Qual empresário não deseja melhorar o desempenho da sua organização e, com isso, aumentar os lucros? Todos, sem exceção, não é mesmo? E o primeiro passo para conseguir tal feito é automatizar os processos empresariais.
Com isso, você terá uma rotina administrativa muito mais eficiente e melhores resultados. Além, é claro, de ter mais tempo para desenvolver novas estratégias de negócios.
Ficou interessado? Então siga as 6 dicas que separamos para você começar a implantar esse novo sistema e começar a obter melhores resultados imediatamente. Confira!
6 dias para automatizar
1. Faça o planejamento da automatização
Comece identificando quais áreas poderão ser automatizadas. Em seguida, faça um registro do que é feito todos os dias e identifique o que pode ser alterado para melhorar a rotina. Levante os principais problemas enfrentados e identifique, com a ajuda de profissionais qualificados, como o processo de automatização o ajudará a solucioná-los.
2. Escolha um responsável para acompanhar o processo
Identifique alguém que compreenda bem todas as características do negócio e que, de preferência, tenha conhecimentos sobre informática e novas tecnologias. Delegue a essa pessoa a responsabilidade de fazer todo o acompanhamento do processo, do início ao fim. É importante que esse profissional esteja habilitado a repassar e a envolver quem estará em contato com esse novo procedimento tecnológico.
3. Procure uma empresa especializada
Para implantação do novo sistema, é necessário que você encontre uma empresa especializada. Ela deve poder tornar o seu investimento seguro e realizar toda a transição sem prejuízos.
No mercado existem diversas soluções, como softwares de gestão, por exemplo. Eles melhoram a rotina da empresa com a automação de estoque, fluxo de caixa e emissão de notas fiscais. Mas, dê preferência para sistemas na nuvem, que podem ser acessados de qualquer lugar.
4. Elabore um cronograma
Realizados os passos acima, defina um cronograma de ação. Devem constar nesse documento tanto o detalhamento das ações como dos recursos financeiros a serem empregados. Ele irá nortear os caminhos e ajudará a traçar alternativas para a implantação do sistema. Assim, você conseguirá ter uma visão ampla de todo o projeto.
5. Defina primeiro o software, depois adquira os equipamentos
Nada de comprar os equipamentos antes de escolher o software que será utilizado no processo de automação. A empresa contratada para implantar o sistema poderá auxiliá-lo nessa etapa.
É importante verificar se a tecnologia é nova e se os computadores terão processadores capazes de garantir o bom uso das ferramentas. Mas também, se vale a pena investir em equipamentos com maior valor agregado. E não se esqueça de ficar atento às garantias e assistências técnicas.
6. Projete o futuro
A implantação de agora deve estar associada às projeções futuras da empresa. Não pense no seu negócio somente tendo como base o momento atual. Se você busca novas estratégias para ver a sua instituição prosperar e crescer, embase as ações no que se espera para o futuro. Tenha uma visão clara e objetiva do que você deseja para alguns anos e como os investimentos podem ser úteis.
Emitir nota fiscal corretamente pode parecer complicado, mas é obrigação de qualquer empresa que vende produtos ou presta serviços. A Lei 8.846 de 1994 dispõe sobre a emissão de Nota Fiscal, dizendo:
“A emissão de Nota Fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.”
Dessa forma, faz-se obrigatório às empresas emitir documento fiscal sempre que houver negociação de produtos ou serviços.
Devido a essa obrigatoriedade, os processos estão sendo atualizados para facilitação do trabalho. Atualmente, há a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que tornou os procedimentos de emissão de Nota Fiscal bem mais práticos.
Acompanhe a leitura deste texto, pois iremos falar sobre os principais tipos de Nota Fiscal e como emiti-los.
O que é Nota Fiscal?
A Nota Fiscal, também conhecida como documento fiscal, é um título obrigatório por lei, que deverá ser emitido pelas empresas para registro de vendas de produtos ou prestação de serviços.
Por meio dela, o órgão da Fazenda responsável pela fiscalização das atividades tributárias, conhecido como Fisco, confere se as empresas estão fazendo o devido recolhimento de tributos. Ou seja, pela emissão de documentos fiscais, os empreendimentos provam que não estão fazendo sonegação de impostos.
Ademais, esse documento ajuda a empresa a manter o controle sobre os tributos recolhidos, sobre seu faturamento e sobre a entrada e saída de mercadorias. Além disso, para o consumidor, ele serve como comprovante de compra, facilitando os processos de troca e devolução e serve como certificado de consumo para prestação de contas ao Leão do Imposto de Renda.
Atualmente, em praticamente todas as localidades, a Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória. No entanto, até 2006, os processos de emissão de notas fiscais ocorriam por meio de talões, que eram preenchidos manualmente para entrega ao consumidor e posterior registro junto à Fazenda.
Junto com a Nota Fiscal Eletrônica, surgiu também o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica): uma representação impressa simplificada da NF-e, que acompanha o transporte de mercadorias e serve como comprovante físico para o destinatário. É o DANFE que você recebe quando compra um produto e o vendedor imprime o “papel da nota” — ele não substitui a NF-e em si, mas permite consultar a nota original pela chave de acesso impressa nele.
Com essa troca para o processamento eletrônico, houve muitos benefícios para a empresa, os principais deles foram: aumento da produtividade, corte de custos, facilitação da gestão financeira, maior controle sobre a gestão de tributos, melhor gerenciamento sobre a entrada e saída de mercadorias e muitos outros.
Vale esclarecer também uma dúvida comum: nota fiscal e cupom fiscal não são a mesma coisa. O cupom fiscal é emitido por meio do ECF (Equipamento Emissor de Cupom Fiscal) e era muito usado no varejo. Com a modernização, ele foi sendo substituído pela NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica), que cumpre a mesma função — registrar vendas diretas ao consumidor final — mas dentro do ambiente eletrônico e com maior validade jurídica.
Por que emitir nota fiscal?
A nota fiscal é o que regulariza o seu negócio com o Fisco. Ou seja, ao realizar a emissão de notas no seu negócio você está realizando o pagamento de tributos. Ainda, é ela quem demonstra os valores de faturamento na hora de escolher o regime tributário do negócio.
Para o cliente, ela também é uma vantagem, pois demonstra que a empresa na qual está negociando está regularizada.
No caso do contador, a nota fiscal também facilita a fechar os cálculos. Afinal, na nota constam diversas informações fiscais do produto, do fornecedor e do comprador.
Já para o negócio, além de garantir a regularidade, ela também auxilia na hora de acompanhar a entrada e saída dos produtos.
Tipos de nota fiscal
Nota Fiscal de Produto Eletrônica (NF-e)
A Nota Fiscal de Produto Eletrônica (NF-e) é o documento fiscal que deverá ser emitido, como seu próprio nome sugere, na venda de produtos. Assim, está atribuída ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e é obrigatória.
Esse é o tipo mais comum de Nota Fiscal e tem, como auxiliar, um outro documento, chamado de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE). Sua função principal é substituir o documento fiscal em momentos de transporte de mercadorias, para garantir que não haja problemas na fiscalização. Dessa maneira, este é o documento físico recebido com uma compra feita pela internet, por exemplo.
Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)
A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) é utilizada para registro de venda direta no varejo, comprovando que uma compra foi feita pelo consumidor final.
Ela foi criada no intuito de, gradativamente, substituir cupom fiscal. Seu uso ainda não é obrigatório em todos os estados, pois alguns locais ainda fazem uso do documento antigo.
Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e)
Para o ICMS, há a NF-e. Enquanto isso, para o Imposto Sobre Serviços (ISS), há a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e).
Como seu nome diz, esse documento é obrigatório para registro de negociações de prestação de serviços. Ou seja, quando uma empresa presta serviços como transportes dentro de um município, por exemplo, deverá emitir a NFS-e.
Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e)
O Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e) foi criado com o intuito de registrar o serviço de transportes de carga entre estados distintos.
Apesar de o transporte de carga ser considerado um serviço, apenas em ocasiões de movimentações que ocorram dentro de um próprio município, será obrigatória a emissão de nota fiscal de serviço.
Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
Assim como a MDF-e, o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) deverá ser emitido quando for prestado um serviço de transporte de cargas. No entanto, essa movimentação deverá acontecer entre municípios de um mesmo estado.
Nota fiscal avulsa eletrônica (NFA-e)
A Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e) é um documento fiscal que deve ser emitido por empresas que não possuem a obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal de outros modelos e nem emite esse documento com muita frequência.
Devido a isso, ficou conhecida como Nota Fiscal do microempreendedor individual (MEI), pois normalmente esse tipo de empreendedor não possui uma demanda muito alta.
Quem emite nota fiscal?
Basicamente, todas as empresas que contribuem com o ICMS ou IPI devem realizar a emissão de nota fiscal. Assim, todas as empresas que comercializam produtos ou serviços emitem notas fiscais.
Mas, a exceção está no MEI. Esses devem emitir nota apenas em caso de venda para pessoa jurídica.
Como emitir Nota Fiscal Eletrônica?
Como falado anteriormente, a emissão de Nota Fiscal é essencial para que sua empresa se mantenha dentro da legalidade e não tenha problemas com o Fisco.
Para tanto, é importante entender como funcionam os procedimentos de emissão de documento fiscal. Confira a seguir o passo-a-passo para emitir Nota Fiscal:
Descobrir o tipo de Nota Fiscal
Emitir documento fiscal é obrigatório por Lei, mas nem todo tipo de Nota Fiscal servirá para um determinado tipo de empresa. Existem algumas categorias de Nota Fiscal Eletrônica, e sua empresa deverá emiti-la de acordo com a classe em que se encontra. Assim, conheça os principais tipos:
Como fazer a emissão da Nota Fiscal de Produto Eletrônica (NF-e)
Para emitir uma Nota Fiscal de Produto Eletrônica (NF-e) você irá precisar de um sistema de emissão de Nota Fiscal Eletrônica. Além disso, é necessário todos os dados da empresa e de impostos. Mas, antes disso, o empresário deve solicitar a autorização para a emissão de NF-e.
Como fazer a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)
Normalmente, empresas que fazem a emissão da NF-e não precisam de autorização para emitir a NFC-e. Entretanto, como a nota é regularizada pela SEFAZ de cada estado, é preciso entender como cada estado funciona.
Ela também é emitida por um sistema de emissão de Notas Fiscais, sendo necessário inserir os dados fiscais da empresa.
Como fazer a emissão da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e)
No caso de uma Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), ela pode ser emitida por um sistema emissor de NFS-e ou através do sistema da prefeitura. Assim como a NF-e, também são necessários os dados da empresa e de impostos e a autorização para emissão da nota.
Como a NFS-e é de legislação da prefeitura do município, é necessário estar a par das regras da mesma.
Como fazer a emissão do Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e)
Em primeiro lugar, é preciso estar cadastrado na SEFAZ do estado para emitir o MDF-e. Após isso, é necessário um sistema de emissão de MDF-e e dados como os da NF-e e previsão de início da viagem, UF e cidade de carregamento e descarregamento e UFs intermediárias (unidades federativas que a carga irá cruzar), assim como outros dados do transporte.
Como fazer a emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
Assim como os outros documentos fiscais, o CT-e também precisa de autorização da SEFAZ para ser emitido. Ademais, as informações necessárias são as mesmas e também é necessário um sistema emissor de CT-e.
Como fazer a emissão da Nota fiscal avulsa eletrônica (NFA-e)
Também sendo necessário um sistema de emissão, a NFA-e possui dois modelos, o 55 e o 1-A. Porém, ela muda de estado para estado, sendo necessário entender as regras de emissão do seu estado.
Adquirir um certificado digital
O certificado digital serve como uma assinatura de pessoas jurídicas para a certificação de validade do documento fiscal.
Dessa forma, é preciso descobrir, junto à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP), uma autoridade certificadora (como a Receita Federal do Brasil, por exemplo), onde será possível adquirir o certificado digital.
Existem dois tipos principais de certificado digital: o A3 e o A1. O certificado A3 é armazenado em um dispositivo físico (cartão ou token) e tem validade de até 3 anos — é mais seguro, pois a chave privada nunca sai do hardware. Já o certificado A1 é armazenado em software, diretamente no computador ou em nuvem, com validade de 1 ano. Para pequenas empresas e negócios que emitem notas com frequência, o A1 costuma ser mais prático, pois não exige o uso de leitores ou tokens físicos.
⚠️ Atenção, MEI: o Microempreendedor Individual que precisa emitir a NFA-e (Nota Fiscal Avulsa Eletrônica) geralmente não precisa adquirir um certificado digital. O acesso é feito diretamente pelo portal da Secretaria da Fazenda do estado, com login e senha, dispensando esse custo adicional. Confira as regras específicas do seu estado antes de adquirir o certificado.
Realizar um cadastro fiscal
É necessário ter um cadastro fiscal junto ao Governo para poder emitir notas fiscais.
Para cadastrar-se, sendo empresa de comércio ou prestadora de serviços, os caminhos são diferentes. Confira:
Empresas de comércio
Se você possui uma empresa comercial, poderá realizar seu cadastro fiscal junto à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Normalmente, são cerca de 15 dias para que o processo se conclua, e o empreendimento tenha a liberação para emissão da Nota Fiscal Eletrônica.
Empresas de serviços
Empresas prestadoras de serviços deverão realizar seu cadastro na prefeitura da cidade onde se localiza.
Para tanto, será necessário entrar no site desse órgão e realizar um protocolo de comparecimento. Ele deverá ser entregue na data estabelecida, junto a um documento de identificação do representante legal e dos atos constitutivos da pessoa jurídica e uma via original do CPF.
Feito isso, a documentação será analisada e, estando tudo certo, haverá a liberação de uma senha para que possa começar a emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica.
Escolher software de emissão de Nota Fiscal
Após obter o certificado digital e realizar o cadastro fiscal da sua empresa, estando apto à emissão de notas fiscais, você ainda precisará escolher o software de emissão de notas que melhor atenda às suas necessidades. Para isso, há duas opções disponíveis:
Emissor disponibilizado pelas prefeituras (somente no caso da NFS-e);
Software pago especializado na emissão de notas fiscais.
É importante analisar qual dessas opções melhor se adapta às necessidades da sua empresa.
Dar atenção ao processo de emissão notas fiscais é essencial para o bom funcionamento do negócio. Assim, sua empresa se mantém em dia com o Fisco, evitando problemas e garantindo mais segurança nas operações.
Com o NFe+, você pode emitir gratuitamente até 15 notas por mês e ainda contar com diversos recursos para facilitar a gestão fiscal da sua empresa.
Informações que constam na NF-e
Alguns dados da nota fiscal são comuns em qualquer tipo de nota. Sendo eles:
CNPJ do emissor;
Nome e endereço do emissor;
Data e hora da operação;
Valor;
Descrição dos produtos (impostos e peso);
Informações de transporte.
Conclusão
Para simplificar a emissão de notas fiscais no dia a dia, o NFe+ é uma solução gratuita e 100% online: basta criar uma conta, cadastrar seus produtos e tributações e começar a emitir NF-e sem precisar instalar nada. Para quem precisa de uma gestão mais completa — integrando emissão de notas, controle financeiro e estoque —, o eGestor reúne tudo em um só lugar.
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Empresas de todos os portes enfrentam desafios na sua prestação de contas e reembolso de despesas. Muitos colaboradores da área financeira podem demorar bastante tempo para finalmente alcançarem o controle ideal dos ressarcimentos. Sistemas ultrapassados podem atrasar os procedimentos e pior, criar brechas para fraudes nos processos internos.
No entanto, a tecnologia chegou como aliada dos gestores e analistas promovendo uma forma de otimizar a rotina atarefada e evitar os riscos de erros e fraudes: a automatização da gestão de reembolsos.
Tecnologia e Gestão Financeira
Se a sua empresa conta com funcionários em atividades externas, o reembolso de despesas é uma prática essencial. Os custos envolvidos em reuniões externas a clientes, além dos gastos em viagens, como a hospedagem e alimentação, por vezes precisam ser reembolsados aos colaboradores. Assim, o procedimento precisa ser o mais eficaz possível.
A produção de relatórios ou verificação de recibos, por exemplo, são cansativos e, na correria da rotina, certos pontos podem passar despercebidos.
A tecnologia permite que os erros humanos que acontecem nesse processo sejam minimizados, além de trazer muito mais otimização e agilidade para o dia a dia da área financeira. É quando entra em cena o software de gestão de reembolsos.
O que é um Software de Gestão de Reembolsos?
A automatização da gestão de reembolsos é realizada por meio de um software que otimiza e simplifica os processos, além de trazer agilidade para toda a administração.
Aplicativos de gestão de reembolsos funcionam como os automatizadores dos processos que antes eram feitos à mão. Por meio deles, os funcionários podem emitir relatórios que irão respeitar a política de reembolso, além de digitalizar as notas fiscais ao invés de enviá-las por malote.
Os softwares de gestão de reembolsos também permitem o acompanhamento em tempo real do que está sendo solicitado durante as viagens, por exemplo, gerando relatórios automatizados e armazenando notas fiscais digitalizadas.
Assim, o financeiro receberá esses documentos dentro de um prazo preestabelecido, reduzindo significativamente o tempo gasto para as respostas e aprovações. Além disso, os dados coletados pelos softwares são mais assertivos e reduzem custos.
Dessa forma, o resultado de implementar a automatização de gestão de reembolsos na empresa é a redução dos ciclos e uma experiência otimizada para os colaboradores.
Como saber se a sua empresa precisa da automatização da gestão de reembolso?
O grande objetivo das empresas é diminuir riscos, aumentar a receita e reduzir despesas. Por isso, a automatização da gestão de reembolso pode ser um grande aliado no alcance dessas metas de forma mais rápida.
Se a sua empresa se encaixa em algum dos pontos a seguir, você provavelmente precisa automatizar a sua gestão de reembolso:
Perde muito tempo e dinheiro com relatórios;
Tem acesso difícil a informações importantes;
Tem problemas recorrentes com perdas de comprovantes e notas;
Gasta muito tempo no fluxo de aprovação de relatórios.
Se a sua empresa se encontra nessa situação, podemos falar com propriedade que a automatização da gestão de reembolso irá transformar por completo toda a área financeira.
Principais Vantagens da Automatização da Gestão de Reembolso
Dentre os benefícios do software de reembolsos, podemos listar:
Redução de erros e falhas;
Redução de custos;
Integração das áreas e melhora no fluxo de informações;
Otimização de processos;
Gastos lançados em tempo real.
Redução de erros e falhas
A automatização da gestão de reembolso auxilia na organização, controle e facilidade em tudo o que envolve dados e informações. Além disso, as tarefas são automatizadas, trazendo praticidade e alta qualidade.
Dessa forma, as falhas humanas são reduzidas e os envolvidos no processo podem se dedicar a analisar e melhorar cada etapa, favorecendo o desenvolvimento e a busca por melhorias da área.
Redução de custos
Com a automatização da gestão de reembolso, os funcionários podem aproveitar melhor o seu tempo e os recursos que investiam anteriormente para outras demandas. Assim, a organização pode se empenhar em capacitar seus colaboradores e investir na expansão da empresa.
Integração das áreas e melhora no fluxo de informações
O software de gestão de reembolso também permite que todos os dados estejam reunidos em um só lugar, onde funcionários de diferentes áreas e níveis podem alinhar suas ideias e ter uma comunicação mais efetiva.
Otimização de processos
Além da segurança na execução, a praticidade nos processos é a grande vantagem da automatização da gestão de reembolsos.
Sabemos como a rotina da área financeira é atarefada e como cada minuto conta. Assim, a otimização dos processos torna o dia a dia mais fluido e ágil para todos.
Gastos lançados em tempo real
Uma das ferramentas que mais chama a atenção no sistema de gestão de reembolso é a possibilidade do lançamento de despesas ser feito em tempo real, e o que é ainda melhor, por meio do próprio celular.
O colaborador em atividade externa só precisa tirar uma foto da nota fiscal logo que ele é emitido e fazer o upload em sua área exclusiva no sistema, que armazena todos os dados na nuvem. Sem complicações e sem riscos de perdas, é emitido um relatório com todos os gastos de forma automática, prática e ágil.
Funcionalidades disponíveis em um sistema de gestão de reembolso
Os sistemas de gestão de reembolsos são a forma mais inteligente para gerenciar os gastos. Podem ser usados pelo colaborador e pelo gestor.
São ferramentas práticas, possibilitando fazer a gestão de reembolso a qualquer hora e em qualquer lugar. Veja algumas das funcionalidades presentes:
Digitalização de reembolso e despesas corporativas;
Solicitação de adiantamento de valores;
Emissão de relatórios;
Reembolso de quilometragem e cálculo de valor por quilômetro rodado;
Armazenamento de informações na nuvem;
Integração contábil & ERP.
Assim, concluímos que as empresas conseguem diversos benefícios ao investir na automatização da sua gestão de reembolso. Além da economia de recursos, as muitas praticidades oferecidas transformam totalmente o dia a dia do financeiro, que se torna mais prático e dinâmico.
Se você gosta do ramo de alimentação, planeja montar um restaurante e começar a empreender, saiba que este é um nicho bastante rentável, mas também muito desafiador, ainda que você esteja pensando em um espaço pequeno. São muitos detalhes para ficar atento e qualquer deslize pode ser suficiente para destruir o seu sonho. Portanto, planeje e organize muito bem todos os passos e não se esqueça de conhecer e utilizar as planilhas para restaurante que disponibilizamos para você no final deste artigo.
Como montar um restaurante
Restaurante é sinônimo de comida boa, ambiente limpo e acolhedor, além de profissionais educados e preço justo. Assim, uma boa localização e estrutura confortável também são fundamentais. Confira a seguir os passos mais importantes para começar, de fato, o seu negócio.
Estudo de mercado
Antes de colocar a mão na massa, avalie como está o mercado na região onde você pretende se instalar. Assim, tente definir quais são as necessidades dos moradores, o que já existe e o que poderia ser melhorado.
Além disso, faça um estudo amplo de como está a preferência do público, os pratos mais consumidos, valores de mercado e preços dos fornecedores.
Formalização
A formalização é essencial para esse tipo de negócio. Além de definir o seu tipo de empresa, MEI ou ME, também é preciso obter o alvará junto à prefeitura da sua cidade, fazer o registro na junta comercial e cumprir todos os requisitos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
É importante estar atento a qual tipo de empresa escolher. Isso faz com que sejam definidas algumas informações da empresa, antes mesmo da sua abertura. Por exemplo, ao escolher ser MEI, seu negócio automaticamente se encaixa como Simples Nacional. Ou seja, se pagam menos impostos, mas também não é possível ultrapassar o valor máximo de faturamento.
Público-alvo
Definir para quem você vai vender também é decisivo. Isso interfere no tipo de comida que você vai vender e na sua localização. Talvez você foque em pratos executivos, pratos feitos, self-service, etc.
Em geral, pessoas de alto poder executivo são mais exigentes e se elas forem seu alvo, por isso, atenção à esse detalhe.
Localização
Escolha um local acessível, perto do seu público, com estacionamento e boa estrutura física. Assim, se for atender por delivery também é importante pensar no espaço ao redor para os entregadores. Escolha um lugar minimamente seguro, pois é um fator que atrai ou afasta o cliente.
Caso foque em refeições para o almoço, inclua o serviço de entrega e encontre um espaço perto de grandes centros comerciais.
Infraestrutura
A infraestrutura é básica, mas muito cheia de detalhes. O seu foco será na cozinha, para a produção dos alimentos, no salão, onde serão servidos os pratos e no banheiro, que também deve ser muito limpo.
Assim, você deve pensar em:
Fogão industrial
Geladeira
Freezer
Liquidificador
Utensílios domésticos
Despensa
Mesas
Cadeiras
Banquetas
Itens de decoração
Boa iluminação
Bom espaço de circulação
Ainda, pense também na equipe de trabalho. Cozinheiros, auxiliares de cozinha, garçons, pessoal da limpeza são profissionais essenciais para um atendimento completo aos seus clientes.
Plano de negócios e gestão
O plano de negócios é essencial para tirar o seu sonho do papel. É um documento que vai descrever o seu projeto desde o início. Por isso, deve ser elaborado antes mesmo de colocar tudo em prática. Questões que você precisa levantar:
Objetivo do seu negócio
Quanto você vai investir
Quais serão as suas despesas
O que você vai vender
Quem vai contratar e como será o pagamento
Quem serão seus fornecedores
Cardápio
Quais tipos de pedido vai receber
Como será feita a entrega, etc.
Como fazer a gestão para o seu restaurante com planilhas
As planilhas são dispositivos essenciais para que você consiga administrar o seu restaurante e, com isso, manter o foco na gestão do negócio.
Planilha de controle de estoque
O estoque de um restaurante deve ser muito bem administrado, pois possui muitos ingredientes perecíveis. Para garantir que não vão faltar suprimentos no seu restaurante, conte também com uma Planilha de Estoque Mínimo!
Planilha de controle financeiro
Você sabia que o desequilíbrio financeiro é uma das principais causas da falência das empresas nos primeiros anos? Portanto, ajuste as suas finanças com esta planilha e fique mais tranquilo em relação às contas.
Planilha de fluxo de caixa
Faça uma gestão ainda mais completa do seu caixa com uma Planilha de Frente de Caixaenquanto você ainda não conta com um software que automatize essa gestão.
O fluxo de caixa de um negócio deve ser positivo, ou seja, com mais receitas do que despesas. Isso quer dizer que o seu restaurante deve lucrar mais e gastar menos. Ajuste esse equilíbrio com esta planilha de entrada e saída.
Planilha de vendas
A planilha de vendas ajuda você ou seu funcionário a fazer a gestão das vendas realizadas no restaurante de um jeito amplo e eficiente.
Uma planilha de comissão também vai te ajudar na gestão do comissionamento dos seus funcionários. Confira o modelo que preparamos!
A gestão das comissões também é um ponto importante quando se trata de vendas, confira a planilha de comissão de vendas que preparamos para te ajudar!
Planilha de cadastro de produtos
Ferramenta ideal para incluir e organizar todos os produtos do seu restaurante. Facilita a consulta de informações e também ajuda no controle de estoque.
Planilha de cadastro de clientes
Ter informações das pessoas que compram do seu restaurante é muito valioso e rende muitos insights na hora da definição de estratégias para alavancar as vendas.
Planilha de curva ABC
Como todo negócio,o restaurante também tem aquele prato que vende mais, o que sai menos e o que é mais valioso para o proprietário. Assim, descubra, através desta planilha, qual é o seu produto.
Planilha de custo médio
Planilha usada para definir o custo médio do seu estoque. Muito usada para fazer um levantamento do quanto vale os produtos que você tem no setor de armazenagem.
Planilha de DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)
Planilha usada para demonstrar os resultados de gestão do restaurante. É uma forma de perceber se as estratégias estão dando certo ou se é preciso ajustar alguma coisa.
Planilha de folha de pagamento
A planilha de pagamento de funcionario auxilia o gestor a organizar os salários dos funcionários e demais benefícios, como as horas extras e os bônus.
Planilha de orçamento empresarial
Outra planilha financeira muito importante é a de orçamento empresarial. É uma ferramenta que ajuda o gestor a montar uma previsão de gastos e de investimentos para o futuro do negócio.
Planilha de ponto de equilíbrio
O ponto de equilíbrio é aquele momento em que o restaurante já cobriu todos os investimentos realizados e vai começar a lucrar de verdade a partir dali. Saber com certeza qual é esse ponto é possível com a planilha em questão.
Sabe quando você quer começar algo, mas se encontra um pouco perdido? A planilha 5w2h te deixa mais tranquilo em relação a isso porque faz uma avaliação honesta e precisa de todo o projeto que você vai desempenhar.
Considerações finais
Montar um restaurante é um desejo comum, pois são muitas pessoas com afinidade com o setor alimentício. Se este também é o seu sonho, siga as nossas dicas e tire-o do papel o mais rápido possível. Ah, e não se esqueça de conhecer e adotar as planilhas para restaurante. Você verá o quanto elas são essenciais para o seu processo de gestão.
Empreender e trabalhar com algo que se identifica é algo que os brasileiros têm procurado bastante. Inclusive, em momentos de crise, cresce muito o interesse de abir o próprio negócio. Afinal, sempre existem boas oportunidades. Além de empresas bastante conhecidas no mercado e das franquias, há também os interessados em empreender no mercado imobiliário.
A situação é totalmente possível, mas, muito além de oferecer apartamento para alugar em Porto Alegre, é preciso ter pensamento empreendedor. E estar pronto para lidar com as adversidades do mercado. No entanto, é importante ressaltar que qualquer um pode ter sua própria empresa, basta se preparar e estar disposto a lidar com as mudanças. Entenda agora o que é necessário para começar a empreender em imóveis.
Ter pensamento empreendedor
O primeiro passo para empreender no mercado imobiliário é ter pensamento empreendedor. Você não precisa abrir uma imobiliária, pode atuar apenas como corretor de imóveis, mas ainda assim vai precisar ter visão empreendedora, para conseguir enxergar boas oportunidades.
Estudar o local do seu negócio
Onde sua empresa vai funcionar? Ela terá sede física ou será apenas online. No mundo moderno em que vivemos, é indispensável estar presente na internet, então você pode considerar se vale a pena ter um local físico. Quem pretende atuar apenas como corretor pode apostar em um bom site e manter o atendimento todo digital, agora, se vai abrir uma imobiliária pode ser legal ter uma sede presencial.
Ter um bom capital guardado
Abrir uma empresa exige ter um certo dinheiro guardado. Quando falamos do setor imobiliário, mesmo que não tenha interesse em começar com sede física, você vai precisar investir em equipamentos e até em um bom site. Além disso, é importante não misturar as finanças pessoais com o dinheiro destinado para a empresa.
Estar pronto para inovar
Não importa qual seja o setor, inovação é a chave para conquistar bons clientes e se manter firme no mercado. Assim, mesmo com uma imobiliária ou como corretor, você terá que inovar na forma como entrega seu serviço.
Uma dica útil e oferecer tours virtuais e outras praticidades que permitam as pessoas escolherem seus imóveis sem precisarem sair de casa. Assim, a visita presencial acontece apenas na etapa final, quando já há a certeza da compra.
Ter flexibilidade de horários
Ser flexível com seus horários de atendimento também é uma forma de inovar e vai te ajudar a atender aquelas pessoas que não tem disponibilidade no horário comercial. Vale a pena considerar isso e ao mesmo tempo ter uma agenda não tão fixa. Dê opções para o cliente. Se ele não puder, ofereça outro dia e horário.
Separar os documentos necessários
Para abrir sua empresa você vai precisar de alguns documentos, são eles:
o contrato social (no qual estará descrito todos os sócios e o regime de impostos no qual a imobiliária se enquadra);
registro na junta comercial;
registro no CRECI;
e registro na secretaria da fazenda.
Pode parecer bastante coisa. Mas, tudo isso será importante para abrir sua empresa, e começar a empreender no mercado imobiliário, cumprindo tudo o que diz a lei.
Fazer um bom estudo de mercado
Você pode até se identificar e gostar da área imobiliária, porém, só isso não basta para abrir sua própria empresa. É importante estudar o mercado com calma, entender seus prós e contras, e analisar se existe alguma oportunidade na qual vale a pena investir.
Além disso, é indispensável conhecer também sua concorrência e quem são os clientes que pretende atender. Afinal, é possível investir na classe A e B, com casas e aptos a venda nos padrões de luxo, mas também é ótimo apostar nas classes C e D, com imóveis no padrão mais simples.
Ter um bom planejamento financeiro
Dinheiro também é uma questão que precisa ser estudada com calma. Não apenas o quanto você tem disponível para abrir a empresa, mas também como separar o que será da imobiliária e o que é seu. Ser empreendedor exige organização e planejamento, então, pode se preparar para lidar com muitas planilhas.
Como estará investindo, precisa entender em quanto tempo irá obter um retorno e qual o valor médio poderá cobrar pelos seus serviços, sem que acabe no prejuízo. Este estudo inclui também conhecer o preço da concorrência.
Escolher um bom time de colaboradores
Quem pretende trabalhar como corretor provavelmente vai começar sozinho, mas logo irá precisar de outros profissionais o ajudando. Se vai começar como uma imobiliária, este time será importante logo no começo da empresa. É preciso selecionar pessoas compromissadas e que compartilhem da mesma visão que você.
Investir em marketing
Depois de abrir sua imobiliária, você terá uma grande missão, que é a divulgação e conquista de clientes. Para isso, terá que investir em marketing (online e offline). Anúncios, produção de conteúdo, presença nas redes sociais, site e tudo o mais que possa fazer sua empresa ser lembrada e conquistar espaço entre quem já está há mais tempo no mercado.
São ações que vão tomar tempo e algumas delas precisam ser pagas. Ainda assim, com o tempo esse investimento vai valer muito a pena. A ideia é que você conquiste seu espaço e fortaleça o nome da sua empresa no mercado imobiliário.
Se manter sempre bem informado
Esta dica é válida para qualquer empreendedor, mas essencial para quem vai atuar no setor imobiliário. Além de conhecer mais sobre o mercado, antes mesmo de abrir a empresa, você terá que se manter sempre bem informado. Precisa entender como está o cenário político e econômico do país e se é ou não um bom momento para compra e venda de imóveis.
Com essas informações, consegue saber em que tipo de imóvel é mais indicado investir (e repassar isso para seus clientes), além de encontrar boas oportunidades no mercado. Em estar sempre informado também está incluso entender o que seus concorrentes andam fazendo e como estão enfrentando as adversidades.
Você está pronto para empreender no mercado imobiliário? Com todas essas dicas estará mais seguro e poderá tomar decisões mais acertadas. Acima de tudo, lembre-se de sempre estudar e conhecer as novidades do setor no qual você irá atuar.
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