Já se encontrou numa situação em que precisou de uma nota fiscal, mas não sabia onde encontrá-la? Não se preocupe, pois é possível solicitar uma segunda via de nota fiscal.
Notas fiscais são documentos muito importantes para as empresas, que devem mantê-las arquivadas. Dessa forma, caso precise da segunda via de uma nota fiscal, é geralmente possível obtê-la diretamente com a empresa onde realizou a compra.
Neste texto, vamos explicar com mais detalhes como e onde solicitar a segunda via de nota fiscal.
A segunda via de nota fiscal eletrônica (NF-e) é uma cópia do documento fiscal emitido e armazenado eletronicamente. A NF-e é um documento obrigatório para todas as empresas que realizam operações comerciais no Brasil e sua emissão é obrigatória para cada operação realizada.
O destinatário solicita a segunda via da nota fiscal eletrônica quando o documento original é perdido, danificado ou não foi entregue
Ela deve possuir os mesmos dados que a via original, sendo eles:
Dados da empresa contribuinte
Dados do comprador
Local da venda
Data e hora
Produto vendido
Cálculo de impostos
Transportadora
Como funciona a Nota Fiscal Eletrônica?
A Nota Fiscal Eletrônica (NFe) é um documento fiscal armazenado digitalmente pelo emissor. Diferentemente das notas fiscais em papel, é bem mais simples emitir uma segunda via de nota fiscal eletrônica quando necessário, pois ela é basicamente uma cópia digital do arquivo XML original, armazenada no sistema de emissão.
Cabe ressaltar que, assim como a via original, a segunda via de nota fiscal eletrônica também contém todas as informações sobre a transação realizada.
Tudo isso confere muito mais segurança para o armazenamento das notas fiscais, que ficam resguardadas da possibilidade de danificação e perda, coisas que são comuns para notas em papel.
Adicionalmente, as notas fiscais têm sua regulamentação estabelecida pelas secretarias da fazenda de cada estado, portanto, pode ser que, dependendo do seu estado, as regras sobre a segunda via de nota fiscal sejam um pouco diferentes.
Como faço para recuperar uma nota fiscal?
A melhor maneira de recuperar uma nota fiscal em caso de perda é acessando o portal NF-e, que é o site da fazenda federal disponibilizado pelo governo federal para a consulta de informações sobre a Nota Fiscal eletrônica.
Dentro do portal, o usuário precisa inserir a chave de acesso da nota fiscal que deseja uma segunda via. A partir disso se tem acesso a um novo arquivo xml com as mesmas informações do original.
Onde conseguir a segunda via da nota fiscal?
Se você precisa da segunda via de nota fiscal, saiba que existem diversas maneiras de conseguir ela. Uma das opções é entrar em contato com a empresa onde você comprou e solicitar a emissão de uma nova cópia do documento. Isso pode ser feito de diversas formas, como por telefone, e-mail ou pessoalmente, dependendo da empresa.
Outra opção é acessar o sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas da empresa e solicitar a impressão da NF-e. Algumas empresas também oferecem a opção de baixar a NF-e em formato PDF para impressão.
É importante lembrar que, para solicitar a segunda via de nota fiscal, é preciso ter em mãos a chave de acesso e o CNPJ da empresa emissora. Sem essas informações, pode ser mais difícil conseguir esse documento.
Caso não consiga a segunda via de nota fiscal na primeira tentativa, existem outras soluções para esse problema.
Veja a seguir algumas dessas opções.
Busque no seu e-mail
Em quase todas as compras, a empresa envia diretamente para o e-mail do comprador a nota fiscal referente. Isso porque como mencionado, a nota fiscal eletrônica e digital, portanto transmitida via internet. Logo, caso precise da segunda via da nota fiscal, é provável que ela esteja em algum lugar da sua caixa de entrada. Por isso, procure por lá caso precise desse documento.
Tente utilizar o nome da empresa da qual comprou para tentar localizar a nota. Caso não encontre na caixa de entrada, procure na lixeira, já que e-mails excluídos ficam lá por algum tempo antes de serem completamente eliminados.
Entre em contato com o emissor
Caso não encontre no seu e-mail, o jeito mais fácil de conseguir a segunda via de nota fiscal é solicitar diretamente para o emissor que lhe envie ela.
A empresa pode lhe enviar novamente por e-mail uma nova via da nota gratuitamente. É importante citar que a cobrança de 2° via de nota fiscal é algo que o código de defesa do consumidor proíbe.
É direito do consumidor a segunda via da nota fiscal?
O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o cliente tem direito a receber nota fiscal pelo aquilo que comprou. No entanto, as empresas não possuem uma obrigação legal de emitir uma segunda via de nota fiscal. Isso porque não existe nenhum dispositivo legal que estabeleça essa obrigação.
Porém a emissão da segunda via de nota fiscal não gera nenhum custo para empresa, e ela não pode cobrar isso do consumidor, isso é algo que é vetado pelo CDC.
Considerando tudo isso, é pouco provável que uma empresa negue essa solicitação de uma segunda vida de nota fiscal. A fim de manter uma boa relação com os clientes, a maioria das empresas faz isso sem maiores problemas.
Pegar 2ª via de nota fiscal pela internet – Site da secretaria da fazenda
Se por algum motivo não conseguir a segunda via de nota fiscal pelos meios mencionados anteriormente, você pode solicitar a nota para a secretaria da fazenda. Ela disponibiliza um portal de atendimento para a consulta de notas fiscais já emitidas.
Porém, para fazer essa consulta, é necessário ter o número da chave de acesso da NF-e, que possui 44 dígitos, e se encontra na DANFE, que é o documento impresso que acompanha a compra. Caso você não possua a DANFE, a alternativa é pedir esse número para a empresa onde você fez a compra.
Mas, se também não for possível conseguir esse número com a empresa que emitiu a nota, a opção é entrar em contato com o SEFAZ. Para isso, será necessário a utilização de um certificado digital.
Para isso é necessário acessar o site da SEFAZ e procurar pela seção que trata do assunto notas fiscais. Após isso você será redirecionado para a secretaria da fazenda do estado correspondente, onde você vai precisar do seu certificado digital e do CNPJ do contribuinte para acessar individualmente as notas emitidas.
Como conseguir a segunda via de uma nota fiscal
O melhor jeito de ter acesso a uma nota fiscal é tendo a chave de acesso dela. Através dessa chave basta acessar o portal NF-e para consultar qualquer nota. No entanto, é comum que a pessoa tenha perdido essa chave e tenha dificuldades para conseguir acesso a ela.
Nesse caso, veja algumas alternativas para a consulta de nota fiscal sem a chave de acesso.
Segunda via de NFS-e
As notas fiscais de serviço (NFS-e), podem ser consultadas através do portal da prefeitura da empresa contribuinte que emitiu a nota. Através disso é possível conseguir uma segunda via de nota fiscal de um serviço.
Cada prefeitura tem suas regras e especificações com respeito ao acesso às notas emitidas, porém geralmente é necessário a utilização de certificação digital geralmente. Isso é uma maneira de conferir segurança ao processo e impedir o acesso de terceiros.
Tem como emitir 2 via nota fiscal pelo CPF?
Uma maneira de manter controle sobre as notas emitidas em seu próprio CPF, é a adesão a programas estaduais de nota fiscal. Um exemplo é o programa Nota Fiscal Gaúcha, onde o consumidor pode fornecer seu CPF no momento de cada compra, e assim essas notas ficam registradas no seu nome.
A partir disso, basta acessar o site do programa, fazer um cadastro utilizando esse mesmo CPF, e você pode acessar todas as notas que estão registradas em seu nome.
Utilize um software de gestão de notas
A melhor maneira de fazer o controle de todas as notas que você emitiu enquanto vendedor, ou das notas recebidas enquanto consumidor é utilizar um sistema emissor de notas fiscais. Esse tipo de software faz a guarda e também a organização de todas as notas que o usuário registra dentro dele, já que dá para gerar o arquivo XML de uma venda, e também carregar um xml existente de uma compra feita. Além disso, é possível fazer a configuração da emissão de NF-e de maneira fácil e rápida.
Assim, após já estar no sistema, acessar uma segunda via de nota fiscal não é um problema, já que todos os dados ficam armazenados na nuvem. Isso protege as notas de problemas com extravio e perdas.
Como gerar a segunda via de nota fiscal eletrônica?
Caso seu caso da empresa que precisa emitir a segunda via de nota fiscal, os passos para fazer isso são os seguintes:
Acessar o sistema de emissão de notas que você utiliza.
Fazer uma busca utilizando a chave da nota ou procurando pela data de emissão, podendo ser até uma busca por notas emitidas dentro de um período de tempo específico.
Selecionar a nota específica para qual você deseja emitir uma segunda via.
Clicar em emitir 2° via, onde o arquivo é baixado para o computador, a partir daí é possível repassar o documento para o cliente.
É importante lembrar que, para emitir a segunda via de nota fiscal, é preciso ter acesso ao sistema de emissão de notas da empresa e possuir o certificado digital válido. Além disso, é preciso verificar se a nota fiscal se encontra no período de validade e se houve cancelamento anteriormente.
Por quanto tempo se guarda a Nota Fiscal Eletrônica?
Toda empresa tem a obrigação de guardar as notas fiscais que emite por um período de 5 anos. Esse período obrigatório de guarda das notas foi instituído pelo Código Tributário Nacional, no artigo 173.
A razão dessa obrigação de guardar as notas existir é porque dentro desse tempo a Receita Federal pode solicitar essas notas emitidas para eventuais fiscalizações. Dentro desses 5 anos, o crédito tributário continua existindo.
Além disso, dentro desse tempo é possível que a empresa receba cobranças do fisco por dívidas tributárias.
Já para os consumidores não existe uma obrigação legal de guardar suas notas fiscais por um determinado tempo. No entanto, mesmo que poucas pessoas façam isso, é recomendado que se mantenha todas notas fiscais a respeito de produtos e serviços adquiridos.
O CDC (Código de Defesa do Consumidor) estabelece que todo consumidor tem o direito de receber notas fiscais sobre aquilo que adquire. Essas notas por sua vez servem como uma garantia para o consumidor sobre aquilo que ele pagou, protegendo seus direitos à reclamação e eventuais devoluções e compensações.
Quais os benefícios da Nota Fiscal eletrônica?
Agora que você já sabe como pode conseguir uma segunda via de nota fiscal, veja porque é vantajoso para sua empresa utilizar a nota fiscal eletrônica.
Como a nota tem seu armazenamento na nuvem, a segurança e confiabilidade das informações são bem maiores.
Redução na necessidade de espaço físico para armazenamento de notas em papel.
Diminuição de custos com impressoras específicas para recibos fiscais, já que para a NF-e é possível utilizar qualquer impressora comum.
Utilizando a NF-e, há uma automação no processo de inclusão de dados para as notas fiscais, logo a incidência de erros de preenchimento é bem menor.
Com o sistema automatizado de emissão de notas, existe a possibilidade de fazer a integração com o sistema contábil da empresa, facilitando o controle por parte da contabilidade.
Como a transmissão das notas é imediata, a empresa tem a garantia de que estará em dia com suas obrigações fiscais e tributárias.
A nota fiscal é obrigatória porque ela que dá as informações da empresa para o Fisco e com ela se faz o pagamento de impostos. Por isso, não emitir nota fiscal pode trazer sérias consequências para a empresa, como acusação de sonegar impostos ou o trancamento de CNPJ.
Quando se utiliza a nota fiscal eletrônica não é preciso autorização da secretaria da fazenda para a inclusão de novos PDVs em um estabelecimento.
Certificado digital da Nota Fiscal Eletrônica
Caso você, enquanto empresa, opte por utilizar a nota fiscal eletrônica para fazer a emissão de notas para seus clientes, saiba que também precisará utilizar um certificado digital.
O certificado digital funciona como uma assinatura e serve para dar segurança ao processo. Ou seja, ela é única e confere a garantia de que aquela nota emitida é legítima e as informações contidas nela são confiáveis.
Os tipos de certificado digital utilizados na emissão da NF-e são os seguintes:
A1 – É um tipo de certificado armazenado em um arquivo digital dentro do computador do usuário ou no equipamento emissor de notas fiscais. Pode ser copiado e instalado em mais de um local, ou seja, o mesmo certificado pode ser utilizado em diversos computadores para a emissão de notas.
A3 – Esse certificado é armazenado em um token, que geralmente é um cartão. Ou seja, sua grande diferença é que ele é móvel e pode ser transportado pelo usuário. Sua utilização é feita por meio da inserção do token no dispositivo desejado. Além disso, para utilizá-lo é obrigatório usar uma senha de acesso. Essa senha é cadastrada no momento da criação do certificado e deve ser guardada em um local seguro pelo usuário.
O mercado de roupas é um dos mais lucrativos no meio comercial. Além disso, é um ramo de negócios atemporal, ou seja, sempre haverá mercado e abrir uma loja de roupas sempre será um bom investimento. Isso porque comprar roupas não é apenas uma necessidade de se manter vestido. Roupas, além de transmitirem sua personalidade, são também um instrumento de expressão e apresentação social.
Por esses e outros motivos, o mercado de roupas e vestimentas é um dos mais fortes na indústria da moda. Mas para abrir uma loja de roupas nesse mercado competitivo é preciso ter em mente e no papel um planejamento detalhado e realista.
Vale a pena abrir uma loja de roupas?
O segmento de moda é um dos maiores em faturamento na economia mundial e movimenta mais de 100 bilhões de reais por ano somente no Brasil. Além disso, existe projeção de grande crescimento para os próximos anos.
Isso abre portas para ótimas oportunidades de empreendimento no setor, que possui diversos públicos e possibilidades de atuação. E essas possibilidades se amplificam ainda mais com o crescimento do e-commerce, segmento que será detalhado mais adiante nesta matéria. Logo, abrir uma loja de roupas pode ser uma ótima opção para você que deseja empreender em um negócio simples, porém com boas perspectivas.
Qual o valor necessário para abrir uma loja de roupas?
Em média, o investimento em uma loja de roupas é de 5 a 30 mil reais, variando conforme o local escolhido, o tamanho da empresa e do estoque.
Além disso, é importante ter em mente que seu negócio provavelmente não dará lucro nos primeiros meses. Esse é um processo completamente normal, e acontece na maioria dos empreendimentos. Isso acontece por causa do tempo de retorno do investimento, que é o tempo necessário para que a empresa recupere através das vendas o que foi investido inicialmente no negócio. Logo, é necessário que isso seja levado em conta no momento de determinar o capital de giro que será preciso para o período.
É bem difícil estimar um valor exato aqui porque esses valores se diferenciam de acordo com a necessidade da loja. O que dá para fazer no momento de um planejamento prévio, é especificar possíveis gastos baseado nas etapas que devem ser seguidas para abrir uma loja de roupas.
Esses valores podem variar muito pois você pode montar a sua loja em algum espaço disponível na sua casa, por exemplo. Dessa forma, gastos com aluguel já podem ser descartados.
Além do mais, pode haver outros custos não citados acima e que influenciam no investimento necessário. Por isso, o planejamento deve conter todos os gastos necessários até a abertura da loja para que não haja imprevistos financeiros.
No entanto, é possível sim abrir uma loja de roupas simples e gastando pouco. Portanto, não dispor de um grande capital inicial não é um impeditivo para empreender no ramo.
Como montar um negócio com 5 mil reais?
Se você pretende abrir uma loja de roupas e deseja gastar pouco inicialmente, saiba que existem algumas opções de negócio com um custo de investimento relativamente baixo.
Por exemplo, uma loja virtual é uma ótima escolha caso você deseje cortar os gastos com funcionários, espaço físico, amostragem e necessidade de um grande estoque. Dentro desse segmento de loja virtual, uma outra modalidade que vem ganhando popularidade é o dropshipping, que, resumidamente, consiste em venda sem necessidade de ter estoque. Sendo uma ótima opção dentro do segmento de moda, os únicos gastos que você terá serão os de regularização de CNPJ e divulgação das roupas que você irá vender.
Além disso, você pode investir em uma microfranquia, opção que tem operações bem mais enxutas e baratas que as franquias tradicionais, que já são por si só empreendimentos de investimento menor. Além do mais, existem várias microfranquias nas quais é possível iniciar com valores a partir de 3 mil reais e você ainda terá suporte do franqueador com o gerenciamento do negócio.
Como abrir uma loja de roupas com pouco dinheiro
Existem algumas formas de abrir uma loja de roupas com pouco dinheiro. Algumas opções são:
Dropshipping: deve ser uma loja virtual. Nesse modelo, a loja não tem um estoque: quando uma compra é realizada, o responsável, ou a ferramenta, faz a compra diretamente com o fornecedor e o produto é entregue diretamente no endereço estabelecido pelo cliente.
Brechó: os brechós existem há muito tempo e são um tipo de negócio que só tem a crescer. Com um brechó é possível comprar roupas por um valor mais baixo, por exemplo. Claro que o valor de venda também não é muito alto, uma vez que são roupas usadas. Mas, é possível ter uma margem de lucro boa com a compra de roupas usadas, sendo um ótimo começo para abrir uma loja de roupas.
Lugar próprio: um dos maiores gastos de um negócio é o aluguel. Esse é um valor que não se pode abrir mão, sendo essencial para o funcionamento do negócio. Assim, começar em um local próprio pode ser uma opção para abrir uma loja de roupas gastando pouco.
Qual o lucro de uma loja de roupas?
O lucro de uma loja de roupas varia dependendo do seu tamanho, mas, a margem de lucro fica entre 40% e 50%.
Existem outros fatores que podem mudar esse montante, por exemplo, se a loja for de roupas de luxo, a margem de lucro pode ser maior. Outro número importante que deve se ter atenção para saber o lucro da loja são os custos.
Assim, para decidir o preço de venda de uma roupa em uma loja de roupas é preciso fazer o seguinte cálculo:
Preço de venda = preço de compra + frete + impostos + margem de lucro
A margem de lucro é o lucro que a empresa quer ter, em porcentagem, sobre o preço de venda.
Como começar um negócio do zero?
Quando se trata de iniciar um empreendimento, a palavra principal é: planejamento. Isso porque é na fase de planejamento que você precisa decidir a ideia e dar forma a ela. Defina qual tipo de loja você abrirá, se será um negócio online ou físico. Além disso, é importante que nessa etapa você valide sua ideia de negócio através de uma pesquisa de mercado. Existem mais etapas a serem seguidas e elas serão explicadas a seguir. Mas é importante que você tome tempo para definir os seus objetivos e como alcançá-los.
Existem alguns pré-requisitos básicos a serem cumpridos para abrir uma loja de roupas, coisas que qualquer pessoa que deseja ter um negócio no ramo vai precisar providenciar, por exemplo:
Abertura de CNPJ;
Aluguel inicial (caso o espaço não seja próprio);
Estrutura física da loja (móveis e utensílios, araras, armários, prateleiras e outros);
Compra inicial de estoque;
Marketing de divulgação inicial;
Capital de giro.
Caso haja dúvidas quanto a algum desses itens, eles serão detalhados na sequência.
Passo a passo para abrir uma loja de roupas
Já que planejamento é o fator que tem mais impacto no sucesso de um negócio, é importante saber como fazê-lo da maneira correta. Esse planejamento envolve algumas etapas que devem ser cumpridas, são elas:
Fazer um estudo de mercado;
Se formalizar;
Definir o público-alvo;
Observar a localização da loja;
Ter um plano de negócios e gestão;
Recrutar pessoal;
Encontrar o marketing ideal para a loja.
Para você que está pensando em abrir uma loja de roupas, e tem dúvidas sobre como iniciar esse processo, a seguir cada um desses passos será explicado detalhadamente:
1. Estudo de mercado
Antes de abrir uma loja de roupas, é preciso fazer uma boa pesquisa de mercado. Dessa forma, é possível entender os percentuais de ganho e compreender qual a situação atual do setor.
Muitos negócios fecham antes mesmo de gerar lucro pelo simples fato de começarem sem antes montar uma base sólida de planejamento. Por isso, é de fundamental importância fazer um bom estudo de mercado.
A partir dessa pesquisa, é possível entender como o mercado se comporta, tanto seus concorrentes como seus clientes. Assim, é possível definir desde o capital inicial até as estratégias de marketing.
2. Formalização
Você, ao abrir uma loja de roupas, pode se registrar na categoria de Microempreendedor Individual, o MEI. Esse tipo de empresa exige taxas muito menores de abertura do negócio se comparado ao registro como empresa. No caso de se registrar como MEI, o faturamento anual máximo de sua loja de roupas deve ser de até R$ 81.000,00.
Mas, caso você não deseje ser MEI, existem outros tipos de empresas para quem deseja um negócio individual. Entre eles:
ME: A Microempresa não pode ter faturamento superior a R$ 360 mil por ano e pode ter um ou mais sócios, que respondem pelos débitos da empresa conforme o tipo de sociedade adotado;
EPP: A Empresa de Pequeno Porte deve possuir faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões por ano;
EI: O Empresário Individual é uma pessoa física que exerce uma atividade empresarial. O Empresário Individual não tem limite de faturamento anual. Assim, seguindo a Lei nº 123/2006, pode se classificar como ME, caso seu faturamento anual seja de até R$ 360.000,00, como EPP, caso seja de até R$ 4.800.000,00, ou mesmo não se enquadrar como ME ou EPP, caso o faturamento supere esse valor.
3. Defina seu público-alvo
Para abrir uma loja de roupas é importante definir um público-alvo, ou seja, definir qual o perfil de cliente que você irá atender. É preciso, portanto, fazer uma pesquisa sobre os seus futuros clientes.
Esse tipo de pesquisa sobre seus potenciais clientes inclui perguntas como:
Quais são seus interesses?
Que marcas esse público procura?
Qual o estilo desse público?
Quais as referências que esse grupo tem em termos de vestuário?
Qual é a faixa etária?
Determine o que você vai vender
Uma ótima maneira de se destacar no mercado ao abrir uma loja de roupas é se especializar em um público específico. Algumas opções são:
Dentre essas opções, também é possível oferecer serviços específicos, como conserto de roupas. Dessa forma, o cliente pode escolher a roupa e solicitar o ajuste na loja mesmo.
Esse é um ramo da moda que procura atender tamanhos acima do número 46. Permite que a moda amplie o seu alcance, acompanhando o que acontece nas principais tendências mundiais, e ao mesmo tempo sendo inclusiva e representativa.
O ramo de moda plus size pode ser uma ótima opção se você deseja buscar um diferencial e também obter lucro.
Segundo dados do Sebrae, o setor de moda plus size gera um faturamento de R$ 5 bilhões por ano. O que impulsiona este negócio é o fato de que 60% da população brasileira atualmente é considerada acima do peso. Entretanto, somente 17,7% das lojas de roupas em todo o Brasil atendem a este público e apenas 3,5% dessas lojas são especializadas em plus size. Isso indica que não há uma grande concorrência neste nicho de mercado e há uma boa possibilidade de se destacar da concorrência.
4. Localização da sua loja de roupas
O local onde sua loja vai estar é outro fator muito importante. Afinal, além do público que circula na região escolhida, você precisa estar atento à concorrência que vai estar a sua volta.
Escolher uma área dominada por grandes lojas de departamento ou redes varejistas pode não ser uma boa escolha para abrir uma loja de roupas, por exemplo. Elas trabalham com outro fluxo de negócio que é muito mais amplo, e automaticamente geram um tipo de concorrência que sua loja não precisa encarar no início. Assim, a melhor opção são áreas onde a demanda seja maior que a oferta.
A escolha da localização ao abrir uma loja de roupas influencia muito no sucesso do negócio. É imprescindível que a partir do estudo de quem é o seu público-alvo a sua loja de roupas esteja situada nas proximidades deste público em questão.
Por exemplo, se você decidiu abrir uma loja de roupas e itens esportivos, o ideal é que ela seja próxima de academias, quadras de esporte, pistas de caminhadas e assim por diante.
É importante estudar detalhadamente o negócio das lojas concorrentes que atuam próximas ao seu ponto comercial e assim buscar diferenciais para se destacar na localidade em questão. Quais os principais pontos fortes e aspectos que as lojas concorrentes deixam a desejar? Qual o número de lojas concorrentes na região em que você vai atuar?
Então, procure também escolher um local seguro, na medida do possível.
Outro fator absolutamente importante no momento de escolher o ponto comercial da sua loja de roupas é a logística do local. O local é de fácil acesso? O trânsito de veículos é conturbado? A fácil acessibilidade pode fazer toda a diferença na hora de um cliente em potencial optar ou não pela sua loja de roupas.
Espaço interno
A decoração de todas as áreas da estrutura interna de sua loja de roupas é essencial para mantê-la atrativa e tornar o seu estabelecimento convidativo para os clientes.
Sua estrutura física deverá ser suficiente também para acomodar um espaço para caixa, provadores de roupa, um escritório gerencial e um banheiro.
Customize o espaço da sua loja
Espaços que criam ambientes dinâmicos tendem a influenciar os compradores. No entanto, é preciso estar atento às necessidades do seu público-alvo. Você deve estar em sintonia com eles. Isso significa conhecer suas necessidades e vontades, e se adaptar a elas conforme mudam com o tempo.
Para isso, pesquisas de mercado e de relacionamento com os clientes são sempre importantes no momento de abrir uma loja de roupas.
5. Um bom plano de negócios e gestão em sua loja
É o plano de negócios que fornecerá para você uma dimensão sobre gastos, lucros e possíveis prejuízos; o investimento inicial que será necessário para abrir a loja de roupas e o capital de giro nos meses iniciais.
O que é um plano de negócios?
O plano de negócios é um documento base da empresa que vai conter todos os objetivos da mesma, e também quais estratégias serão traçadas para que estes objetivos sejam alcançados.
Sem um plano de negócios concreto e detalhado, as chances de ocorrerem problemas e imprevistos durante o percurso do trabalho são muito altas.
Esse documento deve conter, basicamente, os seguintes itens:
Descrição do negócio;
Estudo de mercado;
Definição do ponto comercial;
Recursos necessários para a implementação do negócio;
Plano de marketing;
Metas em curto, médio e longo prazo;
Precificação de produtos;
Estudo de público-alvo;
Pesquisa de fornecedores;
Montagem da equipe.
O plano de negócios também indicará quantos meses serão necessários para que seu investimento gere retorno financeiro.
É um planejamento que visa o futuro, mas com total atenção a como as coisas estão no presente. E isso se deve ao fato dele se basear nas definições de investimento, de preço dos produtos, de gastos, dos aspectos legais e de eventuais financiamentos.
Sem esse tipo de administração, sua loja não conseguirá se manter por muito tempo.
É por meio do plano de negócios que você irá decidir o tamanho do seu empreendimento. Também é através dele que serão decididos os materiais necessários para abrir uma loja de roupas (araras, manequins, espelhos, computadores, móveis, por exemplo) e como você controlará os mais variados processos gerenciais da sua empresa.
Controle de vendas e processos
Tratando-se de controle de processos e rotinas, existem três opções, sendo elas: controle manual por cadernos, planilhas e um sistema de gestão.
Contudo, manter o controle de uma loja por caderno não é uma boa ideia devido à falta de praticidade e à grande probabilidade de erro. Dessa forma, você pode usar planilhas para lojas de roupas no controle de estoque e vendas.
Por último, se tratando de sistemas de gestão automatizados, o eGestor é um programa 100% online, ou seja, não existe necessidade de baixá-lo em um computador.
Ele pode automatizar tarefas essenciais no momento de abrir uma loja de roupas, como o controle de vendas e de compras, emissão de boletos e outros. O melhor sobre o eGestor é que ele reúne em um único software as funções de controle financeiro, fluxo de caixa, controle de estoque, controle de produtos e serviços e emissão de nota fiscal.
No eGestor, você encontrará caminhos mais fáceis para gerenciar sua loja. Esse detalhamento e gestão são de extrema importância para a manutenção da sua loja.
6. Recrutamento de pessoal
Para abrir uma loja de roupas, você precisará de vendedores qualificados e, acima de tudo, simpáticos. No início, é normal que o quadro de funcionários seja menor, mas nunca deve ser menos qualificado.
Isso porque são os vendedores e atendentes que estão na linha de frente e em contato com os clientes. Essa equipe, juntamente com o ambiente físico da sua loja, criará um espaço convidativo, em que os clientes poderão se sentir confortáveis e incentivados a comprar. Por isso, manter uma boa relação com seus funcionários faz toda a diferença no ambiente da loja.
É de fundamental importância que exista um equilíbrio por parte dos vendedores, ou seja, eles devem guiar o cliente durante o processo de compra, mas de uma forma que não seja invasiva.
Além do mais, é preciso respeitar a liberdade de escolha do cliente e não insistir em oferecer algum produto que não seja exatamente o que ele esteja procurando. Um bom vendedor deve auxiliar e convencer o cliente a comprar exatamente aquilo que necessita.
7. Construa o marketing ideal para sua loja de roupas
A divulgação da sua loja tem que ser feita de acordo com a sua identidade visual, ou seja, tem que estar vinculada ao estilo dela. Na era digital, o marketing tornou-se uma ferramenta mais ampla. Para isso, as redes sociais são uma ótima opção porque elas têm uma maior circulação e atingem um maior número de pessoas.
Investir no marketing da sua loja é tão importante quanto o seu plano de gestão. Dê atenção especial a esse ponto, visto que abrir uma loja de roupas sem visibilidade é uma ideia que tem grandes chances de fracassar.
Por isso, aposte em ferramentas de marketing digital, propaganda e análise de conteúdo que projetam a sua loja na frente da concorrência.
Entender as necessidades do seu público-alvo é uma maneira eficiente de fazer isso. Essa é uma estratégia que deve estar sempre no plano de gestão quando abrir uma loja de roupas.
Fazer pesquisas constantes sobre inovações tecnológicas de tecidos, cores, estampas e produção é também importante, porque mantém você atualizado sobre as mais novas tendências do mercado da moda.
Os clientes estarão sempre em busca do que há de mais recente no mercado. Assim, estar atento a coleções de estilistas renomados e de suas produções para cada temporada é sempre um ponto que diferencia sua loja das demais.
Quais meios de pagamento usar ao abrir uma loja de roupas?
Mais um ponto importante para abrir uma loja de roupas é disponibilizar meios de pagamento variados que possibilitem que seu público-alvo compre na sua loja em qualquer circunstância. Afinal, você não quer perder vendas devido a uma máquina de cartão que não funcionou ou a um cliente que esqueceu o dinheiro em casa, não é mesmo?
Alguns dos meios de pagamento mais populares e utilizados são: cartões de crédito e débito, boleto bancário e transferência bancária.
Também existem meios de pagamento mais recentes que estão se tornando muito populares, como o pagamento via Pix, e plataformas online de pagamento, como o PayPal, por exemplo.
Loja virtual
Esta modalidade de comércio está se tornando muito popular e acaba sendo a primeira opção para muitos empreendedores no cenário atual, podendo ser uma boa alternativa para você que pretende abrir uma loja de roupas também.
O que é e-commerce?
É um tipo de negócio onde todas as compras e vendas são realizadas de forma inteiramente online, ou seja, sem a necessidade de um contato pessoal do consumidor com o comerciante. Todo o processo de escolha do produto ou serviço, até o momento de pagamento, é feito virtualmente.
O e-commerce se caracteriza pela maior acessibilidade para pessoas que não dispõem de um alto volume de recursos para começar seus negócios. Isso é devido ao baixo custo comparado à montagem de uma loja física, já que, para ter uma loja virtual, não há preocupação com a manutenção de um espaço físico para operar, nem é necessário contratar funcionários.
Qual é o lucro de um e-commerce?
A margem de lucro sobre produto vendido em um e-commerce costuma ser em média de 40% a 50%. Portanto, apesar de o mercado de comércio eletrônico ser altamente competitivo, é possível ter uma margem de lucro satisfatória com um e-commerce. Para isso, é necessário que haja preparação antes de entrar no setor, além do investimento correto de tempo e recursos.
No entanto, quando se trata de lucro, é bem difícil falar de valores de uma loja virtual, porque esse é um fator que depende muito do quanto será investido inicialmente e qual será o porte do negócio. Para saber o lucro da loja, é preciso conhecer também, além do custo por produto, os custos indiretos para manter o empreendimento.
Em posse dessas informações, é possível saber o dinheiro que entra efetivamente dentro de um período, seja mês, semestre ou ano, por exemplo.
Loja física x e-commerce
Uma das dúvidas mais frequentes de alguém que planeja abrir uma loja de roupas é se deve abrir uma loja física ou apenas um e-commerce.
Apesar de as lojas virtuais serem muito populares e a principal opção para muitos consumidores, é importante que quem vai empreender conheça as características e vantagens das duas modalidades de negócio antes de tomar sua decisão.
Por exemplo, o e-commerce fornece uma grande comodidade para o consumidor, que pode comprar por meio de um aparelho eletrônico, no conforto da sua própria casa. Essa opção coloca à sua disposição milhares de marcas e modelos para cada necessidade de compra que surgir.
Por outro lado, uma loja física proporciona uma experiência de compra presencial única para o cliente. Isso se dá porque o cliente pode ver o produto na sua frente, fazer a experimentação, tirar suas dúvidas e já sair com o produto em mãos na mesma hora, caso deseje. Todas essas opções evitam que o cliente tenha inseguranças no momento de realizar uma compra.
Uma ótima opção para quem vai abrir uma loja de roupas e quer ter um ponto físico de comércio é aliar a venda presencial com vendas de roupas em um e-commerce também. Isso com certeza vai maximizar o potencial de faturamento do negócio.
Investir em uma franquia é uma boa alternativa?
Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), 7 das 50 maiores franquias do país pertencem ao setor da moda. Sendo assim, abrir uma franquia de loja de roupas certamente pode vir a ser uma boa ideia de negócio.
Uma das vantagens do modelo de franquia é não precisar se preocupar com a escolha do modelo das roupas que serão comercializadas nem com a seleção dos fornecedores, o que facilita bastante a gestão do negócio.
Além disso, muitas franquias já possuem uma boa visibilidade no mercado, o que também reduz consideravelmente os custos com divulgação e captação de novos clientes.
Com essas informações ficou mais fácil visualizar a sua loja de roupas. Então, junte todas as suas ideias e estruture-as a partir do conhecimento que você adquiriu. Com certeza você terá sucesso no seu empreendimento!
Perguntas frequentes sobre como abrir uma loja de roupas
Quanto custa abrir uma loja de roupas pequena?
O investimento inicial costuma variar entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, dependendo do tamanho da loja, da localização e do estoque inicial. Para quem quer começar gastando menos, opções como dropshipping, brechó ou microfranquia permitem iniciar com valores a partir de R$ 3 mil.
Qual a documentação necessária para abrir uma loja de roupas?
É preciso providenciar a abertura de CNPJ, optando pelo enquadramento mais adequado ao faturamento esperado (MEI, ME ou EPP), além de organizar aluguel, estrutura física, estoque inicial e capital de giro antes de iniciar as operações.
É melhor abrir uma loja física ou uma loja virtual de roupas?
Depende do perfil do negócio e do público-alvo. A loja física oferece experiência de compra presencial, enquanto o e-commerce reduz custos com espaço e equipe. Muitos empreendedores optam por unir os dois formatos para maximizar o faturamento.
Qual é a margem de lucro média de uma loja de roupas?
A margem de lucro costuma girar entre 40% e 50%, tanto em lojas físicas quanto em e-commerces de roupas, podendo variar de acordo com o nicho, o porte do negócio e os custos fixos e variáveis envolvidos.
Escolher um negócio para investir pode ser um grande desafio para quem quer acertar de primeira em êxito e lucro, pois essa escolha leva em conta muitos fatores. Entre demanda de mercado, tendências, situação econômica e opções disponíveis, pode ser difícil encontrar ideias de negócios realmente promissoras para investir.
Ideias de negócios
Com o objetivo de ajudar você nessa escolha, reunimos uma lista de ideias de negócios lucrativos que estarão em alta no próximo ano para que possa se atualizar em relação ao mercado e se preparar.
1. Empreendimentos de cuidados pessoais
O cuidado pessoal com a beleza vem crescendo conforme o leque de produtos e prestadoras de serviços ligados ao embelezamento aumenta. Assim como a preferência não só de mulheres, mas também homens, por empresas e profissionais de estética pessoal.
Cada vez mais manicures, pedicures, design de sobrancelhas, maquiagem, tratamentos estéticos e produtos multifuncionais, por exemplo, têm alta procura por consumidores preocupados com o bem-estar físico.
Segundo o levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o Brasil só perde para China e Estados Unidos no mercado mundial de venda. Assim, somos o terceiro maior consumidor de produtos cosméticos e serviços estéticos. Sendo, então, uma ótima ideia de negócio para ser investida no ano de 2021!
2. Nichos da gastronomia
Tipos específicos de alimentação com foco na saúde estão pedindo maior demanda nos últimos tempos. Alérgicos a glúten, intolerantes à lactose e diabéticos, por exemplo, passaram a ser nichos mais requisitados, devido à dificuldade de encontrar produtos alimentícios não prejudiciais à saúde em lugares comuns.
Já movimentos sociais que incluem alimentação, como o vegetarianismo e o veganismo, também estão se popularizando muito. Por isso, a procura por negócios e estabelecimentos que ofereçam alimentos apropriados e condizentes com a saúde e escolhas de cada um é cada vez maior. A Euromonitor Internacional prevê que esse mercado cresça em 4,4% anualmente.
3. Tradução e revisão de textos
Com as relações sociais e comerciais se tornando cada dia mais parte da globalização, a tradução pode ser um ótimo investimento para quem tem conhecimento de outro idioma.
Em uma matéria no Portal Fidelity, esse setor deve alcançar a receita de US$ 1,5 bilhão até 2024, mostrando o crescimento que vem pela frente.
Uma comunicação bem feita tem alta importância. Muitas pessoas buscam por ajuda na correção de textos, também para ajustar a estrutura textual, correções gramaticais e ortográficas, assim como tradução de trabalhos. O que também estende esse serviço para a área acadêmica e universitária.
Dentre as ideias de negócios essa é uma das mais rentáveis, porque você se utilizará apenas do seu conhecimento e tempo. Assim, assumindo que já exista conhecimento da outra língua, nem o investimento em curso será necessário.
4. Lojas de roupas usadas – brechós
A preocupação com o meio ambiente e o excesso de consumo está se tornando mais popular a cada dia. As pessoas estão buscando opções alternativas na compra de roupas e produtos de vestuário que não incluam marcas com impactos negativos sobre a natureza. E isso inclui os brechós.
Segundo uma matéria do Portal Terra, esse é um setor que cresce todos os dias no Brasil, sendo assim, uma forte tendência. Não somente em ambientes físicos, mas também digitais.
Dessa forma, o brechó tem sido a melhor opção para quem busca consumir de forma consciente. Comprando e vendendo roupas de segunda mão, sem incentivar uma maior produção negativa e favorecendo uma vida útil mais longa a produtos específicos, os brechós sempre têm espaço no mercado.
5. Microcervejarias e cervejarias artesanais
Só em 2017 esse mercado teve 37,7% de crescimento, como afirma uma pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Assim, é possível ver que os sabores diferenciados e únicos de uma microcervejaria, ou cervejaria artesanal, atraem diversos tipos de consumidores. Principalmente apreciadores de cerveja que querem ter novas experiências em bebida.
A forma de produção da cerveja artesanal é tida como diferenciada. Assim como a qualidade do produto, que promete ser superior àquelas produzidas em alta escala.
6. Hospedagem e cuidados de pets
Cachorros, gatos e outros animais domésticos têm uma grande presença na vida diária da maioria das pessoas. E essa aproximação deverá aumentar. Por isso, muitas pessoas não gostam de deixar seus animais sozinhos quando saem ou vão viajar. E isso se torna um problema principalmente nas cidades grandes, onde o espaço é limitado.
Uma hospedagem para pets é uma boa opção e que possui muita procura. Pois os donos querem deixar seu bichinho em um lugar onde sabem que ele será cuidado, terá liberdade e conforto o suficiente para não sentir o estresse da ausência deles. Segundo uma pesquisa do Euromonitor, o Brasil ocupa o terceiro lugar em faturamento relacionado à pets no mundo inteiro, com 5,14% da fatia global.
7. Diversas áreas de coaching
Esse serviço recebeu grande popularidade atualmente, sendo uma forma de vencer os desafios do dia a dia e trazer o melhor de si mesmo em questões de produtividade, confiança e liderança.
A International Coach Federation (ICF) divulgou que de 2013 a 2017 o mercado de coaching cresceu em 300% no Brasil. Mostrando que o coaching é uma ferramenta muito útil para quem quer alcançar resultados melhores, seja na vida pessoal ou profissional e assim, um bom investimento de negócio.
Dentre essas ideias de negócios, o coaching é uma das que o curso sobre é obrigatório. Entretanto, é necessário um certificado e um conhecimento extenso e intenso sobre o assunto.
8. Foodtruck – os carros de comida
Comida rápida e acessível é algo que atrai um grande público, principalmente se for oferecida de forma diferenciada. Os foodtrucks são uma excelente opção para quem quer abrir uma empresa e não se comprometer com os possíveis problemas, como o de alugar um lugar físico, por exemplo.
Além da apresentação, eles são práticos e versáteis, podendo estar justamente onde o público está. A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) mostrou em uma pesquisa que esse tipo de serviço cresceu 85% entre 2010 e 2016, com tendência só a crescer.
9. Assessoria e consultoria de Marketing e Comunicação
Se você tem formação ou algum outro curso profissionalizante na área de assessoria e consultoria de marketing, será uma boa oportunidade. As empresas, marcas e produtos estão expandindo todos os dias sua presença na vida do consumidor. E para que ganhe interesse em retribuição, é necessário boa imagem e conteúdo de valor em suas redes e plataformas digitais.
De acordo com uma pesquisa da Digital Adspend 2018 da IAB, a publicidade digital, incluindo marketing e comunicação, cresceu 25,4% em um ano. Muitas empresas não sabem por onde começar e, quando começam, acabam por fazer um trabalho insatisfatório para o público. Apenas mostrando que uma ajuda profissional seria bem vinda, junto da possibilidade de aumentar os lucros ao se mostrar atrativa.
Qual é o melhor negócio para se abrir?
O melhor negócio para se abrir é aquele que engloba as melhores habilidades, interesses e orçamento disponível do dono. Portanto, aqui vão alguns dos melhores negócios para se abrir:
Loja online, venda de produtos por e-commerce, marketplaces e até trabalhar com dropshipping
Alimentação
Consultoria
Cuidados pessoais
Considerações finais
Existem diversos âmbitos para investimento que são promissores. Listamos apenas algumas ideias de negócios que serão populares no ano seguinte.
Portanto, depois da leitura dessa lista, faça uma análise sobre quais se encaixam no seu perfil e no capital que será investido. Após, realize uma pesquisa de tudo que será necessário para a abertura dessa empresa. Pesquise qual tipo de empresa a sua será, qual tipo de controle financeiro ela terá e não esqueça que a escolha de um nome é uma parte extremamente importante!
Possuir uma organização de estoque adequada é algo muito importante para qualquer empresa, e isso você provavelmente já sabe.
Mas você sabe como essa etapa fundamental de um negócio está ligada ao atendimento da demanda dos clientes, à redução de custos e à otimização dos processos? De fato, um bom gerenciamento de estoque está muito relacionado ao sucesso da gestão da empresa.
Descubra agora como melhorar sua organização de estoque e quais são os benefícios de fazer isso.
Organização de estoque é um processo que controla quais itens precisam estar em estoque e em quais quantidades. Isso envolve garantir que não faltem produtos para atender os clientes e também que esses nunca fiquem parados em estoque por mais tempo do que necessário.
No entanto, todo esse processo não é tão simples quanto pode parecer. Isso porque para se atingir um nível satisfatório de organização de estoque é necessário que se implementem medidas de controle dos produtos. Esse controle precisa acontecer desde o momento que os produtos entram na empresa (ou são produzidos, no caso das indústrias) até o momento em que são vendidos e entregues aos clientes.
Como deve ser a organização de estoque?
A organização de estoque de uma empresa deve ser definida com base em critérios de necessidades de vários setores, tais como:
Capacidade física do seu armazém ou depósito
Capacidade de compra de estoque ou de produção
Demandas da área comercial
Facilidade de acesso e giro dos produtos
É importante que o gestor tenha em mente que uma boa organização de estoque é um dos fatores que vão definir o lucro da empresa. Portanto, essa é uma rotina de um negócio que a empresa não deve encarar apenas como um “mal necessário”, mas sim como uma oportunidade de otimizar o financeiro e a lucratividade da empresa.
Como organizar um controle de estoque?
Realizar a organização de estoque é um processo contínuo, no qual é preciso planejar todas as etapas pelas quais os produtos e mercadorias passarão dentro da empresa.
Avalie o espaço físico
A primeira coisa é saber qual é a capacidade de armazenamento que sua empresa tem. Isso porque não adianta fazer planejamento de estoque prevendo uma quantidade de estoque que seu depósito não comporta. Fazer isso pode significar produtos sendo armazenados de maneira desorganizada, contribuindo para uma verdadeira bagunça no estoque.
Conheça sua demanda
Conhecer a demanda da empresa envolve saber quais produtos os clientes mais compram, ou seja, aqueles que têm mais saída. Esses são os produtos que provavelmente precisarão de um estoque maior, visto que eles são os que os clientes mais demandam, e ficar sem esses produtos em estoque significa perder vendas. Além disso, também é preciso saber os que têm uma saída menor, para que assim se estabeleça um estoque máximo adequado. Isso serve para que produtos não fiquem parados por muito tempo.
Outra dica é saber quais produtos possuem sazonalidade, ou seja, produtos que vendem mais em certas épocas do ano. Nesses períodos será necessário fazer um planejamento especial de compra de estoque. Além disso, em indústrias isso pode significar até mesmo uma necessidade de aumento de mão de obra para atender uma demanda maior de produção sazonal.
Criar Categorias
Após conhecer a demanda dos seus produtos, definir uma categorização para as mercadorias é uma ótima alternativa para poder acompanhar o ciclo dos produtos dentro da empresa. Isso vai ajudar a conhecer o giro de cada produto e aumentar a eficiência do processo de organização de estoque.
Adicionalmente, no momento em que os produtos passam a estar categorizados, os vendedores têm mais facilidade em encontrar informações sobre eles, o que otimiza também o processo de vendas.
Registre e classifique os produtos
Fazer o registro de tudo que entra no estoque da empresa é um dos princípios da gestão e organização de estoque. Somente dessa maneira é possível saber o que realmente existe no seu estoque, sem os vendedores precisarem irem procurar por um produto para saber se ela ainda existe em estoque toda vez que um cliente faz um pedido.
Implante um sistema de identificação por código de barras
Identificar os produtos por um sistema automatizado de código de barras pode ser a melhor maneira de otimizar sua organização de estoque. Isso devido ao fato de que essa é uma maneira de substituir o controle feito por meio de anotações em formulários de papel, as quais estão mais sujeitas a falhas humanas.
Quando a mercadoria que entra é registrada por meio de um código de barras, essa mercadoria é facilmente rastreável dentro da empresa. Isso melhora vários aspectos da organização de estoque. Os funcionários têm mais facilidade de encontrar os produtos, o gestor tem informações melhores e mais confiáveis sobre a demanda dos produtos, e existe uma diminuição significativa nas perdas de mercadorias por extravio.
Treine os funcionários
Ter uma boa organização de estoque depende não só dos esforços do responsável pelo estoque ou do gestor, mas sim de toda a equipe envolvida. É importante que sejam realizados treinamentos e também que orientações sejam dadas aos times de estoque e vendas.
Isso serve para que todos os envolvidos no processo estejam cientes de como o estoque deve ser organizado. Além disso, também é possível designar funcionários para realizar verificações diárias a fim de garantir o cumprimento do planejamento.
Benefícios da organização de estoque
Investir na organização de estoque pode lhe trazer vários benefícios de médio e longo prazo. Veja alguns deles:
Agilidade no atendimento ao cliente
Controle do inventário
Otimização de recursos
Redução de perdas
Tomada de decisões estratégicas
Amplia os controles
Tipos de estoque
Seja o estoque da sua empresa de matéria-prima para a produção industrial, ou de mercadorias finalizadas para a comercialização, existem diferentes tipos de estoque. E entender cada um deles é essencial para que se possa escolher o que esteja mais alinhado com as necessidades da empresa.
Fazer a escolha que faça mais sentido para sua empresa vai consequentemente possibilitar a maximização da eficiência da organização de estoque.
Estoque de Antecipação ou Sazonal
Quando a empresa tem demandas em períodos específicos do ano que superam a média de vendas regulares, ela pode utilizar a estratégia de estoque de antecipação.
Um exemplo é a época de natal, que é um momento de pico de vendas para a maioria do comércio. Nesse período as empresas lidam com expectativas de demanda de maneira diferente do resto do ano. Por isso, é exigido um maior planejamento da organização de estoque, a fim de atender o grande número de compras que normalmente são feitas.
Estoque Consignado
Trata-se de um estoque que é mantido por um terceiro, que faz a guarda das mercadorias por meio de um contrato, mas a posse dos itens ainda é da empresa. É muito útil para quando a empresa não possui um espaço físico disponível para guardar suas mercadorias ou matérias-primas e realizar a própria organização de estoque. Nesse caso, ela pode contratar um consignatário, o qual possui espaço dedicado para armazenamento de estoque.
É muito comum que as empresas especializadas em estoque também realizem o processo de fornecimento, distribuição e entrega. A partir disso, quando a empresa tem uma demanda de estoque, ela envia para o consignatário, que faz a entrega para o cliente final ou para a empresa, dependendo da necessidade.
Estoque de Contingência
É um tipo de estoque mantido para quando há possibilidade de falhas em sistemas que ocasionam interrupções no fornecimento para os clientes. É bastante utilizado na indústria, onde problemas com máquinas podem parar a produção. Essa é uma situação em que um estoque de contingência é útil para continuar fornecendo produtos enquanto o problema de produção é resolvido.
Estoque Inativo
Essa é uma situação indesejável para qualquer gestor que faz a organização de estoque. Acontece quando produtos ficam parados, gerando um estoque inativo de produtos que não tiveram giro ou se tornaram obsoletos.
A solução para isso pode ser combinar com o fornecedor a troca desses produtos por outros que tenham maior rotatividade. Se isso não for possível, a empresa pode realizar ofertas de queima de estoque para vender esses produtos que estão inativos.
Estoque Máximo
É um estoque definido pela quantidade máxima de itens que podem ser armazenados. Após essa quantidade que foi definida previamente ser atingida, os pedidos para o produto em questão são suspensos.
É interessante utilizar esse método quando a empresa não tem muito espaço físico disponível para fazer sua organização de estoque, ou quando deseja evitar que produtos fiquem inativos no estoque.
Estoque Médio
O estoque médio nada mais é do que a média de produtos dentro de um recorte de tempo definido para análise da gestão de estoque.
O cálculo de estoque médio pode ser realizado da seguinte maneira:
Estoque médio = (estoque inicial do período + estoque final do período) / período definido
Estoque Mínimo
No estoque mínimo se define a menor quantidade possível de estoque para um produto, para que não haja falta no suprimento para os pedidos. Também é conhecido como ponto de ressuprimento.
Para se chegar a esse número é preciso conhecer a demanda de cada produto, só a partir disso é possível se chegar a um estoque mínimo, o que vai evitar que o item fique em falta.
Estoque de Proteção
Também conhecido como estoque de segurança, esse é mais um tipo de estoque que tem a finalidade de evitar riscos ou diminuir o impacto deles na organização de estoque da empresa. O objetivo dele é proteger as vendas em casos de situações de risco que possam afetar as operações, como greves de fornecedores e alta de preços.
No caso de situações como essa a empresa pode utilizar o estoque de proteção até que a situação se normalize.
Métodos de controle de estoque
Além de conhecer os tipos de estoque que uma empresa pode utilizar para fazer a organização de estoque, também existem diferentes maneiras de se controlar o que está em estoque e também de fazer a valoração desse ativo.
Preço específico
É utilizado por empresas que trabalham com produtos de alto valor e poucas unidades, como artigos de luxo, automóveis e máquinas. São produtos que têm um giro menor, então é mais fácil atribuir um preço específico para cada produto. O valor total do estoque no ativo é a soma do custo específico de cada produto.
Just in time
Esse é um método muito alinhado com o estoque máximo. No just in time os processos de execução dos pedidos de compra de estoque e produção de produtos são feitos no momento em que os clientes compram, evitando assim, estoques parados. Tudo acontece ao mesmo tempo.
Para essa estratégia funcionar é indispensável que o gestor tenha conhecimento e controle total sobre o fluxo da empresa e uma organização de estoque mais estruturada. Isso devido ao fato de que as necessidades de cada setor e as demandas dos clientes são únicas e dinâmicas.
PEPS
Essa sigla significa primeiro que entra, primeiro que sai, e é um dos principais métodos utilizados para uma melhor organização de estoque.
No PEPS os produtos saem em ordem cronológica do estoque, ou seja, os produtos mais antigos são aqueles que a empresa vende primeiro.
UEPS
Significando último a entrar, primeiro a sair, o UEPS é o contrário do PEPS. Isso pelo fato de que nesse método as mercadorias mais recentes em estoque são as vendidas primeiro.
No entanto, é importante ressaltar que esse método não é aceito pela Receita Federal para os cálculos tributários de custos, servindo apenas para uso gerencial.
Custo médio
Também conhecido como média ponderada móvel, no custo médio em cada movimentação de estoque, tanto entradas como saídas, é realizado um novo cálculo da média do valores do estoque, onde o valor de novas mercadorias é somado com o que já está no estoque.
Além de ser muito útil na organização de estoque, esse método é um dos poucos aceitos pela Receita Federal para avaliação desse ativo.
Curva ABC
A curva ABC é uma maneira de realizar a organização de estoque segundo a relevância de cada categoria de produtos sobre o valor do total do estoque. Essa relevância é definida segundo alguns indicadores como: lucratividade, giro de estoque e representatividade no faturamento. Os produtos são separados em três categorias:
Tipo A – Têm a maior importância. Correspondem a 20% do total de produtos e 80% do valor total do estoque.
Tipo B – São intermediários. Correspondem a 30% do total e 15% do valor do estoque.
Tipo C – Têm a menor importância. Correspondem a 50% do total dos produtos e 5% do valor total de estoques.
Os números utilizados são apenas um exemplo. Ou seja, não existe uma regra exata sobre qual deve ser a representatividade de cada produto. Isso é uma decisão do gestor, baseada nas características de cada empresa.
Qual o objetivo da organização de estoque?
O objetivo da organização de estoque é ajudar a empresa a se adaptar ao comportamento dos seus clientes. Quando a empresa sabe quais são os hábitos de compras do seu público, isso facilita que haja um equilíbrio nas compras de estoque e no consumo de matéria prima. Além disso, também auxilia no processo de gerenciamento do ativo estoque, evitando prejuízos, desperdícios e gargalos nas operações.
Como é feito o controle de estoque em uma organização?
É bastante comum que pequenas empresas utilizem uma planilha para fazer sua organização de estoque, seja de excel ou impressa mesmo. Já para empresas de porte maior, que trabalham com um grande volume de estoque e movimentação a todo instante é inviável fazer esse controle por meio de planilhas, visto que existe uma grande chance de ocorrerem erros.
Utilize um software de gestão de estoque
O método mais comum de manter a organização de estoque em grandes empresas é por meio de um sistema de controle de estoque. Em um sistema simples e intuitivo de controle de estoque é possível registrar as entradas de mercadorias, e as saídas de estoque acontecem automaticamente quando se registra uma venda. Adicionalmente também é possível fazer ajustes manuais nas quantidades quando for necessário fazer correções.
Faça um inventário
É importante fazer um inventário inicial completo de tudo o que há no estoque, especialmente se a empresa estiver começando agora a fazer um trabalho de organização de estoque.
O passo inicial de fazer o inventário vai lhe possibilitar saber se o que consta nos seus dados sobre o estoque bate com a realidade. Além disso, saber qual é a sua estrutura é o passo inicial para fazer uma boa gestão.
Mantenha um acompanhamento da organização de estoque
Fazer o controle de entradas e saídas do estoque é uma ótima maneira de manter ele atualizado e saber que as informações a respeito da sua organização de estoque são confiáveis.
Mas, mesmo com esse controle constante, é interessante fazer verificações de estoque periódicas, totais ou parciais. Essa periodicidade pode ser mensal, trimestral, semestral ou até mesmo anual. Isso vai depender do tamanho do estoque e das necessidades da empresa.
Padronize o armazenamento
Criar padrões para armazenar os produtos é a melhor maneira de ajudar na hora de achar eles ou quando é preciso fazer contagens e verificações.
Colocar nomenclatura nas prateleiras, nos corredores e nas caixas de armazenamento vai tornar a organização de estoque da sua empresa muito mais eficiente, eliminando aquele tempo longo que uma pessoa leva pra achar um produto em um depósito desorganizado.
Como evitar erros na organização de estoque
Existem algumas situações em que o erros na gestão do estoque pode levar a consequências negativas dentro da empresa, tais como atrasos na entrega dos pedidos e comprometimento do fluxo de caixa e capital de giro.
Alguns acham que falta de organização de estoque é apenas bagunça dentro dos depósitos. Porém, na realidade esse problema acontece por vários fatores diferentes. Veja algumas dicas para evitar esses erros.
Calcule com cuidado
Manter uma quantidade ideal de cada produto que a empresa comercializa não é uma tarefa simples. Isso porque comprar produtos em excesso leva a falta de mercadorias para atender os clientes, enquanto comprar em excesso significa dinheiro parado em estoque que poderia estar sendo usado como investimento em outras contas de ativo.
Identifique todos os itens
A única maneira de se ter uma organização de estoque impecável, a um ponto de controle total sobre todos os produtos que estão estocados, é se eles estiverem corretamente identificados. E esse trabalho de identificação envolve colocar descrições precisas sobre os produtos.
Além disso, saiba que o seu sistema de controle é tão bom quanto os dados que você insere nele. Portanto, é preciso que os responsáveis preencham tudo como é necessário dentro do sistema, para que então se tenha informações confiáveis e de fácil acesso.
Conheça o giro dos produtos
O giro de produtos dentro do estoque é quantas vezes um determinado produto foi vendido e reposto dentro do período. Os produtos com mais giro geralmente são os que precisam de mais atenção com respeito à compra de novas mercadorias, porque são produtos que não podem ficar em falta no estoque.
Esse indicador é essencial para o gestor avaliar a organização de estoque do negócio. Isso se deve ao fato de que ele reflete o tempo de permanência dos produtos dentro dos depósitos antes da venda deles acontecer.
Para calcular o giro de estoque, basta dividir o total de vendas de determinado produto pelo volume médio de estoque. Para exemplificar, imagine que o volume de vendas de uma camisa foi de 10 mil unidades e o volume médio em estoque desta camisa foi de 2 mil unidades. Isso significa que o estoque dessa camisa girou 5 vezes, ou seja, houve uma renovação completa de estoque num total de 5 vezes.
Há muitas décadas, diversas empresas utilizam a terceirização como ferramenta de produção. Ela possibilita que as organizações aumentem seu lucro através da delegação de atividades a empresas especializadas. O procedimento se dá através de uma gestão administrativa-operacional.
O processo de terceirização é muito comum em países industrializados e altamente competitivos. Teve origem nos Estados Unidos logo após a Segunda Guerra Mundial. Como as indústrias bélicas precisavam concentrar-se na produção de armamento, elas passavam algumas atividades de suporte a outras empresas. Tudo isso passou a ser feito mediante um contrato entre sociedades jurídicas.
Continue lendo para saber mais sobre a terceirização, as vantagens e desvantagens do processo.
O que é e como funciona a terceirização?
A terceirização é quando uma empresa contrata uma prestadora de serviços para realizar determinada atividade do seu processo de produção. A parceria é firmada através de um contrato, que impõe uma relação entre o trabalhador e a empresa que presta o serviço. Ou seja, a empresa contratante não tem qualquer ligação com o realizador da mão-de-obra.
Basicamente, a função de uma prestadora de serviços é intermediar o interesse do contratante da atividade com o interesse do trabalhador. Devido ao fato do procedimento servir para repassar atividades a terceiros, ele leva o nome de terceirização.
A terceirização gera diversas vantagens quando inserida na estratégia do negócio. Um dos motivos é que a empresa torna seus processos mais eficazes, uma vez que transfere a responsabilidade de planejamento, execução e supervisão de determinado serviço ou processo a um terceiro.
Assim, a empresa pode direcionar seus esforços para questões mais estratégicas, por outro lado, ao optar por contratar um fornecedor, deve se atentar aos riscos envolvidos na negociação.
Como funciona a terceirização e quais os requisitos?
Na prática, a terceirização funciona como um aluguel de serviços, permitindo que você tenha colaboradores em seu espaço laboral, mas que não sejam seus funcionários efetivos.
Entretanto, cada empresa faz o processo de terceirização conforme a sua necessidade. Porém, assim como qualquer outra prática, durante o seu funcionamento você vai perceber algumas vantagens e também algumas desvantagens.
Além disso, vale se atentar sobre o fato de que essa tendência deve aumentar nos próximos anos.
Um dos principais requisitos para uma empresa atuar como terceirizada é estar formalizada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e também possuir registro na Junta Comercial. Porém, vale ressaltar dois pontos importantes. São eles:
1 – Pessoa Jurídica
A terceirização não pode ser contratada de pessoa física, é aceito somente a contratação por meio de uma pessoa jurídica. Ou seja, uma empresa é quem terceiriza para outra.
2 – Capital Social
O capital social da empresa prestadora de serviços precisa ser compatível com o número de colaboradores, conforme os parâmetros legais. Confira:
empresas com até 10 funcionários – capital mínimo de R$ 10.000,00
empresas de 11 a 20 funcionários – capital mínimo de R$ 25.000,00
empresas de 21 a 50 funcionários – capital mínimo de R$ 45.000,00
empresas de 51 a 100 funcionários – capital mínimo de R$ 100.000,00
empresas com mais de 100 funcionários – capital mínimo de R$ 250.000,00
Essa obrigatoriedade evita que sejam criadas empresas de faixada, além de conservar o próprio tomador de serviços.
Quais os direitos dos trabalhadores na terceirização e quais as obrigações da empresa?
É comum que existam algumas dúvidas quanto aos direitos trabalhistas dos funcionários terceirizados, mas neste tópico pretendemos esclarecer, da melhor forma possível, essa questão.
Assim, colaboradores terceirizados têm os mesmo direitos trabalhistas dos CLTs. São eles:
Salário conforme as atividades desenvolvidas;
Contribuição ao INSS;
13° salário;
Férias;
Repouso semanal remunerado;
FGTS;
Aviso prévio;
Licença maternidade e/ou paternidade.
A obrigação da empresa que presta serviços terceirizados está em atender as leis trabalhistas e sindicais, sempre oferecendo um ofício de qualidade.
Confira o que diz a Lei: “A empresa prestadora de serviços contrata, remunera e dirige o trabalho realizado por seus trabalhadores ou subcontrata outras empresas para realização desses serviços”.
A empresa contratante também possui obrigações, entre elas temos a não utilização dos serviços para finalidade diferente daquela prevista em contrato. Além disso, não se configura vínculo empregatício com colaboradores ou sócios da empresa prestadora de serviços e a empresa contratante.
Atualmente, empresas de todos os portes, tipos e atividades, podem desfrutar das vantagens de adquirir a terceirização. Confira algumas dessas vantagens:
Foco
A vantagem mais evidente é o foco que a empresa contratante pode ter na sua atividade principal. Isso aumenta a especialização do negócio, garantindo menor esforço no treinamento e no desenvolvimento dos profissionais. Disso advêm as outras vantagens que abordamos abaixo.
Simplificação
O empresário que adota a terceirização garante uma estrutura administrativa mais simplificada, com a redução de contratos profissionais e dos níveis hierárquicos. E o processo enxuga a organização da empresa na medida em que reduz as áreas de responsabilidade dos profissionais.
Competitividade
Há maior agilidade nas decisões do negócio, o que colabora para aumentar a competitividade e aquecer a economia de mercado. As organizações experimentam um poder maior de negociação com seus clientes e fornecedores. Pequenas e médias empresas veem sua área de abrangência crescer sem muitos investimentos.
Economia
A economia se dá através da redução do desperdício e do custo dos estoques e da diminuição das atividades da empresa. As ações se tornam mais flexíveis e isso possibilita um aprimoramento do produto sem qualquer investimento. O maquinário tem um tempo de ociosidade reduzido, e a empresa só passa a ter gastos com materiais úteis na sua especialidade.
Produtividade
A produtividade tende a aumentar, pois toda a organização estará concentrada na realização da atividade-fim. Além de aumentar o ritmo e o volume de produção, até mesmo a qualidade do trabalho tende a melhorar.
Integração da empresa
O corpo de funcionários se manterá unido para entregar o que a empresa promete. Isso é visível até mesmo na participação dos dirigentes da organização, que podem focar nas demandas principais da empresa.
Desvantagens da terceirização
Como “nem tudo são flores”, existem algumas desvantagens no processo de serviços terceirizados. São elas:
Qualidade do serviço
Por mais que os funcionários da empresa aumentem a qualidade da produção, o serviço contratado nem sempre estará à altura. Por isso, é extremamente importante conhecer a qualidade da empresa a ser contratada. É fundamental fiscalizar os serviços para garantir que ele esteja de acordo com o que foi solicitado.
Problemas com a legislação
Existem terceirizados que fornecem serviços sem estarem registrados ou de acordo com as normas da legislação. Em razão disso, você e sua empresa podem ser afetados por ações trabalhistas ou autuados diretamente pelo Ministério do Trabalho. É primordial que se conheça bem a legislação trabalhista antes de contratar qualquer serviço.
Dificuldade de encontrar bons colaboradores
Em algumas atividades terceirizadas há muitas empresas atuando, o que facilita a contratação. Mas nem sempre é assim. Muitas vezes as empresas gastam muito tempo na procura de um parceiro ideal. E a falta de cuidado na escolha de fornecedores pode garantir um serviço aquém do realizado por sua empresa.
Perda do contato com o empregado
Se há vantagens em não contratar funcionários, há a desvantagem de perder o vínculo com o trabalhador que realiza o serviço. Seu negócio não terá poder de influenciar seu trabalho, e qualquer movimentação nesse sentido pode lhe trazer problemas com a justiça trabalhista.
Perda da originalidade
Isso tende a acontecer com algumas empresas. Principalmente se ela já possui uma estrutura e decide terceirizar atividades que influenciam diretamente na identidade do produto. E em longo prazo, parte dos funcionários pode perder completamente a identidade cultural da empresa como um todo.
Demissões
É possível que a empresa passe por demissões nas fases iniciais, o que pode despender bastante custo. Para o empregador, isso gera muita dor de cabeça, principalmente se ele acaba entrando em conflito com sindicatos. E o risco de desemprego tende a crescer quando não há uma absorção da mão-de-obra na mesma proporção.
Mudanças abruptas na empresa
Se não for realizada com um planejamento detalhado, a terceirização pode gerar problemas internos. O primeiro é relacionado aos custos, que não terão parâmetros para um cálculo de longo prazo.
As mudanças na estrutura de poder podem colocar interesses em conflitos, e isso prejudica diretamente a empresa. Ela também pode se tornar dependente dos serviços dos terceiros, e corre até o risco de “ser administrada”. Tudo isso é somado à dificuldade em se aproveitar os empregados que já passaram por treinamentos.
Qual o objetivo da terceirização do trabalho?
O principal objetivo da terceirização é fazer com que os processos sejam mais ágeis, tornando a empresa mais competitiva frente aos concorrentes.
Além disso, também tem o foco voltado para a redução de custos como mão de obra, maquinários e equipamentos, encargos previdenciários e trabalhistas, entre outros. Porém, é preciso voltar a atenção para a possibilidade da terceirização causar uma queda na previdência social, por meio da responsabilização jurídica das empresas.
Atividades que podem ser terceirizadas
Existem diversos exemplos de atividades que podem ser feitas por meio da terceirização. Entretanto, listamos 5 exemplos para te ajudar na compreensão. São eles:
1 – Limpeza
Esta terceirização ocorre na contratação de uma empresa especializada neste segmento, a mesma dispõe de materiais e produtos de limpeza, equipe, ferramentas, equipamentos de segurança e capacidade para atuar nos mais variados ambientes.
2 – Contabilidade
A terceirização contábil ocorre quando uma parte ou o total das atividades, relacionadas à contabilidade de seu escritório, são transferidas para um terceiro.
Dessa forma, podemos caracterizar como a relação comercial que consiste em transmitir funções, que antes eram desempenhadas por você e/ou seus colaboradores, a outro escritório ou para um profissional especializado.
3 – Armazenagem
Essa terceirização se dá por meio da Armazenagem Geral, ou seja, um estabelecimento que guarda a mercadoria de terceiros. Além disso, durante essa terceirização o prestador de serviços possui outras atividades, como: receber, armazenar, embalar, etiquetar e também conferir os produtos.
4 – Serviços Administrativos
A terceirização de serviços administrativos ocorre quando uma empresa especialista nesse segmento é contratada para realizar tarefas administrativas de outra empresa (a contratante). Dentre os serviços administrativos que podem ser terceirizados estão:
A terceirização da segurança ocorre quando uma empresa especializada e com profissionais capacitados na realização de segurança, são contratados para atuar em edifícios ou outros estabelecimentos.
Além disso, este tipo de terceirização pode ser utilizada em vários momentos, como em segurança patrimonial ou segurança pessoal.
Quando vale a pena terceirizar serviços?
O gestor precisa estar sempre atento, pois alguns sinais ou situações indicam o momento que vale a pena terceirizar. E uma das brechas é quando a estrutura atual pára de comportar demandas geradas no dia a dia da organização. Assim, você pode contratar mais colaboradores ou contratar a terceirização de serviços.
A escolha mais vantajosa seria terceirizar, pois sua empresa conseguiria recuperar a capacidade de produção por meio de novas pessoas, sem sobrecarregar o orçamento da empresa.
Outro ponto importante, é quando se precisa implementar a otimização de processos, porém, os colaboradores encontram dificuldades em algum procedimento específico. Dessa forma, a terceirização de uma empresa especializada nesta função é uma boa escolha.
Confira outros momentos em que a terceirização pode ser contratada:
Dificuldades no setor de vendas;
Altas taxas de cancelamento;
Reclamações excessivas sobre o atendimento aos clientes;
Colaboradores que não atendem as demandas em tempo hábil;
Necessidade de reduzir os gastos com a folha de pagamento.
História da terceirização trabalhista
A terceirização teve início na época da revolução industrial no século XVIII. Neste contexto surgiram as primeiras leis trabalhistas e os sindicatos, ambos com a finalidade de melhorar a qualidade dos empregos.
No meio de toda essa transformação surgiu o instituto jurídico da terceirização. No Brasil, a terceirização surgiu em meados do século XX.
Com o passar do anos, as práticas da terceirização foram sendo desenvolvidas por parte dos empregadores. Entretanto, o Tribunal Superior do Trabalho decidiu sistematizar esse instituto para fins de legitimação e organização. Assim, editou-se a súmula de número 331 do TST.
O conceito de terceirização é feio de acordo com uma análise histórica, ontológica e empírica do instituto jurídico para se aproximar de forma mais real do seu verdadeiro alcance na lei.
A lei da terceirização brasileira Lei n° 13.429 / 2017 – Lei n° 6.019
A Lei n° 13.429 foi sancionada por Michel Temer que estava na presidência do Brasil em Março de 2017, com base no Projeto de Lei n° 4.302/1998.
Essa Lei (13.429) permite a terceirização ilimitada, irrestrita, sem qualquer regulamentação, ou seja, em todas as atividades da empresa. Além disso, ela prevê que a empresa contratante tenha responsabilidade subsidiária, caso a contratada falhar no pagamento das verbas salariais e consectários legais.
Entretanto, ela não apresenta nenhuma garantia quanto à formação do vínculo diretamente com a empresa tomadora de serviços.
O trabalho temporário regulamentado pela Lei n° 6.019 / 74 emprega em torno de diversos trabalhadores por dia no Brasil. Assim, a Lei n° 13.429 / 2017 amplia o trabalho temporário para 180 dias, visando atender as necessidades da mão de obra substituta.
Terceirização de serviços
O conceito é o mesmo que já citamos anteriormente sobre a terceirização, mas vale pontuar que a terceirização de serviços também denomina-se como outsourcing, ou seja, é a relação contratual entre duas empresas, ou entre uma empresa e pessoas, para a prestação de atividades profissionais.
Em suma, diferente da CLT, na terceirização contrata-se o trabalhador pela empresa prestadora de serviços e não pela tomadora de serviços.
Terceirização é o mesmo que pejotização?
Terceirização não é o mesmo que pejotização, podem até confundir um pouco, mas não são iguais.
Na terceirização, um negócio procura outro que ofereça mão de obra qualificada e a contratação dos colaboradores se dá pela empresa que faz a terceirização (prestadora de serviços).
Já no caso da pejotização, a empresa procura uma PF (Pessoa Física) e exige que ela crie uma PJ (Pessoa Jurídica) para lhe prestar um serviço exato, como se fosse um colaborador contratado. Dessa forma, o pagamento desse serviço ocorre por meio da emissão de nota fiscal e não de recibo.
A terceirização é boa para o Brasil?
A terceirização é boa porque permite a criação de novos empregos que acabam movimentando a economia do país. Além disso, traz segurança jurídica com regras mais claras nesta legislação trabalhista.
Por isso, ela acaba gerando mais empregos formais, permitindo que os novos empreendedores criem suas empresas e seus desenvolvimentos.
Conclusão
As atividades terceirizadas para sua empresa precisam ter a qualidade que teriam se fossem feitas pela sua equipe. Por isso, é essencial que o contratante tenha atenção e fiscalize o andamento dos trabalhos. Só isso garantirá que o serviço esteja de acordo com o contrato.
As pessoas também perguntam
Como funciona a terceirização?
A terceirização funciona como um processo de transferência da responsabilidade, ou seja, uma empresa contrata outra empresa para realização de algum serviço.
O que é terceirização? Cite um exemplo
Terceirização é o ato de uma empresa contratar outra empresa ou pessoa, para a realização de uma atividade profissional. Um dos exemplos mais conhecidos é a contratação de uma empresa especializada em limpeza.
Quais são as vantagens e desvantagens da terceirização?
As principais vantagens são:
Foco na atividade principal, produtividade, otimização e economia.
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