Quando falamos na sigla “PDV”, devemos saber que, embora represente “Ponto de Venda”, ela é um jargão utilizado no mercado para descrever três conceitos diferentes, sendo eles:
ponto de venda como um local onde as vendas são realizadas;
frente de caixa, onde os clientes pagam pelos itens que querem comprar;
sistema que integra diversos elementos da empresa, como um complementar ao CRM do negócio.
O que é PDV (Ponto de Venda)?
PDV é sigla para Ponto De Venda, que é a ferramenta utilizada no final de uma venda, que faz o registro financeiro e a emissão da nota fiscal. Assim, um PDV traz as informações de:
valor unitário
valor total
forma de pagamento
desconto
troco
É importante que o sistema PDV utilizado tenha integração com os outros setores da empresa. Por exemplo, se o ponto de venda tem integração com o estoque, ao inserir uma venda, ele automaticamente retira o produto do controle de estoque. Assim, não é necessário repetir a inserção de informações.
No dia a dia de uma loja, o PDV é tido como frente de caixa, ou seja, o local onde o cliente paga suas compras. Dessa forma, ele engloba o atendente, os sistemas de pagamento e demais equipamentos ou itens que ficam por ali.
Quando falamos em empresas grandes, que investem em pontos de vendas em diversos locais, temos que cada um desses pontos também é um PDV. Afinal, são realizadas vendas nesses pontos, de modo que podemos enquadrá-los como Pontos de Vendas também.
Se a empresa procura organizar todos os seus PDVs em um único sistema, então temos o sistema PDV, que costuma ser oferecido como solução cloud, conectando todos os locais de venda da empresa.
Para que serve o PDV?
Os sistemas PDVs servem para receber os pagamentos na hora da compra e emitir a nota fiscal, para registro da transação. Dessa forma, ao comprar um produto, ou até um serviço, quando se passa no caixa, o método utilizado para entrada do pagamento é um PDV.
Assim, essa ferramenta pode receber pagamentos através de dinheiro físico, cartão de crédito, débito, PIX e outros, dependendo das formas de pagamento que a empresa aceita.
Ainda, ele é responsável pela emissão das notas fiscais, representando o pagamento.
Com um PDV automatizado e integrado com os outros controles da empresa, é possível entender, por exemplo, quando falta estoque. E, com ele, também não há possibilidade de falhas no fluxo de caixa, considerando que todos os pagamentos ficam registrados.
Funções do PDV
Abertura de caixa
A abertura de caixa é algo costumeiro para quem tem um ponto de venda físico em uma loja. O que normalmente acontece é a inserção do valor inicial de reserva, que é o valor utilizado pelo operador para troco, por exemplo. Esse valor deve ser descrito exatamente, para que possa ficar claro no controle de fluxo de caixa.
Sangria
A sangria é a retirada de um valor do caixa para segurança. Isto é, ao longo do dia, com as vendas feitas, o valor em caixa tende a aumentar. Dessa forma, para manter a segurança em caso de roubos, um valor é retirado e armazenado.
Reforço
O reforço é o contrário da sangria. A ideia é que o valor do caixa aumente, mas como hoje muitas transações são feitas por cartão ou Pix, pode ser que seja necessário a inserção de valores para troco, por exemplo.
Troca ou devolução de mercadoria
Quando se pensa em troca ou devolução de mercadoria, parece ser um processo complicado. Mas, se todos os parâmetros forem definidos previamente pela empresa, o processo de devolução ou troca pode ser feito diretamente no PDV, sem dificuldades.
Fechamento de caixa
O fechamento de caixa acontece no final do expediente, normalmente quando o local fecha, para não ser feito na frente dos clientes. Nele é feita a checagem dos valores e a conciliação dos valores das vendas e do que está em caixa.
Como funciona um PDV
O PDV funciona a partir da inserção da venda no sistema pelo funcionário responsável. É preciso indicar as principais informações: o produto, valor e a forma de pagamento. Geralmente, os valores já foram inseridos pelo vendedor, ou, em um mercado, por exemplo, cada item é registrado com um código de barras.
Após esse registro e identificação, chega a hora do pagamento. Aqui, o operador deve estar ciente das formas de pagamento que a empresa aceita. Assim, o cliente opta pela melhor forma de pagamento e o mesmo é registrado, os produtos saem do estoque e a nota fiscal é emitida.
Qual a importância de um PDV?
Como vimos, um sistema PDV é importante porque ajuda a manter sua empresa organizada, permite integrar diversas operações em um só lugar, fornece informações precisas e confiáveis sobre o financeiro da empresa e até auxilia na hora de cumprir suas responsabilidades fiscais.
Já quando falamos sobre PDV como ponto de venda físico, eles são importantes pois ajudam a espalhar a marca, fornecem uma experiência de compra diferenciada e permitem alcançar novos públicos, aumentando o faturamento do negócio.
Principais funcionalidades do PDV
É muito comum que um PDV faça parte de um sistema maior, como um ERP. Normalmente ele tem como principais funcionalidades:
Controle financeiro: com uma ferramenta de frente de caixa, se tem todas as entradas de valores registradas instantaneamente. Ou seja, se um valor é pago através de cartão de débito, esse valor é registrado na conta específica.
Emissão de nota fiscal: com todos os valores que envolvem a nota fiscal, sua emissão pode ser confusa sem o uso de uma ferramenta. Com o PDV, a nota é emitida na hora, automaticamente.
Controle de estoque: com a inserção da venda no sistema, os produtos são retirados automaticamente do controle de estoque. Sem a necessidade de retrabalho.
Logística integrada: empresas que realizam a entrega de produtos precisam ter um controle ainda maior do PDV. Ou seja, eles devem fazer a integração direta entre si, para que seja possível realizar a entrega no momento ideal.
Quais tipos de PDV existem?
Seguindo a linha do PDV como ferramenta de venda e controle administrativo, temos apenas dois tipos de PDV, sendos eles:
PDV online
O PDV online é parecido com o fixo, mas as ferramentas estão na internet. Dessa forma, os empreendedores conseguem acompanhar todas as operações da empresa sem se limitarem.
Como são ferramentas mais sofisticadas, o forte desses sistemas é a integração, permitindo uma organização de processos impressionante, orquestrando até mesmo a logística do negócio, em alguns casos.
PDV fixo
O PDV fixo é o mais utilizado no mercado, tanto por grandes empresas quanto por pequenas. No caso, todos os equipamentos utilizados na frente de caixa, que costumam ser dedicados para essa função, fazem parte do PDV.
Assim, o leitor de código de barras, a maquininha de cartão, o computador específico para essa função e assim por diante fazem parte do PDV fixo. Também é comum haver um banco de dados para armazenar as funções.
Essa configuração é bastante vista em mercados, mas pode não ser prática para outros estabelecimentos.
Qual é a diferença entre frente de caixa, sistema PDV e PDV?
Embora as diferenças entre o PDV e frente de caixa foram exploradas ao longo deste conteúdo, alguns leitores podem ter ficado com dúvida, por isso resolvemos passar a limpo esses dois conceitos:
frente de caixa: a frente de caixa é, como o nome sugere, o local onde os clientes pagam pelos itens que escolheram na loja. Portanto, estamos falando de um local físico dentro de uma estrutura física;
sistema PDV: é uma ferramenta que tem como objetivo unir diversas informações associadas aos diversos pontos de venda de uma empresa;
PDV: um PDV nada mais é do que um Ponto de Venda, ou seja, um local onde a empresa oferece seus produtos. Portanto, um totem de sua empresa dentro de um supermercado é um PDV, assim como um quiosque no shopping também o é.
A maioria das confusões acontecem porque o jargão de mercado mistura esses três conceitos, tomando-os como sinônimos.
Frente de caixa é PDV?
Frente de caixa e Ponto De Venda normalmente são tratados como a mesma coisa. Mas existem algumas diferenças.
Enquanto o PDV é o local onde se expõe produtos na hora final da compra, a frente de caixa é onde se faz o pagamento dessa compra. Mas, aqui estamos falando do sistema PDV, que também pode ser chamado de sistema de frente de caixa, que é o registro financeiro da compra.
Quais as vantagens do PDV?
Ainda tomando como base o PDV como sistemas frente de caixa, existem diversos motivos para investir nessa tecnologia. Listamos os principais a seguir:
Controle Financeiro
De longe, uma das principais vantagens de utilizar os sistemas PDV é conquistar um ótimo controle financeiro. Afinal, sem esses equipamentos, resta apenas o registro manual de vendas, uma prática depreciada e pouco recomendada.
Um PDV integrado permite captar informações direto da maquininha de cartão e outros meios de pagamento, catalogando e organizando todas as transações da empresa.
Com os dados devidamente registrados, elaborar relatórios torna-se bastante simples e rápido, de modo que o empreendedor sabe exatamente quais produtos mais vendem e quanto está faturando.
Segurança
A segurança acontece de três formas:
como todos os registros são feitos por máquinas, as chances de ocorrerem erros são nulas, de modo que pode-se confiar nas informações obtidas de seu PDV sem correr riscos;
os sistemas são robustos e possuem diversos mecanismos de defesa, de modo que invadi-los é muito difícil;
É comum haver sistemas de segurança que evitam perdas de dados da empresa. Em sistemas online, perder informações é impossível, pois tudo fica salvo na nuvem.
Gestão de Estoque
O estoque é um tema delicado, pois todo cuidado é pouco na hora de manejá-lo. Quando falamos em empresas que vendem muito ao longo do mês, o cuidado deve ser redobrado, pois tanto a falta quanto o excesso de itens impacta negativamente a marca.
Com um PDV que oferece integração, boa parte dos problemas relacionados ao estoque se tornam coisas do passado. Afinal, o sistema contabiliza as vendas na mesma hora em que ocorrem, rearranjando o estoque em tempo real.
Essa característica permite sistemas logísticos complexos, com a união entre vendas pelo telefone, e-commerce e aplicativo, com pouca ou nenhuma incidência de erros durante os procedimentos.
Celeridade
Uma das principais vantagens dos sistemas PDV é a celeridade, ou seja, a rapidez com que os processos ocorrem. Em um supermercado sem PDV, as filas podem demorar muito, e hoje é sabido que os consumidores são muito impacientes.
Em resumo, o processo “fila -> caixa -> registro dos itens -> pagamento” é agilizado quando se usa um bom sistema PDV. Devemos informar que o principal item desse processo é a “fila”, que é justamente um dos pontos que o PDV ajuda a diminuir.
Experiência do Cliente
A experiência do cliente é um tema em pauta nos dias de hoje. De fato, não adianta apenas ter produtos a preços baixos: os consumidores estão “mimados”, esperando um ótimo atendimento e nenhuma frustração – por menor que seja.
Um sistema de frente de caixa impede diversas possíveis frustrações, como vender itens que não estão no estoque, demorar na hora do pagamento e filas enormes nos caixas. Em “filas enormes”, lê-se “fila com 5 pessoas ou mais”.
Como estruturar um bom PDV físico?
Agora que vimos diversos conceitos atrelados ao PDV como frente de caixa e sistema de integração, vamos comentar sobre o PDV físico, e as boas práticas às quais precisa estar submetido.
Veja nas próximas seções:
Atenção ao Preço dos Itens
Quando pensamos em PDV físico, devemos ter em mente que essas estruturas costumam ser pequenas lojas, como totens ou quiosques. Todavia, elas devem refletir o que é praticado em sua empresa, principalmente quanto aos preços.
Uma marca em plena expansão precisa ser consistente. No caso, ter preços diferentes nos seus pontos de vendas pode acarretar frustrações nos consumidores, dado que muitos se dirigem até o PDV com expectativas de preço claras.
É sim importante compensar as taxas dos novos locais de venda, mas sempre dentro de limites estabelecidos por análises de mercado.
Mantenha o Estoque Otimizado
Como afirmamos anteriormente, o estoque é um dos elementos mais importantes para as empresas. E isso não se restringe apenas às lojas principais de sua empresa: os PDVs também devem trabalhar com estoques otimizados.
Se a estrutura for pequena, foque nos itens de sua marca que mais vendem, deixando de lado itens secundários. Dessa forma, você garante que os clientes que se dirigirem até os PDVs vão levar o que vieram buscar, tornando a compra um processo rápido e prazeroso – elementos que conferem uma boa experiência.
Escolha Bem o Local
O local também tem forte influência no retorno que o PDV vai proporcionar. Afinal, existem pontos de venda que aproveitam do impulso dos consumidores, e outros que trabalham uma venda mais complexa.
Quando falamos em compras por impulso, pontos de vendas em áreas de passagens são os mais recomendados. Dentre eles, quiosques em shoppings fazem muito sucesso, pois o ambiente propicia a decisão de compra.
Nos quiosques, coloque itens mais em conta para aumentar as chances de venda. Afinal, mesmo quando o consumidor se sente tentado a comprar, o preço do item é uma grande barreira para ele.
Já PDVs mais complexos requerem mão de obra especializada em vendas, assim como um ambiente condizente com os produtos ofertados.
Conclusão
Para concluir este conteúdo com chave de ouro, vamos a uma pequena revisão:
a sigla PDV pode fazer referência a um sistema, a frente de caixa e a pontos de venda de uma empresa;
o sistema é muito poderosos para os empreendedores que querem otimizar processos na empresa;
a frente de caixa se beneficia de equipamentos para agilizar as vendas;
quanto menos fila, maiores são as vendas;
deve haver consistências entre os PDVs da empresa;
a experiência do consumidor é muito importante.
Esperamos que tenha gostado do conteúdo e tirado muitas dúvidas. Para mais materiais como este, acesse nosso blog!
Entre os principais compromissos do MEI, estão a necessidade de manter sua empresa regularizada com a Declaração Anual do Simples Nacional.
Esta é uma obrigação importante, pois permite que, enquanto pessoa jurídica, o empreendedor preste contas sobre as atividades realizadas no ano anterior.
Entretanto, apresentá-la dentro do prazo não significa que você esteja desobrigado de fazer a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física, pois estas são duas coisas distintas.
É preciso destacar que ao abrir um CNPJ, o empreendedor se transforma em pessoa jurídica, passando então a exercer dois papéis: o de pessoa física e o de pessoa jurídica, devendo prestar contas a respeito de cada uma delas.
Quer saber como fazer isso? Então acompanhe o texto.
O pagamento mensal das obrigações tributárias do MEI é feito via DAS-MEI e envolve obrigações federais, estaduais e municipais. Ele pode ser emitido pelo aplicativo PGMEI no Portal do Simples Nacional.
Já a declaração anual é uma obrigação do microempresário em relação à Receita Federal. Assim, cabe a ele, informar a respeito das operações comerciais realizadas no ano anterior até o último dia de maio do ano corrente.
Esse procedimento é realizado de maneira extremamente simples, bastando o declarante reunir todos os Relatórios Mensais de Receitas Brutas do ano anterior, acompanhados das notas fiscais dos serviços tomados e mercadorias adquiridas.
O preenchimento do DASN pode até ser feito sem esses documentos, entretanto, eles são úteis para facilitar ainda mais o seu trabalho.
A declaração do imposto de renda de pessoa jurídica na prática
Com os documentos em mãos, basta acessar o Portal do Empreendedor ou o site da Receita Federal. Pelo site da receita, digite www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional no seu navegador e clique em “Simei — Serviços” e em seguida na opção “Cálculo e Declaração”.
Vá até “DASN-Simei — Declaração Anual para o MEI” e em seguida informe seu CNPJ e o código de segurança mostrado no site. Surgirá uma tela para a declaração.
Preencha de acordo com o tipo de declaração que pretende fazer, depois informe a receita bruta total recebida no ano em questão e a receita bruta total referente às atividades sujeitas ao INSS, caso sua atividade seja industrial, comercial ou de transportes.
Na tela seguinte, informe se possui empregados e em seguida confira os valores apurados. Clique em “Transmitir” para concluir o envio da sua declaração. Você pode imprimir o documento ou agendar sua impressão pelo próprio site do Simples Nacional.
É importante lembrar que, caso você não preencha sua declaração até a data limite, será necessário pagar uma multa pelo atraso.
A pessoa física
Como cidadão, o mecanismo que você precisa utilizar para prestar contas ao governo é o Imposto de Renda de Pessoa Física.
Nele, você declarará o seu rendimento pessoal. No caso do MEI, esse valor pode ser calculado tirando a diferença entre a receita bruta, ou seja, suas vendas, e as despesas que envolvem o empreendimento, tais como aluguel, mercadorias, salários, entre outros.
Assim, por exemplo, um microempreendedor que fatura R$ 40.000 em um ano, mas tem despesas em torno de R$ 10.000, terá um lucro de R$ 30.000, que é o valor que ele deve considerar para efeitos de Imposto de Renda de Pessoa Física.
Um aspecto importante a ressaltar é que o MEI pode sim deixar de declarar o Imposto de Renda de Pessoa Física, desde que seus rendimentos tributáveis no período em questão não tenham ultrapassado R$ 28.559,70, mas essa é uma regra que vale para todo e qualquer contribuinte, não necessariamente ao MEI.
Um erro comum cometido por empreendedores é acreditar que a Declaração Anual substitui o Imposto de Renda. Isso acontece porque, como no início de suas atividades eles não precisam declarar seus rendimentos como pessoa física em função dos valores obtidos.
No entanto, como precisam preencher o DASN, acreditam estar declarando seus rendimentos como pessoa física e jurídica quando na verdade estão apenas fornecendo os dados referentes à pessoa jurídica. Consequentemente, ao fazer com que o negócio cresça e obtenha maiores lucros, são surpreendidos com problemas com a Receita.
Além disso, existem outras obrigatoriedades previstas em lei para a declaração de Imposto de Renda, como no caso de investimentos em títulos do Tesouro Direto, por exemplo.
A declaração do imposto de renda de pessoa física na prática
Para preencher a declaração, baixe o programa gerador no site da Receita Federal. Com ele, você pode importar dados do ano anterior ou começar sua declaração do zero. Para iniciantes, basta clicar em “Criar Nova Declaração”. Em seguida é só escolher o tipo de declaração a fazer: anual, simplificada ou completa.
O preenchimento da declaração de IR é dividido em fichas que são exibidas na barra esquerda do programa. Na primeira você se identifica como contribuinte informando nome, data de nascimento e título de eleitor, bem como endereço e profissão. Na tela seguinte, você insere (se houver) seus dependentes de acordo com o grau de parentesco.
A próxima categoria é a de “Alimentandos”, caso você tenha algum beneficiário de pensão alimentícia. Em “Rendimentos”, você informa seus rendimentos como Pessoa Jurídica, considerando a diferença entre receitas e despesas de sua microempresa, além de outras atividades que você possa ter.
Em “Imposto Pago/ Retido (e imposto no Exterior)”, você inclui tributos recolhidos fora do país. A categoria ‘Pagamentos”, por sua vez, é onde você declara seus gastos com saúde, educação, entre outros. O mesmo deve ser feito com “Doações”.
Já em “Bens, Dívidas e Ganho de Capital”, mantenha atualizadas as informações sobre seus bens e direitos, tais como imóveis e ações, clicando em “novo” sempre que precisar incluir um bem.
Sobretudo, tenha em mente que ainda que não exista tributação sobre o patrimônio, há incidência de imposto sobre o ganho de capital, ou seja, quando você obtém lucro com a venda de algo.
Por isso é importante declarar seus bens para o governo. Informe também a situação das suas dívidas (se houverem), informadas pelos bancos.
A categoria “Espólio” deve ser preenchida em situações em que o espólio não esteja concluído, bastando o inventariante preencher seus dados.
Em “Revisão”, você checa os dados fornecidos antes de concluir o preenchimento. Por fim, em “Envio” você manda sua declaração e finaliza o processo.
As empresas passam por diversos desafios durante a sua jornada, um dos principais é o relacionamento com seus colaboradores. Liderança e desenvolvimento de pessoas é um ponto essencial para dispor de fatores que irão auxiliar o sucesso de seu empreendimento.
Por este motivo, é de extrema importância que a empresa invista nessas estratégias, pois precisa de colaboradores que estejam engajados com o seu propósito.
Este guia completo irá lhe ensinar tudo o que você precisa saber sobre liderança e desenvolvimento de pessoas.
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas
O que é liderança?
Liderança é possuir a aptidão de incentivar e inspirar pessoas positivamente. Este processo ocorre por meio das ações do líder e não das palavras que ele diz. Por isso, o líder conduz a equipe para o alcance das metas e objetivos da organização.
Normalmente as pessoas confundem líder e chefe, mas saiba que ambos são diferentes. O líder pensa no bem da maioria, e o chefe pensa somente na autoridade.
Líder X Chefe
Confira as principais diferenças entre líder e chefe:
Líder:
Guia a equipe;
Divide as responsabilidades;
Ótima relação interpessoal;
Trabalha com os colaboradores;
Incentiva os colaboradores e os dá autonomia.
Chefe:
Dá ordens;
É centralizador;
É temido;
Pensa que os colaboradores devem achar as soluções sozinhos;
Sente o seu cargo ameaçado pelos seus subordinados.
O que é Desenvolvimento de Pessoas?
Desenvolvimento de Pessoas é um processo de preparação, aprendizagem, e aperfeiçoamento, que se perpetua por longo prazo. Por meio do aprimoramento de competências técnicas e comportamentais, os colaboradores criam conhecimento sólido e duradouro.
Este processo potencializa os resultados no trabalho e eleva a produtividade, o empenho, a motivação e os lucros da empresa.
Desenvolvimento X Treinamento
A principal diferença entre desenvolvimento e treinamento pessoal é o tempo, pois o treinamento é voltado para uma iniciativa somente em um período, e já o desenvolvimento de pessoas é um processo contínuo que se mantém por meio de diversas ações.
É comum que as pessoas confundem estes dois conceitos, primeiro por não conhecer as definições do Recursos Humanos e também porque o treinamento faz parte do processo de desenvolvimento.
Liderança
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas nas organizações
Na empresa o líder é aquele profissional que tem a capacidade de fazer com que todos se sintam inspirados por ele, além disso, mesmo possuindo a última palavra ele divide as responsabilidades entre outros colaboradores.
O líder consegue transmitir as tarefas de forma clara e todos executam porque possuem uma boa relação com ele.
Outra característica importante de um bom líder é que ele mantém uma relação clara e sincera com os colaboradores. Demonstra transparência no dia a dia da empresa por meio de feedbacks contínuos. Dessa forma, mostra para os colaboradores os seus erros e qual caminho devem seguir para obter o sucesso.
Nas organizações um líder, ou um gerente, pode ser identificado pelas seguintes características:
Boa comunicação;
Boa relação interpessoal;
Transparência com a equipe;
Facilidade para trabalhar em grupo;
Habilidade de inspirar.
Já o objetivo do Desenvolvimento de Pessoas nas empresas é focar na educação, seja ela formal ou informal, e também na construção de conhecimentos que reforcem os pontos positivos e diminuam os pontos negativos.
Normalmente este processo é praticado de forma estruturada pelo setor de gestão de pessoas, pelo RH e também pelos líderes.
Confira informações que podem ser utilizadas nos processos para trabalhar as competências dos colaboradores e evidenciar os seus talentos. São elas:
Conhecimentos;
Habilidades;
Atitudes;
Essas três competências são chamadas de CHA, e podem ser desenvolvidas por meio de workshops ou simulações. Além disso, você pode aplicar rotação de cargo para que os colaboradores possam compartilhar seus conhecimentos e experiências.
Tipos de liderança e desenvolvimento de pessoas
Já citamos anteriormente o conceito de lideranças e desenvolvimento de pessoas. Porém, neste subtítulo você conhecerá os tipos que fazem parte destas áreas, para aprimorar seu conhecimento e aprendizado.
Liderança
Vamos iniciar a explicação pelos tipos de lideranças. São elas:
– Autocrática:
A liderança autocrática é quando o líder centraliza todo o poder em si, ou seja, é ele quem toma as decisões e nenhum colaborador tem a permissão de participar. Este tipo é o que conhecemos como “chefe”.
Ele também pressiona seus colaboradores, cobra resultados e não permite nenhuma intervenção ou sugestão dos mesmos.
Você deve estar se perguntando se isso é possível. Bom, saiba que sim, ainda existem líderes assim em muitas empresas. Porém, esse tipo de liderança acaba fazendo com que a rotatividade dos funcionários aumente por causa da tensão e desmotivação da equipe.
– Democrática:
A liderança democrática inclui os colaboradores na construção de soluções e resultados. Aliás, esqueça tudo que você leu na liderança autocrática, pois essa é completamente oposta à anterior.
Outrossim, o líder democrático pensa no bem estar coletivo, buscando melhores formas de trabalhar e desenvolver o crescimento pessoal e profissional de cada colaborador. Além disso, oferece oportunidades reais de crescimento.
Este processo de liderança democrática diminui significativamente a rotatividade e aumenta a produtividade, pois a satisfação pelo trabalho é maior e a comunicação se torna mais clara e menos autoritária.
Liderança e Desenvolvimento de Pessoas
– Liberal:
Neste tipo de liderança o líder praticamente não se relaciona com a equipe, pois eles ficam liberados para tomar as decisões por si só. Aqui os líderes acreditam que os liderados já são desenvolvidos o suficiente para seguirem sem precisar de supervisão.
Os resultados desse tipo de liderança podem não ser tão positivos quanto se imagina, uma vez que alguns colaboradores podem se deixar levar pelo desinteresse e acabar fazendo as tarefas de qualquer forma.
Outro ponto negativo é que sem feedback a equipe pensará que está tudo bem e não tentarão mudar os processos para que as metas sejam alcançadas.
– Situacional:
O foco deste tipo de liderança é a situação e o nível dos colaboradores, ou seja, a liderança situacional é a capacidade de um líder se adaptar a qualquer contexto ou situação em que o negócio esteja inserido e mesmo assim manter um time que entrega ótimos resultados.
O fato deste líder conhecer sua equipe permite que ele direcione tarefas estrategicamente, fazendo com que as habilidades de cada colaborador sejam aproveitadas e evidenciadas neste processo, gerando ótimos resultados.
Desenvolvimento de Pessoas
Agora confira alguns tipos de desenvolvimento de pessoas. São eles:
– Liderança:
Todo o desenvolvimento de pessoas começa pela liderança que deve incentivar a formação de sucessores competentes.
É por esse motivo que este ebook traz informações sobre liderança e desenvolvimento de pessoas, pois ambos são complementares e necessários para desenvolver uma equipe capacitada e que busque melhorias para a organização.
– Carreira:
Um dos desenvolvimentos de pessoas mais importante se dá por meio da carreira, uma vez que ela é construída por um propósito, buscando pequenas metas que possam levar à certas conquistas pessoais e profissionais.
Vale ressaltar que o plano de carreira é apresentado pela empresa, porém o colaborador tem a obrigação de compartilhar seus objetivos, até mesmo para saber se este plano está de acordo com o que o profissional deseja alcançar.
– Educação continuada:
Você provavelmente já ouviu alguém falar que nunca é tarde para estudar, não é? Bom, esta afirmação cabe direitinho no conceito de educação continuada, pois é importante que seja cultivado o hábito da aprendizagem diária.
Outrossim, este tipo de desenvolvimento conta com uma série de capacitações que abordam temas como comportamentos, inteligência emocional, comunicação, além de dinâmicas e oficinas que explorem o lado criativo.
– Gestão da mudança:
A gestão da mudança tem o objetivo de fazer com que os pontos positivos sejam o foco das mudanças, e assim os colaboradores não fiquem estagnados em lugar por estarem “confortáveis”, mas busquem uma mudança que traga bons resultados para o negócio.
Uma das formas de aplicar a gestão de mudança é fazer com que ela se integre nas estratégias da empresa e isso faz com que as pessoas acabem se desenvolvendo.
Vamos usar como exemplo uma empresa que controlava o estoque através de uma planilha, e então o gestor decide contratar um software de gestão de empresa, onde tudo é automatizado. No início os colaboradores podem resistir à mudança, mas por meio dela terão acesso a um novo conhecimento através da tecnologia.
– Comunicação assertiva:
Ter uma comunicação assertiva é essencial para que a empresa esteja engajada com seus colaboradores. Uma vez que os conflitos internos diminuem, e as informações entre os setores circulam com mais clareza e efetividade.
Outro ponto importante é que através deste tipo de desenvolvimento as pessoas confiam mais umas nas outras, melhorando os resultados, tornando o ambiente de trabalho um lugar leve e os profissionais mais conscientes.
Desenvolvimento de Pessoas
A importância do líder no desenvolvimento de pessoas
Independente do tipo de liderança, vale frisar que um líder possui papéis fundamentais e de extrema importância no desenvolvimento de pessoas. Confira os 5 papéis importantes que um líder deve desempenhar.
1 – Incentivar os colaboradores
Normalmente os liderados necessitam que alguém os desafiem para que possam se desenvolver e desempenhar suas funções com maestria. Por isso, é importante que o líder incentive e estimule essa busca por resultados melhores para que a equipe consiga se desenvolver.
Caso contrário, eles não sentiram nenhum estímulo para crescer como profissionais, e isso tem um efeito negativo, dificultando o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um.
Quando o líder compreende seu papel de incentivar e desafiar seus liderados, de forma honesta e coesa, ele deixa claro quais são os objetivos a serem alcançados e porque é importante que cada colaborador aumente a qualidade de seu trabalho.
2 – Oferecer independência aos liderados
Quando você vai executar alguma tarefa nova que alguém lhe explicou, você prefere fazer sozinho ou com a pessoa ao seu lado pressionando e dando pitacos? Bom, acredito que a grande maioria iria preferir desenvolver essa tarefa com mais autonomia, e é exatamente este ponto que estamos tratando aqui.
Todos estamos cientes que um líder não alcança as metas sozinhos, ele precisa de seus liderados. Além de incentivar a equipe, um dos papéis importantes é permitir que a equipe tenha autonomia para realizar suas tarefas.
Dessa forma, o desenvolvimento pessoal será mais fácil de ser alcançado, pois as pessoas se sentirão mais confiantes em suas atividades.
Além disso, o líder precisa dar abertura para que as ideias e dicas possam ser ouvidas e se necessárias serem postas em prática. Assim, além do desenvolvimento de cada um, eles poderão contribuir ainda mais para o crescimento do negócio.
3 – Ter um bom relacionamento com a equipe
Dar autonomia para as pessoas não é o suficiente, o líder necessita nutrir um bom relacionamento com todos. Assim fica mais fácil para desenvolver as pessoas.
Um relacionamento saudável é a ponta para uma boa comunicação, pois quando as pessoas se relacionam com respeito e sinceridade, a comunicação fica mais clara e os resultados fluem muito melhor.,
O principal ponto em questão é que as pessoas possam adquirir confiança e que se crie um ambiente profissional e de respeito, onde todos possam se expressar, esclarecer pendências, conhecer seus pontos fortes e fracos, facilitando todo o processo de desenvolvimento e crescimento.
4 – Dar feedbacks
Feedback é quando o líder dá retorno com informações sobre os processos executados, e isso colabora ricamente para o desenvolvimento de pessoas.
Primeiramente porque no momento em que a pessoa sabe onde e como errou, ela pode mudar alguns processos para melhorar e além disso, conseguir crescer como profissional na empresa.
Através do bom relacionamento, o líder conhece os seus liderados e sabe como lidar e se comunicar com cada um, pois todos são diferentes e cada um precisa ser abordado e informado de maneira específica.
5 – Reconhecer o excelente trabalho da equipe
Todo líder precisa reconhecer quando a sua equipe desempenha um bom trabalho e fazer com que eles fiquem cientes deste reconhecimento.
Quando o líder demonstra este reconhecimento gera um aumento de motivação entre as pessoas e também cria o que chamam de “senso de identidade” (aquilo que faz com que as pessoas saibam quem elas são).
E para ter acesso a esse conhecimento o líder precisa criar uma conexão com sua equipe e se atentar em todos os papéis que são desempenhados pelos seus liderados.
Liderança
Como aplicar o desenvolvimento de pessoas e técnicas de liderança?
Chegou o momento de lhe explicar como é feita a aplicação destes conhecimentos em sua empresa.
Desenvolvimento de pessoas
Vamos começar pela aplicação do desenvolvimento de pessoas. Confira a lista com os principais passos para este processo:
Trace um plano de atividades com a liderança;
Crie encontros mensais com todos os colaboradores;
Ouça as sugestões e avalie as iniciativas;
Ofereça cursos com treinamentos e capacitações;
Execute a rotação de cargos;
Determine métodos para medir o sucesso das ações;
Faça avaliação de 360° graus;
Crie a cultura de dar e receber feedback;
Elogie em público e corrija no privado;
Foque na gestão de mudanças.
Técnicas de liderança
Agora vamos apresentar algumas técnicas de liderança que podem facilitar a administração e desenvolvimento da equipe.
Não lidere por meio do poder de um cargo;
Desenvolva suas habilidades de líder através de cursos, livros e palestras;
Conheça seus liderados;
Seja flexível;
Não fuja de suas responsabilidades;
Saiba ouvir;
Mantenha o foco nas pessoas de sua equipe;
Inspire seus liderados dando a eles bons exemplos;
Sempre mantenha o equilíbrio e a inteligência emocional;
Conheça o mercado de atuação da empresa;
Faça análises do clima de sua equipe;
Saiba se comunicar;
Não adie as tomadas de decisões;
Se atente ao planejamento estratégico;
Faça treinamentos para identificar novos talentos e criar líderes para o futuro.
Dicas para liderar e desenvolver a equipe com sucesso
Chegou o momento de compartilharmos algumas dicas importantes para você utilizar no processo de liderança e desenvolvimento de pessoas.
PDI
PDI é a sigla para Plano de Desenvolvimento Individual. Trata-se de um plano que estabelece as ações necessárias para conquistar certo objetivo por meio do desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, é um roteiro que você segue para chegar a determinado cargo, ou onde gostaria de estar.
Neste documento você insere metas e prazos que fazem com que você mantenha o seu foco. Além disso, contribui para que você dê os primeiros passos estrategicamente, sem se desviar de seus objetivos e sem fazer escolhas incertas.
Passo a passo para criar um PDI
– Análise do cenário:
O primeiro passo é compreender o cenário em que o colaborador se encontra, para que a partir dessa análise consiga planejar ações que te ajudarão nos próximos passos. Assim, você precisa entender seu nível de desempenho e o que busca para a carreira.
– Objetivo:
Após fazer uma análise do contexto que o colaborador está inserido, você deve descobrir qual é o seu objetivo específico. Por exemplo, se ele deseja conseguir uma promoção ou se tornar um líder, ou seja, nesta etapa você precisa saber onde o profissional deseja chegar.
Assim, você vai traçando as metas e os objetivos com base nos pontos em que ele precisa melhorar.
– Definir as competências necessárias:
Com o objetivo em mente, você já pode definir quais competências serão necessárias para alcançá-lo, ou seja, determinar as estratégias que serão abordadas junto ao colaborador no momento de desenvolver o PDI. Assim, poderá ser norteado o caminho para alcançar a meta.
Outrossim, você deve conhecer o perfil comportamental do colaborador para analisar suas competências e habilidades naturais. Além disso, pode-se avaliar seus pontos fortes (precisam ser desenvolvidos) e fracos (precisam ser melhorados).
– Projete as ações:
Após saber as estratégias que devem ser feitas para chegar ao objetivo, este é o momento de projetar as ações necessárias que te levarão ao alcance das metas de forma efetiva, desenvolvendo o seu lado profissional.
Desenvolva suas competências por meio de estudos e treinamentos, ou seja, busque por livros que falem sobre os pontos que precisam ser desenvolvidos.
Priorize as competências mais necessárias em um colaborador, por exemplo, se ele precisa desenvolver a comunicação, crie situações em que ele saia da zona de conforto e se comunique no dia a dia.
Para ajudar neste processo de priorização das competências necessárias, você pode usar a “Regra de 3”, pensando nas habilidades que precisam ser desenvolvidas por meio de três critérios. São eles:
1) Impacto no seu objetivo;
2) Urgência da habilidade;
3) Vontade de aprender a habilidade.
– Determine prazos e gastos:
Bom, esta é a etapa em que você deve definir quais serão os prazos e gastos utilizados no PDI do colaborador. Isso é importante para organizar o tempo e o orçamento. Além disso, os colaboradores conseguem saber quando irão alcançar determinado objetivo.
Uma maneira interessante de executar este processo é por meio de um cronograma, descrevendo como desenvolver as habilidades e também no tempo que vai precisar e em quanto vai gastar.
– Faça análises do projeto:
É Importante que durante este processo você acompanhe o desenvolvimento de cada colaborador, avaliando seus avanços e ponderando os ajustes que precisam ser feitos durante a jornada.
Liderança e Desenvolvimento Pessoal
Livros
– 6Ds: As seis disciplinas que transformam educação em resultados para o negócio:
Este livro estrutura 6 etapas do processo de desenvolvimento de pessoas em organizações, revelando como líderes e profissionais de recursos humanos podem contribuir para o sucesso das empresas.
Nele constam diversas recomendações práticas e funcionais, além de exemplos que mostram como conceder, transmitir e registrar experiências de aprendizagem capazes de promover melhoras em liderança, gestão, vendas, atendimento ao cliente, marketing, entre outros.
Os autores são especialistas renomados e fornecem aos leitores métodos práticos, ferramentas, roteiros e checklists que tornam o desenvolvimento muito eficaz.
Andrew Jefferson é CEO da Fort Hill Company. Já o Calhoun Wick tem um grande reconhecimento nos Estados Unidos por melhorar o desempenho de pessoas e organizações. E o Roy Pollock é diretor de aprendizagem da Fort Hill Company.
– Virtudes e Liderança: A sabedoria das virtudes aplicada ao trabalho:
O livro usa como base a vida de alguns dos maiores líderes políticos, religiosos, e intelectuais dos tempos modernos, inclusive nas experiências do próprio autor.
Este livro evidencia algumas virtudes humanas que são consideradas essenciais no exercício de uma liderança. São elas: magnanimidade, humildade, prudência, coragem, autocontrole e justiça.
Seu desenvolvimento se deu por meio de encontros, reflexões e seminários, chegando à ideia central de que um verdadeiro líder é um homem de virtudes.
O autor Alexandre Havard, nasceu na França e depois de alguns anos advogando em diversos países da Europa, fundou em 2007 HVLI (Havard Virtuous Leadership Institute), fornecendo aos executivos programas de excelência por meio das virtudes clássicas.
– O Monge e o Executivo: Uma história sobre a essência da liderança:
Este livro conta a história de um personagem chamado Leonard Hoffman, um famoso empresário que deixou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino.
Este personagem tem o objetivo de nos ensinar os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes, e este processo é abordado de forma clara e saudável. O livro também traz outros personagens, ideias e discussões que vão lhe ensinar formas de liderar e lidar com pessoas.
James C. Hunter é o consultor chefe J. D. Hunter Associados, uma empresa de treinamento e consultoria nas áreas de liderança e desenvolvimento de pessoas. Autor de “O monge e o executivo” e de “Como se tornar um líder servidor” que juntos já venderam 4 milhões de exemplares somente no Brasil.
Considerações finais
Uma liderança de sucesso se baseia no desenvolvimento de seus colaboradores, pois somente um profissional bem reconhecido e valorizado, vai utilizar todo o seu potencial dentro da organização, aumentando assim a produtividade e a qualidade nos resultados. Assim, a empresa reduz a rotatividade e consegue alcançar as suas metas e objetivos.
Pensando nisso, este ebook foi desenvolvido para aperfeiçoar o potencial dos líderes e de seus liderados, fazendo com que as habilidades de cada um sejam evidenciadas e valorizadas.
Sempre que necessário retorne neste material e busque o tópico que for de seu interesse. E lembre-se que a busca pelo aprendizado é constante, então leia os livros que foram indicados e aprimore ainda mais seus conhecimentos. Pois este é o caminho para o sucesso de seu negócio.
O cupom fiscal e a nota fiscal são documentos muito utilizados no comércio para oficializar e tornar legítima uma operação comercial entre duas partes. No entanto, apesar de ambos terem finalidade semelhante, eles possuem diferenças entre si e é preciso conhecer elas para evitar confusão no momento de saber qual das duas é preciso emitir.
Esse post vai lhe mostrar a diferença entre cupom fiscal e nota fiscal, além de detalhar algumas características desses documentos para você não ter mais nenhuma dúvida sobre qual precisa emitir.
A nota fiscal é um documento emitido no momento de uma venda que serve para formalizar e comprovar a operação comercial.
A nota fiscal trás em si as seguintes informações:
Dados da empresa contribuinte
Dados do comprador
Local da venda
Data e hora
Produto vendido
Cálculo de impostos
Transportadora
Devido ao fato de ter um número maior de informações e ser um documento completo, o cliente pode usar a nota fiscal para solicitar a devolução de um produto, sua troca, ou abatimento do preço, e devido a isso, é um direito do consumidor receber a nota fiscal.
Além disso, outra função da nota fiscal é comprovar o recolhimento de tributos referente a operação realizada, seja ICMS ou ISS. Logo, toda empresa possui a obrigação de emitir esse documento em transações comerciais, com exceção dos MEIs, que só precisam emiti-lo ao vender ou prestar serviço para pessoa jurídica.
NF-e
Atualmente a nota fiscal existe apenas em versão eletrônica (Nota Fiscal Eletrônica), que substitui os antigos modelos de notas preenchidos em papel.
Sua emissão é mais fácil, rápida e segura, reduzindo erros de preenchimento manual e eliminando custos de emissão em papel das notas.
Como emitir nota fiscal
A emissão da NF-e necessita de um software especializado em emissão de notas, como o NFe+. Esse tipo de sistema permite a emissão facilitada e o armazenamento das notas fiscais de empresas que têm uma demanda grande de notas dos seus clientes. Isso porque ele permite cadastrar clientes e produtos recorrentes dentro da plataforma, não sendo necessário digitar essas informações em toda venda.
Quando uma venda é feita e a empresa emite nota fiscal, os dados ficam armazenados em um arquivo XML eletrônico. Além disso, a nota tem uma parte gráfica representada pela DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), parte impressa da nota fiscal que traz um resumo sobre a mesma.
O que é cupom fiscal
Cupom fiscal é um documento semelhante a nota fiscal, que serve para comprovar uma compra, mas é mais simples que a nota fiscal e possui menos informações. Ele geralmente é entregue ao consumidor após a finalização da operação. Sim, aquele pequeno recibo que você recebe no caixa do supermercado após pagar pelas compras é um cupom fiscal, e não uma nota fiscal.
Seu objetivo é trazer algumas informações sobre a compra, como:
Empresa contribuinte e seu CNPJ
Local, data e hora da venda
Descrição do produto ou produtos vendidos e o valor unitário
Valor total da compra
Forma de pagamento utilizada
O cupom fiscal é destinado para o consumidor final. Ele serve para comprovar que uma transação comercial aconteceu e alguns detalhes sobre a mesma. Além disso, o documento também tem a finalidade de servir como base para a análise de pagamento de impostos e tributos de produtos.
Além disso, o documento fiscal não serve só para finalidades tributárias, mas é útil também para auxiliar no controle da contabilidade do empreendimento. Por conseguinte, ao realizar a conciliação contábil é possível usar o Cupom Fiscal para conferir e comparar lançamentos.
Como emitir o cupom fiscal?
Para realizar a emissão do cupom fiscal é necessário ter um equipamento emissor de cupom fiscal, o ECF. Se trata de uma impressora específica para esse tipo de documento. O ECF precisa de homologação pela secretaria da fazenda do estado do emissor.
NFC-e
A NFC-e é um modelo de nota eletrônica que tem como objetivo substituir a nota fiscal de venda ao consumidor, modelo 2, e o cupom fiscal emitido por ECF. Ela é semelhante a NF-e, no entanto existem algumas diferenças.
A NFC-e é emitida apenas para vendas ao consumidor final. No entanto, diferente do cupom fiscal, sua emissão é exclusivamente eletrônica. É possível imprimir a DANFE em uma impressora comum, eliminando a necessidade de adquirir uma ECF para cupom fiscal. No entanto, a DANFE NFC-e é apenas uma representação gráfica da nota, que é exclusivamente virtual, assim como na NF-e.
Já a NF-e serve para uma variedade maior de operações, como compras, vendas, exportação, trocas e devoluções.
O aumento da utilização da NFC-e em lojas de varejo e no comércio para operações habituais é um dos fatores pelos quais o uso dos cupons fiscais está ficando ultrapassado. Inclusive a nota eletrônica já é de utilização obrigatória em alguns estados, e a tendência é que também se torne de utilização compulsória em todo Brasil.
CF-e
O CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico) é uma alternativa para substituir o uso do cupom fiscal tradicional impresso, que precisa de uma impressora específica para esse fim. Esse método é utilizado exclusivamente no estado de São Paulo, que foge a regra do uso da NFC-e como alternativa ao cupom fiscal.
O documento é gerado eletronicamente através do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos, o CFe-SAT. Esse é um equipamento (hardware) que tem como finalidade a emissão, validação e armazenamento do cupom fiscal eletrônico, porém sem precisar de uma impressora, apenas com emissão eletrônica. Caso queira imprimir o CF-e, é possível fazer isso em uma impressora convencional utilizando papel A4 mesmo. Além disso, o CF-e é validado através de certificado digital e passa pela autorização do órgão fiscal do estado.
O objetivo desse documento é facilitar e desburocratizar a emissão do cupom fiscal e reduzir os custos de emissão, já que não há necessidade de uma impressora fiscal. Outra vantagem do CF-e é que sua assinatura é feita por meio de certificado digital, o que lhe confere bastante segurança. Além disso, garante a veracidade da operação, e os documentos ficam armazenados para posterior conferência.
Qual a diferença do cupom fiscal e da nota fiscal?
A principal diferença entre cupom fiscal e nota fiscal é que a nota fiscal contém os dados do comprador também, não só do vendedor. Isso torna a nota fiscal um documento bem mais completo, visto que identifica todos os elementos envolvidos em uma operação comercial: o comprador, o vendedor, o produto ou serviço e o valor da operação.
Outra diferença é que o cupom fiscal precisa de um equipamento específico para sua impressão. Já a nota fiscal, além de ter impressão opcional, pode ser impressa em qualquer impressora comum, caso seja necessário.
Quem emite cupom fiscal precisa emitir nota fiscal?
Caso o cliente solicite a nota fiscal, sim. Isso porque o cupom fiscal tem informações bem básicas e também não tem valor fiscal. Ela é um comprovante simplificado da venda emitido de maneira habitual por empresas de varejo. No entanto, o cliente pode solicitar que seja emitida uma nota fiscal completa com todas as informações relacionadas. Isso é um direito do cliente e a empresa é obrigada a atender essa solicitação, caso ela seja feita.
Qual deles sua empresa é obrigada a emitir
Toda empresa tem a obrigação legal de emitir notas fiscais, e se negar a emitir nota é cometer crime de sonegação fiscal. A única exceção a essa regra são os Microempreendedores Individuais (MEI) quando vendem ou prestam serviços para pessoas físicas, e produtores rurais que não possuem CNPJ.
Já o cupom fiscal é um documento emitido no varejo em toda venda, onde os valores das operações costumam ser menos expressivos. Ele é complementar a nota fiscal, por trazer menos informações que esta. Logo, apesar de ser uma maneira mais “simples” de comprovar vendas corriqueiras, o cupom fiscal não substitui a emissão da nota fiscal, caso o cliente deseje receber a última.
Como tirar nota fiscal a partir do cupom fiscal?
Como mencionado, o cupom fiscal é emitido por empresas de varejo habitualmente em todas vendas para o consumidor final. Contudo existem situações que o cliente solicita que seja emitida uma nota fiscal, e não somente um cupom fiscal. É importante estar claro que esse é um direito previsto na legislação. É mais comum que pessoas jurídicas realizem essa solicitação, para fins de registro contábil.
Nesses casos, é possível emitir uma nota fiscal a partir de um cupom já emitido. Para isso, basta que, ao preencher as informações da nota fiscal em questão, o número do cupom que está sendo trocado pela nota seja referenciado. O motivo de ser necessário informar qual cupom está sendo substituído é para que não haja recolhimento em dobro dos tributos referentes à operação. Isso porque o cupom fiscal serve também de base para o cálculo de impostos como ICMS e ISS.
O que pode substituir a nota fiscal?
Não existe documento que possa substituir a nota fiscal.
Uma concepção errada que existe é que o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) substitui a nota fiscal. Esse documento, como o próprio nome indica, é complementar da nota fiscal, uma representação impressa dela. Sem o preenchimento e a emissão correta da nota fiscal não é possível existir o DANFE. Portanto, é falso que o DANFE substitui a nota fiscal.
Cupom fiscal vale como nota fiscal?
Não, o cupom fiscal não vale como nota fiscal.
Isso porque o cupom fiscal é um documento complementar a nota fiscal, criado para facilitar a emissão de comprovantes de vendas em operações habituais de uma empresa. No entanto, ele não substitui em hipótese alguma a nota fiscal, caso o cliente peça para que a empresa emita uma.
Recibo provisório de serviços
Como proceder caso a empresa precise emitir uma nota fiscal e a internet estiver fora do ar ou seu sistema esteja temporariamente indisponível? Uma solução possível é entregar para o cliente um recibo provisório de serviços (RPS).
O RPS é um documento intermediário na emissão de NF-e ‘s, funcionando como uma alternativa ágil em caso de indisponibilidade momentânea de emitir uma nota fiscal. Mas o RPS não é definitivo. Isso porque ele tem um prazo de validade, dentro do qual precisa ser convertido no documento fiscal apropriado. A prefeitura de cada município que define esse prazo.
Vantagens da nota fiscal
A emissão de nota fiscal implica em diversas vantagens e benefícios, tanto para o emissor quanto para o consumidor. Isso é ainda mais verdade com a implementação da nota fiscal eletrônica. Algumas delas são:
Melhoria no controle fiscal de tributos da empresa
Diminuição da sonegação fiscal
Aumento da confiabilidade na relação entre consumidor e empresas
Redução de custos devido ao consumo reduzido de papel, o que ao mesmo tempo gera menos impacto no meio ambiente
Incentivo do desenvolvimento de novas tecnologias
Redução nos erros de preenchimento
Em alguns estados existem incentivos fiscais para a emissão de notas, como o abatimento de parte do valor das notas emitidas em impostos e taxas
O mercado de informática está sempre no topo da cadeia de sucessos para empreendimentos. Afinal, o mundo digital é uma realidade e a tendência é a expansão cada vez maior das tecnologias para o dia a dia. Tudo que envolve computadores e afins são de suma importância para o cotidiano de qualquer segmento de trabalho.
O curso básico de informática é o mais procurado em todos os cursos profissionalizantes e, para muitas pessoas, as informações iniciais são mesmo as mais básicas, como ligar o computador, usar o sistema operacional e entender como e porque funcionam.
Essencial para o mercado de trabalho e para conviver com a pluralidade da web no mundo de hoje, montar uma escola de informática, além de ser lucrativo, ajuda a socializar as pessoas e acrescenta educação e informação para sua comunidade.
Para que servem as escolas de informática?
No começo, os cursos e escolas de informática se restringiam a dois tipos de aulas: manutenção e montagem de computador e informática básica. Para saber sobre programação e softwares específicos, era necessário ter aulas particulares ou até mesmo fazer faculdade.
Esses dois cursos ainda são os mais procurados, mas se unem aos de edição de imagens, programas de design gráfico, criação de sites, desenvolvimento de software e redes sociais.
É raríssimo encontrar algum tipo de trabalho que não utilize a informática, mesmo que funções básicas. O restante das empresas utilizam computadores para quase tudo, inclusive tarefas que antes eram mais básicas, hoje possuem softwares especiais que contemplam quase todas as tarefas.
O mercado está cada vez mais exigente com as informações de informática de seus funcionários e querem contratar alguém que não precisa ser orientado com as funções básicas, principalmente as que utilizam os programas do pacote Office, como Word e Excel, e o uso da internet.
Embora a maior parte dos alunos estejam interessados em aprimorar o currículo, muitos querem ganhar dinheiro com o conhecimento. Cursos como web design e desenvolvimento de sites são mecanismos para formar novos profissionais.
Como Montar uma Escola de Informática
A partir da decisão de montar uma escola de informática, é importante ficar atento aos detalhes do negócio. Embora o ramo tenha muita demanda, a concorrência é grande e de vários tipos. Desde grandes empresas até profissionais liberais, que também variam em preço e qualidade do serviço oferecido.
Franquia de escola de informática
As grandes franquias nacionais dominam o mercado, normalmente com muitas lojas, bons equipamentos e preços. Outro grande concorrente é a própria internet, com tutoriais detalhados e cursos online, que atraem muitos interessados, mas não chega a tirar o foco dos cursos presenciais. A maioria prefere o contato direto com o professor.
Público-alvo
O público-alvo em média são adolescentes, crianças e adultos, assim profissionais recém-formados e que desejam melhorar o currículo. A idade desse público é de 10 a 74 anos, média bastante expressiva para se entender o tamanho das possibilidades do mercado.
Docentes da escola de informática
É fundamental investir num professor de qualidade, que deve ter um conhecimento avançado sobre o assunto, mas principalmente dominar as técnicas de didática. De nada adianta ter um professor super qualificado, mas que não sabe se expressar para repassar o conhecimento que tem. A maior parte dos cursos exige experiência comprovada mínima de dois anos dando aulas, além dos certificados conquistados. O curso superior não é exigido para as aulas básicas, mas outros cursos específicos e que exige uma especialização mais abrangente do professor, ela pode ser um diferencial.
Localização da escola de informática
A localização da escola de informática também é importante. O ideal é que sejam próximas a colégios e faculdades, para facilitar a locomoção. Ou em centros empresariais, que aproveitam os profissionais que desejam especialização ou reciclagem.
Estrutura da escola de informática
Como uma escola de informática precisa de uma estrutura mínima, não são todos os espaços oferecidos que podem ser utilizados. Casas e salas que já foram de outros cursos são as mais indicadas.
A estrutura é mesmo como uma escola, sem as carteiras e sim cadeiras e mesas com computadores. Elas podem ser compradas em lojas para móveis de escritório ou feitas sob medida para o local e costumam ficar mais baratas. Todas as salas devem estar climatizadas com ar-condicionado, já que os computadores precisam do clima frio para não danificarem.
As salas também precisam de boa iluminação, um projetor para demonstrações do que se passa na tela e uma lousa com caneta piloto, para informações escritas. Há ainda a recepção, sala de administração, bebedouro e banheiro.
Para um negócio básico, ele deve ter duas ou três salas com essa estrutura, funcionando nos horários de manhã, tarde e principalmente à noite para absorver a demanda de pessoas que trabalham fora. A média é de 15 alunos por turma, mas tudo dependerá do tipo de curso oferecido e do planejamento das aulas.
Investimento inicial para uma escola de informática
O investimento médio para montar uma escola de informática com essa estrutura sugerida é de R$ 100 mil a R$ 150 mil. Inclui-se também a contratação de professores e recepcionistas, capital de giro e publicidade inicial.
Sem Pânico na Gestão Empresarial
Para muitos empresários, controlar a parte administrativa e financeira da empresa é a mais difícil do negócio. Mas com ferramentas de gestão empresarial, tudo se torna mais organizado e mais fácil de lidar.
As principais maneiras de fazer essa gestão são com planilhas ou com sistemas de gestão online.
O eGestor é 100% online e guarda com segurança todas as informações da sua empresa em nuvens, o que impede que elas se percam por vírus, quebra do equipamento, entre outras situações comuns.
Por meio dele é possível ter total controle financeiro da sua empresa, seu fluxo de caixa, controle de vendas e do estoque, nota fiscal e emissão de relatórios, sempre com muita facilidade de manuseio e compreensão.
O eGestor é um software completo para gestão de micro e pequenas empresas fácil e online. Sistema de Controle de Estoque, Controle Financeiro, Controle de Compras e Vendas, Emissão de Nota Fiscal, NFCe, Boletos e muito mais!