porque, normalmente, é a época onde mais vendas são realizadas. A expectativa da CNC (Confederação Nacional do Comércio) é de que as vendas cresçam 2,3% em relação a 2017. Em algumas capitais, como Curitiba, o aumento do faturamento deve ser de 3% em relação ao ano passado. Já na capital, no Distrito Federal, a expectativa é que as vendas cresçam 12,95% em comparação a 2017. Ainda que não seja o esperado, esse aumento gera uma expectativa. Por isso, daremos algumas dicas de como aumentar as suas vendas no Natal!
Como aumentar as suas vendas no Natal
Existem algumas áreas privilegiadas que são as que mais faturam no Natal. Dentre elas estão as de alimentação, vestuário, decoração e claro, brinquedos. Essas tem a vantagem de serem bons presentes e serem necessárias, mas isso não quer dizer que os outros ramos sejam prejudicados. E para que suas vendas também cresçam, basta fazer um planejamento e seguir as dicas de como aumentar suas vendas no Natal:
Espírito natalino
O Natal é uma época de alegria e solidariedade. Assim como em outras datas comemorativas ao longo do ano, aproveite o sentimento do período para vender mais.
Há muitas possibilidades de trazer o Natal para sua empresa. Existem diversos enfeites, decorações e outros meios de lembrar da data. Monte e-mails decorativos, utilize músicas natalinas, o que for alcançável na hora de fazer seu cliente lembrar que o Natal já está chegando e é preciso comprar os presentes!
Promoções natalinas
Diversas lojas fazem promoções com o tema do Natal. Inclua no seu planejamento financeiro promoções que envolvem os produtos mais vendidos na época ou produtos com o tema. Se esse não for o ramo do seu estabelecimento, procure produtos voltados para tal. Enfeites e brindes relacionados também são uma boa ideia.
Decorações de Natal
Muitas cidades fazem campanhas e competições para escolher a melhor vitrine ou a loja mais decorada. Normalmente organizadas e divulgadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas do município existem diversas promoções temáticas que podem auxiliar, inclusive, na divulgação da sua empresa.
Assim, entre no clima, decore seu estabelecimento. Monte uma árvore, pendure luzes e enfeites. Utilize métodos para chamar atenção do seu cliente e assim aumentar as suas vendas no Natal. Mas não esqueça de manter a loja organizada.
Campanha natalina
Utilize-se das promoções criadas pelos órgãos dos municípios ou crie suas próprias campanhas. Elas farão com que seus clientes lembrem de você nessa época.
Crie um planejamento de anúncios, tanto online, em redes sociais e sites; como offline, com cartazes e outros meios chamativos. Lembrando-se sempre de utilizar o tema.
Treinamento de vendedores
Com a maior quantidade de vendas que acontecerão no Natal, será preciso vendedores treinados. Isso, porque haverá um maior fluxo de compradores e maior saída de produtos. Assim, eles precisarão atender bem os seus clientes, mas também não podem se tardar tanto. Afinal, podem ser que haja outros na espera.
Lembre-se também de garantir que eles estejam bem incentivados, seja com comissões ou qualquer outro meio de presentear seu funcionário. O que fará com que eles se sintam mais motivados, para assim, aumentar as suas vendas no Natal.
Esteja preparado
Das piores coisas que pode acontecer na hora da venda é não ter o produto oferecido. Assim, tenha segurança de que a sua loja possui todos os produtos que oferece.
Esteja preparado também para a quantidade de clientes novos e de movimentação que pode acontecer. Principalmente nos últimos dias, o movimento aumenta. Isso porque muitas pessoas deixam as compras de fim de ano para última hora. Assim, considere também aumentar o horário de funcionamento.
Tenha também, um controle otimizado dos seus dados. Como todos os outros meses e outras campanhas, é preciso saber todos os dados das vendas e, também, das compras feitas. Um controle de fluxo de caixa, de estoque e financeiro, são fundamentais o ano todo, principalmente no natal.
Pense nas próximas festas
Qualquer campanha de venda tem como intuito bater as metas de venda. Mas, outro propósito é a fidelização dos clientes. Desse modo, não termine sua promoção no Natal. Com as vendas feitas, você terá as informações do seu cliente. Faça bom uso. Mande e-mails de nutrição, para lembrá-lo que sua loja está ali e oferecendo mais promoções.
Não termine a campanha de aumentar as suas vendas no Natal. Continue com a divulgação para que seu cliente lembre de você o ano todo e que suas promoções não são apenas em datas comemorativas.
Caso as vendas não tenham sido como o esperado ou você ainda tenha alguns itens que gostaria de vender, faça promoções pós Natal. Muitas pessoas esperam o fim dessas datas para comprar os presentes, já que eles estarão mais baratos.
Analise os natais anteriores
Para fazer a campanha de Natal e assim aumentar suas vendas, é preciso ter um controle extenso do seu estoque. Mas para fazer isso, você precisa ter uma minima ideia de quais produtos sairão mais. Portanto, pesquise no seu registro como foram os últimos períodos natalinos, no ano de 2017, 2016, 2015… Isso fará com que seja mais fácil a compra de itens para o estoque e todo o planejamento.
Atenção a sua concorrência
Tenha consciência que você sempre deve analisar sua concorrência. Seja ao começar sua empresa ou em uma data específica. É importante para que você possa saber o que seu negócio pode oferecer de diferente. Consumidores vão preferir empresas que possuem algum tipo de diferencial. Para tanto, faça uma pesquisa completa sobre o que você pode fornecer, tanto em produtos como atendimento, para seu cliente.
A pesquisa da concorrência também vale para sua decoração. Apesar de ser difícil, você pode acabar com uma decoração parecida. Fuja disso.
Sistema de gestão
Como citado anteriormente, é essencial um sistema de controle para a gestão dos seus dados. Ele irá facilitar toda a logística e controle da sua empresa.
Um sistema totalmente completo que fará esse serviço de forma completamente integrada é o eGestor. Além de todos esses controles, o eGestor ainda emite NF-e, NFS-e, NFC-e e boletos. O que otimizará o funcionamento geral da sua empresa.
No mundo dos negócios e mercado competitivo as empresas são classificadas de diversas formas. Em negócios de pequena escala elas podem ser divididas nas categorias de microempresa, empresa de pequeno porte e também associa-se a classificação de microempreendedor individual. Apesar de soarem parecidas, existem legislações e normas que as diferem.
A Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 (LC nº 123), também conhecida como Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi promulgada em 14 de dezembro de 2006 com o objetivo de gerar empregos, desenvolver a competitividade de mercado, distribuição igualitária de renda e fortalecimento da economia. A lei contribui para regulamentar o prescrito da Constituição Federal, ou seja, dependendo do porte de cada empresa são estabelecidos regimes legislativos diferentes. As empresas menores podem usufruir do sistema chamado Simples Nacional.
O Simples Nacional é uma medida ligada ao Ministério da Fazenda do Governo Federal que é regido por essa mesma Lei Geral e garante um regime tributário específico para os pequenos negócios. Essa determinada legislação favorece micro empresários para que a coleta de carga tributária seja menor e haja uma simplificação dos processos de cálculo e arrecadação dos impostos.
Os avanços dessa constituição permitiram a distinção de cada uma das empresas que estão justamente fundamentadas no que diz a lei. Sendo assim, define-se como categoria de microempresa aquela considerada para os empreendedores que possuem uma empresa individual e independente. Para estar enquadrado nesse quesito, o empresário deve estar corretamente registrado nos órgãos que competem a lei. E a receita anual da empresa deve ser igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais).
Já as empresas de pequeno porte são enquadradas como aquelas que possuem uma receita bruta anual superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais). Dessa maneira, se uma microempresa ultrapassar o faturamento de trezentos e sessenta mil reais, automaticamente passa a condição de empresa de pequeno porte. A mesma coisa acontece inversamente caso a empresa de pequena porte arrecade menos que o valor estabelecido para ser enquadrada nessa categoria. Além dessa duas classificações empresarias, a lei propôs a inclusão da categoria micro empreendedor individual (MEI), a fim de assegurar a formalidade de negócios menores de pequenos empreendedores que estão no início da carreira. O empreendedor individual é considerado aquele que arrecada como faturamento bruto anual de até R$60.000,00 (sessenta mil reais).
Nesse enquadramento, os empresários não podem possuir sócios ou ser titular de uma outra empresa. Porém, podem ter até um funcionário fixo registrado em carteira que receba como renumeração o salário mínimo estabelecido na constituição ou que não ultrapasse o piso da sua categoria profissional.
Todas essas três categorias de empresas podem usufruir das políticas públicas que regem a lei do Simples Nacional que pode contribuir com facilidade o desenvolvimento do negócio.
A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e seus benefícios
A Lei Geral das Micro empresas e Empresas de Pequeno Porte é de âmbito nacional e abrange estados e municípios para que ofereçam políticas públicas a fim de obter a promoção do desenvolvimento de mercado, o licenciamento de atividades econômicas e a ascensão de micro empreendedores individuais.
A legislação assim prescreve: “Com a LC nº 123 são empreendidos esforços nas esferas federal, estadual e municipal para incentivar os micro e pequenos empreendedores, sobretudo no sentido de simplificar e racionalizar os procedimentos de abertura e fechamento de empresas, unificação de tributos (Simples Nacional), obrigações trabalhistas, acesso ao crédito e participação em compras públicas, entre outros.”
Segundo o documento de legislação do Senado Federal de 2014, ainda há algumas questões que precisam avançar. Apesar da lei ser de âmbito nacional, cabe aos municípios e estados promover políticas públicas próprias com finalidade de beneficiar os pequenos negócios locais. Alguns dispositivos e emendas da legislação só podem ser implementados com a participação efetivas de todos os órgãos legislativos e executivos.
A relevância econômica e social das micro e pequenas empresas torna-se de suma importância quando se obtém a análise de dados referentes a distribuição de renda e geração de empregos nos níveis municipais, estaduais, regionais e nacionais. Segundo a Lei Geral, em 2011 as micro e pequenas empresas “representaram 99% dos estabelecimentos e foram responsáveis por 51,6% dos empregos privados não agrícolas formais no país e quase 40% da massa de salários. Entre 2000 e 2011, de cada R$ 100 pagos aos trabalhadores no setor privado não agrícola, cerca de R$ 40, em média, foram pagos por micro e pequenas empresas. “, diz o documento.
Isso demonstra que o sistema de micro e pequenas empresas movimentam significativamente a economia do país. Ainda segundo o documento do Senado Federal, ao referir-se na questão de contribuição a formação do Produto Interno Bruto (PIB) estima-se que a participação de pequenos negócios girou em torno de 20% a 27% em 2014.
Ainda segundo os dados da Lei Geral, entre os anos de 2000 a 2011, o número de pequenos negócios cresceu 50%, passando de 4,2 milhões para 6,3 milhões. Em um último levantamento, de 2005 a 2011, as pequenas e micro empresas geraram cerca de 4,6 milhões de novos postos de trabalho.
Em abril de 2014, os pequenos negócios apresentaram um saldo de 97.890 novos empregos, correspondendo a aproximadamente 93% dos empregos formais gerados no país. Levando que em consideração que as médias e grandes empresas registraram a criação de aproximadamente 8 mil postos de trabalho.
De acordo com esses dados pode-se deixar claro que são as pequenas e micro empresas que mais contribuem na geração de empregos no país. A participação desses pequenos empreendedores está em crescimento constante ao longo dos anos e consequentemente tem promovido o aumento de seu contribuição para a geração de emprego e renda do trabalhador brasileiro.
Independentemente do tamanho das empresas, sejam elas microempresas, empresas de pequeno porte ou os microempreendedores individuais contribuem consideravelmente para a o fornecimento de emprego e renda em todo o país. Localmente, essas empresas podem ser de maior importância, pois contribuem na movimentação de economia e também coopera no recolhimento de impostos que podem ser revertidos em interesses da sociedade, como saúde, educação, segurança e etc. No que rege a lei, “os estados e municípios podem ampliar o conceito baseado no faturamento para favorecer as empresas em licitações, acesso ao crédito ou licença e autorização de funcionamento.” As leis que cercam as categorias de empresas servem de suporte e incentivo para o desenvolvimento do país.
O início da carreira: Como se tornar um micro empreendedor
Devido a formalização e redução dos impostos no início da carreira, o pequeno empreendedor possui inúmeras chances de se tornar um médio ou grande empresário. A Lei Geral permite que o microempreendedor possua todo o apoio necessário para crescer. O pequeno empreendedor garante o seu dinheiro através da formalização do seu trabalho e pode assim construir sua carreira individualmente.
Atualmente no Brasil, muitas pessoas têm buscado o micro empreendedorismo como forma de obter lucros, já que no início da sua carreira no mercado competitivo, o pequeno empreendedor conta com muitas oportunidades para poder evoluir nos negócios, como por exemplo a formalização da categoria e a redução dos impostos. Através desse sistema, o empresário pode começar seu negócio tendo todo o suporte necessário garantindo o crescimento da sua empresa.
A categoria de microempreendedor geralmente é atribuída a pessoas que começam o seu negócio com poucos recursos financeiros e de maneira informal. Esses pequenos empresários geralmente anseiam em começar a sua atividade de forma simplificada até que possam se consolidar no mercado sem grandes riscos.
Quem deseja se tornar um microempreendedor individual precisa ter ciência de quais são as emendas regulamentadas pela lei para poder contemplar os benefícios do Simples Nacional. Algumas carreiras que podem ser encaixadas na regulamentação de micro empreendedor são por exemplo, editor de texto, depilador, funileiro, alfaiate, serralheiro, artesão, cabelereiro e tantas outras.
Ao escolher a ocupação que deseja iniciar no seu próprio negócio, o pequeno empresário deve realizar a sua inscrição como Micro Empreendedor Individual no Portal do Empreendedor do Governo Federal ou até mesmo em algum escritório de contabilidade. Esse primeiro serviço de assessoria contábil pode ser realizado de maneira gratuita.
A partir do cadastro, a formalização é ocorrida através da emissão do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Logo após, o indivíduo deve comparecer à prefeitura da sua cidade para solicitar o alvará de funcionamento da empresa. Todo esse processo para abrir um micro empreendimento pode demorar no máximo um mês. Podendo garantir que o micro empreendedor formalize o seu negócio de uma maneira ágil e simples.
O micro empreendedor não necessita de um capital muito grande para poder abrir o seu negócio. Esse é mais um dos benefícios que a legislação atribui para poder iniciais um micro empreendimento individual. Leva-se em consideração que segundo o regulamento da Lei Geral, a assessoria contábil deve ser oferecida a esses pequenos empresários de forma gratuita no primeiro ano de seu funcionamento.
Além disso, ao empreendedor ser cadastrado como um micro empresário individual, garante a realização de pagamento do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e passa a ter direitos previdenciários previstos na constituição brasileira, podendo assim se aposentar com a idade mínima e o direito de um salário mínimo.
O micro empresário individual também pode ter um funcionário regulamentado no salário mínimo para a auxiliar na realização de tarefas extras no trabalho. Na situação de micro empreendedor individual, o empresário ainda fica livre de uma grande parcela de arrecadação de carga tributária, tendo apenas a obrigação de pagar as taxas referentes ao INSS e de impostos de serviços quando foi prestação de serviço ou ao Estado em caso de trabalhos em indústria ou comércio.
Vale ressaltar ainda que segundo a Lei Geral, “os municípios não devem aumentar os tributos incidentes sobre os microempreendedores individuais.”, ou seja os municípios devem seguir as leis a nível federal para dar apoio e suporte para esses pequenos empresários.
Quais são as características de uma micro empresa?
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil possui aproximadamente cinco milhões de micro empresas que correspondem a uma grande parte do movimento da economia nacional. Esses negócios também representam uma grande porcentagem de empresas que mais geram trabalhos no país. Com a simplificação dos impostos cercado pela legislação fica mais fácil e viável investir na criação de uma micro empresa.
Importante ressaltar que nenhuma empresa nasce grande. Elas começam pequenas e depois passam a ser desenvolvidas graças a competência e a dedicação de seus funcionários. Muitas microempresas derivaram de microempreendedores individuais. Sendo assim, a microempresa pode ser o primeiro passo para um futuro próspero e grandioso para um pequeno empresário.
Podemos citar como exemplos de microempresas os mercados, padarias, lojas de roupas, papelarias e demais negócios. No geral, tratam-se de firmas que não tenham uma participação tão grande no mercado, ou seja, não vendem produtos em grandes quantidades e não possuem grandes quantias de circulação de capital financeiro. Nesse modelo predomina-se a mão-de-obra dos funcionários. Com o tempo, caso um negócio obtenha sucesso, o faturamento da micro empresa pode aumentar e avançar na categoria de empresas de pequeno porte.
Uma das maiores vantagens de abrir uma micro empresa é que a burocracia fica reduzida em relação a empresas de grande porte. Uma série de procedimentos são simplificados para promover a facilidade de registro de um empresário. Assim como no caso de micro empreendedores individuais, os processos administrativos também são facilitados, garantindo as obrigações e os direitos previdenciários e trabalhistas. Além disso, em uma microempresa é dispensada a necessidade de comunicar férias coletivas ao Ministério do Trabalho, facilitando ainda mais no papel burocrático.
Com uma menor burocracia os processos internos são agilizados e simplificados podendo reduzir o custo de manutenção da empresa, pois, com uma reduzida burocracia, menos funcionários são obrigados a trabalhar para cumprir as exigências que demandam a legislação do Estado.
Além disso, para evitar uma concorrência desigual de micro empresas para negócios de maior porte, a Lei Geral garante a vantagem dessas pequenas empresas nos processos de licitação. Ou seja, microempresas podem participar de um processo licitatório mesmo que não esteja em dia com as obrigações fiscais. Porém, a situação deve ser regulada impreterivelmente dois dias após a possível obtenção da disputa de licitação.
As microempresas hoje possuem um cenário favorável para a recuperação da economia brasileira. Os incentivos de empreendedorismo oferecidos colaboram para que os processos interno administrativos de uma empresa sejam mais simplificados. Além disso, a microempresa permite que o ambiente proporcione um maior envolvimento entre os funcionários, podendo ainda mais facilitar no processo de administração do negócio.
A empresa de pequeno porte e sua atuação no mercado
As empresas de pequeno porte possuem algumas características que as diferem das demais categorias de classificação de empresas. Elas possuem um sistema individual de organização e principalmente na tomada de decisões.
Esses pequenos negócios possuem uma estruturação simples e por isso oferecem um custo menor para a sua manutenção. Além disso, os sistemas de informações externos, como contratação de serviços e acordos de sócios, também são simplificados, pois a gestão da empresa é voltada para a figura do dirigente do negócio que é responsável pela maioria das decisões da empresa.
Sendo assim, é um ambiente que oferece uma estrutura que consiste em poucos níveis hierárquicos, havendo uma concentração de autoridade e o capital financeiro é moldado pelo proprietário.
As pequenas empresas estão sempre inseridas em uma estrutura com poucos funcionários, porém são as chaves fundamentais para o desenvolvimento local de onde é estabelecida. Apesar de nem sempre possuir um grande retorno do consumidor, por conta da concorrência com empresas maiores, conseguem se sobressair no mercado caso sejam bem administradas.
Essas empresas estão na maioria das vezes ligadas a serviços de bem-estar, educação, assistência técnicas, entre outros. Esses modelos de negócios geralmente estão mais inseridos em municípios do interior e contribuem para a geração de emprego e circulação de capital local.
Devido a Lei Geral de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, esses modelos de negócio possuem processos que auxiliam o papel delas no mercado competitivo. Como por exemplo, são desobrigadas a realizar reuniões e assembleias para debater deliberações sociais e estruturas organizacionais e são isentas de empregar e matricular seus aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, além tantos outros decretos que as micro empresas possuem, como a desburocratização para facilitar o início dos negócios, vantagens nos processos de licitações e a isenção de algumas taxas de arrecadação de impostos.
Sendo assim, mesmo que microempresários individuais, micro empresas e empresas de pequeno porte se diferenciem no seu estatuto são completamente essenciais para combater o desemprego e desenvolver economicamente a nação. Esses pequenos negócios estão amparados pelas legislações nacionais que tentam facilitar o processo de o cidadão brasileiro avançar na autonomia dos seus negócios. Segundo a constituição dos pequenos negócios regidos pelo Senado Federal “as micro e pequenas empresas ocupam uma posição nuclear no desenvolvimento brasileiro e precisam do apoio legislativo dos estados e municípios para se consolidarem.”
Para entender o que é acuracidade de estoque, imagine a seguinte situação: você está comprando em uma loja e solicita um item específico para o vendedor. Então ele afirma que vai verificar se possui aquele produto em estoque e, depois de algum tempo, volta informando que aquele produto está em falta. Esse é um cenário bem comum e é algo que gera bastante frustração, certo?!
Esse tipo de situação acontece justamente por falta de acuracidade de estoque na empresa. Considerado um Indicador-chave de desempenho (KPI), a acuracidade de estoque significa o quão exatas são as informações que constam no seu sistema de controle sobre o que realmente existe no seu estoque.
Entenda a seguir porque isso é tão importante para a eficiência da sua empresa e como é possível melhorar esse indicador.
O que é Acuracidade de Estoque?
Acuracidade de estoque é a precisão das informações e dados do seu controle sobre o estoque físico, ou seja, uma relação exata entre o que está descrito nos relatórios de estoque e a realidade. Isso significa que, quanto mais exato o número de itens registrados no sistema for com respeito ao que realmente está disponível fisicamente, maior a acuracidade de estoque.
Por exemplo, usando o exemplo citado no começo desse post, quando o funcionário precisa checar pessoalmente se um item realmente existe no estoque, é porque a informação que consta no sistema sobre esse item não é confiável, ou nem existe. Em um cenário de acuracidade de estoque alta, não existe essa necessidade de conferência de estoque em toda venda, porque basta conferir no sistema para saber se o item está disponível.
No entanto, para atingir esse nível de precisão, é necessário um esforço de implementação de técnicas de controle de estoque e gestão de logística.
Por que a acuracidade de estoque é importante?
A principal razão da acuracidade de estoque ser um indicador essencial para o negócio é que ele está intimamente ligado com a saúde financeira do mesmo. E quando se trata de empresas varejistas e indústrias então, a importância é maior ainda.
Isso porque esse tipo de empresa depende diretamente de um controle de estoque eficiente para manter suas operações. Assim, discrepâncias entre as informações sobre o estoque e o que realmente está disponível podem levar a empresa a perder vendas por falta de produtos quando há um pedido. Em uma indústria pode ser necessário até mesmo interromper a produção por falta de uma matéria prima devido à essa baixa acuracidade de estoque.
Assim é possível concluir que esses são fatores que afetam a empresa como um todo. O setor comercial pode ficar sem produtos para suprir demanda de clientes. O setor financeiro pode encontrar divergências nos cálculos de custos de produção e também das despesas.
Essa interrupção no fornecimento e quedas na produção geram despesas e gastos que não existiriam caso as informações de estoque fossem precisas. Dessa maneira, fica claro que é muito importante a adoção de medidas para melhorar a acuracidade de estoque na empresa.
Como medir a acuracidade de estoque? Como seu cálculo é feito?
É possível fazer a acuracidade de estoque por meio de uma perspectiva quantitativa e qualitativa.
Avaliação quantitativa
A fórmula para o cálculo da acuracidade de estoque quantitativa é:
Acuracidade de Estoque = (N° de itens contados fisicamente em estoque / N° de itens registrados contabilmente no sistema) x 100
Ou seja, basta dividir o saldo em estoque verificado fisicamente pelo saldo que está registrado no sistema de controle de estoque e após isso multiplicar por cem para obter uma porcentagem. Quanto maior for esse índice, melhor. Essa é uma maneira de realizar uma avaliação quantitativa do estoque.
Avaliação qualitativa
A fórmula de acuracidade de estoque qualitativa é:
Acuracidade de Estoque Qualitativa = (N° de SKUs com diferença = 0 / Quantidade total de SKUs) x 100
Para uma avaliação qualitativa, é necessário saber o número de SKUs (Unidade de Manutenção de Estoque, um código utilizado para classificar produtos que são semelhantes), em que a diferença entre a contagem física e o estoque contábil foi zero. Então depois é preciso saber quantos SKUs existem ao total. Daí, basta dividir o número de SKUs com diferença igual a zero pelo total de SKUs para se obter o índice de acuracidade de estoque qualitativo.
Divergência de estoque
O cálculo de divergência de estoque é uma maneira de mensurar os erros de estoque existentes. Dessa maneira, quanto menor ele for, significa que há menos erros de estoque:
Divergência de estoque = (quantidade física – quantidade no sistema / quantidade no sistema) x 100
Para um exemplo prático, imagine que uma empresa fez uma verificação manual e constatou que existem 170 produtos em estoque, mas destes apenas 150 estão registrados no sistema contábil. Logo, a acuracidade de estoque é igual a 88%, e o índice de divergência é 13%.
Tipos de inventário
Realizar inventário é uma prática que faz parte da rotina de empresas varejistas, indústrias e outros negócios que precisam gerenciar seu estoque. Consiste em realizar a verificação do que consta fisicamente em estoque e então registrar esses itens no sistema. Dessa maneira, entender as necessidades da empresa e fazer a gestão do estoque corretamente são grandes passos na direção de aprimorar a acuracidade de estoque.
Existem diversas maneiras de se realizar inventário, e a seguir algumas delas estão detalhadas.
Geral
No inventário geral a empresa realiza a contagem de todo o estoque. É um processo trabalhoso e pode ser necessário parar as atividades da empresa para fazer isso. Costuma ocorrer anualmente, no fim do período.
Dinâmico
Também chamado de inventário parcial, é um método onde a empresa realiza verificações regularmente, mas definidas por setores de armazenamento ou até mesmo produtos específicos. Ou seja, não é feita uma contagem geral, mas apenas de partes do estoque de cada vez, definidas por critérios pré estabelecidos.
Empresas de grande porte e que possuem uma grande variedade de produtos, como grandes supermercados utilizam bastante esse método.
Rotativo
No inventário rotativo as verificações de estoque são feitas com maior regularidade, com uma periodicidade definida. Essa regularidade pode ser semanal, mensal, trimestral, etc. Pode ser feita também por setores ou parcelas específicas do estoque.
É um método recomendado para empresas que trabalham com empresas que possuem produtos e matérias primas perecíveis ou que possuam uma data de validade mais curta, portanto possuem maior risco de perdas.
Por amostragem
Nessa metodologia são selecionados apenas alguns produtos que representam uma amostra do estoque para realizar a verificação.
É mais utilizado para fins de auditoria e estatística, a fim de se verificar se os outros métodos de controle de estoque e inventário utilizados estão sendo bem executados.
Como alcançar um alto índice de acuracidade de Estoque?
Antes de tudo, é preciso entender que gerenciar estoque e aumentar sua acuracidade exige esforços contínuos. Se tratam de vários passos que precisam ser implementados e acompanhados constantemente.
Entenda os processos – Compreender como está acontecendo todo o processo de logística do negócio é vital para saber onde estão ocorrendo falhas, ineficiências, e onde existem pontos de melhoria. Esse é o primeiro passo para aumentar a acuracidade de estoque.
Reduza os pontos de contato – Pontos de contato são todos os momentos onde pessoas realizam manuseio de produtos e matérias primas. Quanto mais os funcionários interagem com esses itens, maior a probabilidade de ocorrer extravios e registros incorretos no sistema. Logo, identificar onde dentro do processo ocorrem esses pontos e reduzi-los para o mínimo possível é uma boa maneira de aumentar a precisão do estoque.
Identifique corretamente os produtos – É muito importante que todos os itens no estoque estejam corretamente identificados, de preferência com um código de barras que seja rastreável. Desse jeito, o armazenamento e a separação das mercadorias será mais assertivo.
Implemente contagem cíclicas – Realizar verificações de estoque e inventário com maior regularidade dentro do período é uma ótima maneira de identificar problemas e divergências a tempo de serem resolvidas sem causar maiores complicações para a acuracidade do estoque como um todo.
Treine e motive os funcionários – As pessoas que trabalham com estoque serão as responsáveis pela manutenção do nível de acuracidade do mesmo. Portanto, elas precisam estar conscientes da importância desse índice e receber treinamento sobre os processos envolvidos. Outra dica é estipular metas de logística para os setores envolvidos e oferecer bonificações pelo cumprimento dessas metas.
Quais as melhores maneiras de garantir um inventário acurado?
Classificar os itens
Usar o sistema de classificação ABC é uma boa maneira de manter um melhor controle sobre os produtos em estoque e consequentemente ter maior acuracidade.
A curva ABC classifica os itens de acordo com a sua representatividade dentro do negócio. Os produtos A têm o maior valor ou relevância. Os produtos B têm relevância média e os produtos C têm a menor representatividade para as atividades da empresa.
Estabelecer rotinas de controle
Implemente procedimentos rígidos de controle de estoque. Isso pode incluir medidas como solicitar que os funcionários façam registro de saída de itens quando forem removidos do estoque e conduzir auditorias regulares de seu sistema de gerenciamento de estoque.
Investir em tecnologias de gerenciamento
Existem vários sistemas de controle de estoque que realizam a automação do processo de gerenciar estoque. Usar eles é fundamental se você deseja manter um nível satisfatório de acuracidade de estoque. Esse tipo de sistema é capaz de otimizar atividades rotineiras dentro do processo de estocagem como:
Recebimento de mercadorias
Inspeção
Registro de entrada
Conferência
Registro de saída
Isso torna as informações mais confiáveis e o processo mais ágil, além de dois benefícios principais:
Precisão aprimorada: a tecnologia de controle de estoque pode ajudar uma empresa a rastrear e gerenciar seu estoque com mais precisão, reduzindo a probabilidade de erros e falhas humanas.
Maior eficiência: a tecnologia de controle de estoque pode automatizar muitas das tarefas associadas ao gerenciamento de estoque, como rastrear níveis de estoque e gerar relatórios, economizando tempo e custos de mão de obra.
Dicas para aumentar a acuracidade de Estoque
A principal dica para aumentar a acuracidade de estoque, e também manter esse índice elevado, é usar um sistema de inventário permanente. Esse tipo de inventário consiste em realizar o registro de cada entrada e saída de estoque.
Dessa maneira, não há necessidade constante de realizar verificações constantes de todo o estoque, já que toda compra de estoque e venda de produtos são registradas no sistema.
Quais os benefícios da acuracidade de estoque?
A acuracidade de estoque pode influenciar toda a estrutura da empresa, uma vez que ela está muito ligada ao processo comercial ou de produção do negócio. Portanto, existem inúmeros benefícios em investir em processos para melhorar esse índice.
Eficiência na gestão de estoque
A acuracidade de estoque é um reflexo da gestão das mercadorias e matérias primas da empresa.
Quando essa acuracidade é baixa, os funcionários precisam gastar horas de trabalho andando pelos depósitos para verificar a disponibilidade de itens. Já quando existem dados confiáveis sobre o estoque não há esse desperdício de tempo.
Além disso, a existência de informações precisas sobre falta ou excesso de produtos no estoque permite que o gestor adote para corrigir essas eventuais divergências em tempo hábil, antes que prejuízos maiores ocorram.
Assertividade na tomada de decisões
A qualidade das decisões tomadas são proporcionais à qualidade das informações nas quais elas são baseadas. Isso porque são as informações que dão suporte e qualidade para qualquer decisão que precisa ser feita.
Por isso, a acuracidade de estoque é uma informação essencial para o gestor tomar decisões mais assertivas e rápidas. Por exemplo, decisões como quais produtos precisam ter mais estoque pois tem mais saída, ou quais precisam ser comprados em menor quantidade são decisões muito importantes para a operação da empresa. Assim, se a acuracidade de estoque for maior, esse tipo de decisão será tomada com dados baseados nas reais necessidades da empresa.
Redução de custos
Uma alta acuracidade de estoque significa menos erros nos pedidos, e também menos tempo gasto com retrabalho gerado pela falta de informação. Então tudo isso diminui gastos desnecessários dentro do processo de vendas.
Muitos problemas de estoque são consequência de uma baixa acuracidade de estoque, e esses problemas significam custos.
Pedidos selecionados mais rapidamente
Quando a acuracidade de estoque é maior, se tem maior controle sobre as mercadorias que estão em estoque. Dessa maneira, quando clientes fazem pedidos, a empresa sabe exatamente onde estão os produtos para selecioná-los e separá-los. Isso consequentemente permite que a entrega para o cliente seja mais rápida.
Qual é o nível aceitável de acuracidade de estoque para o seu negócio?
É bastante subjetivo dizer qual é o nível ideal de acuracidade de estoque para uma empresa. Isso porque o índice depende de vários fatores que são específicos de cada empresa, como o porte, tipos de produtos comercializados e se existem sazonalidades nas vendas.
O nível perfeito de acuracidade seria 100%, porém raramente esse nível é atingido. Portanto, os esforços devem estar direcionados para que o índice esteja sempre o maior possível.
Ainda que aparentemente vantajoso, o processo de terceirização requer análise cuidadosa para não surtir o efeito contrário
A terceirização de serviços, ou outsourcing, é um tema cada vez mais comum entre as empresas. Normalmente, a solução envolve a execução de trabalhos específicos e se mostra favorável frente à redução de custos e profissionais especializados. Mas, como decidir se é melhor terceirizar ou não alguma atividade da empresa?
A pergunta é válida porque, apesar de, a princípio, ser uma opção vantajosa, é preciso entender como funciona, exatamente, a terceirização. Além de saber do que se trata, há áreas que podem ser terceirizadas enquanto outras, ao contrário, devem ser mantidas internamente.
Para sanar esse tipo de dúvida, trouxemos um guia breve sobre o que é a terceirização e como decidir pelo outsourcing (ou não).
O que é a terceirização?
A terceirização é processo no qual uma empresa contrata outra para executar tarefas de gestão. Como a contratada é uma prestadora de serviços, a prática exime a contratante de encargos trabalhistas.
Vamos explicar com um exemplo? Uma empresa de advocacia contrata outra para serviços de limpeza em vez de ter funcionários para isso. Ou, decide contratar uma agência de marketing digital. E quais são as vantagens da terceirização? Além da redução de custos trabalhistas, podemos apontar:
simplificação da gestão
contratação de serviço especializado
possibilidade de focar na atividade-fim, ou core business
flexibilidade para atender demandas sazonais
Via de regra, a empresa terceiriza serviços quando não tem capacidade, seja técnica ou de pessoas, para executar determinada tarefa. A prática tem crescido de forma substancial, principalmente após a Reforma das Leis Trabalhistas, assinada em 2018, que flexibilizou, ainda que com critérios, a contratação de mão de obra terceirizada.
Como se vê, a terceirização é vantajosa, desde que se saiba quais serviços podem ser contratados, bem como o que avaliar na hora de contratar.
O que avaliar na hora de terceirizar?
Vimos que há vantagens importantes na terceirização de atividades. O que não significa, entretanto, que você possa sair delegando as atividades de sua empresa sem critério. Em primeiro lugar, há uma legislação para isso.
Trata-se da Lei nº 13.429/2017, a Lei da Terceirização, cujo texto regulamenta a prática de terceirização. Segundo o texto, por exemplo, é permitida a terceirização para atividades-fim, mas apenas em funções específicas (conforme detalhamos na seção a seguir).
Em segundo lugar, há aspectos corporativos que devem ser considerados.
Capacidade da empresa contratada
A princípio, um dos objetivos da terceirização é contratar uma empresa especializada naquela atividade específica. Logo, um dos fatores primordiais para decidir se é melhor ou não terceirizar é avaliar essa capacidade técnica.
Por exemplo, se você pensa em contratar uma agência de marketing digital, precisa avaliar se ela possui cases de sucesso, qual a especialidade dos profissionais e muito mais. Vale pesquisar a reputação da empresa, flexibilidade para atendimento a demandas, suporte e indicadores de desempenho.
Custo
Avalie a diferença de custos entre capacitar pessoal e aprimorar sua empresa para realizar determinada atividade, e contratar uma equipe de fora para conquistar essa capacidade produtiva.
Por vezes, é mais vantajoso e barato treinar pessoas já inseridas no ambiente organizacional do que imergir pessoal de fora.
Rotina de trabalho
Um ponto importante para decidir se é melhor terceirizar ou não alguma atividade da empresa. Se a empresa tem bastante fluxo em determinada área, talvez valha a pena ter uma equipe específica para isso.
Por outro lado, se a área tem pouco volume de trabalho e a atividade não se insere tanto na rotina da empresa, aí sim, vale a pena terceirizar.
Alinhamento entre equipes
Fundamental que as equipes internas e terceirizadas estejam alinhadas, pois o contrário pode desestruturar toda a dinâmica da empresa. Ainda que sejam empresas de fora, as terceirizadas devem, sim, se adaptar à rotina da empresa e trabalhar em conjunto com os colaboradores internos.
Quais serviços podem ser terceirizados?
Sem dúvidas, a gestão principal da empresa não deve ser terceirizada, nem as atividades vinculadas ao negócio da organização. Entretanto, alguns serviços são passíveis de terceirização, por exemplo:
segurança (por ser muito específico e demandar treinamento especializado);
limpeza (um dos principais exemplos de terceirização de mão de obra);
jardinagem;
TI (proporciona atendimento mais rápido, inovações e segurança dos dados);
restaurante/alimentação (quando a empresa oferece alimentação para os colaboradores, mas não pretendem investir em infraestrutura; ou, ainda, desejam inserir um profissional que disponibilize alimentação equilibrada);
logística/transporte (transporte, armazenamento, estoque e gerenciamento de pedidos);
contabilidade (contratação de escritórios ou profissionais autônomos, que podem atuar também como consultores);
administrativo (call center e recepção).
Alguns órgãos públicos inclusive contratam pessoal de fora terceirizado, no lugar de realizar concursos para preenchimento de vagas. O mesmo é percebido com pessoal de transporte, uma vez que a compra de veículos depende também de licitações, além da contratação via concurso ou processo seletivo dos motoristas. Uma tendência que se repete, também, no setor privado.
Cuidados na terceirização
Terceirizar alguma atividade da empresa, desde que seguindo a respectiva lei, traz, sim, vantagens para a empresa. No entanto, requer alguns cuidados por parte da contratante. Um deles se refere justamente ao contrato.
Nele, é importante deixar bem claro quais são as responsabilidades de cada uma das partes. Isso evita problemas futuros na parceria. Ademais, a contratante pensa que, ao contratar uma empresa outsourcing, se exime de direitos trabalhistas.
Pelo contrário! Caso a empresa terceirizada não cumpra com as responsabilidades perante seus funcionários e eles prestem serviços para a contratante, esta pode, sim, ser culpabilizada por eventuais irregularidades empregatícias.
A terceirização se faz vantajosa quando a empresa não tem capacidade para operar determinada atividade, mas pretende manter a linearidade produtiva, ainda que equilibrando equipamentos, espaço e mão de obra.
Daí, contrata uma equipe especializada, o que, a princípio, poupa dinheiro, tempo e traz competitividade. Mas, além de questões legais, é preciso atentar-se a fatores importantes na hora de terceirizar, a fim de não abrir um rombo na gestão.
Sendo assim, cabe a cada organização avaliar o que é melhor no momento de terceirizar ou não determinada atividade, tendo em vista as vantagens e desvantagens em cada caso.
As empresas passam por diversos desafios durante a sua jornada, um dos principais é o relacionamento com seus colaboradores. Liderança e desenvolvimento de pessoas é um ponto essencial para dispor de fatores que irão auxiliar o sucesso de seu empreendimento.
Por este motivo, é de extrema importância que a empresa invista nessas estratégias, pois precisa de colaboradores que estejam engajados com o seu propósito.
Este guia completo irá lhe ensinar tudo o que você precisa saber sobre liderança e desenvolvimento de pessoas.
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas
O que é liderança?
Liderança é possuir a aptidão de incentivar e inspirar pessoas positivamente. Este processo ocorre por meio das ações do líder e não das palavras que ele diz. Por isso, o líder conduz a equipe para o alcance das metas e objetivos da organização.
Normalmente as pessoas confundem líder e chefe, mas saiba que ambos são diferentes. O líder pensa no bem da maioria, e o chefe pensa somente na autoridade.
Líder X Chefe
Confira as principais diferenças entre líder e chefe:
Líder:
Guia a equipe;
Divide as responsabilidades;
Ótima relação interpessoal;
Trabalha com os colaboradores;
Incentiva os colaboradores e os dá autonomia.
Chefe:
Dá ordens;
É centralizador;
É temido;
Pensa que os colaboradores devem achar as soluções sozinhos;
Sente o seu cargo ameaçado pelos seus subordinados.
O que é Desenvolvimento de Pessoas?
Desenvolvimento de Pessoas é um processo de preparação, aprendizagem, e aperfeiçoamento, que se perpetua por longo prazo. Por meio do aprimoramento de competências técnicas e comportamentais, os colaboradores criam conhecimento sólido e duradouro.
Este processo potencializa os resultados no trabalho e eleva a produtividade, o empenho, a motivação e os lucros da empresa.
Desenvolvimento X Treinamento
A principal diferença entre desenvolvimento e treinamento pessoal é o tempo, pois o treinamento é voltado para uma iniciativa somente em um período, e já o desenvolvimento de pessoas é um processo contínuo que se mantém por meio de diversas ações.
É comum que as pessoas confundem estes dois conceitos, primeiro por não conhecer as definições do Recursos Humanos e também porque o treinamento faz parte do processo de desenvolvimento.
Liderança
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas nas organizações
Na empresa o líder é aquele profissional que tem a capacidade de fazer com que todos se sintam inspirados por ele, além disso, mesmo possuindo a última palavra ele divide as responsabilidades entre outros colaboradores.
O líder consegue transmitir as tarefas de forma clara e todos executam porque possuem uma boa relação com ele.
Outra característica importante de um bom líder é que ele mantém uma relação clara e sincera com os colaboradores. Demonstra transparência no dia a dia da empresa por meio de feedbacks contínuos. Dessa forma, mostra para os colaboradores os seus erros e qual caminho devem seguir para obter o sucesso.
Nas organizações um líder, ou um gerente, pode ser identificado pelas seguintes características:
Boa comunicação;
Boa relação interpessoal;
Transparência com a equipe;
Facilidade para trabalhar em grupo;
Habilidade de inspirar.
Já o objetivo do Desenvolvimento de Pessoas nas empresas é focar na educação, seja ela formal ou informal, e também na construção de conhecimentos que reforcem os pontos positivos e diminuam os pontos negativos.
Normalmente este processo é praticado de forma estruturada pelo setor de gestão de pessoas, pelo RH e também pelos líderes.
Confira informações que podem ser utilizadas nos processos para trabalhar as competências dos colaboradores e evidenciar os seus talentos. São elas:
Conhecimentos;
Habilidades;
Atitudes;
Essas três competências são chamadas de CHA, e podem ser desenvolvidas por meio de workshops ou simulações. Além disso, você pode aplicar rotação de cargo para que os colaboradores possam compartilhar seus conhecimentos e experiências.
Tipos de liderança e desenvolvimento de pessoas
Já citamos anteriormente o conceito de lideranças e desenvolvimento de pessoas. Porém, neste subtítulo você conhecerá os tipos que fazem parte destas áreas, para aprimorar seu conhecimento e aprendizado.
Liderança
Vamos iniciar a explicação pelos tipos de lideranças. São elas:
– Autocrática:
A liderança autocrática é quando o líder centraliza todo o poder em si, ou seja, é ele quem toma as decisões e nenhum colaborador tem a permissão de participar. Este tipo é o que conhecemos como “chefe”.
Ele também pressiona seus colaboradores, cobra resultados e não permite nenhuma intervenção ou sugestão dos mesmos.
Você deve estar se perguntando se isso é possível. Bom, saiba que sim, ainda existem líderes assim em muitas empresas. Porém, esse tipo de liderança acaba fazendo com que a rotatividade dos funcionários aumente por causa da tensão e desmotivação da equipe.
– Democrática:
A liderança democrática inclui os colaboradores na construção de soluções e resultados. Aliás, esqueça tudo que você leu na liderança autocrática, pois essa é completamente oposta à anterior.
Outrossim, o líder democrático pensa no bem estar coletivo, buscando melhores formas de trabalhar e desenvolver o crescimento pessoal e profissional de cada colaborador. Além disso, oferece oportunidades reais de crescimento.
Este processo de liderança democrática diminui significativamente a rotatividade e aumenta a produtividade, pois a satisfação pelo trabalho é maior e a comunicação se torna mais clara e menos autoritária.
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas
– Liberal:
Neste tipo de liderança o líder praticamente não se relaciona com a equipe, pois eles ficam liberados para tomar as decisões por si só. Aqui os líderes acreditam que os liderados já são desenvolvidos o suficiente para seguirem sem precisar de supervisão.
Os resultados desse tipo de liderança podem não ser tão positivos quanto se imagina, uma vez que alguns colaboradores podem se deixar levar pelo desinteresse e acabar fazendo as tarefas de qualquer forma.
Outro ponto negativo é que sem feedback a equipe pensará que está tudo bem e não tentarão mudar os processos para que as metas sejam alcançadas.
– Situacional:
O foco deste tipo de liderança é a situação e o nível dos colaboradores, ou seja, a liderança situacional é a capacidade de um líder se adaptar a qualquer contexto ou situação em que o negócio esteja inserido e mesmo assim manter um time que entrega ótimos resultados.
O fato deste líder conhecer sua equipe permite que ele direcione tarefas estrategicamente, fazendo com que as habilidades de cada colaborador sejam aproveitadas e evidenciadas neste processo, gerando ótimos resultados.
Desenvolvimento de Pessoas
Agora confira alguns tipos de desenvolvimento de pessoas. São eles:
– Liderança:
Todo o desenvolvimento de pessoas começa pela liderança que deve incentivar a formação de sucessores competentes.
É por esse motivo que este ebook traz informações sobre liderança e desenvolvimento de pessoas, pois ambos são complementares e necessários para desenvolver uma equipe capacitada e que busque melhorias para a organização.
– Carreira:
Um dos desenvolvimentos de pessoas mais importante se dá por meio da carreira, uma vez que ela é construída por um propósito, buscando pequenas metas que possam levar à certas conquistas pessoais e profissionais.
Vale ressaltar que o plano de carreira é apresentado pela empresa, porém o colaborador tem a obrigação de compartilhar seus objetivos, até mesmo para saber se este plano está de acordo com o que o profissional deseja alcançar.
– Educação continuada:
Você provavelmente já ouviu alguém falar que nunca é tarde para estudar, não é? Bom, esta afirmação cabe direitinho no conceito de educação continuada, pois é importante que seja cultivado o hábito da aprendizagem diária.
Outrossim, este tipo de desenvolvimento conta com uma série de capacitações que abordam temas como comportamentos, inteligência emocional, comunicação, além de dinâmicas e oficinas que explorem o lado criativo.
– Gestão da mudança:
A gestão da mudança tem o objetivo de fazer com que os pontos positivos sejam o foco das mudanças, e assim os colaboradores não fiquem estagnados em lugar por estarem “confortáveis”, mas busquem uma mudança que traga bons resultados para o negócio.
Uma das formas de aplicar a gestão de mudança é fazer com que ela se integre nas estratégias da empresa e isso faz com que as pessoas acabem se desenvolvendo.
Vamos usar como exemplo uma empresa que controlava o estoque através de uma planilha, e então o gestor decide contratar um software de gestão de empresa, onde tudo é automatizado. No início os colaboradores podem resistir à mudança, mas por meio dela terão acesso a um novo conhecimento através da tecnologia.
– Comunicação assertiva:
Ter uma comunicação assertiva é essencial para que a empresa esteja engajada com seus colaboradores. Uma vez que os conflitos internos diminuem, e as informações entre os setores circulam com mais clareza e efetividade.
Outro ponto importante é que através deste tipo de desenvolvimento as pessoas confiam mais umas nas outras, melhorando os resultados, tornando o ambiente de trabalho um lugar leve e os profissionais mais conscientes.
Desenvolvimento de Pessoas
A importância do líder no desenvolvimento de pessoas
Independente do tipo de liderança, vale frisar que um líder possui papéis fundamentais e de extrema importância no desenvolvimento de pessoas. Confira os 5 papéis importantes que um líder deve desempenhar.
1 – Incentivar os colaboradores
Normalmente os liderados necessitam que alguém os desafiem para que possam se desenvolver e desempenhar suas funções com maestria. Por isso, é importante que o líder incentive e estimule essa busca por resultados melhores para que a equipe consiga se desenvolver.
Caso contrário, eles não sentiram nenhum estímulo para crescer como profissionais, e isso tem um efeito negativo, dificultando o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um.
Quando o líder compreende seu papel de incentivar e desafiar seus liderados, de forma honesta e coesa, ele deixa claro quais são os objetivos a serem alcançados e porque é importante que cada colaborador aumente a qualidade de seu trabalho.
2 – Oferecer independência aos liderados
Quando você vai executar alguma tarefa nova que alguém lhe explicou, você prefere fazer sozinho ou com a pessoa ao seu lado pressionando e dando pitacos? Bom, acredito que a grande maioria iria preferir desenvolver essa tarefa com mais autonomia, e é exatamente este ponto que estamos tratando aqui.
Todos estamos cientes que um líder não alcança as metas sozinhos, ele precisa de seus liderados. Além de incentivar a equipe, um dos papéis importantes é permitir que a equipe tenha autonomia para realizar suas tarefas.
Dessa forma, o desenvolvimento pessoal será mais fácil de ser alcançado, pois as pessoas se sentirão mais confiantes em suas atividades.
Além disso, o líder precisa dar abertura para que as ideias e dicas possam ser ouvidas e se necessárias serem postas em prática. Assim, além do desenvolvimento de cada um, eles poderão contribuir ainda mais para o crescimento do negócio.
3 – Ter um bom relacionamento com a equipe
Dar autonomia para as pessoas não é o suficiente, o líder necessita nutrir um bom relacionamento com todos. Assim fica mais fácil para desenvolver as pessoas.
Um relacionamento saudável é a ponta para uma boa comunicação, pois quando as pessoas se relacionam com respeito e sinceridade, a comunicação fica mais clara e os resultados fluem muito melhor.,
O principal ponto em questão é que as pessoas possam adquirir confiança e que se crie um ambiente profissional e de respeito, onde todos possam se expressar, esclarecer pendências, conhecer seus pontos fortes e fracos, facilitando todo o processo de desenvolvimento e crescimento.
4 – Dar feedbacks
Feedback é quando o líder dá retorno com informações sobre os processos executados, e isso colabora ricamente para o desenvolvimento de pessoas.
Primeiramente porque no momento em que a pessoa sabe onde e como errou, ela pode mudar alguns processos para melhorar e além disso, conseguir crescer como profissional na empresa.
Através do bom relacionamento, o líder conhece os seus liderados e sabe como lidar e se comunicar com cada um, pois todos são diferentes e cada um precisa ser abordado e informado de maneira específica.
5 – Reconhecer o excelente trabalho da equipe
Todo líder precisa reconhecer quando a sua equipe desempenha um bom trabalho e fazer com que eles fiquem cientes deste reconhecimento.
Quando o líder demonstra este reconhecimento gera um aumento de motivação entre as pessoas e também cria o que chamam de “senso de identidade” (aquilo que faz com que as pessoas saibam quem elas são).
E para ter acesso a esse conhecimento o líder precisa criar uma conexão com sua equipe e se atentar em todos os papéis que são desempenhados pelos seus liderados.
Liderança
Como aplicar o desenvolvimento de pessoas e técnicas de liderança?
Chegou o momento de lhe explicar como é feita a aplicação destes conhecimentos em sua empresa.
Desenvolvimento de pessoas
Vamos começar pela aplicação do desenvolvimento de pessoas. Confira a lista com os principais passos para este processo:
Trace um plano de atividades com a liderança;
Crie encontros mensais com todos os colaboradores;
Ouça as sugestões e avalie as iniciativas;
Ofereça cursos com treinamentos e capacitações;
Execute a rotação de cargos;
Determine métodos para medir o sucesso das ações;
Faça avaliação de 360° graus;
Crie a cultura de dar e receber feedback;
Elogie em público e corrija no privado;
Foque na gestão de mudanças.
Técnicas de liderança
Agora vamos apresentar algumas técnicas de liderança que podem facilitar a administração e desenvolvimento da equipe.
Não lidere por meio do poder de um cargo;
Desenvolva suas habilidades de líder através de cursos, livros e palestras;
Conheça seus liderados;
Seja flexível;
Não fuja de suas responsabilidades;
Saiba ouvir;
Mantenha o foco nas pessoas de sua equipe;
Inspire seus liderados dando a eles bons exemplos;
Sempre mantenha o equilíbrio e a inteligência emocional;
Conheça o mercado de atuação da empresa;
Faça análises do clima de sua equipe;
Saiba se comunicar;
Não adie as tomadas de decisões;
Se atente ao planejamento estratégico;
Faça treinamentos para identificar novos talentos e criar líderes para o futuro.
Dicas para liderar e desenvolver a equipe com sucesso
Chegou o momento de compartilharmos algumas dicas importantes para você utilizar no processo de liderança e desenvolvimento de pessoas.
PDI
PDI é a sigla para Plano de Desenvolvimento Individual. Trata-se de um plano que estabelece as ações necessárias para conquistar certo objetivo por meio do desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, é um roteiro que você segue para chegar a determinado cargo, ou onde gostaria de estar.
Neste documento você insere metas e prazos que fazem com que você mantenha o seu foco. Além disso, contribui para que você dê os primeiros passos estrategicamente, sem se desviar de seus objetivos e sem fazer escolhas incertas.
Passo a passo para criar um PDI
– Análise do cenário:
O primeiro passo é compreender o cenário em que o colaborador se encontra, para que a partir dessa análise consiga planejar ações que te ajudarão nos próximos passos. Assim, você precisa entender seu nível de desempenho e o que busca para a carreira.
– Objetivo:
Após fazer uma análise do contexto que o colaborador está inserido, você deve descobrir qual é o seu objetivo específico. Por exemplo, se ele deseja conseguir uma promoção ou se tornar um líder, ou seja, nesta etapa você precisa saber onde o profissional deseja chegar.
Assim, você vai traçando as metas e os objetivos com base nos pontos em que ele precisa melhorar.
– Definir as competências necessárias:
Com o objetivo em mente, você já pode definir quais competências serão necessárias para alcançá-lo, ou seja, determinar as estratégias que serão abordadas junto ao colaborador no momento de desenvolver o PDI. Assim, poderá ser norteado o caminho para alcançar a meta.
Outrossim, você deve conhecer o perfil comportamental do colaborador para analisar suas competências e habilidades naturais. Além disso, pode-se avaliar seus pontos fortes (precisam ser desenvolvidos) e fracos (precisam ser melhorados).
– Projete as ações:
Após saber as estratégias que devem ser feitas para chegar ao objetivo, este é o momento de projetar as ações necessárias que te levarão ao alcance das metas de forma efetiva, desenvolvendo o seu lado profissional.
Desenvolva suas competências por meio de estudos e treinamentos, ou seja, busque por livros que falem sobre os pontos que precisam ser desenvolvidos.
Priorize as competências mais necessárias em um colaborador, por exemplo, se ele precisa desenvolver a comunicação, crie situações em que ele saia da zona de conforto e se comunique no dia a dia.
Para ajudar neste processo de priorização das competências necessárias, você pode usar a “Regra de 3”, pensando nas habilidades que precisam ser desenvolvidas por meio de três critérios. São eles:
1) Impacto no seu objetivo;
2) Urgência da habilidade;
3) Vontade de aprender a habilidade.
– Determine prazos e gastos:
Bom, esta é a etapa em que você deve definir quais serão os prazos e gastos utilizados no PDI do colaborador. Isso é importante para organizar o tempo e o orçamento. Além disso, os colaboradores conseguem saber quando irão alcançar determinado objetivo.
Uma maneira interessante de executar este processo é por meio de um cronograma, descrevendo como desenvolver as habilidades e também no tempo que vai precisar e em quanto vai gastar.
– Faça análises do projeto:
É Importante que durante este processo você acompanhe o desenvolvimento de cada colaborador, avaliando seus avanços e ponderando os ajustes que precisam ser feitos durante a jornada.
Liderança e Desenvolvimento Pessoal
Livros
– 6Ds: As seis disciplinas que transformam educação em resultados para o negócio:
Este livro estrutura 6 etapas do processo de desenvolvimento de pessoas em organizações, revelando como líderes e profissionais de recursos humanos podem contribuir para o sucesso das empresas.
Nele constam diversas recomendações práticas e funcionais, além de exemplos que mostram como conceder, transmitir e registrar experiências de aprendizagem capazes de promover melhoras em liderança, gestão, vendas, atendimento ao cliente, marketing, entre outros.
Os autores são especialistas renomados e fornecem aos leitores métodos práticos, ferramentas, roteiros e checklists que tornam o desenvolvimento muito eficaz.
Andrew Jefferson é CEO da Fort Hill Company. Já o Calhoun Wick tem um grande reconhecimento nos Estados Unidos por melhorar o desempenho de pessoas e organizações. E o Roy Pollock é diretor de aprendizagem da Fort Hill Company.
– Virtudes e Liderança: A sabedoria das virtudes aplicada ao trabalho:
O livro usa como base a vida de alguns dos maiores líderes políticos, religiosos, e intelectuais dos tempos modernos, inclusive nas experiências do próprio autor.
Este livro evidencia algumas virtudes humanas que são consideradas essenciais no exercício de uma liderança. São elas: magnanimidade, humildade, prudência, coragem, autocontrole e justiça.
Seu desenvolvimento se deu por meio de encontros, reflexões e seminários, chegando à ideia central de que um verdadeiro líder é um homem de virtudes.
O autor Alexandre Havard, nasceu na França e depois de alguns anos advogando em diversos países da Europa, fundou em 2007 HVLI (Havard Virtuous Leadership Institute), fornecendo aos executivos programas de excelência por meio das virtudes clássicas.
– O Monge e o Executivo: Uma história sobre a essência da liderança:
Este livro conta a história de um personagem chamado Leonard Hoffman, um famoso empresário que deixou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino.
Este personagem tem o objetivo de nos ensinar os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes, e este processo é abordado de forma clara e saudável. O livro também traz outros personagens, ideias e discussões que vão lhe ensinar formas de liderar e lidar com pessoas.
James C. Hunter é o consultor chefe J. D. Hunter Associados, uma empresa de treinamento e consultoria nas áreas de liderança e desenvolvimento de pessoas. Autor de “O monge e o executivo” e de “Como se tornar um líder servidor” que juntos já venderam 4 milhões de exemplares somente no Brasil.
Considerações finais
Uma liderança de sucesso se baseia no desenvolvimento de seus colaboradores, pois somente um profissional bem reconhecido e valorizado, vai utilizar todo o seu potencial dentro da organização, aumentando assim a produtividade e a qualidade nos resultados. Assim, a empresa reduz a rotatividade e consegue alcançar as suas metas e objetivos.
Pensando nisso, este ebook foi desenvolvido para aperfeiçoar o potencial dos líderes e de seus liderados, fazendo com que as habilidades de cada um sejam evidenciadas e valorizadas.
Sempre que necessário retorne neste material e busque o tópico que for de seu interesse. E lembre-se que a busca pelo aprendizado é constante, então leia os livros que foram indicados e aprimore ainda mais seus conhecimentos. Pois este é o caminho para o sucesso de seu negócio.
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