Relatórios gerenciais: Qual a importância no controle de estoque

Relatórios gerenciais: Qual a importância no controle de estoque

Seja um grande ou pequeno negócio, um dos setores mais estratégicos é o estoque. Por meio dessa área podemos fazer o gerenciamento correto e eficaz dos produtos disponíveis para que o consumidor possa comprar. Para fazer um bom controle de estoque, processos são utilizados para otimizar cada etapa.

Por isso que surgem sistemas de gestão empresarial que apresentam módulos representando as áreas essenciais de um negócio. Estamos falando do estoque, finanças, vendas e compras. Hoje vamos destacar apenas o estoque.

Mas, além dessa organização dos módulos, podemos observar que a informatização dos processos possibilita a elaboração de relatórios gerenciais. Mas qual é a importância deles? Como fazer um relatório gerencial que possa otimizar o processo de controle de estoque? Entenda melhor ao longo do artigo.

O que é relatório gerencial?

  • Relatórios gerenciais são documentos que contêm informações e dados objetivos sobre a empresa. Esse item apresenta a análise de resultados por área, que apresentadas em conjunto, podem contribuir para compreender a situação real.

Além disso, por meio dessa análise, podemos ter uma melhor absorção das informações apresentadas. Isso ocorre porque o formato do documento é único, favorecendo a organização dos dados por meio de recursos gráficos, como tabelas e gráficos.

O papel do relatório gerencial nas organizações

Vale ressaltar que, em grande parte, os sistemas de gestão empresarial apresentam filtros que facilitam a definição de regras para desenvolver o relatório.

A causa disso é que esses documentos são definidos com base na preferência do gestor da área. Em outras palavras, cada negócio tem o seu indicador de desempenho específico, não podendo ser o mesmo para todas as empresas.

A importância do relatório gerencial no controle do estoque

Quando falamos de relatórios gerenciais relacionados ao estoque, devemos ter em mente que há uma conexão natural entre o módulo de compras e estoque. Isso acontece porque o nível do estoque, assim como a logística envolvida e a distribuição dos fornecedores determinam tanto a quantidade de produtos como o prazo para comprar esses itens.

Ainda que seu negócio seja automatizado, há alguns pontos que devem ser realizados manualmente. Estamos falando do estoque no almoxarifado e também o controle das mercadorias armazenadas.

É nesse momento que entra o relatório gerencial, fazendo a identificação correta dos itens que possuem maior rotatividade no estoque. Com isso, o setor de compras passa a definir as quantidades necessárias para compras, a frequência de compra, entre outros pontos.

Leia também: “o que é logistica” e conheça os diversos tipos e aplicações!

E a perda de estoque?

Quando falamos da perda de estoque, uma sugestão que deve ser seguida é que se tenha no almoxarifado um controle tanto da entrada como de saída das mercadorias. Porém, é comum que isso não ocorra em todas as empresas, causando, assim, o problema de perdas de estoque. Com o relatório gerencial, isso fica mais organizado e os itens melhor analisados.

As diferentes formas de fazer o inventário das mercadorias podem ser um problema no seu estoque. Essas alterações podem causar graves situações na sua empresa. Pode ser um atraso na entrega dos pedidos, produtos “fantasma”, duplicar cadastros e muito mais. Se o seu negócio for um e-commerce, esses problemas podem representar o fim da sua empresa. Então, é essencial que o fluxo de produtos seja constante.

Com o relatório gerencial, observamos que há um controle mais assertivo do estoque. Com a execução correta, podemos evitar quebra no estoque, diminuição nas compras entre outros motivos. E caso tenha algum problema de segurança ou roubo de mercadorias, o relatório vai apontar o problema.

Agora que você percebeu as vantagens de aplicar o relatório gerencial no controle do seu estoque, chegou a hora de saber como aplicar no seu negócio. São passos que toda empresa pode aplicar sem medo no dia a dia.

Visão desfocada de um armazém. No primeiro plano, caixas de papelão com etiquetas em prateleiras. Ao fundo, prateleiras metálicas com itens e caixas, e etiquetas indicando locais

Como criar um relatório gerencial para o seu negócio

No geral, o relatório consiste em alguns pontos, como:

  • Introdução, com o assunto a ser tratado e as informações básicas para compreender o documento;
  • Plano de fundo, que serve para refletir os motivos que levaram ao desenvolvimento do relatório;
  • Metodologia, que aponta os métodos utilizados para tratar os dados apresentados no documento;
  • Resultados, com realidades negativas e positivas a serem observadas;
  • Limitações, que são os dados não inclusos do documento;
  • Conclusão, com as soluções para modificar a situação atual;
  • Recomendações, com diretrizes e tudo que deve ser feito de uma forma mais prática;
  • Informações complementares, com citações secundárias entre outras informações.

Existem vários tipos de relatório, sendo os mais comuns os de lucros e perdas, fluxo de caixa e satisfação do cliente. O relatório gerencial de estoque possui informações específicas desse setor que contribuem para que o gestor tome uma decisão mais assertiva.

Mas você deve ter atenção, pois os relatórios de estoque devem ser realizados constantemente. A análise deve seguir acompanhando a ação em melhorar os pontos fracos desse módulo.

Qual deve ser a constância do relatório gerencial?

O tempo de desenvolvimento do documento varia de acordo com o quadro atual da sua empresa, o que você precisa analisar. Se o seu estoque está enfrentando problemas, você deve realizar em períodos menores para compreender melhor se as ações geraram resultados ou não.

Agora, se o seu negócio está no começo, pode não ter muitas informações disponibilizadas de forma organizada. Então o primeiro passo é organizar a sua empresa. Se você tem um e-commerce, o controle de cada etapa que envolve o seu produto deve ser otimizado. Antes de fazer o relatório gerencial, o seu foco deve ser organizar os principais pontos que mantém sua empresa funcionando.

Seja qual for a sua empresa, os relatórios gerenciais são essenciais para a boa performance do seu estoque. E uma forma de tornar esse processo mais fácil é contratando sistemas de gestão para armazenar e organizar as informações. Isso otimiza os seus esforços e torna o processo mais fácil. Mas se você não tem uma plataforma que organize isso, invista nas ferramentas disponíveis. Assim você realiza esse processo da melhor forma e sem sofrimento.

Perceba a importância de realizar os relatórios gerenciais. Os resultados podem ser a diferença entre um negócio de sucesso ou um fracasso, podendo levar o seu negócio ao fechamento.

Conclusão

Ainda hoje existe muita dificuldade em manter o estoque com a disposição de produtos correta. Por isso, além de utilizar os métodos de controle de estoque, você deve estar atento a todos os dados do mesmo. Os relatórios são responsáveis por trazer essas informações necessárias.

Já para a emissão desses relatórios, é necessário um software que realize esse trabalho. Um deles é o eGestor, que juntamente com essa emissão, também controla seu estoque. Facilitando assim o trabalho que você teria fazendo todo esse controle manualmente.

Banner-conversao-eGestor-blog
Cobranças recorrentes: Veja como ganhar dinheiro com elas

Cobranças recorrentes: Veja como ganhar dinheiro com elas

Você já deve ter ouvido falar em cobranças recorrentes, ou adquiriu algum produto ou serviço com pagamento realizado através desse modelo de cobrança. A emissão de boletos é um exemplo dessa modalidade, assim como a emissão de nota de serviço, muito comum em vários tipos de negócios. Para saber como funciona e como você pode ganhar dinheiro através deste sistema, continue lendo e tire todas as suas dúvidas.

Contar com um bom emissor de boletos é essencial para que corra tudo bem com as cobranças recorrentes. Conheça o sistema eGestor e saiba como ele pode te ajudar!

20 mil reais por mês revendendo egestor

O que são cobranças recorrentes?

Cobranças recorrentes, como o próprio já diz, são solicitações de pagamentos realizados periodicamente, em troca de algum produto ou serviço. Estamos falando, por exemplo, da assinatura de produtos e serviços, algo muito comum.

Assim, através de um pagamento mensal, o consumidor receberá exemplares de vinhos, de livros, alimentos orgânicos, produtos para animais de estimação, frutas, marmitas, papelaria, revistas e, também, serviços de contabilidade e outros.

Dentro de uma empresa, também temos exemplos de cobranças recorrentes. Quando o gestor precisa emitir boletos frequentes para um mesmo cliente ou parceiro por conta de algum serviço contratado de forma constante.

Então, podemos destacar pelo menos três características que identificam uma cobrança recorrente:

  1. Algo que se repete periodicamente, dentro de um prazo regular e determinado. Geralmente, a cobrança é feita a cada mês, mas pode ter um prazo maior ou menor de acordo com o tipo de serviço ou produto comercializado.
  2. Emissão do boleto é sempre para a mesma empresa ou cliente;
  3. Há uma relação comercial entre as partes. Alguém paga para receber determinado bem ou serviço.

Como funcionam as cobranças recorrentes

Imagine que uma empresa precisa realizar a manutenção de determinada máquina todos os meses. Assim, ao invés de contratar um profissional diferente a cada mês ou chamar o mesmo profissional aleatoriamente, essa empresa pode negociar um valor x por um conjunto de tarefas do fornecedor. 

A cobrança recorrente é mais comum do que se pensa e, às vezes, nem nos damos conta do tanto que a utilizamos ou de como seria mais vantajoso adotá-la dentro do nosso trabalho, da nossa empresa ou, como simples consumidor de bens e serviços. 

De uma forma bem didática, vamos resumir a cobrança recorrente em três passos:

  1. O consumidor se interessa por um produto ou serviço que está sendo ofertado de forma recorrente, como uma assinatura de um software, por exemplo, ou de um conjunto de produtos para cabelo.
  2. O consumidor entra em contato, escolhe o plano e os serviços, e formaliza o contrato;
  3. No dia do vencimento daquela mensalidade, o fornecedor envia para o consumidor um boleto de cobrança para que ele efetue o pagamento pelo serviço que recebeu. O valor também pode ser debitado da conta ou incluído na fatura do cartão de crédito do consumidor.

A parte 3 deste passo a passo acontece, repetidamente, todos os meses. E assim está instalado um processo de cobrança recorrente.

A assinatura de serviços e produtos é o exemplo mais comum de cobrança recorrente e cada vez mais são lançadas novas opções no mercado, um tipo de negócio que ganhou muita valorização durante a pandemia.

Vantagens da cobrança recorrente

O objetivo da cobrança recorrente é estabelecer um vínculo comercial entre fornecedor e consumidor. Apesar de ocuparem posições diferentes, ambos têm interesses que se complementam e usufruem de inúmeros benefícios com esse tipo de transação.

Vantagens para o fornecedor

  • Poder contar com aquele valor fixo na sua conta periodicamente;
  • Pode oferecer planos variados de acordo com o perfil de cada cliente, com valores maiores ou menores, proporcionais aos serviços prestados;
  • Pode oferecer várias formas de pagamento, como o uso do cartão de crédito, débito, emissão de boleto e outros;
  • Escalar os ganhos ou fazer uma renda extra;

Vantagens para o consumidor

  • Poder contar com um serviço ou produto periodicamente, com conforto, sem precisar sair de casa e sem ficar em dúvida sobre o que escolher a cada compra.
  • Facilidade no pagamento do serviço contratado, seja através do boleto, do cartão de crédito. No caso do boleto, a empresa envia o documento por e-mail facilitando ainda mais a quitação do débito;

A recorrência estimula a adoção de um hábito. Por exemplo, quem precisa de um incentivo para ler pode encontrar em um clube de livros a oportunidade que faltava para ter sempre livros novos à disposição.

Como ganhar dinheiro com cobranças recorrentes

É possível criar um negócio usando as cobranças recorrentes tanto na oferta de produtos, quanto na oferta de serviços. Veja a seguir:

Um vendedor de frutas pode criar planos mensais, mensais ou quinzenais com x quantidade de frutas, alterando também a variedade das mesmas, de acordo com a necessidade de cada cliente.

Outros exemplos de vendas de produtos:

  • Itens de papelaria;
  • Produtos de maquiagem e beleza;
  • Marmitas fitness;
  • Itens para preparo de café;
  • Produtos para os amantes de cerveja.

Um contador pode fazer uma lista de todos os serviços que oferece, dividi-los em pacotes, definir valores para cada um e enviar esses planos para empresas que possam ter interesse em seu trabalho.

Outros exemplos de venda de serviços:

  • Serviços de assistência virtual;
  • Serviços de Social Media;
  • Lavagem de carros;
  • Serviços de tecnologia da informação;
  • Serviços de manutenção de máquinas e ferramentas;

Em praticamente todas as modalidades de vendas de serviços e produtos por assinatura, a entrega acontece na casa do cliente ou na empresa que receberá o produto. A entrega fica por conta do fornecedor e pode acontecer via correios, transportadora ou entregador. 

Alguns serviços, no entanto, podem ser entregues de forma virtual, com visitas esporádicas à empresa, se necessário. É o que costuma acontecer com contadores e profissionais de marketing.

Controlando o pagamento dos clientes

Como gerenciar o pagamento de todos os clientes, conferir se determinado boleto foi pago ou se houve atrasos? Para não se perder em meio a tantas transações, é fundamental criar um sistema de controle de pagamento.

Devem estar presentes nesse sistema o nome do cliente, o serviço ofertado, a data, a modalidade e o valor de pagamento que deverá ser realizado. Assim, caso seja possível, insira lembretes para deixar você ciente de que algo não saiu como o esperado.

Agora você já sabe o que são cobranças recorrentes e descobriu também que pode até ganhar dinheiro com elas, montando o seu próprio sistema de oferta e entrega de produtos e serviços, com pagamentos periódicos. Não se esqueça de fazer a gestão dos seus clientes e focar na qualidade do que está sendo entregue. É um ponto chave para o sucesso do seu negócio.

Taylor e Fayol: Os nomes da administração

Taylor e Fayol: Os nomes da administração

Frederick W. Taylor (1856-1915) e Jules Henri Fayol (1841-1925) foram os precursores das abordagens clássica e científica da Administração. Frederick Taylor publicou, em 1903, o livro Gerência de Fábrica (Shop Management), onde expôs um estudo que relacionava movimentos e tempos de serviços realizados por operários.

Em Estudo de Movimentos e Tempos, Taylor conclui que uma empresa deve padronizar os processos de produção de modo a produzir mais em menos tempo. Assim, a obra Gerência de Fábrica marca o início da Escola da Administração Científica.

Na época de Taylor e Fayol a administração científica preocupava-se em:

  • Estudar o tempo padrão de produção
  • Supervisionar a funcionalidade da linha de produção
  • Uso de ferramentas e equipamentos padronizados
  • Planejamento dos processos de trabalho
  • Definição de cargos e atribuições
  • Premiação de funcionários

Os elementos principais da Teoria Clássica da Administração são:

  • Administração: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.
  • Comercial: compra, venda e troca
  • Contábil: registros, balanços, custos e estatística
  • Segurança: proteção da propriedade e das pessoas
  • Técnica: produção de bens ou de serviços

Primeira fase de Taylor

De acordo com Frederick Taylor, a empresa deveria pagar altos salários aos funcionários e conhecer os custos unitários de produção. Para isso, a Taylor destaca que seria necessário:

  • Aplicar métodos científicos de pesquisa e experimentos para padronizar os processos produtivos e controlar as operações realizadas pelos operários.
  • Selecionar operários para funções específicas, garantindo condições adequadas de trabalho, materiais e equipamentos padronizados para a execução das tarefas, também padronizadas.
  • Harmonizar o clima organizacional a fim de facilitar a comunicação, cooperação e assimilação de técnicas aplicadas aos processos de produção.

Segunda fase de Taylor

A segunda fase da teoria de Taylor foi marcada pela edição, em 1911, do livro Princípios da Administração Científica. Assim, ele concluiu que, para racionalizar os processos de produção, a empresa deveria ser reestruturada. Embora tenha se concentrado em estudos sobre Administração Científica, Taylor não deixou de destacar a importância do desempenho dos operários para o sucesso do empreendimento.

Segundo Taylor, as indústrias daquela época apresentavam três problemas sérios:

  • baixa produtividade
  • falta de padronização técnica
  • métodos empíricos de gestão

Então, em seus estudos, ele conclui que a produtividade dos operários correspondia a um terço do que realmente poderiam produzir, sendo que o alto nível de ociosidade decorria do temor que os próprios funcionários tinham do desemprego à medida que a produção executada parcialmente por máquinas aumentasse.

Ao mesmo tempo, os próprios gestores das indústrias não enxergavam as deficiências do sistema de administração que resultava em alto nível de ociosidade. Também não faziam um controle de produção, incluindo os procedimentos e o tempo necessário para a execução das tarefas.

Os serviços eram administrados de forma empírica e, por esta razão, havia um grande desperdício de tempo e recursos (humanos, materiais e financeiros). Assim, as indústrias não possuíam rotinas de trabalho, não empregavam técnicas de produção e os processos não eram padronizados.

Taylor defendia a implantação da Administração Científica, porém, de forma gradual. Ele acreditava que as mudanças deveriam ocorrer em cinco anos para que fossem melhor assimiladas pelos integrantes da organização, evitando-se, assim, conflitos internos e insatisfação. Nesse contexto, surge a Organização Racional do Trabalho.

💡 Você também pode gostar: Descubra como se tornar um empreendedor de sucesso

Elementos da Administração Científica de Taylor

A Administração Científica, proposta por Taylor, compreende os seguintes elementos:

  • Produção padronizada
  • Estudo e controle de tempo
  • Produção supervisionada
  • Instrumentos e ferramentas padronizados
  • Planejamento da rotina de produção
  • Uso de instrumentos, como a régua de cálculo para economizar tempo
  • Fichas de procedimentos para cada serviço
  • Premiação de operários pela eficiência e produtividade
  • Métodos de classificação de materiais e produtos manufaturados

Princípios de Taylor

  • Princípio do Planejamento: Métodos empíricos e o improviso devem ser substituídos por procedimentos técnicos e científicos.
  • Princípio da Preparação: A mão de obra deve ser capacitada e treinada para melhor executar as tarefas padronizadas. Assim, o arranjo físico das indústrias, máquinas, equipamentos e materiais devem atender às necessidades de produção.
  • Princípio do Controle: Controlar a execução de todas as tarefas a fim de assegurar que as mesmas sejam realizadas conforme o padrão estabelecido.
  • Princípio da Execução: A empresa deve definir cargos, atribuições e responsabilidades relacionadas aos mesmo, e alocar os operários conforme suas aptidões profissionais.

Henri Fayol: Teoria Clássica da Administração

Segundo Henri Fayol, a empresa possui seis funções básicas:

  • Técnica: abrange a produção e/ou prestação de serviços
  • Comercial: engloba as atividades de venda, compra e troca
  • Contábil: abrange a escrituração contábil (balanços, demonstrativos, inventários, custos, dados estatísticos.
  • Financeira: gerenciamento das finanças e busca por capital
  • Segurança: ações que objetivam a conservação e proteção de bens
  • Administrativa: responsável pelo planejamento, direção e controle das demais funções da empresa.

Para Henri Fayol, as funções universais da administração são as seguintes:

  • Prever: estabelecer um plano de ação para atender as demandas futuras.
  • Organizar: definir rotinas de trabalho, de modo a otimizar o tempo, evitar os desperdícios, eliminando ações que não agregam valor
  • Comandar: fazer com que todos os setores da empresa funcionem e levem a empresa a atingir seus objetivos e metas de produção, vendas e lucro.
  • Coordenar: sincronizar e harmonizar os processos interdependentes para que todo o trabalho seja executado com mais facilidade e efetividade.
  • Controlar: verificar se todos os procedimentos são executados conforme as normas, detectar falhas e corrigi-las a tempo, antes que ocorram graves prejuízos à empresa.

Os princípios gerais da administração, segundo Henri Fayol:

  • Divisão de trabalho: os cargos devem ser ocupados por pessoas capacitadas para exercer as funções a fim de se obter maior eficiência no trabalho.
  • Autoridade: a alta direção tem o direito de dar ordens, às quais devem ser obedecidas pelos subalternos, sendo que o direito e o poder inerentes à alta direção devem ser exercidos com total responsabilidade.
  • Disciplina: cabe aos membros da organização respeitar, colaborar e cumprir suas obrigações e os acordos estabelecidos.
  • Unidade de comando: as ordens devem partir de apenas um superior.
  • Unidade de direção: as atividades de cada setor devem ser comandadas por uma pessoa.
  • Subordinação: os interesses individuais devem ficar em segundo plano; em primeiro lugar estão os interesses da alta direção e os coletivos.
  • Remuneração: empregados devem receber uma remuneração justa, condizente com as tarefas que executam
  • Centralização: a autoridade concentra-se no topo da hierarquia.
  • Escala de comando: a autoridade é definida do alto ao mais baixo escalão da empresa.
  • Ordem: recursos humanos e materiais devem ser alocados nos locais adequados, onde realmente são necessários.
  • Equidade: os funcionários devem ser tratados com justiça e respeito para que seja possível fortalecer os laços de lealdade.
  • Estabilidade: quanto menor for a rotatividade de mão de obra melhor para a empresa, que contará com pessoal capacitado, treinado e experiente.
  • Iniciativa: visão sistêmica e a capacidade para definir plano estratégico.
  • Espírito de equipe: uma organização ganha força quando existe união entre seus integrantes e comprometimento com a cultura organizacional.

eGestor

O eGestor é o sistema de gestão empresarial totalmente fácil e online para auxiliar na gestão de sua micro ou pequena empresa. Com ele você pode controlar o seu estoque e o seu financeiro, de uma forma totalmente automatizada, além de emitir notas fiscais eletrônicas e boletos bancários para os seus clientes, dentre muitas outras funções!

Banner-conversao-eGestor-blog
Mortalidade de empresas: As 8 principais causas

Mortalidade de empresas: As 8 principais causas

O número de empresas que fecham as portas durante os primeiros dois anos de funcionamento no país chega a ser alarmante, e a verdade é que não há um único motivo capaz de explicar tantas falências. Sabe-se, no entanto, que a má gestão desempenha um papel de destaque nessas estatísticas negativas. Por isso resolvemos ressaltar neste artigo alguns dos erros mais comuns que podem levar à quebra de uma micro ou pequena empresa ao longo desse período inicial. Saiba agora mesmo quais falhas causam a mortalidade de empresas e trate de evitá-las antes que seja tarde demais!

1. Falta de planejamento

Durante os primeiros meses de vida as empresas se encontram em seu estado mais vulnerável. Com um nome completamente desconhecido no mercado e pouco dinheiro no caixa, um pequeno erro pode tomar proporções ainda maiores do que em outros momentos, de maior estabilidade.

Assim, é fundamental fazer um plano de negócio e estudar com cautela todos os elementos que envolvem o empreendimento. Essa etapa preliminar de pesquisa deve levar em consideração o público-alvo, a concorrência, os custos e o maior número possível de variáveis, para se precaver de quaisquer imprevistos que surgirem pelo caminho.

Ou seja, a falta de planejamento pode ser uma das causas da mortalidade de empresas. Mas, as consequências dela são ainda piores.

2. Cópia de modelos existentes

Não há nada de errado em se inspirar em modelos de negócio de sucesso na hora de empreender, no entanto, quando se opta por reproduzir uma cópia integral, a tendência é o fracasso.

E isso acontece porque, nesses casos, o empresário acaba negligenciando a importância de adaptar as fórmulas à sua própria realidade, criando um diferencial para o seu produto.

3. Elaboração de um plano de negócios incompatível com a realidade

Elaborar um bom plano de negócios pode ser crucial para o sucesso e crescimento, evitando a mortalidade de empresas. Mas para isso é preciso fazer um amplo estudo de mercado, desde a descrição do público-alvo do negócio, ramo de atuação da empresa, tipo de produtos oferecidos, capacidade de pagamento para funcionários, número de filiais…

O problema é que muitos empresários não fazem este estudo de uma maneira adequada, e acabam estipulando no plano de negócios valores de pagamento muito acima da capacidade financeira da empresa, visam atingir a um público muito alto em um curto período de tempo, e acabam não obtendo os resultados esperados, devido a elaboração de expectativas que não condizem com a realidade do mercado.

4. Inexperiência e falta de capacitação dos empresários

Muitos empreendedores abrem o seu negócio sem possuir um devido conhecimento do mercado e sem uma adequada capacitação profissional. Assim, eles acabam tendo inúmeros problemas para conseguir atrair clientes e também para gerir a empresa financeiramente.

Por isso, a dica é que os empreendedores busquem o máximo de informações e treinamentos possíveis. Existem diversos cursos online a respeito de vários temas que podem ser de extrema importância para o ambiente de gestão empresarial.

5. Falta de fiscalização e acompanhamento

O principal ingrediente de um negócio de sucesso é o trabalho. Muitas empresas encerram suas atividades de forma precoce porque o empreendedor acaba por delegar completamente suas responsabilidades a terceiros. É essencial que o trabalho dos funcionários e colaboradores seja fiscalizado, que as contas sejam revisadas e que o empresário acompanhe bem de perto as receitas e despesas da empresa.

Pode-se, alternativamente, contratar uma pessoa qualificada e de confiança para tocar o negócio em um nível meramente operacional ou gerencial, mas não se deve ausentar, jamais, de seus investimentos.

6. Mistura de contas pessoais com as contas da empresa

Muitos empresários não possuem a verdadeira noção de que não são donos do dinheiro da empresa e acabam misturando com a sua conta pessoal. Isso pode gerar uma grande dificuldade no controle financeiro da empresa. Não ter este cuidado pode gerar prejuízos irreversíveis para o caixa da empresa e ser uma das maiores causas para a mortalidade de empresas.

Os sócios proprietários das empresas devem receber uma porcentagem fixa dependendo do lucro da empresa. Estes valores são estipulados no início da atividade empresarial e devem ser incluídos no orçamento. Esta porcentagem pode aumentar em determinado período, mas sempre devem ser estabelecidos e acordados previamente entre os sócios.

Qualquer valor que o empresário usufrua da empresa que não conste no orçamento e no planejamento poderá comprometer o fluxo de caixa. O fato de misturar as contas pessoais com as contas da empresa também pode trazer problemas com a Receita Federal. Isso porque sem a devida separação, muitos saques são realizados sem o devido registro da contabilidade, podendo ser entendidas como sonegação fiscal.

7. Falta de divulgação

De nada adianta possuir ótimos produtos ou então prestar serviços de excelência, se não houver uma divulgação adequada. Boas estratégias de marketing podem ser a chave para o crescimento de uma micro ou pequena empresa. Muitas empresas não se preocupam como deveriam com esta questão e acabam ficando para trás no mercado. Sobretudo com a grande visibilidade e acessibilidade das redes sociais e da internet de uma forma geral, apostar na otimização destas ferramentas é simplesmente imprescindível para as empresas que desejam atrair clientes de uma forma contínua, de forma a aumentar o seu lucro e se manter estáveis no futuro!

8. Desequilíbrio no fluxo de caixa

É imperativo que o empreendedor verifique as contas diariamente e planeje as despesas e os investimentos com antecedência. Na maioria dos casos em que uma situação de caos se instala sobre o controle de caixa de uma empresa, nota-se uma confusão entre cadernos, tabelas e planilhas, de modo que as informações não são facilmente acessadas.

Um gestor que toma decisões sem estar amparado por um conjunto de informações confiáveis tende a aumentar a probabilidade de cometer erros, que, somados, podem significar o efetivo fechamento das portas da sua empresa.

Pode-se afirmar, então, que um dos maiores vilões e responsáveis pela mortalidade de empresas no Brasil é a falta de organização na gestão das finanças e de pessoas ou, antes mesmo do início das operações, nas atividades de pesquisa e planejamento. A mudança capaz de reverter esse quadro começa com a adoção de uma postura profissional que priorize a gestão racional do tempo do empreendedor.

No entanto, uma pessoa sozinha não é capaz de superar todos os desafios do dia a dia. Por isso é importante cobrar dos funcionários o primor pela organização. Além disso, a tecnologia proporciona, também, muitas soluções informáticas que podem colaborar bastante com uma gestão mais organizada e transparente. Faça uma pesquisa e confira as opções disponíveis no mercado!

Causas de mortalidade de empresas segundo o Sebrae

O Sebrae, como órgão de apoio a empresas, realizou pesquisas e identificou as principais causas de mortalidade de empresas no Brasil. São elas:

Falta de planejamento prévio:

  • 61% não procuraram ajuda de pessoas ou instituições para abertura
  • 55% não planejaram como a empresa funcionaria em sua ausência
  • 55% não elaboraram um plano de negócios
  • 50% não definiram estratégia para evitar desperdícios
  • 50% não determinaram o valor do lucro pretendido
  • 46% dos empreendedores não levantaram informações importantes sobre o mercado e assim, não sabiam os hábitos de consumo
  • 42% não calcularam o nível de vendas para cobrir custos e gerar o lucro pretendido
  • 39% não sabiam qual era o capital de giro necessário para abrir
  • 38% não identificaram necessidades atendidas pelo mercado
  • 38% não sabiam os concorrentes que teriam
  • 37% não sabiam a melhor localização
  • 33% não tinham informações sobre fornecedores
  • 32% não conheciam os aspectos legais do negócio
  • 31% não sabiam o investimento necessário para o negócio
  • 24% não identificaram tarefas e os responsáveis por realizá-las
  • 21% não identificaram o público-alvo do negócio
  • 18% não levantaram a qualificação necessária da mão de obra

Mal investimento em gestão empresarial:

O que a empresa fechada não fez:

  • costuma aperfeiçoar produtos e serviços
  • se atualiza às tecnologias do setor
  • inova em processos e procedimentos
  • investe em capacitação
  • calcular detalhadamente os custos de cada produto
  • revê e atualiza o plano de negócios
  • acompanha rigorosamente receitas e despesas
  • acompanha a estratégia dos concorrentes
  • procura fornecedores com qualidade e preços
  • investe em propaganda e divulgação

Falta de comportamento empreendedor:

O que a empresa fechada não fez:

  • se antecipa aos fatos
  • busca intensamente informações
  • segue os objetivos (persistência)
  • contata clientes e parceiros
  • planeja e monitora cada etapa
  • estabelece objetivos e metas
  • enfrenta “riscos moderados”
  • “sacrifica-se” para atender os objetivos
  • acredita na sua capacidade
  • busca qualidade e eficiência

E então, como anda a organização geral dos processos da sua empresa? Como você faz o monitoramento dos trabalhos? Comente aqui e compartilhe suas experiências conosco!

Banner-conversao-eGestor-blog
Dia do cliente: Como fazer desse dia um sucesso de vendas!

Dia do cliente: Como fazer desse dia um sucesso de vendas!

Dia 15 de setembro é o dia do cliente, uma das datas que mais movimenta o comércio de todo o país. É por isso que consumidores e lojistas esperam ansiosos por este dia. Afinal, é uma ocasião ideal para fechar mais vendas e adquirir produtos com preços atrativos. Mas, você sabe qual é a origem dessa data? Sabe como aproveitar o dia do cliente para aumentar as vendas e fidelizar clientes? Será que vale a pena investir nesse evento? Tire todas as suas dúvidas a seguir: 

Por que e quando foi criado o dia do cliente

O dia do cliente, comemorado em 15 de setembro, foi criado em 2003 por um empresário da área de marketing chamado João Carlos Rego. João tinha dois objetivos claros:

  1. Aumentar as vendas do comércio em uma época conhecida pelo baixo consumo;
  2. Valorizar e homenagear o consumidor, tão importante para a movimentação do comércio em geral.

Logo, a data foi aprovada e instituída pelos lojistas. Ao longo do tempo, ganhou popularidade e caiu no gosto também dos consumidores, ávidos por promoções e outros atrativos.

Atualmente o dia do cliente é um dos mais esperados e divulgados por todos os tipos de comércio e indústrias, além de ser bastante explorado pela mídia também.

Por que aproveitar o dia do cliente?

Se você ainda não incluiu o dia do cliente no seu calendário comercial é porque ainda não se convenceu dos benefícios dessa data. A seguir, as principais razões pelas quais vale a pena apostar nesse evento:

Mais fidelidade

O dia do cliente é uma ótima oportunidade para fortalecer os laços com o seu público. Assim, descontos de verdade, brindes, ótimo atendimento e excelente pós-venda são estratégias que fazem com que o seu cliente se sinta valorizado e queira voltar outras vezes.

Mais vendas

Não é à toa que o dia do cliente vem se fortalecendo a cada dia. Isso acontece porque quando bem organizada, essa data pode aquecer as vendas de qualquer negócio, sendo uma ocasião também para lançar produtos, fazer o estoque girar e fidelizar os clientes.

Homenagear seus clientes

Aproveite esse dia tão especial para mostrar aos seus clientes que eles são muito importantes para a sua empresa. Afinal, lojista e consumidor são parceiros dentro dessa relação de compra e venda. 

Você pode fazer isso com um atendimento de qualidade e boas ofertas. Assim, aproveite também para realizar promoções exclusivas para aqueles que já são os seus clientes fiéis, que já vestiram a camisa da empresa em outros momentos.

Como vender mais no dia do cliente

O dia do cliente é ideal para inovar, investir em ações diferentes, reforçar aquelas estratégias que dão certo e se destacar da concorrência. Portanto, veja a seguir como atrair o seu público do jeito certo:

Campanhas específicas para essa data

Desenvolva campanhas voltadas diretamente para o dia do cliente. Assim, pense em algo atrativo, que realmente estimule as compras e mostre ao seu público que vale a pena esperar e investir naquela ação. 

Utilize os seus canais de comunicação

Adapte a sua campanha para que ela seja divulgada em todos os seus canais de comunicação, como panfletos, redes sociais, whatsapp, televisão, etc. Quanto mais pessoas receberem seus informes, maiores serão as suas chances de aumentar as vendas.

Faça um bom atendimento

Lembre-se que o dia do cliente é uma data usada também para homenagear o seu consumidor e não apenas para alavancar vendas. Portanto, treine a sua equipe para que ela faça um excelente atendimento sempre. Essa é uma prática que nunca falha quando o assunto é fidelizar clientes.

Ofereça brindes especiais

Todo cliente gosta de ser mimado e lembrado com carinho. Então, aproveite a data para oferecer brindes exclusivos, realmente úteis, que despertem o desejo e a satisfação do seu consumidor.

Você pode apostar em garrafas de água, canetas, pen drives, cadernetas, copos personalizados, kits de higiene e beleza,etc. Adapte o brinde de acordo com o nicho do seu negócio para ficar ainda mais personalizado.

Amostras grátis também são boas alternativas e ainda oferecem ao seu cliente a oportunidade de ele conhecer outros produtos da sua loja e voltar para comprá-los.

Dê descontos progressivos

O desconto progressivo funciona da seguinte forma: você aumenta o valor do desconto à medida que o cliente adquire mais produtos. Por exemplo: a loja oferece 10% de desconto na compra de um produto x, 15% se o cliente levar também um produto y e assim por diante.

Cuidados para se ter com a promoção no dia do cliente

Antes de formular e pôr em prática as promoções para o dia do cliente, é preciso ter um bom planejamento e organização de todos os setores. As ofertas devem ser atraentes, sim, mas a sua loja também deve ter faturamento. Por isso, é necessário estudar a sua empresa e o seu público para não jogar dinheiro fora.

Organizar estoque

O primeiro passo é analisar o seu estoque. Faça uma avaliação prévia dos itens armazenados, pensando em maneiras de fazer esse estoque girar. Ainda, aproveite para pôr em promoção aqueles produtos parados há mais tempo ou que têm pouca rotatividade.

Veja se há estoque disponível para a promoção que você deseja fazer. Não é interessante gerar muita expectativa em cima de algo que não tem viabilidade, pois o cliente se sentirá lesado e insatisfeito. Isso vale para quantidade de produtos e para qualidade também.

Assim, quando o seu cliente vê uma oferta imperdível no encarte, vai até à loja bem cedo e, ao chegar lá, ouve do vendedor que já acabou tudo, dificilmente ele acreditará que aquilo não foi propaganda enganosa. Tenha cuidado em relação a isso e mantenha o controle de estoque organizado sempre!

Organizar o financeiro

Esteja com todo o setor financeiro dominado para saber, com clareza, até onde você pode ir com descontos, ofertas e promoções. Lembre-se de que o seu negócio sempre deve ter uma margem de lucro, ainda que menor do que nas outras datas. 

Ou seja, você tem que definir os valores dos seus produtos ou serviços com preço de promoção. Isso significa que você vai diminuir o seu lucro sobre o produto. Então, esse cálculo deve ser feito com muita atenção, com uma planilha de preço de venda e promoção, por exemplo.

Ainda, esteja seguro que você dará esses valores então definidos como desconto. É preciso ter um planejamento de caixa e um controle de fluxo de caixa preciso. E, além disso, ter um controle financeiro geral do negócio.

Entender o público

Nada mais frustrante do que não ter retorno de uma oferta planejada e organizada há meses. Geralmente, isso acontece quando o público não tem suas características estudadas e as promoções são lançadas “às cegas” em relação a isso.

Crie as ofertas, campanhas e divulgações de acordo com as necessidades e os hábitos de consumo do seu público. Para isso, estude o seu consumidor ao longo do ano para saber o que oferecer a ele no mês de setembro.

Conclusão

O dia do cliente é uma data comemorativa importante e não deve passar batido durante o planejamento das estratégias do seu negócio. Então, pense nessa data de forma antecipada, organize suas finanças e seu estoque, treine sua equipe e faça o melhor para deixar o seu cliente satisfeito nesse dia que é todo dedicado a ele.

Banner-conversao-eGestor-blog
logo egestor
Visão geral

Os cookies são vitais para melhorar sua experiência com o eGestor. Utilizamos os cookies para análise de dados de acesso nos nossos domínios, e criação de listas de remarketing para podermos patrocinar seus conteúdos preferidos na internet.

Os cookies do Google Analytics coletam informações anônimas como quantidade de acessos ao site e páginas mais visitadas. Estes cookies não são opcionais.